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ABORDAGEM NUTRICIONAL EM DOENÇAS ENDÓCRINAS E METABÓLICAS

• Diretrizes Brasileiras de Obesidade 3ª edição 2009/2010


• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2013-2014.
• Diretrizes Clinicas na Saúde Complementar – Osteoporose – 2011

• V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – out. 2013- disponível:


www.arquivosonline.com.br

LIVROS TEXTOS
• Nutrição Humana - Jim Mann e A. Stewart Truswell
• Alimentos, Nutrição e Dietoterapia - Krause

ADMINISTRAÇÃO EM SERVIÇO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA

ABERC. Manual ABERC de práticas de elaboração e serviço de refeições para


coletividades. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas, 2009,
221 p.

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria CVS – 5, de 09 de abril de 2013.


Nº73 – DOE de 19/04/2013 – Seção 1 – p.32.

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 216, de 15 de


setembro de 2004. D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 16 de setembro de
2004.

BOEGER, M.A. Gestão em Hotelaria Hospitalar. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2008.

Código de Ética do Nutricionista – Resolução CFN nº 334/2004.

ISOSAKI, M.; NAKASATO, M. Gestão de Serviço de Nutrição Hospitalar. Rio de Janeiro: Elsevier /
Medicina Nacionais, 2009.

Lei nº 5.276, de 24 de Abril de 1967 - Dispõe sobre a profissão de Nutricionista, regula o seu
exercício, e dá outras providências.

MANZALLI,P.V. Manual para Serviços de Alimentação, Implementação, Boas Práticas,


Qualidade e Saúde. 2º Ed. Metha, 2010.

MEZZOMO, I. B. Os Serviços de Alimentação: Planejamento e Administração. 5. ed. São


Paulo: Manole, 2002.

MINISTÉRIO DA SAÚDE, Guia Alimentar para a População Brasileira. Secretaria de Atenção


à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília, 2ed, 2014

OLIVEIRA, J.E.D.; MARCHINI , J.S. Ciências Nutricionais - Aprendendo a Aprender. Sarvier,


2ª edição; 2008.

ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética – Seleção e Preparo de Alimentos. 7. ed. São Paulo:


Atheneu, 2001.

PHILIPPI, S. T. Nutrição e Técnica Dietética. São Paulo: Manole, 2003.


ROBERTO, T.S.; MAGNONI, D.; CUKIER, C.; STIKAN, R. Gastronomia Hospitalar no
Conceito “Comfort Food”. Balieiro, 2013.

SANT´ANA, H.M.P. Planejamento Físico-Funcional de Unidades de Alimentação e


Nutrição. Rio de Janeiro: Rubio, 2012.

SILVA JR, E.A. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. 6ª Ed.


Varela, 2005.

TEIXEIRA, S.M.F.G.; CARVALHO, Z.M.J.; BISCONTINI, T.M. Administração Aplicada as


Unidades de Alimentação e Nutrição. Rio de Janeiro: Atheneu, 2007.

VAZ, C.V. Restaurantes Controlando Custos e Aumentando Lucros. Brasília: LGE, 2006.

ANÁLISES CLÍNICAS: NEFROLOGIA

1. Coleta de Material Biológico: Princípios e Técnicas para um Exame Confiável. Principais


Técnicas Empregadas em Laboratórios de Análises Clínicas.
2. Exame da Urina: formação da urina, o exame físico-químico, análise microscópica do
sedimento urinário.
3. O sangue: função, composição, plasma e soro. Proteínas plasmáticas: principais funções
e métodos para determinação (noções gerais). Coagulação. O Balanço Ácido-Base.
Balanço Eletrolítico e Fluídos Corporais.
4. Misturas líquidas: soluções, suspensões, colóides e emulsões (noções gerais).
Importância das soluções. Concentração das soluções: diluída e concentrada, saturada,
insaturada, supersaturada, soluções percentuais, razão de soluções, soluções molares.
Osmolaridade, diluição, difusão, osmose, pressão osmótica. Miliequivalente, solução
normal, osmolalidade, solução tampão.

Bibliografia:

1. Xavier RM, Albuquerque GC, Barros E. Laboratório na Prática Clínica: Consulta Rápida,
Artmed Editora, Porto Alegre – RS, 2005.
2. Strasinger SK. Urinálise e Fluidos Biológicos, 5ª. Ed., Livraria Médica Paulista Editora
Ltda, São Paulo – SP, 2009.
3. Sackheim GI, Lehman DD. Química e Bioquímica para Ciências Biomédicas, 1ª. Ed.
Brasileira, Editora Manole, São Paulo – SP, 2001.

ANIMAIS PEÇONHENTOS

1- Ministério da Saúde/Fundação Nacional de Saúde. Manual de Diagnóstico e Tratamento de


Acidentes por Animais Peçonhentos. Brasília, 1998, 131p.il.
2- Bruno Soerensen. Acidentes por Animais Peçonhentos Editora: Atheneu. 2000
3- Cardoso, João Luiz Costa & França, Francisco Oscar de Siqueira & Wen, Fan Hui. Animais
Peçonhentos no Brasil. Editora Sarvier, 2003, 468 p.
4- Benedito Barraviera, Rui Seabra Ferreira Junior. Acidentes por animais peçonhentos. Editora
CEVAP, 2008 (DVD + CD-Rom + Livro + Pocket book).
5- BARRAVIERA, B.Venenos animais: uma visão integrada. Rio de Janeiro, Editora de
Publicações Científicas, 1994. 411p. ilust.
6- Centro Virtual de Toxinologia. http://www.cevap.org.br
7- Répteis do Brasil: Manutenção em cativeiro. Luiz Roberto Francisco. Editora: Gráfica e
Editora Amaro Ltda.
8- Herpetologia, Herpetocultura e Medicina de Répteis. Carlos E. S. Goulart. Editora L. F. Livros.
9- Dissertação intitulada "Variação sexual, ontogenética e ambiental do veneno de Crotalus
durissus terrificus da região de Botucatu São Paulo: Caracterização enzimática, bioquímica e
farmacológica".
Disponível no site: www.cevap.org.br, na seção "Banco de Teses"
ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

− Código de ética Profissional Serviço Social


− Lei Orgânica da Assistência Social ( LOAS)
− Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
− SUS- Lei 8.080- 19/09/1990
− FREITAS, M. C. (org). Historia Social da Infância no Brasil. Editora Cortez, 2001
− Conselho Federal de Serviço Social. Parâmetros para atuação de Assistentes Social na
Política de Saúde. Série: Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais . CFESS 2010
80p
− Severino,, A.J. Subsídios para uma reflexão sobre novos caminhos da interdisciplinaridade..
Serviço Social e Interdisciplinaridade . São Paulo 2010. Editora Cortez. 8º ed. p.11 a 21
− BRASIL. Ministério da Saúde. Cartilha Saúde integral de adolescentes e jovens: orientações
para organização de serviços de saúde. Distrito Federal 2005. Editora MS 43p. Disponível
no site Ministério da saúde / saúde do adolescente e do jovem / publicações
- http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29683&janela=1

CITOLOGIA ONCÓTICA

Prova escrita de conhecimentos gerais básicos envolvendo aspectos teóricos, metodológicos e


práticos atinentes a Patologia Geral, Química Analítica, Imunologia Básica e Biologia Celular.
Literaturas recomendados:
• Robbins & Cotran – Patologia: Bases Patológicas das Doenças. Kumar, V.; Abbas, A.K.;
Fausto, N. & Aster, J.C. 8ª ed., Elsevier, 2010.
• Franco M, Montenegro MR, de Brito T, Bacchi CC, de Almeida P.C. Patologia –
Processos Gerais 5ª ed. São Paulo, Atheneu. 2010, 331p
• Abbas, A, Lichtman, A. Imunologia Celular e Molecular. 7ª ed. Rio de janeiro, Elsevier
Editora Ltda, 2012, 560p
• Baccan, N et al. Química Analítica Quantitativa Elementar 4 ª ed. Campinas Edgard
Blucher, 2009, 309p
• Junqueira LC, Carneiro J. Biologia Celular e Molecular. 9ªed . Rio de Janeiro, Editora
Guanabara Koogan, 2012, 364p
• Barker, K. Na Bancada. Manual de iniciação científica em laboratórios de pesquisas
biomédicas. 1ª ed. Porto Alegre, Editora Artmed, 2002.

DIETOTERAPIA EM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Guia Alimentar para a população Brasileira: promovendo a alimentação saudável/ Ministério da
Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.210p.- (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Cardoso MA. Nutrição Humana. Série Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.

Cuppari L. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. São Paulo: Manole, 2014.
Frank AA, Soares EA. Nutrição no envelhecer. Atheneu.

Heyward VH, Stolarczyk LM. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo:
Manole.

Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ªed, São Paulo:
Roca.

Moreira EAM, Chiarello PG. Atenção nutricional – abordagem dietoterápica em adultos. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan.

Sampaio HAC, Sabry MOD, Nutrição em Doenças Crônicas: Prevenção e Controle. 2ª ed,
São Paulo: Atheneu.2014.
Philippi ST, Aquino RC. Dietética. Princípios para o planejamento de uma alimentação
saudável. São Paulo: Manole. 2015.

Tirapegui J e Ribeiro SML. Avaliação Nutricional: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.

Waitzber DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clinica. Atheneu.

ENFERMAGEM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

AHA. Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.


AHA. Destaques das Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.
BICKLEY, LS. Bates: propedêutica médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não-
transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro. Brasília, 2005.
Brasil. MS. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 8a edição. Brasília – DF, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Biossegurança para Serviços de Saude. Brasília – DF,
2003.
Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS. Brasília – DF,
2004.
Acesso disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizaSus_doc_base.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Diabetes e Hipertensão Arterial.
Secretaria do Estado São Paulo. Manual de Orientação Clinica Diabetes Mellittus. 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Lei nº 8.080, de 19 de Setembro de 1990 e suas alterações.
Brasil. Vigilância Pós-comercialização. Hemovigilância. Acesso disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hemovigilância: manual técnico para
investigação das reações transfusionais imediatas e tardias não infecciosas / Agência Nacional
de Vigilância Sanitária. – Brasília : Anvisa, 2007.
Brasil. PORTARIA Nº 2.712, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Redefine o regulamento técnico
de procedimentos hemoterápicos. Publicada no Diário Oficial da União nº 221, de 13 de
novembro de 2013, Seção 1, página 106.
Brasil. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de vacinação. Acesso disponível em:
http://portal.saude.gov.br
Documentos do COFEN. Legislações e Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
FREITAS, EV, PY, L; Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HORTA, WA. Processo de enfermagem. 7. ed. São Paulo: E.P.U., 1979.
Junqueira, PC; Hamershlack N; Rosemblit J. HEMOTERAPIA CLÍNICA Ed Roca, 2009.
Kurcgant, P (coord). Administração em enfermagem. Ed. EPU, 1991.
Kurcgant, P (coord) Gerenciamento em enfermagem, Ed. Guanabara-Koogan, 2010.
NORTH AMERICAN NURSING ASSOCIATION. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:
definições e classificação – 2012-2014. Porto Alegre: Artmed, 2013.
POSSO, MBS Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. Ed. Atheneu, 1999.
Santos, LGA e col. Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia. Ed. MedbBook:Rio de Janeiro,
2010.
HUDAK CM e GALLO BM. Cuidados Intensivos de Enfermagem – uma abordagem
holística, Ed Guanabara Koogan, 2007;
Diccini S e Koizumi MS. Enfermagem em neurociência – fundamentos para a prática clínica.
Atheneu, 2006;
Hildy M. Schell / Kethleen A Pentello. Segredos em enfermagem na terapia intensiva.
Artmed, 2004;
Elias Knobel, Claudia Lorena, Denis Faria Morura Jr. Terapia intensiva - enfermagem –
Atheneu, 1ed, 2005;
Sérgio Basseto, Silvia Vieira, Cleonaldo Pinheiro. Rotinas em terapia intensiva, 1 ed, Atheneu;
Orlando JMC. UTI: Muito além da técnica... a humanização e a arte do intensivismo. 6ª ed.
Atheneu, 2001;
Renato Terzi e Sebastião Araújo. Técnicas básicas em UTI, 1ed, Manole, 1992;
Eliana de Araújo Cintra, Vera Medici Nishide, Wilma Aparecida Nunes. Assistência de
enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2ed, Atheneu, 2005;
Cláudio José de Souza. Manual de rotinas em enfermagem intensiva. 1ed, Gen, 2010;
Lynn Dianne Phillips. Manual de terapia intravenosa. 2ed,Artmed, 2001;
Frederico Filgueiras Pohl / Andy Petroianu. Tubos, sondas e drenos. 1ed, Guanabara Koogan,
2000;
Gerson L Macedo / Luiz Fernando dos reis Falcão. - Farmacologia aplicada em medicina
intensiva. 1ed, Gen, 2011.
SMELTZER, SC; BARE. Brunner & Sudarth: tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 12ª ed
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
FIGUEIREDO, NMA et al. Tratado de cuidados de enfermagem: médico-cirúrgico. São Paulo:
Roca, 2012.
Cloherty JP, Eichenwald EC, Stark AR. Manual de Neonatologia. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
MACDONALD, M.G; MULLET, M.D.; SESHIA M.M.K. Avery neonatologia, fisiopatologia e
tratamento do recém-nascido. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, Koogan, 2007.
CARVALHO, M.R.; TAVARES, L.A.M. Amamentação: bases científicas 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010.
KIMURA, A.F.; BUENO, M.; BELLI, M.A.J. Manual de Assistência em Enfermagem Neonatal.
São Paulo: Difusão, 2010.
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Atenção à gestante e à puérpera no SUS-SP.
Manual técnico do pré-natal e puerpério. São Paulo: Secretaria de Estado da Saúde, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de
saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 4 v. : il. – (Série A. Normas
e Manuais Técnicas).
Tamez RN. Enfermagem na UTI Neonatal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
OMS. Conduta nos problemas do recém-nascido. São Paulo: Roca, 2011

ENFERMAGEM EM DIÁLISE

SMELTZER, SC; BARE. Brunner & Sudarth: tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 12ª ed
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
BICKLEY, LS, Bates. Propedêutica médica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
FIGUEIREDO, NMA et al. Tratado de cuidados de enfermagem: médico-cirúrgico. São Paulo:
Roca, 2012.
CARPENITTO, L. J. Diagnósticos de Enfermagem Aplicação à Prática Clínica. 7ª ed. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2002.
NANDA, Diagnóstico de Enfermagem NANDA, Definições e classificações, 2001-2002; Trad.
MICHEL, Jeame L. M, Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001.
CARPENITO, L J. Diagnóstico de Enfermagem: aplicação à prática clínica. 6ª ed. Porto Alegre:
Artes Médica, 1997.
BRASIL. FEBRASGO, Urgências e Emergências Maternas: Guia para diagnóstico e conduta em
situações de risco de morte materna. Brasília/ DF: Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS,
Manual de Controle das DST e AIDS, 4. ed. Brasília/ DF: Ministério da Saúde, 2006.
Malagutti, Willian. Bizu de Enfermagem, 5ª Edição Revisada e Ampliada, 2011.

ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA

AHA. Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.


AHA. Destaques das Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.
BICKLEY, LS. Bates: propedêutica médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não-
transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro. Brasília, 2005.
Brasil. MS. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 8a edição. Brasília – DF, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Biossegurança para Serviços de Saude. Brasília – DF,
2003.
Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS. Brasília – DF,
2004.
Acesso disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizaSus_doc_base.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Diabetes e Hipertensão Arterial.
Secretaria do Estado São Paulo. Manual de Orientação Clinica Diabetes Mellittus. 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Lei nº 8.080, de 19 de Setembro de 1990 e suas alterações.
Brasil. Vigilância Pós-comercialização. Hemovigilância. Acesso disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hemovigilância: manual técnico para
investigação das reações transfusionais imediatas e tardias não infecciosas / Agência Nacional
de Vigilância Sanitária. – Brasília : Anvisa, 2007.
Brasil. PORTARIA Nº 2.712, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Redefine o regulamento técnico
de procedimentos hemoterápicos. Publicada no Diário Oficial da União nº 221, de 13 de
novembro de 2013, Seção 1, página 106.
Brasil. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de vacinação. Acesso disponível em:
http://portal.saude.gov.br
Documentos do COFEN. Legislações e Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
FREITAS, EV, PY, L; Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HORTA, WA. Processo de enfermagem. 7. ed. São Paulo: E.P.U., 1979.
Junqueira, PC; Hamershlack N; Rosemblit J. HEMOTERAPIA CLÍNICA Ed Roca, 2009.
Kurcgant, P (coord). Administração em enfermagem. Ed. EPU, 1991.
Kurcgant, P (coord) Gerenciamento em enfermagem, Ed. Guanabara-Koogan, 2010.
NORTH AMERICAN NURSING ASSOCIATION. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:
definições e classificação – 2012-2014. Porto Alegre: Artmed, 2013.
POSSO, MBS Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. Ed. Atheneu, 1999.
Santos, LGA e col. Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia. Ed. MedbBook:Rio de Janeiro,
2010.
HUDAK CM e GALLO BM. Cuidados Intensivos de Enfermagem – uma abordagem
holística, Ed Guanabara Koogan, 2007;
Diccini S e Koizumi MS. Enfermagem em neurociência – fundamentos para a prática clínica.
Atheneu, 2006;
Hildy M. Schell / Kethleen A Pentello. Segredos em enfermagem na terapia intensiva.
Artmed, 2004;
Elias Knobel, Claudia Lorena, Denis Faria Morura Jr. Terapia intensiva - enfermagem –
Atheneu, 1ed, 2005;
Sérgio Basseto, Silvia Vieira, Cleonaldo Pinheiro. Rotinas em terapia intensiva, 1 ed, Atheneu;
Orlando JMC. UTI: Muito além da técnica... a humanização e a arte do intensivismo. 6ª ed.
Atheneu, 2001;
Renato Terzi e Sebastião Araújo. Técnicas básicas em UTI, 1ed, Manole, 1992;
Eliana de Araújo Cintra, Vera Medici Nishide, Wilma Aparecida Nunes. Assistência de
enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2ed, Atheneu, 2005;
Cláudio José de Souza. Manual de rotinas em enfermagem intensiva. 1ed, Gen, 2010;
Lynn Dianne Phillips. Manual de terapia intravenosa. 2ed,Artmed, 2001;
Frederico Filgueiras Pohl / Andy Petroianu. Tubos, sondas e drenos. 1ed, Guanabara Koogan,
2000;
Gerson L Macedo / Luiz Fernando dos reis Falcão. - Farmacologia aplicada em medicina
intensiva. 1ed, Gen, 2011.
SMELTZER, SC; BARE. Brunner & Sudarth: tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 12ª ed
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
FIGUEIREDO, NMA et al. Tratado de cuidados de enfermagem: médico-cirúrgico. São Paulo:
Roca, 2012.
Cloherty JP, Eichenwald EC, Stark AR. Manual de Neonatologia. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
MACDONALD, M.G; MULLET, M.D.; SESHIA M.M.K. Avery neonatologia, fisiopatologia e
tratamento do recém-nascido. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, Koogan, 2007.
CARVALHO, M.R.; TAVARES, L.A.M. Amamentação: bases científicas 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010.
KIMURA, A.F.; BUENO, M.; BELLI, M.A.J. Manual de Assistência em Enfermagem Neonatal.
São Paulo: Difusão, 2010.
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Atenção à gestante e à puérpera no SUS-SP.
Manual técnico do pré-natal e puerpério. São Paulo: Secretaria de Estado da Saúde, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de
saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 4 v. : il. – (Série A. Normas
e Manuais Técnicas).
Tamez RN. Enfermagem na UTI Neonatal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
OMS. Conduta nos problemas do recém-nascido. São Paulo: Roca, 2011

ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA

COSTA, Roberta Kaliny de Souza; MIRANDA, Francisco Arnoldo Nunes de. Formação
profissional no SUS: oportunidades de mudanças na perspectiva da estratégia de saúde da
família. Trab. educ. saúde, Rio de Janeiro , v. 6, n. 3, 2008.Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-
77462008000300006&lng=pt&nrm=iso
NASCIMENTO, Débora Dupas Gonçalves do; OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos.
Competências profissionais e o processo de formação na residência multiprofissional em Saúde
da Família. Saude soc., São Paulo , v. 19, n. 4, dez. 2010 . Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
12902010000400009&lng=pt&nrm=iso
PAIM,J.; TRAVASSOS, C.; ALMEIDA,C.; MACINKO,J. O sistema de saúde brasileiro: história,
avanços e desafios. The Lancet. London p.11-31, maio.2011. VOl. 377 No. 9779 pp 1778-1797.
Disponível em http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/brazil/brazilpor1.pdf
VICTORA, Cesar G. [et al.]. Condições de saúde e inovação nas políticas de saúde no Brasil: o
caminho a percorrer. The lancet. London, p.90-102, junho. 2011. Disponivel em:
http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/brazil/brazilpor6.pdf

ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA

AHA. Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.


AHA. Destaques das Diretrizes da American Heart Association para RCP e ACE, 2010.
BICKLEY, LS. Bates: propedêutica médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não-
transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro. Brasília, 2005.
Brasil. MS. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 8a edição. Brasília – DF, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Biossegurança para Serviços de Saude. Brasília – DF,
2003.
Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS. Brasília – DF,
2004.
Acesso disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizaSus_doc_base.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Diabetes e Hipertensão Arterial.
Secretaria do Estado São Paulo. Manual de Orientação Clinica Diabetes Mellittus. 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Lei nº 8.080, de 19 de Setembro de 1990 e suas alterações.
Brasil. Vigilância Pós-comercialização. Hemovigilância. Acesso disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hemovigilância: manual técnico para
investigação das reações transfusionais imediatas e tardias não infecciosas / Agência Nacional
de Vigilância Sanitária. – Brasília : Anvisa, 2007.
Brasil. PORTARIA Nº 2.712, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Redefine o regulamento técnico
de procedimentos hemoterápicos. Publicada no Diário Oficial da União nº 221, de 13 de
novembro de 2013, Seção 1, página 106.
Brasil. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de vacinação. Acesso disponível em:
http://portal.saude.gov.br
Documentos do COFEN. Legislações e Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
FREITAS, EV, PY, L; Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
HORTA, WA. Processo de enfermagem. 7. ed. São Paulo: E.P.U., 1979.
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CARVALHO, M.R.; TAVARES, L.A.M. Amamentação: bases científicas 3. ed. Rio de Janeiro:
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OMS. Conduta nos problemas do recém-nascido. São Paulo: Roca, 2011

FISIOTERAPIA

Controle Motor: Teoria e aplicações práticas. 2ª edição; Anne Shumuray-cook,


Marjorie H. Woollocott. Manole. 2003.

Medicina e Reabilitação: Princípios e prática. Fernandes, AC; Ramos, ACR;


Casalis, MEP; Hebert, SK. 1ª edição, Artes Médicas, 2007.

Fisioterapia: Aspectos clínicos e práticos da reabilitação. Moura, EM; Silva, PAC.


1ª edição. Artes Médicas, 2006.

Diagnóstico e Tratamento da Lesão da Medula Espinhal. Greve, JMD; Casalis,


MED; Filho, TEPB. 1ª edição. Roca, 2001.

Reabilitação Neurológica. Umphed, DA. 4ª edição. Manole, 2003.

Neurociência para Fisioterapeutas. Cohen, H. 2ª edição. Manole. 2001.

Fisioterapia: Avaliação e Tratamento. O'Sullivan, SB; Schmitz, TJ. 4ª edição.


Manole, 2004.

Fisioterapia Respiratória em Pediatria e Neonatologia. Sarmento, GJV. 1ª edição.


Manole, 2007.

Fisioterapia Cardiopulmonar. Irwin, S; Tecklin, JS. 3ª edição. Manole. 2003.

Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan. Scanlan, CL et al. Manole: São


Paulo, 2000.

Fisiologia do Exercício. Mc Ardle, WD et al. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro,


2003. 5ª edição.

Propedêutica ortopédica. Hoppenfield, S. Atheneu: S.P., 2004.

Fisioterapia respiratória básica. Costa, D. Atheneu - SP, 2004.

Exame físico em ortopedia. Barros Filho, TEP, Lech, O. Sarrien, 2002.

Fisioterapia em Pediatria. Shepherd, R. Santos, SP. 1998.

Fisioterapia respiratória moderna. Azeredo, C.C. Editora Manole. 2002.


Ortopedia e traumatologia. Princípios e práticas. Sizínio, H; Barros Filho, TEP; Xavier, R; Pardini
Jr, AG. Editora Artmed. 2003.

Ventilação Mecânica Básica. Carvalho, CR. Editora Atheneu. 2000.

AACD Medicina e Reabilitação - Princípios e Prática.


Fernandes e col
Editora Artes Médicas
Ano 2007

Amputações de memmbros inferiores - Busca da Plena Reabilitação


José André Carvalho
Editora Manole
Ano 2007

FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA

Controle Motor: Teoria e aplicações práticas. 2ª edição; Anne Shumuray-cook,


Marjorie H. Woollocott. Manole. 2003.

Medicina e Reabilitação: Princípios e prática. Fernandes, AC; Ramos, ACR;


Casalis, MEP; Hebert, SK. 1ª edição, Artes Médicas, 2007.

Fisioterapia: Aspectos clínicos e práticos da reabilitação. Moura, EM; Silva, PAC.


1ª edição. Artes Médicas, 2006.

Diagnóstico e Tratamento da Lesão da Medula Espinhal. Greve, JMD; Casalis,


MED; Filho, TEPB. 1ª edição. Roca, 2001.

Reabilitação Neurológica. Umphed, DA. 4ª edição. Manole, 2003.

Neurociência para Fisioterapeutas. Cohen, H. 2ª edição. Manole. 2001.

Fisioterapia: Avaliação e Tratamento. O'Sullivan, SB; Schmitz, TJ. 4ª edição.


Manole, 2004.

Fisioterapia Respiratória em Pediatria e Neonatologia. Sarmento, GJV. 1ª edição.


Manole, 2007.

Fisioterapia Cardiopulmonar. Irwin, S; Tecklin, JS. 3ª edição. Manole. 2003.

Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan. Scanlan, CL et al. Manole: São


Paulo, 2000.

Fisiologia do Exercício. Mc Ardle, WD et al. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro,


2003. 5ª edição.

Propedêutica ortopédica. Hoppenfield, S. Atheneu: S.P., 2004.

Fisioterapia respiratória básica. Costa, D. Atheneu - SP, 2004.

Exame físico em ortopedia. Barros Filho, TEP, Lech, O. Sarrien, 2002.

Fisioterapia em Pediatria. Shepherd, R. Santos, SP. 1998.

Fisioterapia respiratória moderna. Azeredo, C.C. Editora Manole. 2002.


Ortopedia e traumatologia. Princípios e práticas. Sizínio, H; Barros Filho, TEP; Xavier, R; Pardini
Jr, AG. Editora Artmed. 2003.

Ventilação Mecânica Básica. Carvalho, CR. Editora Atheneu. 2000.

AACD Medicina e Reabilitação - Princípios e Prática.


Fernandes e col
Editora Artes Médicas
Ano 2007

Amputações de memmbros inferiores - Busca da Plena Reabilitação


José André Carvalho
Editora Manole
Ano 2007

FONOAUDIOLOGIA

1 – MARCHESAN, IQ.; SILVA, HJ.; TOMÉ, MC. Tratado das Especialidades em Fonoaudiologia.
Roca, 2014. 1118p.
2 - FIGUEIREDO, MS. Emissões Otoacústica e Bera. São José dos Campos, Pulso, 2003, 109p.
3 – NORTHERN, JL.; DOWNS, MP. Audição na infância. Rio de Janeiro, Guanabara-Koogan,
2005, 359p.
4 - SANTOS, TMM; RUSSO, ICP. Prática da Audiologia Clínica. São Paulo, Cortez, 2005, 375p.
5 - ALMEIDA, K; IÓRIO, MCM. Próteses Auditivas: fundamentos teóricos e aplicações clínicas.
São Paulo, Lovise, 2003. 494p.
6 – FERNANDES, FDM.; MENDES, BCA.; NAVAS, ALPGP. Tratado de Fonoaudiologia (SBFa).
São Paulo, Rocca. 2009. 864p.
7 – FROTA, S. Fundamentos em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan 2003.
210p.
8 – BRAGA, SRS. Conhecimentos Essenciais para Atender Bem o Paciente com Prótese
Auditiva. Pulso, 2003. 105p.
9 – MUNHOZ, MSL; CAOVILLA, HH.; SILVA, MLG.; GANANÇA, MM. Audiologia Clínica. São
Paulo. Atheneu, 2003. 284p.
10 – LEVY, CCAC. Manual de Audiologia Pediátrica. Manole, 2015. 318p.
11 – BEVILACQUA, MC.; MORET, ALM. – Deficiência auditiva – conversando com familiares e
profissionais de saúde. São José dos Campos. Pulso, 2005. 319 p.
12 – LOPES FILHO, O. Tratado de Fonoaudiologia. Ribeirão Preto, Tecmedd, 2005, 992p.
15 – SOUSA, LCA.; PIZA, MRT.; ALVARENGA, KF.; CÓSER, PL. Eletrofisiologia da Audição e
Emissões Otoacústicas. São Paulo, Novo Conceito/Saúde, 2008, 372p.
16 - BEVILACQUA, MC.; MARTINEZ, MAN.; BALEN, SA; PUPO, AC; REIS, ACM.; FROTA, S.
Tratado de Audiologia. São Paulo: Santos, 2011. 880p.
17 – ALVARENGA, KF., CORTELETTI, LCBJ. O Mascaramento na Avaliação Audiológica. Um
guia prático. São José dos Campos: Pulso, 2006.114p.
18 – PEREIRA, RC. Prótese Auditiva. Rio de Janeiro: Revinter, 2015. 138p.
19 – BOÉCHAT, EM.; MENEZES, PL.; COUTO, C.M.; FRIZZO, ACF.; SCHARLACH, RC.;
ANASTASIO, ART. Tratado de Audiologia. 2ª Ed. Santos, 2015. 565p.
20 – LOPES FILHO, O.; CAMPIOTTO, AR.; LEVY, CCAC.; REDONDO, MC.; ANELLI, W. Novo
Tratado de Fonoaudiologia. Manole, 2013. 376p.

HEMOTERAPIA

1. ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 7. ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2011.
2. PAUL, W. Fundamental immunology. 6th ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins,
2008.
3. HEMOTERAPIA CLÍNICA- livro. Pedro Clóvis Junqueira, Nelson Hamershlack e Jacob
Rosemblit, 2009 – Editora Roca.
4. Hemoterapia - Fundamentos e Prática - José Orlando Bordin, Dante Mário Langhi Júnior,
Dimas Tadeu Covas (2008) Editora Atheneu.
5. Manual de Biossegurança do Ministério da Saúde – Telelab. Disponível
em:http://www.ccs.saude.gov.br/visa/publicacoes/arquivos/p3_laborat%C3%B3rios.pdf
6. MINISTÉRIO DA SAÚDE – Segurança Transfusional: um olhar sobre os serviços de
hemoterapia das regiões norte e centro oeste do Brasil, Brasília, 2012. Disponível em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/seguranca_transfusional_hemoterapia_centro_oe
ste_norte_brasil.pdf
7. MINISTÉRIO DA SAÚDE – Técnico em Hemoterapia – Livro texto, Brasília 2013. Disponível
em:
http://www.hemominas.mg.gov.br/export/sites/default/hemominas/galerias/TEC/publicacoes
HematologiaHemoterapia/tecnico_hemoterapia_livro_texto.pdf

IMUNOHEMATOLOGIA

ABBAS, A.K; LICHTMAN, A.H; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular - 7ed. Elsevier, 2012.

BEIGUELMAN, B. Os Sistemas sanguíneos eritrocitários. 3. ed.: FUNPEC, 2003.

BRASIL, Diretoria Colegiada Resolução/ANVISA - RDC N° 34, de 11 de junho de 2014.

BRASIL, Ministério da Saúde /ANVISA – PS: Portaria N° 2.712 , de 12 de novembro de 2013.

BUELVAS, A. C. ;MUÑIZ-DÍAZ, E. ; GONZÁLEZ, G. L. Inmunohematologia Básica y Aplicada. 1.


ed. Cali: Feriva, 2014.

CHAMONE, D.A.F.; NOVARETTI, M.C.Z.; DORLHIAC, P.E. Manual de Transfusão Sanguínea.


1. ed.: Roca, 2001.

GIRELLO, A. L.; KÜHN, T.I.B.B. Fundamentos da Imunohematologia eritrocitária, 3. ed. São


Paulo: Senac, 2011.

HARMENING, D.M. Técnicas Modernas em Banco de Sangue e Transfusão. 4. ed. Rio de


Janeiro: Revinter, 2006.

HEMOTERAPIA CLÍNICA- livro. Pedro Clóvis Junqueira, Nelson Hamershlack e Jacob


Rosemblit, 2009 – Editora Roca.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – Técnico em Hemoterapia – Livro texto, Brasília 2013. Disponível em:
http://www.hemominas.mg.gov.br/export/sites/default/hemominas/galerias/TEC/publicacoesHem
atologiaHemoterapia/tecnico_hemoterapia_livro_texto.pdf

IMUNOLOGIA DE MOLÉSTIAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS

ABBAS, A K.; LICHTMAN, A H. Imunologia Básica: Funções e Distúrbios do Sistema


Imunológico. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier Ltda, 2013. 336 p.

ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia Celular e Molecular. 7ª ed. Rio de Janeiro:


Editora Elsevier Ltda., 2012. 560 p.

JANEWAY, C. A. et al. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença. 6ª ed. Porto


Alegre: Editora Artmed, 2007. 848 p.
KUBI, J. Imunologia, 4th ed.New York, W.H.Freeman and Company, 2002.

ROITT, .I. Essential Immunology. 10thed. Oxford Blackwell Scientific Publication, 2004.

IMUNOPATOLOGIA SORODIAGNÓSTICO

Kumar V, Abbas AK, Aster JC. Robins Patologia Básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

Voltarelli, J.C., Arruda, K., Louzada, Sarti, P.W. Imunologia Clínica na Prática Médica. 1ª Edição.
Editora Atheneu, 2008.

Abbas, A.K.; Lichtman, A. H.; Pillai, S.IMUNOLOGIA CELULAR E MOLECULAR – Rio de


Janeiro:Elsevier, 2008.

VAZ, Adelaide J.; TAKEI, Kioko; BUENO, Ednéia Casagranda. Imunoensaios: fundamentos e
aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

IMUNOPATOLOGIA PEDIÁTRICA

GRUMACH, A.S. Alergia e Imunologia na Infância e na Adolescência. 2ª Ed., São Paulo,


Editora Atheneu, 2009. 928p.

ABBAS, A.K. Imunologia Celular e Molecular. 7ª Ed., Rio de Janeiro, Elsevier, 2011. 592p.

SALES, M.M.; MORAES-VASCONCELOS, D. Citometria de Fluxo: Aplicações no


Laboratório Clínico e de Pesquisa. 1ª Ed., São Paulo, Editora Atheneu, 2013. 610p.

SOLÉ, D. Tratado de Alergia e Imunologia Clínica. 1ªEd. Atheneu, 2011. 736p.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM DIAGNÓSTICO E PESQUISA LABORATORIAL

ALBERTS B et al. Molecular Biologyof The Cell - thirdedition, Editora Athena, 1991.
BINSFELD PC. Biosseguranca em biotecnologia. Editora: Interciência, 2005.
CALICH, V.L.G. ; VAZ, C. A. C. . Imunologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
COOPER G. The Cell a molecular Approach - Secondedition, Editora ASM Press, Washington,
D.C., 2000.
FERREIRA, A W. & ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico Laboratorial das Principais doenças Infecciosas
e Auto-imunes. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2000.
HIRATA MH ; MANCINI FILHO J. Manual de biosseguranca. Editora: Manole, 2002
LEWIS B. Genes VII, Editora Oxford, 2000.
MASTROENI MF. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2ª edição, Editora
Ateneu, 2005.
VAZ, A J.; TAKEI, K.; BUENO, E.C. Imunoensaios: Fundamentos e Aplicações. Série Ciências
Farmacêuticas. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007.

LABORATÓRIO EM METABOLISMO NUTRICIONAL E DESPORTIVO

Livros:

William D. McArdle, Frank I. Katch, Victor L. Katch. Fisiologia do Exercício, Energia, Nutrição e
Desempenho Humano. 5º edição. Seções 1e 3.
Pamela C. Champe, Richard A. Harvey, Denise R. Ferrier. Biochemistry. 3º edição. Unidades I,
II, III e V.

Diretrizes:

I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros


de Cardiologia, volume 84, suplemento I, abril/2005.

IV Diretriz Brasileira Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose: Departamento de


Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia,
volume 88, suplemento I, abril/2007.

MEDICINA COMPORTAMENTAL: MODIFICAÇÃO DO ESTILO DE VIDA COM PRÁTICA DE


EXERCÍCIOS FÍSICOS E TERAPÊUTICA À PROMOÇÃO DA SAÚDE

GERAIS:

DIAS RMR, CYRINO ES, SALVADOR EP, CALDEIRA LFS, NAKAMU FY. Influência do
processo de familiarização para avaliação da força muscular em testes de 1-RM. Revista
Brasileira de Medicina do Esporte, v. 11, n. 01, p. 34-38, 2005.

VI Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2010.

I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento de Síndrome Metabólica – Arquivos Brasileiros


de Cardiologia, v84, suppl 1, 2005.

Fisiologia do Exercício – Nutrição, Energia e Desempenho Humano. McArdle, Katch e Katch; 7ª


edição; Guanabara Koogan, 2013, p. 859-888.

Garber CE et al. Quantity and Quality of Exercise for Developing and Maintaining
Cardiorespiratory, Musculoskeletal, and Neuromotor Fitness in Apparently Healthy Adults:
Guidance for Prescribing Exercise. Med Sci Sports Exercise, 43 (nº7):p.1334-59, 2011.

Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 8ª edição, Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro, 2011.

Específicas:

1. Educação Física
GAYA, A et al. PROJETO ESPORTE BRASIL. Manual de Testes e Avaliação. Versão 2012.

World Health Organization 2010. Global recommendations on physical activity for health.
Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9789241599979_eng.pdf.
Manual do ACSM para Avaliação da Aptidão Física relacionada à Saúde. 3ª edição, Guanabara
Koogan 2011.

Referências básicas da Fisioterapia:

KENDALL, F.P.; MCCREARY, E.K.; PROVANCE, P.G. Músculos, Provas e Funções. Tradução
4ª ed. Manole: São Paulo, 1995.
HALL, S. J. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
RASCH, P. J.; Cinesiologia e Anatomia Aplicada. Sétima ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1991.

Referências aplicadas da Fisioterapia:


BARAÚNA, M. A.; et al. Avaliação do equilíbrio estático em indivíduos amputados de
membros inferiores através da biofotogrametria computadorizada. Rev. Bras. Fisioter.
Vol. 10, n 1, p 83-90, 2006.
BRACCIALLI, L.M.P.; VILARTA, R. Aspectos a Serem Considerados na Elaboração de
Programas de Prevenção e Orientação de Problemas Posturais. Rev Paul Educ Fís. Vol. 14, n
2, p 159-71, 2000.

MICOLOGIA MÉDICA

1) Kwon-Chung KJ & Bennett JE. Medical Mycology. Lea & Febiger, Philadelphia, 1.ed, 1992;
866 p.;
2) Sidrim JJC & Rocha MFG. Micologia Médica à luz de autores contemporâneos. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 1.ed, 2004; 388 p.;
3) Lacaz CS, Porto E, Martins JEC. Micologia Médica, Sarvier, São Paulo, 9ed., 2002, 1120 p.

NEUROIMUNOLOGIA

Mecanismo de lesão das doenças desmielinizantes do sistema nervoso

Mecanismo de lesão das doenças autoimunes do sistema nervoso

Livro recomendado– Patologia: Bases Patológicas das Doenças. Kumar, V.;

Abbas, A.K.; Fausto, N. & Aster, J.C. 8ª ed., Elsevier, 2010"

NUTRIÇÃO CLÍNICA EM PEDIATRIA

Vitolo MR. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Autores
Editores, 2003.

Tópicos Atuais em Nutrição Pediátrica. Ary Lopes Cardoso, Luiz Anderson Lopes, José Augusto
de A.C Taddei, Editora Atheneu 184 p. Série Atualizações em Pediatria da Sociedade de
Pediatria de São Paulo. ISBN 8573797061

Manual de Nutricão Pediatrica – AAP. Ronald E. Kleinman, AMERICAN ACADEMY OF


PEDIATRICS. Editora: LAVIE MED. Edição 6, 2011.1440p. ISBN 10 8589731529.

Nutrição em Pediatria- da Neonatologia à Adolescência. Virgina Resende Silva Weffort. Editora


Manole, 2009. 600p.

Terapia Nutricional: nas Doenças do Aparelho Digestivo na Infância e Adolescência. Luciano A


Péret Filho. Editora Medbook 2013. Edição 3ª 304 p. ISBN 9788599977903

Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do


adolescente e na escola. Departamento Cientifico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de
Pediatria. 2 ed São Paulo. SBP.. 2008

NUTRIÇÃO CLÍNICA E NUTRIÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção


Básica. Guia alimentar para a população / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. – 2.ed. - Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 156 p.il.
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Saúde). Acesso em http://nutricao.saude.gov.br/index.php.
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5. Cozzolino, SMF. Biodisponibilidade de nutrientes. 2005.
6. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Regina Mara Fisberg, Betzabeth Slater,
Dirce Maria Lobo Marchioni, Lígia Araújo Martini São Paulo: Manole, 350p. 2005.
7. Iª Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica Arq. Bras. Cardiol,
volume 84, Suplemento I, Abr/2005 Disponível no site: www.cardiol.br
8. IVª Diretriz Brasileira Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose Departamento de
Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. volume 88,
suplemento I, Abr/2007 Disponível no site: www.cardiol.br
9. Manual de Nutrição para Profissionais de Saúde Disponível no site: www.diabetes.org.br
10. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: obesidade/ Ministério da
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da
Saúde, 2014. 202 p.il. - (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).
11. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : diabetes mellitus / Ministério
da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de
Atenção Básica, n. 36).
12. Santos R.D., Gagliardi A.C.M., Xavier H.T., Magnoni C.D., Cassani R., Lottenberg A.M. et al.
Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz sobre o Consumo de Gorduras e Saúde
Cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol. 2013;100(1supl.3):1-40

NUTRIÇÃO CLÍNICA EM CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Guia Alimentar para a população Brasileira: promovendo a alimentação saudável/ Ministério da
Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.210p.- (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Cardoso MA. Nutrição Humana. Série Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.

Cuppari L. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. São Paulo: Manole, 2014.

Frank AA, Soares EA. Nutrição no envelhecer. Atheneu.

Heyward VH, Stolarczyk LM. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo:
Manole.

Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ªed, São Paulo:
Roca.

Moreira EAM, Chiarello PG. Atenção nutricional – abordagem dietoterápica em adultos. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan.

Sampaio HAC, Sabry MOD, Nutrição em Doenças Crônicas: Prevenção e Controle. 2ª ed,
São Paulo: Atheneu.2014.
Philippi ST, Aquino RC. Dietética. Princípios para o planejamento de uma alimentação
saudável. São Paulo: Manole. 2015.
Tirapegui J e Ribeiro SML. Avaliação Nutricional: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.

Waitzber DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clinica. Atheneu.

NUTRIÇÃO CLÍNICA HOSPITALAR

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Guia Alimentar para a população Brasileira: promovendo a alimentação saudável/ Ministério da
Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.210p.- (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Cardoso MA. Nutrição Humana. Série Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.

Cuppari L. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. São Paulo: Manole, 2014.

Frank AA, Soares EA. Nutrição no envelhecer. Atheneu.

Heyward VH, Stolarczyk LM. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo:
Manole.

Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ªed, São Paulo:
Roca.

Moreira EAM, Chiarello PG. Atenção nutricional – abordagem dietoterápica em adultos. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan.

Sampaio HAC, Sabry MOD, Nutrição em Doenças Crônicas: Prevenção e Controle. 2ª ed,
São Paulo: Atheneu.2014.
Philippi ST, Aquino RC. Dietética. Princípios para o planejamento de uma alimentação
saudável. São Paulo: Manole. 2015.

Tirapegui J e Ribeiro SML. Avaliação Nutricional: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.

Waitzber DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clinica. Atheneu.

NUTRIÇÃO DIETÉTICA PREVENTIVA E DESPORTIVA

Livros

Avaliação da Composição Corporal Aplicada. Vivian Heyward e Lisa Stoarczyck São Paulo:
Manole, 243p. 2000.
Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Regina Mara Fisberg, Betzabeth Slater,
Dirce Maria Lobo Marchioni, Lígia Araújo Martini São Paulo: Manole, 350p. 2005.

Diretrizes
I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica Arq. Bras. Cardiol, volume
84, Suplemento I, Abr/2005 Disponível no site: www.cardiol.br

Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de


ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. SUPLEMENTO VOLUME 15, Nº 3,
MARÇO/ABRIL DE 2009l. Disponível em:
http://www.medicinadoesporte.org.br/images/pdfs/2003_diretriz_modif_diet.pdf

Obesidade na infância e na adolescência: Manual de Orientação Departamento Científico de


Nutrologia. Sociedade Brasileira de Pediatria, 2012. Disponível em:
http://www.sbp.com.br/PDFs/14297c1-Man_Nutrologia_COMPLETO.pdf

Avaliação Nutricional da Criança e do Adolescente: Manual de Orientação. Departamento Científico


de Nutrologia. Sociedade Brasileira de Pediatria, 2009. (revisado/ fevereiro 2011. Disponível em:
http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=24&id_detalhe=3420&tipo_detalhe=s

NUTRIÇÃO EM DOENÇAS CRÔNICAS

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Guia Alimentar para a população Brasileira: promovendo a alimentação saudável/ Ministério da
Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.210p.- (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Cardoso MA. Nutrição Humana. Série Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.

Cuppari L. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. São Paulo: Manole, 2014.

Frank AA, Soares EA. Nutrição no envelhecer. Atheneu.

Heyward VH, Stolarczyk LM. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo:
Manole.

Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ªed, São Paulo:
Roca.

Moreira EAM, Chiarello PG. Atenção nutricional – abordagem dietoterápica em adultos. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan.

Sampaio HAC, Sabry MOD, Nutrição em Doenças Crônicas: Prevenção e Controle. 2ª ed,
São Paulo: Atheneu.2014.
Philippi ST, Aquino RC. Dietética. Princípios para o planejamento de uma alimentação
saudável. São Paulo: Manole. 2015.

Tirapegui J e Ribeiro SML. Avaliação Nutricional: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.

Waitzber DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clinica. Atheneu.


NUTRIÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Guia Alimentar para a população Brasileira: promovendo a alimentação saudável/ Ministério da
Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e
Nutrição. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.210p.- (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Cardoso MA. Nutrição Humana. Série Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.

Cuppari L. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. São Paulo: Manole, 2014.

Frank AA, Soares EA. Nutrição no envelhecer. Atheneu.

Heyward VH, Stolarczyk LM. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo:
Manole.

Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ªed, São Paulo:
Roca.

Moreira EAM, Chiarello PG. Atenção nutricional – abordagem dietoterápica em adultos. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan.

Sampaio HAC, Sabry MOD, Nutrição em Doenças Crônicas: Prevenção e Controle. 2ª ed,
São Paulo: Atheneu.2014.

Philippi ST, Aquino RC. Dietética. Princípios para o planejamento de uma alimentação
saudável. São Paulo: Manole. 2015
.
Tirapegui J e Ribeiro SML. Avaliação Nutricional: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.

Waitzber DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clinica. Atheneu.

NUTRIÇÃO EM GASTROENTEROLOGIA

1. Caruso L. 2005. Distúrbios do Trato Digestório. In: Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no
Adulto, 2 ed. Lilian Cuppari.221-239.Ed Manole. Barueri-SP.
2. Vasconcelos MIL. 2005. Nutrição Enteral. In: Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto, 2
ed. Lilian Cuppari. 435-457.Ed Manole. Barueri-SP.
3. Monte JCM. 2005. Nutrição Parenteral. In: Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto, 2 ed.
Lilian Cuppari.459-465.Ed Manole. Barueri-SP.
4. Sarni ROS.2010. Avaliação Antropométrica e de Composição Corporal.In: Tratado de
Alimentação e Dietoterapia, 2 ed. Silva SMCS, Mura JDP. 147-156. Rocca. São Paulo-SP.
5. Caruso L, Vasconcelos MIL, Ribeiro PC.2010. Intervenção Nutricional em Desequilíbrios do
Trato Digestório. In: Tratado de Alimentação e Dietoterapia, 2 ed. Silva SMCS, Mura JDP.
591-614. Rocca. São Paulo-SP.
6. Heymsfield ST, Baugmarter RN, Pan SF. 2003. Avaliação Nutricional da Desnutrição por
Métodos Antropométricos. In: Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença – Volume
I, 9 ed. Shils ME, Olson JA, Shike M et al. 965-985. Ed Manole. Batueri-SP.
7. Cannon JJ. 2003. Doença Celíaca. In: Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença –
Volume II, 9 ed. Shils ME, Olson JA, Shike M et al. 1243-1248. Ed Manole. Barueri-SP.
8. Hasse JM, Matarese LE. 2005. Terapia Nutricional para Distúrbios do Fígado, Sistema Biliar e
do Pâncreas. In: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia, 11 ed. Mahan, LK, Escott-Stump S. 704-
732. Roca. São Paulo.
9. Jesus RP, Pereira CCA, Waitzberg D.2002. Doenças Hepáticas. In:Guia de Nutrição: Nutrição
Clínica no Adulto. Lilian Cuppari. 289-317. Ed Manole. Barueri-SP.

PESQUISA CLÍNICA EM GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA

1. Metodologia Científica (estruturas de projetos);


2. Conceitos Básicos de Pesquisa Clínica
3. Biossegurança;
4. Fluxo regulatório dos estudos envolvendo seres humanos no Brasil (CEP/CONEP/ANVISA)
5. Aspectos éticos da Pesquisa Clínica:
a) Competências do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e Comissão Nacional de Ética em
Pesquisa (CONEP);
b) Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE);
c) Aspectos bioéticos da confidencialidade e privacidade dos sujeitos de pesquisa;
6. Conhecimento de língua Inglesa;
7. Registro de Ensaios Clínicos (ICTRP – WHO, clinicaltrials.gov – NIH, REBEC)
8. Normas regulatórias Nacionais e Internacionais de Pesquisa Clínica:
a) Código de Nuremberg
b) Declaração de Helsinque da Associação Médica Mundial (última revisão de Outubro de 2008)
c) International Conference of Harmonization – Good Clinical Practice GCP 1996
d) Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos - OPAS, 2005
e) Buenas Practicas Clínicas: Documento de las Américas - OPAS, 2006
f) LEIS E DECRETOS FEDERAIS: Lei 6.360/76 de 23/09/1976 – Ministério da Saúde; Lei nº
8.501 de
30/11/1992; Lei 11.794 de 8/10/2008 - MCT - LEI AROUCA; Lei nº 11.105, de 24 de março de
2005 – Lei de Biossegurança.
g) CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – Resoluções CNS/MS: 196/96, 240/97, 251/97, 292/99,
301/00, 303/00, 304/2000, 340/2004, 346/2005, 347/2005, 350/2005; 370/2007 e 466/12.
h) SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E ANVISA: Resoluções RDC 26/99, 10/01,
103/03, 135/03, 136/03, 197/04, 219/04, 654/06, 34/08, 39/08, 55/10; Instrução Normativa
4/09.
j) Infectious Substances Shipping Guidelines - IATA
k) CFR - Code of Federal Regulations (Revised April 1, 2008) - Title 21 - Parts 11, 50, 54, 56,
312, 314.
9. Rede Nacional de Pesquisa Clínica (RNPC)

PSICOLOGIA DA SAÚDE

Adolescência Normal: um enfoque psicanalítico


Arminda Aberastury & Maurício Knobel
Artes Médicas

Psicodiagnóstico V
Jurema Alcides Cunha
Artmed

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais


Paulo Dalgalarrondo
Artmed

Psico-higiene e Psicologia Institucional


José Bleger
Artes Médicas

Prática psiquiátrica no Hospital Geral: interconsulta e emergência


Neury José Botega
Artmed

Estruturas e abordagens em psicoterapias psicanalíticas


Hector Juan Fiorini
Martins Fontes

"Manual de Psicologia Hospitalar"- 6a. Edição


Alfredo Simnetti
Casa do Psicólogo

PSICOLOGIA HOSPITALAR EM DIÁLISE

Adolescência Normal: um enfoque psicanalítico


Arminda Aberastury & Maurício Knobel
Artes Médicas

Psicodiagnóstico V
Jurema Alcides Cunha
Artmed

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais


Paulo Dalgalarrondo
Artmed

Psico-higiene e Psicologia Institucional


José Bleger
Artes Médicas

Prática psiquiátrica no Hospital Geral: interconsulta e emergência


Neury José Botega
Artmed

Estruturas e abordagens em psicoterapias psicanalíticas


Hector Juan Fiorini
Martins Fontes

"Manual de Psicologia Hospitalar"- 6a. Edição


Alfredo Simnetti
Casa do Psicólogo

PSICOLOGIA EM GASTROENTEROLOGIA

Adolescência Normal: um enfoque psicanalítico


Arminda Aberastury & Maurício Knobel
Artes Médicas

Psicodiagnóstico V
Jurema Alcides Cunha
Artmed

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais


Paulo Dalgalarrondo
Artmed

Psico-higiene e Psicologia Institucional


José Bleger
Artes Médicas

Prática psiquiátrica no Hospital Geral: interconsulta e emergência


Neury José Botega Artmed

Estruturas e abordagens em psicoterapias psicanalíticas


Hector Juan Fiorini
Martins Fontes

"Manual de Psicologia Hospitalar"- 6a. Edição


Alfredo Simnetti
Casa do Psicólogo

PSICOLOGIA EM SAÚDE PÚBLICA

BLEGER, J. Psico-higiene e psicologia institucional. Porto Alegre Artmed, 1996.


CORDIOLI, A. V. (org). Psicoterapias: abordagens atuais, 2. ed., Porto Alegre: Artmed, 1998.
GABBARD, G. O. Psiquiatria Psicodinâmica na prática clínica, 4 ed., Porto Alegre: Artmed,
2006.
HEGENBERG, M. Psicoterapia Breve. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde Mental. Cadernos de Atenção
Básica, nº 34. Brasília – DF. 2013.
OSÓRIO, L. C. Grupoterapias abordagens atuais. Porto Alegre: Artmed, 2007.
ZIMERMAN, D. E. Manual de Técnica Psicanalítica. Porto Alegre: Artmed, 2003.
ZIMERMAN, D. E. Fundamentos Psicanalíticos. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PSICOLOGIA HOSPITALAR EM PEDIATRIA

BOWLBY, J. Formação e rompimento dos laços afetivos. São Paulo: Livraria Martins Fontes
Editora, 1997.
CARVALHO, A.M.A. O desenvolvimento da criança. Pediatria Moderna. 1983, 5, 269-270.
CREPALDI, M.A.; LINHARES, M.B. e PEROSA, G.B. Temas em Psicologia Pediátrica. Casa
do Psicólogo, 2006. Caps. 2, 4 e 6.
KLAUS, M. H. E. KENNELL, H. Pais/Bebê- a formação do apego. Porto Alegre: Artes
Medicas, 1993.
MAZET, P. e STOLERU, S. Manual de psicopatologia do recém-nascido. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1990.
PAPALIA, D.E; FELDMAN R.D. Desenvolvimento Humano. (TRad Carla Filomena Marques
Pinto Vercesi ET al). 12 Ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1971.
KOVÁCS, M.C.J. Educação para a morte: desafio na formação de profissionais de saúde e
educação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
SELIGMAN, M. E. P. Desamparo sobre Depressão, Desenvolvimento e Morte. São Paulo:
Hucitec, 1977.

RADIOBIOLOGIA E FOTOBIOLOGIA

1) OKUNO, E.; YOSHIMURA, E. M. Física das Radiações. Editora Oficina de Textos. 296
p.São Paulo. 2010.
2) OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW, C. Física Para Ciências Biológicas e Biomédicas.
Editora Harbra Ltda. 1982

3) SCAFF, L. A. M., Física na Radioterapia A Base Analógica de uma Era Digital. Parte 1 e
Parte 2. 654 p. Editora Projeto Saber. São Paulo. 2010.
4) BONTRAGER, K.L.Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômica. 5ª Ed. Editora
Guanabara Koogan. 814 p. Rio de Janeiro. 2003.
5) SALVAJOLI, J.V.; SOUHAMI, L.; FARIA, S. L., Radioterapia em Oncologia. Medsi Editora
Médica e Científica Ltda. 1243p. Rio de Janeiro, 1999.

6) BENTEL, G. C., Radiaton Therapy Planning. 2a ed. McGraw-Hill. New York. 641 p. 1996.
7) PODGORSAK, E. B. Technical Editor. Radiation Oncology Physics: A Handbook for
Teachers and Students. Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA). Vienna. 2005.
8) ATTIX FH. Introduction to Radiological Physics and Radiation Dosimetry. Wiley-VCH.
Madison, Wisconsin. 607p. 2004.

9) COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR (CNEN). Radiações ionizantes e a vida.


CNEN. Rio de Janeiro. disponível em: www.cnen.gov.br

SAÚDE PÚBLICA

COSTA, Roberta Kaliny de Souza; MIRANDA, Francisco Arnoldo Nunes de. Formação
profissional no SUS: oportunidades de mudanças na perspectiva da estratégia de saúde da
família. Trab. educ. saúde, Rio de Janeiro , v. 6, n. 3, 2008.Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-
77462008000300006&lng=pt&nrm=iso
NASCIMENTO, Débora Dupas Gonçalves do; OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos.
Competências profissionais e o processo de formação na residência multiprofissional em Saúde
da Família. Saude soc., São Paulo , v. 19, n. 4, dez. 2010 . Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
12902010000400009&lng=pt&nrm=iso

PAIM,J.; TRAVASSOS, C.; ALMEIDA,C.; MACINKO,J. O sistema de saúde brasileiro: história,


avanços e desafios. The Lancet. London p.11-31, maio.2011. VOl. 377 No. 9779 pp 1778-1797.
Disponível em http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/brazil/brazilpor1.pdf

VICTORA, Cesar G. [et al.]. Condições de saúde e inovação nas políticas de saúde no Brasil: o
caminho a percorrer. The lancet. London, p.90-102, junho. 2011. Disponivel em:
http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/brazil/brazilpor6.pdf

SAÚDE ESCOLAR

1- Almeida, A L. “É como se a gente não entendesse muito nem eles querem que a gente
entenda”. Cadernos Cedes, n38, 1996, p. 52-61.
2- Cyrino, E.G.; Torallles-Pereira, M.L. Reflexões sobre uma proposta de integração saúde-
escola: o projeto saúde e educação em Botucatu, São Paulo. Cadernos de Saúde Pública,
v.15, supl.2, 1999, p. 39-44.
3- Freire, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
4- Garcia, R.L.; Valla, V.V. A fala dos excluídos. Cadernos Cedes, n38, 1996, p. 9-17.
5- Moysés, M.AA; Collares, C.A.L. Inteligencia abstraída, crianças silenciadas: as avaliações de
inteligência. Psicologia USP, v.8, n.1, São Paulo, 1997.
6- Figueiredo, Túlio Alberto Martins de, Machado, Vera Lúcia Taqueti and Abreu, Margaret
Mirian Scherrer de A saúde na escola: um breve resgate histórico. Ciênc. saúde coletiva,
Mar 2010, vol.15, no.2, p.397-402.
7- Maciel, Ethel Leonor Noia et al. Projeto Aprendendo Saúde na Escola: a experiência de
repercussões positivas na qualidade de vida e determinantes da saúde de membros
de uma comunidade escolar em Vitória, Espírito Santo. Ciênc. saúde coletiva, Mar 2010,
vol.15, no.2, p.389-396
Sucupira, Ana Cecília. Fracasso escolar e condições de vida em crianças de sete a dez
anos de idade, Sobral, Ceará. Interface (Botucatu), Ago 2004, vol.8, no.15, p.370-
370.

SERVIÇO SOCIAL EM DIÁLISE

BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do


Adolescente, e dá outras providências.

Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições de promoção e


recuperação da saúde, a organização e o financiamento dos serviços correspondentes e dá
outras providências.

Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Dispõe sobre a Organização da Assistência Social e


dá outras providências.

Lei nº 10.741, de 1o de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras


providências.

CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Lei de Regulamentação da Profissão de


Assistente Social. Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente
Social e dá outras providências.

CONSELHO FEDERAL DO SERVIÇO SOCIAL. Parâmetros para a atuação de assistentes


sociais na política de saúde. Brasília: Conselho Federal do Serviço Social, 2010. 80p. (Série:
Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais). Disponível em:
http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistentes_Sociais_na_Sau
de.pdf Acesso em: 18 set. 2013

CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Código de Ética Profissional dos Assistentes


Sociais. Resolução CFESS nº 273, de 13 de março de 1993, com as alterações introduzidas
pelas Resoluções CFESS nº 290/1994 e n. 293/1994.

CENTENARO, G. Augusta. A intervenção do serviço social ao paciente renal crônico e sua


família. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, 2011. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/csc/v15s1/102.pdf Acesso em: 18 set. de 2013

GRACIANO, M. I. G.; LEHFELD, N. A. S. Estudo socioeconômico: indicadores e metodologia


numa abordagem contemporânea. Serviço Social e Saúde, Campinas, v.9, n.9, p.157-185, jul.
2010. . Disponível em: http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=46147 Acesso
em: 18 set. de 2013

MARTINELLI, M. L. O trabalho do assistente social em contextos hospitalares: desafios


cotidianos. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, n.107, p.497-508, jul./set. 2011. Disponível
em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-
66282011000300007&lng=en&nrm=iso Acesso em: 18 set. 2013

MIOTO, R. C. T. Orientação e acompanhamento de indivíduos, grupos e famílias. In:


CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Serviço social: direitos sociais e competências
profissionais. Brasília: Conselho Federal de Serviço Social, 2009. p.497-512. Disponível em:
http://xa.yimg.com/kq/groups/22603673/49517938/name/Texto-base_2.pdf Acesso em 18 de
set. 2013
MORAES, C. A. S. A viagem de volta: significados da pesquisa na formação e pratica
profissional do assistente social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, n.114, p. 240-265,
abr./jun. 2013. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-
66282013000200003&lng=en&nrm=iso Acesso em: 18 de set. 2013.

VASCONCELOS, A. M. Serviço Social e Práticas democráticas. In: Bravo e Pereira. Política


Social e Democracia. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: UERJ, 2001. p. 113-138. Disponível
em:

http://sosservicosocial.com.br/s/wp-content/uploads/2013/06/Pr%C3%A1ticas-
Democr%C3%A1ticas-na-Sa%C3%BAde.pdf Acesso em: 18 de set de 2013

SERVIÇO SOCIAL EM SAÚDE MENTAL

1. BRASIL. Presidência da República. Lei n. 8.742 de 6 de dezembro de 1993. Dispõe Sobre


a organização da Assistência Social e dá outras providências. Diário oficial da União,
Brasília, 7 dez. 1993. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm.
Acesso em: 15 jul. 2013. (Lei Orgânica da Assistência Social)

2. CONSELHO FEDERAL DO SERVIÇO SOCIAL. Código de ética do/a assistente social,


Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 10 ed. rev. atual. Brasília: Conselho
Federal do Serviço Social, 2012. 60p. Disponível em:
http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_CFESS-SITE.pdf Acesso em: 7 jun 2013.

3. CONSELHO FEDERAL DO SERVIÇO SOCIAL. Parâmetros para a atuação de


assistentes sociais na política de saúde. Brasília: Conselho Federal do Serviço Social,
2010. 80p. (Série: Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais). Disponível em:
http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistentes_Sociais_na_S
aude.pdf Acesso em: 7 jun 2013

4. GONÇALVES, M.L. Saúde mental e trabalho social. São Paulo: Cortez, 1983.

5. SILVA, L.M.M.R. Serviço Social e família. São Paulo: Cortez, 1987.

6. VASCONCELOS, A.M. A prática do Serviço Social: cotidiano, formação e alternativas na


área da saúde. 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006.

7. VASCONCELOS, E.M (Org). Saúde Mental e Serviço Social: o desafio da subjetividade e


da interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez, 2003.

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