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Inspeção em compressor de ar : Você está ciente dos requisitos legais específicos que

afirmam que sistemas com compressores de ar devem ser examinados por um engenheiro
ou outra pessoa competente em intervalos regulares conforme a NR 13 determina? Você
não tem certeza de quais partes do sistema precisam ser inspecionadas e quando devem
ser inspecionadas?
Esse artigo iremos abordar os seguintes tópicos que vai te ajudar a responder às dúvidas
acima, lembre-se que a RW Engenharia faz inspeções em todos os tipos de vasos de
pressão e caldeiras:

Definição de um compressor de ar
As principais utilizações de um compressor de ar
O que uma inspeção em compressor de ar contempla?
O que a norma NR 13 determina de prazos para inspeção?
Quem é habilitado para fazer essa inspeção?
Como contratar uma empresa/profissional habilitado?

Definição de um compressor de ar
Um compressor de ar é um dispositivo que converte energia (usando um motor elétrico,
diesel ou motor de gasolina, etc.) em energia potencial armazenada na forma de ar
pressurizado (isto é, ar comprimido ). O compressor pressuriza ar com objetivo de de
conter um maior volume de ar em um tanque, consequentemente aumentando a pressão.
Quando a pressão do tanque atinge seu limite superior, o compressor de ar desliga. O ar
comprimido, então, é mantido no tanque até ser utilizado. A energia contida no ar
comprimido pode ser usada para uma variedade de aplicações, utilizando a energia
cinética do ar à medida que é liberado e o tanque despressuriza. Quando a pressão do
tanque atinge seu limite inferior, o compressor de ar liga novamente e pressuriza
novamente o tanque.

As principais utilizações de um
compressor de ar

Compressores de ar são encontrados em uma ampla gama de ambientes para uma gama
ainda maior de usos. Você verá postos de gasolina oferecendo ar comprimido para inflar
os pneus do seu veículo,em um canteiro de obras alimentando martelos e compactadores
de concreto.
Na sua casa as geladeiras, sistema de ar condicionado utilizam compressores de ar.
Basicamente temos 3 modelos de compressores.
• Os compressores de único-estágio são usados para tarefas domésticas, como inflar
pneus e possivelmente, algumas ferramentas de ar de baixa carga como
grampeadores.
• Os compressores de ar profissional fornece mais pressão. Podem ser modelos
alternativos de dois estágios ou modelos de parafusos rotativos e podem fornecer
mais potência para executar várias tarefas pneumáticas de uma só vez com uso
intermitente.
• Compressores de ar industrial será o cavalo de batalha de uma fábrica ou a fonte de
energia confiável em uma plataforma de petróleo. Eles são projetados para fornecer
um fluxo constante de ar comprimido por longos períodos de tempo. Estes
compressores são construídos com componentes de alta qualidade que permitem a
personalização para o ambiente específico para melhorar o desempenho, eficiência
energética e confiabilidade.

O que uma inspeção em compressor de


ar contempla?
Basicamente os itens abaixo devem ser observado para efeito de manutenções
preventivas:
1. Possue válvula de segurança? Ela foi calibrada?
2. As entradas de ar do compressor estão instaladas e equipadas de forma a garantir
que apenas o ar limpo e não contaminado entre no compressor?
3. Possui filtros na entrada do compressor
4. Os compressores são operados e lubrificados de acordo com as recomendações do
fabricante?
5. Os dispositivos de segurança dos sistemas de ar comprimido são verificados
frequentemente ?
6. Antes de qualquer trabalho de reparação é feito a despressurização do sistema?
7. São colocados sinais para alertar sobre a característica de partida automática dos
compressores?
8. O sistema de acionamento por correia está totalmente protegido seguindo a NR 12?
9. Os funcionários estão proibidos de usar o ar comprimido para fins de limpeza ?
10. Se o ar comprimido é usado para limpar a roupa , a pressão é reduzida para menos de
10 psi ?
11. Ao usar ar comprimido para limpeza, os funcionários usam EPI?
12. É proibido usar ar comprimido para limpar ou mover poeiras combustíveis se tal
ação puder fazer com que a poeira seja suspensa no ar e causar risco de incêndio ou
explosão?

Esta lista de verificação de segurança do compressor de ar não está tudo incluído de uma
possível inspeção periódica. Consulte um profissional habilitado para sua demanda.
O que a norma NR 13 determina de
prazos para inspeção?
A inspeção de segurança periódica segundo a NR 13, constituída por exames externo e
interno, deve obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos a seguir:

As inspeções são feitas por metodologia reconhecida (Ultrassom, hidrostático,etc…),


sendo emitido relatório técnico com ART

Quem é habilitado para fazer essa


inspeção?
Somente engenheiros mecânicos podem fazer esse tipo de avaliação conforme DECISÃO
NORMATIVA nº 029/88 do CONFEA.
Como contratar uma
empresa/profissional habilitado?
A RW Engenharia possui mais de 23 anos de experiência, com engenheiro habilitado no
seu quadro societário.
Entre em contato com nossa empresa:
31- 3371 7353
comercial@rwengenharia.eng.br

O que fazemos?
Nosso trabalho é proteger vidas e propriedades; proteger a sua empresa, funcionários, seus
objetos de valor, e todos que lhe são importantes. Porque esse é o nosso objetivo ao prestar
serviços de inspeção segundo a NR13 do MTE.

Somos especialistas em inspeções NR 13. Alguns dos nossos serviços incluem:

• Inspeções em caldeiras
• Inspeções em vasos de pressão
• Inspeção por ultrassom
• Classificação do vaso com memória de cálculo
• Cálculo da pressão máxima de trabalho admissível com memória de cálculo
• Relatório de inspeção de NR 13
• Relatório de medição de espessura (ME) e cálculo de espessura mínima dos vasos de
pressão
• Inspeção visual com ensaio fotográfico e verificação do estado de funcionamento dos
componentes e acessórios
• Calibração e certificação da válvula de segurança
• Calibração e certificação do manômetro
• Relatório de calibração da válvula de segurança
• Relatórios de calibração do manômetro
• Livro de Registro de Segurança, conforme itens 13.1.7 e 13.6.5 da NR-13
• Fornecimento de placa de identificação NR-13 (Adesivo CAT), caso necessário
• Identificação do reservatório e equipamentos existentes
Nós trabalhamos fornecendo aos nossos clientes as soluções mais seguras e rentáveis nesse
ramo:

• Temos uma equipe de técnicos e engenheiros habilidosos para desenvolver o melhor


sistema visando custo x benefício.
“Somos pequenos o suficiente para dar-lhe o serviço personalizado que você
necessita, mas grande o suficiente para fornecer os serviços com a qualidade
que você merece.”
Importância de realizar inspeção segundo NR 13:

O que motivou as mudanças recentes na nova NR 13 foi, principalmente, o excesso de


burocracia apresentado para as inspeções, havendo pressão por parte dos empresários
para facilitar a sua manutenção e também dos trabalhadores.

O motivo mais importante, no entanto foi adequar a norma em virtude do número de


acidentes ocorridos nos anos anteriores. Entre 2003 e 2012 foram constatados pelo
menos 70 acidentes relacionados a caldeiras e vasos de pressão, além de tubulações,
com uma média de 7 acidentes a cada ano.

Apenas com relação às caldeiras, foram 22 acidentes com 20 mortes e 51 feridos, um


número bastante considerável, uma vez que se pode contar praticamente uma morte
por acidente. Com vasos de pressão aconteceram 14 acidentes, com 34 mortes e 45
feridos, uma taxa de mortalidade muito maior do que com caldeiras.

Finalmente, com as tubulações, acontecem 21 acidentes com 17 mortes e 83 feridos,


dados que obrigaram a incluir também as tubulações na nova NR 13.

Fora os riscos as multas são pesadas e podem inclusive interditar as empresas a falta
de relatórios. Veja o preço de algumas multas:

• Placa de identificação e categoria (sua falta gera multa de R$ 400 a R$ 1.700);


• Prontuário fornecido pelo fabricante ou pelo responsável pela sua reconstituição (falta
que gera multa de R$ 716 a R$ 3.480);
• Registro de segurança, ou livro de ocorrências (falta que gera multa de R$ 1.431 a R$
6.682);
• Relatórios de inspeção (falta que gera multa de R$ 4 mil a R$ 20 mil).
Nossa sede é em Belo Horizonte e atuamos em todo estado de Minas Gerais

Resumo da NR 13 foi feito para as pessoas que buscam facilidade de encontrar as


informações mais relevantes na norma NR 13. Sabemos que a norma e bem extensa e
algumas informações são difíceis de encontrar.

Você quer ter facilidade para consultar rapidamente a norma? Veja os principais
tópicos desse post e aproveite ao máximo:
Resumo da NR 13- Principais
Subtítulos do post
O que é Norma Regulamentadora NR13?
O que são vasos de pressão?
Quais os tipos mais comuns?
O que devo fazer se possuo algum vaso de pressão?
Quais os principais dispositivos que um vaso de pressão precisa
ter?
Quais os principais documentos que um vaso de pressão precisa
ter?
O que são as caldeiras?
Quando fazemos a inspeção em caldeiras quais documentos
serão gerados?
Classe dos Fluidos e Grupos dos vasos de pressão
A NR 13 se aplica a quais equipamentos?
A NR13 não se aplica aos seguintes equipamentos:
Prazos de Inspeção NR 13
Qual o papel do profissional de segurança na NR 13 e quem é o
profissional habilitado a ser responsável técnico por essa
inspeção?
Tubulações segundo a NR 13
Capacitação- Treinamento segundo NR 13
Requisitos Para Certificação De Serviço Próprio De Inspeção De
Equipamentos – Spie

O que é Norma Regulamentadora


NR13?
É a norma regulamentadora numero 13 do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, e
tem como objetivo condicionar a operação de vasos de pressão e caldeiras. Foi criada em
8 de junho de 1978

O que são vasos de pressão?

Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob pressão interna ou externa

Quais os tipos mais comuns?


-Reservatórios de ar comprimido (pulmão) de compressores em geral,
-Autoclaves
-Digestores
-Trocadores de calor
-Boillers em hospitais,
-Reservatórios pressurizados
-Cozedores
-Evaporadores
-Refervedores
-Reatores, dentre outros
Quais os ramos de atividades que utilizam vasos de pressão?
-Petroquímica
-Alimentícia
-Farmacêutica
-Óleos vegetais
-Açúcar e Álcool
-Etc.

O que devo fazer se possuo algum vaso


de pressão?
Primeiramente deve-se realizar a inspeção de segurança, inclusive em vasos novos, antes
de sua entrada em funcionamento. Em caso de fiscalização e seu vaso não estando
inspecionado, sua Empresa poderá ser multada, dependendo do número de funcionários
Quais os principais dispositivos que
um vaso de pressão precisa ter?

-Válvula de segurança ou outro dispositivo ajustado com pressão de abertura igual ou


inferior a PMTA;
-Dispositivo de segurança contra bloqueio inadvertido da válvula quando esta não estiver
instalada diretamente no vaso;
-Manômetro; -Termômetro

Quais os principais documentos que


um vaso de pressão precisa ter?
-Placa de identificação
-Prontuário fornecido pelo fabricante ou reconstituído
-Registro de Segurança (livro de ocorrências)
-Relatórios de Inspeção

O que são as caldeiras?

Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão
superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos
pertinentes, excetuando-se refervedores e similares

Quando fazemos a inspeção em


caldeiras quais documentos serão
gerados?
Relatório
1. a) dados constantes na placa de identificação da caldeira;
2. b) categoria da caldeira;
3. c) tipo da caldeira;
4. d) tipo de inspeção executada;
5. e) data de início e término da inspeção;
6. f) descrição das inspeções e testes executados;
7. g) resultado das inspeções e providências;
8. h) relação dos itens desta NR ou de outras exigências legais que não estão sendo
atendidas; i) conclusões;
9. j) recomendações e providências necessárias;
10. k) data prevista para a nova inspeção da caldeira;
11. l) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do
“Profissional Habilitado”, citado no subitem 13.1.2 e nome legível e assinatura de
técnicos que participaram da inspeção.
Anotação no Livro de Registro de Segurança
-Data da inspeção
-Número do relatório
-Nome do inspetor
-Responsável técnico pela inspeção
-Supervisor/encarregado da caldeira

Classe dos Fluidos e Grupos dos vasos


de pressão

Classe A: fluidos inflamáveis; fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a


200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior
a 20 (vinte) partes por milhão (ppm); hidrogênio; acetileno.
Classe B: fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus
Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 (vinte) partes por milhão
(ppm).
Classe C: vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.
Classe D: outro fluido não enquadrado acima
Os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco em função do
produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em MPa e V o seu volume em m3,
conforme segue: Grupo 1 – P.V ≥ 100 Grupo 2 – P.V < 100 e P.V ≥ 30 Grupo 3 – P.V < 30 e
P.V ≥ 2,5 Grupo 4 – P.V < 2,5 e P.V ≥ 1 Grupo 5 – P.V < 1
A NR 13 se aplica a quais
equipamentos?

1. Todos os equipamentos enquadrados como caldeiras, a saber;


Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão
superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos
pertinentes, excetuando-se refervedores e similares.

1. b) vasos de pressão cujo produto P.V seja superior a 8 (oito), onde P é a pressão
máxima de operação em kPa e V o seu volume interno em m3;
2. c) vasos de pressão que contenham fluido da classe A, independente das dimensões e
do produto P.V;
A saber Classe A: fluidos inflamáveis; fluidos combustíveis com temperatura superior ou
igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou
inferior a 20 (vinte) partes por milhão (ppm); hidrogênio; acetileno
1. d) recipientes móveis com P.V superior a 8 (oito) ou com fluido da classe A;
2. e) tubulações ou sistemas de tubulação interligados a caldeiras ou vasos de pressão,
que contenham fluidos de classe A ou B :
Classe A descrita acima, classe B
Classe B: fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus
Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 (vinte) partes por milhão
(ppm).

A NR13 não se aplica aos seguintes


equipamentos:
a)cilindros transportáveis, vasos destinados ao transporte de produtos, reservatórios
portáteis de fluido comprimido e extintores de incêndio
1. b) os destinados à ocupação humana;
2. c) câmara de combustão ou vasos que façam parte integrante de máquinas rotativas
ou alternativas, tais como bombas, compressores, turbinas, geradores, motores,
cilindros pneumáticos e hidráulicos e que não possam ser caracterizados como
equipamentos independentes.

Prazos de Inspeção NR 13
A inspeção de segurança periódica, constituída por exames externo e interno, deve
obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos a seguir:
Qual o papel do profissional de
segurança na NR 13 e quem é o
profissional habilitado a ser
responsável técnico por essa inspeção?
O Engenheiro mecânico é o profissional habilitado, sendo responsável por identificar os
vasos, classificá-los confrontando a forma como estão inseridos no processo com a norma,
verificar se estão protegidos contra sobrepressão indesejada, se seguem o código ASME
Seção VIII, divisão 1, calcular a PMTA, PMTP, juntar tudo num prontuário, garantir o
correto cadastramento no sistema de manutenção, definir o intervalo de inspeções e
treinar operadores, inspetores e supervisão são tarefas que podem ser desenvolvidas pela
empresa de engenharia especializada no assunto
Mais importante que:
-adequar à documentação,
-corrigir os desvios de projetos,
-respeitar prazos de inspeção,
-exigir projeto adequado de novos vasos e caldeiras,
É manter a operação e a manutenção treinada, pois estes têm papel fundamental na
prevenção de acidentes de toda natureza.

Tubulações segundo a NR 13

As empresas que possuem tubulações e sistemas de tubulações enquadradas nesta NR


devem possuir um programa e um plano de inspeção que considere, no mínimo, as
variáveis, condições e premissas descritas abaixo: (Vide prazo na Portaria MTE n.º 594, de
28 de abril de 2014)
1. a) os fluidos transportados;
2. b) a pressão de trabalho;
3. c) a temperatura de trabalho;
4. d) os mecanismos de danos previsíveis;
5. e) as consequências para os trabalhadores, instalações e meio ambiente trazidas por
possíveis falhas das tubulações.
As tubulações ou sistemas de tubulação devem possuir dispositivos de segurança
conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às
recomendações de estudo de análises de cenários de falhas.
As tubulações ou sistemas de tubulação devem possuir indicador de pressão de operação,
conforme definido no projeto de processo e instrumentação.
Todo estabelecimento que possua tubulações, sistemas de tubulação ou linhas deve ter a
seguinte documentação devidamente atualizada:
1. a) especificações aplicáveis às tubulações ou sistemas, necessárias ao planejamento e
execução da sua inspeção; (Vide prazo na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de
2014)
2. b) fluxograma de engenharia com a identificação da linha e seus acessórios;
3. c) PAR em conformidade com os itens 13.3.6 e 13.3.7;
4. d) relatórios de inspeção
Os documentos quando inexistentes ou extraviados, devem ser reconstituídos pelo
empregador, sob a responsabilidade técnica de um PH.
A documentação referida no deve estar sempre à disposição para fiscalização pela
autoridade competente do Órgão Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, e para
consulta pelos operadores, pessoal de manutenção, de inspeção e das representações dos
trabalhadores e do empregador na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA,
devendo, ainda, o empregador assegurar o acesso a essa documentação à representação
sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento, quando formalmente
solicitado.

Segurança na operação de tubulações

Os dispositivos de indicação de pressão da tubulação devem ser mantidos em boas


condições operacionais.
As tubulações de vapor e seus acessórios devem ser mantidos em boas condições
operacionais, de acordo com um plano de manutenção elaborado pelo estabelecimento.
As tubulações e sistemas de tubulação devem ser identificáveis segundo padronização
formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a NR-26. (Vide prazo
na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
Inspeção periódica de tubulações
Deve ser realizada inspeção de segurança inicial nas tubulações. (Vide condições na
Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
As tubulações devem ser submetidas à inspeção de segurança periódica. (Vide prazo na
Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
Os intervalos de inspeção das tubulações devem atender aos prazos máximos da inspeção
interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas interligadas, podendo ser ampliados pelo
programa de inspeção elaborado por PH, fundamentado tecnicamente com base em
mecanismo de danos e na criticidade do sistema, contendo os intervalos entre estas
inspeções e os exames que as compõem, desde que essa ampliação não ultrapasse o
intervalo máximo de 100% (cem por cento) sobre o prazo da inspeção interna, limitada a
10 (dez) anos.
Os intervalos de inspeção periódica da tubulação não podem exceder os prazos
estabelecidos em seu programa de inspeção, consideradas as tolerâncias permitidas para
as empresas com SPIE.
O programa de inspeção pode ser elaborado por tubulação, linha ou por sistema, a critério
de PH, e, no caso de programação por sistema, o intervalo a ser adotado deve ser
correspondente ao da sua linha mais crítica.
As inspeções periódicas das tubulações devem ser constituídas de exames e análises
definidas por PH, que permitam uma avaliação da sua integridade estrutural de acordo
com normas e códigos aplicáveis.
No caso de risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores envolvidos na execução
da inspeção, a linha deve ser retirada de operação.
Deve ser realizada inspeção extraordinária nas seguintes situações:
1. a) sempre que a tubulação for danificada por acidente ou outra ocorrência que
comprometa a segurança dos trabalhadores;
2. b) quando a tubulação for submetida a reparo provisório ou alterações significativas,
capazes de alterar sua capacidade de contenção de fluído;
3. c) antes da tubulação ser recolocada em funcionamento, quando permanecer inativa
por mais de 24 (vinte e quatro) meses. 13.6.3.8 A inspeção periódica de tubulações
deve ser executada sob a responsabilidade técnica de PH.
Após a inspeção de cada tubulação, sistema de tubulação ou linha, deve ser emitido um
relatório de inspeção, com páginas numeradas, que passa a fazer parte da sua
documentação, e deve conter no mínimo:
1. a) identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;
2. b) fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de operação;
3. c) data de início e término da inspeção;
4. d) tipo de inspeção executada;
5. e) descrição dos exames executados;
6. f) resultado das inspeções;
7. g) parecer conclusivo quanto à integridade da tubulação, do sistema de tubulação ou
da linha até a próxima inspeção;
8. h) recomendações e providências necessárias;
9. i) data prevista para a próxima inspeção;
10. j) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH e
nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.
O prazo para emissão desse relatório é de até 30 (trinta) dias para linhas individuais e de
até 90 (noventa) dias para sistemas de tubulação.
As recomendações decorrentes da inspeção devem ser implementadas pelo empregador,
com a determinação de prazos e responsáveis pela sua execução.

Capacitação- Treinamento segundo NR


13
Esta NR é válida apenas para aquele que possuir certificado de Treinamento de Segurança
na Operação de Caldeiras e comprovação de estágio prático supervisionado em sua
determinada categoria de caldeira, ou possuir certificado de Treinamento de Segurança
na Operação de Caldeiras. Já e Vasos de Pressão, apenas profissionais com Treinamento
de Segurança na Operação de Unidades de Processos. Assim como o profissional deve
possuir experiência comprovada na operação de vasos de pressão de pelo menos 2 anos.
Todo e qualquer aluno deverá possuir, no mínimo, o atestado de conclusão do ensino
fundamental.
O Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras e Vasos de Pressão deverá ser
supervisionado tecnicamente por um PH, ser ministrado apenas por profissionais
capacitados e obedecer ao Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação
de Caldeiras.
Toda e qualquer vez que houver modificações significativas na operação dos
equipamentos, ou troca de métodos, por exemplo, deve ser realizada uma capacitação
para reciclagem dos trabalhadores envolvidos com a operação.

Requisitos Para Certificação De


Serviço Próprio De Inspeção De
Equipamentos – Spie

Deve-se haver uma equipe ou, pelo menos 1 PH com formação, qualificação e
treinamento compatíveis com a atividade proposta de preservação da segurança, própria
da empresa onde estão instalados caldeiras ou vasos de pressão, que possuam dedicação
exclusiva aos equipamentos, a fim de manter as atividades de inspeção, avaliação de
integridade e vida residual.
Contratar mão de obra para ensaios não destrutivos com certificação segundo
regulamento vigente e, para outros serviços de caráter eventual, selecionada e avaliada
segundo critérios semelhantes ao utilizado para a mão de obra própria. Além de somente
um profissional qualificado formalmente para essa função deverá realizar o serviço de
inspeção de equipamentos propostos e a aquisição de toda aparelhagem necessária.
Haver sempre uma manutenção dos arquivos técnicos para que se mantenham
atualizados, assim como mecanismos para distribuição de informações quando
requeridas, assim como procedimento escrito para as principais atividades executadas,
mantendo sempre um cumprimento mínimo da prorrogação de inspeção
Um pouco sobre a NR-13 e Vasos de Pressão
A NR-13 é uma norma regulamentadora que diz quais são as exigências mínimas para o
controle da integridade da estrutura das caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas
tubulações de interligação. Essas exigências referem-se a inspeção, instalação,
manutenção e operação dos equipamentos com o objetivo de garantir a segurança e a
saúde dos operadores.

Pela NR-13, os vasos de pressão são equipamentos que recebem em seu interior fluidos
e que podem sofrer a ação de pressão interna ou pressão externa. Essas pressões são
diferentes da pressão atmosférica.

O não cumprimento das exigências constantes na NR-13 e que possa prejudicar o


trabalhador, é considerada condição de risco grave e iminente. Abaixo os itens que
merecem uma atenção especial:

• Utilização de equipamentos que não contenham aparelhos de segurança calibrados


com a pressão de abertura igual ou inferior a pressão máxima de trabalho admissível
(PMTA). Esses dispositivos de segurança devem ser instalados nos equipamentos ou
sistemas levando em conta as exigências do código de projeto que dizem respeito a
aberturas escalonadas e tolerâncias de ajuste;
• Vencimento no prazo da inspeção periódica dos vasos de pressão;
• Bloqueio intencional ou não dos dispositivos de segurança sem a explicação técnica
fundamentada em códigos, procedimentos ou normas de utilização do equipamento;
• Utilização de equipamento com a vida útil vencida atestada por meio de
recomendação de sua retirada de operação. Esta recomendação ocorre através de
um parecer feito no relatório de inspeção;
• Operação do vaso de pressão por profissional não qualificado ou que não esteja
sendo supervisionado por operador qualificado.

A NR-13 diz que os vasos de pressão tem que possuir os itens a seguir:

• Válvula de segurança calibrada com pressão de abertura igual ou inferior à pressão


máxima de trabalho admissível, instalada diretamente no vaso. A NR-13 enfatiza que
os dispositivos de controle e segurança dos vasos de pressão tem que passar por
manutenção preventiva ou preditiva.
• Equipamentos que não permitam o fechamento inadvertido do dispositivo de
segurança quando o mesmo não estiver instalado diretamente no vaso;
• Manômetro que mostre a pressão de operação.

De acordo com a NR-13 os vasos de pressão devem vir acompanhados, em local de fácil
visualização, de uma placa de identificação que não pode ser apagada e que contenha as
informações a seguir:
• Nome da empresa;
• Numeração
• Ano em que o vaso foi fabricado;
• PMTA;
• Pressão em que foi realizado o teste hidrostático para a fabricação;
• A categoria do vaso;
• Norma utilizada para fabricação e o ano de sua edição.

Segundo a NR-13 os vasos de pressão devem vir acompanhados do prontuário contendo


a norma utilizada para fabricação e o ano de sua edição, características dos materiais
empregados, pressão máxima de trabalho admissível, desenho dimensional, pressão
máxima, pressão máxima de operação, teste hidrostático, ano em que foi fabricado e a
categoria do vaso. O prontuário deve estar em local de fácil acesso para eventuais
consultas.

A NR-13 diz, a respeito da instalação do vaso de pressão, que o mesmo deve ser
colocado de uma forma que os seus acessórios (drenos, respiros, bocas de visita e
indicadores) fiquem com fácil acesso para fácil visualização e manutenção.

As válvulas de segurança dos vasos de pressão, de acordo com a NR-13, devem ser
desmontadas, inspecionadas e calibradas seguindo o prazo indicado para a sua
manutenção. No entanto, este prazo não deve ser maior do que o prazo previsto para a
inspeção de segurança periódica dos vasos que são por elas protegidos.

Logo após a inspeção, o Registro de Segurança do vaso deve ser preenchido com a sua
condição de operação e, no prazo de até 60 dias, deve ser confeccionado o relatório que
começa a fazer parte dos documentos do mesmo. Esse prazo poderá ser ampliado para
90 dias no caso de uma parada geral para serviços de manutenção.

O relatório de inspeção tem que conter as seguintes informações:

• A numeração do vaso de pressão;


• A categoria do vaso;
• A data que começou e terminou a inspeção;
• Qual foi o tipo de inspeção realizada;
• Quais exames e testes foram feitos;
• Qual o resultado dos exames, testes e intervenções realizados;
• Parecer descrevendo qual a condição do vaso até a próxima inspeção;
• Quais as providencias e recomendações a serem realizadas;
• Data para a realização da próxima inspeção.
Pela NR-13 toda vez que os resultados das inspeções mostrarem mudanças nas
condições de projeto, a plaqueta de identificação e a documentação do prontuário tem
que ser atualizados.

Segundo a NR-13 as recomendações indicadas na inspeção tem que ser feitas dentro de
um prazo estabelecido e por profissionais adequados para execução desse serviço.