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IBEL

PODER DO ALTO
Resumo
Simonton Simões
25/04/2018

Resumo feito pelo aluno Simonton Simões Cruz.


Resumo
Livro: Poder do alto

Autor: José João de Paula

Aluno: Simonton Simões Cruz

Resumo: Neste livro o autor vem nos trazendo algumas verdades sobre a
unção do espirito na era neotestamentaria e nos dias de hoje. Fazendo uma
comparação e nos alertando sobre o nosso esfriamento na fé.

Em seu primeiro capítulo vemos a ligação que Jesus tinha com o Espírito
Santo. Vemos o Espírito Santo agindo em sua vida em sua geração, no seu
batismo, quando ele é guiado pelo Espírito Santo para o deserto, quando ele
opera milagres, quando ele ofereceu-se a si mesmo por meio do Espírito Santo
e por fim quando ele foi ressuscitado pelo Espírito Santo. Jesus em si não
precisava do Espírito Santo agindo constantemente na sua vida, pois ele era
Deus, mas a partir do momento que ele se torna homem ele precisava dessa
unção na qual ele foi suprido.

Quando Lucas registra Jesus sendo batizado por João Batista e o Espírito
Santo descendo sobre ele em forma de pomba nos mostra o inicio de sua obra
messiânica. O importante dessa passagem não é a pomba em si, mas sim o
seu significado. Isso significa que Jesus é o portador permanente do Espírito
Santo e seria seu doador, ou seja, aquele que recebeu o Espirito seria o
mesmo que batizaria a igreja com o Espírito.

Todos os quatro evangelhos nos contam sobre o batismo de Jesus, cada um


de uma visão deferente, mas todos eles mostram o Espírito Santo agindo em
Jesus. Dentre todos os evangelistas Lucas é o que da mais ênfase ao
ministério profético do Messias. Ele nos mostra cinco pessoas que foram
cheias do Espírito Santo e capacitadas para o seu ministério profético (João
Batista, Maria, Isabel, Zacarias e Simeão)

No segundo capítulo agora vemos a igreja herdando essa unção que Cristo
recebeu do Espírito Santo. Quando Jesus é assunto aos céus ele nos disse
que deixaria outro consolador. A expressão consolador significa outro da
mesma natureza, ou seja, Jesus estava falando que mandaria ele mesmo, na
pessoa do Espírito Santo. Não que seja uma fusão da trindade mas sim um
papel ministerial.

Vemos em At 2.33 um texto clássico que aponta Jesus ter recebido o Espírito e
a doação do mesmo à igreja. A doação do Espírito Santo por Jesus ao seu
povo foi um resultado de Jesus ter sido exaltado e de ter sido ungido com o
mesmo Espírito. Ele ungiu a sua igreja com o mesmo Espírito que recebeu. Em
outras palavras, ele é o doador do Espírito porque ele foi o portador do Espírito.
Os evangelhos nos mostram bastante essa ação do Espírito Santo entre Cristo
e a igreja. João Batista é um exemplo bem claro disso. João da ênfase no fato
de que Jesus Cristo que é quem efetuará o batismo com o Espírito; e ele quem
é reconhecido como a única fonte e despenseiro dessa unção sobre o povo de
Deus. Outro exemplo bem claro se encontra nas próprias palavras de Jesus
quando ele diz aos seus discípulos que não saíssem da cidade até que fossem
revestidos do poder do alto. E um terceiro exemplo que temos é o de Lucas o
evangelista. Lucas identificou três tópicos em que Jesus acentuou durante esse
período que são as provas incontestáveis de sua ressurreição, seu ensino a
respeito do reino de Deus e o batismo prometido com o Espírito Santo.

Depois que o Espírito Santo desceu no Pentecostes a palavra de Deus foi


universalizada para todas as línguas dos povos. A palavra profética não mais
rolaria apenas dos lábios dos profetas de fala hebraica, mas sim, que toda a
igreja teria lábios proféticos. A unção que os seguidores de Cristo receberam
era a mesma que Jesus havia recebido, ou seja, eles ficaram cheios de poder,
intrepidez e animo para pregar a palavra do Senhor.

No terceiro capitulo vemos a continuidade do Espírito agindo na vida dos


crentes. Os apóstolos cada vez mais pregavam a palavra de Deus. Olhando
para eles parecia que eles tinham tudo pronto para falar do amor de Deus; eles
tinham um conhecimento teológico, vivencia com Jesus, eles estavam em
perfeita condição para saírem pregando, mas eles por mais que soubessem de
muitas coisas, precisavam de algo mais. Eles precisavam do Espírito agindo
neles, pois isso é algo fundamental, a unção, o poder que o Espírito daria a
eles, era disso que eles precisavam. A partir desse momento que o Espírito
desceu sobre eles, começaram a pregar com toda coragem, enfrentando tudo e
todos por amor ao evangelho.

Paulo ordenou que às pessoas “Enchei-vos do Espírito” isso nos traz duas
implicações; que devemos deixa-nos encher do espírito e a segunda é que isso
deve ser continua essa ação, ou seja, devemos nos deixar encher do espírito
continuamente e não somente uma vez. O autor termina o capitulo nos
mostrando uma realidade muito dura, para sermos bem sucedidos em nosso
ministério devemos ser cheios do Espírito Santo, a partir do momento que
somos vazios do Espírito, somos um fracasso na obra de Deus.

O quarto capítulo nos mostra que a oração é um meio de nós sermos cheios do
Espírito. Todos esses grandes homens que ficaram na história foram homens
de oração. As vezes criamos varias coisas, temos varias ideias, uma mais
chamativa que a outra para atrairmos pessoas para a igreja, mas que por
dentro estão vazios do Espírito Santo e sem a ação do Espírito em nossas
vidas todas as ideias geniais que temos não valerão de nada. Por outro lado há
pregadores sérios, mas que sempre ficam na mesma coisa, sempre no mesmo
ritmo, não olhando as necessidades da igreja e isso acaba deixando os seus
membros sedentos da palavra. Precisamos deixar o Espírito agir em nossas
vidas, devemos deixa-lo no seu lugar que lhe pertence por direito, nossos
corações.

No quinto capítulo agora vemos a natureza das missões e o Espírito Santo


agindo nos ungidos. Devemos buscar cada vez mais o Espírito Santo, pois
quando pregamos a palavra e buscamos incessantemente o auxilio do Espírito
Santo Deus restaura vidas. Quando pregamos buscamos Cristo que é a base
de tudo, ele atua de forma poderosa fazendo nascer vida onde não há, faz
surgir fé onde não há fé.

O dever o Espírito Santo é aplicar tudo o que foi realizado por Jesus que foi
morto, ressurreto, e exaltado. O Espírito é responsável por convencer o
pecador de seu pecado. O Espírito cria a consciência de juízo e de temor nos
corações dos regenerados. O dever da igreja é dobrar seus joelhos no chão
pedindo a Deus que o poder de Cristo, através do Espírito, possa derrotar as
forças opostas.

No capítulo sexto o autor traz a tona a gloria de Cristo e a unção do Espírito. O


clímax do evangelho segundo Lucas é a gloria de Cristo, ele é o único
evangelista que apresenta Jesus até a sua exaltação. A unção do Espirito em
Cristo e nos cristãos não foi visando ele mesmo, mas sim visando a gloria de
Cristo. Nós também devemos ser assim, tudo quanto fizermos deve ser para
honrar e glorificar o nome de Jesus.

Vemos que os cristãos neotestamentarios viviam para glorificar o nome de


Cristo, em suas orações, pregações, em sua vivencia e até na sua morte eles
glorificavam o nome de Deus. Vemos um exemplo disso no martírio de
Estevão, onde ele exaltou o nome de Deus até o seu ultimo folego de vida. As
vezes nem tudo o que fazemos são para glorificar o nome de Deus, as vezes é
muito pelo contrario, difamamos o nome de Cristo, envergonhamos o
evangelho. Devemos pensar nisso.

Este é um ótimo livro, ele abre os nossos olhos para alguns comodismos que
estamos vivendo e nos mostra o verdadeiro poder, a verdadeira missão do
Espírito e o seu poder tanto nos nossos antepassados como nos dias de hoje.

Eu Simonton Simões Cruz declaro ter lido 100% do livro.