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;ONTEÚDD DO
MÓDULO
AGENDA MODULO V -

PROJETOS E PRODUÇÃO DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS

I - INTRODUÇÃO

II - ETAPAS DE PROJETO

• Coordenação de Projetos (M II)

• Projeto Básico (M
• Projeto Preliminar (M
• Projeto Legal (M
• Detalhamento de Montagem (M II)
• Detalhamento de Fabricação (M II)
• Critérios de Contratação e Remuneração

III - SOLUÇÕES DE PROJETO

• Sistemas de Instalações de Água Fria

• Abastecimento e Reserva de Água


• Recalque de Água
• Barriletes
• Distribuição
• Ramais
• Comentários sobre norma
• Especificações de materiais e equipamentos

• Sistemas de Instalações de Água Quente

• Definição de sistemas de aquecimento


• Elétrica
• Gás
• Solar
• Abastecimento dos sistemas de aquecimento
• Distribuição
• Ramais
• Comentários sobre norma
• Especificações de materiais e equipamentos

• S i s t e m a s de P r e v e n ç ã o de I n c ê n d i o

• Sistemas Hidráulicos sob Comando e Extinção de Automática


• Sistemas Extinção Automática
• Sistemas de Detecção
• Comentários sobre Normas
• Especificações de Materiais e equipamentos

• Sistemas de Instalações de Gás para Cocção e Aquecimento


de Água

• GLP e gás natural


• Comentários sobre normas
• Especificação de materiais e equipamentos

• Sistemas de Instalações de Esgotos Sanitários

• Ramais de descarga
• Ramais de esgoto
• Colunas
• Coletores
• Comentários sobre normas
• Especificações de materiais e equipamentos

• Sistemas de Instalações de Captação de Águas Pluviais

• Captação
• Colunas
• Coletores
• Comentários sobre normas
• Especificações de materiais
DTC - Tecnologia e Desenvolvimento S/C Ltda

COMPATIBILIZAÇÃO

IV - PLANEJAMENTO E PRODUÇÃO DE INSTALAÇÕES

• Definição dos Sistemas

• Tradicional racionalizado
• Inovador
• Definição da sequência técnica de serviços
• Quantificação das instalações
• Intrumentos de programação e controle da produção
o Pré-montagem de componentes em centrais
• Critérios de Contratação

V - MANUTENÇÃO

• "As Built"
• Manual do proprietário e condomínio

VI - EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

• Crítica de projetos
• Projeto inovador
o Adaptado
• Novo

VIII - AVALIAÇÃO DO MÓDULO


INTRODUÇÃO
D1 D
PREFÁCIO

O assunto que se aborda nesta publicação é bastante vasto, tendo em seu bojo um fator de complexidade
bastante grande, induzido por inúmeras situações. Dentre estas situações, podemos citar, entre as mais
importantes, o estágio primitivo de evolução tecnológica da Indústria da Construção civil no Brasil: a maneira
superficial como tal assunto é abordado, tanto nas diversas literaturas ou em cursos de formação profissional; e
também como as empresas construtoras abordam o assunto, ou seja, é um dos subsistemas construtivos que só
interessa a empreiteiros, ditos especializados, e que somente eles têm tecnologia adequada para sua execução.
Dentro de uma visão atualizada de se encarar a Indústria da Construção Civil de edificações, devemos ter
como enfoque principal nesta publicação, alguns aspectos importantes a serem considerados:

• A necessidade de evolução tecnológica como fator alavancador de qualidade, nos aspectos de melhoria de
desempenho dos sistemas construtivos, aumento de produtividade da mão de obra, condições de
manutenção e atendimento às necessidades dos usuários.
• Como deve ser o processo de evolução tecnológica, qual será o investimento necessário, e que recursos
humanos ou materiais devem ser alocados?
• Como envolver os participantes na questão da evolução, ou seja, como e qual deve ser a participação de
empresas construtoras, empreiteiros, fornecedores e projetistas?
• Como deve ser a interação entre os diversos subsistemas construtivos, de maneira a se obter um elevado
índice de racionalização e industrialização?
• De que maneira o sistema normativo brasileiro corrobora com tal situação ou não?
• Como devemos proceder quanto a muitos paradigmas obsoletos, seguidos na elaboração de projetos?
• Quais as formas adequadas de capacitação da mão de obra em novos procedimentos construtivos?

Para respondermos, entre muitas outras, as questões colocadas, é necessário uma reciclagem total da
maneira de se abordar o assunto Instalações Prediais. Em função disto, tornou-se óbvio a necessidade de uma
publicação que mostre ao leitor as diversas maneiras e fases de evolução tecnológica possíveis, dentro do
cenário brasileiro da construção civil de edificações. Portanto este livro não é um compêndio de instalações
prediais conforme os encontrados no mercado, os quais trazem em seu conteúdo assuntos de dimensionamento
de projetos para sistemas de instalações prediais, especificações de componentes entre outros, que contribuem
para uma formação teórica do assunto. Alguns destes assuntos serão abordados no que concerne a sua
adaptação, e atualização ao atual estágio de evolução da construção civil.

Esta publicação é o resultado de varias atividades demandadas por uma equipe que promoveu, e aplicou
com sucesso, todo um processo de evolução tecnológica de sistemas de instalações prediais, em harmonia com
a evolução dos outros sistemas construtivos, abordando os assuntos de projeto, produção e garantia da
qualidade. Nesta equipe foram envolvidos profissionais de universidades, projetistas, operários, fornecedores,
engenheiros de construtoras, etc., num processo coordenado por integrantes da DTC, durante um período de 15
anos.

Agradecemos a todos os que contribuíram com a possibilidade de podermos dar conhecimento ao público
desta experiência inédita, realizada em mais de mil obras construídas neste país, e nos mais recentes e evoluídos
empreendimentos em execução.
I . INTRODUÇÃO

Os sistemas de utilidades de uma edificação, comumente chamados de instalações hidrossanitárias, têm


em si características bastante peculiares, que as tornam uma das partes de edificação mais desprezadas. Desde
a concepção do produto, passando pelas fases de projeto, produção, entrega aos clientes e até a sua
manutenção, os subsistemas de instalações são tratados como secundários, ou seja, são simplesmente inseridos
dentro dos demais sistemas, com pouca ou nenhuma coordenação. Tais características são representadas pelos
seguintes fatos:

• Devido a deficiência de informações dos cursos de formação de profissionais, tanto técnicos quanto
universitários, a forma de se tratar estes sistemas, tanto em projetos como em execução, se
transforma em tarefa altamente penosa, fazendo com que a mesma seja colocada em segundo plano.
Mesmo os técnicos com formação específica não têm um grau de conhecimento adequado de
coordenação de definições de projeto, de compatibilização de subsistemas construtivos e novas
tecnologias de execução.

• O fato do sistema se constituir de grande número de componentes e variedades de soluções, como


também de componentes inadequados a evolução de técnicas construtivas, os sistemas se tornam
também de difícil assimilação.

• Há uma certa mistificação quanto a dificuldade de entendimento dos sistemas devido aos fatos
citados anteriormente e mais os que citaremos, fazendo com que os engenheiros e técnicos optem
pela "entrega" de sua gestão a profissionais ditos especialistas.

• Outro fator importante na cadeia de problemas enfrentada pelos profissionais, é quanto à forma de
apresentação das soluções em projetos. A linguagem inadequada de projetos, ou seja, a
representação gráfica de soluções são apresentadas em no mínimo três desenhos, normalmente não
coordenados ou compatibilizadas, leva a um grau de excussão bastante alto e com um fator de
possibilidade de indução a erros bastante grande.

• Há de se comentar também, a respeito da compatibilização de execução dos diversos processos


construtivos. Normalmente as deficiências de adequação de sistemas construtivos são relativas a
paradigmas do tipo: obrigatoriedade de Embutimento de todos os sistemas, regras de usos ou
posicionamento de equipamentos inadequadas, normas obsoletas, etc. Tais paradigmas levam
inevitavelmente a soluções com altíssimas interferências entre sistemas estruturais, soluções
arquitetônicas, etc.

• Os produtos normalmente ofertados pelo mercado, não correspondem às necessidades de


modernização ou evolução dos processos de instalações prediais, devido ao fato dos mesmos terem
sido criados para atender processos construtivos obsoletos. Não há evolução deste setor devido ao
fato da incapacidade de empresas e profissionais fazerem parcerias no sentido de se obter produtos
novos que venham atender às necessidades de evolução.

• Portanto se torna um ciclo vicioso de oferta e produtos inadequados, sobre os quais os profissionais
se baseiam para soluções de projetos. Há necessidade de se romper este ciclo, com novas posturas
tanto dos profissionais projetistas, como de empresas construtoras e de fornecedores.

• Outro aspecto a corroborar com as dificuldades de projetos e execução de sistemas de instalações é


quanto ao processo normativo brasileiro. As normas vigentes são ultrapassadas e muitas vezes
inadequadas para a evolução de sistemas construtivos, dentre as quais podemos citar as de água fria
e quente, esgotos, combate a incêndio, entre outras.

• É da natureza humana a resistência a mudanças no tradicional, o fato de se realizarem inovações


tecnológicas no setor suscita as grandes dúvidas: será que funciona, como funciona, que garantias
podemos dar?. Tais dúvidas normalmente são bastantes flagrantes com relação aos profissionais
projetistas, de execução, de engenheiros e arquitetos de uma maneira geral. Em função disto há um
receio por parte das empresas construtoras de como processos inovadores impactarão, de forma
negativa, os seus produtos no mercado.

• Devido ao fato das instalações prediais estarem sempre interferindo com os outros sistemas
construtivos, há uma deficiência quanto ao planejamento adequado da produção, onde normalmente a
obra de instalações é analisada desassociada do restante.

• A administração da equipe de instalações, tanto no aspecto específico de se administrar o setor,


quanto no aspecto de produção, se torna um dos seguimentos com índices de produtividade mais
baixo da construção civil de edificações. Portanto constitui-se num dos mais onerosos itens da
construção.

Em toda edificação as partes dinâmicas das mesmas são as instalações elétricas, hidrosanitárias,
transporte vertical e esquadrias. Nós as chamamos de dinâmicas pelo fato de serem acionadas ou solicitadas
pelo habitantes da edificação a todo instante. Nas respostas adequadas a estas solicitações é que residem as
principais condições de conforto para o usuário.

Além das considerações acima, os sistemas de utilidades quando mal projetados ou executados trazem
um grande prejuízo às edificações e finalmente ao usuário. Portanto é necessário que esta área seja olhada com
bastante atenção em todas as suas fases, ou seja, desde a concepção do produto até a sua entrega ao cliente, e
manutenção durante a vida útil do mesmo.

Portanto temos como objetivo neste volume, mostrar um processo de sistematização de tomadas de
decisões, nas diversas etapas de concepção, de projetos, de execução e manutenção de sistemas de instalações
prediais, em completa harmonia com os demais sistemas construtivos. A seqüência de tratamento destes
assuntos e seus conteúdos será a seguinte:

• Procurar identificar dos itens que podem levar a desmistificação dos sistemas, procurando-se uma
tratativa adequada aos assuntos ditos polêmicos ou aspectos de desinformação existentes no setor de
construção civil de edificações, relativos ao assunto instalações hidrossanitárias.
• Analisados os aspectos anteriores, o passo seguinte será uma abordagem diferenciada com relação
ao assunto projeto de Instalações Hidrossanitárias. Deveremos tratar o assunto de maneira
coordenada com os demais projetos, mas dando um enfoque bastante pronunciado quanto ao aspecto
de concepção do produto. É nesta etapa que podemos resolver a maioria dos problemas relativos aos
sistemas hidrossanitários, definindo-se corretamente espaços técnicos necessários a equipamentos,
caminhamentos de tubulações, interferências com arquitetura e estrutura, execução e manutibilidade
dos sistemas, etc.
• Definido corretamente o produto, procuraremos orientar o projeto quanto ao atendimento a produção e
manutenção. Serão abordadas soluções de projetos, tanto em processos tradicionais racionalizados,
quanto em processos inovadores, que induzam um alto grau de produtividade e desempenho dos
sistemas. Será abordado também a maneira adequada de representações gráficas, quantificações e
especificações de componentes.
• Quanto a produção dos sistemas projetados, serão abordados os itens de: programação de serviços
(incluindo-se aí processo de execução, insumos, ferramentas, equipamentos, etc.), e de controle de
qualidade. Será também abordada a questão do planejamento das instalações em consonância com
outros sistemas construtivos, de maneira a se obter o mínimo de interferências, com a máxima
postergação de desembolso, além de um aumento significativo de produtividade.
• Outro aspecto que será abordado em todas as fases de uma, obra é o de orientar todas as definições
de projeto e execução, quanto a manutenção, tanto preventiva quanto corretiva. Tal assunto estará
embutido em todas definições, e dando um realce quanto a elaboração de manuais de manutenção do
proprietário e do condomínio.
• No decorrer de todo o volume, além da tratatíva de racionalização dos processos construtivos
tradicionais, será dado um enfoque especial a processos construtivos inovadores, entre os quais
deverá ser fator imprescindível, uma nova tecnologia de execução de instalações em que sua
execução seja, o máximo possível, independente dos outros sistemas.

Cabe salientar aqui, que este volume não pretende ser um compêndio de dimensionamento de
instalações prediais hidrossanitárias. Tais assuntos serão abordados em comentários inseridos no capítulo de
soluções de projetos, comentários estes que procurarão dar uma orientação de como interpretar parâmetros
de dimensionamentos sob a ótica de racionalização, padronização e atualização de dados a realidade atual.
Tais orientações estão baseadas em resultados de pesquisas científicas, de novos componentes de
instalações, e de realização de um grande número de obras realizadas sob esta nova ótica, com resultados
de desempenho compatível com a qualidade esperada para os produtos de edificações residenciais e
comerciais no mercado imobiliário brasileiro.
II . E L A B O R A Ç Ã O P E P R O J E T O S

Antes de entrarmos especificamente numa sistematização de projetos, procuraremos


tratar neste item, de fatores de sucesso que devem ser seguidos , tanto no aspecto de se obter
soluções adequadas para sistemas construtivos, quanto no aspecto de coordenação adequada das
informações a serem inseridas nas definições do produtos e nos projetos. Estes fatores de sucesso
constituem-se em procedimentos simples que resultam no posicionamento explícito do empreendedor
ou empresário, na definição do produto. São itens que fazem diferença na rentabilidade do
empreendimento, bem como no desempenho do mesmo, e que relativos aos sistemas de instalações
são os seguintes:

• Análise de custos dos sistemas construtivos, e seu impacto na rentabilidade do empreendimento, no


caso de instalações prediais de edificações, estes custos chegam a representar 20% do custo de
obra, levando-se em consideração custos de difícil apropriação tais como demolições, reserviços,
improdutividade, manutenções corretivas etc.

• Solução de lay out arquitetônicos de pavimentos, que permitam a correta definição dos sistemas
estruturais e de instalações.
• Padronização de componentes, formas e sistemas, tanto de arquitetura, estruturais quanto de
instalações prediais.
• Encomenda correta aos projetistas.
• Quebra de paradigmas obsoletos.

Quanto a estes paradigmas temos a observar as seguintes recomendações:

$ Formação profissional - Devemos procurar trabalhar com profissionais que tenham


conhecimento de processos construtivos atualizados com a evolução tecnológica no Brasil,
ou que tenham uma formação que permita uma reciclagem de conhecimentos. A
experiência em desenvolvimento de modernização de processos construtivos mostra que,
em relação a profissionais de execução, ou seja operários mestres ou encarregados, a
reciclagem do conhecimento é mais fácil de se levar a efeito. O d i f í c i l é vencer a barreira
criada por profissionais de nível universitário (normalmente alocados em nível de
gerenciamento), que tornam para si a responsabilidade de definição do que é bom para o
cliente, para a construtora, ou outros envolvidos no processo, sem o devido processo de
pesquisas, ensaios e divulgação.
& Número de componentes - Nos sistemas tradicionais de projetos e execução de
instalações prediais, é de se esperar que este número de componentes (acima de 2000
itens), seja uma coisa assustadora e de difícil administração. Para que possamos ter uma
administração mais racional disto, um passo importante é a padronização dos
componentes. Para tanto se torna imprescindível que todos os processos construtivos
tenham a mesma filosofia: a padronização da formas induz padronização de sistemas, que
induzem por sua vez a padronização de componentes e vice versa. A adoção desta
filosofia é o passo fundamental para a industrialização, que visa o aumento de
produtividade, redução de custos e aumento de desempenho, bem como facilitação da
manutenção.

& Mistificação dos sistemas - Com sistemas construtivos padronizados se torna bastante
simplificada a questão de entendimento dos sistemas de instalações hidrossanitárias. A
partir disto as soluções para obras civis de edificações se tornam bastante similares e
acessíveis a qualquer profissional do ramo de construção.

& Ciclo Vicioso Indústria x Projetos - Também devido ao fato de utilizar um auto grau de
padronização, e portanto facilidade de industrialização dos sistemas, fica fácil para as
indústrias produzirem componentes q u e . v e n h a m a facilitar o ato de se projetar e executar
os sistemas de instalações. A padronização induz ao maior consumo de determinados
itens, que garantem às industria uma escala de produção de novos produtos a custo
compatível.

(f^ Normas e regionalismos - A experiência vivida no d e s e n v o l v i m e n t o tecnológicos dos


sistemas que este volume descreve, e sua divulgação a nível nacional, nos diz o seguinte:

• As normas não devem ser consideradas lei, e sim recomendações a serem


questionadas. Elas existem para o caso de não haver uma regulamentação baseada
em processos científicos/experimentais, que definam os sistemas a serem executados.
Portanto as normas atuais devem ser comentadas e adotados os parâmetros que
efetivamente trazem atualizações e adequações a realidade Brasileira.
• Cuidado com os regionalismos! , é comum em qualquer cidade brasileira se
encontrar as expressões: "Aqui é diferente" , "Aqui não funciona". Tais a f i r m a t i v a s são
feitas por profissionais que tomam para si a realidade do mercado, sem nenhuma
pesquisa ou experiência venha corroborar tal fato. Na realidade a população que vais
usufruir das vantagens de sistemas inovadores ou diferentes dos regionais, além de
induzidos por estes profissionais, não são consultados, e nem tampouco têm uma
exposição técnica daquilo que estão adquirindo. É bom alertar para o que chamamos
de "venda técnica", ou seja devemos informar ao cliente todas as vantagens de
custos, desempenho, segurança, manutenção, etc., dos sistemas construtivos que
oferecemos no mercado.

& Quanto a resistência a mudanças - Este é um dos fatores de mais d i f í c i l abordagem, é


um item típico de análise comportamental a ser tratado por área específica dentro das
empresas. Quanto a profissionais projetistas ou pertencentes a empresas empreiteiras,
fica aqui uma recomendação: A evolução dos processos construtivos no sentido de
padronização e industrialização é inexorável e irreversível. Quem pretende atuar por
muito tempo no mercado brasileiro tem que evoluir com o mesmo, ou corre o risco de ser
alijado do mercado.

& Uma nova postura quanto a projetos - Para o atendimento às expectativas de


industrialização dos sistemas construtivos, uma coisa é certa: A maneira como
representamos, quantificarmos e especificamos procedimentos em projetos tem que ser
mudada. Os projetos hoje têm que absorver um novo padrão de linguagem, ou seja, deve
ser encarado num sentido mais amplo, e conter além das representações gráficas,
procedimentos, controles, especificações, etc., de maneira a atender cada etapa de obra,
com as informações específicas, necessárias e suficientes para cada etapa distinta da
obra, nem mais nem menos. Cuidado com informações em excesso que venfia a confundir
quem está manuseando cada documento, elas podem, e normalmente são, causas de erros
na execução.

(fi Planejamento adequado - São duas maneiras de se planejar a execução de sistemas


hidrossanitários. Nos processos construtivos tradicionais, as instalações vão a reboque da
dita parte civil, como se ela não fizesse parte integrante da mesma. Isto se deve ao alto
fator de interferência na execução dos processos, portanto de difícil solução. Quando são
adotados processos industrializados e inovadores, este fator de interferência é bastante
reduzido, podendo-se então ter mais claramente as definições de prazos de execução,
quantitativos, custos, alocação de insumos materiais e humanos, etc. Neste caso, a
maioria dos sistemas hidrossanitários é executado independente dos outros sistemas e
bem no final da obra, proporcionando alta produtividade, melhor execução, melhor
desempenho, menores custos, etc.

$ Mão de obra - Um ponto muito importante a salientar é que todas as proposições


contidas nos procedimentos que iremos expor, visam dois pontos muito importantes, quais
sejam: A facilitação da mão de obra e o Aumento de produtividade. Não é que estes dois
fatos tornem menos importantes outras questões da qualidade a ser obtida, mas é pelo
fato de serem os mais caros insumos alocados para a produção.

Após esta análise de itens muito importantes a serem observados, passaremos a expor
em seguida, uma proposta de sistematização de processo de coordenação de projetos, na
qual acreditamos haver a possibilidade de trazer ao leitor, uma nova condição de adequação
de todos os sistemas construtivos, em processos racionalizados e industrializados.
ETAPAS DE
PROJETO
DTC
II. E L A B O R A Ç Ã O DE P R O J E T O S

II - 1 - C O O R D E N A Ç Ã O DE P R O J E T O S
Considerando que a coordenação de projetos não constitui em si uma etapa
decompatibilização de projetos, mas sim um processo de sistematização de informações e de
tomadas de decisões que permeiam, ou orientam, as diversas etapas de definição do
produto, passaremos a expor alguns aspectos a serem considerados, quando do
desenvolvimento destes produtos de edificações de empreendimentos imobiliários.

Nos processos tradicionais de coordenação de projetos, podemos diagnosticar as


seguintes deficiências no que diz respeito a concepção de produtos e projetos de instalações
hidrossanitárias:

• Normalmente não há envolvimento dos profissionais da área de instalações, tanto


parceiros projetistas, quanto de execução, na definição dos produtos a serem projetados e
executados.
• Em função deste não envolvimento, e de desconhecimento por parte dos arquitetos, de
itens importantes a serem inseridos em projetos, falta previsão adequada de espaços para
instalações, equipamentos etc.
• Existe uma postura errônea dos profissionais quanto a execução das instalações, qual
seja, de seguir o paradigma de que tudo deverá ser embutido de alguma maneira, não
importando as conseqüências que isto acarreta, quanto a exequibilidade, custos e
manutenção.
• Há uma grande deficiência de informações e de comunicação entre profissionais
projetistas, construtoras e executores, ou seja, há um padrão estabelecido de projetos
para uma situação estabelecida de execução de instalações, dentro dos processos
tradicionais, muitas vezes não racionalizados, e isto nunca é questionado.

Em função do exposto acima, ou seja, não havendo normalmente um processo


sistematizado de coordenação, devemos propor aqui, procedimentos que nos levem a um
sistema de coordenação com uma visão global do empreendimento. Não devemos ter
simplesmente a visão de compatibilização de prazos e desenhos. Com uma visão moderna e
atualizada de como organizar as decisões inerentes a concepção dos produtos, gerenciamento
de projetos, e fluxo de informações entre setores envolvidos no empreendimento
(comercialização, produção, projetos, etc.), procuraremos dar uma seqüência correta a estas
atividades, com as seguintes definições:

• C o n c e p ç ã o do e m p r e e n d i m e n t o
Esta é uma etapa em que o protagonista é basicamente o empresário, neste momento é
feita a análise de viabilidade econômica e financeira do e m p r e e n d i m e n t o , em função de
vários itens, constituídos de variáveis monitoráveis ou não por ele. Entre as variáveis
monitoráveis está a de custo de obra, que se constitui numa das variáveis de maior influência
nesta viabilidade.
Na formação dos custos de obras é que são definidos os sistemas construtivos, ou em
função de sistemas normalmente adotados pelas empresas, é que são definidos os custos de
obras. Neste momento, é importante a escolha de sistemas construtivos que v i a b i l i z e m a
padronização e industrialização deste empreendimento, o que constitui um dos objetivos
deste livro, que é a de dar subsídios aos empresários numa escolha correta. Estes subsídios
estarão explicitados nos itens de definições de projetos, bem como nas orientações para
planejamento da produção.

• Definição do produto.
Assim que a análise de empreendimentos anterior sinalizou com viabilidade de
execução do empreendimento, o passo seguinte será a encomenda correta para os
projetistas, desencadeando uma seqüência lógica de etapas de projeto. Nesta seqüência é
que devem ser previstas todas as necessidades para as instalações hidrossanitárias, de modo
a se definir um produto que tenha a melhor qualidade de projetos de arquitetura, estrutura e
instalações prediais. É importante ressaltar que o melhor projeto é aquele que atende
simultaneamente as melhores soluções em conjunto. Não adianta querermos o ótimo em
um projeto isolado, se os outros são sacrificados, induzindo a elevações de custos e baixa
qualidade no desempenho dos sistemas construtivos.

• E t a p a s de p r o j e t o .
Para que haja um correto envolvimento dos projetistas nas definições de projeto,
passaremos a sugerir uma seqüência de etapas de projetos, com as devidas definições de
instalações hidrossanitárias a serem incorporadas:

$ Projeto Básico

Esta etapa de projeto caracteriza-se como a mais crítica delas, pois é nela onde se
definirão os processos construtivos a serem adotados, ou as condições de construtibilidade de
um determinado processo pré definido, que é o know how da empresa. Nesta etapa é que são
induzidos os chamados custos de concepção, ou seja, custos oriundos de definições
arquitetônicas que possam induzir custos adequados ou não em determinados processos
construtivos. Como exemplo de custos adicionais a serem induzidos nos sistemas
hidrossanitários, podemos citar os seguintes:
o Falta de espaços corretos de caminhamento de tubulações, proporcionando interferências
com sistemas estruturais ou mesmo com outros sistemas de instalações.
• Embutimento de instalações, que virão ocasionar demolições, resserviços, baixo
desempenho de componentes, etc.
• Interferências com estrutura proporcionando soluções inadequadas de sistemas
estruturais, tais como reforços, furações que possam causar danos a elementos
estruturais,
• Na execução de estruturas, alvenarias, e muitas vezes até nas obras de acabamento,
poderemos ter interferências, que venham prejudicar os sistemas de formas,
improdutividade na execução de alvenarias, sendo que venham até a provocar ou induzir
patologias nas mesmas, prejuízos em sistemas de impermeabilização, e dificuldades nas
execução de pinturas, forros ou outros tipos de acabamentos.

Portanto é muito importante, diríamos que até i m p r e s c i n d í v e l , a previsão de sistemas


de instalações hidrossanitárias já nesta etapa de definição do produto. Nesta etapa estão
sendo definidas as formas e lay out arquitetônico do produto como um todo, ou seja, estão
sendo representadas graficamente as definições das seguintes plantas:
• Planta de subsolos, com locais para acessos, garagens, circulações, equipamentos,
ventilações, lançamento de peças estruturais, etc.
• Plantas de pilotis, ou pavimento de uso comum (PUC), com definições de acessos,
equipamentos comunitários (play ground, piscinas, salão de festas e de jogos), locais de
lojas, de eventos, etc. no caso de edificações comerciais, garagens, circulações,
equipamentos e lançamentos estruturais.
• Plantas de pavimentos elevados para garagens, com equipamentos comunitários e de
eventos, lançamentos estruturais, etc.
• Planta do pavimento tipo com lay out arquitetônico de residências ou unidades comerciais,
com lançamento estrutural.
• Planta de coberturas, com definições de telhados, casas de máquinas, equipamentos, etc.

No capítulo de definições de projetos, estão relacionadas, em forma de um Briefing


genérico, todas as decisões de projetos necessárias para as definições de sistemas
hidrossanitários, específicas deste sistema e relativas a decisões arquitetônicas ou
estruturais que privilegiem soluções adequadas para instalações.
Com esta tratativa na maneira de se definir o produto nesta etapa, ficam solucionadas,
em conjunto e harmoniosamente, todas os componentes necessários aos sistemas de
instalações, de estruturas e de arquitetura. Como já comentado, com este nivel de
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concepção, o produto fica definido com todos os problemas (que atualmente são resolvidos
inadequadamente em projetos descoordenados, ou na execução das obras), solucionados
previamente, com custos e qualidade compatíveis.
Ê importante salientar que nesta etapa estaremos resolvendo problemas de previsões
de espaços, lay out arquitetônico e dimensões estruturais adequados, com caminhamentos de
instalações, locais de equipamentos, etc., Não há necessidade, neste momento, de
providências de dimensionamentos, detalhamentos, etc., visto que a maioria das soluções são
pré definidas e padronizadas, conforme veremos no capítulo de definições de projetos.
Nesta etapa as representações gráficas de soluções de instalações hidrossanitárias serão
elaboradas nas mesmas plantas de projeto básico de arquitetura e de estrutura, ou seja, serão
representadas em plantas que mostrem lay out arquitetônico e lançamento estrutural.

Ér* Projeto Preliminar

Esta é uma etapa de projetos complementar à primeira, no sentido em que serão


agregadas mais informações às anteriores, em nível de maior precisão dimensional. Não que
as soluções da primeira etapa sejam inadequadas ou imprecisas, mas as necessárias e
corretas para o nível de definição para aquela etapa. Serão agregadas e compatibilizadas
informações do tipo:
• Confirmação de dimensões de peças estruturais,
• Possíveis interferências entre estruturas e tubulações,
• Posicionamento de pontos de utilização e peças sanitárias, furações de lajes e possíveis
furações em vigas ou reposicionamento destas.
• Confirmação de detalhes padronizados de execução de instalações, etc.

Compatibilizadas tais informações, estará concluído todo o processo de definição dos


produtos, em todos os aspectos macros de execução de sistemas construtivos.
Nesta etapa, as representações gráficas de soluções de instalações hidrossanitárias,
serão elaboradas em plantas específicas para instalações, oriundas dos projetos básico de
arquitetura e de estrutura, ou seja, serão representadas em plantas que mostrem lay out
arquitetônico e lançamento estrutural em segundo plano.

íft Projeto Legal

Definidas todas as proposições de sistemas de instalações hidrossanitárias, com as


informações, suficientes até aqui, para definição do produto, há necessidade de se agregar às
representações gráficas da etapa anterior, outras informações que venham a atender às
necessidades de projetos a serem submetidos a aprovação de órgãos concessionários de
serviços públicos tais como Corpo de Bombeiros, companhias de distribuição de gás, de
saneamento, etc.
Para atendimento às exigências de representações gráficas de projetos, por parte das
concessionárias, que estão acostumadas a uma tipologia já consagrada, basta que sejam
agregadas estas informações aos desenhos elaborados na etapa anterior. Estas informações
estão relacionadas conforme quadro a seguir, e com sugestões de formatação de desenhos
que venham a combinar este projeto legal, com projetos de produção, ou seja, de fabricação
de componentes e sua montagem na obra.
INFORMAÇÕES PARA PROJETO LEGAL

ASSUNTO
OU FORMATO OBSERVAÇÕES
DESENHO

Formato "Á"
dependendo As informações serão
Caminhamentos de tubulações,
do tamanho as suficientes para
Planta baixa localização de equipamentos,
do ambiente, entendimento do
de subsolos dimensões, posicionamento de
será do projeto, por parte da
colunas, ralos caixas, legendas,
tamanho 0, concessionária.
etc.
1, 2 ou 3

Formato "Á"
Caminhamentos de tubulações, dependendo As informações serão
Planta baixa
localização de equipamentos, do tamanho as suficientes para
de Pilotis,
dimensões, posicionamento de do ambiente, entendimento do
mezaninos
colunas, shaft's, ralos caixas, será do projeto, por parte da
ou PUC
posições de ligações a rede tamanho 0, concessionária.
pública, legendas, etc. 1, 2 ou 3

Plantas de Posicionamento de colunas, shaft's Formato Dimensionamento em


pavtos. tipo e ocasionalmente ramais. Ao,1,2 ou 3 detalhes A 4
Caminhamento de desvios,
Plantas de Formato Dimensionamento em
posicionamento de colunas e ralos,
coberturas Ao,1,2 ou 3 detalhes A4.
localização do barrilete.
Dimensionamento, poderão estar
Devem ser detalhes
Esquemas colocados nas plantas baixas ou
Formato A 4 padronizados de
verticais em detalhes de fabricação e
colunas.
montagem.
Serão executados detalhes de
Devem ser elaborados
fabricação e/ou montagem, com
Detalhes e desenhos
dimensionamento de ramais,
esquemas Formato A 4 padronizados de todas
colunas, fixações, etc. Não há
isométricos as soluções de
necessidade de esquemas
projeto.
isométricos.

As figuras a seguir mostram exemplos dos diversos tipos de desenhos que sugerimos
que sirvam para fabricação de componentes, montagem dos mesmos nas obras, e como
complemento de informações para projeto legal.
(fi Projetos de Fabricação e Montagem

Os projetos da etapa anterior servirão como uma orientação genérica do projeto de


instalações hidrossanitárias, e como estão colocadas as soluções, em relação aos sistemas
estruturais, de arquitetura, entre outros. Agora, o importante é como detalhar os processos de
fabricação de componentes, como executá-los, ou como montá-los na frente de serviço.
Evidentemente que todo o processo de execução de instalações prevê uma "pré fabricação ou
montagem" de todas as partes que compõem as instalações hidrossanitárias. Portanto se
torna necessário um detalhamento de etapas de serviços de fabricação e de montagem nas
obras. Nos projetos tradicionais, os detalhamentos não oferecem informações adequadas para
esta finalidades. O que se pretende, é que estes detalhes padronizados, e c o m p a t i b i l i z a d o s
com as padronizações de estrutura e arquitetura, supram estas necessidades.
Em função destas necessidades, deverão ser elaborados detalhamentos padronizados,
sugeridos na tabela abaixo, de acordo com as diversas etapas de fabricação de componentes,
e montagem dos mesmos nas obras. Muitos detalhes sugeridos, não necessariamente farão
parte do escopo de desenhos de instalações, e sim de serviços a serem executados por
equipes de estrutura, de vedações, acabamentos, etc.
DETALHAMENTO DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM

ETAPAS DE ONDE
FORMATO CONTEÚDO OBSERVAÇÕES
TRABALHO REPRESENTAR
Anexar detalhes
Nas planta de típicos de tipos
Posicionamento em
Passagens montagem da
Conforme relação às peças de passagens,
em forma dos
estrutura estruturais, e sahft's, ou
estrutura diversos
pavimentos. quantitativos. furação
mecanizada.
Nas plantas de Posicionamento em
Anexar detalhes
Embutiment montagem das relação aos
Plantas de típicos de Kit's,
os em vedações dos elementos de
alvenaria com
vedações diversos vedações, e
pavimentos. quantificações
quantitativos
Posicionamento em
Nas plantas de Informações
relação aos
montagem das necessárias
Passagens Plantas de elementos de
vedações dos para execução
em lajes alvenaria vedações ou
diversos de furação
estruturais, e
pavimentos. mecanizada.
quantitativos
Posicionamento e
caimentos em
Desenhos
relação aos Anexár detalhes
Montagem específicos com Plantas de
elementos de típicos de
de coletores todas instalações tetos
vedações ou fixações
em cada teto.
estruturais, fixações
e quantitativos
Posicionamento e
caimentos em
Desenhos
relação aos Anexar detalhes
Montagem específicos com Plantas de
elementos de típicos de
de desvios todas instalações tetos vedações ou fixações
em cada teto. estruturais, e
quantitativos
DETALHAMENTO DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE KIT'S

ONDE
ETAPAS DE OBSERVAÇÕE
REPRESENT FORMATO CONTEÚDC Mi:./
TRABALHO
AR

Posicionamento de
colunas em
Anexar
vedações ou shaft's,
detalhes
COLUNAS Detalhe típico A4 ou 3 com tabela de
típicos de
diâmetros por
fixações
pavimento e
quantitativos

Posicionamento e
dimensões de tubos Anexar
e conexões , com detalhes
RAMAIS Detalhe típico A4 ou 3
tabela de diâmetros típicos de
por pavimento e fixações
quantitativos
Posicionamento e
Anexar
dimensões de tubos
CAVALETES DE detalhes
Detalhe típico A4 OU 3 e conexões , com
RECALQUE típicos de
diâmetros por obra
fixações
e quantitativos
Posicionamento e
Anexar
dimensões de tubos
d&talhes
BARRILETES Detalhe típico A4 ou 3 e conexões , com
típicos de
diâmetros por obra
fixações
e quantitativos
Posicionamento e Anexar
dimensões de tubos detalhes
HIDRANTES Detalhe típico A4 ou 3
e conexões e típicos de
quantitativos fixações
Posicionamento e Anexar
dimensões de tubos detalhes
MEDIDORES Detalhe típico A4 ou 3
e conexões e típicos de
quantitativos fixações
Posicionamento e Anexar
dimensões de tubos detalhes
RESERVATÓRIOS Detalhe típico A4 ou 3
e conexões e típicos de
quantitativos fixações
Posicionamento e Anexar
dimensões de tubos detalhes
AQUECEDORES Detalhe típico A4 ou 3
e conexões e típicos de
quantitativos fixações
Posicicnamento e Anexar
ESTAÇÕES
dimensões de tubos detalhes
REDUTORAS DE Detalhe típico A4 ou 3
e conexões e típicos de
PRESSÃO
quantitativos fixações
Para não prolongarmos muito esta tabela, diríamos que todos os elementos de
uma instalação hidrossanitária podem ser detalhados em desenhos típicos e pré montados.
Vai depender de cada profissional e/ou empresa, decidir sobre este grau de detalhamento, em
função da complexidade da obra. Tal detalhamento deverá ser definido no capítulo de
planejamento da obra, quando tratarmos do assunto programação de serviços. Nesta
programação, um dos elementos s serem fornecidos a cada etapa de trabalho, é o que diz
respeito a que tipo de desenho ou informação é necessária pára a elaboração da etapa de
trabalho.

• B r i e f i n g de P r o j e t o .

Outro aspecto muito importante a ser considerado, é o de como se fazer a encomenda de


projetos. Nesta encomenda deverá estar contido todos os aspectos tecnológicos que
envolvem o sistema construtivo adotado pelas empresas, detalhamentos padronizados, formas
de representações gráficas, quantificações de componentes e memoriais descritivos de
projetos, que caracterizem o produto a ser projetado. As empresas de produção de
instalações, bem como as construtoras, não podem ficar reféns da experiência profissional, e
portanto muito particular, de cada projetista. As soluções devem representar o Know how de
cada empresa, num processo sistematizado, independentemente da experiência de cada
projetista.
Este Briefing se compõe basicamente dos seguintes documentos, que serão
apresentados nos capítulos a seguir, e instrumentos resumidos de definição de cada
empreendimento:

• Caderno de diretrizes de projeto, com especificação de processos construtivos.


• Caderno de gerenciamento de projetos, com determinação de representações gráficas e
processos de coordenação de informações
• Caderno de detalhes típicos de instalações e de outros sistemas construtivos que fazei
interação na execução das mesmas
• Planilha resumo de instalações

A tabela anexada no final do volume, indica uma das maneiras de se formatar uma
planilha resumo de Briefing para projeto, de maneira a se enquadra-lo às definições de um
determinado produto.
II . E L A B O R A Ç Ã O DE P R O J E T O S

II - 2 - CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO E REMUNERAÇÃO

Em função do exposto nos itens anteriores, se torna necessário uma mudança de


postura, tanto de profissionais projetistas, quanto de empresas contratantes, no que diz
respeito a contratação de projetos.
Primeiramente alertamos para o fato de que os projetos não devem ser objetos de
leilão, ou seja, contratados sempre pelo menor preço, sem se levar em consideração a
qualidade do serviço a ser contratado, tanto em conteúdo, quanto em apresentação.
Normalmente serviços mal contratados, ou mal remunerados levam a soluções de
projetos que prejudicam o produto.
Devemos investir em projetos que resultem numa adequação de soluções
compatíveis com processos executivos que tenham as qualidades já bastante
comentadas nos itens anteriores, portanto projeto não representa custo e sim
investimento.
Para que possamos conseguir o objetivo perseguido de qualidade, precisamos ter um
conceito de parceria entre empresas contratantes e projetistas, que pode ser resumido no
seguinte:
"O escritório do projetista se torna um prolongamento ou complemento^ das empresas
contratantes". As empresas darão preferência de contratação a parceiros de projetos, e estes
em atendimento às empresas. Para tanto as empresas terão que repassar seu know how
técnico aos projetistas, para que eles possam se enquadrar na filosofia delas e, ao mesmo
tempo, os profissionais terão que se dedicar mais às empresas, no sentido de definições
técnicas de projetos, atendimento a planejamento e execução de obras.
Surge então um dilema de como se remunerar tal parceria. Devemos portanto, criar um
critério de contratação que seja adequado ao investimento das empresas, e que remunere a
altura a qualidade do projetista, e portanto, dos seus serviços.
Existem várias maneiras de se estipular um contrato de parceria em projetos, e uma delas
passaremos a expor como exemplo de procedimentos básicos a serem observados, quais
sejam:
1 - SELECIONAMENTO DE PROFISSIONAIS

Primeiramente precisamos selecionar projetistas com nível de conhecimento e


experiência adequada, que venham atender aos anseios das empresas, e os profissionais do
ramo precisam estar alerta a estes pontos. Devem ser levados em conta os seguintes itens:
- Experiência Profissional
- Conhecimento de Procedimentos de Obras Civis
- Conhecimento de Procedimentos de Execução de Instalações
- Conhecimento de Normas
- Estrutura de Pessoal Técnico Qualificado e de Equipamentos Avançados

Em função da capacitação do profissional ou escritório de projetos podemos eleger


três níveis de profissionais ou escritórios, conforme tabela abaixo:

I N D I C A D O R E S DE Q U A L I F I C A Ç Ã O

NÍVEIS EXCELENTE BOM MÉDIO

PROCESSO DE CÁLULO Avançado Convencional Incompatível

FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA Alta Média Deficiente

NÍVEL DE DETALHAMENTO Alto Médio Incompatível

QUANTIDADE DE Econômico Bom Alto


COMPONENTES

QUALIDADE DE SOLUÇÕES Alta Boa Baixa

QUALIDADE DE Alta boa Baixa


APRESENTAÇÃO

ATENDIMENTO A PRAZOS Ótimo Bom Baixo

ATENDIMENTO A OBRAS Ótimo Bom Baixo

VISITAS EXPONTÂNEAS Ótimo Bom Baixo


As empresas deverão procurar trabalhar com profissionais, ou escritórios, que atendam
no mínimo as exigências para o nível bom, como uma maneira de garantir a qualidade final
do produto a ser entregue ao cliente. Os profissionais devem sempre estar atualizados nos
mais modernos sistemas de instalações e outros sistemas construtivos.

2 - CRITÉRIOS DE REMUNERAÇÃO POR FASE DE PROJETO

Os profissionais selecionados, que trabalharão como parceiros, poderão ser


remunerados por fase de projetos conforme descrito anteriormente ou seja:
- Atendimento a construtora na fase de concepção (por contrato de risco)
Elaboração do projeto básico (planilhas básicas com lançamento de instalações)
1 a Parcela
- Elaboração de projeto preliminar (plantas baixas com lançamentos compatibilizados
com demais subsistemas de obra)
a
2 Parcela
Elaboração e Aprovação de projeto Legal
3a e 4 a Parcelas
- Elaboração de detalhamento de fabricação e montagem
- Parcelas conforme solicitação da produção

3 - DETERMINAÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETO

Dentro dos vários critérios possíveis, uma das maneiras de se - quantificar a


remuneração dos projetistas pode ser em função dos custos das instalações projetadas. Os
valores de projeto poderão ser remunerados em função da área da obra e do custo por pontos
de instalação, gerado por estes projetos, conforme segue:

Área da O b r ã m% V a l o r d o P r o j e t o % do
C u s t o de I n s t a l a ç ã o

Área • 1000 7,4


1.000 < a • 3. 00.0 7,2

3.000 < a • 6.000 7,0

6.000 < a • 10. ooo 6,8

10.000 < a • 20.000 6,6

20.000 < a • 50.000 6,4


4 - CUSTO DAS INSTALAÇÕES
Este custo pode ser obtido por orçamentação ou por estimativa. Para se calcular por
estimativa sugerimos o seguinte critério de custos por ponto:

n
Custo = Z N.Pi onde N = n° de Pontos
i = 1 Pi = Custo do Ponto de Instalação

5 - SUGESTÃO DE CUSTO DE PONTOS EM R$

Eletricidade - 44,00
Telefonia - 55,00
Hidráulica Fria - 55,00
Esgoto - 37,00
Águas Pluviais - 74,00
Hidráulica Quente - 95,00
Gás - 90,00

Valor do Projeto = % x Custo

6 - CONTEÚDO DOS PROJETOS

Os projetos deverão ser apresentados conforme discriminados nos itens anteriores,


acrescentados os seguintes itens:

- Especificações de materiais e Equipamentos

- Memorial Descritivo do Projeto e de Cálculo


- Memoriais Exigidos por Concessionárias
- Quantificação de materiais em planilhas por etapa de serviço e detalhes padronizados
SOLUÇÃO DE
PROJETO
DTC
111 . S O L U Ç Õ E S DE P R O J E T O

Serão comentadas neste capítulo, diretrizes genéricas de soluções de projetos, por sub-sistemas ou
etapas de execução de instalações hidrossanitárias. Estas diretrizes visam proporcionar uma execução
racionalizada, e o mais industrializada possível das edificações. Este capítulo constitui-se também em um
exemplo de Briefing genérico de instalações hidrossanitárias, que representa o know how das empresas, no que
diz respeito a instalações estas instalações e, por indução, dos escritórios de projetos. Tais diretrizes dizem
respeito a edificações multifamiliares ou comerciais do tipo escritórios, flat's e hotéis, ou seja edificações do setor
imobiliário e afins.

1 - SUB-SISTEMA DE ÁGUA FRIA

• Abastecimento e Reserva de Água

Toda tubulação deverá ser executada em PVC com classe de pressão compatível com o nível
piezométrico da rede de distribuição;
Deverá ser aparente em tetos de pavimentos de subsolos, com derivações para atendimento de
torneiras de jardim e de lavagem;
A entrada d'água deverá abastecer a mais de um reservatório (ou câmara no caso de concreto) de
modo a permitir manutenção e lavagem;
Procurar usar reservatórios pré fabricados em fibra de vidro aparentes em subsolos ou outros
pavimentos do embasamento, devendo ser previstos espaços para isto;
Adotar reserva d'água para 1,5 dia de consumo, conforme tabela de dimensionamento em detalhe
típico;
Nos reservatórios superiores, deverá ser prevista reserva de água para combate a incêndio, conforme
risco e classe de incêndio, definidas nas normas de seguro, como por exemplo, para edifícios
residenciais, deve-se prever o funcionamento simultâneo de dois hidrantes, durante 30 minutos.
As passagens de tubulações em lajes impermeabilizadas deverão ser feitas com encamisamento, ou
com flanges nos casos de reservatórios de concreto;
Evitar passagem de tubulações sob pistas de tráfego e áreas pavimentadas
Sempre que for possível, bem como economicamente viável, as torneiras de limpeza, irrigação,
piscinas do térreo, etc., deverão ser derivadas do ramal de entrada d'água da edificação.
No caso se utilização de fonte de água exclusiva (poço freático ou sugente), deverá inicialmente
verificar a potabilidade da água e sua condições quanto a PH, e outros componentes químicos, em
solução ou suspensão, que venham a causar corrosão ou esclerosamento de tubulações. Neste caso
deverá haver um projeto específicao, aprovado por órgão governamental.
Criar Kit premoldado de cabalete de medição, de acordo com normas de concessionária de serviços
públicos.

• Recalque de Água

Comprimentos horizontais e verticais da sucção deverão ser os menores possíveis;


Adotar localização de bombas de modo que trabalhem afogadas e com facilidade de manutenção,
evitar poços enterrados;
Fazer limpeza através de recalque e nos casos de reservatórios externos por gravidade;
Adotar tubulação de aço ou cobre para a estação de recalque (cavalete de recalque), e PVC na
coluna com válvulas de retenção colocadas de modo a evitar golpe de ariete;
Projetar poços para válvulas de pé com crivo no caso de reservatórios de concreto, e registros para
escorva de bombas, se não forem "afogadas";
Prever alarme de níveis críticos;
Adotar soluções de shaft's visitantes para colocação de colunas em áreas comuns;
Abastecer duas câmaras de reservatórios superiores;
Estudar viabilidade econômica e técnica (negociar com corpo de bombeiros), de colocação de
reservatórios superiores de fibra de vidro sobre lajes impermeabilizadas;
No caso de estudo de viabilidade de volumes inferiores e superiores de reservatórios, devem ser
analisados os seguintes aspectos:
S Distribuir volumes, de forma a se conseguir adequadamente, a distribuição de reservatórios
premoldados,
•s Estudar tipo e marca de bombas que garantam a vazão de pico, e funcionamento em tempos
acima dos normais,
S Prever quadro de comando elétrico que permita o funcionamento alternado das bombas,

• Barrilete Superior

Executar furações mecanizadas em reservatórios, e colocação de flanges para tomada d'água;


Adotar solução de pente, de maneira a se diminuir tomadas d'água do reservatórios;
Derivar todas alimentações do pente;
Estudar viabilidade de barriletes ramificados, com colocação de registros sobre lajes
impermeabilizadas, e proteção dos tubos de PVC;
Fazer ventilação do barrilete;
Prever local adequado para barrilete e suas derivações, adotando-se shaft's verticais e horizontais
(ver detalhes típicos);
Proteger tubulações de PVC expostas, com fita de plástico ou sitafíex;
Projetar uniões para fechamentos e/ou registros com uniões incorporadas (Akros e Tigre);
Prever juntas de expansão ou "Liras" em locais de dilatação da estrutura, e conforme cálculo
específico;
As alimentações de aquecedores de acumulação individuais devem sair direto dos reservatórios e
serão em cobre ou PEX;
Calcular perda de pressão dinâmica de modo a se evitar possível entrada de a r ;
Adotar ladrão, limpeza e aviso na cobertura;

• Distribuição (Colunas)

Padronizar diâmetros, normalmente normalmente adotando-se o mínimo de variações possíveis, de


modo a se administra um menor número de conexões .
Adotar PVC ou PEX para colunas, padronizando diâmetros;
Em prédios com mais de 40,0 mca de pressão estática, adotar estação redutora de pressão com
barrilete invertido, para zona de pressão reduzida, tal redutora e barrilete em fopnna de pente, deverá
ser localizada no pavimento imediatamente inferior ao tipo, e com redundância de equipamento
(filtros, manómetros etc.);
No caso de se prever mais de duas zonas de redução de pressão, teremos duas alternativas, a
criação de umpavimento técnico para barriletes intermediários, ou a criação de duas estações
redutoras, no pavimento inferior, com colunas ascendentes até estas zonas intermediárias,
dependendo do estudo de custos, e disponibilidade de espaço nos shaft's;
Ventilar colunas invertidas de zonas de pressão reduzida;
Nos casos de colunas em SHAFT'S visitáveis, poderá ser usada redução de pressão dentro destes, no
caso de edificações comerciais, hotéis e flat's;
Reduzir pressão para o mínimo de pavimentos possível;
Evitar Embutimento de colunas, utilizando-se shaft's, estrategicamente localizados no pavimento tipo
(ver detalhes típicos);
Atentar para dilatação térmica e procurar fazer derivações de ramais em colunas que não forcem a
tubulação;
Dimensionar colunas por método estatístico e cálculo hidráulico;
Calcular perda de pressão para pavimentos menos favoráveis;

• Ramais

- Adotar PVC ou PEX;


Adotar soluções que evitem Embutimento de tubulação;
Padronizar diâmetros, normalmente podendo-se usar para toda distribuição de peças sanitárias e
de serviço, ou Y*" em pavimentos mais desfavoráveis, com pontos de utilização em Vi";
Racionalizar colocação de registros;
Evitar cruzamento em tubulações quando embutidas;
Adotar solução de caixas fluxíveis acopladas à louça;
Não alimentar ramais de torneiras de jardim ou lavagem através de colunas vindas de reservatórios;
Atentar para utilização de material adequado nos misturadores (chuveiro e duchas), de modo a ser
evitar interligação automática da água quente com a água fria;
Evitar projetar duchas manuais com água quente e fria;
No caso de se adotar água quente em ducha, derivar do misturador de lavatório ou de
misturadores/desviador de chuveiros;
Projetar vaso ao lado de shaft's para possibilitar a alimentação das caixas pela lateral dos mesmos;
Não projetar torneiras em jardineiras ou varandas de Pavimento Tipo;
Especificar caixa acoplada que tenha alimentação a esquerda ou direita, no caso de alguns
fabricantes especificar posição de entrada d'água;
No caso de tanques com torneiras incorporadas nos mesmos, colocar torneiras do lado da máquina de
lavar;
No caso de se optar por Embutimento de ramais, utilizar gabaritos de Kit's quando da execução da
argamassa de revestimento da alvenaria, de modo a ser retirar a argamassa fresca, e possibilitar
melhores condições de corte e chumbamento dos ramais.
Evitar tubulações embutidas em caso de vedações em Dry Wall;
Quando houver embutimento de ramais em vedações, fazer distribuição no entreforro do próprio
pavimento, com embutimento de Kit's em ramais verticais, com poucas derivações na horizontal.
Tubulações nunca deverão estar chumbadas, em barriletes, desvios, colunas e ramais, nem tão
pouco solitárias a estrutura e alvenarias (utilizar camisas e passantes). Deve-se fazer detalhe típico de
ancoragem de pontos de utilização, cobrimento correto de argamassa nos ramais, ou utilização de
vazios das alvenarias.
Tomadas d'agua em pontos de utilização, quando executadas em PVC deverão ser reforçadas;
• Comentários Sobre Norma

A norma que regulamenta os projetos de instalações de água fria é a NBR-5626, complementada com
diversas outras, referentes a componentes, processos de fabricação, testes, etc. O espaço reservado
aqui, é destinado a inserção de comentários de cada empresa ou profissional.
• Especificação de Materiais e Equipamentos

- Atender às normas de fabricação de componentes quanto às técnicas para sua utilização, cada
material tem uma característica específica de manuseio, que devem ser observadas;
- Atenção para uso de marcas diferentes de tubulações e conexões numa mesma edificação, de modo a
se evitar folgas excessivas em soldas;
- Especificar equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos;
- Atentar para padronização de componentes de fixação adequados em tubulações externas, as fixações
devem ser indicadas em projetos ;
2 - SUB-SISTEMA DE Á G U A Q U E N T E

• Definição dos Sistemas de Aquecimento

Podemos identificar vários tipos de sistemas de aquecimento e distribuição de água quente, com suas
respectivas vantagens e desvantagens, em função de custos, construtibilidade, conforto, segurança, etc. A tabela
a seguir procura demonstrar estes comparativos, de modo a podermos optar pela melhor solução, em função do
produto que queremos comercializar.

C O M P A R A T I V O S E N T R E S I S T E M A S DE A Q U E C I M E N T O

TIPOLOGIA VANTAGENS DESVANTAGENS CUSTO $

Custo de Instalação hidráulica Consumo de energia elevado para bom nível de conforto
Chuveiro /Torneira
baixo, porém induzindo elevado Aumento de condutores elétricos e proteções De difícil apropriação
Elétrica
custo de instalações elétricas. Aumento de demanda

Custo de Instalação hidráulica Consumo de energia elevado para bom níve de conforto
Aquecimento de
baixo, porém induzindo elevado Aumento de condutores elétricos e proteções 176
passsagem elétrico
custo de instalações elétricas. Aumento de demanda
São vários os fatores que podemos citar como desvantagens deste
sistema, quais sejam: segurança quanto a escape de gás e
- Costuma-se indicar como monóxido de carbono, espaço ocupado para instalação, obrigação
Aquecimento de
única vantagem a de instalação de tiragem, manutenção prejudicada, desempenho
passagem a 156
individualização de uso e abaixo do proposto por fabricantes, aumento de tubulação de gás,
Gás
portanto, ausência de rateio dificuldade de instalação, a tubulação de distribuição interferindo
nas alvenarias, custo elevado, a obrigatoriedade de ventilação fixa
i no ambiente, maior vazão de gás na hora de pico,
São vários os fatores que podemos citar como desvantagens deste
sistema, quais sejam: pouca segurança nos componentes elétricos,
Costuma-se indicar como
o espaço ocupado e principalmente locais inadequados para
Aquecimento vantagens, a individualização
instalação, necessidade de colunas de alimentação e suspiro,
Acumulação Elétrico de uso e portanto, ausência de 152
elevado consumo e aumento de demanda, condições de
Individual rateio, e maior conforto que os
manutenção inadequadas, de difícil instalação, a tubulação de
de passagem a gás ou elétrico.
distribuição interferindo nas alvenarias, custo elevado de instalação
com grande possibilidade de superaquecimento.
Sobre os sistemas anteriores São vários os fatores que podemos citar como desvantagens deste
podemos citar as seguintes sistema, quais sejam: segurança quanto a escape de gás e
vantagens: a individualização monóxido de carbono, espaço ocupado para instalação, obrigação
Aquecimento
do consumo sem rateios, maior de instalação de tiragem, manutenção prejudicada, aumento de
acumulação Gás 137
conforto, menor consumo que tubulação de gás, dificuldade de instalação, a tubulação de
individual
os elétricos e a pequena distribuição interferindo nas alvenarias, custo elevado, a
probabilidade de obrigatoriedade de ventilação fixa
superaquecimento no ambiente, necessidade de tubulações de alimentação e suspiro.
São várias as vantagens que
podemos citar para este
sistema, como a diminuição de
consumo de gás devido a
coeficiente de demanda, maior
Este sistemas têm como desvantagem a não individualização do
conforto e segurança para
Aquecimento Coletivo consumo (Rateio), maior vazão de gás na hora de pico, ler espaço
usuários, melhores condições e 125
Passagem a Gás na área comum (inclusive para tanque de compensação) , e prever
obrigatoriedade de manutenção
local para tiragem.
por parle do condomínio,
custos de instalações menores,
ocupam pouco espaço e
probabilidade minima de
superaquecimento.
TIPOLOGIA VANTAGEM® MPiSSilDESVANTAGENS^ 81 I \:rcusTO#. |
Como no sistema acima, as
vantagens que podemos citar
para este, a diminuição de
consumo de gás devido a
coeficiente de demanda, maior
conforto e segurança para Como desvantagens também citamos a necessidade de rateio e de
Aquecimento coletivo 129
usuários, melhores condições e maior espaço na área comum, colocação de tiragem e um pouco
Acumulação
obrigatoriedade de manutenção mais de consumo de gás.
por parte do condomínio,
custos de instalações menores
e probabilidade mínima de
superaquecimento e menor
vazão de gás na hora de pico.
Uma das maiores vantagens é
- Como grande desvantagem temos a de condições atmosféricas
a diminuição de consumo de
prejudicando o bom desempenho em todos os dias do ano. INVIÁVEL OO PONTO
energia, inclusive na hora de
necessidade de grande espaço para instalações de espelhos DE VISTA DE
Pré Aquecimento pico, acrescentadas às
coletores nas coberturas, investimento inicial muito alto e custos de INVESTIMENTO POR
energia solar mesmas dos outros sistemas
interligação deste sistemas com os auxiliares a gás ou eletricidade. PARTE DO
coletivos, e a possibilidade de
Continuam as desvantagens inerentes aos sistemas coletivos, já EMPRESÁRIO.
instalações mistas, solar e gás.
que esta redundância de equipamentos é necessária

INVIÁVEL PELOS
Como grande vantagem temos
Como fatores que praticamente inviabilizam tal sistema temos o CUSTOS DE
Aquecimentos a ausência de tiragem de
aumento excessivo da demanda elétrica, segurança dos INSTALAÇÕES
coletivos elétricos gases, somadas às instalações
equipamentos e consumo de energia. ELÉTRICAS E DE
de gás
CONSUMO

Com relação a escolha dos tipos de aquecimento, devemos fazer uma análise de custos, das vantagens
e desvantagens dos sistemas com relação ao produto proposto ao cliente. Devemos analisar também, de que
maneira tais custos impactarão no resultado do empreendimento, principalmente se este é vendido no plano
empresarial. No caso de obras pór administração, o condomínio é que optará pela solução mais adequada. A
tendência atual, nas obras de plano empresarial, é a adoção de aquecimento coletivo a gás,v de passagem ou
acumulação.
• Abastecimento dos Sistemas de Aquecimento

A seguir procuramos dar as principais recomendações relativas a projetos, de como executar as


instalações para o abastecimento hidráulico dos diversos tipos de aquecimento de água:

TIPO DE AQUECIMENTO RECOMENDAÇÕES

Chuveiro Elétrico ou Aterramento e Resistência Blindada


Torneira Elétrica Circuito Individual

Aquecimento Aterramento e Resistência Blindada


Passagem Elétrico • Circuito Individual

Posicionamento de pontos de alimentação


Tiragem
Aquecimento
• Localizar na área de serviço
Passagem a Gás Ventilação permanente do ambiente
• Verificar reais condições de desempenho

• Aterramento e Resistência Blindada


» Qualidade de Termostato
« Circuito Individual
Visita de Inspeção Total
Coluna de Suspiro e/ou Válvula de Segurança
Evitar Válvula Retenção
• Prever dreno com descarga a vista, interligado com válvula de segurança
Aquecimento de e Sifão
Acumulação Elétrico » Em Caso de CPVC na distribuição usar misturador com termopar
• Coluna em Aço, Cobre ou PEX, podendo atender outras peças
• Em Casos de Colunas Invertidas fazer Suspiro das mesmas
• Alimentação direta do reservatório, com aviso de superaquecimento
» Não tubular válvula de segurança até ralo, jogar livre em box.

Ventilação permanente do cômodo


• Tiragem adequada
Coluna em aço, cobre ou pex, podendo atender outras peças
Qualidade termostato
Aquecimento de • Coluna de suspiro/válvula de segurança
Evitar válvula retenção
Acumulação a Gás D
Prever dreno com descarga a vista, interligado com válvula de segurança
e Sifão
• Em caso de CPVC na distribuição usar misturador com termopar
• Em casos de colunas invertidas fazer suspiro das mesmas
Fazer a alimentação diretamente do reservatório superior
TIPO DE AQUECIMENTO ti i i i i i i : .• •

Coluna de alimentação em PVC até 2,0m antes do aquecedor com


válvula de retenção, partindo do barrilete
• Em caso de pressão acima de 40mca, usar aquecedor para alta
pressão e reduzir a zona de pressão na a jusante do equipamento
• Utilizar sistema de retornos independentes para zonas de pressão
diferentes, com caimentos adequados.
• Ventilar colunas sem interligar zonas de pressão diferentes.
• Reduzir pressão para o número mínimo de pavimentos
• Escolher local adequado para instalação dos equipamentos, com
ventilação adequada, de preferência em pavimentos térreos
Atentar para se especificar bombas de retorno com diferentes alturas
manométricas.
• Colocar hidropneumático para compensar perda de carga em caldeiras,
Aquecimento Coletivo no caso de pouca altura de reservatórios superiores. Fazem cálculo
hidráulico para hora de pico.
- Ajustar retorno para temperatura mínima de 40°C e máxima de 45°C
• Ajustar temperatura do aquecedor entre 50°C e 70°C
• Não utilizar geradoras de água quente em duplicidade, fazer
redundâncias em componentes de segurança e queima.
• Utilizar tubulação de cobre isolada termicamente, na casa de
aquecedores
• Atentar para juntas de expansão e ancoragens de tubulações
° Em casos de pré aquecimento solar, prever automação para controle
de queimadores, resistências, retornos, Tc
• Tubular válvulas de segurança até ralo
• ' Prever tiragem com trecho horizontal máximo de 5 metros

• Distribuição (Colunas)

- Usar sistemas de colunas com SHAFT'S visitáveis, com isolamento térmico, ancoragem e juntas de
expansão
Estudar uso de CPVC, cobre ou pex em função de custos, alertamos para o fato do cobre ser sujeito a
corrosão por PIT
Padronizar diâmetros, normalmente normalmente adotando-se o mínimo de variações possíveis, de
modo a se administra um menor número de conexões,
Fazer suspiros independentes por zona de pressão, utilizar barrilete de ventilação
Fazer retornos independentes por zonas de pressão, utilizar barrilete de retorno com registros
Há possibilidades de redução de pressão em SHAFT'S visitáveis no caso de edificações comerciais
tipo hotéis e flat's
Fazer o mínimo de colunas e retornos (efeito radiador).
Não chumbar tubulação na estrutura
Fazer "Escorvas" com válvulas eliminadoras de ar ou registros nos retornos, com a finalidade de se
retirar bolhas de ar

Atenção detalhar em projetos locais para juntas ou liras de expansão e ancoragens

• Ramais

Padronizar diâmetros, normalmente em 1/i", que é o suficiente para peças sanitárias normalmente
projetadas, verificar pressão disponíveis nos pavimentos mais desfavoráveis, padronizando-se ramais
em V* , com pontos de utilização em
Analisar custos e benefícios de instalação com COBRE, PEX e CPVC
No caso de aquecimentos coletivo não há perigo quanto a utilização de CPVC ou PEX, devido a
possibilidade de superaquecimento ser mínima ou nula.
Utilizar tubulação externa ou encamisada, no caso de utilização de PEX embutido, sendo que é usual
em outros países, a utilização de PEX embutido diretamente em alvenarias
No caso de Embutimento deixar espaço para trabalho térmico, com ancoragem dos pontos de
utilização
Cuidado nas derivações de ramais da coluna, em tubulações rígidas, de modo a se evitar esforços
causados pela dilatação térmica
Há de se mencionar uma desvantagem do CPVC, o adesivo é componente primordial no processo
portanto produtos vencidos, mal estocados e mal aplicados vão acarretar danos de alto custo, sem
cobertura do fabricante
Outra desvantagem do CPCV é o número de conexões a administrar
No uso de CPCV e PEX em ramais embutidos, se torna necessário o envolvimento dos tubos e
conexões com "SITAFLEX" para absorver dilatação
• Comentários Sobre Norma

As normas que regulamentam os projetos de instalações de água quente é a NBR-7198,


complementadas com normas de fabricação de componentes, de procedimentos e testes. O espaço
aqui destinado é para anotações e comentários das empresas e profissionais.
• Especificações de Materiais

Atender as normas de fabricação de componentes


Especificar equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos
Atenção para componentes padronizados de fixação e juntas de expansão
Fazer planilhas com detalhes padronizados e código de fabricantes
3 - SUB-SISTEMA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

Neste capítulo de diretrizes, cabe salientar alguns procedimentos ou posturas que normalmente
são adotadas para este tipo de projetos. Primeiramente é o fato de tais instalações se constituírem de um sistema
padronizado pelas normas de corporações de bombeiros e pelas normas brasileiras. Em segundo lugar, trata-se
de uma padronização de tipos e diâmetros de tubulações, hidrantes, extintores, etc. Portanto não há muito a
comentar a respeito, já que tais normas constituem-se leis municipais, que dificilmente poderão sofrer alguma
modificação ou evolução, pelo fato de terem de ser votadas e sancionadas pelos órgãos governamentais. Uma
das diretrizes possíveis e fundamentais é a de desembutimento das instalações, tomado possível sua
racionalização e industrialização.

• Sistema Hidráuljfip Sob Comando

Negociar com corporações de corpo de bombeiros adoção de reservatório em fibra


Analisar custo benefício de adoção de sistema pressurização de rede com bombas ou altura de
reservatório, para atender hidrantes mais desfavoráveis
Adotar sistema de tubulação em SHAFTs visitáveis, abrigando também mangueiras e registros.
Usar hidrantes de sobrepor em áreas comuns do embasamento
Analisar custo benefício de tubulação de cobre com juntas soldadas
Verificar a relação custo/benefício na adoção de tubulação com junta mecânica

• Sistema Automático de SPRINKLERS


Verificar custos benefícios de tubulação de cobre ou aço com rosca e junta mecânica
Atentar para drenos e posicionamento de válvulas
Verificar possibilidade de se agrupar hidrantes com SPRINKLERS

• Sistemas de Detecção de Incêndio


Adotar em prédios com automação predial
Analisar custo benefício de seguro
• Comentários Sobre Normas

As normas que regulamentam os projetos de instalações de esgotos é a NBR-xxxx, complementadas


com normas de fabricação de componentes, de procedimentos e testes. O espaço aqui destinado é
para anotações e comentários das empresas e profissionais.
• Especificações de Materiais e Equipamentos

De acordo com Normas brasileiras ou NFPA.


Atentar para recomendações de fabricantes
Especificar equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos
4 - SUB-SISTEMA DE INSTALAÇÃO DE GÁS PARA COCÇÃO E AQUECIMENTO DE ÁGUA

• Gás Liquefeito de Petróleo - GLP ou natural

Usar centrais estacionárias em tanques ou cilindros P-190, com alimentação por caminhão tanque
Estas centrais podem ser enterradas, aterradas ou expostas no pavimento térreo
Não fazer medição individualizada, cobrar por rateio
Poderá ser usado sistema de baixa pressão para distribuição, sem válvulas de redução nos pontos de
utilização, com a redução feita na saída dos recipientes.
Utilizar colunas externas às edificações
Quando houver colunas internas, prever shaft's exclusivos e ventilados para o exterior, localizados em
área comum, ou prumadas em alvenarias grauteadas
Não usar tubulação galvanizada embutida em concreto ou argamassa, sem a devida proteção de fita
anticorrosiva
Tubulações em forro falso devem ser encamisadas, ou forro ventilado para área externa, portanto não
confinar tubulações de gás em forro, caixões perdidos, etc.
Todas tubulações devem ser protegidas com material anticorrosivo
• Comentários Sobre Norma

As normas que regulamentam os projetos de instalações de gás é a NBR-13523, complementadas


com normas de fabricação de componentes, de procedimentos e testes. O espaço aqui destinado é
para anotações e comentários das empresas e profissionais.
• Especificações de Materiais e Equipamentos

Especificar equipamentos conforme normas e recomendações do fabricante, anexar catálogos


No caso de cobre, tubulação classe "E" para 0 > 35mm, classe "A" 0 35, e classe I em qualquer
diâmetro
No caso de aço din 2440 com costura, conexões NPT, normais
Utilizar para ligações de equipamento tubo flexível de cobre
Especificar equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos
5 - SUB-SISTEMA DE INSTALAÇÕES DE ESGOTOS

ESGOTOS SANITÁRIOS
• Ramais de Descarga

Padronizar em PVC, com diâmetro de 40mm, para qualquer ramal de descarga de edificações
residenciais, ou comerciais, flat's e hotéis
Adotar tubulação aparente, cobertas por carenagens de forma a se poder fazer furações mecanizadas
nas lajes
No caso de optar por embutimentos, fazê-los somente na vertical, com o mesmo processo de
gabaritos utilizados para embutimento de tubulação de água , neste caso a furação mecanizada
deverá ser feita antes da marcação das alvenarias
Adotar ligação flexível de plástico corrugado para pias de cozinha, tanques e lavatórios, podendo-se
utilizá-los como sifão
Usar peças apropriadas nos ramais aparentes de esgotos de pias e tanques, para ligação de esgotos
de máquinas de lavar pratos e roupas
Para esgotos de sanitários, unir com junção lavatórios, ralos secos e bidet, padronizando diâmetro 0
40mm em PVC, externo à alvenaria e laje, nos entreforros
Para esgotos de pias e máquinas de lavar louça, padronizar diâmetro 0 40mm
Para esgotos de tanques e máquinas de lavar roupa, padronizar diâmetro 0 40mm
Ramais do primeiro pavimento devem conectar às colunas , após os desvios destas
j
Ralos de área de serviço devem conectar em caixa sifonada do banheiro mais próximo, quando
houver condições
Drenos de fancoil's devem ser em 0 40mm e conectados a caixas sifonadas, ou ramais de descarga
de lavatórios
Posicionar caixas sifonadas em box de modo a simplificar montagem, na mesma direção da coluna
de esgoto primário, conforme detalhe típico
Utilizar caixa sifonada 0 100 com saída 0 50mm ou 75mm, conforme cálculo de suficiência de
ventilação
Em casos de caixas que recebam ramais de banheira, utilizar diâmetro 0 150mm, com saída de 0
75mm
Ramais de banheira devem ser conectados direto na caixa sifonada. Fazer ligação flexível na válvula
de banheira, e fazer dreno sob banheira em buzinote ou ligado na caixa, conforme detalhe típico
Adotar ralo de cozinha e área de serviço, localizado na área, e descarregando em coluna específica,
ou caixa sifonada mais próxima
Não sifonar ramal de descarga de tanque e máquina de lavar roupa, quando embutidos
Ramais de copa de flat's ou escritórios deverão conectar com colunas primarias. Os ramais de
descarga jogarão em caixas sifonadas individuais
• Ramais de esgotos

- Utilizar tubulações no entreforro com fixações adequadas, conforme detalhes típicos


- Adotar juntas com anel de borracha em pontos estratégicos de modo a facilitar montagem de Kit's
- Ramais de banheiros conforme recomendações anteriores
- Ramais de áreas de serviço conforme recomendações anteriores

• Colunas de esgoto de banheiros

Para esgoto primário adotar coluna de diâmetro 0 100mm


Calcular suficiência de ventilação primária (até 4 pavimentos não é necessário tubo ventilador
auxiliar)
Nos casos de insuficiência de ventilação primária adotar ventilação na coluna, com tubo ventilador
auxiliar com 0 50 ou 75mm. Não há necessidade de ramais de ventilação
Adotar colunas em shaft's visitáveis
Adotar pés de colunas com curvas reforçadas e visita em shaft's

• Colunas de Esgoto para Cozinha

Adotar colunas independentes para cozinhas, recebendo ramal de esgoto de pia e máquina de lavar
louça
Não há necessidade de ventilação auxiliar
Evitar desvios nos pavimentos inferiores
Adotar colunas em shaft's visitáveis
Adotar pés de colunas com curvas reforçadas de raio longo com visita em shaft's
Sifonar colunas em caixas no pavimento térreo ou com curvas em diâmetro superior as colunas
Em desvios usar tubulações reforçadas

Prolongar tubo de queda em ventilação primária ou conectar em barrilete ventilador

Colunas de Esgoto para Áreas de Serviço

Fazer coluna única para tanques e máquinas de lavar roupa


Não ventilar colunas
Fazer desvios com curvas reforçadas de raio longo e com um diâmetro maior que o da coluna
Sifonar colunas em caixas no térreo, ou com curvas de um diâmetro acima do diâmetro da coluna
Em desvios usar tubulações reforçadas
Prolongar tubo de queda como verificação primária ou conectar em barrilete ventilador
• Colunas de Lixeiras e Outros

Mesmas diretrizes anteriores


Conectar à caixa sifonada de tubos de áreas de serviço ou sifonar curvas com um diâmetro maior que
as colunas

• Coletores de Esgotos

Dimensionar conforme cálculo hidráulico, adotando vazão calculada conforme cálculos estatísticos
Utilizar tubulações reforçadas, com espaçamento adequado de fixações
No caso de PVC comum reforçar fixações
- .Procurar fazer coletores suspensos em subsolos, principalmente em prédios com predominância de
uma dimensão, e compartilhar fixações com outras instalações
Adotar o mínimo de coletores possível
Evitar muitas passagens em cortinas de concreto e peças estruturais
Evitar banheiros em subsolos, de modo a não haver coleta e recalque de esgoto cloacal.
Procurar fazer caminhamento de tubulações de esgotos, água, águas pluviais de modo a compartilhar
fixações
Dimensionar poços de esgotamento adequadamente, permitindo manutenção e operação correta
Usar juntas com anel de borracha e em dilatações adotar luva de correr com anel
Fazer visitas para desobstrução
• Comentários sobre Norma

As normas que regulamentam os projetos de instalações de esgotos é a NBR-5688, complementadas


com normas de fabricação de componentes, de procedimentos e testes. O espaço aqui destinado é
para anotações e comentários das empresas e profissionais.
• Especificação de Materiais

Atender as normas de fabricação de componentes


Especificar equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos
Fazer planilhas com detalhes padronizados e códigos de fabricantes ou internos
6 - SUB-SISTEMA DE INSTALAÇÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS

• Captação de Águas Pluviais

Nas coberturas fazer captação dupla nas colunas, com um diâmetro acima da coluna de modo a se
facilitar a impermeabilização
Captação de coberturas de casas de máquinas, devem ser aparentes e normalmente devem
descarregar nos telhados ou lajes impermeabilizadas
Varandas usar 1 tubo de queda com diâmetro 0 75mm, analisar possibilidade de adoção de buzinotes
Usar mínimo de captação em coberturas descobertas com tráfego de pedestres ou veículos de modo
a se diminuir pontos prováveis de infiltrações em passagens em lajes
Idem para pavimentos térreos, com diâmetro de captação acima da coluna em referência
Em jardins utilizar sistema de drenagem com mínimo de captação de modo a se diminuir pontos
prováveis de infiltrações em passagens de lajes, conforme detalhe típico
Águas provenientes de lavagem de subsolos cobertos, devem ser captados em um único poço e
jogado nas águas pluviais sempre que possível
Não há necessidade de caimentos em calhas ou áreas descobertas sem tráfego, lembrar que água
não empilha, há um escoamento lamelar natural para os pontos de captação
Em áreas com tráfego fazer caimentos mínimos, em tomo de 0,5%, estudar corretamente
posicionamento de caimentos de modo a se evitar enchimentos excessivos,
Em garagens cobertas os pisos serão nivelados com ralos somente sob torneiras.
Prever box de lavagem

• Colunas de Águas Pluviais

Adotar uma coluna com diâmetro de 100 mm para cada 100 m2 de área de contribuição, ou com
diâmetro de 75 mm para cada 60 m2, devendo-se racionalizar a quantidade de tubos de queda
Adotar uma coluna para varandas, 0 75mm ou buzinote
Prolongar captação de varandas até cobertura ou calhas de modo a serem um tipo de extravasor de
calhas, ou reforço de outras captações
Adotar solução de colunas em shaft's visitáveis
Locar colunas de modo a compartilhar shaft's visitáveis com outras instalações hidrossanitárias
• Coletores

Fazer cálculo hidráulico de captação (Q = C.I.A) de modo a otimizar coletores. Adotar o mínimo
possível de coletores.
Adotar caminhamento junto a esgotos e hidráulica de modo a racionalizar fixações em tetos de
subsolos
Em casos de drenos utilizar recalque destes para água servida / pluviais de subsolos, utilizando-se
sistema de colchão drenante
Utilizar conexões com anel de borracha
Em juntas de solicitação usar luvas de correr com anel
Fazer visitas para desobstrução

/
• Comentários sobre Norma

As normas que regulamentam os projetos de instalações de águas pluviais é a NBR-xxxx,


complementadas com normas de fabricação de componentes, de procedimentos e testes. O espaço
aqui destinado é para anotações e comentários das empresas e profissionais.
• Especificações de Materiais e Equipamentos

Atender as normas de fabricação de componentes


Especificar Equipamentos conforme normas e características de fabricantes, anexar catálogos
Atentar para componentes de fixações
Fazer planilhas com detalhes padronizados e códigos de fabricantes ou internos
7 - COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS

Para que possamos ter as condições adequadas de padronização e industrialização de Kit's, se torna
necessária uma compatibilização entre projetos, com enfoque especial em alguns itens que relacionamos a
seguir:

• Com Sistema Estrutural

Localização de reservatórios enterrados e elevados, procurando-se utilizar prefabricados em fibra de


vidro.
As passagens de tubulações em vigas, lajes e cortinas, devem ser representadas nas formas, com
espaçamento adequado de modo a se possibilitar impermeabilização adequada
Localização de shaft's horizontais e verticais de modo a se evitar interferências com nervuras e
capitéis, faixas de protensão etc., procurar seguir detalhes típicos
Elaborar detalhes padronizados para colocação de kits, orientando posicionamento de furações
mecanizadas
Elaborar detalhes padronizados de kits de gás quando "embutidos" nas lajes, de forma a se possibilitar
manutenção futura

• Com Alvenaria

Elaborar detalhes padronizados de execução de alvenaria com colocação de kit's de ramais de


descarga embutidos ou não
Elaborar detalhes padronizados de instalações no entre forro com posicionamento de furações que
não interfiram com elementos de lajes planas nervuradas, protendidas etc.
Elaborar detalhes padronizados de execução de kit's de gás quando "embutidos"
Elaborar detalhes padronizados de premoldados para execução de shaft's

• Com Impermeabilização

Elaborar detalhes padronizados de passagens de tubulações em lajes, nas áreas impermeabilizadas


Elaborar detalhes padronizados de chumbamento de ralos
Elaborar detalhes padronizados de esgotamento de impermeabilização de banheiras
Espaçar tubulações de modo a se executar a impermeabilização adequadamente
Elaborar detalhes padronizados de chumbação de prolongamentos de ralos e tubos de ramais de
esgotos nas lajes
Elaborar detalhes padronizados de passagens de tubulações em cortinas e reservatórios de concreto
Com Arquitetura

Com a elaboração de detalhes padronizados de soluções de banheiros, cozinhas, áreas de serviços


etc. teremos condições de previsões de espaços adequados para todas as instalações
hidrossanitárias, também compatibilizadas conforme recomendações anteriores.

• Com Instalações

O fato de se ter detalhes padronizados de todas as instalações, se toma fácil a compatibilização entre
projetos de instalações
Em pavimentos de embasamentos, tais como subsolos, PUC's e mezaninos, devem ser feitos projetos
de tetos, contemplando-se todas as redes de instalações, que recomendamos ser executadas
externamente às estruturas e vedações. Devem ser representadas numa mesma planta, as soluções
de caminhamentos e fixações de redes elétricas e hidrosanitárias, resultando em uma planta de
montagem de instalações

Atenção - Projetos ou Detalhamento de instalações com interferência entre si, demonstram


Incapacidade dos projetistas, e qualidade baixa de projeto
IV - P L A N E J A M E N T O PRODUÇÃO

1 - DEFINIÇÃO DOS SISTEMAS

Para se planejar a execução de sistemas de instalações, devemos primeiramente decidir quais dos
sistemas serão adotados, se os tradicionais racionalizados, ou sistemas inovadores, com desembutimento total
das tubulações.

Serão descritas a seguir as vantagens e desvantagens de cada sistema, como orientação para tomada de
decisão:

SISTEMAS TRADICIONAIS RACIONALIZADOS SISTEMAS INOVADORES


VANTAGENS DESVANTAGENS VANTAGE:: DESVANTAGES
Conhecimento do Interferência entre sub- Necessidade de mudança
Não interferência entre
processo por parte dos sistemas construtivos de paradigmas e
serviços, proporcionando-
usuários, pelos ocasionando-se capacitação de
se maior produtividade e
profissionais executores desperdícios e profissionais de projetos e
menor desperdício
e projetistas improdutividade de execução
Componentes Indução ao manuseio Componentes com
conhecidos inadequado Novos componentes
melhor desempenho
Menor incidências de
Indução a patologias
patologias
Demolição de serviços já
Inexistência de demolição -
executados
Manutenção prejudicada Manutenção facilitada
Seqüência de serviços Menor dependência ou
inadequada e dependente interferência entre
da parte civil serviços
Estoque de serviços e Baixo estoque de material
materiais e mão de obra
Incerteza do custo Certeza dos custos
Possibilidade de
Desembolso antecipado postergação de
desembolso
Improvisações durante a Padronização e
execução dos serviços industrialização
Outros parâmetros importantes dizem respeito a custos de execução. Podemos dizer que, de uma
maneira geral, os sistemas inovadores tem tido uma redução de custos significativa com relação aos sistemas
tradicionais. Apresentamos a seguir, parâmetros de custo de um empreendimento residencial típico (3 QSD), com
14 pavimentos tipo, térreo e subsolo:

PARÂMETROS DE CUSTOS E PRODUTIVIDADE

Processo Custo Processo Custo Aumento Diminuição


tradicional $/m2 AR Inovador $/M2 de Produt. De Custo
ITENS produt. HH/m2 AR Produt AR %
HH/m2 AR

• Distribuição Tipo 0,24 3,24 0,08 1,44 65 56

• Colunas/Barrilete 0,23 3,60 0,14 1,10 37 67

•Esgoto/Pluvial-Tipo 0,46 4,10 0,24 3,00 47 * 26

• Restante 0,48 5,90 0,48 5,64 - 4

TOTAL 1,41 1884 0,94 11,18 33 33


I V - P L A N E J A M E N T O DA P R O D U Ç Ã O

2 - DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA TÉCNICA DE SERVIÇOS

Está apresentada nas páginas seguintes, uma tabela comparativa entre sistemas tradicionais e sistemas
inovadores, referente à uma seqüência técnica a ser observada nas edificações. Devemos salientar que a
seqüência mostrada, deve ser reanalisada para cada tipo de obra em função das necessidades da empresa.
Além de salientar o defasamento de execução dos serviços nos dois processos, a grande vantagem nos
processos inovadores está na concentração dos serviços (com alto nível de industrialização e produtividade),
executados no final da obra, proporcionando redução de desembolso. Podemos salientar também, que na
seqüência de serviços em processos inovadores, há uma redução significativa de efetivo, devido ao fato de se
adotar, nestes processos, equipes multidisciplinares, a adoção deste tipo de equipe tem as seguintes vantagens e
necessidades:

VANTAGENS;

• Aumento de produtividade, devido ao fato de não haver mais de uma equipe para execução do
mesmo serviço.
• Menor custo dos serviços, pelo fato de se ter menos efetivo.
• Serviços executados com melhor qualidade, em função de menores interferência de executores, e
informações suficientes e necessárias para execução numa mesma programação de serviço.
• Facilitação nocontrole da qualidade de execução.
• Diminuição da necessidade de deslocamento de mestres e encarregados de instalações, antes do
necessário.

NECESSIDADES:

• Treinamento de equipe multidisciplinares em mais de um tipo de serviço.


• Elaboração de detalhamento típico adequado para cada serviço.

Necessidade de elaboração de programação de serviço, especificando todas as maneiras de


execução dos serviços a serem executados numa mesma etapa.
SEQÜÊNCIA DE SERVIÇOS

Sistemas Sistemas. 1
Sistemas Tradicionais Sistemas Inovadores
Tradicionais Inovadores 1
Obras Civis
Serviços Executores Serviços Executores j

Empreiteiro Empreiteiro
Canteiro de obras Montagem Montagem
Próprio Próprio
Encarregado
Fundações, blocos e Passagens estrutura, Previsões de Equipe de
Oficial
cintas embutimento. furações estrutura
Ajudante
Mestre
Estruturas do Passagens estrutura, Encarregado Previsões de Equipe de
embasamento embutimento Oficial furações estrutura
Ajudante
Mestre
Previsões de
Estrutura do Pavimento Passagens estrutura, Encarregado Equipe de
furações, pequenos
tipo embutimento. Oficial estrutura
embutimentos
Ajudante
Mestre
Passagens estrutura, Previsões de
Estrutura da cobertura Encarregado Equipe de
embutimento. furações, pequenos
Oficial estrutura
Reservatórios embutimentos
Ajudante
Equipe de
) Mestre Embutimentos
alvenaria, e/ou
Embutimento Encarregado elétricos, quando
Alvenaria .oficial e
hidráulico e elétrico. Oficial houver,
ajudante de
Ajudante Águas pluviais
eletricidade
Mestre
Águas pluviais Encarregado
Cobertura e casa de Passagens estrutura, Encarregado
Barrilete e Oficial
máquinas embutimento Oficial
derivações Ajudante
Ajudante
Mestre
Revisão e/ou
Revestimentos Encarregado 1/2 Oficial
embutimento Furação de lajes
argamassados Oficial Ajudante
hidráulico e elétrico.
Ajudante
Mestre
Revisão de
Revestimentos Encarregado Fixações de 1/2 Oficial
embutimento
cerâmicos Oficial prolongamentos Ajudante
hidráulico e elétrico.
Ajudante
SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS

Sistemas Sistemas
Sistemas Tradicionais Sistemas Inovadores
Tradicionais Inovadores
Obras Civis
Serviços Executores Serviços Executores

Mestre Mestre
Todos serviços Todos serviços
Serviços do Encarregado Encarregado
hidráulicos e hidráulicos e
embasamento Oficial Oficial
elétricos elétricos
Ajudante Ajudante
Mestre Mestre
Encarregado Kit's aéreos e Encarregado
Forros Kit's aéreos e fiação
Oficial fiação Oficial
Ajudante Ajudante
Mestre Mestre
Encarregado Kit's aéreos e Encarregado
Forros removíveis —
Oficial fiação Oficial
Ajudante Ajudante
Mestre
Preparação para Encarregado
Revisão — —
montagem da Obra fina Oficial
Ajudante

Kit's aéreos e
Mestre Mestre
Louças, metais fiação,
Encarregado Encarregado
Montagem obra fina luminárias e Louças, metais N
Oficial Oficial
acessórios luminárias e
Ajudante Ajudante
acessórios
IV - P L A N E J A M E N T O DA P R O D U Ç Ã O

3 - QUANTIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES

• De Mão de Obra

Após a definição da seqüência de serviços adequada a cada empresa, deve-se dimensionar o quantitativo
de mão de obra necessário a cada fase de execução das instalações, em função de sua duração e produtividade.
Na tabela anexada junto aos detalhes padronizados, estão sugeridas produtividades por fases de obra e serviços.
Tais produtividades são referências a serem tomadas como base para obras com sistemas tradicionais de
instalações.

Devem ser elaboradas tabelas com produtividades relativas a processos inovadores, com produtividades
diferenciadas das sugeridas na tabela anexada. Estas produtividades deverão ser aferidas nas frentes de serviço,
de acordo com o processo adotado por cada empresa.

Relacionaremos a seguir alguns serviços que devem ter um aumento significativo de produtividade, em
função de utilização de novos materiais e processos construtivos, contemplando também serviços de instalações
elétricas e de telefonia:
j

• Marcação de passagens e embutimento em estrutura, a ser feita pela equipe de estrutura, -

• Embutimento de eletrodutos em vedações a ser efetuada pela equipe de vedações,

• Distribuições de ramais premoldados de hidrossanitárias, principalmente em sistemas de shaft's visitáveis,


com utilização de PEX,

o Tubulações elétricas aparentes em tetos,

• Execução de prumadas elétricas e de telecomunicações em shaft's,

• Montagem de medições remotas em andares, com utilização de barramentos blindados,

• Montagem de barriletes, recalques, estações redutoras de pressão, reservatórios em fibra, enfim todos os
serviços executados com Kit's premontados.
• De Materiais

Os materiais dever ser quantificados agrupando-os por fase de serviço, em planilhas e detalhes
padronizados. As fases macros de serviços de instalações, com devidas planilhas e serviços são:

v
Fase Serviço Planilha Oetalhe Padrão

- Estrutura embasamento
- Passagem - Kit de passagem forma

- Idem
- Estrutura torre
- Passagem - - Kit Gás

- Kit de passagem
- Estrutura/ático - Passagem - forma

- Kit gás
- Kit shaft
- Embutimento de - Kit suporte
- Alvenaria
gás - Kit coluna A P
- Kit prolongamentos

- Kit barrilete
- Barriletes - Kit suporte
- Desvios - Kit flanges
Ático/casa máquina - Planilha de desvios
- Pressurização - Kit bomba
- A. Pluviais - - Kit prolongamentos
>

- Barrilete
- Kit barrilete
- Desvios - Planilhas
- Coletores - Planilhas
- Entrada d'água - Planilhas
- Kit medição
- Recalque - Planilhas
- Kit recalque
- Redes entradas - Planilhas
Embasamento - Poços ....
- Est. Red. Pressão - Kit poço
- Central gás - Kit redutora
- Redes incêndio - Planilhas - Kit central
- Hidrantes
- Kit incêndio
- Acessórios - Planilhas
- Kit acessório

- Montagem - Colunas - Kit coluna


- Distribuição ES/AP - - Kit distribuição
- Distribuição AF - Kit distribuição
- Distribuição gás - Kit distribuição

- Ligações - Elétrica - Orçamento


- Hidráulica - Orçamento
- Gás - Orçamento

Estão anexados no final do volume, diversas sugestões de desenhos de Kit's padronizados, com
levantamentos de material por etapa de uma obra, que servem como referência para que cada empresa formule
o seu processo de quantificação.
IV - P L A N E J A M E N T O DA P R O D U Ç Ã O

4 - INSTRUMENTOS DE PROGRAMAÇÃO E CONTROLE

Para todos os serviços de instalações, deverão ser elaboradas as programações de serviços e como eles
devem ser executados, de modo a não haver improvisação na frente de serviço. Estas programações, doravante
batizadas de PS's, devem contemplar todos os requisitos necessários à execução de serviço, ou seja, devem
registrar todos os insumos, tanto materiais como humanos, recursos administrativos, de projetos entre outros,
conforme passamos a descrever:
1 - Procedimento de Execução
Este item da programação explicita o procedimento padrão de execução de um determinado serviço,
fazendo com que se garanta a qualidade de execução do mesmo, independentemente da experiência profissional
de cada indivíduo. Portanto este procedimento representará o Know How da empresa, proveniente de pesquisas,
treinamentos, e de tecnologias de desempenho efetivamente comprovadas, e será também um instrumento que
impedirá a improvisação nas frentes de serviço.
2 - Serviços Anteriores
Nesta fase da programação, são indicados todos serviços que devem estar concluídos, como premissa
básica para o início da fase seguinte, a qual se está fazendo a programação, bem como as condições que estes
serviços anteriores têm que apresentar. Com este procedimento, são garantidas as condições de terminalidade
das diversas fases de obra, evitando-se desperdícios de insumos, improdutividade em consertos e outros fatores
que induzam a má qualidade de execução, em função de serviços de etapas anteriores mal executados.
3 - Ferramentas e Equipamentos
Para todos os serviços, nas diversas etapas de obra, deve haver um conjunto de ferramentas e
equipamentos adequados a boa qualidade de execução. Portanto, devem ser relacionados todos equipamentos
e ferramental necessários e adequados, necessários à qualidade exigida pela tecnologia aplicada, na execução
de cada serviço.
4 - Providencias/Abastecimento
Para que se tenha a garantia de boa execução, são necessárias várias providências
administrativas de apoio à execução dos serviços. Devem ser relacionadas todas as atividades a serem
desenvolvidas, no sentido de proporcionar soluções adequadas de abastecimento de insumos necessários para o
serviço em questão, tais como materiais, mão de obra, projetos, normas, especificações, etc.
5 - Critérios de Contratação e Medição
Tanto para serviços terceirizados, ou executados pela própria empresa, devem ser elaborados critérios
que indiquem a maneira como os serviços serão medidos e aceitos. Deverão também indicar responsabilidades e
deveres de cada parte, ou seja, do contratante e contratado, mesmo que seja interno à empresa.
6 - Relação de CQE's
Deverão também ser definidos critérios de controles de qualidade da execução, necessários a boa
qualidade dos serviços, com especificações de itens a serem avaliados e quais as tolerâncias admitidas.
7 - Controle de qualidade de execução
Para que se tenha uma maneira de controlar e garantir a qualidade de execução, deve ser criado
um instrumento de registro das inspeções, por parte de inspetores de qualidade, nas fases de execução e
recebimento dos serviços. Devem registrar todas as não conformidades em função das especificações de
execução, características de desempenho a apresentar, qualidade de material e adequação de uso de
equipamentos, ferramentas, etc. Este controle deve ser realizado durante a execução dos serviços e no
recebimento dos mesmos, de modo que haja possibilidade de correção, tanto dos serviços em andamento, como
de outros fatores que tenham induzido às não conformidades.

Nos anexos, estão apresentadas sugestões de como elaborar uma programação de serviços, e os
respectivos instrumentos de controle da qualidade de execução. Cabe a cada empresa e/ou profissional adaptá-
las às condições específicas de sua realidade. Taís programações devem ser elaboradas, como já mencionado,
para todos os serviços de instalações hidrossanitárias, inclusive para os serviços de premontagem , envolvendo
todos os participantes, ou seja, engenheiros, mestres, encarregados, técnicos, e até profissionais que executarão
os serviços.
Deve-se elaborar as diversas programações de serviços, e a planilha de controle da qualidade de
execução de uma maneira padronizada para cada empresa, levando-se em considerão que as mesmas devem
ser adaptadas para características específicas de cada obra.
Em cada obra, e em cada início de serviço, deve-se reunir, com 30 dias de antecedência, toda a equipe
envolvida no processo, para se efetivar as adaptações necessárias, e de modo a haver tempo hábil para as
providências técnicas e administrativas.
I V - P L A N E J A M E N T O DA P R O D U Ç Ã O

5 - PRÉ MONTAGEM DE COMPONENTES EM CENTRAIS

Nos processos construtivos tradicionais, a produção das instalações tende a ter toda uma manipulação
complicada de componentes na frente de serviço. Este fator complicador induz então, a várias distorções do
que se espera, em termos de custo e desempenho, destas instalações. Podemos citar várias distorções, que
normalmente passam despercebidas no canteiro de obras, ou que são encaradas como fatalidades, ou seja,
sempre foi assim e não há jeito de se modificar. Algumas delas são:
• Desperdício de materiais de instalações
• Despadronização dos serviços, ocasionando sobra de alguns materiais e falta de outros.
• Improvisações de soluções
• Baixa produtividade na execução dos serviços, por não haver a condição de produção industrializada
• Aumento de estoque
• Probabilidade alta de erros de execução, tais como troca de diâmetros, funções de tubulações, uso
inadequado de peças, etc.
• Roubo de materiais
• Quebradeira em obra causando desperdícios
• Acidentes de trabalho

Tais ocorrências virão refletir em outros setores da empresa além do canteiro de obras, ocasionando
prejuízos nunca dimensionados e de difícil mensuração, tais como:
• Compras de última hora com preços elevados
• Aumento de estoque
• Dificuldade de controle de estoques e compras
• Dificuldade de apropriação de custos

Para se corrigir tais distorções, se toma imprescindível que, as instalações sejam produzidas num sistema
o mais industrializado possível. Se as instalações são compostas de componentes industrializados, isto se torna
um fator indutivo da possibilidade de sua montagem também ser. Outro fator importante a ser lembrado, é o que
foi dito nos capítulos anteriores, ou seja, todos os sistemas construtivos, bem como lay out arquitetônico devem
ser projetados de maneira a se permitir esta industrialização. Com esta premissa, poderemos reverter a situação
exposta anteriormente garantindo a qualidade necessária às instalações.
Um ponto importante a salientar é que, o processo físico de industrialização poderá ser levado a efeito,
tanto no canteiro de obras, quanto em centrais de produção localizadas em terrenos estratégicos, através de um
núcleo de pré montagem de componentes.
Pág.:«2
Para a construção destes núcleos de montagem de componentes ou Kit's, devem ser previstos os
seguintes espaços, locais e recursos adequados para cada unidade móvel de serviço:
• Estoque de insumos a serem aplicados na fabricação de componentes, quais sejam, tubulações,
conexões, metais, registros, louças, fixações, etc.
• Estoque transitório do dia ou semana, dos insumos em fabricação
• Estoque de insumos para fabricação tais como lixas, colas, etc.
• Escritório
• Estoque e/ou despacho de componentes (Kit's)
• Chão de fábrica compreendendo:
• Corte e limpeza de insumos
• Montagem de componentes em bancadas móveis
- Equipamentos para execução de roscas em tubos
Modelação de conexões com glicerina e fabricação de acessórios (passagens, curvas,
prolongamentos)
• Cortes e pré montagem de fixações
Montagem de bancas, louças e metais
- Testes
• Equipamentos que deverão ser dimensionados e quantificados conforme programações de serviços de
montagem, citando como exemplos os seguintes:
• Rosqueadeiras
Tornos
• Bancadas
• Bancadas especiais
Ferramentas, etc.
• Sanitários/Vestiários
Para que se possa fazer a adequação do que foi sugerido para as necessidades e possibilidades de cada
empresa, devem ser feitas algumas considerações que passamos a descrever:
• A pré montagem de componentes poderá ser feita em subsolos de obras, com as unidades de serviço
montadas em etapas distintas
• O fato de se ter unidades móveis permite a combinação de vários lay out, dependendo das
necessidades de produção
• No caso de núcleos autônomos, ou independentes de obras, pode-se ter um lay out que contemple
todas as unidades simultaneamente, ou numa otimização de área, lay out flexível que permita sua
adequação por etapas ou fases de produção para atendimento a diversas obras.
No final do volume, estão anexados exemplos para sua orientação, quanto a processos de instalações
hidrossanitárias, quais sejam:

s Planilhas de Briefing de projetos


S Orçamentos de instalações hidrossanitárias, previsto para execução em sistemas tradicionais
racionalizados, e outro com previsão para execução em sistemas inovadores, para uma mesma obra,
•s Planilhas de levantamento de quantitativo de materiais,
s Desenhos de detalhes padronizados de Kit's de instalações hidrossanitárias,
v Planilhas de programação de serviços e de controle da qualidade de execução,
s Sugestão de lay out de unidades de montagem de Kit's e equipamentos especiais,
s Planilha com lay out de centro de premontagem de componentes.
Estudo de Caso
1 - NÚCLEO DE AUTÔNOMO DE MONTAGEM

- Este espaço é reservado para exercício, com dados da planilha de exemplo de lay out, anexada no final do
volume.
2 - NÚCLEO DE MONTAGEM EM OBRA

- Este espaço é reservado para estudo de caso de obras específicas de cada empresa, adaptando-se a
situação anterior, com dados da planilha anexada no final do volume.
PLANEJAMENTO E
PRODUÇÃO
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DTC
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I V - P L A N E J A M E N T O DA P R O D U Ç Ã O

6 - CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO

No caso de empresas que trabalhem com empreiteiros de instalações, alguns critérios devem ser
observados quanto a contratação de serviços:

• É muito importante que as empresas a serem contratadas sejam capacitadas no processo construtivo
da empresa

• Que as empresas tenham a cultura de sistemas industrializados de produção e montagem de


componentes

• Que o processo de execução de instalações seja de acordo com as programações de serviço e


controle de qualidades da execução mencionados

• As empresas devem ter como premissa básica seguir o detalhamento de fabricação e montagem do
projeto ou dos detalhes típicos elaborados para a empresa

• Devem ser seguidas rjgorosamente as especificações de materiais, equipamentos e ferramentas a


serem utilizados, de acordo com padronização da empresa, de projetos e programações de serviços

• Adotar a e seqüência de serviços de obras civis, conforme processo construtivo da empresa


contratante, respeitando-se também, a seqüência técnica de montagem das instalações previstas
nas programações de serviço

• Capacitação da mão de obra em processos de prefabricação e montagem, inclusive com aplicação de


novos tipos de insumos como o PEX
V . [MANUTENÇÃO

Para que se tenha condições de execução de manutenção tanto preventiva quanto corretivas, se torna
imprescindível que dois procedimentos sejam seguidos:

. "As BUILT"

• Que o projeto seja efetivamente o que se vai construir, com a padronização de soluções e
detalhamento de fabricação e montagem, ISTO SE TORNA FACTÍVEL

- Qualquer alteração de componente, especificação, fabricação de montagem deve ser registrada e


catalogada

Identificar corretamente todos os sistemas de instalações e os componentes de manobra

• Manual Técnico do Proprietário

• Será fornecido no capítulo seguinte, um roteiro de montagem de manual de manutenção, que


prevê a elaboração de um manual para o proprietário e para o condomínio
MANUTENÇÃO
DT(S
V . MANUTENÇÃO

MANUAL PO PROPRIETÁRIO

BRIEFING DE ELABORAÇÃO

0 manual do proprietário deve ter, como princípio básico, a condição de se possibilitar aos condôminos
um procedimento completo quanto a forma de utilização dos sistemas instalados, sua manutenção
preventiva e corretiva.
Além da documentação jurídica e de vendas (tais como folder, escritura, plantas, etc.), este manual deve
incorporar todos os sistemas construtivos, numa descrição que faça a abrangência dos pontos seguintes,
dentro da área privativa, ou de componentes de instalações específicos de cada unidade:

r- Descrição dos sistemas com sua principais características,


r Responsabilidades do construtor e garantias,
>* Condições de uso de todos os sistemas,
r Responsabilidade de fornecedores e garantias,
r- Possíveis defeitos, com indicações de soluções,
r Como executar manutenção preventiva,
r Como executar manutenções corretivas,
r* Possibilidades de modificações, etc.

Deve ser dado maior ênfase nos sistemas construtivos que sejam dinâmicos, quais sejam,
instalações prediais, esquadrias, elevadores e equipamentos diversos, para os sistemas inertes, o enfoque
principal deverá ser quanto a garantias manutenção e eventuais modificações.
Passaremos a expor um roteiro de itens a serem abordados nos diversos sistemas.

1 - INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA

r Descrição por cômodo, de cada componente da instalação e sua função, tanto dos elementos
embutidos, quanto dos aparelhos de utilização, conforme segue:
• Alimentação
• Registros de comando
• Conexões
• Louças
• Metais
• Outros componentes

r Descrever o funcionamento dos componentes,


> Fornecer desenhos ou esquemas de instalações, de modo a se evitar danos às mesmas,
>" Discorrer sobre a garantia de funcionamento, e da garantia dos fabricantes,
r" Discorrer sobre a maneira de se instalar componentes tais como duchas de banho ou manual,
chuveiros, máquinas de lavar louça e de roupa, filtros
Alertar para possíveis falhas, em cada componente da instalação, tais como:
• Falta de água,
• Como proceder em caso desta falta,
• Vazamentos e possíveis causas,
• Entupimentos,
• Vibrações,
• Barulhos,
• Golpe de aríete,
• Presença de ar nas tubulações,
• Pressão excessiva, etc.

Sugerir a quem o condômino deve procurar, tanto nos casos com garantia, quanto nos casos que não
sejam de responsabilidade do construtor,
r* Fazer descrição de manutenção preventiva, contemplando-se os seguintes itens:
• Como fazer limpeza,
• Quais materiais poderão ser usados,
• Como verificar condições de funcionamento de peças móveis, fornecer catálogos para condôminos,

>- Descrever procedimentos de manutenções corretivas leves, tais como:


• Como desobstruir tubulações,
• Como regular reparos de caixas acopladas; fornecendo catálogo de peças,
• Como desobstruir componentes tais como arejadores de torneiras, crivos de duchas,
• Instrução de trocas de carrapetas de registros, etc.

r Discorrer sobre as possibilidades de modificações, quem tem responsabilidade sobre modificações,


como estas têm que ser orientadas.

II - INSTALAÇÕES DE ESGOTOS SANITÁRIOS E PLUVIAIS

y Descrição por cômodo, de cada componente da instalação e sua função, tanto dos elementos
embutidos, quanto dos aparelhos de utilização, conforme segue:
• Sifões e ligações flexíveis de esgotos
• Ramais de descarga, tubulações e conexões,
• Ramais de esgoto
• Desconectores
• Outros componentes

V Descrever o funcionamento dos componentes,


V Fornecer desenhos ou esquemas de instalações, de modo a se evitar danos às mesmas,
Discorrer sobre a garantia de funcionamento, e da garantia dos fabricantes,
y Discorrer sobre a maneira de se instalar componentes máquinas de lavar louça e de roupa,
Alertar para possíveis falhas, em cada componente da instalação, tais como:
Pág.TO
• Falta de água,
• Como proceder em caso desta falta,
• Vazamentos e possíveis causas,
• Entupimentos,
• Vibrações,
• Barulhos,
• Retorno de cheiro de esgoto,
• Retorno de esgotos,

y Sugerir a quem o condômino deve procurar, tanto nos casos com garantia, quanto nos casos que não
sejam de responsabilidade do construtor.
y Fazer descrição de manutenção preventiva, contemplando-se os seguintes itens:
• Como fazer limpeza de ralos, sifões, ligações flexíveis,
• Quais materiais poderão ser usados,

V Descrever procedimentos de manutenções corretivas leves, tais como.


• Como desobstruir tubulações,
• Retorno de cheiro,

y Discorrer sobre as possibilidades de modificações, quem tem responsabilidade sobre modificações,


como estas têm que ser orientadas.

Ill - INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE

>- Descrição por cômodo, de cada componente da instalação e sua função, tanto dos elementos
embutidos, quanto dos aparelhos de utilização, salientando-se as vantagens oferecidas por sistemas
coletivos, conforme segue:
• Tipo de aquecimento
• Registros de comando
• Conexões
• Louças
• Metais
• Outros componentes

y Descrever o funcionamento dos componentes,


r- Fornecer desenhos ou esquemas de instalações, de modo a se evitar danos às mesmas,
y Discorrer sobre a garantia de funcionamento, e da garantia dos fabricantes,
y Discorrer sobre a maneira de se instalar componentes tais como duchas de banho ou manual,
chuveiros, máquinas de lavar louça e de roupa, aquecedores,
y Alertar para possíveis falhas, em cada componente da instalação, tais como:
• Falta de água,
• Como proceder em caso desta falta,
• Vazamentos e possíveis causas,
• Entupimentos,
• Vibrações,
• Barulhos,
• Golpe de aríete,
• Pressão excessiva,
• Superaquecimento,
© Presença de água quente nas peças só com água fria,
o Insuficiência de água quente,
• Coloração da água,
• Presença de ar nas tubulações,
• Aquecimento de paredes e pisos,
• Disparo de válvulas de segurança,

V Sugerir a quem o condômino deve procurar, tanto nos casos com garantia, quanto nos casos que não
sejam de responsabilidade do construtor.
> Fazer descrição de manutenção preventiva, contemplando-se os seguintes itens:
• Como fazer limpeza,
• Quais materiais poderão ser usados,
• Como verificar condições de funcionamento de peças móveis, fornecer catálogos para condôminos,
• Como verificar condições de funcionamento de válvula de segurança,
Descrever procedimentos de manutenções corretivas leves, tais como:
• Como desobstruir tubulações,
• Como desobstruir componentes tais como arejadores de torneiras, crivos de duchas,
• Instrução de trocas de carrapetas de registros, etc.
• Queima incompleta de aquecedores a gás,
• Superaquecimento de aquecedores elétricos.

V Discorrer sobre as possibilidades de modificações, quem tem responsabilidade sobre modificações,


como estas têm que ser orientadas.

IV - INSTALAÇÕES DE GLP

r Descrição por cômodo, de cada componente da instalação e sua função, tanto dos elementos
embutidos, quanto dos externos, relacionando as vantagens oferecidas em cada tipo de instalações,
salientando-se a segurança, conforme segue:
• Tipo de gás
• Registros de comando
• Conexões
• Válvulas
.

r Descrever o funcionamento dos componentes, inclusive os de garantia de ventilação,


r Fornecer desenhos ou esquemas de instalações, de modo a se evitar danos às mesmas,
t Discorrer sobre a garantia de funcionamento, e da garantia dos fabricantes,
r- Discorrer sobre a maneira de se instalar componentes tais como aquecedores e fogões,
Alertar para possíveis falhas, em cada componente da instalação, tais como.
• Falta de gás,
• Como proceder em caso desta falta,
• Vazamentos e possíveis causas,
• Entupimentos,

y Sugerir a quem o condômino deve procurar, tanto nos casos com garantia, quanto nos casos que não
sejam de responsabilidade do construtor.
> Fazer descrição de manutenção preventiva, contemplando-se os seguintes itens:
• Testes de ligações em aparelhos de consumo,
• Como verificar condições de funcionamento de peças móveis, fornecer catálogos para condôminos,

>> Descrever procedimentos de manutenções corretivas leves, tais como:


• Como desobstruir tubulações,
• Como consertar vazamentos em peças móveis,
• Instrução de trocas de ligações flexíveis, etc.

y Discorrer sobre as possibilidades de modificações, quem tem responsabilidade sobre modificações,


como estas têm que ser orientadas.
V . MANUTENÇÃO

MANUAL DO CONDOMÍNIO

BRIEFING DE ELABORAÇÃO

O manual do Condomínio deve ter, como princípio básico, a condição de se possibilitar a


administração do condomínio um procedimento completo quanto a forma de utilização dos sistemas
instalados, sua manutenção preventiva e corretiva.
Além da documentação jurídica e de vendas (tais como projetos, escritura, plantas, etc.), este manual deve
incorporar todos os sistemas construtivos, numa descrição que faça a abrangência dos pontos seguintes,
relativos a área comum de divisão proporcional ou não:

r Descrição dos sistemas com sua principais características,


'r Responsabilidades do construtor e garantias,
r Condições de uso dos sistemas e/ou das instalações e equipamentos,
y Responsabilidade de fornecedores e garantias,
r Possíveis defeitos, com indicações de soluções,
'r Como executar manutenção preventiva,
y Como executar manutenções corretivas,
'r Possibilidades de modificações, etc.

Dentre os diversos itens a serem abordados no manual do condomínio, deve ser dado maior ênfase
aos sistemas construtivos que sejam dinâmicos, quais sejam, instalações prediais, esquadrias, elevadores e
equipamentos diversos, e para os sistemas inertes, o enfoque principal deverá ser quanto a garantias
manutenção e eventuais modificações, o que não será tratado neste volume.
Passaremos a expor um roteiro de itens de instalações a serem abordados, nos diversos sistemas
inerentes a hidrossanitárias.

SISTEMAS DE INSTALAÇÕES PREDIAIS

Fazer descrição de componentes, operação, manutenções preventivas e corretivas, garantias,


manuais dos equipamentos, etc., de:

1 - Instalação de água fria

r Abastecimento
y Reservatórios subterrâneos
y Recalque de água
y Reservatórios elevados
r Barriletes
r Colunas de área privativa
r- Colunas de água comum
y Piscinas
y Irrigação
'y Sanitários de área comum
y Estações redutoras de pressão, etc.

2 - Esgotos sanitários e pluviais

y Colunas de esgoto e ventilações


y Desvios e inspeções
y Caixas coletoras de gordura
y Coletores prediais
y Recalque de esgotos

3 - Agua quente

y Sistema de aquecimento
y Equipamento
y Circuito principal de distribuição
y Barriletes
'y Estação redutora de pressão
y Tiragem

3 - Distribuição de GLP

y Abastecimentos
y Centrais
y Ventilação
y Tubulações e conexões
r Válvulas
y Suportes

4 - Prevenção e combate a incêndio

'y Sistema de reserva de água


y Pressurização
'y Colunas
'y Hidrantes
y Registros de passeio
y Extintores portáteis
y Sinalização e alarme
ANEXOS

s Planilhas de Briefing de projetos


V Orçamentos de instalações hidrossanitárias, previsto para execução em sistemas tradicionais
racionalizados, e outro com previsão para execução em sistemas inovadores, para uma mesma obra,
s Planilhas de levantamento de quantitativo de materiais,
s Desenhos de detalhes padronizados de Kit's de instalações hidrossanitárias,
•f Planilhas de programação de serviços e de controle da qualidade de execução,
•s Sugestão de lay out de unidade autônoma de montagem de Kit's e equipamentos especiais,
s Planilha de formação de preço interno
ANEXO - 1

PLANILHAS DE BRIEFING DE PROJETOS


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Fixação para Bancada em Cantoneira V*" para. Pia 2,600


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Tanque Louça NOVATEC CELITE 98,800 5928 6.928
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Torneira de Limpeza (Jardim) 312BC-33 FORUSI 16,670 I


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Torneira para Lavatório 1194 DK FORUSI

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Torneira para Pia Cozinha Bancada 3159 BE FORUSI 62,370 I 3.742 3.929
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Torneira para Tanque 2159 B-E ESTEVES 35,270 2.116 2.116
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Tubo de Ligação para Bacia Ajustável 25 1 1/2" 7,170 1.291 1.319

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ESTEVES
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Válvula de Escoamento para Lavatório 23/B x 1"


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Válvula de Escoamento para Tanque 2 1/2" x 1 1/4 Long s/lad ESTEVES 7,340
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ESTEVES 1.257
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Válvula tipo Americana para Cozinha 3 1/2 x 1 1/2 19,950 1.197

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ANEXO - 3

ORÇAMENTO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

PROCESSO INOVADOR
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Chumbador CB-14%" WALSIWA 0,490

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AJUDANTE: 362 x 7,01 2.537,62




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ENCARREGADO INCLUSO ACIMA



TOTAL MÃO DE ÓBRA


5.931,10






'



TOTAL 11.383 11.383


ANEXO - 4

PLANILHAS DE QUANTIFICAÇÃO DE MATERIAIS


PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALÁÇÕES
EMPRESA. CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q 703 BL "E" PROJ. 5
SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ETAPA. COLUNAS DE ÁGUA POTÁVEL
DATA; ABRIU97 FOLHA: í/6

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. TOTAL


1 Tubos de PVC rígido sold. 0 20mm m 72 0,60 43,20
2 Tubos de PVC rígido sold. 0 25mm m 24 0,70 16,80
3 Tubos de PVC rígido sold. 0 32mm m 102 1.46 148,92
Tubos de PVC rígido sold. 0 40mm m 78 2,50 195.00
4 Joellho 90° PVC rígido sold. 0 20mm .pç 14 0,12 1.68
5 Joellho 90° PVC rígido sold. 0 25mm PÇ 8 0,16 1.28
6 Joelho 90° PVC rígido sold. 0 32mm pç 7 0.32 2.24
7 Tê 90° PVC rígido sold. 0 20mm pç 20 0,21 4,20
8 Tê 90° PVC rígido sold. 0 32mm pç 32 0,71 22.72
9 Bucha red. PVC rígido sold. longa 0 32 x 20mm PÇ 72 0,40 28,80
10 Bucha red. PVC rígido sold curta 0 32 x 25mm pç 40 0,17 6,80
11 Luva azul PVC rígido sold.c/ bucha de latão 0 20 x 1/2" pç 24 24,00 576,00
12 Braçadeira para perfil 0 1/2" pç 25 0,45 11,25
13 Braçadeira para perfil 0 3/4" PÇ 8 0,54 4,32
14 Braçadeira para perfil 0 1" PÇ 40 . 0,90 36,00
15 Adesivo plástico frasco 11 pç 3 15,96 47,88
16 Solução limpadora frasco 1L pç 4 12,04 48,16
17 Lixa n° 100 fl 18 0,60 10,80
18 Estopa branca kg 3 3,20 9,60
19 Lamina de serra starrete pç 8 2,54 20,32
20 Tê redução PVC rígido sold. 0 40 x 32mm pç 64 4,28 273.92
21 Bucha redução PVC sold. curta f 25 x 20mm pç 8 0,09 0,72
22 Bucha redução PVC sold. curta ç 40 x 32mm PÇ 8 0.42 3,36
23 Braçadeira para perfil 0 174" ' pç 32 0,62 19,84
24 Tê redução PVC sold, rígido 0 32 K 25mm PÇ 9 0,64 5,76

TOTAL DE MATERIAIS 1.539,57

25 Oficial: h 118
26 Ajudante h 118
27 Encarregado h 24

TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00


PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "E" PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ETAPA: KITS DE ÁGUA POTÁ VEL

DATA: ABRIL-97 FOLHA: 2/6

ITEM D I S C R I M I N A Ç Ã O DE M A T E R I A I S UN QUANT. P. U N I T . P. T O T A L

1 Cotovelo 90° F° galvanizado macho-fêmea 0 1/2" rosca Bsp 150 LB PÇ 240 1,98 475,74
2 Cotovelo 90° F° galvanizado f 1/2" rosca Bsp 150 LB PÇ 120 0,99 118,93
3 T. F° galavanizado í 1/2" rosca Bsp 150 LB pç 360 3.06 1101
4 Nipe Duplo F° galvanizado £ 1/2" rosca Bsp 150 LB PÇ 280 1,05 294,64
5 Registro de gaveta bruto <p 1/2" PÇ 80 9,24 739,05
6 Registro de pressão <f 1/2" cl acabamento pç 120 13,34 1.601
7 Engate PEX macho f 16 x 1/2" pç 880 3,13 2.754
8 Engate PEX fêmea t 16 x 1/2" pç 160 3,25 520,00
9 Tubo PEX (í 16 m m m 1.500 2,07 3.105
10 Abraçadeira çí 1.1/2" rosca sem fim pç 360 0,79 284,40
11 Joelho 90° PVC soldável t 20 m m PÇ 40 0,12 4,80
12 Tubo PVC rígido sold. # 20 m m x 6 m PÇ 16 3,80 60.80
13 Adaptador PVC rígido sold. / rosca curto £ 20 x1/2" pç 80 0,15 12,00
14 Tê para vaso/ducha 0 1/2" cromado pç 80 5,10 408,00
15 Luva F° galvanizado 0 1/2" BSP 150 LB PÇ 80 0,87 69,60
16 Plug PVC rosca 0 1/2" PÇ 80 0,15 12,00
17 Joelho 90° PVC sold. 0 25mm PÇ 40 0,21 8,40
18 Adaptador PVC rígido sold. rosca curto 0 25 x 3/4 pç 40 0,22 8,80
19 Té red. F° galvanizado 0 3/4" x 1/2" rosca BSP 150 LB PÇ 40 1,94 77,60
20 Bucha redução F° galvanizado 0 3/4 x 1/2" rosca BSP 150 LB PÇ 40 1,26 50,40
21 Travessa metálica para shaft 390 x 60 m m PÇ 80 1,14 91,20
22 Travessa metálica para shaft 590 x 60 m m pç 160 1..34 214,40
23 Tampa para shaft em ABS med. 45 x 205 cm PÇ 40 • 95,00 3.800
24 Tampa para shaft em ABS med. 65 x 205 c m pç 80 113,00 9.040
25 Carenagem para Lavatório e Pia / PÇ 164 7,63 1.251
26 Carenagem para Tanque PÇ 42 7,63 320,46
27 Coifa de vedação f 50 x 1.1/2" pç 206 0,60 123,60
28 Coifa de vedação i 32 x 1,1/2" PÇ 326 0,50 163,00
29 Parafuso cabeça fenda rosca máquina 0 3/16" x 2.1/2" PÇ 500 0,09 42,83
30 Arruela lisa 4 3/16" PÇ 1.000 0,10 97,89
30 Porca sextavada <f 3/16" pç 500 0,09 42.83
31 Fita veda rosca: 19 m m x 50 ms pç 10 3,50 35,00
32 Adesivo plástico frasco 1 Litro pç 3 15,96 47,88
33 Solução limpadora frasco 1 Litro pç 3 12,04 36,12
34 Estopa branca pç 2 3,18 6,36
35 Lamina de serra pç 6 2,07 12,41
36 Lixa n° 100 fl 18 0,60 10,79
37 Niple duplo F° galvanizado 0 3/4" pç 40 1,90 76,00
38 Registro de gaveta bruto 0 3/4" pç 40 10,65 426,00

TOTAL DE MATERIAIS 27.544,69

39 Oficial h 225
40 Servente h 225
41 Encarregadro h 45

TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00

PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "£" PROJ. 5
SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ETAPA: ENT. D'AGUA-DESVIO AÉREO

DATA: ABRIL/97 FOLHA: 3/6

ITEM DISCRIMINAÇÃO D E MATERIAIS UN QUANT. P. U N I T . P. T O T A L

1 Tubo de PVC rígido sol. a 20mm m 114 0,60 68.40


2 Tubo de PVC rígido sol. 0 25mm m 30 1,46 43,80
3 Tubo de PVC rígido sol. 0 40mm m 48 2,50 119,81
4 Tubo de PVC rígido sol. 0 60mm m 12 4,92 59,03
5 Joelho 90° PVC rígido sold. 0 20mm pç 24 0,12 2,88
6 Joelho 90° PVC rígido sold. 0 25mm PÇ 2 0,32 0,64
7 Tê 90° PVC rígido sold. 0 20mm PÇ 7 0,21 1.47
S Tê 90° PVC rígido sold. 0 25mm pç 2 0.71 1,42
9 Joellho 90° PVC rígido azul com bucha de latão 0 20 x 1/2" pç 8 1,26 10,08
10 Bucha de redução PVC rígido sold. curta 0 25 x 20mm PÇ 6 0,09 0,51
11 Torneira de boia CIPLA f 174" PÇ 1 31,23 31,23
12 Cotovelo F° GALV. 90° 0 172" BSP 150 LB PÇ 1 3,95 3,95
13 Braçadeira tipo "D" 0 1/2" PÇ 26 0,18 4,77
14 Braçadeira tipo "D" 0 3/4" PÇ 14 0,39 5,48
15 Chumbador CB-14 0 1/4" PÇ 60 1,62 96,91
16 Tirante rosca total 0 1/4" m 44 0,38 16,69
17 Porca sext. 0 1/4 pç 165 0,02 4,04
18 Arruela lisa 0 1/4" pç 165 0,02 4,04
19 Adesivo plástico frasco 1 L It 0,50 12,74 6,37
20 Estopa branca kg 0,05 3,18 0,16
21 Solução limpadora frasco 1L m 0,5 9,68 4,84
22 Lâmina serra pç 1 1,05 1,05
23 Adaptador PVC sold. curto f 40 x T/4" PÇ 1 0,75 0,75
24 Tê 90° PVC sold. í 40mm ' PÇ 1 1,92 1,92
25 Bucha redução PVC sold. longa £ 40 x 20mm PÇ 1 0,70 0.70
26 Joelho 45° PVC rígido sold. i 40mm pç 1 1,40 1,40
27 Joelho 90° PVC rígido sold. f 40mm PÇ 4 0,90 3,60
28 Joelho 90° PVC rígido sold. $. 60mm PÇ 3 5,43 16,29
29 Tê redução PVC rígido sold. £ 25 x 20mm PÇ 1 0,67 0,67
30 Braçadeira tipo "D" £ 174" PÇ 23 0,62 14,26
31 Braçadeira tipo "D" <t 2" PÇ 5 0,80 4,00
32 Luva PVC azul com bucha de latão £ 20 x 1/2" pç 7 . 1,14 7,98
33 Registro gaveta bruto í 3/4" pç 2 10,65 21,30
34 Registro pressão para acabamento £ 1/2" PÇ 1 13,34 13,34
35 Adaptador PVC sold. rosca t 20 x 172" PÇ 2 0,15 0,30
36 Adaptador PVC sold. rosca (t 25 x 374" PÇ 4 0,17 0,68

TOTAL DE MATERIAIS 96,91

37 Oficiial h 40
38 Servente h 40
39 Encarregado h 8

TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00

PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "E"PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ETAPA: BARRILETE DE ÁGUA POTÁVEL

DATA: ABRIU97 FOLHA: 4/6

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. TOTAL


1 Tubo F" galvanizado DIM 2440 0 3/4" m 3 4.10 12,30
2 Tubo F° galvanizado DIM 2440 0 3" m 8 17,24 137,92
3 Flange com sext. F° galvanizado BSP 150 LB 0 2" pç 12 7,66 91,92
4 Flange com sext. F° galvanizado BSP 150 LB 0 3" PÇ 8 16,43 131,46
5 Cotovelo 90° F° galvanizado BSP 150 LB 0 2" pç 6 7,94 47,65
S Cotovelo 90° F° galvanizado BSP 150 LB 0 3" pç 4 25,52 102,10
7 Tês F° galvanizado BSP 150 LB 0 3" PÇ 4 19,14 76,55
8 Bucha red. F° galvanizado BSP 150 LB 0 172" x 3/4" pç 4 4,34 17,38
9 Bucha red. F° galvanizado BSP 150 LB 0 (3" x 1.1/2") PÇ 4 14,74 58,98
10 Tubo PVC rigido sold. 0 20mm m 18 0,60 10,80
11 Tubo PVC rigido sold. 0 32mm m 150 1,46 219,00
12 Tubo PVC rigido sold. 0 40mm m 114 2,14 244,11
13 Tubo PVC rígido sold. 0 60mm m 18 4,92 88,54
14 Tubo PVC rigido sold. 0 85mm m 96 9,34 896,26
15 Joelho 90° PVC rigido sold. 0 32mm pç 51 0,43 21,93 '
16 Joelho 90° PVC rigido sold. 0 40mm PÇ 46 0,90 41,40
17 Joelho 90° PVC rigido sold. 0 20mm pç 16 0,12 1,92
18 Joelho 90° PVC rígido sold. 0 SOmm pç 14 5,43 76,02
19 Joelho 90° PVC rígido sold. 0 85mm PÇ 14 16.90 236,60
20 Tê 90° PVC rigido sold. 0 85mm PÇ 6 15,59 93,53
21 Tê red. PVC rígido sold. 0 85 x 60mm pç 16 18,72 299,54
22 Bucha red. PVC rigido sold. curta 0 25 x 20mm pç 4 0,37 1.47
23 Bucha red. PVC rígido sold. curta 0 75 x 60mm PÇ 4 2,28 9,10
24 Bucha red. PVC rigido sold. curta 0 85 x 75mm pç 4 2,67 10,67
25 Adaptador PVC rigido sold./ rosca curto 0 60mm x 2' pç 4 1,70 6,80
26 Adaptador PVC rigido sold./ rosca curto 0 85mm x 3" pç 12 6.71 80,52
27 Bucha red. PVC longa sold. (t 60 x 25mm pç 4 1.51 6,04
28 Bucha red. PVC longa sold. <f 60 x 32mm pç 8 1,87 14,96
29 Bucha red. PVC longa sold. f 60 x 40mm pç 8 1,98 15,84

TOTAL DE MATERIAIS 3.051,30

PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL " E " PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ETAPA: BARRILETE DE ÁGUA POTÁVEL

DATA: ABRIL/97 FOLHA. 5/6

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. T O T A L -

41 Registro ESFERA PVC soldável 0 32mm pç 8 7,00 55.97


42 Registro ESFERA PVC soldável 0 40mm PÇ 8 9,27 74,16
43 Registro ESFERA PVC soldável 0 20mm pç 4 11,02 44,06
44 Registro ESFERA PVC soldável 0 60mm pç 5 19,22 96,10
45 Registro GAVETA bruto 0 3" pç 8 134,22 1.074
46 Luva de correr PVC PBA 0 75mm pç 4 11.28 45,13
47 Anel borracha PBA 0 75mm pç 8 6,61 52,86
48 Perfilado perfurado 38 x 38 x 3mts pç 9 3,82 34,36
49 Tirante 0 1/4" rosca total m 30 0,38 11,38
50 Porca sextavada 0 1/4" PÇ 180 0,06 11,01
51 Arruela lisa 0 1/4" PÇ 180 0.09 15,42
52 Adesivo plástico frasco 1 Lt pç 4 15,96 63,84
53 Solução limpadora frasco 1 Lt pç 4 12,04 48,16
54 Lixa n° 100 pç 20 0,60 12,00
55 Estopa branca kg 4 3,20 12,80
56 Lamina de serra pç 10 2,54 25,40

TOTAL DE MATERIAIS 1.676,41

57 Oficial h 140
58 Servente h 140
59 Encarregadro h 28

TOTAL DE MAO DE OBRA 0,00

li PREÇO TOTAL ' II |


PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "E" PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES HIDRÁULICA ETAPA: / w s r BOMBA DE AGUA POTÁVEL (REC&UCI

DATA: ABRIL/97 FOLHA: 6/6

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. TOTAL


1 Registro gaveta bruto 0 272" F° galvanizado pç 5 39,34 196,69 '
2 Registro gaveta bruto e 2" F° galvanizado PÇ 2 25,18 50,36
3 Registro gaveta bruto 0 1" F° galvanizado pç 2 15,78 31.57
4 Válvula de pé com crivo 0 272" F° galvanizado pç 2 60,87 121,75
5 Válvula de retenção vert. 0 2" F° galvanizado pç 2 24,31 48,63
S União F° galvanizado com acento cónico ferro 0 272" pç 5 18,27 91,34
7 União F° galvanizado com acento cónico ferro 0 2" pç 4 35,48 141,94
8 União F° galvanizado com acento cónico ferro 0 1" PÇ 3 7,73 23,20
9 Cotovelo 45° F° galvanizada 0 2" BSP 150 LB pç 1 6,86 6,86
10 NIPLE duplo F° galvanizado 0 272" BSP 150 LB PÇ 3 5,92 17,77
11 NIPLE duplo F» galvanizado 0 2" BSP 150 LB PÇ 7 2,73 19,10
12 NIPLE duplo F° galvanizado 0 1" BSP 150 LB pç 6 2,13 12,77
13 Bucha red. F° galv. 0 2" x 1" rosca BSP 150 LB pç 1 28,82 28,82
14 Tê F° galvanizado 0 27 2" BSP 150 LB PÇ 2 3,17 6,34
15 Tê F" galvanizado 0 2" BSP 150 LB pç 1 3,33 3,33
16 Curva fêmea F° galvanizado 90° x 0 2" BSP 150 LB pç 1 25,19 25,19
17 Curva femea F° galvanizado 90° x 0 272" BSP 150 LB pç 2 13,41 26,82
18 Tê red. F° galvanizado 0 2" x 1" pç 2 9,91 19,82
19 Tê 45° F° galvanizado 0 2" pç 2 14,76 29,51
20 Mangote de borracha 0 2" m 1 13,74 13,74
21 Braçadeira de Pressão 0 2" PÇ 4 0,80 3,18
22 Adaptador PVC sold/r 0 60 x 2" curto PÇ 1 0,91 0,91
23 Joelho 90° PVC sold. 0 60mm PÇ 3 1,17 3,52 '
24 Tubo F° galvanizado dim. 2440 com costura 0 272" m 8 18,63 85,06
25 Tubo F° galvanizado dim. 2440 com costura 0 2" m 3 8,41 25,22
26 Tubo F° galvanizado dim. 2440 com costura 0 1" m 3 4,34 13,03
27 Chumbador CB-38 0 3/8" PÇ 8 1,81 14,49
28 01 Motor-bomba elet. pot=3cv trif. 380V. 0 rec: 2" 0 sue. 272", Hma=35mca, Q=6,50
m3/h, mod. 25-160. Fab. UNIBLOC ou SIMILAR PÇ 2 1.029 2.058

TOTAL DE MATERIAIS 3,119,09

30 Oficial h 44
31 Servente h 44
32 Encarregado h 10

TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00


PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA. CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "£" PROJ. 5
SERVIÇO: INSTALAÇÕES DE ESGOTO/ÁGUAS PLUVIAIS ETAPA: COLUNAS DE ESGOTO/AGUAS PLUVIAIS

DATA: ABRIU97 FOLHA: 1/8

ITEM D I S C R I M I N A Ç Ã O DE M A T E R I A I S UN QUANT. P. UNIT. P. T O T A L

1 Junção dupla PVC esgoto prim, 0 100mm PÇ 34 7.41 251,94


2 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 50mm pç 66 2.77 182,82
3 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 100mm pç 42 4,54 190,68
4 Junção simples PVC esg. prim. 0 75 x 50mm pç 120 2,53 303,6
5 Junção invertida PVC esg. prim. 0 50 x 50mm PÇ 50 1,63 81,5
6 Junção invertida PVC esg. prim. 0 100 x 50mm pç 18 2.77 49.86
7 Luva PVC esg. prim. 0 50mm pç 80 • 0,62 49,6
8 Luva PVC esg. prim. 0 75mm PÇ 155 0,97 150,35
9 Luva PVC esg. prim. 0 100mm PÇ 176 1.31 230,56
10 Joellho 90° PVC esg. prim. 0 100mm PÇ 16 1,72 27,52
11 Joellho 45° PVC esg. prim. 0 50mm PÇ 200 0,66 132
12 Joellho 45° PVC esg. prim. 0 100mm PÇ 108 1,69 182,52
13 Tê sanitário PVC esg. prim. 0 100mm x 100mm pç 8 3.204 25,632
14 Anel de borracha PVC esg. 0 50mm pç 560 0,2 112
15 Anel de borracha PVC esg. 0 75mm PÇ 390 0,26 101,4
16 Anel de borracha PVC esg. 0 100mm PÇ 568 0,36 204,48
17 Tubo PVC esg. prim. 0 50mm m 210 1.87 392,7
18 Tubo PVC esg. prim. 0 75mm m 516 2,31 1191,96
19 Tubo PVC esg. prim. 0 100mm m 360 2,57 925,2
20 Braçadeira para perfil 0 172" PÇ 64 0,63 40,32
21 Braçadeira para perfil 0 272" PÇ 100 0,96 96
22 Braçadeira para perfil 0 372" PÇ 80 1.07 85,6
23 Perfilado perf. 19 x 38mm m 42 3,73 156,66
24 Vaselina industrial kg 15 4.16 62,4
25 Adesivo plástico frasco 1L pç 8 15.96 127,68
26 Solução limpadora frasco 1L PÇ 9 12,04 108,36
27 Lixa FL fl 38 2,6 98,8
28 Estopa branca kg 4 3.2 12,8
29 Lâmina de serra PÇ 15 - 2.54 38,1
30 Joellho 90° PVC esg. prim. 0 75mm PÇ 38 1,24 47,12
31 Junção dupla PVC esgoto 0 75mm pç 22 3.73 82,06
32 Redução excentrica PVC esg. £ 75 x 50 mm pç 34 1,23 41,82
33 Tê sarritário PVC esg. prim. 0 75 x 75 PÇ 8 3,27 26,16
34 Ralo hemisferio tipo abacaxi 0 3" pç 16 9 144,00
35 Redução excêntrica PVC esg. £ 100 x 75 mm pç 18 1,52 27,36
TOTAL DE MATERIAIS 5.981,56

Oficial h 380
Servente h 380
Encarregado h 80

TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00

PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGNQ. 703 BL "E" PROJ. 5
SERVIÇO: INSTALAÇÕES ESGOTO/ÁGUA PLUVIAIS ETAPA: KIT's DE ESGOTO
DATA: ABRIL/97 FOLHA: 2/8

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. TOTAL


1 Tubo PVC esgoto primário 0 50mm m 186 1,87 347.82
2 Tubo PVC esgoto primário 0 100mm m 336 2,57 863,52
2 Tubo PVC esgoto secundário 0 40mm m 408 0,85 ; 346,80
4 Joelho 90" PVC esgoto prim. 0 100mm pç 102 1,72 175,44
5 Joelho 90° PVC esg. secund. 0 40mm pç 356 1,72 612,32
6 Joelho 90° PVC esg. secund. 0 40mm com bolsa apra anel pç 96 0,38 36,48
7 Joelho 90° PVC esg. secund. 0 40mm com bolsa para anel e derivação para 0 3/4" pç 64 0,68 43,52
8 Joelho 45° PVC esg. prim. 0 50mm PÇ 32 3.47 111,04 '
9 Joelho 45° PVC esg. prim. 0 100mm pç 160 0,66 105,60
10 Joelho 45° PVC esg. secund. 0 40mm pç 136 1,69 229,84
11 Junção simples PVC esg. prim. 0 50 x 50mm pç 32 0,44 14,08
12 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 50mm pç 32 2,53 80,96
13 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 100mm PÇ 64 2,77 177,28
14 Junção 45° PVC esg. secund. 0 40 x 40mm PÇ 64 4,54 290,56
15 Luva PVC esgoto prim. 0 50mm PÇ 64 0,62 39,68
16 Luva PVC esgoto prim. 0 100mm PÇ 288 1,31 377,28
17 Bucha red. longa PVC esg. secund. 0 50 x 40mm PÇ 128 0,42 53,76
18 Redução excêntrica PVC esg. prim. 0 100 x 50mm pç 64 1,31 83,84
19 Anel de borracha PVC esg. 0 50mm pç 224 0.20 44,80
20 Anel de borracha PVC esg. 0 100m PÇ 704 0,36 253,44
21 Caixa sinfonada com saida 0 50mm e porta grelha quadrada 0 100 x 150 x 50mm pç 128 5,70 729,60
22 Ralo sinfonado cilíndrico com porta grelha quadrado 0 100 x 40mm pç 128 4.85 620,80
23 Braçadeira tipo "D" 0 174" pç 184 0,36 66,24
24 Chumbador CB-14 0 1/4" pç 184 0.62 298,08
25 Tirante rosca total 0 1/4" m 55 0,38 20,90
26 Porca sextavada 0 1/4" pç 552 0,02 11,04
27 Arruela lisa (í 1/4" pç 552 0,02 11,04
28 Adesivo plástico frasco 11 PÇ 2 4,16 8,32
29 Solução limpadora frasco 11 pç 2 12,04 24,08
30 Estopa branca kg 2 3,20 6,40 •
31 Lamina de serra pç 8 2,54 20,32
32 Lixa n° 100 fl 18 0,60 10,80

TOTAL DE MATERIAIS 6.115,68

33 Oficial: h 445
33 Ajudante h 265
35 Encarregado h 71
TOTAL DE MÃO DE OBRA 0,00

PREÇO TOTAL
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "E"PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES ESGOTO/AP ETAPA: REDE ENTER. ÁGUAS PLUVIAIS

DATA: ABRIL/97 FOLHA: 3/8

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. T O T A L

Tubo PVC esgoto primário es 75mm 24 2,31 55,44


Tubo PVC esgoto primário z 100mm 84 2,57 215,88
Joelho 90° PVC esgoto primário 0 75mm PS 1,24 7,44
Grelha de F° fundido 40 x 40cm para água pluvial PÇ 33,22 232,54
Tampão F° fundido T-33 com inscrição águas pluviais PÇ 47,80 47,80
Tampão F° fundido T-33 com inscrição esgoto PÇ 47,80 95,60
Adesivo plástico frasco 1L PÇ 15,96 31,92
Solução limpadora frasco 1L PÇ 12,04 24,08
Lixa n" 100 0,60 3,00
10 Estopa branca kg 0,3 3,20 0,96
11 Lâmina serra PÇ 2,54 7,62
12 Redução excentrica com bolsa para anel PVC rígido leve $ 150 x 100mm PÇ 5,98 11,96

TOTAL DE MATERIAIS 734,24

13 Oficial: 22
14 Ajudante 22
15 Encarregado

TOTAL DE MAO DE OBRA 0,00

Obs.: Mão de obra sem Escavação e Reaterro


PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUXORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN Q. 703 BL "E" PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES ESGOTO/ÁGUAS PLUVIAIS ETAPA: DESVIO AÉREO DE ESGOTO/AP

DATA: ABRIL/97 FOLHA: 4/8

ITEM DISCRIMINAÇÃO DE MATERIAIS UN QUANT. P. UNIT. P. T O T A L

1 Tubo PVC esgoto primário o 50mm m 30 1,87 56,10


2 Tubo PVC esgoto primário o 75mm m 18 2,31 41,58
3 Tubo PVC esgoto primário 0 100mm m 36 2,57 92,52
4 Tubo PVC esgoto secundário 0 40mm m 6 2,80 16,80
5 Joelho 90' PVC esg. prim. o 50mm pç 8 0,51 4,08
6 Joelho 90° PVC esg. prim. 0 75mm pç 12 1,24 14,88
r Joelho 90° PVC esg. prim. 0 100mm pç 33 1,72 56,76
8 Joelho 90° PVC esg. secund. 0 40mm pç 3 0,38 1,14
9 Joelho 90° PVC esg. secund. 0 40mm com bolsa para anel PÇ 4 0,68 2,72
10 Joelho 45'PVC esg. prim. 0 50mm PÇ 1 0,65 0,66
11 Joelho 45° PVC esg. prim. 0 75mm pç 13 1.47 19,11
12 Joelho 45° PVC esg. prim. 0 100mm pç 13 1,69 21,97
13 Joelho 45° PVC esg. secund. 0 40mm pç 1 0,44 0,44
14 Luva simples PVC esg. prim. 0 50mm pç 7 0,62 4,34
15 Luva simples PVC esg. prim. 0 75mm pç 27 0,97 26,19
18 Luva simples PVC esg. prim. 0 100mm pç 40 1.31 52,40
17 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 50mm pç 11 2,77 30,47
18 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 75mm pç 4 5,05 20,20
19 Junção simples PVC esg. prim. 0 100 x 100mm pç 10 4,54 45,40
20 Plug PVC esg. primário 0 100mm pç 15 1,15 17,25
21 Redução excent. PVC esg. prim. 0 100 x 75mm pç 5 1,52 7,60
22 Tê sanitário PVC esg. prim. 0 50 x 50mm PÇ 2 1,47 2,94
23 Bucha rec. longa PVC esg. sec. 0 50 x 40mm pç 3 0,46 1,38
24 Caixa sinfonada com saída 0 50mm e porta grelha quadrada 0 100 x 150 x 50mm pç 8 8,70 69,60
25 Tè de inspeção PVC esg. prim. 0 100 x 75mm pç 20 9,77 195,40
28 Anel de borracha PVC esg. 0 50mm pç 36 0,20 7,20
27 Anel de borracha PVC esg. 0 75mm pç 82 0,26 21,32
28 Anel de borracha PVC esg. 0 100mm pç 204 0,36 73,44
29 Curva 87° 30" curta série "R" com bolsas para pé de coluna 0 75mm PÇ 2 6,24 12.48
30 Curva 87° 30" curta série "R" com bolsas para pé de coluna 0 100mm PÇ 20 10,81 216,20
31 Tè inspeção série "R" 0 150 x 100mm pç 20 48,46 969,20
32 Tubo leve PVC rígido 0 150mm m 252 9,41 2.371,32
33 Joelho 45° leve PVC rigido 0 150mm PÇ 7 14,84 103,88
34 Junção simples red. PVC rígido leve cl bolsa para anel 0 150 x 100mm pç 23 13,81 317,63
35 Luva dupla PVC rígido leve 0 150mm PÇ 51 8,16 416,16
36 Luva dupla PVC rigido leve 0 200mm pç 6 13,84 83,04
37 Plug leve PVC rígido leve 0 150mm PÇ 2 0,93 1,86
38 Luva de correr PVC rígido leve 0 150mm PÇ 16 9,32 149,12
39 Tirante rosca total 0 1/4" m 80 . 0,37 29,60
40 Tirante rosca total 0 3/8" m 55 0,85 46,75
41 Perfilado perfurado 38 x 38mm m 30 3,73 111,90
42 Porca sextavada 0 1/4" pç 248 0,05 12,40
43 Porca sextavada 0 3/8" pç 204 0,08 17,14
44 Arruela lisa 0 1/4" pç 248 0,05 12.40
45 Arruela lisa 0 3/8" pç 204 0,07 14,28
46 Chumbador CB - 38 0 3/8" • pç 68 1,80 122,40
47 Braçadeira tipo "D" 0 372" PÇ 3 1,60 4,80
48 Braçadeira tipo "D" 0 174" pç 5 0,36 1,80
49 Vaselina industriai kg 4 4,16 16,64
50 Adesivo plástico frasco 1 L pç 12 15,96 191,52

I PREÇO TOTAL ||
PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE INSTALAÇÕES
EMPRESA: CBL- CONSTRUTORA BORGES LTDA OBRA: SHCGN O. 703 BL "E" PROJ. 5

SERVIÇO: INSTALAÇÕES ESGOTO/ÁGUAS PLUVIAS ETAPA: DESVIO AÉKEO DE ESGOTO/A.P

DATA: ABRIL/97 FOLHA: 5/8

ITEM D I S C R I M I N A Ç Ã O DE M A T E R I A I S UN QUANT. P. UNIT. P. T O T A L

51 Solução limpadora 1L pç 12 12,04 144,48


52 Lixa fl n* 100 fl 30 0,60 18,00
53 Estopa branca kg 3 3,20 9,60
54 Lâmina de serra PÇ 8 2,54 20,32
55 Tê inspeção PVC esgoto primário 0 75 x 75 PÇ 2 8,73 17,46
56 Anel de borracha 0 150mm pç 58 2,30 133,40
57 Curva 87° 30" curta série R" com bolsa para anel para pé de coluna 0 150m pç 3 71,19 213,57
58 Junção simples redução com bolsa para anel 0 150 x 75mm PÇ 8 10,40 83,20
59 Joelho 90° PVC esgoto primário com visita 0 100 x 75mm PÇ 2 5,50 11,00
60 Braçadeira tipo "D" 0 3" PÇ 8 1,60 12,80
61 Junção simples PVC esgoto primário 0 75 x 75mm pç 5 2,40