Estado de bem-estar social

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Estado de bem-estar social (em inglês: Welfare State), também conhecido como Estado providência, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado (nação) como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão. Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população.[1]

Os Estados de bem-estar social desenvolveram-se principalmente na Europa, onde seus princípios foram defendidos pela social-democracia, tendo sido implementado com maior intensidade nos Estados Escandinavos (ou países nórdicos) tais como Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia),[2] sob a orientação do economista e sociologista sueco Ka Gunnar rl Myrdal. Ironicamente Gunnar Myrdal, um dos principais idealizadores do Estado de bem -estarsocial dividiu, em 1974, o Prêmio de Ciências Econômicas (Premio Nobel) com seu rival ideológico Friedrich August von Hayek, um dos maiores defensores do livre mercado, economista da Escola Austríaca.

Esta forma de organização político-social, que se originou da Grande Depressão, se desenvolveu ainda mais com a ampliação do conceito de cidadania, com o fim dos governos totalitários da Europa Ocidental (nazismo, fascismo etc.) com a hegemonia dos governos sociais-democratas e, secundariamente, das correntes euro-comunistas, com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis à existência de qualquer cidadão.

Pelos princípios do Estado de bem-estar social, todo o indivíduo teria o direito, desde seu nascimento até sua morte, a um conjunto de bens e serviços que deveriam ter seu fornecimento garantido seja diretamente através do Estado ou indiretamente, mediante seu poder de regulamentação sobre a sociedade civil. Esses direitos incluiriam a educação em todos os níveis, a assistência médica gratuita, o auxílio ao desempregado, a garantia de uma renda mínima, recursos adicionais para a criação dos filhos, etc.

onde o conceito ressurgiu durante a Grande Depressão dos anos 30 (Andersson.1 Bibliográficas 8 Ver também 9 Ligações externas [editar] Origem A idéia de usar a "política social". O conceito de "políticas sociais produtivas" encontrou apoio nos movimentos de trabalhadores. Este discurso estruturou as idéias de intervenção estatal na economia como um processo de racionalização da reprodução da população e da esfera domicilar. Na Suécia. As políticas sociais modernas seriam eficientes e . a crise. como um meio para se obter a eficiência econômica. 1993). também a esfera social deveria ser racionalizada através do uso de políticas sociais. em termos de efeitos sociais da Grande Depressão e de desemprego em massa coincidiu com a "questão da população" e a queda dos índices de natalidade. especialmente na Suécia.Índice [esconder] 1 Origem 2 Evolução 3 Estado-providência 4 Efeitos sobre a pobreza 5 Gowtianismo 6 O Estado de Bem-Estar Social no Brasil 7 Referências 7. Em 1932 o sociólogo e economista Social-democrata Gunnar Myrdal escreveu que as modernas políticas sociais diferiam totalmente das antigas políticas de auxílio à pobreza. sempre em benefício de maior eficiência nacional. como políticas familiares. e modelou o discurso de uma crise social e nacional (Hirdman. no Socialismo Funcional Sueco e no Marxismo Austríaco (Tilton. 2002). 2001). baseadas na observação de que os custos de reprodução e de criação de filhos estavam desigualmente distribuídos entre as classes sociais (Myrdal-Myrdal. Da mesma maneira que os mercados de trabalho e a mais ampla organização da produção poderiam ser racionalizadas mediante a utilização de regulamentações sociais para se obter um nível mais alto de produtividade. incorporou-se no Socialismo Fabiano inglês. uma vez que eram investimentos e não custos. 1991. 2003. Esta noção de "racionalização" foi incorporada no conceito de "política social produtiva". Kulawik. 1987). Karlsson.

jurista alemão. 1932b. mas eram uma questão vital para o próprio desenvolvimento econômico e tinham como objetivo principal o aumento do PIB. direcionada para evitar o surgimento de problemas nos organismos político-sociais. Jonung. resultado da segunda metade da II Guerra Mundial. outro pensador. É um sistema em crise nos dias de hoje. Estes conceitos de Myrdal sustentaram a defesa retórica de um Estado de bem-estar social que se expandiu. no final desse século. Ao longo do tempo vão desenvolver políticas públicas. vai criar a Lei de Wagner onde prevê o aumento da intervenção pública nessas áreas. O "Welfare state" teve a origem no pensamento keynesiano e surgiu como resposta para o que se vivia na Europa. A Social-Democracia sueca era totalmente orientada para uma maior eficiência dos mercados e via nas políticas sociais um meio de obter não só a segurança social dos indivíduos. Myrdal. Wagner. Myrdal argumentava que as políticas sociais não eram meramente uma questão de redistribuição de renda. mas que pautou toda a segunda metade do século XX. 1979. mas filho directo da crise de 1929 (Grande Depressão). que viam as políticas sociais como "custos" e não com "investimentos" (Myrdal. educação e alimentação. o Estado Providência. Esta ideia remonta a meados do século XIX e.[3] Contra as recomendações dos que pregavam uma "maior economia orçamentária" para sair da Grande Depressão. Von Stein alertava para o perigo de uma reforma social que não fossem feitas as reformas necessárias. Entre os seus objectivos há dois essenciais: a garantia do bom funcionamento do mercado segundo o pensamento de Adam Smith e a defesa dos direitos dos cidadãos na saúde. 1991). escreveu um artigo intitulado Qual é o custo da Reforma Social. Hoje. sendo destinadas e evitar o surgimento de bolsões de pobreza e a criar maiores riquezas. retornando dos Estados Unidos. É nos anos 30 que se implementa o Welfare State depois de algumas experiências anteriores. dizendo que se não houver um aumento de administração não há crescimento económico. onde desenvolvia sua argumentação e atacava os críticos das despesas sociais. A sua origem vem de Lorenz Von Stein. que elaborou nos seus ensaios a ideia de que o Estado também deve intervir na economia para corrigir os prejuízos que possam haver para os seus cidadãos. na Europa.produtivas devido à sua ação profilática e preventiva. Nesse sentido as novas políticas sugeridas por Myrdal contrastavam fortemente com as antigas políticas de "remediar a pobreza". 40% do PIB vai para políticas sociais. Uma das ideias fundamentais deste pensame nto é a igualdade de oportunidades. Ryner.[3] [editar] Evolução Hoje em dia existe na Europa. onde tornou-se um admirador do New Deal. da (antiga) escola de Estocolmo. 2002). contra o desejo dos liberais e fundame ntalistas de livre mercado. aumentando o -se orçamento do Estado para essas áreas. . no mundo ocidental. mas sobretudo a organização eficiente da produção (Stephens.

Esta crise era um facto inegável e daí vão surgir duas correntes explicativas: Explicação liberal: esta teoria defendia que se está a viver uma crise de governabilidade e a razão é o excesso de democracia. criticando as políticas de privatização total. Para chegar ao Governo. no fundo. cada grupo promete cada vez mais. Isso vai levar a que Margaret Thatcher diga que o Estado deixou de ter condições económicas para sustentar um Estado Providência e vai retirar os vários direitos que os cidadãos tinham adquirido ao longo de várias décadas. é a negação da liberdade e da propriedade privada. o patronato e o Estado. os politólogos vão definir três fases de implementação do Estado Providência: 1. deixando o proletariado sem lucro e sem dinheiro para pagar impostos a fim de manter o estado viável. o mediador. impulsionada por Otto Von Bismarck que vai resultar na política central da Alemanha do pré I Guerra Mundial e depois da própria República de Weimar. Consolidação: o Estado não poderia ficar indiferente àquilo que se passava e. chega a hora de intervir através da criação de emprego. por isso. Já os Neo -marxistas argumentam que o Estado está a viver uma crise fiscal derivada de um excesso de produção e quem se apropria dos resultados de produção é o proprietário capitalista. Expansão: nos pós-II Guerra Mundial. provoca improdutividade. . Os Neoliberais argumentam sobre o Estado Providência que este é antieconómico já que desvia investimentos. de controlo público sobre as empresas e sobre a economia. modelo em crise após os problemas financeiros de 1973 e pela guerra do Vietname. Explicação de Esquerda: há uma sobrecarga do Estado porque existem vários grupos que lutam pelo poder e pelo controlo da economia. despoletando os gastos públicos. Quando a política não resulta o Estado intervém e tenta resolver a situação para agradar a ambas as partes. 2. Falam igualmente de uma crise de legitimidade. como se pode ver nas políticas de Franklin Roosevelt 3. É a base da política de Cavaco Silva ou Bagão Félix.Analisando a intervenção do Estado na sociedade francesa e inglesa. leva a ineficácia e ineficiência do aparelho estatal e. elemento destabilizador da economia dos EUA. Até aos anos 80 o processo produziu os 30 Gloriosos anos de crescimento económico e estava a ganhar o confronto com o Liberalismo capitalista. Experimentação: esta fase coincide com o alargamento do direito de voto e o aparecimento de segurança social. O modelo tinha sido bem sucedido na Suécia e seria aplicado de uma forma generalizada. Patrocinava um acordo social em três partes: o proletariado (representado pelos sindicatos). o Estado de bem-estar social expande-se.

4 31.4 $26.000 Suécia 28.9 38. mas a própria mutação demográfica na Europa não ajuda a resolver a problemática do Estado Providência.2 37.180 França 28.[4] e o segundo. ele está é mal distribuído. em primeiro lugar. com e sem educação pública.Hoje em dia o futuro do Estado Providência é incerto. enquanto que os governos regulamentam as condições sociais e proporcionam pensões de reforma. Estamos a viver em plena crise e aparecem já algumas reformas que tentam resolver problemas como a segurança social. [editar] Estado-providência Este conceito de economia mista surgiu na Europa no final do século XIX e foi introduzido nos EUA nos anos 30 do século XX.990 Alemanha 27. Na moderna concepção de Estado-providência. A tabela abaixo mostra. o PIB per capita (PPC US$) em 2001: Nação Despesas de Bem-Estar (% do PIB) omitindo educação Despesas de Bem-Estar (% do PIB) incluindo educação[4] PIB per capita (PPC US$) Dinamarca 29. A esquerda diz que dinheiro há.0 32.100 Áustria 26. A direita diz que não há dinheiro e é preciso patrocinar reformas. cuidados de saúde e outros aspectos da rede de segurança social.4 33.5 34.2 32.2 $24.350 Bélgica 27.9 $23.7 $25. os mercados dirigem as atividades específicas do dia-a-dia da vida econômica.2 $25.9 $29.6 $28.730 .520 Suíça 26. despesas sociais em percentagem do PIB para alguns estados membros da OCDE.

8 $19.0 22.780 República Tcheca 20.4 $17.1 N/A $14.670 Grécia 24.130 Estados Unidos 14.1 11.130 Japão 16.8 19.440 Noruega 23.3 27.4 $34.430 Países Baixos 24.6 25.320 Irlanda 13.9 $24.8 32.6 $25.150 Luxemburgo 20.0 $15.2 $29.4 28.3 28.620 Polônia 23. mas o "como investir" tem grande influência nos resultados obtidos: .8 N/A $8. Observa-se claramente que.160 Austrália 18.1 N/A $12. todos eles obtiveram um IDH elevado (acima de 80%).1 25.720 Hungria 20.5 $25.5 $18.190 Itália 24.9 N/A $11.430 Coreia do Sul 6.Finlândia 24.450 Reino Unido 21.370 Eslováquia 17.150 Nova Zelândia 18.9 18.8 23.3 $24.2 $29.8 23.0 N/A $9.5 25.1 $27.410 México 11.8 25.9 33. dentre aqueles países que investiram um grande percentual do seu PIB em políticas sociais.340 Islândia 19.990 Espanha 19. o que indica que não só o "investir" é importante.160 Portugal 21.6 $24.8 N/A $53.5 $32. A relação não é dir eta: nem sempre o país que mais investiu em políticas sociais é o melhor colocado no IDH.090 É interessante comparar-se a percentagem do PIB de cada país que é investida em políticas sociais com seus respectivos Índices de Desenvolvimento Humano.3 $20.960 Canadá 17.8 18.3 $27.

951 .002 +0.001 +0.002 +0.953 18 Italy 0.001 19 Liechtenstein 0.002 +0.003 +0.951 +0.Índice de Desenvolvimento Humano Muito Elevado > 0.900 Ver artigo principal: Anexo:Lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano Posição País IDH Dado de 2007 [5] Mudança comparada aos dados de 2006 [5] 1 Norway 0.956 14 Austria 0.001 +0.955 +0.955 17 Belgium 0.966 5 Ireland 0.969 4 Canada 0.003 +0.970 3 Iceland 0.003 6 Netherlands 0.002 +0.960 10 Japan 0.001 +0.964 7 Sweden 0.002 +0.959 +0.955 15 Spain 0.960 +0.963 8 France 0.001 11 Luxembourg 0.003 +0.960 12 Finland 0.001 13 United States 0.001 9 Switzerland 0.961 +0.002 16 Denmark 0.004 +0.001 +0.971 2 Australia 0.965 +0.

916 32 Cyprus 0.914 33 Qatar 0.Posição País IDH Dado de 2007 Mudança comparada aos dados de 2006 20 New Zealand 0.920 31 Kuwait 0.004 +0.903 37 Barbados 0.942 +0.003 +0.935 28 Andorra 0.001 +0.944 25 Greece 0. cujo bem-estar dos estados comumente constituem pelo menos um quinto do PIB.910 34 Portugal 0.005 +0.902 +0.002 +0.909 +0.007 35 United Arab Emirates 0.903 36 Czech Republic 0.947 23 Singapore 0.937 27 Israel 0.002 +0.001 +0.002 +0.947 22 Germany 0.004 +0.002 +0.934 29 Slovenia 0.929 30 Brunei 0.[6][7] .003 +0.944 24 Hong Kong 0.003 [editar] Efeitos sobre a pobreza A evidência empírica sugere que os impostos e as transferências de renda podem reduzir consideravelmente a pobreza na maioria dos países.004 +0.903 38 Malta 0.001 +0.004 +0.004 26 South Korea 0.002 +0.950 21 United Kingdom 0.005 +0.

8 4.5 17.1 Bélgica 26.4 4.A.8 10.7 16.)[6] Taxa de pobreza relativa[7] Pré-transferência Pós-transferência Pré-transferência Pós-transferência Suécia 23.1 9.2 9.1 11.9 17.5 4.7 12.1 Itália 30.1 Canadá 22.9 9.7 17.3 9.0 11.3 18.9 França 36.0 19.1 7.5 3.U.9 3.1 Austrália 23.1 Dinamarca 26.2 Reino Unido 16.4 3.2 Estados Unidos 21.3 11.2 4.7 9.8 Alemanha 15.0 Países Baixos 22.4 4.2 1.8 14.7 12.4 8.8 6.1 [editar] Gowtianismo .7 5.1 Suíça 12.8 8.3 19.8 21.País Taxa de pobreza absoluta (limiar fixado em 40% da renda média E.4 5.5 Finlândia 11.8 Noruega 9.9 16.2 15.7 5.5 6.7 14.8 6.5 11.

Goodin et al. the United States also had a low unemployment rate and a high GDP growth rate. R. however.Criticisms The examples and perspective in this section may not represent a worldwide view of the subject.[25]. led most welfare states on certain economic indicators. further U. For example. Furthermore. therefore only treating the symptoms rather than the cause. It may be better to integrate the material in those sections into the article as a whole.[26] Marxists further argue that welfare states and modern social democratic policies limit the incentive system of the market by providing things such as minimum wages. E. the United States.[20] and that there is no evidence for the contention that welfare states impede progressive social development. This study claims that on some economic and social indicators the United States performs worse than the Netherlands. at least in comparison to other developed countries (its growth rate.S.[23] more personal computers per capita. socialists believe social programs are an attempt to "patch up" the ineffective capitalist market economy. . with other countries which spend considerably more.[21] compares the United States. with the notable exception of Scandinavian countries. in The Real Worlds of Welfare Capitalism. Please improve this article and discuss the issue on the talk page. for which it had been historically used in Germany by Bismarck along with his anti-socialist laws. until the Financial crisis of 2007 2010 which brought a significant fall in GDP.[24] and more radios per capita. where Norway for example has significantly higher GDP per capita. is lower than many welfare states which grow from a lower base and may benefit from recent economic liberalizations.. Socialists criticize welfare state programs as concessions made by the capitalist class in order to divert the working class and middle class away from wanting to pursue a completely new socialist organization of the economy and society. GDP per capita is sometimes 20-30% higher than that of welfare states). it has more TVs per capita. which spends relatively little on social welfare (less than 17 per cent of GDP). compared to some welfare states. (October 2009) This article's Criticism or Controversy section(s) may mean the article does not present a neutral point of view of the subject. certain studies indicate there is no association between economic performance and welfare expenditure in developed countries.[22] The United States also had led some welfare states in the ownership of consumer goods. socialists believe there will be no need for a welfare state. which has a high commitment to welfare provision.[22] Until the recession of 2008 brought about a significant rise in unemployment in the USA. such as GDP per capita. (August 2010) Critics of the welfare state argue that such a system will make citizens dependent on the system and less inclined to work. However. However. By implementing public or cooperative ownership of the means of production.

the welfare state may leads to a kind of serfdom where one group works to support another group that does not work.[27] Another criticism characterizes welfare as theft of property or forced labor (i. the only solution being a socialist economic system. A third criticism is that the welfare state allegedly provides its dependents with a similar level of income to the minimum wage. instead of working. although people on welfare often find that they qualify for a variety of benefits. This criticism is based upon the classical liberal human right to obtain and own property. Critics argue that fraud and economic inactivity are apparently quite common now in the United Kingdom and France[ itation needed].[citation needed] In April. or money). according to Belloc. Ergo. and owns the product of his body's labor (i. resulting in capitalists have little incentive to invest. Some c conservatives in the UK claim that the welfare state has produced a generation of dependents who.unemployment insurance. even if the mechanism was legally established by a democratically elected assembly. goods. . It follows that the removal of money by any state or government mechanism from one person to another is argued to be theft of the former person's property or a requirement to perform forced labor for the benefit of others. the Servile State shares with ancient slavery the fact that positive law (as opposed to custom or economic necessity by themselves) dictates that certain people will work for others.[29][30] A fourth criticism of the welfare state is that it results in high taxes. The welfare state in the UK was created to provide certain people with a basic level of benefits in order to alleviate poverty.9% of GDP in 2007)[31] and Sweden (tax level at 48. but that as a matter of opinion has been expanded to provide a larger number of people with more money than the country can ideally afford. taxing profits and reducing the reserve army of labor. According to Belloc. wherein every human being owns his body. who likewise must take care of them. including benefits in-kind. The Servile State.e. This is usually true. in essence.e. Some feel that this argument is demonstrably false: the benefits system in the UK provides individuals with considerably less money than the national minimum wage. as evidenced by places like Denmark (tax level at 48. social welfare policies cripple the capitalist system and its incentive system.2% of GDP in 2007)[31].[28] In his book. even though assistance is only legally available to those unable to work. rely solely upon the state for income and support. the Associated Press reported that 47% of US households will pay no federal income taxes at all for 2009. land. English political writer Hilaire Belloc makes his case for the natural instability of pure capitalism and discusses how (as he believes) attempts to reform capitalism will lead almost inexorably to an economy where state regulation has removed the freedom of capitalism and thereby replaced capitalism with what he calls the Servile State. 2010. services. slavery). and thus is a violation of his property rights or his liberty. such as accommodation costs which usually make the overall benefits much higher than basic figures show.

In 2000. fairly generally. "social democrats and anarchists always agreed. on so-called 'welfare state measures'" and "Anarchists propose other measures to deal with these problems. Anything which is supplied free at the point of consumption would be subject to artificially high demand. according to Noam Chomsky. which is the institution that."[32] Some socialist anarchists believe in stopping welfare programs only if it means abolishing government and capitalism as well. Professors Louis Kaplow and Steven Shafell published two papers. without recourse to state authority. who believe that all states and governments are undesirable and/or unnecessary. it creates dependence to the state. supports and protects capitalism in the first place. Nonetheless. The most extreme criticisms of states and governments are made by anarchists.[33] . according to this view.A fifth criticism of the welfare state is the belief that welfare services provided by the state are more expensive and less efficient than the same services would be if provided by private businesses. whereas resources would be more properly allocated if provision reflected the cost. Some socialist anarchists believe that while social welfare gives a certain level of independency from the market and individual capitalists. arguing that any social policy based on such concepts as justice or fairness would result in an economy which is Pareto inefficient.

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