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Escola Superior de Ciências Náuticas

Departamento de máquinas Marítimas


Geradores e Turbinas a Vapor II

Turbinas a Vapor

Discente: Vagner António Victor Chilabe


Turma: 4MQ

Docente: Eng. Chemane

Maputo, 18/04/ 2018


Índice
1. Introdução ............................................................................................................................................. 3
2. Objectivos gerais ................................................................................................................................... 4
2.1. Objectivos específicos................................................................................................................... 4
1. Turbina a vapor ..................................................................................................................................... 5
1.1. Velocidade teórica da turbina ....................................................................................................... 5
1.2. Velocidade periférica da turbina de acção .................................................................................... 5
1.3. Velocidade Periférica Ideal da Turbina de Reacção ..................................................................... 5
2. Constituição da Turbinas a Vapor ......................................................................................................... 6
3. Classificação das turbinas a vapor ........................................................................................................ 8
4. Órgãos anexos das turbinas ................................................................................................................. 10
5. LUBRIFICAÇÃO ............................................................................................................................... 16
5.1. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO FORÇADA ....................................................................................... 16
6. Conclusão............................................................................................................................................ 18
7. Referencias.......................................................................................................................................... 19

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1. Introdução
O presente trabalho tem como objectivo principal resumir detalhadamente todos os assuntos
abordados na sala de aulas acerca da turbina a vapor.

A história regista a construção de dispositivos rudimentares, que se baseavam nos princípios de


acção ou de reacção das turbinas actuais em épocas longínquas.
O desenvolvimento da turbina a vapor, como um tipo realmente útil de accionador primário até a
sua forma actual, ocorreu somente nos últimos setenta anos.

A primeira ideia de máquina a vapor foi a chamada Eolípila, feita por Heron de Alexandria.
Outros dispositivos só foram inventados muito tempo depois, um destes foi criado pelo italiano
Giovanni Branca no ano de 1629. O vapor gerado em uma caldeira era acelerado em um bocal, e
então “impactava” as pás de um rotor acoplado a um eixo.

A primeira turbina realmente industrial surgiu em 1884, construída pela engenheiro inglês
Charles Parsons, baseada no princípio de reacção. Durante a década de 1880 Gustaf de Laval
produziu as primeiras turbinas a vapor de importância comercial.

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2. Objectivos gerais
 Resumo de todos temas abordados na sala de aulas

2.1.Objectivos específicos
 Descrever o princípio de funcionamento e os elementos de uma turbina vapor;
 Analisar a velocidade periférica das turbinas;
 Classificar as turbinas a vapor;
 Descrever os elementos que constituem a turbina;
 Descrever o principio de funcionamento dos reguladores de velocidades;
 Descrever o sistema de lubrificação das turbinas.

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1. Turbina a vapor
É uma máquina térmica que transforma a energia potencial em energia cinética e por sua vez em
energia mecânica.

O trabalho mecânico realizado pela turbina pode ser o accionamento de um equipamento


qualquer, como, por exemplo, um gerador eléctrico, um compressor, uma bomba etc.

1.1.Velocidade teórica da turbina


𝑉 = 91,53√𝑖 − 𝑖′

1.2.Velocidade periférica da turbina de acção


A velocidade periférica com uma só fiada de pás moveis:
𝑉
𝑈 = 2 ∗ 𝑐𝑜𝑠β

Com ‘n’ fiadas de pás móveis, a velocidade periférica ideal da turbina de acção será:
𝑉
𝑈 = 2𝑛 ∗ 𝑐𝑜𝑠β.

Pode-se concluir que a velocidade periférica ideal da turbina de acção dever ser um pouco
inferior a metade à velocidade absoluta a entrada das pás móveis. O ângulo de incidência tem um
valor entre 12o e 25o .

1.3.Velocidade Periférica Ideal da Turbina de Reacção


Para a determinação da velocidade periférica da turbina de reacção para ‘n’ fiadas de pás moveis:
U = Vcosβ
A velocidade periférica ideal deve ser um pouco inferior à velocidade absoluta do vapor à
entrada na fiada de pás móveis. Com efeito, sendo o valor de β igual a 170 a 200.

Nota: pode-se calcular a velocidade periférica da turbina de reacção relacionando a formula com
a velocidade periférica da turbina de acção:

Ur = 1,41.Ua

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2. Constituição da Turbinas a Vapor
A turbina é constituída por duas partes:
 A turbina propriamente dita;
 E acessórios.
I. A turbina propriamente dita é constituída por:
A. caixa
1. Agulhetas ( nas turbinas de acção)- Tem a função de orientar o fluxo do vapor e converter
a energia potencial(energia térmica) em energia cinética .
2. Pás fixas - Orientam o vapor para pás móveis. Podem ser encaixadas directamente na
caixa.
3. Bucins - São vedantes, evitam fugas que provocariam grande consumo de vapor e a
entrada de ar que afectaria o vácuo no condensador, o que limitaria a eficiência da
turbina.
4. Chumaceiras - São apoios fixos que tem por fim suportar os órgãos com movimento
circular
5. Diafragmas ( nas de acção multi-celular) - São constituídos por dois semicírculos, que
separam os diversos estágios de uma turbina de acção multi-estágio.
B. Rotor - É a parte móvel da turbina e tem a finalidade de suportar as pás moveis, as quais
recebem energia cinética do vapor para transformar em movimento de rotação do veio do
rotor.
1. veio do rotor.
2. Tambor - é a peça de fixação das pás moveis nas turbinas de reacção.
3. Disco - é a peça de fixação das pás moveis nas turbinas de acção.
4. Pás moveis - Convertem a energia cinética em energia mecânica, são responsáveis
pela rotação do veio.
5. Espiga – é a parte que fixa o aro de consolidação.
6. Aros de consolidação – é uma tira metálica, presa às espigas das pás móveis com
dupla finalidade: aumentar a rigidez do conjunto, diminuindo a tendência à
vibração das palhetas e reduzindo também a fuga do vapor pela sua periferia.

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II. Acessórios
1. Indicadores de sentido de rotação
São instrumentos que indicam o sentido de rotação do rotor, o qual recebe movimento
por serie de engrenagens.

2. Contadores - totalizadores de rotação


Indicam o número de rotações efectuadas naquele momento e é comandado por meio
de engrenagens.

3. Taquímetros ou indicadores de rotação por minuto

Dispositivos que indicam instantaneamente o número de rotações por minuto a que os


veios estão a rodar.

4. Torneiras de purgas - São montadas em locais a quais proporcionam a extracção


de água proveniente da condensação.
5. Manómetros e termómetros - Indicam as pressões e temperaturas do vapor na
admissão e em determinadas expansões.
6. Válvulas de segurança - Tem a função de evitar que a pressão do vapor exceda a
máxima normal.
7. Válvula by-pass - A válvula by-pass é utilizada quando abertos todos os grupos de
agulhetas, a turbina não pode desenvolver mais potencia.

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8. Válvula de bloqueio automático - O dispositivo de desarme por sobrecarga
protege a turbina, impedindo que opere em velocidades superiores.

3. Classificação das turbinas a vapor


A. Quanto ao modo que o vapor efectua o seu trabalho.
As turbinas classificam-se me:

1. Turbinas de acção

Na turbina de acção a primeira fiada de pás é móvel, a transformação da energia potencial em


energia cinética é feita apenas na agulheta e a transformação da energia cinética em energia
mecânica é feita nas pás moveis, na agulheta há redução da pressão e aumento da velocidade, a
pressão após a agulheta não varia mantêm-se constante enquanto que a velocidade mantêm-se
constantes nas pás fixas e diminui nas pás moveis, a admissão do vapor pode ser parcial e total

2. Turbinas de reacção

A primeira fiada de pás é fixa não possui agulheta, a expansão do vapor dá-se nas pás
moveis e fixas, há queda de pressão tantos nas pás moveis e pás fixas e variação da
velocidade( nas pás moveis a velocidade diminui, nas pás fixas aumenta), a admissão do
vapor é total.

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3. Turbina mista – são constituídas por elementos de acção a entrada e depois pelos
elementos de reacção.

B. Quanto a direcção que o vapor segue a atravessar as turbina.


1. Turbinas de fluxo axial - São aquelas nas quais o vapor percorre uma direcção
paralela ao seu eixo.
2. Turbinas de fluxo radial – o vapor percorre numa direcção perpendicular ao seu eixo.
3. Turbinas de fluxo tangencial helicoidal.
C. Quanto ao modo que é realizada a admissão do vapor.
1. Admissão total;
2. Admissão parcial.
D. Quanto ao numero de expansões que o vapor sofre ao atravessar as turbinas.
1. Turbina de simples expansão ( turbina de acção);
2. Turbina de múltiplas expansão (turbinas de acção, reacção e mistas).
E. Quanto a constituição mecânica das turbinas.
1. Turbina de tambor contínuos ou únicos;
2. Turbinas de discos separados.
F. Quanto ao fim ou serviços a que se destinam.
1. Turbinas principais;
2. Turbinas auxiliares.
G. Quanto as pressões do vapor e posição relativa dum grupo de turbinas.
1. Turbina de alta pressão;
2. Turbina de media pressão;
3. Turbina de baixa pressão.
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H. Segundo o numero de vezes que o vapor passa numa fiada de pás.
1. Passagem simples;
2. Passagem repetida.

4. Órgãos anexos das turbinas


A. Válvulas de manobras
1. Regulam a passagem do vapor dos geradores de vapor para as caixas das agulhetas das
turbinas devendo permitir:
 Uma partida rápida ou;
 Uma paragem rápida das turbina;
2. Proporciona um meio de regulação do fluxo de vapor de acordo com a velocidade que se
pretende.
B. Engrenagens redutoras
As engrenagens redutoras permitem reduzir a alta velocidade da turbina para baixa
velocidade dos veios propulsores.
 Um melhor rendimento da turbina é conseguido quando os rotores giram a altas
rotações.
 A redução da velocidade das turbinas a vapor permite melhor rendimento da
hélice.

Classificam-se as engrenagens redutoras de:

1. Simples redução
 Comando simples - consiste em um carreto de pequeno diâmetro, engrenado
directamente na roda de maior diâmetro montado no veio no propulsor oposto ao
hélice.
 Comando duplo – é uma transmissão com dois carretos a engrenarem a roda, é o caso
de um grupo constituído por duas turbinas, em que ambos os carretos da turbina de
alta potencia e baixa potência engrenam na mesma roda dentada principal.

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 Comando triplo
É uma transmissão com três carretos a engrenarem a roda, é o caso de um grupo de
turbinas constituídos por três turbinas em que os três carretos da turbina de alta,
média e baixa potencia engrenam na mesma roda dentada principal.
2. Dupla redução

Intercala-se entre a roda dentada montada no extremo do veio propulsor e o carreto montado
no extremo do veio da turbina. É um conjunto constituído por um carreto e uma roda dentada
denominada veio intermédio.

 Simples redução – atem um rendimento de 97,5 a 98,5%;


 Dupla redução – tem um rendimento de 95 a 97%.

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C. Reguladores de velocidade
1. Reguladores de velocidade constante – permite manter a velocidade da turbina constante
mesmo que haja variação de cargas, existem dois tipos de reguladores de velocidade
constante que são:
 Mecânico

É constituído unicamente de peças metálicas, o seu funcionamento baseia-se nas


forças centrífugas. O seu órgão fundamental é centrífugo no qual a força centrífuga das massas
se opõe a tensão da mola do regulador.

Quando a turbina excede sua velocidade normal, as molas afastam-se do seu eixo de rotação fará
com que as massas mova-se para cima, pelo que a alavanca fará descer a válvula reguladora que
estrangulará a passagem do vapor para a turbina diminuído a velocidade.

Quando a velocidade diminui a tensão da mola das massas aproximam-se ao seu eixo de rotação
fará com que a massas mova-se para baixo, pelo que alavanca abrirá mais a válvula reguladora
permitindo maior passagem de fluxo de vapor aumentando a velocidade.

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 Hidráulico – esse regulador tem dupla finalidade, manter constante a pressão do
óleo e velocidade da turbina.

Funcionamento: se a velocidade da turbo - bomba ultrapassa a velocidade normal, as massas do


regulador afastam-se do seu eixo rotação fará com que as massas movam-se para cima, fará com
que válvula reguladora estrangule a passagem do vapor para a turbina diminuído a velocidade.

Se a velocidade da turbo – bomba diminui, as massas do regulador aproximam-se ao seu eixo de


rotação fará com que as massas movam-se para baixo, abrindo a válvula reguladora permitindo
maior fluxo de vapor aumentando a velocidade da turbina.

A maior abertura e menor da válvula reguladora de vapor para a turbina, alem de ser controlada
pelo regulador de velocidade também é controlada pela pressão do óleo.

2. Regulador de velocidade variável

Não se difere tanto da velocidade constante apenas possui um dispositivo de ajustamento de


velocidade, permite variar manualmente a velocidade da turbina ela em funcionamento.

 Mecânico – tem o mesmo principio de funcionamento com os reguladores de


velocidade constante mecânico apenas difere-se pelo dispositivo de ajuste de

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velocidade.

 Hidráulico – a bomba é accionada pela turbina e esse regulador possui um


dispositivo de ajuste.

Funcionamento: quando a pressão do óleo sobe no cilindro o êmbolo desloca-se para cima e
empurra a alavanca por sua vez, levara a válvula reguladora aproximar-se da sua sede, diminuído
o fluxo de vapor fornecido a turbina e esta diminui a velocidade.

Quando a velocidade diminui a pressão do óleo também diminui consequentemente diminui o


débito do óleo, o cilindro desloca-se para baixo e empurra a alavanca por sua vez levara a
válvula reguladora afastar-se da sua sede, aumentando o fluxo de vapor fornecido a turbina e esta
aumenta a velocidade.

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D. Uniões flexíveis
 Permite livre dilatação das turbinas;
 Permite uma mínima tolerância de desalinhamento entre o veio da turbina e o do
carreto;
 Impede a transmissão dos esforços resultantes do desalinhamento provocado por
dilatação dos veios e flexibilidade da estrutura dos feixes.
E. Virador

Máquina destinada a virar as turbinas a frio sem necessitar o uso do vapor, usa-se no caso de:

 Inspecção da turbina;
 Frenagem da turbina;
 Aquecimento ou durante o arrefecimento da turbina;
 Reparação da turbina.
F. Torsómetros
 Aparelho destinado a permitir a determinação da potência efectiva em função da
torção sofrida num determinado comprimento do veio durante a transmissão do
movimento da hélice.

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5. LUBRIFICAÇÃO
A lubrificação é o processo pelo qual se interpõe uma substância entre duas superfícies dotadas
de movimento relativo, acarretando diminuição da perda de energia por fricção, redução de
aquecimento, diminuição de desgaste e protecção contra a corrosão.

No interior a turbina é lubrificada pelo vapor, a película do óleo lubrifica: chumaceiras, caixa de
engrenagens e reguladores de velocidade.

5.1. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO FORÇADA


O óleo é succionado do tanque reservatório pela bomba de lubrificação e enviado
para as partes que o utilizam através de um resfriador (trocador de calor), filtro e
redutor de pressão.
O óleo de alta pressão serve para accionamento do regulador hidráulico de
velocidade da turbina, enquanto que o de baixa pressão alimenta as chumaceiras da
turbina e, quando for o caso, as chumaceiras dos equipamentos acoplados com a
turbina, tais como: redutor, bomba hidráulica, exaustor, gerador, etc.

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1. O sistema de lubrificação forçada é composto das seguintes partes:

 Bomba de óleo principal: como os accionamentos que envolvem as turbinas


normalmente utilizam redutor, a bomba de óleo principal geralmente é instalada e
accionada pelo eixo de baixa rotação do redutor.

 Moto-bomba auxiliar de lubrificação: é utilizada na partida da turbina e no caso quando a


turbina deve funcionar, por curto período de tempo, com rotação muito baixa.
O motor poderá ser comandado manualmente ou automaticamente com a introdução no
sistema de óleo de um pressostato e uma válvula solenóide.

 Filtro de óleo: dependendo da turbina e equipamento a ser accionado o filtro de óleo


poderá ser com a sua parte filtrante feita de tecido especial ou da tela com elevado
número de malhas por cm².

 Regulador de pressão de óleo: é do tipo de orifício regulável, instalado no sistema de


lubrificação após o filtro e do resfriador, é utilizado para reduzir a pressão de óleo de para
1,0 a 1,5 kgf/cm².

 Válvula de retorno de óleo: instalada na linha de alta pressão, serve para devolver o
excesso de óleo, recalcado pelas bombas, para o tanque reservatório. No mesmo tempo
é utilizada esta válvula para manter a pressão de óleo no valor constante.

 Tanque reservatório de óleo: Pode ser instalado na base ou fora da base e serve para
armazenar o óleo do sistema.

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6. Conclusão
Não existe uma turbina 100% de acção e 100% de reacção. Nas turbinas de acção as agulhetas
efectuam a expansão do vapor e transformam a energia potencial em energia cinética diminuindo
a pressão e elevando a velocidade, pás fixas apenas orientam o fluxo de vapor para as pás
moveis e transformam a energia potencial em energia cinética e a pás moveis convertem a
energia cinética em energia mecânica, após a agulheta a pressão mantêm-se constante e a
velocidade mantêm-se constante nas pás fixas e nas pás moveis diminui a sua velocidade. A
turbina de reacção não possui agulhetas, as pás moveis e pás fixas efectuam a expansão, a
energia potencial é convertida em energia cinética nas pás fixas e moveis e por sua vez as pás
moveis convertem em energia mecânica, a pressão diminui durante toda a expansão nas fixas
tanto nas moveis, a velocidade aumenta nas pás fixas e diminui nas pás moveis.

A velocidade periférica da turbina de reacção deve ser um pouco inferior à velocidade absoluta
do vapor à entrada na fiada de pás móveis. A velocidade periférica ideal da turbina de acção
dever ser um pouco inferior a metade a velocidade absoluta a entrada das pás móveis.

O vapor lubrifica o interior da turbina, a película do óleo lubrifica: chumaceiras, caixa de


engrenagens e reguladores de velocidade.

Os reguladores de velocidade constante e velocidade variável tem o mesmo principio de


funcionamento apenas diferem-se num sentido o regulador de velocidade variável possui um
dispositivo de ajuste para ajustar manualmente a velocidade.

As engrenagens redutoras tem a função para reduzir altas rotações provenientes da turbina para
aumentar a eficiência da hélice. As reduções subdividem-se em simples redução que é engrenado
directamente na roda montada no veio propulsor e dupla redução montados na roda do veio
propulsor por meio do veio intermédio, o numero de turbinas determinam o numero de comando
(simples, duplo e triplo).

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7. Referencias
http://www.ebah.pt/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor acesso em 17/04/2018

GODOY,Jorge – Turbinas a vapor.Rio de Janeiro, Petrobrás/Div. de ensino. Acesso em


17/04/2018.

www.swe.siemens.com/PORTUGAL/WEB/PT/POWER/SOLUCOES/Pages/centrais_turbinas_i
ndustriais.aspx acesso em 18/04/2018.

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