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ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

PROCURADORIA-GERAL FEDERAL

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(Imprensa Nacional!AGU) - CEP: 70.610-460 - Brasília/DF

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Nota Técnica CGPAEIPGF/OOS/200S


Processo nO:
Assunto: Proposta de súmula em matéria previdenciária. Correção monetária em requerimento
tardio.

Ilustríssimo Senhor Doutor Miguel Ângelo Sedrez Júnior, Coordenador-Geral de Projetos


e Assuntos Estratégicos da Procuradoria-Geral Federal,


1. Trata-se de proposta de súmula em matéria previdenciária realizada pelo grupo de
trabalho formado pelos Procuradores Federais Sandro Cabral Silveira, Evandro Nakad Calijuri
e Luis Paulo Suzigan Mano, reunido em Brasília/DF entre os dias 17/09/2007 e 21/09/2007,
acerca da possibilidade da administração pública promover, quando do pagamento de
benefícios previdenciários em atraso, independente de quem deu causa, a devida correção
monetária, por se tratar de matéria pacificada na jurisprudência pátria.

2. É o breve relatório. Passo a expor os fundamentos jurídicos da proposta nos termos


formulados pelo grupo de trabalho acima mencionado.

o tema objeto da presente proposta de súmula já se encontra parcialmente tratado na


legislação previdenciária (PORTARIA MPAS NO 2.058, de 21 dejunho de 2001) no mesmo
sentido dos acórdãos do Superior Tribunal de Justiça - STJ, e de Tribunais Regionais
Federais, abaixo transcritos. A edição de súmula sobre esse assunto visa uniformizar os
procedimentos administrativos e judiciais no Instituto Nacional do Seguro Social - INSS.

O permissivo veiculado na Portaria Ministerial MPAS NO 2.058/2001 restringe-se à não


interposição de recurso ou ajuizamento de embargos à execução, o que conduz à ilação de que
estaria a PFE obrigada a defender judicialmente, até a sentença, a não atualização monetária
dos valores pagos com atraso, na hipótese de requerimento tardio pelo beneficiário.

Ocorre que a defesa da matéria, dada a sua tênue fundamentação jurídica, milita em
desfavor da imagem da advocacia pública, vez que o fundamento da correção monetária não tV
a mora de qualquer das partes, mas a recuperação do valor real da moeda. I

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6. Desse modo, não sendo a correção monetária penalidade em razão da mora (para tal há
os juros moratórios), não se sustenta o entendimento de que somente seria aplicável a correção

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7.
em caso de mora da administração.

Nesse passo, cumpre observar a necessidade de se buscar eliminar o problema


previamente ao ajuizamento da ação, determinando-se que a administração pública obedeça
·1 ao consolidado entendimento sobre o tema, promovendo, quando do pagamento de beneficios
t previdenciários em atraso, independente de quem deu causa, a devida correção monetária, já


8.
que se trata de matéria pacificada na maciça jurisprudência pátria.

A jurisprudência amplamente majoritária do Superior Tribunal de Justiça, bem como dos


I Tribunais Regionais Federais, reconhece o dever da administração promover a correção
monetária dos valores pagos em atraso, consoante se infere dos arestos infra:

STJ - SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTiÇA Classe: AR - AÇÃO RESCISÓRIA - 708


Processo: 199700928381 UF: PR Órgão Julgador: TERCEIRA SEÇÃO Data da decisão: 13112/2006
Documento: STJ000732067 DJ DATA:26/02/2007 PÁGINA:540
AÇÃO RESCISÓRIA. BENEFíCIO PREVIDENCIÁRIO. DíVIDA DE NATUREZA ALIMENTAR.
CORREÇÃO MONETÁRIA. TERMO INICIAL. SllMULAS 43 E 148 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE
JUSTiÇA.
I. Esta Corte tem orientação assentada de que, nas dívidas de natureza alimentar, a correção monetária das
parcelas pagas em atraso incide na forma prevista na Lei n° 6.899/81, devendo ser aplicada a partir do
momento em que eram devidas. compatibilizando-se a aplicação simultânea dos enunciados nOs 43 e 148
de nossa Súmula.
!
2. Precedentes.
1 3. Ação rescisória procedente.
~

I STJ - SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTiÇA Classe: AGA - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRA VO


DE INSTRUMENTO - 348688 Processo: 200001261568 UF: SP Órgão Julgador: QUINTA TURMA
1 Data da decisão: 12/06/200 I Documento: STJ000396334 DJ DATA: 13/08/2001 PÁGINA:258

I
PREVIDENCIÁRIO. BENEFíCIO. REVISIONAL. PAGAMENTO COM ATRASO. CORREÇÃO
MONETÁRIA. NÃO COMPROVAÇÃO DE CULPA DO SEGURADO. CERCEAMENTO DE
DEFESA. INCORRÊNCIA. AGRAVO REGIMENTAL.
I - Inocorre cerceamento de defesa se o réu, reconhecendo a mora, não opõe fato impeditivo. modificativo
ou extintivo do direito do Autor. Art. 326, do CPC.
11 - Caso em que. ademais, a culpa do segurado não importaria em pagamento sem correção monetári""
por implicar em enriquecimento ilícito ou sem causa. vedado por lei. )­
III - Agravo desprovido.

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TRF - PRIMEIRA REGIÃO Classe: AC - APELAÇÃO CIVEL - 200001001218013


Processo: 200001001218013 UF: MG Órgão Julgador: SEXTA TURMA Data da decisão: 17/2/2006
Documento: TRF I00226447 DJ DATA: 11/4/2006 PAGINA: 117
PREVIDENCIÁRIO. CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. PRELIMINAR DE PRESCRIÇÃO AFASTADA.
ATRASO NO PAGAMENTO ADMINISTRATIVO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.
CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS DE MORA. DÉBITO DE NATUREZA ALIMENTAR.
HONORÁRIOS DE ADVOGADO (ART. 20, § 4°, DO CPC). SENTENÇA PROFERIDA CONTRA
AUTARQUIA. REMESSA OFICIAL. LEI N° 9.469. DE 10/07/97. PRECEDENTES.
1 I - Em se tratando de ação que busca apenas o pagamento da correção monetária de beneficios pagos
administrativamente com atraso. o prazo prescricional deve ser contado a partir da data do efetivo
t pagamento e não do momento em que as parcelas passaram a ser devidas. Precedentes jurisprudenciais.
11 - É devida a correção monetária de parcelas pagas administrativamente com atraso, independente de
culpa de quaisquer das partes. tendo em vista que a correção é simples atualização da moeda, corroída

I pelo processo intlacionário. sendo irrelevante quem deu causa ao retardo do pagamento.
111 - O pagamento de benet1cio previdenciário, feito administrativamente, com atraso, está sujeito à
correção monetária desde o momento em que se tornou devido. Incidência da Súmula 19, do STJ.
IV - O egrégio STJ firmou jurisprudência no sentido de que beneficio previdenciário tem caráter alimentar
e. portanto. os juros moratórios incidem à taxa de I% (um por cento) ao mês. afastando-se a incidência do
art. 1°, da Lei n° 4.414/64, e do art. 1.063. do Código Civil.
V - Às autarquias federais e estaduais se aplica o a11. 20, § 4°, do Cpc. e não o § 3° do mesmo artigo, no
que tange aos honorários advocatícios. VI - Verifica-se, na espécie, ser razoável a estipulação dos
honorários advocatícios pelo juiz a quo no patamar de 10% (dez por cento) sobre o valor da condenação.
atendendo aos parâmetros estabelecidos no a11. 20, § 4°, do CPC, e à jurisprudência desta ego Corte,
ressalvando-se. no entanto, que devem ser excluídas as parcelas vincendas (Súmula III/STJ). VII ­
Apelação e remessa oficial improvidas.

TRIBUNAL - SEGUNDA REGIÃO Classe: AC - APELAÇÃO CIVEL - 322029


Processo: 199151010257464 UF: RJ Órgão Julgador: QUARTA TURMA
Data da decisão: 22/10/2003 Documento: TRF200109228 DJU DATA: I 7II 1/2003 PÁGINA: 157
DIREITO ADMINISTRATIVO. PENSÃO. PARCELAS PAGAS ADMINISTRATIVAMENTE COM
ATRASO. CORREÇÃO MONETÁRIA. PRECEDENTE.
1 - A correção monetária visa exclusivamente repor o valor real da moeda, não sendo considerada
acréscimo, mas simples resultado de sua desvalorização, não restando qualquer dúvida que os valores
recebidos pela Autora administrativamente sofreu uma perda de poder aquisitivo em função da inflação
ocorrida no período.
2 - Nesse sentido, qualquer quantia. principalmente de natureza alimentar. paga com defasagem no tempo.
deve ser corrigida. vez que o mesmo fenômeno - a inflação - que impõe à correção dos créditos dos entes
públicos deve, por isonomia. ter a mesma relevância para determinar a atualização dos créditos dos
administrados.
3 - Assim. parcela paga administrativamente com atraso deve sofrer. pois, a devida correção, sob pena de
locupletamento. sendo esse o entendimento pacífico dos Tribunais. o que, aliás. motivou a edição das
Súmulas ns. 19,9 e 5 dos Tribunais Regionais Federais da 1",4" e 5" Regiões, respectivamente.
4 - Vale dizer. a correção monetária não constitui pena, independendo. pois, de culpa de quem quer que
seja. representando simples atualização da moeda, corroída pela inflação. (TFR - 4" Região, AC~
168.848-RS. ReI. Min. Costa Lima. DJ 20103/89).
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5 - Face a alegação de que a Autora não comprovou irregularidade no pagamento recebido. a própria
União Federal confessa em sua contestaçào (fls. 42). que "Quanto ao pedido de correção monetária não
existe dispositivo legal que assegure a sua aplicação sobre os débitos da Fazenda Nacional para com seus
servidores".
6 - Apelação e remessa necessária conhecidas. mas improvidas.
9. Esse entendimento já foi consagrado em 4 dos 5 Tribunais Regionais Federais, como se
vê das Súmulas abaixo:

Súmula 19 do E. TRF da I" Região: O pagamento de beneficios previdenciários. vencimentos, salários.


proventos, soldos e pensões, feito, administrativamente. com atraso. está sujeito a correção monetária
desde o momento em que se tornou devido.

Súmula 8 do E. TRf da 3" Região: Em se tratando de matéria previdenciária. incide a correção monetária
a partir do vencimento de cada prestação do beneficio, procedendo-se à atualização em consonância com
os índices legalmente estabelecidos. tendo em vista o periodo compreendido entre o mês em que deveria
ter sido pago. e o mês do referido pagamento

Súmula 9 do E. TRF da 4" Região: Incide correção monetária sobre os valores pagos com atraso. na via
administrativa. a título de vencimento. remuneração, provento, soldo, pensão ou beneficio previdenciário,
face à sua natureza alimentar.

Súmula 5 do E. TRr da 5" Região: As prestações atrasadas reconhecidas como devidas pela
Administração Pública devem ser pagas com correção monetária.

10. Impera ressaltar que, sobre o tema, o INSS vem respondendo, atualmente, a milhares de
ações, de valores irrisórios, cobrando diferença de correção monetária no pagamento de
beneficios previdenciários em que houve demora na análise administrativa ou quando
requeridos tardiamente, como por exemplo, salário-maternidade para seguradas que
requereram o pagamento após recuperarem-se do parto.

I). A administração ainda não conseguiu compreender que a atualização monetária não
representa punição ao Poder Público, mas simplesmente recomposição do poder de compra do
I' dinheiro, razão pela qual, em todos os casos, deve ser paga a atualização monetária sob pena
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de locupletamento de valores da parte.
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I 12. Tais ações, que não envolvem valores expressivos, têm representado sério prejuízo para
'iI os cofres públicos, na medida em que se movimenta toda a pesada máquina judiciária, além de
consumir precioso tempo da atuação da Procuradoria Federal Especializada do INSS ~\
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PFEIINSS, que poderia centrar esses esforços na discussão de questões jurídicas de maior
envergadura.

13. o INSS ainda insiste na fixação do tenno inicial de pagamento da correção monetária na
DRD (data da regularização da documentação), sendo esta fixada no decorrer do processo
administrativo.

14. Desse modo, não obstante a autorização contida na Portaria Ministerial 2.058/2001, para
que a PFEIINSS se abstenha de recorrer, resta evidenciada a necessidade de conter a demanda
antes do seu nascedouro, com comando para a administração previdenciária efetuar, de
pronto, o pagamento com correção monetária.

15. Em anexo, juntam-se as cópias dos acórdãos que firmaram o entendimento pretoriano
que se entendeu suscetível de ser sumulado.

16. Nesse sentido formula-se a proposta de súmula com o seguinte enunciado:

"O pagamento das parcelas atrasadas de beneficio previdenciário deve ocorrer sempre
com correção monetária, independentemente de ocorrência de mora e de quem lhe deu
causa, vez que representa mera atualização da moeda."

REFERÊNCIAS

Jurisprudência: Superior Tribunal de Justiça: AR 708/PR, 38 Seção (DJ de 26/02/2007) e


AgReg no AI 348.688/SP, 58 Turma (DJ de 13/08/2001). Tribunal Regional Federal da
18 Região: AC 200001001218013,68 Turma (DJ de 11/04/2006) e Súmula 19. Tribunal
Regional Federal da 28 Região: AC 322.029, 48 Turma (DJ de 17/11/2003). Tribunal
Regional Federal da 38 Região: Súmula 8. Tribunal Regional Federal da 48 Região:
Súmula 9. Tribunal Regional Federal da 58 Região: Súmula 5.

17. Diante do exposto, em razão da presente proposta respeitar os termos do Ato Regimental
nO 2, de 25 de junho de 1997, que estabelece os procedimentos administrativos, no âmbito da
representação judicial da União, das autarquias e das fundações públicas federais, para a
edição de enunciados de Súmulas Administrativas da Advocacia-Geral da União, pej I

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Advogado- Geral da União, recomenda-se a sua aprovação e remessa ao Excelentíssimo


Senhor Doutor Procurador-Geral Federal para a tomada das idi9as cabíveis.

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Contudo, submetemos a análise a sua superior considJaçf .

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SúMULA ADMINISTRATIVA N° ,DE DE ABRIL DE 2008.

o ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso da atribuição que lhe


confere o inciso XII do art. 4°, e tendo em vista o disposto no art. 43, ambos da Lei
Complementar nO 73, de 10 de fevereiro de 1993, edita a presente Súmula Administrativa,
de caráter obrigatório a todos os órgãos jurídicos de representação judicial da União, a ser
publicada no Diário Oficial da União por três dias consecutivos:

"O pagamento das parcelas atrasadas de beneficio previdenciário deve


ocorrer sempre com correção monetária, independentemente de ocorrência de mora e de
quem lhe deu causa, vez que representa mera atualização da moeda."

REFERÊNCIAS:

JURISPRUD~NCIA: Superior Tribunal de Justiça: AR 708fPR, 38 Seção (DJ de


26/02/2007) e AgReg no AI 348.688/SP, 58 Turma (DJ de 13/08/2001). Tribunal Regional
Federal da 1· Região: AC 200001001218013, 68 Turma (DJ de 11/04/2006) e Súmula 19.
Tribunal Regional Federal da 2· Região: AC 322.029, 48 Turma (DJ de 1711112003).
Tribunal Regional Federal da 3· Região: Súmula 8. Tribunal Regional Federal da 4·
Região: Súmula 9. Tribunal Regional Federal da 5· Região: Súmula 5.

JOSÉ ANTÔNIO DIAS TOFFOLI


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PROCURADORIA-GERAL FEDERAL
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Brasília, 21 de setembro de 2007

Ao Sr. Coordenador:

o grupo formado pelos procuradores federais Sandro


Cabral ,Silveira; Evandro Nakad Calijuri; e Luis Paulo Suzigan Mano, reunido
entre os dias 17/09/2007 e 21/0912007, vem apresentar o seguinte resultado:
Foram analisadas as propostas apresentadas pelo Grupo de
Trabalho constituído no âmbito da PFE/INSS bem como as demais sugestões
individuais.
Destas o grupo analisou uma a uma, tendo proposto
alterações em algumas, rejeitando outras e ratiticando as demais. Além disto,
foram efetuadas novas propostas, as quais seguem reunidas, num total de 26
propostas, excluídas as rejeitas.
À consideração.

Sandr Cabral Silveira


Procurad aI
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