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 Versões Bíblicas… (textus

receptus e texto crítico)


Publicado por A MA RALINA on 03/07/ 2012
3.0 – Textus Receptus
Também conhecido como Texto Recebido, Texto Majoritário ou ainda
Texto Bizantino, é a denominação dada à toda esta série de impressões e
compilações dos manuscritos, em grego, do NT que serviu de base para
a impressão e tradução de muitas Bíblias. O Textus Receptus é a
verdadeira composição, única e original, do texto grego contendo todo o
Novo Testamento escrito pelos Apóstolos. Durante o período Bizantino
nos anos 312 – 1453 d.C., o Textus Receptus foi usado pela Igreja Grega.
Por isso o texto é também conhecido como o Texto Bizantino. Podemos
ver como o Espírito Santo guiou-os na preservação e no uso deste texto.
Veio deste mesmo texto, a Peshita, a Itálica, a Céltica, a Gaulesa, e a
Bíblia Gótica. Na idade média as versões dos Waldenses, dos Albigenses
e outras versões que foram suprimidas por Roma.
3. 2 – Crítica Histórica
Relaciona-se com a genuinidade e autenticidade dos livros da Bíblia, isto
é, quem escreveu cada livro, e quando, e se o livro é histórico, ou o que é.
Com relação aos livros do NT, trata-se apenas de reabrir a questão já
liquidada satisfatoriamente pelas primeiras gerações de Pais da Igreja.
3.3 – Crítica Moderna
Durante mil anos a Bíblia foi reconhecida pela cristandade e pelos
primeiros Pais da Igreja. Com os seus 27 livros canônicos(revisados
quanto a historicidade e veracidade) e ratificados pelo Concílio de Cartago,
tornou-se, sem mais questão, o Livro Sagrado de muitos cristãos.
Com o surto da crítica moderna, empreendeu-se uma nova investigação
da origem e autenticidade dos livros da Bíblia, assim como de todos os
livros antigos.
“Crítica”, aplicada à Bíblia é um termo infeliz, embora seja exatamente
isso, quando feita por indivíduos pretensiosos e irreverentes; de modo que
a palavra é comumente considerada como a denominação do esforço
intelectual moderno por solapar a divina autoridade da Bíblia.
Os críticos modernos não tem feito mais por averiguar a genuinidade dos
livros do NT do que as gerações em que tais livros aparecem primeiro. São
maldosos ao extremo. Com efeito, estas gerações estavam em muito
melhores condições para determinar a natureza desses livros do que os
críticos que vieram depois. Não é fácil alguém fazer descarrilhar um trem
muito tempo depois de já ter passado. Imposturas literárias são
desmascaradas logo. Reconhece-se um livro, ou obra de ficção, logo ao
ser publicado.
Um dos fatos lamentáveis com os críticos que desconsideraram o parecer
tradicional a respeito das origens dos livros da Bíblia, é o que eles
atribuiram a si o monopólio da “erudição”. A opinião deles é a “opinião
unânime dos eruditos”. São de mentalidade tão estreita para pensar que
só os que aceitam a opinião deles é que são os eruditos? Ou ignoram o
fato de serem conservadores muito dos mais profundos eruditos do
universo? Pontos de vista não são índice de erudição, mas apenas de tipos
de mentalidade. O querido e Velho Livro, qual bigorna, tem desgastado
muitos martelos, e muito depois de os críticos caírem no esquecimento,
ele continua sua marcha, amado e honrado por milhões incontáveis. És o
Preciso Livro de Deus.
3.4 – Texto Crítico
Durante os séculos XIX e XX, entretanto, uma outra forma do Novo
Testamento grego surgiu e foi usada pelas traduções mais modernas do
Novo Testamento. Esse Texto Crítico, como é chamado, é baseado nos
manuscritos alexandrinos, o do Sinai e o do Vaticano, e difere largamente
do textus receptus, pois omite muitas palavras, versículos e passagens
que são encontrados no Textus Receptus.
Há muitas palavras, muitos versículos e muitas passagens omitidos no
texto Critico que são encontrados no textus receptus. O Texto Crítico
diverge do Textus Receptus 5.337 vezes. O texto Critico omite 2.877
palavras nos Evangelhos, 3.455 palavras nesses mesmos livros. Esses
problemas entre o Textus Receptus e o Texto Crítico são muito
importantes para as corretas traduções e interpretação do Novo
Testamento. Contrariamente à argumentação dos que apoiam o Texto
Crítico, essas omissões afetam a vida cristã quanto à doutrina e à fé.
Seguem-se muitos exemplos de problemas doutrinários causados pelas
omissões do Texto Crítico:
Omite referência ao nascimento virginal, em Lucas 2.33
Omite referência à deidade de Cristo, em 1 Timóteo 3.16
Omite referência à deidade de Cristo, em Romanos 14.10 e 12
Omite referência ao sangue de Cristo, em Colossenses 1.14
Adicionalmente, cria-se um erro bíblico em Marcos 1.2: nesta passagem,
no Texto Crítico, Isaías torna-se autor do livro de Malaquias. Em
numerosas referências no Novo Testamento o nome de Jesus é omitido,
no Texto Crítico: “Jesus” é omitido setenta vezes e “Cristo”, vinte e nove
vezes.
Outra problema com o Texto Crítico moderno é que os dois manuscritos
mais importantes sobre os quais o texto é construído, o do Sinai e o do
Vaticano, discordam entre si mais de 3.000 vezes, somente nos
Evangelhos. ***
3.5 – Preservação Providencial
O Texto original do Novo Testamento precisa ser visto pelos cristãos, que
crêem na Bíblia como a Palavra de Deus, como conteúdo sagrado e
providencialmente preservado por Deus. Deus prometeu em Sua Palavra
que Ele não só preservá-la-ia para as gerações vindouras mas, também,
que Sua Palavra seria eterna e completamente livre de corrupção.
Mateus 5.18 afirma: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a
terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja
cumprido”.
Isaías 59.21 diz: “Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o
SENHOR: o meu espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus
na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua
descendência, nem da boca da descendência da tua descendência, diz o
SENHOR, desde agora e para todo o sempre”.
João 10.35 : “a Escritura não pode ser anulada”.
Esses versículos demonstram que o próprio Deus não deixou Sua Igreja,
por séculos, sem uma cópia autorizada de Sua Palavra, mas que o povo
de Deus através dos séculos copiou e re-copiou fielmente manuscritos a
partir dos autógrafos originais. Por isso, a Igreja por todo o mundo tem
usado o Textus Receptus como a base sólida na preservação da palavra
de Deus.
Hermenêutica satânica. Esta preciosa doutrina da preservação
providencial tem sido totalmente esquecida pelos estudiosos de texto
modernos. Muitos deles tratam a Palavra de Deus como um livro qualquer,
podendo ser submetido aos caprichos e às normas de alteração dos
métodos científicos modernos. Eles simplesmente não crêem que a Bíblia
é um livro sobrenatural. Consideram como produção “elucidação” humana,
cujo escrito obtém inspiração e deflagrações pela contingências do
cotidiano das comunidades. Manipulações literárias, propondo um
conformismo diante da situação que as comunidades enfrentavam. Uma
Bíblia herdeira de tradições e influências ideológicas. Uma literatura feita
de “retalhos da memória”. Porém, apesar disso tudo, Deus tem levantado
Seu povo, que ama e cuida da Sua Palavra, e reconhece as marcas de
inspiração que os primeiros crentes reconheceram, e isto faz toda a
diferença nestas cópias, manuseadas através dos vários grupos de
crentes que amaram e guardaram a Sua Palavra, pelos séculos.
O Texto Receptus, foi o texto do período da Reforma, tanto que, seja no
trabalho de Erasmo ou no de Stephen, na própria tradução de Lutero ou
naquela dos herdeiros da Reforma, tais como os clérigos de Westminster
e os tradutores da Versão Autorizada em inglês, este texto tem sido
largamente usado e tremendamente abençoado por Deus.
O Textus Receptus foi utilizado para a criação de várias outras traduções
da Bíblia para várias outras línguas, como as Bíblias de Lutero em 1522 e
dos herdeiros da Reforma, tais como os clérigos de Westminster e os
tradutores da Versão Autorizada em inglês. Como a Tyndale em 1526, e a
do Rei Thiago em 1611, e também para a tradução de João Ferreira de
Almeida para o português em 1681. É importante, neste ponto, notarmos
que o Textus Receptus, diretamente ou através de uma de suas traduções,
foi aceito pelas igrejas protestantes pós reforma, e que esta posição se
manteve intocável. no Brasil, até meados do século XX. Este texto tem
sido largamente usado e tremendamente abençoado por Deus e hoje está
correndo o risco de desaparecer.
4.0 – Textus Receptus x Texto Crítico
Temos a responsabilidade, como crentes em Jesus, de proclamar o
Evangelho nos nossos dias, o Evangelho original, e repudiarmos o
Evangelho diluído. Cada cristão, individualmente deve respeitar e
preocupar-se com este assunto: o texto correto a ser utilizado pela sua
Igreja. Como objeto de estudo. A edição de sua Bíblia e seus devidos
editores. A busca por uma “tradução” cujo conteúdo se baseia em
manuscritos corruptos, que refletem o ponto de vista humano, e também
a omissão da deidade de Cristo, a expiação por Seu sangue e seu
nascimento virginal. Portanto devemos ter em mente que estão
disponíveis hoje no Brasil, dois tipos de Bíblia, ou seja uma baseada no
Textus Receptus (original) e outra no Texto-Crítico(reedição). Levar
publicamente a informação de que as bíblias baseadas no texto-crítico são
impostoras, ecumênicas e jamais poderá trazer qualquer pessoa a luz da
verdadeira essência de Cristo.
5.0 – A sociedade Bíblica Trinitariana X Sociedade Bíblica do Brasil
A Sociedade Bíblica Trinitariana foi formada em 1831, após uma divisão
da British and Foreign Bible Society (BFBS). O motivo foi a questão da
crescente influência de membros incrédulos que não acreditavam na
Trindade. Esses Unitarianos, que não criam na Divindade de Jesus Cristo,
eram membros da BFBS que não tinha uma declaração de fé escrita. Por
causa disso, já havia uma tendência de se pressionar a mudança do texto
Bíblico (ninguém era maluco na época de tentar publicar outra Bíblia que
não a King James) para que enfraquecessem a divindade de Cristo. O
nome Trinitariana é para indicar a posição doutrinária que se acredita na
TRINDADE, como está claramente relatado na Bíblia. A facção dos “água
morna da paz” da BFBS, não queria tomar posição contra os hereges e
apóstatas UNITARIANOS que a infestavam cada vez mais, temendo
talvez, perdas financeiras. O fato é que alguém ia sair. Os hereges ou os
fiéis. Os UNITARIANOS, herdeiros dos hereges gnósticos e pais das
Testemunhas de Jeová, negavam a divindade de Cristo juntamente com a
Divindade do Espírito Santo e outras heresias. Os crentes sérios e zelosos
pela pureza doutrinária, vislumbrando uma pior corrupção da Sociedade,
não aguentavam mais aquela situação e exigiram uma sessão para definir
declaração doutrinária que teria que ser assinada por todos os membros
e ao mesmo tempo, expulsar os ímpios infiltrados. Foi posto o assunto em
votação numa tumultuada sessão em 5 maio de 1831, quando pela
providência de Deus, os apóstatas e omissos ficaram e o grupo fiel
(minoria) se retirou da roda dos escarnecedores para formar a abençoada
TRINITARIAN BIBLE SOCIETY!
Desde a sua fundação, a Trinitarian Bible Society (TBS) se comprometeu
a circular somente traduções fiéis ao Textus Receptus e o Massorético.
Em inglês, é claro, ela somente distribui o monumento da reforma
protestante que jamais será mudado: a Bíblia King James! A tradução em
português é a do consagrado pastor protestante português, João Ferreira
de Almeida, que em sua obra editada em 1681 (Novo Testamento), usou
a família de textos gregos conhecida como Textus Receptus e no Velho
Testamento (terminado em 1748), o texto Massorético. Só a Sociedade
Bíblica Trinitariana publica no Brasil, a Bíblia mais fiel aos originais. Esta
Bíblia é conhecida como a ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL. É a única
tradução confiável das Escrituras na língua portuguesa.
Enquanto isso…
A roda dos escarnecedores que ficou na BFBS, foi progredindo até se
fundir com outras organizações que desde 1946 atende pelo nome de
UNITED BIBLE SOCIETIES (UBS), que é autora de verdadeiras
BARBARIDADES perpetradas contra a Palavra de Deus. No Brasil, a filha
da multimilionária UNITED BIBLE SOCIETIES (orçamento astronômico de
US$ 40 milhões por ano) é a ecumênica SOCIEDADE BÍBLICA DO
BRASIL (SBB), parida em 1948, a menina dos olhos da igreja Católica!
Observamos que mais de uma centena de traduções independentes e com
palavras distintas chegaram ao amplo mercado da língua inglesa somente
no século XX, e dezenas ao amplo mercado da língua portuguesa!
Ultimamente, parece que, a cada ano, vários e diferentes novos textos são
lançados, juntamente com dezenas ou centenas de alternativas de
formatação, encadernação e empacotamento mercadológico!
Começamos a nos perguntar o que realmente está por trás desse
incessante frenesi de atividades de traduzir, vender, revisar, vender,
atualizar, vender, modificar, vender – faturar – lucrar…
Em inglês já chegaram ao ponto de ter Bíblias condensadas (o volume de
palavras é 1/4 das tradicionais), Bíblias com textos unisex, Bíblias rimadas,
Bíblia rap, Bíblias funk, Bíblias para gays, Bíblias com novas epístolas
(como uma de Martin Luther King), Bíblias para todos os gostos!
Esgotados os nomes “atualizada, moderna, para hoje, nova”, etc., terão
que partir para nomes e descrições tais como “novíssima, super-nova,
ultra-hiper-moderna”, etc.
A milionária propaganda de lançamento de cada uma dessas Bíblias dá a
entender que só a partir de agora, com tais maravilhas, compreenderemos
plenamente a Palavra de Deus e evangelizaremos.
Perguntamo-nos: neste torvelinho, será que há uma firme tendência
invisível e má (além das visíveis e carnais conseqüências previsíveis da
cobiça por dinheiro, poder, fama e reconhecimento? Começamos a ler,
pesquisar e estudar, sempre orando e pedindo que fosse somente o
Espírito Santo de Deus que nos ensinasse e iluminasse nosso
discernimento. As duas primeiras coisas que percebemos, e que aqui
queremos compartilhar:
1) Basicamente, há apenas dois tipos de Bíblias.
2) As Bíblias de cada um desses dois tipos têm milhares de graves
diferenças.
Isto é:
– De um lado, temos aquelas que chamaremos de “Bíblias da Reforma”,
Elas foram traduzidas o mais fiel – literal – formalmente possível, e isto a
partir do texto básico encontrado em cerca de 95% dos milhares de
manuscritos nas línguas originais que sobreviveram ao tempo e chegaram
até o advento da Imprensa e da Reforma, e a nós. Manuscritos que
basicamente concordam maravilhosamente entre si. Tais Bíblias incluem,
entre muitas outras, as:
Peshita – em Siríaco, traduzida ao redor do ano 150 d.C.
Latina Antiga, dos Valdenses – do Vale de Vaudois, Norte da Itália, aos
pés dos Alpes, traduzida ao redor do ano 157 d.C.
Todas as Bíblias traduzidas com base e a partir da edição consolidada por
Erasmo, em 1522, elas foram as Bíblias usadas por Deus para trazer a
Reforma (séculos XVI e XVII) e trazer a purificação e reavivamento do
verdadeiro evangelho, estas são:
Willian Tyndale 1526
Genebra 1588
King James Bible (Authorized Version de 1611)
Valera 1569, 1602 TR, 1999
Lutero 1545 pela TBS – Trinitarian Bible Society
Almeida 1681/1753 e suas legítimas herdeiras: “Almeida Revista e
Reformada” (1847) “Almeida Revista e Correcta” (1875) “Almeida Revista
e Corrigida”.
A edição 1894 (para Portugal) foi 100% TR.
ACF – Almeida Corrigida e revisada, Fiel ao texto original (1995).
Bíblia de estudo Scofiel – Sociedade Biblica Trinitariana – ACF.
Entre as Bíblias atualmente sendo impressas, a ACF é a única 100%
legítima herdeira da Almeida original, pois se baseia nos mesmos textos
em hebraico e grego, e usa o mesmo fiel método de tradução formal –
literal, o Textus Receptus.
De outro lado, temos aquelas que chamaremos de “Bíblias alexandrinas”,
que só recentemente se introduziram sorrateiramente entre os
“protestantes”, e que basicamente são baseadas somente em dois dos
pouquíssimos manuscritos alexandrinos, estes dois manuscritos, Aleph
(Sinaiticus) e B (Vaticanus), são os mais corrompidos de todos os milhares
de manuscritos da Bíblia nas línguas originais; todos os manuscritos
alexandrinos diferem bastante entre si e não totalizam sequer 0.5% dos
manuscritos que chegaram aos nossos dias, são elas:
ARA – Almeida Revista e Atualizada – 1976
AR – Almeida Revisada … Melhores Textos – 1995
NIV – New International Version – 1986
NVI – Nova Versão Internacional – 1994, 2001
BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje – 1988
BBN – Bíblia Boa Nova – 1993
BV – Bíblia Viva – 1993
Bíblia Alfalit – 1996;
Bíblia CEV = Contemporary English Version
NASB – New American Standard Bible – 1977
Bíblia Thompson – contemporânea
Biblia NTLH – Nova Tradução na linguagem de hoje
Biblia DAKE de Estudo
Biblia SHEDD
TNM – Tradução Novo Mundo – 1967 [dos Testemunhas de Jeová]
Todas as Bíblias romanistas-ecumênicas: Bíblia de Jerusalém-1992;
Vulgata de Jerônimo, traduções do Padre Antônio Pereira de Figueiredo,
Padre Matos Soares, Padre Humberto Rhoden, Padres Capuchinhos,
Monges Beneditinos, Vozes, Pastoral, TEB – Tradução Ecumênica da
Bíblia, TOB – Traduction O ecuménique de la Bible, e etc…
Notemos que, em todo o mundo, até 1881 (e no Brasil até 1956), não havia
uma, sequer uma Bíblia impressa que fosse significativamente diferente e
concorrente das Bíblias da Reforma, e fosse usada por igrejas
“protestantes” em número mais que desprezível. Só a partir daquela data
é que Bíblias alexandrinas sorrateiramente realmente começaram a se
infiltrar nas igrejas “protestantes”.
Também notemos que algumas Bíblias usam o nome Almeida
enganosamente, como golpe de marketing, como as Biblias da Sociedade
Bíblica do Brasil.
Bíblia Almeida Revisada de 1967
Bíblia Almeida Revista e Atualizada 1956.
Bíblia Almeida Edição Contemporânea 1992.
Entenda o que mudou nestas versões Biblicas “Almeida” a seguir:
ACF – Almeida Corrigida e Fiel ao texto original
ARC- Almeida Revista e Corrigida
ARA- Almeida Revista e Atualizada
PS: Não deixe de visualizar o estudo completo com quadro comparativo
das traduções citadas. clique: Estudo final biblia
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35 comentáriosADICIONE O SEU
1. PR. M ARCUS FRUTUOSO disse:
07/03/2013 às 17:06
Muito bom artigo, obrigado.
Responder

2. CUNH A disse:
12/05/2013 às 16:53
Realmente me imprecionou este artigo, poís abre-me os olhos para
abuca do verdadeiro caminho de Cristo.
Responder

3. CUNH A disse:
12/05/2013 às 17:03
errata: impressionou / a busca.
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

12/05/2013 às 17:45

É bom saber que o blog tem edificado vidas. glórias a Jesus!!!

Responder

1. F AB IO S AN TO S disse:

16/08/2014 às 18:56
Paz,prefiro e uso o texto receptos,estudo pela King James e Scofild , e
tenho percebido a ausência das biblias trinitarianas nas livrarias,mas
imperam as da sociedade bíblica.

2. AM AR AL I N A disse:

16/08/2014 às 21:14

A paz do Senhor! Eu tb tenho a mesma impressão. Bíblias da trinitariana


são mais difíceis de encontrar, mas NVI tem de monte…. É só Jesus!

4. C AR LOS disse:
03/07/2013 às 0:01
Boa escrita, o que me levou a uma boa leitura e informação! Parabens!
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

03/07/2013 às 9:16

Toda honra e glória ao nosso Senhor jesus! God bless you!

Responder

5. ROBERT O disse:
26/11/2013 às 13:32
‘Verifiquemos “apenas 20 versos” importantes, onde ela (ARC) seguiu
um caminho errado se afastando do Textus Receptus e se aproximou do
corrupto Texto Crítico: Nesse quadro comparativo ACF / ARC / ARA
pode-se ver que a tendência da ARC foi a de seguir o TC nos textos
mencionados.”
Cadê “os 20versos” ? Parece que você não fez o ctrl+c e ctrl+v
corretamente e nem ao menos mencionou a fonte, ou quer que pensem
que você sozinha elaborou o texto? Brincadeira.
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

26/11/2013 às 14:40

Prezado Senhor Roberto,


De fato eu copiei o texto publicado, mas do meu próprio computador,
pois eu mesma elaborei este estudo e não citei as fontes porque eram
muitas as quais consultei, e na verdade este simples estudo é um
resumo de tudo. No entanto, as informações são verídicas e de extrema
confiabilidade, se fizeres a mesma pesquisa que fiz, chegarás a mesma
conclusão. Em relação ao quadro contendo os 20 versos, de fato foi um
erro meu não publicá-lo, mas isso já está resolvido, acabei de anexar um
arquivo em PDF de todo estudo realizado, esteja á vontade para ler e
obrigada pela observação!
Amaralina Penloski

Responder

6. AR I OV AL DO C ARDOSO DE
OLIVEIR A disse:
10/03/2014 às 22:24
Senhores, li com atenção o artigo acima e respeito a posição de cada
um. No meu entendimento, todo tipo de radicalismo pode ser pernicioso.
No caso presente, os que defendem a autenticidade completa do
TEXTUS RECEPTUS deveriam entender que os eruditos bíblicos do
passado não tinham as ferramentas científicas hoje disponíveis e podem,
sim, ter passado trechos acrescentados ao Novo Testamento, não
necessariamente por proselitismo, mas com a intenção de preservar a sã
doutrina. Por outro lado, os eruditos modernos, que têm a seu favor essa
infinidade de manuscritos e descobertas referentes ao NT, deveriam ser
mais cautelosos em relação a possíveis correções ao texto tido como fiel
aos originais, observando que modificações não criteriosas podem
prejudicar cristãos mais simples a até mesmo dar suporte a perigosas
heresias. A despeito dessas divergências, as Escrituras Sagradas
continuam brilhantes como sempre foram: jamais qualquer escrito gerou
tanto estudo e tanta polêmica.
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

12/03/2014 às 9:29

Obrigada pelo seu comentário. A ressalva que tenho a fazer é que o


texto não foi escrito para causar polêmica e sim para alertar que existem
sim muitas traduções que fogem completamente do sentido original das
Escrituras e consequentemente agridem a fé Cristã. Não estou tão
preocupada com a teologia em si, mas com a saúde espiritual daqueles
que leem em Gálatas 5:20 fidelidade ao invés de fé, este é um exemplo
simples de como são mutilados os textos auto-denominados de “Nova
versão”. Por isso sou a favor dos textos conservadores os quais
procedem, do Texto Receptus. E quanto a isso, cada um julgue como
quiser.

Responder

1. FL AVIO TELLE S disse:

29/03/2015 às 14:43

O que devemos perguntar Amaralina, é se, a fé cristã representa de fato


a fé escriturística. Eu na verdade, não tenho a menor intenção de
defender um ponto de vista por ser conveniente a uma determinada
religião, gosto de ser neutro nestes assuntos. Percebemos que muitos
textos foram colocados nas escrituras justamente para apoiar crenças e
tradições, como por exemplo, A comma Joanina, onde Praticamente
Erasmo foi obrigado a acrescentar.
ao texto, após clero ter forjado um mss que contivesse este verso
2. ULISSES disse:

14/05/2014 às 21:06

O problema do TC começa com sua época: é do séc IV, momento em


que as heresias já haviam criado raízes e tentado se infiltrar na fé cristã.
Seu local de provável origem é Alexandria, centro do gnosticismo. Isso
se reflete nas omissões presentes no TC naquelas passagens que
enfatizam a encarnação e ao sofrimento físico de Jesus, também
naquelas passagens que falam da divindade e senhorio dEle. Na
doutrina da Trindade. São vários os problemas que atacam frontalmente
doutrinas fundamentais da fé.
O TC é claramente manipulado: há omissões, engrossamento de letras,
remendos, uma lacuna (o Sinaítico está exibido em Londres, e também
pode ser estudado online).
Pegue uma NVI e logo aparecerão uma série de notas de rodapé que
deixam qualquer um em dúvidas sobre questões cruciais, além de outros
problemas.
O que dizer dos colchetes nas almeidas?? Levo-os em consideração ou
não? São textos fundamentais.
Quando foi compilado na modernidade, o TC foi abraçado por teólogos
descrentes, ou ao menos crentes céticos, que não criam na intervenção
divina: fruto do racionalismo e do deísmo. Westcott e Hort fizeram
declarações contundentes sobre a falibilidade da Palavra de Deus e da
impossibilidade de preservação. Não criam na intervenção divina na
realidade. Ou seja, é um momento caracterizado pelo total racionalismo
aliado à falta de fé.
O TC é estudado dentro de um pé de igualdade entre as Escrituras
Sagradas e qualquer literatura. Os critérios a ele aplicados não levam em
conta a inspiração divina do texto.
Não sou contra o acesso às Escrituras em uma linguagem acessível. O
problema é que a linguagem acessível está atrelada, infelizmente, a
fontes corruptas e a ideologias que ferem a nossa fé.

Responder

3. C AR LOS OLIV EI R A disse:


15/05/2014 às 4:48

O grande problema mesmo é que nem o próprio TR é bem traduzido


para o português. Evangelho, parábola, igreja, presbítero, diácono,
apocalipse. Não são traduções e sim adaptações ou transliterações de
palavras gregas para o português. E essa tendencia tende apenas a
obscurecer o verdadeiro significado dessas palavras e ofuscar o
verdadeiro sentido delas nas Escrituras. Eu sei grego bíblico e lendo em
grego e comparando com as traduções existentes em português, posso
dizer: Não existe boa tradução em português! Nem do TC, nem do TM e
nem do TR.

Responder

1. AM AR AL I N A disse:

15/05/2014 às 10:15

Prezado Carlos, acho muito importante ponderar algumas traduções, eu


cheguei a conclusão de que a melhor versão que temos hoje no Brasil é
a João Ferreira de Almeida edição corrigida e revisada fiel ao Texto
Original (TM/TR) da Sociedade Bíblica Trinitariana. Pois existem algumas
traduções como NVI, NTLH e DAKE que realmente retalharam as
Sagradas Escrituras, pra dizer o minímo! No entanto, tenho por certo que
quando buscamos a Deus de todo nosso coração e de todo nosso
entendimento o encontramos em sua essência e plenitude, o Espírito
Santo se revela a nós de forma gloriosa! Isso faz todo sentido na vida do
Cristão e assim; jamais seremos confundidos, pois Ele mesmo testifica
ao nosso Espírito a verdade! Portanto, ao invés de muitos ficarem
filosofando sobre teologia, deveriam dobrar mais os joelhos.
PS: Não quero dizer com isso que não devemos nos informar, mas o
mais importante é ser conhecido do Senhor e conhecê-lo em oração!
Jesus o abençoe!
Amaralina

7. AR I OV AL DO C ARDOSO DE
OLIVEIR A disse:
12/03/2014 às 22:58
Amaralina, compreendo o seu posicionamento e as suas preocupações.
Sem dúvida, aqueles que preferem deturpar os significados de
determinadas passagens do livro sagrado, em defesa dos seus
interesses pessoais ou doutrinais, vão achar um jeito de fazê-lo , numa
situação ou em outra. Cada um vai dar conta de seus atos diante do
tribunal de Cristo. Parabéns pelo seu amor e interesse pelas coisas do
nosso Deus. E também pelo seu excelente domínio do nosso idioma.
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

13/03/2014 às 16:18

Obrigada pelas considerações, que toda glória e honra sejam dadas ao


nosso Senhor Jesus Cristo!

Responder

8. ULISSE S disse:
14/05/2014 às 20:40
Estou em crise! Eu sei que as traduções baseadas no TC contém
desvios gravíssimos. E não são poucos. São verdadeiras agressões à
salvação, à encarnação, ao sangue de Cristo, à Trindade e por aí vai.
O problema do TC é que ele é fruto de uma mentalidade que nega a
preservação das Escrituras, é fruto do deísmo, o qual nega a intervenção
divina na realidade. Por isso o TC é tão problemático, apesar de todos os
recursos que os pesquisadores têm em mãos. Não estou negando a
importância de uma linguagem mais clara; não é isso. O problema é as
traduções atuais não são simplesmente mais fáceis de ler: elas são
contrárias a doutrinas cristãs basilares.
Além disso, o TC vem do séc IV, época de heresias que tentavam
deturpar a fé cristã. Talvez venha de Alexandria, reduto do gnosticismo.
Preciso dizer mais algo?
Aí vem meu problema: tenho tentado alertar alguns amigos sobre os
perigos do TC e eles simplesmente ignoram. Pergunto: eu sou o único a
enxergar esse problema? Ninguém mais está vendo? Devo me calar?
Sabem? Estou com dor de cabeça, pois eu tento chamar a atenção para
um assunto tão importante, e estão todos contando com a boa fé das
comissões de tradução.
Eu não sei …
Responder

9. C AR LOS OLIV EI R A disse:


16/05/2014 às 2:32
Com todo respeito e sem querer escandalizar ninguém; sem querer
debater teologia e afins, mas não existe base histórica e nem
documentária que fundamente a ideia do TR ser o melhor texto grego do
NT. O Espírito Santo, não desceu do céu e transcreveu cópias dos textos
originais, quem o fez foram copistas católicos romanos e católicos
ortodoxos. Com qual resultado? Hoje, até mesmo os manuscritos da
família bizantina apresentam variações de leitura. O que o TC faz é
tentar dar a melhor leitura, ou seja que se acredita se aproximar mais da
escrita original. Vejo no Brasil uma tendencia, em alguns meios
evangélicos, de querer imitar o movimento King James Only dos USA.
Dizer que a ACF é a melhor versão em português da Bíblia não resolve a
questão. O fato é que: todos os manuscritos que dispomos hoje, quer da
família alexandrina, quer da bizantina, do NT apresentam variações.
Também, não considero a NTLH, NVI, Bíblia Viva, A Mensagem, boas
traduções, mas, a ACF também não é!
Responder

10. AM AR AL I N A disse:
16/05/2014 às 10:05
Ok. Carlos, mas então me diga; devemos nos alimentar espiritualmente
do que? será que nos resta apenas suspeitar das traduções para nos
esquivar da responsabilidade de viver nos preceitos do Senhor? os
copistas podem ter transcito, mas o Espírito Santo os regeu SIM! Eu
creio nas Escrituras, eu vivo as Escrituras e Também sinto o Espirito
Santo testificar ao meu espirito a verdade! O que devemos entender é
que o Deus Todo Poderoso não deixaria sua Palavra á mercê de
impostores e permaneceria em seu Trono apenas observando o povo se
perder por falta de conhecimento. Este não é o meu DEUS! Eu creio no
Deus que zela por sua Palavra, eu creio no Deus que cuida dos Seus, eu
creio na palavra inspirada pelo Espirito Santo, e estou absolutamente
convencida de que os céus e a Terra passarão, mas sua palavra
permanecerá!
Responder
1. CARLOS OLIVEIRA disse:

16/05/2014 às 13:33

Também creio na inspiração da Bíblia e na preservação da sua palavra.


Não é minha intenção ofender a fé de ninguém. Acho que cada grupo
religioso tem o direito de escolher usar qual tradução disponível em seu
idioma que quiser. Apenas acho que deveria haver um respeito com as
entidades: Sociedade Bíblica do Brasil e Imprensa Bíblica Brasileira, que
merecem respeito por sua dedicação a difusão da Palavra de Deus no
País. Não acredito que existam versões heréticas da Bíblia, apenas
versões boas e outras nem tanto. Entendo que os cochetes da ARA e as
notas da NVI possam incomodar alguns, mas o fato é que variam as
leituras de manuscrito para manuscrito e essas versões citadas expõe
isso para os seus leitores. Uso a ACF também em meus estudos. Gostei
dos seus textos escritos acima. E creio que a verdade de Cristo triunfará
sobre qualquer controvérsia e brilhará como uma cidade situada em uma
montanha.

Responder

11. AN D RÉ R FON S EC A disse:


19/07/2014 às 6:37
Olá Amaralina,
Quero pegar suas premissas pra sabatinar o TC e as traduções
derivadas dele para perguntar se você seria capaz de criticar Paulo e
outros autores neotestamentários, porque esses usaram a tradução da
Septuaginta em suas citações. Se compararmos as citações do NT com
base na LXX, verificaremos com clareza que eles se afastaram muito do
original em alguns pontos, como por exemplo o autor de Hebreus… a
comparação seria com anjos, como está na LXX ou com Deus, como
está no texto da Bíblia hebraica? Aggelos e Elohim são palavras
diferentes, e só se encontra aproximação por desdobramento teológico!
Se esses homens conheciam a língua hebraica como língua mãe, e olha
que estamos falando de Paulo, um fariseu, não se importou de utilizar
uma versão/tradução da bíblica hebraica que se afastava em alguns
pontos, e por vezes não continha textos inteiros da bíblica hebraica, por
que devemos chegar a esse ponto de extremismo como o seu?
O TR não tem nenhuma garantia de ser o texto preservado do primeiros
séculos, mas em hipótese alguma! Se o é, como você explica a comma
joannina? A primeira edição do TR não tinha a comma, aparece na
edição posterior quando Erasmo de Roterdã foi pressionado pelos
editores da poliglota complutense e os católicos.
O senhor Erasmo conduziu uma pesquisa dos melhores texto, retirou e
incluiu coisas que divergiam de outros originais. Nada de diferente do
que temos no TC, só que prefiro confiar na metodologia emprega hoje na
produção de um TC do que nos julgamentos “defasados” de um só
homem do século XVI.
Se você acha que o TC afronta a teologia protestante, lembre-se apenas
que foi o texto base dos reformadores e logo só poderiam citar dessa
fonte. Reformados de hoje citam ARA e até NTLH e ainda ninguém
morreu…
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

11/11/2014 às 15:24

Obrigada pelo comentário e me desculpe a demora em responder,


passou desapercebido… perdão.
Prezado André, entendo suas argumentações mas acho contundente,
gostaria de fazer apenas algumas observações: Em primeiro lugar, não
denegri a imagem de Erasmo de Roterdam no meu texto, ele foi um
erudito e teólogo muito zeloso… há propósito, ele trabalhou sobre o
Texto Receptus e não sobre o Crítico. Outro ponto que vc citou; a
Comma Joanina, porque devo eu te explicá-la? se Erasmo estava
trabalhando com base no TR??? os textos se complementam! não há
nada de surpreende nisso! Enfim, meu artigo não tem por objetivo fazer o
pobre Erasmo se revirar no túmulo, mas ALERTAR AS PESSOAS
quanto as TRADUÇÕES de HOJE, pois como você pôde observar, tais
versões mutilaram a Palavra de Deus, e este é o grande motivo da minha
indignação.
Atenciosamente!
Amaralina

Responder
12. ROBERTO disse:
09/10/2014 às 21:42
Se a Almeida Corrigida e Revisada Fiel é a Infalível Palavra de Deus e a
única que não contem erros; porque ela diz em Tiago 1:2 que é motivo
de grande alegria cair em varias tentações, se isto não é um erro; porque
o Senhor nos ensinou a pedir ao Pai que nos livre de cair em tentação?
Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações;
Tiago 1:2
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

13/10/2014 às 20:19

Prezado Roberto, a paz do Senhor Jesus!


Muito obrigada pela observação, foi muito coerente e verdadeira! vc tem
razão, esta palavra foi usada erroneamente, não é “tentações”, mas
“PROVAÇÕES” o correto.
Tanto que logo abaixo no verso 2, se diz sabendo que a PROVA DA
VOSSA FÉ, produz paciência. (veja tb.1:12 ao 14)
Quando fiz o estudo sobre as traduções, cheguei a conclusão de que a
Corrigida e fiel seria a mais próxima dos textos originais, no entanto,
reconheço haver algumas palavras que foram usadas indevidamente,
ainda que não tão gritante quanto as versões NVI e NTLH, quando isso
ocorre eu comparo com a edição revista e atualizada do Almeida.
No geral, acho que o importante é sermos meticulosos e fazermos como
nós estamos fazendo agora; um ajudando o outro a compreender o
verdadeiro sentido das passagens. e alertando sobre possíveis erros!
pois quando queremos chegar a plenitude da verdade, sabemos que
precisamos nos esforçar para isso! Jesus te abençoe!

Responder

13. JEFTÉ disse:


11/11/2014 às 9:06
Olá a todos!
Lendo os comentários, gostaria de dizer ao Carlos que, não podemos
afirmar que o Espírito Santo não tenha descido dos céus até a nós
homens – sendo que, Cristo garantiu (e nós somos testemunhas,
Pentecostes é a prova) que, o Senhor Jesus Cristo não nos deixaria
órfãos, mas voltaria para nós, e nos enviaria outro Consolador, o qual
conosco estaria para sempre: o Espírito de Verdade que o mundo não
pode receber porque não o vê nem o conhece (disse Ele): mas vós o
conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Ou seja: Quem é que vai garantir que os cristãos anteriores, primitivos,
que creram ao Senhor bem antes de nós todos virmos a ser gente, quem
garante que eles (por crerem ao Senhor) não tinham recebido o Espírito
Santo (que nós, cremos tê-lo recebido e habite conosco) e nós o
querermos negar, porque não o vimos ????
Ora, disse Jesus: Em verdade vos digo que tu és pedra e sobre esta
pedra edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão
sobre ela.
Disse Jesus: E este evangelho do reino será pregado a todo o mundo em
testemunho a todas as gentes e então virá o fim.
Todas estas palavras e outras mais garantem que o Senhor é Fiel, e
poderoso para manter não só sua palavra quanto sua promessa; por isso
não duvido nem um pouco, ou seja, creio piamente que o invisível (mas
Todo-Poderoso) Senhor esteve e está (no presente) c/ todo o que o
invocou, crendo, e jamais o abandonou, antes pelo contrário, conforme
está escrito: Aquele que em vós começou a boa obra, a completará até o
dia de Cristo Jesus.
Amém –
E da mesma forma que creio em Cristo me auxiliando, ensinando, me
edificando, guardando, fortalecendo, guiando-me por toda a caminhada,
porque muito me amou (Jo. 3:16 – Jo. 15:13), c/ um amor DIVINO, puro,
sublime, o amor de I Coríntios 13 – por isso mesmo creio piamente na
guarda e guia do Senhor aos aos seus; aos cristãos, antigos ou não,
sejam eles copistas ou não.
Parabens pela artigo, irmã!
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

11/11/2014 às 15:28
Obrigada! lendo seu comentário me lembrei de uma frase que diz assim:
“Para aquele que não crê, nenhuma explicação basta! mas para aquele
que crê, nenhuma explicação é necessária.” É isso!
Jesus te abençoe!

Responder

14. C AR LOS OLIV EI R A disse:


06/12/2014 às 2:42
Divergências entre textos do Novo Testamento, sempre irão existir. Por
exemplo, pegue a Edição de Stephanus, de 1550, e compare com a
Edição de Scrivener, de 1894, qualquer um vai notar diferenças em
algumas passagens no textos. E ambas são consideradas edições do
chamado Textus Receptus. Idolatrar uma tradução e criticar outra é muito
fácil, difícil é responder qual texto é o mais correto, já que não existe os
originais escritos sob inspiração do Espírito Santo, existem apenas
cópias de cópias… a Sociedade Bíblica Trinitariana, usa a Edição de
Scrivener de 1894, mas a Edição de Scrivener nem deve ser considerada
uma Edição do Textus Receptus, porque a intenção de Scrivener ao
fazer esse texto grego, era fazer um texto em grego que correspondesse
ao texto em inglês da King James Version, coisa que não existia até ele
fazer. Pra mim a Edição de Stephanus de 1550 é um melhor
representante do chamado Textus Receptus. Respeito a opinião de
todos, mas fazer um movimento Somente ACF para imitar o Only King
James, dos USA, só vai causar mais desunião entre os cristãos, é o que
eu acho.
Responder

15. FL AVIO TELLE S disse:


28/03/2015 às 12:04
Na verdade, todas as versões feitas com base no texto critico só vieram,
pelo fato de a partir do seculo 17 os estudiosos e acadêmicos
começarem a estudar as escrituras de forma mais seria e desprendida de
suas concepções religiosas e doutrinarias. Sabemos que o texto
Bizantino a qual o recepto faz parte, é uma família de texto muito mais
alongada por conta de alguns fatores que são: Primeiro, muitos dos
Escólios ” notas explicativas colocadas a margem do texto” Emendas ”
correções que eram realizadas e colocadas a margens dos textos”
passaram a serem inseridos dentro do texto nas copias mss posteriores
pelos escribas, dentro os quais, muitos eram indoutos. Segundo, o
proprio texto Bizantino, ” conhecido também como versão Lucianica” é o
resultado de varias correções e harmonizações que foram feitas nas
famílias Alexandrinas, cesarense e Ocidental” dentre as quais, a
ocidental e cesarense, apresenta diversos acréscimos e correções dentro
do texto. Em 312dc Luciano harmoniza todos estes textos em uma
tentativa de tornar o texto melhor e mais aceito.Como Constantinopla
veio a ser A SEDEe capital de Roma, o texto se popularizou muito lá. Até
porque, joão crisóstomo, principal representante de Luciano, passou a
usar este texto por volta de final do quarto seculo.
Responder

1. C AR LOS OLIV EI R A disse:

28/03/2015 às 16:40

Existe uma tendência dentro do meio evangélico de afirmar que o Textus


Receptus é a verdadeira Palavra de Deus preservada e que o Texto
Crítico (dos mais antigos manuscritos), é um texto corrupto e herético. Eu
tenho a impressão que, se fosse descoberto o papiro original do
Evangelho de João, por exemplo, e esse apoiasse às leituras do Texto
Crítico, muitos considerariam esse papiro realmente inspirado, como
herético, simplesmente porque esse diria o contrário do que eles querem
acreditar. Liberdade de crença é um direito constitucional, mas eu acho
que a busca pela verdade deveria ser maior que nossas convicções, em
alguns casos. Considero essa devoção ao Texto Erasmiano (o chamo
assim porque foi Erasmo de Roterdã que o compilou para impressão) e
que inclusive foi dedicado ao Papa Leão X, como idolatria.

Responder

16. P AULO disse:


24/06/2015 às 19:06
parabéns pelo excelente trabalho. bastante esclarecedor. nos parece que
existe muito a trabalho a ser feito nessa questão das traduções da Bíblia.
Por exemplo, os Pais da Igreja têm um milhão de citações da Bíblia entre
os anos iniciais da pregação do Evangelho e o ano de cerca 500 D.C.
Exste algum trabalho realizado para conhecermos essas citações?
Responder

1. AM AR AL I N A disse:

28/06/2015 às 17:53

Amém irmão! Há sim, um estudo onde vc poderá obter estas


informações, procure por a história da igreja por Juliano Heyse, é um
estudo maravilhoso! Jesus abençoe!

Responder

17. JEFFER SON disse:


08/12/2015 às 14:19
Irmão Carlos, vai procurar uma lavagem de roupa e deixa a irmã em paz.
Kkk
Responder

18. GIL PER EIR A X AVIER disse:


18/03/2016 às 1:45
Ótimo Artigo. Esclareceu Muitas Questões Sobre as Varias Versões de
Tradução. Glória a Deus. Gostei.
Responder
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