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Tradução
Sônia Midori Yamamoto

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© 2012 by Pearson Education do Brasil
Título original: Virtual ChemLab − General Chemistry Laboratories v2.5
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Editor assistente : Marcos Guimarães
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Capa : Icaro de Abreu
Editoração eletrônica e diagramação : Globaltec Editorial & Marketing

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Woodfield, Brian F.
Virtual Lab Química : manual / Brian F. Woodfield, Steven Haderlie ; tradução
Sônia Midori Yamamoto. -- São Paulo : Pearson Education do Brasil, 2012.

Título original: Virtual ChemLab.


ISBN 978-85-64574-18-2

1. Química - Livros didáticos 2. Química - Problemas, exercícios etc. I. Título.

11-08424 CDD-540
Índices para catálogo sistemático:
1. Química  540

2011
Direitos exclusivos para língua portuguesa
cedidos à Pearson Education do Brasil,
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Sumário
Introdução.................................................................................................. ix
Entrada e saída do laboratório...................................................................................... ix
Almoxarifado das bancadas..........................................................................................x
Lixeiras.......................................................................................................................x
Lab book................................................................................................................... xi
Monitor de TV............................................................................................................ xi

Bancadas do laboratório............................................................................ xii


Química inorgânica................................................................................................... xii
Química quântica...................................................................................................... xii
Gases...................................................................................................................... xii
Titulação................................................................................................................. xiii
Calorimetria............................................................................................................. xiii

Atividades propostas................................................................................... 1
1.  Teoria atômica
1.1  Experimento de Thomson com tubo de raios catódicos................................................ 3
1.2  Experimento da gota de óleo de Millikan.................................................................. 7
1.3  Experimento de retroespalhamento (backscattering) de Rutherford................................ 11
1.4  Investigando as propriedades de partículas alfa e beta............................................. 15
1.5  Radiação de corpo negro.................................................................................... 19
1.6  Efeito fotoelétrico................................................................................................ 23
1.7  A equação de Rydberg....................................................................................... 27
1.8  Espectros de emissão atômica.............................................................................. 31
1.9  Princípio da incerteza de Heisenberg..................................................................... 35
1.10  Espectros de emissão de sódio e mercúrio............................................................ 39

2.  Reações e estequiometria


2.1  Nomes e fórmulas de compostos iônicos................................................................ 41
2.2  Escrevendo reações de precipitação balanceadas................................................... 43
2.3  Eletrólitos fortes e fracos....................................................................................... 45
2.4  Reações de precipitação..................................................................................... 49
2.5  Contagem de átomos e moléculas (I)...................................................................... 53
2.6  Contagem de átomos e moléculas (II)..................................................................... 55
2.7  Contagem de átomos e moléculas (III).................................................................... 57
2.8  Contagem de átomos e moléculas (IV).................................................................... 59
2.9  Contagem de átomos e moléculas (V).................................................................... 61
2.10  Contagem de prótons, nêutrons e elétrons (I).......................................................... 63
2.11  Contagem de prótons, nêutrons e elétrons (II)......................................................... 65
2.12  Criando uma solução de molalidade conhecida.................................................... 67
2.13  Criando uma solução de molaridade conhecida.................................................... 69
2.14  Convertendo concentrações para diferentes unidades............................................. 71

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3. Termodinâmica
3.1 Endotérmico versus exotérmico.............................................................................. 73
3.2  Entalpia de solução: NH4NO3............................................................................. 75
3.3  Calor específico do alumínio................................................................................ 79
3.4  Calor específico do chumbo................................................................................ 83
3.5  Calor de combustão: gordura de frango................................................................. 87
3.6  Calor de combustão: açúcar................................................................................ 91
3.7  Calor de combustão: TNT.................................................................................... 93
3.8  Calor de formação: etanol................................................................................... 95
3.9  Calor de formação: aspirina................................................................................ 99
3.10  Calor de reação: NaOH (aq) + HCl (aq)........................................................... 101
3.11  Calor de reação: MgO (s) + HCl (aq)............................................................... 103
3.12  Lei de Hess................................................................................................... 105
3.13  Equilíbrio entre entalpia e entropia.................................................................... 111

4.  Propriedades coligativas


4.1  Calor de fusão da água.................................................................................... 115
4.2  Calor de vaporização da água.......................................................................... 117
4.3  O ponto de ebulição da água em grandes altitudes............................................... 119
4.4  Elevação do ponto de ebulição.......................................................................... 121
4.5  Diminuição do ponto de congelamento................................................................ 123
4.6  Determinação da massa molar a partir da elevação do ponto de ebulição................. 125
4.7  Determinação da massa molar a partir da diminuição do ponto de congelamento....... 127
4.8  Mudanças no ponto de ebulição........................................................................ 129

5.  Propriedades dos gases


5.1 Lei de Boyle: pressão e volume............................................................................ 131
5.2 Lei de Charles: temperatura e volume................................................................... 135
5.3 Lei de Avogadro: mols e volume.......................................................................... 137
5.4 Derivação da lei do gás ideal............................................................................. 139
5.5 Lei de Dalton sobre as pressões parciais............................................................... 141
5.6 Gás ideal versus gás real................................................................................... 143
5.7 O efeito da massa sobre a pressão...................................................................... 147

6.  Ácidos e bases


6.1  Classificação ácido-base de sais........................................................................ 149
6.2  Classificando soluções salinas de acordo com o pH............................................... 153
6.3  Conceitos em titulações ácido-base..................................................................... 157
6.4  Prevendo o ponto de equivalência (I)................................................................... 159
6.5  Prevendo o ponto de equivalência (II)................................................................... 161
6.6  Prevendo o ponto de equivalência (III).................................................................. 163
6.7  Constantes de ionização de ácidos fracos............................................................ 165
6.8  Titulação ácido-base: prática.............................................................................. 167
6.9  Titulação ácido-base: HCl desconhecido.............................................................. 169
6.10  Estudo de titulações ácido-base: ácidos monopróticos........................................... 171
6.11  Titulações ácido fraco-base forte....................................................................... 175
6.12  Titulações ácido forte-base fraca....................................................................... 177
6.13  Titulações ácido fraco-base fraca...................................................................... 179
6.14  Estudo de titulações ácido-base: ácidos polipróticos............................................. 181
6.15  Padronização ácido-base................................................................................ 185
6.16  Análise de bicarbonato de sódio...................................................................... 187

vi Sumário

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7. Eletroquímica
7.1  Estudo de titulações de oxidorredução................................................................. 189
7.2  Padronização de uma solução de permanganato................................................... 191
7.3  Análise de uma amostra de cloreto ferroso............................................................ 195

8.  Química descritiva


8.1  Testes de chama para metais.............................................................................. 199
8.2  Identificação de cátions em solução – testes de chama........................................... 203
8.3  Identificação de cátions em solução – Ag+, Hg22+, Pb2+........................................... 207
8.4  Identificação de cátions em solução – Co2+, Cr3+, Cu2+.......................................... 211
8.5  Identificação de cátions em solução – Ba2+, Sr2+, Ca2+, Mg2+.................................. 215
8.6  Identificação de cátions em solução – Co2+, Cu2+, Ni2+.......................................... 217

Atividades adicionais.............................................................................. 219


Titulações
1. Sais inertes...................................................................................................... 221
2. Gráficos de dados de titulação........................................................................... 223
3. Atividade química............................................................................................. 225
4. Indicadores..................................................................................................... 227
5. Flutuabilidade.................................................................................................. 229
6. Calibração de vidraria...................................................................................... 231

Propriedades dos gases


7. Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (I).............................................................. 233
8. Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (II)............................................................. 235
9. Compressibilidade............................................................................................ 237
10. Gases de Van der Waals (I)................................................................................ 239
11. Gases de Van der Waals (II)............................................................................... 241

Teoria atômica
12. Thomson......................................................................................................... 245
13. Retroespalhamento de Rutherford......................................................................... 249
14. Efeito fotoelétrico (I)........................................................................................... 253
15. Efeito fotoelétrico (II).......................................................................................... 255
16. de Broglie (I).................................................................................................... 257
17. de Broglie (II)................................................................................................... 259
18. Absorbância do gás HCl................................................................................... 261
19. Absorbância do gás I2....................................................................................... 263
20. Absorbância da água....................................................................................... 265
21. Espalhamento Raman........................................................................................ 267

Sumário vii

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Introdução
Bem-vindo ao Virtual ChemLab, um conjunto de simulações realistas e sofisticadas abrangendo
os principais recursos de um bom laboratório de química geral. Aqui os usuários são expostos a um
ambiente virtual, no qual podem fazer escolhas e tomar decisões como se estivessem em um labora-
tório real e, então, com absoluta segurança, observar todas as consequências. O laboratório virtual
possibilita simulações de análise qualitativa inorgânica, experiências fundamentais envolvendo quí-
mica quântica, propriedades dos gases, titulação e calorimetria.

Entrada e saída do laboratório


Ao abrir o Virtual ChemLab, aparecerão na tela três portas: Organic Chemistry Laboratory (labo-
ratório de química orgânica), Stockroom (almoxarifado) e General Chemistry Laboratory (laboratório
de química geral). Contudo, nesta versão somente a porta de química geral poderá ser aberta.

Saída

Workbook Porta de entrada do


(Livro de atividades) Laboratório de Química Geral

O usuário tem duas opções para acessar as bancadas do laboratório:


1) Clicando na porta General Chemistry Laboratory e, em seguida, na bancada em que deseja trabalhar.
2) Clicando em Workbook e, em seguida, na atividade escolhida. Nesse caso, o programa abrirá
a bancada na qual a atividade será desenvolvida, já com os recursos necessários disponibili-
zados e montados.
Para sair da bancada, basta clicar em Exit.
Quando o usuário entra no Virtual ChemLab pela porta General Chemistry Laboratory, ele tem
disponibilizadas cinco bancadas para desenvolver seus experimentos: química inorgânica (Inorga-
nic), química quântica (Quantum), gases (Gases), titulação (Titrations) e calorimetria (Calorimetry).

ix

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Saída Saída

Inorgânica Calorimetria Titulação Gases Quântica

Para retornar à tela inicial do Virtual ChemLab basta clicar em uma das duas saídas (Exit).

Almoxarifado das bancadas


Em cada uma das bancadas do laboratório, atrás do balcão cor de laranja, está o almoxarifado
(Stockroom), onde são disponibilizados instrumentos e substâncias que podem ser utlizados nos ex-
perimentos. Basta clicar na região para entrar no almoxarifado.

Almoxarifado Almoxarifado Almoxarifado Almoxarifado Almoxarifado

Inorgânica Calorimetria Titulação Gases Quântica

Para levar os itens do almoxarifado para a bancada do laboratório, deve-se primeiro arrastá-los
para as áreas realçadas no balcão e, em seguida, clicar na seta verde Return to Lab. Também é
possível levar itens para o balcão dando um duplo clique sobre eles.
No almoxarifado de cada bancada há sempre uma prancheta pendurada, na qual estão relaciona-
dos experimentos clássicos. Ao selecionar um deles, os itens necessários são automaticamente colocados
no balcão e, ao retornar à bancada, o experimento já estará montado e pronto para ser desenvolvido.

Lixeiras
Basta clicar na lixeira vermelha ao lado de algumas das bancadas para fazer a limpeza geral
(Cleanup Lab Bench ou Clean All). Esse recurso deve ser utilizado ao final de um experimento ou
quando o usuário desejar reiniciá-lo.
Tubos de ensaio e béqueres, depois de utilizados, mesmo durante o desenvolvimento de um
experimento, também podem ser descartados na lixeira.

x Introdução

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Lixeira Lixeira Lixeira

Inorgânica Calorimetria Titulação

Lab book
Em cada uma das bancada há um Lab book, um livro de anotações no qual podem ser registra-
dos os dados e gráficos das atividades.

Lab book
aberto

Lab book
fechado

As leituras dos instrumentos do laboratório virtual podem ser gravadas no Lab book. Para isso,
antes de clicar Save, o Lab book deve ser aberto com um clique, e ao clicar em Stop, surge um link
azul no caderno. Clicando nesse link, a tabela com os dados é aberta na tela e pode-se então copiá-la
para uma planilha eletrônica.
Da mesma forma, quando gráficos são gerados por instrumentos do laboratório, eles podem ser sal-
vos no Lab book usando o botão Save para criar um link, desde que o caderno esteja previamente aberto.
Importante: na versão do Virtual ChemLab que funciona on-line, é possível enviar informações
dos experimentos por meio do Lab book.

Monitor de TV
Na margem superior da tela de cada bancada há uma pequena alça que, quando clicada, abaixa
um monitor de TV que auxilia no desenvolvimento das atividades.
No monitor, há a opção Help, que mostra explicações detalhadas, apenas em inglês, sobre todos
os recursos disponíveis na bancada. Em alguns casos, há também a opção Tutorial, que ajuda a iden-
tificar quais substâncias estão nos instrumentos da bancada.

Introdução xi

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Bancadas do laboratório
Química inorgânica
Na bancada de química inorgânica (Inorganic) há 26 cátions e 11 reagentes que podem ser adi-
cionados a tubos de ensaio em qualquer combinação ou sequência, e quantas vezes se desejar: são
mais de 1016 possibilidades de simulação. O programa permite fazer as manipulações laboratoriais
necessárias e usar o Lab book para registrar os resultados. No almoxarifado, é possível criar tubos de
ensaio com misturas conhecidas, gerar amostras desconhecidas para praticar, ou ainda retirar amos-
tras criadas pelo instrutor. Há mais de 2 500 imagens reais mostrando resultados de reações e mais de
220 vídeos para exibir diversos testes de chama.

Química quântica
Na bancada de química quântica (Quantum), o objetivo é permitir que os alunos explorem e
entendam melhor os experimentos que levaram ao desenvolvimento da química quântica. Devido
à sofisticação da maioria desses experimentos, essa seção do laboratório é a mais “virtual” do pro-
grama Virtual ChemLab. De maneira geral, há uma mesa especial (tipicamente usada para experi-
mentos de óptica) na qual diferentes combinações de fonte, amostra, modificador e detector podem
ser colocadas para executar experimentos. Esses dispositivos ficam armazenados no almoxarifado e
podem ser colocados em diversos locais da mesa. A ênfase é ensinar o usuário a submeter amostras
(um gás, uma lâmina de metal etc.) a raios emitidos por uma fonte (laser, canhão de elétrons, emissor
de partículas alfa etc.) e, então, observar o resultado utilizando detectores específicos (tela de fósforo,
espectrômetro etc.). Os experimentos também podem ser modificados adicionando calor, campo
elétrico e campo magnético. Vale destacar que no almoxarifado desta bancada há disponível uma câ-
mera de vídeo, que ajuda muito na visualização dos experimentos. Como em todos os outros setores
do Virtual ChemLab, o foco é permitir que o usuário explore e descubra, em um ambiente seguro e
adequado ao seu nível de conhecimento, os conceitos relevantes em diversas áreas da química.

Gases
Na bancada de estudos sobre gases (Gases), os recursos disponibilizados para o desenvolvimen-
to de experimentos permitem que o usuário explore e compreenda o comportamento de gases ideais,
gases reais e gases de van der Waal (um modelo de gás real). São quatro tipos básicos de experimento
que podem ser desenvolvidos nesta bancada, envolvendo as quatro variáveis utilizadas para descrever
os gases: pressão (P), temperatura (T), volume (V) e número de mols (n). A diferença entre esses ex-
perimentos é a variável escolhida para ser a variável dependente. Os tipos de experimento são: (1) V
em função de P, T e n — utilizando um balão para revelar as variações no volume; (2) P em função de
V, T e n — utilizando um pistão ligado a um motor; (3) T em função de P, V e n — utilizando nova-
mente o pistão ligado a um motor; e (4) V em função de P, T e n — desta vez usando um pistão livre,
sem atrito e sem massa, para observar a variação de volume e usando pesos para aplicar força sobre

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o pistão. Nesses experimentos pode-se utilizar gases ideais (com oito massas moleculares diferentes),
gases reais (incluindo N2, CO2, CH4, H2O, NH3 e He) ou um gás de van der Waal (cujos parâmetros
podem ser alterados para representar qualquer gás real). Além disso, é possível adicionar mais de um
gás aos experimentos, formando misturas gasosas.

Titulação
A bancada de titulação (Titrations) permite ao usuário realizar titulações quantitativas precisas
envolvendo reações ácido-base e reações eletroquímicas. Os equipamentos disponíveis são: uma bu-
reta de 50 mL, pipetas de 5, 10 e 25 mL, provetas, béqueres, um agitador, oito indicadores ácido-base,
um medidor de pH/voltímetro, um medidor de condutividade e uma balança analítica. Titulações
ácido-base podem ser realizadas em qualquer combinação de ácidos mono-, di- e tripróticos e bases
mono-, di- e tribásicas. O pH dessas titulações pode ser monitorado por um medidor de pH, um
indicador e um medidor de condutividade em função de volume, e esses dados podem ser salvos
no Lab book para análise posterior. Um conjunto menor de titulações potenciométricas também
pode ser realizado. Erros aleatórios e sistemáticos são incluídos nas medidas durante as simulações:
as medições de massa estão sujeitas a erros de flutuabilidade, a vidraria de laboratório possui erros
volumétricos e as medidas feitas pelos medidores de pH/voltímetro e de condutividade também pos-
suem erros característicos. Esses erros podem ser ignorados, produzindo os resultados comumente
encontrados em trabalhos de laboratório no Ensino Médio ou em nível de gradução; ou então os er-
ros de flutuabilidade e volumétricos podem ser medidos e levados em conta, produzindo resultados
com acurácia e reprodutibilidade melhores do que 0.1%.

Calorimetria
Na bancada de calorimetria (Calorimetry), os usuários podem medir vários processos termodinâ-
micos, incluindo o calor de combustão, o calor de solução, o calor de reação, a capacidade calorífica e
o calor de fusão do gelo. Pode-se usar três tipos de calorímetro: o calorímetro simples (feito com um
copo de isopor com tampa), um frasco de Dewar (versão melhorada do calorímetro simples) e
um calorímetro de bomba. O método calorimétrico utilizado em cada calorímetro se baseia em medir a
variação de temperatura associada a diversos processos termodinâmicos. Experimentos de calorimetria
envolvem a quantificação da variação de temperatura associada a diferentes processos termodinâmicos.
Há diversos materiais orgânicos que os alunos podem usar para medir o calor de combustão; diversos
sais para medir o calor de solução; diversos ácidos, bases, oxidantes e redutores para medir o calor de
reação; diversos metais e ligas metálicas para medir a capacidade calorífica; e gelo para os processos
de fusão. Os alunos podem observar gráficos de temperatura vs. tempo durante os experimentos e
podem salvar os dados no Lab book para análise posterior. Também foram incluídos erros sistemáti-
cos e aleatórios nas medições de massa e volume, além de erros característicos nas medições de um
termômetro.

Bancadas do laboratório xiii

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Atividades propostas
As atividades laboratoriais a seguir abrangem a maioria dos tópicos ensinados no currículo
de química geral. O objetivo delas é fazer você colocar em prática os conceitos e as habilidades de
resolução de problemas discutidos em sala de aula. Algumas atividades simplesmente permitem que
você mesmo faça medidas e colete os dados que, de outra forma, seriam fornecidos para a resolução
de algum problema para ser feito em casa. Outras atividades possibilitam a execução de experimen-
tos sofisticados e fundamentais — aos quais você não teria acesso normalmente — ou de experi-
mentos que até costumam estar disponíveis em laboratórios didáticos, mas que serão mais rápidos
e limpos nessas simulações. De modo geral, você vai notar que os trabalhos utilizando o laboratório
virtual servem como uma ponte de compreensão entre os conceitos apresentados na sala de aula e
sua aplicação em um laboratório real.
Para cada experimento laboratorial fornecido neste livro, há um experimento correspondente
listado no Workbook. Você encontrará o Workbook sobre a mesa no corredor virtual na tela inicial do
Virtual ChemLab. Clique em um experimento nessa lista e você será levado à bancada desejada no
laboratório de química geral, com o experimento selecionado já preparado. A maioria dos trabalhos
não deverá levar mais do que 15 a 20 minutos, especialmente se você já estiver familiarizado com o
Virtual ChemLab. Lembre-se, o objetivo desses experimentos é lhe proporcionar prática em racio-
cínio lógico, resolução de problemas e aplicação de conceitos. Fique à vontade para montar novos
experimentos e explorar o laboratório virtual. Existe, essencialmente, um número ilimitado de des-
cobertas a fazer.

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1.1 Experimento de Thomson com tubo de


raios catódicos

Teoria atômica
Quando os cientistas começaram a examinar os átomos, eles primeiro descobriram que po-
diam extrair dos átomos partículas carregadas negativamente. Essas partículas foram chamadas de
elétrons. Para compreender melhor a natureza dos elétrons, era preciso conhecer sua carga e sua
massa. John Joseph (J. J.) Thomson era professor de física no renomado Laboratório Cavendish, da
Universidade Cambridge. Em 1897, Thomson demonstrou que, se pudéssemos medir a deflexão de
um feixe de elétrons em um campo elétrico e em um campo magnético, determinaríamos a razão
carga/massa (q/me) das partículas (elétrons). Com isso em mãos e conhecendo a carga do elétron, po-
demos calcular sua massa, ou então sua carga se soubermos a massa. Thomson não conseguiu obter
nenhuma delas de modo independente em suas experiências com tubo de raios catódicos e teve que
se contentar com a relação carga/massa.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Thomson Cathode
Ray Tube Experiment na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de química quântica
(Quantum).

Tela de
fósforo

Campo elétrico Campo magnético

2 Qual é a fonte (Source) utilizada neste experimento? Arraste o cursor sobre a fonte para identi-
ficá-la.

Que tipo de carga têm os elétrons?

Qual é o detector usado nesta experiência?

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3 Acenda a tela de fósforo (Phosphor Screen) clicando no interruptor luminoso vermelho/verde
(On/Off ).
O que você observa?
A tela de fósforo detecta partículas carregadas (como elétrons) e se ilumina momentaneamente nos
pontos em que as partículas colidem com a tela.
4 Para diminuir a sobreposição das janelas do
Clique nos botões no visor, acima e abai-
programa, pode ser útil arrastar a do laborató-
xo de cada dígito, para aumentar ou re-
rio para baixo e à esquerda, e a da tela de fósfo-
duzir o valor. Clicando entre os dígitos, é
ro para cima e à direita.
possível mover o ponto decimal.
Pressione o botão (Grid) para exibir a
grade na tela de fósforo e ajuste o campo mag-
nético (Magnetic Field) em 30 μT.
O que acontece com o ponto iluminado na tela de fósforo?

5 Ajuste o campo magnético de volta para zero e o campo elétrico (Electric Field) em 10 V.
O que acontece com o ponto iluminado na tela de fósforo?

Onde o ponto na tela de fósforo deverá estar quando as forças elétrica e magnética estiverem
em equilíbrio?

6 Aumente a voltagem do campo elétrico até que o ponto iluminado esteja 5 cm à esquerda do
centro.
Qual é a voltagem necessária?
7 Aumente a intensidade do campo magnético até que o ponto iluminado atinja o centro da tela.
Qual é o campo magnético que cria uma força magnética capaz de equilibrar a força elétrica?

Tabela de dados
Distância defletida (d ) Campo elétrico (V ) Campo magnético (B )

8 De forma simplificada e reduzida, a razão carga/massa (q/me) pode ser calculada da seguinte forma:

q / me = (5.0826 × 1012 )⋅V ⋅d / B 2

em que: V é o campo elétrico (em volts); d é a distância (em cm) defletida a partir do centro,
após aplicar somente a voltagem; e B é o campo magnético (em μT).

4 Experimento de Thomsom com tubo de raios catódicos

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Com base em seus dados, qual o valor da razão carga/massa de um elétron (q/me)?

O valor aceito atualmente é 1.76 × 1011.


Calcule o erro percentual de sua medida da seguinte forma:

|sua resposta – valor aceito|

Teoria atômica
erro percentual = × 100
valor aceito
erro percentual =
erro percentual =
9 Você pode repetir a experiência várias vezes usando medidas diferentes de deflexão.

Experimento de Thomsom com tubo de raios catódicos 5

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1.2 Experimento da gota de óleo de


Millikan

Teoria atômica
No experimento de Thomson com tubo de raios catódicos, descobriu-se que podemos usar a de-
flexão de um feixe de elétrons em um campo elétrico e em um campo magnético para medir a relação
carga/massa (q/me) de um elétron. Para saber a carga ou a massa de um elétron, precisamos medir um
ou outro de maneira independente. Em 1909, Robert Millikan e seu aluno Harvey Fletcher consegui-
ram produzir gotas de óleo muito pequenas e nelas adicionar alguns elétrons (de 1 a 10 elétrons por
gota). Em seguida, mediram a carga total das gotas de óleo observando sua deflexão em um campo
elétrico. Você terá a chance de repetir esse experimento e, aplicando os resultados do experimento de
Thomson (atividade anterior), será capaz de calcular de modo experimental a massa de um elétron.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Millikan Oil Drop Experiment na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de química quântica (Quantum).

Câmera
de vídeo

Campo elétrico

2 Qual é o propósito do canhão de elétrons neste experimento?

Como essa fonte afeta as gotas de óleo na câmara de névoa de óleo?

01 labor0711_BL1.indd 7 9/9/11 3:02 PM


3 O detector neste experimento é uma câmera de vídeo provida de uma lente microscópica para
visualizar as gotas de óleo. Clique no interruptor luminoso vermelho/verde (On/Off ) para ligar
a câmera de vídeo.

Slow Motion

O que você observa na tela da câmera de vídeo?

As gotas de óleo caem todas à mesma velocidade?


Qual força faz com que as gotas caiam?
As gotas de óleo caem em sua velocidade terminal, que é a velocidade máxima possível por cau-
sa das forças de atrito, tal como a resistência do ar. A velocidade terminal é uma função do raio
da gota. Medindo-se a velocidade terminal (vt) de uma gota, o raio (r) pode ser calculado. Em
seguida, a massa (m) da gota pode ser calculada a partir de seu raio e da densidade do óleo. Pela
massa da gota de óleo é possível calcular sua carga (q).
Importante: Leia as instruções 4 e 5 antes de iniciar o procedimento do item 5.
4 Meça a velocidade terminal de uma gota. Identifique uma pequena gota no topo da janela que
esteja caindo próximo ao centro da escala e clique no botão (Slow Motion) para ativar a
“câmera lenta” na tela do vídeo. Aguarde até que a gota atinja uma marca de escala e inicie o cro-
nômetro. Deixe-a cair por pelo menos duas ou mais marcas de escala e pare o cronômetro. Não
a deixe cair fora do campo de visualização. Cada marca mede 0.125 mm. Registre a distância e
o tempo na Tabela de dados na página seguinte.
5 Meça a voltagem necessária para interromper a queda da gota. Após medir a velocidade terminal,
interrompa a queda da gota, aplicando um campo elétrico entre as duas placas de voltagem.
Isso pode ser feito clicando-se nos botões na parte superior ou inferior do controlador de cam-
po elétrico (Electric Field ) até que a voltagem seja ajustada a fim de que a gota não caia mais.

8 Experimento da gota de óleo de Millikan

01 labor0711_BL1.indd 8 9/9/11 3:02 PM


Isso deve ser feito em câmera lenta. Quando parecer que a queda está parando, desative o re-
curso de câmera lenta e faça alguns ajustes finais até que a gota não se mova por pelo menos
um minuto. Registre a voltagem, V, indicada no controlador de tensão.
Complete a experiência com três gotas e registre suas medições na Tabela de dados.

Tabela de dados

Teoria atômica
Voltagem
Gota Tempo (t, em segundos) Distância (d, em metros)
(V, em volts)

O experimento da gota de óleo de Millikan é um clássico por causa da simplicidade de seu


aparato experimental e da abrangência da análise dos dados. Os seguintes cálculos reduziram
equações muito complexas em versões mais simples, com vários parâmetros combinados em
uma única constante. Millikan e Fletcher levaram em conta a força da gravidade e do campo
elétrico, a densidade do óleo, a viscosidade do ar, a viscosidade do óleo e a pressão atmosférica.
6 Calcule a velocidade terminal e registre o valor. Calcule a velocidade terminal, vt, em unidades
d
de m · s-1, usando esta equação: v t = , onde d é a distância da queda da gota em metros e t é o
t
tempo decorrido em segundos. Lembre-se de que a escala campo de visualização está em mm
(1 000 mm = 1 m).

Cada uma das equações nas instruções de 7 a 10 é mostrada com e sem unidades. Você terá mais
facilidade em usar a equação adimensional em seus cálculos.
7 Calcule o raio (r) da gota e registre o valor. Conhecendo a velocidade terminal, você pode calcular
o raio, em metros, da gota usando esta equação:

r = (9.0407×10−5 m1/2 ⋅ s1/2 ) ⋅ v t = (9.0407 ×10−5 × v t , sem unidades)

8 Calcule a massa da gota e registre o valor. Você pode usar o valor do raio (r) obtido na etapa 7
para calcular a massa da gota em função da densidade do óleo. A equação final para o cálculo
da massa, em kg, é:

m =Vóleo ⋅ ρóleo = 4π / 3 ⋅r 3 ⋅ 821 kg ⋅ m−3


= (3439.0 kg ⋅ m−3 ) ⋅r 3

Experimento da gota de óleo de Millikan 9

01 labor0711_BL1.indd 9 9/9/11 3:02 PM


9 Visto que você aplicou uma voltagem ao campo elétrico para interromper a queda da gota de
óleo, as forças exercidas sobre ela devem ser equilibradas, isto é, a força da gravidade deve ser
igual à força do campo elétrico que atua sobre os elétrons presos à gota: qE = mg.
Calcule a carga total (Qtot) da gota de óleo devido aos elétrons, usando a equação:

Qtot = Q(n) ⋅e = (9.810×10−2 C ⋅ kg −1 ⋅ J−1 ) ⋅m /V

onde Q(n) é o número de elétrons na gota, e é a carga elétrica fundamental de um elétron, m é


a massa calculada na etapa 8, e V é a voltagem.
Essa resposta fornecerá a carga total da gota (Qtot). A carga elétrica fundamental de um elétron
(e) é 1.6 × 10–19 C (coulombs). Divida a carga total (Qtot) por e e arredonde sua resposta para o
número inteiro mais próximo. Esse é o número de elétrons, Q(n), que aderiu a sua gota. A se-
guir, divida a carga total, Qtot, por Q(n) para obter o valor experimental da carga em um elétron.
10 Complete a experiência e os cálculos para, pelo menos, três gotas e resuma seus resultados na tabela.

Tabela de resultados
Carga total
Velocidade Raio Carga em
Massa da gota
Gota terminal (r, em me- um elétron
(m, em kg)  (Qtot, em
(vt ) tros) (C )
coulombs)
1

11 Calcule a média de seus resultados para a carga de um elétron. Calcule o erro percentual por:

| sua resposta −1.6×10−19 |


erro percentual = ×100%
1.6×10−19
Qual é sua carga média para um elétron?

Qual é seu erro percentual?


12 Você deve se lembrar de que, no experimento de Thomson, calculou a razão carga/massa (q/me)
como 1.7 × 1011. Usando esse valor para q/me e sua carga média para um elétron, calcule a massa
de um elétron em kg.

Qual é o valor que você calculou para a massa de um elétron em kg?

10 Experimento da gota de óleo de Millikan

01 labor0711_BL1.indd 10 9/9/11 3:02 PM


nome turma data / /

1.3 Experimento de retroespalhamento


(backscattering) de Rutherford

Teoria atômica
Uma experiência fundamental para a compreensão da natureza da estrutura atômica foi concluída
por Ernest Rutherford em 1911. Ele montou um experimento no qual dirigiu um feixe de partículas
alfa (núcleos de hélio) através de uma lâmina de ouro e depois para uma tela de detecção. De acordo
com o modelo atômico do “pudim de passas” (ou de ameixa), os elétrons flutuam em uma nuvem de
carga positiva. Com base nesse modelo, Rutherford esperava que quase todas as partículas alfa passas-
sem através da lâmina de ouro sem se desviarem. Poucas partículas alfa sofreriam uma ligeira deflexão
por causa da atração aos elétrons negativos (partículas alfa têm carga de +2). Imagine sua surpresa
quando algumas delas se desviaram em todos os ângulos, até mesmo quase em linha reta para trás.
De acordo com o modelo do “pudim de passas”, não havia nada no átomo que fosse maciço o
suficiente para desviar as partículas alfa. A reação de Rutherford foi a de que isso era “...quase tão
incrível quanto disparar um cartucho de 15 polegadas de diâmetro contra um pedaço de papel e ele
voltar, atingindo-o”. Ele sugeriu que os dados experimentais só se justificariam se a maior parte da
massa de um átomo se concentrasse em um pequeno núcleo central, positivamente carregado. Esse
experimento forneceu as evidências necessárias para comprovar o modelo nuclear do átomo. Nesta
atividade, você vai fazer observações semelhantes às do professor Rutherford.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Rutherford’s Backscattering Experiment na lista de ativida-
des. O programa vai abrir a bancada de química quântica (Quantum).
Almoxarifado

Tela de
detecção

Placa de metal

2 A experiência será montada sobre a bancada do laboratório. A caixa cinza no lado esquerdo da
mesa contém uma amostra de 241Am.
Quais partículas são emitidas dessa fonte?

O que são partículas alfa?

11

01 labor0711_BL1.indd 11 9/9/11 3:02 PM


3 Passe o mouse sobre o suporte de chapa metálica no centro da mesa. Qual é a chapa metálica
usada? Se você quiser visualizá-la, clique e segure no suporte de metal.
4 Aponte o cursor do mouse para o detector (à direita).
Qual é o detector utilizado nesta experiência?
5 Ative o detector clicando no interruptor de luz vermelho/verde (On/Off).

Persist

O que representa o sinal no meio da tela do detector?

A tela de fósforo detecta partículas carregadas (como as partículas alfa) e ilumina-se momenta-
neamente nos pontos em que as partículas colidem com a tela.
Que outros sinais você vê na tela de detecção de fósforo? O que esses sinais representam?

Clique no botão (Persist) para que os pontos iluminados persistam na tela do detector
de fósforo.
De acordo com o modelo do “pudim de passas”, o que causa a deflexão das partículas alfa?

Faça uma observação geral sobre o número de partículas alfa que atingiu a tela de detecção de
fósforo em um minuto.

12 Experimento de retroespalhamento (backscattering) de Rutherford

01 labor0711_BL1.indd 12 9/9/11 3:02 PM


6 Agora, você vai fazer observações usando diferentes ângulos de deflexão. Clique na jane-
la principal do laboratório para trazê-la à frente. Clique na base da tela de detecção de
fósforo e arraste-a até a região realçada no canto superior direito. A função Persist deve
permanecer ativada.
Observe o número de colisões nessa posição, em comparação com a posição do primeiro detector.

Teoria atômica
7 Mova o detector para a posição superior central do refletor a um ângulo de 90° em relação ao
suporte metálico.
Observe o número de colisões nessa posição do refletor, em comparação com a posição do
primeiro detector.

8 Mova o detector para a posição superior esquerda do refletor e observe o número de colisões na
tela de fósforo por um minuto.
Observe o número de colisões nessa posição do refletor, em comparação com a posição do
primeiro detector.

O que faz com que as partículas alfa se desviem para trás?

Como esses resultados refutam o modelo do pudim de passas? Tenha em mente que existem
1 000 000 de partículas alfa que atravessam a lâmina de ouro por segundo.

Os átomos de ouro são compostos principalmente de matéria ou vácuo?

Como a experiência da lâmina de ouro demonstra que quase toda a massa de um átomo está
concentrada em um pequeno átomo central positivamente carregado?

Experimento de retroespalhamento (backscattering) de Rutherford 13

01 labor0711_BL1.indd 13 9/9/11 3:02 PM


Os alunos costumam perguntar: “Por que Rutherford usou uma lâmina de ouro?”. A resposta
mais comum é que o ouro é macio e maleável e pode se transformar em lâminas muito finas. Há
outra razão que você poderá descobrir sozinho.
9 Desative a tela de detecção de fósforo. Clique duas vezes na base do suporte da chapa metálica
para movê-lo para o almoxarifado (Stockroom). (Você também pode clicar e arrastá-lo até o bal-
cão.) Clique no almoxarifado para entrar. Clique na caixa contendo as lâminas de metal (Metal
foil) na prateleira de cima. Selecione o magnésio (Mg) e então clique na seta verde para retornar
ao laboratório (Return to lab).
10 Mova o suporte da amostra de metal da janela do almoxarifado de volta para o centro da mesa.
Retorne a tela de fósforo para seu local original no lado direito da mesa e ligue-a. Ative a função
Persist. Observe o número de colisões usando o magnésio em comparação com o número de
colisões usando a amostra de ouro.
Por que Rutherford escolheria a lâmina de ouro em vez da de magnésio? Justifique.

14 Experimento de retroespalhamento (backscattering) de Rutherford

01 labor0711_BL1.indd 14 9/9/11 3:02 PM


nome turma data / /

1.4 Investigando as propriedades de


partículas alfa e beta

Teoria atômica
Quando os cientistas começaram a investigar as propriedades dos átomos, eles primeiro desco-
briram que podiam extrair partículas negativamente carregadas. Eles as chamaram de elétrons, mas
elas também são conhecidas como partículas beta no contexto do decaimento nuclear. Robert Milli-
kan usou partículas beta em sua famosa experiência da gota de óleo. Outra partícula ejetada durante
o decaimento nuclear é a alfa. Um exemplo é o núcleo de hélio, ou um átomo de hélio sem seus dois
elétrons. Em consequência, uma partícula alfa é positivamente carregada. Ernest Rutherford usou
partículas alfa em seus experimentos com lâmina de ouro.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Alpha and Beta Particles na lista de atividades. O programa
vai abrir a bancada de química quântica (Quantum).

Tela de
fósforo

Campo Campo
elétrico magnético

2 Qual é a fonte utilizada neste experimento? Arraste o cursor sobre a fonte para identificá-la.

Que tipo de carga os elétrons têm?

Qual é o detector usado nesta experiência?

15

01 labor0711_BL1.indd 15 9/9/11 3:02 PM


3 Ligue a tela de fósforo (Phosphor Screen), clicando no botão verde/vermelho (On/Off ).
O que você observa?
A tela de fósforo detecta partículas carregadas (como os elétrons) e ilumina-se momentanea-
mente nos pontos em que as partículas colidem com a tela.

4 Para minimizar a sobreposição, arraste a janela


do laboratório para baixo e à esquerda e a jane- Clique nos botões no visor, acima e
la da tela de fósforo para cima e à direita. Pres- abaixo de cada dígito, para aumentar ou
sione o botão (Grid) para exibir a grade reduzir o valor. Clicando-se entre os dí-
na tela de fósforo e em seguida ajuste o campo gitos, é possível mover o ponto decimal.
magnético (Magnetic Field) em 30 μT.

Grid

O que acontece com a região iluminada pelo canhão de elétrons na tela de fósforo?

5 Clique uma vez acima das dezenas no medidor do campo elétrico (Electric Field). Observe a
região iluminada na tela. Clique uma segunda vez acima das dezenas no campo elétrico.
O que acontece com a região iluminada pelo canhão de elétrons na tela de fósforo?

6 Zere os medidores do campo magnético e do elétrico clicando nos botões de dígitos até que a
região iluminada na tela de fósforo fique centralizada novamente.

16 Investigando as propriedades de partículas alfa e beta

01 labor0711_BL1.indd 16 9/9/11 3:02 PM


Almoxarifado da bancada de química quântica

Teoria atômica
Fonte Canhão Câmera
alfa de elétrons de vídeo

7 Dê um duplo clique no canhão de elétrons ou arraste-o até o balcão do almoxarifado (Stockroom).


Entre no almoxarifado clicando nele. Clique duas vezes no canhão de elétrons para movê-lo de
volta à prateleira. Clique duas vezes sobre a fonte alfa para selecioná-la e movê-la para o balcão do
almoxarifado. Clique na seta verde para voltar ao laboratório (Return to lab). Arraste a fonte
alfa, levando-a do balcão do almoxarifado para a mesa, colocando-a na posição em que o canhão
de elétrons estava anteriormente. Clique na frente da fonte alfa para abrir o obturador.
O que aparece na tela de fósforo?
8 Altere a unidade do campo magnético de μT para mT clicando uma vez sobre a unidade. Cli-
que três vezes acima da posição das centenas para ajustar a intensidade do campo magnético
em 300 mT (militesla). Esse campo magnético é 1 milhão de vezes mais forte do que o usado
para o canhão de elétrons.
Para qual direção a região iluminada desvia ao aumentar o campo magnético desta vez?

Como isso se compara com a direção do movimento quando o campo magnético foi ativado
para os elétrons?

9 Altere a unidade do campo elétrico de V para kV, clicando uma vez sobre a unidade. Observe a
região iluminada na tela à medida que aumenta a intensidade do campo elétrico de 0 kV para
5 kV. O movimento é sutil, portanto preste bastante atenção.
Para qual direção a região iluminada se move quando você aumenta o campo elétrico?

Investigando as propriedades de partículas alfa e beta 17

01 labor0711_BL1.indd 17 9/9/11 3:03 PM


Como isso se compara com a direção do movimento do feixe de elétrons no campo elétrico?

Por que são exigidas forças de campo magnético e campo elétrico significativamente mais fortes
para mover o feixe de partículas alfa em comparação com o feixe de elétrons (partículas beta)?

10 Zere os valores nos dois medidores. Dê um duplo clique (ou clique e arraste) na fonte alfa e na
tela de fósforo para devolvê-las ao balcão do almoxarifado. Entre no almoxarifado e clique duas
vezes na fonte alfa e na tela de fósforo para colocá-las na prateleira. Selecione o laser e a câmera
de vídeo clicando duas vezes sobre eles; a seguir, clique na seta verde para voltar ao laborató-
rio (Return to lab). Coloque o laser no refletor central à esquerda e o ative (clique na luz
vermelha/verde). Coloque a câmera de vídeo no refletor central à direita e clique na câmera de
vídeo para ativá-la. Ajuste a intensidade do laser em 1 nW e o comprimento de onda em 20 nm.
Esse comprimento de onda está na região do raio X no espectro eletromagnético. O ponto roxo
é uma representação dos raios X atingindo a câmera de vídeo. Altere o campo magnético e o
campo elétrico para determinar o efeito sobre os raios X.
Os campos elétrico ou magnético afetam os raios X? Por quê?

Resuma o que você aprendeu sobre os elétrons (partículas beta), as partículas alfa e os raios X.

18 Investigando as propriedades de partículas alfa e beta

01 labor0711_BL1.indd 18 9/9/11 3:03 PM


nome turma data / /

1.5 Radiação de corpo negro

Teoria atômica
No início da década de 1900, vários resultados experimentais pareciam estar em conflito com
a física clássica. Um desses experimentos era o estudo da radiação de corpo negro. Um corpo negro
é um sólido (como um pedaço de ferro) que não emite luz em baixas temperaturas, mas, quando
aquecido, começa a emitir primeiro uma luz vermelha e depois uma luz laranja e, sob altas tempe-
raturas, acaba se tornando branca de calor. A intensidade da luz emitida também é uma função da
temperatura. Nesta atividade, você vai fazer observações semelhantes às de Max Planck (1858-1947),
que, com seu estudo da radiação de corpo negro, encontrou uma explicação que revolucionou a
forma como os cientistas pensam a energia irradiada.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Blackbody Radiation na lista de atividades. O programa vai
abrir a bancada de química quântica (Quantum). Um reservatório de amostra de metal con-
tendo tungstênio está na bancada do laboratório com um aquecedor elétrico ajustado a uma
temperatura de 3 000 K. Um espectrômetro está à direita e ativado (a janela do espectrômetro
está aberta). Localize o botão que altera o mostrador de comprimento de onda para frequência e
o botão que exibe o espectro eletromagnético completo ou apenas o espectro visível. Estes serão
utilizados mais tarde.

Chave para
comprimento
de onda

Chave para
o espectro

Espectrômetro

Amostra de tungstênio no aquecedor

2 O espectrômetro detecta a intensidade da luz emitida em função do comprimento de onda (ou


frequência). Na grade a seguir, desenhe o espectro detectado pelo espectrômetro com o compri-
mento de onda (em nm) sobre o eixo x e a intensidade sobre o eixo y. Se você passar seu cursor
sobre um pico, ele identificará o comprimento de onda (em nm) no campo da coordenada x,

19

01 labor0711_BL1.indd 19 9/9/11 3:03 PM


no canto inferior direito da janela do detector. Registre o comprimento de onda do pico na
Tabela de dados abaixo. (Arredonde para números inteiros.)

3 Altere a temperatura do aquecedor para 3 100 K clicando no botão acima da casa das cen-
tenas no controlador de LCD do aquecedor. Registre o formato da curva no mesmo gráfico
(marque cada linha com uma temperatura) e o comprimento de onda da intensidade do
pico na Tabela de dados. Continue com temperaturas de 3 200 K, 3 300 K, 3 400 K, 3 500 K e
3 600 K. Se a temperatura for igual ou maior a 3 700 K, você terá que recomeçar. Para isso,
deve: clicar no botão para reinicializar o laboratório (Reset lab), abaixo do sinal de peri-
go (Danger), entrar no almoxarifado (Stockroom), clicar na prancheta e selecionar o item 3,
Blackbody Radiation.

Tabela de dados
Temperatura (K) Comprimento de onda (nm)
3 000

3 100

3 200

3 300

3 400

3 500

3 600

20 Radiação de corpo negro

01 labor0711_BL1.indd 20 9/9/11 3:03 PM


4 Quais observações você pode fazer sobre o formato da curva à medida que a temperatura varia?

5 A parte visível do espectro eletromagnético ocorre entre 400 nm e 700 nm. Marque o espectro

Teoria atômica
visível em seu gráfico.
O pico de intensidade chega a ocorrer na região visível? Isso significa que não há luz visível
irradiada nessa faixa de temperatura? Explique.

6 A física clássica previa que, à medida que o comprimento de onda diminui, a intensidade deve
aumentar.
Seu gráfico de comprimento de onda e intensidade confirma esse resultado? Explique.

7 Na janela do espectrômetro, altere a exibição de comprimento de onda para frequência (clique


na chave Wavelength/Frequency).
Quais observações você pode fazer sobre a magnitude da intensidade à medida que a tempera-
tura reduz de 3 600 K para 3 000 K em incrementos de 100 K?

8 Altere a temperatura para 3 700 K enquanto observa a lâmina de tungstênio.


O que ocorre em 3 700 K?
9 Essa disparidade entre a teoria clássica e os resultados experimentais era conhecida como a
“catástrofe ultravioleta”. A física clássica previa que a curva deveria continuar até o infinito
à medida que o comprimento de onda diminui. Os dados experimentais conflitantes exi-
giam uma explicação inovadora. Essa explicação foi fornecida por Max Planck, que afirmou
que a energia desprendida pelos átomos vibrantes aquecidos era quantizada e somente vi-
brações de energia específica podiam ocorrer. A energia quantizada deve ser um múltiplo

Radiação de corpo negro 21

01 labor0711_BL1.indd 21 9/9/11 3:03 PM


de hv, onde h é conhecida como constante de Planck (6.626 × 10–34 J · s) e v é a frequência da
luz em 1/s ou s–1, também conhecido por Hertz (Hz). Calcule a energia da intensidade de
pico em 3 400 K.
Use o comprimento de onda da Tabela de dados estipulado em 3 400 K para determinar primei-
ro a frequência (v = c/, onde c = velocidade da luz = 2.998 × 108 m · s–1 e  é o comprimento de
onda em metros), e depois a energia usando E = hv.

22 Radiação de corpo negro

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nome turma data / /

1.6 Efeito fotoelétrico

Teoria atômica
Embora Albert Einstein seja mais famoso por E = mc2 e por seu trabalho descrevendo a relativi-
dade na mecânica, ele ganhou o prêmio Nobel pela compreensão de um experimento muito simples.
Há muito se sabia que, se você dirigisse luz de determinado comprimento de onda a um pedaço de
metal, ele emitiria elétrons. Na teoria clássica, considerava-se que a energia da luz se baseava em sua
intensidade e não em sua frequência. No entanto, os resultados do efeito fotoelétrico contradiziam a
teoria clássica. Inconsistências levaram Einstein a sugerir que precisamos pensar na luz como se fosse
composta de partículas (fótons) e não apenas como ondas. Nesta atividade, você vai reproduzir um
experimento fotoelétrico e demonstrar que a energia (E) de um fóton de luz está relacionada com sua
frequência e não com sua intensidade.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Photoelectric Effect na lista de atividades. O programa vai
abrir a bancada de química quântica (Quantum).

Bolômetro Chapa metálica

2 Qual é a fonte usada neste experimento e o que ela faz?

Em que intensidade o laser está ajustado?


Em que comprimento de onda o laser está ajustado?
Registre o comprimento de onda (em nm) na Tabela de dados na página seguinte. Calcule a
frequência (em Hz) e a energia (em J), utilizando c = v e E = hv, onde c = 2.998 × 108 m · s–1 e

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01 labor0711_BL1.indd 23 9/9/11 3:03 PM


h = 6.626 × 10–34 J · s. Também registre a cor da luz clicando no gráfico de espectro (Spectrum
Chart, na parede do laboratório); o marcador indica qual é a cor representada pelo comprimen-
to de onda selecionado.
Qual chapa metálica é usada neste experimento?
Qual é o detector usado neste experimento e o que ele mede?

Acione o detector clicando no botão de luz vermelho/verde (On/Off ).


O que o sinal na tela de fósforo indica a respeito da luz de laser que incide sobre a lâmina de

sódio?
3 Diminua a intensidade (Intensity) para 1 fóton/segundo, como o sinal se altera?

Aumente a intensidade para 1kW, como o sinal se altera?

Altere a intensidade de volta para 1 nW e aumente o comprimento (Wavelength) de onda para


600 nm.
O que você observa? Registre o comprimento de onda na Tabela de dados.

Determine o comprimento de onda máximo em que ocorre a emissão de elétrons no metal.

Qual é a diferença entre intensidade e comprimento de onda?

O que mais importa na formação de fotoelétrons: intensidade ou comprimento de onda?

24 Efeito fotoelétrico

01 labor0711_BL1.indd 24 9/9/11 3:03 PM


Tabela de dados
Comprimento de
Frequência (1/s) Energia (J) Cor da luz
onda (nm)

Teoria atômica
4 Clique no almoxarifado (Stockroom) para entrar nele. Clique na prancheta e selecione o item 5,
Photoelectric Effect (2). Clique na seta verde para voltar ao laboratório (Return to lab). A
intensidade do laser será ajustada em 1 nW e o comprimento de onda em 400 nm. O detector
utilizado neste experimento é um bolômetro, que será automaticamente acionado. Esse instru-
mento mede a energia cinética dos elétrons. Você deverá ver um pico verde na tela de detecção
do bolômetro. A intensidade ou altura do sinal corresponde ao número de elétrons emitidos
a partir do metal, e o eixo x é a energia cinética dos elétrons. Dê um zoom no pico, clicando e
arrastando levemente da esquerda para a direita do pico.

Pico
Botão para
verde
zoom

5 Aumente e diminua a intensidade, o que você observa?

Aumente e diminua o comprimento de onda, o que você observa?

Efeito fotoelétrico 25

01 labor0711_BL1.indd 25 9/9/11 3:03 PM


Qual é o comprimento de onda máximo que ejeta elétrons do metal de sódio?
Com base nesta experiência, explique por que a luz violeta causa fotoemissão de elétrons, mas
a luz laranja não.

26 Efeito fotoelétrico

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nome turma data / /

1.7 A equação de Rydberg

Teoria atômica
Quando uma amostra de gás é excitada pela aplicação de um grande campo elétrico alternado, o
gás emite luz em determinados comprimentos de onda distintos. No final da década de 1800, dois cien-
tistas, Johann Balmer e Johannes Rydberg, desenvolveram uma equação empírica que correlacionava o
comprimento de onda da luz emitida de certos gases, tais como o H2. Mais tarde, comprovou-se que
o conceito de Niels Bohr de “saltos” quantizados de elétrons entre órbitas era compatível com a equação de
Rydberg. Nesta atividade, você vai medir os comprimentos de onda das linhas no espectros de emissão
de hidrogênio e, em seguida, vai determinar graficamente o valor da constante de Rydberg, RH.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione The Rydberg Equation na lista de atividades. O programa
vai abrir bancada de química quântica (Quantum). O espectrômetro (Spectrometer) está à di-
reita da mesa do laboratório. Os espectros de emissão de hidrogênio estão na janela do detector
no canto superior direito, como um gráfico de intensidade versus comprimento de onda ().

Espectrômetro

Amostra de
hidrogênio

2 Quantas linhas distintas você vê e quais são suas cores?

3 Clique no botão Visible/Full para ampliar a região do espectro visível no gráfico. Você verá
quatro picos no espectro. Se você passar o cursor sobre um pico, ele identificará o comprimento
de onda (em nm) no campo da coordenada x, no canto inferior direito da janela do detector.
Registre os comprimentos de onda dos quatro picos no espectro visível do hidrogênio na Tabela
de dados. (Arredonde para números inteiros.)

27

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 
1 1 1
4 A equação de Rydberg tem a forma = RH  2 − 2  , onde  é o comprimento de onda em
  n n 
 f i 
metros, RH é a constante de Rydberg, nf é o quantum principal final (para a série de Balmer,
que está no espectro visível, nf = 2) e ni é o número quântico principal inicial (n = 3, 4, 5, 6...).
1
Tomando seus dados experimentais, calcule o comprimento de onda em metros e em m–1.
Registre suas respostas na Tabela de dados. 

Tabela de dados

 (nm)  (m) 1
(m-1)

Linha # 1 (esquerda)
Linha # 2
Linha # 3
Linha # 4 (direita)

5 A fórmula para determinar a energia é E = hv = hc/, onde h é a constante de Planck e c é a ve-


locidade da luz. Qual é a relação entre comprimento de onda e energia?

6 Das quatro linhas medidas do espectro de hidrogênio registradas na página anterior, qual é a
linha que corresponde à transição n = 3 para n = 2, e de n = 4 para n = 2, e assim por diante de

n = 6 para n = 2?

 
1 1
7 Calcule o valor de  2 − 2  para as transições de n = 6 para n = 2, n = 5 para n = 2, n = 4 para
 n n 
 f i 

n = 2 e n = 3 para n = 2. Equipare os valores dessas transições e registre-os com o comprimento


de onda recíproco apropriado na Tabela de resultados.

Tabela de resultados
 1 1  1
Transição ni para nf  −  (m-1)
 n 2 n 2  
 f i 

28 A equação de Rydberg

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 
1 1 1
8 A equação de Rydberg, = RH  2 − 2  , está na forma de y = mx + b, onde 1/ corresponde a
  n n 
   f i   
1 1 1 1
y,  2 − 2  corresponde a x e b = 0. Se você fizer um gráfico com 1/ sobre o eixo y e  2 − 2 
 n f ni   n f ni 
sobre o eixo x, a inclinação resultante será a constante de Rydberg, RH.
Usando um programa de planilha eletrônica ou uma folha de papel milimetrado, faça um gráfi-

Teoria atômica
co com seus dados e determine o valor da constante de Rydberg.
9 O valor aceito para RH é 1.0974 × 107 m–1.
Determine o erro percentual, utilizando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


Erro percentual = ×100
valor aceito

Erro percentual =

A equação de Rydberg 29

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01 labor0711_BL1.indd 30 9/9/11 3:03 PM
nome turma data / /

1.8 Espectros de emissão atômica

Teoria atômica
Quando uma amostra de gás é excitada pela aplicação de um grande campo elétrico alternado,
o gás emite luz em comprimentos de onda distintos. A intensidade e o comprimento de onda da luz
emitida são chamados de espectro de emissão atômica, sendo único para cada gás. Nesta atividade,
você vai medir os espectros de emissão de vários gases e, em seguida, fazer algumas observações sobre
as diferenças em seus espectros.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Atomic Emission Spectra na lista de atividades. O programa
vai abrir a bancada de química quântica (Quantum). O espectrômetro (Spectrometer) está à di-
reita da mesa do laboratório. Os espectros de emissão de hidrogênio estão na janela do detector
no canto superior direito, como um gráfico de intensidade versus comprimento de onda ().

Almoxarifado

Espectrômetro

Amostra de
hidrogênio

2 Quantas linhas distintas você vê e quais são suas cores?

3 Clique no botão Visible/Full para ampliar a região do espectro visível no gráfico. Você verá
quatro picos no espectro. Se você passar o cursor sobre um pico, ele identificará o comprimento
de onda (em nm) no campo da coordenada x, no canto inferior direito da janela do detector.
Registre os comprimentos de onda dos quatro picos no espectro visível do hidrogênio na Tabela
de dados. (Arredonde para números inteiros.)

31

01 labor0711_BL1.indd 31 9/9/11 3:03 PM


4 O comprimento de onda de cada linha também pode ser descrito em termos de sua frequên-
cia. Use o comprimento de onda de cada linha para calcular sua frequência, considerando-se
que v = c/, onde c = 2.998 × 1017 nm · s–1 = 2.998 × 108 m · s–1. A energia (E) de um único
quantum de luz emitida por um átomo está relacionada com sua frequência (v) pela equação
E = hv, onde h = 6.626 × 10–34 J · s. Calcule a frequência de cada linha e a energia correspon-
dente e anote os resultados na Tabela de dados.

Tabela de dados
 (nm) v (1/s) Energia (J)

Energia (J)

Linha # 1 (esquerda)

Linha # 2

Linha # 3

Linha # 4 (direita)

5 Agora, investigue os espectros de emissão para um elemento diferente, o hélio. Este é o próximo
elemento depois do hidrogênio na tabela periódica e tem dois elétrons.
Você acha que os espectros de emissão de um átomo com dois elétrons em vez de um será muito
diferente daqueles do hidrogênio?

6 Para trocar amostras de gás, dê um duplo clique, ou clique e arraste, no campo elétrico (Electric
Field) e coloque-o no balcão do almoxarifado (Stockroom); a seguir, dê um duplo clique, ou cli-
que e arraste, no tubo de amostra com gás hidrogênio (Gas [H2], no centro da mesa), e coloque-o
também no balcão do almoxarifado. Talvez, você primeiro tenha de clicar na janela principal
do laboratório para mover os itens.
7 Clique no almoxarifado para entrar nele. Clique na estante com cilindros de gás (Gases), na pra-
teleira Samples. Clique no cilindro rotulado como He para substituir o H2 no tubo de amostra
por gás hélio. Se você apontar para o tubo de gás da amostra com o cursor do mouse, deverá
ler He.
8 Retorne ao laboratório e arraste o tubo de amostra de gás do balcão do almoxarifado, colo-
cando-o no centro da mesa, conforme indicado na região realçada. Arraste o campo elétrico e
coloque-o sobre o tubo de amostra de gás. Cuidadosamente clique no botão logo acima do zero
à esquerda do controlador do campo elétrico e altere a voltagem para 300 V. Ative o espectrôme-
tro, clicando no botão vermelho/verde e clique no botão Visible/Full para visualizar apenas
o espectro visível.

32 Espectros de emissão atômica

01 labor0711_BL1.indd 32 9/9/11 3:03 PM


9 Esse espectro é diferente daquele do hidrogênio? Quantas linhas existem e quais são suas cores?

10 Determine o comprimento de onda (em nm), a frequência (em 1/s) e a energia (em J) para o
pico na extrema direita.

Teoria atômica
Tabela de dados
 (nm) v (1/s) Energia (J)

Linha (extrema direita)

Espectros de emissão atômica 33

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01 labor0711_BL1.indd 34 9/9/11 3:03 PM
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1.9 Princípio da incerteza de Heisenberg

Teoria atômica
Há muito se sabe que, se você fizer a luz incidir através de fendas estreitas espaçadas a intervalos
pequenos, a luz vai formar um padrão de difração. Trata-se de uma série de padrões claros e escuros
causados por interferência de ondas. Essa interferência pode ser tanto construtiva (luz) quanto des-
trutiva (escuridão). Nesta atividade, você vai lançar um laser por meio de um dispositivo com duas
fendas, cujo espaçamento pode ser ajustado, e então investigar os padrões que se formarão a certa
distância das fendas.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heisenberg Uncertainty Principle na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de química quântica (Quantum).

Almoxarifado

Laser

Câmera
de vídeo

Dispositivo de
duas fendas

2 Qual é a fonte usada neste experimento e por quê?

Em qual comprimento de onda o laser está ajustado?

Qual é o espaçamento entre as fendas no dispositivo de duas fendas?

35

01 labor0711_BL1.indd 35 9/9/11 3:03 PM


Esboce uma pequena imagem do padrão exibido na tela de vídeo.

3 Altere a intensidade (Intensity) do laser de 1 nW para 1W.


A intensidade da luz afeta o padrão de difração?
Altere o espaçamento das fendas (Slit Spacing) para 1 μm. Observe o padrão exibido na tela de
vídeo à medida que altera o espaçamento de 1 μm para 7 μm, em incrementos de 1 μm.
O que você pode afirmar sobre a relação entre o espaçamento das fendas e o padrão de difração?

4 Aumente o comprimento de onda (Wavelength) do laser para 700 nm.


Qual é o efeito que um aumento no comprimento de onda exerce sobre o padrão de difração?

5 Diminua a intensidade do laser para 1 000 fótons/segundo. Clique no botão (Persist)


na câmera de vídeo para examinar fótons individuais que atravessam as fendas. Observe por
um minuto.
Que observação você pode fazer sobre esse padrão em comparação com o padrão do feixe de
fótons contínuo?

Diminua a intensidade para 100 fótons/segundo. Observe por mais um minuto após ativar a
função Persist. Nessas intensidades mais baixas (1 000 e 100 fótons/segundo), nunca há um mo-
mento em que dois fótons passam através das fendas ao mesmo tempo.
Como um único fóton pode sofrer difração?

36 Princípio da incerteza de Heisenberg

01 labor0711_BL1.indd 36 9/9/11 3:03 PM


Com base nesta experiência, que conclusões você pode extrair sobre a natureza da luz?

6 Clique no almoxarifado (Stockroom) e entre nele. Clique na prancheta e selecione o item 8, Two-

Teoria atômica
-Slit Diffraction – Electrons. Clique na seta verde para voltar ao laboratório (Return to lab).

Tela de
fósforo

Dispositivo de
duas fendas

Qual é a fonte utilizada neste experimento?


Esboce uma pequena imagem do padrão de difração exibido na tela de fósforo.

Como esse padrão de difração se compara com o padrão de difração da luz?

Louis de Broglie foi a primeira pessoa a sugerir que era possível considerar que as partículas têm
propriedades de onda.

Princípio da incerteza de Heisenberg 37

01 labor0711_BL1.indd 37 9/9/11 3:03 PM


7 Diminua a intensidade para 10 elétrons/segundo. O padrão agora forma um elétron de cada vez.
Ative a função Persist e observe durante um minuto.
O padrão de difração mudou? Por quê?

Como um único elétron pode sofrer difração?

Ao analisar o padrão de difração completo de um fluxo de partículas, você verá todos os lu-
gares pelos quais espera que as partículas se dispersem. Se iniciar a fonte várias vezes, vai observar
que a primeira partícula nunca é detectada duas vezes no mesmo lugar. Trata-se de uma aplicação
do princípio da incerteza de Heisenberg, que está diretamente associado à medição. Ele leva em
conta a incerteza mínima da posição (x) e a incerteza do momentum (p), utilizando a equação
(x) (p) ≥ h/4. Visto que você já conhece a energia com que a partícula viaja, você pode saber
o momento preciso, mas não a posição. Por conseguinte, não pode prever onde cada partícula vai
colidir.

38 Princípio da incerteza de Heisenberg

01 labor0711_BL1.indd 38 9/9/11 3:03 PM


nome turma data / /

1.10 Espectros de emissão de sódio e


mercúrio

Teoria atômica
Na década de 1800, os cientistas descobriram que, quando uma amostra de gás era excitada por
um campo elétrico alternado, somente uma luz de determinados comprimentos de onda distintos
era emitida. Essa propriedade permitiu o desenvolvimento de técnicas espectroscópicas que podem
ser usadas na identificação e análise de elementos e compostos. Embora os cientistas considerassem
a espectroscopia muito útil, eles não conseguiam explicar por que o espectro não era contínuo. Essa
explicação foi deixada para um físico dinamarquês, Niels Bohr, o primeiro a propor que os níveis de
energia dos elétrons são quantizados e que os elétrons excitados só podem cair para níveis de energia
distintos. Esta atividade ilustra as medições que ajudaram Bohr a desenvolver seu modelo de quan-
tum original, bem como alguns usos práticos dessa ciência pela medição dos espectros de emissão
de mercúrio e de sódio.
Vapor de mercúrio é usado em lâmpadas fluorescentes, e vapor de sódio é usado em iluminação
pública.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Emission Spectra for Sodium and Mercury na lista de ati-
vidades. O programa vai abrir a bancada de química quântica (Quantum). Uma amostra de
sódio gasoso está em um tubo de amostra na bancada do laboratório, e um campo elétrico al-
ternado de 300 V foi aplicado para fazer com que o gás de sódio emita luz. Um espectrômetro
está no lado direito da bancada do laboratório e foi acionado. Você pode separar a luz em
um espectro de emissão, utilizando um prisma óptico ou uma grade de difração. O espectrômetro
é um instrumento concebido para separar a luz emitida nos comprimentos de onda que a
compõem. A janela do detector mostra o saída do espectrômetro.

Espectrômetro

Amostra
de sódio

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2 Clique no botão Visible/Full para visualizar
na janela do detector apenas o espectro visível. Para determinar o comprimento de
Observe que uma linha espectral é muito mais onda, passe o cursor sobre a linha e leia
intensa do que todas as outras. o comprimento de onda no campo x, na
parte inferior da janela do detector.
Qual é a cor e o comprimento de onda (em
nm) dessa linha?

Os astrônomos estão entusiasmados porque as cidades estão trocando a iluminação pública


incandescente comum pela de vapor de sódio, porque eles podem facilmente filtrar o pico em
589 nm e minimizar a poluição luminosa. As lâmpadas incandescentes emitem luz em todos os
comprimentos de onda, o que torna a filtragem impraticável.
3 Para trocar amostras de gás, dê um duplo clique, ou clique e arraste, em campo elétrico (Electric
Field) e coloque-o no balcão do almoxarifado (Stockroom); dê um duplo clique, ou clique e ar-
raste, no tubo da amostra Gas (Na) e coloque-o também no balcão do almoxarifado.
4 Clique em almoxarifado (Stockroom)e entre nele. Clique nas amostras de gases (Gases) na
prateleira de cima (Samples). Clique no cilindro rotulado como Hg para substituir o Na no
tubo da amostra por vapor de mercúrio. Se você apontar para o tubo de amostra de gás com
o cursor, deverá ler Hg.
5 Retorne ao laboratório e arraste o tubo de amostra de gás para fora do balcão do almoxarifado,
colocando-o no centro da mesa. Arraste o campo elétrico e coloque-o no tubo de amostra de
gás. Cuidadosamente, clique no botão logo acima do zero, à esquerda no regulador do campo
elétrico, e altere a voltagem para 300 V. Ative o espectrômetro, clicando no botão vermelho/
verde (On/Off).
6 Como o espectro de mercúrio difere do de sódio?

O vapor de mercúrio é usado nas lâmpadas fluorescentes que você vê na escola e em casa. A
luz emitida não é muito brilhante somente para o vapor de mercúrio, mas, quando os cientistas
examinaram o espectro completo do mercúrio, observaram o que você acabou de verificar. Há uma
enorme emissão na região do raio ultravioleta (UV). Essa luz é às vezes chamada de luz negra. Você
pode tê-la visto em aparatos que brilham no escuro.
Os cientistas revestiram o interior do tubo de vidro das lâmpadas fluorescentes com um com-
posto que vai absorver UV e emitir energia como luz visível em todas as cores do espectro visível.
Todas as cores juntas criam luz branca, razão pela qual as lâmpadas fluorescentes emitem luz
muito branca.
Detergentes para lavar roupa contêm compostos que absorvem os raios UV e emitem luz visível.
Esses compostos permitem que os anunciantes garantam brancos mais brancos e cores mais brilhantes.
Se você já participou de algum evento com luz negra, poderá ter visto suas meias brancas ou camisa
branca “brilharem”.

40 Espectros de emissão de sódio e mercúrio

01 labor0711_BL1.indd 40 9/9/11 3:03 PM


nome turma data / /

2.1 Nomes e fórmulas de compostos


iônicos

Reações e estequiometria
Nesta atividade, você vai entrar no laboratório virtual e preparar uma série de compostos iôni-
cos contendo os cátions Ag+, Pb+, Ca2+, Fe3+ e Cu2+, observar as reações, identificar a cor do composto
formado, e escrever a fórmula química e o nome desses compostos.
1 Inicie o programa Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Names
and Formulas of Ionic Compounds na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de
química inorgânica (Inorganic).
Saída Almoxarifado

Divide Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando na janela no canto superior direito do laboratório.


Uma vez no almoxarifado, clique na caixa de tubos de ensaio (Test Tubes) e arraste um deles
para fora da caixa, colocando-o no suporte metálico no centro do balcão. Em seguida, clique
no frasco contendo solução de íon Ag+ para adicionar seu conteúdo ao tubo, e depois clique em
Done (concluído), na parte inferior do suporte metálico, para enviar o tubo para o laboratório.
Clique na seta verde Return to Lab para retornar ao laboratório.
3 Arraste o tubo de ensaio contendo a solução Ag+ para o suporte metálico. Clique quatro vezes
no botão Divide, na parte inferior (com a seta vermelha grande), para criar mais quatro tubos
de ensaio contendo Ag+. Com um deles no suporte metálico e outros quatro na prateleira azul,
clique no frasco de Na2S localizado na bancada. Observe o que acontece na janela no canto infe-
rior esquerdo. Registre sua observação na tabela a seguir e escreva a fórmula química e o nome
para o produto da reação. Se a solução continuar clara, registre “sem reação”. Após a observação
e o registro, arraste esse tubo para a lixeira vermelha (Clear All) à direita da bancada.

41

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4 Arraste para o suporte de metal um segundo tubo que está na prateleira azul (contendo Ag+).
Adicione Na2SO4 da mesma forma que adicionou Na2S na etapa anterior. Registre suas obser-
vações e descarte o tubo na lixeira vermelha. Use o próximo tubo, agora adicionando NaCl, e
anote suas observações. No tubo seguinte, adicione NaOH e anote suas observações. No último
tubo, adicione Na2CO3 e anote suas observações. Ao terminar, clique na lixeira vermelha para
limpar o laboratório.
5 Retorne ao almoxarifado e repita as etapas 2 a 4 para Pb2+, Ca2+, Fe3+ e Cu2+. Complete a tabela.
Cada célula deve conter uma descrição do que você observou ao misturar os reagentes, bem
como as fórmulas e o nomes corretos de todas as soluções que se alteraram, e também a expres-
são “sem reação” para aquelas que não reagiram ou permaneceram claras. Lembre-se de inserir
algarismos romanos, quando necessário.

Tabela de dados

Ag+ Pb2+ Ca2+ Fe3+ Cu2+

Na2S

(S2–)
Na2SO4

(SO42–)
NaCl

(Cl–)
NaOH

(OH–)
Na2CO3

(CO32–)

Para sair da bancada de química inorgânica, clique em Exit.

42 Nomes e fórmulas de compostos iônicos

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nome turma data / /

2.2 Escrevendo reações de precipitação


balanceadas

Reações e estequiometria
Nesta atividade, você vai entrar no laboratório virtual e preparar uma série de reações de
precipitação usando Ag+, Pb2+ e Sb3+. Após observar as reações, você vai escrever as equações que
representam essas reações e, em seguida, equilibrá-las.
1 Inicie o programa Virtual ChemLab, e clique em Workbook para abri-lo e então selecione Wri-
ting Balanced Precipitation Reactions na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de
química inorgânica (Inorganic).

Alça do monitor de TV Almoxarifado

Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela no canto superior direito do laboratório.


Uma vez dentro do almoxarifado, clique na caixa de tubos de ensaio (Test Tubes) e arraste um
deles para fora da caixa, colocando-o no suporte metálico. Em seguida, clique no recipiente
contendo uma solução de íon Ag+ (trata-se de AgNO3) que está na prateleira para adicionar
seu conteúdo ao tubo de ensaio. Clique em Done, na parte inferior do suporte metálico, para
enviar o tubo para a bancada do laboratório. Repita o procedimento para Pb2+ (Pb(NO3)2 e Sb3+
(Sb(OH)3). Clique na seta verde Return to Lab.
3 Clique na alça acima da tabela periódica e para abaixar o monitor de TV. Passando o mouse
sobre cada tubo de ensaio no suporte, você poderá identificá-lo no monitor. Clique e arraste o
tubo de ensaio contendo a solução Ag+ para o suporte de metal. Observe o que acontece na ja-
nela no canto inferior esquerdo. Clique no frasco do reagente Na2CO3 para adicioná-lo ao tubo
de ensaio no suporte.

43

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Qual é a cor do precipitado? Escreva corretamente a equação balanceada da reação.

Ao terminar suas observações e de escrever a equação, arraste o tubo de ensaio contendo o pre-
cipitado para a lixeira vermelha (Clear All) à direita da bancada do laboratório.
4 Clique e arraste o tubo de ensaio contendo a solução de Pb2+ para o suporte de metal. Clique no
recipiente contendo o reagente NaCl para adicioná-lo ao tubo no suporte.
Qual é a cor do precipitado? Escreva corretamente a equação balanceada da reação.

Ao terminar suas observações e de escrever a equação, arraste o tubo de ensaio contendo o pre-
cipitado para a lixeira vermelha.
5 Clique e arraste o tubo de ensaio contendo a solução de Sb3+ para o suporte de metal. Note que o
antimônio é insolúvel e que você terá uma reação de duplo deslocamento. Clique no recipiente
contendo o reagente Na2S para adicioná-lo ao tubo no suporte.
Qual é a cor do precipitado? Escreva corretamente a equação balanceada da reação.

Para sair da bancada de química inorgânica, clique em Exit.

44 Escrevendo reações de precipitação balanceadas

02 labor0711_BL2.indd 44 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.3 Eletrólitos fortes e fracos


1 Inicie o programa Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Strong and

Reações e estequiometria
Weak Eletrolytes na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulação (Titrations).

Provetas

Torneira
de água
Balança

Lixeira

Agitador Medidor de
condutividade

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela no canto superior esquerdo do laboratório.


Uma vez no almoxarifado, dê duplo clique em três reagentes: NaCl, Na2CO3 (100%) e NaHCO3
(100%), para movê-los para o balcão (ou, se preferir, clique e arraste cada um para as áreas realça-
das). Clique na seta verde Return to Lab para voltar ao laboratório.
3 Para cada sal selecionado no almoxarifado, siga este procedimento: dê duplo clique para trans-
ferir o recipiente para a região realçada próxima da balança (se preferir, clique e arraste para a
região realçada). Clique na gaveta de béqueres (Beakers) e clique e arraste um deles para a região
realçada próxima ao frasco de sal na área da balança. Clique na balança (Balance) para am-
pliar e abra o frasco clicando na tampa para removê-la (Remove Lid). Clique e arraste um papel
de pesagem (Weighing Paper) para colocá-lo na balança; a seguir, tare a balança clicando em
Tare. Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de amostra primeiramente arrastando-a até
a boca do frasco e depois baixando-a pela parte frontal do recipiente. Com isso, serão coletadas
diferentes quantidades de sólido. Selecione a maior amostra possível, arraste a concha até a ba-
lança e deposite seu conteúdo no papel. Isso colocará aproximadamente 1 g de amostra na
balança. Agora arraste o papel de pesagem com a amostra e deposite-a no béquer. Clique na seta
verde Zoom Out para voltar à bancada do laboratório.
Mova o béquer até o agitador (Stir Plate). Apanhe a proveta vazia de 25 mL (25mL Empty) perto
da pia e segure-a embaixo da torneira até encher. Coloque a água no béquer (arraste a proveta

45

02 labor0711_BL2.indd 45 9/9/11 3:08 PM


com água até ele, e, quando ela inclinar, derrame toda a água). Ative o medidor de condutivida-
de (Conductivity Meter) localizado à direita na bancada, coloque a sonda (Conductivity Probe)
na proveta e registre a condutividade da solução na Tabela de dados a seguir. Dê duplo clique no
frasco de sal para retorná-lo ao balcão do almoxarifado. Coloque a proveta na lixeira vermelha.
Repita os mesmos procedimentos para os outros dois reagentes.
4 Ao finalizar o processo com os três reagentes, retorne ao almoxarifado. Dê duplo clique sobre
cada frasco para devolvê-los à prateleira. Obtenha mais três amostras (dois sais e uma solu-
ção): KNO3, NH4Cl e NH3, e retorne ao laboratório. Siga o passo 3 para KNO3 e NH4Cl.
Para a solução de NH3, siga este procedimento: coloque um béquer no agitador. Apanhe a so-
lução de NH3 na prateleira do almoxarifado, arraste-a até a proveta de 25 mL e despeje-a nela.
O recipiente contendo a solução voltará automaticamente para a prateleira no almoxarifado.
Arraste a proveta até o béquer no agitador e transfira a solução de um para o outro. Coloque a
sonda do medidor de condutividade na proveta e registre os dados na tabela.
5 Ao finalizar o processo com os três reagentes, retorne ao almoxarifado. Dê duplo clique sobre
cada frasco para devolvê-los à prateleira. Obtenha mais duas amostras: HCl e HCN. Meça a con-
dutividade de cada solução seguindo o procedimento número 4 e registre os dados na tabela.
Para sair do laboratório de titulação, clique em Exit.

Tabela de dados
NaCl Na2CO3 NaHCO3 KNO3

NH4Cl NH3 HCl HCN

6 Eletrólitos são compostos condutores de eletricidade em soluções aquosas. Quais compostos em


sua tabela são eletrólitos? Quais não são eletrólitos?

7 Alguns desses eletrólitos conduzem eletricidade na forma sólida? Explique.

8 Esses compostos são iônicos ou covalentes? Classifique cada composto na tabela como iônico
ou covalente. Para que um composto seja um eletrólito, o que deve acontecer quando ele se
dissolve em água?

46 Eletrólitos fortes e fracos

02 labor0711_BL2.indd 46 9/9/11 3:08 PM


9 Quando um sólido iônico se dissolve em água, as moléculas de água atraem os íons fazendo com
que se dissociem ou se separem. Os íons dissociados resultantes são partículas eletricamente
carregadas que permitem que a solução conduza eletricidade. As seguintes equações químicas
representam esse fenômeno:
NaCl (s) → Na+ (aq) + Cl– (aq)
Na2CO3 (s) → 2Na+ (aq) + CO32– (aq)
Escreva equações químicas balanceadas como estas para cada eletrólito da tabela de dados.

Reações e estequiometria
10 Examinando as reações químicas dos eletrólitos, por que Na2CO3 tem condutividade maior do
que todos os outros eletrólitos?

Eletrólitos fortes e fracos 47

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02 labor0711_BL2.indd 48 9/9/11 3:08 PM
nome turma data / /

2.4 Reações de precipitação


1 Inicie o programa Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Preci-

Reações e estequiometria
pitation Reactions na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de química inorgânica
(Inorganic).

Saída Almoxarifado

Divide Lixeira

2 Promova a reação dos cátions (na horizontal, acima) com cada um dos ânions (na vertical, à
esquerda) de acordo com a Tabela de dados, usando os procedimentos a seguir.

Tabela de dados
AgNO3 (Ag+) Pb(NO3)2 (Pb2+) Ca(NO3)2 (Ca2+)

Na2CO3 (CO32–) a f k

Na2S (S–) b g l

NaOH (OH–) c h m

Na2SO4 (SO42–) d i n

NaCl (Cl–) e j o

a. Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela no canto superior direito. Uma vez
no almoxarifado, clique na caixa de tubos de ensaio (Test Tubes) e arraste um deles para fora
da caixa, levando-o ao suporte metálico. Em seguida, clique no recipiente contendo uma

49

02 labor0711_BL2.indd 49 9/9/11 3:08 PM


solução de íon Ag+ que está na prateleira para adicionar seu conteúdo ao tubo de ensaio.
Clique em Done, na parte inferior do suporte metálico, para enviar o tubo para a bancada
do laboratório. Clique na seta verde Return to Lab para retornar ao laboratório.
b. Arraste o tubo de ensaio contendo a solução Ag+ para o suporte metálico. Clique quatro
vezes no botão Divide na parte inferior (com a seta vermelha grande) para criar mais
quatro tubos de ensaio contendo Ag+. Com um tubo de ensaio no suporte metálico e
outros quatro na prateleira azul, clique no recipiente de Na2CO3 localizado na prateleira
de reagentes e observe o que acontece na janela no canto inferior esquerdo. Registre sua
observação na tabela na página anterior. Se a solução continuar clara, registre “sem rea-
ção”. Após a observação e o registro, arraste esse tubo para a lixeira vermelha (Clear All) à
direita da bancada do laboratório.
c. Coloque no suporte de metal o segundo tubo que está no suporte azul. Adicione Na2S, re-
gistre suas observações e descarte-o. Prossiga com o terceiro, o quarto e o quinto tubo, mas
adicione NaOH, Na2SO4 e NaCl, respectivamente. Anote suas observações e descarte-os. Ao
terminar, clique na lixeira vermelha para limpar o laboratório.
d. Retorne ao almoxarifado e repita as etapas a a c para cinco tubos de ensaio de Pb2+ e Ca2+.
Registre suas observações na Tabela de dados. Se nenhum precipitado se formar, escreva
“sem reação”.
Para sair da bancada de química inorgânica, clique na porta Exit.
3 O que acontece no espaço d da tabela? Quais outras reações fornecem resultados semelhantes?
É necessário escrever uma equação quando nenhuma reação ocorre? Justifique.

4 Escreva equações balanceadas para todas as reações de precipitação que você observou.
a.
b.
c.
e.
f.
g.
i.
j.
k.
m.

50 Reações de precipitação

02 labor0711_BL2.indd 50 9/9/11 3:08 PM


5 Escreva equações iônicas balanceadas para todas as reações de precipitação que você observou.
a.
b.
c.
e.
f.

Reações e estequiometria
g.
i.
j.
k.
m.

Reações de precipitação 51

02 labor0711_BL2.indd 51 9/9/11 3:08 PM


02 labor0711_BL2.indd 52 9/9/11 3:08 PM
nome turma data / /

2.5 Contagem de átomos e moléculas (I)


1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook. Selecione 2.5 Counting Atoms and

Reações e estequiometria
Molecules na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela, no canto superior direito. Uma vez no
almoxarifado, clique no gabinete de metais (Metals) e clique na gaveta superior para abri-la. Ao
abrir-se, uma placa de Petri aparecerá ao lado do gabinete. Coloque na placa a amostra de ouro
(Au) encontrada na gaveta, clicando duas vezes sobre a amostra ou clicando e arrastando-a até a
placa. Retorne à visualização do almoxarifado clicando na seta verde Zoom Out. Coloque a pla-
ca de Petri no balcão do almoxarifado clicando duas vezes sobre ele, ou clicando e arrastando-a
até a região realçada do balcão. Clique na seta verde Return to Lab para voltar ao laboratório.
3 Arraste a placa de Petri até a região realçada próxima da balança. Clique na balança (Balance)
para ampliar. Arraste um papel de pesagem (Weighing Paper) até o prato da balança, tare-a,
arraste a amostra de ouro para o prato e registre sua massa.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.
Massa =
4 Calcule o número de mols de Au contidos na amostra. Para alguns cálculos, talvez
seja necessário consultar a
5 Calcule o número de átomos de Au contidos na amostra. tabela periódica.

53

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02 labor0711_BL2.indd 54 9/9/11 3:08 PM
nome turma data / /

2.6 Contagem de átomos e moléculas (II)


1 Inicie o programa Virtual ChemLab e selecione 2.6 Counting Atoms and Molecules na lista de

Reações e estequiometria
atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela, no canto superior direito. Uma vez no
almoxarifado, clique no gabinete de metais (Metals) e clique na terceira gaveta para abri-la. Ao
se abrir, uma placa de Petri aparecerá no balcão ao lado do gabinete. Coloque na placa a amostra
de chumbo (Pb) encontrada na gaveta, clicando duas vezes sobre a amostra ou clique e arraste-a
até a placa. Retorne à visualização do almoxarifado clicando na seta verde Zoom Out. Coloque
a placa de Petri no balcão do almoxarifado clicando duas vezes sobre ela ou clicando e arrastan-
do-a até a região realçada do balcão. Clique na seta Return to Lab para voltar ao laboratório.
3 Arraste a placa de Petri até a região realçada próxima da balança. Clique na balança (Balance)
para ampliar. Arraste um papel de pesagem (Weighing Paper) até o prato da balança, tare-a,
arraste a amostra de chumbo para o prato da balança e registre sua massa.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.
Massa =
Para alguns cálculos, talvez
4 Calcule a quantidade de mols de Pb contidos na amostra. seja necessário consultar a
tabela periódica.

55

02 labor0711_BL2.indd 55 9/9/11 3:08 PM


5 Calcule a quantidade de átomos de Pb contidos na amostra.

6 Repita as etapas 2 a 5 para o urânio (primeira gaveta inferior do gabinete de metais do almoxa-
rifado). Registre a massa, a quantidade de mols e de átomos de urânio.
Massa de urânio =
Para alguns cálculos, talvez
Mols de urânio = seja necessário consultar a
tabela periódica.
Átomos de urânio =

56 Contagem de átomos e moléculas (II)

02 labor0711_BL2.indd 56 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.7 Contagem de átomos e moléculas (III)


1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook. Selecione 2.7 Counting Atoms

Reações e estequiometria
and Molecules na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria
(Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela, no canto superior direito. Uma vez no
almoxarifado, clique no gabinete de metais (Metals) e na primeira gaveta para abri-la. Ao se
abrir, uma placa de Petri aparecerá ao lado do gabinete. Coloque na placa a amostra de érbio
(Er) encontrada na gaveta, clicando duas vezes sobre a amostra ou clicando e arrastando-a
até a placa. Retorne à visualização do almoxarifado clicando na seta verde Zoom Out. Co-
loque a placa de Petri no balcão do almoxarifado clicando duas vezes sobre ela ou clicando
e arrastando-a até a região realçada do balcão. Clique na seta verde Return to Lab para
voltar ao laboratório.
3 Arraste a placa de Petri até a região realçada próxima da balança. Clique na balança (Balance)
para ampliar. Arraste um papel de pesagem (Weighing Paper) até o prato da balança, tare-a,
arraste a amostra de érbio para o prato da balança e registre a massa.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.
4 Calcule a quantidade de mols e de átomos de érbio e regis-
tre os resultados na tabela a seguir. Para alguns cálculos, talvez
seja necessário consultar a
5 Repita os passos 2 a 4 para o sódio, tungstênio e um metal tabela periódica.
de sua escolha.

57

02 labor0711_BL2.indd 57 9/9/11 3:08 PM


Tabela de dados
Érbio (Er) Sódio (Na) Tungstênio (W) Sua escolha

Massa (gramas)

Massa molar (g/mol)

Átomos de
cada elemento

58 Contagem de átomos e moléculas (III)

02 labor0711_BL2.indd 58 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.8 Contagem de átomos e moléculas (IV)


1 Inicie o programa Virtual ChemLab, clique em Workbook e então selecione 2.8 Counting Atoms and

Reações e estequiometria
Molecules na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando


Você também pode clicar duas vezes no
na janela, no canto superior direito. Uma vez
recipiente da prateleira para movê-lo
no almoxarifado, clique no frasco de cloreto
para o balcão. E pode usar as setas azuis
de sódio (NaCl) na prateleira de sais (Salts)
à esquerda e à direita para visualizar
e arraste-o até o balcão. Clique na seta verde
outros recipientes.
Return to Lab para voltar ao laboratório.
3 Arraste o frasco para a região realçada próxima
da balança (Balance) e clique nela para ampliar. Arraste um papel de pesagem (Weighing Paper)
para o prato da balança e depois tare-a até a leitura de 0.0000 g. Clique na tampa do frasco para
removê-la (Remove Lid).
4 Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de amostra primeiramente arrastando-a até a boca do
frasco e depois baixando-a pela parte frontal do recipiente. Com isso, serão coletadas diferentes quan-
tidades de sólido. Selecione a maior amostra possível e arraste a colher para o papel na balança até
o lugar certo para derramar o conteúdo. Isso colocará aproximadamente 1 g de amostra na balança.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.
Registre a massa da amostra.
Massa =

59

02 labor0711_BL2.indd 59 9/9/11 3:08 PM


5 Calcule a quantidade de mols de NaCl contidos na amostra.

6 Calcule a quantidade de mols de cada elemento em NaCl.

7 Calcule a quantidade de átomos de cada elemento em NaCl.

Para alguns cálculos, talvez


seja necessário consultar a
tabela periódica.

60 Contagem de átomos e moléculas (IV)

02 labor0711_BL2.indd 60 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.9 Contagem de átomos e moléculas (V)


1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione 2.9 Counting Atoms

Reações e estequiometria
and Molecules na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).
Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clican-


Você também pode clicar duas vezes no
do na janela, no canto superior direito. Uma
recipiente da prateleira para movê-lo
vez no almoxarifado, clique no frasco conten-
para o balcão. E pode usar as setas azuis
do açúcar (sucrose, C12H22O11), localizado na
à esquerda e à direita para visualizar
prateleira de substâncias orgânicas (Organics),
outros recipientes.
e arraste-o até o balcão. Clique na seta verde
Return to Lab para voltar ao laboratório.
3 Arraste o frasco para a região realçada próxima da balança e clique na balança (Balance) para
ampliar. Arraste um papel de pesagem (Weighing Paper) para o prato da balança e depois
tare-a até a leitura de 0.0000 g. Clique na tampa do frasco para removê-la (Remove Lid).
4 Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de amostra primeiramente arrastando-a até a boca
do frasco e depois baixando-a pela parte frontal do recipiente. Com isso, serão coletadas dife-
rentes quantidades de sólido. Selecione a maior amostra possível, arraste a colher para o papel
na balança até o lugar certo para derramar o conteúdo. Isso colocará aproximadamente 1 g de
amostra na balança. Registre a massa da amostra na tabela na página seguinte.
5 Repita os passos 2 a 4 para NH4Cl (cloreto de amônio), localizado na prateleira de sais (Salts), e
registre a massa na tabela de dados e resultados.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.

61

02 labor0711_BL2.indd 61 9/9/11 3:08 PM


6 Calcule a quantidade de mols de C12H22O11 contidos na primeira amostra e registre seus resulta-
dos na tabela de dados e resultados.
Para alguns cálculos, talvez
seja necessário consultar a
tabela periódica.

7 Calcule a quantidade de mols de cada elemento em C12H22O11 e registre seus resultados na tabela
de dados e resultados.

8 Calcule a quantidade de átomos de cada elemento em C12H22O11 e registre seus resultados na


Tabela de dados.

9 Repita os passos 6 a 8 para NH4Cl e registre seus resultados na Tabela de dados.


10 Qual dos compostos contém maior número de átomos?

Tabela de dados
C12H22O11 NH4Cl

Massa (gramas)

Massa molar (g/mol)

Mols de composto

Mols de cada elemento

Átomos de cada elemento

62 Contagem de átomos e moléculas (V)

02 labor0711_BL2.indd 62 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.10 Contagem de prótons, nêutrons e


elétrons (I)

Reações e estequiometria
1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione 2.10 Counting Pro-
tons, Neutrons, and Electrons na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calori-
metria (Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela, no canto superior direito. Uma vez
no almoxarifado, clique no gabinete de metais (Metals) e abra a terceira gaveta clicando nela.
Quando a gaveta se abre, uma placa de Petri aparecerá no balcão ao lado do gabinete. Coloque
na placa a amostra de escândio (Sc) que está na gaveta, clicando duas vezes sobre a amostra ou
clicando e arrastando-a até a placa. Retorne à visualização do almoxarifado clicando na seta
verde Zoom Out. Coloque a placa de Petri no balcão do almoxarifado clicando duas vezes
sobre ela ou clicando e arrastando-a até o balcão. Clique na seta verde Return to Lab para
voltar ao laboratório.
3 Arraste a placa de Petri até a região realçada próxima da balança. Clique na balança (Balance)
para ampliar. Arraste uma tira de papel de pesagem (Weighing Paper) até o prato da balança,
tare-a e arraste a amostra de escândio para o prato da balança.
Para sair da bancada de calorimetria, clique em Exit.
Registre a massa da amostra.
Massa =

63

02 labor0711_BL2.indd 63 9/9/11 3:08 PM


4 Calcule a quantidade de mols de Sc contidos na amostra.
Para alguns cálculos, talvez
seja necessário consultar a
tabela periódica.

5 Calcule a quantidade de átomos de Sc contidos na amostra.

6 45
Sc é o único isótopo de escândio que ocorre naturalmente.
Quantos prótons, nêutrons e elétrons existem em um átomo de 45Sc?

7 Calcule o número de prótons, nêutrons e elétrons na amostra de escândio que você pesou, se
ela for 100% 45Sc.

64 Contagem de prótons, nêutrons e elétrons (I)

02 labor0711_BL2.indd 64 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.11 Contagem de prótons, nêutrons e


elétrons (II)

Reações e estequiometria
1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione 2.11 Counting Pro-
tons, Neutrons, and Electrons na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calori-
metria (Calorimetry).

Almoxarifado

Balança
Lixeira

2 Entre no almoxarifado (Stockroom), clicando na janela, no canto superior direito. Uma vez
no almoxarifado, clique no gabinete de metais (Metals) e abra a gaveta superior clicando nela.
Quando a gaveta se abre, uma placa de Petri aparecerá no balcão ao lado do gabinete. Coloque
na placa a amostra de bismuto (Bi) que está na gaveta, clicando duas vezes sobre a amostra ou
clicando e arrastando-a até a placa. Retorne à visualização do almoxarifado clicando na seta
verde Zoom Out. Coloque a placa de Petri no balcão do almoxarifado clicando duas vezes
sobre ela ou clicando e arrastando-a até o balcão. Clique na seta verde Return to Lab para
voltar ao laboratório.
3 Arraste a placa de Petri até a região realçada próxima da balança. Clique na balança (Balance)
para ampliar. Arraste o papel de pesagem (Weighing Paper) até o prato da balança, tare-a e ar-
raste a amostra de bismuto para o prato da balança.
Para sair da bancada de calorimetria clique em Exit.
Registre a massa da amostra.
Massa =

65

02 labor0711_BL2.indd 65 9/9/11 3:08 PM


4 Calcule a quantidade de mols de Bi contidos na amostra.
Para alguns cálculos, talvez
seja necessário consultar a
tabela periódica.

5 Calcule a quantidade de átomos de Bi contidos na amostra.

6 209
Bi é o único isótopo de bismuto que ocorre naturalmente.
Quantos prótons, nêutrons e elétrons existem em um átomo de 209Bi?

7 Quantos prótons, nêutrons e elétrons existem em um átomo de 209Bi5+?

8 Calcule o número de prótons, nêutrons e elétrons na amostra de Bi5+ que tenha a mesma
209

massa da amostra de bismuto que você pesou.

 78 elétrons 
8.69 × 102 íons 209 Bi5+   = 6.78 × 1024 elétrons
1 íon 209 Bi5+ 

66 Contagem de prótons, nêutrons e elétrons (II)

02 labor0711_BL2.indd 66 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.12 Criando uma solução de molalidade


conhecida

Reações e estequiometria
Nesta atividade, você vai pesar uma amostra de NH4Cl sólido e criar uma solução de molalidade
conhecida.
1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione Creating a Solution
of Known Molality na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulação (Titrations).

Papel de
Frasco pesagem

Água

Balança

Lixeira

Colher

Béquer vazio Agitador

2 No laboratório, você vai encontrar um frasco de cloreto de amônio (NH4Cl) ao lado da balança
e um béquer vazio no agitador. Arraste o béquer até a região realçada próxima da balança e cli-
que na área da balança (Balance) para ampliar a imagem. Coloque o béquer na balança e tare-a.
Clique na seta verde Zoom Out para voltar ao laboratório.
3 Arraste o béquer até a pia e encha-o com água até aproximadamente um quarto. Recoloque
o béquer na balança e clique nela para ampliar. Registre a massa da água na Tabela de dados.
Transfira o béquer da balança para a região realçada à direita.
4 Coloque um papel de pesagem (Weighing Paper) na balança e tare-a. Abra o frasco clicando na
tampa (Remove Lid). Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de amostra primeiramente
arrastando-a até a boca do frasco e depois baixando-a pela parte frontal do recipiente. Com isso,
serão coletadas diferentes quantidades de sólido. Selecione a maior amostra possível e arraste a
colher para o papel na balança até o lugar certo para derramar o conteúdo. Isso colocará apro-
ximadamente 1 g de amostra na balança. Repita com uma segunda colher (Scoop). Registre a
massa de NH4Cl na Tabela de dados.

67

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5 Arraste o papel de pesagem até o béquer de água e adicione a amostra de NH4Cl à água para
preparar uma solução aquosa de NH4Cl.
Para sair do laboratório de titulação, clique em Exit.
6 Determine a massa, em quilogramas, de solvente (água) na proveta e registre os dados na Tabela
de dados.
7 Determine a quantidade de mols de NH4Cl na amostra e registre os dados na Tabela de dados.

Tabela de dados
Massa de NH4Cl

Mols de NH4Cl

Massa da água

kg de água

8 A molalidade é calculada pela fórmula:

massa de soluto
mols de soluto massa molar de soluto
molalidade = =
kg de solvente kg de solvente
ou
msoluto
N M soluto
bsoluto = soluto =
msolvente msolvente

Calcule a molalidade da solução de NH4Cl em unidades de mol/kg.

68 Criando uma solução de molalidade conhecida

02 labor0711_BL2.indd 68 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.13 Criando uma solução de molaridade


conhecida

Reações e estequiometria
Nesta atividade, você vai pesar uma amostra de bicarbonato de sódio (NaHCO3) e criar uma
solução de molaridade conhecida.
1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione Creating a Solution of
Known Molarity na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulação (Titrations).

Papel de
Frasco pesagem Proveta de 50 mL

Água

Balança

Lixeira

Colher

Béquer vazio Agitador

2 No laboratório, você vai encontrar um frasco de bicarbonato de sódio (NaHCO3) ao lado da ba-
lança e um béquer vazio no agitador. Arraste o béquer até a região realçada próxima da balança,
clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, coloque um papel de pesagem (Weighing
Paper) na balança e tare-a. Clique na seta verde Zoom Out para voltar ao laboratório.
3 Clique na tampa para abrir o frasco (Remove lid). Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de
amostra primeiramente arrastando-a até a boca do frasco e depois baixando-a pela parte fron-
tal do recipiente. Com isso, serão coletadas diferentes quantidades de sólido. Selecione a maior
amostra possível e arraste a colher para o papel na balança até o lugar certo para derramar o
conteúdo. Isso colocará aproximadamente 1 g de amostra na balança. Repita com uma segunda
colher. Registre a massa de NaHCO3 na Tabela de dados.
4 Arraste o papel de pesagem até o béquer e adicione a amostra de NaHCO3. Clique na seta verde
Zoom Out para retornar ao laboratório.

69

02 labor0711_BL2.indd 69 9/9/11 3:08 PM


5 Arraste o béquer até a proveta de 50 mL (a maior) ao lado da pia e despeje a amostra nela.
Segure a proveta sob a torneira até enchê-la com água para preparar uma solução aquosa de
NaHCO3. (Quando estiver cheia, a proveta automaticamente voltará ao seu lugar.) Note que o
sólido é adicionado e dissolvido antes que o volume seja medido ao se preparar uma solução
molar. Químicos normalmente usam um balão volumétrico para preparar soluções molares,
mas isso não está disponível na simulação.
Para sair da bancada de titulação, clique em Exit.
6 Determine o volume, em litros, de solução na proveta e registre os dados na Tabela de dados.
7 Determine a quantidade de mols de NaHCO3 na amostra e registre os dados na Tabela de dados.

Tabela de dados
Massa de NaHCO3

Mols de NaHCO3

Litros de solução

8 A molaridade é calculada pela fórmula:

massa de soluto
mols de soluto massa molar de soluto
molaridade = =
L de solvente L de solvente
ou
msoluto Para alguns cálculos, talvez
N M soluto seja necessário consultar a
solluto
= soluto =
Vsolvente Vsolvente tabela periódica.

Calcule a molaridade da solução de NaHCO3 em unidades de mol/L.

70 Criando uma solução de molaridade conhecida

02 labor0711_BL2.indd 70 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

2.14 Convertendo concentrações para


diferentes unidades

Reações e estequiometria
Ocasionalmente, quando se preparam soluções em laboratório, é conveniente fazer uma solução
com determinada unidade de concentração, como a molaridade, e depois converter essa concentração
para uma unidade diferente. Nesta atividade, você vai preparar uma solução de bicarbonato de sódio de
determinada molaridade e depois convertê-la para molalidade, porcentagem de massa e fração molar.
1 Inicie o programa Virtual ChemLab e clique em Workbook e então selecione Converting Con-
centrations to Different Units na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulação
(Titrations).
Papel de
Frasco pesagem Proveta de 50 mL

Água

Balança

Lixeira

Colher

Béquer vazio Agitador

2 No laboratório, você encontrará um frasco de bicarbonato de sódio (NaHCO3) ao lado da ba-


lança e um béquer vazio no agitador. Arraste o béquer até a região realçada próxima da balança,
clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, coloque um papel de pesagem (Weighing
Paper) nela e tare-a.
3 Clique na tampa para abrir o frasco (Remove Lid). Apanhe a colher (Scoop) e retire um pouco de
amostra primeiramente arrastando-a até a boca do frasco e depois baixando-a pela parte frontal
do recipiente. Com isso, serão coletadas diferentes quantidades de sólido. Selecione a maior amos-
tra possível e arraste a colher para o papel na balança até o lugar correto, e derrame o conteúdo.
Isso colocará aproximadamente 1 g de amostra na balança. Repita esse processo mais seis vezes,
até que haja aproximadamente 7.0 g de amostra. Registre a massa de NaHCO3 na Tabela de dados.
4 Arraste o papel de pesagem até o béquer e adicione a amostra de NaHCO3. Clique na seta verde
Zoom Out para retornar ao laboratório.

71

02 labor0711_BL2.indd 71 9/9/11 3:08 PM


5 Arraste o béquer até a proveta de 50 mL (a maior) ao lado da pia e despeje a amostra nele.
Segure a proveta sob a torneira até enchê-la com água para preparar uma solução aquosa
de NaHCO3. (Quando estiver cheia, a proveta automaticamente voltará ao seu lugar.) Note
que o sólido é adicionado e dissolvido antes que o volume seja medido ao se preparar uma
solução molar. Químicos normalmente usam um balão volumétrico para preparar soluções
molares, mas isso não está disponível na simulação. Registre o volume da solução, em L, na
Tabela de dados.
Para sair da bancada de titulação, clique em Exit.
6 Calcule a quantidade de mols de NaHCO3 na amostra e registre os dados na Tabela de dados.

Tabela de dados
Massa de NaHCO3

Mols de NaHCO3

Volume (L) de NaHCO3

7 A molaridade é calculada pela fórmula:

massa de soluto
mols de soluto massa molar de soluto
molaridade = =
L de solvente L de solvente
ou
msoluto Para alguns cálculos, talvez
N M soluto seja necessário consultar a
solluto
= soluto = tabela periódica.
Vsolvente Vsolvente

Calcule a molaridade da solução de NaHCO3 em unidades de mol/L.

8 Se a densidade da solução é 1.047 g/mL, calcule a molalidade da solução em unidades de mol/kg.

9 Calcule o percentual de massa do bicarbonato de sódio na solução.

10 Calcule a fração molar do bicarbonato de sódio na solução.

72 Convertendo concentrações para diferentes unidades

02 labor0711_BL2.indd 72 9/9/11 3:08 PM


nome turma data / /

3.1 Endotérmico versus exotérmico


Em vários processos químicos, como nas reações e dissoluções de sais, o calor é absorvido ou
liberado. Esses processos são denominados endotérmicos (quando há absorção de calor) ou exotér-
micos (quando há liberação de calor). É comum detectar esses eventos de absorção ou liberação de
calor por meio da medição da variação de temperatura associada ao processo. Nesta atividade, você
vai dissolver diversos sais em água, medir a variação de temperatura resultante e, em seguida, iden-
tificar a natureza do processo.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Endothermic vs.

Termodinâmica
Exothermic na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).
2 Há um frasco de cloreto de sódio (NaCl) na bancada do laboratório e um papel de pesagem na
balança, contendo aproximadamente 2 g de NaCl.
3 O calorímetro está na bancada do laboratório, já contendo 100 mL de água. Clique em Lab book
para abri-lo. Certifique-se de que o agitador do calorímetro está ligado (você deve ver a haste
girando). Na janela do termômetro, clique em Save para começar a registrar os dados. Aguarde
de 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água.

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra na Haste Calorímetro Mostrador do


balança calorímetro

4 Clique no papel de pesagem contendo a amos-


tra e arraste-o para o calorímetro, até o local Você pode clicar no relógio na parede
exato onde ocorrerá o despejamento da amos- identificado como Accelerate, para acele-
tra. Observe a variação de temperatura até que rar o tempo de laboratório.
ela atinja o pico (máximo ou mínimo),

73

03 labor0711_BL3.indd 73 9/9/11 3:10 PM


e depois registre os dados por mais 20 a 30 segundos. Clique em Stop para suspender a grava-
ção dos dados. Um link de dados azul aparecerá no Lab book. Clique nele para ver os dados e
registre na Tabela de dados a temperatura antes de adicionar o NaCl e as temperaturas máxima
ou mínima atingida após a adição da amostra.
5 Clique na lixeira vermelha para limpar o la-
boratório (Cleanup Lab Bench) e, em seguida, Se preferir, inicie o Virtual ChemLab,
clique no balcão ao fundo para entrar no al- entre na porta de química geral (General
moxarifado (Stockroom). Clique na prancheta, Chemistry Laboratory) e clique na ban-
selecione o item 7 e repita a experiência com cada de calorimetria (Calorimetry); em
NaNO3. Registre as temperaturas inicial e final seguida, entre no almoxarifado, clique
na Tabela de dados. na prancheta e selecione o item 7.

6 Clique na lixeira vermelha para limpar o laboratório e depois entre no almoxarifado. Em se-
guida, clique na prancheta, selecione o item 8 e repita a experiência com NaCH3COO (NaAc).
Registre as temperaturas inicial e final na Tabela de dados.

Tabela de dados
Mistura T1 T2 T = T2 - T1

NaCl (s) + H2O (l)

NaNO3 (s) + H2O (l)

NaCH3COO + H2O (l)

Use os dados da experiência para responder às seguintes perguntas.


7 Calcule T (T = T2 – T1) para cada mistura e registre os resultados na Tabela de dados.
8 Um processo exotérmico libera calor (aquece). Um processo endotérmico absorve calor (resfria).
Quais reações são endotérmicas e quais são exotérmicas? Qual é o sinal da variação de entalpia
(H) em cada caso?

9 Quais soluções apresentaram pouca ou nenhuma variação de temperatura?

74 Endotérmico versus exotérmico

03 labor0711_BL3.indd 74 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.2 Entalpia de solução: NH4NO3


Você já usou uma daquelas compressas frias instantâneas que se parecem com uma bolsa plás-
tica cheia de líquido? Basta socá-la e agitá-la para que fique extremamente gelada, mas por que isso
ocorre? O líquido no interior da bolsa fria é água e, dentro da água, há outro saco ou tubo plástico
contendo fertilizante NH4NO3. Ao socar o pacote, você quebra o tubo, fazendo com que a água se
misture com o fertilizante. O processo de dissolver um sal, como o NH4NO3, na água é chamado de
dissolução, e o calor associado a esse processo é chamado de entalpia de solução. Nesta atividade,
você vai dissolver uma amostra de NH4NO3 em água e, depois de medir a variação de temperatura,

Termodinâmica
poderá calcular a entalpia de solução dessa amostra.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então e selecione Enthalpy of
Solution: NH4NO3 na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria
(Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra na Haste Calorímetro Mostrador do


balança calorímetro

2 Haverá um frasco de nitrato de amônia (NH4NO3) na bancada do laboratório e um papel de pe-


sagem na balança, contendo aproximadamente 2 g de NH4NO3. Registre a massa da amostra na
Tabela de dados. Se a letra na balança estiver muito pequena, clique nela para ampliar. Retorne
ao laboratório (Zoom Out) após registrar a massa.
3 O calorímetro estará na bancada do laboratório, contendo 100 mL de água. Clique em Lab book
para abri-lo. Certifique-se de que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Na
janela do termômetro, clique em Save para começar a registrar os dados. Aguarde de 20 a 30
segundos para obter a temperatura basal da água.

75

03 labor0711_BL3.indd 75 9/9/11 3:10 PM


4 Clique no papel de pesagem contendo a amos-
tra e arraste-o para o calorímetro até a posi- Você pode clicar no relógio na parede
ção exata onde ocorrerá o despejamento da identificado como Accelerate, para acele-
amostra no calorímetro. Observe a variação de rar o tempo de laboratório.
temperatura até que atinja o pico (máximo ou
mínimo) e depois registre os dados por mais 20 a 30 segundos. Clique em Stop para suspender
a gravação dos dados. Um link de dados azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na
Tabela de dados a temperatura antes de adicionar o NH4NO3 e a temperatura máxima ou míni-
ma atingida após a adição da amostra.

Tabela de dados
Mistura Massa Tinicial Tfinal

NH4NO3(s) + H2O (l)

5 Calcule T (T = Tinicial – Tfinal) para o processo de dissolução.


6 Um processo exotérmico libera calor (aquece) e um processo endotérmico absorve calor (resfria).
A adição de NH4NO3 à água é um processo endotérmico ou exotérmico? Qual é o sinal da va-
riação de entalpia (H)?
7 Determine quantos mols de NH4NO3 há na amostra. A massa molecular do NH4NO3 é 80 g/mol.

8 O calor absorvido ou perdido pela água pode ser calculado por q = mCáguaT. Suponha que a
densidade da água seja 1 g/mL.
Calcule a massa m da água e a substitua na fórmula. Lembre que T é a variação de temperatura
da água e Cágua é a capacidade de calor específico da água [4.184 J/(g · K)].Qual é o calor absor-
vido ou perdido, em J, pela água?

9 O calor transferido de/para NH4NO3 pode ser dividido pela quantidade de mols de NH4NO3
para obter o calor molar de solução para essa substância.
Qual é o calor molar de solução, em kJ, de NH4NO3?

76 Entalpia de solução: NH4NO3

03 labor0711_BL3.indd 76 9/9/11 3:10 PM


10 Se o valor aceito para o calor de solução é 25.69 kJ/mol, calcule o erro percentual.

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
Este experimento não considera que todas as condições são as condições de estado padrão; por-
tanto, você está calculando Hsol e não H°sol.

Termodinâmica

Entalpia de solução: NH4NO3 77

03 labor0711_BL3.indd 77 9/9/11 3:10 PM


03 labor0711_BL3.indd 78 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.3 Calor específico do alumínio


Em um dia ensolarado, a água em uma piscina pode aquecer um ou dois graus Celsius, enquan-
to o concreto ao redor pode ficar quente demais para pés descalços. Isso pode parecer estranho, já
que a água e o concreto são aquecidos pela mesma fonte – o Sol. Essa evidência sugere que é necessá-
rio mais calor para elevar a temperatura de algumas substâncias do que outras, o que é verdadeiro. A
quantidade de calor requerida para elevar a temperatura de 1 g de uma substância em 1 grau Celsius
(ou 1 kelvin) é chamada de capacidade calorífica específica ou calor específico. A água, por exemplo,
tem um calor específico de 4.18 J/(g · K). Esse valor é alto em comparação com os calores específicos

Termodinâmica
de outros materiais, como concreto ou metais. Nesta atividade, você vai usar um calorímetro simples
e seu conhecimento sobre o calor específico da água para medir o calor específico do alumínio (Al).
1 Inicie o Virtual ChemLab, selecione The Specific Heat of Al na lista de atividades. O programa vai
abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Forno

Amostra na Haste Mostrador do


balança calorímetro

2 Clique em Lab book para abri-lo. Registre a massa de Al que está na balança. Se a letra estiver
pequena demais para ler, clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, registre a massa
de Al na Tabela de dados a seguir e retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 Retire a amostra de Al do prato da balança e coloque-a no forno (Oven). Clique na porta do
forno para fechá-la. O forno está ajustado para aquecer a 200 °C.
4 O calorímetro contém 100 ml de água. A densidade da água a 25 °C é 0.998 g/mL. Use-a para
determinar a massa de água a partir do volume e registre ambos na Tabela de dados.

79

03 labor0711_BL3.indd 79 9/9/11 3:10 PM


Certifique-se de que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Clique na janela
do termômetro para trazê-la à frente e clique em Save para começar a registrar os dados.
Aguarde de 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água. Você pode observar a
temperatura no calorímetro em função do tempo usando a janela do gráfico.
5 Clique no forno para abri-lo. Clique na amos-
tra quente de Al e arraste-a para fora do forno Você pode clicar no relógio na parede
até o calorímetro, até o ponto onde o calorí- identificado como Accelerate, para acele-
metro se abre, e então solte-a. Clique nas jane- rar o tempo de laboratório.
las do termômetro e do gráfico para trazê-las
de volta à frente, observe a variação de temperatura no gráfico até que atinja um valor constante
e aguarde mais 20 ou 30 segundos. Clique em Stop na janela da temperatura. Um link de dados
azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na Tabela de dados a temperatura antes de
adicionar o Al e a temperatura máxima atingida após a adição da amostra (lembre-se de que a
água vai começar a esfriar depois de atingir a temperatura de equilíbrio).

Tabela de dados
Al

Massa de metal (g)

Volume de água (mL)

Massa de água (g)

Temperatura inicial da água (°C)

Temperatura inicial do metal (°C)

Temperatura máxima da água + metal (°C)

6 Calcule a variação de temperatura da água (Tágua).

7 Calcule o calor (q), em J, adquirido pela água usando a seguinte equação:


qágua = mágua × Tágua × cágua, dado que cágua = 4.184 J/(g · K)

8 Calcule as variações de temperatura do alumínio (TAl).

80 Calor específico do alumínio

03 labor0711_BL3.indd 80 9/9/11 3:10 PM


9 Lembrando-se de que o calor obtido pela água é igual ao calor perdido pelo metal, calcule o
calor específico do alumínio em J/(g · K).
Qmetal
Qágua =−Q metal = mAl × ∆TAl × c Al e c Al =
(mmetal )(∆Tmetal )

10 Calcule o erro percentual no valor de calor específico que você determinou experimentalmente.
O valor aceito para Al é 0.903 J/(g · K).

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

Termodinâmica
erro percentual =

Calor específico do alumínio 81

03 labor0711_BL3.indd 81 9/9/11 3:10 PM


03 labor0711_BL3.indd 82 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.4 Calor específico do chumbo


Em um dia ensolarado, a água em uma piscina pode aquecer um ou dois graus Celsius, enquan-
to o concreto ao redor pode ficar quente demais para pés descalços. Isso pode parecer estranho, já
que a água e o concreto são aquecidos pela mesma fonte – o Sol. Essa evidência sugere que é necessá-
rio mais calor para elevar a temperatura de algumas substâncias do que outras, o que é verdadeiro. A
quantidade de calor requerida para elevar a temperatura de 1 g de uma substância em 1 grau Celsius
(ou 1 kelvin) é chamada de capacidade calorífica específica ou calor específico. A água, por exemplo,
tem um calor específico de 4.18 J/(g · K). Esse valor é alto em comparação com os calores específicos

Termodinâmica
de outros materiais, como concreto ou metais. Nesta atividade, você vai usar um calorímetro simples
e seu conhecimento sobre o calor específico da água para medir o calor específico do chumbo (Pb).
1 Inicie o Virtual ChemLab, selecione The Specific Heat of Pb na lista de atividades. O programa
vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Forno

Amostra na Haste Calorímetro Mostrador do


balança calorímetro

2 Clique em Lab book para abri-lo. Registre a massa de Pb que está na balança. Se a letra estiver
pequena demais para ler, clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, registre a massa
de Pb na Tabela de dados a seguir e retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 Retire a amostra de Pb do prato da balança e coloque-a no forno (Oven). Clique na porta do
forno para fechá-la. O forno está ajustado para aquecer a 200°C.
4 O calorímetro já contém 100 mL de água. A densidade da água a 25 °C é 0.998 g/mL. Use-a para
determinar a massa de água a partir do volume e registre ambos na Tabela de dados.

83

03 labor0711_BL3.indd 83 9/9/11 3:10 PM


Certifique-se de que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Clique na janela
do termômetro para trazê-la à frente e clique Save para começar a registrar os dados. Aguarde
de 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água. Você pode observar a temperatura
no calorímetro em função do tempo usando a janela do gráfico.
5 Clique no forno para abri-lo. Clique na amos-
Você pode clicar no relógio na parede
tra quente de Pb e arraste-a para fora do forno
identificado como Accelerate, para acele-
até o calorímetro, justamente no ponto onde
rar o tempo de laboratório.
abre a tampa, e solte-a. Clique nas janelas do
termômetro e do gráfico para trazê-las de volta
à frente, observe a variação de temperatura no gráfico até que atinja um valor constante e aguar-
de mais 20 ou 30 segundos. Clique em Stop na janela da temperatura. Um link de dados azul
aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na Tabela de dados a temperatura antes de adicio-
nar o Pb e a temperatura máxima atingida após a adição da amostra (lembre-se de que a água
vai começar a esfriar depois de atingir a temperatura de equilíbrio).

Tabela de dados
Pb

Massa de metal (g)

Volume de água (mL)

Massa de água (g)

Temperatura inicial da água (°C)

Temperatura inicial do metal (°C)

Temperatura máxima da água + metal (°C)

6 Calcule a variação de temperatura da água (Tágua).

7 Calcule o calor (Q), em J, adquirido pela água usando a seguinte equação:


Qágua = mágua × Tágua × cágua, dado que cágua = 4.184 J/(g · K)

8 Calcule as variações de temperatura do chumbo (TPb).

84 Calor específico do chumbo

03 labor0711_BL3.indd 84 9/9/11 3:10 PM


9 Lembrando-se de que o calor obtido pela água é igual ao calor perdido pelo metal, calcule o
calor específico do chumbo em J/(g · K).
Qmetal
Qágua =−Q metal = mPb × ∆TPb × c Pb e c Al =
(mmetal )(∆Tmetal )

10 Calcule o erro percentual no valor de calor específico que você determinou experimentalmente.
O valor aceito para Pb é 0.130 J/(g · K).

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

Termodinâmica
erro percentual =

Calor específico do chumbo 85

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03 labor0711_BL3.indd 86 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.5 Calor de combustão: gordura de


frango
O calor de combustão (Hcomb) é o calor de reação da queima completa (reagindo com O2)
de um mol de uma substância para formar CO2 e H2O. Experimentos de calorimetria que medem
o calor de combustão podem ser realizados em volume constante, usando um aparelho chamado
calorímetro de bomba. Nesse tipo de calorímetro, a amostra é queimada em uma câmara de volume
constante, na presença de oxigênio a alta pressão. O calor que é liberado aquece a água ao redor da câ-

Termodinâmica
mara. Medindo o aumento de temperatura da água, é possível calcular a quantidade de calor liberado
durante a reação de combustão. Nesta atividade você vai calcular o calor de combustão da gordura de
frango. O calorímetro já foi calibrado pela combustão do ácido benzoico.
1 Inicie o Virtual ChemLab, selecione Heat of Combustion: Chicken Fat na lista de atividades. O
programa vai abri a bancada de calorimetria (Calorimetry), com o calorímetro de bomba desa-
tivado e com suas partes separadas. Também há, na balança, uma amostra de gordura de frango
no copo do calorímetro (a tara do copo já foi devidamente descontada).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Copo do calorímetro Cabeça da bomba Tampa Bomba do Calorímetro


com amostra na balança do calorímetro de rosca calorímetro de bomba

2 Clique em Lab book para abri-lo.


3 Registre a massa da gordura de frango que está na balança. Se não conseguir lê-la, clique na
balança (Balance) para ampliar a imagem, registre a massa na Tabela de dados a seguir e retorne
ao laboratório (Zoom Out).

87

03 labor0711_BL3.indd 87 9/9/11 3:10 PM


4 Dê um duplo clique nos seguintes itens (em Experimentos de combustão podem le-
ordem numérica) para montar o calorímetro: var um tempo considerável. Você pode
(1) copo (Cup) sobre o prato da balança, (2) clicar no relógio na parede identificado
cabeça da bomba (Bomb Head), (3) tampa de como Accelerate, para acelerar o tempo
rosca (Screw Cap) e (4) bomba (Bomb). Clique de laboratório.
na tampa do calorímetro para fechá-lo (Close).
5 Clique no painel de controle (Control Panel) da bomba e na janela do gráfico para trazê-los à
frente. Clique no botão Save do painel de controle para salvar os dados no Lab book. Deixe o
gráfico prosseguir por 20 a 30 segundos para estabelecer uma temperatura basal.
6 Clique em Ignite para iniciar a queima e observe o gráfico. Quando a temperatura se estabi-
lizar (até 5 minutos no tempo do laboratório virtual), clique em Stop. Um link de dados azul
aparecerá no Lab book. Clique nele para visualizar os dados coletados. Registre na Tabela de
dados a temperatura antes e após a queima da amostra de gordura de frango.

Tabela de dados
Gordura de frango

Massa da amostra (g)

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

7 Calcule T para a água usando T = | Tf – Ti |.


8 Calcule quantos mols de gordura de frango há na amostra (Massa molar da gordura= 797.7 g/mol).

9 Pode-se calcular Hcomb da gordura de frango usando-se Hcomb= (CsistemaT)/n, em que n é o


número de mols de gordura de frango na amostra e Csistema é a capacidade térmica do sistema
calorimétrico.
Use 10.310 kJ/K para Csistema e calcule o calor de combustão, em kJ/mol, da gordura de frango.

88 Calor de combustão: gordura de frango

03 labor0711_BL3.indd 88 9/9/11 3:10 PM


10 Se o valor aceito para o calor da combustão de gordura de frango é 30 038 kJ/mol, calcule o erro
percentual.

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
Este experimento não considera todas as condições no estado padrão; portanto, você calculará
Hcomb e não H°comb.
11 Normalmente o termo “Caloria” usado para se referir ao teor calórico dos alimentos é, na ver-
dade, uma quilocaloria (kcal) ou 4 184 kJ.
Se o calor de combustão para o açúcar é 5 639 kJ/mol, por que as pessoas que seguem uma dieta

Termodinâmica
restrita em calorias são aconselhadas a limitar sua ingestão de gordura?

12 Certamente, a comida que ingerimos não é “queimada” da mesma forma que em um caloríme-
tro de bomba.
Por que podemos comparar os calores de combustão do açúcar ou da gordura de frango medi-
dos em um calorímetro de bomba com o teor calórico desses alimentos?

Calor de combustão: gordura de frango 89

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03 labor0711_BL3.indd 90 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.6 Calor de combustão: açúcar


O calor de combustão (Hcomb) é o calor de reação da queima completa (reagindo com O2)
de um mol de uma substância para formar CO2 e H2O. Experimentos de calorimetria que medem
o calor de combustão podem ser realizados em volume constante, usando um aparelho chamado
calorímetro de bomba. Nesse tipo de calorímetro, a amostra é queimada em uma câmara de volume
constante, na presença de oxigênio a alta pressão. O calor liberado aquece a água ao redor da câma-
ra. Medindo o aumento de temperatura da água, é possível calcular a quantidade de calor liberado
durante a reação de combustão. Nesta atividade você vai calcular o calor de combustão do açúcar

Termodinâmica
(sacarose, C12H22O11). O calorímetro já foi calibrado pela combustão do ácido benzoico.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heat of Combustion: Sugar na lista de atividades. O progra-
ma vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry), com o calorímetro de bomba desativado
e com partes dele separadas. Também há, na balança (Balance), uma amostra de açúcar no copo
do calorímetro (a tara do copo já foi devidamente descontada).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Copo do calorímetro Cabeça da bomba Tampa Bomba do Calorímetro


com amostra na balança do calorímetro de rosca calorímetro de bomba

2 Clique em Lab book para abri-lo.


3 Registre a massa do açúcar que está na balança. Se não conseguir lê-la, clique na balança para
ampliar a imagem, registre a massa na Tabela de dados a seguir e retorne ao laboratório
(Zoom Out).
Experimentos de combustão podem levar
4 Dê um duplo clique nos seguintes itens
um tempo considerável. Você pode clicar no
(em ordem numérica) para montar o ca-
relógio na parede identificado como Accelerate,
lorímetro: (1) copo (Cup) sobre o prato
para acelerar o tempo de laboratório.

91

03 labor0711_BL3.indd 91 9/9/11 3:10 PM


da balança, (2) cabeça da bomba (Bomb Head), (3) tampa de rosca (Screw Cap) e (4) bomba
(Bomb). Clique na tampa do calorímetro para fechá-lo (Close).
5 Clique no painel de controle (Control Panel) da bomba e na janela do gráfico para trazê-los à
frente. Clique no botão Save do painel de controle para salvar os dados no Lab book. Deixe o
gráfico prosseguir por 20 a 30 segundos para estabelecer uma temperatura basal.
6 Clique em Ignite para iniciar a queima e obser- Tabela de dados
ve o gráfico. Quando a temperatura se estabilizar Sacarose
(até 5 minutos no tempo do laboratório virtual), (C12H22O11)
clique em Stop. Um link de dados azul apare-
cerá no Lab book. Clique nele para visualizar os Massa da amostra (g)
dados coletados. Registre na Tabela de dados a
Temperatura inicial (°C)
temperatura antes e após a queima da amostra
de açúcar. Temperatura final (°C)
7 Escreva a equação química balanceada completa
para a combustão da sacarose.

8 Calcule T para a água usando T = | Tf – Ti |.


9 Calcule quantos mols de sacarose há na amostra (Massa Molar da sacarose = 342.3 g/mol).

10 Pode-se calcular Hcomb da sacarose usando-se Hcomb = (CsistemaT)/n, em que n é o número de


mols de sacarose na amostra e Csistema é a capacidade térmica do sistema calorimétrico.
Use 10.310 kJ/K para Csistema e calcule o calor de combustão, em kJ/mol, da sacarose.

11 Se o valor aceito para o calor da combustão de sacarose é 5 639 kJ/mol, calcule o erro percentual.

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
Este experimento não considera todas as condições no estado padrão; portanto, você calculará
Hcomb e não H°comb.

92 Calor de combustão: açúcar

03 labor0711_BL3.indd 92 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.7 Calor de combustão: TNT


O calor de combustão (Hcomb) é o calor de reação da queima completa (reagindo com O2)
de um mol de uma substância para formar CO2 e H2O. Experimentos de calorimetria que medem
o calor de combustão podem ser realizados em volume constante, usando um aparelho chamado
calorímetro de bomba. Nesse tipo de calorímetro, a amostra é queimada em uma câmara de volu-
me constante, na presença de oxigênio a alta pressão. O calor que é liberado aquece a água ao redor
da câmara. Medindo o aumento de temperatura da água, é possível calcular a quantidade de calor
liberado durante a reação de combustão. Nesta atividade você vai calcular o calor de combustão

Termodinâmica
do 2,4,6-trinitrotolueno TNT. O calorímetro já foi calibrado pela combustão do ácido benzoico.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione a atividade Heat of Combustion: TNT na lista de atividades.
O programa vai abrir o laboratório de calorimetria (Calorimetry), com o calorímetro de bom-
ba desativado e com partes dele separadas. Também haverá, na balança, uma amostra de TNT
(2,4,6-trinitrotolueno) no copo do calorímetro (a tara do copo já foi devidamente descontada).
Janela do mostrador
do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Copo do calorímetro Cabeça da bomba Tampa Bomba do Calorímetro


com amostra na balança do calorímetro de rosca calorímetro de bomba

2 Clique em Lab book para abri-lo.


Experimentos de combustão podem le-
3 Registre a massa de TNT que está na balança. var um tempo considerável. Você pode
Se não conseguir lê-la, clique na balança (Ba- clicar no relógio na parede identificado
lance) para ampliar a imagem, registre a massa como Accelerate, para acelerar o tempo
na tabela de dados a seguir e retorne ao labo- de laboratório.
ratório (Zoom Out).
4 Dê um duplo clique nos seguintes itens (em ordem numérica) para montar o calorímetro: (1)
copo (Cup) sobre o prato da balança, (2) cabeça da bomba (Bomb Head), (3) tampa de rosca
(Screw Cap) e (4) bomba (Bomb). Clique na tampa do calorímetro para fechá-lo (Close).

93

03 labor0711_BL3.indd 93 9/9/11 3:10 PM


5 Clique no painel de controle (Control Panel) da bomba e na janela do gráfico para trazê-los à
frente. Clique no botão Save do painel de controle para salvar os dados no Lab book. Deixe o
gráfico prosseguir por 20 a 30 segundos para estabelecer uma temperatura basal.
6 Clique em Ignite para iniciar a queima da amos-
Tabela de dados
tra e observe o gráfico. Quando a temperatura se
estabilizar (até 5 minutos no tempo do labora- TNT
tório virtual), clique em Stop. Um link de da-
dos azul aparecerá no Lab book. Clique nele para Massa da amostra (g)
visualizar os dados coletados. Registre na Tabela Temperatura inicial (°C)
de dados a temperatura antes e após a queima da
amostra de TNT. Temperatura final (°C)
7 Calcule T para a água usando T = | Tf – Ti |.

8 Calcule quantos mols de TNT há na amostra (Massa Molar do TNT= 227.13 g/mol).

9 Pode-se calcular Hcomb do TNT usando-se Hcomb = (CsistemaT)/n, em que n é o número de


mols de TNT na amostra e Csistema é a capacidade térmica do sistema calorimétrico.
Use 10.310 kJ/K para Csistema e calcule o calor de combustão, em kJ/mol, do TNT.

10 Se o valor aceito para o calor da combustão de TNT é 3 406 kJ/mol, calcule o erro percentual.

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
Este experimento não considera todas as condições no estado padrão; portanto, você está
calculandoHcomb e não H°comb.
11 O calor de combustão para o açúcar é 5 639 kJ/mol, mas para o TNT é 3 406 kJ/mol. Se o calor
de combustão do TNT é menor do que o do açúcar, por que o TNT é um explosivo?

94 Calor de combustão: TNT

03 labor0711_BL3.indd 94 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.8 Calor de formação: etanol


O calor de formação é o calor de reação da formação de um composto a partir de seus ele-
mentos. Pode-se determiná-lo medindo-se o calor de combustão do composto e, a seguir, aplican-
do-se a lei de Hess para converter o calor de combustão em calor de formação. Experimentos de
calorimetria que medem o calor de combustão podem ser realizados em volume constante, usando
um aparelho chamado calorímetro de bomba. Nesse tipo de calorímetro, a amostra é queimada em
uma câmara de volume constante, na presença de oxigênio a alta pressão. O calor liberado aquece
a água ao redor da câmara. Medindo o aumento de temperatura da água, é possível calcular a

Termodinâmica
quantidade de calor liberado durante a reação de combustão. Nesta atividade você vai calcular
o calor de combustão do etanol (álcool etílico, C2H5OH) e depois converter o calor de combustão
em calor de formação.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heat of Formation: Ethanol na lista de atividades. O pro-
grama vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry), com o calorímetro de bomba desati-
vado e com partes dele separadas. Também haverá, na balança, uma amostra de etanol no copo
do calorímetro (a tara do copo já foi devidamente descontada).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Copo do calorímetro Cabeça da bomba Tampa Bomba do Calorímetro


com amostra na balança do calorímetro de rosca calorímetro de bomba

2 Clique em Lab book para abri-lo.


3 Registre a massa do etanol que está na balança. Se não conseguir lê-la, clique na balança (Balan-
ce) para ampliar a imagem, registre a massa na Tabela de dados a seguir e retorne ao laboratório
(Zoom Out).

95

03 labor0711_BL3.indd 95 9/9/11 3:10 PM


4 Dê um duplo clique nos seguintes itens (em
ordem numérica) para montar o calorímetro: Experimentos de combustão podem le-
(1) copo (Cup) sobre o prato da balança, (2) var um tempo considerável. Você pode
cabeça da bomba (Bomb Head), (3) tampa de clicar no relógio na parede identificado
rosca (Screw Cap) e (4) bomba (Bomb). Clique como Accelerate, para acelerar o tempo
na tampa do calorímetro para fechá-lo (Close). de laboratório.

5 Clique no painel de controle (Control Panel)


da bomba e na janela do gráfico para trazê-los à frente. Clique no botão Save do painel de
controle para salvar os dados no Lab book. Deixe o gráfico prosseguir por 20 a 30 segundos para
estabelecer uma temperatura basal.
6 Clique em Ignite para iniciar a queima e observe o gráfico. Quando a temperatura se estabi-
lizar (até 5 minutos no tempo do laboratório virtual), clique em Stop. Um link de dados azul
aparecerá no Lab book. Clique nele para visualizar os dados coletados. Registre na Tabela de
dados a temperatura antes e após a queima da amostra de etanol.

Tabela de dados
álcool etílico
(C2H5OH)

Massa da amostra (g)

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

7 Escreva a equação química balanceada completa para a combustão do etanol.

8 Calcule T para a água usando T = | Tf – Ti |.


9 Calcule quantos mols de etanol há na amostra (Massa Molar do etanol = 46.00 g/mol).

10 Pode-se calcular Hcomb para o etanol usando-se Hcomb = (CsistemaT)/n, em que n é o número
de mols de etanol na amostra e Csistema é a capacidade térmica do sistema calorimétrico.
Use 10.310 kJ/K para Csistema e calcule o calor de combustão, em kJ/mol, do etanol.

96 Calor de formação: etanol

03 labor0711_BL3.indd 96 9/9/11 3:10 PM


11 Escreva a equação para a combustão do etanol na forma H comb = ∑nH f (produtos)− ∑nH f (reagen
omb
= ∑ nH f
( produtos) − ∑nH f (reagentes).

12 Calcule o calor de formação do C2H5OH, considerando que as entalpias padrão de formação de


CO2, H2O e O2 são, respectivamente, –393.5 kJ/mol, –285.83 kJ/mol e 0 kJ/mol.

Termodinâmica
13 Se o valor aceito para o calor de formação do etanol é –277.7 kJ/mol, calcule o erro percentual.

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual=
Este experimento não considera todas as condições no estado padrão; portanto, você calculará
Hf e não H°f .

Calor de formação: etanol 97

03 labor0711_BL3.indd 97 9/9/11 3:10 PM


03 labor0711_BL3.indd 98 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.9 Calor de formação: aspirina


O calor de formação é o calor de reação da formação de um composto a partir de seus elemen-
tos. Pode-se determiná-lo medindo-se o calor de combustão do composto e, a seguir, aplicando-se a
lei de Hess para converter o calor de combustão em calor de formação. Experimentos de calorimetria
que medem o calor de combustão podem ser realizados em volume constante usando um aparelho
chamado calorímetro de bomba. Nesse tipo de calorímetro, a amostra é queimada em uma câmara
de volume constante, na presença de oxigênio a alta pressão. O calor liberado aquece a água ao redor
da câmara. Medindo o aumento de temperatura da água, é possível calcular a quantidade de calor

Termodinâmica
liberado durante a reação de combustão. Nesta atividade você vai primeiramente medir o calor de
combustão da aspirina (C9H8O4) e depois converter o calor de combustão em calor de formação.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heat of Formation: Aspirin na lista de experimentos. O
programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry), com o calorímetro de bomba de-
sativado e com partes dele separadas. Também haverá, na balança, uma amostra de aspirina no
copo do calorímetro (a tara do copo já foi devidamente descontada).
Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Copo do calorímetro Cabeça da bomba Tampa Bomba do Calorímetro


com amostra na balança do calorímetro de rosca calorímetro de bomba

2 Clique em Lab book para abri-lo.


3 Registre a massa da aspirina que está na balança. Se não conseguir lê-la, clique na balança (Balance)
para ampliar a imagem, registre a massa na Tabela de dados a seguir e retorne ao laboratório
(Zoom Out).
Experimentos de combustão podem levar
4 Dê um duplo clique nos seguintes itens (em
um tempo considerável. Você pode clicar no
ordem numérica) para montar o caloríme-
relógio na parede identificado como Accelerate,
tro: (1) copo (Cup) sobre o prato da balança,
para acelerar o tempo de laboratório.

99

03 labor0711_BL3.indd 99 9/9/11 3:10 PM


(2) cabeça da bomba (Bomb Head), (3) tampa de rosca (Screw Cap) e (4) bomba (Bomb). Clique
na tampa do calorímetro para fechá-lo (Close).
5 Clique no painel de controle (Control Panel) da bomba e na janela do gráfico para trazê-los à
frente. Clique no botão Save do painel de controle para salvar os dados no Lab book. Deixe o
gráfico prosseguir por 20 a 30 segundos para estabelecer uma temperatura basal.
6 Clique em Ignite para iniciar a queima e ob-
Tabela de dados
serve o gráfico. Quando a temperatura se esta-
bilizar (até 5 minutos no tempo do laboratório aspirina
virtual), clique em Stop. Um link de dados (C9H8O4)
azul aparecerá no Lab book. Clique nesse link Massa da amostra (g)
para visualizar os dados coletados. Registre na
Tabela de dados a temperatura antes e após a Temperatura inicial (°C)
queima da amostra de aspirina.
Temperatura final (°C)
7 Escreva a equação química balanceada comple-
ta para a combustão da aspirina.

8 Calcule T para a água usando T = | Tf – Ti |.


9 Calcule quantos mols de aspirina há na amostra (Massa Molar da aspirina = 180.00 g/mol).
10 Pode-se calcular Hcomb para a aspirina usando-se Hcomb = (CsistemaT)/n, em que n é o número
de mols de aspirina na amostra e Csistema é a capacidade térmica do sistema calorimétrico.
Use 10.310 kJ/K para Csistema e calcule o calor de combustão, em kJ/mol, da aspirina. O calor de
combustão será negativo, visto que se trata de uma reação exotérmica.

11 Escreva a equação para a combustão da aspirina na forma H comb = ∑nH f (produtos)− ∑nH f (reagentes)
= ∑nH f (produtos)− ∑nH f (reagentes).

12 Calcule o calor de formação da aspirina, considerando que as entalpias padrão de formação de


CO2, H2O e O2 são, respectivamente, –393.5 kJ/mol, –285.83 kJ/mol e 0 kJ/mol.

Este experimento não considera todas as condições no estado padrão; portanto, você está cal-
culando Hf e não H°f .

100 Calor de formação: aspirina

03 labor0711_BL3.indd 100 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.10 Calor de reação: NaOH (aq) +


HCl (aq)
Em todas as reações químicas, ocorre absorção ou liberação de energia. Essa energia é chamada
entalpia de reação (Hrxn). Se a entalpia de reação é positiva, dizemos que a energia foi absorvida ou
que a reação foi endotérmica. Se a entalpia de reação é negativa, dizemos que a energia foi liberada
ou que a reação foi exotérmica. A maioria das reações químicas é exotérmica. Nesta atividade, você
vai medir a quantidade de calor liberado quando soluções aquosas de NaOH e HCl são misturadas e

Termodinâmica
reagem, formando água e NaCl; em seguida, você vai calcular o calor de reação.
NaOH (aq) + HCl (aq) → H2O (l) + NaCl (aq)

1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heat of Reaction: NaOH + HCl na lista de atividades. O
programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Frasco Frasco Haste Calorímetro Mostrador do


com HCl com NaOH calorímetro

2 Clique em Lab book para abri-lo. Na janela do


Você pode clicar no relógio na parede
termômetro, clique em Save para começar a
identificado como Accelerate, para acele-
registrar os dados. Aguarde de 20 a 30 segun-
rar o tempo de laboratório.
dos para obter a temperatura basal da água.
Despeje no calorímetro o primeiro béquer, que
contém 100 mL de HCl 1.0 M e, em seguida, despeje o segundo béquer, que contém 100 mL de
NaOH 1.0 M. Observe a variação da temperatura até que atinja o máximo e depois registre os
dados por mais 20 ou 30 segundos. Clique Stop na janela de temperatura. Um link de dados

101

03 labor0711_BL3.indd 101 9/9/11 3:10 PM


azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na Tabela de dados a temperatura antes de
adicionar o NaOH e a temperatura máxima atingida após a adição da amostra (lembre-se
de que a água vai começar a esfriar depois de atingir a temperatura de equilíbrio).

Tabela de dados
NaOH/HCl

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

3 A reação observada é endotérmica ou exotérmica? Qual será o sinal de Hrxn?

4 Calcule a variação de temperatura, T. Anote seus dados na Tabela de resultados da página
seguinte.
5 Calcule a massa da mistura que foi colocada no calorímetro. Para isso, primeiramente determi-
ne o volume total da solução com base na suposição de que os volumes são cumulativos e de
que a densidade da solução é a mesma que a da água pura, 1.0 g/mL. Anote o valor na Tabela
de resultados.

6 Calcule o calor total liberado na reação, assumindo que a capacidade calorífica específica da
solução é a mesma que a da água pura, 4.184 J/(g · K). Registre o resultado na tabela a seguir.
Lembre-se: calor de reação = m × c × T.
7 Calcule o número de mols de NaOH usados na reação multiplicando o volume de NaOH pela
molaridade (1.0 mol/L). Registre os resultados na tabela.
8 Calcule Hrxn, em kJ/mol, de NaOH para a reação e registre os resultados na tabela. Certifique-se
de que o sinal de Hrxn está correto.

Tabela de resultados
Massa da mistura Calor total Quantidade de Hrxn/mol
T (K)
de reação (g) liberado (k J) NaOH (mol) (k J/mol)

102 Calor de reação: NaOH (aq) + HCl (aq)

03 labor0711_BL3.indd 102 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.11 Calor de reação: MgO (s) + HCl (aq)


Em todas as reações químicas, ocorre absorção ou liberação de energia. Essa energia é chamada
entalpia de reação (Hrxn). Se a entalpia de reação é positiva, dizemos que a energia foi absorvida ou
que a reação foi endotérmica. Se a entalpia de reação é negativa, dizemos que a energia foi liberada
ou que a reação foi exotérmica. A maioria das reações químicas é exotérmica. Nesta atividade, você
vai medir a quantidade de calor liberado quando MgO sólido reage com HCl aquoso, formando
água, e vai calcular o calor de reação.
MgO (s) + 2 HCl (aq) → H2O (l) + MgCl2 (aq)

Termodinâmica
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Heat of Reaction: MgO + HCl na lista de atividades. O
programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Amostra de Haste Calorímetro Mostrador do


MgO na balança calorímetro

2 Haverá um frasco de MgO próximo da balança (Balance). Um papel de pesagem estará sobre
a balança, contendo aproximadamente 2.81 g de MgO. Registre a massa da amostra na Tabela
de dados.
3 O calorímetro estará na bancada do laborató-
rio, contendo 100 mL de HCl 1.0 M. Certifique- Você pode clicar no relógio na parede
-se de que o agitador está ligado (você deverá identificado como Accelerate, para acele-
ver uma haste girando). Clique em Lab book rar o tempo de laboratório.
para abri-lo. Na janela do termômetro, clique
em Save para começar a registrar os dados.

103

03 labor0711_BL3.indd 103 9/9/11 3:10 PM


Aguarde de 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da solução de HCl. Clique no papel
de pesagem contendo a amostra de MgO, arraste até o calorímetro e despeje a amostra. Observe
as mudanças de temperatura até que ela atinja o máximo e depois registre os dados por mais 20
a 30 segundos. Clique em Stop na janela de temperatura. Um link de dados azul aparecerá no
caderno de laboratório. Clique nele e registre na Tabela de dados a temperatura antes de adi-
cionar o MgO e a temperatura máxima atingida após a adição da amostra. (Lembre-se de que a
água vai começar a esfriar depois de atingir a temperatura de equilíbrio.)

Tabela de dados
MgO/HCl

Massa de MgO (g)

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

4 A reação observada é endotérmica ou exotérmica? Qual será o sinal de Hrxn?

5 Calcule a variação de temperatura, T. Anote seus dados na Tabela de resultados da página
seguinte.
6 Calcule a massa da mistura que foi colocada no calorímetro (para isso, assuma que a densidade
da solução de HCl originalmente no calorímetro está próxima à da água, que é de 1.0 g/mL).
Anote o valor na Tabela de resultados.
7 Calcule o calor total liberado na reação, em J, assumindo que a capacidade calorífica específica
da solução é a mesma que a da água pura, 4.184 J/(g · K). Registre o resultado na tabela a seguir.
Lembre-se: calor de reação = m × c × T.
8 Calcule o número de mols de MgO usados na reação. A massa molar de MgO é 56.305 g/mol.
Registre os resultados na tabela.
9 Calcule Hrxn, em kJ/mol, de MgO para a reação e registre os resultados na tabela. Certifique-se
de que o sinal de Hrxn está correto.

Tabela de resultados
Massa da mistura Calor total Quantidade de Hrxn/mol
T (K)
de reação (g) liberado (k J) MgO (mol) (k J/mol)

104 Calor de reação: MgO (s) + HCl (aq)

03 labor0711_BL3.indd 104 9/9/11 3:10 PM


nome turma data / /

3.12 Lei de Hess


Nesta atividade, você vai medir a quantidade de calor liberado nestas três reações exotérmicas:
1. NaOH (s) → Na+ (aq) + OH– (aq) + H1
2. NaOH (s) + H+ (aq) + Cl– (aq) → H2O + Na+ (aq) + Cl– (aq) + H2
3. Na+ (aq) + OH– (aq) + H+ (aq) + Cl– (aq) → H2O + Na+ (aq) + Cl– (aq)+ H3
Após determinar os calores de reação (H1, H2 e H3), você analisará seus dados para verificar
a lei de Hess, ou seja, H1 + H3= H2.

Termodinâmica
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Hess’s Law na lista de atividades. O programa vai abrir a
bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra de Haste Calorímetro Mostrador do


NaOH na balança com 200 mL calorímetro
de água

Reação 1
2 Haverá um frasco de NaOH próximo à balança (Balance). Um papel de pesagem estará sobre a
balança, contendo aproximadamente 4 g de NaOH. Registre a massa da amostra na Tabela de
dados a seguir.
3 O calorímetro estará na bancada do laboratório, contendo 200 mL de água. Clique em Lab book
para abri-lo. Certifique-se de que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Na jane-
la do termômetro, clique em Save para começar a registrar os dados. Aguarde de 20 a 30 segundos
para obter a temperatura basal da água.

105

03 labor0711_BL3.indd 105 9/9/11 3:10 PM


4 Clique no papel de pesagem contendo a amos-
tra, arraste para o calorímetro até abrir sua Você pode clicar no relógio na parede
tampa e despeje a amostra dentro dele. Observe identificado como Accelerate, para acele-
a variação de temperatura até que atinja o má- rar o tempo de laboratório.
ximo e depois registre os dados por mais 20 a
30 segundos. Clique em Stop na janela de temperatura. Um link de dados azul aparecerá no
Lab book. Clique nele e registre na tabela as temperaturas inicial e final da água. Se precisar repetir
esta parte do experimento, clique no balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom),
depois clique na prancheta e selecione o item 6.

Reação 2
5 Clique na lixeira vermelha para limpar o la- Se preferir, inicie o Virtual ChemLab,
boratório (Cleanup Lab Bench). Clique no al- entre na porta de química geral (General
moxarifado e, na prancheta, selecione o item Chemistry Laboratory) e clique na ban-
5. Retorne ao laboratório (Return to Lab). cada de calorimetria (Calorimetry); em
seguida, entre no almoxarifado, clique
na prancheta e selecione o item 5.

Janela do mostrador de
eratura do calorímetro
temperatura Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra de Béquer com Haste Calorímetro Mostrador do


NaOH na balança 100 mL de HCl com 100 mL calorímetro
de água

6 Haverá um frasco de NaOH próximo da balança. Um papel de pesagem estará sobre a balança,
contendo aproximadamente 4 g de NaOH. Registre a massa da amostra na Tabela de dados. Na
bancada do laboratório, estarão o calorímetro contendo 100 mL de água e um béquer contendo
100 mL de HCl 1.0 M. Na janela do termômetro, clique em Save para começar a registrar os
dados. Aguarde de 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água.
7 Certifique-se de que o béquer de HCl está visível, arraste-o até o calorímetro e despeje-o dentro
dele. O HCl e a água estão na mesma temperatura, portanto não deverá haver qualquer variação

106 Lei de Hess

03 labor0711_BL3.indd 106 9/9/11 3:10 PM


de temperatura. Agora arraste o papel de pesagem com o NaOH para o calorímetro, até a posi-
ção abrir sua tampa calorímetro, e despeje a amostra dentro dele. É importante que o HCl seja
adicionado primeiro e o NaOH depois. Observe a variação de temperatura até que atinja o
máximo e depois registre os dados por mais 20 a 30 segundos. Anote na Tabela de dados as
temperaturas antes de adicionar o HCl e após adicionar o NaOH.

Reação 3 Se preferir, inicie o Virtual ChemLab,


8 Clique na lixeira vermelha para limpar o labo- entre na porta de química geral (General
ratório. Clique no almoxarifado e, na pranche- Chemistry Laboratory) e clique na ban-
ta, selecione o item 4. Retorne ao laboratório cada de calorimetria (Calorimetry); em
(Return to Lab). seguida, entre no almoxarifado, clique
na prancheta e selecione o item 4.

Termodinâmica
Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro

Acelerador
do tempo

Livro de
anotações

Béquer com Béquer com Haste Calorímetro Mostrador do


100 mL de HCl 100 mL de NaOH calorímetro

9 Na janela do termômetro, clique em Save para começar a registrar os dados. Aguarde de


20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água. Despeje no calorímetro o béquer con-
tendo HCl e depois o outro contendo NaOH. Observe a variação de temperatura até que atinja
o máximo e depois registre os dados por mais 20 a 30 segundos. Anote na Tabela de dados as
temperaturas inicial e final.

Tabela de dados
Parâmetro Reação 1 Reação 2 Reação 3

Massa de NaOH

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

Lei de Hess 107

03 labor0711_BL3.indd 107 9/9/11 3:10 PM


10 Determine a variação de temperatura, T, para cada reação. Anote seus dados na Tabela de
resultados.
11 Calcule a massa da mistura de cada reação (para isso, primeiramente determine o volume total
de cada solução. A seguir, calcule a massa da solução, com base na suposição de que o sólido
adicionado não altera o volume, e que a densidade da solução é igual à da água pura, 1.0 g/mL).
Lembre-se de adicionar a massa do sólido. Anote seus dados na Tabela de resultados.

12 Calcule o calor total liberado na reação, em J, assumindo que a capacidade calorífica específica
da solução é a mesma que a da água pura, 4.184 J/(g · K). Registre o resultado na tabela a seguir.
Lembre-se: calor de reação = m × c × T.

m
13 Calcule a quantidade de mols de NaOH usada nas reações 1 e 2, em que n = –– (número de mols =
M
massa
). Registre os resultados na tabela.
massa molar

14 Calcule a quantidade de mols de NaOH usada na reação 3, multiplicando o volume de NaOH


pela molaridade (1.0 mol/L). Registre os resultados na tabela.

kJ
15 Calcule a energia liberada, em , para cada reação e registre os resultados na tabela.
mol de NaOH

108 Lei de Hess

03 labor0711_BL3.indd 108 9/9/11 3:10 PM


Tabela de resultados

Calor liberado
Calor total Quantidade por mol de
No da Massa da mistura NaOH
T (K) liberado de NaOH
reação de reação (g)
(k J) (mol) k J
( )
mol de NaOH

Termodinâmica
16 Mostre que a soma das equações para as reações 1 e 3, dadas na introdução deste experimento,
é igual à equação para a reação 2. Inclua a energia liberada por mol de NaOH em cada equação.

17 Calcule a diferença percentual entre o calor liberado na reação 2 e a soma dos calores liberados
nas reações 1 e 3. Assuma que o calor liberado na reação 2 é correto.

calor2 −(calor1 + calor3 )


diferença percentual = × 100
calor2

diferença percentual=
18 Defina com suas próprias palavras o que significa a natureza aditiva dos calores de reação.

Lei de Hess 109

03 labor0711_BL3.indd 109 9/9/11 3:10 PM


03 labor0711_BL3.indd 110 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

3.13 Equilíbrio entre entalpia e entropia


Em reações químicas, dizemos que uma reação ocorre para a direita quando G é negativo e
que ocorre para a esquerda quando G é positivo. Em equilíbrio, G é igual a zero. A equação de
Gibbs-Helmholtz especifica que, sob temperatura constante, G = H – TS , ou, em outras pala-
vras, que o sinal e o valor de G são regidos pelo equilíbrio entre considerações entálpicas (H) e
entrópicas (S). Nesta atividade, você vai dissolver vários sais em água, medir as variações de tem-
peratura resultantes e depois fazer algumas deduções sobre as forças termodinâmicas motrizes por
trás do processo de dissolução.

Termodinâmica
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione The Balance Between Enthalpy and Entropy na lista de ati-
vidades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry).

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra na Haste Calorímetro Mostrador do


balança com 100 mL calorímetro
de água

2 Haverá um frasco com cloreto de sódio (NaCl) na bancada do laboratório. Um papel de pesa-
gem estará sobre a balança, contendo aproximadamente 2 g de NaCl.
3 O calorímetro estará na bancada do laboratório, contendo 100 mL de água. Clique em Lab book
para abri-lo. Certifique-se de que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Na jane-
la do termômetro, clique em Save para começar a registrar os dados. Aguarde de 20 a 30 segundos
para obter a temperatura basal da água.

111

03 labor0711_BL3.indd 111 9/9/11 3:10 PM


4 Arraste o papel de pesagem contendo a amostra para o calorímetro, até abrir sua tampa, e des-
peje a amostra dentro dele. Observe a variação de temperatura até que atinja o máximo e depois
registre os dados por mais 20 a 30 segundos. Clique em Stop na janela de temperatura. Um link
de dados azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na tabela a temperatura antes de
adicionar o NaCl e a temperatura máxima ou mínima atingida após adicionar o NaCl.
5 Clique na lixeira vermelha para limpar o labo-
Se preferir, inicie o Virtual ChemLab,
ratório (Cleanup Lab Bench). Clique no balcão
entre na porta de química geral (General
ao fundo para entrar no almoxarifado (Sto-
Chemistry Laboratory) e clique na ban-
ckroom), depois clique na prancheta e selecio-
cada de calorimetria (Calorimetry); em
ne o item 7. Repita o experimento, mas agora
seguida, entre no almoxarifado, clique
usando NaNO3. Registre na Tabela de dados as
na prancheta e selecione o item 7.
temperaturas inicial e final.
6 Clique na lixeira vermelha para limpar o
laboratório. Clique no almoxarifado e, na Se preferir, inicie o Virtual ChemLab,
prancheta, selecione o item 8. Agora repita entre na porta de química geral (General
o experimento usando NaCH3COO (NaAc). Chemistry Laboratory) e clique na ban-
Registre na Tabela de dados as temperaturas cada de calorimetria (Calorimetry); em
inicial e final. seguida, entre no almoxarifado, clique
na prancheta e selecione o item 8.

Tabela de dados
o o o
Mistura T1 ( C ) T2 ( C ) T3 ( C )

NaCl (s) + H2O (l)

NaNO3 (s) + H2O (l)

NaCH3COO + H2O (l)

Use seus dados experimentais para responder às perguntas a seguir.


7 Calcule T (T = T2 – T1) para cada mistura e registre os resultados na Tabela de dados.
8 Um processo exotérmico libera calor (aquece), e um processo endotérmico absorve calor (resfria).
Quais reação são endotérmicas e quais são exotérmicas? Qual é o sinal da variação de entalpia
(H) em cada caso?

9 Quais soluções apresentaram pouca ou nenhuma variação de temperatura?

112 Equilíbrio entre entalpia e entropia

03 labor0711_BL3.indd 112 9/9/11 3:10 PM


10 Quando o cloreto de sódio se dissolve em água, os íons se dissociam:
NaCl (s) → Na+ (aq) + Cl– (aq)
Escreva equações iônicas, semelhantes à equação acima, que descrevam como NaNO3 e
NaCH3COO se dissociam ao se dissolver em água. Inclua o calor como reagente ou produto em
cada equação.

11 Qual é o sinal da variação em energia livre de Gibbs (G) para cada processo?

Termodinâmica
12 Considere a equação de Gibbs-Helmholtz, G = H – TS. Em cada processo de dissolução,
substitua os sinais de G e H na equação e preveja o sinal da entropia (S). A mudança de
sinal da entropia parece fazer sentido? Justifique.

13 Se o sinal de G é negativo (processo espontâneo) e o de S é positivo (mais desordem) para


ambos os processos de dissolução, como um deles poderia ser endotérmico (H positivo) e o
outro exotérmico (H negativo)? Há mais a considerar do que apenas o processo de dissolução?

Equilíbrio entre entalpia e entropia 113

03 labor0711_BL3.indd 113 9/9/11 3:10 PM


03 labor0711_BL3.indd 114 9/9/11 3:10 PM
nome turma data / /

4.1 Calor de fusão da água


O calor de fusão molar para uma substância, Hfus, é o calor necessário para transformar um
mol da substância da fase sólida para a fase líquida. Nesta atividade, você vai usar um calorímetro
simples e um termômetro para medir o calor molar de fusão da água.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Heat of Fusion of
Water na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry) onde
há um béquer com gelo na balança e um calorímetro.

Janela do mostrador de
temperatura do calorímetro Almoxarifado

Propriedades coligativas
Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Béquer com Haste Calorímetro com Mostrador do


gelo na balança 100 mL de água calorímetro

2 Clique em Lab book para abri-lo. Registre a massa de gelo na Tabela de dados. Se não conseguir
lê-la, clique na balança (Balance) para ampliar. Note que a tara do béquer vazio já foi descontada.
3 O calorímetro já contém 100 mL de água. Use a densidade da água a 25 °C (0.998 g/mL) para
determinar sua massa a partir do volume. Registre a massa na Tabela de dados. Certifique-se de
que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Na janela do termômetro, clique
em Save para começar a registrar os dados. Aguarde de 20 a 30 segundos para obter a tempe-
ratura basal da água.
4 Arraste o béquer da balança para o caloríme-
tro para despejar o gelo dentro do calorímetro. Você pode clicar no relógio na parede
Clique nas janelas do termômetro e do gráfico identificado como Accelerate, para
para trazê-las à frente novamente e observe a acelerar o tempo de laboratório.
variação de temperatura até que atinja um va-
lor mínimo e volte a subir. Clique em Stop na janela da temperatura. Um link de dados azul

115

04 labor0711_BL4.indd 115 9/9/11 3:11 PM


aparecerá no Lab book. Clique nele e registre na Tabela de dados a temperatura antes de adicio-
nar o gelo e a temperatura mínima atingida após a adição do gelo (lembre-se de que a água vai
voltar a se aquecer após todo o gelo ter derretido).
5 Se quiser repetir o experimento, clique na lixeira vermelha para limpar a bancada (Cleanup Lab
Bench), clique no balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom) e, na prancheta à
esquerda, selecione o item 3, Heat of Fusion of Water.

Tabela de dados
Volume de água no calorímetro (mL)

Massa de água no calorímetro (g)

Massa de gelo (g)

Temperatura inicial (°C)

Temperatura final (°C)

6 Calcule T para a água usando T = |Tf – Ti|.


7 Calcule o calor (Q) transferido, em kJ, da água para o gelo usando Q = m × c × T, em que o
calor específico (c) da água é 4.18 J/(g · K) e a massa, m, é a da água no calorímetro.

8 Calcule a quantidade de gelo em mols.


9 Calcule Hfus da água, em kJ/mol, dividindo o calor transferido da água pelos mols de gelo
derretido.

10 Compare o valor experimental de Hfus do gelo com o valor aceito de 6.01 kJ/mol e calcule o
erro percentual utilizando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
11 Quais são algumas das possíveis fontes de erro nesse procedimento de laboratório?

116 Calor de fusão da água

04 labor0711_BL4.indd 116 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.2 Calor de vaporização da água


Um gráfico da pressão de vapor de um líquido em função da temperatura tem uma for-
ma característica que pode ser representada com bastante precisão pela equação de Clausius-
-Clapeyron. Nesta atividade você vai medir a pressão de vapor de água em várias temperaturas
e depois usar esses dados para estimar o calor de vaporização da água.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Heat of Vapori-
zation of Water na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de estudos sobre gases
(Gases).

Propriedades coligativas
Alavanca
da pressão
Alavanca da
temperatura
Alavanca do
no de mols

Balão com
vapor d’água

2 O balão está preenchido com 0.10 mol de vapor de água a uma pressão de 140 kPa e tempera-
tura de 400 K. Puxe para baixo a alavanca do controlador de temperatura até que a temperatura
pare de baixar. Essa temperatura é a de equilíbrio, na qual a água como um gás existe em equi-
líbrio com a água como um líquido. A pressão a essa temperatura é a pressão de vapor. Registre
na Tabela de dados a pressão (em kPa) e a temperatura (em K) do vapor.
3 Altere a pressão de 140 kPa para 120 kPa usando a alavanca do controlador de pressão ou
clicando no algarismo das dezenas e digitando “2”. Puxe para baixo a alavanca do controlador
de temperatura até que a temperatura pare de baixar. Registre na Tabela de dados a pressão de
vapor (em kPa) e a temperatura (em K). Continue esse processo com pressões de 100 kPa,
80 kPa, 60 kPa e 40 kPa. Não se esqueça de reduzir a temperatura até que ela pare de baixar,
após cada mudança de pressão. Registre na Tabela de dados todas as pressões e temperaturas
de vapor.

117

04 labor0711_BL4.indd 117 9/9/11 3:11 PM


Tabela de dados
Pressão de vapor (kPa) Temperatura (K)

P2 H vap  1 1 
4 A equação de Clausius-Clapeyron tem a forma =−  −  . Se você representar no
P1 R T2 T1 
gráfico ln P (logaritmo natural da pressão de vapor) em função de 1/T (o inverso da tempe-
ratura), os dados deverão formar uma linha reta. Usando uma planilha eletrônica e os dados
coletados, plote 1/T no eixo x e ln P no eixo y.
Descreva a curva.

5 Graficamente ou usando uma planilha eletrônica, determine a melhor regressão linear de sua
curva e a inclinação da linha. Pela equação de Clausius-Clapeyron, Hvap = –inclinação × R,
onde R = 8.314 J · K–1 · mol–1.
Com base em sua inclinação, calcule o calor de vaporização da água em kJ/mol.
6 O valor aceito para o calor de vaporização da água é 40.7 kJ/mol.
Calcule o erro percentual utilizando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =

118 Calor de vaporização da água

04 labor0711_BL4.indd 118 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.3 O ponto de ebulição da água em


grandes altitudes
A relação entre a pressão de vapor de equilíbrio e a temperatura, para um líquido ou um sólido,
é dada pela equação de Clausius-Clapeyron. Nesta atividade você vai medir a pressão de vapor de
água em determinada temperatura e depois usar esses dados e a equação de Clausius-Clapeyron para
estimar o ponto de ebulição da água no Monte Denali, no Alasca.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione The Boiling Point
of Water at High Altitude na lista de atividades. O programa vai abrir na bancada de estudos

Propriedades coligativas
sobre gases (Gases).

Alavanca
da pressão
Alavanca da
temperatura
Alavanca do
no de mols

Balão com
vapor d’água

2 O balão está preenchido com 0.40 mol de vapor de água a uma pressão de 1 500 Torr e tempera-
tura de 400 K. Puxe para baixo a alavanca do controlador de temperatura até que a temperatura
não diminua mais. Essa é a temperatura na qual a água como um gás existe em equilíbrio com a
água como um líquido. A pressão sob essa temperatura é a pressão de vapor. Registre na Tabela
de dados a pressão (em Torr) e temperatura (em K) do vapor.

Tabela de dados
Pressão de vapor (kPa) Temperatura (K)

119

04 labor0711_BL4.indd 119 9/9/11 3:11 PM


3 A equação de Clausius-Clapeyron pode ser escrita de várias formas. Nesta tarefa, a mais útil
pode ser escrita como:

P2 H vap  1 1 
ln =−  − 
P1 R T2 T1 

Se P1 e T1 são a pressão de vapor e a temperatura experimentais que você mediu, e a pressão no


topo do Monte Denali, P2, é de 340 Torr, o ponto de ebulição da água, T2, no topo da montanha
pode ser calculado por meio da equação de Clausius-Clapeyron para T2.
Calcule o ponto de ebulição da água no topo do Monte Denali. O valor de R é 8.314 J · K–1 · mol–1
e Hvap da água é 40.67 kJ/mol.

120 O ponto de ebulição da água em grandes altitudes

04 labor0711_BL4.indd 120 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.4 Elevação do ponto de ebulição


Se você dissolver uma substância como o sal comum (NaCl) em água, o ponto de ebulição da
solução se elevará em relação ao ponto de ebulição da água pura. Nesta atividade, você vai dissolver
uma amostra de NaCl em água e depois medir a elevação do ponto de ebulição da solução.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione o item 4 – 4: Boiling
Point Elevation na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calori-
metry) com um calorímetro na bancada e uma amostra de cloreto de sódio (NaCl) na balança.

Medidor da
pressão atmosférica Almoxarifado

Propriedades coligativas
Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Nível da
água

Amostra de Haste Calorímetro com Mostrador do


NaCl na balança 100 mL de água calorímetro

2 Registre a massa do cloreto de sódio na Tabela de dados. Se a letra estiver pequena demais para
ler, clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, registre a leitura e retorne ao laborató-
rio (Zoom Out).
3 O calorímetro já contém 100 mL de água. Use
Você pode clicar no relógio na parede
a densidade da água a 25 °C (0.998 g/mL) para
identificado como Accelerate, para acele-
determinar sua massa a partir do volume e
rar o tempo de laboratório.
registre-a na Tabela de dados. Certifique-se de
que o agitador está ligado (você deve ver uma
haste girando). Clique na luz verde do aquecedor (Heat) no painel de controle para comecar a
aquecer a água.
4 Observe a temperatura até o primeiro sinal de vapor surgir do calorímetro. Imediatamente, clique
na luz vermelha do aquecedor para desligá-lo e registre na Tabela de dados a temperatura de ebuli-
ção da água pura. Haverá diminuição da massa de água no calorímetro se ela continuar fervendo.

121

04 labor0711_BL4.indd 121 9/9/11 3:11 PM


Note que o ponto de ebulição poderá ser diferente de 100 °C se a pressão atmosférica não for
760 Torr. A pressão atmosférica real do dia pode ser verificada selecionando pressão (Pressure)
no medidor na parede, à esquerda.
5 Arraste o papel de pesagem até o calorímetro e adicione NaCl. Aguarde 30 segundos para o sal
se dissolver e, em seguida, ligue o aquecedor. Quando o primeiro sinal de vapor surgir, observe
a temperatura e registre na Tabela de dados.
6 Se você quiser repetir a experiência, clique na lixeira vermelha para limpar a bancada, clique no
balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta e selecio-
ne o item 2, Boiling Point Elevation – NaCl.

Tabela de dados
Massa de NaCl

Massa de água

Temperatura de ebulição da água pura

Temperatura de ebulição da solução

7 A elevação do ponto de ebulição pode ser prevista usando a equação T = Kb × m × i, em que


T é a mudança no ponto de ebulição, i é o número de íons na solução por mol de NaCl dis-
solvido (nesse caso, i = 2), m é a molalidade da solução e Kb é a constante molal do ponto de
ebulição da água, que é 0.51 °C/m.
Calcule a variação prevista no ponto de ebulição, em °C, para sua solução.

8 A mudança no ponto de ebulição deve ser adicionada ao ponto de ebulição da água pura em sua
experiência para comparar o ponto de ebulição previsto com o real.
Qual é o ponto de ebulição calculado para a solução? Compare-o com o ponto de ebulição real.

122 Elevação do ponto de ebulição

04 labor0711_BL4.indd 122 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.5 Diminuição do ponto de congelamento


Se você dissolver uma substância como o sal comum (NaCl) em água, o ponto de congelamento
da água baixará em relação ao ponto de congelamento da água pura. Essa propriedade é usada para
derreter a neve ou o gelo em estradas durante o inverno ou para fazer sorvetes caseiros. Nesta ativi-
dade, você vai dissolver uma amostra de NaCl em água, adicionar um pouco de gelo e depois medir
a diminuição do ponto de congelamento.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione o item 4 – 5: Fre-
ezing Point Depression na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria
(Calorimetry) com um béquer contendo 45.00 g de gelo e um calorímetro. Uma amostra de

Propriedades coligativas
cloreto de sódio (NaCl) também estará na balança.
Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Béquer
com gelo

Amostra de Haste Calorímetro com Mostrador do


NaCl na balança 100 mL de água calorímetro

2 Clique em Lab book para abri-lo. Registre a massa do cloreto de sódio na Tabela de dados. Se a
letra estiver pequena demais para ler, clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, regis-
tre a massa e depois retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 O calorímetro já contém 100 mL de água. Use
a densidade da água a 25 °C (0.998 g/mL) para Você pode clicar no relógio na parede
determinar sua massa a partir do volume e re- identificado como Accelerate, para ace-
gistre-a na Tabela de dados. Certifique-se de que lerar o tempo de laboratório.
o agitador está ligado (você deve ver uma haste
girando). Clique na janela do termômetro para trazê-la à frente e clique em Save para começar a
registrar os dados no Lab book. Aguarde 20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água.
4 Arraste o béquer do canto direito da bancada para o calorímetro, até encaixá-lo no devido lugar
e, em seguida, despeje o gelo dentro do calorímetro. Clique nas janelas do termômetro e do

123

04 labor0711_BL4.indd 123 9/9/11 3:11 PM


gráfico para trazê-las à frente novamente e observe a variação de temperatura no gráfico até que
chegue a zero. Arraste o papel de pesagem da balança para o calorímetro e despeje o sal dentro
dele. Observe a variação de temperatura até que atinja um mínimo estável e clique em Stop
na janela da temperatura. Um link de dados azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre
na Tabela de dados a menor temperatura atingida após a adição do sal (lembre-se de que a água
pode ter voltado a se aquecer).
5 Se você quiser repetir a experiência, clique na lixeira vermelha para limpar a bancada, clique no
balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta e selecio-
ne o item 1, Freezing Point Depression – NaCl.

Tabela de dados
Massa de NaCl

Massa de água

Massa de gelo

Massa de água + gelo

Temperatura mínima

6 A diminuição do ponto de congelamento pode ser prevista usando a equação T = Kf × m × i,


em que T é a mudança no ponto de congelamento, i é o número de íons na solução por mol
de NaCl dissolvido (nesse caso, i = 2), m é a molalidade da solução e Kf é a constante molal do
ponto de congelamento da água, que é 1.86 °C/m.
Calcule a variação prevista no ponto de congelamento de sua solução.

7 A mudança no ponto de congelamento deve ser subtraída do ponto de congelamento da água


pura, que é 0.0 °C para comparar o ponto de congelamento previsto com o real.
Qual é o ponto de congelamento calculado da solução? Compare-o com o ponto de congela-
mento real.

124 Diminuição do ponto de congelamento

04 labor0711_BL4.indd 124 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.6 Determinação da massa molar a partir


da elevação do ponto de ebulição
Se você dissolver uma substância como o sal comum (NaCl) em água, o ponto de ebulição
da solução se elevará em relação ao ponto de ebulição da água pura. Essa propriedade pode ser usada
para calcular a massa molar de uma substância desconhecida. Nesta atividade, você vai dissolver uma
amostra de NaCl em água, medir o aumento do ponto de ebulição da solução e depois medir a massa
molar do NaCl, como se fosse uma incógnita.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione o item 4 – 6: Boiling

Propriedades coligativas
Point Elevation na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calori-
metry) com um calorímetro e, na balança, uma amostra de cloreto de sódio (NaCl).

Medidor da
pressão atmosférica Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Amostra de Haste Calorímetro com Mostrador do


NaCl na balança 100 mL de água calorímetro

2 Registre a massa do cloreto de sódio na Tabela de dados. Se a letra estiver pequena demais para
ler, clique na balança (Balance) para ampliar a imagem, registre a massa e retorne ao laboratório
(Zoom Out).
3 O calorímetro já contém 100 mL de água. Use
a densidade da água a 25 °C (0.998 g/mL) para Você pode clicar no relógio na parede
determinar sua massa a partir do volume e identificado como Accelerate, para acele-
registre-a na Tabela de dados. Certifique-se de rar o tempo de laboratório.
que o agitador está ligado (você deve ver uma
haste girando). Clique na luz verde do aquecedor (Heat) no painel de controle para começar a
aquecer a água.

125

04 labor0711_BL4.indd 125 9/9/11 3:11 PM


4 Observe a temperatura até surgir o primeiro sinal de vapor saindo do calorímetro. Imediata-
mente clique na luz vermelha do aquecedor para desligá-lo e registre na Tabela de dados a tem-
peratura de ebulição da água pura. A massa de água no calorímetro vai diminuir se continuar
a ferver. Note que o ponto de ebulição poderá ser diferente de 100 °C se a pressão atmosférica
não for 760 Torr. A pressão atmosférica real do dia pode ser verificada selecionando pressão
(Pressure) no medidor na parede, à esquerda.
5 Arraste o papel de pesagem até o calorímetro para adicionar o sal. Aguarde 30 segundos para
o sal se dissolver e, em seguida, ligue o aquecedor. Quando o primeiro sinal de vapor surgir,
observe a temperatura e registre na Tabela de dados.
6 Se você quiser repetir a experiência, clique na lixeira vermelha para limpar a bancada, clique no
balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta e selecio-
ne o item 2, Boiling Point Elevation – NaCl.

Tabela de dados
Massa de NaCl

Massa de água

Temperatura de ebulição da água pura

Temperatura de ebulição da solução

7 Calcule a elevação do ponto de ebulição, T, causada pela adição de NaCl à água.

8 A elevação do ponto de ebulição pode ser prevista usando a equação T = Kb × m × i, em que


T é a mudança no ponto de ebulição, i é o número de íons na solução por mol de NaCl dis-
solvido (nesse caso, i = 2), m é a molalidade da solução e Kb é a constante molal do ponto de
ebulição da água, que é de 0,51 °C/m.
Usando essa equação e os dados registrados na tabela, calcule a massa molar do NaCl e compare-a
com o valor real.

126 Determinação da massa molar a partir da elevação do ponto de ebulição

04 labor0711_BL4.indd 126 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.7 Determinação da massa molar a


partir da diminuição do ponto de
congelamento
Se você dissolver uma substância como o sal comum (NaCl) em água, o ponto de congelamento
da solução baixará em relação ao ponto de congelamento da água pura. Essa propriedade pode ser
usada para calcular a massa molar de uma substância desconhecida. Nesta atividade, você vai dis-
solver uma amostra de NaCl em água, medir a diminuição do ponto de congelamento da solução e
depois calcular a massa molar do NaCl como se fosse uma incógnita.

Propriedades coligativas
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione o item 4 – 7:
Freezing Point Depression na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria
(Calorimetry) com um béquer contendo 45.00 g de gelo e um calorímetro. Uma amostra de
cloreto de sódio (NaCl) também estará na balança.

Almoxarifado

Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Béquer
com gelo

Amostra de Haste Calorímetro com Mostrador do


NaCl na balança 100 mL de água calorímetro

2 Clique em Lab Book para abrir o caderno. Registre a massa do cloreto de sódio na Tabela de
dados. Se a letra estiver pequena demais para ler, clique na balança (Balance) para ampliar a
imagem, registre a massa e retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 O calorímetro já contém 100 mL de água. Use
Você pode clicar no relógio na parede
a densidade da água a 25 °C (0.998 g/mL) para
identificado como Accelerate, para acele-
determinar sua massa a partir do volume e
rar o tempo de laboratório.
registre-a na Tabela de dados. Certifique-se de

127

04 labor0711_BL4.indd 127 9/9/11 3:11 PM


que o agitador está ligado (você deve ver uma haste girando). Clique na janela do termômetro
para trazê-la à frente e clique em Save para começar a registrar os dados no Lab book. Aguarde
20 a 30 segundos para obter a temperatura basal da água.
4 Arraste o béquer do canto direito da bancada para o calorímetro, até encaixá-lo no devido lugar
e, em seguida, despeje o gelo dentro do calorímetro. Clique nas janelas do termômetro e do
gráfico para trazê-las à frente novamente e observe a variação de temperatura no gráfico até que
chegue a zero. Arraste o papel de pesagem da balança para o calorímetro e despeje o sal dentro
dele. Observe a variação de temperatura até que atinja um mínimo estável e clique em Stop na
janela da temperatura. Um link de dados azul aparecerá no Lab book. Clique nele e registre
na Tabela de dados a menor temperatura atingida após a adição do sal (lembre-se de que a água
pode ter voltado a se aquecer).
5 Se você quiser repetir a experiência, clique na lixeira vermelha para limpar a bancada, clique no
balcão ao fundo para entrar no almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta e selecio-
ne o item 1, Freezing Point Depression – NaCl.

Tabela de dados
Massa de NaCl

Massa de água

Massa de gelo

Massa de água + gelo

Temperatura mínima

6 Qual é a diminuição do ponto de congelamento causada pela adição de NaCl à água?

7 A diminuição do ponto de congelamento pode ser prevista usando a equação T = Kf × m × i,


em que T é a mudança no ponto de congelamento, i é o número de íons na solução por mol
de NaCl dissolvido (nesse caso, i = 2), m é a molalidade da solução e Kf é a constante molal do
ponto de congelamento da água, que é 1.86 °C/m.
Usando essa equação e os dados registrados na tabela, calcule a massa molar do NaCl e compa-
re-a com o valor real.

128 Determinação da massa molar a partir da diminuição do ponto de congelamento

04 labor0711_BL4.indd 128 9/9/11 3:11 PM


nome turma data / /

4.8 Mudanças no ponto de ebulição


Se você dissolver uma substância como o sal comum (NaCl) em água, o ponto de ebulição da so-
lução se elevará em relação ao ponto de ebulição da água pura. Nesta atividade, você vai dissolver uma
amostra de NaCl em água e observar o que ocorre se continuar a ferver a água até que ela se evapore.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Changes in the Boi-
ling Point na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de calorimetria (Calorimetry),
com um calorímetro e, na balança, uma amostra de cloreto de sódio (NaCl).
Almoxarifado

Propriedades coligativas
Acelerador
do tempo
Lixeira
Livro de
anotações

Nível da
água

Amostra de Haste Calorímetro com Mostrador do


NaCl na balança 100 mL de água calorímetro

2 O calorímetro já contém 100 mL de água. Cer-


tifique-se de que o agitador está ligado (você Você pode clicar no relógio na parede
deve ver uma haste girando). Arraste o papel identificado como Accelerate, para ace-
de pesagem até o calorímetro para adicionar o lerar o tempo de laboratório.
sal. Aguarde 30 segundos até que o sal se dis-
solva e, em seguida, ligue o aquecedor (Heat) clicando na luz verde no painel de controle.
3 Quando o primeiro sinal de vapor surgir, ob-
serve a temperatura. Continue a fervura da so- O nível da água dentro do calorímetro
lução e observe a temperatura até que toda a aparece indicado no lado direito do pai-
água se evapore e o aquecedor se apague. nel de controle (Level ).

Quais observações você fez sobre a temperatura enquanto a solução fervia?

129

04 labor0711_BL4.indd 129 9/9/11 3:11 PM


4 Explique as observações descritas na questão 3. Por que isso ocorre?

130 Mudanças no ponto de ebulição

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nome turma data / /

5.1 Lei de Boyle: pressão e volume


Robert Boyle, filósofo e teólogo, estudou as propriedades dos gases no século XVII. Ele notou
que os gases se comportavam de modo semelhante às molas; quando comprimidos ou expandidos,
eles tendem a voltar para seu volume original. Boyle publicou suas descobertas em 1662, em uma
monografia intitulada The Spring of the Air and Its Effects. Você vai fazer observações semelhantes às
de Robert Boyle e aprender sobre a relação entre a pressão e o volume de um gás ideal.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Boyle’s Law: Pressure and Volume na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de estudos sobre gases (Gases).

Zoom out

Propriedades dos gases


Alavancas

Balão com 0.300 mol de um gás ideal

2 Note que o balão na câmara contém 0.300 mol de um gás ideal (Massa Molar = 4 g/mol), a
temperatura de 298 K, pressão de 1.00 atm e volume de 7.336 L. À esquerda de cada visor in-
dicando os valores, há uma alavanca que aumenta ou reduz o valor ao ser movida para cima
ou para baixo e mantida na mesma posição por alguns segundos; o tamanho da mudança do
valor depende do quanto a alavanca é deslocada. Os dígitos também podem ser clicados para
inserir diretamente o número desejado. Talvez seja uma boa ideia você praticar o ajuste da
alavanca para que possa diminuir ou aumentar a pressão com exatidão. Certifique-se de que
o número de mols, a temperatura e a pressão sejam reajustados a seus valores originais antes
de prosseguir.
3 Clique em Lab book para abri-lo. De volta ao laboratório, clique no botão Save para come-
çar a registrar P, V, T e n no Lab book. Aumente a pressão de 1 atm a 10 atm, de um em um.
Clique em Stop para cessar o registro de dados e um link de dados azul aparecerá no Lab
book. Para facilitar a identificação de seus links de dados, clique duas vezes ao lado do link e
digite “Gás ideal 1”.

131

05 labor0711_BL5.indd 131 9/5/11 3:41 PM


Zoom in P/ Gás Ideal

Almoxarifado

Desconectar

4 Clique na seta verde (Zoom Out), ao lado do botão Save, para se afastar da câmara do balão. Clique
em Return Tank no cilindro de gás para desconectá-lo da câmara. No canto da mesa há uma
chave para selecionar o tipo de gás: real ou ideal. Clique em Ideal Gases e depois selecione o
cilindro identificado como Ideal 8 (Massa Molargás ideal 8 = 222 g/mol). Clique na câmara do balão
para ampliar (Zoom In) e ajustar a temperatura, a pressão e o número de mols, respectivamen-
te, em 298 K, 1.00 atm e 0.300 mol. Repita o passo 3 com esse gás e identifique o link de dados
como “Gás ideal 8”.
5 Clique na seta verde (Zoom Out), ao lado do botão Save, para se afastar da câmara. Clique nas
prateleiras ao fundo para visualizar o almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta e
selecione o item 2, Balloon Experiment N2. Novamente, ajuste a temperatura, a pressão e o nú-
mero de mols em 298 K, 1.00 atm e 0.300 mol, respectivamente. Talvez seja necessário clicar no
botão Units para selecionar a unidade correta em alguns dos visores. Repita o passo 3 com esse
gás e identifique o link de dados como “Gás real N2”.
6 Selecione o Lab book e clique no link de dados “Gás ideal 1”. Na janela Data Viewer, clique no
botão Select All para selecionar todos os dados e, então, copie-os usando Ctrl-C (no Win-
dows) ou Cmd-C (no Macintosh). Cole os dados em uma planilha eletrônica e crie um gráfico
com o volume no eixo x e a pressão no eixo y. Repita esse procedimento para criar gráficos para
os dados de “Gás ideal 8” e “Gás real N2”.
7 Com base em seus dados, qual é a relação entre a pressão e o volume de um gás (assumindo-se
uma temperatura constante)?

8 Pesquise qual é a definição da lei de Boyle. Os resultados de seu experimento comprovam


essa lei?

132 Lei de Boyle: pressão e volume

05 labor0711_BL5.indd 132 9/5/11 3:41 PM


9 Complete as tabelas com os dados salvos em seu Lab book. Use somente uma amostragem dos
dados para pressões de 1, 3, 6 e 9 atm.

Gás ideal 1: Massa Molar = 4 g/mol


Volume (L) Pressão (atm) Produto PV (P × V )

Gás ideal 8: Massa Molar = 222 g/mol


Volume (L) Pressão (atm) Produto PV (P × V )

Propriedades dos gases


Gás real N2
Volume (L) Pressão (atm) Produto PV (P × V )

10 Que conclusões você pode tirar sobre o produto PV do Gás ideal 1?

Como o produto PV será afetado se for usado um gás ideal com massa molecular diferente (Gás
ideal 8)?

Lei de Boyle: pressão e volume 133

05 labor0711_BL5.indd 133 9/5/11 3:41 PM


11 Como seus resultados mudam se for usado um gás real (N2)?

12 Se quiser, repita a experiência várias vezes, usando diferentes valores de pressão.

134 Lei de Boyle: pressão e volume

05 labor0711_BL5.indd 134 9/5/11 3:41 PM


nome turma data / /

5.2 Lei de Charles: temperatura


e volume
A lei de Charles foi descoberta por Joseph Louis Gay-Lussac, em 1802, com base em um tra-
balho não publicado realizado por Jacques Charles por volta de 1787. Charles descobriu que alguns
gases sofrem expansão de mesma amplitude quando sujeitos à mesma variação de temperatura de 80
graus. Nesta atividade, você vai observar a relação entre a temperatura e o volume de um gás seme-
lhante ao estudado por Charles.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Charles’s Law: Temperature and Volume na lista de ativida-
des. O programa vai abrir a bancada de estudos sobre gases (Gases).

Propriedades dos gases


Zoom out

Alavancas

Balão com 0.050 mol de um gás ideal

2 Note que o balão na câmara contém 0.050 mol de um gás ideal (Massa Molar= 4 g/mol), a tem-
peratura de 100 °C, pressão de 1.00 atm e volume de 1.531 L. À esquerda do visor de temperatura
há uma alavanca que aumenta ou reduz o valor ao ser movida para cima ou para baixo e mantida
por alguns segundos; o tamanho da mudança do valor depende do quanto a alavanca é desloca-
da. Os dígitos também podem ser clicados para inserir diretamente o número desejado, ou ar-
redondados clicando-se no botão R. Talvez seja uma boa ideia você praticar o ajuste da alavanca
para que possa diminuir ou aumentar a pressão com exatidão. Certifique-se de que o número
de mols, a temperatura e a pressão sejam reajustados a seus valores originais antes de prosseguir.
3 Clique em Lab book para abri-lo. De volta ao laboratório, clique no botão Save para começar
a registrar P, V, T e n no Lab book. Aumente a temperatura de 100 °C para 1 000 °C, de 100 em
100. Clique em Stop para cessar o registro de dados e um link de dados azul aparecerá no Lab
book. Para facilitar a identificação de seus links de dados, clique duas vezes ao lado do link e
digite “Gás ideal 1”.

135

05 labor0711_BL5.indd 135 9/5/11 3:41 PM


4 Clique na seta verde (Zoom Out), ao lado do botão Save, para se afastar da câmara do balão. Clique
nas prateleiras ao fundo para visualizar o almoxarifado (Stockroom), depois clique na prancheta
e selecione o item 2, Balloon Experiment N2. Novamente, ajuste a temperatura, a pressão e o
número de mols, respectivamente, em 100 °C, 1.00 atm e 0.050 mol. Talvez seja necessário clicar
no botão Units para selecionar a unidade correta em alguns dos visores. Repita o passo 3 com
esse gás e identifique o link de dados como “Gás real N2”.

Almoxarifado
Zoom in

5 Selecione o Lab book e clique no link de dados “Gás ideal 1”. Na janela Data Viewer, clique no bo-
tão Select All para selecionar todos os dados e, então, copie-os usando Ctrl-C (no Windows)
ou Cmd-C (no Macintosh). Cole os dados em uma planilha eletrônica e crie um gráfico com
a temperatura no eixo x e o volume no eixo y. Repita esse procedimento para criar um gráfico
para os dados de “Gás real N2”.
6 Com base em seus dados, qual é a relação entre a temperatura e o volume de um gás (assumindo
pressão constante)?

7 Pesquise qual é a definição da lei de Charles. Os resultados de seu experimento comprovam


essa lei?
8 Usando a planilha eletrônica que você criou, ajuste uma linha aos dados do gás ideal ou im-
prima o gráfico e use uma régua para traçar uma linha sobre os dados. A menor temperatura
possível é atingida quando o gás ideal tem volume igual a zero. Essa temperatura é o intercepto
no eixo x da linha traçada.
Qual é essa temperatura?
9 Agora faça a mesma análise com os dados do gás real (N2). Qual temperatura você encontrou?

10 Nessas condições, o N2 se comporta como um gás ideal?

136 Lei de Charles: temperatura e volume

05 labor0711_BL5.indd 136 9/5/11 3:41 PM


nome turma data / /

5.3 Lei de Avogadro: mols e volume


Em 1808, Joseph Gay-Lussac observou a lei da combinação de volumes, que afirma que, quando
os gases reagem, o volume deles tem entre si uma relação de números inteiros e pequenos. Três anos
depois, Amedeo Avogadro elaborou melhor a ideia, propondo o que atualmente se conhece como
hipótese de Avogadro: volumes iguais de gases à mesma temperatura e pressão contêm números iguais
de moléculas. A lei de Avogadro, que estabelece a relação entre mols e volume, originou-se dessa hi-
pótese. Nesta atividade, você vai observar o mesmo princípio que Avogadro constatou há 200 anos.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Avogadro’s Law: Moles and Volume na lista de atividades. O
programa vai abrir a bancada de estudos sobre gases (Gases). À esquerda, há visores indicando
volume, pressão, temperatura e número de mols. Você pode alterar as unidades de volume,
pressão e temperatura clicando nos botões Units. O balão contém 0.100 mol de um gás ideal
e a pressão é de 2.00 atm. Registre o número de mols e o volume (em L) na Tabela de dados.

Propriedades dos gases


Zoom out

Alavancas

Balão com 0.050 mol de um gás ideal

2 No visor que indica o número de mols,


Tabela de dados
clique no dígito da primeira casa deci-
mal e altere a quantidade de mols de gás n (mols) V (L)
dentro do balão de 0.1 para 0.2 mol. Re-
gistre o número de mols e o volume na
Tabela de dados. Repita o procedimen-
to, alterando para 0.3, 0.4 e 0.5 mol.

Lei de Avogadro: mols e volume 137

05 labor0711_BL5.indd 137 9/5/11 3:41 PM


3 Com base em suas observações, o que você pode afirmar sobre a relação entre o número de mols
e o volume de um gás?

4 Escreva uma equação matemática usando uma constante de proporcionalidade (k), com uni-
dade L/mol, que expresse o que você aprendeu sobre a lei de Avogrado. Determine o valor de k.

138 Lei de Avogadro: mols e volume

05 labor0711_BL5.indd 138 9/5/11 3:41 PM


nome turma data / /

5.4 Derivação da lei do gás ideal


Um gás ideal é um gás hipotético, cuja pressão, o volume e a temperatura seguem a rela-
ção PV = nRT. Gases ideais não existem na realidade, embora todos os gases reais possam se
comportar como um gás ideal em determinadas condições de temperatura e pressão. Todos os
gases podem ser descritos, em certa medida, pela lei do gás ideal, que é importante para nossa
compreensão de como os gases se comportam. Nesta tarefa, você vai derivar a lei do gás ideal a
partir de observações experimentais.
O estado de qualquer gás pode ser descrito usando quatro variáveis: pressão (P), volume (V ),
temperatura (T ) e número de mols de gás (n). O Virtual ChemLab, na bancada de estudos sobre
gases (Gases), permite a manipulação de três dessas variáveis (variáveis independentes) e mostra o
efeito sobre a quarta variável (variável dependente).
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Ideal Gas Law na lista de atividades. O programa vai abrir
a bancada de estudos sobre gases (Gases).

Propriedades dos gases


Alavancas

Balão com gás ideal

2 Use o experimento do balão já montado para descrever a relação entre pressão (P) e volume
(V ). Aumente e diminua a pressão com a alavanca do visor da pressão e determine o efeito
sobre o volume.
O que você pode concluir a respeito do efeito da pressão sobre o volume? Escreva uma relação
matemática usando o símbolo da proporcionalidade (∝).

3 Use essa mesma montagem para descrever a relação entre a temperatura (T ) e o volume. Para
isso, aumente e diminua a temperatura.
O que você pode concluir a respeito do efeito da temperatura sobre o volume? Escreva uma
relação matemática usando o símbolo da proporcionalidade (∝).

139

05 labor0711_BL5.indd 139 9/5/11 3:41 PM


4 Use essa mesma montagem para descrever a relação entre o número de mols de gás e o volume,
aumentando e diminuindo o número de mols (n).
O que você pode concluir a respeito do efeito da mudança do número de mols sobre o volume?
Escreva uma relação matemática utilizando o símbolo da proporcionalidade (∝).

5 Já que o volume é inversamente proporcional à pressão e diretamente proporcional à tempera-


tura e ao número de mols, podemos combinar essas três relações em uma única proporcionali-
dade, mostrando como V é proporcional a 1/P, T e n. Escreva uma proporção combinada para
demonstrar a relação do volume com a pressão, a temperatura e o número de mols.

6 Essa relação proporcional pode ser convertida em uma equação matemática inserindo-se uma
constante de proporcionalidade (R) no numerador do lado direito. Escreva essa equação mate-
mática e rearranje-a com P no lado esquerdo com V.

7 Essa equação é conhecida como a lei do gás ideal. Usando dados de volume, temperatura, pres-
são e número de mols de um dos experimentos com gases, calcule o valor de R, com unidade
L · atm · K–1 · mol–1 (mostre todo o desenvolvimento e arredonde para três dígitos significativos).

8 Usando a conversão entre atmosferas e mmHg (1 atm = 760 mmHg), calcule o valor de R com
unidade L · mmHg · K–1 · mol–1 (mostre todo o desenvolvimento e arredonde para três dígitos
significativos).

9 Usando a conversão entre atmosferas e kPa (1 atm = 101.3 kPa), calcule o valor de R com uni-
dade L · kPa · K–1 · mol–1 (mostre todo o desenvolvimento e arredonde para três dígitos signifi-
cativos).

140 Derivação da lei do gás ideal

05 labor0711_BL5.indd 140 9/5/11 3:41 PM


nome turma data / /

5.5 Lei de Dalton sobre as pressões


parciais
A lei de Dalton sobre as pressões parciais, que leva o nome de seu descobridor, John Dalton, des-
creve o comportamento das misturas de gases. Segundo essa lei, a pressão total do gás, Ptot, é a soma
das pressões parciais de cada gás ou, em outras palavras, é a soma das pressões que cada gás exerceria
se estivesse sozinho no recipiente. Nesta atividade você vai se familiarizar mais com a lei de Dalton.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Dalton’s Law of Partial Pressures na lista de atividades. O
programa vai abrir a bancada de estudos sobre gases (Gases). À direita, você verá oito cilindros
de gás. Certifique-se de que a chave no canto direito da mesa está ajustada para gases ideais
(Ideal gases). Note que cada gás ideal tem uma massa molecular diferente.

P/ Gás Ideal

Propriedades dos gases


Gases ideais
com massas
moleculares
diferentes

2 Selecione um dos cilindros de gás ideal clicando na etiqueta branca. Clique nas setas azul e
vermelha, ao lado da válvula de bronze do cilindro, até que o medidor marque 400. Adicione
esse gás ideal ao balão clicando no botão verde Open Valve (para abrir a válvula); para parar,
clique no mesmo botão. Coloque quanto gás quiser, mas não encha demais o balão, pois você
adicionará mais dois gases. Clique Return Tank para devolver o cilindro.

Diminuir Aumentar

141

05 labor0711_BL5.indd 141 9/5/11 3:41 PM


3 Repita o passo 2 para mais dois gases ideais de sua escolha. Tome cuidado para não explodir o
balão. Se isso ocorrer, clique no botão Reset da câmara do balão, localizado no canto superior
direito da câmara, e repita o experimento.
4 Clique na câmara do balão para ampliar (Zoom In). À esquerda, há visores indicando volume,
pressão, temperatura e número de mols. Você pode alterar as unidades de volume, pressão e
temperatura clicando nos botões Units. Nos visores da pressão e do número de mols há nú-
meros de 1 a 8 que correspondem aos gases ideais. Os três gases que você adicionar na mistura
aparecerão realçados. Ao clicar nesses números, será exibida a pressão ou o número de mols
apenas desse gás. Determine o número de mols e a pressão parcial de cada um dos três gases
ideais da mistura. Registre os valores na Tabela de dados.

Tabela de dados
No do gás ideal Número de mols (n) Pressão parcial (pi)

5 Usando as informações da Tabela de dados, calcule a pressão total no balão.

6 Clique em Total no visor que indica a pressão. Compare a resposta da questão 5 com a pressão
total mostrada no visor.
Escreva abaixo ambas as pressões e escreva uma equação matemática para representar o que
você aprendeu sobre a lei de Dalton.

7 Outra forma de expressar a lei de Dalton é com a expressão Pi = xiPtotal, onde Pi é a pressão parcial
do gás i, xi é a fração molar desse gás na mistura de gases e Ptotal é a pressão total.
Verifique se essa relação se sustenta usando os dados que você coletou e registre seus resultados
na Tabela de dados.

Tabela de dados
No do gás ideal xi Pi calculado Pi medido

142 Lei de Dalton sobre as pressões parciais

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nome turma data / /

5.6 Gás ideal versus gás real


À temperatura ambiente e pressão atmosférica normal, gases reais se comportam de forma
semelhante a gases ideais, mas podem divergir significativamente destes em condições extremas,
como alta temperatura ou alta pressão. Nem sempre é fácil encontrar um meio eficaz de mostrar
o desvio do comportamento dos gases reais em relação aos gases ideais. Um método eficaz, porém
simples, para verificar esses desvios é calcular o valor de R, a constante de gás ideal, para os gases
reais assumindo que eles seguem a lei do gás ideal e então comparar o valor de R com o valor real de
0.08205 L · atm · K–1 · mol–1. Nesta atividade, você vai medir P, V, T e n para diversos gases reais em
condições diferentes e depois vai calcular o valor de R para compará-lo com seu valor real.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Ideal vs. Real Gases na lista de atividades. O programa vai
abrir a bancada de estudos sobre gases, com um balão contendo 0.100 mol do gás ideal 1.

Mudar para mL Mudar para atm

Propriedades dos gases


Alavancas

2 Clique nos botões Units para ajustar a unidade de volume para L ou mL, a de pressão para atm,
e a de temperatura para K. À esquerda de cada visor, há uma alavanca que aumenta ou reduz o
valor ao ser movida para cima ou para baixo e mantida na mesma posição por alguns segundos;
a mudança de valor depende do quanto a alavanca é deslocada. Os dígitos também podem ser
clicados para inserir diretamente o número desejado. Clicar à esquerda do dígito mais à esquer-
da adicionará uma posição; por exemplo, se você tiver 1.7 atm, poderá clicar à esquerda do 1 e
digitar “2” para transformá-lo em 21.7 atm, e então clicar à esquerda de 2 e digitar “5” para ter
521.7 atm. O pequeno botão R no canto superior esquerdo arredonda o número; o primeiro
clique arredonda a unidade, o segundo arredonda a dezena e o terceiro arredonda a centena.
A seta verde (Zoom Out) à esquerda do botão Save o afasta da câmara de gás. Clique
Return Tank no cilindro de gás para que ele volte ao canto da sala permitindo que você
selecione um gás diferente. Clique na câmara de gás para ampliá-la (Zoom In) permitindo que
você altere os parâmetros. Tome cuidado para não inchar o balão até explodi-lo. Se isso ocorrer,

143

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clique no botão vermelho Reset da câmara de gás, no canto superior direito, e redefina as
unidades e os valores para cada parâmetro. Lembre-se de que o volume deve estar em L para os
cálculos posteriores; se o visor mostrar mL, você deverá converter os valores para litros.
3 Complete a tabela de dados para os gases e as condições a seguir (todos com 0.100 mol):
a. Gás ideal em baixa T = 10 K, alta T = 1 000 K, baixa P = 1 atm, alta P = 15 atm
b. Gás metano (CH4) em baixa T = 160 K, alta T = 400 K, baixa P = 1 atm, alta P = 15 atm
c. G
 ás de dióxido de carbono (CO2) em baixa T = 250 K, alta T = 1 000 K, baixa P = 1 atm, alta
P = 15 atm

Tabela de dados
Gás V (L) P (atm) T (K) n (mol)

Ideal, baixa T, baixa P

Ideal, baixa T, alta P

Ideal, alta T, baixa P

Ideal, alta T, alta P

CH4, baixa T, baixa P

CH4, baixa T, alta P

CH4, alta T, baixa P

CH4, alta T, alta P

CO2, baixa T, baixa P

CO2, baixa T, alta P

CO2, alta T, baixa P

CO2, alta T, alta P

144 Gás ideal versus gás real

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4 Se PV = nRT, então R = PV/nT.
Complete a Tabela de resultados para cada experimento anterior. Use quatro dígitos significativos.

Tabela de resultados
Gás R calculado (L · atm · K-1 · mol-1)

Ideal, baixa T, baixa P

Ideal, baixa T, alta P

Ideal, alta T, baixa P

Ideal, alta T, alta P

CH4, baixa T, baixa P

CH4, baixa T, alta P

CH4, alta T, baixa P

CH4, alta T, alta P

Propriedades dos gases


CO2, baixa T, baixa P

CO2, baixa T, alta P

CO2, alta T, baixa P

CO2, alta T, alta P

5 Quais gases e condições demonstram desvio significativo do valor real de R? Justifique.

Gás ideal versus gás real 145

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nome turma data / /

5.7 O efeito da massa sobre a pressão


Entender o que é pressão é essencial para compreender o comportamento dos gases. Pressão é
definida como a força por unidade de área exercida por um gás ou por outro meio. A pressão de um
gás é influenciada por muitas variáveis, como temperatura, pressão externa, volume e número de
mols de um gás, entre outros fatores. Esta atividade vai ajudá-lo a se familiarizar mais com a pressão
e o efeito de adicionar massa a um pistão sem atrito e sem massa.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione The Effect of Mass on Pressure na lista de atividades. O pro-
grama vai abrir a bancada de estudos sobre gases (Gases).

Propriedades dos gases


Alavancas

2 Este experimento utiliza um cilindro com um pistão sem atrito e sem massa. Quando a experi-
ência se inicia, a câmara está cheia com o gás selecionado. O botão Piston faz o pistão se mover
para cima do cilindro, prendendo o gás. O número de mols e o volume do gás dentro do cilindro
são mostrados em um mesmo visor, à esquerda (clique na chave para mudar o parâmetro mos-
trado). É possível exercer pressão sobre o gás dentro cilindro. Para isso, você pode ajustar a
pressão externa (usando a alavanca do visor External pressure) ou adicionar um peso sobre o
pistão (usando a alavanca do visor Force). O resultado é Pint = Ppeso + Pext, em que Pint é a pressão
interna (Internal Pressure) ou a pressão do gás dentro do cilindro, Ppeso é a pressão exercida sobre
o gás pelos pesos sobre o pistão, e Pext é a pressão exercida sobre o pistão pelo gás na câmara fora
do cilindro. Se não houver massa no pistão, então Pint = Pext.
3 Clique no botão verde Piston para mover o pis-
tão para o cilindro. Registre a massa (em tons, ou Cada tonelada americana é igual a
toneladas americanas) e a pressão interna (em 907.18474 kg ou 2 000 libras, e é também
psi, do inglês pounds per square inch, ou ‘libras conhecida como short ton (tonelada curta).
por polegada quadrada’) na Tabela de dados.

147

05 labor0711_BL5.indd 147 9/5/11 3:41 PM


4 Clique no dígito decimal no visor Force e digite 5 para adicionar 0.5 ton à massa do pistão. Re-
gistre a massa e a pressão interna na Tabela de dados. Repita esse procedimento para 2.5 tons
(a massa de um carro pequeno).

Tabela de dados
Massa Pressão externa Pressão interna calculada Medida interna calculada
(tons) (psi) (psi) (psi)

5 Agora você deve calcular a pressão exercida por 0.5 ton (Ppeso). Primeiro, converta tons em psi.
Quantas libras correspondem a 0.5 ton? (1 ton = 2 000 libras)

O diâmetro do pistão é 15 cm. Qual é o raio (em cm)?

Qual é o raio do pistão em polegadas? (1 polegada = 2.54 cm)

A área do pistão circular é determinada por A = r 2. Qual é a área do pistão em polegadas
quadradas (in2)?

A pressão exercida pelo peso sobre o pistão, em libras por polegada quadrada (psi), pode ser
determinada dividindo a massa (em libras) pela área (em polegadas quadradas).
Qual é a pressão exercida (em psi) pelo peso adicionado?

A pressão interna é a soma da pressão externa e da pressão exercida pelo peso adicionado.
Qual é a pressão interna calculada? Compare sua resposta calculada com a do medidor de pres-
são interna. Elas são iguais?

6 Calcule a pressão interna (em psi) se fosse colocado um peso de 2.5 tons sobre o pistão.
Como essa sua resposta calculada se compara com a medida mostrada no visor de pressão in-
terna, após adicionar o peso de massa 2.5 tons? Registre seus dados na tabela.

148 O efeito da massa sobre a pressão

05 labor0711_BL5.indd 148 9/5/11 3:41 PM


nome turma data / /

6.1 Classificação ácido-base de sais


Nesta atividade, você vai classificar soluções aquosas de sais, identificando-as como ácidas, bá-
sicas ou neutras. Essa tarefa se torna mais fácil se antes você compreender como cátions e ânions
afetam o pH da solução, combinando seus efeitos. Após prever as propriedades ácido-base desses
sais, você vai testar seus prognósticos em laboratório.
1 Indique se as soluções de 0.1 M de cada um dos seguintes sais são ácidas, básicas ou neutras. Ex-
plique seu raciocínio em cada caso, escrevendo uma equação iônica balanceada para descrever
o comportamento de cada sal não neutro na água: NaCN, KNO3, NH4Cl, NaHCO3 e Na3PO4.
NaCN:

KNO3:

Ácidos e bases
NH4Cl:

NaHCO3:

Na3PO4:

Após prever a natureza de cada solução salina, você usará o Virtual ChemLab para confirmar seu
prognóstico. Cada solução deve ter aproximadamente 0.1 M para que suas comparações sejam
válidas. A maioria das soluções em estoque já é de aproximadamente 0.1 M, mas três soluções

149

06 labor0711_BL6.indd 149 9/5/11 3:45 PM


deverão ser preparadas a partir dos sais em estado sólido. Uma dessas soluções salinas já foi
preparada e está na bancada do laboratório pronta para você medir o pH.
2 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Acid-Base Classi-
fication of Salts na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Almoxarifado

Proveta
de 25 mL

Água
Balança

Papel de
pesagem
Lixeira

Colher

Janela do
medidor de pH Gaveta Agitador
Sensor de pH Medidor de pH
de béqueres

3 Sobre o agitador (Stir Plate), há um béquer com cloreto de amônio (NH4Cl) 0.10 M que já foi
preparado. O medidor de pH (pH Meter) está ligado e a sonda já está dentro do béquer. Registre
o pH da solução de NH4Cl na Tabela de dados na página seguinte. Quando terminar, arraste o
béquer até a lixeira vermelha (Cleanup Lab Bench) e o frasco de NH4Cl até o balcão do almoxa-
rifado (Stockroom).
4 Clique, então, no almoxarifado para entrar. Clique duas vezes no frasco de NH4Cl para devolvê-
-lo à prateleira e mais duas vezes sobre os frascos de NaHCO3 e KNO3 para movê-los para o
balcão. Retorne ao laboratório (Return to lab).
5 Clique na gaveta de béqueres (Beakers) para abri-la e arraste um deles para a área realçada ao lado
da balança (Balance). Agora arraste o frasco de NaHCO3 para a outra área realçada também ao
lado da balança. Clique na balança para ampliar. Coloque um papel de pesagem (Weighing Paper)
nela e clique em Tare para descontar a tara. Abra o frasco, clicando na tampa para removê-la
(Remove Lid). Pegue a colher (Scoop) e colete um pouco de sal, arrastando-a até a boca do frasco
e descendo-a pela frente dele. Cada posição da colher na frente do frasco representa uma porção
diferente que pode ser recolhida. Baixe a colher desde o topo até a segunda posição (aproxima-
damente 0.20 g) e então arraste-a para o papel de pesagem na balança até que você possa soltar a
amostra no papel. Agora clique no papel de pesagem da balança e arraste-o para o béquer até que
consiga despejar o sal. Retorne ao laboratório (Zoom Out) e leve o béquer para o agitador.

150 Classificação ácido-base de sais

06 labor0711_BL6.indd 150 9/5/11 3:45 PM


6 Arraste a proveta de 25 mL até a pia e segure-a sob a torneira até enchê-la. Quando estiver cheia,
a proveta retorna à bancada do laboratório e indica que está preenchida (25 mL Full ) ao passar
o cursor sobre ela. Arraste a proveta até o béquer no agitador e esvazie-a nele. Coloque a sonda
do medidor de pH (pH Probe) no béquer e registre a medida na Tabela de dados. Leve o béquer
até a lixeira vermelha. Clique duas vezes no frasco de NaHCO3 para movê-lo ao balcão do almo-
xarifado. Repita as etapas 5 e 6 para KNO3.
7 Entre no almoxarifado. As soluções em estoque de NaCN e Na3PO4 já são de aproximadamente
0.1 M. Clique duas vezes em cada frasco para movê-los ao balcão e, então, retorne ao laborató-
rio. Para cada uma das soluções siga este procedimento: coloque um béquer no agitador, ponha
um pouco da solução no béquer, introduza a sonda de pH, registre o pH na Tabela de dados e
descarte o béquer na lixeira vermelha. Seus prognósticos estavam corretos?

Tabela de dados
Solução pH Ácida, básica ou neutra

NH4Cl

NaHCO3

KNO3

NaCN

Na3PO4

Ácidos e bases

Classificação ácido-base de sais 151

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06 labor0711_BL6.indd 152 9/5/11 3:45 PM
nome turma data / /

6.2 Classificando soluções salinas de


acordo com o pH
Nesta atividade, você vai classificar soluções aquosas de ácidos, bases e sais por ordem crescente
de pH. Essa tarefa se torna mais fácil se primeiro forem identificados os ácidos fortes (que têm o
menor pH), as bases fortes (que têm o maior pH) e as soluções neutras (que têm pH próximo de 7).
Os ácidos fracos terão um pH entre 1 e 6 enquanto as bases fracas, entre 8 e 14. A ordem exata de
ácidos fracos e bases fracas é determinada comparando as constantes de ionização (Ka para ácidos
fracos e Kb para bases fracas). Após classificar o pH dessas soluções, você vai testar seus prognósticos
em laboratório.
1 Organize as seguintes soluções de 0.1 M por ordem crescente de pH e indique por que você
colocou cada solução na posição em que estão: NaCH3COO, HCl, HCN, NaOH, NH3, NaCN,
KNO3, H2SO4, NH4Cl, H2SO3, NaHCO3, Na3PO4 e CH3COOH.
Por ordem crescente de pH:

Ácidos e bases

Após prever a natureza de cada solução salina, você usará o Virtual ChemLab para confirmar seu
prognóstico. Cada solução deve ter aproximadamente 0.1 M para que suas comparações sejam
válidas. A maioria das soluções em estoque já é de aproximadamente 0.1 M. Duas soluções devem
ser diluídas e três preparadas a partir dos sais em estado sólido. Uma dessas soluções salinas já
foi preparada e estará na bancada do laboratório pronta para que você meça seu pH.

153

06 labor0711_BL6.indd 153 9/5/11 3:45 PM


2 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Ranking Salt Solutions by pH na lista de atividades. O pro-
grama vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Almoxarifado Provetas

Água
Balança

Papel de
pesagem
Lixeira

Colher

Janela do
medidor de pH Gaveta Agitador
Sensor de pH Medidor de pH
de béqueres

3 No agitador (Stir Plate), há um béquer com cloreto de amônio (NH4Cl) de 0.10 M que já foi
preparado. O medidor de pH (pH Meter) já está calibrado e a sonda está dentro do béquer.
Registre o pH da solução de NH4Cl na Tabela de dados na página seguinte. Quando terminar,
arraste o béquer até a lixeira vermelha (Cleanup Lab Bench) e o frasco de NH4Cl até o balcão do
almoxarifado (Stockroom).
4 Clique no almoxarifado para entrar. Clique duas vezes no frasco de NH4Cl para devolvê-lo à
prateleira e mais duas vezes sobre os frascos de NaHCO3 e KNO3 para movê-los para o balcão
do almoxarifado. Retorne ao laboratório (Return to Lab).
5 Clique na gaveta de béqueres (Beakers) para abri-la e arraste um deles para a área realçada ao
lado da balança (Balance). Agora arraste o frasco de NaHCO3 para a outra área realçada também
ao lado da balança. Clique na balança para ampliar. Coloque um papel de pesagem (Weighing
Paper) nela e clique em Tare para descontar a tara. Abra o frasco, clicando na tampa para re-
movê-la (Remove Lid). Pegue a colher (Scoop) e colete um pouco de sal, arrastando-a até a boca
do frasco e descendo-a pela frente dele. Cada posição da colher na frente do frasco representa
um porção diferente que pode ser recolhida. Baixe a colher desde o topo até a segunda posição
(aproximadamente 0.20 g) e então arraste-a para o papel de pesagem na balança até que você
possa soltar a amostra no papel. Agora clique no papel de pesagem da balança e arraste-o para
o béquer até que consiga despejar o sal. Retorne ao laboratório (Zoom Out) e leve o béquer
para o agitador.
6 Arraste a proveta de 25 mL até a pia e segure-a sob a torneira até enchê-la. Quando estiver cheia,
a proveta retorna à bancada do laboratório e indica que está preenchida (25 mL Full ) ao passar

154 Classificando soluções salinas de acordo com o pH

06 labor0711_BL6.indd 154 9/5/11 3:45 PM


o cursor sobre ela. Arraste a proveta até o béquer no agitador e esvazie-a nele. Coloque a sonda
do medidor de pH (pH Probe) no béquer e registre a medida na Tabela de dados. Leve o béquer
até a lixeira vermelha. Clique duas vezes no frasco de NaHCO3 para movê-lo ao balcão do almo-
xarifado. Repita as etapas 5 e 6 para KNO3.
7 Entre no almoxarifado. Dê duplo clique nos frascos de NaHCO3 e KNO3 para devolvê-los às suas
posições na prateleira e em seguida dê um duplo clique nos frascos de NH3 e H2SO4 para movê-
-los da prateleira ao balcão. Retorne ao laboratório. Arraste o frasco de NH3 a uma das três áreas
realçadas na bancada do laboratório. Arraste um béquer vazio da gaveta para o agitador. Arraste
o frasco de NH3 até a proveta de 5 mL (a menor) perto da pia e encha-a soltando o frasco na
proveta. Agora leve a proveta até o béquer no agitador e adicione 5 mL de NH3. Adicione 20 mL
de água ao béquer usando a proveta de 10 mL duas vezes (segure a proveta sob a torneira para
enchê-la, e depois leve-a ao béquer). Insira a sonda de pH na solução e registre a medida na
Tabela de dados. Arraste o béquer para a lixeira vermelha. Clique duas vezes no frasco de NH3
para devolvê-lo ao balcão.
8 Repita a etapa 7 com H2SO4, porém agora você deve usar 10 mL de H2SO4 e adicionar 15 mL de
água (use as provetas adequadamente).
9 Cada uma das outras soluções já tem aproximadamente 0.1 M. Você pode derramar uma pe-
quena quantidade dessas soluções em um béquer que deve ser colocado no agitador e, então,
inserir a sonda de pH na solução. Registre as medidas de pH na Tabela de dados. Arraste cada
béquer à lixeira vermelha ao terminar. Você deve determinar o pH de HCl, H2SO3, CH3COOH
(HAc), HCN, NaOH, NaCN, Na3PO4 e NaCH3COO (NaAc). Você pode retirar dois frascos de
cada vez do almoxarifado.

Ácidos e bases
Tabela de dados
Solução pH Solução pH

NH4Cl CH3COOH (HAc)

NaHCO3 HCN

KNO3 NaOH

NH3 NaCN

H2SO4 NaCH3COO (NaAc)

HCl Na3PO4

H2SO3

Classificando soluções salinas de acordo com o pH 155

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06 labor0711_BL6.indd 156 9/5/11 3:45 PM
nome turma data / /

6.3 Conceitos em titulações ácido-base


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Em uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida
em um titulado de volume conhecido (a concentração de um titulante desconhecido também
pode ser determinada por titulação com um titulado de concentração e volume conhecidos). As
curvas de titulação (gráficos de volume × pH) têm formas características e podem ser usadas para
determinar a força ou a fraqueza de um ácido ou base. O ponto de equivalência da titulação, ou o
ponto no qual o titulado foi completamente consumido pelo titulante, é identificado pelo ponto
no qual o pH muda rapidamente quando um pequeno volume de titulante é acrescentado. Há
uma acentuada inclinação ascendente ou descendente nesse ponto da curva de titulação. Também
é comum usar um indicador que muda de cor quando se atinge o ponto de equivalência ou se está
próximo dele. Neste atividade, você vai observar essa curva de titulação por meio da titulação do
ácido forte HCl com a base forte NaOH.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Concepts in Acid-Base Titrations na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Ácidos e bases
Janela de
ampliação
da bureta

Janela do
medidor
de pH
Janela do
medidor de
condutividade

Sensor de pH Sensor de Torneira


Gráfico condutividade da bureta
pH × volume

2 Clique em Lab Book para abri-lo. A bureta contém NaOH. A posição horizontal da alavanca laranja indica
que a torneira está fechada. Clique no botão Save na janela de ampliação da imagem (Buret Zoom View).

157

06 labor0711_BL6.indd 157 9/5/11 3:45 PM


Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera solução
mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das posições
mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando o volume atingir 35 mL, clique duas vezes na
torneira para cessar a titulação. Clique em Stop na janela Buret Zoom View. Um link de dados
azul será criado no Lab book; clique nele para visualizar os dados.
3 O béquer contém HCl de 0.3000 M e a bureta, NaOH de 0.3000 M.
4 Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre HCl e NaOH.

As perguntas seguintes podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer).
5 Quais eram o pH e a cor da solução no início da titulação?
6 Quais eram o pH e a cor da solução no final da titulação?
7 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul).
Esboce a forma do gráfico de titulação de pH × volume.

8 O que acontece com o pH em torno de 25 mL?


9 O que causaria a mudança observada na questão 4?

158 Conceitos em titulações ácido-base

06 labor0711_BL6.indd 158 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.4 Prevendo o ponto de equivalência (I)


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. Para melhorar a eficiência e a exatidão de uma titulação, muitas
vezes é importante prever seu ponto de equivalência. Nesta atividade, você terá HCl de 0.3000 M
e NaOH de 0.3000 M para prever o ponto de equivalência e, em seguida, executar a titulação para
verificar seu prognóstico.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 6-4: Predicting the Equivalence Point na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique em Buret Zoom View para trazer a janela de amplia-
ção da bureta para a frente. A bureta contém NaOH de 0.3000 M e o béquer, 25 mL de HCl
de 0.3000 M. O medidor de pH (ph Meter) está acionado e já calibrado. O indicador é o
verde de bromocresol.

159

06 labor0711_BL6.indd 159 9/5/11 3:45 PM


3 Faça a previsão do volume (mL) de NaOH de 0.3000 M que será usado para titular os 25 mL de
HCl de 0.3000 M até o ponto de equivalência.

4 Execute a titulação. Clique no botão Save na janela de ampliação da imagem (Buret Zoom View).
Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera so-
lução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das
posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico
(a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-la. Mova a torneira
uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproxi-
madamente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no
Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do pH ×
volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto no qual
o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
5 Qual volume de NaOH de 0.3000 M foi exigido pela titulação para atingir o ponto de equivalência?

6 Calcule o erro percentual do volume previsto usando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual=
Se você quiser repetir a titulação, clique em Exit e selecione o item novamente na lista de
atividades.

160 Prevendo o ponto de equivalência (I)

06 labor0711_BL6.indd 160 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.5 Prevendo o ponto de equivalência (II)


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. Para melhorar a eficiência e a exatidão de uma titulação, muitas
vezes é importante prever seu ponto de equivalência. Nesta atividade, você terá HCl de 0.1276 M
e NaOH de 0.1475 M para prever o ponto de equivalência e, em seguida, executar a titulação para
verificar seu prognóstico.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 6-5: Predicting the Equivalence Point na lista de ati-
vidades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos
pH × volume Sensor de pH Sensor de Torneira
condutividade × volume condutividade da bureta

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique em Buret Zoom View para trazer a janela de amplia-
ção da bureta para frente. A bureta contém NaOH de 0.1475 M e o béquer, 25 mL de HCl
de 0.1276 M. O medidor de pH (ph Meter) está acionado e já calibrado. O indicador é o
verde de bromocresol.

161

06 labor0711_BL6.indd 161 9/5/11 3:45 PM


3 Faça a previsão do volume (mL) de NaOH de 0.1475 M que será necessário para titular os 25 mL
de HCl de 0.1276 M até o ponto de equivalência.

4 Execute a titulação. Clique no botão Save na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View)
para salvar os dados da titulação. Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca la-
ranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias.
Gire a torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a
linha azul na janela do gráfico (a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira
para fechá-la. Mova a torneira uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproxima-
damente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab
book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do
pH × volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto
no qual o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
5 Qual volume de NaOH de 0.1475 M foi exigido pela titulação para atingir o ponto de equivalência?

6 Calcule o erro percentual do volume previsto usando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =

Se você quiser repetir a titulação, clique em Exit e selecione o item novamente na lista de atividades.

162 Prevendo o ponto de equivalência (II)

06 labor0711_BL6.indd 162 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.6 Prevendo o ponto de equivalência (III)


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. Para melhorar a eficiência e a exatidão de uma titulação, muitas
vezes é importante prever seu ponto de equivalência. Nesta atividade, você terá CH3COOH (ácido
acético ou HAc) de 0.1033 M e NaOH de 0.1104 M para prever o ponto de equivalência e, em segui-
da, executar a titulação para verificar seu prognóstico.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 6-6: Predicting the Equivalence Point na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View)
para trazê-la para a frente. A bureta contém NaOH de 0.1104 M e o béquer, 15 mL de HAc de
0.1033 M. O medidor de pH (ph Meter) está acionado e já calibrado. O indicador é o alaranjado
de metila.

163

06 labor0711_BL6.indd 163 9/5/11 3:45 PM


3 Faça a previsão do volume (mL) de NaOH de 0.1104 M que será necessário para titular os 15
mL de HAc de 0.1033 M até o ponto de equivalência.

4 Execute a titulação. Clique no botão Save na janela de ampliação da imagem (Buret Zoom
View). Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libe-
ra solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das
posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico (a
curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-la. Mova a torneira uma
posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproxi-
madamente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no
Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do pH ×
volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto no qual
o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
5 Qual volume de NaOH de 0.1104 M foi exigido pela titulação para atingir o ponto de equiva-
lência?

6 Calcule o erro percentual do volume previsto usando a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =

Se você quiser repetir a titulação, clique em Exit e selecione o item novamente na lista de ati-
vidades.

164 Prevendo o ponto de equivalência (III)

06 labor0711_BL6.indd 164 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.7 Constantes de ionização


de ácidos fracos
Um indicador ácido-base é geralmente um ácido fraco com cores características nas formas
protonada e desprotonada. Nesta atividade, você vai monitorar a cor de uma solução de ácido acé-
tico contendo verde de bromocresol como indicador da alteração do pH e, a seguir, vai estimar a
constante de ionização, Ka, do indicador.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Ionization Constants of Weak Acids na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations). Frascos de NaOH de 0.1104 M e HAc
(acético ácido) de 0.1031 M estão na bancada do laboratório. A bureta contém a solução de
NaOH, e o béquer no agitador contém 10.00 mL da solução de HAc. O agitador está ativado e
o indicador verde de bromocresol já foi adicionado ao béquer, no qual está a sonda do medidor
de pH (pH Probe) para monitorar a solução.

Bureta

Ácidos e bases
Janela de
ampliação
da bureta

Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Qual é a cor e o pH da solução?


3 Na bureta, a posição horizontal da alavanca laranja indica que a torneira está fechada. Abra-a,
puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente,
e há três velocidades intermediárias (gota a gota lenta, gota a gota rápida e fluxo contínuo).

165

06 labor0711_BL6.indd 165 9/5/11 3:45 PM


Gire a torneira para a segunda posição, ou adição gota a gota rápida. Observe a cor da solução
e, assim que ela se tornar verde, feche a torneira da bureta clicando duas vezes em seu centro.
4 Qual é a cor e o pH da solução agora?
5 Continue adicionando NaOH como antes ou em um ritmo mais acelerado.
Qual é a cor final da solução?
6 Um indicador ácido-base é geralmente um ácido fraco com uma cor característica na forma
protonada e outra cor na forma desprotonada. O verde de bromocresol é um ácido de fórmula
bastante complexa, por isso, vamos representá-lo abreviadamente como HBCG. O HBCG se
ioniza em água de acordo com a seguinte equação:
HBCG + H2O → BCG– + H3O+
(amarelo) (azul)

A expressão para Ka (constante de equilíbrio do ácido) é:

BCG−   H O+ 
   3 
Ka = 
 HBCG 
 

Quando [BCG–] = [HBCG], então Ka = [H3O+]. Se o pH da solução for conhecido, então


[H3O+] e Ka podem ser determinados.
Qual seria a cor da solução, se houvesse concentrações iguais de HBCG e BCG?

7 Qual é o pH quando essa cor aparece pela primeira vez?

8 Qual é a estimativa de Ka para o verde de bromocresol?

166 Constantes de ionização de ácidos fracos

06 labor0711_BL6.indd 166 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.8 Titulação ácido-base: prática


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. Nesta atividade, você vai titular uma solução de NaOH de 0.3000
M em 25 mL de HCl de 0.3000 M. Embora você conheça a concentração de ambas as substâncias,
isso lhe dará prática na realização de titulações e no cálculo da concentração do titulado, que neste
caso é o HCl.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Acid-Base Titration: Practice na lista de atividades. O pro-
grama vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View)
para trazê-la para a frente. A bureta contém NaOH de 0.3000 M e o béquer, 25 mL de HCl
de 0.3000 M. O medidor de pH (ph Meter) está acionado e já calibrado. O indicador é o
verde de bromocresol.
3 Execute a titulação. Clique no botão Save na janela de ampliação da imagem (Buret Zoom
View). Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libe-
ra solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das
posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico

167

06 labor0711_BL6.indd 167 9/5/11 3:45 PM


(a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-la. Mova a torneira
uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproxi-
madamente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no
Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do pH ×
volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto no qual
o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
4 Qual volume de NaOH de 0.3000 M foi exigido pela titulação para atingir o ponto de equivalência?

5 Calcule a molaridade do HCl utilizando 25.00 mL da solução de HCl e o volume do NaOH de


0.3000 M de sua titulação.

6 Lembre-se de que a concentração de sua solução de HCl é 0.3000 M. Calcule o erro percentual
com a fórmula:

sua resposta − valor aceito


erro percentual = ×100
valor aceito

erro percentual =
Se você quiser repetir a titulação, clique em Exit e selecione o item novamente na lista de
atividades.

168 Titulação ácido-base: prática

06 labor0711_BL6.indd 168 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.9 Titulação ácido-base: HCl


desconhecido
As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em um
titulado de volume conhecido. Nesta atividade, você vai titular uma solução de NaOH de 0.2564 M
em 25 mL de HCl de concentração desconhecida e calcular a concentração da solução de HCl.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Acid-Base Titration: Unknown HCl na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View)
para trazê-la para a frente. A bureta contém NaOH de 0.2564 M e o béquer, 25 mL de HCl de
concentração desconhecida. O medidor de pH (ph Meter) está acionado e já calibrado. O indi-
cador é o verde de bromocresol.
3 Execute a titulação. Clique no botão Save na janela de ampliação da imagem (Buret Zoom View).
Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera so-
lução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das
posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico

169

06 labor0711_BL6.indd 169 9/5/11 3:45 PM


(a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-la. Mova a torneira
uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar
os dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equi-
valência. Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue
a aproximadamente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul apa-
recerá no Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar
os dados e cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira
derivada do pH × volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que
esse é o ponto no qual o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
4 Qual o número de sua amostra desconhecida?
5 Qual volume de NaOH de 0.2564 M foi exigido pela titulação para atingir o ponto de equi-
valência?

6 Calcule a molaridade do HCl utilizando 25.00 mL da solução de HCl e o volume do NaOH de


0.2564 M de sua titulação.

170 Titulação ácido-base: HCl desconhecido

06 labor0711_BL6.indd 170 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.10 Estudo de titulações ácido-base:


ácidos monopróticos
As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Em uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida
em um titulado de volume conhecido (a concentração de um titulante desconhecido também pode
ser determinada por titulação com um titulado de concentração e volume conhecidos). As curvas
de titulação (gráficos volume × pH) têm formas características e podem ser usadas para determinar
a força ou a fraqueza de um ácido ou base. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no
qual o titulado foi completamente consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o
pH muda rapidamente com a adição de um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai
observar essa curva de titulação por meio da titulação do ácido forte HCl com a base forte NaOH.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Study of Acid-Base Titrations – Monoprotic Acids na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).
Bureta

Ácidos e bases
Janela de
ampliação
da bureta

Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. A bureta contém NaOH e o béquer contém 25 mL de HCl já
com o indicador verde de bromocresol. Clique no botão Save na janela de ampliação da bureta
(Buret Zoom View). Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição
vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira

171

06 labor0711_BL6.indd 171 9/5/11 3:45 PM


para uma das posições mais rápidas. Observe
a curva de titulação. Quando o volume atin- Se quiser repetir a atividade, clique no
gir 35 mL, clique duas vezes na torneira para balcão ao fundo para entrar no almoxa-
cessar a titulação. Clique em Stop na janela rifado (Stockroom), clique na prancheta e
Buret Zoom View. Um link de dados azul vai selecione o item 1, Strong Acid Strong Base.
aparecer no Lab book; clique nele para visuali-
zar os dados.
3 No béquer havia HCl de 0.3000 M e na bureta, NaOH de 0.3000 M.
Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre HCl e NaOH.

As perguntas a seguir podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer).
4 Quais eram o pH e a cor da solução no início da titulação?

5 Quais eram o pH e a cor da solução no final da titulação?

6 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul) e esboce a curva de titulação a seguir.

7 O que acontece com o pH em torno de 25 mL, e o que causa isso?

172 Estudo de titulações ácido-base: ácidos monopróticos

06 labor0711_BL6.indd 172 9/5/11 3:45 PM


8 Examine o gráfico de condutividade × volume (linha vermelha) e esboce a curva de titulação
no gráfico anterior.
9 O que acontece com a condutividade durante a titulação?

10 O que causaria a mudança observada na questão 9?

Ácidos e bases

Estudo de titulações ácido-base: ácidos monopróticos 173

06 labor0711_BL6.indd 173 9/5/11 3:45 PM


06 labor0711_BL6.indd 174 9/5/11 3:45 PM
nome turma data / /

6.11 Titulações ácido fraco-base forte


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. As curvas de titulação (gráficos volume × pH) têm formas carac-
terísticas. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente
consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o pH muda rapidamente com a
adição de um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai observar essa curva de titulação
por meio da titulação do ácido fraco CH3COOH (ácido acético) com a base forte NaOH.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 6-11: Weak Acid-Strong Base Titrations na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos
pH × volume Sensor de pH Sensor de Torneira
condutividade × volume condutividade da bureta

2 Clique em Lab book para abri-lo. A bureta


contém NaOH e o béquer contém 25 mL de Se quiser repetir a atividade, clique no
CH3COOH já com o indicador fenolftaleína. balcão ao fundo para entrar no almoxa-
Clique no botão Save na janela de ampliação rifado (Stockroom), clique na prancheta e
da bureta (Buret Zoom View). Abra a torneira da selecione o item 3, Weak Acid-Strong Base.
bureta, puxando para baixo a alavanca laranja.
A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a tor-
neira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando o volume atingir
40 mL, clique duas vezes na torneira para cessar a titulação. Clique em Stop na janela Buret Zoom View.
Um link de dados azul vai aparecer no Lab book; clique nele para visualizar os dados.

175

06 labor0711_BL6.indd 175 9/5/11 3:45 PM


3 No béquer havia CH3COOH de 0.1894 M e na bureta, NaOH de 0.2006 M.
Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre CH3COOH e
NaOH; a seguir, escreva uma equação iônica líquida balanceada para essa reação química.

As perguntas a seguir podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer), e também a equação iônica líquida balanceada.
4 Indique as espécies presentes no ponto de equivalência, e preveja se no ponto de equivalência
teremos pH > 7, pH < 7 ou pH ≈ 7. Explique por que você fez essa previsão.

5 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul) e esboce a curva de titulação na área abaixo.

Marque o ponto de equivalência a meio caminho entre o topo e a base dos “cotovelos” da curva.
Com base em seu gráfico, qual é o pH no ponto de equivalência? Como ele se compara com o
pH que você previu?

6 Calcule o valor da constante de equilíbrio para a equação iônica líquida balanceada da titulação
ácido fraco-base forte.

176 Titulações ácido fraco-base forte

06 labor0711_BL6.indd 176 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.12 Titulações ácido forte-base fraca


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em um
titulado de volume conhecido. As curvas de titulação (gráficos volume × pH) têm formas característi-
cas. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente consu-
mido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o pH muda rapidamente com a adição de
um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai observar essa curva de titulação por meio da
titulação do ácido forte HCl com a base fraca de carbonato de hidrogênio do sódio (NaHCO3).
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Strong Acid-Weak Base Titrations na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação
da bureta

Ácidos e bases
Janela do
medidor de pH
Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos
Sensor de pH Sensor de Torneira
pH × volume
condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. A bureta con-


tém HCl e o béquer contém 25 mL de NaHCO3 Se quiser repetir a atividade, clique no
já com o indicador alaranjado de metila. Clique balcão ao fundo para entrar no almoxa-
no botão Save na janela de ampliação da bure- rifado (Stockroom), clique na prancheta e
ta (Buret Zoom View). Abra a torneira da bureta, selecione o item 5, Strong Acid-Weak Base.
puxando para baixo a alavanca laranja. A posição
vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para
uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando o volume atingir 40 mL, clique
duas vezes na torneira para cessar a titulação. Clique em Stop na janela Buret Zoom View. Um link
de dados azul vai aparecer no Lab book; clique nele para visualizar os dados.

177

06 labor0711_BL6.indd 177 9/5/11 3:45 PM


3 No béquer havia NaHCO3 de 0.40 M e na bureta, HCl de 0.30 M.
Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre HCl e NaHCO3;
a seguir, escreva uma equação iônica líquida balanceada para essa reação química.

As perguntas a seguir podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer), e também a equação iônica líquida balanceada.
4 Indique as espécies presentes no ponto de equivalência, e preveja se no ponto de equivalência
teremos pH > 7, pH < 7 ou pH ≈ 7. Explique por que você fez essa previsão.

5 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul) e esboce a curva de titulação na página seguinte.

Marque o ponto de equivalência a meio caminho entre o topo e a base dos “cotovelos” da curva.
Com base em seu gráfico, qual é o pH no ponto de equivalência? Como ele se compara com o
pH que você previu?

6 Calcule o valor da constante de equilíbrio para a equação iônica líquida balanceada da titulação
ácido forte-base fraca.

178 Titulações ácido forte-base fraca

06 labor0711_BL6.indd 178 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.13 Titulações ácido fraco-base fraca


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido. As curvas de titulação (gráficos volume × pH) têm formas carac-
terísticas. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente
consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o pH muda rapidamente com a
adição de um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai observar essa curva de titulação
por meio da titulação do ácido fraco CH3COOH (ácido acético) com a base fraca NH3. Você também
vai prever o pH no ponto de equivalência, validar sua previsão de modo experimental e calcular a
constante de equilíbrio para a reação de neutralização.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Weak Acid-Weak Base Titrations na lista de atividades. O
programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta

Janela de
ampliação

Ácidos e bases
da bureta

Janela do
medidor de pH
Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos
Sensor de pH Sensor de Torneira
pH × volume
condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. A bure-


ta contém NH3 e o béquer contém 50 mL de Se quiser repetir a atividade, saia da ban-
CH3COOH já com o indicador roxo de bro- cada e seleciona novamente o item Weak
mocresol. Clique no botão Save na janela de Acid-Strong Base na lista.
ampliação da bureta (Buret Zoom View). Abra
a torneira da bureta, puxando para baixo a ala-
vanca laranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades inter-
mediárias. Gire a torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação.

179

06 labor0711_BL6.indd 179 9/5/11 3:45 PM


Quando o volume atingir 25 mL, clique duas vezes na torneira para cessar a titulação. Clique em
Stop na janela Buret Zoom View. Um link de dados azul vai aparecer no Lab book; clique nele
para visualizar os dados.
3 No béquer havia CH3COOH de 0.1033 M e na bureta, NH3 de 0.4949 M.
Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre CH3COOH e NH3.

As perguntas a seguir podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer), e também a equação balanceada.
4 Indique as espécies presentes no ponto de equivalência, e preveja se no ponto de equivalência
teremos pH > 7, pH < 7 ou pH ≈ 7. Explique por que você fez essa previsão.

5 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul) e esboce a curva de titulação na página seguinte.

Marque o ponto de equivalência a meio caminho entre o topo e a base dos “cotovelos” da curva.
Com base em seu gráfico, qual é o pH no ponto de equivalência? Como ele se compara com o
pH que você previu?

6 Calcule o valor da constante de equilíbrio para a equação iônica líquida balanceada da titulação
ácido fraco-base fraca.

180 Titulações ácido fraco-base fraca

06 labor0711_BL6.indd 180 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.14 Estudo de titulações ácido-base:


ácidos polipróticos
As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida. Em
uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida em
um titulado de volume conhecido (a concentração de um titulante desconhecido também pode ser
determinada por titulação com um titulado de concentração e volume conhecidos). As curvas de
titulação (gráficos volume × pH) têm formas características e podem ser usadas para determinar a
força ou a fraqueza de um ácido ou base. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual
o titulado foi completamente consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o pH
muda rapidamente com a adição de um pequeno volume de titulante. No caso dos ácidos polipró-
ticos, há múltiplos pontos de equivalência. Nesta atividade, você vai observar essa curva de titulação
por meio da titulação do ácido fraco H2SO3 com a base forte NaOH.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Study of Acid-Base Titrations – Polyprotic Acids na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).
Bureta

Ácidos e bases
Janela de
ampliação
da bureta

Janela do
medidor de pH

Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de Torneira


Sensor de pH
pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. A bureta contém NaOH e o béquer contém 25 mL de H2SO3
já com o indicador azul de timol. Clique no botão Save na janela de ampliação da bureta
(Buret Zoom View). Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição

181

06 labor0711_BL6.indd 181 9/5/11 3:45 PM


vertical libera solução mais rapidamente, e há três
velocidades intermediárias. Gire a torneira para Se quiser repetir a atividade, clique no bal-
uma das posições mais rápidas. Observe a cur- cão ao fundo para entrar no almoxarifado
va de titulação. Quando o volume atingir 40 mL, (Stockroom), clique na prancheta e selecio-
clique duas vezes na torneira para cessar a titula- ne o item 7, Polyprotic Acid Strong Base.
ção. Clique em Stop na janela Buret Zoom View.
Um link de dados azul vai aparecer no Lab book; clique nele para visualizar os dados.
3 No béquer havia H2SO3 de 0.2556 M e na bureta, NaOH de 0.3106 M.
Escreva uma equação balanceada completa para a reação de neutralização entre H2SO3 e NaOH.

As perguntas a seguir podem ser respondidas examinando as janelas de visualização de gráfico


(Plot) e dados (Data Viewer).
4 Quais eram o pH e a cor da solução no início da titulação?

5 Quais eram o pH e a cor da solução no final da titulação? Houve alguma mudança adicional de
cor durante a titulação?

6 Examine o gráfico de pH × volume (linha azul) e esboce a curva de titulação na página seguinte.

182 Estudo de titulações ácido-base: ácidos polipróticos

06 labor0711_BL6.indd 182 9/5/11 3:45 PM


7 O que acontece com o pH em torno de 16 mL e 32 mL? O que causa isso?

8 Examine o gráfico de condutividade por volume (linha vermelha) e esboce a curva de titulação
no gráfico anterior.
9 O que acontece com a condutividade durante a titulação?

10 O que causaria a mudança observada na questão 9?

Ácidos e bases

Estudo de titulações ácido-base: ácidos polipróticos 183

06 labor0711_BL6.indd 183 9/5/11 3:45 PM


06 labor0711_BL6.indd 184 9/5/11 3:45 PM
nome turma data / /

6.15 Padronização ácido-base


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Em uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida
em um titulado de volume conhecido (a concentração de um titulante desconhecido também pode
ser determinada por titulação com um titulado de concentração e volume conhecidos). As curvas
de titulação (gráficos volume × pH) têm formas características e podem ser usadas para determinar
a força ou a fraqueza de um ácido ou base. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no
qual o titulado foi completamente consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que
o pH muda rapidamente com a adição de um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você
vai determinar a molaridade de uma solução desconhecida de NaOH titulando-a em relação a um
padrão primário, hidrogenoftalato de potássio (KHP).
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Acid-Base Standardization na lista de atividades. O progra-
ma vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Papel de
pesagem Bureta

Janela de

Ácidos e bases
ampliação
da bureta Torneira
de água
Balança

Colher Torneira
da bureta
Janela do
medidor de pH Sonda do
medidor
de pH
Gráficos
pH × volume
condutividade × volume
Gaveta de Agitador Frasco de
béqueres fenolftaleína

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na gaveta de béqueres (Beakers) e coloque um deles na
área realçada ao lado da balança (Balance). Clique na balança para ampliar a imagem e abra o
frasco, clicando na tampa para removê-la (Remove Lid). Arraste o béquer até a balança, coloque-o
no prato e clique em Tare para tarar a balança. Pegue a colher (Scoop) e colete um pouco da
amostra, primeiro arrastando-a até a boca do frasco e depois descendo-a pela frente dele. Com
isso, diferentes quantidades de sólido são coletadas. Selecione a maior amostra possível, arraste-a
para a balança e solte-a sobre o béquer. Repita isso mais uma vez para colocar duas colheres

185

06 labor0711_BL6.indd 185 9/5/11 3:45 PM


(aproximadamente 2 g) de KHP no béquer. Registre a massa da amostra na Tabela de dados na
página seguinte e retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 Arraste o béquer da balança até a pia e coloque-o sob a torneira para adicionar uma pequena
quantidade de água. Leve-o então ao agitador (Stir Plate) e coloque a sonda do medidor de pH
(pH Meter) no béquer. Adicione fenolftaleína (Phenolphthalein) como indicador.
4 A bureta contém NaOH. Clique no botão Save na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View)
para salvar os dados da titulação. Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca la-
ranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias.
Gire a torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a
linha azul na janela do gráfico (a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira
para fechá-la. Mova a torneira uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproxima-
damente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab
book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do
pH × volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência uma vez que esse é o ponto
no qual o pH está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
Repita pelo menos duas vezes e registre os dados na tabela. No início de cada teste, não se esque-
ça de reabastecer a bureta com NaOH e de colocar no béquer o medidor de pH e o indicador.
O peso molecular do KHP é 204.22 g/mol.

Tabela de dados
Molaridade NaOH
Teste Massa KHP (g) Volume NaOH (mL)
(mol/L)

5 Escreva uma equação química balanceada para a reação de KHP e NaOH.

6 Qual é a molaridade média do NaOH desconhecido para suas três titulações mais próximas?

186 Padronização ácido-base

06 labor0711_BL6.indd 186 9/5/11 3:45 PM


nome turma data / /

6.16 Análise de bicarbonato de sódio


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Em uma titulação ácido-base, isso ocorre dispensando-se um titulante de concentração conhecida
em um titulado de volume conhecido (a concentração de um titulante desconhecido também pode
ser determinada por titulação com um titulado de concentração e volume conhecidos). As curvas
de titulação (gráficos volume × pH) têm formas características e podem ser usadas para determinar
a força ou a fraqueza de um ácido ou base. O ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no
qual o titulado foi completamente consumido pelo titulante) é identificado pelo momento em que o
pH muda rapidamente com a adição de um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai
determinar o percentual de massa de uma amostra desconhecida de bicarbonato de sódio (NaHCO3)
titulando-a com uma solução de HCl de concentração conhecida.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Analysis of Baking Soda na lista de atividades. O programa
vai abrir a bancada de titulações (Titrations), com um béquer sobre o agitador contendo 1.5000 g
de NaHCO3 sólido impuro, mais água suficiente para perfazer um volume total de 25 mL. O
indicador alaranjado de metila também já está adicionado ao béquer, assim como a sonda do
medidor de pH. A bureta contém HCl de 0.3015 M.
Bureta

Ácidos e bases
Janela de
ampliação
da bureta

Janela do
medidor de pH
Janela do
medidor de
condutividade

Gráficos Sensor de pH Sensor de Torneira


pH × volume condutividade da bureta
condutividade × volume

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View) e na
janela do medidor de pH (pH Meter) para trazê-las para frente. Clique no botão Save na janela
Buret Zoom View para salvar os dados. Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca
laranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias.

187

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Gire a torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha
azul na janela do gráfico (a curva de pH) começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-
-la. Mova a torneira uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que o pH chegue a aproximada-
mente 12. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book;
clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e cole-os
em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada do pH × volume.
O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto no qual o pH está
mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.

Tabela de dados
Massa da amostra desconhecida (g) Volume HCl (mL) Molaridade HCl (mol/L)

3 Escreva uma equação química balanceada para a reação de NaHCO3 e HCl.

4 Calcule a quantidade de mols de HCl multiplicando o volume (em litros) e a molaridade


(em mol/L) de HCl usados (mantenha quatro dígitos significativos em todos os cálculos).

5 A quantidade de mols de HCl pode ser convertida em mols de NaHCO3 usando os coeficien-
tes da equação balanceada. Qual é a a razão molar de HCl para NaHCO3? Quantos mols de
NaHCO3 estão presentes na amostra?

6 Calcule a massa de NaHCO3 presente na amostra. Para isso, multiplique a quantidade de mols
de NaHCO3 pelo seu peso molecular (84.007 g/mol).

7 O percentual de massa de NaHCO3 presente na amostra pode ser calculado dividindo a massa
de NaHCO3 pela massa inicial da amostra, e depois multiplicando o resultado por 100.
Qual é o percentual de massa de NaHCO3?

188 Análise de bicarbonato de sódio

06 labor0711_BL6.indd 188 9/5/11 3:46 PM


nome turma data / /

7.1 Estudo de titulações de oxidorredução


As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Para isso, coloca-se um titulante de concentração conhecida em um titulado de volume conhecido
(a concentração de um titulante desconhecido também pode ser determinada por titulação com um
titulado de concentração e volume conhecidos). Em titulações de oxidorredução (redox), a voltagem
resultante da mistura de um oxidante com um redutor é medida enquanto a titulação ocorre. O
ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente consumido
pelo titulante) é identificado pelo momento em que a voltagem muda rapidamente com a adição de
um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai observar essa curva de titulação por meio
da titulação de FeCl2 com KMnO4.
1 Inicie o Virtual ChemLab, clique em Workbook para abri-lo e então selecione Study of Oxidation-
-Reduction Titrations na lista de atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Bureta com KMnO4

Janela de
ampliação
da bureta

Torneira

Eletroquímica
da bureta
Janela do Colher
voltímetro

Gráfico Sensor do Voltímetro


Volts × volume voltímetro

2 O béquer sobre o agitador contém uma solução com FeCl2 e já está com o sensor do voltíme-
tro. Na bureta há KMnO4. Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja.
A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a
torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando o volume
atingir 45 mL, clique duas vezes na torneira para fechá-la.

189

07 labor0711_BL7.indd 189 9/5/11 3:47 PM


3 Examine o gráfico da voltagem pelo volume (linha azul) e esboce a curva de titulação a seguir.
Marque os eixos.

4 Escreva uma equação iônica líquida balanceada para a reação em solução ácida de FeCl2 e
KMnO4 (Fe2+ torna-se Fe3+ e MnO4– torna-se Mn2+).

5 O potencial de redução de Fe2+ é 0.732 volts, e o potencial de redução de MnO4– em solução ácida
é 1.507 volts.
Se você titular KMnO4 em FeCl2, o que acontece com a voltagem da solução enquanto a titula-
ção começa e prossegue até o fim?

190 Estudo de titulações de oxidorredução

07 labor0711_BL7.indd 190 9/5/11 3:47 PM


nome turma data / /

7.2 Padronização de uma solução de


permanganato
As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Para isso, coloca-se um titulante de concentração conhecida em um titulado de volume conhecido
(a concentração de um titulante desconhecido também pode ser determinada por titulação com um
titulado de concentração e volume conhecidos). Em titulações de oxidorredução (redox), a voltagem
resultante da mistura de um oxidante com um redutor é medida enquanto a titulação ocorre. O pon-
to de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente consumido pelo
titulante) é identificado pelo momento em que a voltagem muda rapidamente com a adição de um
pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai determinar a molaridade de uma solução des-
conhecida de permanganato (KMnO4) titulando-a em relação a um padrão primário, o As2O3 sólido.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Standardization of a Permanganate Solution na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Torneira
Balança Colher Bureta com KMnO4 de água

Janela de
ampliação
da bureta

Eletroquímica
Janela do
voltímetro

Gráfico
volts × volume

Gaveta de Agitador Torneira Lixeira


béqueres da bureta

2 Clique em Lab book para abri-lo. Clique na gaveta de béqueres (Beakers) e coloque um deles na
região realçada ao lado da balança. Clique na balança (Balance) para ampliar a imagem e abra o
frasco de As2O3, clicando na tampa para removê-la (Remove Lid ). Arraste o béquer até a balança,
coloque-o no prato e clique em Tare para descontar a tara. Pegue a colher (Scoop) e colete um
pouco da amostra, primeiro arrastando-a até a boca do frasco e depois descendo-a pela frente dele.

191

07 labor0711_BL7.indd 191 9/5/11 3:47 PM


Com isso, diferentes quantidades de sólido podem ser coletadas. Selecione a segunda maior
amostra de cima para baixo, arraste-a para a balança e solte-a sobre o béquer. Você deverá ter
aproximadamente 0.1 g de As2O3 no béquer. Registre a massa da amostra na Tabela de dados na
página seguinte e retorne ao laboratório (Zoom Out).
3 Leve o béquer da balança até a pia e coloque-o sob a torneira para adicionar uma pequena quan-
tidade de água. Coloque-o no agitador e insira a sensor do voltímetro (Eletcrodes) no béquer.
4 A bureta contém uma solução de permanganato com concentração desconhecida. Um frasco de
permanganato está na bancada. Registre o número da amostra desconhecida. Clique no botão
Save na janela de ampliação da bureta (Buret Zoom View) para salvar os dados da titulação.
Abra a torneira da bureta, puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera so-
lução mais rapidamente, e há três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das
posições mais rápidas. Observe a curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico
começar a subir, clique duas vezes na torneira para fechá-la. Mova a torneira uma posição para
baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que a voltagem atinja seu má-
ximo e se estabilize. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no
Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar os dados e
cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada da volta-
gem × volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência, uma vez que esse é o ponto
no qual a voltagem está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
Para repetir a titulação, arraste o béquer para a lixeira vermelha vermelha (Cleanup Lab Bench),
mova um novo béquer da gaveta até a balança e repita o procedimento. Não se esqueça de rea-
bastecer a bureta com KMnO4 e de colocar o voltímetro no béquer a cada vez.
A massa molecular do As2O3 é 197.84 g/mol.
Número da amostra desconhecida:

Tabela de dados

Teste Massa As2O3 (g) Volume KMnO4 (mL) Molaridade KMnO4 (mol/L)

192 Padronização de uma solução de permanganato

07 labor0711_BL7.indd 192 9/5/11 3:47 PM


5 Após a adição de água, As2O3 é convertido para H3AsO3. Durante a titulação, H3AsO3 é oxidado
a H3AsO4 e MnO4– é reduzido a Mn2+.
Escreva uma equação iônica líquida balanceada para a reação.

6 Usando as informações na Tabela de dados, calcule a molaridade da solução de permanganato.


(Note que 1 mol de As2O3 sólido torna-se 2 mols de H3AsO3 quando dissolvido em água).

Eletroquímica

Padronização de uma solução de permanganato 193

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07 labor0711_BL7.indd 194 9/5/11 3:47 PM
nome turma data / /

7.3 Análise de uma amostra


de cloreto ferroso
As titulações fornecem um método de medir a concentração de uma solução desconhecida.
Para isso, coloca-se um titulante de concentração conhecida em um titulado de volume conhecido
(a concentração de um titulante desconhecido também pode ser determinada por titulação com um
titulado de concentração e volume conhecidos). Em titulações de oxidorredução (redox), a voltagem
resultante da mistura de um oxidante com um redutor é medida enquanto a titulação ocorre. O
ponto de equivalência da titulação (que é o ponto no qual o titulado foi completamente consumido
pelo titulante) é identificado pelo momento em que a voltagem muda rapidamente com a adição de
um pequeno volume de titulante. Nesta atividade, você vai determinar o percentual de massa
de uma amostra desconhecida de cloreto ferroso (FeCl2) titulando-a com uma solução de KMnO4 de
concentração conhecida.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Analysis of a Ferrous Chloride Sample na lista de atividades.
O programa vai abrir a bancada de titulações (Titrations).

Torneira
Balança Colher Bureta com KMnO4 de água

Janela de
ampliação

Eletroquímica
da bureta

Janela do
voltímetro

Gráfico
volts × volume

Gaveta de Agitador Torneira Lixeira


béqueres da bureta

2 Registre o número do FeCl2 desconhecido na página seguinte. Clique em Lab book para abri-
-lo. Clique na gaveta de béqueres (Beakers) e coloque um deles na região realçada ao lado da
balança. Clique na balança (Balance) para ampliar a imagem e abra o frasco de FeCl2, clicando na
tampa para removê-la (Remove Lid). Arraste o béquer até a balança, coloque-o no prato e clique em

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07 labor0711_BL7.indd 195 9/5/11 3:47 PM


Tare para descontar a tara. Pegue a colher (Scoop) e colete um pouco da amostra, primeiro arrastan-
do-a até a boca do frasco e depois descendo-a pela frente dele. Com isso, diferentes quantidades de
sólido podem ser coletadas. Selecione a maior amostra possível, arraste a colher para a balança e sol-
te-a sobre o béquer. Repita esse procedimento para que tenha aproximadamente 2 g da amostra no
béquer. Registre o número e a massa da amostra na Tabela de dados (você terá que trazer o frasco de
FeCl2 para a frente da bancada, para ver o número da amostra desconhecida). Retorne ao laboratório.
3 Coloque o béquer sobre o agitador. Leve a proveta de 50 mL à pia e encha-a com água destilada.
Ela vai automaticamente voltar a seu lugar quando estiver cheia. Arraste a proveta cheia até o
béquer sobre o agitador e despeje a água. Agora insira o sensor do voltímetro (Electrodes) no
béquer e verifique se o voltímetro está ligado.
4 A bureta contém uma solução de KMnO4 de 0.0815 M. Clique no botão Save na janela de am-
pliação da bureta (Buret Zoom View) para salvar os dados da titulação. Abra a torneira da bureta,
puxando para baixo a alavanca laranja. A posição vertical libera solução mais rapidamente, e há
três velocidades intermediárias. Gire a torneira para uma das posições mais rápidas. Observe a
curva de titulação. Quando a linha azul na janela do gráfico começar a subir, clique duas vezes
na torneira para fechá-la. Mova a torneira uma posição para baixo e adicione volume gota a gota.
Existem dois métodos para determinar o volume no ponto de equivalência: (1) Pare a titulação
(feche a torneira) quando ocorrer uma mudança de cor e, em seguida, clique em Stop na janela
Buret Zoom View. Um link de dados azul aparecerá no Lab book; clique nele para visualizar os
dados. Role para baixo até o último dado registrado e anote o volume no ponto de equivalência.
Ou (2) adicione gotas lentamente pelo ponto de equivalência até que a voltagem atinja seu
máximo e se estabilize. Clique em Stop, em Buret Zoom View. Um link de dados azul apa-
recerá no Lab book; clique nele para visualizar os dados. Clique em Select All para copiar
os dados e cole-os em uma planilha eletrônica. Depois, trace um gráfico com a primeira derivada
da voltagem × volume. O pico indicará o volume do ponto de equivalência uma vez que esse
é o ponto no qual a voltagem está mudando mais rapidamente à medida que o volume varia.
5 Repita a titulação mais duas vezes pelo menos e registre seus dados na tabela. Não se esqueça de
reabastecer a bureta com KMnO4, colocar o voltímetro no béquer e adicionar água a cada vez.
A massa molecular do FeCl2 é 151.91 g/mol.
Número da amostra desconhecida:

Tabela de dados

Teste Massa FeCl2 (g) Volume KMnO4 (mL) Molaridade KMnO4 (mol/L)

196 Análise de uma amostra de cloreto ferroso

07 labor0711_BL7.indd 196 9/5/11 3:47 PM


6 Escreva uma equação iônica líquida balanceada para a reação na solução ácida de FeCl2 e KMnO4
(Fe2+ é oxidado a Fe3+ e MnO4– é reduzido a Mn2+).

7 A quantidade de mols de MnO4– pode ser calculada multiplicando o volume de MnO4– necessário
para alcançar o ponto final pela molaridade da solução de MnO4–.
Quantos mols de MnO4– foram utilizados na titulação?
8 A quantidade de mols de FeCl2 pode ser calculada usando a razão molar da equação equilibrada.
Quantos mols de FeCl2 havia na amostra desconhecida?
9 A massa de FeCl2 na amostra pode ser calculada multiplicando a quantidade de mols de FeCl2
pelo seu peso molecular.
Qual é a massa de FeCl2 na amostra?
10 O percentual de massa de FeCl2 na amostra desconhecida pode ser calculado dividindo a massa
de FeCl2 na amostra pela massa total.
Qual é o percentual de FeCl2 na amostra desconhecida?
11 Qual é o percentual médio de ferro na amostra desconhecida usando suas três melhores
respostas?

Eletroquímica

Análise de uma amostra de cloreto ferroso 197

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07 labor0711_BL7.indd 198 9/5/11 3:47 PM
nome turma data / /

8.1 Testes de chama para metais


Alguma vez você já se perguntou por que a chama da vela é amarela? Essa cor característica da
chama vem do brilho da queima de fragmentos de carbono, que se originam da reação de combustão
incompleta do pavio e da cera da vela. Quando elementos como o carbono são aquecidos a altas tem-
peraturas, alguns de seus elétrons são excitados a níveis mais elevados de energia. Quando esses elé-
trons excitados recaem a níveis mais baixos de energia, eles liberam o excedente de energia em pacotes
de luz chamados fótons. A cor da luz emitida depende do espaçamento do nível de energia individual
no átomo. Quando aquecido, cada elemento emite um padrão característico de fótons, que é útil para
identificar o elemento. As cores características da luz produzida quando as substâncias são aquecidas
pela chama de um queimador a gás constituem a base dos testes de chama de vários elementos. Nesta
atividade, você vai realizar testes de chama usados para identificar vários elementos metálicos.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione Flame Tests for Metals na lista de atividades. O programa
vai abrir a bancada de química inorgânica (Inorganic).
Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Suporte
metálico

Química descritiva
Lixeira

Teste de Teste de chama


chama normal com filtro de cobalto

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo
de ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. Frascos contendo soluções de
cátions metálicos estão localizados nas prateleiras, e você pode clicar em qualquer um deles para
adicioná-lo a seu tubo de ensaio. Clique no recipiente de Na+ e depois em Done para enviar o
tubo de ensaio de volta ao laboratório. Repita esse processo para cada novo cátion metálico até
que tenha criado tubos de ensaio contendo Na+, K+, Ca2+, Ba2+, Sr2+ e Cu2+.

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08 labor0711_BL8.indd 199 9/5/11 3:50 PM


3 Na prateleira do almoxarifado, à direita, há um suporte azul identificado com uma etiqueta
Unknowns. Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra desconhecida
(Create Unknown). Agora clique em cada um dos seguintes frascos na prateleira: Na+, K+, Ca2+,
Ba2+, Sr2+ e Cu2+ (com este procedimento você vai restringir a amostra desconhecida aos cátions
metálicos clicados). Não altere o máximo e o mínimo no lado esquerdo e então clique na seta
verde Save para salvar essa amostra. O suporte azul com o tubo de ensaio marcado como
Practice voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o no suporte me-
tálico e clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
4 Deve haver sete tubos de ensaio no suporte azul sobre a mesa. Você usará os dois botões de teste de cha-
ma na parte inferior da tela para realizar um teste de chama normal (Flame) e um com filtro de cobalto
(Flame w/ Cobalt, vidro azul colocado na frente da chama). Você pode mover um tubo de ensaio do
suporte azul para o suporte metálico no centro da mesa; também pode soltar um tubo de ensaio sobre
o outro para trocar o tubo que está no suporte. Logo acima da tabela periódica, na parede do fundo,
há uma alça que, quando clicada, mostra o monitor de TV. Passe o mouse sobre os tubos de ensaio
para identificar seu conteúdo no monitor ou para ver uma imagem deles no canto inferior esquerdo.
5 Arraste o tubo de ensaio contendo Na+ até o suporte metálico. Clique no botão de chama nor-
mal (Flame) e registre suas observações na Tabela de dados. Depois clique no botão de chama
com filtro de cobalto (Flame w/ Cobalt) e anote suas observações na mesma tabela.
6 Arraste o tubo de ensaio de K+ até o suporte metálico para trocá-lo pelo de Na+. Realize um
teste de chama de K+ com e sem vidro de cobalto. Registre suas observações na Tabela de dados.
7 Para os outros quatro íons, realize somente o teste de chama normal. Não use o vidro de cobalto.
Registre suas observações na Tabela de dados.

Tabela de dados
Testes de chama
Íon Cor da chama
Sódio (Na+)
Sódio (Na+), com vidro de cobalto
Potássio (K+)
Potássio (K+), com vidro de cobalto
Cálcio (Ca2+)
Bário (Ba2+)
Estrôncio (Sr2+)
Cobre (Cu2+)
Amostra desconhecida 1
Amostra desconhecida 2
Amostra desconhecida 3
Amostra desconhecida 4

200 Testes de chama para metais

08 labor0711_BL8.indd 200 9/5/11 3:50 PM


8 Agora realize um teste de chama na amostra desconhecida. Determine de qual dos seis íons me-
tálicos ela mais se aproxima. Você pode repetir o teste de chama em qualquer um dos seis íons
metálicos, se necessário. Quando estiver certo de ter identificado a amostra, abra o Lab book,
clicando sobre ele. Na página da esquerda, clique no botão Report. Na página da direita, clique
no cátion metálico que você julga estar na amostra desconhecida. Clique em Submit e depois
em Ok. Se todos os botões de cátion ficarem verdes, você identificou com sucesso a amostra.
Se algum ficar vermelho, você errou. Clique na lixeira vermelha para limpar todas as amostras.
9 Volte para o almoxarifado e arraste o tubo Practice para o suporte metálico de tubos de ensaio.
Isso vai criar aleatoriamente um novo tubo Practice. Clique na seta verde Return to Lab para
retornar ao laboratório, faça o teste da chama e deduza o que há nesse tubo. Continue até que
você tenha identificado corretamente pelo menos quatro amostras desconhecidas.
10 A energia da luz colorida aumenta na ordem vermelho, amarelo, verde, azul e violeta.
Liste os elementos metálicos utilizados nos testes de chama por ordem crescente da energia de
luz emitida.

11 Qual é o propósito de utilizar o vidro de cobalto na identificação de sódio e potássio?

Química descritiva

Testes de chama para metais 201

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nome turma data / /

8.2 Identificação de cátions em solução –


testes de chama
O processo para determinar a composição de uma amostra pela realização de testes químicos
é chamado de análise qualitativa. Usando os testes apropriados e aplicando a lógica, a identidade
dos íons presentes em uma solução desconhecida pode ser determinada. A estrutura de uma aná-
lise qualitativa compõe-se normalmente de um conjunto sistemático de reações químicas no qual
determinado subconjunto dos íons presentes na solução é seletivamente precipitado e removido. A
cor dos precipitados e das soluções fornecem os meios para identificar os íons presentes. Testes de
chama também são usados para identificar certos íons que são difíceis de distinguir quimicamente.
Nesta atividade, você vai aprender como realizar testes de chama para identificar os cátions Na+ e K+.
Ao conduzir essa análise, lembre-se de que a observação atenta e o raciocínio lógico constituem as
chaves para uma análise qualitativa de sucesso.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 8-2: Identification of Cations in Solution na lista de
atividades. O programa se abrirá no laboratório de química inorgânica (Inorganic).

Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Química descritiva
Suporte
metálico

Lixeira

Teste de Teste de chama Divide


chama normal com filtro de cobalto

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo
de ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. A seguir, clique no recipiente de
Na+ e uma amostra será colocada automaticamente ao tubo de ensaio do suporte metálico.

203

08 labor0711_BL8.indd 203 9/5/11 3:50 PM


Clique em Done para enviar o tubo de ensaio de volta ao laboratório. Repita esse processo para
K+ e para uma mistura Na+/K+. Além disso, encha um tubo de ensaio somente com água, clican-
do no frasco de água destilada (Distilled Water), e retorne ao laboratório (Return to Lab).
3 De volta ao laboratório, deve haver quatro tubos de ensaio. Logo acima da tabela periódica, na
parede do fundo, há uma alça que, quando clicada, mostra o monitor de TV. Passe o mouse so-
bre os tubos de ensaio para identificar seu conteúdo no monitor ou para ver uma imagem deles
no canto inferior esquerdo.
4 Você usará os dois botões de teste de chama na parte inferior da tela para realizar um teste de
chama normal (Flame) e um com filtro de cobalto (Flame w/ Cobalt, vidro azul colocado na
frente da chama). Antes de realizar qualquer teste químico ou teste de chama, você deve mover
um tubo de ensaio do suporte azul até o suporte metálico no centro da mesa; você pode
soltar um tubo de ensaio sobre o outro para trocar o tubo que está no suporte
5 Realize um teste de chama com e sem filtro de cobalto para a solução de Na+. Registre suas
observações.

6 Agora faça a mesma coisa com a solução de K+ e anote suas observações.

7 Agora faça a mesma coisa com a mistura Na+/K+ e anote suas observações.

8 Agora faça a mesma coisa somente com água para ter uma ideia do que ocorre quando não há
nenhuma substância química, exceto água. Registre suas observações.

9 Retorne para o almoxarifado. Na prateleira inferior, à direita, há um suporte para amostras desco-
nhecidas (Unknowns). Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra desconhe-
cida (Create Unknown). Clique em Na+ e K+ e, à esquerda, ajuste o mínimo para 0 e o máximo
para 2. Clique na seta Save para salvar a amostra desconhecida (que conterá de 0 a 2 cátions
escolhidos entre o Na+ e o K+). O suporte azul com o tubo de ensaio marcado como Practice
voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o no suporte metálico e
clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
10 Realize o teste de chama com e sem filtro de cobalto e determine se a amostra desconhecida
contém sódio, potássio, ambos ou nenhum deles. Para verificar seus resultados, clique sobre Lab
book e, na página da esquerda, clique no botão Report, selecione os íons que você julga estarem
presentes na amostra, clique em Submit e depois em Ok. Se os botões dos íons ficarem verdes,
você acertou. Se algum botão ficar vermelho, você errou. Volte à tela do laboratório e clique na
lixeira vermelha para limpar a bancada (Clear All). Se quiser repetir o procedimento com um
novo tubo Practice, retorne ao almoxarifado e retire-o do suporte azul.

204 Identificação de cátions em solução – testes de chama

08 labor0711_BL8.indd 204 9/5/11 3:50 PM


11 Ao terminar de analisar os tubos de amostra desconhecida, você estará pronto para testar a
amostra oferecida no próximo passo da atividade. Limpe o laboratório clicando na lixeira ver-
melha. Retorne ao almoxarifado e clique na prancheta pendurada abaixo da seta verde. Ela
mostra uma lista dos tubos de ensaio contendo soluções conhecidas e desconhecidas. As des-
conhecidas estão marcadas com uma lista de possíveis cátions, seguidos do número da amostra
desconhecida. Selecione o item 2, que lhe fornecerá uma amostra que pode conter qualquer
combinação de Na+ e K+, ambos ou nenhum deles. Teste a amostra que lhe foi atribuída e relate
a seguir os cátions encontrados nela. Não se esqueça de registrar o número da amostra.
Amostra desconhecida:
Cátions encontrados:

Química descritiva

Identificação de cátions em solução – testes de chama 205

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nome turma data / /

8.3 Identificação de cátions em solução –


Ag+, Hg2+
2
, Pb2+

O processo para determinar a composição de uma amostra pela realização de testes químicos
é chamado de análise qualitativa. Usando os testes apropriados e aplicando a lógica, a identidade
dos íons presentes em uma solução desconhecida pode ser determinada. A estrutura de uma análise
qualitativa compõe-se normalmente de um conjunto sistemático de reações químicas no qual deter-
minado subconjunto dos íons presentes na solução é seletivamente precipitado e removido. A cor
dos precipitados e das soluções fornecem os meios para identificar os íons presentes. Testes de chama
também são usados para identificar certos íons que são difíceis de distinguir quimicamente. Nesta
atividade, você vai conhecer os fundamentos de uma estrutura de análise qualitativa realizando uma
análise em uma mistura de Ag+, Hg22+ e Pb2+. Ao conduzir essa análise, lembre-se de que a observação
atenta e o raciocínio lógico constituem as chaves para uma análise qualitativa de sucesso.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 8-3: Identification of Cations in Solution na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de química inorgânica (Inorganic).

Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Química descritiva
Suporte
metálico

Janela de Lixeira
imagem

Centrifugador Decantador Divide Aquecedor

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo de
ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. A seguir, clique nos recipientes
de Ag+, Hg22+ e Pb2+ para adicionar esses cátions ao tubo de ensaio e clique em Done para enviar o
tubo de ensaio de volta ao laboratório. (Na prateleira, há Hg2+ e Hg22+. Certifique-se de obter Hg22+.)

207

08 labor0711_BL8.indd 207 9/5/11 3:50 PM


De volta ao laboratório, clique na alça do monitor de TV e puxe-o para baixo. Ao prosseguir com
a análise, veja no monitor o processo envolvido nas reações químicas. Você também pode desejar
fazer algumas cópias do tubo de ensaio original clicando no botão Divide, para o caso de cometer
algum erro e ter de recomeçar.
3 Mova o tubo de ensaio para o suporte metálico. Clique no frasco do reagente NaCl (cloreto de
sódio) para adicioná-lo ao tubo de ensaio.
O que você observa?
Clique no botão Centrifuge para centrifugar a solução do suporte metálico. O que você observa?

Cada um dos três íons, ao reagir com o cloreto de sódio, forma precipitados insolúveis (sólidos).
Se a solução ficar turva e esbranquiçada, isso indica que pelo menos um dos três íons está pre-
sente. Agora, temos que determinar qual deles (lembre-se de que já sabemos o que o tubo de
ensaio contém, mas no caso de uma amostra desconhecida você não saberá).
4 Ative o aquecimento com o botão Heat. Observe o monitor de TV.
O que acontece? (Se você não percebeu nada, ligue e desligue o aquecimento, enquanto observa
o monitor de TV).

Com o aquecimento ativado, clique em Centrifuge novamente e depois faça a decantação da


solução clicando em Decant (a decantação separa os sólidos da solução e coloca a solução no
suporte de tubos de ensaio). Passe o cursor sobre o novo tubo de ensaio no suporte.
O que aparece no monitor de TV? O que aparece na imagem ampliada da amostra?

Esse é o teste para Pb2+. Se aquecido, é solúvel. Quando resfriado, torna-se insolúvel.
5 Desative o aquecedor clicando em Heat. Com o tubo de ensaio contendo os dois íons remanes-
centes no suporte metálico, clique no frasco de NH3 na prateleira de reagentes.
O que você observa?
A adição de amônia produz um íon complexo de diaminofluoreto de prata que é solúvel. O
mercúrio produz um sólido verde-escuro. Esse é o teste do mercúrio.
6 Acione o centrifugador (Centrifuge) e depois decante (Decant) para verter o íon prata em outro
tubo de ensaio. Mova o tubo contendo sólido de mercúrio escuro para a lixeira vermelha. Mova
o tubo de ensaio contendo prata de volta para o suporte metálico. Clique no frasco rotulado pH 4
para tornar a solução ligeiramente ácida.

208 Identificação de cátions em solução – Ag+, Hg22+, Pb2+

08 labor0711_BL8.indd 208 9/5/11 3:50 PM


O que você observa?

O íon prata é solúvel como íon complexo de diaminofluoreto de prata em pH = 10 e é insolúvel


como AgCl em pH = 4. Você pode clicar alternadamente em cada um dos recipientes de pH para
confirmar esse teste de íon prata.
7 Retorne para o almoxarifado. Na prateleira inferior, à direita, há um suporte para amostras des-
conhecidas (Unknowns). Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra
desconhecida (Create Unknown). Clique em Ag+, Hg22+ e Pb2+ e, à esquerda, ajuste o mínimo
para 0 e o máximo para 3. Clique na seta Save para salvar a amostra desconhecida (que
conterá de 0 a 3 cátions escolhidos entre Ag+, Hg22+ e Pb2+). O suporte azul com o tubo de ensaio
marcado como Practice voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o
no suporte metálico e clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
8 Teste o tubo Practice para determinar se ele contém cada um dos íons Ag+, Hg22+ e Pb2+. Para
verificar seus resultados, clique em Lab book e, na página da esquerda, clique no botão Report,
selecione os íons que você julga estarem presentes na amostra, clique em Submit e depois
em Ok. Se os botões dos íons ficarem verdes, você acertou. Se algum botão ficar vermelho, você
errou. Volte à tela do laboratório e clique na lixeira vermelha para limpar a bancada (Clear All).
Se quiser repetir o procedimento com um novo tubo Practice, retorne ao almoxarifado e retire-o
do suporte azul.
9 Ao terminar de analisar os tubos de amostra desconhecida, você estará pronto para testar a
amostra oferecida no próximo passo da atividade. Limpe o laboratório clicando na lixeira ver-
melha. Retorne ao almoxarifado e clique na prancheta pendurada abaixo da seta verde. Ela
mostra uma lista dos tubos de ensaio contendo soluções conhecidas e desconhecidas. As desco-
nhecidas estão marcadas com uma lista de possíveis cátions, seguidos do número da amostra.
Selecione o item 4, que lhe fornecerá uma amostra que pode conter qualquer combinação de
Ag+, Hg22+, Pb2+ ou água. Teste a amostra que lhe foi atribuída e relate a seguir os cátions encon-

Química descritiva
trados nela. Não se esqueça de registrar o número da amostra.
Amostra desconhecida:
Cátions encontrados:

Identificação de cátions em solução – Ag+, Hg22+, Pb2+ 209

08 labor0711_BL8.indd 209 9/5/11 3:50 PM


08 labor0711_BL8.indd 210 9/5/11 3:50 PM
nome turma data / /

8.4 Identificação de cátions em solução –


Co2+, Cr3+, Cu2+
O processo para determinar a composição de uma amostra pela realização de testes químicos é
chamado de análise qualitativa. Usando os testes apropriados e aplicando a lógica, a identidade dos
íons presentes em uma solução desconhecida pode ser determinada. A estrutura de uma análise qua-
litativa compõe-se normalmente de um conjunto sistemático de reações químicas no qual determi-
nado subconjunto dos íons presentes na solução é seletivamente precipitado e removido. A cor dos
precipitados e das soluções fornecem os meios para identificar os íons presentes. Testes de chama
também são usados para identificar certos íons que são difíceis de distinguir quimicamente. Nesta
atividade, você vai conhecer os fundamentos de uma estrutura de análise qualitativa realizando uma
análise em uma mistura de Co2+, Cr3+ e Cu2+. Ao conduzir essa análise, lembre-se de que a observação
atenta e o raciocínio lógico constituem as chaves para uma análise qualitativa de sucesso.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 8-4: Identification of Cations in Solution na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de química inorgânica (Inorganic).

Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Química descritiva
Suporte
metálico

Janela de Lixeira
imagem

Centrifugador Decantador Divide Aquecedor

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo
de ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. A seguir, clique nos recipientes de
Co2+, Cr3+ e Cu2+ para adicionar esses cátions ao tubo de ensaio e clique em Done para enviar
o tubo de ensaio de volta ao laboratório. De volta ao laboratório, clique na alça do monitor de

211

08 labor0711_BL8.indd 211 9/5/11 3:50 PM


TV e puxe-o para baixo. Ao prosseguir com a análise, veja no monitor o processo envolvido nas
reações químicas. Você também pode desejar fazer algumas cópias do tubo de ensaio original
clicando no botão Divide, para o caso de cometer algum erro e ter de recomeçar.
3 Mova o tubo de ensaio para o suporte metálico. Clique no frasco do reagente NaCl (cloreto de
sódio) para adicioná-lo ao tubo de ensaio.
O que você observa?

4 Clique no botão Centrifuge para centrifugar a solução do suporte metálico. Depois clique em
Decant (a decantação separa os sólidos da solução e coloca a solução no suporte de tubos de
ensaio). Passe o cursor sobre o novo tubo de ensaio no suporte.
O que aparece no monitor de TV? O que aparece na imagem ampliada da amostra?

Este é o teste para o cromo. Se o novo tubo de ensaio no suporte azul se tornar verde quando de-
cantado, significa que o cromo está presente. Você pode confirmar a hipótese colocando o tubo
de ensaio verde-claro no suporte metálico, clicando em pH 10 e depois adicionando HNO3.
O que você observa?

5 Com o tubo de ensaio contendo precipitado de cobalto e cobre no suporte metálico, adicione NH3.
O que você observa?

6 Centrifugue (Centrifuge) e depois o decante (Decant). Adicione HNO3 ao tubo de ensaio no


suporte metálico contendo o precipitado.
O que você observa?

Este é o teste de confirmação do íon cobalto (Co2+).

212 Identificação de cátions em solução – Co2+, Cr3+, Cu2+

08 labor0711_BL8.indd 212 9/5/11 3:50 PM


7 Arraste o tubo de ensaio que está no suporte azul (a solução da etapa 5) para o suporte metálico.
Adicione HNO3.
O que você observa?

Este é o teste de confirmação do cobre.


8 Retorne para o almoxarifado. Na prateleira inferior, à direita, há um suporte para amostras desco-
nhecidas (Unknowns). Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra des-
conhecida (Create Unknown). Clique em Co2+, Cr3+ e Cu2+ e, à esquerda, ajuste o mínimo para 0
e o máximo para 3. Clique na seta Save para salvar a amostra desconhecida (que conterá de
0 a 3 cátions escolhidos entre Co2+, Cr3+ e Cu2+). O suporte azul com o tubo de ensaio marcado
como Practice voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o no suporte
metálico e clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
9 Teste o tubo Practice e para determinar se ele contém cada um dos íons Co2+, Cr3+ e Cu2+. Para
verificar seus resultados, clique em Lab book e, na página da esquerda, clique no botão Report,
selecione os íons que você julga estarem presentes na amostra, clique em Submit e depois
em Ok. Se os botões dos íons ficarem verdes, você acertou. Se algum botão ficar vermelho, você
errou. Volte à tela do laboratório e clique na lixeira vermelha para limpar a bancada (Clear All).
Se quiser repetir o procedimento com um novo tubo Practice, retorne ao almoxarifado e retire-o
do suporte azul.
10 Ao terminar de analisar os tubos de amostra desconhecida, você estará pronto para testar a
amostra oferecida no próximo passo da atividade. Limpe o laboratório clicando na lixeira ver-
melha. Retorne ao almoxarifado e clique na prancheta pendurada abaixo da seta verde. Ela
mostra uma lista dos tubos de ensaio contendo soluções conhecidas e desconhecidas. As desco-
nhecidas estão marcadas com uma lista de possíveis cátions, seguidos do número da amostra.

Química descritiva
Selecione o item 6, que lhe fornecerá uma amostra que pode conter qualquer combinação de
Co2+, Cr3+, Cu2+ ou água. Teste a amostra que lhe foi atribuída e relate a seguir os cátions encon-
trados nela. Não se esqueça de registrar o número da amostra.
Amostra desconhecida:
Cátions encontrados:

Identificação de cátions em solução – Co2+, Cr3+, Cu2+ 213

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08 labor0711_BL8.indd 214 9/5/11 3:50 PM
nome turma data / /

8.5 Identificação de cátions em solução –


Ba2+, Sr2+, Ca2+, Mg2+
O processo para determinar a composição de uma amostra pela realização de testes químicos é
chamado de análise qualitativa. Usando os testes apropriados e aplicando a lógica, a identidade dos
íons presentes em uma solução desconhecida pode ser determinada. A estrutura de uma análise qua-
litativa compõe-se normalmente de um conjunto sistemático de reações químicas no qual determi-
nado subconjunto dos íons presentes na solução é seletivamente precipitado e removido. A cor dos
precipitados e das soluções fornecem os meios para identificar os íons presentes. Testes de chama
também são usados para identificar certos íons que são difíceis de distinguir quimicamente. Nesta
atividade, você deverá desenvolver sua própria estrutura de análise qualitativa para separar e identi-
ficar alguns cátions do Grupo II (Ba2+, Sr2+, Ca2+ e Mg2+). Ao conduzir a análise, lembre-se de que a
observação atenta e o raciocínio lógico constituem as chaves para uma análise qualitativa de sucesso.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 8-5: Identification of Cations in Solution na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de química inorgânica (Inorganic).

Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Química descritiva
Suporte
metálico

Janela de Lixeira
imagem

Centrifugador Decantador Divide Aquecedor

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo
de ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. A seguir, clique nos recipientes
de Ba2+, Sr2+, Ca2+ e Mg2+ para adicionar esses cátions ao tubo de ensaio e clique em Done para en-
viar o tubo de ensaio de volta ao laboratório. De volta ao laboratório, clique na alça do monitor de

215

08 labor0711_BL8.indd 215 9/5/11 3:50 PM


TV e puxe-o para baixo. Ao prosseguir com a análise, veja no monitor o processo envolvido nas
reações químicas. Você também pode desejar fazer algumas cópias do tubo de ensaio original
clicando no botão Divide, para o caso de cometer algum erro e ter de recomeçar.
3 O que as regras de solubilidade lhe informam sobre como separar o segundo grupo de cá-
tions? Como você pode distinguir cada íon nesse grupo? Pense em alterar a temperatura e o
pH. Esboce sua própria estrutura qualitativa para identificação desses quatro íons do Grupo II
e descreva-a a seguir. Experimente cada um dos quatro íons isoladamente e depois em combi-
nações. Teste uma amostra desconhecida para verificar se você realmente consegue determinar
a presença ou a ausência de cada um dos quatro íons nesse grupo.

4 Retorne para o almoxarifado. Na prateleira inferior, à direita, há um suporte para amostras desco-
nhecidas (Unknowns). Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra des-
conhecida (Create Unknown). Clique em Ba2+, Sr2+, Ca2+ e Mg2+ e, à esquerda, ajuste o mínimo
para 0 e o máximo para 4. Clique na seta Save para salvar a amostra desconhecida (que conterá
de 0 a 4 cátions escolhidos entre Ba2+, Sr2+, Ca2+ e Mg2+). O suporte azul com o tubo de ensaio
marcado como Practice voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o
no suporte metálico e clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
5 Teste o tubo Practice e para determinar se ele contém cada um dos íons Ba2+, Sr2+, Ca2+ e Mg2+.
Para verificar seus resultados, clique em Lab book e, na página da esquerda, clique no botão
Report, selecione os íons que você julga estarem presentes na amostra, clique em Submit e de-
pois em Ok. Se os botões dos íons ficarem verdes, você acertou. Se algum botão ficar vermelho,
você errou. Volte à tela do laboratório e clique na lixeira vermelha para limpar a bancada (Clear
All). Se quiser repetir o procedimento com um novo tubo Practice, retorne ao almoxarifado e
retire-o do suporte azul.
6 Ao terminar de analisar os tubos de amostra desconhecida, você estará pronto para testar a
amostra oferecida no próximo passo da atividade. Limpe o laboratório clicando na lixeira ver-
melha. Retorne ao almoxarifado e clique na prancheta pendurada abaixo da seta verde. Ela
mostra uma lista dos tubos de ensaio contendo soluções conhecidas e desconhecidas. As desco-
nhecidas estão marcadas com uma lista de possíveis cátions, seguidos do número da amostra.
Selecione o item 8, que lhe fornecerá uma amostra que pode conter qualquer combinação de
Ba2+, Sr2+, Ca2+, Mg2+ ou água. Teste a amostra que lhe foi atribuída e relate a seguir os cátions
encontrados nela. Não se esqueça de registrar o número da amostra.
Amostra desconhecida:
Cátions encontrados:

216 Identificação de cátions em solução – Ba2+, Sr2+, Ca2+, Mg2+

08 labor0711_BL8.indd 216 9/5/11 3:50 PM


nome turma data / /

8.6 Identificação de cátions em solução –


Co2+, Cu2+, Ni2+
O processo para determinar a composição de uma amostra pela realização de testes químicos é
chamado de análise qualitativa. Usando os testes apropriados e aplicando a lógica, a identidade dos
íons presentes em uma solução desconhecida pode ser determinada. A estrutura de uma análise qua-
litativa compõe-se normalmente de um conjunto sistemático de reações químicas no qual determi-
nado subconjunto dos íons presentes na solução é seletivamente precipitado e removido. A cor dos
precipitados e das soluções fornecem os meios para identificar os íons presentes. Testes de chama
também são usados para identificar certos íons que são difíceis de distinguir quimicamente. Nesta
atividade, você deverá desenvolver sua própria estrutura de análise qualitativa para separar e identifi-
car alguns cátions metálicos de transição Co2+, Cu2+ e Ni2+. Ao conduzir a análise, lembre-se de que a
observação atenta e o raciocínio lógico constituem as chaves para uma análise qualitativa de sucesso.
1 Inicie o Virtual ChemLab e selecione o item 8-6: Identification of Cations in Solution na lista de
atividades. O programa vai abrir a bancada de química inorgânica (Inorganic).

Saída do laboratório Almoxarifado

Alça do
monitor de TV

Química descritiva
Suporte
metálico

Janela de Lixeira
imagem

Centrifugador Decantador Divide Aquecedor

2 Entre no almoxarifado (Stockroom) clicando no canto direito superior da tela. Retire um tubo de
ensaio da caixa (Test Tubes) e coloque-o no suporte metálico. A seguir, clique nos recipientes
de Co2+, Cu2+ e Ni2+ para adicionar esses cátions ao tubo de ensaio e clique em Done para enviar
o tubo de ensaio de volta ao laboratório. De volta ao laboratório, clique na alça do monitor de

217

08 labor0711_BL8.indd 217 9/5/11 3:50 PM


TV e puxe-o para baixo. Ao prosseguir com a análise, veja no monitor o processo envolvido nas
reações químicas. Você também pode desejar fazer algumas cópias do tubo de ensaio original
clicando no botão Divide, para o caso de cometer algum erro e ter de recomeçar.
3 O que as regras de solubilidade lhe informam sobre como separar o segundo grupo de cátions?
Como você pode distinguir cada íon nesse grupo? Pense em alterar a temperatura e o pH. Esboce
sua própria estrutura qualitativa para identificação desses três íons metálicos de transição
e descreva-a a seguir. Experimente cada um dos três íons isoladamente e depois em combina-
ções. Teste uma amostra desconhecida para verificar se você realmente consegue determinar a
presença ou a ausência de cada um dos três íons nesse grupo.

4 Retorne para o almoxarifado. Na prateleira inferior, à direita, há um suporte para amostras des-
conhecidas (Unknowns). Clique nele para criar um tubo de ensaio contendo uma amostra
desconhecida (Create Unknown). Clique em Co2+, Cu2+ e Ni2+ e, à esquerda, ajuste o mínimo
para 0 e o máximo para 3. Clique na seta Save para salvar a amostra desconhecida (que conterá
de 0 a 3 cátions escolhidos entre Co2+,Cu3+ e Ni2+). O suporte azul com o tubo de ensaio mar-
cado como Practice voltará à prateleira. Retire o tubo de ensaio do suporte azul, coloque-o no
suporte metálico e clique na seta Return to Lab para retornar ao laboratório.
5 Teste o tubo Practice para determinar se ele contém cada um dos íons Co2+, Cu2+ e Ni2+. Para
verificar seus resultados, clique em Lab book e, na página da esquerda, clique no botão Report,
selecione os íons que você julga estarem presentes na amostra, clique em Submit e depois
em Ok. Se os botões dos íons ficarem verdes, você acertou. Se algum botão ficar vermelho, você
errou. Volte à tela do laboratório e clique na lixeira vermelha para limpar a bancada (Clear All).
Se quiser repetir o procedimento com um novo tubo Practice, retorne ao almoxarifado e retire-o
do suporte azul.
6 Ao terminar de analisar os tubos de amostra desconhecida, você estará pronto para testar a
amostra oferecida no próximo passo da atividade. Limpe o laboratório clicando na lixeira ver-
melha. Retorne ao almoxarifado e clique na prancheta pendurada abaixo da seta verde. Ela
mostra uma lista dos tubos de ensaio contendo soluções conhecidas e desconhecidas. As desco-
nhecidas estão marcadas com uma lista de possíveis cátions, seguidos do número da amostra.
Selecione o item 10, que lhe fornecerá uma amostra que pode conter qualquer combinação de
Co2+, Cu2+, Ni2+ ou água. Teste a amostra que lhe foi atribuída e relate a seguir os cátions encon-
trados nela. Não se esqueça de registrar o número da amostra.
Amostra desconhecida:
Cátions encontrados:

218 Identificação de cátions em solução – Co2+, Cu2+, Ni2+

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Atividades adicionais
As atividades a seguir contêm experimentos adicionais mais avançados; eles exploram os tó-
picos mais profundamente ou apresentam mais detalhes sobre as simulações do programa Virtual
ChemLab. Tenha em mente que essas atividades não estão no Workbook da tela inicial do progra-
ma. Para executá-los, você deve entrar no laboratório de química geral, clicando na porta General
Chemistry, e então selecionar a bancada relacionada ao exercício. Em geral, há menos instruções
passo a passo nessas atividades, pois se presume que você já esteja familiarizado com o programa.

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nome turma data / /

1 Sais inertes
Na+ e Cl– são muitas vezes referidos como íons espectadores, pois, em uma reação simples como
a titulação de hidróxido de sódio com ácido clorídrico, eles não afetam o ponto de equivalência ou
o pH da reação. Esses íons são estáveis o suficiente para não serem afetados pelo pH e existem como
sais separados. Embora os sais inertes não afetem o pH das titulações, eles afetam a condutividade
das soluções. Nesta atividade, você vai analisar como os sais inertes afetam a condutividade das titu-
lações ácido-base.
1 Na prancheta dentro do almoxarifado (Stockroom), selecione o item 1, Strong Acid Strong Base.
Execute a titulação e, abaixo, desenho um gráfico representando a variação do pH e de conduti-
vidade ao longo da titulação. Identifique os eixos.

2 Descreva a forma da curva de condutividade. Por que ela tem essa forma?

Titulações
3 Selecione novamente o item 1 na prancheta. Adicione aproximadamente 3.0 g de NaCl e realize
a mesma titulação. Usando cores diferentes, trace no gráfico acima as curvas para a variação de
pH e de condutividade nesse caso.
4 Como a condutividade da titulação se alterou com a adição de NaCl? Por quê?

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nome turma data / /

2 Gráficos de dados de titulação


Há muitas maneiras de determinar o ponto de equivalência de uma titulação. A mais comum é
usar o ponto final da titulação, determinado com o uso de um indicador ou ao observar uma mudan-
ça de cor em uma titulação redox, como uma estimativa para o ponto de equivalência. Se um indi-
cador apropriado for usado, sua exatidão poderá ser aproximada. No entanto, um modo mais exato
de determinar o ponto de equivalência é usar dados de pH versus volume para encontrar o ponto em
que a inclinação da linha de titulação é maior. Nesta atividade, você usará uma planilha para calcular
com exatidão o ponto de equivalência de uma titulação.
Na prancheta dentro do almoxarifado (Stockroom), selecione o item 5, Strong Acid Weak Base.
O béquer contém 0.9062 g do NaHCO3 sólido e já está com a sonda do medidor de pH (pH Probe). O
medidor de condutividade também está ligado, mas não será usado neste experimento. O indicador
alaranjado de metila já foi adicionado ao béquer com o titulado. Calcule o ponto de equivalência.
Abra seu Lab book e salve os dados de titulação ao se aproximar e passar pelo ponto de equiva-
lência esperado. No caso da titulação de uma base fraca, é recomendável salvar os dados quando a
torneira estiver na configuração mais lenta ou na segunda mais lenta. Abra o link no Lab book e copie
os dados para uma planilha. Crie um gráfico mostrando o pH em função do volume, que deve ser
semelhante ao gráfico na janela do Virtual ChemLab.
Em outra coluna de sua planilha, calcule a inclinação entre cada par de pontos consecutivos,
dividindo a diferença de pH pela diferença de volume. Trace a linha com esses resultados no mesmo
gráfico em que está representado a variação do pH em função do volume. O local onde essa linha
atinge o ponto mais alto é o ponto de equivalência da titulação. Inclua esse gráfico nesta atividade.
1 Por que esse método funciona para determinar com exatidão o ponto de equivalência?

2 Qual é o ponto de equivalência da titulação?


3 Qual é a diferença percentual entre o ponto de equivalência que você calculou e o ponto de Titulações
equivalência esperado de seu cálculo preliminar?

223

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4 Por que esse método é mais exato do que usar um indicador para estimar os pontos de equivalência?

5 Essa técnica é mais útil com titulações de um ácido forte e uma base forte ou titulações de ácido
fraco ou base fraca? Por quê?

224 Gráficos de dados de titulação

09 labor0711_BL9.indd 224 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

3 Atividade química
“Atividade química” é um conceito que nos ajuda a entender como uma substância reage em cir-
cunstâncias diferentes em relação a determinado estado de referência. Conhecer a atividade química
é necessário para calcular o equilíbrio de soluções com exatidão, porque a força iônica de molécu-
las dissociadas exerce algum efeito sobre o equilíbrio. Para conhecer a atividade química, requer-se
[C ]c  c [D]d  d
uma forma mais exata da equação de constante de equilíbrio. Essa equação é K = a Ca b Db .
[A]  A [B]  B
O coeficiente de atividade  é igual a 1 no estado de referência, que é o estado ideal. À medida que
as soluções se desviam do estado de referência, os coeficientes de atividade também se desviam de 1.
Logo,  mede o desvio do estado ideal. Você não vai usar essa equação para fazer cálculos, mas note
que, no almoxarifado (Stockroom) da bancada de titulação, é possível decidir se a atividade química
afetará ou não sua solução. Nesta atividade você vai saber mais sobre atividade química e em quais
circunstâncias ela afeta uma solução.
1 Na prancheta dentro do almoxarifado, selecione o item 1, Strong Acid Strong Base. Trata-se de
uma titulação ácido forte-base forte. Há 25 mL de HCl no béquer. Realize a titulação com os
coeficientes de atividade ativados e desativados. Use os dados dessas titulações para calcular a
concentração de NaOH como se fosse uma incógnita.
Qual a diferença entre os cálculos com e sem os coeficientes de atividade?

2 Monte uma titulação usando KHP e NaOH. Como KHP é um sólido, você pode determinar
a molaridade da solução ao misturá-la com água. Misture uma solução naquela com concen-
tração 3.0 M ou superior. Titule essa solução com NaOH, com os coeficientes de atividade
desativados.
Calcule a concentração de NaOH como se fosse uma incógnita. Repita esse procedimento com
os coeficientes de atividade ativados. Mostre seus cálculos para a concentração de NaOH.
Titulações

225

09 labor0711_BL9.indd 225 9/5/11 3:56 PM


3 Que diferença os coeficientes de atividade fazem quando o KHP está em uma solução mais
concentrada?

226 Atividade química

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nome turma data / /

4 Indicadores
Indicadores são corantes químicos que mudam em uma faixa específica de pH. Por exemplo,
o tornassol muda de vermelho para azul quando o ácido é convertido em sua base conjugada. Os
melhores indicadores têm cores intensas de modo, que apenas algumas gotas do indicador diluído
fazem com que a cor se altere. Os indicadores fornecem um meio de estimar o ponto de equivalência
de uma titulação, ou seja, o momento em que o titulado é completamente consumido pelo titulante.
O ponto no qual o indicador muda de cor é chamado de ponto final. Nesta atividade, você vai apren-
der mais sobre o uso de indicadores.
1 Na prancheta dentro do almoxarifado (Stockroom), selecione o item 1, Strong Acid Strong Base.
Trata-se de uma titulação ácido forte-base forte. Analise o gráfico fixado na parede do labora-
tório virtual (Indicator Chart) e liste três indicadores que são adequados para essa titulação.
Se você não tiver certeza de onde está o ponto de equivalência, execute a titulação usando o
medidor de pH (pH Meter).

2 Trace uma curva para essa titulação e indique no gráfico em que ponto cada indicador que você
escolheu muda de cor.

Titulações

227

09 labor0711_BL9.indd 227 9/5/11 3:56 PM


3 Agora selecione o item 3 na prancheta (Weak Acid Strong Base). Trata-se de uma titulação ácido
fraco-base forte. Quais indicadores são apropriados a essa titulação?

4 Os pontos finais de indicadores representam meras estimativas do ponto de equivalência. Quais


características de um indicador devem ser consideradas para escolher o que fornecerá a estima-
tiva mais exata possível?

5 Os pontos finais de indicador são geralmente mais exatos em uma titulação de ácido e base
fortes ou em uma titulação na qual o ácido ou a base é fraca? Por quê?

228 Indicadores

09 labor0711_BL9.indd 228 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

5 Flutuabilidade
Em um laboratório de titulação, há muitos fatores que podem afetar a exatidão das medições.
Visto que pequenos erros podem fazer a diferença nos resultados, é importante eliminar todas as fon-
tes de erro sobre as quais você tenha controle. Nesta atividade, você vai aprender como compensar
um erro de flutuabilidade que ocorre quando uma substância é pesada na balança.
 d 
1− a 
 d 
 w 
A equação de flutuabilidade é m = mobs , em que m é a massa corrigida (real) da amos-
 d 
1− a 
 d 
 
tra, mobs é a massa observada a partir do equilíbrio, da é a densidade do ar, dw é a densidade dos pesos
padrão e d é a densidade da substância a ser pesada.
1 Um erro de flutuabilidade ocorre quando a densidade da substância que está sendo pesada é di-
ferente da densidade dos pesos padrão que foram usados para calibrar a balança. Por que, nesse
caso, um erro é introduzido na medição?

2 Retire KHP do almoxarifado (Stockroom). Pese cerca de 2.00 g de KHP. Qual a massa de KHP
que você mediu de acordo com a balança?
3 A densidade do ar é 0.0012 g/mL próximo de 760 Torr e 25 °C, e a densidade dos pesos é de 8.0 g/mL.
A densidade do KHP é 1.64 g/mL. Usando a equação da flutuabilidade, qual é a massa corrigida
da amostra que você mediu?

Titulações

229

09 labor0711_BL9.indd 229 9/5/11 3:56 PM


4 Qual é a diferença percentual, em mols de KHP, entre a quantidade medida e a corrigida da
amostra? A massa molecular de KHP é 204.22 g/mol.

5 Como o cálculo de um ponto de equivalência em uma titulação ácido-base será afetado, se cor-
reções de flutuabilidade não forem feitas?

230 Flutuabilidade

09 labor0711_BL9.indd 230 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

6 Calibração de vidraria
A vidraria que você vai usar no Virtual ChemLab é tão individual quanto sua própria vidraria
em um laboratório real. Há um erro em sua vidraria semelhante ao erro da vidraria em um labo-
ratório real. Para ter os cálculos mais exatos em seu trabalho, você deve calibrar sua pipeta e bureta
para conhecer o nível de tolerância de sua vidraria. O erro que você calcular será aplicável cada vez
que usar essa vidraria.
A densidade da água a 25 °C é 0.9970479 g/mL. Com essa informação, você pode calcular o
volume exato de água se conhecer a massa.
1 Abra o Lab book, a janela da bureta (Open Buret Window) e clique em Save para registrar os
dados. Encha a bureta com água, usando um béquer. Tare um béquer vazio, colocando-o na ba-
lança e clicando em Tare. Coloque esse béquer sob a bureta e dispense 10 mL de água. A seguir,
anote o volume exato de água fornecida, de acordo com a leitura da bureta e com precisão de
0.02 mL. Leve o béquer até a balança e registre a massa de água. Faça isso quatro vezes, tare o
béquer antes de cada nova adição de água a partir da bureta. Ao terminar, você deverá ter dis-
pensado cerca de 40 mL da bureta.

Tabela de dados 1
Teste # Volume medido Massa
1
2
3
4

2 Usando a densidade da água, calcule o volume real dispensado em cada teste. Registre os resul-
tados na Tabela de dados 2.
3 Calcule a correção em mL para cada teste e registre na tabela (a correção é o valor que você deve
Titulações
adicionar ou subtrair à leitura da bureta, para conhecer o volume correto dispensado).

Tabela de dados 2
Teste # Volume calculado Correção
1
2
3
4

231

09 labor0711_BL9.indd 231 9/5/11 3:56 PM


4 Represente em um gráfico os pontos do volume total dispensado a partir da bureta no eixo x
versus a correção em mL de cada volume no eixo y. Ligue os pontos para mostrar a correção a
cada intervalo de 10 mL.

Toda a vidraria deve ser calibrada para ser usada com exatidão no laboratório. Agora você vai
calibrar uma pipeta de 25 mL.
5 Abra a gaveta de pipetas (Pipets). Clique duas vezes sobre a pipeta de 25 mL. Em seguida, retire
um béquer da gaveta e adicione um pouco de água. Encha a pipeta e depois mova o béquer com
água. Tare outro béquer, colocando-o sobre a balança e clicando em Tare. Coloque esse béquer
vazio sob a pipeta e clique na pera de sucção (pipetador) para esvaziar a pipeta (Empty Pipet).
Leve o béquer com água para a balança e registre a massa na tabela. Faça isso três vezes.

Tabela de dados
Teste # Massa Volume calculado Correção

6 Calcule o volume real dispensado em cada teste. Registre na tabela.


7 Qual é a correção média necessária para sua pipeta de 25 mL?

232 Calibração de vidraria

09 labor0711_BL9.indd 232 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

7 Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (I)


Robert Boyle, filósofo e teólogo, estudou as propriedades dos gases no século XVII. Ele notou que os
gases se comportavam de modo semelhante às molas: quando comprimidos ou expandidos, eles tendem
a voltar ao volume original. Boyle publicou suas descobertas em 1662, em uma monografia intitulada
The Spring of the Air and Its Effects. Agora você vai fazer observações semelhantes às de Robert Boyle.
O objetivo desta atividade é conhecer mais sobre a relação entre pressão e volume de um gás
ideal. Você fará isso desenhando em gráfico valores de 1/V versus P. Representar o inverso do volume
(1/V ) torna a relação entre P e V mais fácil de ser visualizada graficamente. Para obter os dados, você
vai alterar a pressão mantendo constantes todos os outros parâmetros, exceto o volume.
Na prancheta dentro do almoxarifado (Stockroom), selecione o item 1, Balloon Experiment Ideal.
Abra seu Lab book e clique em Save para salvar os dados à medida que aumenta a pressão a partir
de 1 atm. Calcule 1/V para os valores correspondentes a cada pressão. Esses são os valores que você
usará para criar seu gráfico. No gráfico a seguir, represente 1/V no eixo y e P no eixo x. Repita o pro-
cedimento com N2 (item 2 na prancheta do almoxarifado) e com um gás de van der Waals com os
parâmetros a e b ajustados para N2 (item 8 na prancheta). Seu gráfico deve abranger pelo menos a
pressão máxima de N2. Faça as devidas marcações no gráfico.

Propriedades dos gases

1 Qual das linhas do gráfico é reta?


2 Qual é a relação entre P e V? Use a linha reta para explicar.

233

09 labor0711_BL9.indd 233 9/5/11 3:56 PM


O que afeta a inclinação dessa linha?

3 Cite algumas das razões por que as outras linhas não são retas.

4 Os parâmetros de van der Waals utilizados para esses pontos de dados são os de N2. Onde a linha
de van der Waals se aproxima mais da linha de N2?

5 Onde a linha de van der Waals não se aproxima da linha de N2? Por quê?

6 Em que ponto a aproximação de van der Waals é mais exata?

234 Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (I)

09 labor0711_BL9.indd 234 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

8 Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (II)


Robert Boyle, filósofo e teólogo, estudou as propriedades dos gases no século XVII. Ele notou
que os gases se comportavam de modo semelhante às molas: quando comprimidos ou expandidos,
eles tendem a voltar ao volume original. Boyle publicou suas descobertas em 1662, em uma mono-
grafia intitulada The Spring of the Air and Its Effects. Agora você vai fazer observações semelhantes às
de Robert Boyle.
O objetivo desta atividade é conhecer mais sobre a relação entre pressão e volume de um gás
ideal. Você fará isso desenhando em gráfico valores de 1/V versus P. Representar o inverso do volume
(1/V ) torna a relação entre P e V mais fácil de ser visualizada graficamente. Para obter os dados, você
vai alterar a pressão mantendo constantes todos os outros parâmetros, exceto o volume.
Selecione um experimento no qual a pressão ou o volume dependem um do outro. Abra seu
Lab book e clique em Save para salvar os dados à medida que aumenta ou diminui a variável inde-
pendente. Use esses dados para calcular 1/V para cada ponto. Realize esse procedimento para um gás
ideal, CO2, He e N2. Utilizando uma planilha eletrônica, faça um gráfico representando 1/V no eixo y
e P no eixo x para cada gás. Inclua no gráfico as pressões máximas de todos os gases reais. Ao registrar
os dados, certifique-se de que todos os parâmetros dos gases são iguais, para que as linhas possam ser
comparadas. Identifique os elementos no gráfico (um exemplo do gráfico necessário é apresentado
no final do trabalho).
1 Qual das linhas do gráfico é reta?

2 O que afeta a inclinação dessa linha?

3 Por que as outras linhas não são retas?

4 Quando as linhas mais se assemelham à linha reta?

Propriedades dos gases


5 Quando são diferentes?

6 Com base em seu gráfico, o que se pode dizer de modo geral sobre gases reais à medida que a
pressão aumenta?

235

09 labor0711_BL9.indd 235 9/5/11 3:56 PM


7 Use seu gráfico para descrever o comportamento de N2 e hélio. Note que o parâmetro a do gás
de van der Waals para o hélio é 0.0341 L2 · atm · mol–2 e o de N2 é 1.39 L2 · atm · mol–2.

8 Por que a linha de inclinação de CO2 fica acima da linha ideal e as linhas de inclinação de N2 e
hélio, abaixo da linha ideal?

9 Explique por que alguns gases reais se comportam mais como um gás ideal do que outros gases reais.

10 De que outra forma podemos representar os valores derivados de P e V no gráfico para que a
linha seja reta?

236 Lei de Boyle: 1/volume versus pressão (II)

09 labor0711_BL9.indd 236 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

9 Compressibilidade
A compressibilidade de um gás, z = (PV)/(nRT), é um método eficaz para comparar o compor-
tamento dos gases reais com o de um gás ideal. Para um gás ideal, z é sempre igual a 1. Portanto, os
desvios de um são indicativos da não idealidade de um gás. Você vai usar esse fator de compressibili-
dade para fazer observações sobre o comportamento de gases reais.
Selecione o experimento no qual o volume é dependente de pressão e temperatura. Nesta ativi-
dade, você vai usar N2. Regule a temperatura para 150 K e ajuste as pressões conforme a lista forne-
cida na tabela a seguir. Para cada pressão, calcule a compressibilidade e anote-a na tabela. Calcule a
compressibilidade para as pressões indicadas a 250 K e 1 000 K.

150 K 250 K 1000 K


P (atm) z P (atm) z P (atm) z
20 20 20
80 200 200
500 500 500
1 000 1 000 1 000
1 200 1 200 1 200

Utilizando os dados da tabela, faça um gráfico representando a compressibilidade no eixo y e a


pressão no eixo x, traçando uma linha para cada temperatura. Identifique os elementos no gráfico.

Propriedades dos gases

237

09 labor0711_BL9.indd 237 9/5/11 3:56 PM


1 O que faz com que a razão (PV)/(nRT) fique abaixo de 1 no caso de um gás não ideal?

2 O que faz com que a razão (PV)/(nRT) fique acima de 1 no caso de um gás não ideal?

3 O que acontece quando a inclinação da linha muda de negativa para positiva? Por que isso
ocorre?

4 Em que ponto a força de repulsão é predominante?

5 O que ocorre com o comportamento do gás quando a pressão aumenta? Por quê?

6 O que acontece com o comportamento do gás quando a temperatura aumenta? Por quê?

7 O que você pode dizer, de modo geral, sobre quando o gás N2 mais se comporta como um
gás ideal?

8 Como a compressibilidade seria afetada, se você usasse m3 em vez de L para o volume? E se


usasse graus Celsius para a temperatura?

238 Compressibilidade

09 labor0711_BL9.indd 238 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

10 Gases de van der Waals (I)


A equação do gás de van der Waals representa uma melhor aproximação do comportamento
de gases reais do que a equação do gás ideal porque leva em conta as forças de atração e repulsão. A
 n 2 

equação de um gás de van der Waals é P + a 2 (V −nb ) = nRT . O termo que inclui o parâmetro a
 V 
responde pelas interações atrativas do gás enquanto o termo de b, pelas interações repulsivas. Esses
parâmetros são exclusivos de cada gás e são determinados ajustando dados PVT experimentais de
gases reais. O propósito desta atividade é aprender mais sobre a equação de van der Waals e sua re-
lação com gases reais. Você fará isso rearranjando a equação de van der Waals e depois aplicando-a
às condições de gases reais, para observar as propriedades específicas dos gases de van der Waals em
comparação com gases reais.
1 A compressibilidade de um gás, z = (PV)/(nRT ), é um parâmetro eficaz para comparar o com-
portamento de gases reais com o de um gás ideal. Para um gás ideal, z é sempre igual a 1. Por-
tanto, os desvios de 1 são indicativos da não idealidade de um gás. Resolva a equação de van der
Waals para a compressibilidade e, em seguida, responda às duas perguntas seguintes. Pode ser
mais fácil resolver primeiramente para a pressão do gás de van der Waals.

2 Explique como as interações atrativas de um gás de van der Waals afetam sua compressibilidade.

Propriedades dos gases

3 Explique como as forças repulsivas de um gás de van der Waals afetam sua compressibilidade.

Verifique o grau de semelhança dos gases de van der Waals em relação a seus pares reais. Faça um
experimento no qual a pressão seja dependente do volume e da temperatura. Use o gás N2 e o
gás de van der Wals com os parâmetros do N2 (a = 1.390 atm · L2 · mol–2 e b = 0.03913 L · mol–1).
Defina as variáveis como 1.0 mol e 100 K e calcule a compressibilidade para cada volume listado
nas tabelas a seguir.

239

09 labor0711_BL9.indd 239 9/5/11 3:56 PM


Compare isso com a compressibilidade do gás de van der Waals e calcule a diferença percentual
entre os dois valores.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4.0
3.0
2.0

Calcule os seguintes valores para 500 K.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4.0
2.0
1.0

Calcule os seguintes valores para 1 200 K.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4.0
2.0
1.0

4 Qual é a tendência geral da diferença entre a compressibilidade do gás real e a compressibilidade


do gás van der Waal à medida que a temperatura aumenta? Por quê?

5 Qual é a tendência geral à medida que o volume diminui? Por quê?

6 Em que condições a equação de van der Waals representa melhor aproximação do comporta-
mento do gás real N2?

240 Gases de van der Waals (I)

09 labor0711_BL9.indd 240 9/5/11 3:56 PM


nome turma data / /

11 Gases de van der Waals (II)


A equação do gás de van der Waals representa uma melhor aproximação do comportamento
de gases reais do que a equação do gás ideal porque leva em conta as forças de atração e repulsão. A
 n 2 

equação de um gás de van der Waals é P + a 2 (V −nb ) = nRT . O termo que inclui o parâmetro a
 V 
responde pelas interações atrativas do gás enquanto o termo de b, pelas interações repulsivas. Esses
parâmetros são exclusivos de cada gás e são determinados ajustando dados PVT experimentais de
gases reais. O propósito desta atividade é aprender mais sobre a equação de van der Waals e sua re-
lação com gases reais. Você fará isso rearranjando a equação de van der Waals e depois aplicando-a
às condições de gases reais, para observar as propriedades específicas dos gases de van der Waals em
comparação com gases reais.
1 A compressibilidade de um gás, z = (PV)/(nRT), é um parâmetro eficaz para comparar o com-
portamento de gases reais com o de um gás ideal. Para um gás ideal, z é sempre igual a 1. Por-
tanto, os desvios de 1 são indicativos da não idealidade de um gás. Resolva a equação de van der
Waals para a compressibilidade e, em seguida, responda às duas perguntas seguintes. Pode ser
mais fácil resolver primeiramente para a pressão do gás de van der Waals.

Propriedades dos gases

2 Explique como as interações atrativas de um gás de van der Waals afetam sua compressibilidade.

3 Explique como as forças repulsivas de um gás de van der Waals afetam sua compressibilidade.

241

09 labor0711_BL9.indd 241 9/5/11 3:56 PM


Verifique o grau de semelhança dos gases de van der Waals em relação a seus pares reais. Faça um
experimento no qual a pressão seja dependente do volume e da temperatura. Use o gás N2 e o
gás de van der Wals com os parâmetros do N2 (a = 1.390 atm · L2 · mol–2 e b = 0.03913 L · mol–1).
Defina as variáveis como 1.0 mol e 100 K e calcule a compressibilidade para cada volume listado
nas tabelas a seguir.
Compare isso com a compressibilidade do gás de van der Waals e calcule a diferença percentual
entre os dois valores.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4 000
3 000
2 000
1 000
0 880

Calcule os seguintes valores para 500 K.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4 000
2 000
1 000
0 100
0 049

Calcule os seguintes valores para 1200 K.

Volume (L) z (N2) z (vdW) diferença (%)


4 000
2 000
1 000
0 500
0 081

4 Qual é a tendência geral da diferença entre a compressibilidade do gás real e a compressibilidade


do gás van der Waal à medida que a temperatura aumenta? Por quê?

242 Gases de van der Waals (II)

09 labor0711_BL9.indd 242 9/5/11 3:56 PM


5 Qual é a tendência geral à medida que o volume diminui? Por quê?

6 Em que condições a equação de van der Waals representa melhor aproximação do comporta-
mento do gás real N2?
7 A 100 K, 500 K e 1 200 K, os volumes de 0.880 L, 0.049 L e 0.081 L, respectivamente, estão dentro
de 1 mL do volume mínimo de N2 para cada temperatura. O que causa a grande disparidade
entre as diferenças percentuais a esses volumes? Por que essas diferenças diferem significativa-
mente das de outros volumes?

Propriedades dos gases

Gases de van der Waals (II) 243

09 labor0711_BL9.indd 243 9/5/11 3:56 PM


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nome turma data / /

12 Thomson
Quando os cientistas começaram a examinar os átomos, sua primeira descoberta foi a de que
podiam extrair deles partículas negativamente carregadas, que foram denominadas elétrons. Para
compreender a natureza delas, eles queriam saber quanto pesavam e a quantidade de carga que trans-
portavam. Thomson demonstrou que, se pudéssemos medir o quanto um feixe de elétrons desvia ao
passar em um campo elétrico e magnético, poderíamos descobrir a razão massa/carga das partículas.
Você vai repetir alguns dos experimentos de Thomson nesta atividade.
1 Configure a bancada de física quântica (Quantum) para o experimento de Thomson, colocando
sobre a mesa o canhão de elétrons (Electron Gun) direcionado para a tela de fósforo (Phospor
Screen), e colocando os campos elétrico e magnético (Electric Field e Magnetic Field).
2 Ligue a tela de fósforo (On/Off ) e aperte o botão (Grid ) para exibir a grade.
3 Defina a energia cinética (Kinetic Energy) do canhão de elétrons como 100 eV, com intensidade
(Intensity) de 1 nA.
4 Aumente a tensão do campo elétrico para 10 V.
O que acontece com o ponto iluminado na tela de fósforo?

Como calcular o campo elétrico a partir da voltagem aplicada?

Para qual direção o campo elétrico está apontando?

Qual é a força produzida por um campo elétrico?

Qual voltagem deve ser aplicada para mover o ponto para a primeira linha na grade?

Qual a voltagem necessária para movê-lo para fora da tela?


5 Aumente a energia do canhão de elétrons para 500 eV.
Como o aumento da energia do canhão de elétrons altera a velocidade dos elétrons?

Como esse aumento muda a deflexão dos elétrons?

Por que a deflexão muda?


Teoria atômica

Qual a tensão necessária para desviar os elétrons para a borda da tela?

E para a primeira linha da grade?

245

09 labor0711_BL9.indd 245 9/5/11 3:56 PM


6 Diminua a energia do canhão de elétrons para 10 eV.
Como isso altera a deflexão dos elétrons?
7 Escolha pelo menos cinco outros valores para a energia do feixe de elétrons e determine a vol-
tagem do campo elétrico necessária para desviar cada feixe até a borda da tela de fósforo. Em
seguida, desenhe um gráfico da energia do feixe de elétrons versus à voltagem do campo elétrico.

Energia e– Voltagem 90

80

70

60

50

40

30

20

10
50

100

150

200

250

300

350

400

450

500
   Energia e–

Qual é a tendência dos dados?


8 Com base em seu gráfico, preveja qual é a tensão necessária para desviar um feixe de elétrons
de 235 eV para a borda da tela; em seguida, faça um teste para verificar se sua previsão estava
correta.
Previsão de voltagem: Voltagem medida:
Por fim, preveja qual é a energia do feixe de elétrons que, passando por um campo elétrico de 20
V, é desviado até a borda da tela. Em seguida, teste sua previsão.
Previsão de energia de elétron: Energia de elétron medida:
9 Desative o campo elétrico e repita o experimento com o campo magnético. Ajuste a energia do
canhão de elétrons de volta para 100 eV e acione o campo magnético a 20 μT.

O que acontece com o ponto iluminado na tela de fósforo?

Para qual direção o campo magnético está apontando?

Qual é a força produzida por um campo magnético?

246 Thomson

09 labor0711_BL9.indd 246 9/5/11 3:56 PM


10 Como feito anteriormente, escolha vários valores para a energia do feixe de elétrons e determine
o campo magnético necessário para desviar cada feixe até a borda da tela de fósforo. A seguir,
trace um gráfico de energia de elétron versus campo.

Energia e– Voltagem 120

110

100

90

80

70

60

50

40
50

100

150

200

250

300

350

400

450

500
Energia e–

Qual a diferença entre o desvio proporcionado pelos campos magnético e elétrico?

Teoria atômica

Thomson 247

09 labor0711_BL9.indd 247 9/5/11 3:56 PM


09 labor0711_BL9.indd 248 9/5/11 3:56 PM
nome turma data / /

13 Retroespalhamento de Rutherford
Uma experiência fundamental para a compreensão da natureza da estrutura atômica foi com-
pletada por Ernest Rutherford em 1911. Ele montou um experimento que dirigia um feixe de partí-
culas alfa (núcleos de hélio) através de uma lâmina de ouro e depois para uma tela de detecção. Ru-
therford observou que as partículas alfa não só emergiam na direção esperada mas que também era
possível detectar partículas alfa em todos os ângulos, até mesmo para trás. Ele descreveu isso como
“(...) quase tão incrível quanto você disparar um projétil de 15 polegadas contra uma folha de papel
e ele ricochetear e atingir você”. Ele sugeriu que a experiência poderia ser entendida se quase toda a
massa de um átomo estivesse concentrada em um pequeno núcleo de carga positiva central. Nesta
atividade, você fará observações semelhantes às do professor Rutherford.
1 Configure o experimento de Rutherford colocando, sobre a bancada de física quântica, a fonte de
partículas alfa (Alpha Source) apontada para um suporte (Metal, na prateleira Sample Holders)
com uma lâmina de ouro (Au, na caixa Metal Foil) e, na sequência, alinhe a tela de fósforo (Phos-
por Screen) para detectar as partículas alfa que atravessarem a lâmina.
2 Ative a fonte de partículas alfa e a tela de fósforo. Na tela, observe uma região iluminada central,
indicando o feixe de partículas alfa que passou diretamente através da lâmina de ouro e colidiu
com a tela de fósforo.
Que outros sinais há na tela? O que eles significam?

3 Agora mude o detector para um local diferente. Se você não enxergar nenhum sinal na
Que diferenças você observa no sinal? nova posição, acione o botão (Per-
sist), para que os pontos iluminados per-
sistam na tela do detector de fósforo, e
então aguarde alguns minutos.

Em quantas posições distintas você pode colocar o detector?


Teoria atômica

Como o sinal observado no detector varia conforme o ângulo formado pela combinação fonte/
lâmina/detector?

249

09 labor0711_BL9.indd 249 9/5/11 3:56 PM


4 Utilizando a função Persist da tela de fósforo, é possível estimar o número de partículas que
colidem com a tela em função do ângulo. Você pode fazer isso contando o número de colisões
em determinado período de tempo. Depois, desenhe um gráfico para representar essa taxa (em
colisões de partícula por segundo) em função do ângulo.

8
Colisões/segundo

2
15

30

45

60

75

90

105

120

135

150
Ângulo (graus)

Qual é a porcentagem de partículas que são retroespalhadas?

5 Assumindo-se que o retroespalhamento significa que a partícula alfa atinge os núcleos direta-
mente e que a lâmina de metal tem espessura de 0.001 cm, estime o diâmetro do núcleo de um
atómo de ouro.
Nota: o diâmetro atômico de um átomo de ouro é aproximadamente 2.88 × 10–10 m.
Cálculos:
0.00001
camadas =
2.88×10−10
Anúcleo (espalhamentos por segundo)/camadas
=
Aátomo 100000

(espalhamentos por segundo)


d núcleo = d átomo
×camadas
100000×

Diâmetro do núcleo do átomo de ouro:

250 Retroespalhamento de Rutherford

09 labor0711_BL9.indd 250 9/5/11 3:56 PM


6 Se R é o raio de um núcleo atômico, r0 é o raio de um núcleo e A é o número atômico, mostre
como R pode ser aproximadamente R = r0A1/3.

7 Dado que o valor de r0 é aproximadamente 1.4 fm, calcule o tamanho do núcleo do átomo de ouro.
Tamanho esperado do núcleo do átomo de ouro:
Compare seu cálculo anterior baseado em suas medições com o valor esperado.

Por que o valor que você mediu não é igual ao valor esperado?

Teoria atômica

Retroespalhamento de Rutherford 251

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14 Efeito fotoelétrico (I)


Embora Einstein seja mais famoso por seu trabalho em descrever a relatividade na mecânica, ele
recebeu o prêmio Nobel por sua contribução à compreensão de um experimento muito simples. Há
muito se sabia que, ao direcionar luz de determinado comprimento de onda a um pedaço de metal,
ele emitia elétrons. Diversas inconsistências nos resultados eram conhecidas, o que levou Einstein a
sugerir que se devia pensar na luz como composta por partículas e não somente por ondas. Você terá
a oportunidade de recriar algumas das medições que levaram à teoria de Einstein.
1 Configure o experimento do efeito fotoelétrico colocando o laser, uma lâmina de sódio (selecio-
ne o suporte Metal e depois escolha Na em Metal Foil ) e o detector de tela de fósforo (Phospor
Screen) sobre a mesa. Você deve posicioná-los de tal modo que o laser e a tela de fósforo estejam,
cada qual, a um ângulo de aproximadamente 45° em relação à lâmina metálica (imagine que o
feixe de laser vai sair do emissor, incidir na lâmina a 45°, e então será refletido, com o mesmo
ângulo, em direção ao detector). Ative a tela de fósforo. Ative o laser e ajuste sua intensidade
(Intensity) para 1 nW e para o maior comprimento de onda (Wavelenght) que ainda gere um
sinal no detector.
Qual é o maior comprimento de onda (com precisão 1 nm) que ainda gera um sinal no detector?

Qual é a equação que relaciona o comprimento de onda de um fóton com a energia de um fóton?

Definimos a função trabalho como a energia mínima necessária para remover um elétron
do metal.
Qual é a função trabalho do Na em nm?

Qual é essa função em eV?

Com base no que você sabe sobre átomos, qual destes você diria que tem a menor função traba-

lho: Na, K, Rb ou Cs?

2 Meça as funções trabalho do Na, K, Rb e Cs. Registre os valores em unidades de eV.


Teoria atômica

Na K Rb Cs

Esses valores estão de acordo com sua intuição química?

253

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3 Preveja a ordem crescente de funções trabalho de Co, Ni, Cu e Zn; em seguida, meça as funções
trabalho desses elementos. Novamente, registre os valores em unidades de eV.

Previsão de classificação:
Valores medidos para as funções de trabalho:

Co Ni Cu Zn
4 Trace um gráfico de função trabalho versus número atômico de cada lâmina metálica disponível.

4
f (eV)

1
10

20

30

40

50

60

70

80

90

100
Número atômico

Descreva as tendências periódicas nos resultados.

Você pode tirar conclusões ou fazer generalizações sobre as tendências que observou?

254 Efeito fotoelétrico (I)

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nome turma data / /

15 Efeito fotoelétrico (II)


Embora Einstein seja mais famoso por seu trabalho em descrever a relatividade na mecânica, ele
recebeu o prêmio Nobel por sua contribução à compreensão de um experimento muito simples. Há
muito se sabia que, ao direcionar luz de determinado comprimento de onda a um pedaço de metal,
ele emitia elétrons. Diversas inconsistências nos resultados eram conhecidas, o que levou Einstein a
sugerir que se devia pensar na luz como composta por partículas e não somente por ondas. Você terá
a oportunidade de recriar algumas das medições que levaram à teoria de Einstein.
1 Configure o experimento do efeito fotoelétrico colocando o laser, uma lâmina de sódio (se-
lecione o suporte Metal e depois escolha Na em Metal Foil) e o bolômetro (Bolometer) sobre
a mesa. O laser e o bolômetro devem estar, cada qual, a um ângulo de aproximadamente 45°
em relação à lâmina metálica (imagine que o feixe de laser vai sair do emissor, incidir na
lâmina a 45°, e então será refletido, com o mesmo ângulo, em direção ao detector). Ative o
laser e ajuste sua intensidade (Intensity) para 1 nW e o comprimento de onda (Wavelenght)
para 400 nm.
2 O bolômetro mede a energia cinética dos elétrons emitidos pelo metal. Você deverá ver um
pico na tela de detecção do bolômetro. Amplie a área do pico para que possa ler com exatidão a
energia cinética dos elétrons. Anote esse valor.
Energia cinética dos elétrons:
3 Einstein sugeriu que a energia dos elétrons emitidos era a energia de um fóton de luz menos a
função trabalho do metal, ou a energia que liga os elétrons ao metal. Calcule a função trabalho
(em unidades de eV) considerando-a como a diferença entre a energia de um fóton do laser e a
energia cinética de um elétron.
Função trabalho para o Na:
4 Meça a energia cinética de elétrons em cinco diferentes comprimentos de onda da luz (menores
que 450 nm), e calcule a função trabalho (f) em unidades de eV.

 100 200 250 300 350

Energia do fóton

Energia cinética do elétron

f
Teoria atômica

A função trabalho é independente do comprimento de onda?


Com base no que você sabe sobre átomos, qual destes você diria que tem a menor função traba-

lho: Na, K, Rb ou Cs?

255

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5 Meça as funções trabalho de Na, K, Rb e Cs.

Na K Rb Cs

Esses valores estão de acordo com sua intuição química?

6 Preveja a ordem crescente de funções trabalho para Co, Ni, Cu e Zn; em seguida, meça as fun-
ções de trabalho desses elementos.

Previsão de classificação:
Valores medidos para as funções trabalho:

Co Ni Cu Zn
7 Trace um gráfico de função trabalho versus número atômico para cada lâmina metálica disponível.

4
f (eV)

1
10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

Número atômico

Descreva as tendências periódicas nos resultados.

Você pode extrair quaisquer conclusões ou generalizações sobre as tendências que observou?

256 Efeito fotoelétrico (II)

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nome turma data / /

16 de Broglie (I)
Louis de Broglie foi o primeiro a sugerir que se poderia considerar que as partículas têm
propriedades de onda. Especificamente, ele sugeriu que l = constante / p (o comprimento de onda
é inversamente proporcional ao momento). Nesta atividade, você vai calcular a constante que
relaciona l a p.
1 Configure a bancada para medir a difração de um feixe de elétrons com energia cinética (Kinetic
Energy) de 2 meV. Use o canhão de elétrons (Electron Gun), o dispositivo de duas fendas (Two
Slits) e a tela de fósforo (Phospor Screen). Ative a tela e o canhão. Ajuste a intensidade (Intensity)
do canhão de elétron para, pelo menos, 1 nA.
Qual é a energia cinética dos elétrons em joules?

2 Ajuste o espaçamento da fenda (Slit Spacing) e observe.


Como o padrão de difração se altera quando você aumenta o espaçamento entre as fendas?

3 Determine um espaçamento da fenda que forneça de 7 a 11 franjas de difração bem definidas.


Desenhe o padrão de difração.

Teoria atômica

Espaçamento entre fendas:


Qual característica dos elétrons é responsável pelo padrão de difração criado pelo experimento

das duas fendas?

257

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4 Agora, substitua o canhão de elétrons pelo laser, e a tela de fósforo pela câmera de vídeo. Ajuste
a intensidade do laser para, pelo menos, 1 nW.
5 Mantendo o mesmo espaçamento de fenda, determine o comprimento de onda (Wavelenght) de
luz que produz o mesmo padrão de difração.
Comprimento de onda:
Como esse comprimento de onda se relaciona com o comprimento de onda dos elétrons?

6 Dado que Ecinética = p2/2m, encontre p e depois calcule a constante que relaciona p com l.
Cálculos:

Constante =

258 de Broglie (I)

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nome turma data / /

17 de Broglie (II)
Louis de Broglie foi o primeiro a sugerir que se poderia considerar que as partículas têm
propriedades de onda. Especificamente, ele sugeriu que l = constante / p (o comprimento de onda
é inversamente proporcional ao momento). Nesta atividade, você vai calcular a constante que
relaciona l a p.
1 Configure a bancada para medir a difração de elétrons usando o canhão de elétrons (Electron
Gun), o dispositivo de duas fendas (Two Slits) e a tela de fósforo (Phospor Screen). Ative a tela e
o canhão. Ajuste a intensidade (Intensity) do canhão de elétron para, pelo menos, 1 nA. Ajuste o
espaçamento de fenda (Slit Spacing) para 100 nm.
2 Altere o valor da energia cinética (Kinetic Energy) dos elétrons.
O que ocorre com o padrão de difração quando você aumenta a energia dos elétrons?

Isso dá sustentação à equação de Broglie? Em caso afirmativo, como?

Expresse a constante na equação de Broglie em função da energia cinética, da massa e do com-


primento de onda.

Teoria atômica

259

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3 Ajuste a energia do canhão de elétrons entre 1 e 4 meV. Determine um espaçamento de fenda
que forneça de 7 a 11 franjas de difração bem definidas.
Em seguida, substitua o canhão de elétrons pelo laser, e a tela de fósforo pela câmera de
vídeo. Determine o comprimento de onda (Wavelenght) que produz o mesmo padrão
de difração para o espaçamento usado. Repita o procedimento para dois outros valores de
energia cinética e registre os dados na tabela a seguir. Depois calcule a constante que rela-
ciona p com l.

Energia cinética Espaçamento de Padrão de Comprimento de


Constante
do elétron fenda difração onda

Valor médio da constante:

4 Essa constante que você calculou é conhecida como constante de Planck. Busque seu valor real
e compare-o com valor que você encontrou.

Desvio percentual entre o valor calculado e a constante de Planck:

260 de Broglie (II)

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18 Absorbância do gás HCl


O gás HCl não absorve a luz visível, mas sim a luz infravermelha. Quando absorve um fó-
ton de luz infravermelha, passando do estado vibracional fundamental para o primeiro estado
vibracional excitado, ele pode também alterar os estados de rotação. Essas rotações também são
quantizadas, o que significa que as moléculas só podem girar em determinadas frequências. Nes-
ta atividade, você vai medir as mudanças de energia rotacional que acompanham as mudanças
vibracionais.
1 Vá para o almoxarifado (Stockroom) e retire a superlâmpada (Super Bulb), a célula de
gás (Gas, na prateleira Sample Holders) contendo HCl (selecione o cilindro na prateleira
Samples) e o espectrômetro (Spectrometer). Configure o experimento de modo que o brilho
da luz passe através do gás e atinja o espectrômetro. Ative a lâmpada e o espectrômetro.
Na janela do espectrômetro, altere a unidade do eixo x para “frequência”, usando a chave
Wavelenght/Frequency.
Desenhe o que você vê.

Existem dois grandes conjuntos de picos que ocorrem devido aos átomos de hidrogênio. O
hidrogênio tem dois isótopos diferentes (peso nuclear diferente). Vamos identificá-los como H
(de hidrogênio), que tem massa de 1 u.m.a. (unidade de massa atômica), e D (de deutério), que
tem massa de 2 u.m.a.
Qual deles você espera que absorva à menor frequência e por quê?

Qual isótopo é mais abundante?


Teoria atômica

As intensidades relativas dos dois conjuntos de picos se correlacionam com suas abundâncias
naturais? Por quê?

261

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2 Amplie no gráfico a região dos picos de frequência mais baixa.
Desenhe o que você vê.

Os átomos de cloro também aparecem em dois isótopos com massas de 35 e 37 u.m.a. Amplian-
do a imagem suficientemente, você vai notar que cada pico principal forma um par.
Preveja quais picos dos pares pertencem a 35Cl e quais a 37Cl.

Qual é mais abundante?

Isso está em conformidade com a massa de cloro que você encontra em uma tabela periódica
(que é uma massa média baseada em abundâncias naturais)?

Cada um dos grandes conjuntos de pico têm dois ramos: (a) o ramo de picos de frequência
mais baixa muda de um estado rotacional mais elevado no estado vibracional fundamental,
para outro inferior no primeiro estado vibracional excitado; e (b) os picos de frequência mais
elevada mudam de um estado rotacional mais baixo no estado vibracional fundamental para
outro superior no primeiro estado vibracional excitado.
Qual ramo de picos é mais intenso?

Por quê?

262 Absorbância do gás HCl

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19 Absorbância do gás I2
O gás I2 é interessante porque absorve a luz visível, resultando no deslocamento de um elé-
tron entre dois níveis eletrônicos de energia. Ao mesmo tempo, a molécula pode mudar de energia
vibracional. Visto que as vibrações são quantizadas (a molécula só pode vibrar em determinadas
frequências), o espectro não é contínuo, mas tem picos nos quais as vibrações mudam de um nível
de energia para outro.
1 Vá para o almoxarifado (Stockroom) e retire a superlâmpada (Super Bulb), a célula de gás (Gas,
na prateleira Sample Holders) contendo I2 (selecione o cilindro na prateleira Samples) e o espec-
trômetro (Spectrometer). Configure o experimento de modo que o brilho da luz passe através
do gás e atinja o espectrômetro. Ative a lâmpada e o espectrômetro.
2 Cuidadosamente amplie a imagem do espectrômetro.
Desenhe o que você vê.

3 Aumente a intensidade (Intensity) da superlâmpada.


O espectro se altera? Por quê?

4 Na janela do espectrômetro, altere a unidade do eixo x para “frequência”, usando a chave


Wavelenght/Frequency. Amplie a área do espectro na região em que há maior absorção de
luz (onde a transmissão é a mais baixa). Você deverá ver uma série de picos. Usando o cursor e
Teoria atômica

os valores x e y, meça a diferença de frequência entre picos vizinhos para os 10 primeiros picos
bem resolvidos (picos de energia mais altos). Numerando os picos de 1 a 10, faça um gráfico
representando as diferenças de frequência em relação ao número do pico.

263

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1.8

1.6

1.4

1.2
1

9
Qual é a aparência da função?
O que acontece com a diferença de frequência entre picos vizinhos a picos de frequência mais
elevados?

O que acontece com a diferença de energia entre picos vizinhos na região de frequência mais alta?

O que isso lhe diz sobre os modos vibracionais em um estado eletrônico?

264 Absorbância do gás I2

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20 Absorbância da água
A água absorve luz na região infravermelha do espectro eletromagnético. A espectroscopia de ab-
sorção na região do infravermelho (IR, do inglês, infrared) é chamada de espectroscopia IR. A radiação
infravermelha faz com que as ligações dentro das moléculas vibrem. Por essa razão, a espectroscopia
IR é também conhecida como espectroscopia vibracional. Os átomos dentro das moléculas estão sem-
pre em movimento. As ligações entre os átomos vão absorver luz, se ela estiver na mesma frequência
que a da vibração da ligação. Dessa forma, as ligações funcionam como molas, e apenas a quantidade
certa de energia deve ser adicionada para que vibrem. A absorção dessa energia faz com que a vibração
apresente maior amplitude, mas a vibração permanece na mesma frequência e comprimento de onda.
Determinado grupo funcional sempre absorverá energia na mesma região do espectro. Por exemplo,
o grupo O–H fornece um forte pico de absorção em torno de 2 778 nm a 3125 nm.
1 Configure a bancada desta atividade selecionando, na prancheta do almoxarifado (Stockroom),
o item 13, Absorption in Liquids – Water.
Qual fonte é utilizada no experimento?
Qual a diferença entre a luz produzida por essa fonte e a luz produzida pelo laser?

Qual amostra de líquido é usada ?


Qual detector é usado e o que ele mede?

Desenhe um esboço do espectro.


Teoria atômica

265

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Entre quais comprimentos de onda está o primeiro pico de absorção mais largo?

O que causa esse pico de absorção?

2 Na tela do espectrômetro, clique na chave Visible/Full para ampliar no gráfico a região do


espectro visível.
O que você observa?
Você esperaria que a água absorvesse luz na região visível? Por quê?

266 Absorbância da água

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21 Espalhamento Raman
Os modos vibracionais de uma molécula são quantizados, ou seja, as moléculas podem vibrar
apenas em determinadas frequências. Em espectroscopia de absorção de luz normal, os picos de
absorção são observados em frequências de luz que contêm a quantidade correta de energia para
fazer vibrar as moléculas um passo mais rápido. C. V. Raman, cientista da Índia, foi o primeiro a de-
monstrar outro tipo de espectroscopia, que foi então nomeada em sua homenagem. Nesse método,
raios laser na região do espectro visível são emitidos e passam através de uma amostra. A maioria
dos fótons do feixe atravessa a amostra, mas um pequeno número interage com ela e se espalha em
diferentes direções. Um número ainda menor (menos de 1 em 1 milhão) interage com a amostra e,
durante o processo, ou absorve um quantum de energia vibracional de uma molécula (resultando em
fótons com um pouco mais de energia), ou cede um quantum de energia a uma molécula (resultan-
do em fótons com um pouco menos de energia). Nos espectros Raman, certifique-se de ampliar os
espectros nas regiões em torno dos picos centrais para enxergar os outros picos. Esses picos satélite
são muito pequenos.
1 Vá para o almoxarifado (Stockroom); retire o laser, a célula de gás (Gas, na prateleira Sample
Holders) contendo HCl (selecione o cilindro na prateleira Samples) e o espectrômetro (Spec-
trometer). Disponha-os na bancada com o laser apontado para a célula de gás, e o espectrômetro
formando um ângulo de 90° com o laser, em relação à célula de gás.
2 Ajuste a intensidade (Intensity) do laser para 1 nW e o comprimento de onda (Wavelenght) para
620 nm. Ative o espectrômetro.
Desenhe o que você vê.

O que causa cada pico?


Teoria atômica

267

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3 Aumente a intensidade do laser.
O espectro se altera? Por quê?

4 Agora altere o comprimento de onda do laser.


O espectro se altera? Em caso afirmativo, como?

5 Com o espectrômetro ajustado para comprimento de onda, meça a diferença entre o pico prin-
cipal e os picos satélite usando comprimentos de onda do laser de 620, 570, 520, 470 e 420 nm.
Meça somente os picos satélite à esquerda.

Comprimento de
620 570 520 470 420
onda do laser

Diferença (em l)

A diferença é a mesma em diferentes comprimentos de onda do laser?


6 Crie um gráfico de comprimento de onda versus a diferença.
90

80
Diferença (nm)

70

60

50
420

470

520

570

620

Comprimento de onda (nm)

A função é linear?
Qual a relação entre o comprimento de onda e a energia?

268 Espalhamento Raman

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7 Com o espectrômetro ajustado para a frequência, meça a diferença entre o pico principal e os
picos satélite em terahertz (THz), utilizando os mesmos comprimentos de onda anteriores (620,
570, 520, 470 e 420 nm). Novamente, meça somente os picos satélite à esquerda.

Comprimento de
620 570 520 470 420
onda do laser

Diferença (em l)

Essa diferença é constante? Por que isso é previsível?

Qual é a diferença no espectro Raman em THz?

Qual comprimento de onda tem essa frequência?


8 Troque o laser pela superlâmpada (Super Bulb), posicione o espectrômetro alinhado com lâm-
pada e a amostra, e meça o espectro de absorção.
Você vê um pico de absorbância no comprimento de onda que especificou anteriormente?

Por quê?

9 Troque novamente a superlâmpada pelo laser. Ajuste o comprimento de onda do laser 100 nm
abaixo do comprimento de onda especificado por você. Defina a intensidade do laser para, no
mínimo, 1 nW. Em seguida, substitua o espectrômetro pelo fotodiodo (Photodiode). Ative o
fotodiodo e mantenha-o alinhado com o laser e a amostra.

Qual é a função do fotodiodo?

10 Aumente o comprimento de onda do laser lentamente até 200 nm.


O que você observa?
Teoria atômica

O que causa as diferenças de intensidade?

Espalhamento Raman 269

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Agora vamos fazer algumas medições com líquidos.
11 Devolva a célula de gás e o fotodiodo ao almoxarifado e substitua-os pela célula de líquido (se-
lecione Liquid na prateleira Sample Holders) e o espectrômetro, respectivamente. Encha a célula
com benzeno (selecione C6H6 em Liquids, na prateleira Samples) e retorne ao laboratório. Con-
figure novamente o experimento para uma análise Raman, colocando o espectrômetro a 90°
da linha fonte em relação à amostra e ajustando o comprimento de onda do laser para 620 nm.
Desenhe um esboço do espectro.

12 No espectro, meça a diferença de frequência entre cada pico satélite e o pico principal (a frequên­
cia do feixe de laser).
Frequência de pico principal:

Número do pico Diferença entre 


  de pico simétrico
satélite principal e  satélite

270 Espalhamento Raman

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13 Analise o espectro dos outros líquidos e conte o número de picos satélite para cada um.

Número de picos satélite

C6H6

H2O

CCl4

C6H12

THF

MeOH

CH3CN

C6H10

Qual tem mais picos?

Qual tem menos?


Quais são as diferenças entre líquidos e gases em um espectro Raman?

Por quê?

Teoria atômica

Espalhamento Raman 271

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