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A reprodução deste material é condicionada a autorização, sendo terminantemente proibido o seu uso para fins comerciais.

A violação do direito autoral é crime, punido com prisão e multa, sem prejuízo da busca e apreensão do material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis
Inscrição no INPI: 905146603 para Classe 41 (educação) e 905146573 para Classe 16 (livros didáticos e congêneres) - Biblioteca Nacional: n° 2012/RJ/19521
Assessoria Jurídica: Tiago Koutchin - OAB/MS 14.707 - contato: (67) 9959-0304
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REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
1. INTRODUÇÃO
1.1. CONCEITO
Os remédios constitucionais, também conhecidos como “tutela constitucional das liberdades”, são direitos-
garantia que servem de instrumento para a efetivação da tutela ou proteção dos direitos fundamentais. Em
geral, são ações judiciárias que procuram proteger os direitos públicos subjetivos.
São direitos de defesa de primeira geração quando visam uma omissão e de segunda geração quando visam
uma prestação positiva, social do Estado.
1.2. OBJETIVO
Exigir do destinatário (normalmente o Estado) uma ação ou omissão que seja suficiente para evitar uma
lesão ou reparar a lesão causada.
São direitos de defesa de primeira geração quando visam uma omissão do Estado, ou seja, quando procuram
resguardar a liberdade de agir ou não agir conforme as liberdades públicas e são direitos de segunda geração
quando visam uma prestação positiva ou social do Estado, como a realização de um direito social.
1.3. CLASSIFICAÇÃO
Os remédios constitucionais são tradicionalmente conhecidos como ações judiciais, porém, pode-se fazer a
seguinte distinção:
1.3.1. Judiciais - São as tradicionais ações judiciais previstas no Art. 5º dos incisos LXVIII a LXXIII, em
ordem: Habeas Corpus (HC), Mandado de Segurança (MS), Mandado de Segurança Coletivo (MSc),
Mandado de Injunção (MI), o STF aceita o Mandado de Injunção Coletivo (MIc), Habeas Data (HD) e Ação
Popular (AP).
1.3.2. Administrativos - São também remédios constitucionais, porém, possuem natureza de petição
administrativa já que não são dirigidos ao judiciário e sim ao administrador público (ou qualquer autoridade
pública). Estão previstos no Art. 5º XXXIV: Direito de Petição (DP) e Direito de Certidão (DP).
2. HABEAS-CORPUS
LXVIII - conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência
ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder; Regulado no Art. 647 e
seguintes do Código de Processo Penal
2.1. ORIGEM HISTÓRICA
Surgiu com a Magna Carta do rei João Sem-Terra (Magna Carta 1215) com a seguinte finalidade: “Tomai o
corpo desse detido e vinde submeter ao Tribunal o homem e o caso”.
No Brasil o HC foi constitucionalizado na Constituição de 1891 embora tenha sido previsto em lei em data
pretérita.
2.2. NATUREZA JURÍDICA
O HC é uma ação constitucional de caráter penal, possui procedimento especial, rito sumaríssimo – sem
dilação probatória – e é gratuito para todos independentemente de condição social (conforme o Art. 5º -
LXXVII - são gratuitas as ações de "habeas-corpus" e "habeas-data", e, na forma da lei, os atos necessários
ao exercício da
cidadania.).
2.3. OBJETO
Protege a liberdade de locomoção (em sentido amplo) embora seja necessário perceber a locomoção como
direito fim e não como direito meio. A locomoção é o direito de ir, vir e permanecer ainda que de modo
reflexo, indireto ou
oblíquo.
Art. 5º XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos
termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;No passado o Habeas Corpus já foi
utilizado com maior amplitude, protegia todos os direitos líquidos e certos, porém, com a entrada do
Mandado de Segurança em 1926 o HC foi restringido para o seu objeto próprio que é a locomoção.

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3. HABEAS DATA
Art. 5º LXXII - conceder-se-á "habeas-data":
a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou
bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;
b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou
administrativo;
Regulado pela Lei 9.507/97.
3.1. OBJETO DE PROTEÇÃO
O HD é utilizado para informações pessoais, ou seja, para obter ou retificar informações relativas à pessoa
do impetrante.
Art. 5º XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou
de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas
aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;
Natureza mista, pois se admite o uso para o conhecimento (prazo de 48h para decidir sobre a concessão do
acesso e mais 24h para comunicar a decisão ao solicitante) e retificação (prazo de 10 dias para se proceder à
modificação) –
Um único Habeas Data pode obter o conhecimento e pedir a retificação, ou seja, num mesmo processo é
possível obter os dois resultados.
Cabe ressaltar que é um remédio instituído na CF de 1988.
Interessante ressaltar que a lei criou nova hipótese para impetração de HD:
“para a anotação nos assentamentos do interessado, de contestação ou explicação sobre dado verdadeiro,
mas justificável e que esteja sob pendência judicial ou amigável” (prazo de 15 dias) – Esta hipótese deve ser
utilizada para
complementação das informações, ou seja, para tornar possível a correta interpretação do conteúdo da
informação.
3.2. NATUREZA JURÍDICA
Ação Constitucional de caráter civil, gratuita e com conteúdo e rito sumário. Possui preferência processual
quanto aos demais feitos, exceto quanto HC e MS. É uma ação personalíssima porque somente a própria
pessoa do impetrante que poderá utilizar o HD. Porém, admite-se que parentes de pessoa morta utilizem HD
para obter dados do morto ou retificar informações incorretas.
A jurisprudência tem negado para informações sigilosas ou imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado, porém, há doutrina indicando que como a informação é pessoal não há que se falar em segredo para
o próprio interessado.
4. MANDADO DE SEGURANÇA
Art. 5º LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por
"habeas-corpus" ou "habeas-data", quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade
pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;
O mandado de segurança é regulamentado pela Lei n. 1533/51 e 4.348/64, além disso, subsidiariamente
aplica-se o Código de Processo Civil.
4.1. CONCEITO
Ação constitucional para a tutela de direitos individuais – sejam de natureza constitucional ou de natureza
infraconstitucional.
4.2. NATUREZA JURÍDICA
Ação Constitucional de natureza civil (sempre) – mesmo quando interposto em processos penais.
4.3. RITO
Especial e sumaríssimo. Rito diferenciado que procura fazer com que prestação jurisdicional seja rápida e
efetiva.
4.4. OBJETO
Direito líquidos e certos não amparados por habeas corpus ou habeas data. Diz-se que tem alcance residual
ou encontra seu âmbito de atuação por exclusão. Não se aplica ao direito de locomoção ou ao direito de
acesso ou retificação de informações relativas à pessoa do impetrante já que estes possuem remédios
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próprios. Logicamente também não se aplica para a proteção de direitos constitucionais prejudicados pela
falta de norma regulamentadora, até porque não haveria o direito líquido e certo!
4.5. HISTÓRICO
O Estado de Direito surgiu em oposição ao Estado Absolutista. No Estado Absolutista o soberano era
irresponsável pelos seus atos em relação aos súditos, sendo assim, os atos por ele praticados não eram
impugnáveis por aqueles aos
quais se dirigiam. Michel Temer lembra da palavra Soberania que hoje é características do Estado e
antigamente era característica do monarca (soberano). Acrescenta que após a doutrina da separação das
funções estatais os indivíduos
deveriam ter meios de proteger seus direitos que foram declarados inclusive contra o próprio Estado.
“A intenção foi impedir que o monarca, com o seu agir, vulnerasse direito individuais. Prevaleceria a
„vontade geral‟, expressa na lei”. Para isso o poder de soberania seria passado ao Estado e aos indivíduos
seriam dados meios ou
instrumentos assecuratórios dos direitos individuais.André Alencar dos Santos DIREITO
CONSTITUCIONAL 13
Como a vontade geral deveria prevalecer, a atividade administrativa encontra na lei “sua nascente e o seu
escoar”. A lei “vincula direta e imediatamente a atividade do administrador, fazendo com que o ato a ser por
ele expedido já
esteja predefinido na lei, ou, então, fixam-se opções de tal sorte que o administrador entre vários caminhos,
pode escolher um deles”.
Por isso se fala em ato vinculado e ato discricionário, porém, como se percebe, ambos estão ligados à lei.
“Varia a forma de ligação.”
5. MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO
Instituído na CF de 1988 Mesmo que individual, porém muda-se o impetrante com a finalidade de facilitar o
acesso a juízo (direito individuais homogêneos, coletivos e difusos). O interesse pertence à categoria, o
impetrante age como SUBSTITUTO PROCESSUAL – legitimação extraordinária sem
necessidade de autorização expressa (impetram em seu nome, mas na defesa dos interesses de seus membros
ou associados). Se um grupo usa o MS para defender direitos individuais semelhantes é hipótese de
litisconsórcio ativo.
A impetração de mandado de segurança coletivo por entidade de classe em favor do associados independe
da autorização destes (STF: 629); A entidade de classe tem legitimação para o mandado de segurança ainda
quando a pretensão veiculada interesse apenas a uma parte da respectiva categoria (STF: 630);
Legitimidade ativa
Partido político com representação no CN (basta um parlamentar); O STJ entende que o Partido só pode
buscar direitos dos filiados e em questões políticas – posição criticada pela doutrina;Organizações sindicais,
entidades de classe e associações: Devem estar legalmente constituídas, em funcionamento há pelo menos
um ano (a maioria da
doutrina entende que somente as associações precisam cumprir este requisito) e atuarem na defesa dos seus
membros ou associados (pertinência temática); Não há necessidade de autorização específica dos membros
ou associados (deve haver uma previsão expressa no estatuto social);
6. MANDADO DE INJUNÇÃO
Ação constitucional de caráter civil e de procedimento especial – instituído na CF 1988.Quando a omissão
legislativa for relevante para se desfrutar de direitos individuais referentes à nacionalidade, à soberania e à
cidadania. Ex: Art. 37 VII e 7º XXI; Curar a síndrome da inefetividade das normas constitucionais, porém
em âmbito individual e concreto;
Tem como pressuposto norma constitucional de eficácia limitada (previsão constitucional) – É possível a
criação de MI no âmbito estadual para controlar as omissões que prejudiquem o exercício de direitos
previstos na Constituição Estadual.É possível o MI coletivo com os mesmos legitimados para o MS coletivo;
não cabe liminar.
7. AÇÃO POPULAR
Reprimir ou impedir dano aos bens públicos por atos ou contratos, protege interesses difusos – inserida na
Constituição de 1934 e regulamentada pela Lei 4.717/65;Poder de vigilância do povo. Forma de exercício da
soberania popular –democracia direta e participação política (há quem defenda que a natureza seria coletiva
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e por isso não seria um direito do cidadão);Ação popular é assim, um meio do qual se pode valer qualquer
cidadão do povo, para comparecer perante o estado juiz, referindo-lhe a existência de ato lesivo ao
patrimônio público, onde quer que esteja e independentemente de quem o detenha, estendendo-se ao ataque
à imoralidade administrativa ou que fira qualquer outro bem entre os que pertencem ao grupo dos interesses
sociais ou individuais indisponíveis.
Cidadão: Pessoa natural, brasileiro nato ou naturalizado, maior de 16 (não precisa de assistência e não
precisa comprovar direito subjetivo, basta o interesse geral, difuso, justamente o que faz diferir do MS
coletivo) e o português equiparado (O português equiparado é considerado cidadão); gozo dos direitos
políticos – título
de eleitor ou certificado de equiparação; Se tiver com direito políticos perdidos ou suspensos não há
legitimidade. O MP pode continuar uma ação, jamais propô-la –o MP detém a ACP que é concorrente para
os efeitos da AP;
Os requisitos normais para uma ação judicial: interesse e legitimidade ficam mitigados na ação popular, pois
basta a legitimidade (cidadão) e não o interesse subjetivamente considerado;
Objetivo (basta a potencialidade lesiva e não o dano em concreto):
a) Patrimônio histórico e cultural;
b) Patrimônio público;
c) Meio ambiente; e
d) Moralidade pública (amplia muito – admite-se mesmo sem lesão
patrimonial).
Tipos:
Pode ser preventiva ou repressiva e admite concessão de liminar;
Pode ser contra ação ou omissão;
e estes possuem meios próprios de impugnação;
ucionalidade incidental ou difuso, mas, não pode ser utilizada como controle abstrato, ou seja, contra lei em
tese;
erá o duplo grau de jurisdição (remessa obrigatória);
Custas: Valores cobrados no curso de um processo judicial.
Ônus da Sucumbência (conseqüências de ser perdedor): Parte perdedora pagar para a parte vencedora os
honorários advocatícios.
Competência: Não há prerrogativa de foro para autoridades;
Coisa julgada: secundum eventum litis – Se a ação for julgada procedente ou improcedente por ser
infundada produzirá efeito de coisa julgada oponível erga omnes. Se a improcedência se der por deficiência
de provas, haverá apenas a André Alencar dos Santos DIREITO CONSTITUCIONAL 31coisa julgada
formal, podendo outro cidadão intentar outra ação com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova.
Competência: Dependem da origem do ato ou omissão a serem impugnados;
8. DIREITO DE CERTIDÃO
Não podem ser cobradas taxas.Natureza individual;As certidões são utilizadas para declarar fatos ou atos
registrados em documentos, atas, livros e outros instrumentos utilizados pelo poder público.Obtenção de
certidão (somente para situações já ocorridas) para defesa de um direito ou esclarecimento de situações de
interesse pessoal, desde que
demonstrado seu legítimo interesse.O Estado deve fornecer as informações solicitadas (salvo as de sigilo
constitucional) sob pena de responsabilização civil do Estado e pessoal da autoridade;
O STF TEM RECONHECIDO O DIREITO DE OBTER CERTIDÃO
INDEPENDENTEMENTE DA DEMONSTRAÇÃO DA FINALIDADE ESPECÍFICA
DO PEDIDO.
Da negativa cabe mandado de segurança; Prazo de 15 dias – LEI 9.051/95;

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