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FACULDADE DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS


CURSO TECNÓLOGO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

CARLOS ALBERTO DE JESUS OLIVEIRA


SÉRGIO DE CARVALHO SAMPAIO
TIAGO DOS SANTOS OLIVEIRA

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA


MICROEMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A NECESSIDADE DE
IMPLANTAR UM SISTEMA DE GESTÃO EM UMA CANTINA ESCOLAR

SANTO ANTONIO DE JESUS – BA


2016
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CARLOS ALBERTO DE JESUS OLIVEIRA


SÉRGIO DE CARVALHO SAMPAIO
TIAGO DOS SANTOS OLIVEIRA

IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA MICROEMPRESAS:


UM ESTUDO DE CASO SOBRE A NECESSIDADE DE IMPLANTAR UM SISTEMA
DE GESTÃO EM UMA CANTINA ESCOLAR

Trabalho de conclusão de curso apresentado ao


curso de Análise e Desenvolvimento de
Sistemas da Faculdade de Ciências
Empresariais – FACEMP, como requisito à
obtenção do título do grau de Tecnólogo em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas,

Orientador: Prof. Esp. Samuel Mercês.

SANTO ANTONIO DE JESUS – BA


2016
3

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA


MICROEMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A NECESSIDADE DE
IMPLANTAR UM SISTEMA DE GESTÃO EM UMA CANTINA ESCOLAR

Carlos Alberto de Jesus Oliveira1


Sérgio de Carvalho Sampaio2
Tiago dos Santos Oliveira3

RESUMO
O presente trabalho trata da importância do sistema de gerenciamento numa
microempresa de cantina escolar, pois, assim como outras pequenas empresas
deixam de ter uma aplicação pela suposta inviabilidade em adotar um sistema de
gerenciamento, entretanto, enxerga-se uma grande oportunidade neste negócio,
Desta forma, este estudo teve como objetivo proporcionar a cantineira escolar a
possibilidade de informatizar e dinamizar seu negócio, possibilitando fluir tanto a parte
gerencial quanto operacional, com o uso de tendências tecnológicas, possibilitando
assim um bom e satisfatório relacionamento com o seu cliente. A metodologia utilizada
para desenvolvimento deste trabalho foi uma pesquisa bibliográfica seguida de um
estudo de caso.

Palavras-chave: Microempresa; Sistema de Gestão; Tecnologia; Inovação.

Abstract
The present work deals with the importance of the management system in a micro-
enterprise of a school canteen, because, just as other small companies no longer have
an application for the supposed impossibility of adopting a management system,
however, we see a great opportunity in this business, Desta The purpose of this study
was to provide the school cafeteria with the possibility of computerizing and
streamlining its business, allowing both management and operations to flow, using
technological trends, thus enabling a good and satisfactory relationship with its client.
The methodology used to develop this work was a bibliographic research followed by
a case study.
Keywords: Micro Business; Management System; Technology; Innovation.

1 Licenciado em Matemática pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) – CAMPUS Santo Antônio
de Jesus – BA, Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade de
Ciências Empresarias – FACEMP - Santo Antônio de Jesus - BA
2 Licenciado em Letras c/ Inglês pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – CAMPUS V,

Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade de Ciências


Empresarias – FACEMP - Santo Antônio de Jesus-BA
3 Graduando do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade de Ciências

Empresarias – FACEMP - Santo Antônio de Jesus - BA


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INTRODUÇÃO

Quando se fala em Tecnologia da Informação, logo se pensa nas organizações


de grande porte, com grande estrutura física e lógica, contendo boa estrutura de rede
e servidores, contudo de acordo com Caetano (2001), uma microempresa que ainda
faz o controle do seu negócio com anotações em um caderno precisa reciclar seus
processos, ou seja, a tecnologia é ferramenta vital e aliada do empreendedor em
qualquer ramo e não usá-la é perder dinheiro. Desta forma, informatizar sua empresa
é sumamente necessário. Além do mais, manter-se longe dos computadores
profissionalmente hoje em dia é praticamente inviável. A informatização permite que
o empresário reúna dados sobre o dia a dia do seu negócio, ajuda no planejamento e
na tomada de decisões. Porém, não adianta colecionar informações sem qualidade,
pois registros errados levam a conclusões erradas, assim empresas precisam ter o
entendimento e o controle de suas informações para que, ao transformá-las em
conhecimento, possam ser utilizadas como base para os negócios, possibilitando a
agilidade nas tomadas de decisões e de providências para realizar adequações,
quando necessárias. Na prática, isso acontece com uso de aplicativos, internet e
sistemas de informação. Eles são ferramentas que disponibilizam acesso, tratamento,
geração e armazenamento de dados e informações para a empresa toda, tanto em
suas transações internas como nas externas, fazendo o tratamento correto dos dados
para que se tornem informações úteis.
Dentro desta perspectiva, o presente trabalho trata da importância do sistema
de gerenciamento numa pequena cantina escolar, que assim como outras pequenas
empresas deixam de ter uma aplicação, pela suposta inviabilidade em adotar um
sistema de gerenciamento, entretanto, enxerga-se uma grande oportunidade neste
negócio, afinal, todas as instituições de ensino do país tem um espaço destinado para
refeição dos seus alunos, geralmente gerenciadas em cadernos ou em pequenos
pedaços de papel, e dentro deste cenário, há muitas outras vertentes que são de suma
importância para a sociedade como todo, entres elas, estão a possibilidade de ter uma
alimentação saudável, controlada e de qualidade, principalmente quando se trata de
crianças e adolescentes.
Desta forma, objetivou-se proporcionar a cantineira escolar a possibilidade de
informatizar e dinamizar seu negócio, possibilitando fluir tanto a parte gerencial quanto
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operacional, com o uso de tendências tecnológicas inovadoras, possibilitando assim


um ótimo e satisfatório relacionamento com o seu cliente.

1. REFERENCIAL TEÓRICO

A análise das publicações permitiu estruturar o tema pesquisado em quatro


aspectos básicos. São eles: Pequenas empresas na economia do Brasil, Definição de
sistemas de informação, O papel da tecnologia da informação e Aspectos relevantes
no sucesso na implantação do sistema de gerenciamento.

1.1 PEQUENAS EMPRESAS NA ECONOMIA DO BRASIL

As pequenas empresas têm um papel fundamental na economia do Brasil.


Segundo estudo divulgado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas), no ano passado, juntas, as nove milhões de micro e pequenas
empresas representaram 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Esses
pequenos negócios são responsáveis por 52% dos empregos com carteira assinada
e 40% dos salários pagos no país.
Por sua importância, para a economia e para o mercado, é imprescindível que
essas pequenas empresas sobrevivam, mesmo em tempo de instabilidade
econômica. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados, entre eles o controle com
a gestão e administração do negócio.
As pequenas empresas têm na tecnologia da informação a possibilidade de
estruturarem melhor seus negócios e, com isso, crescerem e se tornarem mais
competitivas no mercado de atuação. E uma das ferramentas essenciais para uma
PME se manter no mercado e tornar-se mais competitiva é a utilização dos ERPs
(Enterprise Resourcing Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, em
português).
Desta forma, as empresas menores podem competir com ferramentas ou
estratégias tão eficazes quanto as grandes corporações. O uso de dados estruturados
é um recurso disponível e estratégico. Mas, para que as ferramentas de TI ajudem
nos negócios, é preciso saber os principais benefícios que elas oferecem.
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Para isso, André Bretas, diretor de Small Business da TOTVS, lista, abaixo,
cinco razões para uma pequena companhia investir na adoção de um software e ter
uma visão integrada da gestão do seu negócio:
1 - Excelência na gestão financeira: O sistema ajuda a manter as finanças
da empresa sob controle de forma organizada. As contas são quitadas no prazo,
evitando multas e juros, além de permitir administrar também as contas a receber,
mantendo o fluxo de caixa em dia. Outra vantagem do ERP é que ele está integrado
com o sistema de nota fiscal eletrônica, agilizando as emissões e envios, de acordo
com as exigências legais.
2 - Otimização do estoque: Um dos grandes segredos de um bom negócio
para as pequenas organizações, independentemente do segmento em que atuam, é
o controle eficiente do seu estoque. Para crescer, é fundamental saber a quantidade
disponível de produtos em estoque, a necessidade de reposição e o planejamento da
produção para reduzir custos, entre outros processos.
Outro ponto positivo do uso do ERP é que a empresa consegue manter os
pedidos em dia. Ele ajuda a manter todo este controle em tempo real, com a garantia
de atender corretamente os clientes no tempo certo, permitindo, como consequência,
manter a fidelidade dos clientes satisfeitos.
3 - Dar fim ao retrabalho: As empresas que optam por utilizar um sistema de
gestão integrada minimizam o trabalho de redigitar as mesmas informações em
arquivos diferentes, por exemplo, o que diminui as chances de erros.
4 - Ter mais informações nas mãos: Além dos dados sobre estoques e
produtos, o uso do ERP pode oferecer informações sobre os clientes (como
reclamações e elogios sobre os serviços ou produtos ofertados), funcionários e até
mesmo dados sobre as matérias-primas.
5 - Investimento que vale a pena: Com tantos benefícios, é comum as
pequenas empresas acharem que esses softwares de gerenciamento das rotinas são
caros. Porém, isso não é verdade. “A tecnologia é o alicerce para que as pequenas
companhias cresçam de forma sustentável. As micro e pequenas empresas tem papel
fundamental no crescimento da economia e sociedade do país. Fazer a gestão
eficiente do negócio é o diferencial entre sobreviver ou encerrar as atividades, nesse
momento de incertezas. As que investirem em uma gestão profissional certamente
terão mais oportunidades de competir e crescer no mercado em que atuam”, destaca
Bretas.
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1.2 DEFINIÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Primeiramente, é importante abordar o termo sistema, o qual O’Brien (2004, p.


07), definiu, de forma genérica, afirmando que “um sistema é um grupo de
componentes inter-relacionados que trabalham juntos rumo a uma meta comum
recebendo insumos e produzindo resultados em um processo organizado de
transformação”. Um pouco mais específico, mas ainda amplo, é o termo sistemas de
informação, que por esse motivo, apresenta diferentes definições para diferentes
autores.
Para Laudon e Laudon (2004, p. 07), sistemas de informação podem ser
definidos tecnicamente como um conjunto de componentes inter-relacionados que
coleta (ou recupera), processa, armazena e distribui informações destinadas a apoiar
a tomada de decisões de uma organização. Para os autores, “os sistemas de
informação também podem ajudar os gerentes e trabalhadores a analisar problemas,
visualizar assuntos complexos e criar novos produtos”.
De forma complementar, Albertão (apud Côrtes, 2008, p. 24), afirma que
sistema de informação “é um sistema de elementos ou componentes inter-
relacionados, numa ordem específica que coletam (entrada), manipulam
(processamento), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um
mecanismo de feedback (retroalimentação). Essas informações são então utilizadas
pelos usuários para a tomada de decisões”. Com uma abordagem um pouco
diferenciada dos autores citados anteriormente, Mattos (2005, p. 5-6) utiliza outros
elementos para definir um sistema de informação como “um sistema especializado no
processamento e na comunicação de dados (máquinas) ou de informações
(organismos vivos)”, sendo que se constituem de “um conjunto de módulos (objetos)
de comunicação, de controle, de memórias e de processadores, interligados entre si
por meio de uma rede com protocolo comum”.
Analisando-se então, essas definições, apesar das diferenças encontradas,
podem-se notar que nos modelos citados, sistema de informação é considerado um
conjunto de componentes inter-relacionados, que juntos, possibilitam a entrada ou
coleta de dados, o processamento dos mesmos e a geração de informações
necessárias para a tomada de decisões. Além disso, deve-se considerar, assim como
abordado pelos autores, os mecanismos de feedback, que possibilitam melhores
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resultados pelo aprimoramento do sistema. Na literatura, também são encontrados


diferentes conceitos para dados.
Nesse trabalho, será utilizado o conceito de Turban (2007, p. 03), que afirmou
que “dados se referem a uma descrição elementar de coisas, eventos, atividades e
transações que são registrados, classificados e armazenados, mas não são
organizados para transmitir qualquer significado específico”. De forma a
complementar, Stair e Reynolds (2006, p.04), afirma que “dados são compostos por
fatos básicos, como nomes e a quantidade de horas trabalhadas em uma semana de
um funcionário, número de peças em estoque ou pedidos”. Os dados podem ser
processados, de forma a agregar significado.
O’Brien (2004), explica esse processo da seguinte forma: os dados
normalmente são submetidos a um processo de valor adicionado (que chamamos
processamento de dados ou processamento de informação) em que (1) sua forma é
agregada, manipulada e organizada, (2) seu conteúdo é analisado e avaliado e (3) é
colocado em um contexto adequado a um usuário humano. Esse processo é o
responsável por transformar dados em informação, que, por sua vez, segundo Stair e
Reynolds (2006, p.04) “é um conjunto de fatos organizados de modo a terem valor
adicional, além do valor dos fatos propriamente ditos”. As informações, por sua vez,
podem gerar conhecimento, que segundo Ralph (2006, p. 14), “é a consciência e o
entendimento de um conjunto de informações e formas de torná-las úteis para apoiar
uma tarefa específica ou tomar uma decisão”.

1.3 O PAPEL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Segundo Damasceno (2001), a Tecnologia de Informação (TI) é conceituada


como sendo o conjunto de computadores, sistemas de informação e infraestrutura de
informática e de telecomunicações que se somam aos conhecimentos e
procedimentos pré-existentes para criar, armazenar, transferir, consolidar e utilizar a
informação de forma abrangente e convergente. Como a informação é um elemento
central na realidade organizacional, a TI possui um papel fundamental para o suporte
às atividades organizacionais, realizando diversas funções relacionadas à informação.
Keen (1991) destaca que a principal premissa da TI é que ela possibilita formalizar a
estrutura da organização dentro de sistemas de informação, mantendo por isso
estreita relação com a estrutura e estratégia empresariais. Um aspecto interessante e
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paradoxal da TI é que ao mesmo tempo em que ela oferece as condições para


aumentar o controle centralizado, através de novos canais de informação, a tomada
de decisão passa a ser mais descentralizada, já que os sistemas de informação
passaram a realizar diversas funções de comunicação, coordenação e controle,
liberando os gerentes para outras responsabilidades.
A TI proporciona expectativas tais como a possibilidade de desenvolver
sistemas capazes de fornecer informações objetivas e homogêneas, livre de
julgamentos (GONÇALVES; LEITÃO, 1996). No entanto, como a utilização da
informação depende da interpretação de quem a utiliza, e esta interpretação depende
em grande parte da bagagem sociocultural das pessoas, nem sempre aquelas
expectativas são atendidas. Esta é uma característica relevante na avaliação da
influência que a informação exerce sobre o ato de decisão, já que pode haver
dissociação entre o significado original da informação gerada e o significado percebido
pelo tomador de decisão, podendo provocar efeitos imprevistos, desde a não-decisão
até a geração de novo conhecimento proporcionando uma decisão de melhor
qualidade.
McGee e Prusak (1994) afirmam que muitas iniciativas de criar sistemas de
gerenciamento de informações falharam porque tentou-se organizar dados segundo
pontos de vista dos programadores e técnicos de informática, impedindo ou
dificultando aos reais usuários dos dados a possibilidade de efetuar questionamentos,
manipulações e relacionamentos entre estes dados, sob sua própria abordagem, e
por conseguinte, não gerando a informação desejada. O problema fundamental é
definir a informação correta, em tempo hábil, e no local adequado. Representantes do
mercado de tecnologia costumam afirmar que a solução seria ter disponíveis todas as
informações, imediatamente e em todo lugar, o que na prática não conseguiu se
sustentar, já que as respostas verdadeiras a esta questão não estão na tecnologia. “A
compreensão do potencial global de informação envolve mais pensamento que ação”.
(MCGEE; PRUSAK, 1994, p. ?).
São bastante relevantes os aspectos relacionados à cultura tecnológica
predominante na maioria das empresas e na sociedade em geral. Davenport (1998,
p. 10) cita “a pouca paciência dos profissionais de TI com as necessidades dos
usuários finais”, e que os mesmos tentam resolver com tecnologia qualquer tipo de
problema informacional, sem saber ao certo como as pessoas se relacionam com a
informação. Esta visão parte de crenças parcialmente verdadeiras, que no entanto
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enfatizam unicamente a tecnologia em detrimento da “maneira de como as pessoas


criam, distribuem, compreendem e usam a informação”. A Tabela 4 apresenta lado a
lado estas crenças sobre a relação entre informação e tecnologia, defendidas pelos
adeptos da “visão tecnológica” e da “visão ecológica” da informação, segundo
DAVENPORT (1998).
As abordagens mais tradicionais de TI preconizam a capacidade da mesma em
criar novas informações, aumentando a compreensão das operações nas empresas,
porém dentro de uma lógica totalitária que subordina a cultura à tecnologia, e que trata
a informação de uma maneira instrumental (PITASSI; LEITÃO, 2000). Considera-se a
informação como uma estrutura unidimensional e adequada ao tratamento
automatizado, sem preocupação ou crítica com o resultado (GONÇALVES; LEITÃO,
1996).

A gestão da TI e não da informação tem polarizado a atenção das


organizações, talvez por elas acreditarem que a mera aquisição e gestão
destas tecnologias é um esforço suficiente para a obtenção das vantagens que
estas potencializam (AMARAL, 1994, p.?).

Outro importante aspecto a ser considerado ao se abordar a Tecnologia da


Informação é o financeiro. É sabido que os grandes investimentos em projetos de TI
nem sempre apresentam os retornos esperados, isto quando os mesmos chegam a
ser conhecidos. Apesar da grande dependência da TI experimentada pela sociedade
pós-moderna, a correlação entre gastos e lucratividade com computadores não é
totalmente explicada (STRASSMAN (1997) apud MACHADO, 1999). Além disso,
continuam havendo grandes problemas de avaliação e monitoramento dos benefícios
proporcionados pela TI, se comparados às expectativas que estes projetos
despertam. Os resultados de um levantamento realizado em 2002 pela McKinsey e
CIGREF com CIOs e CEOs de mais de 70 grandes corporações francesas apontam
que somente grandes projetos de TI estão sujeitos às avaliações de negócio antes de
serem iniciados, que apenas metade das empresas monitoram os benefícios
esperados por estes projetos, e que as unidades de negócios de 90% das empresas
pesquisadas não avaliam os resultados finais dos projetos de TI. Estes resultados
mostram um quadro que contraria as expectativas dos CEOs quanto ao maior
envolvimento das unidades de negócios na gestão dos investimentos em TI
necessários à implementação das estratégias corporativas, com a mesma ênfase
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conferida às mudanças de processos ou organizacionais. (MARK; MONNOYER,


2004).

1.4 ASPECTOS RELEVANTES NO SUCESSO NA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE


GERENCIAMENTO

Neste trabalho, o termo “implantação” compreende o processo de adoção do


sistema, envolvendo seleção, aquisição, implantação e testes, que, segundo Mendes
e Escrivão Filho (2000), deve ser planejado, ter passado por uma etapa de análise
das funcionalidades da empresa e do sistema e estar de acordo com a orientação
estratégica da empresa.
Para Lima et al. (2000), o sucesso na implantação depende do alinhamento
entre software, cultura e objetivos de negócio da empresa. É necessário ter:
articulação entre os objetivos do projeto e expectativas de mudança da organização;
boa gerência; comprometimento da alta administração e dos proprietários dos
processos; e os usuários devem compreender a mudança. Na seleção deve-se avaliar
o sistema mais adequado à empresa. A implantação é um processo geralmente caro,
demorado e obriga a corporação a repensar sua estrutura e processos. A equipe de
implantação deve conhecer o sistema e os processos de negócio da empresa.
Souza e Zwicker (2000) ressaltam esta etapa como a mais crítica, destacando
a importância de checar: funcionalidades e adequação do sistema às particularidades
da empresa e o fornecedor da solução. Após a seleção, define-se um líder e a equipe
de implantação. Fatores importantes na implantação são: experiência dos usuários
com sistemas e conhecimento prévio sobre as discrepâncias entre o sistema e a
empresa; comprometimento da equipe responsável; envolvimento das áreas usuárias
e de tecnologia; e treinamento para os usuários finais. É um processo de mudança
organizacional envolvendo mudança nas responsabilidades e tarefas das pessoas e
nas relações entre os departamentos.
Segundo Stamford (2000), o sucesso de um sistema é determinado pela
previsão do impacto para a empresa. Na prática, muitas organizações não levam em
consideração todas as mudanças necessárias, as quais envolvem estrutura,
operação, estratégia e cultura da empresa. Na implantação é preciso determinar os
objetivos a serem alcançados e como as funcionalidades do sistema podem ajudar
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nisso. Essa etapa deve contemplar a análise dos processos atuais, a possibilidade de
modificá-los e o envolvimento do usuário.
Para Buckhout et al. (1999), a implantação de um sistema de gerenciamento
tem sido problemática por duas razões: a empresa não faz antes as escolhas
estratégicas para configurar os sistemas e os processos e a implantação escapa do
controle da empresa. Muitas empresas encaram como um projeto de tecnologia e não
como um projeto empresarial. Além desses fatores, a equipe deve estar comprometida
e envolvida na implantação, indicando prioridades estratégicas e vinculando controles
e incentivos para os envolvidos no sucesso do projeto.
Centola e Zabeu (1999) destacam que a seleção pode ser demorada e
complexa em razão do amplo espectro de funcionalidades do sistema a ser checado.
Para a implantação, a empresa deve passar por treinamento conceitual e operacional,
exploração do sistema, parametrização, redesenho dos processos e assimilação da
nova cultura. É fundamental o envolvimento dos usuários nessa etapa.
Para Taurion (1999), implantar um sistema de gerenciamento requer cuidados
como: escolher o mais adequado às peculiaridades da organização e selecionar os
parceiros envolvidos na implantação, como uma consultoria experiente no assunto. A
implantação desse sistema refere-se a mudanças nos processos, suportados por um
ERP e não por um pacote de informática. É um trabalho de reengenharia de alto
impacto em toda a organização. O sucesso está atrelado ao gerenciamento do projeto,
ao comprometimento da empresa e da administração e à formação de equipe com
conhecimentos sobre o sistema e processos de negócio da empresa.
Para Wood Jr. (1999), a implantação é a etapa mais complexa. Trata-se de um
amplo processo de mudança organizacional que provoca impactos no modelo de
gestão, na arquitetura organizacional, no estilo gerencial, nos processos de negócios
e, principalmente, nas pessoas. Deve envolver equipes multidisciplinares compostas
por especialistas em tecnologia da informação, analistas de negócios e consultores
com capacitação em redesenho de processos.
Para Corrêa (1998), o sucesso na adoção de um sistema se inicia na seleção.
Deve-se realizar uma análise de adequação de funcionalidades para checar se as
particularidades da empresa são atendidas. A implantação precisa ser gerenciada por
pessoas que entendam de mudança organizacional e negócio, devendo ser conduzida
por funcionários da empresa. É importante o comprometimento da direção, que deve
ter uma visão clara e compartilhada da situação futura. A implantação deve
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contemplar os aspectos de um projeto de mudança organizacional. Após a


implantação é preciso esforço contínuo por meio de reciclagem no treinamento e
comprometimento dos envolvidos.
A adoção desse sistema requer a análise dos processos executados pela
empresa. O objetivo é avaliar se os processos devem ser modificados, modernizados
ou mantidos. A adequação das funcionalidades deve ser realizada na fase de seleção
do sistema. O objetivo é checar se as funcionalidades são aderentes às
particularidades da empresa.
O ideal é que, primeiramente, a empresa faça a análise de seus processos e,
na sequência, verifique a adequação das funcionalidades dos sistemas existentes.
Essas análises devem ser conduzidas antes da aquisição do sistema, pois o resultado
terá reflexo em todo o processo de implantação, tendo consequências no tempo de
duração da implantação, nas customizações a serem realizadas, na profundidade da
mudança, no treinamento dos usuários e, principalmente, no custo final do projeto.
O sucesso da implantação também está relacionado aos profissionais
envolvidos, que além da competência técnica devem reunir bons conhecimentos do
negócio. O gerente de implantação deve acompanhar os prazos, auxiliar na definição
do escopo das modificações e não perder o foco do projeto. Os funcionários
envolvidos devem ter bom conhecimento da empresa e das modificações que estão
sendo introduzidas.
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2. METODOLOGIA

A metodologia utilizada para desenvolvimento desse trabalho foi uma pesquisa


bibliográfica seguida de um estudo de caso. Segundo Araújo et al. (2008) o estudo de
caso trata-se de uma abordagem metodológica de investigação especialmente
adequada quando procuramos compreender, explorar ou descrever acontecimentos
e contextos complexos, nos quais estão simultaneamente envolvidos diversos fatores.
Yin (1994, apud ARAÚJO et al. 2008) afirma que esta abordagem se adapta à
investigação em educação, quando o investigador é confrontado com situações
complexas, de tal forma que dificulta a identificação das variáveis consideradas
importantes, quando o investigador procura respostas para o “como? ” e o “porquê? ”,
quando o investigador procura encontrar interações entre fatores relevantes próprios
dessa entidade, quando o objetivo é descrever ou analisar o fenómeno, a que se
acede diretamente, de uma forma profunda e global, e quando o investigador pretende
apreender a dinâmica do fenómeno, do programa ou do processo. Assim, Yin
(1994:13, apud ARAÚJO et al. 2008) define “estudo de caso” com base nas
características do fenómeno em estudo e com base num conjunto de características
associadas ao processo de recolha de dados e às estratégias de análise dos mesmos.
O trabalho está organizado da seguinte forma: No primeiro momento a
Cantineira foi abordada para uma pequena entrevista, com intuito de conhecer mais
profundamente a regra e dinâmica do seu negócio, coletando assim informações
diversas sobre os problemas e possíveis soluções, bem como pedir sugestões, afim
de personalizar a solução de forma mais adequada a sua empresa.
No segundo momento foi desenvolvido um pequeno projeto, focando na
viabilidade da solução. Dentro desta análise, a solução mostrou-se além de viável,
inovadora, fazendo parte de uma tendência mundial, que é o uso da biometria em
soluções empresariais.
No terceiro momento a Cantineira foi apresentada a solução através da
apresentação de um protótipo, utilizando a ferramenta Corel Draw e NETBEANS para
criar telas reais, com interface de qualidade, baseada nos conceitos de IHC, (Interação
Homem-Computador, como forma de experimentar a solução na prática, analisando
as melhorias dos problemas e inovações necessárias relatadas, bem como apresentar
o orçamento da aplicação da solução na cantina.
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3. CANTINA ESCOLAR

O cenário de Cantina Escolar é bem familiar a praticamente a qualquer pessoa.


Cantinas escolares são estabelecimentos de comercialização de alimentos e/ou
refeições, cuja administração pode ser da própria escola ou terceirizada.

3.1 PROBLEMAS

O intervalo para o lanche estabelecidos da maioria das escolas acontecem no


mesmo horário, e como todo processo de venda é feito de forma manual sem nenhum
gerenciamento de vendas, com uso de fichas para liberação de pedidos, acaba
sempre formando longas filas.
Além disso, há a necessidade do manuseio de dinheiro por alunos, o que nos
tempos atuais, coloca em risco à segurança dos mesmos, além da possibilidade de
esquecimento, no qual o pai ou responsável acaba esquecendo de repassar o valor
do lanche do aluno, deixando em alguns casos o filho impossibilitado de fazer seu
lanche. Alguns pais recebem ligações informando que esqueceu de entregar o valor
da merenda ao filho, o que na maior parte dos casos, recorrem a um Moto Taxista que
cobra em média R$ 5,00 (Cinco Reais) para entregar na escola mais R$ 5,00 (Cinco
Reais) para que o aluno não fique sem comer.
A escola caracteriza-se como um espaço de formação e potencialização de
hábitos e práticas saudáveis, no qual as pessoas passam grande parte do seu tempo,
sendo assim, é um importante ambiente para se desenvolver estratégias de promoção
da saúde, contudo sabemos que na prática é bem difícil os pais ter o controle do que
seus filhos consomem principalmente por falta de uma fiscalização específica no
ambiente escolar.
Outro aspecto relevante é a dificuldade de comunicação com os pais,
principalmente quando o ano se finda e os mesmos basicamente somem, a cantina
por não possuir nenhum sistema, eles não têm como manter um cadastro dos pais, o
que traz à tona um grande vilão de pequenas e grandes empresas, a inadimplência;
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3.2 SOLUÇÃO

Como proposta de solução foi apresentado um sistema de gerenciamento de


cantina escolar, com funcionalidades nunca aplicadas a este contexto.
Na prática esta solução terão as seguintes funcionalidades, que se dividem em
três telas principais: Tela da Cantineira, Tela de Usuário e Tela de Vendas. Conforme
figuras 1, 2 e 3 abaixo:

Figura 1: Tela da Cantina Escolar

Fonte: Próprio autor

Na figura 1 percebe-se o quão completo é o sistema, dando a oportunidade a


cantineira de cadastrar além de alunos e usuários do sistema, cadastrar todos os seus
produtos, desta forma, poderá ter uma gestão precisa de tudo que tem em seu
estoque, dos produtos que tem maior ou menor saída, norteando assim, as compras
de reposição. Além de ser possível emitir todo relatório de vendas seja ele, diário,
semanal ou mensal. Um dos carros chefes deste trabalho, é a possibilidade de
pagamento usando apenas a digital do aluno, nesta tela é cadastrada a biometria,
oferecendo aos alunos uma facilidade, nunca vista em uma cantina escolar. E por fim
é possível contatar o suporte com apenas um clique do mouse, onde será
redirecionado a uma página onde conterá todos os contatos do suporte, além da
possibilidade de enviar um sms (short message service) pelo próprio aplicativo. Outro
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fator relevante é a possibilidade de ter seu saldo atual na tela o tempo todo, o que
facilita o acompanhamento das entradas.

Figura 2: Tela do usuário

Fonte: Próprio autor

Na figura 2, tem-se a visão do cliente, onde é possível cadastrar além do aluno,


cadastrar o celular para recebimento de sms (short message service), e
principalmente o cartão de crédito. O sistema tem como diferencial a possibilidade de
pagamento pré-pago, onde o cliente, realiza uma recarga de acordo com a
necessidade do filho, e o mesmo irá fazer o seu lanche, e será pago via biometria,
sendo deduzido do crédito inserido na cantina. Dentro desta mesma perspectiva é
importante destacar a possibilidade de limitar os gastos diários do aluno, limitando a
um valor específico diariamente. Cabe ainda destacar que ao aderir a modalidade de
pagamento biométrico, o cliente irá fazer o pagamento de uma taxa no valor de
R$10,00 (dez reais) que será utilizada no sistema de “anticonstrangimento”. Que
acontece da seguinte forma, caso o aluno não possua mais crédito na conta para fazer
seu lanche, ele ainda terá direito de lanchar pelo menos duas ou três vezes usando
deste crédito, outrora inserido com esta finalidade, sendo que ao mesmo tendo será
disparado de tempo em tempos mensagens via (sms), avisando ao pai que seu filho
está utilizando do limite emergencial, e que o mesmo deve fazer uma recarga o quanto
antes, evitando a exposição e transtornos ao filho do mesmo. Uma das maiores
preocupações vigentes no mundo inteiro é a questão da alimentação, e o sistema leva
à sério esta questão, inserindo o botão de restrição de alimentos, onde o responsável
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poderá bloquear todos os alimentos que seu filho não pode ingerir, seja por
manutenção de hábitos saudáveis, ou até mesmo por intolerância ou alergia à alguma
substância presente em alguns lanches, doces, salgados e outros. Outro fator
importante é a possibilidade de dar sugestões para melhoria do sistema e ter seu
saldo atual na tela o tempo todo, o que facilita o acompanhamento dos pagamentos
realizados.

Figura 3: Tela de Vendas Cantina Escolar

Fonte: Próprio autor

Na figura 3, é apresentado a tela de vendas do sistema, uma tela agradável,


simples, intuitiva e sensível ao toque, o que permite agilidade nas vendas. Pode-se
perceber a existências de botões pré-cadastrados, estes são personalizados de
acordo com a quantidade de saída destes itens, tornando-se produtos padrões e
formando combos. Um aspecto de extrema importância, porém tem-se a convicção
que o mesmo não será aderido por 100% dos clientes, ou seja, o pai ou responsável
que tenha interesse pode continuar usando o dinheiro em espécie como forma de
pagamento sem nenhum problema.
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4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Através deste trabalho, é possível concluir que independentemente do tamanho


da empresa, a tecnologia da informação e suas soluções devem estar presente na
regra e modelagem de negócio, afinal, hoje para uma empresa sobreviver a um
mercado tão competitivo, ela precisa ter as ferramentas adequadas para que os dados
que são agregados diariamente aos cadernos e impressões da organização, sejam
transformados além de informação e conhecimento, possam também ser uma
ferramenta de análises e tomadas de decisões. Através dos sistemas de informação
é possível que todos os processos sejam muito mais conhecidos e bem mais
estruturados. ARAÚJO (2008, p. 6) afirma que “bom desempenho organizacional
depende da clara identificação feita pelos gerentes do papel que a informação irá
desempenhar na estratégia competitiva de sua empresa”. De forma a avaliar sempre
os riscos e a viabilidade das mesmas, desta forma, estar engajada na demanda
tecnológica crescente dos clientes, que almejam cada dia mais inovação e facilidades
na palma da mão. Para Albertin (2005), no ambiente empresarial atual, a informação
aliada à tecnologia tem ganhado estimado valor no contexto administrativo, tanto das
organizações brasileiras como mundiais. Estes negócios para conseguirem sucesso
diante de seus concorrentes utilizam esta ferramenta de forma bem ampla e intensa,
tanto em nível estratégico como operacional. Hoje não se admite pelo usuário, uma
empresa que não possua um sistema de gerenciamento e soluções práticas que
possam fornece-lo respostas rápidas e em tempo real, sem complicações e na
comodidade do seu lar.
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