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GABARITO

Caderno do Aluno

Matemática – 3 a série – Volume 3

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

GRANDEZAS, INTERDEPENDÊNCIA: UM PANORAMA SOBRE FUNÇÕES

GRANDEZAS, INTERDEPENDÊ NCIA: UM PANORAMA SOBRE FUN ÇÕES Página 3 Pessoal. Páginas 4 - 9 1.

Página 3

Pessoal.

NCIA: UM PANORAMA SOBRE FUN ÇÕES Página 3 Pessoal. Páginas 4 - 9 1. (I) O

Páginas 4 - 9

1.

(I) O comprimento C de uma circunferência é uma função de seu raio x: C = 2x.

(III)

(I) O comprimento C de uma circunferência é uma função de seu raio x : C

(II) A área A de um quadrado é uma função de seu lado x: A = x 2 .

(V)

(II) A área A de um quadrado é uma função de seu lado x : A

(III) A massa m de uma substância radioativa diminui com o tempo, ou seja, é uma função do tempo de decomposição t: m = f(t). Para certa substância, tem-se m = m o 2 -0,1t , onde m o é a massa inicial e t o tempo de decomposição em horas.

(II)

m = m o 2 - 0 , 1 t , onde m o é a

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(IV) Uma pequena bola é presa a uma mola perfeitamente elástica. Afastada da posição O de equilíbrio, a uma distância a, a bola oscila em torno da mola, deslocando-se em

uma superfície lisa, horizontal. A distância x da bola até o ponto O depende do instante t considerado, ou seja, é uma função de t:

(I)

considerado, ou seja, é uma função de t : ( I ) = f(t). No caso,

= f(t). No caso, temos x = a.cos(kt), onde k é uma constante que depende da elasticidade da mola e da massa da bola.

x

(V) Mantendo-se constante a temperatura, a pressão P de um gás no interior de um recipiente de volume variável V é uma função de V: P = f(V). No caso, temos

(IV)

( IV )

P

=

k

, onde k é uma constante.

 

v

2.

= k , onde k é uma constante.   v 2. Escolhendo o sistema de coordenadas

Escolhendo o sistema de coordenadas XOY indicado na figura, a parábola será o gráfico da função f(x) = ax 2 + c, com a < 0. Como as hastes são igualmente espaçadas, os comprimentos das hastes serão os valores de f(x) para x 1 = 5, x 2 = 10 e x 3 = 15. Como a flecha do arco de parábola é f = 5, segue que c = 5 e f(x) = ax 2 + 5. Como o ponto B tem abscissa x = 20 e ordenada y = 0, segue que: f(20) = 0 e, então, 0 = a . 20 2 + 5, ou seja,

1

a = – 80 . Logo, f(x) = –

1

80

2

x

5

y

1

f(x

1

)

f(5)

75

16

4,69 m

e os valores procurados são:

;

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y

y

2

3

f(x

f(x

2

3

)

)

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15

4

35

16

f(10)

f(15)

3,75 m

;

2,19 m

.

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3. Um retângulo de perímetro de 24 m pode ser bem “magrinho”, tendo área muito

pequena. Chamando de x e y os lados de um retângulo, seu perímetro será p = 2x + 2y e

sua área será A = xy. Como devemos ter p = 24, a cada valor de x

corresponderá um valor para y, ou seja, y é uma função de x. No caso, temos y = 12 – x. A área do retângulo é uma função de x e y, mas, como y = 12 – x, segue que a área A é uma função de x: A = f(x) = x . (12 – x) = 12x – x 2 . Essa função é um trinômio de 2 o grau que se anula para x 1 = 0 e para x 2 = 12. Seu gráfico é uma parábola com a concavidade voltada para baixo, ou seja, a função área apresenta um valor máximo no

escolhido

ponto de coordenadas (u; v), sendo u =

(x

1

x

2

)

2

e v = f(u).

Logo, u = 6 e A máx = f(6) = 36. O retângulo de perímetro de 24 m e área máxima é, pois, o quadrado de lado 6 m; a área máxima é igual a 36 m 2 .

4.

a)

de lado 6 m; a área máxima é igual a 36 m 2 . 4. a)

A

N

crescente, cujo valor inicial (para t = 0) é 3 000.

população N é uma função do tempo t, contado a partir da fundação:

= f(t)= 3 000 . 10 0,1t . O gráfico de f(t), neste caso, é o de uma função exponencial

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3

b) O valor de N para t = 15 é N = f(15) = 3 000.10 0,1.15 = 3 000.10 2

94 868

habitantes.

c) O valor de N será 216 000 para um valor de t tal que f(t) = 216 000, ou seja,

3 000 . 10 0,1t .= 216 000. Logo, 10 0,1t = 72 e 0,1t = log 72. Consultando uma tabela de logaritmos ou usando uma calculadora, obtemos log 72 = 1,86, seguindo daí que o valor de t pedido: t 18,6 anos.

5.

a) A função m = f(t) = 60 . 2 -0,25t é uma exponencial decrescente, a partir do valor

inicial 60.

uma exponencial decrescente, a partir do valor inicial 60. b) O valor de f(t) para t

b) O valor de f(t) para t = 8 é: m = f(8) = 60 . 2 -0,25 . 8 = 15 g.

c) Expressando t em termos de m, ou seja, escrevendo t como uma função de m,

obtemos sucessivamente:

60. 2

-0,25t

m

2

-0,25t

m

60

0,25t

log

2

(

m

60

)

t = –

4 . log (

2

m

60

)

.

d) Para saber após quanto tempo a massa m será igual a 12 g, podemos usar a

expressão de m em função de t ou a expressão de t em função de m obtida no item c:

t

 

4.log

2

(

12

60

)

4.log

2

(

1

5

)

4. og

l

2

5.

Usando uma calculadora, obtemos o valor log 2 5 2,32; segue que t 9,28 h.

6.

a) Sabemos que para t = 0, x = 10 e que para t = 4, temos x = 10 (primeiro retorno à

posição inicial), resulta, então: 10 = 10.cos(k.4).

Logo, cos(4k) = 1, o que implica: 4k 2

ou seja,

k

2

.

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Note que, para t = 8, também temos 10cos(k.8) = 10, e cos(8k) = 1; também temos 8k = 4(segundo retorno à posição inicial).

b)

de

Sendo

t:

x

t 1

10 . cos   

2

t

 

, calculemos os valores de x para os valores indicados

x

10 cos 0

2

cm

2

3

10

3

t

t

t

x

x

10 cos (  

2

2)

10 cos

 

10

cm

10 cos (  

2

3)

0

cm

x 10 cos (

2

10

3

)

10 cos (

5

3

)

10

1

2

5

cm

c) O gráfico da função

( )

x f t

10.cos   

2

t

 

é mostrado a seguir:

    2 t    é mostrado a seguir: Páginas 9 -
    2 t    é mostrado a seguir: Páginas 9 -

Páginas 9 - 11

1. Analogamente ao que foi feito no exemplo, temos:

• as raízes da equação polinomial de grau 4 representada pela igualdade f(x) = 0 são x = 0, x = –1, x = 2 e x = 3;

• sendo a equação de grau 4, ela terá no máximo 4 raízes reais, ou seja, o gráfico somente cortará o eixo x nos pontos correspondentes às 4 raízes mencionadas;

• notamos, mesmo sem efetuar os cálculos, que o coeficiente do termo em x 4 é

positivo e igual a 1, ou seja, quando os valores de x crescem muito, os valores de f(x)

são “dominados” pelos valores de x 4 , ou seja, tornam-se cada vez maiores; o mesmo

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ocorre quando x se torna muito pequeno (–1 000 000, por exemplo), uma vez que o maior expoente de x é par; • segue o esboço do gráfico de f(x):

de x é par; • segue o esboço do gráfico de f(x): Construindo efetivamente o gráfico

Construindo efetivamente o gráfico usando um software , obtemos:

é par; • segue o esboço do gráfico de f(x): Construindo efetivamente o gráfico usando um

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS: UM OLHAR “FUNCIONAL”

2 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS: UM OLHAR “FUNCIONAL” Páginas 14 - 18 1. (a), (b), (c) e

Páginas 14 - 18

1. (a), (b), (c) e (d).

2 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS: UM OLHAR “FUNCIONAL” Páginas 14 - 18 1. (a), (b), (c) e

2. (a), (b), (c).

2 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS: UM OLHAR “FUNCIONAL” Páginas 14 - 18 1. (a), (b), (c) e

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3.

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GABARITO 3. Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3 4. 8

4.

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5.

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GABARITO 5. Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3 6. 7. 9

6.

GABARITO 5. Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3 6. 7. 9

7.

GABARITO 5. Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3 6. 7. 9

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GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3

Páginas 18 - 19

1.

– 3 a série – Volume 3 Páginas 18 - 19 1. 2. 1 Note que

2.

– 3 a série – Volume 3 Páginas 18 - 19 1. 2. 1 Note que

1

Note que o valor de g(x) para x = 0 é igual a 3 , ou seja, é o inverso do valor de f(x)

para x = 0, que é 3.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

AS TRÊS FORMAS BÁSICAS DE CRESCIMENTO OU DECRESCIMENTO: A VARIAÇÃO E A VARIAÇÃO DA VARIAÇÃO

Desafio!

Páginas 21 - 23

A forma padrão de crescimento ou decrescimento é: f(x) = ax + b.

a) No país A, os preços mantiveram-se constantes.

b) No país B, os preços variaram tendo como gráfico uma reta inclinada com inclinação positiva.

c) No país D, os preços cresceram tendo o gráfico encurvado para cima, o que significa taxas crescentes.

d) No país C, os preços decresceram tendo como gráfico uma reta com inclinação negativa.

e) No país F, os preços cresceram tendo o gráfico encurvado para baixo.

f) No país E, os preços decresceram tendo o gráfico encurvado para cima.

g) No país J, os preços inicialmente tiveram um gráfico retilíneo. Depois, seguiram uma curva voltada para baixo.

h) No país G, os preços decresceram tendo o gráfico encurvado para baixo.

i) No país H os preços inicialmente tiveram um gráfico voltado para cima. A partir de certo ponto, o gráfico encurvou-se para baixo.

j) No país I, os preços decresceram segundo um gráfico voltado para baixo. Depois, segundo um gráfico voltado para cima.

para baixo. Depois, segundo um gráfico voltado para cima. Páginas 27 - 30 1. O aluno

Páginas 27 - 30

1. O aluno aqui fará a correção do desafio proposto no inicio desta Situação de Aprendizagem. É importante que você, professor, esteja atento a qualquer dúvida que poderá surgir.

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2.

a) Temos f(x) > 0 para x entre x 2 e x 7 e para x entre x 10 e x 12 .

b) Temos f(x) < 0 para x entre x 1 e x 2 e para x entre x 7 e x 10 .

c) A função f(x) é constante para valores de x entre x 4 e x 5 e para x entre x 8 e x 9 .

d) A função f(x) é crescente para x entre x 1 e x 4 , e para x entre x 9 e x 12 .

e) A função f(x) é decrescente para x entre x 5 e x 8 .

f) A função f(x) cresce a uma taxa constante nos intervalos em que o gráfico é um

segmento de reta ascendente, ou seja, para x entre x 1 e x 3 e para x entre x 10 e x 11 .

g) A função f(x) decresce a uma taxa constante no intervalo em que o gráfico é um

segmento de reta descendente, ou seja, para x entre x 6 e x 7 .

h) A função f(x) cresce a taxas crescentes no intervalo em que é crescente e o

gráfico é encurvado para cima, ou seja, para x entre x 9 e x 10 .

i) A função f(x) cresce a taxas decrescentes nos intervalos em que é crescente e o

gráfico está encurvado para baixo, ou seja, para x entre x 3 e x 4 e para x entre x 11 e

x

j)

A função f(x) decresce a taxas crescentes no intervalo em que é decrescente e o

12 .

gráfico é encurvado para baixo, ou seja, para x entre x 5 e x 6 .

k) A função f(x) decresce a taxas decrescentes no intervalo em que é decrescente e

o gráfico é encurvado para cima, ou seja, para x entre x 7 e x 8 .

3. (a), (b), (c) , (d) e

(e).

• O gráfico da velocidade v como função do tempo t é uma semirreta, com início

no ponto (0; 40) e com inclinação negativa e igual a –10. Como v diminui 10 m/s a

cada segundo, após 4 s a velocidade será igual a 0, ou seja, a semirreta corta o eixo x (ver figura a seguir).

• O gráfico da altura h em função do tempo t é um arco de parábola, iniciando no

ponto (0; 45), com a concavidade para baixo. Seu ponto de máximo coincide com o

instante em que a velocidade é igual à 0, ou seja, ocorre para t = 4 s. A altura máxima é o valor de h(t) para t = 4, ou seja, é h(4) = 125 m.

• A pedra leva 4 s subindo até a altura máxima e igual tempo descendo até a

posição de partida; logo, após 8 s estará de volta à posição inicial.

• O instante em que ela toca o solo é o valor de t para h = 0, ou seja, é a raiz da equação 0 = 45 + 40t – 5t 2 . Resolvendo, encontramos t = 9 s.

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Todos esses resultados estão sintetizados nos seguintes gráficos:

resultados estão sintetizados nos seguintes gráficos: f) Observando os gráficos e especialmente as concavidades,
resultados estão sintetizados nos seguintes gráficos: f) Observando os gráficos e especialmente as concavidades,

f) Observando os gráficos e especialmente as concavidades, concluímos que as três

afirmações são verdadeiras.

concluímos que as três afirmações são verdadeiras. Páginas 31 - 32 1. Para construir o gráfico

Páginas 31 - 32

1. Para construir o gráfico de f(x), sabemos que ele é uma parábola com a concavidade para cima, pois o coeficiente de x 2 é positivo (igual a 1), e temos as raízes da equação f(x) = 0, que são x = –1 e x = 5. Sabemos ainda que o vértice da parábola se encontra

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no ponto médio do segmento determinado pelas raízes, ou seja, no ponto em que x = 2. Logo, temos:

pelas raízes, ou seja, no ponto em que x = 2. Logo, temos: Observando o gráfico,

Observando o gráfico, concluímos:

a) f(x) > 0 para x > 5, ou então para x < –1;

f(x) < 0 para x entre –1 e 5.

b) f(x) é crescente para x > 2;

f(x) é decrescente para x < 2.

c) Para x > 2, f(x) cresce a taxas crescentes (concavidade para cima);

para x < 2, f(x) decresce a taxas decrescentes (concavidade para cima).

2. Basta notar a concavidade do gráfico em cada caso.

2. Basta notar a concavidade do gráfico em cada caso. Concluímos que: a) f(x) cresce a

Concluímos que:

a) f(x) cresce a taxas crescentes;

b) g(x) decresce a taxas decrescentes;

c) h(x) cresce a taxas decrescentes;

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d) m(x) decresce a taxas decrescentes.

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decrescentes. Matemática – 3 a série – Volume 3 Páginas 33 - 34 1. a) No

Páginas 33 - 34

1.

– 3 a série – Volume 3 Páginas 33 - 34 1. a) No intervalo considerado,

a) No intervalo considerado, temos:

f(x) é crescente para x entre 0 e

2

e para x entre

3

2

e 2;

f(x) é decrescente para x entre

e

2

3 ;

2

g(x) é crescente para x entre e 2;

g(x) é decrescente para x entre 0 e .

b) Notamos que o valor máximo de f(x) ocorre no ponto x =

2

e o valor mínimo

ocorre no ponto x =

3 ; nesses pontos, temos g(x) = 0. Analogamente, o valor

2

máximo de g(x) ocorre nos pontos x = 0 e x = 2, e o valor mínimo, no ponto x = ;

nesses pontos, temos f(x) = 0.

c) Notamos que o gráfico de f(x) passa de voltado para baixo a voltado para cima

no ponto x = , em que g(x) assume o valor mínimo. Analogamente, o gráfico de

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g(x) passa de voltado para baixo a voltado para cima no ponto x =

, máximo para

2

f(x), e volta a se tornar voltado para baixo no ponto x =

3 , mínimo de f(x).

2

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

OS FENÔMENOS NATURAIS E O CRESCIMENTO OU DECRESCIMENTO EXPONENCIAL: O NÚMERO

E O CRESCIMENTO OU DECRESCIMENTO EXPONENCIAL: O NÚMERO ℮ Página 36 - 37 1. Notamos que,

Página 36 - 37

1.

DECRESCIMENTO EXPONENCIAL: O NÚMERO ℮ Página 36 - 37 1. Notamos que, quando x aumenta uma

Notamos que, quando x aumenta uma unidade, a partir de x = 0, a variação em f(x) é

, igual a f(x+1) – f(x), é igual ao dobro do valor de f(x):

f(1) – f(0) = 2f(0) = 2 f(2) – f(1) = 2f(1) = 6

f(3) – f(2) = 2f(2) = 18

f(5) – f(4) = 2f(4) = 162 e assim por diante. A taxa de variação unitária de f(x) = 3 x é, portanto, igual a 2f(x). Chamando, como anteriormente, a taxa unitária de f 1 (x) e calculando seu valor para um x qualquer, temos, de fato: f 1 (x) = f(x + 1) – f(x) = 3 x+1 – 3 x = 3 x . (3 – 1) = 2 . 3 x .

igual, sucessivamente, a 2, 6, 18, 54, 162,

ou seja, a taxa de variação unitária, que é

f(4) – f(3) = 2f(3) = 54

2.

a) f 1 (1) = f(2) – f(1) = 4 000 – 2 000 = 2 000;

f 1 (2) = f(3) – f(2) = 8 000 – 4 000 = 4 000.

b) O aumento citado é igual a f(7) – f(6) = 1 000 . (2 7 – 2 6 ) = 1 000 . 2 6 . (2 – 1) =

= 1 000 . 2 6 = f(6), ou seja, a taxa de variação unitária para t = 6 é igual ao valor de

f(6).

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GABARITO Caderno do Aluno Matemática – 3 a série – Volume 3

Página 37

1.

a) f 1 (2) = f(3) – f(2) = 600 . 10 3 - 600 . 10 2 = 540 000.

b) O aumento pedido é igual a:

f(8) – f(7) = 600 . (10 8 – 10 7 ) = 600 . 10 7 . (10 – 1) = 600 . 10 7 . 9 = 9 . f(7),

ou seja, a taxa de variação unitária para t = 7 é igual a 9 vezes o valor de f(7).

unitária para t = 7 é igual a 9 vezes o valor de f(7). Páginas 44

Páginas 44 - 45

1.

 

a)

Se os juros são simples, então o capital C 1 ao final do ano será 12% maior, ou

seja, C 1 = 1,12 . 1 000 = R$ 1 120,00.

b)

Se os juros são distribuídos (1% ao mês) e incorporados ao capital mês a mês,

temos:

 

ao final do 1 o mês:

C

1

= 1,01 . 1 000;

 

12

 

• ao final do 2 o mês:

C

1

= (1,01) 2 . 1 000;

 

12

 

• analogamente, ao final do 12 o mês: C 1 = (1,01) 12 . 1 000 , ou seja,

C 1 = 1,1268 . 1 000 R$ 1 126,80.

c)

Se os juros são incorporados continuamente ao capital, temos: C = 1 000 . 0,12t .

Ao final do primeiro ano, ou seja, para t = 1, temos C 1 = 1 000. 0,12 , ou seja,

C 1 = 1,1275 . 1000 = R$ 1 127,50.

2.

a) Se os juros são incorporados ao capital apenas ao final de cada ano, temos:

C(t) = C o . (1,12) t , com t em anos.

Para termos C(t) = 2C o , devemos ter: 2 C o = C o (1,12) t .

ln 2 Daí, segue que (1,12) t = 2 e, portanto, t . ln(1,12) = ln 2, ou seja, t = ln (1,12) .

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Consultando uma tabela ou usando uma calculadora, obtemos: t 6,12 anos, ou seja,

o capital dobrará de valor somente após o sexto ano. Se os juros somente são

incorporados ano a ano, somente poderá ser resgatado o capital após completar o

sétimo ano.

b) Se os juros são incorporados ao capital ao final de cada mês, temos:

C(t) = C o (1,01) t , com t em meses.

Para termos C(t) = 2C o , devemos ter: 2C o = C o . (1,01) t , ou seja, 2 = (1,01) t .

Daí, segue que t . ln(1,01) = ln 2, de onde obtemos: t 69,66 meses 5,8 anos. Se os

juros somente são incorporados mês a mês, o capital dobrado somente poderá ser

resgatado após 5 anos e 10 meses.

c) Se os juros são incorporados continuamente ao capital, temos:C(t) = C o . 0,12t ,

com t em anos. Para termos C(t) = 2C o , devemos ter 2C o = C o . 0,12t .

Daí, segue que 2 = 0,12t , ou seja, 0,12 . t = ln 2, de onde obtemos t 5,78 anos.

ou seja, 0,12 . t = ln 2, de onde obtemos t ≈ 5,78 anos. Páginas

Páginas 45 - 46

1.

a) Supondo que m(t) = m o .2 bt , ou seja, m(t) = 60.2 bt , e sabendo que quando t = 4

1

temos m = 30, resulta: 30 = 60.2 4b , ou seja, 2 4b = 2 . Em consequência, 4b =

log 2   1

2

 

Como log 2 2 = 1, segue que 4b = –1, pois

log 2   1  

2

 

= log 2 1 – log 2 2 = –log 2 2 = –1.

.

Segue que b = –0,25 e, então, m(t) = 60.2 0,25t .

b) Supondo m(t) = m o . at , ou seja, m(t) = 60 . at , e sabendo que quando

1

t = 4, temos m = 30, resulta: 30 = 60 . 4a , ou seja, 4a = 2 . Em consequência,

4a =

ln   1  

2

 

. Obtendo o valor de ln 2 em uma calculadora, obtemos ln 2 0,6932, de

onde segue que 4a = –0,6932, ou seja, a = –0,1733. Assim, a função obtida é

m(t) = 60. 0,1733t .

GABARITO

Caderno do Aluno

Matemática – 3 a série – Volume 3

c) Calculando 2 -0,25 , com uma calculadora (ou uma tabela de logaritmos), obtemos

0,8409. Calculando -0,1733 , obtemos o mesmo valor, 0,8409, o que significa que (2 -

0.25 ) t = (e -0,1733 ) t , ou seja, as duas expressões para a função m(t) são equivalentes.

d) Em qualquer uma das expressões para m(t), substituindo t por 8 obtemos a

massa restante após 8 h: m(8) = 60. 2 -0,25.8 = 60.2 -2 = 15 g. e) Para saber após quanto tempo a massa será reduzida a 12 g, basta determinar o valor de t em qualquer uma das expressões:

12 = 60 . e -0,1733t , ou seja, –0,1733t =

ln   12

60

, isto é, –0,1733t = –ln 5.

Recorrendo a uma calculadora (ou a uma tabela de logaritmos), obtemos ln 5 = 1,6094; segue que t = 9,29 h, ou seja, aproximadamente, 9h17.

segue que t = 9,29 h, ou seja, aproximadamente, 9h17. Página 47 1. Os gráficos de

Página 47

1.

t = 9,29 h, ou seja, aproximadamente, 9h17. Página 47 1. Os gráficos de f(x) e

Os gráficos de f(x) e de g(x) são simétricos em relação ao eixo y, uma vez que os valores de f(x), quando trocamos x por –x, coincidem com os valores de g(x). Os gráficos de m(x) e h(x) também são simétricos em relação ao eixo y. Notamos que, para x = –2, a função m(x) assume o mesmo valor que a função h(x) para x = 2. Naturalmente, o domínio de h(x) é o conjunto dos números reais positivos, enquanto o domínio de m(x) é o conjunto dos números reais negativos.

GABARITO

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Matemática – 3 a série – Volume 3

a) Observando os gráficos e lembrando o significado da taxa de variação unitária,

notamos que ela é crescente em f(x), o que faz com que o gráfico resulte encurvado para cima; f(x) é crescente a taxas crescentes.

b) No gráfico de h(x) = ln x, notamos que a taxa de variação unitária é decrescente,

o que faz com que o gráfico seja encurvado para baixo; h(x) é crescente a taxas decrescentes.

c) O gráfico de m(x) representa uma função decrescente e notamos que as taxas de

variação são crescentes em valor absoluto; m(x) decresce a taxas crescentes.

d) O gráfico de g(x) representa uma função decrescente e notamos que as taxas de

variação são decrescentes em valor absoluto; g(x) decresce a taxas decrescentes.

2.

e nota mos que as taxas de variação são decrescentes em valor absolu to; g(x) decresce