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UNILAB

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

Instituto de Ciências Exatas e da Natureza

Química Analítica Experimental I

Prof. Dr. Kelber Dos Anjos De Miranda

ANÁLISE DO 2º GRUPO DE CÁTIONS

Dayana Nascimento Dari

Lizatória Joanico Fernandes

CAMPUS DAS AURORAS

21 de março de 2016
1. RESUMO

Os íons Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2 fazem parte do 2º grupo de cátions. Esse grupo de cátions
tem como reagente precipitante, o íon sulfeto. Neste experimento utilizou-se a Tioacetamida
como gerador de íons sulfeto para precipitar os sulfetos metálicos de Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2 em
pH igual a 0, 5. Obteve-se a separação dos sulfetos do subgrupo do cobre em relação aos sulfetos
do subgrupo do arsênio de acordo com a insolubilidade do primeiro e a solubilidade do segundo
subgrupo na presença da base KOH. Ao longo do experimento, separou-se os íons em tubos de
ensaio diferentes, confirmando sua identidade, ao final de cada processo, por meio da formação
de precipitados de cores diferentes.
2. INTRODUÇÃO

O segundo grupo de cátions é constituído por: Bismuto (III), Cobre (II), Antimônio (III)
e (V), Estanho (II) e (IV), Mercúrio (II), Chumbo (II), Cádmio (II), Arsênio (III) e (V).

Esse grupo de cátions forma precipitados de cores diferentes; sulfeto de cobre (II) CuS
(preto), sulfeto de bismuto (III) Bi2S3(marrom), sulfeto de antimônio (III) Sb2S3 (laranja),
sulfeto de antimônio (V) (laranja), e sulfeto de estanho (IV) SnS2 (amarelo), (VOGEL, 1981).

Os cátions do segundo grupo são tradicionalmente divididos em dois subgrupos: o


subgrupo do cobre e o do arsênio. Esta divisão é baseada na solubilidade dos precipitados de
sulfetos. O reagente desse grupo é o H2S, o íon sulfeto (S2-) é geralmente usado para separar
íons metálicos por que as solubilidades dos sais de sulfetos estendem-se sobre uma grande faixa
e dependem do pH da solução (BROWN, T.L. et al., 2005).
Os sulfetos, compostos formados pelo enxofre e um grande número de elementos
químicos, são conhecidos de maneira geral pela baixíssima solubilidade. A insolubilidade de
muitos sulfetos é uma propriedade importante que permite a separação dos mesmos em diversos
processos. Alguns sulfetos como Bi2S3 (1, 0 x10-96), CuS (Kps= 8, 0 x10 -37
, SnS2(Kps= 1, 0
-70
x10 ) e Sb2S3 (1,6x10-93), possuem baixos valores para Kps evidenciando uma baixa
solubilidade desses sulfetos (MARTINS, C.R. et al., 2010).
No subgrupo de cobre, temos dentre outros íons: bismuto (III) e cobre (II). Os cloretos,
nitratos e sulfatos dos cátions desse subgrupo são bastante solúveis em água. Os sulfetos,
hidróxidos e carbonatos são insolúveis. Alguns cátions do subgrupo de cobre, como o cobre II,
tendem a formar complexos (amônia, íons cianeto etc.), (VOGEL, 1981).

O bismuto, Bi (Ar = 2018,98) é um metal quebradiço, cristalino e de coloração branca


avermelhada, funde a 271,5ºC e é insolúvel em ácido clorídrico, devido ao potencial normal
(0,2V), mas se dissolve em ácidos oxidantes, tais como ácido nítrico concentrado. E o cobre,
Cu (Ar = 63,54) é um metal vermelho pálido, macio, maleável e dúctil, funde a 1038ºC, devido
a seu potencial de elétrodo padrão ser positivo (+ 0,34V para o par Cu ̸ Cu+2), é insolúvel em
ácido clorídrico e ácido sulfúrico diluído, embora na presença do oxigênio possa ocorrer alguma
solubilização (VOGEL, 1981).

Dentre o grupo do arsênio encontramos os íons antimônio (III) e estanho (II). Taís íons
apresentam caráter anfótero: seus óxidos formam sais, tanto com ácidos como com bases. O
antimônio, Sb (Ar = 121,75) é o metal brilhante, branco prateado, que funde a 630ºC, e é
insolúvel em ácido clorídrico e em ácido sulfúrico diluído. E o estanho, Sn (Ar = 118,69) é um
metal branco prateado, maleável e dúctil em temperaturas normais, mas a baixas temperaturas
torna-se quebradiço, devido a sua transformação em outro estado alotrópico, funde a 231,8ºC;
esse metal dissolve-se lentamente em ácido clorídrico diluído (VOGEL, 1981).

3. OBJETIVOS

O objetivo desse experimento é separar os íons do 2º grupo de cátions Bi+3, Cu+2, Sb+3 e
Sn+2, da amostra original, de modo que cada tipo de íon fique em um tubo de ensaio diferente
ao final de cada processo; e confirmar a identidade de cada íon por meio de análises qualitativas.
4. PARTE EXPERIMENTAL

4.1.MATERIAIS
- Centrifuga
- 6 Tubos de ensaio
- Estante para tubos de ensaio
- Pinça de madeira
- Espátula
- Papel indicador ácido-base
- Capela
- Chapa de aquecimento
- Béquer pequeno
- Papel tornassol rosa

4.1.1 . REAGENTES
- HCl 6 M
- KOH 0,5 M
- 𝑁𝐻4 Cl 6 M
- NaOH 6 M
- 𝐻𝑁𝑂36 M
- NH3 15 M
- HgCl2 0,1 M
- CH3COOH
- H2C2O4
- Al (s)
- Tioacetamida 13%
- Água destilada
4.2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Dividiu-se o procedimento experimental em duas partes. A primeira parte para o


subgrupo do cobre e a segunda parte para o subgrupo do arsênio.
4.2.1 A primeira parte, o subgrupo do cobre, optou-se em dividir o experimento em
etapas:
1ª etapa: colocou-se 1 mL de uma amostra original (Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2) em um tubo
de ensaio. Em seguida, com ajuda de um papel indicador, mediu-se o pH em 0,5. Adicionou-
se 3 gotas de Tioacetamida, aqueceu-se e levou-se a centrifuga por um tempo de 5 minutos.
Retirou-se o liquido sobrenadante da solução e deixou-se o precipitado formado.
2ª etapa: lavou-se o precipitado com uma solução de 20 gotas de H2O e uma 1 gota de
NH4Cl. Levou-se a centrifuga por um tempo de 3 minutos e decorrido esse tempo, descartou-
se o liquido sobrenadante. Em seguida, acrescentou-se 10 gotas de KOH, levou-se ao
aquecimento por 5 minutos e depois para a centrifuga por 3 minutos. Após, separou-se a solução
do precipitado, e ambos ficaram separados em tubos de ensaio diferentes.
3ª etapa: no tubo de ensaio contendo o precipitado, foi acrescentado 10 gotas de HNO3,
levado ao aquecimento por um tempo de 5 minutos e 3 minutos na centrifuga. Ao retirar-se da
centrifuga preparou-se a solução com gotas de NH3 até formar um precipitado.
Em seguida, levou-se a solução ao aquecimento por 3 minutos. Separou-se por último, a solução
do precipitado em tubos de ensaio diferentes. Ao precipitado foi adicionado com a ponta de
espátula SnCl2(s) e 6 gotas de NaOH.
4.2.2 A segunda parte, o subgrupo do arsênio, optou-se em dividir o experimento
em etapas:
1ª etapa: colocou-se 2 mL de uma amostra original (Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2) em um tubo
de ensaio. Em seguida, com ajuda de um papel indicador, mediu-se o pH em 0,5. Adicionou-
se 6 gotas de Tioacetamida, aqueceu-se por 5 minutos e levou-se a centrifuga por um tempo de
3 minutos. Retirou-se o liquido sobrenadante da solução e deixou-se o precipitado formado.
2ª etapa: lavou-se o precipitado com uma solução de 20 gotas de H2O e uma 1 gota de
NH4Cl. Levou-se a centrifuga por um tempo de 3 minutos e decorrido esse tempo, descartou-
se o liquido sobrenadante. Em seguida, acrescentou-se 10 gotas de KOH, levou-se ao
aquecimento por 5 minutos e depois para a centrifuga por 3 minutos. Após, separou-se a solução
do precipitado, e ambos ficaram separados em tubos de ensaio diferentes.
3ª etapa: no tubo de ensaio contendo a solução foi acrescentado 5 gotas de CH3COOH
até acidificar e 4 gotas de Tioacetamida. Após, levou-se ao aquecimento por 5 minutos e
centrifuga por 3 minutos. Retirou-se, em seguida, o liquido sobrenadante do precipitado
formado. Adicionou-se ao precipitado 20 gotas de HCl concentrado. Aqueceu-se a solução por
5 minutos e levou-se a centrifuga por 3 minutos. Após, descartou-se o precipitado da solução.
Colocou-se a solução em um béquer pequeno. Levou-se ao aquecimento e evaporou-se metade
do volume. Em seguida, colocou-se 0,5 mL de H2O. Depois, a solução foi dividida em dois
tubos, tubo A e tubo B.
1
Tubo A: adicionou-se na solução H2C2O4 de espátula e 3 gotas de Tioacetamida. Levou-se
4

ao aquecimento por um tempo de 5 minutos e após, a centrifuga por 3 minutos.


Tubo B: adicionou-se a solução um pedaço de Al (s), e em seguida, 10 gotas de HCl. Levou-se
ao aquecimento até o consumo completo de Al. Depois, adicionou-se HgCl2, e centrifugou-se
por 3 minutos.
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

5.1.1 A primeira parte, o subgrupo do cobre:


1ª etapa: como reagente gerador de íons sulfeto empregou-se a Tioacetamida. Observou-se
que quando aquecida, a Tioacetamida, produziu H2S, segundo as equações:
CH3CSNH2 + H2O → CH3CONH2 (aq) + H2S (aq)
H2S (aq) + H2O ↔ H3O+ + HS- (aq)
HS- (aq) + H2O ↔ H3O+ + S2- (aq)
Precisou-se medir o pH em 0,5, antes da adição do reagente do grupo, para que a solução
contendo a amostra original apresentasse uma acidez adequada, a fim de que todos os cátions
do grupo estejam contidos no precipitado. Numa solução de acidez demasiadamente alta ou
baixa, poderia não precipitar os sulfetos do segundo grupo de cátions.

2ª etapa: Observou-se que o tratamento da solução com H2S formou precipitado contendo
Bi2S3, CuS, SnS2 e Sb2S3. Para as reações que geraram esse precipitado tem-se:
2 BiO+ + 3H2S → Bi2S3 (s) + 2H3O+ (aq)
Cu 2+ (aq) + H2S → CuS (s) + 2 H+
[SnCl6] 2- (aq) + 2 H2S (aq) → SnS2 (s) + 4 H+ + 6 Cl- (aq)
2 SbO+ + 3 H2S → Sb2S3 (s) + 2 H3O+ (aq)
Os sulfetos metálicos de Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2 são muito insolúveis e por isso puderam
precipitar. Possuem valores muito pequenos de Kps, Bi2S3 (Kps= 1, 0 x10-96), CuS (Kps=
-37 -70
8,0x10 , SnS2 (Kps= 1, 0 x10 ) e Sb2S3 (Kps= 1,6x10-93), indicando a baixa solubilidade
desses sulfetos, de acordo como reportado na literatura (MARTINS, C.R. et al., 2010).
Com a adição da base KOH ao precipitado, houve a solubilização de SnS2 e Sb2S3. Entretanto,
os sulfetos Bi2S3 e CuS permaneceram insolúveis. Os sulfetos de Bi2S3 e CuS não reagem com
bases.
A separação dos sulfetos do subgrupo do cobre em relação aos sulfetos do subgrupo do
arsênio deve-se a insolubilidade dos primeiros e a solubilidade do segundo com a base KOH.

3 ª etapa: observou-se que a adição de HNO3 provoca a solubilização dos sulfetos de Bi e Cu,
produzindo também enxofre elementar. A solução torna-se acida com HNO3. As equações que
descrevem a reação são:
Bi2S3(s) + 2 NO3- + 4 H+ → 2 Bi+3 (aq) + 3 S0 (s) + 2NO (g) + 2 H2O
3 CuS (s) + 2 NO3 (aq) + 8 H+ → 3 Cu2+ (aq) + 3 S0 (s) + 2NO (g) + 4 H2O
Devidos aos baixos valores de Kps para os sulfetos de Bi+3 e Cu +2
a solubilização dos
mesmos só acontece na presença do ácido oxidante HNO3.
Ao adicionarmos NH3 à solução ácida, que contém HNO3, Bi +3 e Cu2+, observa-se que
NH3 reage com esse ácido formando complexos. As reações são dadas por:
Cu2+ (aq) + 4NH3 ↔ [Cu (NH3)4] 2+ (aq)
[BiO (H2O) n] + +NH3 (aq) → Bi (OH) (s) + NH4+
O Cu2+ com NH3 forma na solução o complexo [Cu (NH3)4] 2+, de cor azul, confirmando a
presença de Cu2+.
O Bi +3 formou um precipitado branco, BiO (OH). A esse precipitado foi adicionado SnCl2
+3
e NaOH. Para confirmar a presença de Bi , era esperado obtermos uma cor preta no
precipitado; no entanto, obtemos uma cor azul no precipitado. Esse resultado inesperado
aconteceu pela manipulação errada na etapa da separação do liquido sobrenadante do
precipitado; solução de íons de cobre ficaram ainda presentes no precipitado.

5.1.2 A segunda parte, o subgrupo do arsênio:


1ª etapa: assim como na 1ª etapa do procedimento experimental para o subgrupo do cobre,
observou-se que quando aquecida, a Tioacetamida, produziu H2S; precisou-se também, medir
o pH em 0, 5, afim de precipitarmos os sulfetos do 2 grupo de cátions. Após formado o
precipitado, separou-se da solução.
2ª etapa: com a adição da base KOH ao precipitado, houve a solubilização de SnS2 e Sb2S3. As
equações são representadas por:
2 Sb2S3 (s) + 4 OH- (aq) → [ Sb (OH) 4] – (aq) + 3[ SbS2] – (aq)
SnS2(s) + 6 OH- (aq) → [ Sn (OH)6]2- (aq) + 2[ SnS3]2- (aq)
Os sulfetos de Sn e Sb reagiram com a base KOH indicando que estes possuem caráter
ácido, tornando-os assim, solúveis, na solução.
3ª etapa: a adição de CH3COOH à solução tornou o meio ácido, que quando se colocou
Tioacetamida (H2S) precipitou novamente os sulfetos de Sb e Sn:
[SnCl6] 2- (aq) + 2 H2S (aq) → SnS2 (s) + 4 H+ + 6 Cl- (aq)
2 SbO+ + 3 H2S → Sb2S3 (s) + 2 H3O+ (aq)
A adição de HCl concentrado solubilizou os sulfetos com aquecimento para formar os
complexos solúveis SnCl6 2- e SbCl4-.
Precisou-se levar a solução ao aquecimento até quase a secura para expulsar o H2S
presente.

Tubo A: para fazer a identificação do Sb, precisou-se adicionar H2C2O4 à solução, que formou
o complexo solúvel de Sn. A reação é dada pela a equação:
[SnCl6]2- + 3 H2C2O4 (s) → [ Sn (C2O4)3] 2- + 6Cl- + 6 H +
Com a adição de Tioacetamida (H2S) houve a precipitação de Sb2S3, precipitado de cor
laranja.
Havia uma grande quantidade de sulfeto de Sb, na solubilização em HCl concentrado
restando resíduo solido desse sulfeto. A coloração do resíduo forneceu uma indicação sobre sua
composição provável. A cor laranja do resíduo indica a presença do íon Sb+3.

Tubo B: ao adicionar à solução um pedaço de Al (s), e em seguida HCl, observou-se a oxidação


do Al (s) a Al +3 e a redução de Sn 4+ a Sn2+. Essa reação é dada por:
Al0 (s) + Sn4+ → Sn2+ + Al+3
O alumínio é usado para reduzir o Sn 4+ a Sn 2+, e deve ser completamente dissolvido para
não interferir na identificação do íon Sn+2 realizado no último passo do procedimento.
Como último procedimento, adicionou-se HgCl2. Houve a oxidação de Sn2+ a Sn4+, e redução
do Hg2+. Formou-se um precipitado de cor cinza. Essa reação é representada por:
Hg2+ + Sn2+ → Sn4+ + Hg +1
Havia grande quantidade de sulfeto de Sn, ainda da solubilização em HCl concentrado,
restando resíduo solido desse sulfeto. A coloração do precipitado indicou sobre sua composição
provável. A cor cinza do precipitado indicou a presença do íon Sn+2.
6. CONCLUSÕES

É necessário medir o pH em 0,5, antes da adição do reagente do grupo, para que a solução
contendo a amostra original apresente uma acidez adequada, a fim de que todos os cátions do
grupo estejam contidos no precipitado. Os sulfetos metálicos de Bi+3, Cu+2, Sb+3 e Sn+2 são
muito insolúveis e possuem baixos valores de Kps, por isso puderam precipitar.
A separação dos sulfetos do subgrupo do cobre em relação aos sulfetos do subgrupo do
arsênio deve-se a insolubilidade dos primeiros e a solubilidade dos segundos com a base forte
KOH. Os sulfetos do subgrupo do cobre tornam-se solúveis na presença do ácido oxidante
HNO3; o íon Cu2+ formou com NH3 o complexo [Cu (NH3)4] 2+
, de cor azul, confirmando a
presença de Cu2+ e a confirmação da presença de Bi +3 mostrou-se falha devida a manipulação
errada no procedimento de separação do liquido sobrenadante do precipitado. Nos sulfetos do
subgrupo do arsênio a formação de precipitado de cor laranja indicou a presença do íon Sb+3 e
na identificação do íon Sn+2 um precipitado de cor cinza.
7. REFERÊNCIAS

VOGEL, A.I. Química Analítica Qualitativa. 5 ed. Gimeno, A. (tradutor), Ed. Mestre Jou.
São Paulo, 1981.

BROWN, T.L.; LE MAY, H.E.; BURSTEN, B.E; BURDGE, J.R. Química a ciência central.
9 ed. Robson, M. (tradutor). São Paulo: Prentice Hall, 2005.

MARTINS, C.R; SILVA, L.A; ANDRADE, J.B. Sulfetos: porque nem todos são insolúveis?
Revista Química Nova, V.33, n.10, pp. 2283-2284. 2010.