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O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 1


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Esta História começa antes da destruição causada pelo Dilúvio. Quando ainda existia outra civilização
na Terra sob o lugar que hoje, convertido em lenda, chamamos de Atlântida. Tinham um sabedoria que
era produto da evolução da consciencia do homem por milhares de anos.  Eram verdades aprendidas
sobre o funcionameto do Universo, no processo que chamamos Vida.

O estudo das constelações lhes revelou que a humanidade era uma união vivente entre o céu e a terra. E
que as estrelas e os sóis a influenciaram formando estações, ciclos e ritmos. Sabios Sacerdotes da Escola
de conhecimento de Naacal, na Atlântida , descobriram que o planeta estava nos momentos finais de
um destes ciclos. Avisaram, sem que lhes desse ouvidos, de uma catástrofe eminente, que destruiram as
estruturas que organizaram a vida do homem. Sem o apoio da maioria da população contruiram alguns barcos fechados por todos os
lados e os protegeram com campos eletromagnéticos de forças que podiam penetrar e dissolver a matéria.

Comandados pelo sumo sacerdote Chiquitet Arelich Vomalites, subiram a bordo com suas familias, alguns intrumentos, animais
domésticos e afastaram-se de Atlântida. O Planeta extremeceu, os céus derreteram e as águas arrasaram os continentes, apagando quase
todos os rastros de sua civilização.

Balbek e Jerusalém

 
Como evidencia, próximo ao Egito, foram encontrados gigantescos monumentos de pedra chamados Megálitos, que por seu tamanho,
peso e dificil montagem revelam uma tecnologia desaparecida, certamente da civilização Atlante. A primeira evidencia esta em Balbek,
Líbano. La se encontram os três maiores e mais pesados monumentos de pedra do mundo, chamados monolitos. Cada um pesa 1200
toneladas, mede 25 metros de comprimento, 8 de largura e 5 de altura. O maior peso que podemos, hoje, levantar com um guindaste é o
onibus espacial Discovery, que pesa somente 150 toneladas, 1/10 do peso dos monolitos. Não existe hoje tecnologia para levanta-los e
muito menos para posiciona-los com tamanha precisão. O lugar onde foram talhados fica a 3 Km, onde se encontra uma pedra do
mesmo tamanho que nunca foi utilizada, pelos construtores originais. Em virturde do seu tamanho a misteriosa plataforma tornou-se
um lugar sagrado para as culturas,que depois do diluvio, se ascentaram na região. Asírios, Persas, Gregos e por último os romanos,
construiram os seus principais templos sobre a plataforma.

 
 

A segunda evidência encontra-se em Jerusalém. A cidade é sagrada para três religiões. La existem outros desse megálitos, monumentos
gigantescos, pesando cada um mais de 800 toneladas. Por seu enorme e inexplicável tamanho, também se converteram em lugares
sagrados em volta dos quais cresceu Jerusalém. Fazem parte da enorme plataforma que sustentava o templo dos judeus e que hoje
segura a mesquita de El Aksa e a cupula da Roca. As pedras fazem parte das fundações do Muro das Lamentações. Hoje chega-se la por
um tunel que revelou as enormes pedras.

Os megálitos de Balbek e Jerusalém faziam parte de construções desaparecidas com o cataclisma universal e permaneceram em seu
lugar por serem tão imponentes. Este cataclismo destruiu a civilização atlante. Isso aconteceu por volta do ano 10900 aC. Quando o
sistema solar transitava o signo de leão e esta registrado nos livros sagrados de todas as culturas do mundo.

A Terra emerge das águas


 

Quando se recuperou o equilíbrio, os sacerdotes sobreviventes ao cataclismo desembarcaram no centro da superficie terrestre, no lugar
onde sabiam onde afluem as forças telúricas do planeta. Esperavam usar essas forças para dar impulso ao pensamento do homem,
construindo maçissas formas piramidais que ressovam, concentravam e transformavam a vibração fundamental do planeta em energia.

Seres muito avançados espiritualmente, que tinham um conceito de progresso que não estava baseado em aquisições materiais, mas em
encontrar a paz e a harmonia interior, transformando o limitado homem animal num superhomem. Esses sacerdotes, num momento
que chamaram de Zep Tepi (O Tempo Novo), viram resurgir da agua um oasis estreito e longo, uma terra fertil rodeada pelo deserto
protetor as margens de um longo rio... chamaram-no EGITO.

 
 

A terra que emerge das águas, o pais de um unico rio, o Nilo com as melhores condições para gerar uma nova civilização. Os sacerdotes
viram o cataclismo como uma oportunidade de orientar a humanidade a um destino mais alto e estruturar nesse novo ciclo uma
sociedade dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.

A esfinge demonstra os enormes ciclos de tempo que consideravam. Sua forma de leão com cabeça de homem ressalta o ciclo
compreendido entre a era de leão e a de aquário, os tempos de influencia da nova civilização. Viam a vida como um processo desenhado
por Deus, no qual o homem encarna sucessivamente para aperfeiçoar-se e ascender na hierarquia do universo. O espírito do homem
que nao entende o Criador e nem a razão do universo ou de sua própria existencia se encarna num corpo para viver experiências que
lhe permitam adquirir sabedoria e compreenção.

Vida após vida

O lugar onde reencarna e experimenta tudo em dois extremos opostos, é um universo polarizado e dual, que permite a comparação
entre as partes para compreender qual é a verdadeira. Aprende-se individualmente, o resultado de cada decisão e comportamento na
vida. O sofrimento permite entender a felicidade. E a angustia permite entender a paz. Ao longo de muitas vidas, comparando os dois
extremos, entende-se que a verdade esta no centro na neutralidade do amor. Através da reencarnação o homem compreende a vida, se
transforma num ser que respeita tudo que existe, compreende que tudo tem sua função. Aceita que todas as circusntacias, mesmo as
mais difíceis são perfeitas pois são lições para o aperfeiçoamento espiritual.

Vida após vida o homem vai subindo de nivel, tem mais informação, permanece em paz e harmonia, maneja mais energia vital, se
transforma num ser tolerante e respeitoso que alcança mais poderes. Compreende que no universo dual, em circunstancias
contraditórias, a unica coisa que nao tem polaridade é o amor. O amor é neutro como Deus. Com o Zodíaco de Denderá, ensinaram que
esse processo de aprendisagem concede a cada espírito um ciclo cósmico, 12 eras zodiacais. Um giro completo do sistema solar
recebendo a radiação de cada uma das 12 constelações.
Durante esses 25920 anos do ciclo cósmico, reencarna 700 vezes em diferentes corpos, lugares, tempos, circunstancias, condições e
personalidades. Em cada vida aprende algo diferente. Cada vez nasce influenciado de diferentes maneiras pelas forças que as estrelas
irradiam. Assim, todo o ser vivo cumpre um ciclo cósmico, recebendo energia das 12 constelações e as influencias dos céus, que marcam
ritmos e produzem estados diferentes.

Conhecendo a relação desse processo de aprendisagem, das vidas do homem na terra com o movimento do planeta e do sistema solar,
regeram os seus planos pelas estrelas. Estruturam um método para revelar informações sobre Deus, o universo e o processo de
aperfeiçoamento durante milhares de anos. Uma forma de mostrar ao homem o que é a vida e para que existe. Estabeleceram fases para
revelar informações sobre Deus ao povo, etapas que mudariam com as eras zodiacais na abóboda celeste. Epocas dedicadas a estudar
como Deus criou o universo e depois a consciencia do homem.

PARTE 2

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O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 2


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Centros Religiosos - Cada fase da revelação foi dirigida por um centro religioso construido ao longo da coluna
vertebral do Egito, o Nilo. Aturam  como os chacras, ou centros de transformação e distribuição de energia e
informação ao corpo do pais. Desenvolveram em 4  épocas 4 centros religiosos, cada um deles dedicado a explicar
e conseguir a compreenção do povo sobre uma fase do genesis. 

Cada um deles dedicado a um momento distinto do unico Deus, com nomes e formas simbolicas diferentes. O
primeiro centro religioso estabeleceu-se em Annu, chamada heliópolis pelos gregos. Ao começar a era de gemeos, no ano de 6620 aC, na
época pré dinástica do Egito.

Uma época dedicada a simetria na arte e na arquitetura. Foi dedicada a revelar informaçoes sobre as características, qualidades e
significados de um Deus absoluto, o unico Deus, a causa original o todo... que chamaram ATUM-RA, a unidade homogenia, estática, antes
de manifestar o universo.

O segundo centro estabeleceu-se em Menfis, ao começar a era de touro, em 4460 aC. Foi dedicado a revelar informações de outro
momento de Deus, quando manifesta o universo, os planetas e os homens.

Quando ativa sua vontade, sua energia divina e cria a matéria. Essa caracteristica criadora de Deus, chamada PTAH. Durante essa epoca
sente-se a influencia de Mento, o touro que representa a era de touro em todo o Egito, até no nome dos faraós.

O terceiro centro religioso foi criado em Hermópolis, dedicado a Thoth, assim chamaram o unico Deus, quando multiplica a criaçáo
sobre a terra, com a diversidade da natureza, das plantas e dos animais.

O quarto centro religioso estabeleceu-se em Tebas, com a chegada da era de áries. o ram no ano de 2300 aC. Foi dedicado a revelar
informações sobre as características, qualidades e significado de Deus, quando cria a sua imagem e semelhança a consciencia do
homem. Chamaram-no Amon-Ra. Nessa época acontece o momento culminante da civilização. Constroem-se centenas de templos onde a
imagem de carneiro predomina e os faraós incorporam Amon e ram aos seus nomes.

Iniciados

As mudanças de era ou constelação zodiacal determinaram a duração de cada fase da revelação. O povo entendeu aos poucos que existe
um só Deus, que por suas características e momentos diferentes em que cria o universo e o homem, tem nomes diferentes. Criaram uma
Escola de Mistérios para transmitir os seus conhecimentos, garantindo os sacerdotes sucessores de sua casta para continuar o processo
de revelação. Se desenvolveram ao redor dos templos e centros religiosos.

Em seu interior se dedicaram a converter os iniciados em seres respeitosos capazes de guiar seu povo e manejar as forças fundamentais
da natureza. Escolheram seus discípulos entre todos os meninos do Egito, pelo nível de consciencia e sensibilidadde que demonstravam,
dando-lhes a possibidade de dedicar-se a uma vida de sacerdocio. Deram-lhes informações sobre o processo de aperfeiçoamento, sobre
Deus e o Universo, através da reencarnação. Ensinaram-lhes ciência, arte, religião e filosofia.

Foram treinados a exercitar o seu auto-controle, aprenderam a conservar a sua energia vital, a compreender a importancia do respeito
e do livre arbítrio, acelerando o seu processo evolutivo. Foram convertidos em sucessores de sua casta, sacerdotes com o conhecimento
e o poder que este produz, com a missão de guiar o povo no caminho do aperfeiçoamento geral.

Foram encontradas estátuas de sacerdotes, uns saindo de um cubo, outros representados como escribas, seres com conhecimento.
Alguns poucos tiveram adicionado a seus nomes a palavra HOTEP, que significa sábio. Como Inhotep ou Amenhotep, filho de Raphu, em
reconhecimento a sua sabedoria. Foi dos templos onde concentraram o conhecimento, o poder, a riqueza material e espiritual, que
impulsionaram a organização da civilização egípcia.

O Olho de Horus
 

Utilizaram o Olho de Horus como símbolo dessa organização fechada de sacerdotes que dirigiram o destino do Egito por milhares de
anos nas sombras atrás do faraó. A Escola de Mistérios utilizou o Olho de Horus como seu símbolo, uma assinatura que aparece nos
templos de todo o Egito. Um símbolo que tras a mente e evoca o seu significado, sua ação principal, e transmite uma ideia de uma
maneira muito simples além das palavras. Seu significado pode se entendido milhares de anos depois de ter sido desenhado.

Os olhos são o sentido do sol, a origem da vida. Atuam percebendo a luz e a vibração da cor. Transmitem a mente a força e a intensidade
do fogo. Os olhos são os terminais nervosos que percebem a vontade de divina, a intensidade da luz, a força de Deus, que os egipcios
chamavam de PHI. A força que condença o espírito na matéria, dando lugar ao universo. O lugar de experimentação da consciencia. São
os únicos nervos na superficie do corpo e que podemos observar em seu funcionamento vital. Florescem dentro de esferas cheias de um
liquido branco cristalino.

Os olhos simbolizam a dualidade. O olho esquerdo é solar, sensivel ao negativo. O direito é lunar, sensível ao positivo e afirmativo.

Usam a sua imformação para produzir a imagem mental correta do espaço. Simbolizam a experimentação da consciência num universo
de contrastes, para encontrar a verdade em comparação com a partes opostas. Reagem a luz ativa do sol, produzindo na mente a
verdadeira luz, a energia vital luminosa. Uma luz invisível que torna possível a inteligencia e a compreenção da realidade.

Os pássaros evocam a ação de voar, a liberdade sem limitações materiais. O falcão é o passaro que vê melhor. Horus o falcão representa
o espírito quando completa a sua aprendisagem na vida mortal e limitada. Quando entende as verdades do universo, porque a verificou
em muitas vidas e se eleva sobre as limitações materiais, sobre o tempo, sobre o espaço.

O olho de Horus é a consciencia imortal que tudo sabe, tudo vê, pode voar muito alto sobre tudo que existe ou fixar atenção em
qualquer detalhe.  Evidentemente os sabios sacerdotes se viam como observadores e guias de um movimento de aperfeiçoamento
em direção a luz. Por isso o seu símbolo era o Olho de Horus, o olho que tudo vê.
A começar pelos templos os sacerdotes do Olho de Horus guiaram em paz e harmonia o aperfeiçoamento espiritual do povo, revelando
informações sobre o universo, Deus e o processo que sofre a consciencia do homem.

Enorme complexo de templos

Protegido por muros altíssimos, cada templo é um enorme complexo, onde moravam milhares de pessoas. Homens e mulheres
igualmente porque não havia distinção de sexo. Dedicavam pelo menos 21 anos de suas vidas recebendo informação e treinamento para
se converterem em sacerdotes ou sacerdotizas.

O processo de apredisagem era realizado em vários templos onde permaneciam por longos periodos onde recebiam as informações
necessárias. Havia treinamento correspondente a esse e provas de autocontrole para alcançar outro nivel em outros tempos sobre o
Nilo. Cada templo era um biblioteca viva com informação especializada. Cada um continha uma lição diferente sobre o universo ou a
razão da existencia. Cada templo continha em seu interior um tema sagrado distinto, com informações que dao sentido a tudo que
existe.

O nivel básico se realizava nos primeiros sete anos, quando recebiam informações gerais sobre o universo e treinamento para
manipular os centros energéticos mais baixos do corpo. Havia templos como o de Kom Ombo, dedicados a entender a necessidade do
universo dual e polorizado, para permitir a mente comparar entre extremos opostos e assim compreender a verdade. Em seu interior
aprenderam a controlar o medo da perda, a entender que se possui em cada vida o necessario para adquirir as experiencias de
aprendisagem.

Tinham instalações que despertavam o medo da morte para aprender a controla-lo e entender que a morte é apenas um passo para o
outra experiencia. Em túneis com água e crocodilos, grandes alturas, lugares fechados com serpentes, os iniciados provavam a sua
determinação. La receberam a informação para superar o medo ao abandono, os instintos de agreção e defesa, a entender a existencia
de programas mentais inconcientes que geram reações automáticas para poder controla-las.

No Tempo de Luxor em Tebas, transmitiram os conhecimentos que tinham sobre o funcionamento do corpo e o treinamento para que a
consciencia se identificasse com ele. O templo inteiro era como um organismo humano, cada salao representando um órgão, com
informações nos muros sobre sua função principal. Sobre o beneficio que o organismo inteiro obtinha ao realiza-la e a sua relacao com
os outros orgaos. Em seu interior realizam exercícios de concentração e de movimento levando a sua mente a cada órgão até que o
corpo inteiro estivesse consciente e os manipulasse a vontade com um excelente instrumento.

Varios templos com sacerdotizas de Neftis e Isis se dedicavam a transmitir informações e treinamentos sobre as percepções físicas, as
emoçoes e desejos carnais. Sobre a diferença entre as emoções superiores, a intuição e a inspiração. Aprenderam a transmutar as
paixões e sensações do corpo com o poder do espírito. A elevar a consciencia e sua depuração vital a solicitar a canalização de energia e
a inspiração de espiritos em planos mais evoluidos para despertar a criatividade.

Muitos templos como o de Hathor em Denderá, estavam dedicados a ciencia, astronomia, astrologia e matemática. Em seus terraços se
dedicavam a registrar os céus, a entender as energias que cada constelação emite e os efeitos que produzem. Seguiam dia a dia os
designos das estrelas, controlando a duração do ano solar, a data exata da enchente do Nilo. O momento em que a terra mudou da era
de touro para a era de aries e os lugares que afetam os processos de evolução.

PARTE 3

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O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 3


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Depois de receberem informações dirigidas a razão e treinamento para controlar sensações, emoções e
pensamentos, dedicavam outros sete anos ao lado direito do cérebro, a inteligencia do coração a encontrar a
difernça entre pensar e meditar. O Templo de Karnac, o maior do Egito, estava dedicado a consciencia, a analisar
as forças que a moldam, ...
a entender o processo de evolução e acelera-lo, utilizando conceitos, palavras, sensações, pontos exatos ou
movimentos. Aprenderam a concentrar-se em si mesmos, a diferenciar entre o eu superior e o ego, a identificar-se
com o ser ou objeto externo até sentir e transformar-se no que se pensa.  Realizavam exercicios de telepatia em lugares próximos e
depois a distancia, num momento determinado do dia, até aprender a se comunicar mentalmente a qualquer hora. REcebiam
informaçoes sobre o tempo e treinamento para vive-lo como um eterno presente. Entendiam que pensar é comparar para conhecer e
que quando se sabe tudo nao se pensa nem se compara. Aprendiam  a mudar de estado ou nivel vibratório, a manejar as circustancias
externas, conseguindo o equilibrio emocional como uma decisão mental interna.
 
 

 
 
Cada templo contina tres niveis de informação. Era uma maneira de revelar informação simultaneamente a homens em diferentes
niveis ou estados evolutivos. O primeiro nivel transmitia informações basicas dirigidas ao povo.

Drama Sagrado

 
 
 

 
Cada templo contava uma historia simples, repleta de simbolos e personagens fantasticos, um drama sagrado facilmente compreensível.
As idéias eram expressadas como mito em forma de história. O mito, a historia fantastica, foi utilizado como método para revelar ao
homem um mundo que ele so entende imperfeitamente. Os mitos ganham vida quando se acredita neles. Inventavam personagens com
caracteristicas simbolicas com formas que trazem a mente a sua funçao e atividade principal. Que participavam de historias simples e
parabolas que contam verdades sobre a natureza humana sem a aridez e a abstração da filosofia ou da metafísica.

O povo recebeu a informação sobre cada tema sagrado ao conhecer a historia central de cada templo. Ao conhecer as fraquesas e forças
de cada personagem, as circunstancias que atravessam a maneira como os resolvem. Utilizavam um segundo nivel de informação,
dirigido aos discipulos, seres com um nivel espiritual mais elevado, aos quais se explicava mais diretamente o mesmo tema sagrado de
uma maneira mais concreta e profunda. Para isso utilizavam as cenas descritivas do mito talhadas nos muros do templo. Explicavam
cada personagem, o que simboliza no universo, a parte no processo de aperfeiçoamento que representava, o porque da sua forma,
comportamento e sua função principal.

A sabedoria dos sacerdotes do Olho de Horus fica evidente na historia contada por cada templo e nas formas que utilizavam como
simbolos. So olha-los e ja vem a mente a ação vital que representam ou a qualidade que se ganha ao realiza-la. Ao representar homens
com cabeça de animal como simbolo, os transformam em idéias que evocam a caracteristica vital do animal, trazem a mente a função
do animal no universo.

Um homem com cabeça de chacal adquire as suas caracteristicas, seu instinto de orientação no deserto, seguindo-se as suas pegadas
chega-se sempre a terras cultivadas, é portanto um excelente guia. Cada simbolo evoca uma simbologia. A forma simples de um pássaro
evoca na mente o vôo, a liberdade. O disco solar sobre a cabeça de um homem, fala da sua iluminação, da sabedoria que iradia, da
informação que tem, do nivel da sua consciencia. Estudaram detidamente animais e insetos, assim reuniram um profundo
conhecimento sobre a sua vida, sua atividade principal. Suas necessidades vitais, os habitos que desenvolviam para supri-las, sua dieta
alimentar, sua gestação, seus habitos sexuais e o sentido principal da sua existencia. Escolheram os animais mais idoneos para
representar uma ação vital e o que acontece no universo quando se executa. O processo da lagarta que se arrasta e tece para depois
transformar-se em borboleta.
 
 

De todos os pássaros o falcao é o que ve melhor, tem um cérebro ótico com a vista mais perfeita e desenvolvida, por isso é escolhido
para representar essa função vital, o sentido da visão. Uma figura humana com cabeça de falcão, é um ser que tudo ve que domina o
panorama vendo perfeitamente cada um dos detalhes em que foca sua atenção. Figuras chamadas deuses ou neters pelos egiptólogos
que acredidam que o Egito era politeista representam apenas uma ação vital, um comportamento que transforma e aperfeiçoa. Cada
ação importante da vida tem um simbolo que a representa, comunica a transformação que acontece na essencia do individuo que a
executa o que obtem dela. Um par de braços indica adoração, um par de pernas ação de andar, uma boca a ação de falar.

E por ultimo, num terceiro nivel de informação, cada templo guardou um codigo secreto embebido no próprio simbolo, era conhecido
apenas pelos altos sacerdotes e mestres, com informações sobre forças e energia fundamentais, como controla-las e utiliza-las para
prestar serviço ao seu povo.

Paz, harmonia e desenvolvimento da consciencia

 
 

Em templos como o de Horus, em Edfu, o sumo sacerdote levou seus discipulos mais evoluidos a descolar sua cosnciencia no tempo
abrindo o inconciente para reviver e compreender suas vidas passadas em seu processo de reencarnação. O sumo sacerdote foi sempre
um ser muito adiantado no caminho espiritual. Ele nao se identificava com o corpo, conhecia perfeitamente o seu funcionamento e que
energia utilizar para equilibra-lo. Controlava do centro nervoso do alto da cabeça o mais alto da cabeça o mais alto nivel de energia
vital. Permanecia num eterno presente irradiando amor, guiando e servindo com seu divino poder.

A matéria apenas recebe, se contrai, dar é irradiar, essa é uma caracteristica vibratória do espírito. Os seres de cada nivel recebem e
transmitem aos niveis inferiores. Em seus salões entenderam que a realidade se compoem de sete niveis de energia vibratoria, sete
correntes energéticas com sete diferentes niveis de poder ou força.

O corpo tem sete chakras ou centros de transformação da energia fundamental do universo. Cada ser humano, em sua vida presente,
utiliza um desses sete centros, dependendo do nivel de evolução de sua consciencia. Quanto maior compreenção do unverso mais
respeito , mais alto o chakra, o centro nervoso utilizado para transforma a aneriga, maior quantidade de energia processa diariamente,
e mais poderes trancendentais tem.
 
 

O sumo sacerdote podia controlar as forças fundamentais pelo altissimo nivel de energia vital em que permanecia o seu organismo. Seu
sistema nervoso tinha uma resistencia correspondente a esse nivel de energia. Assim em todos os templos do Egito os inciado receberam
informação e treinamento, aumentaram paulatinamente seu nivel de energia vital e de maneira correspondente o nivel de resistencia
dos nervos de seu corpo.
 

PARTE 4

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O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 4


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Aprenderam a manter-se em paz, harmonia, respeitar tudo que existe, aceitar a perfeição do universo, apra
conservar os seus niveis de energia vital, no caminho do aperfeiçoamento que leva a onipotencia ao
controle de forçãs e energias superiores. Um inteso preparo fisico mental e espiritual que terminava com o
momento de esperimentar o tudo e o nada, o manifesto e o nao manifesto. E receber numa piramide um
apoderosa energia que permite vislumbrar o sétimo nivel de consciencia. Durante a era de touro se
dedicaram a experimeitar um forma piramidal de tecnologia ressonante, que transformava as vibrações do
planeta em energia, um conhecimento herdado a ser colocado em prática.

Colocaram maçissas formas piramidais de milhões de toneladas em pontos nefralgicos sobre a malha eletromagnética do planeta. A
massa piramidal que continha milhões de partículas de quartzo, vibrava com a Terra, produzindo energia pela fircção de suas
moléculas num fenomeno que hoje chamamos de peso elétrico. Construiram muitas pirâmides, até chegar ao modelo perfeito da
pirâmide de Keops. Seus corredores, galerias e camaras, transformaram essa energia em som, fazendo vibrar, em níveis cada vez mais
altos, o que fora preparado física, mental e espiritualmente.

Essa força impulsionava a mente do homem a perceber outras dimensões, chegando a outros estados especiais de consciencia. Com essa
ajuda externa os iniciados vislumbravam o sétimo nível de consciencia. Retornavam relembrando o extase obtido, as verdades
verificadas, para transmiti-las a seus companheiros com palavras e ações. Em suas meditações posteriores obtinham novamente esse
estado de unidade sem movimento, até que essa situação se consolide definitivamente e eles fiquem permanentemente no estado de
Deus-Homem, sempre irradiando energia positiva de amor.

As formas puras do Universo

 
 

O conhecimento sobre as formas puras do universo, os blocos básicos com os que se organiza a energia e a matéria foram fundamentais
para o desenvolvimento da civilização egipcia. Hoje chamamos essas formas puras de sólidos platônicos. Cinco polígonos com seus lados
e angulos iguais baseados em triangulos equiláteros, a forma divina, sem tensões. Utilizando essas formas puderam produzir efeitos de
ressonância e concentração energética, para elevar a percepção da consciencia para conseguir efeitos de supercondutividade, com os
quais se anula a força da gravidade.

Hoje se descobriu que o planeta tem pontos nevrálgicos, chamados nodos diamagnéticos, onde se pode controlar a força de gravidade do
planeta e produzir fenomenos de supercondutividade. A supercondutividade permite ampliar ou diminuir a força da gravidade. Ao
aumentar o peso das pedras se enterrava conhecimento sem que fosse necessário escavar. Ao diminui-lo tornaram as pedras leves para
empurra-las e move-las facilmente desde pedreiras longinquas.
 
 

 
 
Na ilha de Sehel foram encontrados hieróglifos com fórmulas para produzir uma espécie de concreto que parece rocha. Cientistas
franceses os decifraram parcialmente. Suas experiencias confirmam que se trata de polímeros que ao solidificar-se produzem uma
espécie de pedra. Isso explica a facilidade em fazer juntas tão exatas entre as pedras dos seus templos, conseguindo usar os blocos ja
fundidos como forma para os novos.
 
 

Mas o mais importante foi sua visão de que a vida é um processo desenhado por Deus para ampliar a consciencia do homem. Que o
espírito encarna repetidamente num corpo para compreender a harmonia pelo resultado de suas decisões. Ao viver muitas vidas com
experiencias opostas, de angustia e de paz, de depressão e felicidade, de riqueza e de pobreza, de saúde e de doença, compreende a
razão de sua existencia e acaba com as limitações materiais, transformando-se num super homem imortal. Um ser que não perde na
morte a consciencia e informação acumulada, um espírito sábio que ao final de um processo, sobe outro degrau na perfeição do
universo.

Uma criação do amor

 
 

 
 
O homem reencarna muitas vezes. No principio sua animalidade é dominante, a intolerancia e a agressão determinam uma vida de
sofrimento. Aos poucos se enche de dores e ao tentar remedia-las deixa de atacar, encontra a paz e com ela altos níveis de energia vital.
Com a informação do processo de aperfeiçoamento e das leis que o regulam os egipcios melhoraram de vida, aceitaram os momentos
dificeis como parte do caminho de seu aprendizado, permanecendo assim em paz e harmonia.

Os templos revelaram como o homem, num mundo de dor, podiam transformar-se em seres sem limitações físicas, com conhecimentos
para transmutar a matéria e locomover-se, livremente, no tempo e no espaço. Entre as contradições de cada vida se aprende algo, se
renasce um pouco mais sábio. Na polaridade entre a luz e a escuridão, entre o medo e o amor, se aprende a encontrar a paz e a
harmonia, a manter a energia vital. Ao sentir na pele os tormentos que produzem a ira, o ódio, o rancor ou a vingança, se compreende o
valor da harmonia. Ao compreender que cada decisão produa paz ou sofrimento, pode-se passar do inferno da vida ao céu da mesma.
 
 
 
 
 

O povo entendeu que todas as ações da vida diária, pescar, semear, colher, são uma maneira de aproximar-se de Deus, de se aperfeiçoar
a cada dia. Construiram uma comunidade em paz, uma tal felicidade que quando o historiador grego Herõdoto visitou o Egito no ano
500 aC, não pode deixar de afirmar: "De todas as nações da terra, os egipcios são os mais felizes, sãos e religiosos".

Apesar disso nao tinham uma palavra em sua lingua, que significasse religião. Não viam diferença entre o sacro e o mundano. Viam-se
como os encarregados em compreender que Deus, o universo e o homem formam uma unidade manifesta pelo amor. A mensagem
transmitida pelos egipcios, em seus templos, é a de que todos os homens avançam por um caminho de aperfeiçoamento que leva muitas
vidas. Alguns estão mais evoluidos que os outros, mas todos chegaram a imortalidade e a consciencia permanente, somente aprendendo
a ser flexíveis, aceitar as circunstancias e a respeitar todos os seres que nos rodeiam. O caminho pode ser de dor e sofrimento ou de paz
e harmonia, depende da valorização do que se tem e de agradecer a oportunidade de estarmos vivos para tomarmos conciencia de que
fomos criados por amor.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato, gestor
de conteúdo do Portal O Arquivo.
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O Olho de Horus-Osiris,O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 1


Acessos: 5066

Existiu no Egito uma fechada e misteriosa organização de sacerdotes cujo símbolo era o Olho de Horus. Eram
o poder real nas sombras atrás do faraó. Foram herdeiros de sacerdotes sobreviventes do ciclo anterior da
humanidade, que viram no dilúvio uma oportunidade para orientar a ...

humanidade em direção a um destino mais alto e estruturar uma sociedade dedicada ao aperfeiçoamento
espiritual. A partir do nada, ao redor de templos e centros religiosos desenvolveram a civilização egípcia e
nos templos concentraram o conhecimento, o poder, a riqueza material e espiritual. Cada Templo revelava
um tema diferente. O Templo de Osiris em Abydos, a reencarnação.  O Templo de Komb Ombo, a dualidade. O Templo de luxor, em
Tebas, o corpo do homem. O Templo de Hathor, em Denderá, a gestação. O Templo de Isis, em Philae, o principio feminino. Cada Templo
ampliava o conceito do processo evolutivo. O Templo de Horus, em Edfu, revelava a existencia da iluminação. O Templo de Karnac, em
tebas,de dedicava a evoluçao da consciencia.

Cada Templo era um livro vivo, contando uma história diferente, especializando-se numa parte da revelação. Os Templos transmitiam o
conhecimento, através de histórias simples. cheias de mitos e personagens fantásticos. Revelavam informações revelando uma história
fantástica, uma parábola com ensinamentos, um mito cheio de personagens simbólicos que explicavam a vida como parte de um
processo de aperfeiçoamento.

Cada personagem representava um força que moldava o caráter, que levava a agir de uma maneira específica produzindo como
resultado uma ação vital que aprefeiçoava. A forma dos personagens e a ação vital que representavam indicavam a sabedoria dos
sacerdotes do Olho de Horus. Para escolhe-los estudavam profundamente os animais e insetos até entender a sua função vital e o que se
obtinha através dela. Depois escolhiam o melhor animal que representasse uma ação vital e o combinavam com o homem, num símbolo
gráfico muito simples.
 

Assim faziam com que a mente transferisse e evocasse suas qualidades e características. Um homem com cabeça de falcão, convertía-se
num ser que tudo ve como o passaro que evoca a liberdade e a levesa do espírito. Um homem com cabeça de chacal tinha as qualidades
de guia. Outro com sol sobre a cabeça indicava a sabedoria que irradiava, o alto nível de evolução de sua consciencia.

 
Osíris

Um desses personagens simbólicos foi chamado de Osíris. Em Abydos, protegido do exterior por enormes muros, esta o templo que
relata a sua história. Um enorme complexo onde viveram milhares de pessoas.

Abydos se encontra a 150 km ao norte de Tebas, a última capital do império egípcio, seu ultimo centro religioso. Por volta do ano 1300
aC, Seti I e seu filho Hamsés II, construiram um templo dedicado a revelar a existência da reencarnação. O templo era formado por dois
pátios fechados, dois enormes salões com altíssimas colunas, sete santúrais e uma série de camaras de serviço.

Osíris era o Senhor da Reencarnação. Representava a força que impulsiona o processo evolutivo do homem através de muitas vidas,
transmutando-o num ser perfeito e imortal. Neste Templo os sacredotes do Olho de Hórus revelaram que a reencarnação é um processo
evolutivo criado por Deus para permitir que o homem compreenda a evolução do Universo. A informação na consciência é ampliada
lentamente através de muitas vidas, para transformar a ignorancia dos seus filhos em sabedoria. Um processo que converte espíritos
inocentes e seres experientes, que entendem a razão da sua existência.

 
 

A reencarnação e o processo de aperfeiçoamento

A reencarnação transforma um ser denso e rígido que permanece na baixa vibração do medo, num ser flexível, etéreo que vive na
frequencia altíssima do amor. Aos poucos a sucessão de vidas transforma um homem animal num ser sábio e respeitoso, capaz de
manipular imensos poderes com responsabilidade...um super homem.

O processo de aperfeiçoamento se realiza na escola universal dos contrastes, uma realidade de opostos, polarizada e dual de luz e
escuridão, de matéria e espírito, de sofrimento e felicidade. O contraste permite comparar as partes antagônicas. As situações opostas
permite diferenciar e compreender qual a verdade que leva ao aperfeiçoamento espiritual, a paz e a harmonia.

A porta principal do Templo de Osiris, em Abydos, abria-se quatro vezes por ano, quatro dias significativos que uma sociedade regida e
orientada pelos astros demosntrava através de sua arquitetura seu conhecimento dos movimentos do sol. Esses dias de equinóscios e
solstiícios definiam os ciclos climáticos da Terra, as quatro esquinas do sol, marcavam as mudanças de estação, a enchende do Nilo, o
tempo de plantio e da colheita.

O primeiro raio de sol entrava pela porta do templo, iluminando o interior do santuário de Hamon-Rá, a barca de ouro. A nave
simbolizava o caminho da consciencia na terra, o do sol nos céus, a causa dos dias e dos anos num universo que nunca se detinha.

O povo só podia entrar nos patios do Templo de Osiris para participar das cerimonias realizadas ao entardecer e amanhecer de
solsticios e equinócios, como em todos os templos dos egito. O primeiro salão do templo, continha informações sobre o tempo e o espaço,
os ciclos zodiacais que produzem ritmos, tempos difíceis e faceis, alternancia necessária num universo de contrastes.

É nesse mundo de ciclos que o espirito reencarna repedidamente para sentir na própria pele situações que lhe permitam compreender
quais são os valores que estruturam o universo. Em cada vida adota uma nova personalidade, com outra familia em outro lugar e
tempo, para esperimentar situações definidas por um novo destino. Tem uma mente livre para definir como agir nas situações que
enfrenta e para analisar o resultado de seu comportamento. É assim que evolui, tomando milhõe de decisões e avaliar os seus
resultados.

Símbolos estranhos

Curiosamente, numa das vergas do templo, ha símbolos muitos estranhos, que chamaram a atençao por sua semelhança com
helicópteros e objetos voadores. Milhares de histórias se teceram querendo explicar o seu significado. Aos que dizem que nessas vergas
foram escritas mensagens para os homens do futuro. E no momento em que estes simbolos forem entendidos pelos visitantes do templo,
chegará a era de aquário e a humanidade viverá o fim de um ciclo e uma mudança transcedental.

Trinta e seis colunas sustentam o alto teto do salão seguinte, dedicado a ordem universal, ante as 7 capelas que arrematam o templo.
Num dos muros aparece Isis, irmã de Osiris, que rege a consciencia do homem, representado pelo farao Seti I, que tem o cajado de
pastor de toda a humanidade.

Da o sopro de vida, o instante divino em que o espírito encarna no corpo, para encontrar verdades sobre o universo, ao compreender os
resultados de suas decisões na vida. Em cada vida se tem o novo corpo que obedece as decisões da mente e envia permanentemente
informações do mundo exterior atraves dos sentidos e terminações nervosas. Vida após vida o homem experimenta uma série de
circunstancias ao se relacionar com outros seres. Os acontecimentos difíceis são a lição que veio aprender, o destino que lhe
corresponde.

Transformação

A reencarnação, transforma o homem pouco a pouco num ser tolerante, alguém que aprende a respeitar os outros a não querer mudar
ninguém, a ser flexível, pois compreende que todos tem a sua missão. Evolui e entende que experimenta aquilo que tem que aprender,
que tem o que precisa e que tudo que acontece é perfeito. Que os constrastes existem para a compreensão do universo e assim
desenvolvem uma grande confiança em Deus.

Transformam o sofrimento em paz, a intolerancia em respeito, a agonia em harmonia, encontra a felicidade... Assim eleva sua energia
vital, alcança sentidos e poderes e torna-se um ser invulnerável. A reencarnação transforma o homem mortal, com limitada consciencia
temporal num ser imortal com consciência permamente, que pode entrar e sair voluntáriamente da matéria.

O homem tem mais de uma vida, a morte é apenas uma porta para mudar as circusntancias e receber outro destino. Cada vida é uma
lição diferente, uma parte do processo de aperfeiçoamento para chegar, cedo ou tarde, através do respeito e da paz interior a
imortalidade.

Revelação

A revelação egípcia estabelece que cada espírito passa por esse processo de aperfeiçoamento durante um ciclo cósmico, uma volta no
sistema solar ao redor do sol central da galaxia. Durante esse durante esse período de tempo, 25920 anos, o planeta terra passa por cada
uma das 12 constelações das estrelas que formam os 12 signos zodiacais na aboboda celeste. Isso acontece para que o espírito receba as
difrentes energias e forças das estrelas durante 12 eras de 2160 anos. 12 ciclos que produzem diferentes processos e estados.

Durante essa volta o espírito reencarna umas 700 vezes em diferentes corpos, lugares, tempos, circunstancias, condições e
personalidades. Durante essas vidas ascende do 1º ao 7º de consciência. Em cada vida aprende algo diferente, cada vez nasce marcado
de maneira diferente pelas forças irradiadas pelas estrelas. Para revelar esse processo de aperfeiçoamento, de reencarnações, os sábios
egípicos criaram o mito de Osiris.

Uma história com duas forças opostas que se manifestavam na mente e no universo polarizado, para permitir a evolução. A mente do
homem, influenciada pela tensão entre essas duas forças fundamentais, decide comportamentos e ações que produzem resultados com
os quais se aprende. O sofrimenteo permite entender a felicidade, a angustia permite entender a paz.

PARTE 2

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O Olho de Horus - Osiris, O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 2


Acessos: 4041

Quatro personagens fantásticos - O mito tinha 4 personagens fantásticos, quatro irmãos que se juntaram de
maneira natural e ao faze-lo representaram duas forças opostas: a luz e a escuridão. Osiris e Isis representam a
força da luz que impulsiona o homem a espiritualidade, a harmonia, a avançar para aperfeiçoar a consciência,
são o motor das reencarnações. Seth e Nephtys a força da escuridão que impulsiona o homem a materialidade,
aos prazeres sensoriais, a densidade da insconciencia e a imobilidade da ignorancia. Osiris é a força ativa
masculina, a vontade baseada nas certezas adquiridas, na informação verificada para impulsionar ações que
produzam harmonia, paz e felicidade. A forma simbólica de Osiris é a de um homem envolto em faixas, um espírito envolto pelo corpo.

Tem uma coroa branca, a consciencia em formação sobre a sua mente, com duas plumas laterais, as duas forças polares do universo, a
dualidade contraditória, que lhe permite comparar para compreender a verdade.

Em sua mão esquerda leva o cajado de pastor, a força que guia o rebanho humano no caminho das transformações e dos ciclos. Na mão
direita leva o instrumento que separa as espigas boas das ruins. Cada decisão, cada colheita produz o resultado de um sofrimento. As
espigas ruins são de harmonia, as espigas boas são a conciencia ao compara-las, o que permite o aperfeiçoamento.

Seth representa o peso da animalidade original, que atrasa a espiritualização da matéria. É a vontade egoista de obter o prazer, ainda
que isso cause caos e sofrimento aos outros. É o instindo que domina. O confronto dessas duas forças ativas e masculinas é seguida pela
parte passiva e feminina. Isis gera as emoções superiores, as intuições do mundo interior. Recebe a inspiração e produz as idéias, a
busca, a adorção de Deus...o êxtase. Nephetys recebe as sensações e os desejos gerados pelo corpo, gera a análise elementar perceptiva
do mundo exterior através dos sentidos.
 

Ao fundo do salão da Ordem Universal, encontram-se 7 santuários que são o coração do templo. Explica as fases do genesis, a aparição
do pensamento humano e os princípios divinos. As forças que impulsionam o seu processo de aperfeiçoamento. O primeiro santuário
dedicado a Thoth e ao nascimento do faraó Seth I, que representa no templo o nascimeto da consciencia do homem no universo. A
primeira era a cena simbólica, o sumo sacerdote da escola de Horus, coberto com uma pele de jaguar, a força da animalidade original
abandonada. Ajuda no nascimento do faró Seth I. Nasce a consciencia que pode participar da evolução do universo.

Thoth e Seshat

Thoth, um homem com cabeça de Ibis, simboliza o verbo divino, que da nome a tudo que existe. Representa o principio multiplicador do
unico Deus, que ao nomear cria um ser divino. Thoth carrega o livro do destino, onde anota as transformações de cada espírito, os
nomes e formas, as diferentes personalidades na cadeia de encarnações que nos levam a imortalidade. Cada espírito recebe um corpo,
um nome, neste caso Seth I , uma personalidade temporal como o faraó, determinada pelo ciclo e pelas circuntancias , onde cumprar o
seu destino temporal de de aprendisagem.

Thoth escreve em seu livro o nome dentro de um laço, chamado cartucho egípcio. Cada laço tem um nó em sua base e representa uma
das vidas temporais do espírito eterno. O nome é a vibração da palavra divina que da forma ao corpo e define a personalidade temporal
do espirito encarnado. Em cada vida, tem-se um nome diferente, é um lição de cada vez. O destino define as circunstancias que são
necessárias viver para que se aprenda. Thoth é o escrivão dos céus. Arquiva a lição que o espírito encarnado deve aprender no livro do
destino e no momento da sua morte escreve os sucessos obtidos. Ele é o ser responsável pela palavra, é o inventor da linguagem, da
escrita e do intelecto que retém, compara e analisa

Ao lado de Thoth esta Seshat, com a sua coroa de 7 pétalas. Sete é o numero do processo, sete são os níveis da mente do homem. Ela
escreve na matéria o nome do faraó dando lugar ao seu atual ciclo temporal.

Julgamento dos mortos

 
Parte do mito de Osires é o chamado Julgamento dos Mortos. Acontece quando o espírito do morto chega ao Duat, uma dimensão além
da física para encontra-se com a forças que impulcionaram a sua mente no universo de contradições, que é a vida sobre a terra. O Duat
reve a sua vida, avalia os seus atos e eleva o que aprendeu sobre o universo até sua consciência permanente, antes de reencarnar, a fim
de que continue o processo de aperfeiçoamento.

Anubis, um homem com cabeça de chacal, guia o espírito do morto nesse mundo imaterial. O chacal simboliza a força guia,os egipcios
perdidos no deserto, encontravam a civilização seguindo as suas pegadas. Anubis coloca o coração na balança dupla de Maath, a deusa
da verdade da justiça. O coração é o símbolo do que o morto sentiu,pensou, decidiu e fez. O contrapeso é a leve pluma da verdade que
determina se aprendeu a lição devida.

Precede a Thoth um homem com cabeça de Ibis, que simboliza o único Deus, quando multiplica os seres da criação. Ele pesa o resultado
de cada decisão, avalia o seu comportamento, em cada circusntancia dificil do seu destino. A lição essencial nessa encarnação. Ele
escreve o livro do destino, os registros acásticos, as transformações de cada espírito no seu processo de evolução, o nome que usou, a
forma que adotou, o lugar onde nasceu, as circunstancias que experimentou e os resultados obtidos.

Uma estranha figura, composta de varias partes de animais, observa. Representa as formas encarnadas pelo espírito, as diferentes
formas de animalidade original. É a força animal que impulsiona o espírito em direção a matéria. A paixão, o desejo, as sensações do
corpo. É a força de Seth, o lado escuro de todo o ser humano, o que atrasa o seu processo de evolução.

 
O espírito eleva as compreenções verificadas por sua personalidade temporal até sua parte eterna, e recebe de Thoth um novo destino,
uma nova lição e uma nova vida para viver. Sai guiado por HOrús, a luz de sua própria consciencia, a que o espera no momento de sua
liberação defitiva, quando terminam os seus ciclos de reencarnação, porque ja aprendeu tudo. Indica-lhe que entre no santuário de seu
novo corpo, onde estao as outras forças que impulsionam a sua consciência. Ali presidindo se encontra Osiris, força que impulsiona o
processo em direção a espiritualização e ao abandono das paixões animais. Esta acompanhado de Isis e Nephtys, suas conecções com as
sensações e emoções do corpo, que ocupa nessa nova vida que acaba de nascer.

PARTE 3

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O Olho de Horus - Osiris, O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 3


Acessos: 5638

Um único Deus manifestado de tres formas diferentes - Os tres santuários seguintes estao dedicados ao único
Deus adorado pelos egípcios, aquele que esta em todos os lugares. Contudo, eles o viam em tres fases
diferentes, tres momentos diferentes de um só deus. O Egito é um pais de um só Deus e sempre foi assim. Só
que para eles, esse unico deus, essa única e total consciencia se manifesta no universo em tres diferentes
momentos do genesis. Os sacerdotes utilizaram tres nomes diferentes para essas tres fases da criação, para
comunicar facil e gradualmente como compreendiam Deus. Na primiera fase da criação, antes da
manifestação do universo existia apenas um deus absoluto, a unidade incial, a que chamaram de ATUM-RA.

Nunca foi representado por uma forma física e nos hieroglifos era desenhado como um disco dourado, um sol simbólico, fonte da luz. O
Santuário do Atum-Ra era o primeiro dos tres, Atum ra é o deus absoluto, existia antes da manisfestação do universo. Ele é a unidade, a
matéria prima, o caos que contem tudo em potencia, o nada, o grande princípio, a própria essencia de todas as coisas. O espirito divido,
eterno, imutável, que sabe tudo e esta em todas as partes. O santuário seguinte é o de Ptah, deus na hora em que a vontade manifesta a
criação e da lugar ao universo.

Na segunda fase deus ativa sua vontade, sua energia divina para manifestar o universo e cria a matéria. Esse Deus que cria o universo
foi chamado de Ptha Rá. Nos escritos sagrados esta representado por um homem envolto em faixas e segura um bastão composto de três
símbolos.

 
 

O Ankh, simbolo da energia vital criadora, que se manifesta como vida nas pulsações do sistema  vascular, a força divina é chave da
vida.

O Was, que representa a arteria principal, simboliza o canal por onde flui a  energia pelo corpo. Também tem a forma de um bastão que
utilizavam no campo, para controlar serpentes. O controle da corrente vital, a serpente energética, o kundalini que sobe pela coluna
vertebral.

O Djed, qua simboliza o eixo de crescimento e desenvolvimento de todo o ser vivo, a coluna vertebral que estrutura todos os seres,
dando forma aos diferentes corpos. O bastão de Ptah tem, portanto, uma profunda simbologia referente a energia que gera a vida. Ptha
representa o momento em que a vontade ativa de Deus manifesta uma força sobre si mesmo que condensa sua substancia original, a
que chamamos espírito. Este reage, criando uma força contrária expansiva que poem o unverso em movimento.

   
 

Essas duas forças contrárias polares produzem momentos de equilíbrio e criam o cósmo,os planetas, a natureza. Os cientistas atuais
chamam esse momento de Big Bang. A força que condença é chamada de força centrípeta, a reação explansiva chama-se de força
centrífuga.

Mátéria é energia

Desde Eisntein se aceita que a matéria é uma forma de energia, uma coagulação ou condensação de luz. O espírito é considerado a
substancia original, que sua própria natureza imprime sobre si mesma uma força que a comprime num volume, na materia, que é luz
com desnsidade. Ao faze-lo gera automaticamente uma força contraria que tenta soltar-se da forma em que esta comprimida,
conseguindo como resultado o movimento e o tempo.

A terceira fase da criação é quando deus cria o homem a sua imagem e semelhança, com a mesma capacidade de criação e de
consciencia. O chamaram de Amon-Rá. O principal simbolo de Amon ra é sua enorme coroa que simboliza a consciencia que toma
forma no mundo dual, por isso esta divida em dois ramos que saem da unidade. Cada ramo tem sete folhas, sete níveis por onde passam
a consciencia desde o momento que encarna pela primeira vez no corpo de um homem até o momento que se ilumina, livrando-se das
limitações materiais.

Quando a classe dos sacerdotes desapareceu o sentido desses simbolos se perdeu, isso fez com que se acreditassem que eles praticavam
a idolatria, um sistema religioso com muitos deuses. No entando o Antigo egito sempre acreditou em um único deus. Basta entende o
sentido de cada símbolo para revelar a sua aparente e complicada teologia e descobrir que é tão simples quanto a sua geografia.

No tempo de Osiris em Abydos, o unico deus em cada uma das fases da criação tem o seu próprio santuário, o ultimo santuário é de
Amon Ra. Representa o momento em que no unverso existente, deus cria o homem a sua imagem e semelhança com o propósito de
conscientiza-lo sobre a própria vida. A Capela central do tempo, da importancia ao aparecimento da cosnciencia no universo. Em seus
muros aparecem o simbolo do deus Amon ra e o faró como homem consciente consciente que agradece pela vida, aceitando suas portes
de luz e escuridão, de gozo e de dor, compreendendo-a como um processo de aperfeiçoamento.

Amon ra também simboliza de maneira fálica, a multiplicação da consciencia com o falo a altura do umbigo, o lugar de onde cresce o
homem. Usa sempre alguns dos simbolos sagrados, a chave da vida ou o canal da energia. o unvierso e sua essencia, o homem, evolui
até a consciencia absoluta. O destino divino do homem é chegar ao passo seguinte da evolução, um ser espiritual e supra mental. O faraó
envolve Amon-ra com uma capa transparente represntando o dar forma a deus na mente do homem, para que compreenda a razão da
existencia.

Aponta com o seu dedo para o terceiro olho, ponto reconhecido em muitas religiões e cultos como a porta além do físico. Amon rá
recebe uma taça em forma de coração que contem o amor e a sabedoria armazenada pela evolução de todos os homens. As tres capelas
seguintes estao dedicadas a Osiris, a Isis e a Horus, o filho de ambos. A criação polar que se manifesta como luz e escuridão, Osiris e Isis
representam a luz, o avançao da consciencia atraves dos ciclos de vida, morte e renovação.

A polaridade contraria é representada por Seth, a força da escuridão que detem o homem, a matéria condensada, as paixões animais.
Horus nasce quando a luz triunfa sobre a escuridão. É o filho de Osiris e Isis. Representa o momento em que cada ser espiritualiza a sua
matéria, deixando para tras a sua animalidade original, transformado-se num ser sem limitações, consciente de todas as vidas que
viveu. Osiris aparece nos muros de seu santuário com diferentes chapéus simbólicos na cabeça. Momentos distintos do processo de
aperfeiçoamento, diferentes etapas e estagios adquiridos.

Processo de Evolução e o mito de Osiris


 

O proceso de evolução acontece simultaneamente de duas maneiras: o processo visivel e exterior de evolução física, onde uma forma
cada vez mais sofisticada de corpo é mantida e transmitida continuamente atraves da hereditariedade. E um segundo processo de
evolução do espírito através da reencarnação, em direção a graus cada vez maiores de consciencia, até chegar o momento do
nascimento de Horus no interior de cada homem. Num processo de autotranformação se abandona a animalidade original, o peso
morto da subconciencia corporal e a luz da consciencia ilumina tudo.

No Santuãrio de Isis, se explicava aos inciados a existencia de um principio feminino capaz de gerar luz, seu nome significa trono. Cada
imagem simbolica expressa um pensamento de uma maneira muito simples além da linguagem. Na filosofia esotérica se diz que cada
símbolo tem sete chaves. Isis é simbolizada com uma mulher com um abutre na cabeça sobre o qual se apoiam dois chifres de vaca, que
sustentam um circulo dourado.

Osiris e Isis representam duas forças gemeas, orientadas a espiritualização da matéria, a evolução da consciencia. No mito converteram-
se em irmãos ou marido e mulher. O abutre é um passaro que voa e que é totalmente dedicado a sua cria. Em seu interior transforma
substancias em decomposição, convertendo-as em alimento, em nova vida. A vaca representa o principio nutritivo. Seus chifres tem a
forma da lua, a mãe dos ciclos, sustentam o disco dourado, a luz do sol, fonte de vida, a luz da consciência.

Na reveladora história mítica, Osiris e Isis governavam o Egito. Deram forma às suas leis, foram o instrumento da civilização, ensinando
o respeito e a busca de Deus. Depois disso Osiris prosseguiu sua busca em outras dimensões, a outras verdades e outros conhecimentos,
dixando o reino, simbolo da mente, nas mãos de Isis, sua esposa e irmã. Seth, seu outro irmão, a força animal obscura, queria apoderar-
se do reino, da mente do homem e de Isis, por quem estava loucamente apaixonado.

Quando Osiris regressou, Seth, em conspiração com outros 72 nobres, o convidou a um banquete, ao qual levou um belo sarcófago
talhado na madeira, do tamanho exato de Osiris. Declarou que o daria de presente a quem se ajustasse nele perfeitamente. Um a um
eles experimentaram e quando Osiris se deitou em seu interior os conspiradores fecharam a tampa e a celaram com chumbo. Depois
atiraram o sarcófago no Nilo. Seth, que representava aparte animal e passional de todo o ser, tomou posse da mente, limitando-a a
sensações e desejos do corpo.

Os conspiradores representam as reencarnações que a consciencia presa no sarcófago do corpo, tem que viver durante um ano cósmico,
para transformar a matéria em espírito. 72 anos se passam até que a Terra percorre um arco de 30º de cada constelação na abóboda
celeste. 12 constelações ocupam os 360º graus do firmamento, as 12 eras zodiacais. A grande volta do sistema solar, chamado ano
cósmico, dura 25920 anos.

Segundo o mito, o sarcófago com Osiris chegou as costas do Líbano, onde preso a uns galhos de tamarga, converteu-se numa bela
árvore, que o contém em seu interior. O Rei desse lugar viu a bela árvore e a cortou para fazer uma coluna do seu palácio, sem saber
que o sarcáfago continuava incrustado em seu interior. Depois de muitas aventuras Isis resgadou o sarcófago e o trouxe de volta ao
Egito. Quando Seth descobriu, cortou o corpo de Osiris em 14 pedaços e espalhou-os por todo o pais. Entretando Isis percorreu o Egito e
encontrou uma a uma 13 das partes. Todas menos o falo de Osiris, que, segundo a lenda, foi devorado pelos peixes do rio. Um
simbolismo do abandono da sexualidade, da animalidade originais.

Isis, ajudada por Toth, conseguiu unir os pedaços do corpo de Osiris e teve uma comunião espiritual com seu marido. Ela ficou
empregnada de sua essência e engravidou de Horus. Horus representa a iluminação, quando se abandona a roda de reencarnações, pois
ja se adquiriu a sabedoria necessária para não perder nunca mais a consciencia adquirida.

Esta história simboliza a evolução, o processo do espírito do homem, desde a primeira vez que encarna num corpo até que depois de
muitas vidas, através das emoções superiores, da inspiração e da intuição alcança a iluminação e a sabedoria para sempre.
A Porta das Estrelas

O ultimo santuário do templo é o de Horus, a porta que se abre as estrelas. Horus representa o momento da ressureição, da iluminação e
da imortalidade. O fim das limitações materiais, o momento de ver todas as vidas vividas, mantendo para sempre a consciencia
adquirida. A revelação afirma que o espírito do homem, depois de muitas vidas, chega a um nivel de sabedoria em que compreende a
razão de sua existencia e as forças fundamentais do universo. A compreenção obtida por seu espírito, com o resultado das esperiências
de muitas vidas o leva ao ponto de harmonia em que pode libertar-se da roda de reencarnações e limitações da matéria. Esse momento
ocorre quando respeita os outros, aceita que tudo que ocorre é perfeito e permanece em paz e harmonia. Quando armazena altos níveis
de energia vital e resolve, com toda a sua vontade, dedicar-se a buscar a Deus em somente uma vida.

Se ao chegar a esse nível, decidir esforçar-se para conseguir a perfeição, abre a porta ao caminho de Horus, a transformação que
permite o abandono da roda de encarnações sucessivas. Horus representa o triunfo da luz sobre a escuridão. O dominio da animalidade
original, o fim das limitações materiais, o passo definitivo da ignorancia à sabedoria, a porta dimensional que o leva acima das
hierarquias do universo. Hórus é simbolizado com um falcão dourado que tudo vê, voa livre como um espírito, por cima das
circusntancias materiais.

Todos avançamos e reencarnamos pela força de Osiris e levamos dentro de nós a semente de Hórus, a passagem a imortalidade e a
consciencia permanente. Só poderemos aprender a chegar lá aprendendo a ser flexíveis, a valorizar o que temos, a aceitar as
circusntacias e as pessoas que nos rodeiam e a agradecer pela oportunidade de estar vivos para tomar consciencia de que fomos criados
por amor.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato, gestor
de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 1


Acessos: 4796

Vamos continuar a História de Mistério do Olho de Hórus, uma casta sacerdotal fechada, que foi um
verdadeiro poder no egito. Foi organizada por sacerdotes sobreviventes ao Dilúvio possuidores de
registros e conhecimentos da desaparecida civilização atlante.  Seres muito evoluidos que viram o
cataclisma como ...

oportunidade de estruturar uma nova civilização dedicada ao aperfeiçoamenteo espiritual. Utilizaram os


templos como livros vivos para revelar as verdades sobre Deus e o funcionamento do Universo,
acelerando a evolução do seu povo. Nos templos concentraram o conhecimento e a riqueza,
tranformando-os em pólos impulsores do desenvolvimento da civilização egípcia. Ensinaram que o espírito eterno reencarna
repedidamente como homem na Terra para viver um processo de aperfeiçoamento criado por Deus.

Ano Cósmico a Iluminação

Encarna em diferentes corpos, nasce em diferentes familias, lugare e épocas em diferentes circunstancias materiais, enconomicas e de
saúde. Reencarna repetidamente na Terra enquanto o sistema solar da uma volta no centro da galáxia que dura 25920 anos. Esta volta é
chamada de ano cósmico. Durante esse ciclo a consciência do homem é influenciada pela energia de diferentes constelações, assim
como as estações climáticas, as constelações determinam os processos necessários a evolução. Os egípicos acreditavam que as estrelas
que iluminam o dia do nascimento marcam o destino do homem e em escala maior de toda a humanidade. Entendiam o destino como as
dificuldades da vida,o que se deve experimentar para que se aprenda. Acreditavam que o homem chega a verdade comparando os
extremos, num univero dual, de contrastes de luz e escuridão.

Ao exercer o seu livre arbítrio diante das circunstancias que atravessa o homem aprende com os resultados de suas decisões. É a
angustia que permite entender a paz, o medo que ensina a harmonia, as consequencias do ódio é que trazem a compreensão do amor.
Assim, vida após vida ha um processo de aperfeiçoamento espiritual, o homem nasce cada vez mais sábio, repeitoso e tolerante até o fim
do ciclo quando se torna um superhomem imortal.

 
 

Nesse momento de iluminação lembra-se de todas as vidas, da corrente de erros que cometeu, entendendo que graças a eles
compreende hoje a razão de sua existencia. Em paz e harmonia, com um altíssimo nível de energia vital, irradiando permanentemente
amor conquista os seus poderes superiores e chega ao ciclo seguinte de evolução, numa escala mais alta da realidade. O processo
evolutivo transforma a sua animalidade original tornado-o num mestre elevado, um respeitoso ser imortal capaz de experimentar a
ausencia de limitações. Esse modo de entender a vida proporcionou milhares de anos de paz e harmonia aos egípicos, desenvolvendo
uma civilização exemplar. Os sacerdotes do olho de Horus deixaram essas verdades no interior de seus templos.

Mensagem da Esfinge

Chegamos a planície de Gizé, para entender a mensagem da esfinge. Uma mensagem que nos chega através do tempo, pois esse
monólito de pedra é uma marca indestrutível para os pesquisadores do futuro. A esfinge revela movimentos astronômicos registrados a
milhares de anos e comprovados no ciclo anterior pela humanidade atlante. A crença hoje é de que Atlântida foi um Mito. Lembremos
que a história contado por Platão sobre o desaparecimento de Atlântida tem origem egípcia. Foram os sacerdotes do templo de Neith
que mostraram a Sólon os antiquíssimos registros sobre "atlanti" uma palavra egípcia relacionada com a água. O Vocábulo "Atlu"
significa água, limite da terra pela água, "Anti" significa divisão de terra. A palavra composta Atlanti significa portanto terra divida pela
água. Na história de Platão a capital de Atlantida, Poseidonis, era uma belíssima cidade formada por círculos de terra separados por
canais de água.

Para descobrir os segredos da esfinge analisemos sua forma simbólica, seu gigantesco tamanho em pedra monolítica, sua localização
precisa e a direção do seu olhar. REcriemos os movimentos dos astros depois do Dilúvio, as marcas de erosão no seu corpo e seu
significado.

Os sacerdotes sobreviventes ao sacerdotes ao cataclismo atlante esculpiram uma gigantesca forma simbólica com uma série de signos
astronômicos, um relógio que marca os ciclos maiores do sistema solar na galaxia. Ao analisar esses signos entendemos que a esfinge é o
maior e mais antigo registro do tempo sobre o planeta.

A primiera data marcada é a do Zep Tepi, tempo novo, o momento em que se incia o tempo zero da nossa civilização, depois do dilúvio.
O Zep Tepi é o primeiro passo no aperfeiçoamento espiritual da humanidade, a esfinge é a primeira pedra desse caminho. A segunda
data estabelecida é a do último cataclismo que aconteceu a 13000 anos.

 
 

O Diluvio foi chamado universal porque aconteceu em todo o planeta simultaneamene. Não foi um fato que ficou restringido ao Egito.
Os sábios sacerdotes tinham registros anteriores de outros cataclismos. Um deles ocorreu no inicio da civilização Atlante, ha
aproximadamente 38000 anos, sabiam que essa destruição era cíclica e acontecia a cada ano cósmico. Esse conhecimento lhes
confirmou que os astros marcam a duração de todos os ciclos nas diferentes escalas do universo.

As características da esfinge revelam a importancia de todos os níveis e escalas do grande ciclo cósmico. A volta do sistema solar ao
redor do centro da galaxia determina a duração das estruturas físicas que sustentam a organização humana, pois a cada 25920 anos
acontece um cataclismo dando lugar a uma nova forma de desenvolvimento, uma possibilidade diferente de organização.

Destruições Periódicas

As estruturas que organizam a vida e o desenvolvimento da humanidade sofrem destruições periódicas. Ao final de cada ciclo cósmico
grandes mudanças acontecem no sol causando fortes alterações climáticas que destroem tudo que foi construido na Terra. Os sacerdotes
do Olho de Horus ensinaram que isso fazia parte do processo criado por Deus para permitir novos desenvolvimentos sobre a Terra,
novas expressões que permitam encontrar diferentes formas de ver o universo. É como se o corpo da humanidade morresse a cada
25920 anos para renascer em uma forma mais perfeita, assim como acontece com o homem mas na escala coletiva de uma mente maior.

Na abóboda celeste sobre o pólo norte existem 6 constelações conhecidas como Constelações Polares. Abaixo perto do equador existem
12 constelações zodiacais. Se soubermos sob qual das constelações polares e das 12 constelações zodiacais esta situada a Terra num
determinado momento poderemos estabelecer a data correspondente. O sistema solar da voltas ao redor da galaxia sobre uma linha
imaginária chamada eclíptica, cada volta dura 25920 anos, um ciclo eterno chamado ano cósmico pelos sacerdotes egípcios.

Eles dividiram essa volta de 360º do sistema solar pela abóboda celeste em 12 setores de 30º cada um. O sol os atravessa em 2160 anos,
são as 12 constelações de estrelas, cada uma delas tinha um nome de animal, o circo de animais, o zodíaco. É durante essa volta que o
planeta recebe as energias das 12 constelações ou signos zodiacais que definem o destino do homem em cada reencarnação e as
circunstancias dificeis de aprendisado que devem viver.

Partindo da posição que ocupa o sistema solar na atualidade sobre a eclíptica ao 0º finalizando a era de peixes e entrando na era de
aquário, retorcedemos 180º. Ali se encontrava o sistema solar a 12960 anos 180º para tras na constelção de leão. Os cientistas atuais
dizem que aproximadamente nessa época aconteceu o final de uma era, quando o gelo se derreteu e aconteceu o diluvio.

 
 

A forma da esfinge une os dois simbolos que representam a constelação zodiacal e a constelação polar nos céus, o leão e o homem dando
uma precisa marcação do tempo. Essa forma representa os dois níveis em que se encontram essas estrelas. O corpo de leão representa
homônima, enquanto o homem é o símbolo da constelação polar aque chamamos de Hércules, e que os egípcios chamavam de Thum, o
adão da mitologia astronômica.

PARTE 2

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O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 2


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Conhecimentos Astronômicos Avançados - O Movimento combinado nesses dois planos celetiais foi
chamado de Pari Passu, as duas constelações pelas quais passa a Terra em seu percurso pela galaxia na
chamada pressessão dos equinócios. A esfinge marca assim o Zep Tepi, o tempo novo. A estrela polar
chama-se assim pela sua localização sobre o polo norte, diretamente sobre a coluna vertebral do planeta,
seu eixo. É uma estrela fundamental o poder que preside os céus. Vista da Terra é ao redor dela que gira a
abóboda celeste.

A inclinação do eixo de rotação do planeta em relação ao sol muda lentamente durante o percurso cósmico
e aponta num segundo círculo, mais acima no céu para 6 diferentes estrela polares. Os conhecimentos astronômicos egípcios, os registro
herdados permitiram-lhes saber que ao dividir em segmentos de 60º o segundo círculo superior se veria que o eixo da Terra aponta na
direção de uma diferente estrela polar a aproximadamente 4320 anos.

Seis constelações contém as estrelas polares, as que se localizam exatamente sobre o polo norte da Terra a cada 60º de seu percurso pelo
grande ano cósmico são chamadas as constelações polares.

Na constelação da Ursa Menor esta a estrela Polaris, localizada atualmente sobre o polo norte, é a estrela que guia os navegadores. A
4320 anos a estrela polar era Alfa Draconis situada na constelação de Draco, o dragão. O poder que presidia a 8640 anos era a estrela
polar na constelação de Hércules ou o homem. A 12960 anos, quando aconteceu o dilúvio a estrela polar no círculo superior era
chamada Vega da constelação de Lyra. E 60º antes, ou a 17280 anos, brilhava sobre o polo norte a estrela Deneb na constelação de
cygnus ou cisne. A 21600 anos encontrava-se sobre o polo a estrela Alfirk da constelação de Cepheus. E exatamente a 25920 anos, ou
uma volta completa do chamado ano cósmico, a estrela polaris da Ursa menor brilhava sobre o polo como atualmente.

Essas duas séries de constelações afetam continuamente o homem, tanto as 6 do circulo alto polar quanto as 12 do circulo baixo do
zodiaco, ambas giram sobre um eixo polar virtual situado no centro da galaxia, o eixo da coroa. Para os egípcios toda a aboboda celeste
descansa nas colunas polares distribuidas cimetricamente a cada 60º sobre o círculo para onde aponta o polo da terra em seu percurso
com o sistema solar pela galaxia. A antiguidade e precisão dos registros egipcios é evidente. Os sacerdotes guardiões do tempo herdaram
registros astronômicos de mais de 26000 anos.

Precessão dos Egípcios


 

Os astronomos atuais comprovam esses dois movimentos e os chamam a precessão dos equinócios, pois foram comprovados através das
mudanças na linha dos equinócios. O sol visto da terra durante um ano solar parece ter 4 esquinas, 4 posições que limitam seus
movimentos no horizonte. Sao definidaa pelos solticios e equinócios de inverno e verão. O solsticio de verão, dia 21 de junho, é o dia
mais longo com a noite mais curta do ano. O solsticio de inverno, 22 de dezembro é o dia mais curto com a noite mais longa do ano. Os
equinócios de verão e de inverno são 4 dias em que o dia e a noite são do mesmo tamanho.

Na latitude de Gizé o sol nasce em frente a esfinge nos equinócios a 28 graus a nordeste no solsticio de inverno e 28º a sudeste no
solsticio de verão.Sendo o dia e a noite iguais, sao dias de equilibrio energético entre a luz e a escuridão, dias em que se abrem as portas
dimencionais de espaço e tempo sendo portando importantes em todas as culturas da Terra. A cada ano a linha imaginária que une os
dois equinócios muda ligeiramente de inclinação com relação ao sol, a cada 72 anos 1º. A cada 2160 anos 30º. A cada 25920 anos muda
360º.

Assim, o que se conhece hoje como precessão dos equinócios, corresponde exatamente aos ciclos definidos pelos antigos no Pari Passu,
os dois niveis da volta que correspondem ao grande ano cósmico. A forma da esfinge ao unir o signo de leão como do homem da
constelação de hércules, marca o momento imediatamente após o Dilúvio, uma catástrofe que acontece periodicamente no final do
grande ciclo cósmico a cada 25920 anos.

 
 

Maior Escultura da Terra

  

A esfinge é a mior escultura da Terra. Seu imenso corpo foi esculpido numa só rocha para permanecer incólome através dos séculos. Um
gigantesco monóligo, uma única rocha talhada na planície de Gizé com 80 metros de comprimento, 13 de largura e 20 de altura. É do
tamanho de um quarteirão de uma cidade média. Para dar forma ao seu corpo, cortaram e retiraram a pedra em enormes blocos, que
usaram depois para construir em frente a ela dois templos maçissos.

Enigmática e poderosa é a obra de arte mais grandiosa da antiguidade chegada até nós. Viu nascer, mudar e desaparecer várias culturas
ao seu redor. A esfinge esta situada num ponto muito especial na Terra, a planície de Gizé, também conhecida como Rostau no
antiquíssimo livro dos mortos.

Seu corpo de leão descansa sob a linha paralela ao norte do equador aos 30º de latitude e quase exatamente sobre o meridiano que
passa a 30º de longitude entre os polos norte e sul. 30º de latitude, 30º de longitude sob um dos pontos diamagnéticos do planeta. Hoje se
sabe que ao redor da Terra, sobre os paralelos 30º norte e 30º sul de latitude e a distancias harmoniosas, regulares e equidistantes passa
a rede eletromagnética do planeta.

Vórtices Energéticos e o Projeto Filadélfica


Todos os seres vivos sem exceção tem uma rede nevralgica, uma matriz que capta e distribui de maneira harmoniosa, a energia que
todo o corpo necessita. A Terra esta rodeada por essa rede geometricamente pura de linhas equidistantes baseadas em poliedros
regulares por onde passa a energia que a mantém viva. São chamadas linhas Ley e linhas Hartman, formam uma matriz sobre a qual
existe uma série de pontos nevralgicos em que se produzem naturalmente vórtices energéticos UTILIZADOS SECRETAMENTE POR
GOVERNOS E INDIVÍDUOS com conhecimentos suficientes para produzir LEVITAÇÃO E ANTIGRAVIDADE.

Estes vórtices eletromagnéticos estão harmoniosamente distanciados entre si, onde foram comprovadas anomalias magnéticas e
energéticas. O Triângulo das Bermudas, o Mar do diabo, onde ocorreram desaparecimentos misteriosos, são pontos diamagnéticos
conhecidos. Em outros estão estrategicamente localizadas PIRÂMIDES DE DIFERENTES CULTURAS OU BASES MILITARES DE VÁRIAS
POTÊNCIAS. Utilizando a tecnologia adequada pode se APROVEITAR A ENERGIA DO PLANETA sobre esse pontos nevralgicos para anular
a GRAVIDADE DE QUALQUER OBJETO EM SEU CAMPO DE AÇÃO.

Também nesses pontos foram realizadas experiências de TRNSLAÇÃO DIMENCIONAL, como as realizadas nos EUA no chamado
PROJETO FILADÉLFIA, coordenado por NIKOLA TESLA ( Veja a sua incrivel biografia no menu inicial "Pessoas Especiais") em 1943.
Nesses vórtices se produzem portas dimencionais que se abrem e se fecham ao entardecer dos dias de equinócio. Os egipcios
consideravam os dias dos equinócios como a porta do Maat, deusa do equilíbrio e da justiça. Nesses dias realizavam cerimonias
especiais com iniciados na escola de mistérios na planicie de Rostau.

Aproveitavam o vórtice para culminar os anos de preparação, nos quais os sacerdotes dos 5º e 6º níveis de consciencia eram
impulcionados por uma força externa para experimentar dimensões mais elevadas. Com o conhecimento herdado dos sacerdotes do
Olho de Horus a respeito da rede eletromagnética, construiram sobre ela a grande piramide para transformar, com fins espirituais, sua
inesgotável energia. Na grande pirâmide recebia as energias condensada do planeta, conseguindo altíssimo nivel de vibração, como se
obtivessem estados especiais de consciência.

A grande pirâmide foi chamada de Arca de Ra-Harmakhu e foi construida sob um vórtice eletromagnético para ser usada no dia do
equinócio, quando os dominios da luz e da escuridão estao equilibrados pela deusa Maat. Nesses dias nasciam os Neters, espíritos
exepcionais, os Shemsu-Hor, seguidores de Hórus, irradiando amor e guiando o povo. Elevando o seu nível de consciencia com seu
exemplo e informação sobre a realidade do universo. 

No livro dos mortos, na quinta divisão chamada Rostau aparece uma forma piramidal protegida em sua base por duas esfinges com
forma de leão e olhando o sol em cada equinócio protegem a entrada do reino de Sockar. Os corredores que levam ao topo se parecem
com as passagens da grende piramide. É la que acontece a transformação do Osiris interior de todo o ser humano. La encontra a
iliminação qu eo tranforma em Horus, o super homem imortal. A forma de leão também tem esse processo evolutivo . O leão é o mais
evoluido dos animais, representa para os egípcios o momento final como animal. Possuidor de uma consciencia em evolução que se
converte num super homem.

Estas e outro grande número de considerações, fazem do lugar onde esta localizada a esfinge algo muito especial alme da crença de que
a esfinge é apenas uma escultura e a Grande piramide um túmulo. Duas razões deram lugar a crença de que o Faraó Kéfrem, que reinou
no ano de 2520 a 2494 aC, foi quem ordenou que a esfinge fosse talhada num só bloco de pedra. A primeiraé que acham o seu rosto
parecido com o rosto de uma estátua de diorita negra do faraó Kefren, que foi encontrada enterrada de cabeça para baixo muito perto
da esfingel, no chamado templo do vale, na estátua aparece com um falcão no ombro.

PARTE 3

 
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O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 3


Acessos: 5089

Retocamos digitalmente a esfinge para ter idéia da forma original do seu rosto. As duas feições são muito
diferentes das de Kéfrem. SAbe-se que a esfinge foi chamada de Abu-Hol e durante muito tempo foi pintada de
vermelho, a cor egito. O Tempo levou embara o peitoral de pedras preciosas, o simbólico enfeite do queixo, as
cores de seu elegante turbante e todas as pedras polidas de granito branco da piramide de Kéfrem. A segunda
razão é que entre os braços da esfinge encontrou-se uma lápide talhada na pedra que em sua 13ª linha vinha
escrito a sílaba Kef, isso serviu como prova para os egiptólogos tradicionais atribuissem a sua construção a
Kéfrem. A Lápide foi construida pelo faraó Tutmosis IV, que reino de 1401 a 1391 aC para comemorar a
restauração e a retirada areia que a cobria. Ali se afirma que a esfinge é a personificação de um grande poder mágico que existe nesse
lugar desde o incio dos tempos, o Zep Tepi.

Seu texto narra que sendo Tutmosis IV muito jovem viu num sonho o rosto da esfinge dizendo-lhe que o tornaria faraó se a livrasse da
areia que a cobria até o pescoço. Na realidade não existe nenhuma inscrição que afirme quem a construiu, não se referem a Kefrem
como seu contrutor. Certamente foi um dos restauradores que,como Tumosis IV, limpou-a da areia através dos tempos.

Lápide do Inventário

Em outra pedra talhada chamada a Lápide do Inventário, encontrada em Gizé, se afirma que o faró Quéops, antecessor de Kefrem,
ordeou contruir um templo ao lado da esfinge o que prova que ela ja estava la. E que seu sucessor não pode ter sido o seu sucessor. No
entanto essa lápide nao era reconhecida pelos egiptólogos tradicionais que alegam que não é original e que o estilo em que esta escrita
não corresponde a época de Quéops. A realidade é que a esfinge permaneceu sepultada na areia por milhares de anos. Varias vezes
governantes benévolos ordenaram limpa-la ficando descoberta durante algum tempo, para logo voltar ao esquecimento.

 
 

A direção de seu olhar acrescenta outro dado a esse mistério. Sua cabeça de homem olha fixamente para o leste, contemplando o
nascimento do sol, a milhares de anos. Seu olhar marca intecional e precisamente o ponto no horizonte onde nasce o sol nos equinócios,
o verdadeiro leste, o ponto de cruzamento dimensional. A linha imaginária que passando pelo sol, une o equinocio de verão e o de
inverno é utilizada atualmente para medir, com a variação de seu angulo, o grande ano cósmico, a precessão dos equinócios. Seu angulo
muda um grau a cada 72 anos, move-se 30 graus em 2160 anos, 360º em 25920 anos. É a marca do ano cósmico, o ciclo que determina as
reencarnações do homem e a chegada dos cataclismos periódicos.

Simulações e o Zep Tepi

Utilizando a localização precisa da esfinge, cientistas norte americanos realizaram simulações da abóboda estelar programando no
computador a posição da Terra a 12960 anos, sobre a eclíptica, a curva que percorre o sistema solar. Ficou confirmado que nesse
momento, no ponto exato para onde a esfinge olha o ponto no horizonte situado ao leste verdadeiro aos 30º de latitude surgiam todas as
noites as estrelas da constelação de leão. A esfinge olhava no horizonte a sua frente as estrelas do signo zodiacal de leão, a constelação
que atravessava o sistema solar naquele momento, confirmando a mensagem do tempo, de sua forma simbólica e de sua localização
exata.

Nesse mesmo momento a 90º sobre o mesmo horizonte, mas olhando em direção ao sul, situava-se a constelação de Orion, 9º sobre a
linha do merdiano norte-sul. Enquanto a estrela Sírio, a mais importante para os egípcios, pois a sua aparição anunciava a enchente do
Nilo, se situava ao nivel do chão, 14º a esquerda do meridiano.

 
 

A data transmitida pela esfinge, a data do inicio da nova civilização, o Zep Tepi, esta confirmada pela relação da sua forma simbólica
com a constelação zodiacal de leão e polar de Hércules. Seu olhar para a saida do sol no equinócio de primavera e as saidas das estrelas
de leão a noite, a convertem num relógio astronomico preciso. Sua localização foi escolhida com muita precisão, para converte-la num
mensageiro através dos tempos que contesse aos pesquisadores futuros o ciclo mais importante para o homem: O ANO CÓSMICO E A
LOCALIZAÇÃO DA REDE ELETROMAGNÉTICA DO PLANETA.

Erosão pravocada pela chuva

Outro elemento na esfinge confirma o Zep Tepi, o momento de sua construção. Trata-se de uma prova de origem geológica e climática.
Em 1960 o matemático frances Renne Schavezluveks afirmou qu eo corpo leonino da esfinge apresenta sinais de erosão provocada pela
chuva. Isso surpreendeu a todos, porque esta confirmado que a esfinge ficou enterrada debaixo da areia até o pescoço 90% do tempo
nos ultimos 4500 anos. Desde 2500 aC, a data tradicionalmente aceita de sua construção, pelo faraó Kéfrem, apenas algumas vezes
alguns contrutores benevolos se preocuparam em restaura-la e retirar a areia de sua superfície.

Uma dessa últimas limpezas foi realizada por Napoleão, quando esteve no Egito. Como é possivel entao que seu corpo apresente sinais
de erossão devido a chuva? Esta mais do que comprovado de que o clima do Egito, árido e pouco chuvoso, não se modificou nos ultimos
4500 anos. Os cientistas nos dizem que a mudança climática radical que aconteceu nessa região no fim do Pleistoceno, converteu=a aos
poucos no deserto que vemos agora.

Isso quer dizer que a chuva que causou a erosão da Esfinge só pode ter acontecido entre o ano de 10960 aC e o ano 5000 aC, quando a
planície de Gizé converteu-se no areal que a sepultou até o pescoço e a protegeu do clima ao seu redor. Uma espedição da Universidade
de Boston comprovou as marcas de erosão confirmando que eram causadas pelas chuvas e determinou que as profundas marcas foram
geradas durante milhares de anos. Isso confirma a antiguidade da Esfinge e centra a polemica que existe entre os egiptólogos
tradicionais, que nao chegaram a um acordo de quando de fato começou essa civilização.
 

Pouquíssimos registros de governantes sobreviveram até hoje e os existentes são aceitos apenas parcialmente. O Papiro de Turim e a
Galeria dos Cartuchos no Templo de Osíris em Abydos, tem os nomes dos faraós aceitos atualmente. Desde o primeiro faraó, o lendário
Rei Menés, a quem se atribui a reunificação do egito por volta de 3000 aC, dando incio a primeira dinastia da história oficialmente
aceita.

Acontece que estas listas e as que o Sacerdote Maneto escreveu no ano de 300 aC em sua História da Civilização do Egito, começãm na
realidade muito antes no tempo,com outros governantes que nao foram aceitos alegando-se que eram mitos. São o reinado de
Schensuor, seguidores de Hórus, os divinos ancestrais, seres iluminados que teriam governado o Egito por 13900 anos. Depois o reinado
dos Akhu, os sábios, outros governantes exepcionais cujo reinado, segundo essas listas, durou 11000 anos antes de comçear o reinado
dos faraós, que durou 30 dinastias.

Uma Civilização muito mais antiga

Isso quer dizer que a civilização existiu no Egito ainda antes do Dilúvio durante o ciclo anterior a que chamamos Atlante e que no Zep
Tepi um novo ciclo começou a partir dos conhecimentos herdados. Além disso isso explica uma das incoerencias da História oficial que
situa o inicio da civilização por volta do ano 3000 aC. Ninguem entende como a CIÊNCIA, A ARTE, AS TÉCNICAS DE ARQUITETURA E A
ESCRITA DE HIERÓGLIFOS, aparecem nessa data TOTALMENTE desenvolvidas com realizações iniciais que nunca foram ultrapassadas
posteriormente. Não se entendo como o complexo de Sakara aparece de repente do NADA, com ladrilhos cozidos, finíssimos
acabamentos ceramicos, harmoniosos detalhes arquitetonicos, colunas e piramides capazes de se resistir durante milênios.

É como se a nossa atual civilização tivesse construido o Onibus Espacial sem ter nunca desenvolvido os aviões de lona, os DC3 e os vôos
Gemini que levaram o homem a lua. É EVIDENTE que a civilização egípcia herdou conhecimentos do ciclo anterior Atlante e foi guiada,
nos seus primórdios, por uma casta sacerdotal de seres muito evoluidos espiritualmente como afirmam as lista de governantes que
chegaram até nós. Isso confirma que a Esfinge foi talhada na pedra por sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, logo depois
do Dilúvio, no período pré-dinástico do Egito.

Relógio Astronômico

A Esfinge é uma imensa escultura construida numa só peça para resistir incólome a passagem dos séculos. Sua forma simbólica foi
cuidadosamente escolhida para tornar-se um RELÓGIO ASTRONÔMICO. Foi colocada de maneira PRECISA SOBRE UM PONTO
DIAMAGNÉTICO do planeta indicando forças planetárias no ponto onde posteriormente se construiu a Grande Piramide. Seu olhar
dirigido ao ponto preciso do horizonte onde surge o sol no dia do equinócio indica a importancia da Porta de Maat, a entrada ao reino
de Sokkar, o momento onde o dia e a noite tem a mesma duração.

Nesse universo de contrastes, somente o equilíbrio entre a luz e a escuridão ao comparar-se os extremos da dualidade, pode-se
encontrar a unidade. Consegue-se essa compreensão através da experimentaçao dos resultados das decisões tomadas ao longo de
muitas reencarnações encontrando o caminho do respeito e da tolerancia que conduz a paz e harmonia. Ess mensagem é transmitida
em todos os Templos da civilização egípcia, o caminho do aperfeiçoamento através da reencarnação para chegar a iluminação, era sua
crença fundamental.

A esfinge confirma também a antiguidade da civilização egípcia, o momento do novo começo, o Zep Teo, a 12900 anos, quando as
estrelas da constelação de leão brilhavam sobre ela. A esfinge marca a existencia do ano cósmico, o cilco mais importante para a
humanidade. Confirma que se, de fato, a civilização Atlante existiu, representa a certeza de que existe uma alta escola de sabedoria.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato, gestor
de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 1


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O Egito é um páis de um único rio. O Nilo o percorre serenamente gerando margens verdes cercadas por
enormes desertos. É o maior oasis, no maior deserto do mundo. É uma terra simples, facil de entender,
com grandes paisagens que incitam a contemplação. Qualquer ponto no horizonte faz pensar na
imensidão. O Egito de um deus único. Ali durante milhares de anos desenvolveu-se uma ...

civilização que viveu em paz e harmonia sem sair de seus limites naturais para impor-se a outros
povos,  dedicada apenas ao aperfeiçoamento espiritual. A imagem que se tem dessa civilização mostra
apenas a luz do seus sucessos. A sua escrita permaneceu incompreendida durante milênios, se codificou
apenas o seu nível mais básico, o dos símbolos que representam os sons da linguagem. A níveis
superiores, com símbolos que transmitem conceitos e não sons.

Estes ainda não foram decifrados, as traduções se baseiam apenas na parte fonética ou na melhor das hipóteses são interpresdas
SEGUNDO AS CRENÇAS DOS TRADUTORES. Os que creem que eles eram bárbaros primitivos chegam a um tipo de interpretação, e os
que acreditam que eram uma civilização avançada baseada no espiritual, possuidora de tecnologias incompreendidas chegam a
resultados totalmente diferentes.

A Verdade que muitos não querem ver

 
   

Os acadêmicos religiosos cresceram influenciados pela imagem que o Alcorão e a Bíblia projetam dos egípcios, como um povo déspoda
adoradores de muitos deuses. Por essa razão, critáos, judeus e mulçumanos não puderam reconhecer que o egito foi uma das fontes que
alimentou as raizes de seus próprios credos. Essa imgame ficou reforçada pela incorreta tradução da palavra NETER, como deus ou
deusa, quando na realidade significa FORÇA OU CAUSA FUNDAMENTAL, PRINCÍPIO DIVINO, FUNÇÃO QUE ORDENA O UNIVERSO. Os
Neters personificam atributos de Deus, foram uma maneira simples de explicar ao povo que o único Deus, responsável pela criação tem
diferentes características, nao quer dizer que sejam múltiplos deuses. Um único homem pode ser um mestre, um pai e ao mesmo tempo
um marido sem ter que ser várias pessoas. São caracteristicas diferentes de um único ser.

Para muitos historiadores a civilização atual representa o auge do progresso do homem na terra. Essa crença também contribui para
projetar uma falsa imagem do egito, pois não aceitam nada que possa colocar isso em dúvida. Aceitam apenas parcialmente os
documentos cronológicos de governantes egípcios que chegaram a nossos dias, invalidando os registros anteriores ao Rei Menés,
alegando que apenas essa parte é um mito.

Os acadêmicos racionalistas contribuiram também para FLASIAR a história egípcia, ao NÃO aceitar a existencia da CIÊNCIA E
FILOSOFIA antes da civilização grega, apesar dos grandes pensadores e matemáticos gregos terem encontrado respostas NO EGITO.
Tudo isso projetou uma imagem enganosa da cultura egípcia, sao vistos com preconceito, como um povo primitivo e inferior ao mundo
moderno e civilizado, cuja ÚNICA qualidade foi contruir alguns templos e túmulos para seus faraós, muito grandes e resistentes a
passagem do tempo.

Aqui nessa série de textos, se procura reexaminar sua cultura, redescobrir seus templos para cohecer as verdades entalhadas em seus
muros. Abrir uma porta sobre o seu conceito de realidade com a mente livre, que permite ver além dos mitos em que os sepultamos.

Uma civilização fantasticamente evoluída


 

Os antigos egípicos entenderam o universo, suas leis, processos e propósitos de um modo coerente, lógico, analítico e racional, que é
uma herança importantíssima para o homem no inicio desse novo milênio. Novas informações começam a surgir, estudiosos, cientistas
e técnicos estão encontrando provas dos incríveis avanços tecnológicos, da precisão absoluta de suas construções, da escala de seus
projetos. Os seus feitos foram subestimados, o fato de nem se quer imaginar a sua tecnologia não quer dizer que não tenham movido DE
MANEIRA INEXPLICÁVEL, enormes pesos através de grandes distancias, que tenham corado, entalhado e acoplado duríssimas lajes de
granito e diorita com precisão atômica, possivel apenas com tornos e serras ultrassonicas.

A precisão matemática de suas construções é tal que nos 5 hectares da base da grande piramide HÁ UM DESNÍVEL DE APENAS 8mm ! A
tecnologia atual teria conseguido apenas um desnível de 40cm ! Seu sitema de medida baseado no homem tem sua constancia exata das
medidas do planeta e dos movimentos do sistema solar na galaxia. Informações importantíssmas a respeito dos ciclos cósmicos que
determinam cataclismos periódicos NÃO PODEM FICAR RELEGADAS AO MITO.

   

Essa herança faz parte de nosso antigo futuro. O que foi encontrado até agora mostra de maneira evidente que manipularam
conhecimentos AVANÇADÍSSIMOS EM TODOS OS CAMPOS DA CIÊNCIA, ARTE, FILOSOFIA E RELIGIÃO. Conhecimentos que fazem parte
de uma herança ainda mais antiga de um período mais antigo da humanidade chamado atlanti, anterior ao Dilúvio, ao que
sobreviveram alguns sacerdotes que construiram as bases desse ciclo em que vivemos.

A humanidade teve grande desenvolvimento na terra. Alguns sacerdotes cientistas, prevendo a catástrofe, prepararam-se para
sobreviver a ela. A eles se devem a aparição SÚBIDA, SEM NENHUM PERÍODO DE EVOLUÇÃO, de todos os conhecimentos egípcios. Esses
sábios estruturaram uma fechada casta sacerdotal, se organizaram em Templos para que os seus sucessores guiassem o povo num
processo de aperfeiçoamento espiritual que duraria milhares de anos. Chamaram-se sacerdotes da escola de mistérios do Olho de
Hórus, depositários do conhecimento. A sua visão da vida na terra como um processo de aperfeiçoamento espiritual transformando um
homem, quase animal, em super homem, determinou o caminho dos egípcios.

Sua maneira de entender o progresso como um evolução dos conhecimentos sobre o universo, nao tem parametro para o homem
ocidental que ve o progresso como aquisição de confortos materiais. A escola de mistérios acelerou o processo evolutivo de uma série de
iniciados que receberam dados para entender o mundo dual em que vivemos de contrastes extremos de luz e escuridão, de medo e
amor. Dessa maneira entenderam que nas diversas vidas experimenta-se na própria pele esses extremos, como resultado das decisões
tomadas livremente, o que permite comparar e encontrar a verdade. Cada vida é um passo necessário que acrescenta conhecimento.

Homem: um modelo na escala do universo

Os egípcios viram no homem um modelo na escala do universo, que ao entender-se a si mesmo pode encontrar verdades superiores,
deduzir aspectos da realidade, o que vale para o universo vale para o homem. Os sábios sacerdotes ensinaram que TUDO existe numa
grande mente, somos pensamentos de Deus com capacidade para criar em nosso próprio pensamento. Somos aspectos de uma só
realidade, TUDO É UNICO UM É TUDO, por isso desenvolveram simultaneamente a Ciencia, a Arte, a Religião, a Filosofia de um modo
multidisciplinar, conjunto, sem especializações QUE CEGAM. Viram a Criação com o ato consciente de um único Deus, estudaram a si
mesmos a procura dele, descobrindo que tem muitas características, as que deram nome e símbolo para poder comunicar-se com
clareza. 

Deram o nome de Atum a característica de Deus nao manifesto, quando ainda nao criou o universo que existe ainda potencialmente
dentro dele. Deram o nome de Ptha a característica criadora de Deus, ao manifestar a sua vontade da lugar ao universo. E chamaram de
Amón, a caracteristica de deus que torna o homem livre de criar na sua própria mente a sua imagem e semelhança. Com esse conceito
deram lugar a flor da vida, os movimentos sagrados de Deus.

Os Templos foram instrumentos cientificos de alta precisão para medir e registrar os movimentos dos astros. Sua herança nos diz aque
os astros determinam os ciclos do universo e os processos por que passa o homem, a humanidade. Nos templos concentraram os
conhecimentos que encotraram enquanto se estudavam a si mesmos, num processo dirigido de aperfeiçoamento espiritual. Ali
desenvolveram simultaneamente as ciencias, a arte, a religião e a filosofia num único bloco dinâmico, pois acreditavam que nenhuma
aspecto da realidade estava separado de outro. Ao redor dos Templos, dirigida por seres muito evoluidos espiritualmente, cresceu uma
das civilizações mais INCOMPREENDIDAS E AVANÇADAS DA TERRA. ESTA NA HORA DE RECUPERAR A NOSSA HERANÇA !!!!!! 

A herança de sua civilização, sua visão do universo, esta resumida em uns poucos símbolos sabiamente escolhidos entre os elementos
de sua realidade. A utilização de uma imagem simbólica tem a vantagem de expressar um pensamento de uma maneira muito simples,
além da linguagem, e seu significado poderá ser entendido milhares de anos depois de ter sido desenhado, pois a imagem de um falcão
ou uma postura humana não mudam.

Para os egipcios o homem encarna na Terra para decidir como agir ante as circunstancias experimentadas. Ao comparar os resultados
de suas ações, aprende e se aperfeiçoa. Então, o mais importante é a ação, o verbo, a ação que produz resultados leva ao
aperfeiçoamento, a linguagem existe para comunicar ações. Cada parte do todo atua, realiza uma ação vital que produz resultados. Cada
parte tem a forma de que precisa para agir da maneira que lhe corresponde.

PARTE 2

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O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 2


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Símbolos e escritas - Os egípicos expressavam suas idéias através de tres tipos de simbolos ou escritas. são
chamadas de escritas hieroglificas, hierática e demótica. O primeiro tipo de escrita utiliza imagens muito simples
chamadas HIEROGLIFOS (hieros - sagrado, glifos - imprimir) assim chamaram os glifos escriata sagrada aos
entalhes simbólicos egípcios. Os hieróglifos tem diferentes níveis simbólicos de comunicação. O mais simple e
básico é o dos simbolos fonéticos. Utilizaram 24 símbolos graficos associados a um som e nao a uma idéia, formam
o alfabeto egípcio. Era a escrita que dava forma a linguagem do povo. São o primeiro alfabeto usado pelo homem
do qual se derivou o alfabeto fenicio e mais tarde o alfabeto grego. Podiam escrever indiscriminadamente em colunas ou em linhas
horizontais, podendo ser lidas em qualquer sentido.

As cabeças das figuras simbólicas olhavam na direção emque que se começava a frase, marcando assim a direção da leitura. Durante
milênios permaneceu indecifrada, até que em 1799, os expedicionarios franceses vindos com Napoleão, encontraram em Roseta, no
meditarrâneo, uma pedra de granito negro escrita no final da civilização egípcia. Em péssimo estado, nenuma das suas linhas estava
completa, conservava ainda 14 linhas escritas em hieroglifos, 32 linhas escritas em demótico e o mais importante 54 linhas em grego,
uma lingua conhecida que indicava que este texto traduzia as outras escritas.

   
 

Um especialista em línguas, Jean-Francois Champollion, dedicou-se a estudar os textos da pedra. Descobriu que o egípcio antigo assim
como as semíticas usavam apenas consoantes, a vogais era acrescentadas na liguagem falada para dar uma forma gramatical. Em 1822
consegue resolver o mistério ao comparar dois hieróglifos contidos em dois cartuchos do texto, um dos quais também constava numa
lápide circular na ilha de Philae ao lado da segunda pilastra do templo de Isis, que se sabia conter o nome do faraó Ptolomeu VI.

Dois cartuchos de hieroglifos com os nomes dos dois ultimos farós egípcios, Ptolomeu e Cleópatra. Isso permitiu decodificar e identificar
o alfabeto utilizado. O som que nesse momento produziam as palavras gragas em Copto, uma linguagem usada por cristãos egípcios,
serviu para aproximarmos do som que se supóem tivesse a lingua dos antigos egípcios. Assim se consegue decifrar o primeiro nível da
linguagem com seus 24 símbolos entalhados a milhares de anos. A escrita que usava apenas símbolos fonéticos, não idéias.

Mas existe um nível mais alto de comunicação nessa mesma escrita hieroglífica além de 700 simbolos, belíssimas formas gráficas que
desenham a realidade e evocam na mente ações e conceitos. A palavra convertida em imagem. Símbolos que imitam as formas da
natureza, escolhidos pela ação que evocam na mente. Um pássaro evoca o vôo, a liberdade. Caso seja um falcão acrescenta a esta
imagem a agudeza da visão. A figura de um olho comunica a ação de ver. Cada simbolo é desenhado para reviver experiências que a sua
forma reviveu na vida.

Usavam também partes facilmente reconhecíveis que fazem pensar numa ação vital. Dois braços elevados fazem pensar em orar. Duas
pernas evocam a ação de andar, um braço estendido a ação de apontar. Duas mãos entrelaçadas, união. Uma mão que alimenta, outra
que semeia, um jarro que entorna. Simbolos que retratam elementos fabricados pelo homem e quando postos em ação produzem um
efeito. A ferramenta comunica o tipo de trabalho que se executa com ela, um arado, um ancinho, uma rede.

 
 

Além da escrita hieroglifia existia outro tipo de escrita a hierática. Era utilizad apenas para comunicações oficiais e comerciais. A
terceira forma de escrita só existiu nos ultimos anos da civilização, quando por volta do ano 700 aC os escribas que copiavam os escritos
antigos simplificaram ainda mais os símbolos do hierático. Até torna-lo quase uma taquigrafia. Chama-se Demótico.

Novas interpretações estão surgindo Permitindo entender que os mitos e símbolos usados pelos egípcios são apenas uma forma fácil de
comuniar conhecimentos e expressar conceitos sobre a realidade. Ao converter idéias em Histórias facilita-se a sua compreenção. Os
sábios sabiam que dar informação sem a compreensão da mesma é um exercício inútil.

 
Blocos de 50 toneladas e uma técnica de contrução perdida
 

Existem 3 templos muito antigos do inicio da sua civilização realizados com a mesma técnica de construção, tem o mesmo estilo
arquitetonico maçisso e pesado que não foi utilizado em todo o Egito. Dois deles se encontram em Gizé. O templo da Esfinge construido
exatamente junto a ela e o templo do Vale, ao sul, nessa época em frente ao Nilo. O Terceiro é o maçisso Osirion, contruido em Abydos.
Os dois templos de Gizé foram feitos com os imensos blocos que sobraram da construção da esfinge. Somente esses dois templos, em
todo o Egito, foram construidos construidos com blocos tão grandes, numa forma tão maçissa, fechada completamene ao mundo
exterior por imensos muros de pedra com apenas dois acessos frontais simétricos.

O peso médio dos blocos utilizados na sua construçao é de 50 toneladas. Deviam conhecer técnicas de construção que facilitassem a
utilização dos blocos, imensos como casas. Não usaram blocos regulares eram todos diferentes com seus lados cortados em diferentes
angulos sobre os quais encaixavam, de maneira exata e milimétrica, os que colocavam por cima. Outra particularidade desses templos é
que os blocos dos cantos estao cortados de modo especial. Cada um deles faz parte dos dois muros, a fim de que toda a estrutura do
edificio não tenha interrupções.

Isso obrigava a que cada um desses blocos tivesse que ser entalhado em alguns casos mais de 30cm para formar o canto. Na natureza
orgânica não existem angulos retos, um canto é uma articulação que permite o fluxo das energias e o fluxo dos líquidos. Esses templos
tinham um salão central coberto por uma laje de pedra sustentada por gigantescas colunas simétricas, formando um terraço superior
que dominava a planicie. Seus muros e colunas não tinham nenhum tipo de ornamento ou hieroglifo e os pisos são de alabastro.

O salão era iluminado por claraboias no tetode pedra, que deixavam entrar um foco de luz diretamente sobre as estátuas dos Neters.
Esses templos foram utilizados desde o Zep Tepi, o momento em que começou a nova era, depois do diluvio, em cerimonias iniciáticas
dos sacerdotes da escola de mistérios do olho de horus. Nos dias de equinócio, sobre o terraço do Templo a altura do olhar da esfinge,
colocavam a barca de ouro,  o simbolo do proceso evolutivo do homem em seu caminho de reencarnaçoes na terra e do percurso do sol
no céu. Ao seu redor eram realizadas cerimonias, enquanto a esfinge contemplava o nascer do sol no horizonte a sua frente e durante as
noites as estrelas da constelação de leão.

Existem 4 razões para que se diga que a esfinge e essse templos foram construidos pelo faraó Kéfrem. A primiera é que no templo da
esfinge foi encontrada enterrada de cabeça para baixo a famosa estátua de diorita negra de Kéfrem, com o falcão no ombro. A segunda é
que afirmam que a cara dessa estátua é identica ao rosto da esfinge. Porém, na realidade, as suas feições são muito diferentes da de
Kéfrem. A terceira é que entre os braços da esfinge encontrou-se uma lousa entalhada por Tutmosis IV, que numa de suas linhas tem a
sílaba "Kef" apesar de que na mesma lousa estar escrito que a esfinge estava nesse local desde o inicio dos tempos, o Zep Tepi. A quarta
é que por isso também se atribui a Kéfrem a construção da piramide central de Gizé que tinha, encontado em sua fachada, um templo
unido por um caminho coberto de 500 metros, o templo do vale.

No entando a pedra dos muros desse templo é do mesmo tipo do bloco monolítico da esfinge, certamente feitos com o que sobrou do seu
entalhe. Além do mais tem os mesmos sintomas de erosão pela chuva que a esfinge. O que permitiu que especialista geólogos
determinassem que foi contruida por volta do ano 9000 aC. Certamente o faró Kefrem reformou o antigo Templo cobrindo pelos dois
lados os muros ja deteriorados pela erosão com lousas de granito.

PARTE 3

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O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 3


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Baixo e Alto Egito - Os antigos dividiram a parte verde e habitável do egito em duas grande zonas com diferentes
caracteristicas definidas pela forma do próprio Nilo. o Delta, quando o Nilo se abre para chegar ao mediterraneo,
forma um vale fértil. É chamado de baixo Egito, seu símbolo hieroglifico é a abelha. E o faraó usa uma coroa
vermelha para mostrar a sua autoridade nessa região. O longuíssimo e estreito corredor verde de ambos os lados
do Nilo, em seu percurso desde a fronteira com a Núbia até o ponto onde começa o delta é chamado de Alto Egito.
É simbolizado em sua escrita por um arbustro e o faraó usa uma coroa branca para representar o seu poder
nessa região. A história aceita do Egito começa com a unificação dessas duas regiões sob uma só coroa, branca e vermelha. Essa união
foi conseguida pelo faraõ Menés, fundador de Menphis, localizada na confluencia das duas regiões.

Abydos estao ao sul, no alto egito, ali se encontra dois templos um ao lado do outro. O dedicado por Sethi I a Osíris, atras do qual se
encontra a escavação que apareceu o sengundo templo, o Osirion, que permanece parcialmente submerso. O Nível freático impediu os
trabalhos de restauração, pois a água fluia para dentro do Templo mais rápido que a capacidade das bombas para tira-la. Estima-se que
foi construido no alto de uma colina por volta do ano 9000 aC., quando o nivel freático e a superfície do Nilo estavam 10 metros a baixo.

Foi o primeiro Templo do Egito a explicar a vida como parte de um caminho de reencarnações sucessivas, permitindo adquirir dados
sobre o universo, evoluindo da ignorancia para a sabedoria. Sua arquitetura maçissa sem nenhum tipo de hieriglifos, com lajes e pedras
pesadíssimas de corte imenso, é muito semelhante aos templos em frente a esfinge. Enormes blocos irregulares, todos diferentes entre
si, com cortes de ASSOMBROSA PRECISÃO, juntas de construção e exatidão de montagem.

 
 

Nos cantos os blocos seguem um muro lateral, devendo ter sido rebaixados para conseguir essa forma, o que aumenta
consideravelmente o trabalho, pois de duríssimo granito de Assuã. Tudo isso implica em uma técnica de construção DESAPARECIDA,
numa época em que SUPOSTAMENTE não existiam ferramentas que produzissem cortes tão precisos, movessem blocos tão pesados ou
juntá-los com tanta exatidão.

Conhecimentos técnicos herdados dos sobreviventes ao dilúvio, que foram utilizados no restrito e fechado círculo de uma organização
secreta de sacerdotes cientistas. As técnicas e ferramentas usadas, NUNCA foram postas a disposição do povo em geral. Certamente
porque era muito perigoso entrega-las a mentes primitivas com emoções e paixões descontroladas. Ou então porque a unica maneira de
usa-las era estando em perfeita harmonia com o universo. Por sua carateristica sônica ou psíquica. E não mecânica como as
desenvolvidas pelo homem atual.

O Templo tem uma forma retangular, com uma plataforma rodeada de água, elevada no centro, a que se chegava por escadarias dos
dois lados, dificilmente visíveis hoje por causa da água. Sua forma representa o montículo original que emergiu quando as águas
baixaram depois do dilúvio, onde os sábios desembarcaram para começar a nova civilização do egito. Este templo foi construido para
comemorar o Zep Tepi, o tempo para dar incio a uma nova civilização dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.

 
 

Dez maçissas colunas de pedra, cada uma feita num só bloco de granito vermelho com um peso superior a 100 toneladas, sustentavam
pesados pórticos, sobre os quais se apoiaram o teto de pedra. Ao redor do canal, 16 santuários albergaram em seu tempo, símbolos
sagrados, hoje se encontra submersos em agua estagnada. No canto superior de um desses imensos pilares encontram-se, lado a lado,
dois estranhos círculos com figuras geométricas em seu interior, tocando-se nas beiradas. O granito parece queimado por finas linhas
circulares... trata-se da Flor da vida, um símbolo de geometria sagrada egípicia que mostra os movimentos iniciais de Deus para criar o
universo.

A Flor da Vida

A Flor da vida é um símbolo esotérico egípcio. que descreve a geometria sagrada que deu lugar ao Universo e que determina os
processos naturais com a mitose ou o movimento dos sóis e dos planetas. Uma forma que conceitua a vida com um processo no tempo, a
forma que contém os rítimos, as horas, os dias , os meses, os movimentos dos corpos celestes durante os quais a idéia toma forma, a
semente germina.

A flor da vida representa o momento em que Deus ativa a sua vontade, quando desperta a sua conciência para animar o universo,
quando abandona o estado de repouso, de não ego, de não ser, de vazio e de escuridão. É o momento que Atum-ra o deus não manifesto
se transforma em Ptha, o deus criador do que existe. O Fiat Luz, o momento em que nasce a flor da vida, e tudo incia a sua primeira
volta.

Para os egípcios os movimentos de deus começam num ponto coneitual, o Olho de Horus, de onde surge a flor da vida, cujo fruto é o
universo, a criação. O ponto é referencia para saber que existe o movimento, nele começa a sua geometria sagrada.  Dali Deus cria o seu
promerio espaço virtual do universo.Faz isso projetando-se para fora, com um ponto que avança, repetindo-se, formando uma linha
reta, a forma masculina, é Deus pai que manifesta sua energia e sabedoria. Sua bondade ativa é trasformada pelo Deus mãe, a
substancia infinita, que gera em seu interior uma resposta. O Deus filho que regressa com uma percepção de um plano virtual
reconhecido. Assim os egípcios entendem a trindade, como um processo simultaneo, equilátero, de dados enviados, recebidos e
conscientizados. Por isso o triangulo equilátero é a base do tetraédro, o primeiro sólido puro, a forma primária, masculina de tudo que
foi criado.

 
 

O processo se multiplica no tempo e no espaço, pra frente para tras, para cima para baixo, a direita a esquerda. Assim gera um espaço
virtual auto reverente. Simultaneamente ao girar esse volume percebido ao redor do ponto de partida, constroem-se  o princípio
feminino, a Esfera. Um espaço passivo, sem tensões, com todos os seus pontos ligados ai centro, ao Olho de Horus. A esfera é a placenta
que contem tudo, a subastancia de todas as formas e volumes, é uma expressão de uniade, uma totalidade e de integridade. E nenhum
ponto da superfície é mais importante que o outro e chega-se a todos da mesma forma, desde o seu contro de força e energia que os
origina.

Atomos, células, sementes, planetas e sóis todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade. A primeira esfera virtual contem
os cinco modelos de poliedros regulares, solidos com todos os seus lados e angulos iguais, chamados de sólidos platônicos em
homenagem a Platão, que aprendeu a flor da vida com mestres egípcios. Sao a base, os tijolos com os quais todo o Universo foi
construido. Simbolizavam os 5 elementos da natureza: o fogo, a terra, o ar, o espírito ou éter e a água.

Assim Deus compreendeu, criou e percebeu, desde o seu centro de força e energia, o primeiro espaço finito que simboliza a Terra dentro
do espaço infinito, o céu. A Biblia nos conta que, no inicio Deus criou o céu e a terra. A Terra era informe e vazia as trevas cobriam a
superfície do Abismo e o Espírito de Deus se movia entre as águas. Realiza então o seu primeiro movimento, deslocando-se desde o
centro da primeira esfera conhecida até chegar a sua margem, membrana ou perímetro do espaço. Desde esse novo ponto central, se
repetem os movimentos que ja conhecemos, gerando-se assim outra esfera. Na interseção das duas esferas iguais, gera-se a forma mais
importante das ja existentes.

É a chamada Vescica Piscis, que simboliza o verbo divino, os egípcios acreditavam que do seu interior surgiram os números, os sete sons
fundamentais, as letras e toda a sabedoria da criação. Tem a mesma forma do olho e da boca humanos. Em seu interior cabem
exatamente dois triangulos equiláteros, que ao estarem contidos num retângulo sao a base da proporção áurea, a divina proporção.

Essa proporção foi utilizada em todos os seus templos, como no Osirion, paa relacionar as tres dimensões entre si, e estas com a
natureza. Dai derivam todas as relações matemáticas fundamentais e os números importantes, como phi e pi, simboliza também a visã
compartilhada, o entendimento mútuo entre individuos iguais, terra comum. O Vescica Piscis é o espaço compartilhado,  a interseção
entre a esfera inicial e a nova, gerada da sua borda. A partir dessa nova esfera conhecida repetem-se sucessivamente os movimentos em
direção a borda exterior, para gerar outra esfera. Cada um adelas é uma nova dimensão, um novo som na escala musical, uma nova cor
na escala cormática. Assim vao se contruindo 4 esferas, 5 esferas, 6 esferas e nesse momento se chega a sétima e ultima esfera, com a
qual se encerra o primeiro ciclo e se completa a semente da vida.

Sete esferas, sete dias da criação, seta notas musicais, sete cores espctrais, o coração tem sete capas de músculos, sete chacras, sete
sistemas de glândulas endócrinas. Esse padrão geométrico se repete indefinidamente, é a base de tudo que existe e seguindo-o a
natureza faz crescer as flores, constroi uma, duas,quatro, oito células primárias, o corpo humano ou as galáxias. Ao expandir-se como
um eterna espiral, vai gerando novas esferas e na terceira volta completam-se as 19 esferas que formam a flor da vida. Esse padrão
geométrico toma a forma de uma flor e é ao mesmo tempo um processo eterno, contem as harmonias musicais, as escalas de luz, os
padrões de crescimento dos tecidos vivos.
Cada esfera tem a mesma potencia de desenvolvimento, que a esfera original, dando assim a flor da vida lugar ao fruto da vida que gera
sua própria flor. Cada esfera guarda em seu interior, os cinco sólidos platonicos, a união da energia masculina e feminina, a reta e a
curva, as duas matrizes geométricas, que são a base da realidade existente. Os sólidos platonicos equiangulares e equiláteros concectam
o centro de todas as esferas, assim aparece o tetraedro, o cubo, o octaedro, o icosaedro e o dodecaedro. São simbolos da inseparavel
relação entre as partes e a totalidade. Formam um principio de unidade para toda a geometria das formas existentes, apesar de sua
diversidade.

Padrões, formas estruturas que existem na natureza, da menor partícula a expressões reconhecíveis ao olho humano até o imenso
universo. Tudo segue um arquétipo geométrico que nos revela a natureza de cada forma. A Flor da vida revela que tudo esta conectado,
é inseparável e único. Nos lembra a nossa relação com a totalidade e nos permite compreender as bases sagradas de toda a criação. Com
ela os Sacredotes da Escola de Hórus ensinavam o respirar da totalidade, o que é Deus e como diversifica a sua consciencia, através da
nossa vida.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato, gestor
de conteúdo do Portal O Arquivo.

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Terremoto de 3.2 pontos é


registrado próximo à
Florianópolis, SC

Um terremoto de 3.2 pontos de magnitude


foi registrado no Brasil, a 6 km da cidade de
Santo Amaro da Imperatriz e 100 km da
capital, Florianópolis. Diversos moradores ao
redor de capital relataram terem sentido o
abalo.

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O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 1


Acessos: 3890

Saqqara é a primeira manifestação do avançado conhecimento da escola de mistérios Olho de Horus, cujas
ruinas existem até hoje. Neste local foi contruida a primeira pirâmide da Terra depois do Dilúvio. Também
foram usados, pela primeria vez, blocos modulares de pedra para a construçao de um edifício. Nas paredes
se esculpiram hieróglifos com os primeiros textos religiosos da história. Nesse local foi construido um
enorme ...

complexo subterrâneo de 12 pavimentos com camaras e galerias decoradas com os primeiros azulejos de
ceramica criados pelo homem. Nessas camaras subterraneas encontrou-se mais de 40000 urnas, tijelas e
vasos de alabastro. Qual era a utilidade de tudo isso? Porque construir com tanto esforço, túneis, camaras, salões, 30 metros abaixo do
solo. Como Iluminaram esses espaços para fazerem os complexos desenhos ceremicos nos muros?

Porque as construções são volumes maçiços de pedra sem nenhuma utilidade aparente? O que uma sociedade de cerca de 4 milhões de
pessoas podia ganhar ao cortar e deslocar mais de 1 milhão de toneladas de pedra para a construção desse complexo que surpreende
pela sua refinada arquitetura? Qual o objetivo de um trabalho tão elaborado de esculturas em pedra, colunas, baixos relevos e detalhes
arquitetonicos refinados num edifício que não tinha nada em seu interior?

 
Como explicar a utlização de uma avançada tecnologia com algo tão inexplicado racionalmente? Saqqara é um dos maiores mistérios do
Egito. sua História nos revela as mais incríveis respostas. A começar pelo fabuloso personagem que a desenhou, e dirigiu sua
construção. O arquiteto Imhotep, cujo nome significa "o sábio que vem em paz", sumo sacredote da escola demistério Olho de Horus,
tem um lugar de destaque na história da humaniade. Ele foi primeiro ministro, vizir e chanceler do Faraó Djoser, que reinou na terceira
dinastia em torno do ano 2800 aC.

Imhotep

Imhotep nasceu no dia 31 de maio, seu pai era o arquiteto Kanofeles e sua mãe Creduonk, algumas poucas estatuetas o retratam como
um pessoa simples usando roupas sóbreas como as de um monge. Ele foi o pai da arquitetura, passando de trabalhos com madeira e
barro a trabalhos com blocos modulares de pedra. Desenhou também as primeira colunas esculpidas no formato de flores de lótus nos
capitéis. Os mais refinados detalhes arquitetonicos e a harmonia de Saqqara destacam a sua grande maestria.

Ele foi o primerio filósofo da história da humanidade. Dedicou-se a analisar conceitos fundamentais como espaço, tempo, volume, a
natureza das doenças, a existencia de Deus e a imortalidade. Ele representa a base conceitual da civilização egípcia, como o movimento
da consciencia em direção a Maat, a justiça, ao correto, a harmonia e ao correto.

Segundo Platão, a história sobre Atlântidal, que foi contada a Sólon pelos sacerdotes egípcios é da época de Imhotep. Astrólogo e
astrônomo ele criou o primeiro REGISTRO SISTEMÁTICO da abóboda celeste. Deixou-nos OS PRIMEIROS MAPAS DAS CONSTELAÇÕES.
Demonstrou o seu conhecimento dos equinócios ao usar as mudanças de era para determinar as etapas da revelação do
desenvolvimento espiritual da civilização egípica.

Mas foram as qualidades de Imhotep, como médico, que o converteram em um semi-deus. Após 50 anos após a sua morte, o faraó
Mikerinos dedicou-lhe um templo, que se tornou um local de peregrinações e curas milagrosas. Os Gregos que estudaram o Egito e
mudaram os nomes de todo mundo, o chamaram de Asclépios ou Esculápio, para marcar os seus feitos como médico. Também o
chamaram de Hermes Trismegistus, tres vezes grande, por suas qualiades como filósofo e físico, ja que revelou as bases de como o
Universo funcionava.

Imhotep foi o primeiro a complilar informações sobre como diagnosticar e curar muitas doenças. O Caduceo, que hoje é simbolo da
sociedade médica, era a vara de poder de Imhotep, com ela media a quantiade de energia vital que um ser humano processa em seu
interior. Desta forma sabia qual dos centros energéticos ou chacras, utilizar para captar e processar a energia vital, bem como
identificar onde existiam desequilíbrios celulares eletromagnéticos, Ele curava elevando a frequencia vibratória da áura ou campo
eletromagnético da pessoa. Isso reestabelecia o reequilíbrio dos chacras, permitindo que voltassem a fornecer a energia vital aos órgãos
afetados, a verdadeira causa de todas as doenças.

O Caduceu
 

O Caduceu tem duas serpentes que se cruzam sobre os 7 chacras, os centros nervosos sobre a coluna vertebral que captam e distribuiem
a energia. Simbolizam as duas polaridades de carga elétrica e movimentos opostos que dão lugar ao universo dual. Em seu centro ha
uma coluna formada por pares de partículas com cargas opostas que se neutralizam e equilibram, a únia maneira de se chegar a
iluminação.

Representa a kundalini, a força vital que sobe através da coluna vertebral. Quando esse conhecimento desapareceu a sua forma se
conservou como símbolo para a cura. Através de experiencias que utilizam sua forma como uma bobina elétrica, tem se descoberto que
ela possui características misteriosas.

Quando se aplica uma corrente elétrica não se detecta nenhum campo de força, embora os seus efeitos sejam comprovados, pois é
gerada uma ressonância em todas as frequencias e longitudes de ondas. Pode ser usado como emissor e receptor de sinais radioelétricos
como se emitisse raios laser.

Magia e Medicina

O papiro médico Ebers mostra a maneira como Imhotep miturava a magia com a medicina. Suas fórmulas e remédios estão cheios de
rezas e encantamentos, pois ele acreditava que a medicina nao curaria sem que recebesse poder através da energia da palavra. Seus
textos e ensinamentos passaram SECRETAMENTE de geração em geração durante milênios. São a base dos conhecimentos GNÕSTICO,
TEMPLÁRIO, ILUMINATTI, ROSA CRUZ E MAÇON.

Os gregos os chamavam de principios herméticos. Imhotep deixou para a posteridade vários papiros e textos, um deles, o Kibalion, fala
dos 7 principios fundamentais do universo. Neste texto afirma que o Universo existe na mente de Deus. Que cada homem é unico com
seus pensamentos, com a capacidade de pensar individualmente e que a realidade é um grande sistema onde todas as coisas tem
consciencia e estao interligadas.
Imhotep foi um mestre do conhecimento, ensinou a escrita heiróglífica e produziu vários textos em pedra, produzindo os primeiros
textos religiosos da história. Por isso é assossiado com Thoth,o éter ou principio divino, simbolizado por um corpo humano com cabeça
de ibis, que representa o verbo divino, o criador da palavra. Não ha dívidas de que Imhotep foi um ser especial. Com o passar dos anos
ele se tornou um mito, associado ao divino. A ele foram atribuidos diversos nomes como Toth, Mercúrio, Quetzakoal, Esculápio e
Hermes Trimegistus, o três vezes grande.

O termo "hermético" se converteu em sinônimo de Sabedoria Secreta, a mesma sabedoria que esteve nas mentes dos sacerdotes do Olho
de Hórus, dos quais um dos primeiros sumos sacerdotes foi Imhotep, o sábio que vem em paz. Foi Imhotep que decidiu onde se
construiria Saqqara para suas misteriosas finalidades. Esta situada na área entre 31º e 32º de longitude leste e 29º e 30º de latitude
norte, a única área do Egito na qual se contruiriam pirâmides nos 400 anos seguintes. Uma zona desértica a 14 km ao sul do Cairo, ao
lado de Menphis, a desaparecida capital do Egito. Em Meidum, Hauara e El lahum, estao as que ficam mais ao sul e em Abuhauach, a
piramide que fica mais ao norte.

Foram construidas sobre uma plataforma de pedra vai até Giza, 50 metros acima do nivel do rio. Assim garantia que o nivel das águas
não inundasse os trabalhos subterrâneos que havia planejado, em uma zona onde existem 8 pirâmides menores construidas nas
dinastias 4,5 e 6. Saqqara fica EXATAMENTE sobre um dos nódulos principais da rede eletromagnética do planeta, onde melhor se pode
utilizar a força de sua energia telúrica para fazer vibrar uma grand massa de pedra. Nesta área ocorrem os efeitos eletromagnéticos
naturais mais poderosos do planeta. Ai esta localizado um dos seus Chacras, ai também passa a corrente telúrica, a carga terra-negativa
que leva sua energia vital. Este é o local de confluencia maior das chamadas Linhas Ley, perfeito para que um grande volume de pedra,
com alto conteudo de cristais de quartzo ao vibrar produza energia estática negativa devido a fricção de suas moléculas.

A atmosfera esta carregada com 550 voltz de energia positiva por metro quadrado, 5 vezes o normal, é um ponto de poder do planeta
que aumenta os efeitos energéticos da Pirâmide que Imhotep construiu. Essa localização de Saqqara era fundamental para poder
utilizar a Pirâmide como um condensador elétrico que captava, como uma antena, a anergia positiva da atmosfera nos cristais de
quartzo das louzas de granito, que uma vez cobriram sua parte exterior.

PARTE 2

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O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 2


Acessos: 4082

O que abre e guia no caminho - Saqqara significa "o que abre e guia no caminho". Seu símbolo é o Chacal,
que guia os perdidos no deserto até leva-los as terras cultivadas, até as terras do homem civilizado. Ao longe
a primeira que se via éra a piramide branca, rodeada por uma grande muralha, a primeira construida em
blocos de granito cortado em sofisticados baixos relevos e umbrais. Uma obra muito mais complicada que a
própria pirâmide. 130.000 toneladas de granito formavam um muro de pedra alto e especial que rodeava os
15 hectares do complexo, protegendo-o do caos exterior e atribuindo-lhe uma forma retangular, ajustada
exatamente na direção cardeal norte-sul, paralela ao curso do Nilo. O muro tinha 10 metros de altura, o que
representa 4 andares de um edificio moderno, 550 metros de comprimento, 5 quarteirões e meio em linha reta de norte a sul e a metade
exata desta distancia, 275 metros de largura de leste a oeste.

O Muro é o primeiro componente da máquina quantica desenhada por Imhotep em Saqqara. Todo o complexo era como um grande
circuito eletrônico, só que em pedra e em maior escala. O muro funcionava como um portão eletromagnético que isolava o complexo,
fechando e protegendo todo o circuito. Para cumprir esse objetivo NÃO SÃO necessários cabos elétricos apenas que as moléculas do
material que lhe dão forma tenham UM ALTO CONTEÚDO DE CRISTAIS DE QUARTZO. O granito de Tura, local muito próximo de
Saqqara, tem um grande conteúdo de quarzo.

 
 

O quartzo organiza suas moléculas em tetraedros, uma das 5 formas básicas das quais a matéria é constituida, os chamados sólidos
platônicos. Ao vibrar com o planeta os tetraedros se friccionam entre si, produzindo uma carga elétrica. Os 85 mil metros cúbicos do
muro de granito continham uma enorme quantidade de cristais de quartzo, que geravam um poderoso campo de força, uma onda radio
elétrica constante. O muro é parte integral de um complexo captador de energia eletromagnética, cujo coração estava na piramide
escalonada, que com os seus 66 metros de altura, dominava o complexo.

A forma do mura era surpreendente, entrava e saida de forma regular, gerando pórticos em intervalos constantes. Baixos relevos
verticais marcavam os pórticos, embelezavam e regularizavam o conjunto, produzindo uma sensação de harmonia com um estilo
arquitetônico quase ultramoderno. Desde a sua parte superior até as entradas, as quais se subia atravpes de escadas, se via a paisagem
de muitos quilometros em todas as direções, bem como a impressionante vista da piramide escalonada.

Não só foi a primeira construção monumental construida em pedra talhada, pelo homem, mas tem uma série de detalhes arquitetônicos
que indicam uma maestria e um conhecimento que nunca foram superados em todo o desenvolvimento posterior àquela civilização. 15
pórticos iguais escondiam o único que tinha uma porta verdadeira, localizada em uma esquina a sudeste do enorme retangulo.
Constiuia-se de um estreito corredor de acesso que só permitia o acesso de um visitante por vez. O caminho da perfeição espiritual é
individual e intransferível. Ninguém pode evoluir por outra pessoa. Por isso em Saqqara só entrava uma pessoa de cada vez. 

Um muro tão alto, com 14 portões falsos e apenas um verdadeiro, numa entrada tão estreita que parecia haver sido construida com
propostas de defesa. No entanto, Saqqara nunca teve uma porta em sua única entrada, a tecnologia aplicada restringia o acesso aos
seres com mentes primárias, os que tinham um campo elétrico pessoal carregado negativamente. Desde o comprido corredor logo
abaixo do muro e ao longo de toda a galeria das 48 colunas, existia um campo de força poderoso que ampliava os sentimentos do
visitante. Se existisse medo, ódio, insegurança em seus corações, sua própria angustia ampliada impedia que penetrassem no complexo.

 
 

Apenas os puros de coração podiam entrar em Saqqara quando o complexo e a escola de mistério Olho de Hórus funcionavam naquele
local. A imponente galeria tinha 48 colunas, sua forma esotérica é a mesma do DNA humano, 20 pares de colunas estritametne unidas a
seus muros dispostos no sentido em em que caminha o sol, sobre o feixe de avanço da energia, a espiral da molécula. Quatro pares de
colunas no salão transversal, ao final da sequência, simbolizavam a capacidade adicional de armazenar, analisar e processar
informações, o que diferencia o ser humano do animal.

As colunas, totalmente modulares e com sete metros de altura estavam dispostas seguindo uma série de principios arquitetônicos que se
repetiriam milhares de anos depois no Partenon. Cada coluna tinha a forma de um papiroe por dentro tinham uma ligeira conveccidade
que se estreitava na sua parte superior, ascentuando a verticalidade para enganar a visão, Sem esse truque se veriam curvas sobre um
angulo distante.

O restaurador de Saqqara, Jean Felipe Loe, também descobriu que na profundidade da galeria as colunas mais distantes estavam
ligeiramente distanciadas entre si, aumentando a perspectiva e aumentando a sensação de que a galeria era maior. Ao atravessar a
galeria chaga-se ao salão transversal das 8 colunas, unidas entre si por módulos de pedra que marcam a saida ao grande pátio da
serpentes em cujo lado norte brilhava a explendida piramide escalonada. O pãtio estava, originalmente, delimitado por algos muros
com intrincados baixos relevos. Formava nichos com uma forma que simboliza uma porta e que posteriormente apareceria nos muros
de todas as tumbas egípcias.

Cada porta continha um friso horizontal decorado por uma cobra. A serpente sagrada simbolizava a dualidade, devido a sua lingua
bifurcada e aos seus orgaos sexuais duplicados. A serpente simbolizava também a determinação para alterar a existência, para começar
uma viagem evolutiva independente e tomar as suas próprias decisões era a fonte da origem do movimento.

No patio realizavam-se inúmeras cerimônias, a maioria com discipulos da escola. Ao menos uma vez por ano, o faraó vinha a este local
para cer coroado novamente pelo sumo saceerdote da escola Olho de Hórus, com uma coroa branca e vermelha, que simbolizava o seu
poder sobre todo o Egito. Quando o reinado do faraó completava 30 anos, realizavam uma cerimônia de renovação chamada Hel Heb-
Sed. Nesta cerimonia, o faraó, adornado apenas com as insignias do seu poder, corria ao redor do patio das serpentes simbolizando o
seu rejuvenescimento e demonstrando sua força para governar o plano físico.

O muro na parte sul do pátio formava a fachada da tumba sul, uma capela falsa feita de pedra maciça, cuja verdadeira função era
discimular um dos acessos ao complexo subterrâneo. A capela tem um pequeno espaço em seu interior onde havia um poço vertical que
permitia chegar ao sistema subterrâneo longe do acesso que chega a pirâmide. Numa profunda escavação descobriu-se a escada original
de acesso ao mundo subterrâneo. Os dois poços verticais de acesso, o da pirâmide e o da capela sul foram encontrados celados com
tampa circulares de granito que pesavam mais de 10 toneladas. A capela na superfície era só uma fachada falsa para este acesso, a
verdadeira vida de Saqqara estava abaixo da terra.

Do acesso da tumba sul se chega as galerias e camaras subterraneas e a um túnel que termina exatamente abaixo da galeria de acesso, A
planta de todo o complexo parece um PROCESSADOR DE UM COMPUTADOR. saqqara foi a primeira experiencia com a forma piramidal
para aplicar e aperfeiçoar uma TECNOLOGIA QUÂNTICA, cujo objetivo era acelerar o aperfeiçoamento espiritual dos discípulos da
Escola de Mistérios do Olho de Horus.
PARTE 3

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O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 3


Acessos: 4200

Máquinas Quânticas - Durante 400 anos construiram cerca de 100 pirâmides com formas, tamanhos e
materiais diferentes, até que o desnho foi aperfeiçoado na grande pirâmide de Quéps. Esses conhecimentos
foram herdados da civilização Atlante, tinham como objetivo converter grandes formas piramidais em
MÁQUINAS QUÂNTICAS, para a produção de colunas estacionárias de energia que permitiam elevar a
frequencia de vibração dos iniciados. Isso aumentava a energia vital, ampliava o poder mental, despertava
novos sentidos como a telapatia, bem como a sensibilidade para perceber a aura de outras pessoas. Permitia
que a consciência se posicionasse acima do tempo e percebece a cadeia de reencarnações ja vividas. No lado
por onde se eleva o sol, no patio da serpente, ainda permanecem erguidas tres colunas. Elas formavam o centro do chamado Templo
Real de Heb Sed, um pavilhão utilizado pelo faraó e pelos sacerdotes do Olho de Horus durante as celebrações. A partir desse pavilhão
seguindo um muro curvo chegava-se ao patio retangular de Heb Sed, paralelo ao patio central do complexo.

Seus lados estavam delimitados por duas séries paralelas de capelas falsas. É, sem dúvida, uma fachada elaborada sobre um bloco de
pedra maçissa. Cada série tinha tres estranhas e misteriosas capelas de pedra maçissa, seus muros nao produziam nenhum espaço útil
em seu interior. Eram apenas uma fachada bem elaborada com refinados detalhes arquitetonicos.

Sua forma disfarçava o verdadeiro propósito de todo o complexo. A intrincada rede de câmaras, túneis e galerias subterraneas,
desenhadas como um enorme CIRCUITO ELETRÔNICO, produziam um VÓRTICE ELETROMAGNÉTICO. Na frente de cada capela falsa,
através de uma estreita e tortuosa passagem chegava-se a um pequeno santuário exterior onde estariam as representaçoes simbólicas
da forças tutelares do Egito, os protetores divinos.

Os muros exteriores estavam decorados com os altos e baixos relevos de portas e janelas falsas, cercas falsas de madeira, séries de jeds e
colunas tipo flauta, enfim uma cenografia completa talhada em pedra. Ao norte do pátio das capelas falsas exatamente ao leste da
piramide escalonada estao as chamadas casas sul e norte, duas construções muito maiores, mas igualmente falsas. A fachada da casa sul
tem colunas cilíndricas com capitéis em forma de flor de lótus, símbolo do alto egito. Em uma das paredes de um estreito corredor esta a
pichação mais antiga do mundo, hierática e com comentários que fazem referencia ao faraõ Djoser. Foi feita por visitantes na 18ª
dinastia.

A fachada da casa norte tem colunas com papiros, simbolo do baixo egito, o delta ao norte do pais. Este local, durante a cerimonia do Ed
Sedh, o rei recebia a coroa vermelha, que simbolizava sua autoridade sobre este território. Entre a casa norte e o templo funerário de
Djoser encontrou-se o chamado Serdab, uma capela com dois pequenos orificios nos seus muros. Através desses orifícios podia-se
observar no pátio uma estátua do faraó Djoser recebendo a brisa revigorante do norte. A figura impressionante, cujos olhos de cristal se
perderam, é a primeira imagem tridimencional em tamanho natural de um monarca egípcio que se mantem até os dias de hoje. Ela
observa, ha miênios, a surpresa que as construções falsas contidas em seus muros causam a todos os visitantes de Saqqara, o disfarse
que esconde a poderosa MÁQUINA QUÂNTICA.

Daqui vem as teorias que afirmam que Saqqara foi a sua tumba nunca utilizada. Ao seu lado encontram-se as ruinas do templo Adosado
anexo a piramide, com seu único acesso no lado leste, atraves de intrincados labirintos de estreitos corredores, conduzia a dois patios
abertos, um dos quais escondia a verdadeira entrada de Saqqara nas profundezas da terra. Este patio tinha como objetivo despistar o
acesso principal as galerias subterrâneas. Este esquema de um templo anexo se repetiu em todas as 108 pirâmides que foram
construidas nos anos seguintes.

 
 

Saqqara foi abandonada com a chegada da era de Ram, em torno do ano 2320 aC, quando a pirâmide de Qéops foi contruida. O
conhecimento do acesso as camaras e as galeria subterrâneas se perdeu com o passar dos anos. As pedras do seu muro foram usadas
com material de contrução.Muitos nobres de perídos anteriores construiram suas tumbas neste lugar sagrado. Hoje acredita-se que foi
um cemitério e que o complexo original é a tumba do faraó Djoser.

Durante a 26ª dinastia, em plena decadência da civilização egípcia, ninguém sabia que o templo anexo escondia a entrada a camara
principal. Por ordem do faraó foi cavado um amplo túnel do lado sul embaixo da pirâmide, pois se acreditava que ali estava a entrada. A
rocha foi perfurada e sendo mantidas muitas colunas em pedra para evitar que o túnel desabasse. Até que chegaram a camara central,
um espaço vazio de 12 andares de profundidade, poço vertical com a forma de obelisco virtual bem no coraçao da piramide. A partir dai
descobriram que o acesso original estava, na realiade, no lado norte da pirâmide. Então puderam entrar em todo o complexo de galerias
subterrâneas.

As três etapas da Construção de Saqqara

A Construçao de Saqqara foi feita em três etapas, desde o início planejadas por Imhotep. Essas etapas permitiam que o complexo fosse
crescendo e que a pirâmide fosse se expandisse como o corpo de um ser humano. A primeira etapa começou com a construção da
coluna vertebral do complexo, a escavação do poço vertical da pirâmide. que descia a uma profundidade de 30 metros. 12 andares de
profundidade que equivaliam a 50% da altura total da pirâmide acabada. Nessa profundiade foram cavados centenas de metros de
túneis, bem como uma série de camaras e galerias, parte fundamental do sistema. 

Na segunda etapa uma pequena piramide escalonada foi construida sobre o complexo subterrâneo, o seu peso era 50% do peso da
pirâmidde projetada, exatamene. Utilizava apenas metade dos recursos e do esforço total. Além disso podiam utilizar as instalações
durante a contrução. A carga elétrica gerada pela pirâmide pequena era utilizada para produzir ondas eletromagnéticas que facilitavam
o deslocamento de todo o material necessário para a construção do complexo.

A partir da parte central da pirâmide colocavam uma série de pilares chamados Djeds, a distâncias regulares. Estes transferiam de um
para o outro a carga de íons negativos gerados por suas massas em vibração. Cada pilar tinha duas bobinas de arame de ouro enrolado
sobre madeira verticalmente dispostas. A primeira na parte inferior a segunda na parte superior. O pilar era colocado sobre uma
cavidade de fibra molhada em água salgada, o que produzia um excelente contato terra.

Era necessário que um sacerdote de um alto nivel de consciência e vibração controlasse a energia da mente de modo a permitir a
transferencia do fluxo de íons ao primeiro pilar na frente da piramide. A partir dai a carga elétrica fluia de maneira regular de coluna
em coluna, geravam uma avenida eletromagnética até chegar a Tura, a uma pequena distancia de Saqqara em frente ao Nilo, no âmbito
de poder da pequena pirâmide onde se localizavam as pedras de granito de quartzo. As louzas de granito eram colocadas na frente do
último djed, então o sacerdote as golpeava com sua vara, induzindo nas moléculas de quartzo a mesma carga negativa das ondas
eletromagnéticas, as duas cargas iguais se repeliam e o bloco levitava. Este é o mesmo principio utilizado atualmenete no trem bala no
Japão, que flutua sobre o poderoso campo eletromagnético dos trilhos que possuiem a mesma polaridade do trem. 

   

Desse forma, com a primeria linha de transporte eletromagnético, eles puderam facilmente transportar toda as pedras que precisavam
para a terceira etapa. As 420.000 tolenadas de pedra para ampliar a pirâmide e as 135.000 toneladas de granito para o muro externo. As
etapas permitiam usar parcialmente a energia gerada e aumentaria em 50% quando a piramide estivesse construida. A energia total
garantiria uma onda eletromagnética que chegaria até Maidhum, o chamado ponto médio. entre Saqqara e as pedreiras de granito
vermelho do alto Egito. Essa tecnolgia e conhecimento foram herdaddos dos atlantes, que se baseiam nos princípios da mecânica
quântica, que nossos cientistas hoje apenas começam a entender.

A seguir continuaremos nossa análise sobre Saqqara, entenderemos a distribuição física e o significado de todo o complexo
subterrrâneo que foi construido com o objetivo de dar forma a uma poderossa máquina quantica que acelerou a evolução dos iniciados.
Ao examinar esse caminho, que chamaremos de "Caminho quantico em direção a luz da consciencia". Veremos que esse processo
evolutivo foi ensinado por diversos mestres superiores, um deles foi o mestre Jesus. Ele disse que se seguíssemos o caminho da luz e da
vibração do amor, realizarímos coisas ainda maiores do que as que Ele realizou. Ele se referia a utilização das partículas subatómicas da
luz, a força criativa que deu forma a esse universo.  

 
 

Milhares de anos antes da chegada de Jesus, os sábios sacerdotes do Olho de Hórus, utilizaram esse mesmo conhecimento para acelerar
a evolução de seus discípulos em Saqqara. Construiram grande formas piramidais, máquinas quanticas para a produção de colunas
ondulatórias de energia, que usaram para elevar a frequencia de vibraçã dos iniciados. Criaram um centro de comunicações com
dimensões superiores, que permitiram que os discipulos mais avançados verificar o caminho da luz. Receberam informações de seres
mais evoluidos. de mestres superiores.

No plano físico, ao produzir essas ondas eletromagnéticas e efeitos de superconditividade em diversos materiais facilitaram a
construção de seus templos. Os livros vivos da Escola de Mistérios do Olho de Hórus.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica(Episódio 6)Parte1


Acessos: 5204

Saqqara, um dos lugares mais misteriosos no Egito, foi planejada pelo


sumo sacerdote Imhotep, um gênio multifacetado, o primeiro filósofo da
história, pai da medicina, da arquitetura, da física e da química.  Os
gregos que estudaram no Egito e que mudaram o nome de todo o mundo,
o chamaram Asplégios ou ...

Esculápio para marcar suas vitórias como médico. O chamaram também


hermes Trismegistus, o tres vezes grande, por seus dotes de filósofo,
físico, tendo revelado as bases de funcionamento do Universo. Imhotep,
sumo sacerdado da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, construiu
Saqqara, um enorme esforço de tempo, mão de obra e recursos, que trouxe beneficios espirituais e materiais
a toda a sociedade. Sua tecnologia foi fundamental para aumentar a frequencia de vibração dos iniciados,
acelerando sua evolução espiritual. Permitiu a seus discípulos verificar que existem outras dimensões,
contatar pessoas nessas dimensões e receber informações de mestres ascendidos.

Leia também - Revolução dos Cravos

No plano físico permitiu criar avenidas eletromnagnéticas que facilitaram a movimentação de materiais na
contrução de seus templos. Saqqara produzia ENERGIA TAQUIÔNICA, e energia de maior frequencia e
vibração do universo. Essa energia é neutra e se compôem de pares de partículas, que por terem carga
elétrica contrária, se anulam e se equilíbram. Por ser neutra nao gera resistencia e se move 27 vezes mais
rápido que a luz.

 
 

É a energia do pensamento quando vibra na alta frequencia do amor ou energia utilizada por Jesus para
realizar os sucessos extraordinários que chamamos de milagres. Ele demonstrou que vibrando na elevada
frequencia do amor a mente pode dirigir a energia taquiônica, a energia do pensamento, para elevar a
energia vital dos doentes, realizando curas fantásticas e mais ainda salvando-os da morte. Também para
aumentar a frequencia própria da água, transformando-a em vinho. Todas as coisas e seres do universo
vibram com frequencias diferentes. Dependendo do seu nível de evolução.

Sons e Campo Eletromagnético

 
 

Saqqara gerava um campo eletromagnético elevado e sons que vibravam em diferentes frequencias. Sua
forma e arquitetura produziam e captavam energia, emparelhava as partículas elétricas convertendo-as
numa coluna ondulatória estacionária de energia taquiônica. A pirâmide produzia diversas frequencias,
permitindo que discipulos com diversos graus de evolução, pudessem entrar em sintonia e vibrar com uma
frequencia mais elevada que a que tinham no momento. Isso potencializava seus niveis de energia vital, sua
aura ou campo eletromagnético pessoal. Simultaneamente recebiam uma reparação intensa, que após os
seus 21 anos de vida permitia-lhes elevar a sua consciencia as dimensões superiores da realidade. Ao
manejar, em seu interior, niveis de energia vital na vibração do amor, surge a telepatia e se adquire a
sensibilidade para perceber a música das esferas a dança das partículas subatômicas que formam a aura, o
campo eletromagnético que cada ser humano produz em torno do corpo.

Leia também - 17 sinais que poderiam identificar uma bruxa no século XVII

A máquina quantica de Saqqara acelerava esse processo de aperfeiçoamento espiritual, pois permitia que os
iniciados que tinham diferentes níveis de consciência, experimentassem temporariamente um aumento
gradual em sua frequencia vibratória. Através da meditação e da informação para viver em paz e harmonia,
respeitando tudo que existe. ao compreender que tudo esta vido e interelacionado, a vibração
experimentada se tornava PERMANENTE. Os discipulos mais adiantados, que mantinham altos níveis de
vibração, podiam movimentar sua consciencia no tempo e no espaço, ver a corrente de encarnações que lhes
permitiam chegar a seu nível atual. Podiam ver e perceber realidades além da terceira dimensão, na
sequencia do nivel evolutivo do ser humano, nos mundos dos irmãos superiores, super homens iluminados,
seres que ja haviam passado por esse estágio para receber seu aprendizado.

Ao constatar essas realidades, Imhotep enunciar no Kimalion que como é em cima é embaixo, que existe
uma correspondencia entre os diversos planos da realidade. Ensinou que o plano físico, o mais evidente a
nossos limitados sentidos, pode ser analizado para descobrir verdades sobre os outros planos da realidade
que não percebemos. Os iniciados que podiam perceber o patamar seguinte no caminho do aperfeiçoamento,
constatavam PESSOALMENTE a sua existência, voltando para irradiar amor e trazendo informações aos seus
companheiros dos níveis mais baixos.

Realidades Elevadas

 
Essa constatação IRREFUTÁVEL dava segurança a todo o sistema piramidal do Egito. Comprovava-se que o
Universo tem muitos planos ou como disse Jesus: "A CASA DE MEU PAI TEM MUITAS MORADAS". Isto
transformou ocomplesxo de Saqqara num centro de comunicação das mais elevadas realidades do universo,
fato que ficou registrado em seus textos religiosos e nos muros de algumas piramides das primeiras
dinastias. O céu não se encontrava nessa dimensão física, pertence as dimensões superiores e permanecem
na alta vibração do amor.

A Piramide permitia o acesso a dimensão dos super homens, dos irmãos superiores, homens iluminados que
ja passaram pela terra e se encontram agora numa escala mais alta da realidade. Outra utilidade produzida
pelo complexo foi a utilização de cargas de ions para produzir ondas eletromagnéticas por onde moviam
com facilidade blocos de granito necessários para a construção de seus templos. uma energia
eletromagnética baseada no fato de que cargas iguais se repelem, utilizadas atualmente para movimentar
trens, como o chamado trem bala no japão.

Amor e Medo

Em Saqqara ficou provado que, vibrando em tao alta frequencia, os objetos perdem peso, não sao atingidos
pela gravidade e os seres humanos LEVITAM. Os sacerdotes egípicos revelaram que o universo tem dois
polos energeticos: O AMOR E O MEDO. O amor tem uma elevadíssima frequencia de vibração e o medo tem
uma baixíssima frequnencia de vibração. Os seres com a consciencia pouco evoluida, que não passaram por
muitas reencarnações sobre a Terra, receberam pouca informação, vibram pouco e em suas vidas
predominam a dor e o medo, se encontram ainda no "inferno" da vida.

Leia também - Ahuizotl: O monstro comedor de gente da mitologia Asteca

Os seres muitas vezes encarnados aprenderam com os resultados de suas decisões, elevaram paulatinametne
sua frequencia de vibração, sua energia vital, aprendendo a respeitar, a não culpar, a viver em paz e
harmonia. Por terem mais informação verificada, entendem o significado do amor, vibram em sua
frequencia, chegando ao "céu" da vida.

Os sacerdotes se dedicaram a acelerar o caminho evolutivo em seus discipulos, com informação, treinamento
para transcendero ego e sensibilização as altas frequencias vibratórias. Muitos anos de treinamento
permitiam entender que a vida é um processo de verificação de informações, através de experiencias na
própria carne, para entender que o homem só se transforma em super homem por intermédio do AMOR. O
amor é neutro, não tem polaridade, vibra em elevadíssima frequencia. sua energia, que não tem massa,
pertence ao plano espiritual e mental onde existe de acordo com a vontade do observador.

PARTE 2

 
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O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 2


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Anti-Matéria - Para entender esse lugar misterioso voltemos no tempo ao momento


em que lá só existia um imenso deserto, quando Imhotep começou a primeira etapa
de Saqqara, o complexo subterraneo. Começaram cavando um poço vertical na dura
plataforma de granito, a coluna vertebral do complexo. O poço tem uma profundiade
de 30 metros, a altura de um edificio de 12 andares e 10 x10 metros. Existe um teoria
que afirma que as piramides formam uma imagem espelhada delas mesmas, uma
forma virtual que se projeta embaixo da terra em que foi contruida. Ali se produziria uma série de efeitos
relacionados com o conceito chamado ANTI-MATÉRIA.

Através de uma câmara situada embaixo da piramide entra-se numa REALIDADE PARALELA, oposta ao
mundo físico, seria seu espelho eletromagnético. Aqui o tempo avançaria ao contrário, do futuro ao passado.

Por alguma razão o acontecimento físico ou metafísico que buscavam, o fato ´que o poço é muito profundo e
que apesar de ter suas paredes de pedra maciça, talhada numa plataforma de granito, as paredes foram
forradas com os primeiros ladrilhos usados pelo homem. Pela primeira vez foi usado um módulo repetido
uniformemente, um primeiro ladrilho de rocha para ser usado em grandes obras. O mais extraordinário é
que NÃO ERAM de rocha cortada, mas FUNDIDA.

Fundir o Concreto

 
 

No rio Nilo, perto das Cataratas de Assuan, na ilha de Serrel, foi descoberta uma lábida escrita com
hieróglifos, talhada pelo sábio Imhotep.Contem uma fórmula química para FUNDIR O CONCRETO, que depois
de seco adquire a aparencia e a resistencia de uma pedra. Uma equipte de cientistas franceses, dirigidas pelo
químico Joseph Dalidovitz, phd em polímeros, descobriu que a mistura um aglomerado com grandes numero
de cristais de quartzo, elemento que tem a capacidade de produzir eletricidade, fazendo-se brilhar suas
moléculas.

Os egípcios jogavam em moldes conchas trituradas de crustacios e fósseis encontrados a vontade nas
plancies de Gizé, areia com alto teor de quartzo e alumíno, pedras pome previamete queimada, sais de
natrão e água. A mistrura produz uma soda cáustica que reage com o alumínio da areia do rio, produzindo o
aluminato de sódio. Acrescentava-se izocola, um silicio que a converte num silicado sódico de aluminio e
finalmente aceniato de cobre como acelerador integral. Com essa combinação parcialmente decifrada
fundiram os seus blocos de pedra para seus templos e pirâmides. Utilizaram os primeiros a ser fundidos
como forma para os novos, conseguindo tal exatidão nas juntas que não deixa espaço se quer para passar
uma carta de baralho.

 
 

Uma vez forrado o poço, a 30 metros abaixo da terra, perfuraram na rocha sólida um imenso complexo de
corredores e camaras. Escavaram um número progressivo de camaras em direção aos 4 pontos cardeais. A
primeira encostada no poço duas para o leste, tres para o oeste, 4 para o norte e 5 pra o sul. Cada grupo de
camaras produzia em seu interior uma frequencia diferente de sons cada vez mais alta, e que estavam
dentro do campo eletromagnético da piramide. Em cada camara havia milhares de vazilhas de alabastro que
vibravam em sintonia com a mesma nota da escala musical. A forma das vazilhas e dos líquidos determinava
que nota musical ou frequencia de vibração se sintonizava a camara.

A nota MI ressoava em 5 camaras, nivel de entrada para a maioria dos iniciados. Aqui vibravam por cima da
nota RE, que era a frequencia com que chegavam. FA vibrava nas vazilhas de 4 camaras. SOL em 3, A nota LA
utilizava as 2 camaras do lado oeste. Na Camara principal da piramide em um sarcófago de apenas uma
vasilha de alabastro os mais altos iniciados alcançavam a nota SI, e dali ascendiam a dimensões superiores.
Estes espaços são chamados de Camaras Azuis, pois seus muros estao decorados com os primeiros ladrilhos
de ceramica da história. Azulejos em diversos tons de azul turquesa. Em seu interior, uma dupla de inciados,
sempre um homem e uma mulher, levitavam sintonizando-se com níveis de vibração cada vez mais altos.

Imhotep escreveu no Kilimalion que a sétima lei do universo diz que tudo tem genero, tudo tem sua parte
feminina e masculina. O Genero se manifesta em todos os planos do universo. Ao entrar nas camaras aos
pares, os iniciados da escola de mistérios atingiam o equilíbrio, uma neutralização de seus campos
eletromagnéticos pessoais, pois os do homem giram em sentido horário e o da mulher no sentido inverso.
Descobriu-se que estes ladrilhos de ceramica tem caracetristicas de supercondição, não oferecem resistencia
a uma carga elétrica. Certemente quando todo o complexo entrou em operação a coluna ondulatória
modificou suas moléculas e estas se tornaram neutras.
A tecnologia e a mistura química para produzir o azul da ceramica foram inventados por Imhotep. A famosa
pasta egípcia, uma mistura de bicarbonato de sódio, bentonita argilosa, sílica, potássio e o bicarbonato de
cobre que lhe da a caracteristica cor azul turquesa egípcia, utilizada em inúmeros objetos ceramicos até os
dias de hoje. A ceramica esta colocada formando uma série de arcos sustentados pela forma que simboliza a
coluna vertebral de todos os seres vivos chamada de Djed. A forma transmite energia a todo o corpo e Ptah,
deus criador do universo, a tinha em seu bastão de poder. A mesma forma utilizada nos pilares que
tranmitiam a energia das piramides pra utiliza-las nas ondas eletromagnéticas por onde levitavam os
pesados blocos de pedra.

Conhecimentos tecnológicos avançados

Os sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Horus tinham conhecimentos tecnológicos bem avançados
para produzir esses fenomenos físicos ou para cozinhar o esmalte das peças de ceramica em fornos capazes
de atingir 1000 graus centígrados. Em alguma salas foram encontradas imagens em alto relevo sobre pedra,
como uma do faraó Djoser, correndo no ritual do Heb Seth. a cerimonia da renovaçao, usando a coroa
branca, que simbolizava o seu poder sobre o alto egito. Em Saqqara também foram encontradas esculturas
que se destacam pela perfeição de seus olhos de cristal, uma forma de arte que só existiu nos primordios da
civilização e que nunca foi repetida em todo o desenvolvimento posterior.

Na direção norte construiram o acesso ao complexo subterraneo. Do funo do poço sai uma longa escada
ascendente, interrompida or passagens horizontais que chegavam até a superfície. Em volta do poço,
exatamente sobre a área das obras subterraneas, construiram uma plataforma maçissa com os mesmos
ladrilhos que forravam seus muros. Do lado leste escavaram 11 poços verticais que desciam 5 metros além
das camaras ja construidas. Ali, a 35 metros de profundidade, a partir dos poços verticais dispostos de forma
regular surgem 11 galerias que terminam nas camaras por baixo de pontos chave das camaras azuis,
situadas 5 metros acima. Nessas galerias foram encontrados mais de 40 mil vasos de cristal e alabastro, um
dos títulos de Imhotep era o de fabricande de vasilhas.

 
 

Nessas galerias milhares de vasos de alabastro vibravam gerando a nota FA, que é a frequencia de fibração
própria do planeta. As galerias eram os ressonadores da piramide, nelas se produziam um ruido que invadia
toda a piramide. O Alabastro é um material capaz de vibrar e produzir ressonancia quando se exerce sobre
ele uma força periódica que coincida com sua frequencai vibratória. A vibração produzida pelos vasos
tinham uma elevada frequencia, dependendo do nivel de vibração que fosse necessário. Pouco a pouco por
ressonância, nas camaras dispostas para isso, enquanto que simultaneamente acontecia o mesmo com a
frequencia eletromagnética.

PARTE 3

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O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 3


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Meditação dos inciados - Elevação vibracional - Os pares de inicados adentravam as camaras azuis para meditar
com o poderoso campo de força da piramide, enquanto que o som de uma nota musical vibrava ao seu redor. Cada
vez se fazia vibrar mais alto ascendendo nas notas da escala musical. Desta maneira iam se acostumando a
frequencia cada vez mais elevadas de vibração e a campos de força com comprimento de onda menor, despertando
novos sentidos e tornando-se mais sensíveis a luz. Ao meditar dentro das camaras azuis, sintonizados com o som
que vibrava em todos os vasos de alabastro e expostos ao poderoso campo eletromagnético da pirâmide, ...

os iniciados elevavam sua frequencia de vibração. Isso potencializava sua energia vital, aumentava a sua aura e lhes permitia verificar
a existencia de outras realidades. As distintas notas e vibrações se sintonizavam com cada chacra, conduzindo pouco a pouco a
consciencia a frequencias mais elevadas e a experiencias além desse plano físico.

Uma vez terminada a construção subterrânea fecharam a boca do poço com as plataformas escalonadas, convertendo-o num obelisco
subterrâneo virtual, cuja ponta piramidal aparece na superfície. As plataformas se assemelhavam as mastabas, montículos de terra
utilizados como túmulos reais, o que veio a contribuir para que a piramide fosse confundida com um túmulo. Hoje se consegue ver a
plataforma por ter ficado descoberta com a passagem do tempo, sob a capa de ladrilhos da piramide escalonada. Assim se completou a
primeira etapa, a das obras subterrâneas. Foi contruida a primeira parte de um processador tridimensional gigantesco para acelerar a
evolução do ser humano e gerar energia taquionica, utilizando-se uma energia baseada na física quantica.

Começaram a segunda etapa com a contrução da primeira piramide depois do Dilúvio. Um piramide escalonada com exatos 50% de
volume e peso da que armaram com o projeto final. Sobre a plataforma inicial que cobria o poço vertical, contruiu-se com ladrilhos
muito maiores, 4 níveis com 11 metros de altura cada um, dando-lhe a forma de uma piramide escalonada. A massa principal dessa
primeira piramide tinha 44 metros de altura, uma grande massa de ladrilhos modoluados de de rocha fundida com um grande teor de
cristais de quartzo.

As moléculas de quartzo tem a forma de um tetraedro, uma das 5 formas básicas da natureza, chamadas de sólidos platônicos. A
vibração do planeta, sua batida regular em um dos lugares neurais da malha eletromagnética fazia vibrar os critais de quartzo nos
ladrilhos da piramide e os vasos de alabastro nas profundezas das galerias ressonantes, produzindo um efeito duplo de energia e som. A
massa de quartzo quando submetida a essa tensão mecânica contante, produzia fircção sobre a superfície dos tetraedros de cristal,
gerando uma carga elétrica negativa por um efeito hoje chamado de compressão elétrica. A massa de pedra se convertia num imenso
condensador de energia negativa.

Existem dois tipos de quartzo, os que ao vibrar produzem uma carga elétrica negativa, chamados de Levogiro, e utilizados por Imhotep
na grande massa de rocha fundida. E os que produzem uma carga elétrica positiva, chamados de Dextrogiros, também utilizados nas
lousas de granito de Tura que cobriam a superfície da pirâmide.

Tudo é movimento

  

Imohtep afirmou que a terceira lei do universo diz que tudo vibra, tudo se move, nada esta quieto, tudo esta em movimento. É a
frequncia de vibração das particulas constitutivas da energia, que determinam os diversos estados da realidade, a densidade da
matéria, a mente e a altíssima vibração do espírito. Quanto maior a frequencia de vibração, mais elevado o nivel de consciencia, de
informação e respeito e mais avançado se esta no caminho evolutivo. TUDO vibra, desde a mais baixa e densa matéria até o espírito
puro. Esta é a lei que determina a existencia de diversos tipo de energia, dependendo de seu nivel vibratório. Energia elétrica, química,
magnética, gravitacional e energia taquionica, produzida por Saqqara.

Revestindo a massa de ladrilhos de rocha formaram a superfície exterior com louzas de granito de Tura, que tinham cristais de quartzo
dextrogiros, que produz uma carga elétrica positiva. Cobrindo a massa de ladrilhos de rocha contra a superfície exterior de cada capa
horizontal de pedra, colocaram blocos de pedra pomes, um material eletricamente isolante, nos quais colaram as louzas de granito de
tura. Estavam cortados em planos inclinados para produzir planos verticais com uma inclinação de 73º e superfícies horizontais com
uma inclinação de 22º. Esses blocos criavam um isolamento elétrico entre as duas cargas elétricas, a negativa da massa de rocha em
vibração e a positiva das louzas de granito de Tura, que captavam como uma antena a carga elétrica positiva da atmosfera, muito forte
nesse lugar de poder.
Então, a piramide armazena em sua forma duas cargas diferentes e opostas. A superfície de seus 4 lados externos, carregam seus
cristais com energia positiva da atmosfera e a grande massa de rocha de quartzo em contato direto com a corrente telúrica, carregam as
sua moleculas com o campo elétrico negativo. A quarta lei diz que tudo é dual, tudo tem polaridade, nesta realidade tudo tem o seu
oposto que é identico em natureza porem diferente em grau, os extremos se tocam. os dois polos são os extremos da mesma coisa, calor
e frio opostos são realmente o mesmo, os dois polos de uma coisa chamada temperatura. Luz e escuridão, grande e pequeno, branco e
preto, ruido e silêncio, alto e baixo.

A forma piramidal e a Energia Taquionica

A forma piramidal é determinante para o funcionamento da máquina quantica. As capas horizontais de pedra ao irem diminuindo sua
área na parte superior da pirâmide acumulam no seu interior cargas elétricas com potencias diferentes. O mesmo acontece na
superficie de granito de Tura. Este fato e os 11 poços verticais,o obelisco virtual subterrâneo descentrado do eixo da pirâmide, que por
sua exata localização no sentido norte e sul sobre um ponto nevralgico da malha eletromagnética esta sujeita ao giro do planeta sobre
seu eixo, induzem a carga elétrica acumulada a um duplo movimento giratório. As partículas com carga positiva giram no sentido
horário, e as partículas com cargas negativas ao contrário. Isto gera um vórtice eletromagnético, um redomoinho de partículas
subatomicas que vão se acelerando pouco a pouco, pois sendo a frequencia constante, devido ao palpitar regular do planeta, produz-se
uma ressonancia.

As duas forças, centrípeta e centrífuga, ao atingirem certa velocidade e frequencia, fazem com que duas partículas de cargas opostas e
movimentos contrários, se emparelhem neutralizando-se e encontram um novo eixo de giro a 90º do eixo da piramide, produzindo uma
coluna ondulatória estacionária. A coluna ondulatória estacionária é formada por partículas subatomicas, neutralizadas quando se
emparelham, que se movem em altissima frequencia. Essa coluna de energia desce ao núcleo cristalino do planeta e se eleva centenas
de quilometros sobre sua superfície até chegar a ionosfera. São essas partículas neutras e equilibradas que são chamadas de ENERGIA
TAQUIÔNICA. Sua neutralidade nao produz resistencia no materia por onde se movimentam. são a base dos fenomenos
supercondutivos. Ao acelerar a frequencia de vibração da energia o vórtice energético na piramide a transformava num tipo superior, a
energia taquionica, hoje em dia estudada pela mecânica quantica. A energia Taquionica tem a mais alta vibração e frequencia da
realidade, é energia consciente, energia e informação, como a que gera e domina o homem em seu cérebro com o processo de seus
pensamentos ao vibrar no amor.

   
 

A energia taquionia e as colunas ondulatórias estacionárias foram estudadas por Nikola Tesla, baseou-se nelas para inventar a corrente
alternada os motores elétricos, o rádio, a televisão, os raios X, o radar e mais de 1600 patentes com inventos que formaram o século XX.
O chamado Tesla Coil, usado para ligar motores dos carros cria esse tipo de vórtice para converter uma corrente de 12 voltz, aplicada a
uma espiral de cobre, em milhares de voltz ao ser induzida até outra espiral. Em 1942, Tesla dirigiu a Experiência Filadélfia, que utilizou
enormes campos eletromagnéticos para organizar a energia em pares e converte-la em energia taquionica, usando-a para desaglomerar
um objeto sólido, partícula a partícula, para arma-lo em outro lugar. O projeto INVISIBILIDADE desintegrou o navio USS Eldrich e o
recompos instantaneamente a 75 km, mas seus tripulantes estavam mortos ou espantosamente "integrados" as pranchas de aço do
navio. Tesla conhecia um segredo hermético, ao reordenar as partículas que constituem a energia produz-se mudanças na massa
manifesta. Em seus estudos, tesla concluiu que a energia taquionica se move 27 vezes mais rápida que a luz, é a energia do pensamento.

A teoria de Einstein em que a velocidade da luz é de 300 mil quilometros por segundo aplica-se a somente um dos planos que
constituem a realidade, ao plano físico, da densidade material, composto de átomos elétrons e prótons. Mas o universo esta em tres
planos: O FÍSICO, O MENTAL E O ESPIRITUAL. Os táquions, a base do universo dual, são pares de partículas subatomicas em movimento
constante a altíssima vibração e frequencia, que por possuirem uma carga elétrica oposta se neutralizam. Os táquions são a base dos
elementos supercondutores, sua neutralidade não produz resistencia a carga que avança pelas suas moléculas. Um elemento composto
dessas partículas que vibram a altissima frequencia torna-se sem peso, sua massa deixa de pesar é PURA ENERGIA.

PARTE 4

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O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 4


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Mecânica Quantica - A mecânia quantica atual revela que essas partículas subatomicas não tem massa, são
apenas uma tendencia a existir que se mede em probabilidades e que depende da vontade do observador do
plano mental do homem. Imhotep sabia disso e muitas coisas mais que nossos cientistas ainda nao
descobriram. A mecania quantica e a supercondutividade são um avanço recente da física. A piramide com
degraus de 4 niveis tinha o volume de 280000 m3 de pedra que pesavam 450000 toneladas, 50% exatos do
peso e volume da piramide final. A sua frente colocaram os pilares de energia para gerar a avenida
eletromagnética que chegou a Tura. Desde lá transportaram os materiais necessários para terminar o
projeto. Aumentaram as plataformas dos lados norte e oeste, deixando inalterados as faces sul e leste. Como o corpo humano, a
piramide cresceu a partir da cabeça. Se isso não tivesse sido planejado com antecedência teria sido mais simpoes aumentá-la por igual
como uma casca de cebola.

Com a ampliação, o obelisco virtual subterrâneo ficava localizado exatamente sobre o eixo norte sul da nova piramide, cuja base mede
agora 140 x 100 metros. Foram acrescentados 2 niveis, passando a medir 65 metros de altura e isso duplicou o volume para 560000 m3
de pedra pesando 900000 mil toneladas. Os acessos também confirmam que as etapas de expansão foram planejadas por Imhotep desde
o momento inicial. um túnel é facilmente prolongado a partir da entrada original. Uma segunda escada levava a um dos pátios de um
dos templos construidos do lado norte para disfarçar o acesso. O aumento exato do dobro do peso e volume da massa de pedra não pode
ser casual. A produção de energia e o alcance da piramide se media dependendo da massa em vibração.

As pirâmides posteriores foram cada vez mais volumosas e pesadas até chegar a piramide de Quéops, que pesa 6000000 de toneladas. O
peso determina a quantidade de energia produzida. Esse volume de pedra gira sobre o eixo da terra a uma velocidade constante.
Davam-lhe a forma de piramide para extrair energia de sua massa, aproveitando os movimentos naturais do planeta, sua frequencia
constante de vibração e giro.

Dentro do obelisco virtual na piramide, movia-se verticalmente uma bobina elétrica formada por um fio de ouro enrolada numa
madeira isolante. Ao subir e descer gerava um efeito pulsante em todo o campo eletromagnético da piramide, podendo induzir
mudanças na frequencia de vibração da coluna energética. O poço se convertia numa cavidade ressonante. Nos 4 cantos do obelisco
virtual permanecem ainda grossas vigas de madeira dispostas a 45º para segurar a bobina e permitir-lhe mover-se em sentido vertical.
Essa bobina elétrica podia controlar a longitude das ondas produzidas. A frequencia de vibração se elevava ao subir a bobina até chegar
a máxima amplificação. A bobina controlava o momento de descarregar a energia acumulada nas moléculas de quartzo da piramide em
cerimônias programadas,que por uma razão de equilíbrio, realizavam-se nos dias de equinócio.

Os Sacerdotes egípicos provaram que as pirâmides são objetos em movimento perpétuo e todo o movimento pode transmutar-se em
energia. O último passo foi contruir um muro perimetral e as obras da superfície, as capelas falsas, o pátio das serpentes, enquanto a
representação do faraó Djoser de seu lugar privilgiado. A essa máquina quantica inventada por Imhotep, foi dedicado muito tempo,
esforço e recursos humanos e materiais, mas o retorno valeu o investimento.

O vórtice foi utilizado para acelerar o desenvolvimento do espiritual dos discipulos da escola de mistérios do Olho de Horus,
encarregados de dirigir o caminho que elevou o nivel de consciencia de todo um povo. A energia taquionica da piramide elevava a
frequencia de vibração e encurtava a longitude das ondas cerebrais amplificando o poder mental e o campo eletromagnético da pessoa,
a sua aura. Isso permitiu que os iniciados chegassem a níveis superiores do universo podendo verificar a existencia de novas realidades,
dando segurança no caminho a toda sociedade. Ao sintonizar-se na frequencia de seres mais evoluidos podiam estabelecer comunicação
e receber informação. Saqqara foi o primeiro centro de comunicação com as dimensões superiores.

 
 

As piramides tem uma tecnologia quantica que começamos a descobrir agora uma tecnologia herdada pelos egípicios da desaperecida
civilização Atlante. Saqqara é uma amostra INCOMPREENDIDA de uma tecnologia com a qual NEM SEQUER SONHAMOS E QUE APENAS
COMEÇAMOS A VISLUMBRAR. Uma tecnologia controlada pela consciencia e dirigida ao aperfeiçoamenteo espiritual de todo o povo. O
enorme circuito eletromagnético e acelerou as partículas de energia, converteu energia estática em energia em movimento, para depois
transmuta-la em energia taquionica. Em Saqqara usaram pela primeira vez, sons e campos eletromagnéticos de maneira simultanea
para elevar a vibração dos iniciados com uma tecnologia aperfeiçoada na piramide de Quéops.

No plano físico usaram a energia produzida pela pirâmide para construir avenidas eletromagnéticas, fenomeno de supercondutividade.
Ascentaram as bases da arquitetura com a utilização de blocos modulados de pedra. Demonstraram a sua sensibiliade no elaborado
muro externo, no muro do patio arrematado por serpentes, nos refinados detalhes arquitetonicos da cenografia de pedra que escondia a
máquina quantica. Desenvolveram fórmulas químicas para fundir rochas com alto teor de quartzo e ladrilhos de ceramica com que
forraram as sofisticadas galerias subterrâneas.

Usaram os hieroglifos para talhar na pedra sua maneira de ver o universo. Sua visão ficou plasmada nas leis enunciadas por Imhotep e
que são as base dos conhecimentos herméticos dos Maçons, Rosacruzes e Templários. Imhotep escreveu que toda a causa tem o seu
efeito e todo o efeito tem a sua causa. Nada existe por acaso, pois o acaso destruiria o universo. Pensando nisso Einstein disse que Deus
não joga dados.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus-Dendera,O Amanhecer da Astronomia (Episódio 7) Parte 1


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A cultura egípcia foi formada em torno de uma série de templos religiosos construidos
especialmente escolhidos ao longo do Nilo. Para os sacerdotes egípicios qualquer forma no universo
que cresça exteriormente necessita de um receptor que permita o seu desenolvimento no tempo, os
tempos foram os tais receptáculos que permitiram o desenvovimento de sua civilização.  Cada
templo expressou uma ...

tomada de consciência diferente sobre o universo.  Seu objetivo era transmitir a sua sociedade os
diversos princípios fundamentais, as verdades distintas. Isso permitiu que cada templo atuasse
como orgão distinto no pais, com funções diversificadas, dedicado a ensinar e explorar um tema
religoso diferente.

Assim eram vistas as casas de Deus. Durante milhares de anos as fronteiras do Reino dos Faráos, no Egito, discipulo da sabedproa dps
sacerdotes do olho de Hórus, foram respeitadas por todos os impérios asiáticos. Nunca quiseram ampliá-las e no seu interior existia um
lugar de paz, se comparado a anarquia universal.

Declínio

O declínio começou com o desaparecimento de seus mais altos sacerdotes, após Moisés, ultimo de seus grandes iniciados, ter
atravessado o Mar Vermelho. E terminou com o caos, a destruição de seus templos e o extermínio realizdo pelo persa Kamsés II. Após a
morte de Ciro, o maior governante da Asia, que manteve uma relação de paz e respeito com o Egito, seu filho Kamsés II assumiu o poder
para comandar o exército mais poderoso da época. Era um déspota cruel e brutal que odiava a sabedoria, o poder e a estabilidade dos
faraós. Obsecado em provar que seus deuses eram os mais poderosos, invadiu o Egito em 525 aC. Assassinou o ultimo faraó nascido
legitimamente nestas terras e a maioria dos sacerdotes da escola de mistérios do olho de Hórus.

Arrasou os tempolos e queimou os papiros que continham toda a sabedoria armazenada por gerações. O conhecimento se converteu em
escuridão e a antiga sabedoria egípcia desapareceu junto com seus altos sacerdotes. Kamsés II estabeleceu uma cruel servidão que
duraria 200 anos até a chegada de Alexandre o Grande e, 322 ac. recebido como salvador pelos egípcios. Alexandre ordenou a
reconstrução de seus templos e após a sua morte Ptolomeu I, um de seus generais, deu início as dinastias ptolemáicas que iriam
governar por quase 300 anos.

O templo dedicado a Hathor, que ja existia em Dendera, desde 5400 aC, for reconstruido pelos reis macedonios como um método
piedoso de legitimar o seu poder. Hieroglifos encontrados em uma das suas galeria subterraneas, afirmam que o tempo foi reconstruido
seguindo fielmente os planos e desenhos originais feitos pelo sábio Imhotep. O complexo religioso de Dendera esta loalizado a 26º norte
de latitude , dali partia o caminho antigo que leva ao Mar Vermelho. Posteriormente Tebas seria construida um pouco mais ao sul.
Put-Ser

Nos primórdios de sua civilização, na noite estrelada de um sosltício de verão num terreno sobre o Nilo cuiadosamente escolhido por
sua relação com as estrelas, realizou-se uma cerimonia chamada Put-Ser. O faraó do Egito e o Sumo sacerdote da escola de mistérios do
Olho de Hórus, rodeados por toda a população avistaram um grupo de estrelas sobre o Pólo Norte do planeta. Eles a chamaram
constelação de Tuaret, e seu simbolo era uma hipopótoma vermelha.

Em nosso tempo esse grupo de estrelas de Draconis e seu símbolo é uma serpente dragão. A mais brilhante de todas era Alfa Draconis, a
estrela que nessa época se localizava exatamente sobre o eixo de giro do planeta. E que 4320 anos depois foi substituída por Polaris, a
que atualmente guia nossos navegantes. O avanço do sistema solar em seu giro ao redor do centro da galáxia determina que durante
esse ciclo de 25920 anos, seis estrelas diferentes brilhem sobre o polo. A estrela sobre o polo representava a força materna fundamental,
geradora da substancia que permitiu o desenvolvimento da vida no universo, o principio feminino que foi chamado de Hathor e a quem
foi dedicado esse templo.

O faraó e o sumu sacerdote estenderam uma corda entre duas estacas orientando-a exatamente pra Alfa Draconis. A sacerdotiza do
templo pregou as estacas com um martelo de ouro, definindo assim o eixo do templo, a coluna vertebral que daria organização a seus
santuários, Colocaram as pedras dos quatro cantos que determinaram os limites do muro protetor do complexo uma muralha elevada
que mantinha afastado o inimido da vida, o qual desejava perpetuar-se. Colocaram sua porta principal voltada para o norte, a última de
uma série de porticos que vinham do SantaSantatorum do templo de Hathor e demarcavam o segumento do céu por onde Alfa Draconis
aparecia, facilitando a sua localização a noite para registrar sistematicamente os seus movimentos.

Nessa mesma noite, olhando na direção leste, encontraram também outra estrela a 90º da anterior, a que chamaram de Sirio, e que era o
simbolo de Isis no céu. Assim localizaram o eixo de um segundo templo que determinou a segunda porta do complexo. A porta do
templo de Isis demarcava o setor do céu por onde ascendia a estrela Sirio e onde aparecia o sol em 21 de junho, dia do solsticio de verão.

O templo cresceu em seu interior, enquanto os sacerdotes registravam os movimentos da estrelas e estudavam os processos
impulsionados pela sua energia, inscrevendo em seus muros, as conclusões a que chegaram sobre esse tema sagrado. Sirio, o simbolode
Isis era chamada de Estrela Cachorro, pois seguia a constelação de Orion, personificação de Osiris no Céu. Após estar escondida no céu
por 120 dias, marcava com sua aparição o momento das cheias do Nilo. Então permanecia visível durante 40 dias, o mesmo tempo que
duravam as inundações. Essa correlação fez com que Sirius se tornasse muito importante para a vida do pais, que dividiu o ano em tres
estações chamadas de Tétramis que eram determinadas pelas enchentes do Nilo.

Festividades

 
 

As festividades do ano começavam com a cheia do Nilo e Sirio marcava com sua aparição no céu, esta importante data. Quando a estrela
desaparecia o rio recuperava seus níveis normais. O calendário e a sincronização da via egípcia com o sol e as estrelas era táo
importante que o faraó do Egito, ao assumir suas funções, deveria jurar que nunca alteraria as datas do calendário, No entanto o dia em
que Sirio reaparecia no céu dependia da latitude do templo onde era esperada, pois na Elepandtine do sul se via a estrela 7 dias antes
que na Bubastis do norte. Por essa razão os sacerdotes também usavam o sol como relógio para determinar a duração do ano, pois o
solstício de verão coincida com a reapareção de Sirio.

Em Dendera, frente ao horizonte do templo de Isis, primeiro Sirio ascendia no céu e depois o sol aparecia. Ao amanhacer do dia do
solstício de verão, sirio e o sol marcavam em um relógio cósmico o início do ano novo egípcio. Em uma cerimonia no terraço do templo
era acendido o fogo novo para todo o pais.

Para entrar em Dendera é necesário atravessar uma série de construções erguidas pelos romanos durante os reinados dos imperadores
Trajano e Domiciano. Uma série de quiosques de cada lado demarcam o pórtico norte embutido nos muros que protegiam o lugar. Ao
atravessar-se o pórtico aparece ao fundo com seu eixo principal orientado para o norte, a fachada com as seis colunas ardóricas do
imponente Templo principal dedicado ao estudo das estrelas.

Muito perto da entrada do complexo encontra-se uma capela dedicada ao nascimento de Hórus, construida pelos romanos durante o
reinado do Imperador Augusto. Ali era celebrado o momento da iluminação, quando Isis dava a luz simbolicamente, o filho de Osiris.
Em seus muros estao talhadas as cenas de amor de Isis e Osíris. O nascimento e apresentação do menino e a cena desten na roda da
olaria, quando deus lhe da sua forma material. Sobre o capitel de suas colunas esta representado o deus Bes, protetor das grávidas e que
favorece ao nascimento das crianças. Ao sul desta capela existem as ruinas de uma basilica cristã construida no século V depois de
Cristo, época em que os rostos dos personagens sagrados foram cuidadosamente destruidos nos muros dos templos.

Mais próximo ao templo principal surgem as ruinas de um sanatório, onde se enternavam os doentes que vinham ao Templo de Hathor
em busca de cura. Os sacerddotes do Templo usavam seus conhecimentos de medicina para ajudar o povo no plano material. Hathor, a
força feminina multiplicadora da vida, era reverenciada como uma figura compassiva, o povo percorria grandes distancias para orar
em seu templo, banhar-se em suas piscinas sagradas e receber os remédios e cuidados de que necessitavam.

PARTE 2

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O Olho de Horus-Dendera,O Amanhecer da Astronomia (Episódio 7) Parte 2


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Milhares de pessoas - O Complexo de Dendera podia abrigar milhares de pessoas. e no interior dos
seus muros existia uma outra série de construções, que reunia padarias, cervejarias, cozinhas,
armazéns, silos, as dependencias dos sacerdotes e inciados, e centenas de abóbodas. Ao redor de seus
muros externos, o povo contruiu suas casas, dai surbiu um polo de desenvolvimento sob o cuidado dos
guardiães do conhecimento, os sacerdotes do olho de Hórus. O desenho da fachada do Templo de
Hathor é diferente do templo egípcio tradicional, ...

pois suas colunas frontais estão unidas até meia altura por muros extremamente decorados.

Seu acesso se faz através das 18 colunas do salão da vida, que sustenta um elevadíssimo céu raso totalmente talhado com informações
sobre os astros e seus movimentos. Sendo a abóboda deste ceu sustentada simbolicamente pelas colunas de Hathor.

Cada coluna tem a forma de um cistro, um instrumento sagrado que faz vibrar uma série de discos de metal, utlizado pela sacerdotiza
de Hathor, padroeira da dança e da música, para produzir uma vibração que adormece a consciência. No alto o capitel esta formado por
4 rostos de Hathor talhados, cada um olhand a um ponto cardeal, simbolizando que sua força pode ser sentida em todas as partes do
mundo. Seus olhos de serpente e suas orelhas de vaca, simbolo da maternidade e da nutrição, formam uma imagem quase
extraterrestre, assossiada em inúmeras lendas ao planeta Venus.

O Templo foi encontrado em excelente estado, pelas tropas de Napoleão, por ter ficado sepultado pela areia por milhares de anos.
Converteu-se em refugio para as tribos nômades, que com suas fogueiras defumaram as cores do belo céu raso. No céu raso do grande
salão os ultimos sacerdotes de Dendera talharam as ultimas tábuas astronômicas que ainda conservavam produzidas por várias
gerações de sacerdotes de forma a impedir que esse conhecimento desaparecesse para sempre.

O Zodíaco e os salões especiais

 
Todas as constelações que formam os signos do zodíaco aparecem representadas em suas barcas simbólicas com imagens do Luth,
simbolo dos céus que devorava os céus todas as noites para que renascesse ao amanhecer. Os sacerdotes decidiram transcrever nos
muros desses templos alguns papiros importantes, como os registros astronomicos que foram salvos da destruição de Kamsés, com o
intuito de preserva-los para gerações futuras.

No salão chamado A Casa da Vida, os escribas trabalhavam nos papiros sagrados, nos tratados teológicos nas orações dos rituais, nas
tabelas de registros astonômicos. A arte, a teologia, a magia, a astronomia e a medicina foram ensidadas aos discipulos da escola de
mistérios neste grande salão. Neste salao foi registrada a mudança regular e sistemática das constelações circunpolares para a
companhar a pressessão dos equinócios.

Atravessando-se o altíssimo salão chega-se ao salão das aparições, uma câmara mais baixa sustentada por 6 colunas de onde surgia da
penumbra se seu santuário a brilhante estátua dourada da deusa Hathor ao sair para cerimonias religiosas e procissões. Na sua parte
superior encontram-se as capelas dedicadas a Osiris, o simbolo do processo de aperfeiçoamento vivido por todo o ser humano atraves
da reencarnação para transmutar, em muitas vidas, sua animalidade original e se converter num super homem. Uma das capelas tem o
famoso zodíaco de Dendera, que ilustra como ocorre este processo, enquanto o sistema solar da um giro ao redor da galaxia e a outra
ilustra o mito de Osiris. Em Torno desse salão encontram-se os 6 salões dos rituais diários. O primeiro guardava os objetos dedicados a
ao culto.

O salão da purificação, que tem um porta que conduz ao lago sagrado, era utilizado ao amanhecer em sues rituais de limpeza, Os
templos tinham um lago sagrado, escavado até chegar-se ao nivel do lençol de água da região, forrado de pedras e com uma série de
escadas que permitiam aos sacerdotes entrar na água para purificar-se antes do inicio de seu serviço no templo. No salão seguinte
organizavam-se os oficios, conduzia ao corredor de acesso a escada de caracol que chega ao terraço do templo, utilizada a noite no
registro da abóboda celeste.

Do lado esquerdo o salão do fundo comunicava-se com o exterior para receber as oferendas que todos os dias o povo levava a seus guias
espirituais. Os mantimentos de animais dedicados ao sacrifício eram armazenados e preparados nas duas outras camaras. Pelo salão
das aparições chega-se ao corredor das duas escadas do templo, a direita a escada de caracol simbólica, por onde subia a procissão por
onde subia o santuário portátil, a barca de ouro com a imagem de Hathor, até o terraço para aguardar a aparição do sol no solsticio de
verão. Simboliza a escada da luz, cada degrau a vida mais acima na escala da consciência, a matéria que se eleva até o espírito. E a
esquerda tem-se acesso a uma longa escada reta por onde descia a procissão trazendo o fogo novo. A escada reta representa o espírito
que novamente baixa a terra para condensar-se na matéria, com o objetivo de viver experiencia que lhe permitam compreender o
universo.

 
 

Atravessando-se este pórtico, chega-se a antecamara do santuário, onde ardia o fogo, o instrumento dos deuses, a primeira substancia
do universo, a forma mais elementar da matéria. Ali faziam as oferendas a Hathor, o principio feminino gerador da vida no universo. A
esquerda deste salão estava a capela onde se guardava a barca de ouro, o santuário portátil, símbolo do movimento fisico do sol. A barca
da vida era usada para levar a imagem de Hathor no dia da lua nova, no tericeiro mes do verão, durante o festival do belo encontro em
uma procissão florida pelo Nilo até o templo de Horus em Edfu. Um espaço aberto sem teto também se comunicava com a antecamara
do santuário. Frente a ele estava a chamada Capela Pura. As figuras simbólicas eram levadas a este espaço aberto para que renovassem
suas forças ao serem recarregadas com a energia solar.

A medida que se adentra, o templo torna-se mais escuro, os tetos mais baixos e as porta mais estreitas, o chão se eleva claramente para
demarcar o santuário até a estrela Alfa Draconis sobre as cabeças dos espcetadores das cerimônias. E finalmente, no mais profundo do
templo, sobre seu eixo principal, chega-se ao seu coração, o seu espaço mais sagrado, o lar de Hathor, sua figura de ouro, a carne
simbólica dos deuses, com seus olhos de pedras semipreciosas ficava encerrada num pequeno tabernáculo. Somente o faraó e os altos
sacerdotes da escola de misterio do Olho de Horus podiam entrar ali, apos uma intensa cerimocia de purificação com água.

A parte Masculina e a Parte Feminina de Deus

Os egípcios entenderam que como todos os seres no universo, deus tem uma parte masculina emissora da qual flui a informação e uma
parte feminina que a recebe para gerar com sua substancia tudo que é criado. Ao deus masculino deram tres nomes:

Chamaram-no Atum, quando ainda não havia criado o universo e permanecia não manifesto;

Chamaram-no Ptah, quando organizou e criou o universo, as estrelas, os planetas e os Reinos naturais;

Chamaram-no Amon-Ra, quando sobre toda a criação deu lugar a consciencia do homem

De forma similar também deram tres nomes a sua parte feminina:

Chamaram-na de Nun, quando era apenas uma substancia homogênea, virginal, sem forma, em estado de perfeito equilíbrio, o líquido
amniótico do universo não manifesto;

Chamaram-na Sekhmet, quando se polarizou em duas forças opostas, que a transformaram numa substancia radiante, um fogo, um
principio multiplicador em movimento que gera Nefertum, o universo que reconcilia e harmoniza temporalmente as forças opostas.O
fogo produz o movimento, o tempo e o espaço, sua intensidade que coagula produz os estados sucessivos da matéria, o ar, a água,a terra
e por último a força da vida, representada por Hathor, a substancia que gera e multiplica as conciencias que esperimentam o espaço
tempo;

Chamaram-na Mut, quando gerou as 4 forças que impulsionam a consciencia evoltiva do homem. As 4 forças são: Osiris, Isis, Seth e
Nephtis. Entendendo Hathor desta forma ela é a barca da vida, a barca da luz, representa o amor, a matriz das consciencias do universo.
A barca do norte que contem o principio de toda a natureza. No seu tabernáculo, Hathor, a força da vida recebia as preces dos que
queriam prolonga-la ou curá-la. Em torno do seu Santasantorum um corredor perimetral aos muros dos templos dava acesso a uma
série de capelas, espaços sagrados dedicados a todas estas forças fundamentais. Essas capelas eram reconhecidas desde fora pelos
desenhos talhados de seus símbolos sagrados no muro exterior do templo e permitiam que o povo, que não podia entrar, pois só tinham
acesso os sacerdotes e os iniciados, orasse e pedisse ajuda as forças fundamentais do universo.

A direita da capela do ouvido de Hathor, duas capelas que se comunicavam era dedicadas a adoração do unico deus, o criador da
consciencia do homem, o que esta em todas as partes, Amon-ra, com seus simbolos também talhados no muro externo. As duas capelas
da esquerda continham as imagens que simbolizavam as forças fundamentais do baixo egito, todas relacionadas com hathor e seu
instrumento musical, o sistro. Quatro santuarios a direita dedicados a Horus, a Sokar, a Isis e por último ao Nomo de Dendera, o patrono
ou santo da região do Egito onde se localizava o templo. Havia outra capela que continha o colar de Menat, um colar utilizado pelo sumo
sacerdote nas cerimonias e procissôes com 4 imagens de Hathor, cada uma com um trono simbolico na parte de cima. Os quatro tronos
representavam os poderes supremos do universo: o amor, a sabedoria, a força infinita da vontade divina e a harmonia.

Sob o piso desses espaços existiam uma série de criptas onde eram guardados os elementos mais sagrados, as peles escritas e os papiros
mais secretos relativos a revelação desse templo. Essas criptas tem uns misteriosos baixos relevos de horus que sustentam uma espécie
de flor com uma serpente em seu interior. Teorias cientificas afirmam que se trata das lampadas que utilizaram para iluminar suas
camaras e construções sobre o solo. Ao subir a escada reta chega-se ao terraço, o espaço dedicado ao registro da abóboda celeste. No
canto sudoeste do terraço encontrava-se o quiosque onde os sacerdotes esperavam a aparição das estrelas e a saida do sol no ano novo
que acendia com seus raios o novo fogo. Numa pequena cobertura do terraço os sacerdotes se reuniam a noite, dividindo a abóboda
celeste em setores chamados nomos, com o objetivo de identificar os movimentos do firmamento e do planeta.

PARTE 3

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O Olho de Horus-Dendera,O Amanhecer da Astronomia (Episódio 7) Parte 3


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Medidores do céu - Os Sacerdotes de Dendera eram chamados de Kabirim, os medidores do céu. Eles
registraram a primeira carta celestial, a qua marcava as posições relativas dos Mazarots, os fogos do céu. A
astronomia surgiu em Dendera. Astro significa estrela, astronomia significa logos, ou conhecimento das
estrelas. Por um terraço chega-se as duas capelas dedicadas a Osiris, o principio divino que simboliza a
evolução, através da reencarnação de todos os seres humanos. Nelas é descrita a lenda de que seu irmão
Seth, ...

para ficar com seu reino e com sua mulher Isis, o corta em 14 pedaços e espalhas as partes por todo o
Egito. As talhas mostram o momento em que Isis, após recolher seus pedaços, suspensa no ar sob o falo de Osiris, sob a forma de um
falcão fêmea, consegue em uma comunião espiritual, engravidar e dar a luz a Hórus. No teto da segunda capela encontra-se o chamado
Zodíaco de Dendera, uma imensa louza de pedra com uma talha da aboboda celeste em torno do polo norte, como era visto em 700aC. ,
durante o solsticio de verão a meia noite.

É uma cópia da louza original que encantou Napoleão, ao entender o seu profundo significado, e que se encontra hoje no museu do
Louvre, em Paris.

 
 

Em uma capela como esta, no mesmo lugar e durante milhares de anos os sacerdotes do Olho de Horus estiveram atualizando,
periodicamente sobre um papiro o mapa dos céus. A cada solsticio de verão, ano após ano, por milhares de anos, marcavam a posição
relativa do sistema solar e da Terra. Os Sacerdotes que sobreviveram ao peras Kamsés II, talharam na pedra, para a posteridade, um
grafismo que se salvou da destruição, com uma das últimas atualizações do mapa celestial, tal como era visto em 700 aC, durante o
reinado do faró Thararka, na 25º dinastia. A abóboda celeste é sustentada por 8 imagens de Hõrus ajoelhado e quatro figuras femininas
de Isis, um círculo de hieroglifos une essa disposição simétrica. Naquele momento a aboboda celeste estava pintada de azul, ressaltando
as imagens simbólicas. As varas sagradas das 4 figuras marcam um ponto perto do centro da aboboda. Saturno, o pai dos planetas,
Júpiter, Marte e Osiris que representa a constelação de òrinon, com sua estrela companheira Sirio, personificação de Isis no céu.
Apontam para o seios de Tuaret, a mãe hipopótoma, com rabo de crocodilo e patas de leão, que preside a abóboda e que representa a
constelação que hoje é chamada de Draco, onde brilhava a estrela Alfa Draconis, exatamente sobre o eixo de rotação do planeta.

O eixo do templo esta orientaqdo 71,5º para nordeste, a fim de demarcar em seus porticos o segmento de céu onde aparecia a esrela
polar Alfa Draconis, que na abóboda aparece sobre o seio da hipopótoma. Ao seu lado encontra-se a constelação do chacal vermelho,
com a estrela Mitzar em sua pata dianteira, a representação egípcia da contelação da Ursa Menor com a estrela que hoje chamamos de
Polaris. Alfa Draconis sobre o seio de Tuaret, esta fora do ponto central da abóboda, marcando o desequilíbrio necessário para que
exista o movimento eliptico do universo que fara com que a estrela Polaris, que se encontra no centro da abóboda, se situe sobre o eixo
do planeta. A estrela polar, ao redor da qual parece girar a aboboda celeste, era muito importante para os egípcios,pois representava a
energia sobre o eixo de rotação do planeta, sobre sua coluna vertebral, que organizam os órgãos de todo o ser vivo, desde um inseto a
um homem ou um planeta.

Além disso durante o reinado de Senephro, muuito antes da construção da grande pirâmide, seus sacerdotes haviam profetizado que
quando Alfa Draconis fosse substituida por Polaris, chegaria o fim de sua civilização, como descrito no papio de Nepher Roru. O templo
de Hathor estava orientado para registrar as constelações situadas em volta do eixo de rotação da Terra, as 6 constelações
circunpolares,cuja energia atinge o planeta a muito mais tempo e de forma mais direta que as constelações zodiacias.
Em uma época em que o dia e a noite eram como a vida e a morte, o setor do céu sobre os polos onde as estrelas eram sempre visíveis,
contrastando com as que acendiam e desapareciam, representavam os poderes da escuridão que a luz nascente do sol fazia
desaparecer. A escuridão inicial, a mãe escuridao, o espaço vazio, o caos, eram representados pela hipopótoma vermelha. ao sair da
água os hipopotomos transpiram um líquido vermelho, a água do Nilo ao transbordar e invadir a terra tornava-se vermelha devido ao
oxido de ferro, o vermelho simbolizava a fonte materna. Ao seu lado se veem também as outras constelações circunpolares, como a
constelação da pata com sua estrela Mesket, hoje denomidad constelação de Serpeus, com sua estrela Alfir e a constelação de Hércules.

A partir da estrela sobre o polo, dividiram o céu a sua volta em 12 setores principais, com 30º cada um, as constelações de estrelas que
continham os decanos, uma série de 36 estrelas muito brilhantes, pelas quais o sistema solar passa na sua viagem pela galáxia. O sitema
solar e o homem ao atravessar cada um dos 12 setores em que as estrelas foram agrupadas, recebiam uma influencia energética
diferente, que impousionava nos espíritos encarnados, em cada momento, um processo diferente de aperfeiçoamento. Para explicar que
processo impulsionava cada grupo de estrelas, usavam animais, que representavam um nivel evolutivo diferente da consciencia, em seu
caminho de reencarnações, para a aquisisão de sabedoria por meio da experimentação em um universo de polaridades contrastantes de
luz e escuridão, o círculo de animais ou zodíaco.

O Simbolismo do Zodíaco

O Caranguejo de Câncer simboliza o EU SINTO, o animal que se retira ao seu refugio de água para digerir o seu alimento espiritual
quando a consciencia se movimenta de maneira incerta e começa o seu processo evolutivo experimentando os sentidos pela primeira
vez.

Os Gemeos de Gemini, simbolizam o EU PENSO, o desejo de aprender e explorar com a dualidade necessária para encontrar a verdade, o
conhecimento, a experiencia através dos opostos, das experiencias contrastantes.

O touro de Tauros, desperta a maternidade das fêmeas, impulsiona os processos com o EU TENHO, as posses materiais, a raiz qaue
permite a terra receber o poder da vida para dar fruto, a fertilidade.

O Carneiro de Aries representa a tomada de consciência do seu ser, o EU SOU, a força que resiste as dificuldades da vida e converte a
rocha em cristal. A matéria que domina a si própria e se torna transparente, é o poder de procriação que põem a vida em movimento, a
primavera.
Os peixes de Picis impulsionam os processos como EU CREIO, com o sistema de crenças adquiridas. É quando se submerge na
inconsciencia para buscar a origem de suas palavras e ações.

Em aquário a consciencia irradia os conhecimentos verificados e adquiridos por gemini. leva a água das altas frequencias do livre
espirito aos mundos mais remotos, simbolizando o EU SEI.

Capricórnio utiliza esses conhecimentos adquiridos simbolizando o EU USO, para concentrar a matéria até tornar-se transparente.

Na Era de Sagitário o EU VEJO, a consciência evolutiva ja é um ser que cresceu além de sua natureza animal, o ceutauro com sua
consciencia dirigida ao divino, é o poder espiritual do pensamento, a sabedoria da idade.

Escorpião simboliza o EU DESEJO, é o animal que pode se matar com seu próprio veneno. Uma era em que se vive em experiências, para
entender que o universo é perfeito e que se tem tudo que é necessário para a felicidade, não ha que se desejar nada.

A balança de Libra simboliza o EU EQUILIBRO, aprende-se a ceder a ser flexivel ante todas as situações da vida, para atingir a harmonia,
todas as experiencias são medidas, conserva-se apenas o que for valioso.

Virgem simboliza o EU ANALISO, é quando se colhe a safra, a maternidade do universo e se vive processoa para aprender a não reagir, a
pensar antes de falar.
E por fim Leão, o símbolo do EU POSSO, o rei dos animais o grande pai do zodiaco, a força do fogo que verificou todas as verdades,
experimentando na própria carne o resultado de suas decisões em milhões de situações em muitas reencarnações.

Neste ponto o homem deixa de se identificar com seus instintos animais, sua consciencia deixa de ser um estábulo onde vivem suas
paixões descontroladas, abandona o círculo dos animais. Leão se projeta sobre câncer, a porta para a escala seguinte do universo, onde
como guia dos processos de outras consciencias, serão experimentadas situações de mais responsabilidade, para seguir o seu caminho
do aperfeiçoamento de volta a Deus.

O Amor e o Medo

O processo evolutivo esta completo quando ao longo de muitas reencarnações, as 12 energias fundamentais são recebidas, e os
diferentes processos que elas gerão são experimentados. O signo zodiacal sob o qual o homem morre sera o signo sob o qual ele nascera
em sua próxima reencarnação. Em cada vida experimenta diversas personalidades, sob a influencia de forças diferentes, a medida que
o sol avança em seu giro pela aboboda celeste.

Hoje conhecemos esse giro como precessão dos equinócios, mas não entendemnos o seu profundo significado em nosso próprio
processo evolutivo. Para o ocidente não existe aperfeiçoamento espiritual como um processo de muitas reencarnações. Este mapa
celestial comprova os conhecimentos astronomicos e filosóficos dos sacerdotes da Escola do Olho de Horus, que entenderam a vida no
universo como um processo desenhado por Deus para converter um animal ignorante em um super homem sábio.

Subindo por uma escada com degraus semisuspensos contra um muro talhado por hieroglifos, chega-se ao terraço superior do Templo.
Ali ainda se convervam as fendas que sustentavam os instrumentos usados pelos sacerdotes para registrar, de forma adequada, os
movimentos dos astros. O templo de Hathor registrava os movimentos das estrelas polaris, ali era acompanhada a troca de Alfa
Darconis, que no ano 4320 aC brilhava sob o polo norte, por Polaris, estrela que hoje orienta os nossos navegantes. Neste terraço em
muitos solsticios de verão, eram realizadas cerimônias para acolher o ano novo egípcio, quando a barca de hator, o principio
multipolicador das consciencias que vem experimentar o espaço tempo, subia ao terraço. Ali o sprimeiros raios de sol anunciados por
Sirio, ao reaprecer no horizonte, ascendiam o fogo novo, a força que pos o universo em movimento, gerando um lugar onde a
consciencia aprendeu o significado do amor graças a existencia do medo.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 1


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A civilização egípcia, guiada pelos sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, se baseava
numa crença fundamental: a de que o homem encarna diversas vezes para viver um processo de
aperfeiçoamento que o leva de sua animalidade original a sabedoria e a imortalidade.  Ese caminho
evoltivo tem sete fases, sete níveis determinados pela sabedoria que ja acumulou, pela frequencia
com que vibra e pela quantidade de energia vital que pode processar. 

A sabedoria alcançada em decorrência das verdades que comprovou em cada vida, permte-lhe passar
cada vez mais tempo em um estado de paz interior e com isso, aumetar aos poucos a sua frequencia
de vibração. De forma gradual vai aumetando a quantidade de energia vital que processar e distribuir
em seu sistema nervoso. Cada vez usa um chakra mais alto, dentre os sete localizados em sua coluna vertebral para capta-la. E sua aura,
como eletromagnético pessoal, vai crescendo proporcionalmente.

As circunstancias que o homem vive, os processos pelos quais deve passar, com o objetivo de evoluir e adquirir sabedoria, foram
estabelecidos por Deus de forma perfeita. Os egípcios acreditavam que a energia que flui de Deus e que se mafesta de diversos modos,
determina os processos a que cada espírito é submetido. O Universo seria como uma fábrica de consciencias submetidas a uma série de
processos lineares.

O homem encarna sobre a Terra, que gira ao redor de uma radiosa fonte de energia, o Sol, e dele recebe a sua primeira energia. O
sistema solar por sua vez gira em torno do sol central da galaxia, outra fonte radiante de energia. Eles descobriram que este giro, que
leva 25920 anos, e ao qual chamaram de ano cósmico, o sistema solar recebe uma série de energias de astro radiantes, que produzem
diferentes campos de força.

12 Forças Fundamentais

Dividiram esse percurso em 12 setores, 12 forças fundamentais que o planeta recebe, nos 2160 anos de cada travessia. Cada um
produzindo diferentes processos e circunstancias que o homem deve viver e que são parte de  uma linha de montagem da consciencia.
Chamaram de Neters, a essas energias dos céus. A cada uma que iam identificando davam um nome e uma figura simbólica, assim
podiam reconhecer suas caracteristicas e apresentar-lhes suas oferendas e reverencia. Em consequencia sua civilização estava
orientada para os céus e seus processos coletivos eram determinados pelos astros. 

Os sacerdotes sabiam que quanto mais energia de um dos fogos do céu, de uma das estrelas ou constelações, o homem recebesse, mais
benefícios teria. Por isso, as estrelas que se situam sobre o eixo de giro do planeta, as estrelas polares que permanecem fixas no mesmo
ponto durante milhares de noites, davam um tratamento especial. Além disso, numa época em que a noite era comparada a morte, ao
perceber que tais estrela sempre apareciam no mesmo lugar, sem circular pela abóboda celeste, o povo transformou-as no poder que
reina na escuridão, a força nefasta que trazia as mortes e as desgraças. Essas séries de forças que impulsionavam os processos e eventos
mais dificeis da vida, eram comandadas por uma figura simbólica a que chamaram de Seth, raiz do satã atual.

Seth o senhor da escuridão, o poder que atravanca o avanço do homem e o submerge em paixões animais, fazendo com que permaneça
estacionado na ignorancia, tinha uma função importantíssima no Universo Egipcio. Levava o homem a cometer erros, induzia a
condutas agressivas e desrespeitodas, que apenas produziam dor, sofirmento, angústia e medo. Os resultados dessas condutas erradas
angustiavam ao homem, trazendo sofrimento e o impulsionando a procurar o caminho da paz e da felicidade. Compreendia que com
seus atos agressivos para com os outros somente estava se machucando... então mudava e a força da luz iluminava sua consciencia.

As forças que levavam o homem a mudar, a avançar em direção a cordialidade, a paz e ao entendimento, eram comandadas por oura
figura simbólica ao qual chamaram de Osíris. Osiris é o senhor da luz, o poder que impulssiona o avanço do homem para a
espiritualidade e a vibração no amor ao longo de muitas vidas e circusntancias difíceis. Nesse Universo de contrastes de polos opostos,
enfrentam-se Seth e Osiris, as forças da escuridão e da luz, para modelar a consciancia do homem e leva-lo a entender a importancia da
neutralidade. A neutralidade nao gera uma força oposta que faz perder energia, antes é a base da superconditividade, um principio
físico que ainda esta sendo descoberto.

A Neutralidade

A neutralidade implica em respeitar os demais, implica em ter consciencia para não intervir nem impedir seus processos do destino, as
situações dificieis que o homem precisa viver para aprender. A neutralidade implica na compreenção de como funciona o Universo, a
aceitação de que tudo que acontece é perfeito e tem um propósito de amor, porque foi desenhado por Deus, que é amor. O ser humano
atinge a neutralidade após o seu giro de reencarnações no momento que verificou, na própria pele, todas as verdades do Universo,
quando renasce em espírito atingindo a iluminação. Este momento é simbolizado por Hórus, um falcão dourado que tudo ve, tudo sabe
e voa sobre os contrastes e as limitações naturais do Universo. Isto porque não apresenta resistencia.

 
Hórus é o símbolo da consciência permanente, imortal de um ser respeitoso em equilíbrio capaz de concordar com todos os seus
poderes e a paz eterna. Esse momento de equilibrio é esperimentado no planeta quatro dias por ano, os dias do equinócio de inverno e
de verão, quando o dia tem a mesma duração que a noite. Em Edifu construiram um templo para comemorar o nascimento de Horus,
venerar e estudar o momento final do caminho evolutivo. O templo tem o seu eixo e seus pórticos orientados para um ponto no
horizonte por onde surge o sol no equinocio de verão.

Quase todos os complexos religiosos egípcios tinham em seu interior dois templos, dois observatórios astronômicos, um solar e outro
estelar com seus eixos e pórticos orientados a 90º um do outro. E com isso permitia enquadrar simultaneamente a estrela que
personificava a estrela fundamental venerada no templo e a fonte de radiação mais próxima do homem, o sol. Isso nos dias que
definiam as mudanças climáticas, as estações, os pontos em que mudavam o meio ambiente de todos os seres da terra. Em certos casos,
como em Edifu e Dendera, um mesmo templo enquadrava com seus pórticos uma estrela brilhante que anunciava a saida do sol por
esse mesmo lugar um pouco mais tarde.

PARTE 2

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O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 2


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Edifu e Dendera - Edifu e Dendera são dois templos irmãos, dois observatórios que se complementavam
para registrar de forma precisa a abóboda celeste sobre o polo norte e o polo sul do planeta. As estrelas
polares eram o ponto de referencia para registrar qualquer variação no eixo da terra com relação ao sol.
Esse angulo é que causa as estações, os solstícios e os equinóscios, o clima do planeta. O estudo e registro
dessas estrela fixas e sua relação com ...

o sol e com as outras estrelas era muito importante, pois qualquer variação no seu movimento habitual,
antecipava grandes mudanças na vida do homem. Eram as estrelas nefastas, as das grandes mudanças.

Foram localizados a uma distancia precisa de forma a produzir uma diferença de um grau exato em sua latitude. Dendera se localiza
nos 26º e Edifu aos 25º de latitude ao norte do equador. Assim podiam registar facilmente o movimento do sistema solar pela galaxia, o
que era fundamental pelos sacerdotes, pois determinava a passagem por diversas constelações, pelas energias fundamentais que
determinem o caminho evolutivo do homem. As mudanças de era, a mudança de uma constalação zodiacal a outra determinaram as
etapas em que os sacerdotes revelaram os seus mistérios do universo a seu povo, mudaram a localização de sua capital imperial e até os
nomes de seus faraós.

Todos os templos que construiram enquadravam em seus pórticos um setor do céu por onde se movimentavam os Mazarots, os polos do
firmamento, permitindo-lhes registar os seus movimentos com facilidade. O Templo de Horus em Edifu estava virado para o polo sul e
enquadrava a estrela Canopus, enquanto que o templo de Hathor em Dendera, enquadrava a estrela Alfa Draconis no polo norte. O
templo de HOrus em Edifu, festejava o seu nascimento no equinóscio de verão, tres meses depois. O templo de Hathor em Dendera,
festejava a renovação da vida, a fertilidade trazida pela inundação do Nilo, no dia do solsticio de verão.

O Templo secundário, dedicado a Isis em Dendera, enquadrava a estrela Sirio, as noites sobre o horizonte, sua personificação no céu, e
com sua reaparição anunciava a enchente do Nilo e ao amanhecer o surgimento do sol no dia do solsticio de verão. Nesse dia a
inundação marcava o fim do ano solar egípcio, celebrando-se em Dendera as festas do ano novo em honra de Hathor, a força que
renova a vida e de Isis a que trazia a água sustento do egito. Tres meses depois, no templo de Nephitys em Edifu, do qual só existe a base,
enquadrava um ponto no horizonte por onde aparecia a estrela Procyon, que anunciava o tempo de semear e ao amanhecer o
surgimento do sol no dia do equinócio de inverno.

 
 

Os astros determinavam quando subia o rio, quando semear e quando colher, determinando assim o calendário do Egito. Como os dois
templos, as duas estrelas também tem uma estreita relação; Sirius pertence a constelação de Canis Maior e Procyon a Canis Menor. As
duas são estrelas irmãs, como Isis e Neferts, as companheiras de Osíris e de Seth, o senhor da escuridão. Na mitologia grega são
consideradas “Os cães de Orion”, pois o seguem pelos céus, e assim dão nome as suas constelações. Nessas datas, se realizavam
procissões que união os dois templos, em 21 de junho, no solsticio de verão era festejado em Dendera baixando desde seu topo o fogo
para todo o Egito, a marca do ano novo. Em 21 de setembro, no equinócio de inverno, se celebrava em Edifu a concepção de Horus, e em
21 de abril, no equinocio de verão, o seu nascimento. E por lá chegava a barca de ouro com a imagem de Hathor que vinha de Dendera
pelo Nilo. Essa cerimonia era chamada de "Festival do Belo encontro", quando Hathor a força da vida, festejava em Edifu, a culminação
do processo que ela havia iniciado. As estrelas e os sóis viagem de um horizonte ao outro pelo céu em barcos simbólicos. As imagens que
estas estrelas representavam como Hathor ou Isis em barcas de ouro em procissoes pelo Nilo.

O antiquissimo templo dedicado a Horus, em Edifu, chamado Apolinopolis Magna pelos gregos, começou a ser reconstruido em 237 aC.
durante o reinado do faraó Ptolomeu III, um dos reis macedonios que governaram o Egito como herdeiros de alexandre Magno. A obra
durou 180 anos terminando em 57 aC. O povo de Edifu ocupou os terrenos que eram antes exclusivos do complexo religioso. Seus muros
de proteção externos desapareceram a muito tempo e a maioria de suas construções foi destruida. O Templo principal, dedicado a
Horus, o falcão dourado, permanece ainda intacto. Foi reconstruido pelos Ptolomeus paralelo ao Nilo, no mesmo local onde existira um
templo antigo.

Orientação dos Templos

Os templos no egito que eram orientados para uma estrela em particular só eram úteis por aproximadamente 300 anos, uma vez que o
movimento do sistema solar em torno da galaxia, tirava do foco a estrela objeto do registro. Por isso eram desmontados e reconstruidos
reajustado em aproximadamente 4 graus, por essa razão são encontradas pedras marcadas por faraõs anteriores nas bases dos novos
templos, era como girar o telescópio. O caso dos templos solares é diferente, pois o angulo entre o equador e a eclíptica por onde o sol se
movimenta, muda somente 1 grau a cada 7000 anos. Os templos solares enquadrados com o ponto do horizonte onde surge o sol em
uma data especial, serviam por milhares de anos. O eixo do Templo esta orientado para os 86,5 graus sudoeste, ali sobre os 26 graus
sobre o horizonte se localizava todas as noites, praticamente sobre o polo sul, a estrela Canopus, a segunda mais brilhante dos céus
depois de Sirio.

Canopus, Alfa Cariani, situa-se a 74 anos luz da terra. e é a estrela mais brilhante da constelação de Carino, antes conhecida como
Argonaves, guia do navio Argus, no qual jasão e os argonautas desembarcaram para encontrar o Velo Dourado. A fachada do templo
com suas grandes torres enquadra a estrela do Polo sul, cada torre é um espelho da outra até nas inscrições de baixo relevo dos muros,
simbolizando a existencia da simetria em um universo assimétrico, que permite o movimento.Na frente a figura do faraó esgrime uma
espada para os inimigos do egito com um gesto ameaçador. Sobre o pórtico ha o disco alado com as duas serpentes, as duas torres
produzem as imagens dos hieroglifos de um horizonte entre montanhas que enquadram o sol. A fachada de 35 metros de altura,
equivalente a um edificio de 10 andares, sustentava 4 mastros altíssimos em cujas pontas tremulavam ao vento enormes bandeiras de
cores brilhantes.

Atravessando o pórtico pelo eixo do templo, chega-se a um pátio aberto com galerias laterais, sustentadas com 32 colunas com tactéis
floridos de diversos estilos e variadas formas. Na fachada interior, que se abre sobre o pátio inferior as imagens talhadas também estao
dispostas simetricamente, como num espelho, variando apenas as formas simbolicas sobre suas cabeças. No muro interior, totalmente
recuperado, e a colunata dao a forma perfeitamente simétrica ao patio externo. O equilibrio do conjunto enche de harmonia o espaço
onde os iniciados recebiam suas lições. As diferentes cenas talhadas em baixo relevo explicam o processo evolutivo do homem, suas
relações com as forças dos céus, a luta entre o espírito e a matéria, que permite que se encontre a verdade atraves dos opostos.

Nos tempos da Escola de Mistérios existia um lindo jardim nesse patio interno, onde os iniciados faziam exercícios para constatar na
própria pele as informações passadas pelos mestres. Recebiam conhecimentos correspondentes ao seu nível de consciencia,
trabalhavam sob a direção do mestre do misticismo, dedicando se ao objetivo principal de adquirir a neutralidade num mundo bipolar.
Provaram que podiam levar sua consciencia individual até a conscinecia universal, entenderam a necessidade de um universo de
contrastes, que produzissem vivencias, situações, processos, que permitissem uma decisão livre. Cada vida permite que se experimente
um lugar diferente, uma familia diferente, diferentes condições de saúde e riqueza, diversas situações nas quais se pode cometer erros
diferentes.

Seth é derrotado na consciencia do homem graças aos erros cometidos por ele ao longo de muitas reencarnações. A comparação dos
resultados obtidos com sua atuação produz a compreenção a luz na mente. Esperimentaram o principio vital de outros seres e
entenderam que existe apenas uma grande consciencia no universo. Isso foi verificado diante de uma das palmeiras no jardim da
galeria, onde se concentravam nesta até sentif o vento em suas folhas. Descobriram que somente mediante a entrega total se realiza
uma fusão com o exterior. O tempo para de existir e a sua consciencia e a da planta se fundem em apenas uma, ocupando o mesmo
expaço.

Concentração

O mestre lhes ensinou que qualquer concentração começa com o exercício intelectual, dirigindo-se a atenção para a planta e trazendo a
mente tudo que se conhece sobre ela. A razão clareia a amente, organiza, avalia, compara, analisa até que se defina as características
que transformam um ser em uma planta. Descobriram que, uma vez que se conhece tudo sobre o objeto da concentração o trabalho
intelectual termina. Neste momento passavam a segunda fase de concentração, usando a intuição e todos os sentidos como forma de
percepção. A fim de sentir tudo que a palmeira é, apalpando sua forma, observando sua cor, seu cheiro, seu sabor, escutando seu seu
som interior. Na ultima fase realizavam exercicios de concentraçao espiritual. Ja nao pensavam na palmeira, ja nao sentiam como ela
era, mas como na consciencia, o homem se converte em palmeira e consegue experimentar um estado de ser diferente do habitual.
Nesse estado o ego desaparecia e o iniciado se encontrava com o seu eu superior. O tempo desaparecia, o silencio expandia a
consciência, os braços se transformavam em galhos e uma paz interior inundava o nada. Desta maneira, no pátio puderam aumentar
sua energia vital, sua frequencia de vibração, reunidos com outros companheiros, que tinham um nivel de consciencia similar, que se
encontravam num estagio parecido no reino das reencarnações.

A fachada interior, desde o patio até o templo, é muito parecida com a fachada principal do Templo de Dendera, os planos e o desenho
são muito parecidos. Os dois templos foram reconstruidos seguindo os planos de Imhotep, o arquiteto que construiu a piramide
escalonada de Sakara. O muro entre as colunas filtra a luz, permitindo que apenas um pouco desta entre no templo por sua parte
superior aberta, facilitando a penumbra inferior, para a observação das estrelas. Duas grandes estatuas de Horus, como falcão, com a
dupla coroa do Egito, maracavam a entrada no Salão da Vida, atualmente só resta uma das estatuas de granito. Ao entrar no grande
salão que os egipcios chamavam de Casa da Vida, sente-se uma mudança de temperatura imediata, respira-se a paz nesse ambiente.

12 colunas impressionantes sustentam o elevado teto que nunca pode ser decorado. Ao percorrer-se este salão, utilizado no trabalho
diário pelos iniciados do Templo, as altas colunas com seus belos capitéis produzem uma sensação de equilíbrio e de permanencia.
Assim como em Dendera, este salão tem uma pequena capela para guardar os papiros nos quais os escribas trabalhavam, e que eram
necessários para as lições com os discipulos do templo.

PARTE 3

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O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 3


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Níveis do caminho evolutivo - Os egípcios chamavam de Khabit,ou tempo da sombra escura, ao primeiro nivel
do caminho evolutivo, quando o homem é praticamente um animal, um desalmado sem sentimentos, sujeito a
paixoes descontroladas e as reações automáticas dos seus instintos. Seus atos de ira, ódio, instintos
desemfreados que conduzem a resultados insatisfatórios, angustia sofrimento, solidão e infelicidade. Depois de
muitas vidas esta saturado de sofrer e compreende que ao ferir os outros somente produz sua própria
infelicidade. Nesse momento seu espírito renasce no segundo nível de conscincia, chamado de Ba, ou tempo da
sombra clara. Então descobre os seus sentimentos, aprende a querer, no entanto não controla suas emoções, encontra-se ainda no
inferno da vida. Ao ascender ao terceiro nível, chamado tempo do coração que respira, o pendulo o leva ao extremo oposto, ...

transforma-se num ser bom que vive preocupado com os outros tentando resolver os problemas deles e fazendo-os evitar as situações
dolorosas da vida. Também não consegue ser feliz, pois sua paz depende depende de outras pessoas, o entando não as respeita, quer
mudar a vida dos outros conforme ele acredita que deveriam viver. Essa atitude leva-o a confrontar seu sistema de crenças com o dos
outros, pois não respeita as decisões que estes tomam e quando se depara com situações difíceis para que aprenda considera-as injustas,
pois se ve como um ser bom que somente vive para os outros.

Atravessando-se a porta do fundo do templo chega-se aos salões das aparições, assim chamado porque nele via-se, na penumbra de seu
santuário, a brilhante estátua de Hórus dentro de sua barca de ouro, usada nas procissões e cerimõnias. A relação estreita do templo de
Horus com o de Hathor em Dendera fica clara na decoração das colunas que tem a imagem da deusa em seus capitéis.Do lado esquerdo
esta o salão de recepção das oferendas do povo com usa porta externa e o salão onde se armazenava e preparava o insenso. Do lado
direito encontra-se o Salão das Purificações usados pelos sacerdotes no seus rituais diários de limpeza coma porta para sair para o lado
e poço do templo.
A Escolha dos Discípulos

Os sacerdotes escolhiam os seus discípulos entre os seres que manifestavam maior respeito pelos outros. maior sensibilidade, os que
demonstravam no mínimo ter um terceiro nível de consciência. forneciam-lhes informações e a forma de verifica-las pessoalmente.
Eram guiados para que aprendessem a elevar seu nível de vibração. O trabalho começava pelo controle dos instintos, do medo da morte,
do institnto de defesa e a agressão, Eram submetidos a situações de extremo perigo, aprendiam a confiar nos outros. Anos depois o
trabalho deles era controlar as emoções, os desejos e os prazeres. Compreender que o corpo é igual ao universo só que em outra
proporção, para isso passavam por tempos como o de Luxor. Chegavam então ao quarto nível de consciência chamado de Sekhem, onde
com outros seres nascidos nesse nível eram dirigidos pelo mestre das medidas. Este lhes ensinava como o nome e o número
determinavam a forma de tudo que existe. Em templos como o de Dendera se transformavam nos "que registram os céus" e aprendem
como o ciclo dos astros atingem o homem, as forças fundamentais, as frequencias de vibração da proporção áurea e da flor da vida.

Depois do Salão das Aparições esta o corredor das escadas, que tem um esquema exatamente igual ao de Dendera, uma escada em
carcol a direita e uma comprida escada reta junto a parede externa que levam ao terraço. Pela escada em caracol subia a prossiçao com
a barca de Hórus até o terraço do templo para aguardar a aparição do sol nos dias de equinócio e pela escada reta ela descia. Durante
milhares de anos registravam as noites os movimentos de Canopus a estrela sobre o Pólo, vibrabam com a energia especial dos
equinócios quando assistiam as cerimonias no terraço do templo em comemoração da chegada de todo o ser humano a neutralidade.
Deste salão em diante ja noa podiam entrar os discipulos, somente os sacerdotes de Horus atravessavam o corredor exterior e chegavam
ao salão da barca de ouro onde guardavam o santuário portátil usado nas procissões.

A antecamara das oferendas também se comunica com a capela pura, um espaço aberto onde as imagens simbolicas das forças
fundamentais do universo eram expostas aos raios de sol para que renovassem a sua energia. Os muros do Templo estao repletos de
baixos relevos usados para explicar os mistérios do universo, a razão da reencarnação, a forma de chegar ao fim do caminho e
converter-se em super homem. Num mural o faraó Ptolomeu IV cercado por um Sicamoro, a árvore da vida e outro simbolo de Hator,
recebe de Horus a palma com a lista da sua vida, as lições que deve viver em muitas reencarnações até atingir a iluminação. Do outro
lado do mural a imagem de Neknbet entrega o destino imediato, o que deve viver nessa vida como faraó.
Os egípcios e a reencarnação

A civilização egípcia estava baseada na reencarnação como processo de aquisição e verificação pessoal das verdades do universo. O
espírito do homem encarna para aprender com os resultados de suas decisões, transformando-se aos poucos num ser flexível, sábio, até
não ter mais nada a aprender nessa escala do universo e iluminar-se.

Da claridade exterior até a penumbra do Santa Sanctorum o nivel do chão vai subindo para permitir que a partir dali o sacerdote
pudesse observar o céu enquadrado nos pórticos, sobre a cabeça dos discípulos participantes nas cerimonias. O Santuário é um lugar
independente dentro do edificio do Templo. Os raios de sol entram do alto por uma das janelas quadradas no teto iluminando os
coloridos muros de outrora.

O lugar mais escuro e profundo do Templo esta o santuário onde se encontrava o Naus, a capela de granito que continha a imagem de
Horus, símbolo do renascimento espiritual, da maestria, do momento em que o homem se transforma em super homem. Esse momento
é representado pelo nascimento de Horus. Do outro lado do santuário encontram-se cenas talhadas que fazem referencia ao momento
doa iluminação. A compreensão leva o pendulo ao centro transformando o homem num ser justo, respeitoso, que aceita a perfeição de
qualquer situação, mesmo as mais difíceis e dolorosas, pois produzem compreenção em quem as vive. O mal se converte em bom, o bom
em justo e por último o justo em sábio. Nesse momento chega a iluminação representada por Horus, quando se resnace a partir do
espírito, terminando a onda de reencarnações desta escala do universo para continuar o caminho do aperfeiçoamento numa hierarquia
mais elevada.

Da animalidade a iluminação

O homem que nasce na carne, renasce no espírito, assim termina a sua transformação da animalidade original a espiritualidade
eternade sua consciência temporária a consciência permanente, da mortaliade a imortalidade. O amor permanente em pensamento,
palavra e obra, fruto desses entendimentos faz com que o ego desapareça para sempre e com ele o ciclo de reencarnações.

Em volta do santuário encontra-se uma série de capelas dedicadas as forças e principios fundamentais que intervem no processo
evolutivo da consciência. Osiris tinha uma capela que era acessivel ao povo que não podia entrar no templo. Pelos baixos relevos que
enfeitavam o muro externo era possivel aproximar-se e colocar suas oferendas em um lugar próximo. Khonsu tem outra capela, é o
filho de Muth, a caracteristica feminina do Deus unico e de Amon-Rá, a característica masculina. Sua união cria a consciencia do
homem. Khonsu é o nome que davam a uma consciencia recem nascida, quando começa o seu percurso evolutivo.

Amon-Rá o Deus criador da Consciencia, tem uma capela com informações sobre o processo evolutivo e as 9 forças fundamentais tem
outra. A capela central é dedicada a Horus. Em seus muros encontra-se o conhecimento adquirido sobre o significado da iluminação
como momento final nessa escala da realidade. A este templo chegaram os iniciados no quarto nível de consciência outros poucos
alcançaram o quinto nível, o chamado tempo dos Sharu. Aquiu receberam informaçoes sobre a meta do caminho de reencarnações e
compreenderam o significado da neutralidade. Depois seguiram em seu caminho de aperfeiçoamento, embarcaram pelo rio para chegar
a Karnak, o temlo da consciencia do homem, onde buscariam a sabedoria através da arte, do conhecimento de seu inconsciente, ao
reviver a sua corrente de reencarnações. Foram vibrando em amor, certo de que todos os homens algum dia renasceriam
espiritualmente e chegariam a iluminação, abrindo a porta para a escala seguinte do universo.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.

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O Olho de Horus - Com Ombo, O Portal da Liberdade (Episodio 9) - Parte 1


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Os egípcios entendiam que a realidade era manifesta por um único Deus, através de suas forças criadoras
fundamentais, as divindades a que chamavam de Neters, o mundo físico era dirigido pelo faraó que representava o
nível de consciência alcançada pelo homem durante o seu reinado. O faraó era a encarnação do KA-real, um único
espírito que ...

evoluía reencarnando de faraó em faraó, isso o transformava em uma divindade intermediária entre o homem e
Deus encarregado de conservar e aperfeiçoar a ordem no mundo físico egípcio. Seu universo espiritual era guiado pelo hierofante sumo
sacerdote da Escola de Mistérios do Olho de Horus, primeiro servo de Deus, rei Netertep o grande vidente. Seu símbolo era uma
serpente com duas pernas e o disco solar na cabeça, a imagem da eternidade, da sabedoria e da regeneração física. A organização
sacerdotal sobre seus cuidados se dividia em três grupos: O primeiro se encarregava do conhecimento verificado e era dirigido pela
mais sábio dos sacerdotes, o segundo se encarregava da arte e dos rituais, e o terceiro era encarregado da administração dos templos.

Os sacerdotes do conhecimento eram os pedagogos incumbidos de preparar os herdeiros de sua casta. Eles transmitiam as verdades
herdades deste as origens da escola de mistérios, na desaparecida civilização atlante, verdades já comprovadas sobre o funcionamento
do universo. O conhecimento no mundo egípcio era transmitido com exclusividade aos iniciados da escola que demonstravam com
provas de atitudes perante a vida, que podiam receber sabedoria e não fazer mau uso da mesma. A revelação é o verbo. Eram chamados
de Hrj-Habet ou Sacerdotes do Conhecimento. Eles ensinavam a linguagem simbólica, a escrita, as matemáticas, a astronomia e o
controle das forças fundamentais. A este grupo pertenciam os Kabirem, os medidores do céu, que registravam em todos os templos a
abóboda celeste, fixando pelas estrelas o momento exato dos rituais diários, das festas anuais, e a mudança que anunciava o fim de uma
era e o começo de outra. O segundo grupo se encarregava da produção de obras de arte, do desenho arquitetônico e da construção dos
templos, da direção das oficinas onde os iniciados, ajudados pelos artesãos do povo fundiam as esculturas simbólicas.

Esses sacerdotes criadores desenhavam e supervisionavam as inscrições nos muros dos templos. Eles ensinavam a trabalhar a arte com
a sabedoria do amor, a desfrutar do ofício, a dar sempre o seu melhor. Desenham os símbolos, ferramenta fundamental, dos rituais, os
objetos e as figuras simbólicas e depois determinavam o que se devia fazer regularmente com eles nos momentos cósmicos, tais como os
solstícios e os equinócios. Estabeleciam os rituais, o que deveria ser entendido através das sensações em um percurso espacial sem
intervenção da razão e também as ações necessárias para criar a segurança no povo e gerar uma energia especial nos participantes. O
ritual induzia os sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Horus a ter autoridade perante o povo, utilizando o controle da intuição,
da percepção do ser humano independente de seu preparo ou nível de consciência.

 
Estabeleceram com cuidado o que os participantes percebiam, os sons, as palavras, os aromas associados como incenso, suas cabeças
raspadas e suas vestimentas brancas que denotavam limpeza, os colares de flores e as barcas douradas, nas que carregam o símbolo de
sua relação com Deus. Usavam o ritual para transmitir ao povo a hierarquia e a ordem da sociedade que organizaram utilizando
ferramentas singelas tais como a riqueza das vestimentas, sua visualização, a arrumação ou a quantidade dos participantes. O ritual
renovava a relação entre os poderes: acima o Deus único, a seguir os Neters, os mortos, os sacerdotes, o faraó, seu exército e o povo. Os
rituais aproximavam o homem do sagrado, induziam emoções intensas que impulsionavam suas ações de uma forma suave.

O terceiro grupo administrava o cotidiano dos templos, organizava os cultivos, a recepção dos víveres, a preparação das refeições, a
limpeza dos recintos, formando uma sociedade comunitária. Usava em sua base um grupo de sacerdotes temporários chamados de Wab,
os puros, homens do povo que durante um mês por ano serviam nos templos executando as tarefas diárias inferiores para depois
retornar as suas atividades habituais. Alguns viviam no campo, cultivando os terrenos cedidos pelo templo envolta de seus muros
externos. Chegavam ao amanhecer para realizar os rituais de purificação para entrar no templo e continuar com suas atividades
diárias. Outros vivam na aldeia próxima ao templo e trabalhavam o restante do tempo na administração estatal. Carpinteiros, operários
e pedreiros consertavam e ampliavam o templo nessa modalidade de trabalho temporal-rotativo. Esse sistema de rotação permitia que
muitos membros da sociedade participassem dos rituais e cultos desde o interior do templo, e fazia com que o povo entendesse que os
trabalhos comunitários beneficiavam a todos.

Os três grupos convergiam nos templos, os lugares onde se organizava a ordem, Umaat, a busca do equilíbrio harmônico temporal. Ali o
homem se submergia no espaço sagrado orientado para o cosmo, registrando seu permanente movimento. O templo era o instrumento
de preservação da ordem e não um mundo criado para a salvação da alma. O espírito se aperfeiçoava e adquiria mais informações
através da reencarnação ao compreender os erros cometidos. O erro era um instrumento de aprendizado, não era necessário ser salvo
dele. O templo era o lugar onde se encontravam as duas forças fundamentais, a força do caos e a da ordem. Ali se atingia o equilíbrio
necessário, a harmonia que leva o aperfeiçoamento de todos os indivíduos da sociedade. Este conceito é claramente expresso no Templo
de Kom Ombo, dedicado simultaneamente a Sobek, a força do caos que induz ao erro e a Horus, o símbolo da consciência permanente e
da sabedoria. Neste templo, os iniciados da escola começavam o seu aperfeiçoamento espiritual.

 
 

Aqui chegavam a transcender o medo e os atos automáticos do instinto de defesa a controlar o chacra raiz. Neste templo lhes ensinavam
a existência da lei da natureza, códigos divinos que produzem uma reação automática para defender a vida, necessários quando se está
na animalidade, mas que devem ser controlados de forma a ascender aos níveis superiores de compreensão. Não se pode ser sábio
tendo uma série de condutas automáticas ou reações agressivas descontroladas que ferem as relações que mantemos com todo o
mundo. O primeiro nível de compreensão terminava quando entendiam que a vida é eterna, que a morte é uma porta no processo de
reencarnações quando controlavam as reações automáticas de agredir para defender a vida. Isso era demonstrado ao sobreviverem a
prova da morte no centro conceitual dos dois altares, demonstrando sua audácia, segurança e confiança ante a perfeição de tudo que
ocorre no universo, como veremos neste programa.

O templo de Kom Ombo era onde se agradecia pela dualidade existente no universo, a qual permite ao homem enganar-se e aprender
com os resultados de suas decisões, de forma a produzir compreensão e aperfeiçoamento espiritual. Por isso estava dedicado a duas
forças opostas, representada por Sobek, simbolizado por um homem com cabeça de crocodilo e Horus, um homem com cabeça de
falcão. O ignorante e o sábio, o ingênuo e o que tudo aprendeu de tanto enganar-se ao longo de 700 reencarnações. Situado as margens
do Nilo, há 48 Km ao sul do templo de Edfu, a aproximadamente 25° de latitude norte e aos 34° de longitude leste, encontram-se as
ruínas do templo ptolemaico de Kom Ombo, chamado antigamente PA-Sobek, O Domínio de Sobek, força simbólica representada por um
crocodilo.

Neste lugar não existe um grande complexo como em Edfu ou em Dendera. O templo era protegido por muros elevadíssimos e o
povoado estava envolta de um forte do exercito imperial, onde os elefantes africanos eram treinados para a guerra. Ali, desde tempos
muito remotos, ao lado do desaparecido forte, existia um templo dedicado a honrar a polaridade, a dualidade de tudo neste mundo.
Durante as dinastias ptolemaicas o templo foi reconstruído, e são suas ruínas as que chegaram até os nossos dias. Kom Ombo estava
voltado para os 43,5° sudeste, em direção a estrela Alfa Centauro, uma estrela do hemisfério sul que anunciava o surgir do sol no
equinócio de outono. O templo dividido ao meio, é dedicado por igual a Sobek e a Horus, os dois extremos do caminho do
aperfeiçoamento. Sobek, o começo do caminho, a ignorância e a animalidade. Horus, o fim do mesmo, a consciência permanente e o fim
do ciclo de reencarnações.

A frente havia um pátio aberto formado pelas ruínas de 16 colunas de um corredor coberto. Até aqui o povo podia entrar, uma marca
nas colunas dava a autorização, o símbolo da ave sobre a semicircunferência em honra ao faraó. Ao fundo vê-se uma das torres que
ainda restam do muro externo. Talhado em seus muros vemos as duas figuras simbólicas frente a frente e o faraó Ptolomeu V que
ordenou a reconstrução do templo. A fachada principal tem dois acessos simétricos sobre os quais um dintel decorado mostra o duplo
disco alado rodeado pelas serpentes que simbolizam as luz em meio a dualidade. Um muro a meia altura, como os existentes em Edfu e
em Dendera, une quatro altas colunas. Uma quinta coluna divide as duas portas. O pinulo fechava o pátio coberto e permitia aos
visitantes deslumbrar a fachada interna a partir das portas simétricas. O pátio das colunas era menor que o do templo de Edfu, a
sombra de suas desaparecidas galerias, os iniciados da escola de mistérios se refugiavam do sol. Do lado direito do templo estão as
ruínas do que foi uma pequena capela dedicada a Hathor.

Em seu interior se conservam os restos mumificados de alguns dos crocodilos que eram mantidos em um labirinto de túneis inundados
sob o templo. O crocodilo é um dos animais mais duros e resistentes, sua pele é muito densa, é como o metal dos animais. Os egípcios
associavam essa dureza ao estado máximo de materialização, um nível muito afastado da espiritualidade. Aí o espírito começa o seu
caminho de liberação das limitações materiais a medida que vai compreendendo como o universo funciona. O crocodilo simboliza a
vida quando sai das águas da inconsciência. Sai para buscar o ar, que representa a consciência. Os egípcios acreditavam que na
primeira respiração o espírito entra no corpo em que se reencarnou. A comprida coluna vertebral do crocodilo é um símbolo do eixo da
vida em todo ser vivo, até mesmo a esfera do planeta tem sua coluna vertebral sobre o seu eixo de rotação.

Por ela se movimentam as forças eletromagnéticas que lhe dão vida e que formam um campo protetor das radiações solares
ultravioletas em volta do planeta, permitindo o desenvolvimento da vida e a evolução da consciência. Sobek, o crocodilo, e Tuaret, a
hipopótoma, representavam nos mapas celestiais as estrelas circumpolares, que situadas sobre o eixo de giro do planeta, brilham fixas
por milhares de noites sobre os pólos. Os dois animais sem mantêm submersos nas águas, reinam na escuridão, subindo ocasionalmente
a superfície em busca de ar para respirar. As águas representavam o caos que logo renovava a vida. As águas do Nilo, coluna vertebral
do Egito, transbordavam periodicamente arrasando tudo, para em seguida produzir o crescimento da vegetação e da fauna. O caos
desarruma as partes permitindo que logo se organizem pelas harmonias ou afinidades entre elas, que as unem momentaneamente.
Desordem, caos, ordem, harmonia, ritmos que se alternam.

Esta força da natureza que desorganiza para renovar a vida era reconhecida com o nome de Sobek, o homem com cabeça de crocodilo.
Sobek pertence a corte de Seth, o senhor da escuridão a força que leva o homem ao materialismo, a sensualidade, que atrasa seu
caminho evolutivo e que semeia em sua vida decisões erradas para que aprenda com seus próprio erros. Para os egípcios, essas forças
não eram boas nem más, eram neutras. Foram criadas por Deus para permitir o erro e o sofrimento que trazem compreensão ao
homem, levando-o a imortalidade e a consciência permanente. O templo está simetricamente dividido, o lado direito, a leste, é dedicado
a Sobek, o lado direito, a oeste, a Horus, o principio e o fim do caminho evolutivo da consciência. Horus, o homem com cabeça de falcão
sobre a qual se assenta um disco dourado, era o símbolo da consciência permanente, representa um homem que aprendeu tudo nesta
escala da realidade, um ser imortal ascendido nas hierarquias do universo.

Encontra-se ao fim do caminho do aperfeiçoamento quando o homem se transforma em um mestre, num iluminado que se dedicará a
outras missões no universo. O faraó Ptolomeu VI iniciou a reconstrução do antiqüíssimo templo e sua decoração interna foi concluída
sobre Ptolomeu XII, quando a civilização egípcia estava desaparecendo. Ao cruzarmos a fachada de cinco colunas com seus muros
intercalados até meia altura, temos acesso ao salão comum a Sobek e Horus, chamado de Casa da Vida. É um mundo simbólico. Ali, onde
os iniciados recebiam ensinamentos e produziam suas artes e escritas, interagem as duas forças opostas. Dez altíssimas colunas com
capteis florais sustentam o teto mais alto do templo. Aqui, os iniciados escutaram de seus mestres que para avançar no caminho
espiritual é necessário construir uma vontade inquebrantável. Há que se querer fazê-lo de forma consciente. As primeiras lições e
exercícios eram destinadas a obter homens de fibra.

Uma rígida disciplina era necessária para estudar, para controlar os temores, para dominar as paixões. Poder fazer e abster-se é possuir
duplo poder. Um compromisso além da morte era estabelecido para manter-se uma total descrição e um silencio absoluto sobre as
verdades reveladas. Um principio hermético que garantia o acesso a informação somente aos que a mereciam, aos que podiam escutá-
la. Era-lhes revelado que quando ainda não existem a consciência e o livre arbítrio, são necessários os instintos, as condutas e reações
automáticas. A lei da natureza codifica essas reações em todos os animais para defender e gerar a vida. Mas quando se nasce como um
ser humano e se quer abandonar a animalidade original, é necessário ter controle e consciência. Ceder as forças da natureza é apenas
seguir a corrente coletiva. Só se obtém o conhecimento e evolução de forma individual. Na penumbra deste salão, via-se em seus
respectivos santuários as reluzentes figuras douradas de Sobek e Horus, a vista dos iniciados no inicio das procissões nas festividades
dos solstícios e dos equinócios. A decoração do seus muros é cerimonial, o faraó é abençoado por Sehkmet e Horus do lado direito, e por
Isis e Toth, do lado esquerdo. Outro mural semelhante existe do lado de Sobek, ressaltando a igualdade das divindades sem importar
suas condições polares, se são boas ou más, se há luz ou escuridão.

As forças opostas existem para moldar a consciência do homem, para que aprenda com o resultado de suas próprias decisões. Logo a
seguir, chega-se a um espaço transversal onde se encontram o salão das purificações e o salão de recepção das oferendas do lado de
Horus. Antes do nascer do sol, os sacerdotes se banhavam com as águas do poço ou do lago sagrado do templo, recebiam a fumaça do
incenso e mascavam natrão, um tipo de sal, num ritual diário de purificação. Os banhos purificadores se repetiam ao meio-dia e a noite.
Todos eram circuncidados, um hábito logo adotado pelos judeus. Vestiam-se sempre de linho branco, não lhes era permitido usar
vestimentas que contivessem pele ou partes de animais mortos, como couro e a lã. A única exceção era a pele de leopardo sobre os
ombros, usada pelos altos sacerdotes, os Sem. Usavam o cabelo trançado de um lado da cabeça como uma marca de sua condição. Do
lado esquerdo do templo existe um poço profundo com uma escada que submergia sobre o Nilo. Neste poço, os sacerdotes realizavam
suas purificações matinais. Uma abertura superior permitia que a água enchesse um pequeno aqueduto, que mantinha cheia uma
piscina não muito profunda do lado esquerdo do templo, onde ficavam os crocodilos dedicados a Sobek. O poço servia também como
um instrumento de medição. Seus degraus mediam, durante anos, os níveis do Rio, e assim podiam prever as inundações futuras.

PARTE 2

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O Olho de Horus - Com Ombo, O Portal da Liberdade (Episodio 9) - Parte 2


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Nos muros de Kom Ombo ficaram registradas as festividades anuais que se realizavam em todos os templos
do Egito, as procissões rituais que levavam as imagens simbólicas pelo rio, de um templo a outro, enquanto o
povo, com colares de flores, cantava e dançava. Em seguida, encontramos o corredor das escadas que
conduziam ao terraço do templo, num esquema semelhante aos templos de Edfu e Dendera; uma escada em
caracol de um lado, e a escada reta rente ao muro, do outro. Dali, chega-se a antecâmara dos dois santuários
que tem de cada lado um salão onde eram guardadas as barcas de ouro de Sobek e Horus, usadas pelos
sacerdotes para movimentar as imagens simbólicas durantes as procissões das festividades.

Aqui existe um mural em baixo relevo onde aparecem Ptolomeu e sua esposa Cleópatra, na presença de Horus e Sobek. Nessa
antecâmara, eram consagradas as oferendas do povo. Diziam que se Deus não fosse alimentado com tais oferendas, sua fonte de energia
se esgotaria, sobrevindo o caos. Era uma forma de agradecimento pelo recebido, e de confiança pelo que viria. Chegavam diariamente
ao templo pão, cerveja, frutas, vegetais, mel, azeite, perfumes, velas, sal, natrão e tecidos de linho que eram recebidos pelos sacerdotes
no salão das oferendas, e a seguir colocavam na antecâmara como uma forma de agradecer a Deus por sua abundancia. O povo
contribuía com uma parte da produção das terras que exploravam, propriedade do templo.

O templo dava em troca estabilidade, prosperidade, saúde, alegria, vida e ordem. O sumo sacerdote purificava as cestas de alimentos
com incenso e com o símbolo da vida, Huank, marcava a transferência da força divina entre os alimentos e a fonte da vida. Depois de
consagradas, as cestas com os alimentos eram levadas ao exterior da casa da vida, ao pátio das galerias, onde eram distribuídas entre os
moradores do complexo religioso. Finalmente, no interior do templo, chega-se aos dois santuários onde se encontravam os tronos com
as imagens que simbolizavam os dois extremos do caminho do aperfeiçoamento. Os raios de sol ao amanhecer, desterravam a
escuridão, permitindo ao sumo sacerdote do misticismo abrir as portas do santuário e queimar incenso em seu interior. Rompia os
lacres de óleo das portas do Naus, fazendo surgir o símbolo divino para agachar-se ante ele, e beijar o chão que o sustentava.

 
Do lado de fora, na penumbra do salão das aparições, os discípulos cantavam hinos religiosos e se ungiam com mirra, óleos, linhaça e
canela, iniciando a primeira meditação do dia. No interior do templo, os assistentes do sumo sacerdote arrumavam a areia do chão,
varrendo as marcas dos pés, fechando atrás de si as portas que desde o salão das escadas levavam a antecâmara, até a manhã seguinte.
No centro simbólico das forças opostas, entre os dois santuários, encontram-se os restos de um muro duplo. Em seu interior ficava um
espaço secreto. Do lado direito, deste espaço secreto, encontrava-se o santuário da luz, e do lado esquerdo, o da escuridão. De nenhum
dos dois santuários podia se saber que existia este lugar entre os muros. Neste espaço, que era mantido cheio de água até o topo, e com
acesso no terraço do templo, era onde os iniciados tinham que passar pela prova da morte. Durante meses os iniciados recebiam
instruções sobre os quatro medos básicos; o medo de perder, o medo de enfrentar, o medo do abandono e o medo da morte.
Compreendiam que o medo produz uma reação psicossomática, uma reação neuro-hormonal automática. Essa reação se manifesta em
um tensão, em um aumento da freqüência cardíaca e da respiração. A razão fica bloqueada e surge uma vontade de agredir ou de fugir.

Todas elas reações automáticas, fora de controle, que produzem uma perda da paz interior e da energia vital. Compreendiam que o
medo é o resultado de uma mente que sai do tempo presente em direção ao futuro, à um tempo que não existe, para produzir um fato
imaginário, onde se perde algo, ou alguém, ou se tem que enfrentar alguma coisa. Aprendiam a disciplinar a mente de forma voluntaria
e consciente, guindo-a com pensamentos escolhidos. Aprendiam a mantê-la sempre no tempo presente, o único em que se pode decidir e
agir. Treinavam para manter pensamentos de satisfação. Compreendiam que tudo que ocorre é perfeito e necessário para a sua própria
evolução, que o que lhes acontece tem relação com eles. Assim, aprendiam a evitar os pensamentos negativos, a confiar no universo, a
manter-se em paz e harmonia. Até que os mestres determinavam que era hora de comprovar o aprendido durante meses. Realizava-se
então uma cerimônia individual em um salão descoberto no terraço do templo, frente a um retângulo de água escura no chão. Ao
começar o dia, após o banho de purificação, o discípulo e seu mestre subiam pela a escada reta até o terraço, chegando ao salão das
cerimônias descoberto, frente ao retângulo de água no chão.

Seu treinamento o havia preparado para ser cuidadoso e consciente em todas as situações desconhecidas, condição necessária para
mergulhar no labirinto do canal cheio de água e encontrar uma saída sem que se afogasse. Chegava a hora de demonstrar o
compromisso temerário de escapar ou morrer. A duvida já não existia. Retroceder seria precipitar-se no abismo e abandonar o caminho
do sacerdócio. Com uma tomada de ar, o símbolo do espírito e da consciência, mergulhava numa espécie de túnel vertical com
reentrâncias, como num labirinto que afunilava uma passagem. Nadava com decisão até o fundo, atravessando a abertura em direção
ao resplendor da luz. Via-se então num tanque estreito, onde se avistava a silueta recortada de um enorme crocodilo contra a luz o sol.

Podemos imaginar o medo que pode ser produzido, e o controle que se tem que ter sobre a mente para se manter calmo e examinar em
volta. Só assim poderia ver que no fundo do tanque havia uma porta muito escura. Convencido de que era mais prudente evitar os
crocodilos, mergulharia com força no estreito túnel. Muitas braçadas e enquanto o tempo parecia eterno, chegaria a um tubo vertical
onde lá encima também brilhava o sol. Já mais tranqüilo chegava a superfície, tendo passado na prova com sucesso. Alguns, porém, em
razão do pânico ou em um estado de total irracionalidade, emergiam rapidamente ao lado do crocodilo, que era mantido bastante
alimentado para não atacar, e eram informados de que haviam falhado na prova, que a saída não se encontrava passando ao lado do
animal. Deveriam submeter-se há mais tempo de meditação e treinamento, a exercícios respiratórios, para voltar a enfrentar a
cerimônia sabendo desta vez que do outro lado haveria um crocodilo esperando.

 
 

Após os santuários com o tanque central de prova, sobre um segundo corredor perimetral se encontram seis capelas, três de cada lado
de um espaço central, com a escada que conduzia ao terraço do templo. Em seus muros existem belíssimas figuras das divindades e do
faraó, que sempre representa toda a humanidade. Neste corredor perimetral se encontra a famosa cena onde o imperador Trajano se
ajoelha ante Imothep, o arquiteto de Saqquara, que lhe apresenta uma serie de instrumentos cirúrgicos; fórceps, pinças cirúrgicas e
tabelas farmacêuticas. Os doentes vinham até aqui em busca de ajuda e tratamento para os seus males. Muitas das figuras talhadas
apresentam uma amostra da sua crença, pois o roçar de milhares de mãos sobre as formas sagradas desgastaram a pedra.

Neste muro também se encontra uma porta simbólica que existe na mente de todo ser humano. Ela se comunica de um ponto central,
neutro na dualidade, com as dimensões superiores. O mesmo caminho que o iniciado utilizou entre os dois santuários para avançar ao
nível seguinte de seu treinamento. Do lado esquerdo encontra-se Sobek, com uma lança que termina com a figura de um leão, o mais
perfeito dos animais, e a direita Horus, com uma faca com pernas humanas, símbolo do caminho de sofrimento e autocontrole de
qualquer ser humano para chegar a condição de mestre ascendido.

Entre os dois, um cântico de louvor, coroado por Maat, símbolo da ordem e do equilíbrio entre as duas forças opostas; o materialismo
sensual de Sobek, e a espiritualidade consciente de Horus. Maat, a ordem, sustenta o céu, e em sua volta se encontram as imagens
repetidas sobre si mesmas, as quais simbolizam o movimento dos quatro ventos; o leão, o falcão, o touro e a serpente de muitas cabeças,
as forças do destino a que todos os homens estão submissos. Curiosamente, esses mesmos símbolos foram usados posteriormente pelos
cristãos, para representar os quatro evangelistas. O desenho simbólico deste templo, dividido simetricamente entre a luz e a escuridão,
onde os iniciados demonstravam o seu controle sob seu medo da morte, ao atravessar por um ponto central, neutro, em meio a
polaridade, deixa muitos ensinamentos. Mostra-nos que a realidade é um produto de nossos pensamentos, que o controle consciente dos
instintos automáticos e a permanência no presente, são a porta de entrada para os níveis de maior harmonia, paz e felicidade.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo. Colaboração Walmor Lange Jr

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O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 1


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Aproveitando a extensão da Ilha de Philae, dedicada desde tempos remotos ao culto de Isis, a força feminina
geradora da espiritualidade na consciência do homem, veremos como a mulher ocupava um lugar privilegiado
na hierarquizada sociedade egípcia. O universo egípcio estava fundamentado na dualidade, no masculino e no
feminino, iguais entre si, responsáveis por gerar a ordem em meio ao caos, ...

responsáveis por tornar o mundo cada vez mais perfeito para depois conservá-lo eternamente. Os sacerdotes do
Olho de Horus ensinaram ao seu povo que o Deus único, o que está em todas as partes, tem uma parte masculina, a sabedoria com a
informação absoluta, e uma parte feminina, a substância homogênea com o amor infinito.

No topo do seu ordenado mundo divino, Atum, como era chamado esse deus único, sabedoria absoluta mesmo antes da manifestação do
universo, já tinha uma parte feminina chamada Nun. Era a substância virginal, a matéria não diferenciada e homogênea, as águas
ancestrais, o amor infinito. Atum e Nun, a dupla original, que se encontrava em repouso, ativa sua vontade divina, terminando o
equilíbrio existente. Ao fazê-lo, transformam-se em Ptah e Sehkmet, o mesmo deus único, porém, com outras características distintas,
pois sua própria vontade o pois em movimento. Ptah, a parte masculina do deus único, emite em formação criadora e Sehkmet, a parte
feminina a gera em sua substancia de amor, manifestando-se o Fiat lux, a energia e a substancia radiante em movimento.

Ptah e Sehkmet são o fogo multiplicador de tudo o que foi criado, eles geram outras duplas de divindades criadoras, as forças
fundamentais, que foram chamadas Nethers, extensão da causa primeira em um universo divino. A ação desse fogo radiante por si
mesmo, sobre a substância amniótica original gera Tefnut, a evaporação úmida, e Shu, o ar em movimento. Essa dupla divindade,
Tefnut e Shu, o vapor e o ar em movimento, ajudam a modificar o espírito original, tornando-o denso, fazendo com que se materialize
ao ser acionado e gere uma nova dupla; Jeb a Terra, e Nut, o céu. Dessa forma foram criados os mundos diferenciados no espaço, os
reinos minerais sob a forma de sóis e planetas, os sistemas solares e as galáxias.

 
 

Neste mundo divino, nascem outras duas duplas; Osiris e Isis, Seth e Nephtys. Essa duas duplas de forças fundamentais em oposição se
encarregam do processo evolutivo de todas as formas matérias no universo, para transformá-las novamente em espírito. Assim, pela
ação das divindades criadoras a matéria original se transforma. Diversas combinações matemáticas produzem diferentes estruturas
vibratórias, fazendo surgir nos planetas o reino vegetal, estacionário, e o reino animal, em movimento. Depois, em outro ato de criação,
o deus único gera seu filho, a consciência do homem. Outra dupla, dessa vez humana, formada por um homem e uma mulher, e com
capacidade de multiplicar-se. Ao fazer isso, Ptah e Sehkmet, a dupla que cria o universo, transforma-se em Amon e Mut, os princípios
masculino e feminino do deus único, quando cria o homem. Foram feitos a sua imagem e semelhança, com a capacidade de criar em sua
mente, de modelar e construir. Tem livre-arbítrio, para que ao compreender o resultado de suas decisões se tornem sábios, num
processo evolutivo que leva muitas vidas.

A estrutura egípcia do universo divino e humano estava fundamentada na dualidade, por tudo isso, a mulher com sua amorosa
presença, tinha um papel muito importante na sociedade. Desde a rainha do Egito que gera o faraó, às sacerdotisas dedicadas ao culto
de Isis e Hathor, e até a mais humilde mãe do mais simples trabalhador eram respeitadas e consideradas iguais aos homens. A ilha de
Philae era dedicada a Isis, a figura que como mãe de Horus, simbolizava a maternidade. Isis ocupava no coração dos egípcios o mesmo
lugar que hoje ocupa a Virgem Maria no coração dos católicos. Após milhares de anos ainda restam centenas de suas esculturas. Em
muitas delas Isis aparece dando proteção e amor materno a um Horus recém nascido, em uma pose que qualquer católico identificaria
como a mãe de Jesus.

A ilha recebia as iniciadas e sacerdotisas dedicadas ao seu culto, em uma sociedade igualitária. Centenas de mulheres chamadas
Hemwet-neter eram responsáveis pelo treinamento musical, cantos, bailes, e pelo toque do sistro durante os rituais em todos os templos
do Egito. Isis é a personificação da maternidade dedicada, da fidelidade e da delicadeza feminina. Isis fornece a substância, as emoções
superiores, o êxtase, a intuição, que com o acúmulo de amor e verdade, tornam possível a geração de Horus, a consciência imortal e
permanente. Isis é a força que leva o homem a espiritualidade em todas as suas reencarnações, enquanto vai abandonando aos poucos
sua animalidade original, e transformando-se em um ser respeitoso, flexível e sábio. Esse ser vai em direção a consciência permanente,
simbolizada por Horus, seu filho imortal. Isis é a matriz dessa consciência permanente. Ela gera no mundo interior de todo homem as
emoções superiores, conseguindo que eleve sua freqüência de vibração. Isis manda desde as dimensões superiores, em direção a
consciência, a inspiração que produz as idéias e que dão lugar as artes.

Isis impulsiona a busca e o reconhecimento de Deus, impulsiona ao caminho a espiritualidade, fazendo com que cada homem
livremente em seu interior possa sentir a emoção superior de adorá-lo e que o levará ao êxtase. A esta força maternal do universo foi
dedicada a Ilha de Philae, uma ilha granítica no centro do Nilo, situada imediatamente após a primeira catarata ao norte da Núbia, na
fronteira entre o reino egípcio e o reino cushita. Philae quer dizer ilha ou montículo sobre as águas que emergiu no tempo de Rá. Este
nome sugere o uso sagrado deste lugar desde a mais remota antiguidade. Durante milhares de anos, os belos templos ali localizados,
serviram de ponto de divulgação da cultura, da religião e da arte egípcia em direção a Núbia e ao Sudão. As ruínas mais antigas se
encontram no canto sudeste. Ali existia um pequeno templo núbio orientado para a estrela Canopus e dedicado a uma divindade
chamada Mandulis. O templo foi destruído em alguma das antigas guerras entre egípcios e núbios. Ao lado de suas ruínas os núbios
construíram outro templo dedicado a Arensnuphis. Esse é o nome que deram a Osíris, o companheiro de Isis.

Os egípcios passaram a controlar a ilha e construíram um primeiro templo dedicado a Isis. No ano 1.250 a.C. Ramsés II deixou um marco
em que afirma telo reconstruído. O faraó Tarrarca faz o mesmo no ano 680 a.C., e 120 anos depois, no ano de 560 a.C., o faraó Amasís
mandou talhar as imagens de seu pilono. 300 anos mais tarde, no canto sul, Nectanebo construiu um pequeno templo. No ano 250 a.C.,
os faraós ptolemaicos, herdeiros de Alexandre Magno, decidiram reorientar o eixo do templo em 21° para enfocar novamente a estrela
Canopus, que tinha se deslocado com o movimento do sistema solar. Os templos estrelares eram desmontados e reconstruídos a cada
300 ou 400 anos, para enquadrar a estrela que estudavam, pois o movimento do sistema solar pela galáxia, a tirava da orientação dos
pilonos. O templo deveria ser inteiramente desmontado para adequar-se ao novo eixo, mas nesses tempos finais, os Ptolomeus estavam
mais interessados na Grécia e Macedônia, por suas rivalidades com os outros reis Helênicos, com quem Alexandre Magno dividiu seu
império. Sua localização em uma ilha tornava esse trabalho ainda mais difícil, por isso decidiram construir um templo com um segundo
pilono que enquadrasse adequadamente a abóboda celeste, sem modificar o templo.

Alexandria tinha se tornado a capital do Egito e ogrego o seu idioma oficial. No ano 31 a.C., Cleópatra VII foi derrotada na batalha de
Action. Com seu suicídio, o Egito caiu na mão de Otavio, que se converteu em Augustus, o primeiro imperador romano. Os imperadores
romanos construíram outros templos em Philae. Trajano começou a construção de um pequeno templo que nunca foi terminado. Seus
capteis representam um feixe de papiros sobre os que ainda se encontram uns cubos de pedra que nunca chegaram a ser talhados com
a efígie de Hathor. Philae foi um dos últimos lugares em todo Egito onde permaneceram sacerdotes dedicados ao culto antigo. Ali
surgiram seitas gnósticas que mais tarde, com o nome de rosa-cruzes, maçons e iluminates, manteriam em segredo os conhecimentos
egípcios. No ano de 553 d.C., a ilha, um dos últimos bastiões do chamado paganismo egípcio, foi dedicada a Santo Estevão e a Virgem
Maria por um decreto do imperador Justiniano. No século XX, a ilha de Philae foi submersa pela represa de Assuahn. Com fundos da
UNESCO, o templo e as demais construções foram desmontados, peça a peça, e reconstruídos na ilha de Alguikhia, a quem se deu a
forma da ilha original.

O templo foi orientado da mesma forma que o original. Norman Lokir registrou o eixo do templo original aos 76,5° sudoeste, com o
intuito de focalizar os movimentos da estrela Canopus sobre o polo sul. Esta é a mesma estrela a qual estava orientado o templo de Edfu.
Originalmente, as duas torres do pilono enquadravam Canopus, a estrela polar do sul, aos 15° sobre o horizonte, durante milhares de
noites. Uma nova confirmação de que todos os templos egípcios estavam orientados para uma estrela ou para o sol. Do Nilo, já se vê a
imponente construção com os dois pilonos que formam o grande pátio interno e a extensa colunata que forma um pátio que termina em
frente ao pequeno templo de Nectanebo. O grande pátio externo tem uma forma de trapézio pela disposição de uma colunata dupla,
formada por 32 colunas construídas em um ângulo que se abre em direção ao templo, produzindo uma ilusão de maior profundidade.
As colunas, e um extenso muro que tem a distancias regulares, uma serie de janelas que se abrem para o Nilo, formam um imenso
corredor. Todas as colunas são diferentes, como um conjunto de papiros. Seus capteis floreados de cores vivas tinham diferentes formas.
As mulheres se iniciavam como sacerdotisas nos templos dedicados ao culto das divindades femininas, como Isis ou Hathor. Neles,
educavam as responsáveis pela musica e pela dança que acompanhavam os rituais de todos os templos do Egito.

PARTE 2

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O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 2


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As mulheres dedicadas a musica, chamadas de Shemayet, podiam também servir as divindades masculinas e
também transformar-se em escribas. Mas era a mulher a encarregada de tocar o sistro, cujo som acalmava as
divindades e permitia que a mente do homem descansasse. As sacerdotisas dedicadas a Hathor, divindade que
representa a sexualidade feminina, o amor, a musica, a dança, e cujas festividades eram de embriagues, origem das
festas dedicadas a Baco, tinham outras funções sociais. Elas traziam a fertilidade e ensinavam as artes do amor aos
homens que iam casar, para que aprendessem a dar prazer a futura mulher.

A leste, sobre a colunata do grande pátio, encontra-se um pequeno templo dedicado a Imhotep, o sumo sacerdote que construiu a
pirâmide escalonada de Saqqara, e deixou os planos e desenhos dos templos de Dendera e Edfu. Neste primeiro pilono, assim como na
maioria dos templos, está talhada a figura do faraó, neste caso, Ptolomeu XII, golpeando com sua vara de poder, os chamados nove
inimigos do Egito. Era uma espécie de superstição gráfica simbólica que mantinha afastadas as forças do caos e proclamava a vontade
do faraó, mediador entre o homem e a divindade, de manter a ordem no Egito e em todo o cosmo. O confronto entre a ordem e o caos é
uma amostra da maneira dual de como os egípcios encaravam o universo. Assim o país também tem duas regiões; o grande vale do Nilo,
chamado de Alto Egito, e o delta em que se abre quando chega ao Mediterrâneo, chamado de Baixo Egito. O faraó unificava essa
dualidade, usava duas coroas para indicar seu domínio sobre essas duas regiões.

Assim também unia o humano com o divino, pois o seu corpo era tido como o molde que continha o KA-Real, um espírito responsável
pelo Egito que reencarnava de faraó em faraó. Por isso o faraó, o mais importante de todos os egípcios vivos, representava o nível de
consciência alcançado pelo povo, durante o seu reinado. Era como um deus menor, ao ser sempre a reencarnação do espírito designado
por Deus, para manter o Egito organizado. O novo pilono também tem dois mastros, onde ficavam as bandeiras. Suas duas torres
deveriam ser simétricas, unidas em um pórtico, no entanto, aqui em Philae, a torre esquerda tem uma porta que leva diretamente a
capela dos nascimentos. Posteriormente, no período da iluminação romana, um pórtico foi anexado ao primeiro pilono. Nesta capela
celebrava-se o nascimento das divindades e de seus filhos, como Horus e a maternidade de Isis, nas datas em que sua representação no
céu, Sírio, reaparecia anunciando o novo ano, o solstício de verão e a enchente do Nilo. A capela dos nascimentos, com suas colunas
atóricas, substituiu o templo principal como observatório astronômico, antes dos romanos construírem as colunatas que dão forma ao
pátio trapezoidal. Nenhuma sociedade deu as mulheres o valor dado pelos egípcios. Sua sociedade era igualitária.

 
Isto se devia a sua concepção filosófica de Deus. Em ações legais. Não houve, no entanto, nenhuma mulher em função administrativa.
Eram os homens os encarregados da manutenção da ordem. Era o faraó quem governava, e eram homens os oficias que administravam
o império. Existe uma lenda que afirma que o direito ao trono era transmitido através da linha feminina, que era a princesa real a
herdeira legal do trono. O homem por ela escolhido como marido se convertia no faraó reinante. Isso obrigaria todo rei, sem importar
que fosse o filho de seu predecessor, a ter que legitimar seu direito ao trono, casando-se com sua irmã ou meio irmã. No entanto, não
existe uma linha direta de herdeiras que confirme essa lenda. Sabe-se que os faraós eram polígamos e que as esposas principais de
Tutmosis III, Amenotep II e Amenotep III não eram de família real. Na realidade, os faraós do Egito que se casaram com irmãs, ou meio
irmãs, o fizeram com o intuito de imitar as divindades, que como Isis e Osíris, ou Seth e Nephtys, eram irmãos e ao mesmo tempo
cônjuges. Ao casar-se com sua irmã ou sua filha, o faraó se distanciava dos súditos, que nunca se casavam assim, e se colocava ao nível
das divindades, reafirmando seu direito divino de reinar. Uma mulher faraó não era uma alternativa normal no Egito.

A faraó Hatsepsut chegou ao trono como regente de seu enteado Tutmosis III, filho de seu marido e meio irmão Tutmosis II, com outra
mulher. Uma vez no poder, ela se vestiu como homem e assumiu o poder do faraó. Após seu reinado, sua imagem como faraó foi
sistematicamente apagada dos registros para eliminar da memória uma mulher que se apoderou do trono de forma imprópria. No
entanto, suas imagens como rainha ainda continuam intactas. Em apenas quatro ocasiões, durante os 300 reinados, as mulheres se
transformaram em faraós do Egito, por razões extraordinárias e como ultimo recurso de suas famílias para tentar manter a ordem. A
primeira foi a rainha Nitiriket, que reinou ao final da VI dinastia, no começo do caos, que hoje se chama de Primeiro Período
Intermediário. A segunda foi Nefruzophk, em situação semelhante, ao final da XII dinastia. A terceira foi Dausreth que reinou depois do
caos causado por Moisés, com suas dez pragas, quando seu marido, Seti II, morreu afogado cruzando o Mar Vermelho.

E a quarta foi Cleópatra, que matou seu irmão antes que o Egito se transformasse em província romana. Todas tinham em comum
serem rainhas do Egito por terem se casado com o faraó e chegarem ao trono pela morte destes, em circunstancias extraordinárias. Os
sacerdotes podiam se casar, mas só lhes era permitido uma mulher. Os demais homens, incluindo o faraó, podiam ter quantas
quisessem, ainda que a maioria optasse por apenas uma. No Egito existia a separação legal em caso de fracasso do casamento. O homem
era obrigado a devolver todas as propriedades e riquezas que a família da mulher havia dado em dote, mas uma parte das suas para os
filhos que tivessem tido. Para tanto, somente tinham que dizer, perante o sacerdote do templo e testemunhas das duas famílias, as
seguintes palavras: “Eu me separo de ti como mulher, ou marido, e me afasto de ti para sempre. Renuncio a meus direitos sobre ti, que a
vida te de outro companheiro ou companheira, no lugar a que queiras te dirigir.”. Cruzando o novo pilono, chega-se ao antigo pátio das
galerias, agora rodeado pela fachada original do templo, o corredor direito com suas dez colunas, e ao lado esquerdo, a nova capela dos
nascimentos.

Neste pátio, encontra-se o marco com o cartucho de Ptolomeu e Cleópatra, que serviu a Champollion para decifrar o decreto escrito em
hieróglifos grego e demótico, na famosa pedra da Rosseta. O decreto obrigava a render-se culto a pessoa do faraó. Como isso é
interessante para entender os templos dos Ptolomeus, quando este templo foi restaurado, vamos dar um resumo a seguir: Decreta-se
que todos os templos do Egito devem destinar em seu interior, ao lado dos santuários dos deuses, um lugar que mantenha uma imagem
em ouro do eterno rei Ptolomeu, o amado de Ptah, o deus Epifanio Eucaristus, diante do qual deve-se colocar a imagem da divindade
principal do templo, entregando-lhe a arma da vitória.

Tudo deve ser feito com o estilo egípcio, e os sacerdotes, com suas vestimentas sagradas, devem prestar adoração três vezes por dia,
realizar todos os rituais em sua honra, e nas festividades egípcias carregá-lo nas procissões, como fazem com os outros deuses. Para os
sacerdotes egípcios, o homem é um animal, até poder controlar conscientemente as condutas automáticas geradas pelo instinto. As
reações automáticas do instinto permitem aos animais e aos homens ignorantes, procriar, manter e defender a vida. A atração pelo sexo
oposto impulsiona a geração da vida. Os desejos são um mecanismo da natureza que indicam uma carência a ser suprida para manter a
vida. O medo impulsiona a fugir ou a agredir em defesa da vida. Os iniciados aprendiam que os instintos são uma limitação para a
realização espiritual superior. A Escola de Mistérios tinha templos especializados em gerar consciência e dar o treinamento necessário
para a conscientização sobre tais condutas. O instinto de agressão era controlado em templos como Kom Ombo.

PARTE 3

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O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 3


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Ali, os medos eram superados pela compreensão de que nada há a temer, que a morte é apenas um passo
para a outra vida. Aprendia-se que o medo apenas desperdiça energia vital necessária para que se atinja a
paz interior. Há templos como o de Philae, dedicados a divindades femininas, iam os iniciados nos primeiros
níveis para serem guiados pelas sacerdotisas do templo, de forma a tomar consciência dos desejos gerados
por seu instinto de atração. O desejo permite ao homem reconhecer uma necessidade ou uma atração.
Produzem uma reação de agrado ou de rejeição nos centros emocionais que, por sua vez, conectam os
sentimentos na mente. Mas tais sentimentos são polarizados.

Podem ser de alegria ou tristeza, podem produzir satisfação ou insatisfação, por isso é tão importante compreender como são formados
para podermos então controlar os de características negativas. Os sentimentos negativos geram apatia, esgotam a energia vital e
escravizam o homem as baixas freqüências de vibração. Os egípcios acreditavam que o caminho evolutivo começa com o controle dos
centros inferiores, quando essas condutas automáticas se tornam conscientes. A forma egípcia para transcender as emoções a lascívia e
os desejos sexuais, era reconhecê-los e experimentá-los. Uma pessoa inexperiente e ingênua se descontrola facilmente, é vulnerável a
situações que desconhece e pode facilmente cair em depressão. Por isso, a primeira parte de treinamento dos sacerdotes, homens ou
mulheres, os levava a reconhecer seus desejos.
Aprendiam que ao ativar os centros inferiores e os sentimentos através do amor e da compreensão, o resultado para a mente é sempre
de paz, harmonia e felicidade. O templo era considerado pelos sacerdotes como um modelo do mundo no momento inicial da criação.
Nesse momento, Deus manifestou o universo emergindo um pequeno monte de terra das águas do caos, de forma similar ao que
acontecia quando as águas transbordadas do Nilo, se retiravam todos os anos, permitindo que o Deus criador aparecesse, trazendo vida
nova ao país. O acesso através de uma escadaria externa fazia com que o santuário se transformasse no montículo da criação, onde Isis,
a divindade desse templo, se manifestava dentro da estátua que a personificava. Ao subir ao seu interior chegasse a um pequeno pátio
cercado por colunas, localizado no centro do chamado Salão da Vida, um salão suspenso com elevadas colunas. Esse salão suspenso em
frente aos espaços interiores do templo representa o pântano no montículo original da criação, onde crescem as plantas e papiros
simbolizados pelas colunas do templo. O espaço aberto central servia as vezes de capela onde as figuras simbólicas eram expostas a luz
solar para renovar a energia, num ritual antiguíssimo. Aqui era homenageada a bondade do sol por criar e sustentar o mundo, para
renovar de energia as forças criadoras, as que impulsionam o processo evolutivo na consciência do homem, que devolverá a matéria a
Deus.

Os muros desse espaço foram talhados para mostrar como o universo era entendido. Vemos também outras talhas de numerosas cruzes
cópticas, marca da nova filosofia que chegou ao Egito, quando Philae se transformou numa igreja católica. Uma nova forma de ver o
mundo, que não apenas tirou o sentido da visão tradicional egípcia, mas que também a considerou aberrante e primitiva. O Salão da
Vida, ou Per Ankh, servia como um escritório onde eram escritos, copiados, editados e armazenados os textos sagrados. Ali eram feitas,
em papiros, as ilustrações mestras que deviam ser talhadas nos muros do templo. Nos salões da vida de todos os templos egípcios,
também eram feitas os papiros com as copias dos livros dos mortos, utilizadas em seus ritos funerários. A Casa da Vida era o centro de
ensinamento do templo. Teologia, arte, ritualismo, magia, astronomia e medicina eram aqui ensinados. A biblioteca, com os textos
armazenados, serviu como modelo para a biblioteca de Alexandria. Neste salão, as sacerdotisas tocavam harpa, eram entoados os
cânticos e feitas as musicas que acompanhavam todos os ritos religiosos. Os egípcios acreditavam que a musica tinha uma origem
divina. Os muros dos templos nos mostram que eles usavam muitos instrumentos de percussão, tambores, flautas, e os cistros, que eram
fundamentais nos ritos funerários e nas procissões.

As danças, as musicas e os cantos, estimulavam o Criador para que a fertilidade não fraquejasse, evitando assim que o cosmos
retornasse ao caos. As sacerdotisas também cuidavam dos doentes que chegavam ao sanatório do templo em busca de ajuda e do
conhecimento dos sacerdotes. A musica era usada como instrumento de cura espiritual e material, e as notas musicais eram usadas
como medida entre a Terra e os planetas. Ao dançar, adorava-se a Deus, a força do amor, a felicidade, ao baile e a musica. Em seguida
tem-se acesso ao Salão das Aparições, que neste caso não é suspenso, com o tradicional salão aberto para o exterior, para receber as
oferendas do povo. Seus muros contêm cenas, que como em todos os templos do Egito, não tem nenhum fundo.
A interação do faraó com as divindades acontece fora do tempo e do espaço. O templo era o cenário onde se representavam os
diferentes rituais de forma dinâmica, em meio do som musical das vozes e instrumentos, o recitar das palavras dos ritos, o cheiro de
incenso em louvor a divindade para conseguir seu apoio na continuação do universo organizado. Havia liturgias diárias e uma serie de
festividades cíclicas, onde as figuras simbólicas recriavam os mitos em cerimônia no espaço sagrado no templo, e procissões em barcas
sagradas pelo Nilo, em direção a outros templos. As diversas partes que formavam o templo eram, acima de tudo, funcionais e
demonstravam a forma como os sacerdotes egípcios entendiam o universo. Ali, o rito lhes dava o poder, legitimando a ordem social de
sua civilização. O rito gerava e organizava essa ordem social. Depois, chega-se a Câmara das Oferendas. Do seu lado esquerdo ficava o
salão da barca de ouro, usada para levar a imagem sagrada nas procissões e festividades. Saía da antecâmara uma comprida escada reta
que levava ao terraço do templo, onde se realizavam as cerimônias e os registros do céu, assim como nos outros templos do Egito.

Talhados nas pareces dessa antecâmara, vê-se o faraó Ptolomeu fazendo oferendas a Isis. Tais paredes, douradas em outros tempos, pois
eram forradas com lâminas de ouro, perderam quase toda cor original. No ponto central do templo estava o santuário de Isis, que
continha em seu interior um altar de granito com a imagem de ouro da divindade. Era a estatua do culto, que era levada na barca de
ouro, durante as procissões e rituais. Isis, a virgem mãe egípcia que concebe Horus de forma imaculada, tem sobre a cabeça um trono,
uma cadeira simbólica sobre o chákra da coroa, onde se sentará a consciência permanente de todo homem, e que reinará para sempre.
Isis é a tradução grega do nome egípcio Asset, que significa “trono da consciência”. É muitas vezes representada com um abutre sobre a
cabeça, no qual se apóiam uns chifres de vaca sustentando um disco dourado. O abutre dedica-se tão somente as suas crias. Transforma
em seu interior as substancias em decomposição, transformando-as em alimento, em nova vida.

A vaca, que transforma a vegetação em alimento para o homem, era para os egípcios o símbolo do principio nutritivo. Seus chifres tem a
forma da lua crescente, mãe dos ciclos, que sustenta o disco solar, fonte da vida e fonte da consciência. Esse santuário simbolizava o
respeito que os egípcios tinham pela maternidade. Um respeito baseado na busca da ordem e do equilíbrio. Legitimava sua visão do
mundo. Esse era o coração do espaço dos rituais, a casa da divindade onde o faraó, ou os mais altos sacerdotes, interagiam com a
divindade, representando todos os homens. As imagens talhadas da divindade permitem que tornem a viver na mente de todos que a
observam, fazendo com que participem simbolicamente de seus rituais, e compartilhem suas oferendas. Esta é a herança que os antigos
egípcios deixaram a consciência de toda a humanidade. A visão de um universo dual, um lugar onde se experimenta os contrastes
polares, para que se entenda a neutralidade. Uma escola desenhada por Deus, de forma perfeita, para transformar por sucessivas
reencarnações, um inocente em sábio, um animal em super-homem, graças a experiência adquirida a partir de suas próprias decisões.

Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato ,
gestor de conteúdo do Portal O Arquivo. Colaboração Walmor Lange.

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21. O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 1 ...


(História e Cultura)
Saqqara é a primeira manifestação do avançado conhecimento da escola de mistérios Olho de Horus, cujas ruinas existem até
hoje. Neste local foi contruida a primeira pirâmide da Terra depois do Dilúvio. ...
Criado em 19 Novembro 2010
22. O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... volta. Para os egípcios os movimentos de deus começam num ponto coneitual, o Olho de Horus, de onde surge a flor da vida,
cujo fruto é o universo, a criação. O ponto é referencia para saber que existe ...
Criado em 16 Novembro 2010
23. O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 2 ...
(História e Cultura)
... evoca o vôo, a liberdade. Caso seja um falcão acrescenta a esta imagem a agudeza da visão. A figura de um olho comunica a ação
de ver. Cada simbolo é desenhado para reviver experiências que a sua forma ...
Criado em 16 Novembro 2010
24. O Olho de Horus - A Flor da Vida (Episódio 4) Parte 1 ...
(História e Cultura)
... espiritual que duraria milhares de anos. Chamaram-se sacerdotes da escola de mistérios do Olho de Hórus, depositários do
conhecimento. A sua visão da vida na terra como um processo de aperfeiçoamento espiritual ...
Criado em 16 Novembro 2010
25. O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... lista de governantes que chegaram até nós. Isso confirma que a Esfinge foi talhada na pedra por sacerdotes da Escola de
Mistérios do Olho de Hórus, logo depois do Dilúvio, no período pré-dinástico do Egito. ...
Criado em 11 Novembro 2010
26. O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 2 ...
(História e Cultura)
...  para experimentar dimensões mais elevadas. Com o conhecimento herdado dos sacerdotes do Olho de Horus a respeito da rede
eletromagnética, construiram sobre ela a grande piramide para transformar, com fin ...
Criado em 11 Novembro 2010
27. O Olho de Horus - A Esfinge, Guardiã do Horizonte (Episódio 3) Parte 1 ...
(História e Cultura)
Vamos continuar a História de Mistério do Olho de Hórus, uma casta sacerdotal fechada, que foi um verdadeiro poder no egito. Foi
organizada por sacerdotes sobreviventes ao Dilúvio possuidores de registros ...
Criado em 11 Novembro 2010
28. O Olho de Horus - Osiris, O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... para que compreenda a razão da existencia. Aponta com o seu dedo para o terceiro olho, ponto reconhecido em muitas religiões
e cultos como a porta além do físico. Amon rá recebe uma taça em forma de coração ...
Criado em 03 Novembro 2010
29. O Olho de Horus - Osiris, O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 2 ...
(História e Cultura)
Quatro personagens fantásticos - O mito tinha 4 personagens fantásticos, quatro irmãos que se juntaram de maneira natural e ao
faze-lo representaram duas forças opostas: a luz e a escuridão. Osiris e Isis ...
Criado em 03 Novembro 2010
30. O Olho de Horus-Osiris,O Senhor da Reencarnação (Episódio 2) Parte 1 ...
(História e Cultura)
Existiu no Egito uma fechada e misteriosa organização de sacerdotes cujo símbolo era o Olho de Horus. Eram o poder real nas
sombras atrás do faraó. Foram herdeiros de sacerdotes sobreviventes do ciclo ...
Criado em 03 Novembro 2010
31. O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 4 ...
(História e Cultura)
...  fomos criados por amor. Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e adaptação
do texto e imagens, Renato, gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.  ...
Criado em 29 Outubro 2010
32. O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... de aperfeiçoamento que representava, o porque da sua forma, comportamento e sua função principal. A sabedoria dos
sacerdotes do Olho de Horus fica evidente na historia contada por cada templo e nas formas ...
Criado em 29 Outubro 2010
33. O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 2 ...
(História e Cultura)
... da civilização egípcia. O Olho de Horus       Utilizaram o Olho de Horus como símbolo dessa organização fechada de sacerdotes
que dirigiram o destino do Egito por milhares de anos nas ...
Criado em 28 Outubro 2010
34. O Olho de Horus - A escola de Mistérios (Episódio 1) Parte 1 ...
(História e Cultura)
Esta História começa antes da destruição causada pelo Dilúvio. Quando ainda existia outra civilização na Terra sob o lugar que
hoje, convertido em lenda, chamamos de Atlântida. Tinham um sabedoria que ...
Criado em 28 Outubro 2010
35. Olho de Hórus ...
(Símbolos e Objetos)
É um outro antigo símbolo egípcio. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado
para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro  ...
Criado em 17 Fevereiro 2009

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Terremoto de 3.2 pontos é


registrado próximo à
Florianópolis, SC

Um terremoto de 3.2 pontos de magnitude


foi registrado no Brasil, a 6 km da cidade de
Santo Amaro da Imperatriz e 100 km da
capital, Florianópolis. Diversos moradores ao
redor de capital relataram terem sentido o
abalo.
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1. Os símbolos e os Animais
(Símbolos e Objetos)
...  a coruja, por ser uma ave noturna, acabou representando essa busca pelo saber. Há ainda uma outra explicação para tal
relação, da qual, certamente, o animal não se orgulharia tanto. Com seus olhos grande ...
Criado em 03 Abril 2015
2. 25 animais exóticos
(Curiosidades)
... emelha a um nariz grande entre os dois olhos e quase parece ser carrancudo. Estes peixes de águas profundas são encontrados
em profundidades extremas ao largo das costas da Tasmânia e Austrália. Por esta ...
Criado em 16 Junho 2013
3. O Demônio de Jersey
(Temas Inexplicados)
... ações de altura de três pés a mais de sete pés. Vários avistamentos reportam que a criatura tem olhos vermelhos e brilhantes que
podem paralisar um ser humano, e que emite um grito parecido com uma mulhe ...
Criado em 19 Abril 2011
4. O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... raças a experiência adquirida a partir de suas próprias decisões. Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO
(Ano de 2000). Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato , gestor ...
Criado em 21 Fevereiro 2011
5. O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 2 ...
(História e Cultura)
As mulheres dedicadas a musica, chamadas de Shemayet, podiam também servir as divindades masculinas e também transformar-
se em escribas. Mas era a mulher a encarregada de tocar o sistro, cujo som acalmava ...
Criado em 21 Fevereiro 2011
6. O Olho de Hórus – Philae O Princípio Feminino (Episódio 10) Parte 1 ...
(História e Cultura)
... por tornar o mundo cada vez mais perfeito para depois conservá-lo eternamente. Os sacerdotes do Olho de Horus ensinaram ao
seu povo que o Deus único, o que está em todas as partes, tem uma parte masculina, ...
Criado em 21 Fevereiro 2011
7. O Olho de Horus - Com Ombo, O Portal da Liberdade (Episodio 9) - Parte 2 ...
(História e Cultura)
... ra os níveis de maior harmonia, paz e felicidade. Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000).
Compilação e adaptação do texto e imagens, Renato , gestor de conteúdo do  ...
Criado em 21 Fevereiro 2011
8. O Olho de Horus - Com Ombo, O Portal da Liberdade (Episodio 9) - Parte 1 ...
(História e Cultura)
... Mistérios do Olho de Horus, primeiro servo de Deus, rei Netertep o grande vidente. Seu símbolo era uma serpente com duas
pernas e o disco solar na cabeça, a imagem da eternidade, da sabedoria e da regeneração ...
Criado em 21 Fevereiro 2011
9. O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 3 ...
(História e Cultura)
...  a escala seguinte do universo. Fonte: Documentário, em vídeo, "O Olho de Horus" - INFINITO (Ano de 2000). Compilação e
adaptação do texto e imagens, Renato , gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.  ...
Criado em 06 Janeiro 2011
10. O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 2 ...
(História e Cultura)
Edifu e Dendera - Edifu e Dendera são dois templos irmãos, dois observatórios que se complementavam para registrar de forma
precisa a abóboda celeste sobre o polo norte e o polo sul do planeta. As estrelas ...
Criado em 06 Janeiro 2011
11. O Olho de Horus-Edifu, O Caminho para a Compreenção (Episódio 8) Parte 1 ...
(História e Cultura)
A civilização egípcia, guiada pelos sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, se baseava numa crença fundamental: a de
que o homem encarna diversas vezes para viver um processo de aperfeiçoamento ...
Criado em 06 Janeiro 2011
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(História e Cultura)
... uma capela como esta, no mesmo lugar e durante milhares de anos os sacerdotes do Olho de Horus estiveram atualizando,
periodicamente sobre um papiro o mapa dos céus. A cada solsticio de verão, ano após ...
Criado em 03 Dezembro 2010
13. O Olho de Horus-Dendera,O Amanhecer da Astronomia (Episódio 7) Parte 2 ...
(História e Cultura)
... do conhecimento, os sacerdotes do olho de Hórus. O desenho da fachada do Templo de Hathor é diferente do templo egípcio
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Criado em 03 Dezembro 2010
14. O Olho de Horus-Dendera,O Amanhecer da Astronomia (Episódio 7) Parte 1 ...
(História e Cultura)
... discipulo da sabedproa dps sacerdotes do olho de Hórus, foram respeitadas por todos os impérios asiáticos. Nunca quiseram
ampliá-las e no seu interior existia um lugar de paz, se comparado a anarquia universal. ...
Criado em 03 Dezembro 2010
15. O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 4 ...
(História e Cultura)
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escola de mistérios do Olho de Horus, encarregados de dirigir o caminho que ...
Criado em 23 Novembro 2010
16. O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 3 ...
(História e Cultura)
Meditação dos inciados - Elevação vibracional - Os pares de inicados adentravam as camaras azuis para meditar com o poderoso
campo de força da piramide, enquanto que o som de uma nota musical vibrava ao ...
Criado em 23 Novembro 2010
17. O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica (Episódio 6) Parte 2 ...
(História e Cultura)
...      Os sacerdotes da Escola de Mistérios do Olho de Horus tinham conhecimentos tecnológicos bem avançados para produzir
esses fenomenos físicos ou para cozinhar o esmalte das peças de ceramica em ...
Criado em 23 Novembro 2010
18. O Olho de Horus - Saqqara, A Máquina Quântica(Episódio 6)Parte1 ...
(História e Cultura)
... grande, por seus dotes de filósofo, físico, tendo revelado as bases de funcionamento do Universo. Imhotep, sumo sacerdado da
Escola de Mistérios do Olho de Hórus, construiu Saqqara, um enorme esforço de ...
Criado em 23 Novembro 2010
19. O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 3 ...
(História e Cultura)
... o centro do chamado Templo Real de Heb Sed, um pavilhão utilizado pelo faraó e pelos sacerdotes do Olho de Horus durante as
celebrações. A partir desse pavilhão seguindo um muro curvo chegava-se ao patio ...
Criado em 19 Novembro 2010
20. O Olho de Horus - Saqqara, o Complexo de Cristal (Episódio 5) Parte 2 ...
(História e Cultura)
...      Apenas os puros de coração podiam entrar em Saqqara quando o complexo e a escola de mistério Olho de Hórus
funcionavam naquele local. A imponente galeria tinha 48 colunas, sua forma esotéric ...
Criado em 19 Novembro 2010

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Episódio um "A ESCOLA DE MISTÈRIOS", parte 1 de 5.

Série baseada nas investigações do Egiptólogo e Matemático R.A.Schwaller de Lubicz


e também na Escola de Mistérios do "Olho de Hórus", que dirigiu o destino do povo
egípcio durante milhares de anos.

Aqui uma explicação sobre o que é mistério, que está estreitamente ligado ao conceito
da iniciação, extraído de um texto muito antigo e que não consta na narração do filme:

.... "O significado da Iniciação", que descreve um histórico, com explicações sobre a
palavra "mistério", que não tinha o mesmo significado e conotação que tem hoje, de
"desconhecido", "sobrenatural" ou "terrível", mas sim o contrário, é um conhecimento
que deve ser revelado ao candidato à iniciação.
Na antiga Roma, os mistérios eram chamados de "Initia" e os iniciados de "mystae".
A palavra "initiare", do latim, significa "inspirar" e "initium", significa "começo" ou
"preparação". A relação entre essas duas palavras, evidentemente revela o significado
de iniciação.
Conseqüentemente, o candidato à iniciação seria apresentado à um
conhecimento inspirador, que deveria provocar uma impressão emocional ou
psíquica em sua consciência.

Por conseguinte, a Escola de Mistério, era na realidade, uma Escola de


Conhecimentos, utilizando a terminologia antiga da palavra Mistério.

A série mostra que os sacerdotes egípcios planejaram uma maneira de elevar a


consciência de seu povo, construindo, durante milhares de anos, uma série de
templos ao longo do rio Nilo. Os utilizavam como "livros vivos" e enciclopédias de
conhecimento para transmitir a informação acumulada, e o funcionamento do universo
durante muitas gerações para seu povo. Os templos também serviam como pólo para o
avanço de sua civilização. (Guarde isso, mais tarde verá o, porque do grifo).

Os antigos sacerdotes estruturaram uma sociedade baseada em 2 conceitos


fundamentais: A Reencarnação, como método divino para que o espírito do homem
evolua na aquisição de informações sobre o universo e a Iluminação como passo final
de todo este processo. Para os egípcios, o homem vive em um processo evolutivo de
700 reencarnações. As experiências destas vidas transformam um ser instintivo e
ignorante e um super-homem, transformam um animal inocente e primitivo em um
sábio imortal. Segundo eles, Deus organizou um plano divino baseado na
reencarnação para que o homem, ao experimentar em sua própria carne, entenda
como funciona o próprio universo.

Vamos conhecer nesta série de 10 episódios estes templos e qual a mensagem


que transmitem.

Cada episódio tem em média 50 minutos de duração, e está disponível no YouTube


com locução em português, onde cada episódio foi dividido em 5 partes com duração
aproximada de mais ou menos uns 10 minutos cada.

Por achar "interessante" e para calar a "oposição" que acha que o homem primitivo
construiu vários monumentos megalíticos, na base do cinzel com martelinho, e depois
rolando as pedras em cima de tocos de árvores, extraí essas "gracinhas" de pedra com
o pomposo nome de "Megálitos". Isso mesmo, com assento tônico na letra A de gá.
Passo a seguir, a transcrever a locução deste episódio e apresentar as respectivas
imagens:

Esta história começa antes da destruição causada pelo dilúvio .....


..... sem o apoio da maioria da população, construíram alguns barcos fechados por
todos os lados, e os protegeram com campos eletromagnéticos, de forças que
podiam penetrar e dissolver a matéria ..... comandados pelo Sumo Sacerdote
“Chiquitet Arelich Vomalites” subiram a bordo com suas famílias, alguns instrumentos e
animais domésticos e afastaram-se de Atlântida.
O planeta estremeceu, os céus derreteram e as águas arrasaram os continentes,
apagando quase todos os rastros de sua civilização.
... como evidência, próximo ao Egito, foram encontrados uns gigantescos monumentos
de pedra chamados "Megálitos", que pelo seu tamanho, peso e difícil montagem,
revelam uma tecnologia desaparecida certamente da civilização Atlante.

A primeira evidência está em Baalbeck, Líbano.


Lá se encontram os três maiores e os mais pesados monumentos de pedra do mundo,
chamados “monolitos”.
Cada um pesa 1.200 toneladas, mede 25 metros de comprimento, 8 de largura e cinco
de altura.
O maior peso que podemos levantar com um guindaste é o ônibus espacial Discovery,
que pesa somente 150 toneladas, um décimo do peso dos monólitos.
Não existe hoje tecnologia para levantá-las e muito menos para posicioná-las com
tanta precisão.
O lugar onde foram talhadas, fica a 3 Kms, onde se encontra uma pedra do mesmo
tamanho, que nunca foi utilizada pelos construtores originais.
No círculo a imagem de um homem para efeito de comparação.
Em virtude do seu tamanho a misteriosa plataforma tornou-se um lugar sagrado
para as culturas que depois do dilúvio se assentaram na região.
Assírios, Persas, Gregos e por último os Romanos, construíram seus principais
Templos sobre a plataforma.

A segunda evidência está em Jerusalém. A cidade é sagrada para três religiões.


Lá existem outros desses megálitos, monumentos gigantescos, pesando cada um
mais de 800 toneladas.

Por seu enorme e inexplicável tamanho, também se converteram em lugares


sagrados em volta dos quais cresceu Jerusalém.
Fazem parte da enorme plataforma que sustentava o templo dos judeus e que hoje
segura a Mesquita El Aksa e a cúpula da Roca.

As pedras fazem parte das fundações do “Muro das Lamentações”.


Hoje chega-se lá, por um túnel, que revelou as enormes pedras

Os “Megálitos” de Baalbeck e de Jerusalem faziam parte de construções


desaparecidas com o cataclisma universal e permaneceram em seu lugar por serem
tão imponentes.

Este cataclisma destruiu a civilização Atlante. Isto aconteceu por volta do ano 10.900
antes de Cristo, quando o Sistema Solar transitava no signo de Leão e está registrado
nos livros sagrados de todas as as culturas do mundo.
A “pedrinha” do túnel em Jerusalem...

Quando se recuperou o equilíbrio, os sacerdotes sobreviventes ao cataclismo


desembarcaram no centro da superfície terrestre, no lugar que sabiam que afluem as
forças telúricas do Planeta. Nesse local construíram a grande pirâmide de Guisé, que
tem como finalidade, segurar o deslocamento das placas tectônicas, senão o desastre
teria sido ainda maior.

Esta imagem foi extraída do Manual RosaCruz e ampliada


A continuação da parte dessa fascinante aventura você deve buscar no YouTube, Os
LINKs das 50 partes desse magnífico documentário esta encartado em anexo.
Continuemos com esse documentário, numa parte mais adiante:

SAQQARA A MÁQUINA QUÂNTICA

.... quinze pórticos iguais escondia um único que tinha uma porta verdadeira localizada
numa esquina à sudeste do enorme retângulo.
Constituía-se de um corredor de acesso só permitia a entrada de um visitante por vez.
O caminho da perfeição espiritual é individual e intransferível, ninguém pode evoluir por
outra pessoa, por isso em Saqqara só entrava uma pessoa de cada vez.
Um muro tão alto e com 14 portões falsos e apenas um verdadeiro, com entrada tão
estreita que parecia ter sido construído com propósito de defesa.
No entanto Saqqara nunca teve uma porta na sua única entrada.
A tecnologia aplicada restringia o acesso aos seres com mentes primárias. Os
que tinham campo elétrico pessoal carregado negativamente.
Desde o comprido corredor logo abaixo do muro e ao longo de toda a galeria das 48
colunas existia um campo de força poderoso que ampliava os sentimentos do
visitante, se existia ódio, medo ou insegurança em seus corações, sua própria
angustia ampliada impedia que penetrassem no complexo.
Apenas os puros de coração podiam entrar em Saqqara quando o complexo e a
“Escola de Mistérios Olho de Horus” funcionava naquele local.
A imponente galeria tem 48 colunas, sua forma esotérica é a mesma do DNA humano,
20 pares de colunas estreitamente unidas aos seus muros, dispostas no sentido em
que caminha o Sol, sob o feixe de avanço da energia, a espiral da molécula.
Quatro pares de colunas no salão transversal ao final da seqüência simbolizava a
capacidade adicional de armazenar, analisar e processar informações, o que diferencia
o ser humano do animal.
As colunas totalmente modulares e com sete metros de altura, estavam dispostas
seguindo uma série de princípios arquitetônicos que se repetiriam milhares de anos
depois no Partenon.
Cada coluna tinha a forma de um papiro .....

...... as etapas da construção, permitiam usar parcialmente a energia gerada que


aumentaria em 50% quando a pirâmide estivesse concluída. A energia total garantiria
uma onda eletromagnética que chegaria a Maitung o chamado ponto médio entre
Saqqara e as pedreiras de granito vermelho no Alto Egito.
Esta tecnologia e conhecimento foram herdadas dos Atlantes que se baseia nos
princípios da mecânica quântica que nossos cientistas apenas começam a entender.

No próximo programa continuaremos nossa análise sobre Saqqara, entenderemos a


distribuição física e o significado de todo o complexo subterrâneo que foi construído
com o objetivo de dar forma a uma poderosa maquina quântica, que acelerou a
evolução dos iniciados.
Ao examinarmos este caminho, que chamaremos de caminho quântico em direção a
Luz da consciência, veremos que este processo evolutivo, foi ensinado por diversos
Mestres Superiores, um deles foi o Mestre Jesus.
Ele disse se seguíssemos o caminho da Luz e da vibração do Amor realizaríamos
coisas ainda maiores.
Ele se referia à utilização das partículas subatômicas da Luz, a força criativa, que deu
forma e este Universo.
Milhares de anos antes da chegada de Jesus, os sábios sacerdotes de Horus,
utilizaram este mesmo tipo de conhecimento para acelerar a evolução de seus
discípulos em Saqqara.
Construíram grandes formas piramidais, maquinas quânticas para a produção de
colunas ondulatórias de energia, que usaram para elevar a freqüência de vibração dos
iniciados.
Criaram um centro de comunicação com dimensões superiores que permitiram aos
discípulos mais avançados verificar o Caminho da Luz.
Receberam informações de seres mais evoluídos, de Mestres Superiores.
No plano físico ao produzirem estas ondas eletromagnéticas e efeito de
supercondutividade em diversos materiais facilitaram a construção de seus templos, os
livros vivos da Escola de Mistério do Olho de Horus.

E por falar nisso


você sabe ou tem idéia do que é o Olho de Horus?
OLHO DE HORUS, OLHO QUE TUDO VÊ, TERCEIRA VISÃO....
Chegou a hora de saber e divulgar.....
abaixo, uma imagem esclarecedora e inspiradora......

Outra imagem mais detalhada ....

ficou mais claro? Agora já sabe o que é o Olho de Horus?


Você sabe o que é e do que se constitui a Santíssima Trindade?
É a conexão ENERGÉTICA, entre o Tálamo, a Pineal e a Pituitária....
Veja essas imagens:

Este estandarte ou esplendor, que os "deuses" e os faraós usavam, representa


exatamente o corte do topo da cabeça.....
Representava e demonstrava, que a pessoa em questão ou o indivíduo teria
conseguido chegar à iluminação e conseqüentemente estaria apto para liderar,
governar....
Mais tarde se transformaram nas coroas reais....
Significando, que eles (reis e afins) tinham alcançado a iluminação pela ligação
cósmica das três glândulas.... O resto é alegoria.
E como conseguiriam isso?

Voltemos com a Escola de Mistério do Olho de Horus.


Episódio sexto. COMPLEXO DE SAQQARA.

Saqqara um dos lugares mais misteriosos do Egito foi planejada pelo Sumo Sacerdote
Imhotep
Obs: Esse sagrado nome foi usado por
Hollywood para denegrir sua imagem ,
personificando o mau nos filmes "A
Múmia" e sua continuação- Com isso,
mais uma vez desviando o foco da
verdade através do medo,

Imhotep um gênio multifacetado, o primeiro filósofo da história, pai da medicina, da


arquitetura, da física e da química.
Os gregos que estudaram no Egito, e que mudaram o nome de todo mundo, chamaram
Asklēpiós ou Esculápio, para marcar suas vitórias como médico, o chamaram também
Hermes Trismegistus Três Vezes Grande......

....... permitiu a seus discípulos, verificarem que existem outras dimensões, contatar
pessoas nessas dimensões e receber informações de Mestres Ascendidos......

.....Saqqara produzia energia “taquiônica” a energia de maior freqüência e vibração


do Universo. Esta energia é neutra e se compõe de várias pares de partículas por não
terem carga elétrica contrária se anula e se equilibram. Por serem neutras não geram
resistência e se movem 27 vezes mais rápidas do que a Luz.
É a energia do pensamento quando vibra na alta freqüência do amor, ou energia
utilizada por Jesus para utilizar sucessos extraordinários que chamamos de milagres.
Ele demonstrou que vibrando na elevada freqüência do amor, a mente pode dirigir a
energia taquiônica, a energia do pensamento, para elevar a energia vital dos doentes
realizando curas fantásticas e mais ainda salvando-os da morte.
Também para aumentar a freqüência própria de vibração da água, transformando-a em
vinho.
Todas as coisas e seres do Universo vibram com freqüências diferentes,
dependendo do seu nível de evolução.
Saqqara gerava um campo eletromagnético elevado e sons que vibravam em
diferentes freqüências.
Sua forma e arquitetura produziam e captavam energia, emparelhavam partículas
elétricas convertendo-as numa coluna ondulatória estacionária de energia taquiônica.
A pirâmide produzia diversas freqüências permitindo que discípulos com
diversos graus de evolução pudessem entrar em sintonia e pudessem vibrar
numa freqüência vibratória.
Muitos anos de treinamento permitiam entender que a vida é um processo de
verificações de informações através de experiências na própria carne para entender
que o homem só se transforma em Super Homem por intermédio do amor.
O amor é neutro, não tem polaridade, vibra em elevadíssima freqüência.
Sua energia que não tem massa pertence ao plano espiritual e mental, onde existe de
acordo com a vontade do observador.....

......... Você sabia que o oposto ao AMOR, não é o ódio como todo mundo pensa,
mas sim o MEDO, que tem a mais baixa vibração do Universo.....

Lembra das profecias Maias?


Eles dizem que o medo vai acabar, portanto, por dedução, a freqüência vibratória da
Mãe Terra vai aumentar, causando o desaparecimento da baixa freqüência do medo.

ENERGIA TAQUIÔNICA

Existe uma teoria que afirma que as pirâmides formam uma imagem espelhada delas
mesmas. Uma imagem virtual que se projeta na terra no local em que foi construída.
Ali se produziria uma série de efeitos relacionados com o conceito chamado anti-
matéria. (As imagens a seguir são menores, somente para ilustrar as descrições).

Através de uma câmara situada embaixo da pirâmide, entra-se numa realidade paralela
oposta ao mundo físico. Seria seu efeito eletro magnético, aqui o tempo avançaria ao
contrário, do futuro ao passado......
,.....Construíram um poço subterrâneo com 30 metros de profundidade igual à
altura de um prédio de 12 andares e 10 x10m de largura.
Construíram corredores e câmaras em direção aos 4 pontos cardeais.....
....Cada câmara com sua nota própria....
.......A nota MI ressoava em 5 câmaras
Nível de entrada para a maioria dos iniciados.

Nota RE a freqüência com que chegavam ao complexo

OBS: as vasilhas de alabastro


eram utilizadas para afinar as
energias das câmaras.

FA vibrava nas vasilhas de alabastro em 4 câmaras

SOL vibrava em 3 câmaras

LA utilizava duas câmaras lado Oeste.


A câmara principal da Pirâmide, num sarcófago de apenas uma vasilha de alabastro,
onde os mais altos iniciados alcançavam a nota SI. E Dalí ascendiam à dimensões
superiores. Aqui por motivos óbvios de espaço as descrições foram simplificadas.

Esses espaços são chamados de câmaras azuis, pois seus muros estão decorados
com os primeiros ladrilhos da história.
Azulejos em diversos tons de azul turquesa. (Azulejo tem origem na língua árabe-NT).
Em seu interior, uma dupla de iniciados.
Sempre um homem e uma mulher,

levitavam sintonizando em níveis de vibração cada vez mais altos.


Imhotep escreveu no Kaballion, que a sétima lei do Universo diz que:
Tudo tem gênero, tudo tem sua parte masculina e feminina. O gênero se
manifesta em todos os planos do Universo.
Ao entrar nas câmaras aos pares, os iniciados da Escola de Mistério atingiam um
equilíbrio, uma neutralização de seus campos eletromagnéticos pessoais, pois o do
homem giram no sentido horário e os da mulher no sentido inverso......
O restante da continuação está no vídeo, senão, teríamos que transcrever mais de 10
horas de locução, e meu objetivo é o de encadear o pensamento direcionando para a
demonstração de um conhecimento. Prosseguindo ....

OS CHAKRAS

A correspondência entre os chakras, notas e cores. Imhotep utilizava o caduceu


para curar, mas dizia também que as palavras eram importante na cura.
Seriam os sons vocálicos?
.... O caduceu que hoje é símbolo da sociedade médica, era a vara de poder de
Imhotep, com ela media a quantidade de energia vital que um ser humano processa em
seu interior.
Desta forma sabia qual dos centros energéticos ou chakras utilizar para captar e
processar a energia vital, bem como, identificar onde existiria desequilíbrios celulares
eletromagnéticos.
Ele curava elevando a freqüência vibratória da aura, ou campo eletromagnético
da pessoa.
Isso restabelecia o equilíbrio dos chakras, permitindo que voltassem a fornecer a
energia vital necessária aos órgãos afetados, a verdadeira causa de todas as
doenças....
..... Imhotep acreditava que a medicina não curaria sem que recebesse poder
através da energia da palavra......
Agora, podemos voltar ao inicio do episódio Um.

...... Essa história começa antes da destruição causada pelo dilúvio, quando ainda
existia outra civilização na Terra sob um lugar que hoje convertido em lenda chamamos
de Atlântida.
Tinham uma sabedoria, que era produto da evolução da consciência do homem por
milhares de anos, eram verdades aprendidas sobre o funcionamento do Universo e do
processo que chamamos Vida.
O estudo das constelações lhes revelou que a humanidade era uma união vivente entre
o Céu e a Terra, e que as Estrelas e os Sóis a influenciavam, formando ESTAÇÕES,
CICLOS e RÍTMOS.
CICLOS e RÍTMOS.

Agora, podemos e devemos incluir o Sanctum Celestial "A Catedral da Alma" e o


"Autodomínio e o Destino com os Ciclos da Vida" ambos de autoria de nosso
amado irmão H. Spencer Lewis e continuado pelo "esquecido" irmão Ralph Maxwell
Lewis que muito fez por todos nós, assim como também Raymond Bernard,
A Catedral da Alma foi criada por H. Spencer Lewis, com o objetivo de uso Universal
e não, ser propriedade e exclusividade de uma única fraternidade, tanto que seu
interior possui enormes Símbolos Iluminados representando as diversas religiões.
Incluo aqui essas imagens da Catedral da Alma e os textos referentes a elas.

"Chegou o momento de entrar na Catedral; como um sopro em nossa alma, uma


estranha música nos recebe. . . outros entram, ao mesmo tempo que nós, sem poder
definir sua nacionalidade. Todavia, pelos seus gestos ritualísticos, identificamos suas
crenças. Eis aqui um que, após uma genuflexão, faz o Sinal da Cruz. Outro, que
cobre a cabeça. Um terceiro, que presta a Alah a homenagem da sua fé. Mais
além, finalmente, um visitante faz a saudação Rosacruz ao Leste".

Olhe a imagem
com atenção,
para se ter uma
idéia da
grandiosidade da
Catedral.
Observe abaixo à
direita o tamanho
das pessoas
diante dos
símbolos
iluminados

"Alguns, dizem encontrar maior tranqüilidade defronte dos símbolos iluminados,


gravados nas paredes ou colocados em esplêndidos altares retangulares, na base de
cada parede lateral, que relembram as grandes religiões ainda existentes no mundo,
incluindo as diferentes sendas oferecidas pelo Budismo e as tradições orientais".
SERVIÇOS DO SANCTUM CELESTIAL

Temos quatro períodos de meditação para os serviços do Sanctum Celestial, a saber:

PRIMEIRO 11h00 às 11h05


SEGUNDO 14h00 às 14h05
TERCEIRO 17h00 às 17h05
QUARTO 23h00 às 23h05

Os períodos de meditação na semana, com a indicação aos períodos


correspondentes do "Autodomínio e o Destino com os Ciclos da Vida".

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab


11h00 E 11h00 A
14h00 D 14h00 G 14h00 C 14h00 F 14h00 E
17h00 D 17h00 G 17h00 C 17h00 F 17h00 B 17h00 E 17h00 A
23h00 F 23h00 B 23h00 A 23h00 D 23h00 G 23h00 C

NATUREZA DOS SERVIÇOS DO SANCTUM CELESTIAL


CONFORTO / CONSOLAÇÃO:
Em situação de pesar, tristeza, desolação, frustração.

Dias da semana Períodos


Segunda 2º - 14h00
Quarta 3º - 17h00
Sexta 4º - 23h00

PAZ
Em situação de conflito, inquietação e cansaço.

Dias da semana Períodos


Terça 2º - 14h00
Quinta 3º - 17h00
Sábado 4° - 23h00

FORTALEZA / FORÇA
Em situação provação, tribulação, tentação e doença.

Dias da semana Períodos


Quarta 1º - 11h00
Sexta 2º - 14h00
Sábado 3º - 17h00
Segunda 4º - 23h00
COMPANHIA

Em situação de solidão, depressão e tristeza

Dias da semana Períodos


Domingo 3º - 17h00
Terça 3º - 17h00
Quinta 1° - 11h00

SAÚDE

Em qualquer doença, mal físico ou mental, ou fraqueza.

Dias da semana Períodos


Segunda 3º - 17h00
Quarta 4º - 23h00
Sexta 3º - 17h00

ILUMINAÇÃO
Para inspiração, sabedoria, ou a resolução de um problema

Dias da semana Períodos


Quinta 4º - 23h00
Domingo 4º - 23h00

PRECE
Para comunhão com Deus de sua compreensão, o Espírito Crístico, e o Cósmico.

Dias da semana Períodos


Domingo 2º - 14h00
Quarta 2º - 14h00

OBS: Aqui fica claro, que os horários dos períodos obedecem aos ciclos
Cósmicos.

HORÁRIOS DE HARMONIZAÇÃO POR NATUREZA DOS SERVIÇOS


CLASSIFICADOS PELAS HORAS DOS PERÍODOS.

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab


11h00 Fortaleza Companhia
14h00 Prece Consolação Paz Prece Fortaleza
17h00 Companhia Saúde Companhia Consolação Paz Saúde Fortaleza
23h00 Iluminação Fortaleza Saúde Iluminação Consolação Paz
HORÁRIOS DE HARMONIZAÇÃO POR NATUREZA DOS SERVIÇOS
CLASSIFICADOS PELOS SERVIÇOS.

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab


Consolação 14h00 17h00 23h00
Paz 14h00 17h00
Força 23h00 11h00 14h00 17h00
Companhia 17h00 17h00 11h00
Saúde 17h00 23h00 17h00
Iluminação 23h00 23h00
Prece 14h00 14h00

PERÍODO ESPECIAL DE CONTATO

Além dos períodos mencionados acima, existe outro


especial que começa às 08h15 e termina às 08h30, todos os
dias úteis, exceto nos feriados. Durante esse período, os Oficiais
da Grande Loja de Brasil, AMORC, juntamente com outros
membros que auxiliam o Conselho de Solace, reúnem-se em
convocação no Grande Templo.
Independente dos serviços, a harmonização pode e deve ser
feita a qualquer tempo, sempre que tiver vontade para isso,
lembrando apenas, que nos horários específicos a força é maior
de acordo com a natureza do serviço de que se quer ajuda em
função dos ciclos envolvidos.

"Muitos dos objetivos que desejamos são alcançados


através desses contatos, mesmo que disso não tenhamos
consciência..." (Raymond Bernard).

"Lembremo-nos sempre que ao revitalizarmos nossas


auras, revitalizamos também, a aura do mundo!" (Maria das
Neves P. F. Rodrigues, FRC).
Os períodos diários do sistema 'Autodomínio e o Destino com os Ciclos da Vida'.
Destaque em amarelo para os Horários de Harmonização do Sanctum Celestial.

No quadro acima, como o terceiro período do Sanctum Celestial é as 17h00, ele sofre
uma influência, ainda que pequena do próximo período que começa às 17h08. (azul).
No caso, nos referimos ao 5º e 6º período do Autodomínio, imagem extraída do livro.

Para quem quiser saber das características dos períodos e compreender melhor a sua
aplicação, leia o livro "Autodomínio e o Destino com os Ciclos da Vida" de autoria de
Harvey Spencer Lewis. Tanto o livro como o chaveiro podem ser adquiridos no site da
AMORC, no item suprimentos ou através de um Organismo Afiliado.
Devo recordar, que as letras referentes aos períodos, também são as notas
musicais dos mesmos: A= LA, B=SI, C=DÓ, D=RE, E=MI, F=FÁ e G=SOL.
Abaixo um resumo do texto que foi publicado na Revista O Rosa Cruz.
Alerto para o fato de que a "hora exata" da proposta recebida é, e será sempre, a hora
que usaremos para consultar os períodos favoráveis e desfavoráveis.
É a Hora da primeira vez em que o assunto foi abordado.
Por exemplo:
Se uma pessoa nos propõe a venda de um objeto ou um bem qualquer, ou um negócio
ou a venda de uma casa por exemplo.
Se a hora do oferecimento estiver num período desfavorável como, A ou C no caso
desse exemplo de compra de casa, não adianta voltar num outro horário, mesmo que
seja favorável, como no exemplo, E ou F, achando que com isso muda a situação. O
que vai prevalecer sempre, é a PRIMEIRA VEZ QUE O NEGÓCIO FOI PROPOSTO.
Não vale barganhar com a hora. Atenção aos ciclos.
Não vai funcionar. Depois não diga que o método é falho.
Da mesma forma, quando queremos iniciar ou participar de alguma atividade,
consultamos a lista, para verificar qual o período envolvido e o horário favorável
para sua execução.
Outra advertência:
Por ter sido usado como exemplo, os períodos A e C, não querem dizer que serão
sempre ruins, podem ser ruins para esta atividade, porém, são excelentes para outras
vai depender do assunto abordado.

Abaixo imagens do "famoso" chaveirinho.

Com ele levamos o sistema dos ciclos para toda a parte. As imagens acima são de um
chaveiro, com amassadelas causadas pelo uso constante. Nunca deixe de consultá-lo,
principalmente quando receber propostas
E para terminar uma oração:

“QUE A PAZ PROFUNDA PERMANEÇA EM VÓS PARA SEMPRE, E QUE A LUZ


DO SANCTUM CELESTIAL VOS ENVOLVA, VOS PROTEJA E VOS ELEVE
ETERNAMENTE ATÉ AS ALTURAS DA MAIS AUTÊNTICA ESPIRITUALIDADE.”
(Raymond Bernard)

QUE ASSIM SEJA!


O objetivo desta proposta foi o de mostrar e demonstrar a sabedoria envolvida e
contida no sistema "Autodomínio e o Destino com os Ciclos da Vida", bem como
o porque de utilizarmos os "Serviços do Sanctum Celestial" dentro dos horários
pré estabelecidos.

Advertências finais

Como sabemos, as "forças do lado negro" tentam nos impedir de trilhar a "Senda da
Luz" e muitas vezes conseguem, muitas vezes manipulando opiniões, através de seus
vários tentáculos.
Vejamos a mais grave delas, para quem desejam e tentam evoluir espiritualmente:
Não pretendo me alongar muito mais nessa dissertação, pois este assunto é
amplamente abordado em pesquisas que podem e devem ser feitas diretamente na
WEB,
Embora a maioria da população ignore como sempre acontece, pois suas atenções são
desviadas para "distrações" programadas com esse objetivo, temos uma ameaça real e
letal, que inocentemente e diariamente entra em nossos lares e abrigos, com suas
causas e conseqüentemente seus efeitos sistematicamente ocultados pelos governos
obedecendo à "ordens superiores", oriundas da nova ordem global.
Existe um livro, que denuncia uma fraude, não publicado no Brasil, nem traduzido para
o português, intitulado "The Fluoride Deception" ou "A fraude do flúor", escrito por um
jornalista investigador. Chistopher Bryson. Esse trabalho foi objeto de uma entrevista
concedida ao Dr. Connett pelo autor, e disponível em vídeo. Vamos a entrevista:

A FRAUDE DO FLÚOR

Este vídeo se encontra dividido em quatro partes legendadas no YouTube enquanto a


censura não os tira de lá. Por esta razão, estou divulgando as legendas através deste
texto, antes que tal aconteça e o retirem do site, com a velha desculpa "dos direitos
autorais", dado o teor de seu conteúdo. Julguem, pesquisem e divulguem.
O texto é a transcrição na íntegra das legendas existentes no vídeo da entrevista do
autor do livro "The Fluoride Deception" Chistopher Bryson pelo Dr. Connett.

Grass Roots & Global Video


A Project of
American Environmental Health
Studies Project
in Conjunction with
Fluoride Action Network
www.fluorideaction.net

“The Fluoride Deception”


“An Interview with Chistopher Bryson”

Uma entrevista com Christopher Bryson


(Entrevista ao Dr. Connett)

A ciência do flúor é a ciência de corporações.


A ciência do flúor é a ciência do DDT.
É a ciência do asbesto.
É a ciência do tabaco.
É uma trama!

Em julho de 2004 Chistofer Bryson relata suas investigações lançando seu livro: A
FRAUDE DO FLÚOR e junto com Paul Connet, monta uma rede de informações sobre
o flúor.
A FRAUDE DO FLÚOR foi lançado pela editora Seven Stories em maio de 2004
O livro é fruto de dez anos de pesquisas de Bryson e uma reportagem denúncia
apresentada na BBC.
Nessa entrevista nós pedimos a Bryson para nos apresentar a alguns dos importantes
indivíduos e instituições que tem relevância em administrar a política pública sobre a
toxidade do flúor e a proporcional segurança dessa controvérsia sobre o programa de
fluoretação das águas.

CHRISTOPHER BRYSON
Jornalista investigativo
Autor de “A Fraude do Flúor”

Christopher Bryson: Em 1993, eu trabalhava no Rockfeller Center em Nova York como


produtor de rádio da BBC eu recebi uma ligação de Londres, a respeito de uma
discussão local sobre a fluoretação das águas em uma região do norte, Leeds, e o
produtor tinha um programa diário, “You and yours” e o produtor perguntou: “Chris, o
que você sabe sobre fluoretação das águas?”
O que os “yankees” pensam a respeito?
Qual a visão americana?
É uma solicitação muito comum para mim, o ângulo norte americano de uma história.
E eu disse: “Bem, eu não sei muito sobre flúor no mundo, não tenho idéia sobre flúor ...
mas me permita fazer algumas ligações...”
E minha primeira ligação foi para Ralph Nader, em Washington como uma questão de
consumidor e o sr. consumidor Ralph Nader me retornou a ligação
Ele me disse: "Eu não sei muito sobre fluoretação, mas tenho maus sentimentos a
respeito"
"tenho aqui alguns nomes de alguns cientistas e poderás procurá-los para entrevista".
E forneceu o nome de Willian Hirzy um químico da Agencia Protetora do Meio
Ambiente (EPA) e o dr. Robert J Carlton.
Bob Carlton que foi do EPA, mas nesse momento estava no exército americano
E fui a Washington conversar com Dr. Horzy e Dr Carlton e eles me explicaram que os
padrões de segurança da fluoretação das águas nesse país era baseada em uma
ciência fraudulenta!

The Aluminum Industry


& Fluoridation

A Indústria do Alumínio
e a Fluoretação

Bryson: Os defensores da fluoretação nos dão duas histórias:


a história industrial e a história dentária e ambas não teriam qualquer relação.
Mas não é verdade, há uma grande e íntima relação desde o início...
As primeiras idéias a respeito do uso da fluoretação de águas públicas
foram propostas pelo pesquisador Gerald Cox no Instituto Mellon (Mellon Instituto of
Industrial Research), em Pittsburgh.
Cox ficou interessado no flúor em função da sugestão de Francis Frary, - esta é uma
carta que descobri...
Francis Frary é o diretor de um laboratório de alumínio de uma fábrica de alumínio
americana.
Ele estava muito preocupado com a poluição pelo flúor ao redor das fábricas, muito
preocupado como o flúor podia afetar aos funcionários dentro das fábricas.
Mas sua sugestão para Gerald Cox era para ver os efeitos do flúor sobre os dentes
e essa é a base da proposta que levou Gerald Cox a pensar a fluoretar o suprimento de
água de consumo público que era tudo que a indústria do alumínio procurava....

"The present trend toward


complete REMOVAL of fluoride
from water and food
may need some reversal."
- GERALD COX, 1939

"A atual tendência para a completa remoção do flúor da água e dos alimentos pode
necessitar ser anulada."

The Mellon Institute


Science for Hire

O Instituto Mellon
Ciência de aluguel

Bryson : A idéia de Cox de fluoretar o abastecimento público de água precisava ser


entendido por quem estava "cantando", onde cantava, e qual seria a trilha do "Disco"
Instituto Mellon.
O Instituto Mellon era um dos principais defensores do asbesto, e da indústria do
asbesto e, hoje em dia, essa indústria está enfrentando e perdendo ações judiciais por
pessoas que perderam a saúde ou mesmo morreram por causa do asbesto.
Por gerações o Instituto Mellon produzia pesquisa que dizia que o mesotelioma tinha
outras causas que não o asbesto.
Assim dá para entender porque a indústria estava preocupada com a poluição do flúor
e sobre a possibilidade de ações judiciais similares contra a poluição do flúor e não por
coincidência que o Instituto Mellon foi um dos primeiros a sugerir a fluoretação das
águas.

Fluoride Pollution
Litigation in 20th Century

E o vídeo da entrevista continua num crescente de denuncias. Mas o que nos


interessou até agora foi à origem dessa barbárie.
Continuamos, a seguir com uma outra fonte de informação:

O FLÚOR, A MAIOR FRAUDE CIENTÍFICA DO SÉCULO XX

Toxicidade do Flúor

Histórico de um processo científico fraudulento


A opinião largamente difundida de que o flúor dissolvido na água da torneira é
preventivo das cáries está muito longe da verdade e o fato alarmante demonstrado em
pesquisas independentes e altamente fundamentadas, é que o flúor produz mais danos
do que benefícios. Vale à pena rememorar aqui certos fatos históricos ocorridos
durante a II Guerra Mundial. Havia muito esforço do governo dos EUA,para ganhar a
guerra, com a construção de aeronaves e a produção de alimentos, panelas e
utensílios de alumínio para os soldados e toda a nação americana e aliados.
É ponto pacífico que a indústria de alumínio e de fertilizantes desempenhou um
marcante papel nessa fase de esforço bélico que demandou a colaboração da indústria
com a nação americana.
Havia, entretanto, um obstáculo. A produção industrial do alumínio e dos fertilizantes
produzia uma astronômica quantidade de fluoreto, um sal do flúor, um elemento
natural, que, em mínimas quantidades age como contaminante na cadeia alimentar,
mas que pode agir como um tóxico com maior potência do que o arsênico. Tanto o sal
de flúor, o fluoreto de sódio, como o ácido fluorosilícico e contaminantes como o
arsênico e o chumbo podem fazer parte dos dejetos industriais das citadas indústrias.
Por falar nisso, o flúor já foi empregado outrora como inseticida e raticida. Vale dizer
que as indústrias começaram a eliminar os dejetos com o flúor na atmosfera pelas
chaminés, mas houve um grande impacto ambiental com danos em colheitas de
frutas, doenças nas pessoas e no gado em fazendas da vizinhança, mortandade
de peixes em rios da proximidade, o que deu ensejo a processos judiciais e
vultosas indenizações exigidas das empresas pelos danos produzidos.

Um atentado à saúde pública do lobby da fluoretação.

Por pressão política o Serviço de Saúde Pública dos EUA (US Public Health Service),
subordinado ao Departamento do Tesouro Americano, então dirigido por Andrew
Mellon, ninguém menos que um membro da família proprietária da ALCOA (Aluminum
Company of América), fez um controverso estudo proclamando que 1 ppm de flúor na
água (1 mg por 1 litro) reduzia a incidência de cáries em 60 % e assim foi proposta a
fluoretação do abastecimento de água das cidades americanas. Da noite para o dia, o
preço do fluoreto de sódio, o mesmo produto usado como inseticida e raticida e
devendo ser descartado como dejeto industrial, subiu mais de 1000 % no
mercado internacional e o problema de livrar o meio ambiente de um produto
corrosivo e tóxico foi felizmente resolvido.
O lobby difundiu a idéia para outros países e contou até com a recomendação da
Organização Mundial de Saúde. No entanto, certos países,como a França, a Itália e a
Noruega jamais aceitaram a fluoretação e outros como a Índia, já tinham experiência
de efeitos danosos sobre a população suprida com água oriunda de solos ricos em
flúor, que apresentava sinais inquietantes de envelhecimento precoce, com
calcificação anômala óssea e degeneração dos ossos e articulações.

A toxicidade natural do flúor em algumas regiões do mundo.

Na Turquia, uma pequena vila, Kizilkaoern, suprida com água com alto teor de
flúor, segundo reportagem da revista alemã Stern, exibe uma população e o gado
com degeneração osteo-articular e grande fragilidade óssea, conforme relato do
jornalista:” Aos 30 anos, as pessoas têm dificuldade de caminhar e quando caem
os ossos se quebram como se fossem de vidro. Muitos não atingem os 50
anos de idade”.
Muito bem, e onde isso nos atinge? O que quero demonstrar, é que o veneno do flúor
está presente no nosso dia a dia, sem que você saiba dos riscos para a saúde de uma
forma ampla.
O flúor associado ao cloro se transforma ou produz, o ácido fluorosilícico.
É bom saber, que o flúor ataca as enzimas,as destrói, daí o envelhecimento precoce
das pessoas, as enzimas são proteínas catalíticas, ou seja, elas servem para mudar
algo em outra substância, elas são destruídas com temperaturas acima de 40º, por
esta razão, a pessoa morre se tiver febre com mais de 40º, o flúor ataca, e é por isso a
existência desse artigo sobre o flúor.
Repetindo, o flúor ataca e destrói as glândulas, principalmente a pineal, pituitária,
tireóide,e a lista não para por aí, mas no nosso caso, as glândulas são afetadas de
uma forma progressiva pelo maldito flúor e conseqüentemente nos torna embrutecidos,
ou sem ânimo, além da colocação de um outro elemento químico com o objetivo de
tronarem a população apática sem reação.
Por esta razão, nos dias atuais, não existem mais, como outrora, pessoas "iluminadas",
espiritualizadas, ou seja, as forças do lado negro conseguiram destruir grande parte da
humanidade a mantendo no limbo da ignorância e estupidez..
Chocado?
Pois o pior ainda, é que o flúor na presença do cloro, vira ácido. O ácido proveniente do
flúor, não pode ser armazenado em recipientes de vidros, pois ele dissolve o vidro que
é uma transformação da sílica. Ora, nossos ossos também contém sílica, daí, em
doses homeopáticas, ao longo dos anos, temos uma linda osteoporose, além da
obesidade mórbida causada pela ingestão do flúor que destrói a tireóide, causando a
"baratinação" hormonal, e vai por aí afora....
É só pesquisar, por esta razão os governos estão interessadíssimos em censurar a
WEB, com a desculpa esfarrapada de combate à pirataria.
E o que fazer? Comprar águas minerais nos supermercados?
"Pior emenda que o soneto". Você já viu água de supermercado ficar verde? Se você
coloca uma água de fonte natural dentro de um recipiente transparente, seja garrafa
pet ou de vidro, ela logo logo ficará com limo, esverdeada, podemos chamar isso de
água viva. Já as do supermercados......
A água é super importante para nós, é utilizada antes dos rituais para purificação. Mas
esse lixo das torneiras?
Só existe um filtro que tira o flúor da água, se chama filtro de osmose reversa, inversa
ou invertida. São caríssimos em relação a esses engodos que se vende por aí com um
pomposo nome de purificador. Esses mal tiram o cloro... Você achava que os governos
"iam dar mole?".
A solução do filtro de osmose reversa também é onerosa para a maioria das pessoas,
tanto pelo custo como pelo elevado dispêndio anual de renovação de membranas de
filtração,corroídas pelo flúor.

Como vê estamos numa enrascada.


Outra solução é procurar uma fonte de águas naturais fora dos grandes centros. Na
cidade de São Paulo, temos um supermercado que vende água diretamente da fonte,
até então que eu saiba, não tinha flúor, a água se chama Nova Petrópolis e a fonte é
dentro do supermercado.
Outro item importante: deixar de usar cremes dentais fluoretados. Optar por
cremes sem flúor como o da Philips ou o Weleda, além do importados. Existem
outras marcas no mundo alternativo. Inclusive para crianças, sem corantes e
flúor, A imagem da embalagem, é a do Cocoricó da TV Cultura, me parece ser da
marca Bitufo produzida por IPH&C – Industria de Produtos de Higiene e
Cosméticos Ltda, que fica em Itupeva em SP, mas antes que os cães da Anvisa
"caiam matando", como proibem tudo que faz bem a saúde..
O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do
intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor
diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do
corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.
Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá
que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar
o que cientificamente se conhece como fluorose.
As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem
aumentar os riscos da fluorose.
De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences
(NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg,
ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite,
escoliose,rugas,arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos
conectivos dos ossos,pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte
interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.
No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com
que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à
estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos
perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.
Como percebes, a glândula pineal é a mais atingida e com isso não tem som
vocálico que dê geito.

E para finalmente terminar transcrevo esse parágrafo:sobre a OMS, provando que eles
não são tão inocentes assim, sabem de tudo e que tudo isso é proposital:

Incoerência da OMS sobre o flúor


A OMS (Organização Mundial de Saúde) apesar de considerar que o flúor é um
medicamento, recomenda o uso de fluoretação tanto das águas, quanto dos sais para a
diminuição de índice de cáries.
O texto abaixo foi retirado de: http://www.opas.org.br/sistema/fotos/bucal.pdf
As medidas preventivas básicas que, por sua simplicidade e comprovada eficácia, têm
sido disseminadas pela OMS e outros diversos organismos internacionais além das
entidades representativas dos profissionais de odontologia e governos de todo o
mundo são:
- Auto-cuidados de higiene bucal (escovação adequada);
- aplicação tópica de flúor feita por profissionais treinados como cirurgiões-dentistas,
técnicos em higiene dental (THD) e auxiliares de consultório dentário (ACD);
- Fluoretação de cremes dentais (dentifrícios);
- Fluoretação da água de consumo público, caixas d´água de escolas, creches e outros
estabelecimentos;
- Fluoretação do leite, do sal de cozinha entre outras experiências;
- Dieta alimentar balanceada, reduzindo os alimentos compostos por açucares entre as
refeições (conhecido, no meio odontológico, como “convívio inteligente com o açúcar”).
Vemos que insistentemente a OMS recomenda a fluoretação das águas de consumo
público, de leites e de sal. A única justificativa para tal atitude é o combate contra
cáries!
Em nenhum momento a OMS cita os problemas que o consumo de flúor em
excesso pode causar ao ser humano, como:
-Rugas na pele e quadros de arteriosclerose;
-Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros etc.,
levando aos mais diversos quadros de artrite;
-Excesso de rigidez/perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas
e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos;
-Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte;
-Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da
estrutura dos ossos;
- Como fator de desorganização da estrutura do colágeno comprometendo os tecidos
conectivos dos tendões, ligamentos, parede das artérias etc., fazendo-os perder a
flexibilidade e resistência e provocando processos degenerativos;
- Aumento dos níveis de alumínio no cérebro que interfere sobre o hipocampo – região
relacionada com a coordenação do funcionamento das outras partes do cérebro,
memória, tomada de iniciativa etc;
- O flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda
da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo.
Interessante notar que a própria OMS fez um alerta para o crescimento de doenças
como depressão, ansiedade, fobia, transtornos alimentares (anorexia, bulimia),
transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e outros transtornos da mente, que
genericamente começaram a ser chamados de ‘doenças modernas’.
(http://www.imesexplica.com.br/2204doencas_abre.asp).
A lista pode ser encontrada aqui:
(http://www.imesexplica.com.br/2204doencas_lista.asp)

O mérito desse trabalho consistiu em ter juntado de várias fontes de conhecimento,


como cacos, para formar um grande e enorme mosaico para inspiração e reflexão de
Luz, Vida, Amor e Verdade,
Sabia por definição dos Mestres, que a verdade se oculta e está escondida em vários
lugares para a sua preservação, caso contrário, teria sido destruída como foram por
incêndios criminosos de várias bibliotecas,.como a de Alexandria
e para terminar esta prece, que todos devem ter mente;

“QUE A PAZ PROFUNDA PERMANEÇA EM VÓS PARA SEMPRE, E QUE A LUZ


DO SANCTUM CELESTIAL VOS ENVOLVA, VOS PROTEJA E VOS ELEVE
ETERNAMENTE ATÉ AS ALTURAS DA MAIS AUTÊNTICA ESPIRITUALIDADE.”
(Raymond Bernard)

COM A BENÇÃO DO COSMOS E DOS MESTRES

QUE ASSIM SEJA!

PS: Você sabe o que quer dizer COSMOS?


Quer dizer Beleza, daí a derivação da palavra cosméticos.

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