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UNIFEMM - Centro Universitário de Sete Lagoas

GRUA.

JUNHO/2015.
UNIFEMM - Centro Universitário de Sete Lagoas

Curso: Engenharia Civil

Turma: 2º Período – A.

Nomes: Karina Reis


Matheus Felipe
Marcos Almeida
Maurício Faria
Natália Rodrigues
Patrícia Moreira
Raul Lopes
Túlio Andrade

GRUA.

JUNHO/2015.
ÍNDICE

1- INTRODUÇÃO

1.1- Apresentação

1.2- O que é uma grua?

1.3- Elementos básicos de uma grua.

1.4- Tipos de grua.

1.5- Objetivo da pesquisa.

2- MATERIAIS

Materiais utilizados para montar a grua e a maquete.

3- METODOLOGIA

Passo a passo de como desenvolveu o protótipo.

4- INTERDISCIPLINARIDADE

4.1- Física

4.2- Desenho Projetivo

4.3- Introdução a Engenharia

5- CONSIDERAÇÕES FINAIS

6- BIBLIOGRAFIA.
1- INTRODUÇÃO

1.1- Apresentação

A construção civil vem crescendo e evoluindo cada ano que passa, e aliado a este
crescimento, a necessidade de novas tecnologias é indispensável. Com o
desenvolvimento de novos materiais de construção, da qualificação da mão de obra
e do aprimoramento das técnicas de execução e projeto, nossas obras se tornam
cada vez mais leves e velozes, buscando sempre a redução de custos e tempo.

O Brasil esta se desenvolvendo muito rapidamente e partindo dessas necessidades,


uma obra nos dias atuais em nosso país, independente se pequeno ou grande porte,
acabam utilizando de tais tecnologias. A parte logística de distribuição de cargas no
canteiro de obras de construção civil é considerada como um item fundamental para
a execução dos empreendimentos. E para suprir essa necessidade, o que
atualmente vem sendo implantada e aprovada no Brasil, são as gruas, também
chamadas de guindastes.
1.2- O que é uma grua?

Também chamada de guindaste universal de torre, é um equipamento desenvolvido


para auxiliar no transporte de cargas, tanto na horizontal como na vertical, tendo
sido criada na Europa bem antes da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Foi
mantida a sua concepção inicial sem grandes alterações até os dias de hoje. Desta
forma, podemos dizer que é um equipamento de grande durabilidade e versatilidade:
tendo manutenção adequada, poderá ser utilizado por várias décadas.

Ela é uma estrutura metálica de grande porte, pode ter altura de trabalho de 10
metros até 150 metros ou mais. A grande evolução ocorrida com as Gruas
atualmente ocorreu a partir de 1997, quando houve a inserção junto ao sistema de
comando dos motores elétricos convencionais existentes, o sistema eletrônico de
variador de frequência ou conversor de torque, fazendo com que a grua trabalhe
mais suavemente, com arranque menos brusco acarretando menores manutenções
e menor desgaste, inclusive com maior economia no consumo de energia elétrica.
1.3- Elementos básicos de uma grua (servem para qualquer tipo de guindaste),
iniciando pela extremidade inferior da grua:

 Truques de Translação (grua móvel).


 Carro Base (móvel ou fixo) e Base Fixa.
 Peso de Base.
 Elemento de Pore (Base).
 Mãos de parvos ou do presidente.
 Elemento de Torre (Interno ou Externo).
 Gaiola de Telescopagem.
 Porta Rolamento.
 Elemento Cabine.
 Cabine.
 Ponta da Torre.
 Contra-Lança.
 Tirantes da Bazuca-Lança.
 Contra peso de Contra-Lança.
 Lança.
 Tirantes da Lança.
 Carrinho da Lança.
 Moitão de Carga.
 Sistema Operacional.
 Limites de Segurança.
1.4- Tipos de grua

Grua móvel sobre trilhos

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Grua fixa com contra pesos de base

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Grua fixa com mão francesa e chumbadores de base

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Grua fixa com chumbadores de base

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Grua ascensional

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Grua móvel auto-montante

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Grua móvel com lança retrátil

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Grua fixa com lança basculante

Móvel Ascensional Fixa com mão francesa

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1.5- O objetivo geral da pesquisa é desenvolver um protótipo de uma grua, de forma


que possa funcionar corretamente levantando o peso, representando-a em um
campo de obra através de uma maquete, relacionando-a com outras disciplinas já
vistas e mostrando a sua importância na área da construção civil.
2- MATERIAIS

Para montar a grua:

 palito de churrasco
 cola quente
 madeirite
 trilho de cortina
 linha de anzol
 presilha para cortina
 durepoxi
 tampa de plástico
 parafuso
 porca
 isopor
 pedra de granito
 tinta

Para montar a maquete:

 Madeirite
 Isopor
 Areia
 Brita
 Terra
 Cimento
 Objetos de brinquedos (ferramentas, veículos)
 Tinta
3- METODOLOGIA

Inicialmente montamos uma grua em miniatura, que é composta pela torre (vertical)
e a pluma (peça horizontal), utilizando palito de churrasco, cola quente, durepoxi,
trilho de cortina, presilha para cortina, pedra de granito (para a base da grua). Para o
cabo do guincho utilizamos a linha de anzol, o peso e o contrapeso foram
representados por isopor, o eixo pela tampa de plástico e para fixar a torre com a
pluma utilizou parafuso e porca.
4- INTERDISCIPLINARIDADE

4.1- Física

- Mecânica

Primeira Lei de Newton – Princípio da Inércia

Esse princípio indica que a velocidade vetorial de um ponto material, não varia. Se o
ponto estiver em repouso permanece em repouso e, se estiver em movimento,
permanece com velocidade constante realizando movimento retilíneo e uniforme. Na
prática não é possível obter um ponto material livre da ação de forças. No entanto,
se o ponto material estiver sujeito a nenhuma força que atue sobre ele, ele estará
em repouso ou descreverá movimento retilíneo e uniforme. A existência de forças,
não equilibradas, produz variação da velocidade do ponto material.

A tendência que um corpo possui de permanecer em repouso ou em movimento


retilíneo e uniforme, quando livre da ação de forças ou sujeito a forças cuja
resultante é nula, é interpretada como uma propriedade que os corpos possuem
denominada Inércia.

Quando maior a massa de um corpo maior a sua inércia, isto é, maior é sua
tendência de permanecer em repouso ou em movimento retilíneo e uniforme.
Portanto, a massa é a constante característica do corpo que mede a sua inércia.

Um corpo em repouso tende, por sua inércia, a permanecer em repouso. Um corpo


em movimento tende, por sua inércia, a manter constante sua velocidade.

“Se nenhuma força atua sobre um corpo, sua velocidade não pode mudar, ou seja, o
corpo não poderá sofrer uma aceleração.”

Aplicando no nosso protótipo:


Segunda Lei de Newton - Princípio Fundamental da Dinâmica

Quando aplicamos uma mesma força em dois corpos de massas diferentes


observamos que elas não produzem aceleração igual.

A 2ª lei de Newton diz que a Força é sempre diretamente proporcional ao produto da


aceleração de um corpo pela sua massa, ou seja:

Ou em módulo: F=ma

Onde:

F é a resultante de todas as forças que agem sobre o corpo (em N);

m é a massa do corpo a qual as forças atuam (em kg);

a é a aceleração adquirida (em m/s²).

A unidade de força, no sistema internacional, é o N (Newton), que equivale a kg m/s²


(quilograma metro por segundo ao quadrado).

Força Peso

Quando falamos em movimento vertical, introduzimos um conceito de aceleração da


gravidade, que sempre atua no sentido a aproximar os corpos em relação à
superfície.

Relacionando com a 2ª Lei de Newton, se um corpo de massa m, sofre a aceleração


da gravidade, quando aplicada a ele o principio fundamental da dinâmica poderemos
dizer que:

A esta força, chamamos Força Peso, e podemos expressá-la como:

ou em módulo:

O Peso de um corpo é a força com que a Terra o atrai, podendo ser variável, quando
a gravidade variar, ou seja, quando não estamos nas proximidades da Terra.
A massa de um corpo, por sua vez, é constante, ou seja, não varia.

Além da Força Peso, existe outra que normalmente atua na direção vertical,
chamada Força Normal.

Esta é exercida pela superfície sobre o corpo, podendo ser interpretada como a sua
resistência em sofrer deformação devido ao peso do corpo. Esta força sempre atua
no sentido perpendicular à superfície, diferentemente da Força Peso que atua
sempre no sentido vertical.

Analisando um corpo que se encontra sob uma superfície plana verificamos a


atuação das duas forças.

Para que este corpo esteja em equilíbrio na direção vertical, ou seja, não se
movimente ou não altere sua velocidade, é necessário que os módulos das forças
Normal e Peso sejam iguais, assim, atuando em sentidos opostos elas se anularão.

Aplicando no nosso protótipo:


- Princípio de funcionamento
A grua é um equipamento que tem como princípio de funcionamento a física,
diretamente ligado ao conceito de equilíbrio. Para que um corpo rígido esteja em
equilíbrio, além de não se mover, este corpo não pode girar. Por isso precisa
satisfazer duas condições:

1. O resultante das forças aplicadas sobre seu centro de massa deve ser nulo
(não se move ou se move com velocidade constante).
2. O resultante dos Momentos da Força aplicadas ao corpo deve ser nulo (não
gira ou gira com velocidade angular constante).

Tendo as duas condições satisfeitas qualquer corpo pode ficar em equilíbrio

- Torque ou Momento de força

O momento (M) de uma força é a capacidade dessa força fazer girar um objeto.
Para calcular essa grandeza, em relação a um referencial, é o produto
(multiplicação) da força aplicada a um corpo pela distância desta força até o ponto
de referência, isto é:

M = F. d

onde F é a força aplicada no corpo, d é a distância da força F até o


referencial de apoio (pólo) e a unidade do Momento é N.m

Momento é uma grandeza escalar, por isso, pode ser positivo ou negativo. O sinal
segue a seguinte convenção:

Quando a Força aplicada fornece uma rotação no sentido anti-horário, em


relação ao ponto de referência, o momento é positivo,

Caso a Força aplicada fornece uma rotação no sentido horário, em relação ao


ponto de referência, o momento é negativo.

Vejamos o esquema abaixo para exemplificar os dois casos citados acima:

Momento Positivo: como podemos observar na figura abaixo a força aplicada à


barra faz com que essa gire no sentido anti-horário.
Momento Negativo: como podemos observar na figura abaixo a força aplicada à
barra faz com que essa gire no sentido horário.

Aplicando no nosso protótipo:


- Centro de massa
Um corpo extenso pode ser considerado um sistema de partículas, cada uma com
sua massa.
A resultante total das massas das partículas é a massa total do corpo. Seja CM o
ponto em que podemos considerar concentrada toda a massa do corpo, este ponto
será chamado Centro de Massa do corpo.
Para corpos simétricos, que apresentam distribuição uniforme de massa, o centro de
massa é o próprio centro geométrico do sistema. Como no caso de uma esfera
homogênea, ou de um cubo perfeito.
Para os demais casos, o cálculo do centro de massa é feito através da média
aritmética ponderada das distâncias de cada ponto do sistema.
Fórmula do centro de massa:

Aplicando no nosso protótipo:


4.2- DESENHO PROJETIVO

O desenho projetivo consiste na representação de peças e conjuntos através de


suas projeções ortogonais, chamadas também de vistas ortográficas. Além das
vistas ortográficas envolve também as vistas auxiliares e as vistas secionais.

Aplicando no nosso protótipo:


4.3- INTRODUÇÃO A ENGENHARIA

- Segurança do Trabalho

Normas Técnicas

 NBR 4309:2009 - Equipamentos de Movimentação de Carga - Cabos de Aço -


Cuidados, Manutenção, Instalação, Inspeção e Descarte.
 NBR 8400:1984 - Cálculo de Equipamento para Levantamento e
Movimentação de Cargas.
 NBR 11436:1988 - Sinalização Manual para Movimentação de Carga por
Meio de Equipamento Mecânico de Elevação.
 NBR 13129:1994 - Cálculo da Carga do Vento em Guindaste.
 NR 18.14.24 - Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da
Construção - Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas.

18.14.24 Gruas

 18.14.24.1- A ponta da lança e o cabo de aço de levantamento da carga deve


ficar no mínimo a 3,00m (três metros) de qualquer obstáculo e ter
afastamento da rede elétrica que atenda orientação da concessionária local.
Para distanciamentos inferiores a 3,00 m, a interferência deverá ser objeto de
análise técnica dentro do plano de cargas. A área de cobertura da grua, bem
como interferências com áreas além do limite da obra, deverá estar previstas
no plano de cargas específico da obra.
 18.14.24.2- É proibida a utilização de gruas para o transporte de pessoal.
 18.14.24.3- O posicionamento da primeira ancoragem, bem como o intervalo
entre as ancoragens posteriores, devem seguir as especificações do
fabricante, fornecedor ou empresa responsável pela montagem do
equipamento, disponibilizando no local os esforços atuantes na estrutura da
ancoragem e do edifício.
 18.14.24.4- Antes da entrega ou liberação para o início dos trabalhos com
gruas, deve ser elaborado um termo de entrega técnica prevendo uma
verificação operacional e de segurança, bem como teste de carga
respeitando os parâmetros indicados pelo fabricante.
 18.14.24.5- A operação da grua deve ser de conformidade com as
recomendações do fabricante. Toda grua deve ser operada através de cabine
acoplada à parte giratória do equipamento exceto gruas auto-montantes,
projetos específicos e/ou operação assistida.
 18.14.24.6- É proibido qualquer trabalho sob intempéries ou outras condições
desfavoráveis que exponham a risco os trabalhadores da área. A grua deve
dispor de dispositivo automático com alarme sonoro que indique a ocorrência
de ventos superiores a 42 Km/h. A operação com a grua deve ser
interrompida quando ocorrer ventos com velocidades superiores a referida.
Somente poderá ocorrer trabalho acima de 42 km/h de velocidade de ventos
mediante operação assistida. Sob nenhuma condição é permitida a operação
com gruas na ocorrência de ventos superiores a 72 Km/h.
 18.14.24.7- A estrutura da grua deve estar devidamente aterrada de acordo
com a NBR 5419 e a referida execução de acordo com o item 18.21.1. da
NR18.
 18.14.24.8- Para operações de telescopagem, montagem e desmontagem de
gruas ascensionais, o sistema hidráulico deverá ser operado fora da torre.
Não é permitida a presença de pessoal no interior da torre de grua durante o
acionamento do sistema hidráulico.
 18.14.24.8.1- As gruas ascensionais só poderão ser utilizadas quando suas
escadas de sustentação, dispor de sistema de fixação ou quadro-guia que
garantam seu paralelismo.
 18.14.24.9- É proibida a utilização da grua para arrastar peças, içamento de
cargas inclinadas ou em diagonais ou potencialmente ancoradas como a
desforma de elementos pré-moldados. Neste caso, a grua só deve iniciar o
içamento quando as partes estiverem totalmente desprendidas de qualquer
ponto da estrutura ou do solo.
 18.14.24.10- É proibida a utilização de travas de segurança para bloqueio de
movimentação da lança quando a grua não estiver em funcionamento. Para
casos especiais deverá ser apresentado projeto específico dentro das
recomendações do fabricante com respectiva ART. 1 de 10.
 18.14.24.11 Como itens de segurança obrigatórios à grua deve dispor de:

1. Limitador de momento máximo;

2. Limitador de carga máxima para bloqueio do dispositivo de elevação;

3. Limitador de fim de curso para o carro da lança nas duas extremidades;

4. Limitador de altura que permita frenagem segura para o moitão;

5. Alarme sonoro para ser acionado pelo operador em situações de risco e alerta,
bem como de acionamento automático quando o limitador de carga ou momento
estiver atuando.

6. Placas indicativas de carga admissível ao longo da lança, como especificado pelo


fabricante;

7. Luz de obstáculo. (Lâmpada Piloto);

8. Trava de segurança no gancho do moitão;

9. Cabos guia para fixação dos cabos de segurança para acesso à torre, lança e
contra-lança. Para movimentação vertical na torre da grua é obrigatório o uso de
dispositivo trava-quedas;

10. Limitador de Giro, quando a grua não dispuser de coletor elétrico;

11. Anemômetro;

12. Dispositivo nas polias que impeça a saída acidental do cabo de aço;

13. Proteção contra a incidência de raios solares para a cabine do operador


conforme disposto em 18.22.4;

14. Limitador de curso para o movimento de translação de gruas instaladas sobre


trilhos;
15. Guarda-corpo, corrimão e rodapé nas transposições de superfície;

16. Escadas fixas que obedeçam ao item 18.12.5.10;

17. Limitadores de curso para o movimento da lança. (Aplicável para gruas de lança
móvel ou retrátil)

http://www.material-didatico-grua.pdf

 18.14.24.13- Toda empresa fornecedora, locadora e de manutenção de gruas


deve ser registrada no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura
e Agronomia) para prestar tais serviços técnicos. Toda implantação,
instalação e manutenção de gruas devem ser supervisionadas por um
engenheiro mecânico com vínculo à respectiva empresa e para tais serviços,
deve ser recolhida à referida ART. (Anotação de Responsabilidade Técnica)
 18.14.24.14- Todo dispositivo auxiliar de içamento tais como caixas, garfos,
dispositivos mecânicos e outros, independentes do fornecedor devem: -
Dispor de maneira clara, dados do fabricante/responsável, quando aplicável; -
Ser inspecionado pelo sinaleiro/amarrador de cargas, antes de entrar em uso;
- Dispor de ART do dispositivo, elaborado por profissional legalmente
habilitado, descrevendo as características mecânicas básicas.
 18.14.24.15- Toda grua que não dispuser de identificação do fabricante, não
possuir fabricante ou importador estabelecido ou que já tenha mais de vinte
anos da data de sua fabricação, deverá possuir laudo estrutural e
operacional, que deverá estar garantindo a integridade estrutural e
eletromecânica, bem como atender as exigências descritas nesta norma,
inclusive com recolhimento de ART do profissional legalmente habilitado, para
tal documento. Este laudo deverá ser revalidado no máximo a cada dois anos.
 18.14.24.16- Não é permitida a colocação de placas de publicidade na
estrutura da grua, salvo quando especificado pelo fabricante do equipamento.
 18.14.24.17- A implantação e a operacionalização de equipamentos de
guindar devem estar previstas em um documento chamado “Plano de Cargas”
que deverá conter no mínimo as informações abaixo descritas:

DADOS DO LOCAL DE INSTALAÇÃO DO(s) EQUIPAMENTO(s)

1. Empreendimento:
2. Endereço Completo:
3. Número máximo de trabalhadores na obra:

EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OBRA

1. Razão Social:
2. Endereço Completo:
3. Dados: CNPJ / e-mail / Fone / Fax
4. Responsável Técnico:

DADOS DO(s) EQUIPAMENTO(s)

1. Tipo:
2. Altura inicial:
3. Altura final:
4. Comprimento da lança:
5. Capacidade de ponta:
6. Capacidade máxima / alcance:
7. Marca, modelo e ano de fabricação:
8. Outras características singulares do equipamento:

OBS.: quando não dispuser de identificação de fabricante, deverá atender ao item


18.14.24.15.

FORNECEDOR (es) / LOCADOR(es) DO(s) EQUIPAMENTO(s) /


PROPRIETÁRIO(s) DO(s) EQUIPAMENTO(s)

1. Razão Social:
2. Endereço Completo:
3. Dados: CNPJ / e-mail / Fone / Fax
4. Responsável Técnico:

RESPONSÁVEL (is) PELA MANUTENÇÃO DA(s) GRUA(s)

1. Razão Social:
2. Endereço Completo:
3. Dados: CNPJ / e-mail / Fone / Fax
4. Responsável Técnico:
5. Nº do CREA da Empresa:

RESPONSÁVEL (is) PELA MONTAGEM E OUTROS SERVIÇOS DA(s) GRUA(s)

1. Razão Social:
2. Endereço Completo:
3. Dados: CNPJ / e-mail / Fone / Fax
4. Responsável Técnico:
5. Nº do CREA da Empresa:
Uso de EPI

Equipamentos de proteção individual

6.1. Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se


Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso
individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de
ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

6.2. O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só


poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação -
CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

6.3. A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI


adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas
seguintes circunstâncias:

a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra
os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;

b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,

c) para atender a situações de emergência.

d) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;

e) exigir seu uso;

f) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em


matéria de segurança e saúde no trabalho;

g) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

h) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

i) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,


j) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.

l) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou


sistema eletrônico.

6.7 Responsabilidades do trabalhador.

6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:

a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;

b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;

c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,

d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

http://www.material-didatico-grua.pdf
Sinais de operação da grua

http://www.material-didatico-grua.pdf
5- CONSIDERAÇÕES FINAIS

- Vantagens de se utilizar uma grua:

 Aumenta a produtividade nas obras;


 Aumenta a velocidade de transporte de materiais e equipamentos;
 Aumenta a segurança;
 Reduz custos com mão de obra;
 Reduz o prazo de execução da obra;
 Reduz o congestionamento na obra;
 Reduz o ruído.

- Desvantagens de se utilizar uma grua:


6- BIBLIOGRAFIA

http://www.grubras.ind.br/produtos.php?codigo=4&produto=gbat-grua-automontante-
(grua-standart)&tipo=grua

http://pt.scribd.com/doc/43936709/Apostila-CEFET-Grua#scribd

http://www.sindusconsp.com.br/downloads/eventos/2011/boas_praticas_180211/boa
s_praticas_180211.pdf

http://www.fiepr.org.br/sindicatos/sindicaf/News21531content204097.shtml

http://www.gobatoengenharia.com.br/index.php/page/factory/11/0/15

http://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Dinamica/leisdenewton.php

http://www.coladaweb.com/fisica/mecanica/leis-de-newton

file:///C:/Users/Natalia/Downloads/80001724-Material-Didatico-Grua.pdf
Uso de gruas traz vantagens e segurança na realização de obras

O guindaste, também conhecido como grua, faz parte do grupo de equipamentos


indispensáveis para uma obra bem estruturada. Além de serem utilizadas para a
elevação e movimentação de cargas e materiais pesados, as gruas se destacam
pelo emprego de peças pré-montadas de grande porte que facilitam a montagem e
desmontagem do equipamento, ocupando um espaço menor no canteiro de obras e
gerando agilidade no prazo de execução das obras.

De acordo com o diretor da Emadel Engenharia e Obras, Luiz Alberto Langer, o uso
de guindastes proporciona grandes benefícios para a construção civil. “As gruas
ajudam a reduzir a mão de obra, trazendo maior mobilidade e segurança para os
trabalhadores”, afirma.

A utilização de guindastes na construção civil está cada vez mais presente nas
obras, principalmente com o advento dos pré-moldados empregados em diversos
tipos de construções. O equipamento, que é normalmente aplicado nas indústrias,
terminais portuários e aeroportuários, permite a movimentação e o transporte de
cargas grandes ou pesadas pela obra, diminuindo o tempo de execução dos
serviços.

Segundo o engenheiro civil da Emadel Engenharia e Obras, Rafael Baptista, como a


mão de obra com ajudantes está escassa, o uso de gruas consegue suprir essa
falta. “O equipamento tem a capacidade de carregar grandes volumes de materiais,
e ele consegue executar o trabalho de forma rápida. Sem dúvida, é um grande
benefício para auxiliar as obras”, ressalta.
Precauções - Com o aumento e modernização nas construções, a utilização do
equipamento é maior, tornando amplo o mercado de trabalho para o profissional
dessa área. Segundo o engenheiro, para a utilização de guindastes, o responsável
pelo equipamento deve tomar alguns cuidados básicos. O principal é a escolha de
uma empresa idônea e com experiência para fazer a locação dos equipamentos.
Além da escolha, Baptista alerta também para outro cuidado importante com relação
à visita no local da obra. A presença de profissionais especializados é fundamental e
pode diminuir os custos para garantir o sucesso no uso do maquinário. É importante
que o engenheiro tenha informações a respeito do peso da carga, altura da
instalação e o raio (o centro de giro até o centro de gravidade da peça). “A
preparação do local para receber os equipamentos é outra questão que merece
atenção ao usar os guindastes. Os principais itens que precisam ser verificados são:
o solo, o acesso e a rede de alta tensão”, explica o engenheiro.