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1.

INTRODUÇÃO

Educar novamente, trabalhando-se dentro de um


Reeducação conceito ideal e lidando com os inconvenientes de um
processo de aprendizado (do corpo involuntário).

Relativo a postura, tendo como base a postura em pé,


Postural podendo ser considerado o conceito de micro e
macropostura.

A globalidade inclui a relação com o todo, também


Global aqui deve ser considerado o conceito de micro e
macro globalidade.

Definição da R.P.G.:
• Trata-se de um método que se utiliza de posturas ativas, em descompressão articular progressiva,
que busca a globalidade, utilizando-se para tanto dos músculos da estática e da dinâmica.

• O método prioriza o raciocínio de partindo da consequência chegar-se-á à causa do problema.

Objetivos a serem atingidos com o método:


• A consideração da função estática, ignorada por muito tempo e, no entanto, responsável por nossa
morfologia e seus inconvenientes.

• A noção de encurtamento e retração muscular e o caráter pessoal das retrações.

• A obtenção de noção sobre a interdependência entre os grupos musculares e sua relação com
funções essenciais a vida.
• A visualização de que a fisiopatologia dos músculos inspiratórios é o encurtamento e a rigidez e a
abordagem deve ser feita insistindo sobre a flexibilização desses músculos.

• As considerações sobre o comportamento de rigidez articular proporcionado pelo grau de contração


dos músculos.

• A interação sobre problemas morfológicos macroscópicos e sobre problemas dolorosos


microscópicos.

• A identificação de cadeias musculares coerentes e finalizadas, necessárias a expressão da


coordenação estática e dinâmica.

• A sistematização das sinergias musculares entre os músculos ditos agonistas, antagonistas e


complementares.

• A identificação das inversões de pontos fixos dos músculos e a consequente inversão da ação
desses grupos.

• O entendimento e respeito dos princípios de individualidade biológica; causa efetiva da lesão e da


globalidade.

• O reconhecimento do tempo de estiramento nos alongamentos musculares.

• A isometria na posição mais excêntrica do músculo funciona como princípio de inibição do processo
doloroso.

• Globalidade significa tratar cada problema no seu contexto causa-efeito, dentro do princípio
musculoesquelético.

• Em caso de retração muscular, o alongamento de um só músculo acarreta compensações na cadeia


a qual ele pertence, nesses casos pensar no princípio da globalidade.

• Deve-se buscar sempre a causa do problema e compreender que a R. P. G. é uma terapia de relação
causal e não apenas uma terapia paliativa.

• Desenvolvimento máximo das três qualidades fundamentais de um fisioterapeuta: a observação, o


conhecimento da anatomia e biomecânica e a manualidade.

• O ganho de confiança para o trabalho progressivo, qualitativo (quantitativo na medida do possível) e


a dominação da dor.
• Noção da importância do trabalho ativo por parte do paciente, pois dessa forma o sistema
proprioceptivo assimila melhor a nova condição muscular proposta.

Particularidades do método:
• A aplicação do método envolve o uso de posturas e não de exercícios velozes, pois a manutenção
das cadeias musculares em posições específicas durante certo período garante a deformação
plástica desse componente.

• Apesar de as posturas seguirem certo padrão de execução, deve-se adaptar a cada caso pessoal,
respeitando a individualidade biológica.

• A manutenção das correções feitas de forma ativa pelo paciente são a garantia de uma manutenção
da decoaptação articular, ou seja, da descompressão que traz ao paciente alívio e proporciona o
realinhamento das articulações.

• Deve-se sempre buscar sempre a adaptação do músculo ao alongamento.

• O resultado na R.P.G. é de longo prazo e pode ser considerado definitivo, pois busca-se o tratamento
da causa e não somente dos sintomas.
2. BASE DO MÉTODO PARA UMA TERAPIA IDEAL

Para que o fisioterapeuta realize uma boa terapia é importante:

a) A observação:
• Aqui é onde tudo tem início, com uma anamnese completa e uma avaliação da postura é possível o
estabelecimento da relação causal do problema do paciente.

• Destacam-se aqui os seguintes princípios:

Individualidade:
Todo ser humano é único e indivisível, Causalidade:
bem como manifesta seu problema de • Conceito que tenta estabelecer linha lógica de raciocínio
forma pessoal. para o tratamento, e deve-se levar em conta: histórico
familiar; histórico pessoal; histórico do problema (início
dos sintomas, desenvolvimento, dor, relação com outras
Globalidade: partes do corpo, posições de alívio e/ou piora) e
Buscar, por meio da queixa que trouxe verificação de exames.
o paciente ao tratamento, estabelecer • Nesse momento “quanto pior melhor”, ou seja, no
relação com outras partes do corpo, momento da crise fica mais fácil estabelecer a relação de
fechando assim um diagrama do causalidade.
problema
b) Conhecimento da anatomia e fisiologia:
• Existem três exigências musculares que devem-se destacar:

Ereção: Suspensão: Tensões recíprocas:


Relativa aos músculos Relativa aos músculos • Característica responsável pela
extensores (cadeia posterior flexores (cadeia anterior). manutenção do eixo dos
+ reto femoral). segmentos, também conhecido
como cadeias cruzadas.
• Esses componentes são
responsáveis pela estabilidade
em lateroflexão e em rotação.

c) A manualidade:
• Na manualidade é possível proporcionar um “remodelamento do corpo” e esta é conseguida por
intermédio da prática diária e percepção das alterações corporais.

3. MÚSCULOS ESTÁTICOS E DINÂMICOS

• A musculatura esquelética apresenta particularidades quanto ao tipo de ação que determinado


músculo ou grupo de músculos desempenha.

• A divisão funcional estabelece que os músculos desempenham papel de realizarem os movimentos


(dinâmicos) ou mesmo de manterem as articulações nas posições adequadas (estáticos).

Músculos da dinâmica: Músculos da estática:


• Fibras longas e paralelas; • Fibras curtas e oblíquas;
• Músculos “brancos”; • Músculos “vermelhos”;
• Pouco tecido conjuntivo; • Muito tecido conjuntivo;
• Motoneurônios alfa fásicos; • Motoneurônios alfa tônicos;
• Realizam movimento • Resistem ao movimento;
• Pouco tônus; • Muito tônus;
• Contração veloz e forte; • Atividade prolongada e contínua;
• Capazes de grande encurtamento. • Capazes de pouco encurtamento.
Posição do tratamento com base na fisiopatologia:

4. FUNÇÕES VITAIS

• As funções vitais são aquelas que são indispensáveis a sobrevivência, por esse motivo o corpo busca
sempre desempenhá-las e para tanto faz o que for necessário para mantê-las, inclusive retrair e
encurtar músculos e suas cadeias.

Função ortostática (manutenção do


Função respiratória Função alimentar
olhar horizontal).

Função sexual Marcha

• Para cada função temos o envolvimento de uma quantidade de músculos, os quais mantém
interdependência entre si como também mantém relação com os outros músculos de outras funções
havendo, portanto, uma interação entre eles.

a) Função respiratória:

Músculos inspiratórios:
• Diafragma e seu sistema suspensório;
• Paravertebrais;
• Esternocleidomastoideo; Músculos expiratórios:
• Subclávio; • Triangular do esterno;
• Trapézio fibras superiores; • Reto do abdome;
• Elevador da escápula; • Oblíquos interno e externo;
• Peitoral menor; • Transverso do abdome.
• Peitoral maior (fibras inferiores);
• Escalenos;
• Serrátil anterior;
• Latíssimo do dorso (quando os MMSS estão apoiados)
• Intercostais externos.
b) Função alimentar:

Cadeia muscular anterior do membro superior:


• Flexor do cotovelo;
• Flexor do punho;
• Flexor dos dedos;
• Coracobraquial;
• Bíceps cabeça curta;
• Peitoral maior;
• Subescapular;
• Trapézio fibras superiores;
• Elevador da escápula;
• Peitoral menor.

c) Função estática:

Músculos da estática:
• Cadeia mestra posterior;
• Cibernéticos do pescoço;
• Paravertebrais;
• Iliopsoas;
• Adutores.

5. OS PRINCÍPIOS DE CADEIAS MUSCULARES

• A definição clássica de cadeia muscular dada por Françoise Mezières, é:

“Conjunto de músculos de mesma direção e sentido, geralmente poli-articulares que se comportam como
se fossem um só músculo e se recobrem como telhas de um telhado”

• As três Leis de Françoise Mezières relacionadas às cadeias musculares:

Primeira lei: Segunda lei: Terceira lei:


“Toda tentativa de “Toda tentativa de “Toda tentativa de
correção local irá gerar tensionamento de uma tensionamento de uma cadeia
uma compensação à cadeia muscular resulta em muscular leva a tendência de
distância”. uma tendência de rotação um bloqueio respiratório em
interna dos membros”. apneia inspiratória”
a) Cadeia mestra anterior:
• Intrínsecos da deglutição;
• Supra e infra hioideos;
• Pré-vertebrais;
• Reto anterior do pescoço;
• Longo do pescoço;
• Esternocleidomastoídeo;
• Diafragma;
• Iliopsoas;
• Tibial anterior;
• Extensor dos dedos;
• Extensor longo do hálux;
• Extensor curto do hálux.

b) Cadeia mestra posterior:


• Reto superior maior e menor;
• Oblíquo superior e inferior;
• Paravertebrais;
• Glúteo máximo;
• Glúteo médio;
• Glúteo mínimo;
• Pelvitrocantéricos;
• Isquiotibiais;
• Poplíteo;
• Tríceps sural;
• Músculos plantares.

c) Cadeia anterior do membro superior:


• Trapézio fibras superiores;
• Músculos flexores do membro superior.
d) Cadeia superior do ombro:
• Trapézio fibras superiores;
• Deltoide fibra médias;
• Peitoral menor.

e) Cadeia anterointerna do ombro:


• Peitoral maior;
• Peitoral menor;
• Coracobraquial;
• Bíceps cabeça curta;
• Subeecapular.

f) Cadeia anterointerna do quadril:


• Iliopsoas;
• Adutores.

g) Cadeia lateral do quadril:


• Quadrado lombar;
• Tensor da fáscia lata;
• Glúteo máximo;
• Fibulares.
h) Cadeia inspiratória:
• Pericárdio e diafragma;
• Paravertebrais;
• Trapézio fibras superiores;
• Elevador da escápula;
• Peitoral menor;
• Escalenos;
• Esternocleidomastoídeo;
• Subclávio;
• Peitoral maior;
• Serrátil anterior;
• Latíssimo do dorso;
• Intercostais externos.

6. O TRABALHO RESPIRATÓRIO

• Dentro da técnica, a respiração é, sem dúvida, bastante importante, principalmente pelo seu caráter
ativo.

Ato inspiratório: Ato expiratório:


• Diafragma e seu sistema suspensório; • Oblíquo externo;
• Paravertebrais; • Oblíquo interno;
• ECOM e subclávio; • Reto abdominal;
• Escalenos; • Transverso do abdome.
• Trapézio fibras superiores;
• Elevador da escápula;
O sistema suspensor do diafragma trata-se de
• Peitoral menor;
uma rede de fáscias que liga esse músculo ao
• Serrátil anterior;
pericárdio à parede costal e à coluna e tem
• Latíssimo do dorso;
forte tendência ao encurtamento.
• Intercostais externos.

Inspiração: Expiração:
• Elevação das costelas; • Depressão das costelas;
• Distensão do abdome. • Aumento da pressão intra-abdominal.

Na terapia usa-se um tipo de respiração invertida, onde inspiramos


de forma suave e na expiração fazemos força para distender o
Respiração paradoxal
abdome, fazendo, com isso, um abaixamento das costelas e
alongamento do diafragma de forma ativa.
• A expiração é dividida em três fases:

Abaixamento Fechamento
Distensão
das costelas das costelas
do abdome
superiores inferiores

• Em casos específicos, como por exemplo de escoliose, podemos usar a fase 3 de forma assimétrica.

Quando a respiração é paradoxal

Objetivos: Comandos:
 Alongar os escalenos;  Abaixar o manúbrio na direção caudal;
 Alongar os peitorais menores;  Abaixar a 3ª, 4ª e 5ª costelas na direção caudal, bloqueando
o processo coracóide;
 Recriar a lordose cervical;  Aspirar as cervicais para o teto;
 Recriar a cifose torácica;  Arredondar a torácica na mesa;
 Eliminar a hipercifose;  Abaixar o ponto anterior de correspondência ao ápice da
hipercifose contra a mesa e ao final da expiração (em apnéia)
contrair o sistema suspensor do diafragma (intenção);
 Recriar a lordose lombar com  Aspirar as lombares para o teto.
anteversão pélvica.

7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

• Para o trabalho dentro do princípio da R.P.G. faz-se necessária uma avaliação que dê material
suficiente para o início do raciocínio clínico e busca da causa do problema.

Como escolher a postura?

Anamnese Queixa do paciente Através do exame físico

a) Queixa do paciente:
• A queixa do paciente é de suma importância para a escolha da postura
• Exemplo 1  “Eu tenho dor quando estou sentado” = obrigatoriamente este paciente deverá ser
colocado na postura em fechamento do ângulo coxofemoral (1º esquadro, 2º esquadro ou 3º
esquadro).

• Exemplo 2  “Tenho dor quando deitado, com as pernas esticadas” = obrigatoriamente este
paciente deverá ser colocado na postura em abertura do ângulo coxofemoral (rã no chão, em pé na
parede ou em pé do meio).

b) Exame físico:
• Essas alterações são visualizadas nas vistas anterior, posterior e lateral, lembrando sempre que o
terapeuta deve girar em torno do paciente e não o contrário.

• Após uma impressão geral sobre o que está ocorrendo o terapeuta deve realizar uma avaliação
minuciosa, buscando alterações em cada zona específica.

Zona 1 Cabeça e Pescoço

Zona 2 Coluna Torácica

Zona 3 Coluna Lombar Obs: o ombro é avaliado de


forma separada.
Zona 4 Quadril

Zona 5 Joelhos

Zona 6 Tornozelos

• A predominância funcional da postura estática consiste em vencer a ação da gravidade para manter
a verticalidade.

• Em função da gravidade temos dois tipos funcionais  tipo anterior e tipo posterior.

Tipo anterior:
• A cadeia maior anterior encontra-se encurtada
pois é ela que vai impedir a “queda”.
• A linha de gravidade cai atrás do eixo
transcoxofemural levando o indivíduo para
trás.

Tipo posterior:
• A cadeia maior posterior encontra-se encurtada
pois é ela que vai impedir a “queda”.
• A linha de gravidade cai a frente do eixo
transcoxofemural levando o indivíduo para
frente.
Adaptações do tipo anterior: Adaptações do tipo posterior:
• Aumento das curvaturas; • Diminuição das curvaturas;

• Retroversão da pelve; • Anteversão da pelve;

• Valgo de joelhos; • Varo de joelhos;

• Hiperextensão de joelho; • Semiflexão dos joelhos;


• Pé plano; • Pé cavo.
• Calcâneo valgo.

Alterações posturais do tipo anterior:

Cabeça anteriorizada: Retificação cervical: Hipercifose torácica:


• ECOM; • Pré-vertebrais; • Diafragma com seu
• Escalenos; • Reto anterior do pescoço; sistema de suspensão.
• Sistema suspensório • Longo do pescoço;
do diafragma.

Anteversão pélvica: Valgo de joelho:


Hiperlordose lombar:
• Adutores de quadril; • Iliopsoas;
• Iliopsoas.
• Iliopsoas. • Adutores de quadril;
• Tibial anterior.

Hiperextensão do Calcâneo valgo:


Pé plano:
joelho: • Tibial anterior;
• Desabamento do
• Isquiotibiais; • Extensor dos dedos;
arco plantar
• Tríceps sural; • Extensor curto do hálux;
Pé pronado:
• Tibial anterior;
• Fibulares;
• Tibial posterior.

Alterações posturais do tipo posterior:

Cabeça para cima: Retificação torácica: Retificação lombar:


• Retos posteriores do • Paravertebrais torácicos. • Paravertebrais
pescoço; lombares.
• Oblíquos do pescoço.
Retroversão pélvica: Varo de joelho: Flexo de joelho:
• Isquiotibais; • Sóleo; • Isquiotibiais;
• Glúteo máximo; • Bíceps femoral. • Poplíteo;
• Pelvitrocantéricos. • Gastrocnêmio.

Pé cavo:
• Flexor plantar curto.
Calcâneo varo:
• Tríceps sural.

8. POSTURAS DE TRATAMENTO

• O tratamento em globalidade envolve colocar o paciente em postura e através de um tensionamento


progressivo conseguimos chegar à causa das lesões.

• Há o dimensionamento dos músculos progressivamente até a colocação em tensão da cadeia


muscular, a qual deverá ser mantida por tempo considerável, pois o tempo é fator influente no
aumento da flexibilidade.

• Em toda tentativa de correção local será gerada uma compensação à distância, essas
compensações devem ser corrigidas e mantidas pelo paciente, sob a o comando do fisioterapeuta
 no caso de as compensações se apresentarem constantes, necessário o uso de isometria, ou
mesmo recursos manuais para facilitar a manutenção das correções  após as correções se o
paciente não sentir “dor”, pode-se evoluir objetivando a postura ideal.

• As posturas têm como base a articulação coxofemoral

Abertura do ângulo coxofemoral: Fechamento do ângulo coxofemoral:


• Tensionamento da cadeia • Tensionamento da cadeia muscular
muscular anterior. posterior.

Resolvem problemas na Resolvem problemas na


região anterior. região posterior.
Posturas em fechamento

Posturas em abertura

• Nas posturas em decúbito, não é possível observar as costas, enquanto que nas posturas em pé ou
sentada isso é possível.

• As posturas não devem aceitar a hiperlordose ou cifose lombar (margem de segurança a lombar
plana).
Posturas em abertura do ângulo coxofemoral

a) Rã no ar com fechamento dos membros superiores:

Posição inicial: Evolução:


• Cabeça no eixo; • Manter todas as estruturas com a
• Ombros apoiados; respiração paradoxal;
• Respiração paradoxal; • Evoluir nos MMII, deslizando os pés à
• Coluna lombar apoiada; frente;
• MMII em rotação externa; • Manter as plantas dos pés unidas até
• Joelhos semi-fletidos; quando der  após deixar o contato de
• Plantas dos pés unidas; um calcanhar com o outro com

• MMSS ao longo do corpo. dorsiflexão dos tornozelos.


• Ir aduzindo os ombros.

Obs.: evolução se não houver compensação ou dor. No caso de dor


ou desconforto, isometria.

Posição final ideal:


• Cabeça no eixo;
• Ombros apoiados;
• Respiração paradoxal;
• Coluna lombar apoiada;
• Coxofemoral em extensão total;
• Joelhos em extensão total;
• Tornozelos em posição neutra;
• MMSS ao longo do corpo.
b) 1º esquadro ou rã no ar:

Posição inicial: Evolução:


• Cabeça no eixo; • Manter todas as estruturas apoiadas,
• Ombros apoiados; com respiração relaxante;
• Respiração paradoxal; • Evoluir levando os pés em direção ao
• Sacro apoiado em sua porção final (permite teto, milimetricamente, até a postura ideal
leve lordose lombar);
• MMII em rotação externa;
• Quadris fletidos;
Obs.: só poderei evoluir se não houver
• Joelhos semi-fletidos;
compensação ou dor.
• Calcanhares unidos e pontas dos pés
afastadas com dorsiflexão dos tornozelos;
• MMSS em abdução média.

Posição final ideal:


• Cabeça no eixo;
• Ombros apoiados;
• Respiração paradoxal;
• Sacro apoiado;
• Coxofemoral em extensão total;
• Joelhos em extensão total sem rotação
interna;
• Calcanhares unidos e pontas dos pés
afastadas com dorsiflexão dos
tornozelos;
• MMSS ao longo do corpo.