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REDAÇÃO OFICIAL

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


DIRETORIA GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS
ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO JUDICIÁRIA

SUMÁRIO

1- REDAÇÃO OFICIAL ............................................................................................................................................... 3


2- NORMAS E RECOMENDAÇÕES DA REDAÇÃO OFICIAL ............................................................................. 5
3- PRONOMES DE TRATAMENTO.......................................................................................................................... 9
4- ATA ......................................................................................................................................................................... 12
5- AVISO ..................................................................................................................................................................... 13
6- CERTIDÃO ............................................................................................................................................................. 15
7- DESPACHO ........................................................................................................................................................... 16
8- EDITAL ................................................................................................................................................................... 17
9- CORREIO ELETRÔNICO (E-MAIL) ................................................................................................................... 18
10- MEMORANDO .................................................................................................................................................... 19
11- OFÍCIO ................................................................................................................................................................. 21
12- PARECER ............................................................................................................................................................ 22
MODELO DE PARECER .......................................................................................................................................... 23
13- PORTARIA ........................................................................................................................................................... 23
14- RELATÓRIO ........................................................................................................................................................ 25
15- REQUERIMENTO ............................................................................................................................................... 27
16- RESOLUÇÃO ...................................................................................................................................................... 29
MODELO DE RESOLUÇÃO ..................................................................................................................................... 29
17- APOSTILA............................................................................................................................................................ 30
ANEXO 1 – Abreviaturas (Formas de Tratamento) ...................................................................................... 30
ANEXO 2 – Palavras e frases de uso recomendável – quadro meramente ilustrativo ..................... 31
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ..................................................................................................................................... 32
GABARITO .................................................................................................................................................................. 45
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................................................................... 46

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1- REDAÇÃO OFICIAL

Redação oficial é a maneira de redigir a correspondência e outros atos,


em objeto de serviço, nos diversos órgãos públicos das esferas federal,
estadual e municipal.
Desse modo, a redação oficial pode ser considerada, em sentido amplo,
como redação técnica, uma vez que há a preocupação com a objetividade, a
eficácia e a exatidão das comunicações, servindo-se assim de certos termos
especializados, caracterizadores de ideias, situações, circunstâncias e fatos
nitidamente delimitados.

1.1 – QUALIDADES DA REDAÇÃO OFICIAL

A fim de que a redação oficial alcance melhor seu objetivo, cumprindo


sua tarefa de comunicação eficiente, é necessário que ela apresente certos
atributos básicos, a saber:

a) Objetividade (impessoalidade)

Consiste na reprodução exata das coisas. Deve-se, pois, evitar o


subjetivismo, isto é, a projeção do emissor/redator diante da mente do
destinatário.
Ser objetivo exige que se coloque uma coisa depois da outra,
prescindindo-se do supérfluo, quer dizer, tudo quanto possa comprometer a
fluidez do pensamento. “Que não se diga nada mais do que deva ser dito,
dizendo-o com exatidão”.
(Adalberto J. Kaspary)

b) Correção

A correção gramatical refere-se ao respeito às normas e princípios do


idioma, sendo, portanto, requisito básico para qualquer tipo de redação.
Para que se obtenha a correção, devem-se evitar os solecismos (erros de
sintaxe), as deformações (erros na forma das palavras), os cruzamentos (troca
de palavras parecidas), os barbarismos (emprego abusivo de palavras,
expressões e construções antiquadas). Da mesma forma, os neologismos
devem ser evitados, sempre “quando existem e estão em voga expressões
portuguesas que dizem exatamente a mesma coisa.” (Said Ali)

c) Concisão

A concisão é, segundo Luft, “conseguir o máximo com o mínimo”, isto é,


apresentar exatamente as ideias que se pretende comunicar, com aquelas
palavras e expressões necessárias ao seu perfeito entendimento.
Conciso não significa dizer lacônico, porém denso. Estilo denso é aquele
em que cada linha, cada palavra, expressão ou frase estão carregadas de
sentido. Pela concisão não se sacrificam as ideias relevantes, tampouco se

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eliminam considerações pertinentes, mas destacando sempre o essencial e o


necessário.
Assim, os circunlóquios ou perífrases (emprego de muitas palavras para
aquilo que se expressaria melhor em poucas) e as redundâncias (repetição das
mesmas ideias, com as mesmas palavras ou palavras diferentes) configuram-
se elementos prejudiciais à concisão.

d) Clareza

A clareza consiste na expressão exata de um pensamento ou emoção,


em que não há esforço na mente do leitor para decifrar tal pensamento. Cabe
ressaltar que, na redação oficial, não há espaço para emissão de juízos ou
valores, impregnados de emoção.
Para a clareza muito concorre a concisão. Além disso, para consegui-la,
convém, principalmente, evitar as ambiguidades (possibilidade de duplo
sentido), a quebra da ordem lógica e o excesso de entrecruzamentos de
aspectos, fatos ou opiniões no mesmo período. Do mesmo modo, deve-se ter o
máximo de cuidado em pontuar bem e empregar a palavra precisa. A
pontuação inadequada gera, muitas vezes, interpretações distorcidas do
sentido que se pretendeu dar ao texto.

e) Precisão

A precisão diz respeito ao emprego dos termos necessários à enunciação


das ideias, não se admitindo, portanto, palavras e expressões vagas,
imprecisas e incolores, que, à força de servirem para tudo, terminam não
servindo para nada.
Assim, a utilização da sinonímia na redação oficial não se dá na mesma
proporção em textos providos de linguagem literária, em que se verifica uma
certa liberdade quanto ao uso de sinônimos. Essa liberdade é mais restrita na
redação oficial, uma vez que a substituição por palavra sinônima pode implicar
entendimento diverso daquele que se pretendeu dar.

f) Harmonia

A harmonia, segundo José Oiticica, consiste no “ajustamento harmônico


das palavras na frase e das frases no período”, de modo que a leitura do texto
soe agradável.
Assim, os cacófatos (palavras de sons inconvenientes que resultam do
encontro de sílabas finais com sílabas iniciais), as assonâncias (semelhança ou
igualdade de sons na frase ou no período) e os ecos (repetição sucessiva de
sons idênticos) são prejudiciais à harmonia.

g) Polidez (formalidade)

A polidez se refere ao uso de boas maneiras, de “expressões fidalgas”,


no tratamento respeitoso, digno e adequado aos superiores, iguais e inferiores.

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A polidez então se concretiza no âmbito formal, em que não são permitidas


expressões irreverentes, corriqueiras e que remetam à intimidade.
É importante frisar que, ao redigir qualquer documento da
correspondência oficial, a polidez relaciona-se mais com a totalidade do texto
que de um começo repetitivo ou de um fecho estereotipado, redundante ou
contraditório, aglomerado de amabilidades ilógicas e, muitas vezes, insinceras.

2- NORMAS E RECOMENDAÇÕES DA REDAÇÃO OFICIAL

2.1 – Numeração de artigos

Os artigos de um ato oficial devem ser numerados por meio de


algarismos ordinais do primeiro ao nono, e por meio de algarismos cardinais do
décimo em diante.
Exemplos: (Lei nº 5.692, de 11-8-1971.)
Art. 9º Os alunos que apresentem deficiências físicas ou mentais, os que
se encontrem em atraso considerável, quanto à idade regular de matrícula e os
superdotados deverão receber tratamento especial, de acordo com as normas
fixadas pelos competentes Conselhos de Educação.
Art. 10. Será instituída obrigatoriamente a orientação educacional,
incluindo aconselhamento vocacional, em cooperação com os professores, a
família e a comunidade.

2.2 – GRAFIA DOS PARÁGRAFOS

Quando, no corpo de um ato oficial, ocorrer a expressão parágrafo único,


ou a ela se fizer referência, tal expressão deverá ser grafada por extenso.
Quando se tratar de parágrafos numerados, deve-se usar símbolo próprio (§).
Exemplos: (Lei nº 5.692, de 11-8-1971.)
Art. 41. A educação constitui dever da União, dos Estados, do Distrito
Federal, dos Territórios, dos Municípios, das empresas, da família e da
comunidade em geral, que entrosarão recursos e esforços para promovê-la e
incentivá-la.
Parágrafo único. Respondem, na forma da lei, solidariamente com o
poder público, pelo cumprimento do preceito constitucional da obrigação
escolar, os pais ou responsáveis e os empregados de toda natureza de que os
mesmos sejam dependentes.
Art. 56. Cabe à União destinar recursos para a concessão de bolsas de
estudo.
§ 1º Aos recursos federais, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
acrescerão recursos próprios para o mesmo fim.

2.3- GRAFIA DE DATAS

a) Os números cardinais, quando representam um ano, devem ser escritos


sem ponto ou espaço separando as classes. Logo, deve-se escrever 1973,
1978, e não 1.973, 1.975 ou 1 973, 1 975.
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b) Para separar os elementos de uma data (dia, mês e ano), é preferível usar
o hífen, que confere maior clareza gráfica do que o ponto (.) ou a diagonal (/):
15-10-1990; 18-10-2004.
c) Nos casos em que se queira ou deva proteger a data contra eventuais
alterações fraudulentas, recomenda-se antepor um zero ao número indicativo
do dia (08) e do mês (02), sempre que houver a possibilidade de fraude: 09-09-
2013. Atualmente, a anteposição do zero pode servir a critérios estéticos, a
exigências burocráticas ou a características da linguagem eletrônica.

Observação: Em atos normativos, as datas devem ser escritas por extenso,


sem que o algarismo indicativo do dia seja precedido de zero (exemplo: 2 de
dezembro de 1998, e não 02 de dezembro de 1998). O primeiro dia do mês,
nesses atos, deve ser indicado pelo algarismo 1 seguido do símbolo de número
ordinal (exemplo: 1º de fevereiro de 1998); em outras situações, pode-se
empregar também a forma cardinal: 1 (ou 01) de fevereiro de 1998.

2.4- ESPAÇOS ENTRE PALAVRAS

Entre palavras e após sinais de pontuação, o espaço máximo permitido é


dois toques:
“Minha pátria é minha língua.” (Fernando Pessoa)

2.5- SINAIS DE PONTUAÇÃO

Os sinais de pontuação devem ser colocados imediatamente antes ou


depois da palavra, exceto o travessão:
“Redigir – na definição do Aurélio – é escrever com ordem e método.”

2.6 – SUBLINHA E SINAIS DE PONTUAÇÃO

Não se sublinham os sinais de pontuação, exceto o hífen. Este,


entretanto, não deve ser sublinhado quanto representa mero sinal de
translineação:
As indústrias estão com falta de matéria-prima.
......, exercendo as funções de redator-
-chefe, ...

2.7 – SUBLINHA E ESPAÇO ENTRE PALAVRAS

Não se sublinha o espaço entre as palavras:


“Só fala e escreve bem quem pensa bem.” (Fialho de Almeida)

2.8 – DESTAQUE DE PALAVRAS E EXPRESSÕES

Existem várias formas de se destacarem palavras ou expressões:


a) sublinhando-as:
Revista de Administração Pública

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b) colocando-as entre aspas:


“Movimento Brasileiro de Alfabetização”

c) espaçando as letras:
urgente

d) escrevendo-as em caracteres maiúsculos:


FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO

e) escrevendo-as em negrito:
Os jovens são teoria; os velhos, fatos.

f) mediante caracteres em itálico:


Abrir uma escola é fechar uma prisão.

g) pelo emprego de cor diferente, procedimento não recomendado em


documentos oficiais.

Obs.: Convém evitar o emprego de duas formas, simultaneamente, para


destacar a mesma palavra ou expressão. Por exemplo: escrever em caracteres
maiúsculos e sublinhar. O destaque em excesso é antiestético, acarretando
perda do efeito pretendido.

2.9 – EMPREGO DAS ASPAS

a) Transcrição ou citações parciais

Quando as aspas abrangem apenas parte do período, frase ou expressão, os


sinais de pontuação que encerram o texto ficam excluídos delas:
Certo autor definiu o tato como “a parte não dita do que se pensou”.

b) Transcrições ou citações integrais

Quando as aspas abrangem todo o período, frase ou expressão, os sinais de


pontuação que encerram o texto ficam abrangidos por elas:
“As palavras não são coisas, mas podem ferir tanto como pedras e cajados e
iludir enormemente.”

c) Transcrição de apenas um parágrafo

Sempre que o trecho transcrito constar de apenas um parágrafo, as aspas de


abrir deverão ser colocadas no começo do parágrafo, e as de fechar no fim da
última linha.

d) Transcrição de diversos parágrafos

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Se o trecho transcrito contiver diversos parágrafos, as aspas de abrir serão


colocadas no início de cada parágrafo, e as de fechar somente no final do
último parágrafo.

e) Excesso de aspas

Quando ocorre citação dentro de uma transcrição, pode-se, para evitar o


excesso de aspas, empregar as aspas simples (‘).
“O testamento é ato ‘mortis causa’, só produzindo efeitos após a morte do
testador.”

2.10 – GRAFIA DE PALAVRAS E EXPRESSÕES ESTRANGEIRAS

As palavras e expressões estrangeiras devem ser escritas entre aspas ou


sublinhadas (grifo da tipografia):
Conferiram-lhe o título de doutor “honoris causa”.
O juiz deve recorrer ex officio.

2.11 – NÚMERO E INÍCIO DE FRASE

Nunca se deve escrever um número em início de frase:

Errado: 2012 foi um ano bom para o ....


Certo: O ano de 2012 foi ....
Errado: 50% da população ....
Certo: Cinquenta por cento da população ....

2.12- ALGARISMOS ROMANOS E PONTUAÇÃO

Os algarismos romanos são escritos em letras maiúsculas e não devem


ser seguidos de ponto:
II – (2) XX – (20) CC – (200) M – (1000)

Na numeração de títulos, por exemplo, quando feita com algarismos


romanos, far-se-á assim:
V - Credibilidade das fontes de informação

Empregando-se algarismos cardinais, haverá o ponto ou travessão:


6. Qualidades dos argumentos ou 6 – Qualidades dos argumentos.

2.13 – GRAFIA DE NUMERAIS EM ATOS NORMATIVOS

Em atos normativos, os numerais devem ser escritos por extenso quando


constituírem uma única palavra (doze, setenta, duzentos, mil, etc.). Quando
representarem mais de uma, deverão ser grafados em algarismos (26, 243,
917, etc.). Os numerais indicativos de porcentagem seguem a mesma regra: a
expressão por cento será grafada por extenso se o numeral designar uma
única palavra (doze por cento, cem por cento, etc.), e na forma numérica
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seguida do símbolo % se o numeral constituir mais de uma palavra (32% ,


147%, etc.). Não se usa indicação em algarismos acompanhada da sua grafia
por extenso, por exemplo: 37% (trinta e sete por cento).

Obs.: Os valores monetários devem ser expressos em algarismos, seguidos da


indicação por extenso, entre parênteses: R$ 1.580.000,00 (um milhão,
quinhentos e oitenta mil reais).

2.14- PONTO ABREVIATIVO EM FINAL DE FRASE

Conforme estabelecem as normas ortográficas em vigor, quando uma


frase termina por abreviatura, a pontuação desta apresenta dupla serventia,
acumulando a função de ponto final:
A execução dos serviços foi confiada à Construtora e Incorporadora
Maestri Ltda.

2.15- PONTUAÇÃO COM ETC.

A abreviatura etc., apesar de presente nela a conjunção e (et), pode ser


precedida de vírgula. Isso justifica-se pela perda de seu sentido etimológico (=
e outras coisas) atualmente, passando a ser mera expressão continuativa.

3- PRONOMES DE TRATAMENTO

Os pronomes de tratamento designam, segundo Celso Cunha, “certas


palavras e locuções que valem por verdadeiros pronomes pessoais, como:
você, o senhor, Vossa Excelência”.
De um modo geral, pode-se dizer que os pronomes de tratamento são
empregados em situações respeitosas e cerimoniosas com largo uso em
correspondências oficiais e comerciais. Cabe destacar que, embora tais
pronomes se refiram à 2ª pessoa, a concordância será feita com a 3ª pessoa.
Ex.: Já fazia muito tempo que Vossa Excelência não vinha a Paris.
No âmbito do judiciário, os pronomes Vossa Excelência e Vossa Senhoria
predominam nas comunicações oficiais. A seguir, o quadro demonstrativo das
ocorrências desses pronomes e seus respectivos vocativos, conforme o Manual
de Atos Formais. (PJERJ)

Cargo Pronome de Vocativo


tratamento
Presidente do Vossa Excelência Excelentíssimo(a) Desembargador(a)
Tribunal de Justiça Presidente
Vice-Presidente do Vossa Excelência Excelentíssimo(a)
Tribunal de Justiça Desembargador(a)Vice- Presidente
Corregedor-Geral Vossa Excelência Excelentíssimo(a) Desembargador(a)
da Justiça Corregedor(a)-Geral
Desembargador Vossa Excelência Excelentíssimo(a) Senhor(a)
do Tribunal de Desembargador(a)
Justiça
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Juiz de Direito Vossa Excelência Excelentíssimo(a) Doutor(a) Juiz (a)


Diretor-Geral Vossa Senhoria Senhor(a)Diretor(a)-Geral
Chefe de Gabinete Vossa Senhoria Senhor(a)Chefe de Gabinete
Diretor de Vossa Senhoria Senhor(a) Diretor(a)
Departamento
Diretor de Divisão Vossa Senhoria Senhor(a) Diretor(a)
Chefe de Serviço Vossa Senhoria Senhor(a) Chefe de Serviço
Secretário de Vossa Senhoria Senhor(a) Secretário(a)
Órgão Julgador
Assessor de Órgão Vossa Senhoria Senhor(a) Assessor(a)
Julgador
Assistente de Vossa Senhoria Senhor(a) Assistente
Órgão Julgador
Secretario de Juiz Vossa Senhoria Senhor(a) Secretário(a)
Assistente de Vossa Senhoria Senhor(a) Assistente
Gabinete
Servidor Vossa Senhoria Senhor (a) Servidor(a)
Terceirizados Vossa Senhoria Senhor(a)
Ministro do STF Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)Ministro(a)
Ministro do STJ Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)Ministro(a)
Conselheiro do Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)Conselheiro
CNJ (a)
Presidente da Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a) Presidente
República
Governador do Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)Governador
Estado (a)
Prefeito Municipal Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)Prefeito(a)
Senadores, Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)
Deputados e
Vereadores
Ministros e Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)
Secretários
Procuradores, Vossa Excelência Excelentíssimo(a)Senhor(a)
Defensores,
Membros do MP e
Presidente da OAB
Advogados Vossa Senhoria Doutor(a)

Observações:
a) O superlativo ILUSTRÍSSIMO (ILMO) correspondente a Vossa Senhoria teve o
seu uso abolido de acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, de 1991, e de acordo com o Decreto nº 468/92 e com a Instrução
Normativa nº 4/92, da Secretaria de Administração Federal. Da mesma forma,
o emprego dos tratamentos Digníssimo (DD.) e Mui Digno (MD.) foi abolido.

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b) Doutor não é forma de tratamento e sim título acadêmico. Evite usá-lo


indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações
dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso
universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis,
especialmente em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento
Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.

3.1 VOSSA (EXCELÊNCIA, ETC.) E SUA (EXCELÊNCIA, ETC.)

Emprega-se a forma Vossa (Excelência, Senhoria, etc.) em relação à


pessoa com quem se fala, a quem se dirige a correspondência: Comunicamos a
Vossa Senhoria que (...). Já Sua (Excelência, Senhoria, etc.) é utilizado em
relação à pessoa em quem se fala: A placa comemorativa foi descerrada por
Sua Excelência o Senhor Governador do Estado.

3.2 CONCORDÂNCIA COM AS FORMAS DE TRATAMENTO

a) Concordância de gênero

Nas formas de tratamento, faz-se a concordância não com o gênero


gramatical dessas formas, mas com o sexo das pessoas por elas
representadas, configurando a concordância ideológica.

Ex.: Vossa Senhoria será arrolado como testemunha.

b) Concordância de pessoa.

As formas de tratamento exigem o verbo e os pronomes a elas referentes


na terceira pessoa

Ex.: Na expectativa de seu comparecimento, apresentamos a Vossa Senhoria


nossas atenciosas saudações.

3.3 GRAFIA (POR EXTENSO OU ABREVIADA) DAS FORMAS DE TRATAMENTO

Por questão de respeito, não se deve abreviar a forma de tratamento em


correspondência encaminhada ao Presidente da República.
Quanto aos demais destinatários (autoridades e particulares em geral),
não há normas rígidas sobre o assunto. O que existe são apenas normas e
recomendações internas de certos órgãos. A forma por extenso denota maior
respeito e deferência, sendo, pois, recomendável em correspondência externa
mais formal e cerimoniosa.
Na correspondência interna e externa de menor grau de formalidade,
nada impede que se abrevie a forma de tratamento. Na correspondência
interna informal, isto é, aquela trocada, sobre assuntos de rotina, entre chefes

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de seções, chega-se a omitir até as formas de tratamento, substituindo-as


pelos pronomes pessoais oblíquos da terceira pessoa: Comunico-lhe que...

DOCUMENTOS OFICIAIS

4- ATA

É o documento de valor jurídico que consiste no resumo fiel dos fatos,


ocorrências e decisões de sessões, reuniões ou assembleias, realizadas por
comissões, conselhos, congregações ou outras entidades semelhantes, de
acordo com uma pauta ou ordem do dia, previamente divulgada.
Geralmente é lavrada em livro próprio, autenticada, com as páginas
rubricadas pela mesma autoridade que redige os termos de abertura e de
encerramento. O texto apresenta-se seguidamente, sem parágrafos, ocupando
cada linha inteira.
Suas partes constituintes são:

a) Cabeçalho, em que aparece o número (ordinal) da ata e o nome do órgão


que a subscreve.
b) Texto sem delimitação de parágrafos, que se inicia pela enunciação da data,
horário e local de realização da reunião, por extenso, objeto da lavratura da
ATA.
c) Fecho, seguido da assinatura do presidente e secretário, e dos presentes, se
for o caso.

Observações:

- Na ata não se admitem rasuras. Para ressalvar erro constatado durante a


redação, usa-se a palavra digo, depois da qual se repete a palavra ou
expressão anterior ao mesmo erro: Aos dezesseis dias do mês de agosto, digo,
do mês de setembro de mil, novecentos e setenta e quatro, reuniu-se o (...)

- Quando se verifica erro ou omissão após redação, emprega-se a expressão


em tempo, que é colocada após o escrito, seguindo-se a emenda ou acréscimo:
Em tempo: Na linha ....., em que se lê “abono”, leia-se “abandono”.

MODELO DE ATA DE AUDIÊNCIA

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COMARCA DE ITAGUAÍ
2ª VARA CÍVEL
Processo: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Ação: Procedimento Sumário - Responsabilidade do Fornecedor
Autor: xxxxxxxx
Réu: xxxxxxxx

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ASSENTADA

Aos 28 dias do mês de agosto de 2014, às 16:00 horas, na sala de


audiências da Vara Cível da Comarca de Itaguaí - RJ, perante a MM. Dra.
Juíza XXXXXXXX, foi aberta audiência de instrução e julgamento. Efetuado
o pregão, ao mesmo responderam as partes e seus patronos. Pela parte ré,
foi requerida a desistência de sua testemunha. Foram ouvidas as
testemunhas da parte autora, conforme termos em apartado.

Pela MM Juíza de Direito foi preferida a seguinte decisão: 1)


Homologo a desistência de oitiva da testemunha da parte ré; 2) Voltem
conclusos.

Nada mais havendo, às 17:40 horas, encerrou-se a presente, que vai por todos assinada, após lido
e achado conforme. Eu, Fulano de Tal, mat. XXXX digitei e subscrevi.

xxxxxxxxxx
Juíza de Direito

AUTOR: ADVOGADO DO AUTOR:

RÉU: ADVOGADO DO RÉU:

5- AVISO

Segundo o Manual de Atos Formais do PJERJ, aviso consiste na divulgação


de notícias de interesse geral, ou orientações padronizadas dirigidas a grupos
ou atividades específicos, nos âmbitos interno e externo. É um instrumento
eminentemente informativo.
Tal documento apresenta os seguintes órgãos emissores do judiciário:
Presidente do Tribunal de Justiça, Corregedor-Geral da Justiça, magistrados,
diretores-gerais e demais dirigentes de unidades executoras da Administração
Superior.
Quanto à sua estrutura, o aviso contém os seguintes aspectos:
a) epígrafe, com a seguinte formatação: fonte Arial, tamanho 12, caixa alta, cor
preta, negrito, alinhamento centralizado;
b) ementa, na formatação fonte Arial, tamanho 11, cor preta, com recuo à
esquerda de 6,5 cm, alinhamento justificado;

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c) preâmbulo, na formatação fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento


justificado, sem recuo de parágrafo. Somente o órgão ou a instituição
competente para a prática do ato é grafado em negrito;
d) motivação do ato, formalizando, quando couber, suas razões, iniciando-se
pela expressão “Considerando”, com a seguinte formatação: fonte Arial,
tamanho 12, cor preta, alinhamento justificado, sem recuo de parágrafo.
Apenas o termo “Considerando” é grafado em negrito e em caixa alta;
e) texto, com a seguinte formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta,
alinhamento justificado, sem recuo de parágrafo. Apenas o termo “Avisa” é
grafado em negrito e em caixa alta;
f) local e data, na formatação fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento
centralizado;
g) identificação do signatário, com os respectivos nome e cargo, com a
seguinte formatação: nome do signatário em fonte Arial, tamanho 13, cor
preta, alinhamento centralizado (somente o nome do signatário é grafado em
negrito e em caixa alta; cargo do signatário em fonte Arial, tamanho 12, cor
preta, alinhamento centralizado).

AVISO nº XX/XXXX

Avisa aos Delegatários, Interventores e Responsáveis pelo


Expediente dos Serviços Extrajudiciais integrantes do 9º
NUR que deverão enviar ao Setor de Fiscalização e
Disciplina a respectiva certidão negativa de débitos
referentes aos encargos previdenciários e trabalhistas,
incluindo-se, entre estes, a comprovação de recolhimentos
do FGTS relativa aos empregados da Serventia, referentes
ao primeiro semestre de 2013, e dá outras providências.

O JUIZ DIRETOR DO 5º NÚCLEO REGIONAL (NUR), Doutor Fulano de Tal, no uso de suas atribuições
legais;

CONSIDERANDO o que dispõe as normas dos artigos 14, § 12, 48, § 5º, e 63, § 2º, do Provimento CGJ nº
12/2009;

AVISA aos Senhores Delegatários, Interventores e Responsáveis pelo Expediente dos Serviços
Extrajudiciais integrantes deste Núcleo que deverão enviar ao Setor de Fiscalização e Disciplina a
respectiva certidão negativa de débitos referentes aos encargos previdenciários e trabalhistas, incluindo-se,
entre estes, a comprovação de recolhimentos do FGTS relativa aos empregados da Serventia, referentes ao
primeiro semestre de 2013, esclarecendo-se ainda, que tais documentos deverão ser emitidos a partir do
vigésimo dia do mês subsequente ao término do respectivo semestre (emitidos a partir de 20 de julho de
2013), visando ao seu correto e integral fechamento, tudo na forma do Aviso mencionado.

Volta Redonda, 9 de julho de 2013.

Juiz FULANO DE TAL


Diretor do 5º NUR

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6- CERTIDÃO

“Certidão é o documento revestido de formalidades legais adequadas,


mandado fornecer por autoridade competente, a requerimento do interessado,
solicitado ou requisitado ex officio por autoridade administrativa ou judicial e
destinado a fazer certa a existência de registro em livro, processo ou
documento qualquer em poder do expedidor, referente a determinado ato ou
fato, ou dar por certa a inexistência de tal registro.” (Regulamento de
Correspondência do Exército – art.174)
As certidões podem ser de inteiro teor ou resumidas, desde que retratem
fielmente o que se contém no original donde foram extraídas. Quando a
certidão consiste em transcrição “verbum ad verbum”, isto é, integral, também
recebe o nome de traslado.
Quanto à sua estrutura, a certidão deve ser escrita em linhas corridas,
sem emendas ou rasuras. Qualquer erro de escrita pode ser ressalvado com a
palavra digo ou a expressão em tempo, formas já abordadas nesta apostila,
mais precisamente no item destinado à elaboração da ata.
A certidão deve ser datada e assinada pelo servidor que a lavrou,
conferida pelo Chefe da Seção e visada pelo Diretor.
Sendo de absoluta necessidade, é permitido incluir uma ou mais palavras
nas entrelinhas. Nesse caso, o certificante deve declarar, à margem, na mesma
altura da inserção, que é válida a entrelinha, assinando essa observação, a fim
de evitar qualquer fraude. A frase usada para o caso é: “Vale a entrelinha”,
seguida da assinatura.
Quaisquer espaços em branco devem ser preenchidos com pontos ou
outros sinais convencionais.
Constitui-se das seguintes partes:
a) Título – nome do documento, muitas vezes já impresso em papel próprio.
b) Preâmbulo- referência ao ato que determinou a expedição do documento.
Também, quando for o caso, será mencionado o documento ou livro donde a
certidão está sendo extraída.
c) Texto- teor do que se certifica: transcrição do documento original ou
descrição do que foi encontrado.
d) Fecho- termo de encerramento e assinatura dos funcionários que
intervieram no ato (quem lavrou e quem conferiu).
e) Local e data (da expedição do ato).
f) Visto da autoridade que autorizou a lavratura da certidão. Representa o ato
de aprovação e reconhecimento da autoridade, de modo que a certidão surta
os efeitos legais desejados.

CERTIDÃO
Em cumprimento ao r. despacho de fls. 77, certifico que, conforme o constante dos
movimentos processuais às fls. 78/79, foi interposto Recurso Extraordinário Cível em face da decisão
proferida nos autos da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 0047650-24.2012.8.19.0000.

Rio de Janeiro, xx de xxxxx de xxxx.

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FULANA DE TAL
Diretora da Divisão de Processos Administrativos da Presidência

7- DESPACHO

“Despacho é a decisão proferida pela autoridade administrativa no caso


submetido à sua apreciação, podendo ser favorável ou desfavorável à
pretensão solicitada pelo administrado, funcionário ou não.” (José Cretella
Júnior-Tratado de Direito Administrativo, vol. II)
Os despachos podem constituir-se de uma palavra (Aprovo, Autorizo,
Indefiro, etc.), de duas palavras (De acordo, etc.) ou de muitas palavras.
“De acordo é forma pouco expressiva de despacho. É preferível que
despacho esclareça logo com o que a autoridade está de acordo e qual a
consequência disso: De acordo com o parecer, indeferido. É que, na maioria
das vezes, o interessado não tem oportunidade de manusear o processo e
toma conhecimento da decisão apenas por meio do Diário Oficial, sem
condições, portanto, para verificar com o que ficou de acordo a autoridade e
qual sua decisão final.” (Edegard Gomes –Manual de Redação)
O despacho constitui-se das seguintes partes:
a) número do processo e do parecer a que se refere o despacho, quando
divulgado em órgão oficial. O parecer pode deixar de ser mencionado.
b) título, denominação do documento, especialmente quando divulgado em
órgão oficial.
c) texto, teor da decisão.
d) data (dia, mês e ano), precedida do local e/ou sigla do órgão.
e) assinatura – nome e cargo ou função da autoridade que exara o despacho.

Observação: O despacho administrativo, embora tenha aparência e conteúdo


jurisdicional, não deixa de ser um ato administrativo. Não se confunde,
portanto, com as decisões judiciárias, que são as que os juízes e tribunais do
Poder Judiciário proferem no exercício da jurisdição que lhes é conferida pela
Soberania Nacional.

MODELO

DESPACHO

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XX.

Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2013.

FULANA DE TAL
Diretora do Departamento de Processos da Presidência

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8- EDITAL

Edital é “ato escrito oficial, contendo aviso, determinação, ou citação,


mandado publicar, por autoridade competente, no órgão oficial ou outros
órgãos de imprensa, ou, ainda, afixado em lugares públicos, onde seja
facilmente lido por todos”. (José Náufel – Novo dicionário Jurídico Brasileiro)
Normalmente os editais também são publicados nos jornais de maior
circulação, integralmente ou mediante anúncio resumido de seu teor.
Alguns atos, como concorrências administrativas para aquisição,
alienação ou recuperação de material, aberturas de concursos para provimento
de cargos públicos, intimações, notificações, convocações e demais avisos são
divulgados mediante edital, uma vez que demandam ampla divulgação,
conforme a legislação vigente.
Quanto à sua estrutura, o edital é composto pelas seguintes partes:
a) Título- denominação do ato, muitas vezes seguida do seu número de ordem
e data de expedição. Outras vezes, o título é completado com a espécie de
edital de que se trata: de citação, de anulação, etc. Não sendo colocada junto
ao título, a data aparece após o texto.
b) Ementa – resumo do assunto do edital. Não é parte obrigatória e aparece,
sobretudo, em editais de concorrência pública e tomadas de preço. Oferece a
vantagem de propiciar o conhecimento prévio e sucinto do que é exposto em
seguida de forma detalhada.
c) texto- desenvolvimento do assunto. Havendo vários parágrafos, convém
numerá-los (com algarismos arábicos, de preferência) e, se necessário,
desdobrá-los em itens e alíneas. Não se numera o primeiro parágrafo.
d) assinatura – nome da autoridade competente, indicando-se seu cargo ou
função.

Observação: A natureza do edital é que determina quais os elementos


específicos que nele deverão constar, fixados pela Administração, mediante
ato normativo. Ex.: editais de licitação, conforme dispõe o artigo 40 da Lei nº
8.666/93.

MODELO DE EDITAL

JUÍZO DE DIREITO DA 2.ª VARA CÍVEL


COMARCA DE ITAGUAÍ - RJ
Juiz de Direito em Exercício xxxxxxxxxxxx
Subst. do Resp. pelo Expediente xxxxxxxxxxxxxxxxxx

EDITAL DE CITAÇÃO, com prazo de 20(vinte) dias

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O MM Juiz de Direito, Dr.(a) xxxxxxxxxx - Juiz em Exercício do Cartório da 2ª Vara Cível


da Comarca de Itaguaí, RJ, FAZ SABER aos que o presente edital com o prazo de vinte dias
virem ou dele conhecimento tiverem e interessar possa, que por este Juízo, que funciona a Rua
Gal. Bocaiuva, 424 - Centro - Itaguaí - RJ e-mail: itg02vciv@tjrj.jus.br, tramitam os autos da
Classe/Assunto Procedimento Ordinário - Constituição de Servidão, ADMINISTRATIVA
COM PEDIDO DE LIMINAR INAUDITA ALTERA PARTE, de nº xxxxxxxxxxx , em que é
EXPROPRIANTE THYSSENKRUPP CSA SIDERÚRGICA DO ATLÂNTICO LTDA, CNPJ:
XXXXX em face dos EXPROPRIADOS ESPÓLIO DE XXXXXXXXX; XXXXXXXX; XXXXXXXX e
XXXXXXX, objetivando a CITAÇÃO. Assim, pelo presente edital CITA o réu XXXXXX, tendo como
objeto do litígio o Lote rural nº. 784, Seção Piranema, Núcleo Colonial Santa Rosa, 1º distrito, em
Itaguaí-RJ, que foi declarado de utilidade pública para fins de Desapropriação. E como não tenha
sido possível citá-lo pessoalmente, por ser ignorado o lugar em que deveria ser encontrado, fica o
expropriado acima mencionado citado para responder a presente ação nos termos do artigo 18,
do Decreto Lei 3.365/41, ciente de que não contestando a ação no prazo legal, se presumirão
aceitos, como verdadeiros, os fatos articulados pelo Expropriante, conforme dispõe os artigos
225, II e 285, segunda parte do CPC., o qual deverá ser publicado UMA VEZ na imprensa oficial e
DUAS VEZES em periódico de grande circulação, sendo as três publicações no intervalo máximo
de 15 (quinze) dias, de acordo com o art. 232, do CPC. DADO E PASSADO nesta Cidade de
Itaguaí-RJ, aos vinte e nove dias dias do mês de novembro do ano de dois mil e treze. xxxxxxxx -
Analista Judiciário – mat. xxxx, digitei. E eu, ______________ xxxxxxxxx - Subst. do Resp. pelo
Expediente - Matr. xxxxxxx, o subscrevo. xxxxxxxxxxxx - Juiz de Direito.

9- CORREIO ELETRÔNICO (E-MAIL)

O correio eletrônico (“e-mail”) constitui a principal forma de comunicação


para transmissão de documentos, haja vista seu baixo custo e celeridade.
Diferentemente dos demais documentos, o correio eletrônico caracteriza-
se pela flexibilidade, ou seja, não há uma forma rígida para sua estrutura.
Contudo, essa maleabilidade é restrita à estrutura, devendo-se assim evitar o
uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.
O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser
preenchido, de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário
quanto do remetente.
Para os arquivos anexados à mensagem, deve ser utilizado,
preferencialmente, o formato Rich Text. A mensagem que encaminha algum
arquivo deve conter informações mínimas acerca do seu conteúdo.
Sempre que possível, deve-se utilizar o recurso de confirmação de
leitura. Caso não esteja disponível, deve constar da mensagem pedido de
confirmação de recebimento.
No âmbito do judiciário, conforme dispõe o Manual de Atos Formais,
adota-se a seguinte formatação do “e-mail”:

a) pronome de tratamento e nome do destinatário na fonte Calibri, tamanho


11, cor azul-escuro, negrito, alinhamento à equerda;
b) fechos, “Atenciosamente” ou “Respeitosamente” na fonte Calibri, tamanho
11, cor azul-escuro, alinhamento à esquerda sem recuo;

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c) assinatura, contendo: marca do PJERJ, nome do remetente, cargo, unidade


organizacional, telefone, fax, e-mail e descrição do art. 8º do Ato Executivo
Conjunto TJ/CGJ nº 04/2004, com a seguinte formatação: nome do remetente
em fonte Calibri, tamanho 9, caixa alta, cor azul-escuro, negrito, alinhamento à
esquerda sem recuo; o art. 8º do Ato Executivo Conjunto TJ/CGJ nº 04/2004 em
fonte Calibri, tamanho 7, cor azul-escuro; os demais dados em fonte Calibri,
tamanho 9, cor azul-escuro.

MODELO DE E-MAIL

Prezada Sicrana de Tal

Com a intenção de padronizar a Marca de identificação do PJERJ em todas as suas unidades, bem como
padronizar todos os atos, agendo reunião para o dia 23/12/2013, na sala de reunião do mezanino da
Presidência às 15h.

Atenciosamente,

FULANA DE TAL
Diretora-Geral de Desenvolvimento Institucional (DGDIN)
Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro
Tel: + 55(21) 3133-7529
e-mail: fulanadetal@tjrj.jus.br

Ato Executivo Conjunto TJ/CGJ nº 4/2004, art. 8º, de 27/01/2004: "As comunicações por correio eletrônico entre Serventias, Secretarias de
Órgãos Julgadores e demais Órgãos do Poder Judiciário terão o mesmo efeito de entregues pessoalmente".

10- MEMORANDO

Trata-se de modalidade de comunicação entre unidades administrativas


de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou
em níveis diferentes. Pode-se dizer que é uma forma de comunicação
eminentemente interna.
O memorando presta-se não só a comunicações internas sobre assuntos
rotineiros, de cunho meramente administrativo, como também à exposição de
projetos, ideias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do
serviço público.
Caracteriza-se pela agilidade, isto é, a tramitação do memorando em
qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de
procedimentos burocráticos.
O memorando compõe-se das seguintes partes:
a) epígrafe, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta, negrito,
alinhamento superior à esquerda;
b) local e data, ao lado direito superior, na formatação: fonte Arial, tamanho
12, cor preta, alinhamento à direita;
c) pronome de tratamento, nome do destinatário, cargo e unidade
organizacional destinatária, na formatação: pronome de tratamento em fonte
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Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento superior à esquerda; nome do


destinatário em fonte Arial, tamanho 13, cor preta, alinhamento à esquerda;
d) inscrição “Assunto”, seguida de dois-pontos “:” e o resumo do teor do
documento, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhado à
esquerda, apenas a palavra “Assunto” é grafada em negrito;
e) vocativo, grafado de acordo com o cargo do destinatário, na formatação:
fonte Arial, tamanho 12, cor preta, negrito, recuo de 2,5 cm à esquerda;
f) texto, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento
justificado, com recuo de 2,5 cm na primeira linha. Tratando-se de memorando
mais extenso, os parágrafos podem ser numerados, à exceção do primeiro e do
fecho;
g) fecho, fórmula de cortesia que se resume a dois tipos: “Respeitosamente”,
para autoridades superiores e “Atenciosamente”, para autoridades da mesma
hierarquia ou hierarquia inferior, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor
preta, recuo de 2,5 cm à esquerda;
h) a identificação do signatário com os respectivos nome e cargo, na
formatação: nome do signatário em fonte Arial, tamanho 13, caixa alta, cor
preta, negrito, alinhamento centralizado; cargo do signatário em fonte Arial,
tamanho 12, cor preta, alinhamento centralizado.

Observação: O memorando, quando dirigido a vários destinatários, denomina-


se Memorando-Circular.

MODELO DE MEMORANDO

Memorando DGDIN/DEDOC/SEMAP nº XX
Ref. ao Processo ou Memorando: XXX

Rio de Janeiro, XX de XXX de XXXX.

À Senhora
Fulana de Tal
Diretora-Geral de Comunicação Institucional (DGCOM)

Assunto: Análise e aprovação de Rotina Administrativa nº XXXX

Senhora Diretora

Encaminho-lhe, em anexo, a RAD DGCOM nº XXX, que se encontra na XX revisão, para


sua análise e aprovação.

Coloco-me à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Atenciosamente,

BELTRANO DE TAL
Chefe do Serviço de Mapeamento de Rotinas Administrativas

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11- OFÍCIO

“Ofícios são comunicações escritas que as autoridades fazem entre si,


entre subalternos e superiores, e entre a Administração e particulares, em
caráter oficial.” (Hely Lopes Meirelles – Direito Administrativo Brasileiro)
Assim, diferentemente do memorando, o ofício detém um caráter
externo, tendo em vista que seu destinatário é outro órgão público, podendo
ser também um particular.
Normalmente, o conteúdo do ofício é matéria administrativa
propriamente dita, mas ele também pode veicular matéria de cunho social,
proveniente do relacionamento da autoridade em razão de seu cargo ou
função.
Sua estrutura e diagramação se assemelham ao memorando,
distinguindo-se deste pela apresentação, no rodapé, do endereço do
remetente, contendo as seguintes informações: endereço completo, telefone,
fax, e-mail e Prot do remetente, na formatação: fonte Arial, tamanho 10, cor
ciano ou preta, alinhamento centralizado. Da mesma forma, consta o endereço
do destinatário no espaço reservado à especificação do mesmo.

Observação: O ofício, quando dirigido a vários destinatários, denomina-se


Ofício-Circular.

MODELO DE OFÍCIO
Ofício DGDIN/DEDOC nº XX
Ref. ao Processo ou Ofício: XXXX

Rio de Janeiro, XX de XXX de XXXX.

Senhor Diretor,

Tenho a honra de me dirigir a Vossa Senhoria para encaminhar exemplar do Relatório


concernente à Gestão do Desembargador Fulano de Tal – Biênio 2044/2045, do Poder Judiciário do Estado
do Rio de Janeiro (PJERJ).

Coloco-me à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Atenciosamente,

BELTRANO DE TAL
Diretor do Departamento de Documentação do Sistema de Gestão

Ao Senhor
Doutor Sicrano de Tal
Diretor do XXXXX do CNJ
Praça dos Três Poderes, S/N – Sala 20 - Brasília - Distrito Federal - Brasil - CEP: 70175-900
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12- PARECER

“Pareceres administrativos são manifestações de órgãos técnicos sobre


assuntos submetidos à sua consideração.” (Hely Lopes Meirelles – Direito
Administrativo Brasileiro)
Na Administração Pública, o parecer, geralmente, integra um processo,
“para o qual aponta solução favorável ou desfavorável, precedida da
necessária justificação, com base em dispositivos legais, em jurisprudência e
em informações”. (Adalberto J. Kaspary- Redação Oficial)
Os pareceres, quando não aprovados por ato subsequente de autoridade
competente, detêm natureza meramente opinativa, sem vincular a
Administração ou terceiros à sua conclusão ou motivação.

Assim, o parecer classifica-se em:

a) normativo - se, ao ser aprovado, se tornar obrigatório para os casos


idênticos que surgirem no futuro;
b) vinculante – quando a decisão da autoridade solicitante está presa às
conclusões do documento, sendo nula a decisão que a contrariar.
c) facultativo – quando a autoridade que o solicitou não está obrigada a
observar as conclusões do documento.

No que diz respeito à estrutura, o parecer dever conter:

I- o número do processo administrativo e o número da folha do processo, na


formatação: número do processo em fonte Arial, tamanho 12, cor preta,
negrito, alinhamento à esquerda; indicação da folha do processo em fonte
Arial, tamanho 14, cor preta, negrito, sublinhado, caixa alta, alinhamento à
direita;
II- origem (nome da unidade ou personagem que deu entrada no processo e
interessados) e assunto, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta,
alinhamento à esquerda, apenas os vocábulos “Origem” e “Assunto” são
grafados em negrito e sublinhados;
III- epígrafe, na formatação: fonte Arial, tamanho 16, caixa alta, sublinhado, cor
preta, negrito, alinhamento centralizado, com simples entre letras;
IV- Texto, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento
justificado, com recuo de 2,5cm na primeira linha;
V- a expressão “É o relatório” ao final do relatório, na formatação: fonte Arial,
tamanho 12, cor preta, negrito, alinhamento justificado, com recuo de 2,5cm à
esquerda;
VI- citações e transcrições de artigos, na formatação: entre linhas pontilhadas,
fonte Arial, tamanho 11, cor preta, itálico, alinhamento justificado, com recuo
de 5cm à esquerda;
VII- local e data, na formatação: fonte Arial, tamanho 12, cor preta,
alinhamento centralizado;
VIII- a identificação do signatário, com os respectivos nome e cargo, na
formatação: nome do signatário, em fonte Arial, tamanho 13, caixa alta, cor
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preta, negrito, alinhamento centralizado; cargo do signatário em fonte Arial,


tamanho 12, cor preta, alinhamento centralizado.

MODELO DE PARECER
Origem: xxxxxxxx
Assunto: xxxxxxxx

P A R E C E R nº XXX
Versam os presentes autos sobre xxxxx xxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxx x xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

É o relatório.

A questão em análise versa sobre a alteração da logomarca do Tribunal de Justiça, no


tocante a xxxxxxx.

A Lei xxxxxx estabelece os procedimentos a serem seguidos pelos Tribunais na


informatização xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx. Como se observa no trecho transcrito
abaixo:

.................................................................................................

Art. 8º. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

§ 1º. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxx.

.................................................................................................

O procedimento proposto mostra-se em harmonia com a legislação de referência porque


xxxxxxxxxxxxx.

Assim, esta Comissão de Legislação e Normas, no uso de suas atribuições, opina pela
APROVAÇÃO do xxxxxxxxxxxx.

Rio de Janeiro, xx de xxxxx de xxxx.

Desembargador FULANO DE TAL


Presidente

13- PORTARIA

Portarias são atos pelos quais as autoridades competentes determinam


providências de caráter administrativo, dão instruções sobre execução de leis e

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de serviços, definem situações funcionais e aplicam medidas de ordem


disciplinar.
Constituem-se das seguintes partes:
a) Numeração (classificação) – número do ato e data de expedição.
b)Título- denominação completa (em caracteres maiúsculos,
preferencialmente) da autoridade que expede o ato.
c) Fundamentação – citação da legislação básica em que a autoridade ampara
sua decisão, seguida da palavra resolve. Às vezes a citação de dispositivos
legais é substituída pela expressão “no uso de suas atribuições” ou similar. É
preferível citar explicitamente a legislação que fundamenta o ato, o que lhe
confere maior autoridade e facilita a eventual análise ou constatação da
validade e alcance da decisão nele contida.
A palavra resolve pode ser colocada logo após a fundamentação, ou em
linha separada (com entrada de parágrafo e, de preferência, em caracteres
maiúsculos), ou, ainda, imediatamente antes e na mesma linha do texto.
Embora as três formas sejam encontráveis e válidas, a segunda é a mais
estética e ressalta mais as partes fundamentais do ato (fundamentação e
texto).
Em certas portarias aparecem, entre a fundamentação e a palavra
resolve, “os considerandos”, que representam a motivação da decisão tomada.
d) Texto- desenvolvimento do assunto. Há portarias mais extensas, cujo texto é
dividido em vários artigos ou parágrafos, devidamente numerados e
subdivididos, quando necessário, em itens e alíneas.
e) Assinatura – nome da autoridade que expede o ato. É dispensável a
indicação do cargo, uma vez que esse já aparece, em relevo, no título. (O
CORREGEDOR-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, ...). Entretanto, em caso de
assinatura por substituto, essa situação deverá ser indicada.

MODELO DE PORTARIA
PORTARIA nº XX/XXXX

Estabelece a escala dos Juízes de Distribuição para o ano de


2013.

O JUIZ DIRETOR DO FÓRUM DA COMARCA DE JAPERI, Doutor Beltrano de Tal, no uso de suas
atribuições administrativas, designadas na forma da lei;

RESOLVE:

Art. 1º. Estabelecer a escala dos Excelentíssimos Senhores Doutores Juízes de Direito Distribuidores para o
ano de 2013, da seguinte forma:

I- janeiro - 1ª Vara;
II - fevereiro - 2ª Vara;
III - março - 1ª Vara;
IV - abril - 2ª Vara;
V- maio - 1ª Vara;
VI - junho - 2ª Vara;
VII - julho - 1ª Vara;
VIII - agosto - 2ª Vara;

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IX - setembro - 1ª Vara;
X- outubro - 2ª Vara;
XI - novembro - 1ª Vara;
XII - dezembro - 2ª Vara.

Art. 2°. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em
especial a Portaria nº XX/XXXX.

Japeri, 11 de janeiro de 2013.

Juiz BELTRANO DE TAL


Diretor do Fórum da Comarca de Japeri

14- RELATÓRIO

Relatório “é uma descrição de fatos passados, analisados com o objetivo


de orientar o serviço interessado ou o superior imediato, para determinada
ação”. (G. Bousquié – Como Redigir um Relatório)
Não se pode afirmar, contudo, que o relatório é mais que um ofício
desenvolvido, com a diferença de que este se destina a diversos tipos de
comunicações (convites, agradecimentos, solicitações, etc.), ao passo que
aquele é sempre a exposição ou narração de atividades ou fatos, com a
discriminação de todos os seus aspectos ou elementos.
É importante frisar que existem diversos tipos de relatórios, classificáveis
sob vários pontos de vista. No entanto, levando-se em conta nosso contexto,
interessam-nos somente aqueles relatórios menos complexos os quais um
servidor é obrigado a fazer, com a finalidade de prestar contas, a seu superior
hierárquico, de tarefas ou encargos de que foi incumbido.
Assim, a estrutura dos relatórios mais simples compõe-se das seguintes
partes:

a) Título- denominação do documento: Relatório

b) Invocação (vocativo) – tratamento e cargo ou função da autoridade a quem


é dirigido, seguidos, de preferência, de dois-pontos: Senhor Superintendente,
(:)

c) Texto- exposição do assunto. O texto do relatório deve obedecer,


essencialmente, à seguinte sequência:

I- Introdução- referência à disposição legal e à ordem superior que motivou ou


determinou a feitura e apresentação do relatório. Após essa alusão, far-se-á
breve menção ao assunto ou objeto do relatório. A introdução serve, portanto,

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para dizer por que o relatório foi feito e indicar os problemas ou fatos
examinados.

II- Análise- apreciação do assunto, com informações e esclarecimentos que se


façam necessários à sua perfeita compreensão. A análise deve ser honesta,
objetiva e imparcial. O relator deve apenas registrar os fatos de que tenha
conhecimento direto, ou por intermédio de fontes seguras, eximindo-se de
digressões ou apreciações de caráter subjetivo, sobre fatos desconhecidos ou
pouco conhecidos.
Quando se fizer necessário, o relatório poderá ser acompanhado de
tabelas, gráficos, fotografias e outros elementos que possam contribuir para o
perfeito esclarecimento dos fatos e sua melhor compreensão por parte da
autoridade a quem se destina o documento. Esses elementos podem ser
colocados no corpo do relatório ou, se muito extensos, inseridos nele em forma
de anexo.

III- Conclusão- Momento posterior à apreciação dos fatos, deduzido


logicamente da argumentação que o precede. A conclusão não pode ir além da
análise feita, o que a tornaria improcedente e, por isso mesmo, desprovida de
qualquer valor.
IV- Sugestões ou recomendações – Além das conclusões, muitas vezes o relator
pode apresentar sugestões ou recomendações sobre medidas a serem
tomadas, em razão do que constatou e concluiu.
Os diversos parágrafos do texto, à exceção do primeiro, podem ser
numerados (com algarismos arábicos) e, se necessário, divididos em alíneas. É
recomendável a numeração dos parágrafos, sobretudo em relatórios um pouco
mais extensos, pois, além de conferir maior ênfase às diferentes partes do
texto, facilita as eventuais referências que a ele se queiram fazer.

d) Fecho- tratamento de cortesia. Empregam-se, no relatório, os mesmos


tratamentos do ofício. Trata-se de parte dispensável.

e) local e data: Rio de Janeiro, 18 de dezembro de 2015.

f) Assinatura (s) – nome e cargo ou função da (s), autoridade (s) ou servidor


(ES) que apresenta (m) o relatório.

MODELO DE RELATÓRIO

Senhor Diretor-Geral:
Consoante sua determinação, encaminhada a esta repartição em
despacho fonográfico de 5 de junho do corrente ano, passamos a relatar-lhe os
acontecimentos ocorridos no dia 1º de junho último, nesta repartição.
Encontrávamo-nos cumprindo nossas atribuições funcionais,
quando entrou na repartição o cidadão Antônio Borges Ferreira , residente nesta cidade, o

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qual apenas conhecíamos de vista e que a nós se dirigiu solicitando informações sobre
recolhimento de tributos devidos ao Estado.
2. Não estando esta repartição em condições de atender à consulta
formulada, comunicamos ao referido Senhor que deveria fazê-la à Exatoria Estadual
desta cidade.
3. Com isso não se conformou o referido cidadão, dizendo que
nossa repartição nunca estivera tão mal atendida e que era um absurdo que não lhe
pudéssemos prestar a informação de que necessitava.
4. Como continuasse a procurar provocar-nos, bem como aos
demais funcionários, demos as costas, voltando à nossa mesa de trabalho.
5. Ainda ouvimos quando o referido cidadão dizia que iria comunicar
o fato às autoridades em Porto Alegre.
6. Procuramos, durante os acontecimentos, manter a atitude
compatível com o nosso cargo e nos abstivemos de qualquer resposta menos honrosa ao
agressor verbal, o que, aliás, foi seguido pelos demais funcionários da repartição.
7. Presenciaram a deprimente cena os Srs. Antônio Ferreira Viana,
José Alfeu Soares e Carlos Serres Oliveira, que se encontravam tratando de assuntos
relacionados com esta repartição.
8. Dessa forma, embora desconhecendo as acusações que contra
nós foram feitas pelo Sr. Antônio Borges Ferreira, de antemão podemos assegurar serem
completamente destituídas de qualquer fundamento.
Sendo o que nos competia informar, atendendo à determinação
dessa Direção-Geral, aguardamos com confiança o julgamento imparcial dos fatos pela
superior administração.
Nova Hamburgo, ............de.............de...............

Carlos Castro Barbosa,


Chefe do Serviço de ...........

(Adaptado de Português para Concursos, de Irajá Andara Rodrigues)

15- REQUERIMENTO

É o instrumento por meio do qual o signatário pede, a uma autoridade


pública, algo que lhe pareça justo ou legal.
Qualquer pessoa, seja, ou não, servidor público, pode utilizar o
requerimento, desde que tenha interesse no serviço público. Deve ser dirigido
à autoridade competente para receber, apreciar e solucionar o caso, podendo
ser manuscrito ou digitado.
Por respeito e deferência à autoridade a quem é dirigido o documento,
convém que se faça o requerimento na terceira pessoa (e não na primeira):
FULANO DE TAL,...., requer (...).
O emprego da primeira pessoa (Eu, FULANO DE TAL, ...) revela
descortesia da parte do requerente com a autoridade destinatária do pedido,
dando-lhe certo caráter de exigência pretensiosa e ríspida.
Compõe-se das seguintes partes:

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a) Vocativo – título (tratamento e nome do cargo ou função) do destinatário.


Não se coloca, depois do vocativo, nenhuma fórmula de saudação. Em muitos
casos, principalmente em requerimentos não feitos por servidor pertencente
ao quadro funcional do órgão destinatário, o vocativo é seguido da localidade
de destino do documento: Senhor Delegado Regional do IPASE, RIO DE JANEIRO
(RJ)

b) Preâmbulo – nome do requerente (todo ele em caracteres maiúsculos, de


preferência) e sua qualificação: nacionalidade, estado civil, idade, filiação,
naturalidade, domicílio, residência, etc. O número de dados do requerente
pode ser maior ou menor, tudo dependendo da finalidade (pedido de inscrição
em concurso público ou de matrícula em estabelecimento de ensino, por
exemplo) e destinação do documento (dirigido à autoridade do órgão em que o
requerente trabalha, ou à de órgão ao qual o requerente não esteja vinculado).
Para inscrição em concurso público, por exemplo, será imprescindível que o
requerente, entre outros dados, indique sua nacionalidade e idade. Quando o
documento é dirigido à autoridade do órgão em que o requerente desempenha
suas atividades, não haverá necessidade de citar muitos dados, pois esses já
constam em sua ficha funcional. Bastará, por exemplo, indicar o nome, o
cargo, a lotação, o setor do órgão em que exerce suas funções e o número da
matrícula.

c) Texto- exposição do pedido de forma clara, concisa e objetiva. Podem-se


invocar leis, decretos e outros documentos para embasar o pedido.

d) Fecho- parte que encerra o documento. São comuns as seguintes


expressões, notando-se já uma tendência de eliminá-las do requerimento:

Nestes termos,
Pede deferimento.

Termos em que pede deferimento.

Espera deferimento.

Aguarda deferimento.

Pede deferimento.

Observação: Note-se que, nas expressões supracitadas, só a primeira palavra


tem inicial maiúscula. A expressão “Pede e aguarda deferimento” deve ser
evitada, pois, se alguém pediu, isso já pressupõe o ato de aguardar.

MODELO DE REQUERIMENTO

Senhor Diretor do Colégio Estadual Machado de Assis:


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FULANO DE TAL, aluno deste Colégio, cursando a primeira série do


ensino médio, turma D, turno da manhã, requer a Vossa Senhoria o cancelamento de sua
matrícula, visto que fará um estágio profissional de três meses no Estado de Minas
Gerais, a partir do dia 22 do corrente.
Termos em que pede deferimento.

Rio de Janeiro, 14 de setembro de 2014.

Fulano de Tal

16- RESOLUÇÃO

No universo jurídico, resolução constitui um instrumento que disciplina


sobre matéria de competência específica de órgão colegiado jurisdicional. Tem
como emissores no PJERJ o Órgão Especial ou Conselho da Magistratura.
Indica, desta forma, o ato pelo qual a autoridade pública ou o poder
público toma uma decisão, impõe uma ordem ou estabelece uma medida. Em
regra, as resoluções dizem respeito a questões de ordem administrativa ou
regulamentar.
Quanto à sua estrutura, a resolução é idêntica à da portaria.

MODELO DE RESOLUÇÃO

RESOLUÇÃO OE nº XX/XXXX

Dispõe sobre a Marca do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.

O ÓRGÃO ESPECIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das suas
atribuições que lhe são conferidas pelo disposto no inc. I do art. 96 e no art. 99 da Constituição da
República, e na alínea “a”, inc. VI, do art. 3º do Regimento Interno, e tendo em vista o decidido na sessão
realizada no dia ___/___/__ (Proc. nº );

CONSIDERANDO a necessidade de padronização da Marca de identificação em todas as unidades do


PJERJ;

RESOLVE:

Art.1º. Instituir a marca do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ)

Art. 2º. Cabe à Presidência e à Diretoria-Geral de Comunicação Institucional (DGCOM) analisarem e


autorizarem as manifestações visuais isoladas e o uso de outras Marcas complementares, as quais
somente serão aceitas se estiverem integradas à Marca do PJERJ.

Art. 3º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas quaisquer disposições em
contrário, em especial a Resolução OE nº XX/XXXX.

Rio de Janeiro, 21 de março de 2013.

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Desembargador FULANO DE TAL


Presidente

17- APOSTILA

Apostila é o aditamento a um ato administrativo anterior, para fins de


retificação ou atualização.
Normalmente, a apostila é feita no verso do documento a que se refere.
Pode, entretanto, caso não haja mais espaço para o registro de novas
alterações, ser feita em folha separada (com timbre oficial), que se anexará ao
documento principal. É lavrada como um termo e publicada em órgão oficial.

MODELO DE APOSTILA

APOSTILA

O Diretor da DP do MEC, no uso de suas atribuições, resolve declarar que o nome


da servidora a quem se refere a presente Portaria é
.............................................................., e não como constou no Decreto nº 52.794, de 31-
10-2000, publicado no DO de 14-11-2000.

Observação final:

As formas de diagramação abordadas nesta apostila foram extraídas do


Manual de Atos Formais do PJERJ disponibilizado no site do PJERJ
http://www.tjrj.jus.br/web/guest/manual-atos-formais. Vale frisar que tais formas
não são rígidas, cabendo a cada órgão adotar a forma que achar mais
conveniente. No manual da presidência, por exemplo, as formas são distintas.
Entretanto, a linguagem da redação oficial é a mesma em qualquer manual,
mostrando-se assim rígida no que se refere aos aspectos concernentes à
norma culta, não se admitindo, portanto, qualquer indício de devaneio literário.

ANEXO 1 – Abreviaturas (Formas de Tratamento)

advogado = Adv.º, Advo..


bacharel, bacharela, bacharéis, bacharelas = B.el, Bel., B.ela, Bela., B.éis, Béis.,
B.elas, Belas..
contador = Cont.dor, Contdor., Cont.or, Contor.
desembargador, desembargadora = Des., Des.ª, Desa.
doutor, doutores = D.r, Dr., D.rs, Drs.
doutora, doutoras = D.ra, Dra. D.ras, Dras.
Excelência = Ex.ª, Exa.
Excelentíssimo, Excelentíssima = Ex.mo, Exmo., Ex.ma, Exma.
general = Gen., G.al, Gal.
Meritíssimo = MM.
mestre, mestra = Me, Me., Mª, Ma.

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doutor, doutores = D.r, Dr., D.rs, Drs.


doutora, doutoras = D.ra, Dra. D.ras, Dras.
presidente = Pres., Presid.
procurador = Proc.
professor, professores = Prof., Profs.
professora, professoras = Prof.ª, Profa., Prof.as, Profas.
promotor = Prom.
secretário, secretária = Sec., Secr.
senhor, senhores = S.r, Sr., S.rs, Srs.
senhora, senhoras = S.ra, Sra., S.ras, Sras.
senhorita, senhoritas = Sr.ta, Srta., Sr.tas, Srtas.
Sua Excelência = S..Ex.ª, S.Exa.
Sua Excelência Reverendíssima = S.Ex.ª Rev.ma, S. Exa. Revma.
Sua Senhoria = S.Sª, S.Sa.
você = V., v.
Vossa Alteza = V.A.
Vossa Eminência, Vossas Eminências = V.Em.ª, V.Ema., V.Em.as, V.Emas.
Vossa Excelência Reverendíssima, Vossas Excelências Reverendíssimas =
V.Ex.ª Rev.ma, V. Exa. Revma., V.Ex.as Rev.mas, V. Exas. Revmas.
Vossa Excelência, Vossas Excelências = V.Ex.ª, V.Exa., V.Ex.as, V.Exas.
Vossa Magnificência, Vossas Magnificências = V. Mag.ª, V.Maga., V.Mag.as,
V.Magas.
Vossa Majestade = V.M.
Vossa Reverendíssima, Vossas Reverendíssimas = V. Ver.ma, V. Revma.,
V.Rev.mas, V. Revmas.
Vossa Reverência, Vossas Reverências = V.Rev.ª, V.Reva., V. Rev.as, V.Revas.
Vossa Senhoria, Vossas Senhorias = V.S.ª, V.Sa., V.S.as, V.Sas.

ANEXO 2 – Palavras e frases de uso recomendável – quadro meramente


ilustrativo

EM VEZ DE ESCREVA
Servimo-nos da presente para Informamos
informar
Venho pelo presente informar Informamos
Por intermédio desta comunicamos- Comunicamos; informamos
lhes
Desejamos levar ao conhecimento de Informamos-lhes que
Se possível, gostaríamos que nos Informem-nos sobre
informassem
Vimos pela presente encaminhar-lhes Encaminhamos
Por obséquio, solicitamos que Solicitamos verificar
verificassem
Vimos solicitar Solicitamos
Acusamos o recebimento Recebemos
Chegou-nos às mãos Recebemos
Encontra-se em nosso poder Recebemos
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É com satisfação que acusamos o Recebemos


recebimento
Temos a honra de convidar Convidamos
Temos a satisfação de comunicar Comunicamos
Vimos pela presente agradecer Agradecemos
Pedimos a gentileza de nos enviar Solicitamos nos enviem; enviem-nos
Efetivamos-lhes uma remessa de Remetemos-lhes
Ficamos no aguardo de suas notícias Aguardamos informações
Procedemos à escolha Escolhemos
Faça chegar às mãos de Envie a
Anexo à presente Anexo
Seguem em anexo Anexamos
Enviamos em anexo Enviamos
Conforme acordado De acordo
Conforme seguem abaixo Relacionados a seguir
relacionados
Acima citado Citado
Antecipadamente gratos Agradecemos
Durante o ano de 2008 Em 2008
Com referência a Referente a
Sem outro particular para o momento Agradecemos a atenção
Sem mais para o momento Agradecemos a atenção
Com estima e consideração Agradecemos a atenção

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

1. Quanto à redação de correspondência, dados os itens seguintes que


contemplam os princípios da redação oficial:
I. Adoção de formatos padronizados.
II. Cortesia e parcialidade.
III. Emprego da ortografia oficial.
IV. Utilização de ambiguidade e redundância.
V. Transcrição dos dispositivos da legislação citados.
Verifica-se que estão corretos:
A) I e III, apenas.
B) II, IV e V.
C) I, II, III e V.
D) I, III e V, apenas.
E) I, II, III e IV.

2. Na redação oficial, deve-se ser objetivo, claro e conciso. O objetivo da


clareza é que o texto possa ser compreendido sem dificuldade. Para alcançar a
clareza no seu texto, o redator de um documento oficial necessita:
I. saber como ordenar palavras e ideias.

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II. ser capaz de lidar com o vocabulário da língua portuguesa.


III. saber como colocar no texto gírias e coloquialismos.
IV. utilizar termos técnicos em profusão.
V. usar excessivamente fatos e opiniões.
Estão corretos os itens:
A) I, II e V, apenas.
B) II, IV e V, apenas.
C) I, II, III, IV e V.
D) I e II, apenas.
E) I, II, III, apenas.

3. Dadas as proposições sobre a redação oficial na Administração Pública,


I. A redação oficial deve caracterizar-se pela pessoalidade, uso do padrão culto
da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
II. Há lugar na redação oficial para impressões pessoais, como as que, por
exemplo, constam de uma carta a um amigo, ou de um artigo assinado de
jornal, ou mesmo de um texto literário. A redação oficial deve ser isenta da
interferência da individualidade de quem a elabora.
III. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser
compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse
objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados
grupos.
IV. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na
redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais,
morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das
idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a
pretendida compreensão por todos os cidadãos. Verifica-se que:
A) somente II e IV são verdadeiras.
B) somente III e IV são verdadeiras.
C) todas são verdadeiras.
D) somente I, II e IV são verdadeiras.
E) somente IV é verdadeira.

4- Assinale a opção incorreta a respeito de correspondência oficial:

a) O resumo do assunto, na correspondência oficial, é chamado de ementa.


b) Se a forma de tratamento do destinatário da correspondência for Vossa
Excelência ou Vossa Senhoria, por força da concordância exigida para os
pronomes pessoais que a ele se referem, não se pode usar vosso e suas
flexões.
c) Introduzir um ofício usando frases como Viemos, por intermédio do presente,
acusar recebimento da petição e levar ao conhecimento de V. Sa. que ... é sinal
de elegância, concisão, correção linguística e respeito.
d) Denomina-se circular o instrumento de comunicação que se envia a vários
destinatários simultaneamente, com vistas à transmissão de instruções,
ordens, esclarecimento de conteúdo de leis, regulamentos etc.
e) Os fechos Atenciosamente e Respeitosamente são adequados para um
ofício.
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5. Observe o texto a seguir.

Brasília, 1.º de junho de 2003.

Para a Coordenação de Concursos do CESPE/UnB,

Requerimento:

JOSÉ DA SILVA DOS SANTOS REIS, devidamente inscrito no concurso para


TÉCNICO JUDICIÁRIO do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, com a inscrição
n.º 197.542/03, VENHO, POR DIREITO E MUI RESPEITOSAMENTE, solicitar a
Vocês a emissão de uma certidão de comparecimento nesta prova realizada
nesta data supracitada, uma vez que hoje estou trabalhando em turnos e
preciso comprovar meu afastamento do serviço no período da tarde, para
realizar o referido exame.

Nesses termos, peço aceitação do meu pedido e AGUARDO DEFERIMENTO.


Atenciosamente,

José da Silva dos Santos Reis.

Com respeito ao texto acima, assinale a opção correta:

a) O lugar correto para a colocação da data é à esquerda, e não à direita, como


se encontra no documento.
b) O tipo de documento adequado para tal finalidade não é o requerimento e,
sim, o ofício.
c) Em vez do pronome de tratamento “Vocês”, o redator deveria ter
empregado Vossas Excelências.
d) O candidato deveria ter solicitado uma declaração, e não uma certidão.
e) O fechamento “Atenciosamente” deveria constar antes do pedido de
deferimento.

6. Assinale a opção incorreta a respeito do texto a seguir.

ATA DA SALA 25

Realizou-se, na sala vinte e cinco, do prédio das Relações Humanas, da Escola


Martin Luther King, em Brasília, Distrito Federal, dia primeiro de junho de dois
mil e três, das quinze horas às dezoito horas e trinta minutos, portanto, com
três horas e meia de duração, esta prova (anexa) de Conhecimentos Gerais e
Específicos para o Cargo de Técnico Judiciário, do Tribunal de Justiça do Distrito
Federal e dos Territórios (TJDFT), conforme diz o Edital um de dois mil e três,
tendo comparecido todos os candidatos inscritos e, portanto, o índice de
abstensão foi de zero candidatos. Nada mais havendo a constar, eu, MARIA
DAS GRAÇAS LUZ FLORES, chefe de sala, lavrei esta ata que será assinada por
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mim, exprimindo a verdade dos fatos, sob o testemunho da fiscal de sala.


Brasília, 1.º/6/2003, Maria das Graças Luz Flores e Thomásia Aparecida Silva.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

a) A redatora da ata respeitou os requisitos formais para a redação do


documento, conforme os preceitos dessa tipologia de correspondência oficial.
b) A redatora, ao escrever por extenso os números da sala, das horas, da
duração da prova e do edital cometeu erros de grafia e de adequação ao tipo
de documento.
c) A grafia do vocábulo “abstensão” está incorreta, pois deveria ter sido escrito
abstenção.
d) A passagem “exprimindo a verdade dos fatos” pode ser suprimida do texto,
uma vez que essa informação deve estar pressuposta em toda
correspondência oficial.
e) O preenchimento do restante da linha após a última assinatura visa evitar
que outras pessoas possam adulterar o final do texto.

7. Assinale a opção correta com relação à redação oficial.

a) Na redação oficial, exige-se, além de lógica e coerência na organização das


ideias do texto, criatividade e eruditismo.
b) Ofício é a correspondência interna dos órgãos públicos que visa tratar de
assuntos administrativos e(ou) pessoais entre autoridades de mesma
hierarquia ou entre estas e inferiores hierárquicos.
c) O ofício deve apresentar, no fecho, o motivo da comunicação e a forma de
cortesia conveniente.
d) O relatório administrativo é uma narração de fatos e de ocorrências
administrativas ou pessoais e pode não apresentar conclusão devido a sua
natureza investigativa.
e) Em relatórios administrativos, pode-se incluir material ilustrativo, tais como
gráficos, tabelas e diagramas, que devem estar incorporados no texto ou
anexados a ele.

8. Assinale a opção incorreta com relação ao uso das formas de tratamento na


redação oficial.

a) Os pronomes ou expressões de tratamento podem ser grafados por extenso


nas correspondências oficiais.
b) Nas formas de tratamento, os pronomes Vossa e Sua devem ser
empregados, respectivamente, em relação à pessoa com quem se fala, isto é,
a quem se dirige a correspondência, e à pessoa de quem se fala.
c) É gramaticalmente correto e adequado ao padrão ofício o seguinte trecho de
início de correspondência oficial: “Encaminhamos a Vossa Senhoria as
informações referentes a seu pedido de 16 de fevereiro de 2006”.
d) A concordância de gênero com as formas de tratamento deve ser feita no
masculino, independentemente do sexo da pessoa a quem a forma de
tratamento se refira, pois o gênero deve ser mantido neutro nas
correspondências oficiais.
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e) Não se emprega a crase diante das formas de tratamento, ainda que estas
sejam subordinadas a termos que exijam preposição, com exceção dos
tratamentos senhora e senhorita.

9. Assinale a opção correta acerca da redação oficial.

a) Requerimento é um documento específico por meio do qual se solicita algo a


que se tem direito ou se supõe ter.
b) Memorando é uma correspondência oficial externa entre autoridades de
mesmo nível hierárquico, assemelhado, em sua estrutura, ao requerimento.
c) O fecho de um memorando apresenta expressões canônicas, tais como
“Nestes termos, aguarda deferimento” e “Espera deferimento”.
d) Memorando, ofícios e requerimentos devem ser numerados na borda
superior do papel, junto à margem esquerda.
e) A redação de um ofício assemelha-se, conforme o assunto tratado, à
produção literária, visto que é comum e aceitável, na elaboração desse tipo de
documento, o emprego de figuras de linguagem e de estruturas linguísticas
coloquiais.

10. Analise as afirmativas abaixo sobre correspondência oficial e comercial.

1. Circular é uma correspondência dirigida a várias repartições ou pessoas.

2. Edital é um instrumento de notificação pública que se afixa em local para


acesso por parte dos interessados, ou que se publica num órgão da imprensa.

3. Parecer é um documento específico de solicitação por meio do qual a pessoa


física ou jurídica (ato administrativo) requer algo a que tem direito, concedido
legalmente.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

a) É correta apenas a afirmativa 2.


b) São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
c) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
d) São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
e) São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.

Leia o texto a seguir para responder à questão 11.

Texto I

Hoje o “povo” é a base e o ponto de referência comum de todos os governos


nacionais, excetuando-se os teocráticos. Isso não apenas é inevitável, como
certo – afinal, se o governo tem algum objetivo, só pode ser o de cuidar do
bem-estar de todos os cidadãos e falar em nome deles. Na era do homem

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comum, todo governo é governo do povo e para o povo, embora não possa, em
qualquer sentido operacional do termo, ser exercido pelo povo.
Os governos dos Estados-Nação ou dos Estados territoriais modernos erguem-
se sobre três premissas. Primeira: eles têm mais poder que outras unidades
que operam em seu território. Segunda: os habitantes de seus territórios
aceitam sua autoridade mais ou menos de bom grado. Terceira: os governos
podem prover aos habitantes de seu território serviços que, de outro modo,
não seriam fornecidos com eficácia igual ou nem sequer seriam fornecidos –
serviços como “lei e ordem”, segundo a frase proverbial. Nos últimos trinta ou
quarenta anos, essas premissas vêm deixando de ser válidas.

11. Considerando que são características da linguagem oficial a clareza, a


concisão, a impessoalidade e o uso do nível formal da linguagem e que o texto
acima faça parte de um documento oficial, assinale a opção correta.
a) Como está, o texto pode fazer parte de um parecer, com o objetivo, por
exemplo, de sustentar uma opinião técnica submetida a exame.
b) Em um relatório, a linguagem precisaria ser mais formal, evitando-se, por
exemplo, o emprego de aspas e alterando-se a regência de “prover aos
habitantes” para prover os habitantes.
c) Em uma ata, a enumeração contida no segundo parágrafo deveria ser em
tópicos, com a margem recuada, como mostrado a seguir:
1ª eles têm mais poder que as outras unidades que operam em seu território;
2ª os habitantes de seus territórios aceitam sua autoridade mais ou menos de
bom grado;
3ª os governos podem prover aos habitantes de seu território serviços que, de
outro modo, não seriam fornecidos com eficácia igual ou nem sequer seriam
fornecidos.
d) Se o texto fizesse parte de um ofício, os pronomes de terceira pessoa
deveriam ser alterados para a primeira pessoa do plural ou deveria ser usada a
voz passiva.
e) Como está, o texto pode fazer parte de um edital porque argumenta quanto
a assunto público e de interesse do Estado.

12. Ao redigir um documento a ser enviado a uma autoridade, é necessário


empregar o pronome de tratamento adequado. Assinale a opção em que a
relação estabelecida entre as colunas não está de acordo com a normatização
do emprego dos pronomes de tratamento.
a) Vossa Excelência / presidente da República.
b) Vossa Magnificência / reitor de universidade.
c) Vossa Senhoria / senhor José da Silva.
d) Vossa Excelência / desembargador.
e) Vossa Senhoria / presidente do Supremo Tribunal Federal.

Texto II

Aos quatro dias de novembro de dois mil e hum, na sala do Diretor Central da
Escola Presidente Prudente, às quinze horas, conforme a publicação na página
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quarenta e seis do Diário do Poder Judiciário do Estado de Roraima, do dia vinte


e seis de outubro do mesmo ano, deu-se início à aplicação das provas objetivas
do concurso público para provimento das vagas em cargos de nível superior do
Tribunal de Justiça do Estado de Roraima. Dos cento e sessenta candidatos
inscritos para o cargo de biblioteconomista, indicados para ocuparem esse
local, faltaram quatro num percentual de noventa e sete e meio por cento de
comparecimento. Os faltantes foram os candidatos cujos nomes e números de
inscrição estão discriminados a seguir: Marcolino Medeiros de Menezes –
12.345; Joelma da Cruz Figueiras – 23.567; Nadiantunes Xavier Salgado –
38.990 e Julianes Bacheira da Silva Só – 47.001. Os trabalhos ocorreram no
esperado clima de tranquilidade, não havendo qualquer intercorrência
desabonadora do evento. Após três horas e trinta minutos de duração foram
recolhidos os materiais pertinentes, esvaziando a sala. Então foi lavrado este
documento o qual será assinado por mim, Manuel Maria Morais, fiscal de sala e
pelos meus dois auxiliares, dando por concluída a tarefa para a qual fui
especialmente contratado.

13. A respeito do expediente acima, assinale a opção correta.


a) Trata-se de um relatório técnico, incompleto, pois falta a listagem nominal e
por número de inscrição de todos os que compareceram, mas cuja omissão
justifica-se pela listagem nominal referida.
b) Trata-se de uma ata circular, feita antecipadamente, que deve ser entregue
a cada um dos candidatos presentes, ao término do expediente, a qual
documentará o comparecimento, para fins de abonação da falta ao serviço
particular.
c) Trata-se de um relatório administrativo, cujo teor, por equívoco, foi
registrado inadequadamente, por desconhecimento dos princípios da redação
oficial, por parte do relator, que se esqueceu de registrar os cargos dos
auxiliares.
d) Trata-se de uma ata convencional que apresenta os seguintes erros, entre
outros: grafia inadequada do numeral um, ausência da data, que deveria
anteceder a assinatura.
e) Trata-se de uma prestação de contas de um serviço realizado por uma
equipe, a fim de ser efetuado o pagamento da tarefa; como tal, não apresenta
erros graves, exceto o destaque em negrito do nome do evento e do cargo,
desnecessários para tal fim.

14. Assinale a opção que apresenta uma definição correta de ata.


a) Resumo escrito que constitui registro de fatos, ocorrências, resoluções,
decisões e deliberações de uma assembleia, sessão ou reunião.
b) Ato administrativo de correspondência entre agentes de uma mesma
repartição, no qual, de maneira simples e direta, são tratados assuntos de
rotina para conhecimento interno. Dispensa fórmulas de cortesia e demais
formalidades.
c) Exposição circunstanciada de atividade administrativa, ou relato mais ou
menos minudente que se faz por escrito, por ordem de autoridade superior ou
no desempenho das funções do cargo que exerce.

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d) Documento específico de solicitação, no qual o indivíduo expõe a matéria


objeto do pedido. Compõe-se de vocativo, preâmbulo, estado civil,
nacionalidade, idade, residência e profissão do peticionário, contexto e fecho.
e) Declaração firmada por alguém em razão do seu ofício, na qual afirma a
verdade de um fato ou estado, ou a existência de uma obrigação, e que,
fornecida a outrem, serve a este de documento.

Texto III

Ofício 75/99

Excelentíssimo Senhor Secretário,

1. Apraz-nos levar ao conhecimento de Sua Senhoria, para os fins pertinentes,


que recebemos solicitação do Ministério da Educação do Chile, relativa ao
envio do material resultante do seminário “Perspectivas de Educação a
Distância na América Latina”, realizado em Brasília-DF, nos dias 19 e 20 de
novembro último.
2. Muito nos agradeceria a Vossa Senhoria, encaminhar-nos o referido material,
com a maior brevidade possível, para que o mesmo possa ser remetido aos
interessados.
3. Aproveitamos o ensejo para reiterar a Sua Senhoria protestos de
consideração e apreço.

Brasília, 30 de novembro de 1999.

_______________José da Silva_______________
Diretor

15. Com relação ao vocativo e aos pronomes de tratamento utilizados no texto


acima, é correto afirmar que:
a) todos (vocativo e pronomes de tratamento) estão empregados
corretamente.
b) apenas os pronomes de tratamento utilizados no primeiro e no terceiro
parágrafos estão corretamente empregados.
c) apenas o pronome de tratamento utilizado no segundo parágrafo está
corretamente empregado.
d) apenas o vocativo e o pronome de tratamento utilizado no segundo
parágrafo estão corretamente empregados.
e) apenas o vocativo e os pronomes de tratamento utilizados no primeiro e no
terceiro parágrafos estão corretamente empregados.

16. Os itens abaixo são reescrituras de trechos do texto III. Indique a opção que
apresenta inadequação em relação às normas estabelecidas para uma correta
redação de correspondência oficial.
a) Linha 1: Senhor Secretário:
b) Primeiro parágrafo: Recebemos solicitação do Ministério da Educação do
Chile de envio de material resultante do seminário “Perspectivas de Educação
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a Distância na América Latina”, realizado em Brasília-DF, nos dias 19 e 20 de


novembro último.
c) Segundo parágrafo: Reivindicamos, pois, com urgência urgentíssima, o envio
do material referido, para que possam-se remete-los com a maior brevidade.
d) Início do fecho: Atenciosamente.

17. Com relação às características do texto III, é correto afirmar que:


a) todos os parágrafos do texto devem aparecer com numeração sequencial.
b) a data deveria vir à direita do papel, antes do vocativo.
c) o vocativo também deveria ser numerado.
d) não se trata, na verdade, de um ofício, mas de um atestado.
e) a correspondência não deveria vir assinada, já que se trata de expediente
interno.

Texto IV

Ao oitavo dia do mês de setembro do ano de 1998, às 20h30, em segunda e


última chamada, reuniram-se na sala de reuniões do Banco Jota os acionistas
relacionados no livro de presença, na folha 14, verso, para deliberarem sobre
assuntos constantes no edital de convocação, o qual foi previamente
distribuído a todos. (...)

18. Pelo teor do trecho inicial do texto oficial reproduzido acima, conclui-se que
se trata de um(a):
a) ata.
b) relatório.
c) circular.
d) memorando.
e) requerimento.

Texto V

Tendo em vista a necessidade de treinamento na área e conforme orientação


desse Centro e de acordo com mensagem de 20/11/94 no Informativo nº 1.000,
e considerando ainda a prioridade que tem merecido a melhoria de
atendimento os nossos clientes, solicitamos o especial obséquio de verificar a
possibilidade de incluir na pauta dos próximos cursos, ainda que para o
próximo semestre, os funcionários abaixo indicados para o treinamento de
Atendente de Público, se possível com prioridade.
Sem mais para o momento e certos de sua habitual presteza e atenção para
com as postulações deste Posto, desde já agradecemos, colocando-nos à sua
inteira disposição para quaisquer informações que se fizerem necessárias no
sentido de termos atendido nosso pleito, com a brevidade possível.

19. O texto acima infringe as normas exigidas de um texto oficial porque:


a) é ambíguo.
b) utiliza-se de linguagem prolixa.
c) não se utiliza do padrão culto da linguagem.
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d) não respeita, reiteradamente, as regras gramaticais da norma culta.


e) é redigido de forma obscura, de modo que não é possível compreender o
que se solicita.

Texto VII

ATA DA SALA 25

Realizou-se, na sala vinte e cinco, do prédio das Relações Humanas, da Escola


Martin Luther King, em Brasília, Distrito Federal, dia primeiro de junho de dois
mil e três, das quinze horas às dezoito horas e trinta minutos, portanto, com
três horas e meia de duração, esta prova (anexa) de Conhecimentos Gerais e
Específicos para o Cargo de Técnico Judiciário, do Tribunal de Justiça do Distrito
Federal e dos Territórios (TJDFT), conforme diz o Edital um de dois mil e três,
tendo comparecido todos os candidatos inscritos e, portanto, o índice de
abstensão foi de zero candidatos. Nada mais havendo a constar, eu, MARIA
DAS GRAÇAS LUZ FLORES, chefe de sala, lavrei esta ata que será assinada por
mim, exprimindo a verdade dos fatos, sob o testemunho da fiscal da sala.
Brasília, 1º/6/2003, Maria das Graças Luz Flores e Thomásia Aparecida Silva.
xxxxxxxxxxxxxxxx

20. Sobre Redação Oficial, relacione as colunas 1 e 2:

Coluna 1

1. Ofício
2. Memorando
3. Respeitosamente
4. Atenciosamente
5. Edital

Coluna 2

( ) Documento oficial que contém um aviso, uma informação ou uma


convocação e que se publica pela imprensa ou se afixa em local público.
( ) Documento que circula entre unidades administrativas de um mesmo órgão
que podem estar hierarquicamente em um mesmo nível ou em um nível
diferente.
( ) Fecho empregado para autoridade de hierarquia superior àquela do emissor.
( ) Documento que circula entre Agentes Públicos ou entre um Agente Público e
um Particular.
( ) Fecho empregado para autoridade de hierarquia inferior ou equivalente
àquela do emissor.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

a) 1 – 3 – 5 – 4 – 2
b) 2 – 5 – 1 – 3 – 4
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c) 2 – 5 – 4 – 1 – 3
d) 5 – 2 – 3 – 1 – 4
e) 5 – 2 – 4 – 1 – 3

21. Assinale a opção cujo fragmento obedece às exigências de correção


gramatical, impessoalidade e objetividade, próprias da redação de documentos
oficiais.

a) São passíveis de penhora o numerário pertencente à associação ainda que


em tal valor se insira o pagamento de salários de seus empregados. Na
realidade, a vedação legal de constrição atinge somente os salários
efetivamente recebidos.
b) Adicional noturno e horas extras não são abrangidos pelo conceito de
remuneração, logo, não pode sobre os mesmos incidir a contribuição
previdenciária, segundo entendimento embasado na Lei nº 8.112/1990.
c) Inexistindo, nos autos, provas concludentes no sentido de descaracterizar a
atuação de um dos acusados, mero empregado de imobiliária, que agiu
mediante ordens de seu preposto, mantêm-se a absolvição decretada, eis que
ausente a intenção de lesar o bem jurídico tutelado.
d) Deve ser anulado o julgamento do tribunal do júri, no qual a formulação dos
quesitos se deu de forma complexa, violando o procedimento normatizado,
cujo determina que os quais quesitos deverão ser feitos em proposições
simples e bem distintas.
e) Cuidando-se de empresa pública, a penhora dos valores existentes em sua
conta-corrente poderá ocasioná-la danos de difícil reparação, inviabilizando a
adimplência de compromissos assumidos, inclusive o pagamento de salários de
funcionários.

Texto VIII

Governo do Estado do Amazonas


Defensoria Pública do Estado do Amazonas

Of. nº 125/2003/SG

Manaus, 5 de outubro de 2003.

A Sua Excelência o Senhor


Deputado Jaime da Luz
Câmara dos Deputados
70160-900 – Brasília-DF

Assunto: Demarcação de terras indígenas

Senhor Deputado,

Informo a Vossa Excelência que as medidas tomadas em favor da demarcação


das terras indígenas estão amparadas pelo procedimento administrativo
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consuetudinário, com amparo legal e tendo em vista os princípios éticos,


conforme reza a moral e os bons costumes.
Reforço que a demarcação de terras indígenas deve ser precedida de estudos
e levantamentos técnicos que atendam ao dispositivo no art. 231, § 1º, da
Constituição Federal, os quais devem incluir os aspectos etno-históricos,
sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deve ser
feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente.
Sendo o que nos traz no momento, reiteramos nossas saudações.
Atenciosamente,

Marina Severina Nordestina


Secretária Geral

A partir das informações contidas no documento acima, julgue os itens


subsequentes.

22. Esse documento, com a data corretamente redigida e localizada, é o


centésimo vigésimo quinto ofício expedido no ano indicado pelo órgão
supracitado, sob a responsabilidade da secretaria geral.
23. No endereçamento, há um erro quanto ao emprego do pronome de
tratamento, pois deveria constar, abreviadamente, V.S.ª, ou seja, Vossa
Senhoria.
24. A signatária, ao flexionar no singular a forma verbal “reza”, no primeiro
parágrafo do texto, expressa que considera coisas distintas a “moral” e os
“bons costumes”.
25. O fecho dessa correspondência, adequadamente redigido e localizado,
serve também para fechamento dos expedientes denominados memorando e
requerimento.

Texto IX

Leia os seguintes fragmentos de um documento do padrão ofício para


responder aos próximos dez itens.

I – Solicitamos à Vossa Senhoria que sejam indicados, até 22 de maio do


corrente ano, os cinco servidores para participarem da elaboração dos
projetos.
II – Carlos de Sousa Soares
Diretor Geral de Recursos Humanos
III – Senhor Secretário,
IV – Respeitosamente,
V – Brasília, 27 de junho de 2002.
VI – Ofício nº 23/DRH/ME.

26. Observando o corpo de texto, pode-se inferir que a situação é mais


adequada a um memorando.
27. O nome por extenso do signatário é opcional, já que a assinatura é
obrigatória.
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28. No vocativo de um ofício, deveria constar apenas o nome do destinatário.


29. Considerando que o destinatário é de menor hierarquia que o signatário, o
fecho indicado está errado.
30. Em se tratando de um ofício, está faltando o endereçamento.
31. A sequência lógica do documento é: VI –V-III-I-IV-II.
32. A crase antes do pronome de tratamento é facultativa.
33. No texto, não há obediência ao princípio da concisão.
34. No vocativo, a vírgula poderia ser substituída por dois-pontos.

B- Julgue os itens a seguir e assinale CERTO (C) ou ERRADO (E):

1- ( ) CIRCULAR- Comunicação oficial, interna ou externa, expedida para


diversas unidades administrativas ou determinados funcionários.

2- ( ) MEMORANDO- Modalidade de comunicação entre unidades


administrativas de um mesmo órgão. Trata-se, portanto, de uma forma de
comunicação eminentemente externa.

3- ( ) OFÍCIO- Tem como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos


órgãos da Administração Pública entre si. Não pode ser expedido para
empresas particulares.

4- ( ) Todos os documentos oficiais devem ter a identificação do signatário.

5- ( ) Todos os documentos do “padrão ofício” devem ter obrigatoriamente a


colocação do local e da data alinhados à direita, na parte superior do
documento.

6- ( ) Os fechos de cortesia são “Atenciosamente” e “Respeitosamente”. O


primeiro para autoridades de hierarquia superior à do remetente e a segunda
para autoridades de mesma hierarquia ou hierarquia inferior à do remetente.

7- ( ) Não pode haver uso de negrito, itálico, sublinhado, letras maiúsculas,


sombreado, relevo, bordas ou qualquer outra forma de formatação no
documento.

8- ( ) O destinatário de um memorando é identificado pelo nome.

9- ( ) Por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com máximo de
clareza e concisão, os documentos oficiais requerem o uso do padrão oficial da
língua.

10- ( ) O uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada.

11- ( ) O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá
sempre sua compreensão limitada.

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12- ( ) A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a


exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado.

13- ( ) Não se admitem gírias nem regionalismos.

14- ( )Somente entre interlocutores que guardem entre si um tratamento de


intimidade admite-se o uso das formas “Tenho a honra de”, “Tenho o prazer
de”, “Cumpre-me informar que”.

15-( ) Desde que não haja exagero, a linguagem figurada ( ou conotativa) pode
ser empregada para se conferir ao texto um certo estilo literário que lhe dê
elegância.

16- ( ) O vocativo empregado para o Presidente da República, bem como para


senadores, ministros, juízes e governadores é “Excelentíssimo Senhor (a)”,
seguido do respectivo cargo.

17- ( ) Reitores de universidades são tratados por “Vossa Magnificência”.

18- ( ) O Papa é tratado por “Vossa Santidade”.

19- ( ) Reis, príncipes, duques, condes, barões, marqueses e outras autoridades


com títulos de nobreza são tratados por “Vossa Alteza”.

20- ( ) De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, as


autoridades tratadas por Vossa Excelência são as seguintes: Presidente da
República; Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Governadores e
Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das
Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais
ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos
Estaduais; Deputados Federais e Senadores; Ministros do Tribunal de Contas da
União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas
Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais; Ministros dos
Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes Auditores da Justiça Militar;
Prefeitos e Vereadores municipais.

GABARITO

1-D 21-B
2-D 22-E
3-B 23- E
4-C 24- C
5-D 25- E
6-B 26- C
7-E 27- E
8-D 28- E
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9-A 29- C
10-B 30-C
11-A 31- C
12-E 32-E
13-D 33- E
14-A 34- C
15-C
16-C
17-B
18-A
19-B
20-D

SEÇÃO B

1-C 17- C
2-E 18- C
3-E 19- E
4-E 20- E
5-E
6-E
7-E
8-E
9-E
10-E
11-C
12- C
13-C
14-E
15-E
16- E

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CUNHA, Celso Ferreira da; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do


português contemporâneo. 6. Ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013.
GOVERNO DO BRASIL. Manual de redação da Presidência da República.
Brasília, 1991.
KASPARY, Adalberto J. Redação oficial- normas e modelos. 18. Ed. Porto
Alegre: Edita, 2007.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 2. ed. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 1966.
SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. Escrever melhor: guia para passar a
limpo. São Paulo: Contexto, 2008.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RJ. Manual de Atos Formais de Gestão
Administrativa. Rio de Janeiro, 2014.

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