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Língua Portuguesa

e Literatura
Professor

Caderno de Atividades
Pedagógicas de
Aprendizagem
Autorregulada - 02
6° Ano | 2° Bimestre

Disciplina Curso Bimestre Série


Língua Portuguesa Ensino Fundamental 2° 6º ano

Habilidades Associadas
1. Relacionar o texto verbal ao texto não-verbal, como suporte para a compreensão textual.
2. Reconhecer as marcas de registro coloquial e de variedades.
3. Reconhecer onomatopeias e interjeições.
4. Diferenciar sentidos associados aos variados formatos de balão e tipos de letra empregados.
5. Reconhecer o sentido modalizador do grau dos substantivos e adjetivos.
Apresentação

A Secretaria de Estado de Educação elaborou o presente material com o intuito de estimular o


envolvimento do estudante com situações concretas e contextualizadas de pesquisa, aprendizagem
colaborativa e construções coletivas entre os próprios estudantes e respectivos tutores – docentes
preparados para incentivar o desenvolvimento da autonomia do alunado.
A proposta de desenvolver atividades pedagógicas de aprendizagem autorregulada é mais uma
estratégia pedagógica para se contribuir para a formação de cidadãos do século XXI, capazes de explorar
suas competências cognitivas e não cognitivas. Assim, estimula-se a busca do conhecimento de forma
autônoma, por meio dos diversos recursos bibliográficos e tecnológicos, de modo a encontrar soluções
para desafios da contemporaneidade, na vida pessoal e profissional.
Estas atividades pedagógicas autorreguladas propiciam aos alunos o desenvolvimento das
habilidades e competências nucleares previstas no currículo mínimo, por meio de atividades
roteirizadas. Nesse contexto, o tutor será visto enquanto um mediador, um auxiliar. A aprendizagem é
efetivada na medida em que cada aluno autorregula sua aprendizagem.
Destarte, as atividades pedagógicas pautadas no princípio da autorregulação objetivam,
também, equipar os alunos, ajudá-los a desenvolver o seu conjunto de ferramentas mentais, ajudando-o
a tomar consciência dos processos e procedimentos de aprendizagem que ele pode colocar em prática.
Ao desenvolver as suas capacidades de auto-observação e autoanálise, ele passa ater maior
domínio daquilo que faz. Desse modo, partindo do que o aluno já domina, será possível contribuir para
o desenvolvimento de suas potencialidades originais e, assim, dominar plenamente todas as
ferramentas da autorregulação.
Por meio desse processo de aprendizagem pautada no princípio da autorregulação, contribui-se
para o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para o aprender-a-aprender, o
aprender-a-conhecer, o aprender-a-fazer, o aprender-a-conviver e o aprender-a-ser.
A elaboração destas atividades foi conduzida pela Diretoria de Articulação Curricular, da
Superintendência Pedagógica desta SEEDUC, em conjunto com uma equipe de professores da rede
estadual. Este documento encontra-se disponível em nosso site www.conexaoprofessor.rj.gov.br, a fim
de que os professores de nossa rede também possam utilizá-lo como contribuição e complementação às
suas aulas.
Estamos à disposição através do e-mail curriculominimo@educacao.rj.gov.br para quaisquer
esclarecimentos necessários e críticas construtivas que contribuam com a elaboração deste material.

Secretaria de Estado de Educação

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Caro Tutor,
Neste caderno, você encontrará atividades diretamente relacionadas a algumas
habilidades e competências do 2º Bimestre do Currículo Mínimo de Língua Portuguesa
do 6º Ano do Ensino Fundamental. Estas atividades correspondem aos estudos durante
o período de um mês.

A nossa proposta é que você atue como tutor na realização destas atividades
com a turma, estimulando a autonomia dos alunos nessa empreitada, mediando as
trocas de conhecimentos, reflexões, dúvidas e questionamentos que venham a surgir
no percurso. Esta é uma ótima oportunidade para você estimular o desenvolvimento
da disciplina e independência indispensáveis ao sucesso na vida pessoal e profissional
de nossos alunos no mundo do conhecimento do século XXI.

Neste Caderno de Atividades, são apresentadas as histórias em quadrinhos e as


tirinhas. Na primeira parte deste caderno, o aluno vai conhecer um pouco desses
gêneros e reconhecer os tipos de linguagem utilizados em sua produção. Na segunda
parte, vai aprender sobre as onomatopeias e as interjeições, muito comuns nas histórias
em quadrinhos.
Para os assuntos abordados em cada bimestre, vamos apresentar algumas
relações diretas com todos os materiais que estão disponibilizados em nosso portal
eletrônico Conexão Professor, fornecendo diversos recursos de apoio pedagógico para o
Professor Tutor.
Este documento apresenta 06 (seis) Aulas. As aulas podem ser compostas por
uma explicação base, para que você seja capaz de compreender as principais ideias
relacionadas às habilidades e competências principais do bimestre em questão, e
atividades respectivas. Estimule os alunos a lerem o texto e, em seguida, a resolverem
as Atividades propostas. As Atividades são referentes a dois tempos de aulas. Para
reforçar a aprendizagem, propõem-se, ainda, uma pesquisa e uma avaliação sobre o
assunto.

Um abraço e bom trabalho!


Equipe de Elaboração

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Sumário

Introdução ......................................................................................... 03
Objetivos Gerais ................................................................................. 05
Materiais de Apoio Pedagógico ......................................................... 05
Orientação Didático-Pedagógica ....................................................... 06
Aula 1: Qual é a Linguagem? .............................................................. 07
Aula 2: Tudo em quadrinhos! ............................................................. 12
Aula 3: Ei, você aí! ............................................................................. 16
Aula 4: Toc-toc! Blim-blom!................................................................ 19
Aula 5: Cai, cai, balão! ....................................................................... 22
Aula 6: Acho que vi um gatinho! ...................................................... 26
Avaliação............................................................................................ 30
Pesquisa ............................................................................................. 33

Referências ....................................................................................... 35

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Objetivos Gerais

As histórias em quadrinhos (HQ’s), assim como as tirinhas, são gêneros


textuais que estão presentes no universo literário da maioria das pessoas e,
geralmente, constituem a entrada dos alunos no mundo da leitura. Para o trabalho
com esses textos, foram privilegiadas as seguintes habilidades: “relacionar o texto
verbal ao texto não-verbal, como suporte para a compreensão textual”; “reconhecer
marcas de registro coloquial e de variedades”, “reconhecer onomatopeias e
interjeições”, “diferenciar sentidos associados aos variados formatos de balão e tipos
de letra empregados”.

Materiais de Apoio Pedagógico

No portal eletrônico Conexão Professor, é possível encontrar alguns materiais


que podem auxiliá-los. Vamos listar estes materiais a seguir:

EF – 01

EF – 47
EF – 50
EF – 54
Teleaulas
EF – 2
EF – 3
EF – 64
EF – 78
EF – 84

Orientações http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/downloads/cm/cm_
Pedagógicas do CM 11_9_6A_2.pdf

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/downloads/cm/cm_
Recursos Digitais
12_9_6A_2.pdf

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Orientação Didático-Pedagógica

Para que os alunos realizem as Atividades referentes a cada dia de aula,


sugerimos os seguintes procedimentos para cada uma das atividades propostas no
Caderno do Aluno:
1° - Explique aos alunos que o material foi elaborado de forma que ele possa
compreendê-lo sem o auxílio de um professor.
2° - Leia para a turma a Carta aos Alunos, contida na página 3.
3° - Reproduza as atividades para que os alunos possam realizá-las de forma individual
ou em dupla.
4° - Se houver possibilidade de exibir vídeos ou páginas eletrônicas sugeridas na seção
Materiais de Apoio Pedagógico, faça-o.
5° - Peça que os alunos leiam o material e tentem compreender os conceitos
abordados no texto base.
6° - Após a leitura do material, os alunos devem resolver as questões propostas nas
Atividades.
7° - As respostas apresentadas pelos alunos devem ser comentadas e debatidas com
toda a turma. O gabarito pode ser exposto em algum quadro ou mural da sala para
que os alunos possam verificar se acertaram as questões propostas na Atividade.
Todas as atividades devem seguir esses passos para sua implementação.

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Aula 1: Qual é a Linguagem?

A Língua Portuguesa pode ser expressa por uma infinidade de linguagens. No


1° Bimestre, falamos sobre a linguagem formal e a linguagem informal. Vamos
relembrar o que vimos?
A linguagem formal é a que está o mais próximo possível das regras
transmitidas pelas Gramáticas Normativas e procura respeitar todas as “regrinhas” do
bem-falar e do bem-escrever que aprendemos na escola. É a forma privilegiada para
uso em situações comunicativas de grande formalidade, como em ambientes de
trabalho e entre pessoas com que não se tem intimidade.
A linguagem informal, por sua vez, é a que está presente nas conversas do dia
a dia, que vem “da boca do povo na língua errada do povo / Língua certa do povo”
(Manuel Bandeira). Nela, aparecem marcas como “tô”, em lugar de estou, “né”, no
lugar de não é? e “cantá”, no lugar de cantar. É a forma que aparece em situações
menos formais, como em uma conversa entre amigos ou uma carta entre irmãos.
Além dos dois tipos de linguagem acima mencionados, temos ainda o que diz
respeito à forma de transmissão da mensagem: a linguagem verbal, a linguagem
visual e a linguagem mista.
A linguagem verbal se caracteriza pela utilização da escrita ou da fala como
meio de comunicação. Enquanto vocês leem este material, a comunicação está se
realizando por meio da linguagem verbal, visto que são utilizadas palavras e frases
para transmitir a mensagem desejada. Também os bilhetes e as mensagens
instantâneas, que aprendemos no bimestre anterior, são exemplos do uso da
linguagem verbal.
A linguagem visual se caracteriza pelo uso de imagens, figuras, desenhos,
símbolos, danças, tons de voz, mímica, esculturas e gestos como meios de
comunicação. Quando um cachorro balança a cauda para mostrar que está feliz ou a
coloca entre as pernas para demonstrar medo, estamos diante de linguagem visual.
A linguagem mista é o uso simultâneo de linguagem verbal e de linguagem
visual. Histórias em quadrinhos, geralmente, possuem linguagem mista, porque às

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falas das personagens se unem detalhes visuais, como o formato dos balões, os gestos,
as fisionomias das personagens e a posição de seu corpo.
Observe os exemplos a seguir:

Os semáforos, assim como grande parte das placas


de trânsito, são ótimos exemplos de linguagem
visual, pois cada cor indica ao motorista o que ele
deve fazer para dirigir em segurança:
Vermelho – Pare.
Amarelo – Atenção.
Verde – Siga.

http://www.infoescola.com/comunicacao/linguagem-verbal-e-nao-verbal/

Ao contrário do semáforo, a placa de trânsito ao lado é


exemplo de linguagem mista.
http://aimore.net/placas/geral.html

As placas ao lado, por sua vez, são exemplos de


linguagem exclusivamente verbal, pois não
apresentam nenhuma imagem que as ilustre.

http://aimore.net/placas/geral.html

Com todas essas informações, vamos ver se você já consegue realizar algumas
atividades? Mãos à obra! Em caso de dúvidas, retorne aos exemplos.

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Atividade Comentada 1

1) Observe a tirinha abaixo para responder à questão proposta:

http://bichinhosdejardim.com/nova-ideia-2/

As tirinhas são compostas pelo que se chama linguagem mista. Quais são os tipos de
linguagens que participam da transmissão da mensagem nas tirinhas e nas histórias
em quadrinhos?
As histórias em quadrinhos e as tirinhas são compostas pela linguagem verbal e pela
linguagem visual.

2) Observe as figuras abaixo e indique se estamos diante de linguagem verbal,


linguagem visual ou linguagem mista:

a)

Linguagem visual.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13263

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b)

Linguagem mista.
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-494592826-placa-cuidado-cerca-eletrica-15-x-9-cm-_JM

c)

Linguagem verbal.
http://www.zun.com.br/linguagem-verbal-e-nao-verbal/

3) Marque V para a afirmação verdadeira e F para a afirmação falsa:

( V ) A linguagem verbal é aquela que utiliza a palavra na transmissão da mensagem.


( V ) Histórias em Quadrinhos, geralmente, apresentam linguagem verbal e visual.
( F ) As placas de trânsito utilizam linguagem verbal.
( F ) Linguagem verbal é aquela que transmite mensagens através de palavras e gestos.
( V ) Os gestos, os símbolos, os desenhos e as placas são exemplos de linguagem visual.

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4) Leia com atenção a História em Quadrinhos abaixo:

http://paginadeideias.blogspot.com.br/2011/04/linguagem-verbal-e-nao-verbal.html

a) O que a Mônica está fazendo nos 3 primeiros quadrinhos?


Dando banho em seu coelhinho, Sansão.
b) O que o Cascão está fazendo no quinto quadrinho?
Dando língua para a Mônica, querendo provocá-la e implicar com ela.
c) Qual é a reação da Mônica?
Imediatamente, lança o coelhinho Sansão na direção de Cascão.
d) Que tipo de linguagem aparece nesta história?
Linguagem visual.

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Aula 2: Tudo em quadrinhos

As tirinhas e as histórias em quadrinhos são pequenos textos narrativos,


elaborados com desenhos sequenciais que podem vir ou não acompanhados curtos
diálogos, convencionalmente apresentados no interior de balões. Logo, são textos que
mesclam a linguagem visual e a linguagem verbal, ou seja, que misturam à escrita
desenhos, imagens, balões e figuras que auxiliam na compreensão do texto.
Uma História em Quadrinhos que não possua a linguagem verbal não é
incompreensível, mas abre espaço a uma série de interpretações dos desenhos
apresentados.
Contrariamente, um texto que possua apenas a linguagem verbal sequer pode
ser considerado uma história em quadrinhos, visto que não possui a característica
principal desse tipo de texto: a representação dos personagens.

Observe a tirinha abaixo:


Veja que ela não apresenta nenhuma expressão verbal e que os dois primeiros
quadrinhos poderiam nos deixar dúvidas quanto à opinião da personagem Sally sobre o
fato de Linus estar chupando o dedo e segurando seu cobertorzinho azul.

Estaria ela achando “fofo” o


seu jeito? Estaria achando
“esquisito”? Só o último
quadrinho é que nos revela
que ela gostou do menino
Linus exatamente pelo por
seu jeitinho de ser.

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https://www.facebook.com/DepositoDeTirinhas

A partir dessas informações, vamos ver se você já consegue realizar algumas


atividades? Mãos à obra! Em caso de dúvidas, retorne às explicações.

Atividade Comentada 2

1) Observe a tirinha abaixo, composta apenas por linguagem visual. Complemente o


significado da tirinha, inventando uma conversa entre Mônica e Cebolinha a respeito
do fato de o Anjinho ter sua boia sobre a cabeça, em vez de usá-la em torno de seu
corpo.

http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira15.htm

É importante que o aluno consiga criar um diálogo minimamente coerente e


estruturado, que aborde o assunto sugerido no enunciado. Com este exercício, não
só se incentiva o aluno a escrever, como também se exercita a interpretação da
linguagem visual e a sua tradução em linguagem verbal. Uma sugestão de diálogo:
Cebolinha: “- Mônica, veja se não é o Anjinho aquele que está indo em direção ao
mar!”

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Mônica: “- Sim, Cebolinha! É ele mesmo!”
Cebolinha: “- Calamba! Mas como é que a boia dele foi palar na cabeça?”
Mônica: “- Aquilo não é uma boia, Cebolinha! Aquela é uma auréola à prova d’água!”

2) Observe a tirinha abaixo e responda às questões seguidamente propostas:

http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira28.htm

a) Qual é a característica principal do personagem Cascão?


Os alunos podem responder que a característica mais marcante desse
personagem é a sujeira ou a aversão ao banho.

b) Considerando essa sua característica, por que o pai da namoradinha de Cascão


imaginou que ele fosse o porquinho que aparece na tirinha?
Cascão seria tão famoso por sua sujeira que poderia ser facilmente
confundido com um porco.

3) Marque a opção que indica o humor da tirinha de Chico Bento:

http://www.monica.com.br/cookpage/cookpage.cgi?!pag=comics/tirinhas/tira309

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a) Chico Bento ficou invocado porque o outro personagem tem mais cabeças de
gado que o seu pai.
b) O personagem caçoa de Chico Bento porque seu pai tem poucos bois.
c) Chico Bento não compreendeu a fala do outro personagem e achou que o pai
dele possuía apenas as cabeças dos bois.
d) Chico Bento se sente humilhado pelo outro menino porque o pai dele tem
muitas cabeças de gado.

Resposta: A alternativa correta é a letra C “Chico Bento não compreendeu a fala do


outro personagem e achou que o pai dele possuía apenas as cabeças dos bois”.

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Aula 3: Ei, você aí!

Na Língua Portuguesa, existe um grupo de palavras denominadas interjeições.


Estas palavras exprimem estados emocionais, sensações ou sentimentos; expressam
susto, medo, raiva, alegria, tristeza, traduzindo, assim, estados de espírito daquele que
as pronuncia.
Os principais tipos de interjeições são aqueles que exprimem:

Admiração: Nossa! Caramba! Gente! Chamamento: Ei! Alô! Psiu! Pst!


Advertência: Cuidado! Calma! Olha! Desculpa: Perdão! Desculpe!
Afugentamento: Fora! Passa! Rua! Xô! Desejo: Oxalá! Queira Deus! Tomara!
Agradecimento: Obrigado! Obrigada! Despedida: Tchau! Adeus!
Alegria: Oba! Viva! Uhul! Eba! Iupi! Dor: Ai! Ui!
Alívio: Ufa! Arre! Ainda bem! Dúvida: Hum? Será? Hã?
Animação: Coragem! Força! Vamos! Espanto: Caramba! Nossa! Meu Deus!
Apelo: Alô! Olá! Socorro! Impaciência: Puxa! Raios! Affw! Pow!
Aplauso: Bravo! Viva! Apoiado! Isso! Saudação: Olá! Salve!
Cessação: Silêncio! Chega! Basta! Para! Terror / Medo: Cruzes! Barbaridade!

Como você pôde notar, algumas interjeições são compostas por duas ou mais
palavras. Como você também pôde notar, a mesma interjeição pode expressar
sentimentos diferentes, dependendo do contexto em que é utilizada. Observe:
a) Arre! Consegui terminar este trabalho! Não aguentava mais...
b) Como aquele meu vizinho é chato, arre!
Na primeira frase, a interjeição “Arre!” é utilizada para expressar o alívio do
locutor; na segunda, por sua vez, é utilizada para expressar a sua impaciência.

Com base nessas informações, vamos ver se você já consegue realizar algumas
atividades? Mãos à obra! Em caso de dúvidas, retorne às explicações.

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Atividade Comentada 3

1) Observe as frases abaixo:

a) Ui! Que susto!


b) Não chore! Vamos! Limpe as lágrimas.
c) Uau! Que moça bonita!
d) Outra reclamação? Caramba! Já estou cansada de suas desobediências na
Escola!

a) Sublinhe as interjeições presentes nas frases acima.


b) Reescreva as interjeições sublinhadas e diga o que elas expressam:
Ui! – Susto
Vamos! – Animação, encorajamento
Uau! – Surpresa, alegria
Caramba! – Impaciência, raiva

2) A mesma interjeição pode indicar sentimentos diferentes, dependendo da situação


em que é utilizada. Qual o sentimento expresso pela interjeição ‘Ah’ nas frases
abaixo?
a) Ah! Agora que a brincadeira estava ficando boa eu tenho que entrar? Tristeza,
frustração.
b) Ahh! Era mesmo o presente que eu queria! Alegria.
c) Ah! Não é possível! Ainda ontem o vi e ele estava bem... Descontentamento.

3) Reescreva as frases abaixo, substituindo as palavras destacadas por uma interjeição.


Veja o exemplo:
4) Já é noite! – disse a avó, admirada.
Puxa, já é noite! – disse a avó.

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a) Fiquem calados! Não consigo ouvir a novela.
Silêncio! Não consigo ouvir a novela.

b) Ganhamos o jogo! – gritou Rui todo animado.


Oba! Ganhamos o jogo!

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Aula 4: Toc-toc! Blim-blom!

Você já parou para perceber quantos são os barulhos que ouvimos em nosso
mundo? Do momento em que acordamos até a hora em que pegamos no sono, muitos
são os barulhos que escutamos. Do telefone à campainha que toca, passando pelo freio
do ônibus e pelo sinal que indica a hora do intervalo, nossos dias são embalados por
uma série de sons.
Como representá-los na escrita? Para isso, existem as onomatopeias, palavras
utilizadas para expressar os vários sons presentes em nosso dia a dia: ruídos, gritos, sons
da natureza, barulho de máquinas e de aparelhos eletrônicos. Para os índios tupis, tak e
tatak significam estalar, enquanto tek é o som de algo se quebrando. No geral, as
onomatopeias são de entendimento universal.
Quando dizemos que um grilo faz cri-cri ou que a batida à porta faz toc-toc,
estamos utilizando onomatopeias.

Observe:

A palavra onomatopeia deriva do


grego onomatopiía, que remete à
ação de inventar nomes. É a criação
de uma palavra a partir da imitação ou
reprodução aproximada de um som
natural a ela associado. No nosso
cotidiano, estamos sempre rodeados
dessas representações simbólicas, que
fazem parte do nosso universo
cultural.

http://linguaeliberdade.com.br/2009/12/onomatopeias-a-imitacao-do-som-em-historias-em-quadrinhos-%E2%80%93-hq/

Com todas essas informações, vamos ver se você já consegue realizar algumas
atividades? Então, mãos à obra!

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Atividade Comentada 4

1) As onomatopeias são palavras utilizadas para expressar os sons que geralmente


escutamos: socos, pancadas, toques de telefone, batidas na porta, os barulhos que
fazem os animais e os objetos. Complete os espaços abaixo com as onomatopeias
que expressam o que é pedido entre parênteses. Confira o exemplo e observe o
quadro:
Toc-Toc Triiim-Triim Bléééém Au-Au-Au
Piuííí-Piuííí Boom Poc-Poc Piu-Piu-Piu

MODELO:
Estava andando pela rua quando, de repente, escuto um estrondoso ______.
Era uma bomba que havia estourado no prédio ao lado do banco.
Estava andando pela rua quando, de repente, escuto um estrondoso boom. Era
uma bomba que havia estourado no prédio ao lado do banco.

a) Cuidado! Olhe o trem. Escute o piuííí-piuííí. (Trem)

b) Bléééém (Sino). Escute o sino. É hora da Missa.

c) Não aguento mais o poc-poc (Salto Alto) dos sapatos da vizinha de cima.

d) De longe já se escuta o au-au-au (Latido) dos cachorros que pressentem a


chegada de seus donos.

e) Nada me agrada mais do que o piu-piu-piu (Pássaros) dos passarinhos da


floresta.

f) Toc-toc (Batidas na Porta). – Mariana, atenda a porta, por favor?!

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g) Triiim-triim (Toque de Telefone). – Consultório médico, boa tarde!

2) Com base na tirinha da Mônica e do Cebolinha, responda às questões seguidamente


propostas:

http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira51.htm

a) Em um dos quadrinhos, aparece uma onomatopeia, que é uma palavra


utilizada para expressar os sons que geralmente escutamos: socos, pancadas,
toques de telefone, batidas na porta. Destaque a onomatopeia e declare qual é
o som que ela reproduz:
Tóim – reproduz o som de batida.

b) Pelo que se vê no último quadrinho, quem bateu e quem apanhou?


Diferente do que sugere o 2º quadrinho, não é Cebolinha que bate na Mônica
com seu tacape, mas é a Mônica quem bate em Cebolinha com seu coelhinho.

c) Na época das cavernas, os homens puxavam suas esposas pelos cabelos, o que
era feito em sinal de obediência e submissão. Em sua opinião, por que
Cebolinha fala que “a Mônica não pegou o espírito da época das cavernas”?
Porque a Mônica não compreendeu que era o Cebolinha quem deveria puxá-
la pelos cabelos.

d) Cebolinha é um personagem de Mauricio de Sousa conhecido por falar de


maneira errada, trocando o ‘r’ pelo ‘l’. Destaque da tirinha duas palavras em
que o personagem cometeu esse erro, escrevendo-a corretamente:
“Espílito” – espírito
“Cavelnas” – cavernas

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Aula 5: Cai, cai, balão!

Como vimos nas aulas anteriores, as tirinhas e as histórias em quadrinhos


mesclam a linguagem verbal e a linguagem visual. A linguagem visual consiste nos
desenhos que vêm delimitados por linhas retas, formando quadros que constituem as
menores unidades narrativas das tirinhas e das histórias em quadrinhos. A linguagem
verbal, por sua vez, consiste nas falas e nos pensamentos das personagens, que vêm
delimitadas por balões de diversos tipos.
Observe, abaixo, alguns tipos de balões:

Balão-fala: Indica a fala da personagem.

Balão-uníssono: Indica a fala de vários personagens ao mesmo


tempo.

Balão-pensamento: Indica o pensamento da personagem.

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Balão-cochicho: Indica que a personagem está cochichando,
falando em voz baixa.

Balão-berro: Indica o grito da personagem.

Xingamento Ideia Canção Sono

Os balões, além de inserirem o discurso direto na narrativa, indicando a


expressão das personagens, também participam da imagem, transformando o
elemento linguístico.

Enquanto o balão de fala apresenta um contorno


contínuo, nítido e forte, o balão de pensamento é
irregular e ondulado. Pensar é algo bem diferente de
falar em voz alta, ainda que a personagem esteja
falando sozinha. Graças à diferença visual entre os
balões, a diferenciação da fala e dos pensamentos
nos quadrinhos é bastante simples.

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Atividade Comentada 5

1) Observe a tira a seguir e responda às questões propostas:

a) O que os personagens Cebolinha, Mônica e Magali estão fazendo?


Os três estão dormindo.

b) Que tipo de balão é usado nos quadrinhos e o que ele representa?


O balão usado é o de pensamento e, no caso, representa os sonhos dos
personagens.

c) Diferente da Cebolinha e Mônica, Magali tem um jeito muito próprio de “contar


carneirinhos”. O que ela faz no sonho?
Em vez de “contar carneirinhos” como os outros, Magali corre atrás deles com garfo
e faca para comê-los.

2) Observe a tirinha abaixo e responda às questões propostas:

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http://jucienebertoldo.files.wordpress.com/2012/11/tirinhas-e-hstc3b3ria-em-quadrinhos1.pdf

a) Os pedidos de Calvin no primeiro e no segundo quadrinhos se direcionavam,


provavelmente, a quem?
Dirigiam-se a Deus.

b) O que sugerem as formas dos balões no primeiro e no segundo quadrinhos?


Sugerem que Calvin estava pensando.
3) Crie para cada quadrinho da tira a seguir, ao menos, um balão. No total, portanto,
você deverá criar, pelo menos, três balões: um de pensamento, um de grito e outro de
fala normal.

http://www.gazetadopovo.com.br/charges/index.phtml?foffset=0&offset=&ch=Marchesine

É importante que o aluno exerça sua criatividade, mas com coerência. Uma
possibilidade:
1º quadrinho: Vem cá, bichinho. Vem. (balão-pensamento)
2º quadrinho: Vem aqui, agora! Ainda vou te pegar! (balão-berro)
3º quadrinho: ... então, eu peguei esse aqui, ó. Até que não foi tão difícil. (balão-fala)

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Aula 6: Acho que vi um gatinho!

No 1º Bimestre, aprendemos sobre duas classes de palavras que são


primordiais para a Língua Portuguesa: os substantivos e os adjetivos. Vamos
relembrar?
Os substantivos são as palavras que designam todo tipo de ser: pessoas,
coisas, divindades, estados de espírito, sentimentos, etc. Assumem as categorias de
gênero e número, sendo flexionadas em masculino e feminino, singular e plural.
Os adjetivos, por sua vez, são palavras que designam qualidades e
características atribuídas aos substantivos. Por modificar os substantivos, assim como
eles, também assumem as categorias de gênero e número, flexionando-se em
masculino e feminino, singular e plural.
Além dessas, outra categoria que pode ser observada tanto entre os
substantivos quanto entre os adjetivos é a de grau.

1. Grau dos Substantivos


Nos substantivos, o grau serve para indicar proporção maior ou menor em
relação a um ponto de referência considerado normal: casarão – casa – casinha.
A indicação do grau pode ser feita por meio de dois processos:
a) Processo analítico: quando à forma normal são associados adjetivos que
indiquem aumento ou diminuição:
menino grande – menino – menino pequeno
b) Processo sintético: quando à forma normal são acrescidos sufixos
aumentativos ou diminutivos:
meninão – menino – menininho

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Além de indicar aumento ou diminuição, a categoria de grau dos substantivos
pode expressar, ainda, certos valores semânticos específicos. No aumentativo, pode
haver um valor depreciativo ou pejorativo, ao passo que, no diminutivo, podem-se
verificar a afetividade ou o desprezo. Observe:

Ó pezão, chuta logo essa bola! Seu filhinho é muito educado!


Não se misture com essa gentalha. Vimos um filminho muito fraco.

2. Grau dos Adjetivos


Nos adjetivos, a categoria de grau indica a intensidade maior ou menor com
que uma qualidade é atribuída ao substantivo: facílimo – fácil.
Assim como nos substantivos, a indicação do grau nos adjetivos pode ser feita
por meio de dois processos:
a) Processo analítico: quando à forma normal são associados advérbios que
indiquem intensificação:
muito fácil – mais belo
b) Processo sintético: quando à forma normal são acrescidos sufixos
intensificadores:
facílimo – belíssimo

Grau Comparativo
Designa a intensidade maior ou menor com que uma qualidade ocorre em um dos
elementos postos em confronto.
Igualdade A casa é tão antiga quanto seu dono.
Superioridade A casa é mais antiga do que seu dono.
Inferioridade A casa é menos antiga do que seu dono.

Grau Superlativo
Designa uma qualidade que é atribuída em grau intenso a um substantivo.
Absoluto A vida é curtíssima / A vida é muito curta.
Superioridade Chegou ao Brasil a mais alta autoridade em Física.
Relativo
Inferioridade Escolheram o aluno menos inteligente.

Que tal, a partir de agora, rever o que aprendeu na atividade a seguir?

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Atividade Comentada 6

Observe a tirinha abaixo e responda às questões 1 e 2:

http://veredasdalingua.blogspot.com.br/2011/07/substantivo-flexao-de-grau.html

1) Costuma-se falar a respeito de “histórias de pescador”, que geralmente são


consideradas falsas. Na tirinha lida, um dos pescadores utiliza diversos substantivos no
grau aumentativo. Que substantivos são esses?
Peixe, boca, homem e rapaz.

2) O que indica que o outro pescador considera o comentário de seu “compadre”


como mentira?
A fala “Você aumenta tudo, compadre!”.

3) Nas frases a seguir, indique o efeito do uso do aumentativo e diminutivo,


correlacionando as colunas.
(5) A Juliana Paes é linda. Um verdadeiro mulherão! (1) Pejorativo
(2) Fala, Pedrinho! Há quanto tempo, hein! Acho que não te (2) Carinho
vejo desde a faculdade... Como você está? (3) Tamanho
(4) Que carrão, hein! Velho, pneu careca e faltando pedaço. (4) Ironia
(1) Por favor, troca de canal. Esse filminho está muito sem (5) Elogio
graça.
(3) Que casarão! São cinco salas, uns dez quartos e oito
banheiros.
Avaliação

Caro Professor Aplicador, sugerimos algumas diferentes formas de avaliar as


turmas que estão utilizando este material:
Nas disciplinas em que os alunos participam da Avaliação do Saerjinho, pode-se
utilizar a seguinte pontuação:
 Saerjinho: 2 pontos
 Avaliação: 5 pontos
 Pesquisa: 3 pontos

As disciplinas que não participam da Avaliação do Saerjinho podem utilizar a


participação dos alunos durante a leitura e execução das atividades do caderno como
uma das três notas. Neste caso, teríamos:
 Participação: 2 pontos
 Avaliação: 5 pontos
 Pesquisa: 3 pontos

1) As interjeições são palavras que expressam alguns de nossos sentimentos: susto,


medo, raiva, alegria, tristeza. Complete os espaços abaixo com a interjeição correta
entre as especificadas no quadro abaixo, de acordo com a emoção determinada entre
parênteses. Confira o exemplo:

Poxa! Oba! Uhuul! Nossa! Ah! Droga!

MODELO:
______ (Alegria)! A mamãe vai fazer bife com batatas fritas para o almoço!
Oba! A mamãe vai fazer bife com batatas fritas para o almoço!
a) Telefone para mim? Poxa! (Irritação). Não aguento mais falar com ninguém.

b) Uhuul! (Animação)! Nosso time ganhou o campeonato de futebol do bairro!


c) Ahh! (Tristeza). Não sabia que você tinha esse compromisso hoje.

d) Nossa! (Surpresa) Precisa falar desse jeito comigo?

e) Droga! (Raiva)! Eu me esqueci de fazer o trabalho de Português.

Observe a tirinha abaixo e responda às questões 2 e 3:

2) De acordo com a tirinha, Chico Bento parece ter entendido a finalidade das histórias
para dormir? Por quê?
Não, porque ele reclama com o pai que sempre dorme no meio das histórias, mas
esse é a verdadeira finalidade. Por isso, são histórias para dormir.

3) Você deve ter observado que os personagens da tira usam uma linguagem muito
característica, diferente daquela que normalmente vemos nas novelas e jornais da
televisão, por exemplo.
a) Explique por que a fala deles é tão diferente.
A fala deles é diferente porque reproduz a linguagem usada nos meio rural, diferente
daquela geralmente usada nas cidades, no meio urbano.

b) Agora, retire da tirinha três palavras e as reescreva da forma como elas seriam ditas
se a situação se passasse na cidade.
Entre algumas possibilidades, o aluno poderia escolher:
“Num” – não
“Pr’eu” – para eu
“drumi” – dormir
“Pru que” – Por quê?
“Fio” – filho

Leia a tirinha a seguir e responda às questões 4 e 5:

4) No primeiro quadrinho, o personagem Cebolinha usou duas onomatopeias para


tentar reproduzir sons comuns em carros. Que sons ele tentou reproduzir?
A primeira reproduz o ronco de um motor (“Vrumm!”). Já a segunda, representa uma
buzina (“Biiibiibiii!”).

5) Considerando a situação da tira, explique:


a) Por que as letras do nome Cebolinha, no segundo quadrinho, estão maiores e
em negrito (mais escuras)?
Porque indicam que o pai de Cebolinha está gritando com ele, chamando sua
atenção.

b) Por que Cebolinha não deveria brincar de carrinho perto do amigo de seu pai?
Porque ele tinha sido atropelado e, provavelmente, ainda estaria traumatizado.
Pesquisa

Caro professor aplicador, agora que os alunos já estudaram todos os principais


assuntos relativos ao 2° bimestre, é hora de discutir um pouco sobre a importância
deles e a pesquisa é uma oportunidade para referenciar experiências. Essa proposta é
composta por três questões, às quais o aluno responderá após interagir com os colegas
e, se possível, pesquisar na internet, jornais ou revistas. O contato com essas fontes de
informação seria bastante útil para garantir maior proveito na atividade. Por essa
razão, caro professor, se for inviável disponibilizar o acesso dos alunos a essas mídias,
pode ser interessante deixá-los concluir essa etapa em casa.
Esse é um momento no qual a busca do conhecimento é aguçada, trazendo o
aluno para um universo diferente, onde as respostas buscadas se tornam desafios,
tirando muitas vezes o aluno de um estado de acomodação e contribuindo para formar
novos pesquisadores.

I – Com a ajuda dos colegas de seu grupo, tente se lembrar de exemplos de linguagem
verbal, linguagem visual e linguagem mista. Pense em situações do seu dia a dia, como
placas, imagens etc. Liste os exemplos que tiverem lembrado em uma folha de papel
ofício, fazendo a seguinte separação:

LINGUAGEM VERBAL LINGUAGEM VISUAL LINGUAGEM MISTA

Se possível, recorte e cole os exemplos nos espaços correspondentes.


É importante observar o empenho dos alunos, as trocas entre os elementos de cada
grupo, o caricho e o esforço de pesquisa.
II – Apresente alguns exemplos de onomatopeias que você costuma utilizar para
representar os sons que escuta no seu dia a dia.
Os alunos precisam reunir alguns exemplos de palavras que reproduzem sons do
cotidiano.

III – Ainda com os seus colegas, selecione substantivos utilizados no grau aumentativo
e no grau diminutivo. Separe-os, como no quadro abaixo, de acordo com o significado
que assumem no contexto em que aparecem. Observe o exemplo:

PROPORÇÃO /
AFETIVIDADE PEJORATIVIDADE DESPREZO
TAMANHO
Aquela casinha é muito Venha conhecer minha Que casinha mais Não suporto a casinha
bonita. casinha. desarrumada. que me foi vendida.

Liste, pelo menos, cinco exemplos.


Para essa questão, é importante que os alunos explorem as diferentes possibilidades
de sentido para cada palavra selecionada no grau aumentativo e no grau diminutivo.

Para avaliar especificamente essa produção, é sugerido o auxílio de um professor da


disciplina.

OBS.: Essa atividade deverá ser feita em folha separada.


Referências

[1] BRANDÃO, Sérgio Vieira. Laboratório do Jovem Escritor: Gêneros Literários e


Narração. São Paulo: Paulinas, 2010.

[2] CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens.


São Paulo: Atual, 2009.

[3] MARCHUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In:


DIONÍSIO, Ângela P.: MACHADO, Anna R.: BEZERRA, Maria A. (org) Gêneros e ensino.
2ª edição Rio de Janeiro: Lucena, 2003.

[4] SAVIOLI, Francisco Platão. Gramática em 44 Lições com mais de 1700 Exercícios.
São Paulo: Ática, 1984.
Equipe de Elaboração

COORDENADORES DO PROJETO

Diretoria de Articulação Curricular

Adriana Tavares Maurício Lessa

Coordenação de Áreas do Conhecimento

Bianca Neuberger Leda


Raquel Costa da Silva Nascimento
Fabiano Farias de Souza
Peterson Soares da Silva
Ivete Silva de Oliveira
Marília Silva

PROFESSORES ELABORADORES

Andréia Alves Monteiro de Castro


Aline Barcellos Lopes Plácido
Flávia dos Santos Silva
Gisele Heffner
Leandro Nascimento Cristino
Lívia Cristina Pereira de Souza
Tatiana Jardim Gonçalves