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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES - AVM

Programa Especial de Formação


Pedagógica para Docentes

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

Por: Vinicius Guilherme de Lima

Supervisor de Estágio
Prof(a). Mary Sue Carvalho Pereira

Rio de Janeiro
2017
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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES - AVM


Programa Especial de Formação
Pedagógica para Docentes

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

Apresentação de relatório de estágio a AVM da


Universidade Candido Mendes como requisito
parcial para obtenção do grau de licenciatura em
Matemática
Por: Vinicius Guilherme de Lima

SUMÁRIO

IDENTIFICAÇÃO DO CONTEXTO 04
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SOBRE A INSTITUIÇÃO 05

SOBRE A PARTICIPAÇÃO 10

CONCLUSÃO 15

REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 16
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IDENTIFICAÇÃO DO CONTEXTO

- Nome da instituição;
 Sistema MV1 Total – Centro Educacional de Bangu
 Colégio Bahiense – Unidade Jacarepaguá
- Natureza da instituição;
 Particulares
- Local da instituição;
 Rua Sul América, 1917 – Bangu, Rio de Janeiro, RJ. ( Sistema MV1)
 Rua Ituverava, 902 – Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ
(Colégio Bahiense)
- Disciplina do estágio e/ou atividade exercida na instituição;
 Matemática
- Professor regente ou responsável pelo núcleo onde o estágio foi
sendo realizado;
 Maria Inêz de Mattos Esteves
 Marcio Antonio da Silva
- Semestre / Ano de realização do estágio;
 1º semestre/ 2017
- Número total de horas;
 100,5 horas ( Sistema MV1) e 70 horas (Colégio Bahiense).
Total = 170 horas
- Período do Estágio (início e término);
 02/05/2017 à 30/06/2017 ( Sistema MV1)
 22/05/2017 à 27/06/2017 (Colégio Bahiense)
- Natureza do Estágio
 Observação
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SOBRE A INSTITUIÇÃO

- Contexto Institucional

A Rede MV1 de Ensino foi fundada em 1978, como curso pré-vestibular


e, desde então, não parou de crescer. Em 1996, surgiu o Mv1 Total, um colégio
baseado nos princípios educacionais de Anísio Teixeira. Fundada pelo prof.
José Antônio Teixeira, o MV1 Total acredita na educação em seu sentido
profundo, relacionando o aprender e o pensar, sempre na busca do talento e
da inovação. Para preparar de verdade para o futuro, o Colégio MV1 Total
vem, continuamente, desenvolvendo e aprimorando um dos projetos
pedagógicos mais avançados do Brasil.
A Rede MV1 está presente em cinco bairros do município do Rio de
Janeiro sendo esses: Bangu, Cachambi. Campo Grande, Méier, Recreio dos
Bandeirantes e Jacarepaguá.
A instituição tem em sua gama o ensino infantil, fundamental I e II e o
Médio .
O Colégio Bahiense teve sua primeira unidade inaugurada em 21 de
fevereiro de 1973, na Estrada da Gávea, 50 mas seu fundador o professor
Nobertino Bahiense Filho começou dando aulas particulares para grupos,
preparando-os para as difíceis provas dos vestibulares e exames militares. A
partir disto foi inicio o curso Bahiense, que cresceu na década de 70 na
mesma proporção em que preparava e aprovava candidatos para os exames.
Então, a Rede Bahiense cresceu, espalhou cursos e colégios pela Cidade do
Rio de Janeiro, fazendo literalmente um projeto de Educação voltado na
honestidade, integridade e competência.
O Colégio Bahiense tem diversas unidades pelo bairros do município do
Rio de Janeiro: Barra da Tijuca, Campinho, Campo Grande, Jacarepaguá , Vaz
Lobo.
A instituição tem em sua gama o ensino infantil, fundamental I e II e o
Médio .
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- Os alunos

O alunado do mv1 são divido em dois tipos: O Aluno Total, que fazem
parte da turmas Totais, esses alunos podem ser ou não selecionado pela
escola a atuar numa turma de ensino médio total, as turmas são
caracterizadas por desenvolver desde o 1º ano a preparação para concursos
de vestibulares e os alunos normais, que fazem parte do ciclo básico do MV1.
O colégio funciona em dois turnos (manhã ou tarde)
Já no colégio em Jacarepaguá o alunado tem em seu perfil aluno da
própria região. Alunos que tem grande potencial já que o colégio cobra isso
deles.

- A prática pedagógica

Organização das aulas


No colégio em Bangu as aulas são divididas em seis (6) tempos de
cinquenta (50) minutos de aula para o Ensino Médio e cinco tempos para o
Ensino Fundamental, em especial as aulas de matemática são nas terças
feiras e quintas feiras, sendo que na terça feira o nono ano tem aula de
matemática o dia todo divido em Álgebra e Geometria já o segundo e terceiro
ano do Ensino Médio tem apenas Geometria neste dia Na quinta-feira o Ensino
Médio tem Álgebra e o primeiro ano Geometria também.
No colégio da Freguesia as aulas são ministradas em sete (7) tempos
de quarenta e cinco (45) minutos para o Ensino Médio e seis (6) tempos de
mesmo quarenta e cinco (45) minutos. Do sexto até o nono ano as matérias
são de exclusividade de um professor e a partir do Ensino Médio, em relação a
matemática são dois professores que administra o conteúdo. A quantidade de
turmas na instituição são no três para cada ano do Ensino Fundamental II e
também para o primeiro ano do Ensino Médio já nos dois últimos ano são
duas (2) turmas do segundo ano e uma única turma do terceiro ano, já que
eles tem um intensivo preparo para o vestibular.

Planejamento
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Na Rede MV1 a partir do nono ano os alunos tem dois professores


para lecionar a disciplina da Matemática em que é divida em dois ramos
Álgebra e Geometria. Os docentes se reúnem bimestralmente para realizar o
planejamento do conteúdo do período seguinte, o sistema MV1 trabalha com
coordenação de curso, ou seja, cada curso tem um professor responsável pela
disciplina e este é o mesmo que define o planejamento do curso, o
planejamento inclui também quais serão as mídias usadas e forma que serão
passadas para o aluno. A Rede utiliza o sistema SAE de ensino.
No Bahiense de Jacarepaguá é comum que os professores que dão
aula lá também dão aula na unidade da Barra da Tijuca portanto é comum que
os professores tem maior liberdade de administrar o planejamento. Utilizando o
Sistema SAS Bahiense elaborou um plano de conteúdos a partir de um projeto
pedagógico de ensino que concebe a aprendizagem como resultado dos
processos de interação.

Estratégias metodológicas instauradas


A Rede MV1 utiliza a aula expositiva para transmitir o conteúdo e
também utiliza recursos multimídias como data show para ajudar no
desenvolvimento da aula expondo exercícios e material complementar, para as
diversas disciplinas
O Colégio Bahiense por ser tradicional utiliza este procedimento, há
também diversas atividades recreativas, oficinas temáticas (culinária, leitura,
reciclagem), projetos multidisciplinares, atividades artísticas e esportivas que
fortalece o desenvolvimento de todas as potencialidades do jovem, eles tem
contato com artes cênicas e varias atividades que seguem a filosofia da
intuição.

Sistema de avaliação
A disciplina de matemática tem como a sua principal característica a
avaliação de conteúdo por meio de provas teóricas, sendo que as provas
seguem um padrão para todas as unidades que são determinadas pelo
coordenador da disciplina, no colégio existem quatro tipos de avaliação:
 Avaliação Formativa;
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Prova subjetiva composta de 10 questões e que tem tanto o conteúdo


de Álgebra como Geometria e aplicada no primeiro mês de cada bimestre.
 Avaliação global ou somativa;
Prova objetiva composta também de 10 questões com os conteúdos de
Álgebra e Geometria que foram passados durante todo o bimestre
 Trabalhos de pesquisa;
Em cada semestre os alunos formam grupos em que devem apresentar
um trabalho multidisciplinar sobre um tema do cotidiano deles e assim fazer
uma apresentação para os demais.
O modelo de avaliação do Bahiense segue o padrão tradicional das
instituições em que há provas que possui o estilo subjetiva e ficando a cargo
do professor o desenvolvimento da prova, sendo que a prova é acumulativa
então podendo ele retornar os assuntos anteriores e no final de cada bimestre
provas objetivas são aplicadas e no final de cada semestre é aplicado um teste
feito pelo Sistema SAS nos molde de prova de concurso escolares e
universitários.

Relacionamento professor/aluno
O relacionamento professor-aluno não foge muito dos outros colégio,
tanto no Centro Educacional de Bangu e o Colégio Bahiense o ensino é feito
dentro da sala do aula em que poucos alunos tem o interesse na aula, outros
apenas copiam e uma terceira parte ficam dispersos, assim fazendo com que o
professor tenha que saber a atenção diversas vezes assim interrompendo a
aula.
É de notar também a postura que cada professor tem dentro de sala de
aula tendo em visto que cada um tem sua maneira de chamar o aluno para o
processo de ensino-aprendizagem que acontece em diversos momentos da
aula, seja por um exercício ou uma explicação.

Postura da Direção, da Supervisão Escolar e da Coordenação


Pedagógica junto ao corpo docente e aos alunos.
No Centro Educacional de Bangu a coordenação pedagógica faz o
papel intermediário entre o aluno e o professor, sempre observando
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atentamente o desenvolvimento e o comportamento de cada aluno e o


cumprimento do planejamento de cada disciplina, no qual a mesma tem ciência
de cada aula que será ministrada no decorrer da semana. A coordenação do
Centro Educacional de Bangu, sempre se mostrou solicita a atender os país e
professores e avaliar a melhor estratégias para um bom caminho educacional.
Já no Bahiense há inspetores espalhados pelo colégio para ser o
mediador entre a coordenação e o corpo docente e em virtude do diretor e dos
coordenadores serem também professores da instituição o contato do aluno é
mais próximo, assim tornando um ambiente mais solicito e uma relação mais
harmoniosa entres todos.

SOBRE A PARTICIPAÇÃO

O período de observação realizado no Centro Educacional de Bangu


da Rede MV1, teve inicio no dia 02 de maio de 2017 e concretizado no dia 30
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de Junho de 2017, totalizando 100,5 horas de atividades de observação e de


participação em que pude acompanhar o cotidiano do ambiente escolar, o
contato com os professores, o relacionamento com os alunos da escola e as
práticas pedagógicas no período.
Comecei a minha observação assistindo a aula do terceiro ano do
Ensino Médio, jovens que estão se preparando para o vestibular no fim de ano
mostrava um pouco de falta de interesse no conteúdo que o professor estava
passando, havendo muitas conversas paralelas durante a aula e de certo
modo atrapalhando o andamento da mesma. Já a seguir foi para o nono ano
do Ensino Fundamental II uma turma grande em torno de 35 alunos em
comparação com as outras turmas do colégio, em virtude disto pude constatar
a grande dificuldade que o professor tinha para manter o bom andamento da
aula, muita das vezes era necessário o professor parar a aula e assim chamar
a atenção de dois ou três alunos, repetindo diversas vezes durante o período
de aula. Voltando para o terceiro ano verifiquei q a turma tinha ficado mais
agitada já que outros alunos chegaram posteriormente, porém no dia anterior
foi feriado do dia do trabalho, assim tenho isso influenciado a turma.No final da
manhã acompanharia o segundo ano do Ensino Médio, uma turma pequena de
dezoito (18) alunos aplicados e unidos durante os dois tempos de aula.
Observei a estrutura física da sala é bastante favorável ao bom
andamento já que todas as salas tinham data show, um dispositivo muito
utilizado pelo professor, pois ele enviava material complementar para seus
alunos do terceiro ano e usava este recurso para realizar as correções dos
exercícios dentro da sala de aula.
No próximo dia de acompanhamento que era na quinta-feira tive
contato novamente com o segundo e terceiro ano do Ensino Médio e tive meu
primeiro contato com o primeiro ano do Ensino Médio, turma também pequena
e muito atenciosa não tão unida como a do segundo ano, pois logo de cara eu
percebi que havia grupos isolados.
O professor que eu acompanharia todas as quintas-feiras combinou
comigo que eu poderia escolher um dia para pode lecionar uma aula para
pode pegar mais segurança como professor e assim foi combinado que daria
uma aula para o segundo ano do Ensino Médio de Regra de Cramer.
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E assim fui observando as turmas, as posturas dos professores não


apenas que eu acompanhava mas também os de outras disciplinas e assim
pude absorver suas experiências e dicas.
Para complementar as horas necessárias para concluir o estágio
ingressei no Colégio Bahiense em que tive oportunidade de acompanhar o
sexto por quatro (4) semanas e sétimo por duas (2) semanas ano do Ensino
Fundamental II e o primeiro ano do Ensino Médio seis (6) semanas no total
foram 70 horas de acompanhamento.
Logo no primeiro contato senti um ar de estranheza, porém o
professor fez a minha apresentação e assim aquela sensação foi diminuindo e
assim pude observar as atitudes e as reações dos alunos das três turmas do
primeiro ano do Ensino Médio que acompanhava neste meu primeiro dia de
contato com os alunos do colégio em Jacarepaguá. Sendo três turmas
constatei a diferença que cada uma tinha sua peculiaridade já que era o
mesmo colégio e o mesmo professor. Sendo que neste caso não era a
indisciplina que atrapalhava a aula mas sim os alunos que dormiam na sala,
pois o docente precisava parar a aula para chamar a atenção e assim
atrapalhando o raciocínio dele e também dos demais alunos que estavam ali.
No meu segundo dia de acompanhamento no colégio tive contato com
as três turmas do sexto ano do Ensino Fundamental II, sendo muito bem
recebido por eles e causando um grande alvoroço nas turmas que passei, o
maior problema que constatei para estas turmas foi a agitação dos alunos
durante as aulas já que eles estavam na transição do Ensino Fundamental I
para o Ensino Fundamental II em que eles começam a se amadurecerem mas
os traços de crianças ainda existiam, porém a professora conseguia lidar com
muita paciência e dedicação a esta agitação e controlava eles e desenvolvia o
conteúdo de forma alegre e espontânea.
E foi neste parte que pode verificar a necessidade de entender e
pensar conforme a mentes deles já que ali estavam tendo os primeiros
contatos com o conteúdo da matemática, então precisaria mudar a minha
forma de explicar para uma forma mais simples e de acordo com eles.
Então meus dias ficaram divididos assim, segunda e quarta no Colégio
Bahiense já na terça e quinta ficava no Centro Educacional Bangu.
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Nos dias que antecederam montei a minha primeira aula e então no


dia tive minha primeira experiência em sala de aula lecionei para o segundo
ano do Ensino Médio o conteúdo de Regra de Cramer, tive tanto ajuda do
professor e da turma que ali. Apliquei uma aula expositiva aberta e dialogada
em que quis buscar a participação ativa dos estudantes já que o conteúdo
tinha a necessidade dos conteúdos anteriores dado pelo professor, assim feito,
tendo um retorno bastante positivo e também pude observar seus olhares e as
expressões assim identificar o andamento da aula por meio das feições que
mostravam, tentando sempre trazer e manter suas atenções em sala de aula.
A pedido do professor montei e resolvi uma lista de exercícios com o
conteúdo de quadriláteros perfeitos para a turma do primeiro ano do Ensino
Médio do período da tarde e assim faria correção do mesmo na sala de aula
mas em virtude do mau estar que o professor lecionava a disciplina no período
da manhã então para não deixar ocioso então em comum acordo a lista foi
passada também para o período da manhã valendo pontos e assim tive a
experiência de como lidar com imprevistos que surgem durante a aula., porém
tive uma decepção poucos alunos tiveram a vontade de realizar a tarefa, por
mais que insistia, eles não tinham a mínima vontade de fazer.
Já no período da tarde passei a lista para os alunos e tive um retorno
melhor por grande parte dos alunos, buscaram fazer os exercícios e prestaram
atenção na correção dos exercícios e pude mais uma vez analisar as
expressões deles e vendo qual a melhor maneira de explicar o conteúdo ali
aplicado.
Tive a possibilidade de aplicar provas de reavaliação em que era
facultativo aos alunos que quisessem mudar as notas que foram tiradas nas
provas anteriormente desta forma consegui galgar mais práticas nas atividades
escolares rotineiras.
Já nas atividades que participei no colégio Bahiense observei
bastante o modo que os professor administrava as aulas no primeiro ano do
Ensino Médio em média as turmas tinham entre 30 a 35 alunos e também
participei das palestras com tema do cotidiano dos jovens.
No sexto ano do Ensino Fundamental II tive um maior contato com os
alunos já que após a explicação da professora, eu acompanhava eles nos
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exercícios de fixação que a professora passava, um pequeno grupo fazia os


exercícios de forma individual, outros apresentava dificuldade na interpretação
dos exercícios e um outro pequeno grupo nem os exercícios faziam, ficavam
enrolando então era preciso ser mais enérgico com eles, Um fator que
constatei durante o tempo que fiquei com a turma foi a dispersão que os
alunos tinham durante as aulas, era constante as chamadas de atenção que a
professora era necessário fazer em virtude dessas dispersão na turma.
Minha segunda oportunidade de administrar a aula foi com o sexto
ano, como a professora precisava ir no conselho de classe em outra unidade,
ela me deixou a cargo das turmas e me orientou qual era o planejado para o
dia. Conforme a orientação dela passei uma lista de exercícios para eles e
permiti que a primeira turma do dia fizesse o trabalho em dupla e trio assim
poderia ter um controle maior da turma e assim decorreu a aula de forma
uniforme até o bater do sinal. Já na segunda turma foi mais complicado, eles
estavam muito agitados em virtude da semana de comunicação que uma das
atividades propostas da instituição assim o controlar da aula foi o foco e a
aplicação dos exercícios que era o planejamento do dia ficou em segundo
plano. Passado um tempo a turma se acalmou e pude então orienta-lo melhor
nos exercícios em questão, porém um aluno continuava bem agitado e assim
precisei intervir mudando-o lugar e ficando isolado do grupo que ele fazia
parte.
Com o retorno da professora a sala a turma voltou a ficar agitada e
assim mais uma vez precisei intervir pedindo atenção já que eu tinha
começado a correção dos exercícios.
No sétimo ano as mesmas situações presentes do sexto ano era
presente neste ano, porém já era perceptível o amadurecimento de certa parte
desses alunos. Com eles eu apenas acompanhei e ajudei nos exercícios dado
em sala de aula.
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CONCLUSÃO
De um modo geral a experiência do estagio supervisionado foi muito
aproveitoso pude conviver com professores que tinha uma larga vivência na
área e assim consegui absorver todas as dicas e relatos que eles passavam
para mim em especial de como lidar com a indisciplina, falta de interesse e
praticas dentro da sala de aula. A arte de lecionar, inclui diversos fatores
preponderantes como: ambiente físico, sala de aula, sistema de ensino e alem
do alunado.
Com a observação cada dia aprendia muito com a docência e com os
alunos, percebi a dificuldade que eles tem na matemática e a falta de interesse
para realizar as tarefas.
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Nas oportunidades que tive em assumir as turmas pus em prática


minha metodologia como um pouco de nervosismo mas certo que no decorrer
do processo de aprendizado este sentimento irá passar.
O profissional da educação, ele precisa ser de fato multifuncional já
que muitas das vezes precisa ser pai, amigo e psicólogo e além de deparar
com diversas dificuldades.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PICONEZ, STELA C. BERTHOLO. A Prática de Ensino e o Estágio


Supervisionado. Rio de Janeiro: Papirus, 2002.
Paulo Freire. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Saberes Necessários à Prática
Educativa, 2002.

Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya: Os sete saberes


necessários à educação do futuro: tradução revisão técnica. 12 Ed. São Paulo,
Cortez, Brasília, DF: UNESCO, 2007.

Lima, E. L., Matemática e ensino, Ed. SBM, Rio de Janeiro, RJ, 2010

Lima, E. L., et al Matemática no ensino médio, Vol: 1 e 2, Ed. SBM, Rio de


Janeiro, RJ, 2010
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VENTURA, Paulo Cezar Santos. Por uma Pedagogia de projetos: uma síntese
introdutória. Educação & Tecnologia, CEFET-MG. Belo Horizonte, V.7, N.1 –
Jan.a Jun./2002.

Van de Walle, John A. Matemática no ensino fundamental. Artmed Editora,


2009.

MEDEIROS, Claudete Marques de. "O estágio supervisionado: uma influência


na constituição dos saberes e do professor de matemática na formação inicial."
(2010).