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Série Gênesis – Passos tortos pelo Caminho reto – Mensagem 26

Série Gênesis – Passos tortos pelo Caminho reto – Mensagem 261

O encontro ao pé da escada.
(Texto: Gn 28:10~22)

1. Introdução.

História de Wesley in GOZALEZ, Justo. A era dos dogmas e das dúvidas. Uma História
Ilustrada do Cristianismo. vol. 8, Vida Nova, 2a. Edição, 2005, São Paulo, págs.
173~177.

Geralmente, todo crente tem um dia desses: o dia que ele se encontra com Deus. Até
esse dia o crente pode ter vivido uma vida normal, sem muita importância. Porém, no
dia em que ele tem um encontro real com Deus, a sua vida muda completamente.
Independente se esse encontro seja uma experiência totalmente fora do normal, ou em
um momento de mais absoluto silencio da alma, é nessa hora que a nossa "ficha" sobre
Deus costuma cair.

Assim começa a longa jornada de Jacó. Essa jornada que foi especialmente planejada
por Deus a fim de que ele fosse restaurado e transformado através de muitas
experiências. Porém, a primeira experiência que Jacó deveria ter, como o herdeiro da
promessa, era ter um encontro com Aquele que havia feito a promessa: Deus.

Meus amados, a nossa vida com Cristo precisa de um momento como esse, de encontro
real com Ele. Podemos continuar nosso cristianismo baseado na informação de outras
pessoas, porém, o convite de Deus é que tenhamos algo real de direto com Ele. São
esses encontros e experiências com Deus que confirmam a nossa fé e nos dão fôlego
para continuar a diante. Isso pode se dar de infinitas maneiras: enquanto você lê a bíblia,
durante a oração, em fé, sentado, fora ou dentro de casa, etc. O importante é que
naquele momento em que você se encontrar com Deus não terá como você não saber,
porque a presença de Deus nunca é imperceptível.

O encontro de Deus com Jacó foi ao pé de uma escada. Foi dentro de um sonho onde ele
ouviu nitidamente a voz do Senhor. Esse encontro nos dá algumas lições de como
"lidar" com a presença de Deus e como essa presença transforma nossa vida
radicalmente.

2. Exposição do texto. (Gn 24:1~20)



10
Jacó partiu de Berseba e foi para Harã. 11 Chegando a determinado lugar,
parou para pernoitar, porque o sol já se havia posto. Tomando uma das pedras dali,
usou-a como travesseiro e deitou-se. 12 E teve um sonho no qual viu uma escada2
apoiada na terra; o seu topo alcançava os céus, e os anjos de Deus subiam e desciam por
ela. 13 Ao lado dele3 estava o SENHOR, que lhe disse: “Eu sou o SENHOR, o Deus de seu
pai Abraão e o Deus de Isaque. Darei a você e a seus descendentes a terra na qual você

1
Pregado no MEP dia 19 de setembro de 2010.
2
O substantivo hebraico ~L'su ocorre apenas aqui no Antigo Testamento, porém, parece ser da mesma raiz da palavra
acadiana simmiltu, que quer dizer "escada" ou "rampa", cf. NET Bible.
3
Ou Acima dela, ou seja, da escada. Problema de tradução da preposição l[. A ARA traduz: "Perto dele estava o
SENHOR e lhe disse" enquanto que a ARC diz "E eis que o SENHOR estava em cima dela (escada) e disse", já a
NTLH vai à mesma direção da NVI em traduzir como "O SENHOR Deus estava ao lado dele e disse".

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está deitado. 14 Seus descendentes serão como o pó da terra, e se espalharão para o


Oeste e para o Leste, para o Norte e para o Sul. Todos os povos da terra serão
abençoados por meio de você e da sua descendência. 15 Estou com você e cuidarei de
você, aonde quer que vá; e eu o trarei de volta a esta terra. Não o deixarei enquanto não
fizer o que lhe prometi”.
16
Quando Jacó acordou do sono, disse: “Sem dúvida o SENHOR está neste lugar,
mas eu não sabia!” 17 Teve medo e disse: “Temível é este lugar! Não é outro, senão a
casa de Deus4; esta é a porta dos céus”.
18
Na manhã seguinte, Jacó pegou a pedra5 que tinha usado como travesseiro,
colocou-a em pé como coluna e derramou óleo sobre o seu topo. 19 E deu o nome de
Betel àquele lugar, embora a cidade anteriormente se chamasse Luz.
20
Então Jacó fez um voto, dizendo: “Se Deus estiver comigo, cuidar de mim
nesta viagem que estou fazendo, prover-me de comida e roupa, 21 e levar-me de volta
em segurança à casa de meu pai, então o SENHOR será o meu Deus. 22 E esta pedra que
hoje coloquei como coluna servirá de santuário6 de Deus; e de tudo o que me deres
certamente te darei o dízimo”.

1. Condições da fuga de Jacó.

Jacó vivera uma vida normal até o momento em que enganou o seu irmão Esaú
comprando-lhe o direito de primogenitura, e logo após, enganando também seu pai
roubando-lhe a benção da primogenitura. Que qualidades morais ele tinha? O texto
bíblico não nos apontou nenhuma até agora.

Dois motivos levaram Jacó a ir para Harã, na Mesopotâmia – para o lugar de onde
Rebeca viera. O primeiro motivo era a fúria de Esaú: Gn 27:41 dia que Esaú contava os
dias para a morte de seu pai a fim de matar Jacó. A persuadido por Rebeca, Isaque toma
a decisão de mandá-lo para a casa de seu tio em Harã. Outro motivo, que aparece em Gn
28:1,2, era relacionado ao próprio futuro de Jacó: agora ele era o herdeiro, e por isso,
devia casar-se com uma mulher do próprio clã, conforme a tradição que o próprio
Isaque cumpriu com Rebeca.

"Jacó partiu de Berseba e foi para Harã. Chegando a determinado lugar, parou para
pernoitar, porque o sol já se havia posto. Tomando uma das pedras dali, usou-a como
travesseiro e deitou-se." (vss. 10, 11)

Partindo de Berseba, o lugar onde toda a família de Isaque estava estabelecida, Jacó foi
em direção à Mesopotâmia parando para descansar porque o sol já havia se posto. Ele
pegou uma pedra para usar como travesseiro e dormiu. Até aqui, nada de interessante.
Porém, foi dentro desse sono em que Jacó teve a sua vida transformada. Porém, nem
Jacó sabia que naquela noite sua vida mudaria para sempre: Deus já estava preparando o
encontro com ele.

4
No hebraico ~yhOla/ tyBe é a origem para o nome Betel.
5
Cf. NET Bible, "Such a stone could be used as a boundary marker, a burial stone, or as a shrine. Here the stone is
intended to be a reminder of the stairway that was “erected” and on which the Lord “stood.” (In Hebrew the word
translated “sacred stone” is derived from the verb translated “erected” in v. 12 and “stood” in v. 13. Since the top
of the stairway reached the heavens where the Lord stood, Jacob poured oil on the top of the stone. See C. F.
Graesser, “Standing Stones in Ancient Palestine,” BA 35 (1972): 34-63; and E. Stockton, “Sacred Pillars in the
Bible,” ABR 20 (1972): 16-32."
6
Hebraico: será a casa.

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2. A escada e os anjos: ligação com os céus.

"E teve um sonho no qual viu uma escada apoiada na terra; o seu topo alcançava os
céus, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela." (vr. 12)

Muitas vezes na bíblia inteira, vemos Deus falando e aparecendo às pessoas em sonhos.
Essa é a primeira narrativa de um sonho na Bíblia7. Jacó sonhou com algo muito belo e
grandioso. Primeiramente ele viu uma grande escada que começava onde ele estava, na
terra, e chegava aos céus. Em seguida, nessa escada, anjos de Deus subiam e desciam
constantemente.

O que isso significa? Os céus, na concepção dos antigos, era a habitação dos deuses.
Logo, a compreensão que, por exemplo, Jacó tinha de Deus, era que Ele habitava nos
céus. Baseado nisso, o primeiro sinal que Deus deu a Jacó foi o sinal de ligação. Por
causa da promessa, Jacó estava ligado aos céus, ou seja, a Deus. Tanto a escada que
ligava os céus e a terra onde Jacó estava, como os anjos de Deus que subiam e desciam,
mostram que Jacó tinha um elo de ligação com Deus, um relacionamento com Ele.
Esses anjos também indicavam que Deus protegeria Jacó a partir de então.

A primeira grande reação a um encontro com Deus é a noção de que nós podemos ter
um relacionamento, uma ligação, com Ele. Se Deus estava se manifestando a Jacó, era
porque Deus queria algo dele. E esse elo de ligação com Deus, o fato de poder, por
exemplo, falar com Ele, foi algo tão novo e tremendo para Jacó, que sua vida não foi a
mesma desde então.,

3. Ouvindo a voz de Deus: Aliança Divina

Esse é o clímax da cena. A escada e os anjos foram a introdução, ou uma apresentação,


para a pessoa mais importante da cena, Deus. Finalmente, depois de Jacó ter feito tudo
aquilo na sua família, e depois dele ter tido que sair daquele jeito da sua terra, Deus se
manifesta a Jacó, revelando, de maneira pessoa, quem ele era. Até então,
provavelmente, Jacó conhecia Deus apenas pelo ouvir. Ele ouvia seu pai falar do Deus
de Abraão, e das maravilhosas experiências que ele tivera. Porém, como acontece na
vida de todo o crente, chega uma hora em que Deus deseja se manifestar pessoalmente.

"Eu sou o SENHOR, o Deus de seu pai Abraão e o Deus de Isaque" (vr. 13). Deus se
apresentou a Jacó. "Jacó, eu sou Yaweh, aquele Deus que você ouvia falar de seu pai
Isaque, aquele mesmo que apareceu pela primeira vez ao seu avô Abraão, pois é, sou
eu". Só podemos saber quem é Deus, quando ele se revela primeiro. Tudo o que
sabemos sobre Ele é fruta da revelação divina. A mente do homem é infinitamente
limitada para compreender Deus. Só sabemos quem Ele é quando ele se nos apresenta.

Essa apresentação já veio junto com a confirmação da aliança: "Seus descendentes


serão como o pó da terra, e se espalharão para o Oeste e para o Leste, para o Norte e
para o Sul. Todos os povos da terra serão abençoados por meio de você e da sua
descendência." (vr. 14). É a mesma promessa feita a Abraão e Isaque. O Deus que se
revelou a Jacó é um Deus de aliança e de relacionamentos. O nosso Deus é um Deus
7
Cf. Westermann pag. 454.

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assim! E por causa dessa promessa, como uma maneira de confirmá-la, Deus garante a
proteção de Jacó: "Estou com você e cuidarei de você, aonde quer que vá; e eu o trarei
de volta a esta terra. Não o deixarei enquanto não fizer o que lhe prometi”" (vr. 15).

Meus irmãos, nós não podemos viver eternamente baseados na experiência de outras
pessoas. Para que Jacó entendesse da responsabilidade que ele tinha como herdeiro da
promessa, ele precisava saber quem era Aquele que fizera a promessa. É claro que todos
nós começamos na vida cristã se alimentando do testemunho de outras pessoas. Porém,
chega um hora, e essa hora é decisiva, em que você já não consegue seguir em frente
baseado na experiência de outros. É nesse momento em que Deus, aquele Deus que
você só ouvia falar, aparece de forma real e inconfundível mudando toda a sua
existência. Em momentos como esses, podemos dizer o que disse Jó, que teve uma
tremenda experiência com Deus na sua dor: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora
meus olhos te vêem" (Jó 42:5).

"Estou com você e cuidarei de você, aonde quer que vá; e eu o trarei de volta a esta
terra. Não o deixarei enquanto não fizer o que lhe prometi" (vr. 15). Jacó foi a primeira
pessoa que ouviu de Deus: "Estou com você!". Que lindo ver Deus prometendo a Jacó a
sua presença, que também significa sua proteção. Nosso Deus nos cuida em todos os
momentos! Esse cuidado foi manifesto a nós através de Jesus, cujo nome também é
Emanuel, o Deus conosco.

4. Temor é a reação à presença de Deus.

"Quando Jacó acordou do sono, disse: “Sem dúvida o SENHOR está neste lugar, mas eu
não sabia!”. Teve medo e disse: “Temível é este lugar! Não é outro, senão a casa de
Deus; esta é a porta dos céus”." (vss. 16,17)

Foi acordando daquele sono que Jacó fez a mais grandiosa descoberta de sua vida: Deus
estava ali, com ele. O mais engraçado era que Jacó não sabia disso. Muitos erros que
cometemos, pecados que fazemos são frutos de momentos em que ou não cremos, ou
não sabemos, ou esquecemos que Deus está ali, conosco.

Imagine o que é para um homem se encontrar com Deus. Ver que Deus está ali, ao lado
dele. Agora imagine isso acontecendo com você. Aquele Deus grandioso e soberano,
cheio de amor e justiça que você sempre ouviu falar na igreja e de quem sempre você
leu na bíblia, e para quem sempre você orou, de repente aparece do seu lado e começa a
falar com você!

Sabe qual é a primeira reação, e a reação mais natural à presença de Deus? "Teve medo
e disse: “Temível é este lugar! Não é outro, senão a casa de Deus; esta é a porta dos
céus”" (vr. 17). Através das Escrituras vemos que o encontro com Deus traz temor;
quando um homem pecador se encontra com um Deu santo, ele é impactado e
frequentemente ele descobre que é pecador e indigno de estar na divina presença8.

Temor não é um simples medo, mas sim, um profundo respeito e reverência em relação
ao Santo, em relação a Deus. Um pensado cristão chamado Rudolf Otto diz que esse

8
Cf. Wenham, WBC pag. 223.

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encontro é um encontro com o "misterium tremendum", ou seja, com Aquele que é


totalmente distinto de nós mas que é infinitamente grande e misterioso.

A verdade é que vivemos em um mundo irreverente, sem nenhuma noção de temor e


respeito. Até aqueles que se dizem cristãos demonstram a mais absoluta falta de temor a
Deus pelas suas atitudes. O que dizer de pessoas assim? Nunca tiveram um encontro
com Deus de verdade! Diante de Deus, Jacó temeu! Desde então aquele lugar passou a
se chamar de Betel, que significa casa de Deus, do tamanho impacto que aquele
encontro com Deus teve na vida de Jacó. Aquele lugar era sagrado, não por causa do
lugar em si, mas porque Deus estava ali!

Amados, qual é a nossa reação à presença de Deus? Um Deus que quando se revelou a
Isaías no capítulo 6 de seu livro, fez com que o profeta entendesse quem ele realmente
era e dissesse: "Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito
no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos
Exércitos" (Is 6:5).

Será que a nossa reação é como a do apóstolo João, que diante do Cordeiro de Deus,
que ressuscitou, e que apareceu a ele cheio de glória e poder, caiu como morto por causa
da santidade, glória, honra, poder e majestade de Cristo?

Será que temos noção de diante de Quem nós estamos agora?

5. Adoração como expressão do temor do Senhor.

"Na manhã seguinte, Jacó pegou a pedra que tinha usado como travesseiro, colocou-a
em pé como coluna e derramou óleo sobre o seu topo. E deu o nome de Betel àquele
lugar, embora a cidade anteriormente se chamasse Luz." (vss. 18,19)

O que fazer diante da presença de Deus? Adorar! A verdadeira adoração nasce no temor
do Senhor. Sem sabermos quem Ele é, e sem sermos impactados por isso, não podemos
adorar a Deus, como disse Jesus, "em espírito e em verdade" (Jo 4:24).

Jacó, não podia ficar parado. Ele queria marcar aquela ocasião não somente na sua
memória, mas também naquele lugar, para que todos os que passassem por lá soubesse
que Deus havia aparecido a ele. Ele pegou uma pedra, ergue-a como coluna, derramou
óleo sobre ela, como um memorial.

Na antiguidade, erguer essas pedras, que eram erguidas com propósitos religiosos, eram
considerados habitação dos deuses. Para Jacó, aquela pedra representava a marca da
presença de Deus em sua vida, da sua devoção, e da sua adoração. O que é um memorial
se não a lembrança e o louvor de momentos importantes? Aquela coluna não era nada,
era só uma pedra, mas era a expressão da adoração de Jacó. Mais uma vez: adoração é a
simples reação daquele que entendeu diante de quem está!

6. Oferta como demonstração visível da adoração.

"Então Jacó fez um voto, dizendo: “Se Deus estiver comigo, cuidar de mim nesta
viagem que estou fazendo, prover-me de comida e roupa, e levar-me de volta em
segurança à casa de meu pai, então o SENHOR será o meu Deus. E esta pedra que hoje

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coloquei como coluna servirá de santuário de Deus; e de tudo o que me deres


certamente te darei o dízimo”." (vss. 20~22)

Esse trecho pode parecer um pouco estranho para nós. Se trata de um voto que Jacó fez.
Pode parecer que ele estava tentando negociar com Deus a sua benção e prosperidade.
Mas o voto, na antiguidade, era uma maneira pela qual a adoração se manifestava. Era
um compromisso de devoção real que uma pessoa fazia diante de uma benção de Deus,
não para pagar essa benção, mas, sobre tudo, para demonstrar gratidão.

Na concepção hebraica, não há adoração sem uma atitude concreta que materialize essa
adoração. Esse voto, foi uma maneira que Jacó encontrou em materializar sua adoração
a Deus. Assim, como Tiago nos ensina que a fé sem obras que materializam essa fé é
morta, assim, uma adoração que não tem elementos concretos não é adoração, é apenas
emoção e comossão.

A maneira que Jacó encontrou foi fazer esse voto: Deus seria o seu Deus, a coluna
serviria de santuário, e ele daria o dizimo de tudo o que ganhasse a partir da garantia da
presença de Deus com ele.

Como hoje você pode materializar sua adoração a Deus? Busque formas criativas.
Contribuição financeira? Pode ser! Trabalho voluntário? Lógico! Mas não são somente
essas as maneiras que você tem em expressar seu amor e temor a Deus!

Conclusão:

Foi a primeira experiência, o primeiro encontro de Jacó com Deus! Imediatamente, ele
adorou a Deus com os costumes de sua época: ergueu uma coluna, fez votos e teve a sua
vida transformada. A lição que fica a todos nós, é que experiências reais com Deus
devem sempre resultar em adoração sincera, de coração. Essa adoração de Jacó foi
manifestado fisicamente na oferta de tudo o que ele tinha: a pedra, o óleo e até do
dízimo daquilo que ele ganharia no futuro.

Deus é um Deus que zela em cumprir com sua promessa. Porém, para isso, Deus não
faz sozinho, não trabalha sozinho, ele usa pessoas. Esse processo de usar alguém
sempre começa com esse primeiro encontro.

Você já teve esse encontro marcante com Deus?

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