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DIVISÃO DE ENGENHARIA

ENGENHARIA INFORMÁTICA - 1º ANO TURMA A

TRABALHO REFERENTE A CADEIRA DE MATEMÁTICA

TEMA: Funções reais de variáveis real

Discente : Docente:

Amarildo Paulino Sitélio Machaia Ranguisse

Catarina Mario

Cosme severiano junior

Estencia Simango

Emerson Sigauque

José orlandoMacamo

Leonardo Equeson

Mayesso Magagula

Selso Alone

Tarquinio jaime

Isabel Amissi

Tete, Abril de 2018


Índice
1. Introdução.................................................................................................................. 1
2. Função ....................................................................................................................... 2
2.1. Domínio e contradomínio de uma função ............................................................. 4
Domínio de uma função ................................................................................................ 4
Contradomínio de uma função ...................................................................................... 4
3. Função 10 grau ........................................................................................................... 5
4. Função quadrática ..................................................................................................... 5
5. Equação biquadraticas ............................................................................................... 6
6. Função exponencial ................................................................................................... 7
7. Função logarítmica .................................................................................................... 8
8. Função trigonométrica............................................................................................... 9
Noções de radiano ............................................................................................................ 9
Noções de período .......................................................................................................... 10
Função seno .................................................................................................................... 10
Função co-seno ............................................................................................................... 11
Função tangente .............................................................................................................. 12
Função co-tangente ......................................................................................................... 12
9. Função homógrafa ................................................................................................... 13
10. Operações entre funções ...................................................................................... 13
Soma e diferença de funções .......................................................................................... 13
Multiplicação de funções ................................................................................................ 14
Divisão de funções ......................................................................................................... 14
11. Função injectiva, sobrejectiva e bijectiva. ........................................................... 14
Como verificar se f é sobrejectiva, injectiva ou bijectiva? ............................................. 16
12. Função inversa ..................................................................................................... 17
13. Função monótona ................................................................................................ 17
14. Função par e função impar .................................................................................. 17
15. Conclusão ............................................................................................................ 20
16. Bibliografia .......................................................................................................... 21
1. Introdução
Neste presente trabalho versa sobre funções reais de variáveis reais onde iremos
destacar as definições (função, funções lineares, funções quadráticas e funções lineares),
domínio de uma função, contradomínio de uma função, estudo completo de uma função,
classificação de uma função, paridade de uma função, função do segundo primeiro grau,
função do segundo grau, equação do segundo terceiro grau.

1
2. Função
Dada correspondência entre os conjuntos A e B (correspondência f):

Chama-se função ou aplicação f, à correspondência entre o conjunto A e o conjunto B


se cada elemento X de A corresponde um e um só elemento Y de B.

Escreve-se: f: A→B

X Y
1 2
2 4
3 6
Simbolicamente:

f é função de A em B, se ⩝ x ∈ A, ∃ Y ∈ B: (X;Y) ∈ f

Onde:

X é objecto ou variável independente;

Y é imagem ou variável dependente;

Assim: f(1)=2, f(2)=4, f(3)=6, onde o objecto de f=(1,2,3) imagem de f(2,4,6).

Chama-se função real de variável real toda a aplicação de um subconjunto de ℝ em ℝ.

Exemplo: 1. Vamos verificar qual das seguintes correspondências represente uma


função de variável real.

Esta correspondência representa uma função porque a cada objecto corresponde uma
imagem.

2
Esta correspondência não representa nenhuma função porque há um objecto sem
imagem (d)

As funções reais de variáveis real podem representar-se por gráficos cartesianos. O


gráfico de uma função real de variável real é o conjunto dos pontos do plano cartesiano
que tem (x, f(x)) como coordenadas.

Exemplo: 1. Vamos observar os gráficos seguintes, depois, justificar porque nenhum


deles corresponde a imagem de uma função.

Observa os pontos (1,1) e (1,2). Verifica-se que o objecto 1 tem duas imagens. Logo
não se trata de uma função.

3
Observa os pontos (2,2) e (2,4). Verifica-se que o objecto 2 tem duas imagens. Logo
não se trata de uma função.

Importante: se um gráfico representa uma função, nenhuma recta vertical o intersecta


em mais que um ponto.

2.1.Domínio e contradomínio de uma função

Domínio de uma função


É o conjunto dos objectos, em uma função e representa-se Df. No sistema cartesiano
ortogonal (SCO), são os valores de eixo dos X.

Contradomínio de uma função


É o conjunto das imagens numa função e representa-se por D΄f ou C.Df.

No SCO são os valores de eixo dos Y, podendo também se escrever Imf.

Numa função esta definida quando se conhece:

 O domínio;
 O processo de transformação de elemento de domínio em elemento do
contradomínio (expressão analítica);
 O conjunto de chegada;

Exemplo: 2.Vamos indicar o domínio e o contradomínio das funções representadas


graficamente.

4
3. Função 10 grau
Toda função do tipo f(x)=ax+b ou y=ax+b é uma função linear do 10 grau a e b ∈ IR. O
maior expoente de x é 1. O gráfico da função é uma linha recta.

2x+2=o

2x=-2

2
X=-2

X=-1

4. Função quadrática
Toda função do tipo f(x)= ax2+bx+c com a, b, c ∈ IR a ≠0, é uma função do segundo
grau. O maior expoente x=2, e toda função deste tipo é chamada função quadrática.

Toda a função do tipo 𝑦 = 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 pode apresentar um dos seguintes casos:

5
Exemplo: resolução da seguinte equação f(x)=x2+3x-4

−3±5
∆= b2-4ac x1/2= 2

∆= (3)2-4.1. (4)

∆=9+16=25

X1 =1

X2=-4

5. Equação biquadraticas

Toda função do tipo ax3+bx2+cx+d=0, é do terceiro grau e ela contem três raízes como
solução. Toda função com maior variável igual a três chama-se de função de terceiro
grau.

f(x)=x3+3x2-4x

x=0 v x2+3x+4

−3±5
∆= b2-4ac x1/2= 2

∆= (3)2-4.1. (4)

X1 =1

X2=-4

6
6. Função exponencial
Dizemos que uma função e exponencial quando a variável se encontra no expoente de
um número real, sendo que esse número precisa ser maior que zero e diferente de um.
Podemos explicar tal condição usando a seguinte definição.

f: ℝ→ℝ tal que y=ax, sendo que a>0 e a≠ 1.

O gráfico da função exponencial é definido de acordo com o valor da base a, observe o


gráfico.

Exemplo: dada a função f(x)=3𝑥 , vamos indicar

 O domínio e a imagem de f;

Primeiro vamos construir o gráfico

𝐷𝑓 : 𝑥𝜖ℝ

𝐶𝐷𝑓 : 𝑦𝜖ℝ

7
7. Função logarítmica

Chama-se logaritmo de um numero positivo x na base a ao numero y tal que 𝑎 𝑥 = 𝑥.


Isto é: 𝑦 = 𝑙𝑜𝑔𝑎 𝑥(𝑥 > 0, 𝑎 > 0, 𝑎 ≠ 1)

Exemplos:

𝑙𝑜𝑔2 8 = 3 𝑝𝑜𝑟𝑞𝑢𝑒 8 = 23

1
𝑙𝑜𝑔1 8 = −3 𝑝𝑜𝑟𝑞𝑢𝑒 8 = ( )3
2 2

Vamos determinar a função inversa (𝑓 −1 ) da função 𝑦 = 𝑎 𝑥 .

𝑦 = 𝑎 𝑥 ⇔ 𝑥 = 𝑎 𝑦 , Fazendo uma troca de x por y. Isto é: 𝑦 = 𝑙𝑜𝑔𝑎 𝑥

A função inversa (𝑓 −1 ) Da função exponencial chama-se função logarítmica.

Toda a função do tipo y=𝑙𝑜𝑔𝑎 𝑥 pode apresentar um dos seguintes casos:

8
8. Função trigonométrica

A função trigonométrica é uma função de variável real.

Noções de radiano
Chama-se radiano a amplitude de um arco de circunferência de comprimento igual ao
raio.

A fórmula que relaciona o perímetro de uma circunferência com o seu raio r é p=2𝜋𝑟.

Por isso, podemos escrever que 2𝜋𝑟 corresponde a 360°. Logo, conclui-se que:

360° = 2𝜋 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑛𝑜

A fórmula 360° = 2𝜋 𝑟𝑎𝑑𝑖𝑎𝑛𝑜 permite passar facilmente do sistema sexagesimal (em


graus) para o sistema circular (radianos).

Exemplo: vamos converter x=30° para radianos.

30° 𝑥
=
360° 2𝜋

30° ∙ 2𝜋
𝑥=
360°

𝜋
𝑥= 𝑟𝑎𝑑
6
𝜋
Isto é, 30° = 6 𝑟𝑎𝑑.

9
Noções de período
Os valores do seno e do co-seno se repetemy quando adicionados a aaplitude do ângulo
2𝜋rad ou qualquer múltiplo de 2𝜋𝑟𝑎𝑑.

 ∀𝛼: 𝑠𝑒𝑛(𝑎 + 𝑛 ∙ 2𝜋)𝑟𝑎𝑑 = 𝑠𝑒𝑛 𝛼, 𝑛 ∈ 𝕫


 ∀𝛼: 𝑐𝑜𝑠(𝑎 + 𝑛 ∙ 2𝜋)𝑟𝑎𝑑 = 𝑐𝑜𝑠 𝛼, 𝑛 ∈ 𝕫

Diz-se que 2𝜋 é o período mínimo do sene e do co-seno.

𝜋
 ∀∝≠ 2 + 𝑘𝜋𝑟𝑎𝑑: 𝑡𝑔(∝ +𝑛 ∙ 𝜋)𝑟𝑎𝑑 = 𝑡𝑔 ∝, 𝑛 ∈ 𝕫

Diz-se que 𝜋 é o periodo mínimo da tangente.

Na determinação do período duma função do tipo 𝑦 = 𝑎 𝑠𝑒𝑛 (𝑏𝑥 + 𝑐) + 𝑑, o periodo


2𝜋
é𝑝 = .
|𝑏|

Função seno
Vamos rever algumas propriedades gerais da função seno:

 O domínio: 𝑥 ∈ ℝ;
 O contradomínio: 𝑦 ∈ [−1; 1];
 Os zeros da função seno: 𝑥 = 𝑛𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;
1
 Os máximos da função seno: 𝑥 = 2𝑛𝜋 + 2 𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;
3
 Os mínimos da função seno: 𝑥 = 2𝑛𝜋 + 2 𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;
2𝑛𝜋−𝜋 2𝑛𝜋+𝜋
 A função seno é crescente nos intervalos [ ; ] ; 𝑛 ∈ 𝕫;
2 2
2𝑛𝜋+𝜋 2𝑛𝜋+𝜋
 A função seno é decrescente nos intervalos [ ; ] ; 𝑛 ∈ 𝕫;
2 2𝜋

 A função seno é impar porque f(-x)= -f(x), isto é, o gráfico de uma função seno é
simétrico em relação à origem do referencial;
 2𝜋 é o período máximo do seno.

Em baixo, observa-se um esboço gráfico da função y=senx

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Função co-seno
Vamos rever algumas propriedades gerais da função co-seno:

 O domínio: 𝑥 ∈ ℝ;
 O contradomínio: 𝑦 ∈ ℝ;
𝑛𝜋+𝜋
 Os zeros da função co-seno: 𝑥 = ; 𝑛 ∈ 𝕫;
2

 Os máximos da função co-seno: 𝑥 = 2𝑛𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;


 Os mínimos da função co-seno: 𝑥 = 2𝑛𝜋 + 𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;
 A função co-seno é crescente nos intervalos[2𝑛𝜋 − 𝜋, 2𝑛𝜋]; 𝑛 ∈ 𝕫;
 A função co-seno é decrescente nos intervalos[2𝑛𝜋, 𝜋 − 2𝑛𝜋]; 𝑛 ∈ 𝕫;
 A função co-seno é par porque f(-x)=f(x), isto é, o gráfico de uma função co-
seno é simétrico em relação ao eixo das ordenadas;
 2𝜋 é o periodo mínimo do co-seno.]

A baixo, observa-se um esboço gráfico da função y=cosx

11
Função tangente
Vamos rever algumas propriedades de uma função tangente:

𝑛𝜋+𝜋
 O domínio: 𝑥 ∈ ℝ\ [ ] ; 𝑛 ∈ 𝕫;
2

 Contradomínio: 𝑥 ∈ ℝ;
 Os zeros da função tangente: 𝑥 = 𝑛𝜋; 𝑛 ∈ ℝ;
 A função tangente é crescente em qualquer intervalo em que esteja definida;
 A tangente é uma função impar porque 𝑡𝑔(−𝑥) = −𝑡𝑔𝑥;
 O período mínimo da tangente é 𝜋.

Em baixo, observa-se um esboço gráfico da função y=tgx.

Função co-tangente
Vamos rever algumas propriedades de função co-tangente:

 O domínio: 𝑥 ∈ ℝ\[𝑛𝜋]; 𝑛 ∈ 𝕫;
 O contradomínio: 𝑦 ∈ ℝ;
𝜋
 Os zeros da função co-tangente x: 𝑥 = 2 + 2𝑛𝜋; 𝑛 ∈ 𝕫;

 A função co-tangente é sempre decrescente no seu domínio;


 A co-tangente é uma função impar porque cotg(-x)=-cotgx;
 𝜋 é o periodo mínimo da co-tangente.

Em baixo observa-se um esboço gráfico da função y=cotgx.

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9. Função homógrafa

𝑎𝑥+𝑏
As funções do tipo 𝑓(𝑥) = 𝑐𝑥+𝑑 onde a, b, c e d são números reis chmmam-se funções

homográficas se 𝑐 ≠ 0.

𝑎𝑥+𝑏 𝑑
O domínio de uma função homográfica 𝑓(𝑥) = é 𝑥 ∈ ℝ(− 𝑐 )
𝑐𝑥+𝑑

Algumas propriedades das funções homográficas:

𝑑
 D: 𝑥 ∈ ℝ(− 𝑐 )
𝑑
 AV: 𝑥 = − 𝑐 ;
𝑎
 AH: 𝑦 = 𝑐 ;
𝑑 𝑎
 O centro do gráfico é o ponto (− 𝑐 , 𝑐 );
𝑑
 O zero da função é 𝑎𝑥 + 𝑏 =⇔: 𝑥 = − 𝑎;
𝑏
 A ordenada na origem é𝑓(0) = 𝑐 ;

 A função é injectiva e não sobrejectiva.

10. Operações entre funções

Soma e diferença de funções


Dadas duas funções de variável real f e g, chama-se soma (diferença) de f e g e designa-
se por f+g(f-g) à função com as seguintes características:

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 O domínio é a intersecção dos domínios de f e de g: 𝐷𝑓±𝑔 = 𝐷𝑓 ∩ 𝐷𝑔 ;
 (𝑓 ± 𝑔)(𝑥) = 𝑓(𝑥) ± 𝑔(𝑥), ∀𝑥 ∈ 𝐷𝑓±𝑔 .

Multiplicação de funções
Dadas duas funções de variável real f e g, chama-se produto de f e g e designa-se por 𝑓 ∙
𝑔 à função com as seguintes características:

 O domínio é a intersecção dos domínios de f e de g: 𝐷𝑓∙𝑔 = 𝐷𝑓 ∩ 𝐷𝑔 ;


 (𝑓 ∙ 𝑔)(𝑥) = 𝑓(𝑥) ∙ 𝑔(𝑥), ∀𝑥 ∈ 𝐷𝑓∙𝑔 .

Divisão de funções
Dadas duas funções da variais reais f e g, chama-se divisão de f por g e designa-se por à
função com as seguintes características:

𝑓 𝑓(𝑥)
 ∀𝑥 ∈ 𝐷𝑓 𝑒 𝑔(𝑥) ≠ 𝑜, (𝑔)(𝑥) = 𝑔(𝑥).

1
Exemplo: 1.sendo 𝑓(𝑥) = 2𝑥 + 3 𝑒 𝑔 = 𝑥+1, vamos efectuar e indicar o domínio de:

𝑓
1.1.f+g 1.2.f-g 1.3.𝑓 ∙ 𝑔 1.4.𝑔

1 2𝑥 2 +3𝑥+3+4
1.1.f+g=(2𝑥 + 3) + 𝑥+1 = , 𝐷: ℝ\{−1}
𝑥+1

1 2𝑥 2 +3𝑥+3−1
1.2. f-g=(2𝑥 + 3) − 𝑥+1 = , 𝐷: ℝ\{−1}
𝑥+1

1 2𝑥+3
1.3. 𝑓 ∙ 𝑔 = (2𝑥 + 3) ∙ 𝑥+1 = , 𝐷: ℝ\{−1}
𝑥+1

𝑓 (2𝑥+#)
1.4. 𝑔 = 1 = (2𝑥 + 3) ∙ (𝑥 + 1) = 2𝑥 2 + 5𝑥 + 3, 𝐷: ℝ\{−1}
𝑥+1

11. Função injectiva, sobrejectiva e bijectiva.

Sobrejectiva quando o contradomínio coincide com o conjunto de chegada.

f é sobrejectiva se ∀ 𝜸 ∈ 𝑩, ∃ 𝒙 ∈ 𝑨: 𝜸 = 𝒇(𝒙)

exemplo: 1.vamos verificar se as funções apresentadas a seguir são ou não


sobrejectivas.

14
Injectiva quando objectos diferentes têm sempre imagens diferentes, isto é:

X1≠X2 ↔ f(x1)≠f(x2), ⩝ X1, X2∈ Df

Exemplo: 1. Vamos verificar as funções abaixos são ou não injectivas.

15
Bijectiva só e somente quando for injectava e sobrejectiva simultaneamente.

Exemplo: 1. Vamos verificar se as funções abaixo representadas são ou não bijectivas.

Como verificar se f é sobrejectiva, injectiva ou bijectiva?

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12. Função inversa

Seja f uma função injectiva de A em B. a relação inversa de B em A denomina-se


função inversa de F e representa-se por 𝑓 −1 .

13. Função monótona

Uma função y=f(x), diz-se monótona num dado intervalo, quando é crescente ou
decrescente nesse intervalo.

 A função f é crescente num intervalo C, se: ∀ 𝑥1 , 𝑥2 ∈ ℝ: 𝑥1 > 𝑥2 ⇒ 𝑓(𝑥1 ) >


𝑓(𝑥2 );
 A função
 A função f é decrescente num intervalo C, se ∀ 𝑥1 , 𝑥2 ∈ ℝ: 𝑥1 > 𝑥2 ⇒ 𝑓(𝑥1 ) <
𝑓(𝑥2 );

Exemplo:

14. Função par e função impar


Analisando os gráficos seguintes:

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 Uma função f diz-se par se os valores equidistantes da origem (simétricos)
tiverem a mesma imagem, isto é f(-x)=f(x), ⩝ x ∈ Df.
 Uma função f diz se impar se os valores simétricos de x correspondem imagens
simétricos, isto é: f(-x)= -f(x), ⩝∈ Df

Observações: O gráfico de uma função par é simétrico em relação ao eixo das


ordenadas. O gráfico de uma função impar é simétrico em relação a origem dos eixos
coordenados.

Exemplo: 1. vamos verificar se as seguintes funções são pares, ímpares ou nenhumas


delas.

1.1.f(x)𝑥 3

Nota-se que 𝑓(−𝑥) = −𝑓(𝑥)

Assim, a função é impar.

1.2.f(x)=𝑥 2 − 4

Nota-se que f(-x)=(−𝑥)2 − 4 = 𝑥 2 − 4 ou seja, f(-x)=f(x).

Assim, a função é par

1.3.f(x)=−2𝑥+3

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Nota-se que 𝑓(−𝑥) = −2(−𝑥) + 3 = 2𝑥 + 3

Esta função não é par nem impar, visto que f(x) não é igual a f(-x), nem é igual a –f(-x).

Funções compostos conjuntos A, B e C as funções f e g definidos em baixo:


A={-1;0;1;2}

B={-3;0;3;5;6}

C={-6;0;6;12}

Nota-se:

 f(-1) =3 e g(3)=-6 também g(-1)=-6;logo h(-1)=g[f(-1)]


 f(0) =0 e g(0)=0 também g(0)=0;logo h(0)=g[g(0)]
 f(1) =3 e g(3)=6 também f(1)=6;logo h(1)=g[f(1)]

Assim concluímos que h(x)=g [f(x)]

A função h chamamos função composta de g com f, a função composta representa-se


por h(x)=g [f(x)] ou h=g o f e lê-se g após f.

Seja f uma função de A em B e g uma função com f. A função composta de g com f, a


função h de A em C, definida com h(x)=g [f(x)], para todos X 𝜖 𝐴.

Exemplos: 1. Sendo f(x)=2x-2 e f(x)=5x, vamos calcular

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15. Conclusão

No presente trabalho concluiu-se que chama-se função real de variável real toda a
aplicação de um subconjunto de ℝ em ℝ. As funções reais de variáveis real podem
representar-se por gráficos cartesianos. O Domínio são valores x (x∈ 𝐼R) para os quais a
função e valida (ou tem sentido), o Contradomínio são os valores de y (y∈IR), que são
imagens de x ∈ Df e que dizemos que uma função e exponencial quando a variável se
encontra no expoente de um número real, sendo que esse número precisa ser maior que
zero e diferente de um. Podemos explicar tal condição usando a seguinte definição, Zero
da função são valores de x que anulam a função ( f(x)=0). Monotonia uma função f é
monótona no intervalo do seu domínio se for crescente ou decrescente nesse intervalo.
A função diz se constante no intervalo do seu domínio se nesse intervalo todos os
objectos tiverem a mesma imagem. Ordenada na origem é onde o gráfico passa ou
intercepta no eixo Y.

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16. Bibliografia

Eduardo J.C. Martinho, J. da Costa Oliveira e M. Amaral Fortes, "Matemática para o


Estudo da Física". Fundação Calouste Gulbenkian, 1985.

Earl W. Swokowski, "Cálculo Com Geometria Analítica, Volume 1". McGraw-Hill,


1983.

https://calcubi.wordpress.com/2013/10/16/aula-3-introducao-as-funcoes-reais-de-
variavel-real/

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