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FACULDADE ANHANGUERA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

INSTITUIÇÃO FACULDADE ANHAGUERA DE PASSO FUNDO

Aluno: Paulo Roberto Chaise


Curso: Engenharia Mecânica
Matrícula: 9515357789

Passo fundo
2017
Paulo Roberto Chaise
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

EMPRESA KUHN DO BRASIL

Relatório de estágio curricular apresentado à Faculdade Anhanguera


como requisito parcial do curso de Engenharia mecânica.

Coordenador de curso: Darlan José Hermes

Passo Fundo
2017
FACULDADE ANHANGUERA

Relatório de Estágio Curricular Obrigatório em Engenharia Mecânica

Dados do Estagiário
Nome: Paulo Roberto Chaise
Registro Acadêmico: 9515357789
Curso e Período: Engenharia Mecânica 7° Semestre

Dados do Local de Estágio


Empresa: Kuhn do Brasil
Supervisor: Vinícius André Inácio
N° de Registro: CREA 110350

Período de Estágio

Início: 25/09/2017 Término: 14/11/2017


Jornada de trabalho: 16 horas semanais
Total de horas: 140 horas

Passo Fundo, 2017


SUMÁRIO

SUMÁRIO...........................................................................................................................04
1 INTRODUÇÃO................................................................................................................05
2 AMBIENTE DE ESTÁGIO EMPRESA KUHN DO BRASIL....................................06
2.1 História da empresa.........................................................................................................06
2.2 produtos fabricados.........................................................................................................06
2.3 Missão e visão do grupo..................................................................................................06
2.4 Valores.............................................................................................................................07
2.5 Fornecedores....................................................................................................................07
2.6 Visão global do trabalho realizado...................................................................................07
3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS................................................................................07
3.1 Discussões........................................................................................................................09
3.1.1 Passo 1: Gestão do estoque........................................................................................10
3.1.2 Passo 2: Confecção de um dispositivo para armazenagem de tambores...................10
3.1.3 Passo 3: Confecção de um carro transporte para os lubrificantes..............................11
3.1.4 Passo 4: Identificação dos produtos...........................................................................11
3.1.5 Passo 5: Treinamento.................................................................................................12
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS...........................................................................................12
REFERÊNCIAS .................................................................................................................13
APÊNDICES........................................................................................................................14
1 INTRODUÇÃO

Os lubrificantes em sua essência são continuamente usados nos variados setores da


indústria. Este fluído é responsável por dizimar o atrito e a degradação de componentes em
movimento, da mesma forma contribui na refrigeração, transmite torque e protege contra
agentes externos, sendo de extrema importância que sejam seguidas as recomendações do
fabricante, a fim de conservar a qualidade e propriedade do produto, as quais estão diretamente
relacionadas ao acondicionamento e manuseio do lubrificante, visto que em razão disso o
produto pode reduzir seus atributos vindo a não demonstrar um bom princípio ativo, pois as
suas propriedades físico-químicas podem apresentar modificações aliadas as condições de
depósito. Baseado nas diversas atribuições e especificidades dos lubrificantes, este relatório
apresenta soluções de melhorias para uma sala de lubrificação, com ênfase às formas de
armazenamento, manuseio e aos requisitos obrigatórios exigidos pela norma regulamentadora.
Com isso planeja-se criar uma metodologia de controle eficaz e útil para o lubrificador.
2 AMBIENTE DE ESTÁGIO EMPRESA Kuhn do Brasil

A Kuhn do brasil é uma empresa multinacional fabricante de máquinas agrícolas e


implementos para fenação e pecuária. Situada na cidade de Passo fundo conta com de mais de
40000 m² de área construída, um grande centro de produção inovação e tecnologia voltado
para agricultura de precisão. A empresa faz parte de um grupo com mais de 180 anos de
experiência no ramo que atua e é conceituado líder na fabricação de máquinas agrícolas no
mundo inteiro.

2.1 História da empresa

Desde 1828 com o início da marca KUHN em Paris na pequena Estrasburgo sob a forma
de uma modesta forjaria construtora de balanças e aparelhos e logo mais em Saverne com o
primeiro equipamento agrícola, o grupo vem ganhando espaço criando sedes e construindo
fábricas e centros de distribuição ao longo do globo terrestre. Atualmente emprega mais de
4.400 funcionários, em suas 13 fábricas é titular de aproximadamente 2000 patentes que
geraram movimentação de 853 milhões de euros em 2015.

2.2 Produtos fabricados

O sucesso do grupo kuhn provém da industrialização e comercialização de uma gama


de produtos que atendem as demandas de diferentes tipos de produtores visto que engloba áreas
de plantio, fertilização, pulverização, trituração fenação, alimentação animal e distribuição de
esterco. Disponibiliza serviços e assistência técnica aliada a uma tecnologia capaz de atender
as necessidades dos produtores mais exigentes do mercado.

2.3 Missão e visão do grupo

A missão da marca KUHN é crescer de maneira rentável fabricando e comercializando


produtos e serviços de alto desempenho destinados a agricultura mundial. Todas essas ações
têm objetivo fornecer qualidade que permita ao cliente otimizar o seu retorno sobre o
investimento. A alavanca deste trabalho faz com que todo o grupo tenha o compromisso de agir
corretamente demonstrando competências inovação e criatividade sem prejudicar a preservação
do meio ambiente.

2.4 Valores

Os valores que expressam este grande líder se fundamentam na satisfação e fidelização


de seus clientes implica todos os seus colaboradores a partilhar suas experiências associando
seus parceiros e fornecedores de maneira a praticar princípios de honestidade e seriedade
desenvolvendo uma relação duradoura e equilibrada.

2.5 Fornecedores

Para se manter na liderança a KUHN conta com uma política criteriosa e exigente a seus
fornecedores que são classificados mediante a um rigoroso controle de qualidade. Este
procedimento gerencia planos de auditorias reposições de peças certificações de
sustentabilidade e normas convictas com a estrutura e amostras analisadas, acerca da
capacidade e pontualidade de entrega. Um exemplo de fornecedor que atende estes requisitos é
a agromac fertisystem líder em dosagem de precisão para fertilizantes.

2.6 Visão global do trabalho realizado

O desafio de modificar o padrão antigo de acondicionamento e transporte de


lubrificantes da empresa associado ao trabalho de organização e modificação de layout,
demonstrou que as mudanças necessárias trouxeram não só um método de lubrificação
simplificado como também melhorou o aproveitamento dos espaços da sala onde utilizando
ferramentas de sistematização e seguindo critérios baseados nas normas técnicas pertinentes a
esse tipo de trabalho conseguiu-se atingir resultados positivos.

3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

 Lubrificantes de máquinas operatrizes: A função básica da lubrificação é a redução


do atrito entre superfícies em contato que estejam em movimento relativo. Mais de 60% das
falhas mecânicas estão diretamente ligadas a prática de lubrificação pobres ou impróprias
(BANNISTER,1996). A partir deste conceito percebe-se a importância de uma gestão eficiente
de lubrificação industrial, como sendo a ferramenta precisa para alavancar o desempenho do
maquinário e reduzir custo com otimização da vida útil dos conjuntos mecânicos. Além dos
tópicos elencados, a educação continuada dos colaboradores é um fator de extrema relevância
para atingir resultados precisos.
A lubrificação é um fator decisivo no poder de competividade sendo uma fonte de ganhos,
proporcionando melhorias na performance dos equipamentos e, principalmente, na redução nos
custos de manutenção (CANAL-JORNAL BIO ENERGIA).
As principais funções dos lubrificantes, nas suas diversas aplicações, são as seguintes
(extraído da apostila Mecânica-lubrificação Senai): Controle do atrito: transformando o atrito
sólido em atrito fluido, evitando assim a perda de energia, controle do desgaste: reduzindo ao
mínimo o contato entre as superfícies, origem do desgaste, controle da temperatura: absorvendo
o calor gerado pelo contato das superfícies (motores, operações de corte etc.),controle da
corrosão: evitando que ação de ácidos destrua os metais, Transmissão de força: funcionando
como meio hidráulico, transmitindo força com um mínimo de perda (sistemas hidráulicos, por
exemplo),Amortecimento de choques: transferindo energia mecânica para energia fluida (como
nos amortecedores dos automóveis) e amortecendo o choque dos dentes de engrenagens,
remoção de contaminastes: evitando a formação de borras, lacas e vernizes.

 Armazenamento dos lubrificantes: O armazenamento dos lubrificantes deve ser em


local bem ventilado, livre de fontes de calor, com contenção e piso rebaixado a fim de evitar
vazamentos acidentais, e permita a movimentação de tambores e a estocagem de todo o material
necessário para a lubrificação. O site da SKF elucida que as condições nas quais os lubrificantes
são armazenados podem ter efeitos adversos sobre o seu desempenho. De acordo com o site,
conservar os lubrificantes em suas embalagens originais até o momento de uso minimiza a
contaminação proveniente do meio ambiente, a contaminação de outros lubrificantes e assegura
uma boa qualidade de produto.

 Contaminação proveniente do meio ambiente: Devido a variação de temperatura os


tambores podem permitir a entrada de água, pois dilatam-se durante o dia e contraem-se a noite,
essa condição expulsa o ar interior liberando a passagem de umidade. A água é muitas vezes
negligenciada, porém incide frequentemente como causa primária de avarias catastróficas de
equipamentos industriais e móveis (LOBO, 2016).

 Contaminação de outros lubrificantes: Sérios problemas podem ocorrer se


casualmente houver mistura de óleos de diferentes propriedades e características. Um dos
fatores a se considerar é o desgaste prematuro motivado pela diminuição da viscosidade e a
reação do aditivo que revoga a película antigotejante gerando aquecimento.

 Distribuição e manuseio dos lubrificantes: É importante que o controle e a


distribuição dos lubrificantes atendam os critérios das normas regulamentadoras e que constem
em cronograma de circulação, históricos de consumo. Estes procedimentos impedem que se
estoque produtos por muito tempo. De acordo com Marques (2017), “quando o estoque não é
bem gerenciado, você pode acabar com um excesso de itens, o que gera uma série de
problemas”.
O manuseio e manipulação dos óleos lubrificantes acondicionados em tambores devem
seguir etapas que facilitem o trabalho. Os tambores podem ficar em posição horizontal e
apresentar um registro no bocal inferior que permita a extração do lubrificante. Todavia, se
conservar o tambor na posição vertical é preciso o auxílio de uma bomba para cada tipo de
produto, visto que se utilizada em outros produtos pode ocasionar contaminação, pois a limpeza
completa da bomba é de fato impossível.

 Movimentação e identificação de lubrificantes: De acordo com a cartilha da CEPSA


PORTUGUESA PETRÓLEO S.A (pág. 5), embalagens pequenas de óleo podem ser
transportadas a mão ou empilhadas em pallets, porém para tambores é necessário utilizar um
carrinho específico para a movimentação de cargas, deste modo o peso se concentra nas rodas
facilitando o transporte. Esta prática evita má postura e lesões por esforço repetitivo ao longo
do tempo.
Identificar os lubrificantes envasilhados para distribuição ou estocados na sala de
lubrificação é um critério da norma regulamentadora DIN 51502. Estas definições seguem
padrões relacionados com o nome, cor, letra, número, símbolo e o código do produto. É
essencial que os recipientes identificados não sejam utilizados para outros fins e nem possuam
impurezas ou restos de outro tipo de lubrificante.

3.1 Discussões

Ao analisar os problemas na sala de lubrificação da empresa, constatou-se a importância


de desenvolver um projeto de melhoria de layout, acondicionamento e transporte dos produtos.
Foram instituídos passos para criação de dispositivos e acessórios úteis para o trabalho:
Passo 1: gestão do estoque;
Passo 2: confecção de dispositivo para armazenagem de tambores;
Passo 3: confecção de carro transportador de lubrificantes;
Passo 4: Identificação dos produtos;
Passo 5: Treinamento;

3.1.1 Passo 1: Gestão do estoque

Com o propósito de reorganizar a sala de lubrificação foi necessário separar materiais


e lubrificantes usados a fim de descartar produtos com prazos de validade vencidos e reagrupar
os lubrificantes seguindo o método de valorização de estoque (PEPS), ou seja, o primeiro
produto estocado será o primeiro a ser consumido por este motivo foi criado um cronograma
de circulação para os óleos lubrificantes mais usados (apêndice I). Este documento trará
registros relacionados as quantidades em estoque, o dia de recebimento, o número e lote a ser
utilizado evitando a armazenagem do produto por longos períodos.

3.1.2 Passo 2: Confecção de um dispositivo para armazenagem de tambores

As melhorias realizadas na sala de lubrificação foram surgindo de acordo com a


reestrutura e modelagem dos espaços. Para organizar os lubrificantes contidos em tambores e
utilizados no dia a dia criou-se um dispositivo prático e capaz de acomodar seis tambores de
200 litros cada, com um ângulo de inclinação de 45° ajustado com o propósito de retirar
totalmente o fluído do interior dos tambores por gravidade.

Figura 1 – dispositivo para armazenagem de tambores FONTE: CHAISE 2017


3.1.3 Passo 3: Confecção de um carro transporte para os lubrificantes

A distância que separa a fábrica da sala dos lubrificantes é aproximadamente 480


metros. Considerando essa distância e a necessidade de suprir a demanda de lubrificação, foi
confeccionado um carro transportador de lubrificantes (figura 2) o qual viabilizou o
atendimento as máquinas pois o projeto desenvolveu-se através da análise técnica do processo.
Este carro tem a capacidade de transportar todos os tipos de lubrificantes de uso diário e
igualmente os instrumentos e materiais indispensáveis para o trabalho. Anteriormente o
transporte era feito em carrinhos de uso geral que não atendiam a demanda visto que
acondicionavam poucos recipientes por conter seu espaço restrito.

Figura 2 – Carro transportador de lubrificantes FONTE: CHAISE 2017.

3.1.4 Passo 4 - Identificação dos produtos

Seguindo os modelos descritos na norma regulamentadora DIN 51502 todos os


recipientes e tanques de retirada de óleos foram identificados. (fig. 3)

Figura 3 – Recipiente identificado conforme a norma DIN 51502. FONTE: CHAISE 2017
Identificação uniforme e unívoca de lubrificantes industriais baseada nas respetivas
normas de ensaio para evitar danos causados pela troca inadvertida de lubrificantes (DIN
51502).
Seguindo os critérios descritos na NORMA DIN 51502 foi confeccionada uma placa de
identificação de lubrificantes aprimorada pelo cronograma de circulação, a qual contém uma
legenda do código do lubrificante, a cor denominada e a aplicação (apêndice II). Desta forma é
possível evitar a contaminação acidental bem como solucionar dúvidas sobre recomendações
técnicas.

3.1.5 Passo 5 - Treinamento

Consolidando o trabalho do estágio com toda a reestrutura de mudança e processo em


relação a sala de lubrificantes, desenvolveu-se o treinamento dos funcionários envolvidos na
lubrificação. Durante o exercício, foram apresentados os novos dispositivos e ferramentas. Deu-
se ênfase a importância da otimização do tempo explanando as vantagens da criação de cada
projeto e qual sua relevância para o sistema fabril. Assim instituiu-se novas formas de
lubrificação, armazenagem e manuseio de lubrificantes.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dos desafios surgidos durante o estágio e as opiniões explanadas pelos


profissionais envolvidos pôde-se observar as dificuldades em realizar a lubrificação diária das
máquinas e equipamentos. Devido a esta situação foram criadas novas metodologias e
ferramentas para a correta utilização dos lubrificantes. O dispositivo de armazenagem foi
planejado com o propósito de modificar o acondicionamento dos tambores de 200 litros de óleo,
além disso otimizou o espaço e o layout da sala, o carro transportador de lubrificantes, melhorou
as formas de deslocamento e atendeu a demanda contribuindo para a melhoria e qualidade dos
serviços. Em suma a placa de identificação e o cronograma de circulação nortearam as
mudanças de estoque e históricos de registros apresentando seus resultados fundamentados em
dados de recebimento. Por fim um pequeno treinamento contribuiu para orientar e instruir os
envolvidos no processo quanto a importância de utilizar estas metodologias
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

________________________________ lubrificação de máquinas deve ser bem planejada


Disponível em < http://www.canalbioenergia.com.br/lubrificacao-de-maquinas-deve-ser-bem-
planejada/>. Acesso em: 04 de novembro de 2017.
____________________________________ Cartilha Cepsa Armazenagem de lubrificantes
Disponível em <http://www.cosimpor.pt/downloads/file23_pt.pdf> Acesso em 15 de novembro
2017.

___________________________________Glossário OKS DIN 51502 Disponível em <


https://www.oks-germany.com/pt/tribologia/normas-/-metodos-de-
ensaio/definicoes/?PHPSESSID=6b00c168ce573911f0d1ac5f06f4793e&displaymode=print&
url=pt/tribolo > Acesso em 15 de novembro 2017.
________________________________Apostilas/Mecânica-Lubrificação Disponível em
http://www.abraman.org.br/docs/apostilas/Mecanica
Lubrificacao.pdf?viewType=Print&viewClass=Print.. Acesso em: 04 de novembro de 2017.
________________________________Armazenamento de lubrificantes Disponível em
<http://www.skf.com/br/products/bearings-units-housings/super-precision-
bearings/principles/lubrication/lubricant-storage/index.html >. Acesso em: 04 de novembro
2017.
BANNISTER, Kenneth. Lubrication for Industry, 1 st Edition, New York , Published by
Hardcover Industrial Press Incorporation, USA, 1996.
BRANCO FILHO, G. Dicionário de termos de manutenção, confiabilidade e qualidade.
Rio de Janeiro: ABRAMAN, 1996.
DE PAULI, Evandro Armini; ULIANA, Fernando Saulo. Apostila Senai Lubrificação-
Mecânica Senai -ES 1997.
LOBO, Marcos Tadeu G. Efeitos da contaminação dos óleos lubrificantes por água.
Revista Lubes em Foco. Ano VI nº 59: fevereiro/março – 2016.
MARQUES, Marcus. Gestão de Estoque – FIFO ou PEPS. MM Marcus Marques Blog.
Maio de 2017;
.
APÊNDICES

APÊNDICE I: Cronograma de circulação dos lubrificantes mais utilizados


NORMA DIN 51502 Quantidades em Dia de entrada e Lote em uso
estoque lote
ROCOL HO 10 O
HLP VG 32

CLP VG 68
CUTLUBE 25
CGLP VG 68
CGLP VG 32
ROCOL 370

APÊNDICE II: Placa de identificação dos lubrificantes


NORMA DIN 51502 APLICAÇÃO
ROCOL HO 10 O Lubrifil – Geral
HLP VG 32 Reservatório hidráulico - Geral e Mazak
CLP VG 68 Caixas de engrenagens – Tornos Mecânicos e Furadeiras
CUTLUBE 25 Refrigeração do disco – Serra Eversing
CGLP VG 68 Barramentos – Tornos Romi
CGLP VG 32 Sistema centralizado de lubrificação – Discovery 760
ROCOL 370 Aditivo de refrigeração – Geral
Rocol HO
10
APÊNDICE III: Etiqueta de identificação de óleo
Lubrifil
HO 10

HLP VG 32 CLP VG 68
Caixa
Reservatório Hidráulico engrenagem
EP 68

AW 32 CUT LUBE
Disco serra
CUT LUBE
25

Símbolo: HLP VG 32
Aplicação: Reservatórios hidráulicos CGLP VG 68
Descrição: AW 32 Barramentos
VG 68

CGLP VG 32
Sistema
centralizado
VG 32

ROCOL
ULTRACUT
370
Refrigeração
ROCOL 370