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CONCURSO PÚBLICO

PREFEITURA MUNICIPAL DE
LONDRINA – PR
EDITAL Nº 172/2015 – REGIME ESTATUTÁRIO

PROFESSOR - DOCÊNCIA DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

NOME DO CANDIDATO

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO


Você recebeu do fiscal este CADERNO DE QUESTÕES com 100 (cem) itens da prova objetiva, corretamente ordenados de 1 a 100 sem
falhas ou repetições.
MATÉRIA QUESTÕES
LÍNGUA PORTUGUESA 01 a 20
MATEMÁTICA 21 a 30
INFORMÁTICA 31 a 35
CONHECIMENTOS GERAIS 36 a 40
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 41 a 100

Sobre a carteira, está disponível a FOLHA DE RESPOSTA PERSONALIZADA para transcrever as respostas da prova objetiva. Na Folha de
Respostas, realize a conferência de seu nome completo, do número de seu documento e do número de sua inscrição. As divergências
devem ser comunicadas ao fiscal para as devidas providências.
1. Este Caderno de Questões não deve ser folheado antes da autorização do Fiscal.
2. Observe se o Cargo especificado no Caderno de Questões é o correspondente ao cargo no qual você fez a inscrição. Caso não
esteja correto, solicite a substituição para o Fiscal de sala, o qual deverá lhe fornecer o Caderno de Questões correto.
3. Após ser autorizado pelo Fiscal, verifique se o Caderno de Questões está completo, sem falhas de impressão, e se a numeração das
questões está correta.
4. Utilize, obrigatoriamente, Caneta Esferográfica Transparente, com tinta de cor azul ou preta na marcação da Folha de Respostas.
5. Leia atentamente cada item da prova objetiva e assinale na Folha de Respostas (C) para item CERTO e (E) para item
ERRADO.
6. A Folha de Respostas não pode ser dobrada, amassada, rasurada ou conter qualquer marcação fora dos campos destinados.
7. Você dispõe de 04 (quatro) horas para fazer a prova, incluindo a marcação da Folha de Respostas. Faça com tranquilidade, mas
controle seu tempo.
8. Iniciada a prova, somente será permitido deixar definitivamente a sala após 60 (sessenta) minutos.
9. Após o término da prova, entregue ao Fiscal a FOLHA DE RESPOSTAS devidamente assinada.
10. Somente será permitido levar o CADERNO DE QUESTÕES se o candidato permanecer na sala até os últimos 30 (trinta) minutos que
antecedem o encerramento da prova.
11. SERÁ ELIMINADO do Concurso Público o candidato que:
 Deixar o local de realização da prova objetiva sem a devida autorização.
 Tratar com falta de urbanidade os examinadores, auxiliares, fiscais ou autoridades presentes.
 Proceder de forma a tumultuar a realização da prova objetiva.
 Estabelecer comunicação com outros candidatos ou com pessoas estranhas, por quaisquer meios e usar de meios ilícitos para
obter vantagens para si ou para outros.
 For surpreendido portando ou manuseando aparelho eletrônico nas demais dependências do estabelecimento durante a
realização da prova objetiva.
 Caso qualquer equipamento venha a emitir ruídos sonoros, mesmos que devidamente acondicionado no envelope de guarda
de pertences, durante a realização da prova.
12. Qualquer tentativa de fraude, se descoberta, implicará em imediata denúncia a Policia Civil, que tomará as medidas cabíveis, inclusive com
prisão em flagrante dos envolvidos.
13. Os 03 (três) últimos candidatos só poderão sair da sala juntos, após o fechamento do envelope contendo a lista de presença, a ata
e as Folhas de Respostas da sala. Esses candidatos deverão assinar o envelope de retorno de provas.
14. O candidato que terminar sua prova não poderá utilizar os banheiros destinados aos candidatos que ainda estiverem realizando.
15. Está disponível na última folha do Caderno de Questões um gabarito para ser preenchido e destacado. Este pode ser levado
pelo candidato.

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LÍNGUA PORTUGUESA

A educação para a ética: sem a desculpa do "não fui só eu"


De Guilherme Perez Cabral
Precisamos parar para pensar no valor de nossas ações. Distinguir melhor o
que é certo do que é errado. E nos esforçar para conseguir agir de acordo com esse
entendimento. Falo de ética.
São precárias as possibilidades do nosso tempo, já disse o advogado e poeta
Paulo de Tarso. E, no cenário profundamente antiético, um disparate tem chamado à
atenção. Para aquele momento em que, descoberto em roubalheiras, não dá mais
para negar o óbvio, o submundo da política nacional tem utilizado uma péssima
desculpa. Para abrandar a pena, quem sabe, se livrar dela, com cara coitado,
inocente injustiçado, diz por aí, para quem quiser ouvir: "...mas não fui só eu".
O argumento não é novo. Ouvimos de crianças em formação. Na escola onde
estudei, a resposta, por si só, sempre mereceu a censura não raro maior do que a
falta praticada. A novidade é o uso oficial, descarado, pela politicagem.
[...]
Roubar e falar, depois, que "não fui só eu" é sem-vergonhice, safadeza
mesmo. Mais um sintoma muito sério do estado terminal ético que estamos vivendo.
[...]
A pobreza ética atual, contudo, não significa que estamos incapacitados para
uma experiência melhor. Não é um dado antropológico do brasileiro, feito uma
segunda natureza irreversível.
O que nos faltam são boas lições de ética, o debate e aprendizado profundo
sobre o que isso quer dizer. Se o mundo adulto está quase perdido, foquemos – os
que não se perderam ainda – na geração que vem. A formação ética, aliás, constitui
elemento central da educação básica, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais.
A ética não é um catálogo abstrato de bons comportamentos, aprendido numa aula
de "educação moral e cívica" e, na prática, ignorado sistematicamente. Não se trata,
também, de um conjunto de regras que cumprimos, sem saber muito bem o porquê,
só porque Deus, o pai, o professor ou o líder espiritual ou político mandou. Ética tem
a ver com deveres que cumprimos porque, para nós, isso é o certo, é o justo, ainda
que o mundo insista em descumpri-los. São deveres que fazem parte de nós.
Isso é a autonomia, que define a vida democrática: a autodeterminação por
normas que nos demos, que aprendemos, criticamos, melhoramos e concordamos.
Por isso, seguimos, independentemente de que (e quem) estejam nos olhando. É a
consciência do andar "direito", livre e responsável. Nos alerta, permanentemente,
que a falta de respeito, a corrupção alheia não justifica que andemos errado também.

Texto adaptado. Disponível em: www.educacao.uol.com.br

Em relação ao emprego dos conectivos no texto, avalie os itens a seguir:


1. (C) (E) No período: “E nos esforçar para conseguir agir de acordo com esse
entendimento”, é possível substituir a locução destacada pelo conectivo “conforme”,
sem que isso altere o sentido.

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2. (C) (E) A locução “de acordo”, destacada no período do item anterior, indica
conformidade.
3. (C) (E) No período: “A pobreza ética atual, contudo, não significa que estamos
incapacitados para uma experiência melhor”, o conectivo destacado remete ao
sentido de adição, soma de ideias.
4. (C) (E) Como o conectivo “contudo”, destacado no item anterior, apresenta a ideia
de adição, tal conectivo pode ser substituído pela locução “como também”.
5. (C) (E) Na frase: “Para abrandar a pena”, o conectivo destacado indica uma relação
de finalidade.

O pronome é uma classe de palavras que serve para substituir um nome, ou para
indicar as pessoas do discurso. O pronome também pode auxiliar na organização do
texto como elemento de coesão. Sobre a classificação e o emprego dos pronomes
do texto, analise os itens a seguir:
6. (C) (E) No período: “Precisamos parar para pensar no valor de nossas ações”, o
pronome “nossas” é um pronome possessivo que, nesse caso, determina o
substantivo “ações”.
7. (C) (E) O pronome “esse”, que aparece no período: “E nos esforçar para conseguir
agir de acordo com esse entendimento”, é um pronome demonstrativo e, além disso,
funciona como elemento de coesão textual, pois retoma o verbo “conseguir”,
evitando, assim, sua repetição.
8. (C) (E) Na oração: "...mas não fui só eu", a palavra destacada é um pronome
pessoal.
9. (C) (E) No período: “O que nos faltam são boas lições de ética”, o pronome “nos” é
um pronome pessoal, que tem a função de sujeito da frase.
10. (C) (E) No período: “Ética tem a ver com deveres que cumprimos”, a palavra
destacada é um pronome relativo, que se apresenta como elemento de coesão
textual, uma vez que retoma a palavra “ética”.

O texto apresenta como tema uma reflexão a respeito da ética como elemento
fundamental das relações humanas. Ao longo do texto, o autor traz alguns
argumentos para desenvolvimento do texto. Com base nisso, analise os itens a
seguir:

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11. (C) (E) Um argumento trabalhado pelo autor é o de que nenhuma pessoa pode ser
punida por um ato ilícito, quando há muitas outras pessoas que praticam o mesmo
ato.
12. (C) (E) De acordo com o autor, desde cedo, já na escola, o indivíduo é instruído de
como fazer para se isentar da responsabilidade de seus atos.
13. (C) (E) Para o autor, mesmo que a sociedade, na atualidade, viva uma pobreza
ética, isto não deve levar ao comodismo e ao conformismo, como se a falta de ética
fosse uma característica inerente do povo brasileiro.
14. (C) (E) Segundo o autor, a falta de ética ainda persiste no Brasil, mesmo havendo
bons exemplos de conduta ética e profunda reflexão sobre esse assunto.
15. (C) (E) Para o autor, uma alternativa importante eleger formação ética como o
centro da formação dos alunos, na educação básica.

Sobre o uso das formas verbais, no texto, analise os itens a seguir:


16. (C) (E) Os infinitivos verbais “roubar” e “falar”, destacados no período: “Roubar e
falar, depois, que "não fui só eu" é sem-vergonhice, safadeza mesmo”, nesse
contexto, estão substantivados e funcionam como sujeito da oração.
17. (C) (E) Na frase: “Na escola onde estudei [...]”, o verbo destacado está conjugado no
pretérito perfeito.
18. (C) (E) Na frase: “Precisamos parar para pensar no valor de nossas ações”, o verbo
destacado encontra-se no presente do indicativo e não apresenta sujeito.
19. (C) (E) Na frase: “[...] os que não se perderam ainda [...]” o verbo está na voz ativa.
20. (C) (E) No período: “Isso é a autonomia, que define a vida democrática”, o verbo
destacado é transitivo direto.

MATEMÁTICA

O gráfico abaixo representa os principais destinos das importações e exportações


brasileiras no ano de 2014 em bilhões de dólares. Com base nisso, julgue os itens a
seguir:

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Fonte: Secex/MDIC. Elaboração: AEB. Exportações e importações Brasileiras por principais blocos econômicos.

21. (C) (E) Apenas na relação comercial com a união europeia a importação foi superior
à exportação.
22. (C) (E) O montante exportado pelo Brasil foi superior a U$ 210 bilhões de dólares.
23. (C) (E) A média aritmética da exportação brasileira foi inferior a U$ 26 bilhões de
dólares.
24. (C) (E) A média aritmética simples e ponderada das importações brasileiras em
bilhões de dólares é igual.
25. (C) (E) A maior razão entre exportação e importação nesta ordem foi com os
Estados Unidos.

Ao realizar uma pesquisa com 300 funcionários de uma empresa sobre a preferência
do dia da folga semanal com as opções sábado, domingo e segunda-feira constatou-
se:
I. 60 funcionários não tinham preferências sobre os dias ofertados.
II. 40 preferem o sábado e o domingo.
III. 10 preferem o sábado ou a segunda-feira.
IV. 30 preferem o sábado ou o domingo.
V. 13 preferem exclusivamente o sábado.
VI. 17 preferem exclusivamente o domingo.
VII. 20 preferem exclusivamente a segunda-feira.
Com base nas informações, julgue os itens a seguir:
26. (C) (E) O total de entrevistados foi superior a 200.

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27. (C) (E) 122 dos entrevistados têm o sábado entre seus dias preferidos para folga
semanal.
28. (C) (E) 120 entrevistados optaram pelo sábado entre suas preferências para folga
semanal.
29. (C) (E) 60 funcionários fizeram apenas opção para um único dia de folga semanal.
30. (C) (E) O domingo é o dia menos preferido entre os entrevistados.

INFORMÁTICA

Acerca dos Softwares Aplicativos do Microsoft Office e do Sistema Operacional


Windows 7, em sua configuração PADRÃO, versão em português, julgue os itens a
seguir:
31. (C) (E) Considerando o gerenciador de arquivos Windows Explorer, para selecionar
TODOS os arquivos de uma determinada pasta (diretório), basta acessar a
respectiva pasta e em seguida executar a tecla de atalho Ctrl + A.

32. (C) (E) A tecla de atalho WinKey ( ) + F2 exibe a Ajuda e Suporte do Windows.
33. (C) (E) No MS-Word 2007, o formato (efeito) VERSALETE faz com que os
caracteres apareçam como letras maiúsculas em um tamanho reduzido. A
formatação em versalete não afeta os números, ou seja, quando aplicada nos
números não apresenta alteração visível em seu formato original.
34. (C) (E) Considerando o MS-Excel 2007, e a planilha a seguir, ao executar a fórmula
contida na célula C5, será exibida uma mensagem de erro para o usuário, pois a
célula C3 está vazia.

35. (C) (E) No PowerPoint 2007, para iniciar a apresentação de slides a partir do
primeiro slide, basta pressionar a tecla F5.

CONHECIMENTOS GERAIS

Para medir as variações no padrão de qualidade de vida das diferentes populações


do globo, o programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PnuD) criou o

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Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A apuração desses índices considera
alguns indicadores:
36. (C) (E) São três indicadores que acabam se transformando em apenas um único
quando se aplica o cálculo da média geométrica.
37. (C) (E) A apuração dos índices de IDH considera a educação, a longevidade e a
renda.
37 (C) (E) Atualmente apenas a longevidade é levada em consideração, pois a média
de vida aumentou de 76 para 85 anos em todo o globo.
39. (C) (E) Apenas a longevidade e a taxa de mortalidade infantil que são muito
discrepantes em países com muitas desigualdades entre esses dois níveis de idade.
40. (C) (E) Em 2014 houve mudanças na forma de calcular o índice. Segundo o PnuD,
os indicadores continuam os mesmos, apenas a forma de aplicar os critérios de um
país não influenciam o resultado dos outros.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

A relação professor-aluno é uma condição do processo de aprendizagem, pois essa


relação dinamiza e dá sentido ao processo educativo. Apesar de estar sujeita a um
programa, normas da instituição de ensino, a interação do professor e do aluno
forma o centro do processo educativo. A esse respeito, julgue os itens:
41. (C) (E) Pode se mostrar conflituosa, pois se baseia no convívio de classes sociais,
culturas, valores e objetivos diferentes.
42. (C) (E) Sendo bem trabalhada, é bastante tranquila.
43. (C) (E) Para exercer a autoridade, o docente deve saber da importância do seu
trabalho e mesclar com a afetividade a sua autoridade, recorrendo, então, ao
diálogo.
44. (C) (E) O professor pode utilizar a liderança para inibir a criatividade do aluno e criar
uma relação de respeito a ele e ao seu trabalho.
45. (C) (E) O relacionamento professor-aluno é dinâmico e, portanto, difícil de ser
previsto e administrado.

O processo construtivista consiste no incentivo à construção da autonomia do aluno


ao mesmo tempo em que desperta expectativa sobre a temática em estudo,
possibilita a participação de outros alunos na socialização do saber construído por
intermédio dos trabalhos em grupo. Sobre esse processo podemos afirmar que:

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46. (C) (E) O conhecimento sistematizado se constitui em um instrumento que
possibilita a apreensão da realidade e subsidia a solução de situações-problema da
vida prática.
47. (C) (E) Os objetivos são operacionalizados e decididos com base em critérios que
fixem os comportamentos de entrada, os intermediários e aqueles que o estudante
deve exibir ao final do processo de ensino.
48. (C) (E) A metodologia centraliza-se na experiência do estudante para condicionar
seu comportamento.
49. (C) (E) A avaliação da aprendizagem supervaloriza o acerto (a incidência de erro
deve ser igual à zero).
50. (C) (E) O planejamento detalha os objetivos por meio dos comportamentos
observáveis e mensuráveis.

Para Vygotsky, o desenvolvimento humano é uma tarefa conjunta e recíproca. No


caso da escola, o papel do professor nesse contexto é:
51. (C) (E) Ser o parceiro mais experiente que promove, organiza e provê situações em
que as interações das crianças, entre si e com o meio, sejam provedoras de
desenvolvimento.
52. (C) (E) Interferir na zona de desenvolvimento proximal dos alunos, provocando
avanços que não ocorreriam de forma espontânea.
53. (C) (E) Organizar os jogos e materiais, relacionados aos mais diferentes campos do
conhecimento (linguagens, matemática, ciências, artes).
54. (C) (E) Centralizar o processo de ensino e de aprendizagem.
55. (C) (E) Seguir as orientações dos demais profissionais da escola, para organizar o
ambiente de trabalho do seu grupo.

A teoria e a prática da Pedagogia Histórico-Crítica implicam uma profunda reforma


do pensamento, das ideias, das concepções, o que somente se consegue com muito
esforço, dedicação, estudo, experimentações, coragem de inovar, de divergir, de
arriscar, de assumir desafios. Nessa perspectiva:
56. (C) (E) O conteúdo produzido e acumulado historicamente, expresso, hoje, nas
diversas áreas do conhecimento e transposto para a escola, por meio das
disciplinas é um elemento fundamental de formação humana na perspectiva da
transformação social.

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57. (C) (E) Como forma prática de avaliar a apropriação dos conhecimentos, podem ser
utilizados procedimentos que manifestem tanto a apreensão intelectual como sua
aplicação fora da sala de aula.
58. (C) (E) A avaliação seja formal ou informal, oral ou escrita, deve expressar,
segundo as dimensões estudadas, o nível de apropriação do conteúdo científico, em
função de sua aplicação fora da escola, quer individualmente ou pelo grupo social.
59. (C) (E) Tem como objetivo a aquisição do conhecimento científico em função da
transformação social.
60. (C) (E) Os conteúdos desse processo podem ser trabalhados em si mesmos como
temas de uma disciplina curricular em curso de formação de professores.

Desenvolver atividades com base em projeto é uma prática atual, que vem se
tornando comum em todas as áreas do conhecimento e setores organizacionais.
Particularmente na área educacional, o volume de ações embasadas em projetos é
percebido em todos os níveis e setores do sistema da educação, seja pública ou
privada. Sobre a pedagogia de projetos:
61. (C) (E) Permite a participação de todos, é certo afirmar que só se aprende a “fazer
fazendo”.
62. (C) (E) A responsabilidade é de todos, mas é a responsabilidade individual que é
fundamental, pois esta é a marca do projeto interdisciplinar.
63. (C) (E) O sucesso de um trabalho interdisciplinar está contido apenas no processo
de integração das disciplinas.
64. (C) (E) O aluno aprende no processo de produzir, de levantar dúvidas, de pesquisar
e de criar relações que incentivam novas buscas, descobertas, compreensões e
reconstruções de conhecimento.
65. (C) (E) Deve ser visto como uma opção puramente metodológica.

O planejamento em educação pode ocorrer em diferentes níveis, desde os sistemas


de ensino, passando pelas unidades educativas, até o trabalho do professor no
cotidiano da sala de aula. Sobre o planejamento do trabalho em sala de aula:
66. (C) (E) Tem sempre sua origem num projeto pedagógico institucional que dinamiza
as direções do ensino, detalhadas num plano de curso e de unidade.
67. (C) (E) É uma previsão de atividades desvinculadas de um plano de ensino mais
amplo visto que se refere a uma classe.
68. (C) (E) Serve para que o trabalho do professor seja mais intenso e menos produtivo.

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69. (C) (E) Expressa as opções do professor diante de seu contexto de trabalho, que i
mplica pensar simultaneamente o conteúdo e os sujeitos com os quais interage.
70. (C) (E) Possibilita ao professor, na medida do possível e do desejável, manter a
articulação da disciplina como um todo pela relação com o plano de ensino e ainda
realizar uma autoavaliação da aula ou uma avaliação cooperativa para orientar
decisões futuras.

Os conteúdos de ensino devem ser vistos como meio para que os alunos
desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens
culturais, sociais e econômicos. Sobre os conteúdos de ensino, podemos afirmar
que:
71. (C) (E) Os conteúdos podem ser abordados em três grandes categorias: conteúdos
conceituais, que envolvem fatos e princípios; conteúdos procedimentais e conteúdos
atitudinais, que envolvem a abordagem de valores, normas e atitudes.
72. (C) (E) Conteúdos procedimentais referem-se à construção ativa das capacidades
intelectuais para operar com símbolos, ideias, imagens e representações que
permitem organizar a realidade.
73. (C) (E) É por meio deles que os propósitos da escola são operacionalizados, ou
seja, manifestados em ações pedagógicas.
74. (C) (E) A memorização de conceitos é um processo mecânico e deve ser evitada.
75. (C) (E) O aprendizado de procedimentos ocorre de forma espontânea.

A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre a
sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de
aspectos que devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para
o processo de aprendizagem individual ou de todo grupo. Sobre a avaliação,
podemos afirmar que:

76. (C) (E) O acompanhamento e a reorganização do processo de ensino e


aprendizagem na escola inclui, necessariamente, uma avaliação inicial, para o
planejamento do professor, e uma avaliação ao final de uma etapa de trabalho.
77. (C) (E) A avaliação investigativa inicial instrumentalizará o professor para que possa
pôr em prática seu planejamento de forma adequada às características de seus
alunos.
78. (C) (E) A avaliação inicial implica a instauração de um longo período de diagnóstico.

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79. (C) (E) Como instrumento para o desenvolvimento das atividades didáticas requer
que ela seja interpretada como um momento estático do processo de construção do
conhecimento.
80. (C) (E) Avaliar a aprendizagem significa avaliar o aluno.

As adaptações curriculares previstas nos níveis de concretização da educação


apontam a necessidade de adequar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação, de
forma a atender a diversidade existente no País. Nessa perspectiva, podemos
afirmar que:
81. (C) (E) A educação escolar deve considerar a diversidade dos alunos como
elemento essencial a ser tratado para a melhoria da qualidade de ensino e
aprendizagem.
82. (C) (E) A atenção à diversidade deve se concretizar em medidas que levem em
conta não só as capacidades intelectuais e os conhecimentos de que o aluno
dispõe, mas também seus interesses e motivações.
83. (C) (E) Deve-se dar especial atenção ao aluno que demonstrar a necessidade de
resgatar a autoestima.
84. (C) (E) A escola, ao considerar a diversidade, tem como valor máximo o respeito às
diferenças, como um elogio à desigualdade.
85. (C) (E) A atenção à diversidade é um princípio comprometido com a equidade.

A consideração do tempo como variável que interfere na construção da autonomia


permite ao professor criar situações em que o aluno possa progressivamente
controlar a realização de suas atividades. Sobre a organização do tempo:
86. (C) (E) A vivência do controle do tempo pelos alunos se insere dentro de limites
criteriosamente estabelecidos pelo professor, que se tornarão menos restritivos à
medida que o grupo desenvolva sua autonomia.
87. (C) (E) É preciso que o professor defina claramente as atividades, estabeleça a
organização em grupos, disponibilize recursos materiais adequados e defina o
período de execução previsto, dentro do qual os alunos serão livres para tomar suas
decisões.
88. (C) (E) Por meio das orientações precisas do professor, o aluno toma consciência
de suas possibilidades e constrói mecanismos de autorregulação que possibilitam
decidir como alocar seu tempo.

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89. (C) (E) O aluno aprende a controlar o tempo, seguindo as orientações e o tempo
estabelecido pelo professor.
90. (C) (E) Basta ter um relógio para que o aluno aprenda a controlar o tempo seu e dos
colegas.

A despeito de sua importância, do interesse que possa despertar e da variedade de


temas que envolve, o ensino de Ciências Naturais tem sido frequentemente
conduzido de forma desinteressante e pouco compreensível. Sobre o ensino de
ciências, podemos afirmar que:
91. (C) (E) Deve priorizar na abordagem dos conhecimentos as definições e
classificações que devem ser decoradas pelo estudante.
92. (C) (E) Deve utilizar observações, experimentações, jogos, diferentes fontes textuais
para obter e comparar informações.
93. (C) (E) É essencial considerar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes,
relacionado suas experiências, sua idade, sua identidade cultural e social, e os
diferentes significados e valores que as Ciências Naturais podem ter para os
estudantes.
94. (C) (E) O interesse e a curiosidade dos estudantes pela natureza, pela Ciência, pela
Tecnologia e pela realidade local e universal, conhecidos também pelos meios de
comunicação, favorece o envolvimento e o clima de interação que precisa haver
para o sucesso das atividades, pois neles encontram mais facilmente significado.
95. (C) (E) É sempre essencial a atuação do professor, informando, apontando
relações, questionando a classe com perguntas e problemas desafiadores, trazendo
exemplos, organizando o trabalho com vários materiais: coisas da natureza, da
tecnologia, textos variados, ilustrações etc.

A Matemática, surgida na Antiguidade por necessidades da vida cotidiana,


converteu-se em um imenso sistema de variadas e extensas disciplinas. Como as
demais ciências, reflete as leis sociais e serve de poderoso instrumento para o
conhecimento do mundo e domínio da natureza. Sobre o conhecimento matemático,
podemos afirmar que:
96. (C) (E) Há certos traços que a caracterizam: abstração, precisão, rigor lógico,
caráter irrefutável de suas conclusões, bem como o extenso campo de suas
aplicações.

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97. (C) (E) O aspecto concreto da matemática revela-se no tratamento de relações
quantitativas e de formas espaciais, destacando-as das demais propriedades dos
objetos.
98. (C) (E) A vitalidade da Matemática deve-se também ao fato de que, apesar de seu
caráter abstrato, seus conceitos e resultados têm origem no mundo real e
encontram muitas aplicações em outras ciências e em inúmeros aspectos práticos
da vida diária.
99. (C) (E) O conhecimento matemático é fruto de um processo de que fazem parte a
imaginação, os contraexemplos, as conjecturas, as críticas, os erros e os acertos.
100. (C) (E) A Matemática desenvolve-se mediante um processo conflitivo entre muitos
elementos contrastantes: o concreto e o abstrato, o particular e o geral, o formal e o
informal, o finito e o infinito, o discreto e o contínuo.

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RASCUNHO

Destaque Aqui

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GABARITO
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA – PR Edital Nº 172/2015
http://www.fundacaofafipa.org.br/concurso

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CARGO: PROFESSOR – DOCÊNCIA DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL


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