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NEIVA PARTICIPAÇÕES LIDA

MEMORIAL DESCRITIVO DA USINA


FOTOVOLTAICA PEDRO DA SILVA NEIVA

(Capacidade lnstalada:30 M W )

R esponsável T écnico:

Eng° E le tricista Francisco Luna Tavares

CREA n 5 0 5 0 2 4 4 4 9 7 5

J U L H O ,2 0 1 5

HISTÓRICO DE REVISÕES

Versão Data Com entários

B
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SUMÁRIO

A. C A R A C T E R ÍS T IC A S G E R A IS D O E M P R E E N D IM E N T O ........................................................................................... 4

A .1 . M O T IV A Ç Ã O ..................................................................................................................................................................... 4

A .2. LO C A L IZ A Ç Ã O E A C E S S O S ....................................................................................................................................... 4

A .3. IN F R A E S T R U T U R A D IS P O N ÍV E L .......................................................................................................................... 6

A .4. R E C U R S O S O L A R E C O N D IÇ Õ E S C L IM Á T IC A S ............................................................................................... 6

A.4.1. DADOS SOLARIMÉTRICOS - descrição da fo n te ....................................................................................................7

A .5. C A R A C T E R IZ A Ç Ã O G E R A L D O T E R R E N O D A U F V .................................................................................... 11

A.5.1 D e s c riç ã o da U sin a S o la r .............................................................................................................................................12

B. C O N C E P Ç Ã O T É C N IC A DA U F V ..................................................................................................................................... 15

B .1 . C A R A C T E R ÍS T IC A S D A S U N ID A D E S G E R A D O R A S (M Ó D U L O S F O T O V O L T A IC O S E
IN V E R S O R E S )............................................................................................................................................................................ 15

B.1.1. M Ó DULO..................................................................................................................................................................15

B.1.2. INVERSOR................................................................................................................................................................ 17

B.2. D E S C R IÇ Ã O D O S D E M A IS C O M P O N E N T E S ................................................................................................... 20

B.2.1. TRABALHOS DE OBRA CIVIL................................................................................................................................... 20

B.2.2. SUBESTAÇÕES UNITÁRIAS, POSTOS DE SECCIONAMENTO e CASA DE CONTROLE...................................... 20

B.2.3. ESTRUTURA DE SUPORTE DOS MÓDULOS................................................................................................................ 20

B.2.4. SISTEMA DE MONITORAMENTO........................................................................................................................ 21

B.3. S IS T E M A S DE C O N T R O L E e E Q U IP A M E N T O S E L É T R IC O S .....................................................................22

B.4. C abos d e c o rre n te c o n tín u a strin g - caixas ju n ç ã o ........................................................................................... 24

B .5. C a b o s de c o rre n te c o n tín u a ca ixa s de ju n ç ã o - in v e rs o re s ............................................................................25

B .6. C a b o s de c o rre n te a lte rn a d a : M édia te n sã o in te rn a em 13,8 k V .................................................................. 25

B .7. C o n e c to re s de S tring e de m ó d u lo s ........................................................................................................................ 26

B.8. A ju s te s dos re lé s d e p ro te çã o e d o a n ti-ilh a m e n to do in v e rs o r .................................................................... 26

B.9. C a b e a m e n to d e b a ixa te n s ã o ................................................................................................................................. 27

B .10. P ro te ç õ e s d e b a ix a te n s ã o ...........................................................................................................................27

B .1 1 . S u b e s ta ç ã o e le v a d o ra , linha d e tra n sm issã o e E n tra d a d e L in h a ..........................................................27

B .11.1. D e s c ritiv o b á s ic o da s u b e s ta ç ã o ................................................................................................................... 28

C. IM P A C T O S S O C IO A M B IE N T A IS D E C O R R E N TE S D A C O N S T R U Ç Ã O E O P E R A Ç Ã O D A U F V 30

D. ÍN D IC E S DE IN D IS P O N IB IL ID A D E (T E IF E IP )...........................................................................................................31

E. C U S T O FIX O A N U A L DE O P E R A Ç Ã O E M A N U T E N Ç Ã O ...................................................................................... 32

F. D E S E N H O S D O P R O J E T O ................................................................................................................................................34
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F.1. LO C A L IZ A Ç Ã O E A C E S S O S À U F V .....................................................................................................................34

F.2. D IA G R A M A U N IF IL A R ............................................................................................................................................... 34

G. A R T .............................................................................................................................................................................................34
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A. CARACTERÍSTICAS GERAIS D O EM PR EEN D IM EN TO

A .l. M O T IV A Ç Ã O

A NEIVA PARTICIPAÇÕES LTDA desenvolveu u m e m p re e n d iw n to fo to v o lta ic o d esignado por Usina


to io v o lta ic a PEDRO DA SILVA NEIVA, d o ra va n te designada p o r UFV PEDRO DA SILVA NEIVA, c o m 0 o b je tiv o de
O artlcipar n o Leilão d e Energia d e Reserva a s e r re a lita c o e m 1 4 /0 8 /2 0 1 5 c o n fo rm e esta b e le cid o na PORTARIA N”
6 9 , DE 13 DE MARÇO DE 2015. O e m p re e nd im e n to fo to v o lta ic o e m causa desscn vo tvid o pela NEIVA
PARTICIPAÇÕES LTDA fica lo c a lita d o n o m u n icíp io d e Paracatu, n o Estaco d e M inas G erais. A nstalaçâo te m por
o b je to a produçã o c c e n e rg ia u tiliza n d o co m o fo n te a radiação solar. P a n o e fe ito a usina te rá in stalados 112.800
m ódulos fo to v o lta ic o s , m o d e lo CANADIAN SOLAR CS6X-320P d e 3 2 0 W p . que correspondem a uma potência
nom inal nstalaca d e 30 .0 0 0 k W n . A e s tru tu ra d e s u p o 'te d o s m ó d u lo s será fixa c o m In clinação d e 10°. orientada
para N o r e .

A o lo n g o d e ste m e m o ria l d e scritivo irem os caracterizar a UFV PEDRO DA SILVA NEIVA ro m base n o
d o cu m e n to . Instruções para Solicitação d e C adastram ento e H abilitação Técnica d e E m preendim entos
F otovoltaicos - Leilões d e Energia, da EPE, EPE-DEE-RE-065/20l3-r2, com d ata d e 13 d e m arço d e 2015.

A .2 . LO C A L IZ A Ç Ã O E ACESSOS

A UFV PEDRO DA SILVA NEIVA « t á localizada n o m u n icíp io d e P a ra ca tu , n o lim ite C e s te d o Estado de


M inas Gerais. O te rre n o d e stin a d o à sua Im plantação e n co n tra -se georrcferenclado pelas seguintes coordenadas
planim étricas 251524.9376 E. 8096567.7409 N (d o fu m SIRGAS 2COO) e deverá OCUpar a área to ta l d e 48.2121 ha
(q u a re n ta e o ito h ectares, v in te e u m a res c v in te e u m ce n tia re s) Já c o n tra ta d o s p e lo e m p re e n d e d o r na
m o d alidad e d e concessão d e uso. Na fig u ra 1 te m o s e m d e s ta q u e o m u n ic íp io d e P a ra c a tu , n o E s ta d o de
M in a s G erais e n o Brasil,

Figura 1. Localização d o Município


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Os m u n ic íp io s llm /tr o fe s d e P a ra c a tu sá o G u a rd a -M o r, ip a m e r (G O ), C ris ta lin a (G O ), U n a l, Jo3o


P in h e iro , I ag o a G ra n d e e V a z a n te . O Im ó v e l o b je to d o c o n tr a to d e concessão p a ra a im p la n ta ç ã o d a UFV
PEDRO DA S IIV A NEIVA ê d e n o m in a d o Fazenda C achorro e Teixeiras. e e n c c n tra -s e r e g is tra d o n o C a rtó rio de
P aracatu e m M in a s G e ra is , so b as m a tríc u la s n« 2 2 .9 9 7 e 1 9 .0 9 4 , l i v r o : 2, F o lh a s : 2 2 .5 8 6 e 18.662
re s p e tiv a m e n te , c o m a a re a to ta l d e 3 6 2 h a Na fig u ra 2 e s tá re s p re s c n ta d a a F azenda C a c h o rro e
T e ix e ira s .

F ig u ra 7. L im ite s d a Fazenda C achorro e T e ixe ira s.

O acesso a o local d c im plantacSo da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA é fe ito pela BR-040 durante
a p roxim ad am en te 35 km na d ireç3o N oroeste n o sentido d a cidade d e Cristalina. A o ch e g a r a subestação de
c o n e x ç lo d c e m p re e n d im e n to , a SE Paracatu 04, deve seguir-se pela estrada Im e d ia ta m e n te a n te s d e la b esquerda
d u ra n te a p roxim a d a m e n te 3 4 k m a té e n co n tra r a Fazendo C achorro e T e iie lra s . Na fig u ra 3 apresenta-se a
localização e o acesso d a fazenda em q u e stã o saindo d e Paracatu.
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Figura 3 lO M ll* a ç 3 o e a cesso ò U '-V PEDRO DA SILVA NEIVA.

A .3 . IN F R A E S T R U T U R A D IS P O N lV E l

A c a p ita l d o Estado, =aracatu, flC3 distante a prom m adam ente 6 9 km , flo local Oa UFV P edro d a Silva
N eiva. Destes a p ro xim a d a m e n te m e ta d e é fe ito p o r v ia asfaltada e o u tra m e ta d e e m estrada secundaria. Paracatu
é servido p o r duas rc d o vid s im p o rta n te s : BR-040 e M G -188, a lé m da GC-020, que fa re m a ligação d o m unicípio
com o u tra s p a rte s d o País, c o m o ta m h é m com o u tro s c e n tro s im p o rta n te s d o Estado. N o c e n tro d a cidade de
Paracatu, e n c c o tra m -ie Instituições públicas de saúde, segurança, educação e c u ltu ra , bem com o
estabelecim entos com erciais, d e serviços, h o te la ria e in stitu içõ e s financeiras com capacidade para d a r su p o rte ao
e m p re e n d im e n to d u ra n te a sua instalação e operação.

A UFV P edro d a S ilva Irá c o n e cta r n a SE Paracatu M a cerca d e 3 0 km d e distância. E xistem , p u -la n to
n o local, p o n to s d e escoam ento d e energia elétrica e respetivas linhas d e transm issSo d e energia elétrica,
m fraestruturas d e s u p o rte a telecom unicações e demais in tra e s tru tu ra s Oâsicas necessárias a m p la n ta ça o desse
tip o d e em preendim ento.

A .4 . RECURSO S O LA R E C O N D IÇ Õ E S C L IM Á T IC A S

O N o rte e N oroeste d o Estado d e M inas Gerais é reconhecido e m te rm o s d e p o te n c ia l s o la n m étrlco


co m o te n d o áreas com valores d e radiação solar d iá ria , m e d ia anual, e q u iparada òs m elhores regiões d o m undo,
n o m e a d a m e n te as áreas desérticas a frica n a s e no--te americanas A d icio n a lm e n te , as variações satonais d o recurso
solar nesta região sáo reduzidas, c o n trib u in d o para u m a regularicade d e geração q u e tra z vantagens té rn ica s e
financeiras aos a ro je to s im p lem entados.

O A tla s B rasileiro d e Energia So a r ap o n ta para o Estado d e M inas Gerais, e sp e cificam e n te para a área
da U FV PEDRO DA SILVA NEIVA, u m a irradiação global m édia d iá ria a cim a d e 5 ,6 k W h /m 2 (fig u ra 4).

G /2 /
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F ig o u 4 M apo d e irra d ia çã o Solar G lo b a ' H o rlio m a l Ifo n te : i n p e )

De fo rm a abrangente, a UFV PEDRO DA SILVA NEIVA localiza-s* n u m a área com u m d im a d e Cerrado,


p re d o m in a n te d o tip o T ro p ica l Sazonai d e in v e rn o seco.

T em peraturas

A te m p e ra tu ia m édia an u a l é d e 243C- Na ur m avera e n o v e rJ o a te m p e ra tu ia p o d e chegar a o s40-C c


nos meses d e in v e rn o (Junho, ju lh o e agosto) ficam e m to rn o d e 12®C. Nestes dias m j'S frio s pode o c o rre r o piesença
de geadas no cerrado.

fn d ic e P lu v io m é tric o (chuvas) e um idade

A m édia d e chuvas a n ual fica em to rn o d e 1.30D a 1.7DD m m G rande p a rte d a chuva concentra-se nos
meses de o u tu b ro a m arço (nas estações da prim avera e verão). Entre m aio e s e te m b ro o c o rre a estação seca.
período e m q u e as chuvas são raras, p odendo o c o rr e ' estiagem . E ntre os m eses d e ju lh o a agosto a um idade d o ar
cai m u ito (te m p o seco), p o d e n d o fic a r e n tre 15% e 30%. Este clim a seco é u m p ro b le m a p a ra a vegetação do
cerrado , p ois fa vo re ce o s u rg im e n to d e incêndios.

V entos

Na região d o C errado n ã o costum a v e n ta r m u ito . Em grande p a rto d o s dias d o a no, o v e n to í calm o


(abaixe d e 7 k m /h ) c o a r fica p ra tic a m e n te p arado. Sáo raros os dias com v e n to s fo rte s e constantes. No n ê s de
agosto costum a o c o rre r ve n to s m ais fo rte s d o « u e a m é d ia anual.

D evido á sua la titu d e , esta regiáo apresenta baixâ va ria b ilid a d e in te r-a n u a l d o s v a lo re s d e iru d la ç 3 o
global, in fe rio r a 25%. e tam bém baixa va ria b ilid a d e sazonal Os p eríodos e n tre ju n h o e a gosto, e e n tre detem bro
a fe v e re iro , apresentam se c o m o os mesos d e m a io r e m e n o r p otencial solar, respectivam ente.

A .4 .1 . D A D O S S O L A R IM É T R IC O S - d e s c r iç ã o d a f o n t e
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Para a ld«*ntifícaçâo d o p o te n c ia l $olar d e um a regido é necessário a n a lis a r e se e o c n a r os dados de


Irradiação qae m e lh o r caracterizam a região, para e s tim a r o p otencial de geração d e energia elétrica.

Realizou-se u m a avaliação dos dados disp o níve is a nivel m u n cia l d e irra d ia ç ã o solar para o local do
p ro .e to , oara se d e te rm in a r u m a oase d e dados consistente e sa tisfa tó n a p a ra a avaliação d a p ro d u çã o d e energia
da UFV.

Os dados m e te o ro lóg ico s fo ra m o b tid o s a p a rtir c e u m a consulta .1 bancos d e dados pttolicos c


com erciais. Foi re a iita d o urna com paração d o s d lfe 'e n te s bancos d e dados e selecionado 0 m ais adequada p a ra 0
e m preendim ento.

fo r a m analisados os bancos d e cados d c INPE-SWERA. SSE-NASA, M e te o n o rm 7, SolarGIS e HelioClim -


Í . Para ju s tific a r a escolha realizám os u m co m p a ra tivo d e Irradiação Global H orizontal |IGH) e T e m peratura (Tamb)
d c H elioC lim -3 com o u tra s 4 fo r te s d e dados d e irra d ia çã o solar e te m p e ra tu ra a m b ie n te d e a lta qualidade.

Para a C ertificação d o s Dados S olarim étricas e d a A valiação c a P rodução A n u a l d e E nergia o p ta m o s pela


utilização do banco d e dados H elioC lim -3, d e vid o ã m e lh o r c o b e rtu ra d e p o n to s d e validação

A precisão e co n fia b ilid a d e dos dados H e lio G im 3v5 d e vid o a sua ve rifica çã o com m a io r base ce dados
m e didos e m solo se destaca sobre as dem ais fo n te s d e dados anal sados. C o n se qu e n te m e n te fo ra m escolhidos os
dados da base d e H elioC lim para elaboração d e ste estudo.

A tabela 1 apresenta a Irradiação Global H orizontal (IGH) das cin co fo n te s analisadas p a ra o local dc
p ro je to e a ta b e la 2 a te m p e ra tu ra d o er a 2 rnetros (TA M B ) das cin co fo n te s pa-a o locai d c p -o ie to . A tabela 3
apresenta a Irradiação G lobal H orizontal c o m valores m é d io s h o rá rio s c mensais

G lo b a l iic r ; z o n * 3 l C e D iv e r s a s F o n t e s [ k W h / r r * d a
INPE-
M ês NASA SSE MN7 SolarGIS HC3v5 M édi# rs ra ln id o
SWERA

Jan 6,17 5,53 5,50 5,89 5,98 5,81 5.98

Fev 6,19 5,66 6,29 6,21 6,33 6,1 4 6,3 3

M ar 5,99 5,25 5,59 5.57 5.70 5,62 5,70

A br 5,52 5.22 5,33 5 /5 5 /2 5,39 5 /2

MSI 4,35 4,92 4,82 5,00 4.9S 4,91 4,9 8

lun 4.49 4,86 5,02 4.83 4.72 4 ,78 4.72

Jul 4,00 5,05 5,09 5,06 4 .98 4 ,96 4,98

Ago 5,42 5,61 5,88 5 /1 5 ,/6 S ,/0 5 ,/6

Se: 6,14 5.82 6,10 6,11 6 /7 6,0 5 6.07

O ut 6,53 5.66 5,64 6,00 5,80 5,93__ 5.80

N ov 5.63 5,22 4.9^ 5 /3 5,40 5 ,36 S /O

Dez 6.08 5,02 5 /7 5.71 5 /5 5,55 5,45

A nual 5,63 5,32 5 /7 5.59 5.54 5 ,51 5.54


Relação com
2,2% -3,5% -0,7% 1 /% 0 ,6% 0,0% 0,6%
» m édia

Tabela 1. Irradiação Global H orizontal )IGH| das cin co fo n te s analisadas para o local d e p ro je to .
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M ês 1NPE-SWERA N ASA SSF MN7 SolarGIS M é d ia E sco lh id o

Jan ______________ 24,6 23.0 23,1 23,6 2JA>


Fev 25.0 23.0 23,0 23,7 23.0
M ar 2 4 ./ 22,7 22A 23,3 22.7
Ab 24^ 22.6 21.7 23,0 | _ « í _
M al 23,S 21,0 19,9 21,5 H .0

Ju n 22 .0 IV 20,2 .V
Jul 22.3 19.7 19.4 20,5 19.1
A g o _ ?4,2 21.3 21,5 72,3 1 .,
*
Set 24? 23,1 1 34,0 24,9 73.1
O ut l 6’ 3 24,0 25,8 25^ 24.0
N ov 27.7 24.2 23,9 22.7
-| ____ * * • * -
Oet 2 i,i 22.7 23A 23.5 22,7
■■
A nual 24.4 211 22.3 23,1 22.1
D e s v io da
0.3A 1^7 -0.96 -0,76 0,00 ..9 6
m é d ia a n u a l

Tabela 2: T c m p e ra lu ra d o ar a 2 m e lr o s (T A M 8I dos cinco fo o le s p a ra o local d e p ro je to .

irraaidíia Glotial Horbomal i<QH) fw n/m ']

II0<* lan f— IA» 45< M» Ne Ml Ato S«l Out No» D« «vau c


O.MJJ OK
01 CD (74
0)00 C74
o tm 04
o»cc cr»
CSCD 0*.
a . <d S4 41 A, 1 > 63 1SS 116 116 55 1%
Oi CO m 219 2X1 X ll 164 150 117 184 251 124 278 258 222 5%
Ü8CO 463 *JS 422 «10 3»6 342 332 »• 447 SU 1« *97 405 1ÍH
(D CD ou 341 OI* 527 489 491 510 551 «16 1*1 S25 562 5(6 22H
1300 .*46 b*> M ft 717 014 6B 637 ítl 732 1 JB f: STB HO NU 15%
11 CD U2 m K l 770 cai Ó66 714 756 T M l l tse 669 2W «8%
u co W MU 722 >U 7« ur Ub Wl 62%
uoo >84 109 761 W 6)0 647 CTS 717 >u 711 sai 6V, 1 m 74%
UCD m 6)) «8 632 vw S4h sa» «D 647 4»S 5*1 00* BS%
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|k v ^ /m W « )

Tabela .3: Irradiação G lobal H orizontal - valores m é d io s horários e m ensas.


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De a c o id o c o m a Dase c e Oados escolhida obcivcmor. u m v a lo r d e Irra d ia çã o G lobal H orizontal anua: de


7.074 k W h /m '.

Fizemos um a a n álise d a va rlabil daee in ie ra n u a l d a irra d ação g lobal h o riz o n ta l {IGH) para um p e rio d o
de 30 ancs. A ta b e la 4 indica as m édias d iá ria s m ensais p o r cada ano da serie te m p o ra l para o loca n a b a » de
dados H e iio ü im l e Hei uClim3.

A Tabela 5 d e m o n s tra os valores e x tre m o s d a m é d ia m ensal e m é d ia an u a l d e IGH registrados nos anos


1985 2 0 1 4 , e a tabela 6 d e m o n stra o desvio p a d rã o das variações Ce IGH nos ú lt.m o s 3 0 anos.

O iit nov Oer a **o

Tabela 4 irra d ia çã o Global H orizontal - som as d iá ria s m édias mensais

v -.. Mínimo V I0 I -M U *
mensal M aw rro 6.26 10.4»
M éda Mínimo 5.25 ' __________________ - 7 .4 »
M Édmo I 6.06 1 7 J0 *

Tabela 5: Valores e xtrem os d e IGH n o s ú r m os 3 0 anos.


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-c p a ü f i i ) k W h A r' ' ! M ) R e is íiv o » < r * flia d ia r ía r r e n j a i o o b o u b I

. '7 7 * .
Ano 0.21 í,7 9 *

Tabela 6: Desvio p a d rã o das variações d e ;GH ro s ú ltim o s 3 0 anos.

A .5 . C A R A C T E R IZ A Ç Ã O G E R A L D O T E R R E N O D A U FV

O m un cípio d e Paracatu situa-se n a m esorreg ão d o Nccoeste d c M in a s Gerais. N esta região 3


vegetação é co n stitu íd a p o r cerrado, com m atas a e gale-ia ã beira d c 'io s . o n d e se e n c o n tra um solo sem i-
aronoso A área d e te rre n o d e stin a d o ã im plantação d a UFV Pedro d a Silva N eiva possui várius a s p tto s
favoráveis para u m e m p re e n d im e n to desta n atu eza, d e e n tre os quais destacamos-

• Área já =ntropizada(N ão há necessidade de desmaie);

• Sem necessidade d e a b e rtu ra d c novos acessos,

• T e rre n o p ra tica m e nte pla n o sem necessidade d c grandes m o v im e n te s d e te rra ;

• Ãrea d e u m único p ro p rie tá rio s c - n e n h u m a o cu D a çio especifica d o so'0.

A Figura 5 apresenta um a v is ta g e ra l Co te rre n o d a UFV Padro d a Silva Neiva.

&

Figura 5. Vista Gerai d o te r e ro C ontratado


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--------------------------------------------------------------------

A fig u ra fo apresenta o u tra vista d o te rre n o o n d e podem os c o n s ta ta r algum as cas características


enum eracas e m cim a. n o m e a ca m e n te o baixo re le vo e a ausência d e vegetação q u e não im p lic a desmate.

Figura 5. Vistas d o local da U=V PEDRO DA SiLVA NEIVA.

A .5.1 Descrição d a U sina Solar

A usina Solar U FV PEDRO DA SILVA NEIVA ^era im p la n ta d a n o m u n icíp io Ce Paracalu, n o estado d e M inas
Gerais, em te rre n o c o n fo rm a d o pela propriedade denom inada Fazenda C achorro e Teixeiras.

A b aixo apresentam os as características e inform ações de re g istro c o im óvel:

. N úm ero da M unicípio do
P roprietário D ata d o D ocum ento Livro Folha
Cartório
NEIVA PARTfCIPAÇÕES LTDA 22 997 0 4/07 /2 0 1 2 2 22.586 Paracatu/MG
| NEIVA PARTICIPAÇÕES-TDA 19 09A 0 3/06 /2 0 1 5 2 18.662 Paracatu/MG

Tabela 7 : In fo rm a çô ss c e re g is tro d a Fazenda C achorro e Teixeiras.

A p ro p rie d a d e te m o seu p e rím e tro fo rm a d o a p a rtir da se guinte ta b e la Ce coordenadas d e zó rtice (estas,


apresentadas e m SIRGAS 2 0 )0 , Zona 23):
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VERTICES FAZENDA CACHORRO E TEIXEIRAS


V é rtic e Este (E) N o rte (N)
1 253617.0760 8096579.3180
2 253175.5580 8097604.7270
3 253141.7330 8097599.2710
A 253110.5860 8097460.9940
5 253030.6990 8C071O9.432O
6 252952.9510 8096823.6300
7 252703.1240 8 0 )7 0 1 5 .2 1 9 0
a 251689.7086 8097792.1020
9 251563.S59C 8097222.7260
10 2 51745.1SDC 8C96733.96CO
ii 250955.3300 8C96134.43CO
12 251299.5400 8095361.540D
13 251536.3SOO 8095563.5580
14 251677.0990 8095464.8830
15 251S83.8330 8095739.2340
16 252681.4400 . o i 0210
17 253122.9431 8095511.4504
18 257S57.D127 8095651.6668
19 252886.4863 8C95787 7980
20 253039.8603 80959681370
21 253432.2920 8096341.7560

M b e la 8 - V é r t c e ; p r o p r ie d a d e PEDRO D A S iL V A N E IV A .

A ta b e la 9 em baixo Indica üs coordenadas dos v é rtice s da - rea da UFV PEDRO DA SILVA N B V A destinada à
im p la n ta çã o d o s m ó dulos fo to v o lta ic o s vinculadas a o re fe re n c ia l geodésico b ra sile iro SIRGAS 2000.
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VÉRTI ES U FV PEDRO D A S IIV A NEIVA


V é rtic e N o r te |N )
1 2 5 l8 8 6 .tM 6 6 8096698.3765
2 251763.5836 81»6354.2178
3 251960.5735 8096301.4506
4 257085.7S65 8096039.0155
5 252104.1100 8096056.2540
6 252139.4183 8 0 96083 9320
/ 252176.9503 80961126050
8 252220.2S03 8096142.8120
9 2522>1.08CX) 8056164.8580
10 252282.9350 8096185.0390
11 252308.71C0 8096204.5250
12 252361.85CO 8096246.4550
13 252420.2800 80967.85.7650
U 257452.5710 | 8096.307.7010
15 252498.7330^1 8096318.1110
16 252533.637 Õ | 8096331.0860
17 232562.3520 8096348.1060
IS 252222.56CS i 8096919.6111
19 251767.0919 | 8096920.7846
251760 8096780.4437
21 251886.0466 8096693.3765

22 251845.3798 8095602.8303
2.3 251596.0994 | 8096657.0197

Tab^ u 9 - V é r t ic e í c a UFV PEDRO DA SILVA NEIVA.


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UFV PEDRO DA SILVA NEIVA (30 M W )


s o u c ita ç a o n r c a d a s t r a m l n i ü e h a b w ta ç A o té c n ic a p a r a 2* l e i l ã o de e n e r g ia de r e s e r v a 2015

B. CONCEPÇÃO TÉCNICA D A UFV

B .l. C AR A C TE R ÍSTIC A S D A S U N ID A D E S G E R A D O R A S (M Ó D U L O S F O T O V O L T A IC O S E
IN VERSORES)

A Tabela 10 apresenza o d e s ig n té c n ic o da U l V

POTÊNCIA PICO DE INVERSORES


ESTRUTURA
INSTALADA (kW p)
POT£N“ “ MINAl « O E MÓDULOS

Estrutura fixa 34.968 3 0 000 112.800 30

T a b e la 10. E quipam ento p n n ó p a l d a UFV PEDRO DA SILVA NEIVA.

B.1.1. MÓDULO

A escala c e s te p ro je to e as a tuais c cn d çoes d o m ercado f ií e u m c o m q u e a NEIVA PARTICIPAÇÕES


L ID A considerasse varias opçOes para a eseollm Uus m õdulu» lu iL A o ltu ico s. O m o d e lo e fe brlcnnte p ropostos
estáo e n tre as m elhores m arcas disponíveis n o m e rca d o , c c m mais d e 9 GW d e m o dulos instalados
globalm ente

^ DESEMPENHO

Células solares policristalm os d e a lta e ^cièncla. d e s ih o o com a lta transm issão o fe re ce m uma
eficiência d o m ó d u lo d e a té 16,16%. m in im iza n d o os custos d e IrtStalaçâO e m axim izando ã saída o k W h d o
Sistema p o r u n id ad e d e área

lo le rà n c a p ositiva d c D W a * 6 W assegura a u e 0 siste m a re ce b e p o tência ig u a lo u s u p e rio r á placa


de ide n tificaçã o e c o n trib u i para m in im iza r p e rd a s n o m ó d u lo p o r In co m p a tib ilid a d e , levando a m e lh o ria de
produ ção d a UFV.

O elevado desem penho d « t e m o d e lo está assegurado p o r e n tid a d e s co m o a ce rtifica d o ro 1 Ú V


R h e in lo n ó n o T U V R h e in ta n ú C n e rg y Y le ld Test.

r GARANTAS

As g a ra n tia s oferec das para e s te m odelo d e m ódu.os fo to v o lta ic o s 130:


• 1 0 anos para d e fe ito s d e fabricação;
• 0,7% d e defiradação an u a l m áxim a c o 22 a o 2 6 * ano,
• S0% c o m o m in im o d a p o tè n r .3 ro m m a l a o 25® ano;
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^ q u a l if ic a c O es E CERTEICADOS

á à @ C € s m ç © A Í ? o _ _ Z #

O bec SGS iÍ^ i ^ Ç j ^

Figura 7. Q ualificações e c e rític a d o s

A instalação será equipada com rnodulos p o licrsta lin o s CANADIAN SOLAR CS6X-32CP c o m u m .i potência
p ic o d e J J O LVn

PARÂMETROS ELÉCTRICOS

PlV) Potência Nominal 310 Wp

Isc C orrente de C urto-G rcuito 9,08 A

Im » Corrente h P>u < 8,52 A

Voz Tensão em C r c - itc Aber.o 44.9 V

Vvw T o \'J O 4 Pmm 3R4 V

rjMcc E fid é n cia a o M 5 d u :o 16,16%


1
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS

AvLxP Dimensões 1954 « 982 x 4 0 mm

P Peso 22 <8

Tabela 11 Características técnicas d o m o c u lo fotovOUaicO CANADIAN SOLAR CS6X-310P-310 W p


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Figura 8 Imagens d o m ó d u lo fo to v o lta ic o CANADIAN SOLAR CS6X-310P-310 Wp.

B .1 .2 . IN V E R S O R

Todas as esoecIficdçC esdo InvC rsoi fo ro m p rcvia isicn te pono c ra d a i na concapção d o c m p 'o e id im e n io c o la '
fo to v o lta ic o . o u seja, a config u ra çã o d o n ú m e ro d e m ó dulos e m série (fixação d o valor d e teo$?o) e 0 núm ero
d e s trin g s em p a ra le lo (potência fixa)

O u tro fa to relevante soore o inverso: é a s u a ooeracão a o o tè n ria n om na Ip o té n o a AC), pcis q u a n to m ais


p ró x im o ele fu n c io n a r de ste va lo r, m e lh o r sera ü sua perform ance

0 $ inversores selecionados são d e referência n o m ercado, c u m p n n d o to d o s os padrões d e qualidade


exigidos para este tip o de Instalações, ta n to re la tiv o a proteções, co m o • co m p a tib ilid a d e eletrom agnética,
e n tre outro s.

A UFV PEDRO DA SILVA NEIVA fo orojerada para a instalação d e 3 0 inversores d o fa bricante ABB, m odelo
PVSSOO-lOOOkW, com u m a p o té rc ia n o m in a l d e 1.000 kW Nj la h e a 11, apresentam -se as principais
características d o inversor:

PARAMETROS ELÉTRICOS

P»cmi*3 Potência Nomina. 1.000 kV\'

Vx Tensão Corrente Artem ada 400 v

f f-e q u é n cia d a Rede 60 Hz

trvMi» Corrente M áxim a a e entrada 1.710 A


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Vvi« in:e»valo d e tensão MPP StOSSO V

Vx Tensão máxima d e entrada (C oircnte Continua) 1 !0 0 V


Eficiência EURO 98.6 %

Ova» Eficiência MAX 98 8 *

1
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS

CxlxP Dimensões 3630/2130/708 mm

P Peso 2 320 K«

Tabela 12 Car-icterisbcas técnicas d o in ve rso r ASB !*VS800-5‘/-lOCOkW

Figura 9 Descrição básica d o in ve rso r ABB PVS300-57-1000kW.


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Q n *-v /

a ib ® » «o eo ro fo « i ico

Figura 10. Curva P Q d o in ve rso r ABB PVS8CO-57-lCOOk',V e m condições nom inais d e tensão.

s r s e a e B £ * s » s « ; > ; t e f i *

! I I I I
í f i f i
^ ^
t»e»

3-

s :

Figura 11. Solução in te g ra l para ,im Inversor PVS 800 -1 000 kW .


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B .2 . DESCRIÇÃO D O S D E M A IS C O M P O N E N T E S

C onform o re fe rid o a n te rio rm e n te , o p ro je to co n siste na construção de u n a usina fo to v o lta ic o com


e s tru tu ra fixa e p o tência p ico instalada d e 34 .9 6 8 KW p O sistem a fo to v o lta ic o é co m p o sto p o r 112.800
m ódulos CANADIAN SOLAR CSÓX-JiOP i l ü W p, d õ trlb u id o s p o r 30 arranjos q u e correspondem a o n ú m e ro
a e inversores. Os a rra n jo s consideram S tftn y í fo rm a d a s por 2 0 m ódulos que sc«5i> agrupadas e m caixas de
ju n ç ío c e 18 e 19 strin g s m o n ito rita d a s (cada u m a I gara ac in ve rso r • 1 M W } Após a tra n s fo rm a ç ã o da
co rre n te co ntinua (DC) e m c c rre n ie a lte rn a d a (AC), a tensão S trá elevada atrases d e u m tra n sfo rm a d o r
0 ,4 /1 3 3 «V, lo c a lita d o na subestação u n itá ria e ?. energia gerada concu7'd3 a té a o p o sto c e seccionam ento,
on d e é fe ito o p rim e iro c o n tro le to ta . d a usina

Abaixo en co n tra m -se as descrições re la tiv a * a trabalhos e dem ais com ponentes considerados

B.2.1. TRABALHOS DE OBRA CIVIL

Todos os tra b a lh o s c e co n stru çã o r t v l, d u ra n te a execução da UFV são referidos d e seguida.

• V alas de baixa (BT) e m édia tensão (M T) e Caixas d e vis ta :

• Fundações d e co n cre to para as subestações unitárias;

• P reparação d o te rre n o para subestações unitãnas. p o sto s d e seccionam ento e casa d e co n tro le ;

• V edação externa;

• E s tra d a s in te r n a s ;

• Estradas e xte rn a s de acesso ás existentes;

B.2.2. SUBESTAÇÕES UNITÁRIAS, POSTOS D E SECCIONAMENTO ECASA DE CONTROLE

Todos os e d ifíc io s da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA o n d e serão Instalados e q u ip a m e n to s, scr3o


projeta dos para serem capa/es d e p e rm itir que to d o s os trabalhos d e m anutenção e xig id o s p e lo s fa b rica n te s
sejam executados sem a fe ta r o seu oesem peono regular

B.2.3. ESTRUTURA DE SUPORTE D O S M Ó DU LO S

A e stru tu ra proposta apresenta filas o e 4 m ó dulos fo to v o lta ic o s cm o rie n td ç3 o horizontal


(tóndscope) A fle x ib ilid a d e da e s tru tu ra , a m ontagem e desm ontagem , b em c o m o a m an u te n çã o dom ódulos
ao longo d o seu p e rio c c d e v id a ro ra m levados e m consideração.
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Figura 12. C onfiguração em p ^ n ta <jd « t r u t u i a de suporre dos m ô cu io s com 4 fila s d e 2 0 m ó dulos


n a posiç3o honzontal.

7 ,0 0 m

Figura 13. Vista e m c o rte d e u m a possfvel solução e s tru tu ra l d e u m a 'm e s a “ para m ó dulos
fo to v o lta ic o s

B .2 .4 . S IS T E M A D E M O N I T O R A M E N T O

Um sistem a d e m o n ito ra m e n to é v ita l para a supervisão e c o n tro le o e uma UFV visa n d o a m e lh o ria
da u fic ifn c ia d e to d o o sistema.

Consiste na aquisição d e dados dos vâríos dispositivos que in te g ra m o sistema fo to v o lta ic o e na


criação de um a oase o e cados h istórico. A ém disso, é necessário para a m e lh o ria d.i o p e ra çã o e m anutenção
da UFV.

C onform e re fe rid o , a ooeração de ste sistem a {via in te rn e t) p e rm ite m a x im ira r a energ a proouzrda,
re d u z ir o te m p o cíf- n a tivid ad e e. consequcntom entO . e v ita r a fa lh a d o e q u ip a m e rto . d e v id o a desgaste.

A in te ra tiv id a d e v ia in te r n e t, p e rm ite com unicar com os vários d isp o stivo s co m p re e nd id o s no


sistem a fo to v o lta ic o e a p re se n ta r os valores d e u m a form a fácil e e m te m p o real

Dos vários in d icadores passíveis d c anò'lse será ooss»vel visualizar, e n tre o jtro s :

• Fensác e c o rre n te n o la u o d c e n tra d a d o h v e rs o r;


• T e r s ic d e rede e p o tência d e satda d o inversor;
• Energia to ta l produzida;
• E s ta d o ( s r o t u s l d o in v e r s o r ;
• Tensão e co rre n te nas ta «as d e junção,
• T e m p e ra tu ra a m b ie n te e n a m ó d u io ;
• Irradiação r e g is ta d a ".as c é lu la s s e n s o r n s ta la d a s n o p la n o dos m ó d u lis ;
• V elocidade d o v e n to .
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0 d a ta to g g e r d o sistema d e m o n ito ra m e n to que registra to d o t estes Indicadores estará conectado


aos inversores. aos contadores, aos sensores de Irradiação, aos sensores de te m p e ra tu ra e ve lo cid a d e do
vento.

A pós processam ento dos dados recolhidos, é possível c ria r re b tó rio s essenciais para as a tividades
de operação e m anutenção.

A d icio n a lm e n te , devem s e r instaladas estações m eteorológicas d e c o n tro le , e quipadas com


d ife re n te s sensores d e irradiação, precipitação, te m p e ra tu ra e vcíucicade d o v e n to , ta m b é m po d e rã o ser
colocadas n a U í V e in terligadas a o d o ia to g g c r, d e fo rm a a se o b te re m valores p a ra c o n tro le m ais precisos.

A Figura 1 4 apresenta u m diag-oma básico d o sistem a:

9 9

F ig u ra 14. E squcm u D ó s k o d o s is te m a d e m o n ito ra m e n to .

B.3. S IS T E M A S DE C O N TR O LE e E Q U IP A M E N T O S ELETRICOS

A UFV PEDRO DA SILVA NEIVA e constituída p o r 3 0 inversores agrupados em 15 subestnçries


u n itá rias, ag'u pa d a s c m 3 c o n ju nto s. U m c o n ju n to corresponde a u m iü m e n ta d o r, q u e c o n d u íifá o energia
gerada a té ao p o sto d e seccionam ento <3s inversores estarão localizacos e m subestações u n itá rio s com
configuração igual à da Figura 15.
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SUB í STa Çí O U N JA R W 0 .4 0 /1 J ^ IV

Figura 15. Diagram a da subestação unnáría.

Figura 1G F otografia tlp o d e uma subestação unitária.


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H -t!’

Figura 17. Planta tip o d e u m a subestação un itá ria .

Cada Subestação u n itá ria será m o n ta d a em u m c o n fa m e r especial re siste n te á i condiçOes


clim áticas - cu e abrigará u m tra n s fo rm a d o i elevador l-ifá s ic o c o m capacidade de 2.000 kVA, c o m nnrels de
te -s ã o 4 0 0 V / 13.8 kV. Nn s e ru n d a r r. d o tra n s fo rm a d o r será in s n ía d o . em séri?, um fusível e u m a chave
in te rru p to ia A saída d a chave será conectada 3 rede in te rn a M 1 113,8 kV | e d e sta a té u m d o s ahm cntadores
q u e fa ra a in te rlig a ç ã o c o m as máQuinas d o conjunto.

Os c o n ta /n e /i a b rigarão, além dos d isjuntores, OS tra n sfo rm a d o re s d e c o rre n te e d e p o te n cial,


respectivos ie és vlc proteçSo, além c e in s tru m e n ta ç ã o IV /A /H r/U W ), OP&, q ta d ro e lé trico d e serviços
a u xiliares. b o to n e ira s e sm aluadores para operação locai.

A rede d c V T s e r* executada em i nh?s e n te rra d a s c m cabo Oe a lum ínio na tensão 1 3,8 kV,
deriva ndo sala d e tu b ic u lo s ã s e r construída na Subestação, o n ilr- e xistirá o p rim e iro c o n tro le d c toda a UFV,
a tu a n o o a u to m a tic a m e n te o u m a n u a lm e n te e in te rro m p e n d o seu fu n cio n a m e n to se m p re q u e necessáno.

O sistem a ta m b é ■ p e rm itirá , d e fcxm a rem ote. u a com oanham ente e o c o n tro le o p e ra c io n a l da


UFV.

B .4 . C a b o s d e c o r r e n t e c o n t í n u a s tr in g - c a ix a s ju n ç ã o

Para a conexão d e « m a s trin g d e m o dulos fo to v o lta ic o s á caixa d e JunçJo d e strings, utiliza-se um


cabo especial, com isolam ento d u p lo , um polar e re siste n te aos : a os u ltra vio le ta s UV) e as in te m p e rie s. Esto
tip o de cabo resiste à te m p e ra tu ra s snc-z - 5 'C - 120' L co n fo rm e especificações d a n o rm a UL47031 c
requisitos d o TÜV2 Pfg 1 1 6 9 /0 8 70072; A seção ra n s v e rs a ce v e rá s e r 0 e 6 m n ’ . c o n fo rm e a queda de
tensão e as pe-das ôhm icas projetadas.

Estes caoos serão e n ca m in h a d o s p o - te rra , p ro te g id o s pur e le tro d u to s de PEHD corrugados, com


d iâ m e tro in te rn o d e 6 0 " m
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E ntre a caixa d e ju n ç ã o e o p o m .i .1" -m o s cabos se rã o p ro te g ic o s c o n tra im pactos


mecânicos p o r d u to s d c p ro te ç ã o «oe re sista m à a ü a ro rrp re s s a o e m é d io estresse d e in o a c to . resistente a
raios UV e âs in te m p e re s

Para um a p ro te ç ã o a d icio n a l c o n tra a radiação dos ra io ; u ltra v io le ta (U V | os cabos Strings serão


conduzidos através d e tu b o o u bar.deja de proteção nas transições das e stru tu ra s a d ja c t'te » .

B.5. C a b o s d e c o r r e n t e c o n tí n u a c a ix a s d e ju n ç ã o - in v e r s o r e s

O s cabos d e CC c u e c ó n e c to rr o cal*.» de (unçSo d e strings aos inversores se rã o jn ip o ia re s , isolação


XLPE K V . com Iso la m e n to d u p o, c o m lu to r d e a lu m 'n o c e 4DGmnv o e secção.

O e n ca m in h a m e n to dos cabos serâ fe rto p o r baixo dos m ó dulos e fixados n<i> n e sa s, acom odados
e m eleiroca lh a s. Q uando h o u ve r travessias d e acessos lospaço» e n tre as f i l e ir x d e m ó d u lo s), o
encam inha ~ e n to dos cabos será fe ito através d c ..nas subterrâneas o u d u to s envelopados de c o n c re to , a
c e p e n d e r d a fin a lid a d e ü d o D a fo g o tias vias.

Essas profu n d id a d e s po d e m ser reduzidas e m te rre n o rochoso o u q u a n d o os cabos estiverem


p ro te g id o s, p o r e xe m p lo , p o r e le tro d u to s q u e su p o rte m sem danos as influencias externas presentes. Deve
se m a n te i a fa s ta m e n to m ín im o o e 0 ,20m e n tr= Im-.as d è tric a s .

B.6. C a b o s d e c o r r e n t e a lt e r n a d a : M é d ia te n s ã o in t e r n a e m 1 3 ,8 k V

A r e tie d e m écia te n s ã o d o p ro je to sera com posta p o r i circu ito s s u b te rrâ n e o s in d e p e n d e n te s em


tensão de i3 . 8 KV, caca u m d e le s lesponsãvci p e io la ire g a m e M iu Ue 1 0 M W . O» to ü u » a jiic a ilo » e esquenia
d e conexão d a Rede Coletora d e M édia tensão será c o n fo rm e Diagrama U n ifila r. 0 diagrama "d e para” e as
perdas re fe re n te s aos circu ito s n e m é d ia tensão po d e m ser verificadas abaixo:

[cir c u ito 1
P ctrncia
Seçà* dos
OfvtS-cl:./ m á«/ TensSode Perdas
Circuito N«SUs DE PARA cat.os
Fase |m) trecho O p e rjç ío (fcwi
(mm1)
(kW)

SU-5 SU-4 69 2 .0 0 0 ,0 0 13.8 95 0.658

SU 4 SU-6 247 4 .0 0 0 .0 0 13.8 95 9.427


C! lü SJ-6 S il 7 f.9 6 .0 0 0 0 0 13,8 its 3.03S

SU-7 SU-1 835 3 .0 0 0 0 0 13.8 410 31.093

S’J-1 SE 16-9 1 0 .0 0 0 .0 0 13,8 4C0 9,775


5 3 ,9 8 9
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CIRCUITO 2
PotênOa
Seção dos
Distánaa/ máx/ Tonwo cc Perdas
Circuito N»SUs D€ PARA cabos
Fase (m ) trecho Operação (KW)
(m m ')
(kW)
SU 3 S U -2 | 6S 2.0CO,UÜ 1 3 .8 95 0,653
5 U -2 S U -b Í0 7 4 . 0 0 0 ,0 6 | 13,8 95 11.713

r? lo S U -6 5U5 69 6 . 0 0 0 ,0 0 | 1 3 ,8 | 185 3.035

S U -9 S L -1 0 462 1 B.OCO.DO 1 3 ,8 400 1 7 .2 0 3

SU10 SE 410 l io . c o o .o o l 1 3 .8 400 2 3 ,8 5 5

56,469

0,56%
CIRCUITO 3
Potência
Seçuo dos
Distância/ «ná«/ Tenw ode Perdas
O ro ilto N® SUs DE PARA cabos
Fase (m) trecho OperaçSo IkW)
(m m 1)
(kW)
S U -1S S l- 1 4 200 | 2 . 0 0 0 ,0 0 | 1 3 ,8 95 1.908

S U -1 4 SU 12 38“ 4 .0 0 0 ,0 0 13,8 95 1 4 .8 4 7

a 10 S t> -1 3 SL 1? 24? 2 .0 0 0 ,0 0 i 1 3 .8 95 j 2 .3 0 0

S U -1 2 S U -1 1 441 6 . 0 0 0 ,0 0 1 13,8 | 400 2 6 .4 2 2

S U -1 1 i SE 1 560 10.000.00 1 3 ,8 400 3 3 ,7 4 6

69,232
0.69%
PERDAS TOfAIS |kW) 179,69
PERDAS TOfAJS |%) 0,60%

B.7. C o n e c to r e s d e S t r in g e G e m ó d u lo s

T ctias as c o iie x ô c s c ló u iía s e u rre os m o d u lo s e a caixa Qe ju n çã o serão fe lla i por conectores d o tip o
M u ltic o n ta d M C Ou co n e cto r d e m ó d u lo s com ira v a s m ia r d e o u tr o fa b rica n te , com n ca ixc e tra va e d e
classe IP 5 7 . Os co n e cto re s > ;ti!'/ doc devem :e r s e ^ o re a o m e s - o m odelo e fa b rc a n te

B .8 . A ju s t e s d o s re fé s d e p r o t e ç ã o e d o a n tM I h a m e n t o d o in v e r s o r

Os re lé s d e p ro te ç ã o d o in v e rs o r são a ju sta ccs c o n : : r - e ^ norm as t e v e ri.ia is re íjm sito s do


operaco» da re d e . Deve-SC pois, ã te n c e r aos re q .is ito s de p roteções e s i - s ajustes e m inversores conectados
a rede e lé trica c o n fo rm e as norm as E rasilpras-

• ABNT-NBR 16149:2013 “ Sistemas fo to v e u .r o s {FV j - caratensticas d a in te rfa c e de conexão com


a rede de d istrib u içã o e lé tric o '

• ABNT-NBR 16150:2013 "S iste m a ; foTovoTaicos |F V 1 ca ra te ris tíc a s d a rn te rfa c e d o c c n e x ã o c o m


a re d e de d istrib u içã o e lé trica - Procedim entos d e ensaio o e co n to -m id a d e ’
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UFV PEDRO DA SILVA NEIVA (JO M W )


SOLICITAÇÃO D£ G\DAS1 RAM£NTO E HABIl TACAO TÉCNICA PARA 7"- lEILÀO DF ENERGIA DE RESERVA JOTS

• ABNT-NBR-iEC 6 2 1 1 6 :2 0 1 2 'P ro c e í-m e n to ' c L r - . a it í ' . a n ti il^ a m c n w c ü u In vo rso io s de


&iiter(ias fo to v o lta ic c s c o n e c ra d o i a rede e létricn"

B .9 . C a b e a m e n to d e b a ix a te n s ã o

Os co n d u to re s Oimens onados ce ve m iié n tle r j n o rm j NRR 5 4 1 0 - nstalaçOes Eleiricas a e Baixa


Tensão - observando-se os re q u isito s e x ig d o s n o pra,<-tO. A p e n ia e n e rg é tica o rig in á ria dos co n d u to re s do
c irc u ite CA deve s e r in fe rio - w íp al 1%. D eve-se g a ra n tir que a im p edáncia d a rede. vista dos te rm in ais
d o s inversores. se m a n te n h a igual c u n fc -io r a 1 7 50. fim d e se e v ita r a p e rda d a p ro te ç ã o a r.ti-ilh a m e n to
d o s inversores

B .10 . P r o te ç õ e s d e b a ix a te n s ã o

As pro te çõ e s na saida d e oaixa tensão d o s inversores e i p ro te ç ã o d o s c o n d u to re s serâo feitas


através d e dispositivos d e p roteção c o n tra su rto s - OPS p a r i i irre n te s ilte rn a ria s . tip o 2, com co rre n te
n o m in a l de SOxA e tensão n o m in a l d e atuação pare IkV .

B .ll. S u b e s ta ç ã o e le v a d o r a , 'in h a d e tr a n s m is s ã o e E n tra d a d e L in h a

K j r n « I c i i U t n o u u l a d u e n i p r e e i i ü ü i i e i i t u p i e v i - s c ü c o « M t 'u ç & o d e u m e S u b e J t a ç B O C le v e d o r a c o m

relação 3 3 ,8 /1 J8kV o n a e sers instalado u m u a n s lo rm a c o r com potê n cia d e 2 5 /3 3 ,3 M V A na condição ONAN


/O N A F .

0 b a rra m e n to ó e l 3 ^ k V d a Subestação d e ve rá se- a brigado e m cubículo Isolado a A r o u a SF6,


instalados e m sala c o m p isa m e tá lico e le v a d o c dim ensões para a te n d e r a Instalação d e 6 cubículos c e MT,
quais sejam : 3 cubículos d e entrada d e lin n a , 1 cub culo de p ro te ç ã o d o tra n s fo rm a d o r <le serviços auxiliares,
1 cubículo para o tra n s fo rm a d o r d e potê n cia 1 d o b a rra m e n to «. - cu u icu lo d e salda, para p ro te ç ã o do
tra n s fo rm a d o r Elevador

0 B a rra m e n to isolado uuv cublcuius deve te r capacidade d= c o rre n te para l.GOOA. Os 3 cubículos de
e n tra d a de lin h a d e v e rã o possu i d isju n to re s com cflpaciuade oe c o rre n te deõBOA e o Cubiculo d e saida para
o tra n s fo rm a d o r <“ c*vador devera ro n te r d is ju n to r com capacidade o e c o rre n te d e Í6O0A.

Com os TCs e TPs aplicados n o se to r de m édia tensão, d e ve rá ser in s ta la d o sistem a p a ra medição


b ru ta da u sin a F ctovoltalca

A Subestação o p e ra rá c o m a configuração b a rra s im p le s c o ~ 1 d is ju to r e 1 chave seçxlonadora c o m


lâm ina de te rra para a saída d e 'inha o n d e ta m b é m deverão ■ staladôs para-raWS, T r a n s f o r m a d o r e s de
c o rre n te c tia n sfo rm a d o re s d e o o te rc ia i o a ia serv aos sisleniós d e m e d içã o , p ro te ç ã o e c o n t r o l e da
Subestação, c o n fo rm e se d etalha n o diagram a da Subestação

D ts ta saida d c linha, p a rtira uma lin h a ü e transnvssão c o m e s tru tu ra s d e concreto, e m circuito


sim ples, na te n s ã c dc 138kV c c o m e«ten-,Jo a proxim ada c e 3 : km que o p è ra rá com c a b o tip o CAA-Felican,
resultan do em perdas r a - m as de ü.S% |7 J í.8 -v ! q u a n rlo o e m p re e n d im e n to e s tiv e r o p e ra n d o á plena
carga.

Esta lin h a d e transm issão deverá se c o n e cta r n a Subestação P a ra ra ty 0 4 , através d e a rra n jo Barra
dup la c o m A chaves (BD4C), sendo uma c o m lâ m in a d e te rra . A lém destes e quioam entos. na entrada d e linna
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deverão ser instalados para-raios para proteção e TCs e TPs para o sistema de m edição de fa tu ra m e n to
líquido e sistemas de proteção, c o n tro le e supervisão.

Para a construção da Subestação Elevadora e da Entrada de Linha deverá ser p ro vid o espaço físico
apro p ria d o em te rre n o plano ou terra p la na d o , assim com o provida to d a a in fra e s tru tu ra necessária para o
fu n cio n a m e n to da Subestação, o que inclui construção (no caso da SE) ou am pliação e ajuste (no caso da
Entrada de Linha) de arruam entos internos, sistema de drenagem , m alha de te rra , vias de cabos e canaletas,
sistema de e sgotam ento do óieo do tra n sfo rm a d o r, sistema de serviços auxiliares, sistema de ilum inação à
inte m périe, casa de com ando e con tro le , além do fo rn e c im e n to e m ontagem de to d o s os equipam entos
elétricos de p á tio e insertos na casa de com ando, com o o sistema de proteção, co n tro le , supervisão e
com unicação, in te g ra d o até nível 2 e demais itens para o devido fu n c io n a m e n to do sistema.

A seguir serão detalhadas as características construtivas da Subestação.

B .ll. l. D e s c r itiv o b á s ic o d a s u b e s ta ç ã o

Os arranjos da subestação nos setores secundário (138kV) e p rim á rio (13,8kV) obedecem
basicam ente aos padrões locais, sendo constituído de ba rra m e n to sim ples com 01 d is ju n to r e 01 chave
seccionadora corri lâm ina de te rra . No ba rra m e n to de 13,8 kV devem ser instalados tra n sfo rm a d o re s de
co rre n te e de p otencial para m e d içã o /co n tro le e tra n s fo rm a d o r de d istrib u içã o para serviços auxiliares.

Obras Civis

Deve ser executada in fra e stru tu ra de drenagem para e v ita r o acúm ulo de águas pluviais na área
britada e captação de águas provenientes de encostas ou taludes próxim os à área das subestações. Seu
d im ensiona m e n to deve levar em conta a perm eabilidade do te rre n o , o índice de precipitação p lu vio m é trica
regional e a bacia de contribuição. Basicamente o sistema de drenagem de uma subestação é com posto de
elem entos tais com o, caixa de drenagem , caixa de sarjeta, dreno seco, d re n o poroso, canalizações em
concreto simples ou arm ado, boca de m anilha, valetas, e elem entos dissipadores.

O fe ch a m e n to p eriférico deverá se c o n s titu ir de m uro lim ite da área energizada e de p o rtã o de


veículos. O m u ro lim ite da área da subestação deverá te r altura de 2,2m , ser de alvenaria chapiscada,
rebocada, em bolsada, pintada e te r m ourões de concreto pré-m oldado. Para o sistema anti-invasão deverá
ser utilizado concertina de arame fa rp a d o e cerca elétrica.

O p o rtã o será e s tru tu ra d o com tu b o s de aço galvanizado, com vedação em tela m etálica e ferragens
adequadas chum badas em colunas suportes de concreto arm ado.

As vias de circulação serão pavim entadas com paralelepípedos lim ita d o s p o r m eio fio s e sarjetas de
concreto p ré-m oldado, devendo ainda serem previstas rampas para acesso às áreas britadas.

As áreas energizadas (p á tio de equipam entos) serão revestidas com camada de b rita de lO cm de
espessura (b rita 2 e 3).

Os taludes de co rte e a te rro serão gramados com vegetação nativa.

Os passeios de pedestres serão executados desde o p ortão até as edificações e em to rn o destas; a


base será de concreto simples (fck = 18 MPa), sobre lastro executado com camada de b rita , e terá
revestim ento de cim entado áspero, prevendo-se ju n ta s a cada m e tro .

As fundações dos postes de concreto, utilizados com o suporte de b arram entos e de equipam entos,
serão constituídas por poços tubulares, preenchidos com concreto e /o u so lo -cim e n to de acordo com o tip o
de fundação.
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As e stru tu ra s suporte de equipam entos (bases) serão construídas em co n cre to arm ado, com
fundações diretas. Especial cuidado será to m a d o nos serviços de locação e nive la m e n to das estruturas, bem
com o na instalação dos acessórios nelas e m b u tid o s (chum badores, tubulações, etc.). O acabam ento das
superfícies das estru tu ra s será de concreto aparente liso, sendo previstos chanfros de 2cm x2cm nas arestas
acima do nível do te rre n o .

Canalizações.

As canalizações deverão alcançar os equipam entos instalados. Serão executadas em m anilhas de concreto
simples ou arm ado, especificados de acordo com o p ro je to de drenagem .

As mesmas deverão ser assentes sobre leitos suficie n te m e n te resistentes, de m odo que as redes não sofram
recalques que prejudicariam a sua estanqueidade, declividade e a lin h a m e n to . Devem ser rejuntadas
utilizando-se usualm ente argamassa de c im e n to e areia no tra ço 1:3, to m a n d o cuidado especial a fim de que
não sejam deixadas asperezas no in te rio r das redes, p rejudicando o flu x o hidráulico.

O u tro fa to r im p o rta n te é o reaterro, pois exercerá influência prin cip a lm e n te nas redes situadas em estradas,
travessias, etc. As dim ensões bem com o as declividades estarão indicadas no p ro je to de drenagem ,

As ligações e n tre as canaletas de cabos de co n tro le e a rede de drenagem pluvial, serão executadas em tubos
de PVC d iâ m e tro 75 mm.

A terram ento

O sistema de a te rra m e n to consiste na construção de malha com cabos de cobre nu com a b ito la adequada e
hastes de te rra tip o cooperw eld, com a fin a lid a d e de hom ogeneizar os potenciais em to d o s os pontos da
subestação e cria r um cam inho fácil a te rra para surtos decorrentes de d efeitos. A esta m alha devem ser
conectados e le trica m e n te as partes m etálicas de to d o s os equipam entos, quadros de com ando, cercas,
portões, etc.

Os pára-raios, os cabos pára-raios e os n eutros dos tra n sfo rm a d o re s de co rre n te e p otencial ta m b é m devem
ser ligados à m alha de terra.

Barramentos condutores flexíveis

Inclui-se neste ite m a m ontagem dos barram entos, os serviços de m ontagem de to d a s as descidas de cabos
para ligações dos equipam entos, com todas as suas conexões, bem com o a instalação do cabo pára-raios. Os
barram entos deverão ser instalados antes de serem m ontados os equ ipa m e n to s e letrom ecânicos que p o r
necessidade fiq u e m sob os mesmos.

Iluminação Externa

F ornecim ento e instalação com pleta, nivelam ento, fixação e a te rra m e n to da ilum inação externa em
refleto res, postes m etálicos e lum inárias em poste, tom ada monofásicas e trifásicas bem com o relés
fo to e lé trico s, quadros em geral, fiações, interligações, identificação da fiação, em cada ponta, testes.
Tam bém estará incluído a construção do sistema de ilum inação de em ergência a lim e n ta d o em co rre n te
continua.

Medição
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Sistemas de M edição: serão instalados m edidores eletrônicos bidirecionais para re g istra r a energia gerada
in d ividua lm e n te pelo e m p re e nd im e n to . O sistema de m edição da subestação será de acordo com os
requisitos estabelecidos pelo ONS - O p erador Nacional do Sistema Elétrico. E deverá hom ogeneizar-se com
o sistema a ser instalado na SE São Bento.

Sistema de Proteção, controle, Supervisório e comunicação

O Sistema de proteção, c o n tro le e supervisório deve prever e assegurar o co rre to fu n c io n a m e n to do sistema


e, com o crité rio , deve c o n ta r com:

• Proteção Principal e retaguarda para o T ransform ador de Potência;


• Proteção Principal e retaguarda para a saída da Linha de Transmissão;
• Sistema IHM ;
• Equipam ento de com unicação através de OPGW na Linha de transm issão.
• Integração do sistema supervisório até nível 2;
• Testes em fábrica e em cam po;
• T reinam ento;
• D esenvolvim ento do sistem a supervisório.

C. IM P A C T O S S O C IO A M B IE N T A IS DECORRENTES D A C O N S T R U Ç Ã O E O P E R A Ç Ã O D A U F V

Neste capítulo irem os descrever os im pactos socioam bientais deco rre nte s da construção e operação
da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA fazendo uma sub divisão natural e n tre os im pactos sociais e os am bientais.

Não estão previstas alterações na área da im plantação da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA que
m ereçam especial atenção do p o n to de vista am biental.

A construção deste tip o de usinas im plica a ocupação de consideráveis parcelas de solos, no


en ta n to a inte rfe rê n cia com o solo é m u ito reduzida e superficial, orig in a n d o um a fácil recuperação poste rior.

É esperado que no d e co rre r da fase de construção da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA se ve rifiq u e m
m aiores im pactos, devido às atividades de necessárias para a m aterialização do e m p re e n d im e n to . A
passagem de viaturas e e q u ipa m e n to pesado poderá a lte ra r as características mecânicas e a perm eabilidade
dos solos nos cam inhos de acesso, no e n ta n to , os cam inhos são assegurados p o r piso de agregado
heterogêneo, sendo o im pacto no solo reduzido visto que não há im perm eabilização do te rre n o . Deste m odo,
consideram os que o im pacto global re la tivo a esta fase será pouco significativa.

D urante a fase de operação da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA, po r um período p re visto de 20 anos, os
im pactos esperados são pouco significativos ou pra tica m e nte inexistentes d ado que a m anutenção deste
tip o de usinas é m u ito reduzida e não é necessária a m ovim entação de máquinas, equ ipa m e n to s e /o u
operadores no período no rm a l de operação.

Em resum o podem os concluir que os im pactos am bientais ao nível do solo, ar, recursos hídricos,
paisagem, geologia, ecologia e a m b ie n te sonoro são residuais ou insignificantes.

Do p o n to de vista dos im pactos sociais, à imagem do que acontece com os im pactos am bientais, é
duran te a fase de construção da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA que são previsíveis as incidências mais
significativas que d ecorrem das atividades necessárias à instalação do em p re e nd im e n to .

Para a construção da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA haverá criação de alguns postos de tra b a lh o,
aspecto considerado com o um e fe ito p ositivo e significativo, apesar de te m p o rá rio , já que será re s trito aos
períodos de te m p o correspondentes à duração da obra. Esta experiência pode ser capacitadora para m uitos
e fu n cio n a r com o um catalisador para a a bertura de novas o p o rtu n id a d e s para os envolvidos na construção.
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Poderá ser necessária m ão-de-obra especializada d u ra n te o período da co nstrução que tam bém
pode c o n trib u ir para a dinâm ica econôm ica da região.

A construção da usina dem andará a utilização de equipam entos e m ateriais que poderão c o n trib u ir
para a dinâm ica econôm ica da região em bora que com caráter te m p o rá rio .

A im plantação de um e m p re e n d im e n to desta natureza re fle te os o b je tivos do país, em te rm o s de


diversificação de fo n te s energéticas, nom eadam ente re correndo a energias alternativas, designadas não
poluentes. Neste caso concreto, pretende-se um a p ro ve ita m e n to da energia solar, a qual c o n stitu i um
recurso local ainda p o r explorar, que poderá c o n trib u ir para o e q u ilíb rio dos abastecim entos energéticos à
região.

A produção de energia da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA irá c o n trib u ir para a redução do recurso aos
produ tos derivados do p e tró le o e carvão (fontes energéticas poluentes e não renováveis}, logo irá c o n trib u ir
para a m elhoria da qualidade do am biente.

A instalação de usinas deste tip o poderá ser dinam izadora de algumas iniciativas em presariais em
te rm o s energéticos e de produção de energias limpas, c o n trib u in d o para o d e se n vo lvim e n to da econom ia
local.

O. ÍN D IC E S DE IN D IS P O N IB IL ID A D E (TEIF E IP)

O índice de In d isponibilidade é a percentagem anual de te m p o que a usina não está preparada para
e n trega r energia ao sistema elé trico , quer devido a problem as com a produção, com a conversão ou a
entrega da energia no p o n to de conexão, q u e r p o r paragens programadas e abrangidas pelos c o n tra to s de
O&M.

As perdas por indisp o n ib ilid a d e da UFV ou da rede correspondem a Taxa E quivalente de


Indisponibilidade Forçada (TEIF), ou Indisponibilidade Programada (IP).

As perdas são calculadas baseadas nos dados em píricos de disponibilidade ponderada com produção
de energia de usinas fo to vo lta ica s de grande p o rte (> 10 M W , com pessoal de O & M em loco e conectado por
LT exclusiva à rede básica).

C onsiderando que a m anutenção preventiva com desligam ento ou redução de potência será
realizada p rin cip a lm e n te nos períodos noturnos, um nível de IP de 0,25% e TEIF de 0,45% podem ser
alcançados.

Os índices de Indisponibilidade adotados na UFV sum arizam-se na Tabela 15.

ÍNDICE DE INDISPONIBILIDADE VALOR FONTE j


Contrato
Taxa Equivalente de Indisponibilidade Programada (TEIP) 0,25%
O&M

Taxa Equivalente de Indisponibilidade Forçada (TEIF) 0,45% Assumido

Tabela 13. Valores de TEIF e TEIP.


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E. C U S TO FIX O A N U A L DE O P E R A Ç Ã O E M A N U T E N Ç Ã O

O escopo dos serviços de O & M da UFV PEDRO DA SILVA NEIVA assenta, p rin cip a lm e n te , em:

> OPERAÇÃO E SUPERVISÃO

a. Integração da UFV no Sistema Central de Supervisão a fim de d e te ta r um a ocorrência no


sistema;

b. C ontrole contínuo, m o n ito ra m e n to e aquisição de dados da instalação.

> MANUTENÇÃO PREVENTIVA

a. As atividades de m anutenção preventiva para a UFV PEDRO DA SILVA NEIVA e a respetiva


periodicidade surgem representadas na tabela 14 em baixo.

M A N U TEN Ç Ã O PREVENTIVA DA UFV PEDRO DA SILVA NEIVA


A tiv id a d e Periodicidade
L im p e za d o te r re n o Anual
Lim p e za do s m ó d u lo s T rim e s tra l
L im p e za s dos re s ta n te s e q u ip a m e n to s S e m e stra l
In sp e çã o v is u a l M ensal
T e rm o g ra fia m ó d u lo s Anual
T e rm o g ra fia re s ta n te s e q u ip a m e n to s S e m e stra l
V e rific a ç õ e s fu n c io n a is S e m e stra l

Tabela 14. Escopo e frequência de realização da M anutenção Preventiva.

> MANUTENÇÃO CORRETIVA

A m anutenção co rre tiva resulta nas intervenções necessárias de fo rm a não program ada para
restabelecer as condições de operação ótim as da UFV no m e n o r espaço de te m p o possível, g a ra n tin d o a
m inim ização da indisp o n ib ilid a d e forçada.

Os valores declarados de Custo Fixo Anual de Operação e M anutenção (O & M Fixo) para a UFV
foram estim ados segundo crité rio s técnicos e estão discrim inados na Tabela 15:
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PREÇO ANUAL
CUSTO FIXO DE POTÊNCIA PICO [kWp]
OPERAÇÃO E [REAIS/kWp] TOTAL [REAIS]
MANUTENÇÃO
34.968 45 1.573.560

Tabela 15. Custos Anuais de O & M para UFV PEDRO DA SILVA NEIVA.

O m a io r peso do preço reside nos encargos com recursos hum anos, processos e sistemas inerentes
à empresa prestadora do serviço de O & M (~75% do preço). O restante está associado à subcontratação de
serviços externos de apoio (~10% do preço) e à aquisição de m eios (consum íveis, fe rra m e n tas e
equipam entos) para o desenvolvim ento da atividade (~15% do preço).

R esponsável Técnico:

A » . A -
Eng° E le tricista Francisco Luna Tavares

CREA r\q 0 5 0 2 4 4 4 9 7 5
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F. D E S E N H O S D O PROJETO

F .l. LOCALIZAÇÃO E ACESSOS À UFV

O desenho c o n te n d o a localização, bem com o as vias internas de acesso, está disponível em


arquivo e le trô n ico na Pasta n ^ l - Anexo 2 - M em orial, e no anexo I deste m em orial descritivo.

F.2. DIAGRAM A UNIFILAR

O Diagrama U n ifila r está disponível no arquivo ele trô n ico , na Pasta n ^ l - Anexo 2 - M e m o ria l, e no
anexo II deste m em orial descritivo.

G . ART

A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) está disponível no a rq u ivo e le trô n ic o "ARTJJFV


PEDRO DA SILVA NEIVA.pdf", na Pasta n ? l - Anexo 2 - M e m o ria l, e no anexo III deste m e m o ria l descritivo.
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ANEXO I - DESENHOS DE LOCALIZAÇÃO

E ACESSOS
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NÃO DIGITALIZADO POR SER MAIOR QUE A4.

FAVOR CONSULTAR O FÍSICO.


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NÃO DIGITALIZADO POR SER MAIOR QUE A4.

FAVOR CONSULTAR O FÍSICO.


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ANEXO II - D IA G R A M A UNIFILAR
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OC D.<0/'Vâ bV CS«*Çtó DC 0^0/1 S | • CS(<4U> OC TfVMSrOfiiUCAO 0.40/1. f»U4»0 oc I^WbORUhCAú 0.40/13.1 IVAClC01 OUNVOAhKXO0>C/lia I

S u B E S IA Ç A O 1 3 .8 / 1 3 8 kV
V(H -IIAG RAMA U N I; ILAR DA S u e t ^ A Ç A D : D F S tN H O N 1 u r v - P A R LTF D F 04
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s«f rtp ro d utiao , aivulgado ou copiado, no todo ou em pane, sem automação expraasa. R eseivadottodoso» dir«rlosp«la luglslaçâü tm vigor.

WASCOfilMMR ( A I
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C O N fX A O iU H 'S T A Ç Â 0 C O N uX AO
VER DIAGRAMA u n H lA R DA
k N fR A D A D l U N m A N O n ç SE N H O
N * ^AR ilê i) l 0 4
» ntopoda
Oa Martilar Solar. SA

Sim botogia:
Disjuntor N C ” AS
’ o d o s os c o b o s d e íin a o s c o m Y ou s o m o o m e n c a tu ro võo se r e s p e c ific a d o s no p ro je to e x e c u tiv o .
* Fusível de Média Tensão
r»v d i a c i r a m o s o o d e m ■/' a s e ' a t u a l i z a d o s c o m . o p r o j e t o e x e c u t i v o .
13 | E»l« d>8»nho ♦ pfopnWaW

HK Detector Capacítivo de Voltagem


Pnmefn. C m iiAo 26.05.7015
Interruptor de Três Posições
A REVISÃO: PROPÓSITO: AUTORIZADO: DESENHADO: VERIFICADO: DATA:
Transformador de Potência -Geração
áè CLIENTE: N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A DESENHADO: ESPECIALIDADE: E lé tric o

s Transformador de Potência • Serviços Auxiliares PROJECTO: DATA: 12.06.2015 FASE: CatUsuamento


UFV PARACATU
Inversor ABB PVS 800 / 10OOkW VERIFICADO: TIPO DESENHO: F in a l

Paracatu, Minas Gerais, Brasil DATA: 12.06.2015 APROVADO POR / TÉCNICO:


PT0Q7»TtC«FRM01/0Z/07

s Quadro de Serviços Auxiliares ^ R E >


DESIGNAÇÃO DESENHO: Ef^NH^R(^^^TklCIS|ííNy ESCALA: NA
Módulo PV Francisco Luna Tavares 00
PROJECTO N’ :
Diagrama U nifilar Geral Sim plificado CREA: 10.775-D FORMATO: A3
CONFEA: 0502444975 DESENHO N°; 01 EMITIDO POR: AREX TÉCNICA
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UNHA DL MISSÃO

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SUBESTAÇÃO ELEVADORA UFV PARACATU ’ ;;;;


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ENTRADA DE UNHA
SUBESTAÇÃO CONEXÃO

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38KV UCA D í» a *. D

13.8kV
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Cn&u DC j.
GRAU [X P R O T tC A C 'P 6 b ? « ( t » * íW )

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OUADRO D : - li;N Ç iO 1 9 STR


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Os d i a q r o m o s o o d e n ' , v. r ç s e r a t u a l i z a d o s c o m a p r o / Y o o x c c i j U v o . .

Pnrrwm CmtiMO 26.0S.201S

REVISÀO: PROPÓSITO: AUTORIZADO: VERIFICADO: DATA:

Simbotogia: Neiva P a rticipações Ltda ESPECIALIDADE:

FASE: C a d u C ra m e n to
j Módulo FV U FV PARACATU
TIPO DESENHO: Final
Interruptor Secctonador Blpolar
LOCAL: Paracatu, Minas Oerais, Brasil APROVADO POR /TÉCNICO:
DESIGNAÇÃO DESENHO: ENG EIRO ELE ^
^ Fusível 15A gPV 1000Vdc
O ESCALA:

Frdncfscò tuna Tavares


Descarregador de Sobretenüo (DST) Diagramas DC
CREA: 10.775-D
.-I- Terra de Proteccão (Quadro de Junção e Inversor) n rw ic c A - ncnoA/MQTc;
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ANEXO I I I - A R T

(ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA)


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CONFEA/CREA-RN No. ART


C o n s e lh o R e g io n a l d e E ng e n h a ria e A g ro n o m ia do R io G ra n d e do N o rte
ART • Anotação de Responsabilidade Técnica - Lei Federal No 00005024449755033811
6 4 9 6 /7 7

ATENÇÃO: A VALIDADE d e s te d o c u m e n to d e v e rá s e r v e rific a d a


a tra v é s d o lin k h ttp s ://a rt.c re a -rn .o rg .b r/c h e c k a rt, in fo rm a n d o a
c a rte ira d o p ro fis s io n a l e o n ú m e ro da ART._____________________________ A RT Fácil 3 .0 .1

CONTRATADO
1 -T ftu to (s ) do Profissional
EN G EN H E IR O ELETRICISTA 2 - Nome do Profissional 3 - Carteira CREA
EN G EN H E IR O E LE TR IC IS TA - FR A N C IS C O LUNA TAVARES 0502444975XXXX
ELETROT7ICA
4 - Endereço de Correspondência 5 - Bairro 6 - Cidade 7 - UF
RUA BACHAREL BRENO BARROS 6 0 C A NDELARIA NATAL RN
a -c e p 9 -Telefone 10 - E-MAIL
59066455 (8 4 )3 2 0 7 7 2 7 5 LU N A _TA VA R ES@ YA H O O .C O M .BR

11 - Empresa C ontratada 12 - R egistro no CREA I


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
14 - Bairro
13 - Endereço de Correspondência
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
15 - Cidade 1 6 - UF 17 - CEP 18 - Telefone
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
CONTR A TA N TE
19 - C ontrata nte da Obra / Serviço 20 -C P F /C N P J
N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S 08263414000115
21 - Endereço de Correspondência 22 - Bairro
RUA JO R N A LIS T A DJALM A ANDRADE, 4 6 - SALA 9 0 2 BELVEDERE
23 - Cidade 24 - UF 25 - CEP 25.1 - País 26 - Telefone
BELO H O R IZ O N T E MG 30320540 BRASIL 3132262790
DADOS DA OBRA / SERVIÇO
27 - Proprietário da Obra / Serviço 28 - CPF / CNPJ do Proprietário 29 - Telefone
N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S 08263414000115 3132262790
30 - Endereço da Obra / Serviço 31 - Bairro 32 - Cidade 33 - UF 3 4 -C E P
ZO N A RURAL - M U N IC ÍP IO DE PARACATU Z O N A RURAL PARACATU MG 38600000
35 - Tipo de ART 36 - Participação Técnica 37.1 - Profissional da ART Vinculada(C arteira)
1 - N o rm a l 37 - Vinculada a ART
1 - In d iv id u a l xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
{ Calculo: T a b e la CT )
C LA S S IFIC A Ç A O DA ART
ATIVIDADE TÉCNICA NIVEL DESCRIÇÃO DO TRABALHO QUANTIDADE UNIDADE
B0599-SERV.AFINS E CORRELATOS EM GERACAO DE ENERGIA
38 10-E5TUDO 1-ATUACAO 1,00 45-UNIDADES
ELETRICA
A0799-SERVICOS AFINS E CORRELATOS EM UNIDADE
39 12-PROJETO 1-ATUACAO 40,00 6-HORA/MES
INDUSTRIAIS
40 xxxxxxxxxxxxxxxyxxxxxxx >00000000000! XXXXlOOOOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOtX 5000000000! 5000000000000000000000!
41 xxxx>oooooooocooooooo<xx xxxxxxxxxxxx 50000000000000000000000000000000000000000000000000! 5000000000! 5000000000000000000000!
42 XXXX>000000000000000000< >00000000000! X5000000000000000c00000000000000000000000000000000< 5000000000! 5000000000000000000000!
43 XXXX)ÔOOOOOOOOOOOOOOOOC< 500000000000! 50000000000000000000000000000000000000000000000000! 5000000000! 5000000000000000000000!

44 - RESUMO DO CONTRATO
ESTUDOS E PROJETOS PARA IMPLANTACAO DE 01 (UMA) USINA DE GERACAO FOTOVOLTAICA DENOMINADA PEDRO DA SILVA, COM POTÊNCIA
INSTALADA TOTAL PREVISTA DE 30.000K W EM DESENVOLVIMENTO NO MUNICÍPIO DE PARACATU NO ESTADO DE M INAS GERAIS.

4 5 -V a lo r 4 5 .1 -P e rio d o d a O b ra /S e rv iç o
4 6 -E n tid a d e d e C lasse 4 7 -h o n o rá rio s f ' 1? *9 3
O b ra /S e rv iç o 1 1 /0 5 /2 0 1 5 Até
SENGE - SIND. DOS ENGENHEIROS DO RN R $ 6 7 ,6 8
R $ 3 .0 0 0 ,0 0 1 1 /0 6 /2 0 1 5
Acessibilidade: D e d a r o c iê n c ia d a s re g ra s d e a c e s s ib ilid a d e p re v is ta s nas n o rm a s té c n ic a s da ABN T, na le g is la ç ã o e s p e c ífic a e no
D e c re to n ° 5 .2 9 6 , d e 0 2 d e d e z e m b ro d e 2 0 0 4 , q u a n d o a p lic a d a s à s a tiv id a d e s p ro fis s io n a is a c im a re la c io n a d a s .

L o c a l e D ata D e c la ro c o m o v e rd a d e ira s as in fo rm a ç õ e s a c im a D e c la ro c o m o v e rd a d e ira s as in fo rm a ç õ e s a c im a

Natal, 12 de Junho de 2015 \W * V J O ,


FRANCISCO LUNA TAVARES ASSINATURA DO CONTRATANTE
CPF-1 1 3 8 2 0 1 5 4 5 3
Este D ocum ento anota perante o CREA-RN, para os efeitos legais, o c o n tra to escrito ou verbal realizado e n tre as partes (Lei Federal 6 .4 9 6 /7 7 )
Observações:
(1 )B o le to Pagável em q u alque r agência bancária, In te rn e t ou Casas
(5)ART é um im p o rta n te in s tru m e n to de valorização profissional e
Lotéricas,
fiscalização do exercício ilegal.
(2 )U m a via de sta ART deverá perm anecer no local da obra/serviço para
(6 )A o en cerrar a s ativid ad e s e /o u co n trato , in fo rm a r a B aix a desta
fins de fscalização.
ART ju n to ao CREA -R N.
( 3 )A Validade deste d o cum en to deverá s e r verificada através d o link
h ttp s ://a rt.c re a -m .o r g .b r /c ite c k a rt, inform ando a carteira do
profissional e o núm ero da ART.
( 4 ) 0 Boleto Bancário re fere nte a esta ART é 8 2 0 1 0 1 3 5 2 2 _____________
[ la v ia PROFISSIONAL] [2a via CONTRATANTE] [3a via OBRA/SERVIÇO]

https://art.CTea-rn.org.ly/viewartfadl.php?nfoarte=00005024449755033811&si$tabe=sisartew 1/1
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C A I X A 1 1 0 4 -Q i
10492.20187 01000.200848 20101.352258 9 64660000006768
C e d a ite Agência/Código do Cedente E spécie I Q uantidade Nosso número
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio 2044 / 220180-1 RS 2 4 0 00008201013522 - 5
Grande do Norte
Número do documento CPF/CNPJ Vencim ento Valor documento
0502444975XXX X 08025934000190 21/06/2015 67,68
{-) Desconto / Abatimentos (-) Outras deduções (+ )M o ra /M u lta (+) Outros acréscim os (=) V a lo r cobrado

Sacado

FRANCISCO LUNA TAVARES


Demonstrativo A utenticação m ecânica
601 -A notacao Responsabilidade Tecnica-ART - 2 0 1 5-0 0 0 0 5 0 2 4 4 4 9 7 5 5 0 3 3 8 1 1 -6 7 ,6 8 (0 1 /0 1 )

NAO RECEBER APO S O VENCIMENTO.

Corte na Im hajw ndlK ada

CAIXA
Local de pagamento
11 o 4 - o 10492.20187 01000.200848 20101.352258 9 64660000006768
Vencim ento
Pagável em qualquer Banco até o vencim ento 21/06/2015
Cedente Agência/Código cedente
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte 2 0 4 4 /2 2 0 1 8 0 -1
Data d o documento No documento E spécie doc. Aceite Data processamento Nosso número
11/06/2015 0502444975XXXX 11/06/2015 2 4 0 0 0 0 0 8 2 0 1 0 1 3 5 2 2 -5
U so do banco Carteira Espécie Q uantidade V alor Documento (=) V alor d o cu m a ito
SR R$ 67,68
Instmçdes (Texto de responsabilidade d o cedente) (-) Desconto / Abatim entos

601 - Anotacao Responsabilidade Tecnica-ART - 2015 -00005024449755033811 -67,68 (01/01 (-) Outras deduções

W M o ra /M u lta
NAO RECEBER APOS O VENCIMENTO.

♦) O utros acréscim os

(=) Valor cobradc

Sacado

FRANCISCO LUNA TAVARES


RUA BACHAREL BRENO BARROS, 60, - CANDELARIA - NATAL/RN CEP:59066-455

O pe ra do r: WEB
Cód. baixa

Sacador/Avalista Autenticação m e c â n ic a -Ficha de Compensação

C o w ra jm h a jW T ti lhada

hítps://mínervawebxfea-rn.org.br/leia.print.boleto.cef.particao.php?crea=RN&SeqGuia=82010l3522&CodLeig=G5Q2444975XXXX 1/1
Documento Cópia - SICnet

P a g a m e n to s c o m c ó d ig o d e b a rra s A 336111631814574011
11/06/2015 17:04:36
Em p r e ,*

11/06/2015 * BANCO DO BRASIL - 17:04:37


153301533 0017

COMPROVANTE DE PAGAMENTO DE TÍTULOS

CLIENTE: LT ENGENHARIA LTDA ME


AGENCIA: 1533-4 CONTA: 29.591-4

CAIXA ECONOMICA FEDERAL

104 92201870100020084820101352258964660000006768
NR. DOCUMENTO 61.101
DATA DO PAGAMENTO 11/06/2015
VALOR DO DOCUMENTO 67,68
VALOR COBRADO 67,68

N R .AUTENTICACAO 0.19B.010.7 9 C .601.55D

Transação efetuada com sucesso por: J4429843 FRANCISCO LUNA TAVARES.


Documento Cópia - SICnet

S E R V IÇ O P Ú B L IC O FED ERA L
C o n s e lh o R e g io n a l d e E n g e n h a ria e A g ro n o m ia do Rio G ra n d e do N o rte

Av. Senador Salgado Filho, 1480 - Lagoa Nova- Natal/RN C EP:59056-000


CGC: 0 8 .0 2 5 .9 3 4 /0 0 0 1 -9 0 F o n e :(8 4 )4 0 0 6 -7 2 0 0 Fax: (8 4 )4 0 0 6 -7 2 0 1

CERTIDÃO DE REGISTRO E QUITAÇÃO DE PESSOA F ÍS IC A

C e rtid ã o : W E B - 2 1 9 6 6 1 / 2 0 1 5 V á lid a a té : 2 5 / 0 6 / 2 0 1 5

N om e:FRANCISCO LUNA TAVARES C a rte ira :0 5 0 2 4 4 4 9 7 5 X X X X

Ú ltim a A nuidade Paga:2015

T ítu lo (s ) P ro fis s io n a l(is ):


Engenheiro E letricista
ARTIGO 8 ° DA RESOLUÇÃO NO 218 DE 29.06.73 DO CONFEA.
Engenheiro E letricista - Eletrotécnica
RESOLUÇÃO : 2 1 8 /7 3 ARTIGO : 8

Endereço: RUA BACHAREL BRENO BARROS, 60 -


Bairro: CANDELARIA Cidade: NATAL/RN CEP:59066455

C ER TIFIC AM O S que o profissional mencionado encontra-se registrado neste Conselho, nos


term o s da Lei 5 .1 9 4 /6 6 , de 2 4 /1 2 /1 9 6 6 , conform e os dados acim a. CERTIFICAMOS, ainda,
face o estabelecim ento nos artigos 68 e 69 da referida Lei, que o interessado não se encontra
em d é b ito com o CREA-RN.

C ER TIFIC AM O S que caso ocorra(m ) alteração(Ões) no(s) elem ento(s) co n tid o (s) neste docum ento, esta
Certidão perderá a sua validade para todos os efeitos.

A au tenticidade desta Certidão deverá ser confirm ada no lin k: h ttp s ://a r t .c r e a - r n .o r g .b r /c e r tid a o ,
inform ando o N° W E B - 2 1 9 6 6 1 /2 0 1 5 .

Natal, 2 6 /0 5 /2 0 1 5

Dispensa-se assinaturas neste docum ento, bem como a cobrança de qualquer taxa .

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S E R V IÇ O P Ú B LIC O FEDERAL
C o n se lh o R e g io n a l d e E n g e n h a ria e A g ro n o m ia d o R io G ra n d e d o N o rte
Av. S e n a d o r Salgado Filho, 1 4 8 0 - Lagoa N o v a - N a ta l/R N C E P :5 9 0 5 6 -0 0 0
C G C :0 8 .0 2 5 .9 3 4 /0 0 0 1 - 9 0 F o n e :(8 4 )4 0 0 6 -7 2 0 0 F a x :(8 4 )4 0 0 6 -7 2 0 1

CERTIDÃO DE REGISTRO E Q UITAÇÃO DE PESSOA JU R ÍD IC A

C e rtid ã o : W E B - 2 2 0 9 8 6 / 2 0 1 5 V á lid a a té : 1 6 / 0 7 / 2 0 1 5

Finalidade: Participação em Licitação Pública

Registro no C R E A :0 0 0 0 0 0 5 9 5 8 E M R N R a s tr o - iO/lO/ZOOS

Razão SociahLT ENGENHARIA LTDA EPP

Nome Fantasia:LT ENGENHARIA

Ú ltim a
A nuidade Capital Social:R$ 250 ,0 0 0 .0 0 C N P J:09.3 6 7 .5 1 5 /0 0 0 1 -0 7
P aga:2015

FnriP rpro-RUA
tn a e re ATAULF0 ALVES 1959 SALA 05 / BLOCO PS, - CANDELARIA I-NATAL/RN -
ç o .CEp;5g064570

O b je to Social:

SERVIÇOS DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA ELETRICA, COBRINDO ESTUDOS, PROJETOS,


SUPERVISÃO, ACOMPANHAMENTO E FISCAUZACAO DE OBRAS; SERVIÇOS DE INSTALACAO
E MANUTENCAO ELETRICA. (CONT SOC. - 1 2 /0 2 /2 0 0 8 ).

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serviços sem a participação efetiva de seu(s) responsável(eis) Técnico(s),
de ntro do lim ite de sua(s) atribuição(ões).

Responsáveis Técnicos:

Nome: FRANCISCO LUNA TAVARES , . D?ta 1 0 / 1 0 / 2 0 0 8


Inclusão: ' '
Ú ltim o Ano P a g o :2 0 1 5 Parcela Paga: 0 1 /0 1
C arteira: 0 5 0 2 4 4 4 9 7 5 X X X X Vínculo: Responsável Técnico
T ítu lo (s) e
Atribuições:
E ng en h eiro E letricista
A R TIG O 8 ° DA RESOLUÇÃO N ° 2 1 8 DE 2 9 .0 6 .7 3 DO CONFEA.
E ng en h eiro E letricista - E letrotécnica
RESOLUÇÃO : 2 1 8 /7 3 A R TIG O : 8

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su je ito passivo acim a verificado que vierem a ser apurado, C ER TIFIC AM O S que a pessoa
ju ríd ica m encionada encontra-se regularm ente registrada neste Conselho, nos term os da Lei
5 .1 9 4 /6 6 , de 2 4 /1 2 /1 9 6 6 , enquadrando-se na classe A , conform e A rtig o I o da Resolução
336/89-CONFEA, podendo desenvolver as atividades de acordo com o OBJETO SOCIAL
descrito nesta Certidão.
C ER TIFIC AM O S ainda que, até a presente data, a referida pessoa ju ríd ic a e seu(s)
responsável(is) técnico(s) estão q u ite s com as suas anuidades e dem ais obrigações ju n to ao
CREA-RN.
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F O T O V O L T E C B |
Sistemas Fotovoltaicos H B H

Certificação dos Dados Solarimétricos e


Certificação da Produção Anual de Energia

U FV P ed ro da Silva N eiva

Sumário da Certificação UFV Pedro da Silva Neiva

M u n ic íp io d e P aracatu, MG

P o tê n cia fin a l in stalada de 30 M W

R O O -Versão Final

Londrina - PR, 1 6 /0 6 /2 0 1 5

( jiL ^ v Y Q xr cJM r

Resp'.
sol Técnico: G
GListavo
Íist Garcia dos Reis U>UJ0
Registro CREA PR - 1 2 4 4 1 4 /D o «
a.v> E «
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ÍN D IC E

1 C e rtifica çã o dos Dados S o la rim é tric o s .............................................................................................................. 11

1.1 Localização d o e m p re e n d im e n to ...............................................................................................................11

1.2 F ontes de dad o s s o la rim é tric o s c o n s id e ra d o s ....................................................................................... 12

1.2.1 INPE-SW ERA............................................................................................................................................13

1.2.2 SSE-NASA {P rogram a de M e te o ro lo g ia da S uperfície e de Energia S o la r).......................... 13

1.2.3 METEONORM 7.1 (M N 7 .1 )................................................................................................................. 14

1.2.4 SolarGIS / G e o M o d e l S o la r................................................................................................................. 16

1.2.5 Dados H elioC lim -1 v 4 ........................................................................................................................... 19

1.2.6 Dados H e lio C lim -3 v 5 ............................................................................................................................ 19

1.2.7 R esum o da co m p a ra ção dos dad o s de irra d ia ç ã o e de te m p e r a tu r a ...................................26

1.3 A p re s e n ta ç ã o d e ta lh a d a dos d ados c e rtific a d o s de Irra d ia çã o G lo b a l H o riz o n ta l (IG H ) 29

1.3.1 V a lo re s m édios m ensais da sé rie te m p o ra l de Irra d ia çã o G lobal H o riz o n ta l (IGH)


u tiliz a d o 29

1.3.2 V a lo re s m édios m ensais da sé rie te m p o ra l u tiliz a d a de Irra d ia ç ã o D ifusa H o riz o n ta l


(IDH) 29

1.3.3 V a ria b ilid a d e In te ra n u a l da Irra d ia çã o G lobal H o riz o n ta l (IG H )..............................................30

1.3.4 V a ria b ilid a d e in te ra n u a l dos v a lo re s IG H .......................................................................................31

1.3.5 V alores m é d io s h o rá rio s e m ensais da Irra d ia çã o G lobal H o riz o n ta l (IG H )........................33

1.4 T ra je tó ria so la r anu a l, análise de e fe ito s de s o m b re a m e n to p e lo h o riz o n te .............................33

1.4.1 T ra je tó ria s o la r anual e s o m b re a m e n to p e lo h o r iz o n te .......................................................... 33

2 C e rtifica ç ã o de P rodução A n u a l de E n e rg ia .................................................................................................... 35

2.1 S o ftw a re PVSyst............................................................................................................................................... 35

2.2 C aracterização té cn ica do s e q u ip a m e n to s p rin cip a is da UFV........................................................... 36

2.2.1 M ó d u lo s ....................................................................................................................................................36

2.2.2 In v e rs o re s ................................................................................................................................................ 37

2.2.3 C ablagem C o rre n te C o n tín u a ............................................................................................................ 37

2.2.4 T ra n s fo rm a d o re s das Subestações U n itá ria s ............................................................................... 38

2.2.5 C ablagem M é d ia Tensão e Subestação E le v a d o ra ......................................................................38

2.2.6 Linha de T ra n s m is s ã o ...........................................................................................................................38

2.3 D escrição das séries e a rra n jo s fo to v o lta ic o s típ ic o s ........................................................................... 38

2.3.1 C o n fig u ra çã o das e s tru tu ra s de m o n ta g e m ..................................................................................39

2.3.2 C o n fig ura çã o da p la n ta e d ivisã o em a rra n jo s e subestações u n itá r ia s .............................. 39


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' 2.4 A nálise de e fe ito s de s o m b re a m e n to e A lb e d o ................................................................................... 40

2.4.1 M o d e la g e m g e o m é tric a para avaliação do s o m b re a m e n to p o r o b je to s p ró x im o s e


i s o m b re a m e n to in te rn o e n tre m e s a s ............................................................................................................... 40

1 2.4.2 A lb e d o ......................................................................................................................................................41

2.5 F o to g ra fia s do lo ca l: as q u a tro d ire çõ e s c a rd e a is ................................................................................42

2.6 F atores de perdas co n sid era d o s para o cálculo da P ro d u çã o A n u a l de Energia C e rtific a d a .43

2.6.1 Perdas p o r s o m b re a m e n to e x te rn o - h o riz o n te ......................................................................... 43

2.6.2 S o m b re a m e n to in te rn o - e n tre file ira s ..........................................................................................4 4

i 2 .6 .3 Perdas a n g u la re s ...................................................................................................................................4 4

1 2.6.4 Perdas e s p e c tra is...................................................................................................................................44

1 2.6.5 N ível de irra d iâ n c ia ............................................................................................................................... 44

2.6.6 Perdas p o r s u je ira ..................................................................................................................................44

2.6.7 Perdas p o r te m p e ra tu r a ...................................................................................................................... 45

, 2.6.8 Perdas p o r in c o m p a tib ilid a d e e lé tric a {m /s m o tc h ).....................................................................45

i 2.6.9 Perdas ô h m ic a s no sistem a de d is trib u iç ã o CC (cablagem , caixas de conexão, fu síve is)4 6

1 2 .6 .1 0 Perdas pela q u a lid a d e dos m ó d u lo s ................................................................................................ 46

1 2.6.11 Perdas pela e ficiê n cia do in v e rs o r e c o n tro le de p o tê n cia m á x im a (M P P T )......................46

2 .6.12 Perdas p o r co n su m o in te rn o da U F V .............................................................................................. 46

2 .6.13 Perdas de tra n s fo rm a ç ã o ................................................................................................................... 46

. 2 .6 .1 4 Perdas ô h m ica s a té o p o n to de c o n e x ã o .......................................................................................47

i 2 .6.1 5 Perdas pela deg ra d a çã o anual dos m ó d u lo s ao lo n g o do p e río d o c o n tra tu a l......................47

i 2 .6.1 6 Perdas p o r in d is p o n ib ilid a d e da UFV ou da r e d e ........................................................................ 48

* 2.7 M é d ia s M ensais da P rodução de Energia C e rtifica d a E sp e cífica .....................................................50

2.8 P ro d u çã o de Energia C e rtifica d a A nual e D e se m p e n h o G lobal d o S istem a para o p e río d o


^ c o n tr a tu a l....................................................................................................................................................................... 51

^ 2.9 V ariação m ensal d o d e se m p e n h o G lo b a l d o Sistem a ("P e rfo rm a n c e R a tio " )............................ 52

^ 2 .10 Ince rte za p a d rã o na e s tim a tiv a de P rodução an u a l de energia de Longo T e r m o ..................... 52

I 2.10.1 C enários de p ro b a b ilid a d e o c o rrê n c ia ............................................................................................55

\ 2 .10 .2 M é d ia s M e n sa is da P rodução de Energia C e rtifica d a (P50) e da P ro d u çã o P90............... 56

) 2.10.3 V a lo re s A n u a is da P rodução de Energia C e rtifica d a (P50) e da P ro d u çã o P 9 0 ..................57

^ 3 A n e x o s ........................................................................................................................................................................ 58

^ 3.1 D ados da E n tid a d e C e rtific a d o ra ............................................................................................................... 58

^ 3.2 C e rtid ã o de R egistro CREA da e n tid a d e c e rtific a d o ra .........................................................................59

3.3 C e rtid ã o de R egistro CREA d o responsável té c n ic o ............................................................................ 60


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3.4 D o c u m e n to s dos p ro je to s re c e b id o s ........................................................................................................61

3.5 D esenhos e dia g ra m a s usados na c e rtific a ç ã o .......................................................................................62

3.5.1 Layout da UFV Pedro da Silva Neiva / L e v a n ta m e n to P la n ia ltim é tric o d o lo c a l.................. 62

3.5.2 D iagram a U n ifila r G eral S im p lific a d o ...............................................................................................63

3.5 .3 D iagram a DC (Q u a d ro de Junção e In v e rs o r)................................................................................ 64

3.5 .4 LT de 138 kV in te rlig a n d o a SE ele va do ra da UFV P edro da Silva N eiva àSE P aracatu 0465

3.6 S u m á rio da C e rtific a ç ã o ............................................................................................................................... 66


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LISTA DE FIG U R A S

Figura 1-1: Localização do e m p re e n d im e n to no m apa do B ra s il...................................................................... 12


Figura 1-2: Localização d o e m p re e n d im e n to n o m apa re g io n a l de s a té lite .................................................. 12
Figura 1-3: Á rea de c o b e rtu ra dos 5 s a té lite s g e o e s ta c io n á rio s ........................................................................15
Figura 1-4: M a p a de IGH de M N 7.1 - p a rte A m e rica d o Sul, 2 009 - 2013, in ce rte za p a d rã o 8 % .......... 16
Figura 1-5: C o b e rtu ra espacial e resolução da base de d ados H e lio C lim -3 ................................................... 20
Figura 1-6: C o b e rtu ra espacial e resolução da base de d ados H e lio C lim -3 ................................................... 22
Figura 1-7: V a lid a çã o do s dados IGH H e !io C lim -3 v5 para B rasília..................................................................... 24
Figura 1-8: C om paração da IGH no local se gundo as d ife re n te s fo n te s c o n s id e ra d a s ...............................26
Figura 1-9: C om paração da te m p e ra tu ra do ar a 2 m e tro s (TA M B ) no local s e g u n d o as d ife re n te s
fo n te s c o n s id e ra d a s ........................................................................................................................................................ 27
Figura 1-10: V a ria b ilid a d e in te ra n u a l: m édias d iá ria s m ensais da IG H............................................................31
Figura 1-11: V a ria b ilid a d e in te ra n u a l: m édias d iá ria s anuais da IG H .............................................................. 31
Figura 1-12: T ra je tó ria s o la r an u a l e linha do h o riz o n te m édia d o te rre n o da U F V ....................................34
Figura 2-1: V isão 3D baixa de 2 a rra n jo s (para 2 in ve rso re s) na m o d e la g e m P VS yst................................. 40
Figura 2-2: P lanta baixa de 2 a rra n jo s (para 2 in versores) na m o d e la g e m P VS yst.....................................41
Figura 2-3: F o to g ra fia s d o local nas q u a tro d ire çõ e s c a rd e a is ........................................................................... 42
Figura 2-4: Perdas p o r m is m a tc h e stá tic o , m ó d u lo Y ingli 2 8 0 W p , 72 células, p o li c ris ta lin o 45
Figura 2 -5: V a ria b ilid a d e da irra d ia ç ã o s o la r de lo n g o p ra z o ..............................................................................54
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LISTA DE TABELAS

T abela 1-1: Localização do e m p re e n d im e n to e do p o n to de dados s o la rim é tric o s c e rtific a d o s 11


T abela 1-2: Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l IGH In d ica d o re s de q u a lid a d e d o A tla s S olar B ra sile iro INPE -
SW ERA..................................................................................................................................................................................13
T abela 1-3: Irra d ia çã o G lobal H o riz o n ta l IGH In d ica d o re s de q u a lid a d e p ara a va lid a çã o do s sites
(F ontes: B5RN, SURFRAD)...............................................................................................................................................17
T abela 1-4: Irra d ia ç ã o D ire ta N o rm a l ID N .................................................................................................................17
T abela 1-5: In ce rte za de cálculo típ ic o para va lo re s anual e m ensal de IGH e IGI no B ra s il..................... 18
T abela 1-6: Estações s o la rim é tric a s d o BSRN u tiliza d a s para a va lid a çã o d o m o d e lo H e lio C lim -3 v5. As
estações estã o lista d a s em o rd e m d e cre sce n te de la titu d e ............................................................................... 22
Tabela 1-7: E statísticas m ensais para a co m p a ra ção dos dados IGH do H e lio C lim -3 v5 co m os dados
das estações te rre s tre s d o BSRN................................................................................................................................. 23
T abela 1-8: E statísticas m ensais para a co m p a ra ção dos d ados IGH do H e lio C lim -3 v 5 co m os dados
das estações te rre s tre s d o INPE, IN M ET e BSRN.....................................................................................................25
T abela 1-9: Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l (IGH) das cinco fo n te s para o local de p r o je to .......................... 27
T abela 1-10: M é d ia s m ensais e anuais da te m p e ra tu ra d o a r a 2 m e tro s de fo n te s s e le c io n a d o s 28
T abela 1-11: Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l - va lo re s m ensais e m édias d iá ria s ............................................ 29
T abela 1-12: Irra d ia ç ã o Difusa H o riz o n ta l - som as m ensais e m édias d iá ria s .............................................. 29
T abela 1-13: Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l - som as d iá ria s m édias m ensais a n u a is ....................................30
T abela 1-14: V a lo re s e x tre m o s de IGH nos ú ltim o s 30 anos (1985 - 2 0 1 4 ) .................................................. 32
T abela 1-15: Desvio p a d rã o das va ria çõ e s de IGH nos ú ltim o s 30 anos (1 9 8 5 - 2 0 1 4 )............................. 32
T abela 1-16: Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l - va lo re s m édios h o rá rio s e m e n s a is ........................................ 33
T abela 2-1: C ara cte rística s técnicas d o M ó d u lo F o to v o lta ic o ............................................................................ 36
T abela 2-2: C ara cte rística s técnicas d o In v e rs o r F V .............................................................................................. 37
T abela 2-3: C ara cte rística s técnicas d o tra n s fo rm a d o r da Subestação U n it á r ia ......................................... 38
T abela 2-4: C ara cte rística s das e s tru tu ra s de m o n ta g e m dos m ó d u lo s fo to v o lta ic o s .............................. 39
T abela 2-5 : C ara cte rística s c o n fig u ra ç ã o e lé tr ic a .................................................................................................. 39
T abela 2-6 : Tabela de valores de A lb e d o de su p e rfície s de re fe rê n c ia ........................................................... 41
Tabela 2-7: E statística das ca ra te rística s e lé tric a s de um a a m o s tra e x e m p la r de m ó d u lo s FV 45
T abela 2-8: A va lia çã o da P rodução A n u a l de Energia e Perdas C o n sid e ra d a s.............................................. 49
Tabela 2-9: P ro d u çã o A nual de Energia C e rtifica d a - va lo re s m é d io s m e n sa is............................................ 50
T abela 2-10: P rodução de Energia C e rtifica d a A n u a l e P e rfo rm a n c e R atio para o p e río d o c o n tra tu a l
................................................................................................................................................................................................ 51
T abela 2-1 1 : D e se m p e n h o G lobal do Sistem a - va lo re s m ensais e v a lo r a n u a l...........................................52
T abela 2-1 2 : Incertezas rela cio n a d a s ao cá lcu lo da P rodução A n u a l de E n e rg ia ........................................ 53
T abela 2-13: Incerteza to ta l ( o TOt ) da p ro d u ç ã o de energia para d ife re n te s p e río d o s de t e m p o 55
T abela 2-14: Relações de p ro b a b ilid a d e s de o c o rrê n c ia com o c e n á rio P 50.................................................55
Tabela 2-15: P rodução de Energia m é d ia m ensal P50 e P90 para o p e río d o de c o n tra to (20 anos).... 56
Tabela 2-16: P ro d u çã o anual de Energia P50 e P 9 0 .............................................................................................. 57
T abela 3-1: Dados da E ntidade C e rtific a d o ra ...........................................................................................................58
T abela 3-2: D o c u m e n to s re c e b id o s.............................................................................................................................61
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L IS T A D E S IG L A S , A B R E V IA Ç Õ E S e G L O S S Á R IO

ABNT NBR N o rm a B rasileira regida pela Associação B rasileira de N o rm a s Técnicas

BRASIL-SR M o d e lo d e tra n s fe rê n c ia r a d ia tiv a d e s e n v o lv id o p a r a o B ra s il

BSRN Baseline S urface R a d ia tio n N e tw o rk

BT Baixa Tensão

CA C o rre n te A lte rn a d a

CC C o rre n te C ontínua

CEMIG C om panhia E nergética de M in a s Gerais

CFSR C lim a te Forecast System Reanalysis

CM SAF C lim a te M o n ito rin g S a te llite A p p lic a tio n F a cility da EUMETSAT

C onsum o In te rn o M o n ta n te da e n ergia e lé tric a co n su m id a no p ró p rio e m p re e n d im e n to de


g eração de e n e rg ia e lé tric a , não in je ta d a no sistem a.

DLR D e u ts c h e s L u f t u n d R a u m fa h rtz e n tru m (C e n tro de Pesquisas Espaciais da


A le m a n ha )

DWD D e u ts c h e r W e tte r d ie n s t (Serviço M e te o ro ló g ic o A le m ã o )

EUMETSAT E uropean O rg a n isa tio n f o r t h e E x p lo ita tio n o f M e te o ro lo g ic a l S a te llite s

FCmax F ator de C apacidade M á x im o - V a lo r q u e q u a n d o m u ltip lic a d o pela P otência


A tiv a N o m in a l fo rn e c e a p o tê n cia m á xim a de um in v e rs o r. O v a lo r FCmax
varia de 0 a 100%. E ventual lim ita ç ã o de p o tê n c ia m á x im a d o in v e rs o r deve
ser in fo rm a d a a tra vé s desse fa to r.

FV F o to v o lta ic o

GDH Irra d iâ n cia D ifusa H o riz o n ta l (em W /m 2)

GDN Irra d iâ n cia D ire ta N o rm a l (em W /m 2)

GEOS G o d d a rd E arth O bse rvin g System

GFS G lobal Forecast System - glo b al n u m e ric a l w e a th e r p re d ic tio n system

GGH Irra d iâ n cia H o riz o n ta l G lobal (e m W /m 2)

GGI Irra d iâ n cia Inclinada G lobal, no plano dos m ó d u lo s fo to v o lta ic o s (em W /m 2)

G St c G Stc a irra d iâ n c ia nas co n d içõe s STC ( 1 0 0 0 W /m 2)

HC1 H elioC lim 1 da MINES ParisTech - A rm in e s . Base de dados com e s tim a tiv a s
de IGH, IDH e IDN com base nas im agens do M e te o s a t 1 de Jan 1985 - Dez
2005 u tiliz a n d o o m é to d o H elioSat-2. A base de d ados possui re solução
te m p o ra l de 1 dia e especial de a p p ro x im a d a m e n te 2 0 x2 0 km .

HC3 H elioC lim 1 da MINES ParisTech - A rm in e s . Base de d ados com e s tim a tiv a s
de IGH, IDH e IDN com base nas im agens do M e te o s a t 2 e d ados M cC Iear a
p a rtir de Fev 2 004 u tiliz a n d o o m é to d o H elioS at-2. A base de dad o s possui
resolução te m p o ra l de 15 m in u to s e especial de a p ro x im a d a m e n te 3 x 3 km.
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IDH Irra d ia ç ã o D ifusa H o riz o n ta l = irra d iâ n c ia g lo b a l in clin a d a , in te g ra d a d u ra n te


u m in te rv a lo de te m p o e sp e cifica d o (e.g. 1 h ou um dia)

IDN Irra d ia ç ã o D ire ta N o rm a l = Irra d iâ n cia D ire ta N o rm a l, in te g ra d a d u ra n te um


in te rv a lo de te m p o esp e cificad o (e.g. 1 h ou um dia)

IEC I n t e r n a t io n a l E le c tro te c h n ic a l C o m is s io n (C om issão E le tro té c n ic a


In te rn a c io n a l) - O rganização in te rn a c io n a l de p a d ro n iza çã o de te c n o lo g ia s
e lé trica s, e le trô n ic a s e relacionadas.

IGH Irra d ia ç ã o G lobal H o riz o n ta l (W h /m 2) = irra d iâ n c ia g lo b a l h o riz o n ta l,


in te g ra d a d u ra n te um in te rv a lo de te m p o e sp e c ifica d o (e.g. 1 h o u u m dia)

IGI Irra d ia ç ã o In clin a da G lobal, no p la n o dos m ó d u lo s fo to v o lta ic o s = irra d iâ n c ia


g lo b a l in clin a d a , in te g ra d a d u ra n te um in te rv a lo de te m p o e sp e c ific a d o (e.g.
1 h ou u m dia)

INPE In s titu to N acional de Pesquisas Espaciais

IP In d is p o n ib ilid a d e P rogram ada - P e rce n tu a l do te m p o e m q u e a o p e ra ç ã o é


in te rro m p id a , d e v id o à execução de m a n u te n ç ã o p ro g ra m a d a .

ISCCP P ro je to In te rn a c io n a l de S atélites de C lim a to lo g ia de N u ve m

ISO I n t e r n a t io n a l O rg a n iz a tio n f o r S ta n d a rd iz a tio n (O rganização In te rn a c io n a l


para Padronização)

kA 1000 A m p è re s

kV 1000 V o lts

MN7 M e te o n o rm V ersão 7

MT M é d ia Tensão

NCEP N a tio n a l C enters fo r E n v iro n m e n ta l P re d ictio n

NOAA N a tio n a l O ceanic and A tm o s p h e ric A d m in is tra tio n

OMM O rganização M u n d ia l de M e te o ro lo g ia {W M O )

ROA P ro fu n d id a d e Ó tica A tm o s fé ric a

POES S a té lite s G e o e sta cio n á rio s e de O bservação A m b ie n ta l P olar

P otência da M e n o r v a lo r e n tre a som a das p o tê n cia s n o m in a is dos m ó d u lo s fo to v o lta ic o s


U n ida de G e radora (PsTcnas co n d içõ e s STC) e a p o tê n c ia m á xim a d is p o n ív e l do in v e rs o r de um a
U n id a d e G e radora

P otência Final No caso de um n o vo e m p re e n d im e n to a P otência Final à se r Instalada


Instalada (p o tê n c ia a tiva ) co rre s p o n d e à som a das p o tê n cia s das u n id ad e s g e ra d o ra s.

P otência m áxim a
P otência n o m in a l do in v e rs o r m u ltip lic a d o p e lo fa to r de lim ita ç ã o de
d isp o níve l do
p o tê n c ia FCmax
in ve rso r

PSTC Soma da p o tê n c ia n o m in a l dos m ó d u lo s nas co n d içõ e s STC

RSPC Reanálise do Sistem a de Previsão de C lim a d o NOAA NCEP

SIRGAS 200 0 Sistem a de R eferência G e o c ê n tric o para as A m é rica s. É o siste m a de


re fe rê n c ia geodésico b ra s ile iro , a d o ta d o a p a rtir de 2 5 /0 2 /2 0 0 5
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F O T O V O L T E C
Sistemas Fotovoltaicos

SPG Sistem a de Previsão G lobal do NOAA NCEP

SRTM-30 M o d e lo D ig ita l de Elevação

SSE-NASA S u rfa c e M e te o r o lo g y a n d S o la r E n e rg y P ro g ra m d a N a tio n a l S p a ce A g e n c y

STC S ta n d a rd T e st C o n d itio n s

SURFRAD S u rfa c e R a d ia tio n B u d g e t N e tw o r k

TAM B T e m p e ra tu ra do a r a 2 m e tro s (te m p e ra tu ra de b u lb o seco)

TEIF Taxa E q u iva le n te de In d is p o n ib ilid a d e Forçada P e rce n tu a l d o te m p o em que


a usina não está a p ta a o p e ra r, d e v id o à o c o rrê n c ia de fa lh a ou in te rru p ç ã o
de e m e rg ê ncia , em co n d içõe s não p ro g ra m a d a s, a b a tid a s as paradas
prog ra m a d a s.

UFV Usina F o to vo lta ica

UNEP-SWERA U n ite d N a tio n s E n v iro n m e n t P ro g ra m - S o la r a n d W in d E n e rg y R e so u rce


Assessm ent

U n id a d e G e ra d o ra C o n ju n to de séries e a rra n jo s fo to v o lta ic o s co n e cta d o s a u m in v e rs o r


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C e rtific a çã o dos Dados S o la rim é tric o s e C fY T V ^ X /O I T F í "


C e rtifica çã o da P rodução A n u a l de Energia i w I V ./V V ./L .I

1 Certificação dos Dados Solarimétricos

A p rim e ira p a rte do re la tó rio a p re se n ta a m e to d o lo g ia e re s u lta d o s de c e rtific a ç ã o de dados


s o la rim é tric o s para o e m p re e n d im e n to Usina F o to vo lta ica P edro da Silva N eiva {UFV PSN) de 30 M W ,

O escopo d e sta c e rtific a ç ã o está em c o n fo rm id a d e com os ite n s re q u is ita d o s no c o m p o n e n te 5 .9 do


d o c u m e n to da EPE N0 EPE-DEE-RE-065/2013-r2 (1 5 /0 3 /2 0 1 5 ), e a b o rd a os se g u in te s ite n s:

■ A ná lise c o m p a ra tiv a de diversas fo n te s de dados s o la rim é tric o s de lo n g o prazo;

■ Q u a lific a ç ã o das fo n te s de d ados so la rim é tric o s co n sid era d o s, in fo rm a n d o are solução


te m p o ra l, p e río d o de o b servação, fo n te p rim á ria dos d ados e d e scriçã o d o m o d e lo u tiliz a d o
para c ria r o b anco de dados;

■ A p re s e n ta ç ã o de co nsiderações acerca dos e rro s e da in ce rte za s o b re os dados;

■ E laboração de d ia g ra m a de tra je tó ria so la r an u a l no sítio , com a z im u te e a ltu ra solar,


c o n s id e ra n d o a to p o g ra fia d o h o riz o n te ;

■ C riação de um a n o m e te o ro ló g ic o típ ic o u tiliza n d o dados de bancos de d a d o s s o la rim é tric o s


ou de um a estação s o la rim é tric a em solo;

■ C álculo e a p re s e n ta ç ã o das:

M é d ia s h o rá ria s m ensais de irra d ia çã o g lo b a l h o riz o n ta l (k W h /m 2);

M é d ia s m ensais de lo n g o prazo da irra d ia çã o g lo b a l h o riz o n ta l (k W h /m 2).

1.1 Localização do e m p re e n d im e n to

A Usina F o to v o lta ic a P edro da Silva N eiva está localizada no M u n ic íp io de P aracatu, Estado de M in a s


Gerais. A Tabela 1-1 de scre ve o n d e está localizado o e m p re e n d im e n to .

T a b e la 1 -1 : L o c a liz a ç ã o d o e m p r e e n d im e n to e d o p o n to d e d a d o s s o la r im é tr ic o s c e r tific a d o s

Localização d o e m p re e n d im e n to

M u n ic íp io Paracatu
Estado M in a s Gerais
C oord enad a s geo g rá fica s
L a titu d e 17° 10’ 4 3 .9 ’' S L o n g itu d e 4 6 ° 4 9' 7 .6 3 " W 1
W G S84/SIRG AS 2000
A ltitu d e 612 m
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F ig u r a 1 - 1 : L o c a liz a ç ã o d o e m p r e e n d im e n to n o m a p a d o B ra s il

F ig u ra 1 2 : L o c a liz a ç ã o d o e m p r e e n d im e n to n o m a o a r e g io n a l d e s a té lite

1 .2 F o n te s d e d a d o s s o la rim é tric o s c o n s id e ra d o s

Foi re a liz a d a u m a a v a lia ç a o d o s d a d o s d is p o n ív e is d e Irra d ia ç ã o solar p a ra o lo c a l d o p ro je to a nivel


m u n d ia l, p a ra se d e te rm in a r u m a base d e d a d o s c o n s is te n te e s a tis fa tó ria p a ra a a va lia çã o da
p ro d u ç ã o de e n e rg ia d a U sina fo to v o lta ic a

Os da d o s m e te o ro ló g ic o s fo ra m o b tid o s a p a r tir d e u m a c o n su lta a bancos d e d a d o s p ú b lic o s e


co m e rcia is.

Foram c o m p a ra d o s d ife re n te s bancos de dados, e selecionado o m a is adequado p a ra o


e m p re e n d im e n to . Os b a n co s d e d a d o s a n a lisa d o s fo ra m : INPE-SWERA, SSE-NASA, M e te o n o rm 7,
SolarGIS, H e lio C im -1 e H e lio C lirn -3 . Esses b a n co s d e d a d o s são d e scr tos n o s s u b c a p itu lo s a se g u ir.

Para a C e rtific a ç ã o d o s D ados S o la rim é tric a s e d a A valiação d a P ro d u çã o A n u a l d e E nergia o p ta m o s


p e la u tiliz a ç ã o d o b a n co d e d a d o s H e lio C lim 3, d e v id o à m e lh o r c o a o rtu ra d e p o n to s d e va lidação.
Para J u s tific a r essa e sco lh a re a liza m o s u m c o m p a ra tiv o d e irra c ia ç ã o G lo b a l H o riz o n ta l (IGH) e
T e m p e ra tu ra (T a m b ) d o H e lio C lim -3 r o m o u tra s 4 fo n te s d e d a d o s de irra d ia ç ã o s o la r e te m p e ra tu ra
a m b ie n te de a lta q u a lid a d e . _______________________________________________
«elatórlo d e C e rtific a ç ã o -R C O -16/06/2015 Pagina 12 dc 66
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C e rtific a ç ã o d o s D a d o $ S o la rim é tric o s e P O T O V /O I X F í”


C e rtific a ç ã o d a P ro d u çã o A n u a l d e E nergia r V ^ lV ^ V V J L I C V -
U fV P e d ro d a Silva N eiva S iste m a s F o to v o lta ic o s

1 .2 .1 INPE-SWERA

O A tla s S o lar B ra s ile iro 2 0 0 6 1 e o b a n co d e d a d o s c o rre s p o n d e n te fo i e la b o ra d o e p u b lic a d o pelo


iNPE - In s titu to N a c io n a l d e Pesquisas Espaciais c o m co la b o ra çã o d o UNEP-SWERA (U n ite d N a tio n s
E n v ir o n m e n t P ro a ro m - S o la r a n d W in d E n e rg y R e so u rce A sse ssm e n t). O a tla s usa as im a g e n s d o

s a té lite GOES-8 d o p e río d o d e 1 9 9 9 - 2 0 0 6 (7 anos c o m p le to s ) e o m o d e lo BRASIL-SR é u s a d o p a ra a


d e riv a ç ã o d o s d a d o s d e irra d ia ç ã o s o la r a p a r tir d e im agens d e s a té lite . Este m o d e lo fo i e la b o ra d o
p e lo INPE ern c o rn p a ia ç à o c o m u OLR (Dewísc.hes L u / t u n d R a u m f a / t W C r u m ) .

O A tla s S o lar In c lu i u m a base d e d a d o s n u m é ric o s o q u a l a p re s e n ta va lo re s m é d io s m e n sa is d e IGH,


iDH e IDN ju n t o c o m d a d o s d e te m p e ra tu ra (s o m e n te m é d ia an u a l). Estes d a d o s e s tã o disp o níve is
co m u m a re so lu çã o d e células d e 1 0 k m p o r 1 0 km . c o b rin d o to d o te r ritó rio b ra sile iro .

A in c e rte z a p a d rã o d o s d a d o s s o la n m é tn c o s d o A tla s NPE-SWERA ío i a v a lia d o a tra v é s da


c o m p a ra ç ã o e n tre o s v a lo re s d e irra d ia ç ã o c a lc u la d o s p e lo m o d e lo d e tra n s fe rê n c ia , e os v a lo re s de
irra d ia ç ã o s o la r m e d io o s e m 16 estações s o la rim é tric a s o p e ra d a s p e lo IN^E.

A Fabela 1 2 a p re s e n ta estes in d ic a d o re s . V e rific a -s e q u e o b i a s - a d ife re n ç a m é d ia e n tre os v a lo re s


o b tid o s p o r s a té lite e p o r m e d iç ã o e m solo - v a rio e n tre S e 7%.

ro b e /o 1 - 2 : Ir r a d ia ç ã o G lo D a l H o tà o n to H G H
In d ic a d o re s d e q u a lid a d e d a A tla s S o la r B ra s ile ira 'N P E - S W E R A '

Irradiação G lobal H orizontal (IGH) Bias m édio Desvio Q u a d rá tico M ó d io (DQM)

Norte 353,48 7* 640,3 15 9!


Nordeste 306.75 636 631,1 13%
Centroesle 272,11 536 669.8 13 36
Sudeste 249,10 5% 662,7 14%
Sul 259.49 536 546.7 12 36

1.2 .2 SSL NASA (P ro g ra m a d e M e te o ro lo g ia d a S uperfície e d e Energia S olar)1

O b a n c o d e d a d o s d a SSE-NASA [S u rfa c e M e te o r o lo g y a n d S o lo r E n e rg y P ro g ra m d o N a tio n a l S pa ce


A g e n c y ) é u m b a n co d e d a d o s c o m c o b e rtu ra m u n d ia l. Os d a d o s m e te o ro ló g ic o s e d e irra d ia ç ã o

NASA-SSE são d e riv a d o s d e v ã ria s b ases d e dados, in c lu in d o o G cd d a rd E a rth O b s e rv in g S ystem


(GEOS-1), o P ro je ta In te rn a c io n a l d e S a té lite s d e C lim a to lo g ia d e N u v e m (ISCCP D l ) , a p a r tir d e

Enio Bueno Pereira, Fernando Ramos M artins, Samue Luna d e Abreu. R ta rd o Rúther. A tla s B ra sile iro de
E n e rg ia Solar, ia Edição, Sõo José dos G im cos, 7006

‘ Fernando R M a rtin s, cn o B. Pereira. Ricardo A G u arnier, Shei a A 8. Silva, Cristina S. Yamashita, Rafael C
Chagas. Samuel lu n a de A oreu e Sergio Colle, M o p ra m e n tn das recursos d r [ n e r g ia Solar n o B rasil u b tlra n d o o
m o d e lo d e tra n sfe rê n cia ro ó ia iiv o Brosil-SR, IC3ENS. Fortaleza 2007

Surface m e ie o id o R v and Solar Energy A renew able energy resource «veb site (release 6.0):
http5://eosweb.larc.n3<3 üov/sse/ acessado 25/05/2015
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da d o s d o s S a té lite s G e o e s ta c io n á rio s e d e O b se rva çã o A m b ie n ta l P o la r (GOES e POES), e d o s a té lite


E uropeu g e o e s ta c io n a rio M e te o s a t tir s t g e n e ra tío n e ta m b e m s a té lite s ja p o n e se s. A p re c is ã o d o
m o d e lo fo i a va lia d a u tiliz a n d o -s e u m n ú m e ro e le v a d o d e estações m e te o ro ló g ic a s te rre s tre s .

Os d a d o s d e in te re s s e p a ra e s te re la tó rio , IGH, ID H , IDN e T A M B e stã o d is p o n ív e is e m u m a resolução


espacial d e l ’ x V (o q u e c o rre s p o n d e a ce rca d e 110 km x 1 1 0 k m ). A re so lu çã o te m p o ra l d o s dados
d isp o n íve is s ã o m é d ia s m ensais d o p e rio d o d e J u lh o d e 1 9 8 3 a (u n h o d e 2 0 0 6 (22 anos).

De a c o rd o r o m a a va lia çã o d a NASA, o desvio p a d rã o t p ic o p a ra os v a lo re s m e n sa is d e IG H é d e 13-


16%, e a in c e rte z a p a d rã o d o s v a lo re s a n ua is d e IGH é d e 11% . A in c e rte z a p a d rã o tip ic o p a ra a m é d ia

1.2 .3 METEO NO RM 7.1’ (M N 7 .1 )

M ETEO NNORM è u m s o ftv /a re c o m e rc ia l, q u e in c lu i u m a base m u n d ia l d e d a d o s m e te o ro ló g ic o s


o b tid o s p o r e s ta ç õ e s e m s o lo , ro tin a s c o m p u ta c io n a is d e in te rp e la ç ã o e sp a cial e te m p o ra l (g e ra çã o
«e series te m p o ra is s in té tic a s ) d o s d a d o s , e ta m b é m u m a base m u n d ia l d e d a d o s d e irra d ia çã o
d e riva d o s de im agens d e s a té ite.

• E stações e m s o lo : A m a io ria d o s d a d o s d e estações e m so lo re le v a n te s p a ra a A m é ric a L a tin a


oaseia-se n o A rq u iv o B alanço G lobal d e E nergia (GEBA) e nas N o rm a is C lim a to ló g ic a s da
O M M (O rg a n iza ção M u n d ia l d e M e te o ro lo g ia , W M O , G ilgen e t a l, 1 9 98) d o p e rio d o 1 9 86-
2C 05 (p a ra o s v a lo re s d e irra d ia ç ã o ). A q u a lid a d e d o s d a d o s fo i c o n tro la d a u s a n d o três
o ro ce sso s d is tin to s : v e rific a ç ã o d a p ro b a b ilid a d e física, a n álise d e s é r ie s te m p o ra is e
c o m p a ra ç ã o d o in d ic e d e c la rid a d e c o m d a d o s d a c o b e rtu ra p o r n u ve n s Os d a d o s de
e sta ç õ e s e m soln p o d e m s e r in te r - o u e x tra p o la d o s para c u a is q u e r lo c a is p o r a lg o ritm o s
a m p la m e n te te s ta d o s e validados

-'ara c o m p le m e n ta r d a d o s fa lta n te s e g a ra n tir u m a d is trib u iç ã o h o m o g ê n e a d e estações


m e te o ro ló g ic a s , fo ra m a d icio n a d a s o u tra s bases d e d a d o s , ta is c o m o o re s u m o d e d a d o s de
e sta ç õ e s m e te o ro ló g ic a s in te rn a c io n a is c o m p ra d a s p e lo N a tio n a l C lim a tic D ata C e n te r. EUA
(NCDC. 1 9 9 5 /2 0 0 2 ).

• im a g e n s d e s a té lite : M e te o n o rm 7 .1 tra z d a d o s d e irra d ia ç ã o d e riv a d o s d e im a g e n s de


s a té lite , e e s tã o d is p o n ív e is c o m a b ra n g ê n c ia m u n d ia l na re s o lu ç ã o e sp a cial d e 8 x 8 k m '. A
oase de dados de irra d ia ç ã o fo i c o n s tru íd a usando c in c o s a té lite s m e te o ro ló g ic o s
g e o e s ta c io n á rio s e m e d iç õ e s te rre s tre s d e a p ro x im a d a m e n te 1700 e s ta ç õ e s p a ra a
ca lib ra ç à o d o s m apas. Para E u ro p a fo ra m u tiliz a d o s m a p a s e x is te n te s d e irra d ia ç ã o e m a lta
re so lu çã o d a M e te o S c h w e iz e para Á fric a o s m a p a s C M S A F l’ d o D W D , a m b o s b a se a d o e m
im ag e n s d e M e te o s a t 5G. A m é ric a é c o b e rta p e la s im agens d o s s a té lite s GOES-E e GOES-W
Para Á sia e A u s trá lia usa se as im a g e n s d o M e te o s a t VISSR e M T 5A T :

‘ Versão atual M e te o n o rm usado: v 7.1.4


' £UMETSAT's S atellite App ication Facility o n Climate M o n ito rin g (CM SAF) W eb User Interface (W U I) to aecew
satellite data generated h K B ^ ffu j,.ç p is 3 f cu;lsa(icaZacVQn/viC\yHgTlc2m'.'flvNJrne: HQ.ME ÇM 5 ÁF .W U!,
acessado 25/05/2015___________________________________________
Relatório de Certificação - ROO - 16/C6/7015 Página 14 de 66
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f i g u r a 1 -3 : Á r e a c íp c o b e r tu r a d o s 5 s a té lite s ç e o p s ta c ia n á ro s

Os d a d o s d e irra d ia ç ã o g lo b a l fo ra m calculados a p a r tir das im agens d e s a té lite u tiliz a n d o o


m é to d o H e lio s a t' (C ano e t a l , 19801 A tu rb id e z fo i c a lc u la d o c o m a base c h m a to ló g ira d e
R em u n d e D o m e is e n ' P rim e ira m e n te c ria ra m -s e m apas m ensais, os q u a is fo ra m agregados
para a o b te n ç ã o d e m a p a s m é d io s d o s p e río d o s d o s d a d o s re g is tra d o s Os m a p a s d o s s o is Ifa)
sa té lite s fo ra m s o b re p o s to s , e as d ife re n ç a s e n tre as im a g e n s suavizacas p a ra a e la b o ra çã o
de m a p a s m u n d ia is.

Estes m apas fo ra m , e n tã o , a d a p ta d o s p a ra o s d a d o s d e s o lo d e lo n g o p ra z o . Na p rim e ira


etapa, as d ife re n ç a s e n tre o s m a p a s e m e d iç õ e s d e lo n g o p ra z o n o s locais d e estações em
solo fo ra m d e te rm in a d a s . Na segunda e ta p a , essas d ife re n ç a s fo ra m in te rp e la d a s
Císpacialmente c o m c m é to d o d e g ra v id a d e d e S h e p a rd " (Z elenka e t a l, 1 9 9 2 ). E n a te rc e ira , o
m apa d e d ife re n ç a s fo i s o m a d o c o m o m apa d e s a té lite o a ra a o b te n ç ã o d e u m m apa
c a lib ra d o c o m os d a d o s d e lo n g o orazo.

Para a base d e d a d o s d e s a té lite r c local d e p ro je to , M e te o n o rm in fo rm a u m a in ce rte za


m é c ia p a d rã o d e 5 % p a ra a m é d ia an u a l d e IGH.

• D ados d e te m p e ra tu ra d o a m b ie n te fT A M B ): Baseiam -se n o s v a lo re s da O M M (O rganização


M e te o ro ló g ic a M u n d ia l, W M O , G ilgen e t a , 1 9 98) d o p e n o d o 2 0 0 0 -2 0 0 9 . A te m p e ra tu ra no
local é se m p re o b tid a p o r u m a lg o ritm o d e in te r - o u e xtra p o la ç ã o , c o n jic e ra n d o as
ca ra te rís tic a s d o lo ca l, sua elevação e c a te g o ria m ic ro d im á tic a .

Paro 0 local d o p ro je to os v a lo re s d e te m p e ra tu ra T A M B fo ra m n te rp o la tío s e n tre as


estações B rasília |1 8 9 k m d e d is tâ n c ia ) e B e lo H o riz o n te (4 3 2 k m d e d is tâ n c ia ), c o m uma
ini-ci le z a u iid ia u d u -i 1 .5 i C.

" D Cano. I M V n n g c t, V AJbuiM©n, H. Guillard. N. Regas,L W ald. A m e th o d fo rth e determmation o; the


global soiar rad ia tio n fre m n-eteorolcgical satellite data. Solar Energy, Volum e 37, issur 1 , 198S, P-iger. .11 -39
Remund, J and Domeisen D , 2010: Aerosol optical depth and ü n k e tu rb id ity d im a to b g y . IEA SHC Task 36
report, 2011
' Zelenka, A , G. Czeplak.V. D A gcstino. J W eine.. E. M axwell., R Perez, M . No-a, C. Ratio and R. Festa <19921:
T echniq.cs fo r supplcmen tin g solar raoi.nion n e tw o rk a a i.i, Vo ume 1-3. IFA Report No.lEA-SHCP-93-1.
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FO TO VO LTEC
S iste m a s F o to v o lta ic o s

7 T 0 1 -7 X O
2601 - 2 'I O
2 M 1 -2 K 0
2ir**01
0 1- 2 X 0
2XH
2 SOI-- 7 * 0
2 2 0 1 -2 3 0 0
2101 -2 » 0
2001 - 21C0
1*01 - 7 X O
raoi - vaco
1701 • VXO
1601 - 1 7 ( 0
1501 - reco
1 *6 1 - V X O

«soi - r*co
1 2 0 1 -1 X 0
1101 -1700
i o o i - ric o
9 3 1 - VCOO

F ig u ro 1 -4 : M a p a d e I 6 H d e M N 7 . 1 - p a n e A m e ric a d o S ul, 2C6f? - 2 0 1 3 , in c e rte z a p a d r ã o 8%

Para e s te e s tu d o são u tiliz a d o s p a ra fin s c o m p a ra tiv o s , o s d a d o s IGH m ensais d o s m apas d e s a té lite


d o M e te o n o rm e a te m p e ra tu ra m é d ia m e n sa l o b tid a p o r in te rp e la ç ã o .

1.2 .4 S o la rG IS /G e o M o d e l Solar

O SolarGIS é u m b a n co d e d a d o s d e s e n v o lv id o e o p e ra d o p e la e m p re s a G e o M o d e l S o la r. 0 re cu rso
s o la r e o b tid o a tra v é s d esse b a n c o f h ttp ://s o la ra is tn f o /) D eis p a râ m e tro s p rim á rio s s ã o calculados
no SolarGIS:

• Irra d iâ n c ia G o b a l H o riz o n ta l (IGH)

• Irra d iâ n c ia D ire ta N o rm a l |ID N)

Os da d o s p rim á rio s e s ta o d is p o n ív e is c o m reso uçao te m p o ra l d e á l) m in u to s , e c o m re so lu çã o


espacial d e 3 x 4 km . Os p a râ m e tro s p rim á rio s são u tiliz a d o s n o m o d e lo SolarGIS p a ra o s c á lc u lo s d e
p a râ m e tro s d e riv a d o s , ta is c o m o Irra d ia ç ã o D ifu sa H o riz o n ta l (ID H ) e irra d ia ç ã o G lo b a l In c lin a d a (IGI)
re c e b io a p e lo s m ó d u lo s fo to v o lta ic o s .

A p re c is ã o d o s v a lo re s IG H e IGI c a lcu la d o s a p a r tir d o m o d e lo d e ra d ia ç ã o s o la r SolarGIS é


d e te rm in a d a p e lo s s e g u in te s fa to re s :

• P recisão d a sim u la ç ã o d a tra n s m itã n c ia d a n uvem , d e riv a d a d o s d a d o s d e s a té lite ,

• Q u a lid a d e d o s p a râ m e tro s d e e n tra d a q u e d e scre ve m o e s ta d o d a a tm o s fe ra , ta is c o m o


aero ssó is e v a p o r d e água,

• C o n d içõ e s g e o g rá fica s d o local,

• In c e rte z a d e m o d e lo s n u m é ric o s d e irra d iâ n c ia relacionados,

• P recisão d e m é to d o s d e a d a p ta ç ã o d o s ite (se a p lic a d a l.


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D escrição d o M é to d o d o s D ados d o SolarGIS/GEOMODEL

Ra d ía ç â o Sc m h

A ra d ia çã o s o la r é c a lc u la d a o o r m o d e lo s n u m e n c o s , q u e são p a ra m e trira fio s p o r u m c o n ju n to d e


in fo rm a ç õ e s c o m o a tra n s m itã n c ia d a s nuvens, o e s ta d o d a a tm o s fe ra e as co n d iç õ e s d o te rre n o ,

A v a ria b ilid a d e a le a tó ria das co n d iç õ e s a tm o s fé ric a s d e cé u lim p o è d e te rm in a d a p e la s m u d a n ç a s nas


c o n c e n tra ç õ e s d e aerossóis, v a p o r d 'á g u a e o z ô n io . D ados a tm o s fé ric o s g lo b a is sã o calculados
u s u a lm e n te p e lo s c e n tro s ce dados a tm o s fé ric o s g lo b ais, com re s o lu ç ã o e sp a cial de
a p ro x im a d a m e n te 125 km . A p re c is ã o d o c á lc u lo p a ra a Irra d ia ç ã o c o m cé u lim p o é e s p e c ia lm e n te
sensível às in fo rm a ç õ e s a re s p e ito d o s aerossóis.

As n u ve n s sã o u m f a t o r c ru c ia l p a ra se d e te rm in a r a v a ria b ilid a d e d e to d a irra d ia ç ã o n o céu. O


p a râ m e tro 'ín d ic e d e N u v e m ’ e c a lcu la d o a p a r tir d a s o b se rva çõ e s d a s e s ta ç õ e s m e te o ro ló g ic a s
geoestacionãrias.

Pa’ d u B rasil, o e fe ito d a s n u ve n s é c a lcu la d o p e lo s d a d o s d o s s a té lite s M e te o s a t M FG e GOES East


[EUMETSAT e N O AA) n a fo rm a d e ín d ic e d e N u ve m . 0 In d ic e d a N u v e m é p ro v e n ie n te d a relação
e n tre a irra d ia ç ã o g ra v a d a e a irra d ia ç ã o d o s a té lite No SolarGIS. o e s q u e m a d e c á lc u lo m o d ific a d o
H e llo sa t 2 fo i a d o ta d o p a ra re c u p e ra r as p ro p rie d a d e s ó tic a s das n u ve n s d o s d a d o s d o s a té lite , e
r e a k a d o u m a s é rie d e m e lh o ria s p a ra lid a r c o m situ a ç õ e s especificas, c u e m á re a s d e a T o a lb e d o
[zonas a rid a s e d e se rta s), e ta m b é m c o m o te rre n o co m p le xo

No B rasil, a re so lu çã o e sp a cial d o s d a d o s d o s a té lite u tiliz a d o s p o r SolarGIS sá o c e 3 ,0 x 3 ,0 k m ’ , com


re so lu çã o te m p o ra l d e 3 0 m in u to s .

In d ic a d o re s d e q u a lid a d e d e IGH e ID N , p a ra c s c c a is d e v a lid a çã o d is p o n ív e is n a A m é ric a d o Sul, são


m o s tra d o s nas T a b e la 1-3 e T a b e la 1 -4 .

T a b e la 1 -3 : ir r a d ia ç ã o G lo b a l H o r u o n t a l IG H In d ic a d o re s d e q u a lid a d e p a r a a v a lid a ç ã o d o s s ite s


(F o n te s . BSRN, SURFRAD/

M U
BrasíUa-DF 19 4,2 21,3 9 .0 5.1
FlorianópolivSC io 2 .a 26,1 10,7 3.5
São M a rtin h o da Serra-RS 11 2,8 18,3 4,4 3,1

T a b e lo 1 - 4 : ir r a d ia ç ã o D ir e t o N o r m a ) ID N

in d ic a d o re s d c q u a lid a d e p a r a o s lu g a re s s e le c io n a d o s (F o n te s - BSR N e SURFRAD)

Brasília-DF 16 7.3 36,1 13,0 9.3


flnrtanópalis-SC -3 •0,7 44,0 74.1 5.5
S io M a rtin h o da Serra-RS 18 3.9 31,0 18.2 5.5
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Para o B ra$il a in c e rte z a típ ic a e s tá re s u m id a na T a b e la 1 -5 . E rr lo calidades m a is co m p le xa s, a


incerteza d o re c u rs o s o la r p o d e s e r m a io r, e s p e c ia lm e n te e m regiões o n d e o te o r d e a e ro s s o l é a lto e
v a riá v e l, ao Ic n g o d a c o s ta , nas m o n ta n h a s e á re a s u rb a n a s e in d u stria is.

T a b e la 1 -S : In c e rte z a d e c a lc u lo típ ic o p a r a v a lo re s a n u a l c m e n s a l d e IG H e IG I n o B ra s il

Incerteza dos valores anuais Incerteza dos valores mensais

Irradiação Global Horizontal |IGH) ld.5% 16.5%

irradiação Globa n o plano Inclinado 0<3I| 15,0% •7,0%

T eM P ílA T O M

Os da d o s m e te o ro ló g ic o s a rm a ze n a d o s na base d e d a d o s SolarGIS )ão calculados d e d u a s p rin c ip a is


(e n te s d e dados. Os a lg o ritm o s SolarGIS e o M o d e lo D ig ita l d e E le v a ;â o S R TM -30 fo ra m u tiliz a d o s n o
p ó s -p ro c e s s a m e n to d e dados.

As c a ra c te rís tic a s d a base d e d a d e s m e te o ro ló g ic o s SolarGIS p a ra o Erasil são:

• F on te s d e d a d o s p rim á rio s (a m b o s c o m d ire ito s a u to ra is d a NOAA NCEP):

o RSPC (R eanálise d o S istem a d e P revisão d e Cl m a ) e u m a R esolução T e m p o ra l de


um a h o ra , d o s a n o s d e 1 9 9 4 3 2009.

O SPG (S istem a d e P revisão G lo b a l) R esolução T e m p o ra l d e trê s h o ra s , d e 2 0 1 0 a té o


p re s e n te m o m e n to .

• P a râ m e tro s c o n s id e ra d o s n e s te e s tu d o : T e m p e ra tu ra d o i r a 2 m e tro s (te m p e ra tu ra de


b u lb o seco), T A M B |'C |.

• RSPC e SPG sáo in te rp o la d a s e h a rm o n iz a d a s p a ra in te rv a lo ; d e h o ra e m h o ra . In te rn a m e n te


d e 15 m in u to s p a ra os c á lc u lo s F o to vo lta ico s.

• A R esolução Espacial d o s d a d o s p rim á rio s é d e 3 5 k m (RSPC) e 5 5 k m (SPG). A m b a s as


re so lu çõ e s d o s d a d o s sáo p ó s processadas e re ca lcu la d a s com re so lu çã o e sp a cial d e 1 <m.

• O p e n o d o c o b e rto n o SolarGIS p e lo s p a râ m e tro s m e te o ro ó g ic o s : 0 1 /1 9 9 4 a té o p re s e n te


m o m e n to (m a is d e 20 anos).

Os p a râ m e tro s m e te o ro ló g ic o s são d e riva d o s d o s re s u lta d o s o b tid o s n o s m o d e lo s n u m é ric o s d e


c lim a (SPG e RSPC), e o o ssu e m m e n o r re so lu çã o e sp a cial. P o rta n to , esses d a d o s n ã o p o ssu e m a
m esm a p re c is ã o o u e o s d a d o s d a fo n te so la r. D este m o d o , o m ic ro c lim a lo c a l d o s ite p o d e a p re s e n ta r
desvios n o s v a lo re s o b tid o s p e lo b a n c o d e d a d o s g lo b a is SolarGIS. Os d a d o s d o m o d e lo RSPC são
co n s id e ra d o s m a is p re ciso s q u e os d a d o s d o m o d e lo SPG,

A p re c is ã o m e te o ro iò g ic a d o s m o d e lo s d e p e n d e d o s d a d o s d e e n tra d a . S endo u m a re p re s e n ta ç á u
m a te m á tic a d o p ro ce sso d in â m ic o , os m o d e lo s são baseados n o c o n ju n to d e e q u a çõ e s d ife re n c ia is
parciais, c u ja s o lu ç ã o d e p e n d e das co n d iç õ e s In ic ia is c d c lim ite . A in icia liza çã o tío s p a râ m e tro s v e m
d e m e d içõ e s m e te o ro ló g ic a s e m d ife re n te s c a m a d a s d a a tm o s fe ra . A p re c is ã o d a m e n o r c a m a d a da
a tm o s fe ra (2 m p a ra a te m p e ra tu ra d o a r) d e p e n d e d a d is trib u iç ã o e sp a ciai e d a q u a lid a d e das
m e d içõ e s da re d e d e o b s e rv a ç ã o m e t e o r o l ó g i c a . _______________________________________________
Relatório de Certificação - ROO -1 6 /0 6 /2 0 1 b Página 18 dc 66
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A te m p e ra tu ra d o a r a 2 m e tro s é pós-processada a p a r t ir d o s dad>s d o SPG (2 0 1 0 a 2 0 12) e RSPC


<1994 a 2 0 0 9 ) p e lo s a lg o ritm o s SoíarGIS e o M o d e lo D ig ita l d e E levação SRTM -30. A resolução
te m p o ra l é d e u m a h o ra (RSPC) e tr ê s h o ra s (SPG). a re so lu çã o espacial á re ca lc u la d a p a ra 1 km.
C o n sid e ra n d o a re s o lu ç ã o e sp a cial e a in te rp e la ç ã o te m p o ra l, o desvio in s ta n tâ n e o d e h o ra a hora
p a ra os v a lo re s o b tid o s d e o b se rva çõ e s e m so lo p o d e -s e a lc a n ç a r alguns graus.

1 .2 .S D ados H e lio C lim -1 v4

O ba n co d e d a d o s d e irra d ia ç ã o s o la r n a s u p e rfíc ie te r re s tr e H elioC liT i-1 v 4 é b a se a d o e m e s tim a tiv a s


d c irra d ia ç ã o e m s o lo u s a n d o as im a g e n s M e te o s a t d e p rim e ira g e ração, a p lic a n d o -s e o m o d e lo
H olioS at 2 d e s e n v o lv id o p e lo C e n tro d e O b se rva çã o . Im p a c to s e E n e rg ia ' d a U n iv e rs id a d e Francesa
d c E nge nheiro s M INAS P arisTech' e ARMINES Essa associação im lu i in c u b a ç ã o d e a tiv id a d e s de
p e sq u isa v o lta d a s p a ro o In d ú s tria .

• Á re a d e c o b e rtu ra -66" to 6 6 * e m la titu d e e lo n g itu d e

- P e n o d o de dados 0 1 d e J a n e iro d e 1 9 8 5 3 1 d e D ezem bro d e 2 0 0 5

• R esolução e sp a cial a p ro x im a d a m e n te 2 0 k m x 2 0 k m (varia c o m a la titu d e e lo n g itu d e )

• R esolução te m p o ra l dia

• D ados d is p o n ív e is IGH, ID H , e IDN

O m o d e lo e a m e to d o lo g ia sã o a p re se n ta d o s a s e g u ir" . A base d e dados d e e le v a ç ã o c o n s id e ra d a é


T errainB ase 5*.

1 .2 .6 D a d o s H e lio C lim -3 v5

O b a n c o d e d a d o s c e irra d ia ç ã o solar n a su p e rfície te rre s tre H e lio C lim -3 u sa as im a g e n s M e te o s a t


s e g u n d a g e r a s s e , e u m a m e to d o lo g ia d e tra n s 'e rè n c a a p lic a n d o -s e n o v o s m é to d o s c o m p a ra d o com

HC1:

• Á re a d e c o b e rtu ra : -66* a 66* e m la titu d e e lo n g itu d e

• P e rio d o d e dados: d e sd e 0 1 d e F e v e re iro d e 2 0 0 4 a té hoje

• R esolução e sp a cial d e p e n d e n te d o â n g u lo e m q u e a te r r a é vista : 3 k m x 3 k m n o N a d ir, para


o B rasil tip ic a m e n te 4 ,5 km x 5 k m (v e r F ig u ra 1-5)

• R esolução te m p o ra i 1 5 m in u to s

w w w .f- in e s - p .v ls te c h e u /R e s e a rc h -i/a lo n z a o a n /F elds-of-R


O b s e r v a t io n -Im p a cts-E n erK v

" m eaj

!: le fív r e M ., W ald L . Dlabaté L . Using reduced data sets ISCCP-B2 'ro m th e M eteosat sa té lite s to asses*
surface so>a- irra d ia n te Solar Energy, 8 1 ,2 4 0 -2 5 3 ,2C07.
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C e rtific a ç ã o d o s Dados S o la rim é tric o s e r O T O X /O I T F f ”


C e rtific a ç á o Ca P ro d u çá o A n u a l d e E nergia 1 V \- /L I C V -
UFV P e d ro d a Silva N eiva S iste m a s FotOVOltaiÇOS

D ados d is o o n iv e is : IGH, ID H , e IDN

C o rre ç ã o p o r a ltitu d e m ais a tu a l d e a ltitu d e {SR TM |, c o m re s o lu ç ã o d e a p ro x im a d a m e n te


90xS0 m 2 e 1 0 m d e precisSo

C o rre ç ã o p o r h o riz o n te p a ra cada p o n to u s a n d o ta m b é m o SRTM

U so d o m é to d o d e R u ir-A ria s 2 0 0 9 p a ra a d e c o m p o s iç ã o d e IGH e m IDH e IDN

Banco d e d a d o s M cC Ie a r p a ra a tu rb id e z (m e lh o r re s o lu ç ã o e s p a c ia i e te m p o ra l q u e a
T u rb id e z Ü nke)

D.ãdOS d e b ^ s ^ m c d e lo d e tm n .sfe r é n r ia ia p .ljç j> d o _ e ^

Desde 2 0 0 4 , o m o d e lo d e tra n s fe rê n c ia H e lio S a t-2 é a p lica d o à s im agens SEVIRI d o M e te o s a t d e


segunda g e ra ç ã o . E fo i u sa d o p a ra a tu a liz a r, e m u m a base d iá ria , o b a n co d e d a d o s d o re c u rs o so 'a r
H clio C lim -3 . Os d a d o s M e te o s a t sã o re c e b id o s d a E u m e ts a t, e processadas q u a se e m te m p o real
Esta base c e d a d o s a b ra n g e a E u ro p a , a Á fric a , a bacia d o M e d ite rrâ n e o , o C c c a n o A tlâ n tic o e p o rte
d o O ceano In d ic o , c o m u m a re s o lu ç ã o e sp a cial d e a p ro x im a d a m e n te 5 k m e um a re s o lu ç ã o te m p o ra l
d e 19 m in u to s .

f i g u r a 1 -9 ' C o b e rtu ra e s p a c ia i e re s o lu ç ã o d c b a s e d e d a d o s H c iio C lim -3

Há d u a s cad e ias in d e p e n d e n te s d e a q u is iç ã o e p ro c e s s a m e n to d e d a d o s p a ra o H e iio C lim -3 em


M in a s ParisTech e o u tr o e m T ra n s v a lo r, S ophia A n tip o lis .
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FO TO VO LTEC
S is te m a s F o to v o lta ic o s

S in te tiza n d o , o m o d e lo d e tra n s fe rê n c ia H e lio S a i 2 tra b a lh a c o m as im a g e n s n o e s p e c tro visíve l: o


m a is b -a n c o d o p ix e l, m a io r a n e b u lo s id a d e . Para c a lc u la r a ra z â o d e n u ve n s p a 'a cada pixel da
im a g e m M e te o s a t, o p ix e l e m co n d iç õ e s d e cé u h m p o é c o m p a ra d o c o m o p ix e l c m co n d iç õ e s d e céu
a tu a l. Na base d a n e b u lo s id a d e calcula-se a re d u ç ã o d a irra d ia ç ã o e m solo

A m e to d o lo g ia á d e s c rita c o m m a is d e ta lh e nas s e g u in te s p u b lica çõ e s:

• B e ye r H G . C ostanzo C., H e ire m a n n D., M o tíific a tio n s o f t h e H e lio s a : p ro c e d u re fo r


irra d ia n c e e s tim a te s fr o m s a te l ite im ages. S o la r Energy 5 6 |3 ); 2 0 7 (1 9 9 6 ).

• C a n o D., M o n g e r I., A lb u tsso n M ., G u illa rd H.( Regas N., a n d W a ld L , A m e th o d f o r th e


d e te rm m a tio n o f th e g lo b a l s o la r 'a d ia tio n fr o m m e te o ro lo g ic a l s a te llite d .ta . S o la r Energy
37; 31(19801. h n p : / /iv v A V . h e lio c lim .o rg /p u b iic a tio n s /1 9 8 2 SE C a n o .p d f

• R lg o llic r C., L e fê v re VI., W a ld L , 2004. T h e m e th o d H e lm sa t-2 f o r d e riv in g s h o rtw a v e solar


ra d ia tio n d a ta fr o m s a te llite im ages. Solar E nergy, 77(2), 1S 9-169.

V ários a rtg o s e p u b lica çõ e s so b re o m o d e lo e o b a n co d e d a d o s H e lio c lim p o d e m s e r e n co n tra d a s


n o s s e g u in te s links:

h t t p : / / m v \ v . h e lio c lim .o rg /p u b lic a tio n s /in d e x .h tm l

h tm )

P recisão c Incertezas

O s v a lo re s h o rá rio s d c IGH e IDN d o oanco d e d a d o s HC3vS fo ra m c o m p a ra d o s c o m 2 9 estações


te rre s tre s d a REDE BSRN n a E uropa, Á fric a e A m é ric a la tin a 11, c o n s id e ra n d o se â n g u lo s zenltais
in fe rio re s a 7 8 ' (e q u iv a le n te a u m â n g u lo d e elevação s u p e rio r a i 2 ‘ ).

acessado 30/04/2015
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T o ra v e re

C a m tx o rn e C a b a t M ’
U n d c rfc c rg
Pafeiseau
^ r
C a»per»as v  .

f ig u r o 1 -6 : C o b e r tu ra e s p a c ia l e re s o lu ç ã o a o b a s e d e d a d o s H e tio C íim -3

T a b e la 1 - 6 : E s ta ç õ e s s o /a rim é tr/c a s d o BSRN u t llu a d a s p a r o a v a lid a ç ã o d o m o d e lo H e lio C lim -3 v5.


A s e s ta ç õ e s e s tã o lis ta d a s e m o r d e m d e c re s c e n te d e la titu d e .

Lerwick UK 60.133 -1.183 84 2004-2007 Occámcu

Toravere Estônia 58.254 26.467 70 2004-2009 Oceânico

Undenberg Alemanha 52.210 14.122 125 20Ü4-2C06 Oceânico

Cabauw Holanda 51971 4977 0 2005-7009 Oceânico

Csmborne UK 5 0 217 -5.317 88 20D4-2C07 Oceânico

Palaiseau Franca 48.713 2.208 156 2004-2C07 Oceânico

Payerne Suíça 46.815 6.544 492 2004-2009 Oceânico

C arccrtras Fronca 44.083 5.059 100 2004-2009 M editerrâneo

Cener Espanha 42.816 -1.601 •171 2010 Oceânico

Sede Boeer Israel 30.505 34.787 500 2004-2009 Deserto

T a m a n ra s^t Argélia 27 780 5.51 1385 2004-2009 Deserto

Brasília Brasil -15.601 -47.713 1023 2006-2010 Tropical

SJo M a rtin h o da
Brasil -29.443 -53.823 489 2006-2010 Subtropical
Serra

De Aar África -30.667 23.993 1287 2004 2005 Deserto


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R e s u ita ú o s d a c o m p a ro c 3 o "

T a b e la 1 -7 : E s ta tís tic a s m e n s a is p a r a a c o m p a ra ç ã o d o s d o d o s IG H d o H e lio C lim -3 vS


c o m o s d o d o s d a s e s ta ç õ e s te rre s tr e s d o 3SRH

le rw ick 34 67,7 2 3,0% 6,4 9,5% 0,997

Toravere 114 74,9 -3.7 -4.9% 6,9 9.2% 0.994

Llndenberg 37 88.2 -4.6 5,2% 6,6 7,5% 0,997

Cabauw 117 86,2 -3.2 -3.7% 6,3 7.3% 0.996

Cambome «1 91,9 •0.6 0.7% 3 3,3% 0,999

Palaiseau 94 95,7 1.3 1,4% 3,5 3.7% 0,999

Payerne 88 97,7 -2.2 •2.3% 5 5,1% 0,997

Carpentras 122 125,9 1.5 1,2% 3 2.4% 0,999

Cener 44 114,4 3 2,6% 4,8 4,2% 0,998

Sede Boaer 104 164,1 •7 4,3% 8,9 5.4% 0,997

TarTamasset 174 173,8 1,9 1.1% 5.5 3.2% 0,991

Brasília 73 136,8 3.9 2,9% 5,8 4.2% 0,995

São M a rtin h o da Serra 73 141,9 •3,7 •2,6% 5,9 4,2% 0,997

De Aar 11 171,4 -0.7 -0,4% 1,9 1.1% 1,000

MÉDIA 76,5 116,5 3.1 1.8 0,997


P IR C E N IIl S0 2.6% 4.2%

PERCENTIL 90 4,7% 8,7%

O s re s u lta d o s o b tid o s dessa validação, baseados nas so m a s m ensais d o s v a lo re s h o rá rio s de


irra d ia ç ã o , in d ic a m u m c o rre la ç ã o e x c e le n te e n tre o s v a lo re m e d id o s e m s o lo e d a base H C 3v5. O
f a t o r d e c o rre la ç ã o m e d io e d e 0 ,9 9 7 .0 p e rc e n til 5 0 d o b ias d e to d a s e s ta ç õ e s a v a lia d a s é d e 2,6% : e
o p e rc e n til 5 0 à d e 4,7% , i.C. 50% d a s estações p o ssu e m u m b ias in fe rio r o u ig u a l a 2,6% e 90% das
e stações, u m b ias in fe rio r o u ig u a l a 4,7% . O p e rc e n til 5 0 d o RMSE d e to d a s estações a v a lia d a s é de
4.2% ; O percent<l 9 0 é d e 8,7% , i.e. 50% das estações p o ssu e m u m RMSE in fe r io r o u ig u a l õ 2,6% e
90% das estações u m b ia s d e in fe rio r o u ig u a l a 8,7% .

V aLdacão c o m p le m e n ta r p a ra o Brasil

Para a p a rte le s te d o Brasil, a o ra n g id o pelas m agens M SG, fo ra m c o m p a ra d o s os d a d o s IGH d e


H e lio C im -3v5 c o m os re g is tro s s o la rim é tric o s d e 4 4 estações te rre s tre s d o BSRN |2 ), INPE-SONDA

1' h tirir/A v w y j soQ a-om .ccm /helo/heliocl m/helioclim-B-valiCation. acessado 30/04 /2 0 1 5 ________
Relatório de C ertificação—ROO - 16/QÓ/2015 P.'gina 73 de W>
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<11) selecionados e d o IN M E T < 3 1 )". Essas e s ta ç õ e s fo ra m selecionadas, após a a n álise d e d a d o s que


tiv e m o s acesso, e fo i v e rific a d a u m a b o a c o b e rtu ra e q u a lid a d e d e dados.

P a r a o e x e m p lo d a e s t a ç ã o s o la r i m é t r ic a d e B r a s il a p o d e m o s m o s t r a r c u e m e s m o p a r a d a d o s d e

a lt í s s im a r e s o lu ç ã o t e m p o r a l (1 m in ) , o b t id o s p e la e s t a ç ã o B S R N , a c o r r e la ç ã o e n t r e o s d a d o s H C 3 v 5

e d a d o s m e d id o s e m s o lo é e x c e le n te o c o e f ic ie n t e d e c o r r e la ç ã o é d e 0 , 9 9 6 c o m B ia s d e s o m e n t e

2,9%.

B n w a » iH nh Giebrt Ir-adance (W/m2)

*> is tu
iM v K llK V W tí « ) : S W S 7 V M (r e in )
IC -M O IflM O t iv ): (M /R t/K S (n«GI
81* : ?0, a CIZ)
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CC: Q .9 * («) • 1.02 <x) -fl.7 l

0 10

x • y
L c a s is q u M c a ffn e ic s rc s s io - ’

0 650
BSRN

F ig u r o 2 -7 : V a lid a ç ã o d o s d a d o s IG H H e lio C lim - 3 v S p a r a B r a s ília

" h ttp :/,'iv w w 5oda-pro.com /help/heliocnm Aielioclim -3-validat onabraril. aressado 30/04/2015
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T a b e la 1 8 : E s t a t ís t ic o s m e n s a is p a r a a c o m o a r a c ã o d o s c ia d a s I G H d o H e lio C lim - 3 vS
c o m o s d a d o s d a s c s t o iõ c s te r re s tre s d o IMPE, IN M E T e BSRN

* i :■. .h* :« i7in


m ..
í i:,.
A^ua-CIsra (MSI IN M t 1 4fi 123.4 1.3 l.lT á 3 ; 2, 0.999
A q u íd a iia ra (MSI INMET SO 145.7 2.8 1,916 4.1 2 .8 % 0 995
firoranguà (SC| INMET 69 113 1.5 1.3% 2 .8 2,5% 0.999
Bataguasiu (MSI INMET 14 152.5 -7.3 -1.5% 3,2 2. 1% 0.997
B r iS lU (D f 1 BSRN n 136,8 3.9 2,9% 5.8 4,2% 0.995

C x f io e r a i‘ a u li« 3 |R I| INPE ii 147.7 -1 •0,7% 4.4 3.0% 0.993


C a K ij |RO| INMET 71 128.5 4.7 3.7% 7,9 5.1% 0,974
Carnpc-Bom (R5> INMET õ 148,6 -1,7 -1, 1% 4,1 7.8% 0.999
Campo ciranrtp (MS) INPE 18 132 0 .1 0 . 1% 3.4 2 .6 % 0.997
['.ar-pla (RS) IN M E I 70 128.6 1.5 1. 2% 3 2.3% 0.998
Chopeco |SC) INPE 12 129.9 1 .6 1.7% 2 ,8 7..,L! 0,998
CiddO“ -G â ik tia (PR! INMET 69 140,7 •1.4 1,0 % 3.2 2.3% 0,998

a e v e lé n flia (P»l iNMfct 73 137,4 3.7 2,7% 4.8 3.5% 0.597

C o ru T jjJ IMS) INMET 97 138,6 3,6 2 ,6 % 5.3 3.8% 0.596

Cwta-Rlca (MS| INMET 1« 147,2 3.4 2.3% 5,8 3,9% 0,565

C U a b i (M T| INPE 84 141,1 2.4 1.7% 7,8 5.5% 0.561

C w tib a (PR) INPE S 128,1 3.2 2.5% 3,7 2.9% 1.CC0

C u rtib a ro * (SC) INMET 76 130.6 1.7 1.3% 3,9 3.0% 0.597

in o n iw ) C erquei'a (SC| INMET 68 •30,3 0 .2 0 .2 % 2.7 2. 1% 0.59S

D o m -P o d ri» (RS) INMET 50 141,5 -6 -4.2% 6,9 4.9% I.COO

nourado» (MS) INM EI 89 144.3 2.1 1.5% 4.5 3.1% 0,994

f o r d e Iguaçu (PR) INMET li 130,3 -3,4 -2, 6% 5,6 4.3% 0,998

Ib im tà |RS| INMET u 99.7 -0 5 -0.9% 3 3.0% 0,999


Jardim (MS) INMET 34 149 2.7 1 .8 % 4,6 3.1% 0,996
Joaçabu (SC) INMET 79 138,4 3.5 2.5% 4,6 3.3% 0.997
Joáqyttli-Tdvuid (PR| INMET 91 !4 6 ,S 1.4 1 .0 % 3,7 2.5% 0,995

M a io r-W e 's (SCI INMET 62 •.14.6 4.4 3.8% 5.2 4,5% 0.998

M an n e á (PRI NMET 67 157 4,4 2.9% 6 3.9% 0.991

N a ta l (RN) INPt 51 165,8 5.9 3.6% 7.4 4.5% 0.996


Nova-Tabac (l’ «) iN M & I 8» -.43.6 -4.4 -i ’ % 7.8 5.4% n Q0 R

O urlnnos (SP) INPE 67 178.6 1 .8 5.6 4.4% 0.992

Palmas iTO) INPE n 129.7 1 ,2 ■0.9% 8 .1 6. 2% 0.950

Peiroltna (P t) INPE 89 147,5 8.2 5.6% 9.2 6 . 2% 0.995

P o n o -V e lN j (RO) INMET 76 118.1 9 7.6% 1 1 .6 9.3% 0,972

Santiago (RS) INMET 63 140.7 4.6 -35 % 6 .1 4.3% 0.998

s a o lu ir( M A ) INPE 47 133 2.8 2 .0 % 7.3 5,3% 0 990

SSo M a n in h o d S. (SC) BSRN 73 141.9 -3.7 -2. 6% 5.9 4,2% 0,997


Som brio (SC) INPE 25 110.9 35 3.4% 5.4 4,9% 0,997

S onora |MS| INMET 18 140.9 1.5 1, 1% S 3.5% 0,986

T e u tô n la (RS) INMET 20 68,5 2.1 3.1% 3.9 5,7% 0.998

Uruguaiana (RS) INM EI 58 145,6 •5,6 •3,8% 6.5 4,5% 0.999

V e n ta n ia |PR) INMET 24 141.9 55 3.9% 6,5 4.6% 0.997

v ilh e n a (RO) INM EI 70 125,2 75 6 .0 % 9.6 7.7% 0.983

X a rje ré (SO INMET 74 131.7 0 ,2 • 0 .2 % 3.4 2.5% 0.998

MEOIA - 56.7 134,5 3.6 2 .0 0,993


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M e d ia Bí j i RMSE C o e fK ie n te de
C ils c io I fo n lc A m o s tra i . - — — <------------ — --------------- r ^ i— i----
rtV h /m * kW h/m % W /m % corrcIaçao
P IR C E N IIl SO 2.4% 1.6%

PERCENTIL 9 0 2,8% 4,1%

Os re s u lta d o s o b tid o s dessa va lid a ç ã o , baseados n a s s o rta s m e n sa is d o s v a lo re s h o ra is d e irra d ia çã o ,


in d ic a m u m c o rre la c ã o m u ito boa e n x -e os v a lo re m ed d o s e m so lo e d a base HCBvS. F a to r de
c o rre la ç J o m é d io d e 0,993.

O p e rc e n til SO d o Uias d e to d a s as estações s o la rim é tric a s avaliadas é d e 2,4% ; o p e rc e n til 9 0 é de


2.8% , i.e. 50% d a s estações p o ssu e m u m b ia s in fe rio r o u ig u a l a 2,4% e 90% d a s e s ta ç õ e s u m b ia s de
in fe r io r o u ig u a l a 2,8% . O p e rc e n til 9 0 d o bias d e 2.8% re fe re n te a IGH re p ie s c rita a In ce rte z a Padrão
d o re cu rso s o la r a d o ta d o p a ra essa c e rtifica çã o .

1.2 .7 R esum o d a co m p a ra ç ã o d o s d a d o s d e irra d ia ç ã o e d e te m p e ra tu ra

Comparação d e Irradiação Global H orizontal de Fontes Escolhidos


7.00

6.S0

b.fB

I
si yoc
IN ff-S W fR A
I
| Í.5 C M N 7.1

K lv S
4.CXj
Mn fc v M ar A br M ii lu n lu l A gn Sd C ut N os' O f) A nual

f i g u r o 1 -8 : C o m p a ra ç ã o d a I 6 H n o lo c o l s e g u n d o a s d ife re n le s f o n t e s c o n s id e ra d a s
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T a b e la 1 9 : ir r a d ia ç ã o G lo b a l H o r iz o n ta l flG H I d a í c in c o f o n te s p a r o o lo c o l d e p ro je to

Mês NASASSE MN7 SolarGIS HC3v5 M éda Escolhido


SWERA
Jan 6,17 5.53 5,50 5.89 5.98 5,81 5.98

le v 6.19 5.66 6,29 6,21 6.33 6,14 6,33

M ar 5.99 5.25 5.59 5.57 5.70 5.62 5,70

Abr 5.52 5.22 5,33 5.45 5,42 5.39 5.42

Mai 4,85 4,92 4,82 S.CO 4.98 4.91 4.98

Jun 4.49 4.86 5.02 4.83 4.72 4.78 4.72

Jul 4.60 5,05 5,09 5.C6 4.98 4,96 4,98

Age 5.42 5.61 5,88 5.31 5.76 5.70 5,76

Set 6.14 5.82 6,10 6.11 6,07 6.05 6,07

Out 6,53 5.66 5,64 6.C0 5,80 5,93 5,80

Nov 5.63 5.22 4.99 5.53 5.40 5,36 5,40

Dez 6,08 5,07 5 /7 5.71 5 /5 5,55 5,45

Anual 5.63 5,32 5 /7 5.59 5,54 5.51 5.54


Relação com
2.2% -3.5% -0.7% 1.4% C.6% 0,0% 0,6%
a méoia

A precisão p c n n íia b ilic a d e d o s d a d o s H e lio C lim 3v5, d e v id o a s u a p o s s ib ilid a d e d e v e rific a ç ã o com


um a g ra n d e base d e d a d o s m e d id o s e m s o lo , d e s ta ra -s e s o b re as d e m a is fo n te s d e d a d o s analisadas.
P o r issc, fo ra m e s c o lh ic o s o s c a d o s d a base d e H e lio C lim p a ra e la b o ra ç ã o d e s te e s tu d o .

Comparação da Temperatura do Ambiente de Fontes Escolhidos

77

73

71

INPE-SWERA NAS/SSl
19

17
I jn Fev Mar Abr Mal iun lul Set O ut Ncv Déi Anual

F ig u r a 1 -9 : C a m o a ra ç õ c d a t e m p e r a t u r a d o a r o 2 m e tr o s (T A M B ) n o lo c a l
s e g u n d o o s d ife r e n te s fo n c e s c o n s id e ra d a s
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T a D d a 1 - 1 0 : M c d ia s m e n s a is c a n u a is d a ic / n o c io lu r a d a a r a 2 m e lr o s d e f o n t e s s e le c io n a d o s

M és INPE-SWERA NASA SSE MN7 SolarGIS Escolhido


Jan 24.6 23.0 23.1 23,6 23.0
Fev 2S.0 23,0 23.0 23.7 23.0
M ar 24.7 22,7 22A 23,3 22.7
A br 24.6 22,6 21,7 23,0 22,6
M ai 23.5 21,0 19.9 21,5 21,0
Jun 22.0 19,7 18.8 20,2 19,7
Jul 22,3 19,7 19.4_____ 20,5 19.7
Ago 24.2 21,3 21.5 22,3 21,3
Set 26,9 23,1 24.6 24,9 23.1
O ut 26,3 24,0 25.8 25,4 24,0
N ov 24.9 22,7 2 4.2_____ 23,9 22,7
De? 24,3 22,7 _____23.4 23,5 22,7
A nual 71.4 74,4 72,1 22.3 23,1 22,1
D esvio da
0,34 1.37 0.96 0,76 0,00 0,96
m é d ia an ual

C o m o a base d e d a d o s M e le o n o rm 7 .1 p o s s u i u m a c o b e rtu ra d e e s ta ç õ e s e m solo b a s ta n te der.sa n o


B rasil, e s c o lh c u -s c o s d a d o s f / N 7.1 p a ra s e rv ir c o m o base p a ra a c e rtifica çã o .
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1 .3 A p re s e n ta ç ã o d e ta lh a d a d o s d a d o s c e rtific a d o s d c Irra d ia ç ã o G lo b a l H o riz o n ta l (IGHJ

1.3.1 V alores m é d io s m e n sa is d a série te m p o ra l d e Irra d ia ç ã o G lo b a l H o riz o n ta l (IGH) u tiliz a d o

A T ab ela 1-11 a p re se n ta as som as c m é d ia s m e n sa is d a s é rie te m p o ra l de d a d o s IGH u tiliz a d o p a ra a


c e rtific a ç ã o . A so m a a n u a l d e IGH c e rtific a d a é 2 .0 2 4 k W h / m '.

T a b e la 1 - 1 1 : Ir r o d ia ç d o G lo b a l H o r iz o n ta l - v a lo re s m e n s a is e m é d ia s d iá ria s
• J lc u i M iin o l. t lc I f r . - r t iO c í lr b i illil' " - i r v r ' . - . ' . w r . l t f ll/m
•- [ ... :

m m
1 198.4 v u 151.7 1«X8 152,6 IRXO
] 1/4 ,1 178.4 170.0 : 7 í ,o IS4.5 W l 156.3 1 « |0
201.9 186,0 IfiT.S is w s U J.S lí A i 149.9 169.0 1S7.1
172.7 158,8 K il - b l.i 138.S 1Í9 .3 136.0 185.2
1 /8 2 174.0 178.5 •.M .5 153,3 143.9 IfO.S I87.S
193.Õ 160.9 190.4 '47.3 147.9 1387 1S7.1 157.1
SUS 197.7 177.4 169.7 155.2 140.7 152.4 17X1 t.ü i/
1W 7 lS i,S 1S1.3 •J A A 134.4 103.8 157.1 18X5
1SS.J 184.5 190,5 169,3 141.4 1 * ,J 150,1 17S.R
-.2. . 187,7 162.4 '.54.9 156.4 135.7 158.4 iM .a
7078 I M .i 1M.7 164.6 161.7 wai 145.1 1 B Í2

■>-11 li :■ j 'dio 6 .» 5 .T C S..I7 *.SG 4.72 4.SS S,f(>

1.3.2 V a lo re s m é d io s m ensais d a s é n c te m p o ra l u tilita c a d e Irra d ia ç ã o D ifu sa H o riz o n ta l (IDH)

A T a bela 1 1 2 a p re s e n ta as m é d ia s m e n sa is d a s é rie te m p o ra l d e cados IDH u tiliz a d o p a ra a

c e rtific a ç ã o .

T a b e la 1 - 1 2 : Ir ra d /o ç à o O i fu s a H o r iz o n ta l - s e m a s m e n s a is c m c d ia s d iá rio s

S o iT ílM r"> n iv < lT l'M i*« \io O iA iv « " n líim lú l(ID H l l . l . 17:7S-lv>". 40319'J ltC IZ m
M itl lict In Sei C'J. Vov /ro
ll-*l./m < .
7Q1 64,<i S?.f 45.5 .4 ,4 l! . f Í3 .5 4 4 .5 64.1 6 9 .0 6 9 .5 1
&7 6S.9 43.1 42.9 37.3 37.6 40.S S í.ô S8.8 bH.9 72,7
W.4 Ü .9 S i2 40.4 35.0 37.7 «2.8 52.1 6R8 hS.4 n .(
S 5 .Z S IS 41.6 3 2 ,/ 36.8 33.5 49.1 63.2 68,9 68,6

6Z.6 «3 J 44.3 3 t.b 3S.S a l.3 47.8 58.7 7X 3 75,5


/S .7 t) ? .S 6 2 .8 SI 1 46.8 33.6 37,7 45,3 50.1 0 ,5 67.9 72,4
58.3 63.1 saa 4S.1 37.9 40.1 «2.7 4 9 .6 65.2 70,2
a i» Bl.i 52.9 •15.1 37.5 37.0 >»3,C 4 8 .0 <6,3 W.4
71? MJ SX.I V2.S 48.5 39.5 38.7 43.9 50.3 5 9 ,0 73,9
fâ t 53.1 65.7 55.1 4J.S 33.3 3 6 .9 99.4 49.3 57.5 64.2
bM »J.a C4.8 52.6 4X6 38.5 >9,3 4n.B 2 *3 62.3

IC T K IQ E 3 IE X IK T E IE 3 1
: ■■ . IKWh/.n'ilin 2.29 2.23 2.01 1.74 X 47 i.2 4 1.22 X33 1.64 2.00 2.31
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1.3 3 V a ria b ilid a d e In te ra n u a l d a Irra d ia ç ã o G lo b a l H o riz o n ta l (IGH|

A Tdòela 1 -1 3 a p re s e n ta as m é d ia s d iá n as m e n sa is p a ra cada a r o d ) s é rie te m p o ra l, p a ra o lo c a l na


base de d a d o s H e lio C lim l e H elioC lim B :

T a b e la 1 - 1 3 : Ir r a d ia ç ã o G lo b a i H o r iz o n ta l - s o m o s d iá r ia s m é d ia s m e n s a is a n u a is

5.9f. 5.19 5.54 3.62 5.52


5,24 0,08 5 /1 5.19 5,26
5,73 6.03 3,36 b,23 5.25 5.19
6.30 5,91 5,53 5,33 5.57
S,CC 5.4? >,?} 5.09 5.42
5.9-J 5.20 5.36 5.50
5,94 6,48 5 .K 6.12 5,48 5.32 5.39
5,fl4 5,6? 5.44 5,26
6.14 5.24 5.33 5.37
6,23 5.S1 5.20 5.31
WÚ 5.31 5 /3 5.25 £ £ £
5^1 5.21 5.06 5.22
5,93 5.13 4.93 5.29
5.2.2 5.27 4.81
5 ,5 8 5.11 4.9R 5.M
5.65 4.94 4.30 518
4,74 4.76 4.62 5.07
5,68 5.01 4.69 4 92
5,48 4.98 4.69 5,07
5.66 4.56 4.67 4,97
5.16 5.04 4.52 5,11

.y -L 4.67 4 ,6 8
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1.3 .4 V a ria b ilid a d e in te ra n u a l d o s v a lo re s IGH

A F igura 1 10 a p re s e n ta as m é d ia s d iá ria s m e n sa is e a Figura 1-11 a v a ria b ilid a d e in te ra n u a l d a m é d ia


d iá ria a n u a l c a s é n c te m p o ra l d e 3 0 anos p a ra o lo c a l n a base d t d a d o s H e lio C lim l e Hel*oClim 3-

kWh/m^di* IG H m é d ia d iá r ia m e n s a l d o s a n o s 1 9 8 3 a 2 0 1 4

B.O

7 .0 f» * C.M C /K l

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1.0
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fig u r o 1-1 0. V a r ia b ilid a d e in te r a n u a l: m é d ia s d iá rio s m e n s a is d a IG H

iv>h.'ni‘ d j IG H m é d ia d iá ria a n u a l - 193S a 2 0 1 4


6 .S

S .0

*S
M id U « ria lH C l W d l» A-«.aHC3v5 — McHi»

40

I1HÍ IslissIHilIlilllllIliili
F ig u ra 1 1 1 : V a r ia b ilid a d e in te r a n u a l: m é d ia s a la ria s a n u a is d o IG H
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A T ab ela 1-14 d e m o n s tra os v a lo re s e x tre m o s d a m é d ia m e n sa l e m é d ia a n u a l d e IGH registrados


d u ra n te os a n o s 1 9 8 5 - 2014.

T a b e lo 1 -1 4 : V a lo re s c x lr e m o s b e IG H n o s ú ltim o s 3 0 a n o s (1 9 8 S - ? 0 1 4 )

V a lo re s e x tre m o s d e IG H n o s ú ltim o s 3 0 anos

k W h /( m ' dia R elação c o m m éd^o a n u a l d c lo n g e p ra to


M é d ia M ín im o 5 ,10 - 10, 1 %
m ensal M á x im o 6 ,26 10,4%
M é d ia M ín im o 5 .25 - 7,4%
anu al M á x im o 6 ,06 7,0%

T a b e lo 1 1 5 . D e s v io p a d r ã o d a s v a ria ç õ e s d e IG H n o s ú ltim o s 3 0 a n o s f í 9 8 5 - 2 0 1 4 )

D e s v io p a d rã o d a s v a ria ç õ e s d e IGH n o s ú ltim o s 3 0 anos

D e svio p a d rã o k W h /{ m ' dia) R e la tiv o â m é d ia d iá ria m e n s a l o u an u a l

M ès 3 ,0 4 17,77%

A no 0 ,2 1 3,79%
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1.3.5 V a lo re s m é d io s h o rá rio s e m e n sa is d a Irra d ia çã o G lobal H o riz o n ta l fIG H )

A Tabela 1 1 6 a p re s e n ta as m é d ia s m ensais d e lo n g o p ra z o d o IGH t o r á r o e d iá rio n o h o rá rio o ca lH .

T a b e la 1 -1 6 : Irr a d ia ç ã o G lo b a l H o r a o n t a l - v a lo re s m e d o s h o r á r io s c m e n sa is

b ia d U tã o Giobrtl H o rlio ru j) IIGHj |W h /m |

H in u n •e v (4 » 6' A» Oj I N : I>f7 r .v a •

PXXl - O*’.
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C6CO 9/ SI 41 Jfi 3 ? a I1S 116 116 ss 19i
07:01 371 719 230 231 1M ISO 137 134 2:1 324 278 259 m W
<B:OJ '•S> •122 410 3« 352 m 547 518 390 297 4C5 12*

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ICíUJ 7*6 647 7 ta 717 615 692 637 M7 717 57a 640 6H 33*

111» 813 6 * 831 l/t CtM eas 714 7se 774 use IDO ,« •1 8 *

1 2 .0 1 787 696 692 7Z2 781 770 M7 634 463 71, 67*

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14.02 A Ji OZZ m e i: S33 546 516 W2 6a 6*7 85*

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16.02 sn í« ó 3» JSS 195 193 228 252 256 >M 314 791 ?B? se*
1702 137 169 129 71 U M « TO 75 85 71 1» 92 iixm
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TOtíl 5 6 » 6159 S .6S S 1 .7 5 1 *7 9 2 *9 6 8 S M-> 6 U 2 4 .9 1 É S .4 9 1 SS4i


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ToUl ícr. 1*7 : to
200 1 Í8 1W 170 1 *7 1 *4 151 1W 134

1.4 T ra je tó ria s o la r a n u a l, a n á lis e d e e fe ito s d e s o m b re a m e n to p e lo h o riz o n te

1.4 .1 T ra je tó ria s o la r a n u a l e s o m b re a m e n to p e lo h o riz o n te

O s o m b re a m e n to d e v id o às c a ra le ris tic a s d o te r re n o e seu e n te rn o (o n d u la ç õ e s e m o n ta n h a s ) é


ava ü a d o calcu la n d o -se a a ltu ra d o h o riz o n te (e le va çã o e m graus) j e p o n to s re p re s e n ta tiv o s , c o m o
e m p re g o d o m o d e lo d ig ita l d e elevação SRTM -3. U tiliz a -s e o m é to d o d e R uiz-Arias e t a l:6.

Para os siste m a s in s ta la d o s e r r c a m p o a b e rto a in c e rte z a re la c io ra d a a e s te c á lc u lo é m u ito b aixa,


a e v id o a a lta re s o lu ç ã o d o m o d e lo d ig ita l d c e le v a ç ã o (cerca d e 8 0 m n o p la n o h o riz o n ta l).

r ’ UTC-dh, nora n o de Brasília 1

16 Ruiz-Arias J A . C rh rra u e r I . Iovar-Pescador I , Sóri M , Spaüal disaggregation o ' satellite-derived irradiance


usmg a hlgh-resolution digitai elevatinn model. Solar Energy. 8 4 ,1 6 4 4 1657. 2010.
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S o m b re a m e n to d e fo n te s lo ca is, c o m o p ré d io s , e s tru tu ra s o u v e g e ta ç ã o n a s p ro x im id a d e s n ã o far


id e n tific a d o .

O h o n to n te c a lc u la d o n a base d o m o d e lo d ig ita l d e e le v a ç ã o ê u tiliz a d o n o s o ftv /a re PVSyst para


c o m p u ta r o im p a c to d o m e s m o so b re a g e ra ç ã o d e e n e rg ia . A Figura 1 2 m o s tra a tr a je tó ria so ar
d u ra n te o a n o {e m a m a re lo } e o h o riro n te to p o g rá fic o {e m c lo ta ) p a ra u m p o n to re p re s e n ta i v o da
U FV PSN.

A Figura 1-12 in d ic a u m a e le v a ç ã o d o h o riz o n te d c a té 7 ,8 ', o o u e re s u lta e m u m s o m b re a m e n to


p e lo h o n z o n te , c o n s id e ra d o n a s sim ulações.

225 270

h o n z o n te d o m õduto

sol
I

» •

F ig u r a 1 - Í 2 : T r a je tó r ia s o la r a n u a ) e lin n a d o h o m o n T 3 m e c ila d o te r r e n o d a U FV
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2 C e r t i f i c a ç ã o d e P r o d u ç ã o A n u a l d e E n e r g ia

A s e g u n d a p a r t e d o r e la t O n o a p r e s e n t a 3 m e t o d o lo g ia e o s r e s u lt a d o s d e c e r t if ic a ç ã o d a p r o d u ç ã o

a n u a l d e e n e r g ia d a U s in a F o t o v o lt a ic a O e s c o p o d e s ta c e r t if ic a ç ã o e s t á e m c o n f o r m id a d e c o m o s

it e n s r e q u is it a d o s no c o m p o n e n te 5 .9 do d o c u m e n to da EPE N ' F P E -C € E -R E -0 6 5 /2 0 1 3 -r2

[ 1 5 / 0 3 / 2 0 1 5 ) , e a b o r d a o s s e g u in te s it e n s :

• A p r e s e n t a ç ã o d a m e t o d o lo g ia e m o d e lo s e m p r e g a d o s p a ra :

o S im u la ç ã o d a p r o d u ç ã o a n u a l d e e n e r g ia , e a s r e f e r ê n c ia s d e e s :u d o s d c v a lid a ç ã o
d o s m o d e lo s u t iliz a d o s ;

o C á lc u lo d a I r r a d ia ç ã o n c p la n o in c lin a d o d o s m ó d u lo s ;

• D e s c r iç ã o d a s s é n e s c a i u n j o s f o l o v o t a i c o s t i p i r o s , in f o r m a n d o a z im u te e in c lin a ç ã o , e a
in t e r lig a ç ã o d e s t e s c o m o s in v e r s o r e s ;

• A p r e s e n t a ç ã o d e f o t o g r a f ia s d o lo c a l, c a r a c t e r iz a n d o as q u a t r o d ir e ç õ e s c .v c e a is ;

• C ara cte riza çã o té c n ic a d o s e q u pam entOS p rin c ip a is ;

• M o d e la g e m d o s is t e m a n o s o f t w a r e P V S yst;

• A n á lis e d e e f e it o s c e s o m b r e a m e n t o in t e r n o s , e p o r c b ie t o s p r ó x im o s , c o m o t a m b é m d e

a lb e d o ;

• D is c r im in a ç ã o e q u a n t if ic a ç ã o d e t o d o s o s f a t o r e s d e p e r d a s c o n s id e r a d o s p a r a o c á lc u lo d a
P r o d u ç ã o C e r t ific a d a ;

• C á lc u lo c a p r e s e n t a ç ã o d a s e s t im a t iv a s m e n s a is d c p r o d u ç ã o d e e n e r g ia ;

• C á lc u lo e a p r e s e n t a ç ã o d o s v a lo r e s d e P r o d u ç ã o A n u a l d e E n e r g ia C e r tific a d a c o m um a
p r o b a b ilid a d e d e o c o r r ê n c ia ig u a ; o u m a i o r a 5 0 % e 9 0 % , in c u s iv e a d e g r a d a ç ã o m e d ia d o s
m ó d u lo s f o t o v o lt a ic o s a o lo n g o d o c o n t r a t o ;

• C á lc u lo e a p r e s e n t a ç ã o d a G a r a n t ia F ísica n a o a s e d a P r o d u ç ã o C e r tific a d a

• C á lc u lo e a p r e s e n t a ç ã o d a P r o d u ç ã o C e r tific a d a A n u a l e o D e s e m p e n h o G lo b a l d o S is te m a
{ " P e r f a r m a r c c R a t io " ) p a r a c a d a a n o d e v ig ê n c ia c o n t r a t u a l;

• A v a lia ç ã o c a p r e s e n ta ç ã o d a in c c r tc ja p a d rã o n a e s tim a tiv a d e P ro d u ç ã o A n u a l d o E n e r g ia .

2.1 S o ftw a re PVSyst

A e s tim a tiv a d c p ro d u ç ã o c e e n e rg ia é c a lcu la d a u tiliz a n d o o s o ftv /a re PVSYST - o s o ftw a re m ais


d ifu n d id o m u n d ia im e n te p a ra d im e n s io n a r sistem as e usinas fo to v o lta ic a s , e a v a lia r a p ro d u ç ã o de
en erg ia d o s m esm os.

0 p ro g ra m a fo i v a lid a d o e m d iv e rs o s e s tu d o s , p o r a u to re s in d e p e n d e n te s , e c o n c o n fig u ra ç õ e s d e
sistem as e te c n o lo g ia s d is tin ta s . P ode-se c o n c lu ir q ue, c o m exceção d e m ó d u lo s d e s ilíc io a m o rfe
(te cn o lo g ia n ã o u tiliz a d a n o e m p re e n d im e n to dessa c e rtific a ç ã o ), o s o ftw a re PVSYST é capaz de
s im u la r u m g ra n d e n u m e ro d e d ife re n te s siste m a s c o n e c ta d o s á re d e c o m e x c e le n te precisão.
A través d e te s te s c e fo rm a in d e p e n d e n te d e cada u m d o s a lg o ritm o s u tiliz a d o s , ’0 'a m id e n tific a d a s
as in c e rte z a s re la c io n a d a s á m o d e la g e m .
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Pode-se a firm a r q u e a in c e rte z a p a d rã o d a sim u la ç ã o è da o rd e m d e 2 - 3 % , c o n s id e ra n d o as


incertezas d o c á lc u lo d e p e rd a s : s o m b re a m e n to , a n g u la re s e e s p e c tra is , s u je ira , n iv e l d e irra d iâ n c ia ,
te m p e ra tu ra , to le râ n c ia d e p o tê n c ia d o s m o d u lo s , in c o m p a tib ilid a d e e lé tric a (m is m a tth l, õ h m ica s
em c o rre n te c o n tin u a e as e fic ié n c as d o in v e rs o r (a ju s te M PPT e conversão}.

As p e rd a s e in c e rte z a s re la c io n a d a s aos m é to d o s d e m o d e la g e m e s im u la ç ã o e s tã o a p r e ie n u tío s em


d e ta lh e n o s su b c a p ítu lo s 2 .6 e 2 .1 0 .

2 .2 C a r a c t e r iz a ç ã o t é c n ic a d o s e q u ip a m e n t o s p r i n c i p a is d a U F V

A s 1b S ls U n itá ria s d a UFV P edro d a Silva N eiva p o ssu e m u m a c o n fig u ra ç ã o Id ò n tic í a n iv e l de


In v e rs o r São d o is In ve rso re s p o r SE U n itá ria c o m d e z ca ixa s d e ju n ç ã o ca d a , se n d o 8 caixas d e ju n çã o
d e 19 strin g s e 2 ca ixa s d e ju n ç ã o d e 18 s tn n g s p o r in ve rso r.

2 .2 1 M ó d u lo s

C o n fo rm e o c a tá lo g o a p re s e n ta d o o s m ó d u lo s p o ssu e m as s e g u in te s c a ra te rís t cas té cn ica s:

T a b c to 2 - 2 : C a ra c te rís tic a s té c n ic a s ü o M ó d u lo F o to v o lta ic a

C a r a c t e r í s t ic a s d o M ó d u l o F o t o v o lt a ic o

F a b ric a n te / M o d e lo C a n a dia n S o la r /C S 6 X - 3 I0 P

T ip o d e célula S ilício p o li c ris ta lin o


A rra n jo d e células 7 2 e m s é rie (6 x 12]

C a ra cte rística s Elétricas

C ondições STC

P o tê n c ia N o m in a l (W p ] '" ã io

T ensão N o m in a l [V I 3 6,4

C o rre n te N o m in a l W 8 ,52

T e n sã o e m c irc u ito a b e rto M 4 4 ,0

C o rre n te e m c u rto -c irc u ito [A ! 9 ,08

C o e fic ie n te d e te m p e ra tu ra P m pp [% /‘ C] - 0 ,4 3

T o le râ n cia d a potê n cia [W1 0 /» 5

C a ra cte rística s M ecânicas

D im e n s õ e s d o M ó d u lo [m m ] 1954x982x40

Seção d o cabo [m m *! 4

Mean Bias Error


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2.2 .2 Inve rso re s

C o n fo rm e o c a tá lo g o a p re s e n ta d o o s in ve rs o re s possuem as s e g u in te s c a ra te ris tic a s té cn ica s:

T a b e la 2 - 2 : C a r a c t e r t s n c o s té c n ic a s d o in v e r s o r I V

te ris tic a s d o In v e rs o r FV

F abricante A 8 B c e n tra l in v e rte rs

M o d e lo PVSSO0 - 5 7 - lO C flk W - C

C a ra cte rística s Ce E n tra d a (CC)

M á x im a p o tê n c ia CC re co m e n d a d a (KwpJ 1 .2 0 0

M á x im a te n s ã o d e E ntrada [V ] 1.100

Faixa d e te n s ã o d e o p e ra ç ã o MPPT IV ] 000 8501

M á x im a c o rre n te d e Entrada IA ] 1.710

N ú m e ro d e e n tra d a s Un 10

C aracterísticas d a Salda (CA)

P otência N o m in a i |k W | 1.000

M á x im a c o rre n te d e salda |A ] 1.445

fa ix a d e fre q u ê n c ia d e o p e ra çã o IH zJ 60

FP n a p o tê n c ia n o m in a l

E ficiê n cia m á x im a l% ] 9 8 ,8

M á x im a d is to rç ã o h a rm ô n ic a to ta l (THD) [%] <3

C a ra cte rística s das P ruteçôes

P ro te ç ã o p a ra so b re te n s ã o AC Sim

? ? 3 C a b la g o m C o r r e n t e C o n t in u a

A q u e d a d e te n s à o nas co n d iç õ e s STC fo i avaliada e m 1% n a s co n d iç õ e s STC.

A A8B co n f rm ou que o inversor p osv-i uma banda d e operação MPPT d e 575 - 850 V , o que oermíle
tra b .iih .ir tante com sénes fotovoltaicas d e 20 o u 21 m ódulos de 72 células.
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2-2.4 T ra n s fo rm a d o re s d a s S ubestações U n itá ria s

C o n fo rm e o s d a d o s d o p ro je to b á s ic o os tra n s fo rm a d o re s d a s sub e sta çõ e s u n itá ria s p o ssu e m as


seguintes ca ra te ristica s:

T a b e la 2 -3 : C a ra c te rís tic o s té c n ic o s d o tr a n s fo r m a d o r d a S u b e s ta ç c o U n itá r ia

C a r a c t e r í s t ic a s d o t r a n s f o r m a d o r

P o tê n cia n o m in a l [kV A l 2 .0 0 0

E n ro la m c n to M F (kV) 13.8
Tensão n o m in a l
E n ro la m e n to BT (kV) 0 .4

F re q u ê n c ia n o m in a l m
60

P erdas e m vazio i% ] 0 /15

P e rd a s e m p le n a carga m
0 /8 0

2.2 .5 C ablagem M é d ia T ensão e S ubestação E levadora

C o n fo rm e o s d a d o s d o p ro je to b asico, o s is te m a d e d is trib u iç ã o M T d e n tro d a UFV é re a liz a d o por


trê s ra m a is e m 1 3/8 kV (trê s ra m a is c o m c in c o SE u n itá ria s cada». A s q u e d a s d e te n s à o nestes
c irc u ito s M T nas co n d iç õ e s 5 IC s u b te rrâ n e o s fo ra m avaliadas e m 0,35% .

As pe rda s d e e n e rg ia n a S u b e sta çã o E levadora 1 3 .8 / 138 kV d a C entra* F o to v o lta ic a fo ra m estim adas


e m 0.62% .

2 .2 .6 Linha d e Transm issão

A subestação e le v a d o ra d a UFV S f P edro d a Silva N eiva (1 3 ,8 /1 3 8 kV) é in te rlig a d a à SE P aracatu 0 4


via IT 138 kV. c irc u ito sim p le s, c u jo c o m p rim e n to é d e a p ro x im a d a m e n te 3 0 km . As p e rd a s
ca lcu la d a s p a ra u m c a b o d e 20 1 ,4 3 m m 1 c o rre s p o n d e m a 0,67% .

2 .3 D e scriçã o d a s s é rie s e a rra n jo s fo to v o lta ic o s típicos

A d e s e rç ã o d a s séries e a rra n jo s fo to v o lta ic o s tip ic o s in fo rm a o a z im u te e in c lin a ç ã o d o s m ó d u lo s , a


sua c o n fig u ra ç ã o s o b re as m e sa s e a in te rlig a ç ã o e lé tn c a d o s m esm os c o m o s in ve rso re s.
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2 .3 .1 C o n fig u ra ç ã o d a s e s tru tu ra s d e m o n ta g e m

C o n fo rm e o p ro je to básico o b té m -s e a s e g u in te c o n fig u ra ç ã o d a s e s tru tu ra s d e m o n ta g e m ;

T a b e la 2 - 4 : C ararferV W ros dos e s rn .ru ro s d e m o n ta g e m d o s m ó d u lo s /o fo v o iro ic o s

m onugem

Tipo d e estrutura Fixa/rastreador Faa

Azim ute Cl 0 ’ (Norte)

Ângulo d e Inclinação d o eixo C) io -

Distância file ira a fileira (início d c uma me»a até o in ic io da 7


m
próxima mesa)
Largura da mesa m é
C om prim ento d a mesa m 40

N úm ero d e módulos por mesa un. d x 20 = 8C

N úm ero mesas por inversor un. 47

2 .3 .2 C o n fig u ra çã o d a p la n ta e d iv is ã o e m a rra n jo s e sub e sta çõ e s u n itá ria s

C o n fo rm e o p ro je to b á s ic o (m e m o ria l e d ia g ra m a s e lé tric o s ) o b té m -s e a s e g u in te c o n fig u ra ç ã o da


p la n ta fo to v o lta ic a , a rra n jo s e sub e sta çõ e s u n itá ria s:

T o b e la 2 -5 : C a ra cte rístico s c o n fig u ra ç ã o e lé tr ic a

Características d a configuração elétrica

Série F o lo vo lctict

M ódulos por série fotovoltaica 20

Distnbuição Corrente Continua (CC!

Séries fotovoltaicas p o r caoca d e iunção 18 o u 19

C a ix a r d a ju n ç ã o p o r m v s r c o r 10

Séries fotovoltaica» por inversor 188

M ódulos fotovoltaicos por inversor 3.760

Inversores e subestações unitárias

inversores p o r subestação unitária 2

Subestações unitárias 15
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2 .4 A n á lis e d e e fe ito s d e s o m b re a m e n to e A lb e d o

Para a n á lis e d e e fe ito s d e s o m b re a m e n to d o s m ó d u lo s fo to v o lta ic o s u lilita m -s e 3 c o m p o n e n te s


d is tin to s :

• S o m b re a m e n to p e lo n o riz o n te : O h o riz o n te fo i le v a n ta d o n a secção 1 .4 e o re s u lta d o


n u m é ric o in s e rid o nos s o ftw a re PVSyst;

• S o m b re a m e n to p o r o b je to s p ró x im o s , i.e c o n s tru ç õ e s in te rn a s n a UFV, c o m o a b rig o s de


in v e rs o re s , a rm a z é m , lin h a s d e tra n s m is s ã o , e t c , o u o b ie to s e x te rn o s I.e. ed ifica çõe s,
á rvo re s , e flo re s ta s p ró xim a s

• S o m b re a m e n to In te rn o e n tre as m esas fo to v o lta ic a s .

2.4.1 M o d e la g e m g e o m é tric a p a ra a v a lia ç ã o do s o m b re a m e n to por o b je to s p ró x im o s e


s o m b re a m e n to in te rn o e n tre mesas

R ealizou-se u m a m o d e la g e m g e o m é tric a d e ta h a d a d a s m esas fo to v o lta ic a s d e 2 a rra n jo s tip ico s


(p a ra 2 in v e rs o re s d a SE U n itá ria ) p a ra se a v a lia r o s o m b re a m e n to e n tre as m esas fo to v o lta ic a s

f/ y u r o 2 1 : V is õ o 3 D b a ix a d e 2 a r ta n /o s f p o r o 2 inversores) n a m o d e la g e m PVSyst
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F ig u ra 2 - 2 : P la n t a b a ix a d e 2 a r r a n jo s ( p a r a 2 in v e rs o re s ) n a m o d e la g e m PVSyst

2 .4 .2 A lb e d o

A r o f l c t l v i d a c e d a s s u p e r f íc ie s d o e n t o r n o e d e n t r o d a U F V f o i e s v m a d a p a r a u m v a lo r m é d o d e

- e f le t iv id a d e lA I b e d o ) c e 2 0 % - o v a lo r n iò d io d e g r a m a d o / p a s t o ( q u e s e r á a c o b e r t u r a f u t u r a d o

s o lo ). F s te v a lo r d e A lb e d o t o i c o n s d e r a d o c o n s t a n t e d u r a n t e o a n o

T a b e la 2 - 6 : T a b e la d e v a lo re s d e A lb e d o d e s u p e rfíc ie s d e re fe r ê n c ia

ra lo re s A lb e d o d d ife re n te s s u p e rfi

M a te ria l / paisagem A lb e d o

A ç o g a lv a n iz a d o m u i t o s u ]o 0 .0 8

A ç o g a lv a n iz a d o n o v o 0 .3 5

A lu m í n io 0 .8 5

A s f a lt o 0.1S

A s f a lt o m o lh a d o 0 ,1 8

A s f n lt o s e c o 0 .5 S —0 .7 5

C o n c re to 0 ,2 5 -0 ,3 5

D e s e r to 0 ,3 0

F lo r e s ta 0 ,0 5 -0 ,1 8

G ra m a d o 0 ,1 8 -0 ,2 3

L a v o u ra 0 ,2 6

N uvens 0 ,6 0 -0 ,9 0

Savana 0 , 2 0 0 ,2 5

S it u a ç ã o u r b a n a 0 ,1 4 -0 ,2 2

T e lh a s v e r m e lh a s 0 ,3 3
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2.S F o to g ra fia s d o lo c a l: a s q u a tr o d ire ç õ e s ca rdeais

F ig u r a 2 - 3 : F o to g ra fia s ' ü o lo c a l n a s Q u a tr o d ire ç õ e s c a r ü e o is


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C e rtific a ç ã o d o s D ados S o la rim é tric o s e r f Y T O X / f ') I T C


C e rtific a ç ã o d a P ro d u çã o A nual d e E nergia r v ^ l V - / V v y L I CV»
U FV P edro d a S ilva N eiva S is te m a s F o to v o lta ic o s

2 .6 F a t o r e s d e p e r d a s c o n s id e r a d o s p a r a o c á lc u lo d a P r o d u ç ã o A n u a l d e E n e r g ia C e r tific a d a

As pe rda s co n sid e ra d a s nessa c e rtific a ç ã o se a p lic a m à p ro d u ç ã o an u a l d e re fe rê n c ia Y r (r e fc r e n c e


y le ld ) d e fin id o ’ * c o m o ,

P w c ’ I G I / 6 s k

O n de

P u r é a so m a d a p o tê n c ia n o m in a l dos m ó d u lo s nas co n d iç õ e s STC

IG I a irra d ia ç ã o g lo b a l n o p la n o in c lin a d o (p la n o d o s m ó d u lo s ) sem c o n s id e ra r p e rd a s p o r


s o m b re a m e n to in te rn o e e x te r n o e

G ire a irra d iâ n c ia n a s co n d iç õ e s STC (1 0 0 0 W /m 3)

A P ro duçS o d e re fe rê n c ia e q ü iv a le a p ro d u ç ã o d e e n e rg ia d e u m S is te m a F V c o m PR [P e rfo rm a n c e
R a tto ) d e 100%.

Para os fa to re s d e p e rd a s c o n s id c ra se:

P ro d u ç ã o d e e n e rg ia c e r tific a d a ~ Y r x (1 -p e rd a p o r t e m p e r a tu r a ) x ( 1 -p e rd a p a r s u je ir a ) x

( l - p e rd a p o r to < e rõ n a n s o b re a p o tê n c ia n o m in a l d o s m ó d u lo s ) x ( l - p e rd a s õ h m ic a s n a
c o b lo g c m ) x (1 p e r d o s p o r s o m b re a m e n to ) x / ] -p e rd a s p o r e fic iê n c ia d o in v e r s o r) x
12-p e rd a s a n g u la r e s e e s p e c tra is ) x (1 - p e r d a s p o r c o n tro le d e p o t ê n c ia m á x im a M P P T ) x

11- p e r d a s p o r d e g ra d a ç ã o a n u a l d o s m o d u lo s a o lo n g a d o p e r io d o c o n t r a t u a l) x
( 1 -p e rd a s p o r m ls m o tc h ) x ( 1 - o u tr o s o e rd a s c o n s id e ra d a s )

0 t o t a l d e p e rd a s o b tê m -s e p e la s e g u in te relação:

P ro d u ç ã o d e e n e rg ia c e r t if ic a d o = Yr ' ( 1 - t o t a l d e p e rd a s )

A se g u ir sã o d e s c rito s os fa to re s d e p e rd a s co n sid e ra d o s p a ra o c á lc u io d a P ro d u ç ã o d e E nergia


C ertificada.

2.6.1 P erd a s p o r s o m b re a m e n to e x te rn o - h o riz o n te

As pe rda s p o r s o m b re a m e n to e x te rn o s3o calculadas u tiliz a n d o a lin h a d e h o riz o n te (v e r E r r o ! f o n t e


d e r e f e r ê n c ia n ã o e n c o n t r a d a . Figura 1-12) p e lo s o ftw a re PVSyst p a ra cada in te rv a lo d e sim ulação

(h o ra e m h o ra )

’ ItC 6 1 /2 -1
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C e rtifica çã o d o s DaGos S o la rim é tric o s e C Í " " Y T Y " ^ \ I T E f”


C e rtifica çã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia r V V J L I u \-
U FV P e d ro d a Silva N eiva S is te m a s F o to v o lta ic o s

2.6 .2 S o m b re a m e n to i n t e r n o - e n t r e file ira s

As p e rd a s p o r s o m b re a m e n to in te rn o , I.e. a s o m b ra d e um a file ira d e m ó d u lo s nas d e m a is file ira s de


m ó d u lo s , são c a lc u la d a s baseadas n o m o d e lo g e o m é tric o (v e r 2 .4 .1 ) p a ra cada in te rv a lo da
sim u la çã o (h o ra e r r h o ra ).

2.6 .3 P erdas ang u la re s

A irra d ia ç ã o re s u lta n te so b re os m ó d u lo s e s ta s u je ita a p e rd a s d e v ic o á re fle tiv id a c e a n g u la r (e fe ito


d o â n g u lo d e in c id ê n c ia ) s o b re a s u p e rfíc ie d o s m ó d u lo s fo to v o lta ic o s . A in te n s ic a d e d o s e fe ito s
d e p e n d e da p o siçã o re la tiv a d o sol e d o p la n o d o m ó d u lo .

A p re c is ã o d o c á lc u lo d a s p e rd a s d e re fle tiv id a d e a n g u la r d e p e n d e das p ro p rie d a d e s esp e cífica s da


s u p e rfíc ie d o m ó d u lo (g ra u d e s u je ira , re v e s tim e n to a n tirre fle x o , te x tu ra , e tc.).

2 .6 4 P erdas e s p e ctra is

O m o d e lo d e c á lc u lo co n sid e ra a a lte ra ç á o d o e s p e c tro s o la r p e la a tm o s fe ra e c a lc u la as p e rd a s


re s u lta n te s d a c o m p o siçã o e s p e c tra l d a lu z n o o ca l d a U FV e h o ra d a sim ulação d ife re n te d o
e s p e c tro A M “ ' 1.5 a p lic a d o n a s co n d iç õ e s STC. Para a te c n o lo g ia s ilíc io a m o rfo o s o ftw a re a p lic a u m a
c o rre ç ã o s o b re e s te c á lc u lo , p o is essa te c n o lo g ia possui s e n s ib ilid a d e d ife re n te q u e n d o c o m p a ra d a à
te c n o lo g ia d e s ilic io c ris ta lin o .

2 .6 .5 N iv e l d e irra d iâ n c ia

A e fic iê n c ia d o s m ó d u lo s fo tu v o lta lc o s a lte ra -s e p a ra d ife re n te s n iv e is d e irra d ia ç ã o in c d e n te so b re o


m ó d u lo . O s o ftw a re PVSyst c a lc u la as p e rd a s re la cio n a d a s á d ife re n ç a e n tr e a geração n a s co ndições
STC e as co n d iç õ e s reais.

2 .6 .6 P erdas p o r su je ira

As p e rd a s p o r s u je ira re d u z e m a tra n s m is s ã o d e ra d ia çã o s o la r d a a tm o s fe ra p a ra o m ó d u lo
fo to v o lta ic o . As p e rd a s p o r s u je ira d e p e n d e m d a d e p o s iç ã o d e p o e ira n o s m ó c u lo s , d a lavagem
através d a c h u v a (a in c lin a ç ã o e as c a ra te ris tic a s d a s u p e rfíc ie d o m ó d u lo a lte ra m essa la va g em pela
ch i/va ) c d a re m o ç ã o d c s u je ira p o r lim p e ra .

Pela e xp e riê n c ia e m p íric a d o c e rtific a d o r e m d ife re n te s locais n o B rasil c fa to r m ais Im p o rta n te é a


a tiv id a d e a g ríco la d e s e n v o lv id a na re g iã o e m q u e o e m p re e n d im e n to é in se rid o . Se a região
a p re s e n ta r baixa a tiv id a d e d e la v o u ra e p re d o m in â n c ia d e p a sto s c o n s id e ra -s e u m a p e rd a d e 1,5%.

A ir Mas*
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----------- -------------

2.6 .7 Perdas p o r te m p e ra ru ra

A p o tê n c ia d o s m ó d u lo s fo to v o lta ic o s é ensaiada c-m co n d lç ó e s e s ta n d a rd ita d a s d c la b o -a tó rio


{S to n tío rd T est C o n d io o n s - STC). Em co n d iç õ e s re a is c o m a te m p e ra tu ra d o m ó d u lo m u ito ac m a de
25 'C (STC) a e fic iê n c ia d o m ó d u lo e c o n s e q u e n te m e n te a p ro d u ç ã o d a UFV 6 b e m In fe rio r. A
d ife re n ç a d e p ro d u ç ã o d e e n e rg ia nas co n d iç õ e s reais e nas co n d iç õ e s d e la b o ra tó rio {STC) é
d e n o m in a d a 'p e rd a s p o r te m p e ra tu ra ".

2.6 .8 P erdas p o r in c o m p a tib ilid a d e e lé tric a {m /sm oreh|

Os d a d o s d a f la s h r e p o n d e u m lo te e x e m p la r real d e 1.806 M ó d u lo s c o m p o tê n c ia n o m in a l d e 280


W p e u m a banda d e to le râ n c ia d e 0 +5 W p fo ra m analisados

A a m o s tra p o s s u i os s e g u in te s d e s v io s p a d rã o n o s s e u s p a râ m e tro s e lé tric o s :

T a b e la 2 - 7 : E s ta tís tic a d o s c a r a te r is tic a s e lé tr ic o s d e u m a a m o s tr a e x e m p la r d e m ó d u lo s FV

M ó d u l o V in g li Y L 2 8 0 P - 3 5 b d e 7 2 c é lu la s . 2 8 0 W p , 0 / t S W p

A m o s tra 1 8 0 6 m ó d u lo s Voc Isc Pmpp Vm pp Im p p FF

R M S / d e s v io p a d rã o 0 ,1 2 1 0,047 1,338 0 ,1 4 7 0 ,0 3 6 0 ,4 2 9

M é d ia 44,7 8,48 282,2 35,5 7,95 74,5

RM S re la tiv o 0.3% 0,6% 0,5% 0,4% 0,4% 0,6%

2* m o d u W . <b f * r « > 31» d r o g a Mi


120 -------------- I-----•
100 ruaom w»Hnin»n 0»"OOiMM
C M a v (!* 4 « - 0 0%

100 uwraai cm ai rueo VM»pe a<ar - o i»

JC - I

20 l

F ig u ro 2 - 4 : P e rd a s p o r m is m o tc h e s tá tic o , m ó d u lo V in g li 2 8 0 W p , 72 ré /u tos, p o l i c r is ta lin o

C om base n e ste s d e s v io s fo i c a lc u la d o o m is m a tc h e s tá tic o {de fa b ric a ç ã o ) e m 0,0% p a ra u m a rra n jo


tip ic o de 2 0 m ó d u lo s e m sé rie , e 216 sénes e m p a ra le lo . Para a rra n jo s c o m m ó d u lo s d e m a io r
p o tê n c ia o u s é rie s m a is c o m p rid a s a s itu a çã o é m a is fa v o rá v e l (p e rd a s in fe rio re s ).
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FO TO VO LTEC
S is te m a s F o to v o lta ic o s

O m is m a tc h d in â m ic o e n v o lv e trê s tip o s d c m is m a tc h : va ria çõ e s d e te m p e ra tu ra e n tr e diversas


p a rte s de u m a rra n jo fo ro v o lta ic o ; p e q u e n a s va ria çõ e s n a irra d ia ç ã o d e v id o a to le râ n c ia s de
in c lin a ç â o /o n e n ta ç ã o das e s tru tu ra s d e s u p o rte ; e p o r fin a l s o m b re a m e n to p a rc ia l ta m b é m d e vid o
ãs to le râ n c ia s d a s e s tru tu ra s d e s u p o rte d o s m õ d u lo s o u seguidores.

O c o n ju n to d e p e rd a s p o r m is m a tc h e s tim a d o fo i d e 1%.

2 .6 .9 Perdas õ h m ic a s n o siste m a d e d is trib u iç ã o CC (ca b la g e m , ca ixa s d e c o n e xã o , fusíveis)

As p e rd a s õ h m ica s n o siste m a d e d is tn b u iç ã o d e c o rre n te c o n tin u a (CC) in c lu e m as p e rd o s na


c a b la ge m , caixas d e c o n e xã o , fusíveis e b o rn e s d e c o n ta to . Os re s u lta d o s d o c á lc u lo d e q u e d a d e
te n s ã o fo ra m ava iados. C om os re s u lta d o s a p re se n ta d o s n a seção 2 .2 .3 o p ro g ra m a PVSyst calcula
p a ra cada in te rv a lo d e te m p e as p e 'd a s d e energia

2 .6 .1 0 Perdas p e la q u a lid a d e d o s m ó cu lo s

As pe rda s p e la q u a lid a d e d o s m ó d u lo s e u m a p e rd a re la c io n a d a a fa ixa c e to le râ n c ia d o s m o d u lo s


e m 'e la ç ã o a p o tê n c ia n o m in a l d o s m esm os N o caso d e m ó d u lo s c o m u m a h a n d a d e to le râ n c ia d e
0 - 5 W , se o b té m u m g a n h o d e 2 ,5 W p / 3 1 0 W p = 0,8% , o u seja, u m a p e -d a d e -0,8%.

2.6.11 Perdas p e la e fic iê n c ia d o in v e rs o r e c o n tro le d e p o tê n c ia m á x im a (VIPPT)

A p e s a r da e fic iê n c ia d e c o n v e rs ã o e c o n tro le d e p o tê n c ia m á x im a d o in v e rs o r s e re m a lta s , c a d a tip o


d e in v e rs o r te m sua p ró p ria fu n ç ã o d e e fic iê n c ia , q u e d e scre ve a e fic iê n c ia d o in v e rs o r d e p e n d e n d o
da ca rg a e d a te n s ã o d e e n tra d a d o in v e rs o r. 0 s o ftw a re PVSyst co n sid e ra essa fu n ç ã o , e a v a lia a
e fic iê n c ia do in v e rs o r p a ra cada in te rv a lo d e sim ulação.

2 .6 .1 2 Perdas p o r c o n s u m o in te rn o da JFV

N os siste m a s d e c o n tr o le s u p e rv is ó rio , segurança, ilu m in a ç ã o d e salas té c n ic a s o u salas d e p e sso a l d e


o p e ra ç ã o (ca so h a ja ) d a c e n tra l fo tu v o ta ic a , c e rta q u a n tid a d e d e e n e rg ia é c o n s u m id a . 0 c o n su m o
in te rn o d e u m a UFV c o rre s p o n d e tip ic a m e n te a 0 .0 4 % d a g e ra ç ã o n o c a so d e p la n ta s s e m ra stre a d o r.

2 .6 .1 3 Perdas d e tra n s fo rm a ç ã o

As p e rc a s d e tra n s fo rm a ç ã o n a su b e s ta ç ã o u n itá ria são ca lcu adas p e lo p ro g ra m a PVSyst p a ra cada


in te rv a lo d c s im u la ç ã o n a Oase d o s d a d o s d o tra n s fo rm a d o r: p e rd a s e m va z io , p e rd a s s o b carga.
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FO TO VO LTEC
S is te m a s F o to v o lta ic o s

2 .6 .i'1 P erdas ó h m ica s a té o p o n to d e conexão

As pe rda s õ h m ic a s n o s is te m a c e d is trib u iç ã o M T e siste m a d e tra n s m is s ã o a té o p o n to d e co nexão


in c lu e m as p e rd a s na ca b la g e m s u b te rrâ n e a e /o u a é rea d a su bestação w iitá n a a té o p o n to d e
c o n e x ã o r a su bestação e le va do ra .

2.6.15 Perdas p e la d e g ra d a ç ã o a n u a l d o s m ó d u lo s a o lo n g o d o p e rio d o c o n tra tu a l

O s m ó d u lo s re p re s e n ta m a p rin c ip a l causa d a re d u ç 3 o d e p ro d u ç 3 o a n u a l d ? UFVs a o lo n g o d a sua


v id a ú til (o u p e rio d o c o n tra tu a l d a u s in a i. Os fa b ric a n te s c c m ó d u lo s fo to v o lta ic o s fo rn e c e m uma
g a ra n tia d e p o tê n c ia , q u e g e ra lm e n te é lim ita d a c m 2 5 a n o s, e q u e tip c a m e n te g a ra n te uma
d e g ra d a çã o m á x im a d e 0,7% a o a no, c o rre s p o n d e n d o a u m a p o tê n c ia m ín im a d e 80% a o fin a l do
2 5 °ano .

U m dos e stu d o s m ais a b ra n g e n te s e m a is a p rim o ra d o s so b re a q u e s tã o d a d e g ra d a çã o d e m ó d u lo s


fo to v o lta ic o s esta se n d o c o n d u z d o p e lo in s titu to F ra u m o fe r ISE, e m F rtib u rg n a A le m a n h a O
in s titu to F ra u n h o fe r ISE possui m a is d e 2 0 a n o s d c c x o c riê n c la e m m o n ito r a m e n to d e sistem as
fo to v o lta ic o s , e já fo ra m a v a lia d o s d a d o s d e o p e ra ç ã o d e m a is d e 3 0 0 sistem as fo to v o lta ic a s p o r 16
a n os, e m to ta l m a is d e 2 0 0 M W p , e u m to ta l c o m m a is d e 5 0 0 anos d e o p e ra çã o

A d egrada çã o m é d ia e n c o n tra d a p a ra siste m a s c o m m ó d u lo s d e s ilíc io p o li ou m o n o c ris ta lin o é d e


0,2 5 % r».a. Este v a lo r é b e m in fe rio r a o v a lo r d e d e g ra d a çã o in d ic a d o e m o u tro s e s tu d o s , c o m o p o r
e x e m p lo , N R F l " / 1 e IFA PVPSJ* q u e in fo rm a m v a lo re s m é d io s d e 0 ,4 5 % - 0,5% . 0 g ra n d e d ife re n c ia l
d o tra b a lh o d o ISE e m re ação a o s d e NREL e IEA PVPS é q u e o tra b a lh o a p rim o ro u as q u e s tõ e s d e
cal b ra ç ã o e e n v e lh e c im e n to d c sensores d c ro fc rô n c a, c O & M n a s u s in a s ( c g In te g rid a d e d e 100%
d e s strin g s, e lim in a ç ã o d e p ro b ie m a s n o siste m a CC c n v e rso re s} P o r ta n o , h á m a is c e rte z a que
possíveis fo n te s d e e rro fo ra m e lim in a d a s.

E nsaios de p o tê n c ia e m m ó d u lo s q u e e s tiv e ra m e m o p e ra ç ã o e m usinas fo to v o lta ic a s , ta m b é m


in d ic a m um a d e g ra d a çã o d e m ó d u lo s FV In fe rio r a 0 .5 % . P o r e x e m p lo , a REC‘’\ u m a e m presa
n o ru e g u e sa fa b ric a n te d c m ó d u lo s fo to v o lta ic o s , a firm a q u e seus m ó d u lo s tè m u m a d e g ra d a ç ã o de

Nils H Keicn, Alexander üoeDe . Uamela J m oerger Kiaus Kiere', Fraunftoter n s tltu te to r Solar Energy
Svstcms ISE, System Performance Analysis and Estimat on o i Dcgradation Rates Based o n 500 Vears ° f
M onitoring Data. IEEE, 2011,978-1-4673-0066-7/12.

" D.C tordan. R.M. Smith, C.R. O s trrw i d, E. Gelak, and S.R Kurtz. O u tco o - FV Degradation Comparison, 3Sth
IEEE Photovolta c Spec a ists C onfçrence IPVSCl, 2010

■‘ lordan D.C. < u r tí S.R., Photovoltaic Degradation Rates - a r A naN tical Rcvicw, Prcgress n Photovolta cs:
Research and A pplication, O ctober 2011

Achim W oyte, M aurício Rlchter, Davld Moser. Nils Re>ch. M ike Grcen. Stefan M au, Hans Georg Beyer, IEA
PVPSTjsk 13, Subtask 2, R eport IEA PVPS T13 03: 2014, March 2014

h y a ^ titiS S IC Í& te U IL
ra/Spl.arJ/y.hitepaper.
0LNG.pdf?epslan)tuagf*=gn. a ctisa d o d .i 05/05/7015
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FO TO VO LTEC
S is te m a s F o to v o lta ic o s

0,2 5 % a.a. A U n iv e rs id a d e d e O ld e n b u rg , A le m a n h a '1' e n s a io u n o v a m e n te os m ó d u lo s d e u m sistem a


in sta la d o e m 1 9 7 6 e v e rific o u u m a d e g ra d a ç ã o d e 3,9% e m 3 5 a n o s, c o -re s p o n d e n d o a 0 ,1 1 % a.a

C o n clu ím o s q u e u m a d e g ra d a ç3 o d e 0,1% - 0 ,5 % a.a. re p re s e n ta va lo re s m é d io s d e e s tu d o s de


d e gradaçã o n o n iv e l d o s e s tu d o s re a liza d o s p e lo NREL, c o m o ta r rb ó m e s tu d o s d e d e g ra d a ç ã o
re a liza dos p o r e n s a io d e m ó d u lo s . P o rta n to , a d o ta m o s u m v a lo r in te rm e d iá rio d e 0 ,3 5 % p a ra a
c e rtific a ç ã o p a ra o s a n o s 2 - 20. A p e rd a n o p rim e iro a n o co n sid e ra d a é m a io r, c o m 0,8% .

2 .6 .1 6 P e rd a s p o r in d is p o n ib ih d a d e d a U FV o u ria rede

As p e rd a s p o r in d is p o n ib ilid a d e d a UFV o u d a re d e c o rre s p o n d e m a T a xa E q u iv a le n te de


in d is p o n ib ilid a d e F o rça d a (TEIF), o u In d is p o m b llld a d e P ro g ra m a d a (IP)

As p e rd a s sã o c a lc u la d a s baseadas n o s d a d o s e m p ln c o s d e d is p o n ib ilic a d e p o n d e ra d a c o m p ro d u ç ã o
d e e n e rg ia d e usinas fo to v o lta ic a s d e g ra n d e p o rte { > 1 0 M W , com pessoal d e O & M e m lo c o e
c o n e c ta d o p o r LT e xclusiva a re d e oásica). C o n s id e ra n d o q u e a m a n u te n ç ã o p re v e n tiv a c o m
d e s lig a m e n to o u re d u ç ã o d e potêrvc a será re a liza d a p rin c ip a lm e n te nos p e río d o s n o tu rn o s , u m nivel
de IP d e 0,2 5 % e TEIF d e 0 .4 5 % p o d e m s e r alcançados

" t t u://w v^.D tesse.ur.i-cldenbure.cc/,dPV/ninnri/rlnbllr»e/sa/pans..her.en-3nn-iuergens « n c v ritJ tlí,


acessado dia 05/06/2015
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A T a b e la 2 -8 a p re s e n ta a P ro d u ç ã o A n u a l de |P 50) calculada a p a r t ir d o R ecurso Solar


C e rtific a d o e d a s p e rd a s co n sid era d a s.

T a b e la 2 - 8 : A v a lia ç ã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e t n e r g io e P e rd o s C o n s id e ra d a s

A v a lia ç ã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia e P erdas C onsideradas

Irra d ia ç ã o H o riz o n ta l G lobai (IG H ) 2 .0 2 4 k W h / f m ' ano)

Irra d ia ç ã o n o p la n o In c lin a d o G lo b a l (IG I) 2 .1 1 / k W h /lm 1 ano)

P ro d u ç ã o d e E n e rg ia B ru ta 7 4 .0 1 1 M W h /a n o

S o m b re a m e n to e x te r n o - h o r iz o n te 0 ,6 %
S o m b re a m e n to in te rn o - e n tre m e sa s e o b je to s 0 ,3 %
A n g u la re s 3 ,3 %

S u je ira 1 .4 %
N ive l d e irra d iâ n c ia 0 ,0 %

T e m p e ra tu ra 7 .1 %
T o le râ n c ia d o s M ó d u lo s -0 ,8 %
In c o m p a tib ilid a d e e lé tric a (m is m a tc h ) 1 ,0 %

C o rre ç ã o esp e ctra l 0 ,0 %

Õ h m ic a s e m c o rre n te c o n tin u a 0 ,7 %
In v e rs o r - MPPT 0 ,2 %

In v e r s o r - C o n v e r s ã o e o u tr o s 1 ,4 %

P ro d u ç ã o A n u a l d e E n e rg ia P 50 - a n o zero 6 3 .3 8 7 M W h /a n o

P erdas D egradação m é d ia a o lo n g o d e 2 0 a n o s 4 ,1 %

P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia C e rtific a d a (P50) 6 0 .7 7 2 M W h /a n o

T ra n s fo rm a d o r SE u n itá ria 1 ,1 0 %

C ablagem M T 0 ,2 1 %
P erdas T ra n s fo rm a d o r SE e le v a d o ra 0 ,fi? %
LT a té o p o n to d e c o n e x ã o 0 ,6 7 %

C o n s u m o In te rn o in c l. n o tu rn o d o s in v e rs o re s 0 ,0 1 %

P e rd a s a té o p o n to d e c o n e x ã o 1.S 67 M W h /a n o

in d is p o n ib ili Forçada (TEIF) 0 ,6 2 %

dade P ro g ra m a d a (IP) 0 ,1 8 %

P rodução de Energia Liquida 5 8 .7 1 9 M W h /a n o

O v a lo r de E nergia C e rtific a d a c o n s id e ra as p e rd a s p o r d e g ra d a çã o , e d e s c o n s id e ra as p e rd a s p o r
tra n s fo rm a ç ã o , c o n s u m o in te rn o e d is trib u iç ã o e tra n s m is s ã o a té o p o n to d e c o n e xã o , e as p e rd as
p o r in d is p o n ib itid a d e d a usina. A P ro d u çã o L io u id a d e E nergia co n sid e ra essas perdas.
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2 .7 M é d ia s M e n s a is d a P ro d u ç ã o d e E nergia C e rtific a d a Específica

E la borad a n a b a s e h o rá ria d o s d a d o s d e P ro d u ç ã o d e E nergia C e rtific a d a , a s e g u in te T a b e la 2-9


a p re s e n ta o s seus v a lo re s m é d io s m ensais: v a lo re s m é d io s d iá rio s e h o rá rio s n o h o rá rio local.

T a b e la 2 - 9 : P r o d u ç ô o A n u a l d e E n e r g ia C e r tific a d o - v a lo r e s m é d io s m e n s a is '

E t t im a t iv a i d ü S om a * H o ra n a i M c m o ii a p P ro d u ç ã o d c E n e rg ia PSO (M V /h |
Jan fe v var ■\br Vai Jun Jul AíO Set Ou! Uov ÜCJ V e d ia
tnro O*.
0100 OS
0X0 os
O iO ) If*.
QKO c*.
asas 0>i
OSíO 16 o.c 0,5 3,2 0.0 0,0 10 29 2.7 25 20 1»
07- X 7J 6,0 6.J &4 06 S.3 4,6 6.0 7.7 9.4 7.8 7.0 66 s%
13)2 119 13.0 13^ 128 ;2 .i 11,8 :3.o M,1 15.4 11,3 113 127 1W
oo<n d * 16,0 10.9 16,6 16.8 17.2 17,7 182 19.3 2C.C 15,2 16.1 23*
1000 tu 1&S 77.6 J2A ® .2 215 215 770 224 a j U..J 18.3 SS\<
11® 22.5 301 33.7 73.6 72.9 715 73.9 213 74.7 19.1 19.7 4W
17® 22.6 205 24.C 24 0 222 229 2X6 24.5 a o 23.7 :e .o 19,4
13® 714 202 22.8 J ll 19.9 711 223 225 220 217 :6 .4 183 ÍS %
14-.® 19.7 17.7 70.7 196 17.S «85 1R9 W.Q IR 3 18.3 !4.0 16.4 187 8®.
IS :® M ,9 14.7 15.0 K5 122 13.4 13.7 14,7 13.5 13.7 !o.n 124 13,6 W.
16® 10.1 9.6 9.6 2.9 0.4 6.9 7.9 11 7.6 7.7 5.7 7.2 7.9 99»
17 :® 4.4 4.7 3.3 16 04 03 09 1,6 15 1.6 1.S 7.8 2.0 103%
IS ® a i 0.0 o,c 0.0 10K
1»® 1®%
70® 1®«
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23® 10031
ToUl
1760 1M .3 1BL? 176 3 155.0 167,7 l« .l 173,7 174.7 181,8 1 3 *3 1518 166.5
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lo ta
S ÍS 6 4SC4 S.U17 S .2 ® i/)X 4.8H1 M 48 'j.S S Í 1275 S.W? 4.150 4.M S SOM
IWíV/mCsl

Horário dc Brasília (UTC 3h|


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2 .8 P ro d u ç ã o d e E nergia C e rtific a d a A n u a l e D e s e m p e n h o G lo b a l d o S is te m a p a ra o p e rio d o


c o n tra tu a l

A la b e la 2 -1 0 a p re s e n ta p a ra cada a n o d o p e rio d o c o n tra tu a l d e 2 0 anos a p ro d u ç ã o c e rtific a d a da


Ul-V e 0 D e se m p e n h o G lo b a l PR associado.

T a b e la 2 1 0 : P ro d u ç ã o d e E n e rg ia C e r tific a d a A n u a l e
P e rfo rm a n c e R atío p o r o o p e r ío d o c o n t r a t u a l

P ro d u ç ã o A n u a l de
Ano PR
E n e rg ia { PSO) [M W h ]
deg ra d a çã o ) 6 3 .3 8 / 85,6%
1 62.880 85,0%
2 62.658 84,7%
3 62.436 84,4%
<1 62.214 84,1%
5 61992 83,8%
6 61770 83,5%
7 61549 83,2%
8 61.327 82,9%
9 61.105 82,6%
10 60.883 82,3%
11 60.661 82,0%
12 60.439 81,7%
13 60.217 81,4%
14 59.996 81,1%
15 59.774 80,8%
16 59.552 80,5%
17 59.330 80,2%
18 59.108 79,9%
19 58.886 79,6%
20 58.664 79,3%
a a n o 1-20 60 772 82,1%
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2 .9 V a ria ç ã o m e n s a l d o d e s e m p e n h o G lo b a l d o S is te m a ( “ P e rfo rm a n c e R a tio ")

Na base d o s v a lo re s d e p ro d u ç ã o c e rtific a d a m e n sa l e d a irra d ia ç ã o g lo b a l in c lin a d a (n o p la n o dos


m ó d u lo s) avaüou-se o n e s e m p e n h o g lo b a l d o s is te m a [ " P e r fo r m a n c e P a tio '’ \.

A T abe la 2 -1 1 a p re s e n ta o re s u lta d o d o s v a lo re s m ensais e v a lo r anual.

T a b e la 2 - 1 1 : D e s e m p e n h o G lo b a l d o S is te m a - v a lo re s m e n s a is e v a lo r a n u a l

D e s e m p e n h o G lo b a l d o S is te m a - P e r fo rm a n c e R a tio

M ês Jan Fev M ar Abr M al Jun Jul Ago Set O ut Nov D ez A no

PR (% | 8 0 ,7 8 1 ,7 8 1 .8 8 1 .9 8 3,1 8 3,9 8 3 ,5 8 2,7 8 1 ,8 8 0 ,3 8 2,3 8 2,2 82,1

2 .1 0 In c e rte z a p a d rã o n a e s tim a tiv a d e P ro d u ç ã o a n u a l d e e n e rg ia d e L o n g o T e rm o

A In ce rte z a Padrão n a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia c o n te m p la as in c e rte z a s q u e in flu e n c ia m o


re s u lta d o d a a va lia çã o d a p ro d u ç ã o d e e n e rg ia :

• o,oh * in c e rte z a s d o s d a d o s s o la n m é tr c o s : d a d o s d e irra d ia ç ã o g lo b a l n o p la n o h o riz o n ta l


(IGH)

• ou. n c e rle z a s d o s d a d o s s o la n m é trlc a s n o p la n o d o s m ó d u lo s fo to v o lta ic o s (IG I), (aso


d is p o n ív e l;

• o ,«a - in c e rte z a s re la c io n a d a s ã c o n v e rs ã o d o s d a d o s d e irra d ia ç ã o d o p la n o h o riz o n ta l p<ra o


p la n o in c lin a d o Icaso IGI n ã o d isponível);

• a . ^ f - v a ria b ilid a d e in te ra n u a l, i.e. as flu tu a ç õ e s e s ta tís tic a s c lim á tic a s d a irra d ia ç ã o a ro a

ano;

• Ohm In ce rte z a s d o m o d e lo e sim u la ç ã o e n e rg é tic a e c a s p e rd a s c a lcu la d a s o e la sim u la ç ã o o u


pe rd a s e stipuladas;

P ode-se a s s u m ir q u e essas in ce rte za s são e s ta tis tic a m e n te in d e p e n d e n te s . S u p õ e -se ta m b é m q u e


essas in c e rte z a s possarn se- re p re s e n ta d a s c o m u m a d is tn b u iç ã o n o rm a l d e p ro b a b ilid a d e estatis*lca.
C ada u m a d a s in ce rte za s ê d e te rm in a d a p e lo se u d e s v io p a d rã o . C o n s e q u e n te m e n te , a ncer.eza
to ta l (In c e ^ e z a P a d rã o ), c o n fo rm e m e d id o p e lo d e s v io p a d rã o , p o d e s e r c o m p u ta d a c o m o uma
c o m b in a ç ã o (lin e a r) d e cada u m a d a s incertezas:

a ’ o r ' -■ 0 , 3 , ' • « W . Oi m '

C o m o ,a ca lcu la d o u s a n d o a s e g u in te relação:

o< ,J = o<uií * 0 NQ_*

A in c e rte z a relac o n a d a aos d a d o s d e irra d ia ç ã o (a ® ,) é in fo rm a d a p e lo s p ro v e d o re s d o s d a d o s de


irra d ia ç ã o . Estes d a d o s são a p re s e n ta d o s e a n a lisa d o s r o c a p itu lo 1 .2 . A in c e rte z a re la cio n a d a à
v a ria ç ã o da irra d ia ç ã o a n o a a n o n o e n to rn o d e u m v a lo r m é d io d e e n g o p ra z o é u m d a c o e m p írico
d e riv a d o d a s e rie te m p o ra l d o s dados d e irra d ia ç ã o a p re s e n ta d o n o c a p itu lo 1.3.3.
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T a b e la 2 -1 2 : In c e rte z a s re la c io n a d a s a o c á lc u lo d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E n e rg ia

In ce rte z a s re la c io n a d a s as d ife re n te s e ta p a s d o c a lc u lo d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia

Incerteza
F o n te d a Incerteza F o n te
a ssociada |% )

D o c u m e n ta ç ã o
irra d ia ç ã o H o riz o n ta l G lobal (IGH) A no 2,9
HC3

M o d e lo de
o „._ T ra n s fo rm a ç ã o d o s Dados IGH p a ra IGIÍ6 2 ,50
P erez2’ -”

M ês 17,77 HC1 e HC3


O tfA R V a ria çõ e s interanua<s
Ano 3 ,79 H C le HC3

R e p re s e n ta tiv id a d e d o p e rio d o m o n ito ra d o 0 ,69 F o to v o lte c

S o m b re a m e n to d o s m ó d u lo s 1,00 F o to v o lte c 31

T o le râ n c ia n a e fic iê n c ia d o in ve rso r 0 ,5 0 F ra u n h o *e r ISE"

M o d e ío s a p lica d o p e lo PVSyst p a ra te c n o lo g ia c-Si 1.50 PVsystÍJ

E s tim a tiv a d a su je ira 1,50 F o to v o lte c 11


'MM
R e fle tiv id a d e a n g u la r 0 ,5 0 F ra u n h o fe r ISEi9

M o d e lo esp e ctra l 0 ,50 F ra u n h o fe rlS E 1'’

In c o m p a tib ilid a d e e lé trica 0 ,50 fr a u n h o fe r IS Í19

D cg ra d a ç5 o d o s m ó d u lo s 1,50 F o to v o lte c

Perdas d e c a b e a m e n to 0 ,25 F ra u n h o fe r ISE ^

Se aplicara sempre se os dados Uc ig i nao furam piuvidenucdus y c lu fum eseJui dus dado» M ila iim é i is</>
mas transform ado pelos algoritm os do PVSyst,

a Pierre loeichen. Global irradiance o n tilte d and orlented planes: m cdel validations, U n iv e rs i^ o f Ge-eva.
February 2011

Relch N.. fra u n h o fe r Institute fo r S o a ' Energy Systems iSE. vieln Assessment fo r PV Pow er Plants,
presentation a t th c O ttl W orkshop "PV Q ualitv". intersolar 2013. Munich

11 O valor de l,ü % d e erro corresponcc a uma usina m ontada e m solo r.om grau de co m p e xica o e mencr na
modelagem d o som bream cntn

A n d rf M erm oud, Thibauit le je u n e , Performance assessment o l a >imulat«)n m odel fo r PV modules of any


availabie tecHnology. 2 5th Euiopean Phctovoltaic Solar Energy Conference - Va encia, Spain, 6-10 Septembei
2 0 1 (1

' As perdas por sujeira (soillngl variam tip eamente de 0,5 - 5% da geração de energia, p o ré m a incerteza
sobre o valo- correto e grande, pois depende d o local {em asfles de p o eirai, da precipitação, da incünaçãr dos
módulos e Ha manutenção. Como n o Brasil ainda ha pouca experiência d e perdas c o r sujeira em uFVs d e porte
grande nas varias regiões, estim ou-se a incerteza em 1.5%.
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C e rtiflca ç3 o d o s D a d o s S o a r im é ir ic o s e P O T O X /O I T ^ C '
C e n itic a ç io d a P ro d u ç ã o A n u a : d e EnerRia I V -/I V J V v _ /L I lV »
u f v P e d ro d a S ilva N e ív a S is te m a s F o to v o lta ic o s

P ode se a ss u m ir q u e essas «ncerlezas sã o e s ta tis tic a m e n te in d e p e n d e n te s . S u p õ e -se ta m b é m Que


essas in c e rte z a s possam s e r re p re s e n ta d a s c c m u m a d is trib u iç ã o n o rm a l d e p ro b a b ilid a d e e s ta tís tic a
C o n tu d o , c a d a u m a d a s in ce rte za s e d a d a p o r seu d e s v io p a d rã o C o n s e q u e n te m e n te , a Incerteza
osim pode ser c o m p u ta d a com o um a c o m b in a ç ã o (lin e a r) de cada um a das Incertezas.
M a te m a tic a m e n te isso é e xp re sso d e s e g u m te fo rm a :

O s « 3 = O ü m i J + O s v i ' * d s ra i

p a ra >

As In ce rte za s e Osiv sã o in c e rte z a s q u e n 3 o d e p e n d e m d o p e rio d o d e observação. Já as flu tu a ç õ e s


c lim á tic a s se re d u z e m c o m a e xte n sã o d o p e rio d o d e consideração.

A Figura 2 5 d e m o n s tra a re d u ç ã o d e in c e rte z a p a ra trê s e x e m p lo s d e d a d o s de irra d ia ç ã o solar:

s -m
0 2 4 10 12 14
n u T C e r o ' a ve ra g e c ye a rs

F ig u ra 2 - 5 : V a r ia b ilid a d e d a ir r a d ia ç ã o s o la r d e lo n g o p ra ro

sso c o rre s p o n d e a o fa t o d e q u e , a o lo n g o d o s a n o s, o v a lo r m é d io d e u m a s e q ü ê n c ia d e a n o s
m e d id o s , a p ro x im a -s e a o v a lo r m é d io d e lo n g o prazo

O m e s m o va e p a ra a p ro d u ç ã o d e e n e rg ia . Para se " p re v e r" s o m e n te u m m ê s d e d a d o s d e p ro d u ç ã o


d e u m a UFV, p o r e x e m p lo , a in c e rte z a so b re essa p re v is ã o é m u ito m a io r d o q u e a in c e rte z a so b re a
p ro d u ç ã o d e e n e rg ia e m u m a n o o u e m u m a s e q ü ê n cia d e 1 0 o u 2 0 a n o s: O e fe ito d a s flu tu a ç õ e s se
e lim in a ao lo n g o d o s an o s. O d e s v io p a d rã o d e flu tu a ç õ e s e s ta tís tic a s se reduz p e la ra iz d o s m ú ltip lo s
d o s p e río d o s d e o b s e rv a ç ã o q u e passaram :

11 C a rs lrn M ayei-K .-ck. D U t Q e ü s c tie i Z e n tru T i U r - u l t a n il R s L m fa h rt, In tro O u c tia n r o R r r o iir r o A sressm ents,
h lic ,'/e lib .a ir _ d e /6 2 4 S IJ' 3 / P i i t 3 M B A-H oye i- R e i& jt o a - S l. p a f . a c c c o B a 3 C /0 4 /2 0 1 S
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C e rtiíc o ç ü o d o s D ados S o la n m é ln c o s e r O TO \/01 TF r*


C e rtifica ç ã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia I W I V -f V C V -
UFV P odro d a S ilva N eiva S is te m a s F o to v o lta ic o s

G\'AR n períodos ~ —
— 771

C o m base nas in c e rte z a s in fo rm a d a s n a T a b e la ? - l ? ca lcu lo u -se a in c e rte z a to ta l (O iu i) para 05


d ife re n te s p e rio d o s e m co n sid e ra çã o (v e r Tabela 2-13).

T a b e lo 2 1 3 : In c e rte z a t o t a l d o p r o d u ç õ o d e e n e r g ia p o r a d ife r e n te s p e r ío d o s d r te m p o

In c e rte z a s n a a v a lia ç ã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E nergia

1 2 3 4 5 10 20
P e rio d o c o n s id e ra c o
ano anos anos anos anos anos anos

O lC I 3,8% 3,8% 3,8% 3,8% 3,8% 3.8% 3,E%

Ovar 3,8% 2,7% 2 ,2 % 1,9% 1,7% 1 ,2 % 0 .í%

Osim 3,1% 3.1% 3,1% 3,1% 3,1% 3.1% 3.1%

°T 0I 6,2% 5,6% 5,4% 5,3% 5,2% 5,0% 5,C%

2 .1 0 .1 C enários d e p ro b a b ilid a d e o c o rrê n c ia

B aseando se n o s in c e rte z a s to ta is a p re se n ta d a s a cim a , se ca lcu la m as re la ç õ e s e n tr e a p ro d u ç ã o


anu al d e e n e rg ia d e d ife re n te s c e n á rio s d e c o n fia b ilid a d e (P75. P90, P95 e tc .), e d a p ro d u ç ã o anual
d e e n e rg ia d o c e n á rio PSO (v e r Tabe a 2-14).

T a b e la 2 - 1 4 : K e lo ç c e s d e p r o b a b ilid a d e s d e o c o rrê n c ia c o m o c e n á rio PSO

R e la ç õ e s d e p ro b a b ilid a d e d e e x c e d ê n c ia p a ra d iv e rs o s c e n á rio s d e c o n fia b ilid a d e

P e rio d o c o n s id e ra d o P /5 /P 5 0 P 90/P 50 P 95/P 50 P 99/P 50

la n o 95,8% 92,1% 89,8% 85,5%

2 anos 96,2% 92,8% 90,8% 87/)%

3 anos 96,4% 93,1% 91,2% 87,5%

4 anos 96,5% 93,3% 91.4% 87.3%

5 anos 96,5% 93,4% 91,5% 87,)%

1 0 anos 96,6% 93,5% 91,7% 88,3%

2 0 anos 96,6% 93,6% 91,8% 88.1%


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2 .1 0 .2 M é d ia s M e n s a is c a P r o d u ç ã o d e E n e r g ia C e r tific a d a (PSO ) e d a P r o d u ç ã o P 9 0

A T a b e la 2 -1 5 a p re s e n ta a s m é d ia s m e n s a is da P ro d u ç ã o C e r tific a d a (P 5 0 I e o v a lo r a n u a l

c o r r e s p o n d e n t e , c o m o t a m b é m a s m é d ia s m e n s a is p a r a o c e n á r io d e c o n f ia b i lid a d e d e 9 0 % . D e v e -s e

l e m b r a r d e q u e o v a lo r a n u a l d o c e n á r io P 9 0 n ã o c o r r e s p o n d e à s o m a d o s v a lo r e s m e n s a is , u m a v e z

q u e a in c e r t e z a r e la c io n a d a a o s v a lo r e s m e n s a l á m u i t o s u p e r io r d o q u e a in c e r t e z a r e la c io n a d a a o

v a lo r a n u a l.

T a b e la 2 -1 5 : P ro d u ç ã o d c E n e rg ia m é d ia m e n s a l PSO e P 9 0 p a r a o p e r io d o d e c o n t r a t o ( 2 0 a n o s )

P ro d u ç ã o d e E n e rg ia m é d ia m e n s a l e a n u a l [ M W h ]

P r o b a b i lid a d e d e
2 50% 2 50%
o c o r r ê n c ia

P ro d u ç ã o P ro d u ç S o
M ès
C e r t i f i c a d a ( P 5 0 ) C e r t i f i c a d a (P 9 0 )

Jan : 456 5 108

Fev 4 .5 0 4
J_ 4 217
mm •
M ar 5 .6 1 7 5 .2 5 9

Abr 5 .2 6 0 4 .9 2 5

M ai 4 3 )6 4500

Jun 4 .8 8 1 4 .5 7 0

Jul 5 .1 4 8 4 .8 2 0

A gO 5 .3 8 4 5 .0 4 1
■■■ »■—m» m mm m mmmê

Set [ 5225 4 .8 9 2

Out 5 .6 3 7 5 .2 7 7

Nov 4 .1 5 0 3 .8 %

D ez 4 .7 0 5 4 .4 0 5

Ano 6 0 772 5 6 .9 0 1
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2 .1 0 .3 V a lo re s A n u a is d a P ro d u ç3 o d e E n e rg ia C e rtific a d a (PSO) e d a P ro d u ç ã o P9C

A T a bela 2 -1 6 a p re s e n ta a P ro d u çã o A n u a l d e E nergia C e rtific a d a c o m u m a p ro b a b ilid a d e d e


o c o rrê n c ia Ig u a l o u m a io r a S0% e 90% , c o n s id e ra n d o to d o o p e rio d o c o n tra tu a l e m M W h .

T a b e la 2 -1 6 : P ru d u ç õ o a n u a l d c E n e rg ia PSO e PSO

Vnual d e E

P ro b a b ilid a d e d e
>90%
o c o rrê n c ia

F nergia P ro d u ç ã o A n u a l
An r \
AHO
c e rtific a d a (PSO) d e E n e rg ia (P90)

0 (s e m d e g ra d a ç ã o ) 63.387 59.349

1 62.88Ü 58.874
í 62.658 58.066

3 62.436 58.459
4 62.214 58.251
_ S _ 6L992 58.043
6 61.770 57.835
7 6L549 57.628

8 61327 57.420
9 61105 57.212

10 60.883 57.C04

11 6 0 661 56.797

12 6 0 439 56.589
13 6 0 217 56.381

14 5 9 996 5 6 .1 /':
15 59.774 55.960

16 59.552 55.758
17 59.330 55.550
18 59.108 55.343
19 58.886 55.135
20 58.664 54.927
m é d ia a n o 1-20 60.772 56.901
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3 A nexos

3 .1 D a d o s d a E n t id a d e C e r t if ic a d o r a

T a b e la 3 - 1 : D a d o s d a E n tid a d e C e r tific a d c ra

F O T O V O L T E C P r o je t o s e C o n s u lt o r ia d e E n e r g ia F o t o v o lt a lc a L td a .

CNPJ 1 5 .6 6 0 .1 7 6 /0 0 0 1 -4 7

Fndereço Praça lu b a K la b in , 15

B airro C e n tro

CEP 8 4 2 6 1 -7 5 0

M u n ic íp io T elôrnaco Borba

UF Paraná

R esponsável té c n ic o , p e ia FOTOVOLTEC G u sta vo G arcia d o s Reis

C R E A :P R -124414/D

N ú m e ro d o re g is tro CRLA d a F O T O V O ll LC PR-54759


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C e rtifica ç ã o d o s D ados S o la rim é tric o s e P f" Y T O \/O I T F f "


C e rtifica ç ã o d a P ro d u çã o A n u õ l d e E n e rg ia r v ^ l \ ^ V V - / L I E L .
UFV P edro d a S ilva N eiva S is te m a s F o to v o lta ic o s
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

3.2 C e rtid ã o d e R eRistro CREA d a e n tid a d e c e rtific a d o ra

&
C O N M 1 M O IM C IO IU I O C IN M M H A B IA
( AQ IO N O M IA OO »»■»>•*

C e rtid ã o d e R e g is tro d e P essoa J u ríd ic a e


N e g a tiv a d e D é b ito s
O C o nse ffo Rootonai tfe Engenfiarta e Aoronom ta flo Paranâ-CREA-PR. certrfíca que a
citv&x mencontra-se regularm ente rcg.strado no» term os Oa Lei Federai n ° 5 194, de 24
d# dezembro de 1966. estando habilitada a exercer suas a ttv M a ò M no Estado do Paraní,
orcunscnta â (s) atrtbu<So(6es) de seu(s) responsâveUeis» t6cnico<s).

Certidão n®: 6 4 8 1 5 /2 0 1 5 VaHdade: 02/09/20 15

Razão Social: FOTOVOLTEC BROJETOS E CONSULTORIA DE ENERGIA FOTOVOLTAICA


LTDA - EPP
CNPJ: 15660176000147
Num. Registro: S4759 Registrada desde : 0 3 /0 4 /2 0 1 3
Capital Social: RJ 100 000.00
endereço: PRACA LUBA KLABIN, 15 CENTRO
Município/Estado: TEIEMACO BORBA PR CBP: 84261750
O b je tiv o S o cia l:
Prestação d c servnços d r projetos, ccnsuüora c engenharia de sistem as e usinas
fotovoltaicos, in d ú stria , im portação c cspcrtaçéo de m a te n a s de energia fotovoltalca,
m aterial» elétricos, m áquinas e equipam entos industriais, equipam entos e acessórios para
nform átlca.
Restrição de Atividade : Advidadcs restritas ã s atribuições do seu responsável técnico.

Encontra-se qu ite com a anuidade reiotw e ao exercício do 2015.


Não possui cébito(s) referente a processofs) de fiscalização e/o u divida ativa a té a
presente data

Responsável(els) Técnlco(e):

1 - GUSTAVO GARCIA DOS REIS


C arteira: PR-124414/D Data de E .p e d çã o : 27 /04/20 12
Desde: 0 7 /0 8 /2 0 1 3 Carga Horária: 30: H /S
T itulo : ENGENHEIRO ELETRICISTA Séuação: ReguWr
DA RESOLUÇÃO 218 ARTIGOS 0 8 e 09 do CONFEA

Para fins de: Comprovação ju n to a Órgãos Públicos

Certificam os que caso oeorra(m ) aiteração(ôes) nos elem entos contidos neste documento,
esta Certidão perderá sua vafcdaae para todos o s efertos.
A autenticidade desta certidão ooderá se r confirm ada na página d o CREA-PR
(h ttp ://w w rt.c re a -p r.o rg b r), otravé» do protocolo n.® 185995/2015, ressaltando a
im possibilidade de execução de qua squ er se rvço s ou obras sem a participação efetiva de
seu<s) resconsâvel(ccs) té < n *c (s )

E m iu la v-a In te rn e t em 0 4 /0 6 /2 0 1 5 15:37:44

0 n p w % « .» . * • » > < • ’ ! » r a i u o s o m a rto , t o r f a m aiunçio t» Mmçs Oez/JOM


* tu tftn h i O rm o o n m r rtf 'v a iw - v fm ir m r it m I o «o C O O flo h n u i » n l m . v ..r ljo c o a M o r a
'nercli.a asSapenal
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C e rtifica ç ã o Cos Dados S o la rim é tric o s e r fYTOVO I TF f"


C e rtific a ç ã o d a P ro d u ç ã o A n u a l d e E n e rg ia rV -/ I V \ - / L I C V -
U F \' P edro d a S ilva N e iv a S is te m a s F o to v o lta ic o s

3.3 C e rtid ã o d e R e g is tro CREA d o re s p o n s á v e l té c n ic o

®
C O nvM M O B tU O M M D t
f A M O N O M I* O O »»R A H *

C ertid ã o de R egistro d e Pessoa Física e


N e g a tiv a d e D ébitos

O c o n w lh o R e g io n a l Oc C nge nha rta e A g ro n o m ia Oc P era ní-C R C A -P R , c e r t f k a que


0<al p r o fiM io n a l M m ik o e n c o n |ra -s o '« g u la - m e n l» ro g m ra a o C a ) n o s r e rm o s d a 1 0 * Foderal
n® 5 .1 9 4 /6 6 p o s s iD 4 (a n d o * o ta ) a « » » rc*« su a p r o íls s io n o fs ta O o c o P a ra n á , c lr a im c n ta
í ( 9 ) a tn b u iç â o lô e í) c o n s ta n te s d e s e u re g is tro .

C e m d A o n®: 6 4 8 1 6 /2 0 1 5 V a lid a d e : 0 2 /0 9 /2 0 1 5

N o m e : G U S TA V O G A R C IA D O S REIS
C a rte ira - CREA-PR N ° :P R -I? 4 4 1 4 /D
a.-u*-m — i t i a r Ar i Ai
* • 9 * 1 * ® ° ! * ’ a * * a * : / ' i U « /í o i /
r«»c*e a o r c b n e o o w o oo s ■«»
L jc m t u CAK.IA DOS « B
o u 0. Ot>0 « ltta >
C v ir n t o u x n to to : 9 S " ) 3 3 Í 3 CW 0 M « S t!» i3 A
M riu b u o » (o n o a ^ w

T R u io (s):
E N G EN H EIR O E LE TR IQ S TA
U N IV E R S ID A D E E STA D U A L D € LONDRINA
D a ta c a C o ta ç io d e G ra u : 0 8 /0 2 /2 0 1 2 D ip o m a çã o : 1 3 /0 2 /2 0 1 2
S itu a ç ã o : R egu lar

A tn b u K ô e s p ro n s s w v iis :
O A RESOLUÇÃO 7 I H - A R TIG O S 0 # e 0 9 d e 2 9 /0 6 /1 9 7 3 d o CONTEA

R e s p o n s a b ilid a d e T ê c n c a /Q u a d ro T é cnico:
5 4 7 5 9 - FOTOVOLTEC PROJETOS E C O N S U LTO R IA D E ENERGIA F O T O V O tT A IC A LTD A -
EPP
D e s d e : 0 7 / M / 2 0 1 3 C a rg a H o rá ria : 3 0 H oras

E n c o n tra -s e q u it e c o m a a n u id a d e r e lw v a a o e x e m ic io d e 2 0 15.
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P a re fin s d e . C o m p ro , a c A o J u n to a 0 ' g í o s PúbRcos

A a u te n o e d a d e d e s ta c e n id A o p o flc -g s e r c o n firm a d a n a p a g in a do CNEA-p r


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3 .4 D o c u m e n to s d o s p ro je to s re c e b id o s

T a b e la 3 - 2 : D o c u m e n ta i re c e b id o s

Nom e d o a rquivo D ocum ento

17 237_P V S 800_central in v e ite rs fly e r


C a tá lo g o in v e rs o r A3B c e n tra l in v e rte rs
EN_3AUACKJ00057380_RevL_lowres.pdf

Q uartech_C S 6X -P _en.pdf C a tá lo g o m ó d u lo fo U w o lta ic o C a n a dia n S o la r

BR_PARAC ATU _30M W _SLD _R 00.dwg L a y o u t d a U FV P edro da S ilva N eiva / L e v a n ta m e n to


P la n ia ltim é tn c o d o local

U FV P e d ro o a Sifva N eiva R8 dv<g D agram a U n itiia rG e ra l S im p lific a d o /D ia g ra rn a DC (Q u a dro


d e J u n ç 3 o e In ve rso r)

LT 138 kV.doc Local i/a ç ã o d a SE d e Conexão


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3 .5 D e se n h o s e d ia g ra m a s u sa d o s n a c e rtific a ç ã o

3.5.1 L a yo u t d a U FV P e d ro n a S ilva Neiva / L e v a n ta m e n to P a n la ltim é tric o d o local


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FO TO VO LTEC
U FV P e d ro d a S ilva Neiva S is te m a s F o to v o lta ic o s
-------------------------------- -----------------------------------------

3.5 .2 D iagram a U m fila r G erai S im p lific a d o

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3 .5 .3 D ia g ra m a DC (Q u a d ro d e J u n çã o e In ve rso r)

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A N E X O -A R T

A N O T A Ç Ã O DE RESPO NSABIDALIDE TÉCNICA


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A*.v T e - jiia 11 EXSCCCAO D E C C flA C O S E R V IÇ O TtC N C O
Arca aa Como. 2101 GfcRAi;AO UE ENERGIA
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ART N" Data n d o 1 S a » 2 0 '5
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V A IC H J E CCN ' R A I ü
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ANÃLISe tC É R T lF IC A G ÍO DCS DADOS SO IAR M E T S C C S E
;c P T iriC A Ç .i O D A P n c o u ç A o A u u A i d e e n e r g ia
DA USINA SOLAR F O T W X T9JCA UPV =FDRO DA SILVA NEtvA
A SER P»STALADA NO M U N IC lP O DE PARACATU. Inap 441C
VO ESTADO DE W M AS GERAS ISAOQOIS
r-O TF vC lA A S F R N E " ALADA DE 33 K W (CA). C r««V '-» 1 08

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C ^ r /o i oa oo c r e a - p r ü s j j * \ o x r
A ã u i a n i lo a t A o O a u a a o c i - m o i t c p e d o r A s o r c o n s u lt a d a a lr a v ò s O o s l l * w M . c r o o - p r . o ig . b r

IOP'Vci&ií«vK,Cieô-pr o rg lx « » ® i» t » im F . iin H « l ® p?O P C A O P G T O -N S V 1‘ C W SV ?=C N 4v'3*O N & N U M A P T -20152S 6215& S C C O R E G T O *a)5512fi,


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uso ao a a o ro

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NÃO RECEBER APÓS O VENCIMENTO Q '- V 9 S D e c u c o e s

S a c < W FOTOVOLTEC PROJETOS E CO NSU LTO R IA DE ENERGIA O u tro s A c re & u /n c s


FO TO VO LTAIC A L T D A - EPP
SseaiJor/A usA sjfi , \ n b r Coüratío R i 67
fiuienocaçao Mecârfca/ Fiche ce Csrr.penjaoi

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3 0
horas
C o m p r o v a n t e d e p a g a m e n t o d e b o le to

D a d o s d a c o n ta d e b ita d a

. FO T O V O L T E C PR O JETO S C
A g encM 'conta: 6 9 4 7 /1 3 8 9 3 -6 C N P J : 1 5 .6 6 0 .1 7 6 /0 0 0 1 -4 7 Em presa:
E F LT

D a d o s d o p a g a m e n to

Identificação no extrato: A R T Ped ro N eiva

C A IXA 1 0 4 9 0 .8 1 2 9 0 4 3 0 1 0 .2 0 0 2 4 4 0 1 5 2 5 .5 2 1 5 6 1 9 6 4 7 1 0 0 0 0 0 0 6 7 6 8

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V a lo r c o t o t o o C R S i

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O p eração efettiaüa e m 1 7 /0 6 /2 0 1 5 á s 1 1 :5 2 :5 0 v ia bankline, C T R L 0 0 0 0 0 0 2 2 4 6 5 8 3 9 7 .

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SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MINAS GERAIS

C E R T ID Ã O E M IT ID A E M :
2 4 /0 6 /2 0 1 5
CERTIDÃO DE DÉBITOS TRIBUTÁRIOS

Negativa C E R T ID Ã O V A L ID A A T É :
2 2 /0 9 /2 0 1 5

N O M E : N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A

C N P J /C P F : 0 8 . 2 6 3 . 4 1 4 / 0 0 0 1 - 1 5

L O G R A D O U R O : R U A J O R N A L IS T A D J A L M A A N D R A D E NÚMERO:

COM PLEM ENTO : B A IR R O : B E L V E D E R E CEP: 3 0 3 2 0 5 4 0

D IS T R IT O /P O V O A D O : M U N I C Í P IO : B E LO H O R IZ O N T E UF: MG

Ressalvado o direito de a Fazenda Pública Estadual cobrar e inscrever quaisquer dívidas de


responsabilidade do sujeito passivo acima identificado que vierem a ser apuradas, é certificado
que:

1. Não cçnstam débitos relativos a tributos adm inistrados pela Fazenda Pública Estadual e /o u
Advocacia Geral do Estado;

2. No caso de utilização para lavratura de escritura pública ou registro de form al de p artilh a, de


carta de adjudicação expedida em autos de inventário ou de arrolam en to , de sentença em açao
de separaçao ju d icial, divórcio, ou de partilha de bens na união estável e de escritura pública de
doaçao de bens imóveis, esta certidão som ente te rá validade se acom panhada da Certidão de
Pagam ento / Desoneração do ITC D, prevista no artigo 39 do Decreto 4 3 .9 8 1 /2 0 0 5 .

Certidão válida para todos os estabelecim entos da em presa, alcançando débitos trib utário s do
sujeito passivo em Fase A dm inistrativa ou inscritos em Dívida Ativa.

ID E N T IF IC A Ç Ã O N Ú M E R O D O PTA D E S C R IÇ Ã O

A autenticidade desta certidão deverá ser confirm ada através de aplicativo disponibilizado pela
Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, na internet: h ttp ://w w w .fa z e n d a .m g .g o v .b r
= > Empresas = > Certificação da Autenticidade de Documentos.

C Ó D IG O D E C O N T R O L E D E C E R T ID Ã O : 2 0 1 5 0 0 0 1 1 1 4 3 9 0 8 8

• / A T T T im jO -F o -T o n H o t v ir r r r r \\7 W c n l/r tr l/s n i vrnr/nF.TAI.HF. 7 4 fi? A r .A O = V T S U A .. . 24/06/2015


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SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MINAS GERAIS

C E R T ID Ã O E M IT ID A EM:
CERTIDÃO DE DÉBITOS TRIBUTÁRIOS 2 4 /0 6 /2 0 1 5

Negativa C E R T ID Ã O V A L ID A A T É :
2 2 /0 9 /2 0 1 5

N O M E : N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S LT D A

C N PJ/C P F: 0 8 .2 6 3 . 4 1 4 / 0 0 0 1 - 1 5

LO G R A D O U R O : R U A J O R N A L IS T A D JA LM A A N D R A D E NÚMERO:

C O M P LE M E N TO : B A IR R O : BELVED ER E CEP: 3 0 3 2 0 5 4 0

D IS T R IT O /P O V O A D O : M U N IC ÍP IO : B ELO H O R IZ O N T E U F : MG

Ressalvado o direito de a Fazenda Pública Estadual cobrar e inscrever quaisquer dívidas de


responsabilidade do sujeito passivo acima identificado que vierem a ser apuradas, é certificado
que:

1. Não constam débitos relativos a tributos adm inistrados pela Fazenda Pública Estadual e /o u
Advocacia Geral do Estado;

2. No caso de utilização para lavratura de escritura pública ou registro de form al de p artilha, de


carta de adjudicação expedida em autos de inventário ou de arrolam ento, de sentença em ação
de sejiaraçao ju d icial, divórcio, ou de partilha de bens na união estável e de escritura pública de
doaçao de bens imóveis, esta certidão som ente te rá validade se acom panhada da Certidão de
Pagam ento / Desoneração do ITC D, prevista no artigo 39 do Decreto 4 3 .9 8 1 /2 0 0 5 .

Certidão válida para todos os estabelecim entos da em presa, alcançando débitos trib utário s do
sujeito passivo em Fase A dm inistrativa ou inscritos em Dívida Ativa.

ID E N T IF IC A Ç Ã O N U M E R O D O PTA D E S C R IÇ Ã O

A autenticidade desta certidão deverá ser confirm ada através de aplicativo disponibilizado pela
Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, na internet: h ttp ://w w w .fa z e n d a .m g .g o v .b r
= > Empresas = > Certificação da Autenticidade de Documentos.

C O D IG O DE C O N TR O LE D E C E R T ID Ã O : 2 0 1 5 0 0 0 1 1 1 4 3 9 0 8 8

h t t p s : / / w w w 2 . f a z e n d a . m g . g o v . b r / s o l / c t r l / S O L / C D T / D E T A L H E _ 7 4 6 7 A C A O - V I S U A .. 2 4 /0 6 /2 0 1 5
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CAIXA
CAIXA ECO NÔ M ICA FEDERAL

Certificado de Regularidade do FGTS - CRF

Inscrição: 0 8 2 6 3 4 1 4 /0 0 0 1-15
Razão S o c i a l : n e iv a p a r t ic ip a ç õ e s ltd a
Endereço: R j o r n a l i s t a d ja lm a a n d r a d e 46 s a la 901 902 / b e lv e d e r e
/ BELO HORIZONTE / MG / 3 0 3 2 0 -5 4 0

A Caixa Econômica Federal, no uso da atribuição que lhe confere o


Art. 7, da Lei 8.036, de 11 de maio de 1990, certifica que, nesta
data, a empresa acima identificada encontra-se em situação regular
perante o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.

O presente Certificado não servirá de prova contra cobrança de


quaisquer débitos referentes a contribuições e/ou encargos devidos,
decorrentes das obrigações com o FGTS.

Validade: 10/06/2015 a 09/07/2015

C ertificação Núm ero: 2015061005431985756150

Informação obtida em 24/06/2015, às 10:19:12.

A utilização deste Certificado para os fins previstos em Lei está


condicionada à verificação de autenticidade no site da Caixa:
w w w .c a ix a .g o v .b r

h ttp s://w e b p .c aixa -g o v .b r/E m p re sa /C rf/C rf/F g e C F S Im p rifn irP a p d .as p ? V 4R P e s so aM a lrl2 =1 4 45 3 5 78 & V A R P e s so a= 14 4 5 35 7 B & V A R Ü f=M G & V A R In s c r=0 .
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CAIXA ECO NÔ M ICA FEDERAL

Certificado de Regularidade do FGTS - CRF

Inscrição: 0 8 2 6 3 4 1 4 /0 0 0 1 -1 5
R a z ã o S o c ia l: N E iv A p a r t ic ip a ç õ e s l t d a
Endereço: R j o r n a l i s t a d ja lm a a n d r a d e 46 s a la 901 902 / b e lv e d e r e
/ BELO HORIZONTE / MG / 3 0 3 2 0 -5 4 0

A Caixa Econômica Federal, no uso da atribuição que lhe confere o


Art. 7, da Lei 8.036, de 11 de maio de 1990, certifica que, nesta
data, a empresa acima identificada encontra-se em situação regular
perante o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.

0 presente Certificado não servirá de prova contra cobrança de


quaisquer débitos referentes a contribuições e/ou encargos devidos,
decorrentes das obrigações com o FGTS.

Validade: 10/06/2015 a 09/07/2015

C ertificação Núm ero: 2015061005431985756150

Informação obtida em 24/06/2015, às 10:19:12.

A utilização deste Certificado para os fins previstos em Lei está


condicionada à verificação de autenticidade no site da Caixa:
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https://webp.caixa.gov.br/Efnpf esa/C rt/C rW r g e C F S Im p rim irP a p e l.as p ? V A R P e s so aM a triz= 1 4 45 3 5 78 & V A R P e s so a= i4 45 3 57 8 & V A R U f= M G & V A R In sC T = 0
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Prefeitura Municipal de Belo Horizonte


S e c re ta ria M u n icipal d e Finanças
S e c re ta ria M u n ic ip a l A d ju n ta d e A rre ca d a çõ e s

A autaritícRlade desta certidão deve ser verificada em:


GRATUITA - http:Wcndonline.siatu.pbh.gov.br

CERTIDÃO DE QUITAÇÃO PLENA PESSOA J U R ÍD IC A

http://cndonline.siatu.pbh.gov.br
C e rtid ã o d e D é b ito s n ° : 3 .0 5 2 .6 7 6 /2 0 1 5 N ú m e ro d e C o n tro le : A BIM IFJQNJ
E m itid a e m : 2 4 / 0 6 / 2 0 1 5 re q u e r id a à s 0 9 :5 7 :0 8 V a lid a d e : 2 4 / 0 7 / 2 0 1 5

N o m e : N EIVA PARTICIPAÇÕES LTDA


CNPJ: 0 8 .2 6 3 .4 1 4 .0 0 0 1 .1 5

R e s s a lv a n d o à P re fe itu ra M u n ic ip a l d e B e lo H o riz o n te o d ir e ito d e c o b r a r d é b ito s p o s te r io r m e n te a p u ra d o s , a


G e rê n c ia d e D ív id a A tiv a d a S e c r e ta r ia M u n ic ip a l A d ju n ta d e A r r e c a d a ç õ e s , n o u s o d e s u a s a trib u iç õ e s le g a is ,
c e rtific a q u e o C o n trib u in te a c im a e n c o n tr a -s e q u ite c o m a F a ze n d a P ú b lica M u n ic ip a l, e m r e la ç ã o a o s T rib u to s ,
M u lta s e P re ç o s in s c r ito s o u n ã o e m d ív id a a tiv a .
CERTIDÃO

Esta C ertidão só te rá v a lid a d e quando confirm ada a sua a u te n tic id a d e na In te rn e t no endereço:


____________________________ h ttp ://c n d o n lin e .s ia tu .p b h .g o v .b r

http://crrionline.si3 tupbh.gcv.br/CNDOriine/guiaCND.xhtml 1/1


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Prefeitura Municipal de Belo Horizonte


Secretaria Municipal de Finanças
S e c re ta ria M u n ic ip a l A d ju n ta d e A rre ca d a çõ e s

A autenticidade desta certidão deve ser verificada em:


GRATUITA-http:Wcndonlme.siatu.pbh.gov.br

CERTIDÃO DE QUITAÇÃO PLENA PESSOA JU R ÍD IC A

http://cnd0 ntine.sSatu.pbh.g0 v.br


C e rtid ã o d e D é b ito s n ° : 3 .0 5 2 .6 7 6 /2 0 1 5 N ú m e ro d e C o n tro le : ABIMIFJQNJ
E m itid a e m : 2 4 / 0 6 / 2 0 1 5 r e q u e r id a à s 0 9 :5 7 :0 8 V a lid a d e : 2 4 / 0 7 / 2 0 1 5

N o m e : N EIVA PARTICIPAÇÕES LTDA


CNPJ: 0 8 .2 6 3 .4 1 4 .0 0 0 1 .1 5

R e s s a lv a n d o à P r e fe itu r a M u n ic ip a l d e B e lo H o riz o n te o d ir e ito d e c o b ra r d é b ito s p o s te r io r m e n te a p u ra d o s , a


G e rê n c ia d e D ív id a A tiv a d a S e c re ta ria M u n ic ip a l A d ju n ta d e A r r e c a d a ç õ e s , n o u so d e s u a s a trib u iç õ e s le g a is ,
c e rtific a q u e o C o n trib u in te a c im a e n c o n tr a -s e q u ite c o m a F a ze n d a P ú b lica M u n ic ip a l, e m r e la ç ã o a o s T rib u to s ,
M u lta s e P re ç o s in s c rito s o u n ã o e m d ív id a a tiv a .
CERTIDÃO

Esta Certidão só terá validade quando confirmada a sua autenticidade na Internet no endereço:
___________________________ http://cndonline.siatu.pbh.gov.br

http7/cndortine.siatu.pbh.gov.br/C N D O rtine/guiaC N D .xhtm l 1/1


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P a rtiB ftA S IL A c e s s o à in fo rm a ç ã o

Receita Federal /

m w sa

M IN IS T É R IO D A F A Z E N D A
S e c re ta ria da R e c e ita F ederal d o B rasil
P ro c u ra d o ria -G e ra l da F azen d a N acional

C E R T ID Ã O N E G A T IV A D E D É B IT O S R E L A T IV O S A O S T R IB U T O S F E D E R A IS E À D ÍV ID A
A T IV A D A U N IÃ O

N om e: N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S L TD A
C N P J: 08.26 3 .4 1 4 /0 0 0 1 -1 5

R essalvado o d ireito de a F a ze n d a N a cio n a l c o b ra r e in s c re v e r q u a is q u e r d ívid a s de


re sp o n sa b ilid a d e d o s u je ito p a ssivo a cim a id e n tificad o q u e vie re m a s e r a p u ra d a s , é c e rtific a d o que
nã o co nsta m p e n d ê n cia s em seu nom e, re la tiva s a cré d ito s trib u tá rio s a d m in is tra d o s pela S e cre ta ria
da R e ceita Federal d o B rasil (R F B ) e a in scriçõ e s em D ivid a A tiv a d a U nião ju n to à P ro cu ra d o ria -
G eral da F azenda N a cio n a l (P G F N ).

Esta certidã o , válida para o e s ta b e le cim e n to m a triz e s u a s filiais, re fe re -se à situ a çã o do s u je ito
passivo no â m b ito da R FB e da P G F N e ab ra n g e inclusive a s co n trib u iç õ e s s o cia is p re v is ta s nas
alín e a s 'a' a 'd ' do p a rá g ra fo único do art. 11 da Lei nQ 8 .2 1 2 , de 24 de ju lh o de 1991.

A a ce ita çã o desta c e rtid ã o está co n d icio n a d a à v e rific a ç ã o de sua a u te n tic id a d e na Internet, nos
en dereços < h ttp ://w w w .re c e ita .fa z e n d a .g o v .b r> ou < h ttp ://w w w .p g fn .fa z e n d a .g o v .b r>.

C e rtid ã o em itid a g ra tu ita m e n te co m base na P ortaria C o n ju n ta R F B /P G F N ne 1.751, de 0 2 /1 0 /2 0 1 4 .


E m itida às 15:58:02 do d ia 0 1 /0 6 /2 0 1 5 <hora e data de B rasília>.
V álida até 28/11/2015.
C ó digo de co n tro le d a ce rtid ã o : 5B B 8 .8 6 3 4 .D 5 D C .E 0 9 5
Q u a lq u e r rasura ou e m e n d a in va lid a rá este d o cu m e n to .

P reparar pág ina


N ova C onsulta ^ para im pressão

/ * r r r i r » //■"' j_ A l /OA/OAI ^
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PartiSflASIL Acesso à informação

Receita Federal
CERTIDÃO

M IN IS T É R IO D A F A Z E N D A
S e c re ta ria da R e c e ita F ederal do B rasil
P ro c u ra d o ria -G e ra l da F aze n d a N acional

C E R T ID Ã O N E G A T IV A DE D É B IT O S R E L A T IV O S A O S T R IB U T O S F E D E R A IS E À D ÍV ID A
A T IV A D A U N IÃ O

N om e: N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S L TD A
C N P J: 0 8 .2 6 3 .4 1 4 /0 0 0 1 -1 5

R essalvado o d ire ito de a F azenda N acional c o b ra r e in s c re v e r q u a is q u e r d ívid a s de


re sponsab ilid a d e do su je ito p a ssivo acim a id e n tifica d o que vie re m a se r a p u ra d a s, é c e rtific a d o que
não constam p e n d ê n cia s em seu nom e, relativas a c ré d ito s trib u tá rio s a d m in is tra d o s pela S e c re ta ria
da R eceita F ederal d o B rasil (R F B ) e a in scriçõ e s em D ívida A tiva da U n iã o ju n to à P ro cu ra d o ria -
G eral da F a ze n d a N a cio n a l (P G F N ).

E sta certidã o , vá lid a para o e s ta b e le cim e n to m atriz e s u a s filiais, re fe re -se à s itu a ç ã o do su je ito
p a ssivo no â m b ito da R F B e da P G FN e ab ra n g e inclusive a s co n trib u iç õ e s s o cia is p re vista s nas
alíneas 'a' a 'd' do p a rá g ra fo ú n ico do art. 11 da Lei n^ 8 .212, de 24 de ju lh o de 1991.

A ace ita çã o de sta ce rtid ã o está co n d icio n a d a à v e rific a ç ã o de su a a u te n tic id a d e na Internet, nos
e n d e re ço s < h ttp ://w w w .re c e ita .fa z e n d a .g o v .b r> ou < h ttp ://w w w .p g fn .fa z e n d a .g o v .b r>.

C e rtid ã o e m itida g ra tu ita m e n te com base na P ortaria C o n ju n ta R F B /P G F N 1.751, de 0 2 /1 0 /2 0 1 4 .


E m itida às 15:58:02 do d ia 0 1 /0 6 /2 0 1 5 < h o ra e data de B rasília>.
V á lid a até 2 8 /1 1 /2 0 1 5 .
C ód igo de c o n tro le da certid ã o : 5 B B 8 .8 6 3 4 .D 5 D C .E 0 9 5
Q u a lq u e r ra sura ou e m e n d a in va lid a rá e ste docum ento.

P reparar página
N ova C onsulta P j ^ g p a r a im pressão

httn://www.receita.fazenda.eov.br/ADlicacoes/ATSPO/Certidao/CndConjuntalnter/E. 0 1 /0 6 /2 0 1 5
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Neiva Participações LTDA

ORGANOGRAMA DA NEIVA
PARTICIPAÇÕES LTDA
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Evandro José Neiva Bernardo Fares Neiva Helena Neiva Gomes de Souza Laura Neiva Gonçalves
99,76% 0,08% 0,08% 0,08%

Neiva Participações LTDA

In s titu to Pitágoras Sistema Pitágoras Itacolom i


CNG P atrim onial EJN Bens Próprios Vila Real Energia
de Educação de Ensino Rede Leite LTDA E m pree ndim entos
LTDA SPE LTDA SA
Sociedade LTDA Sociedade LTDA 99,15% Im o b iliá rio s SPE LTDA
34,54% 50,00% 25,00%
34,54% 34,54% 50,00%

SOC Padrão SOC Padrão


25,00% 25,00%

t
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Neiva Participações LTDA

ORGANOGRAMA DA NEIVA
PARTICIPAÇÕES LTDA
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Evandro José Neiva Bernardo Fares Neiva Helena Neiva Gomes de Souza Laura Neiva Gonçalves
99,76% 0,08% 0,08% 0,08%

Neiva Participações LTDA

In s titu to Pitágoras Sistema Pitágoras Itacolom i


CNG P atrim onial EJN Bens P róprios Vila Real Energia
de Educação de Ensino Rede Leite LTDA Em preendim entos
LTDA SPE LTDA SA
Sociedade LTDA Sociedade LTDA 99,15% Im obiliários SPE LTDA
34,54% 50,00% 25,00%
34,54% 34,54% 50,00%

SOC Padrão SOC Padrão


25,00% 25,00%
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REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL


ESTADO DE M IN A S G E R AIS ■C O M A R C A DE B E LO H O R IZ O N T E
SERVIÇO NOTARIAL DO 32 O F Í C I O
TA B E LIÃ : D AR LE N E SILVA T R IG IN E L L I
AV. AUGUSTO DE LIMA. 385 - CEP 30190-000 - FONE: (31) 3273-5744 - FAX: 3222-4214 - BELO HORIZONTE - MG
w w w .carto riotriglnelli.com .b'

LIV R O

1877 P
PROCURAÇAO BASTANTE
FAZ(EM) EVANDO JOSÉ NE
FORMA ABAIXO: £1
0
_
SAIBAM quantos este instrfiSnêâfo
Dúblico de procuração virem que, ao(s) 23 (vinte e três) dias do
março do ano de 2015 (dois mil e quinze) nesta Cidade
Horizonte, no Estado de Minas Gerais, no Serviço Notarial 4
Av. Augusto de Lima, 385, compareceu(ram) como outor
EVANDO JOSÉ NEIVA, brasileiro, engenheiro, C.l. n
SSP/MG, CPF n° 009.808.466-68, casado, residente e do
Q*V6
na(em) Alameda do Morro, n° 85 apt° 900, Bairro Vale do Sere!|£]rNi)va
Lima, Minas Gerais; parte(s) que se identificou(ram) serfqrfoX £(s)
própria(s), conforme documentação apresentada do que dou fe. t ,
pelo(a-s) outorgante(s) me foi dito que, nomeia(m) e constitui(em) seu(a-
s) bastante(s) procurador(a-es): BERNARDO FARES NEIVA, brasileiro,
<- ' -/ia
advogado, C.l. n° MG-10.012.014 SSP/MG, CPF n° 049.800.336-10,
casado, residente e domiciliado na(em) Rua Maestro Arthur Bosna, n° 55
apt° 401, Bairro Belvedere, Belo Horizonte, Minas Gerais; HELENA
NEIVA GOMES DE SOUZA, brasileira, comunicóloga, C.l. n° MG-
7.661.999 SSP/MG, CPF n° 037.124.906-66, casada, residente e
domiciliada na(em) Rua Tomaz Gonzaga, n° 271, 2o andar, Bairro
Lourdes, Belo Horizonte, Minas Gerais; LAURA NEIVA GONÇALVES,
brasileira, advogada, C.l. n° MG-5.389.870 SSP/MG, CPF n°
033.421.376-22, casada, residente e domiciliada na(em) Rua Elza
Brandão Rodarte, n° 416, 16° andar, Bairro Belvedere, Belo Horizonte,
Minas Gerais; com poderes especiais para, ISOLADAMENTE,
representar o outorgante perante órgãos públicos federais, estaduais e
municipais, especialmente Receita Federal, Procuradoria Geral da
Fazenda Nacional, INSS, Caixa Econômica Federal, Secretaria de Estado
da Fazenda e Prefeituras Municipais; Procon; Cartórios; Juntas
Comerciais de quaisquer Estados da Federação; Comissão de Valores
Mobiliários "CVM"; Bolsa de Valores do Estado de São Paulo
"BMF&BOVESPA; requerer certidões negativas de debito; assinar
Contratos de quaisquer natureza, requerimentos, formulários, cartas
declarações, alterações de contrato social em sociedade nas quais o
outorgante tenha participação societária como acionista ou quotista;
assinar Atas de Reunião de Quotistas; subscrever e integralizar quotas
sociais; assinar atas de assembléias gerais ordinárias e extraordinárias
memorandos de entendimentos; representar o Outorgante perante o
Ministério da Educação (MEC); constituir Advogado com poderes dd
clausula "ad judicia" para o foro em geral e poderes especiais para1
receber citação inicial, confessar, reconhecer a procedência do pedidoj
transigir, desistir, renunciar ao direito sobre que se funda a ação, receber
e dar quitação, firmar compromisso; praticar os atos necessários em
licitações publicas perante órgãos públicos federais, estaduais,
municipais e fundações, usando dos recursos legais e acompanhando-osj
conferindo-lhe ainda poderes para realizar cadastramentos, prestarj
esclarecimentos, formular e assinar propostas, formular ofertas e lances
de preços para participação em processos de licitação na sessão publica1
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REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL


ESTADO DE M IN A S G E R AIS - C O M A R C A DE B ELO H O R IZ O N T E
SER VIÇ O N O T A R I A L D O 3* O F Í C I O
T A B E LIÃ : D AR LENE SILVA T R IG IN E L L I
AV. AUGUSTO DE LIMA, 385 CE? 301&0-000 - FOME: (31) 3273-5744 - FAX: 3222-42-.4 • SELO HORIZONTE • MG
vA w /.cartorioU iginelli.com .br

L IV R O

1877 P
respectiva, assinar atas e declarações, visar documentos, receber
intimações e notificações e manifestar a intenção de interpor ou E&sj^ir
de recursos, bem como para praticar os demais atos pertinentes ã |s
certames licitatórios, prestar garantias, fiança e aval; podendcj^aig^l
substabelecer, no todo ou em parte; enfim, todos os demaíg^sãSê LT >

necessários ao bom e fiel cumprimento do presente mandato


prazo de validade de 12 (doze) meses, contados da jja t 3-^d|
assinatura. (FEITA SOB MINUTA APRESENTADA). O Tabelião r g
se o direito de não corrigir erros materiais, neste ato. advintesoU
declaração do(s) Outoroanteís), declarando. o(s) mesmo(s).
devidamente alertado por mim sobre as consequêncN
responsabilidade civil e penal que aqui assumiufram) por to[
documentos que apresentoufram) e por todas as declaracõ^
prestou(ram). CÓDIGO; 1458-9 - QTD: 1 - EMOLUMENTOS: R f r f y
ART.31: R$ 4,42; TX.FISC.JUDICIARIA: R$ 24,56 - TOTAL: R$ 102,71.
TOTAL GERAL: R$ 102,71. Assim o disse(ram), do que dou fé e me
pediu(ram) este instrumento, que lhe(s) lavrei nas minhas notas, lendo-o
ao(s) outorgante(s), e, tendo achado conforme, outorgou(aram),
aceitou(aram) e assinou{aram), do qu^dpu-féT Eu, Ducinéa Maria Coelho
Fernandes, E s p f^ é n te ^ j a fiz digitar. Eu,
Tabeliã, a
subscrevo e a siino. (aa) DARLENE SILVA XRJ.GINELLI; EVANDO JOSE
NEIVA; TFÉAlíLADADA EM SEG U R A.

EM TESTo, DA VERDAD
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^ “ / i í VÍI

.. iic & s u m
-• c tn íífl* ,,»
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D e cla ra çã o d e P ro p rie d a d e o u Posse D ire ta d a s Á re a s N e ce ssá ria s á Im p la n ta ç ã o d a C e n tra l g e ra d o ra

À A g ê rK .a N a cio n a l d e E n e rg ia E lé trica - ANEEt


R e fe rê n cia : O u to rg a d e A u to riz a ç ã o

Eu B e rn a rd o Fares N e iva , b ra s ile iro , in s c rito n o CPE so b o n? DUg.SOO.336-10, re p re s e n ta n te le g a l da


em presa N eiva P a rtic ip a ç õ e s LTDA, in s c rita so b 0 C N P J/V F n * O S .2 6 3 .d l4 /O O O M 5, se d ia d a no
e n d e re ç o : Rua J o rn a lis ta D ja lm a A n d ra d e , n * 4 6 , sala 9 07, B a irro B e lve d e re , B e lo H o riz o n te , M in a s
G erais d e c la ro , p a ra fin s d o d is p o s to ite m 1 .4 d o A n e x o I d a R esolução n ? 3 9 0 /2 0 0 9 , q u e p o ssu o a
p ro o rie d a d e o u a posse d ire ta das á re a s necessárias à im p la n ta ç ã o d a c e n tra l g e ra d o ra fo to v o lta lc a
P e d ro da S ilva N eiva, m e d ia n te ju s to titu lo , lo ca liza d a n a fa z e n d a C a c h o rro e T e ixe ira (lo ca liza d a na
V e re d a d a la jin h a ), m u n ic íp io P a ra ca tu , e s ta d o d e M in a s G e ra is, re s p o n d e n d o n a s in s tâ n c ia s c iv il, pe n al
(a rt. 2 9 9 d o C ó d ig o P e n a l) e a d m in is tra tiv a pela in c o n s is tê n c ia d e s ta declaração.

B e lo H o riz o n te , 2 6 d e m a io d e 2 0 1 5

A -

R e p re s e n ta n te le g a l

r C X T A B e t lO N A I U .B -x o co r c ro o
y J - 3 T a i< il\E U - l ^

FíCMheço por itMlhança i( s) fTrM(5) tu m i


(B W 7 4 2 IÜ SEBiSMO F * Í S NEIVA 1 U IU U U X 1 II
B * lo H o r iz o n te , 0 3 Y 0 à /iW S “TS:4 1 s O ilif O

» r « le llo r ii» ^
« C :ítlC ,2 J IF:R*
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D eda raçS o d e P ro p rie d a d e o u Posse D ire ta d a s Á re a s N ecessárias à Im p la n ta ç ã o d a C e n tra l g e ra d o ra

Á A gência N a c io n a l d e E n e rg ia E -è trica - ANEEL


R e ferência: O u to rg a d e A u to riz a ç ã o

Eu B e rn a rd o Fares N e iva . b ra s ile iro , in s c n to n o CPF so b o n? 0-19.8(X).33G-10, re p re s e n ta n te le g a l da


e m p re sa N e iv a P a rtic ip a ç õ e s L ID A . in s c rita s o b o C N P J/M F n “ . 0 8 .2 6 3 .4 1 4 /0 0 0 2 -1 5 , se d ia d a no
e n d e re ç o : Rua J o rn a lis ta D ja lm a A n d ra d e , n° 4 6 , sala 9 02. B a irro B e lv e d e re , B e lo H o riz o n te , M in a s
G erais d e c la ro , p a ra fin s d o d is p o s to ite m 1 .4 d o A n e xo I d a H e sc!uç3o n * 390/2CXJS, q u e p o ssu o a
p ro p rie d a d e o u a p o s s e d ire ta d a s á re a s n e cessárias à im p la n ta ç ã o d a c e n tra l g e ra d o ra fo to v o lta ic a
P edro da Silva N e iva , m e d ia n te ju s to títu lo , lo ca liza d a n a Fazenda C a c h o rro e T e ix e ira (lo c a liz a d a na
V e re d a da L a jin h a ), m u n ic íp io P a ra c a tu , e s ta d o d e M in a s G erais, re s p o n d e n d o n a s in s tâ n c ia s c iv il, pen al
ta r t 299 d o C ó d ig o P enal) e a d m in is tra tiv a p e la in c o n s is tê n c ia d e sta d e cla ra çã o .

B e lo H o riz o n te , 2 6 d e m a io d e 2015

R e p re s e n ta n te le g a l

C IL - O i I^ B K t.H J N .S T O ua ro n c o

ífe c B fth e to p o r S M e J h M t i I f t ) fir u ( t)


(M 7 *m B B a u n o FflPEs n c i ^ - t t i n n m T t N
f e i o t e r iz o n t e , 30210

F e lip e B p t U e Hora-s -------


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R ECIBO DE IN S C R IÇ Ã O DO IM O VEL R U R A L NO CAR


R ^ ís lr o no C A R : f.'G 31-J7C-06-87B656EA264049708517A16BC355C29C | Data da C aoastro: O a ^ G ÍO l5 20:5833

RECIBO DE INSCRIÇÁO DO IMÓVEL RURAL NO CAR

Nom e do im óve1P ural: Faze^-da Cachorro e Teixeras

fA i-vcipio: Patacalu I UF: M inas Gera5

Coordenadas Geográficas d o Cencrc*de o o Imóvel Rural; Latitude: 17° IZ t2 .8 8 ‘ S rL o n g iiu d e :4 7 í *9,4 3 ,2 6 ’ 0

Area Totai (hai do Imóvei Rural: 361.7435 | M ódulos Fiscais: 7.24

INFORMAÇÕES GERAIS

t . Este dccuire.-.io ga-ante o c u irp ò n e n to d o cfisposto nos § 2‘ do art. 14 6 § 3o d o ad. 2 9 d a 2ei p° 12.651. d e 2012, e se
constitui w n instnjíncntn s u M e n te para atendw ao disposto n o a d 78-A d a 'eterida toi.
2 O presenio d c c u n o rto roproscnta a confirmaçáo d e que loi realizada a d tó a ra ç à c d o in o v e l n j-a l n o C a d a sfo
Amt>ental R uta'-CAR e que está sujelio á validação pelo ôrgèo conpetente:
3. As inlcrm sçces pcestadas n o C AR sã o d o carútef doclawO no-
4 Os dociid e n to s especialmente os o e carater pessoal ou dominia'. sao d e responsab lioade d o ptopnelâno o u possudot
rural declarante. que ficarão sujeitos às penas previstas n o a d 299. o o Cddigo Penal (Decreto Loi na 2.848 d o 7 do
sulemftro dc 1940) e n o art 69-A d a Lei n ' 9.605. d e 12 d e (evereiro d e 1998;
5. O demonstrativo d a sduaçao oas intornações declaradas n o CAR. relativas âs âreas d o Preservação Pormanonte do
uso rostrito c do Reserva Lega podorâ sor acom panhado no sltlo eletrônico «ww.camov.br;
6. Esta insenção do im óvel rurat n o CAR poderá s e r suspensa o u cancelada, a q u a lq .e r tempo, em lunção Oo nãc
atencimerr.o d e notificações d e pendõncia ou inconslstõndas detectaoas peto órgão competente nos prazos concedidos
nu por mofive d e r e g Ja rid a d e s constatadas.
7. Esto dccurncntrj n ã o substitui qualquer i *cença c o auton/açao airoientaí pam evpioração fioresuti o u suoressao oe
vegetaçao. co m o tamòém nàodispensa as autonzações necessárias a o exerciao d a atividade econômica n o irrõ ve l rural
8. A nscrição d o imóvel rural n o CAR não scrã cons.derada HtutO para Lns d e roconhoclm«ínto d e c-relto de propr edarle ou
posse.e
9. O declarante assume plona rosponsabilidadO ambientai sobro n mOvel ruml declarado e m se u nnrre. sem preju.zo de
resoonsaoilizaçao por d a n o s anv> enta. s em área contígua, oosterormente comprovada com o d e sua propriedade <xi
posse.

CAR - Cadastro Ambiental Rural


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R ECIBO DE IN SC R IÇ Ã O DO IM Ó VEL R U R A L N O CAR


Registro Itü C A R : W G -:it470D 6-B 786f/6tA 2c404970a5l7A l6B D 3S5629C [Õãtã Uy CaflasHo: 0306/201520:58:33

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Foi aetectaOa jin a diferença entre a area ao móvel rural deciarada contorme doct.'mentaçao oonproOaiOrla do
prop^edadcposseconctresâo |3?e.5133 hectares] o a atoa do im óvel njral idcnMicada e m 'eptesentação g-ática [361.7435
hectares].

REPRESENTAÇÃO GRAFICA

IDENTIFICAÇÃO DO PROPRIETÁRIO'POSSUIDOR

C P F :08263414000115 Nonw:NEIVA PARTICIPAÇÕES LTDA

AREAS DECLARADAS (em hectares)

Im óvel Im óvel

Area Total do Imóvel 361.7435 Area Consolidada 209.8675

Area de Servidão Admin st'ativa 0.0000 Remanescente Ce Vegetação Nativa 151.8756


1
Área Liquida d o Imõve’ 361 7435 R eserva Legal

A P P ! U s o R estrito Area d e Reserva Lega1 753776

Área oe Preservação Permanente 18.0099

Area de Uso Restnro 0.0000

CAR - Cadastro Ambiental Rural


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RECIBO DE INSCRIÇÃO DO IMÓVEL RURAL NO CAR


Registro no CAR: MG-3147006-87B656EA264049708517A16BD355629C Data de Cadastro: 03/06/2015 20:58:33

MATRÍCULAS DAS PROPRIEDADES DO IMOVEL

Número da Matrícula Data do Documento Livro Folha Município do Cartório

22.997 04/07/2012 02 22.586 Paracatu/MG

19.094 03/06/2015 02 18.662 Paracatu/MG

CAR • Cadastro Ambiental Rural


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G overno do Estado de M in a s G erais


Sistema E stad u al de M e io A m b ien te e Recursos H íd rico s - S IS E M A

PROTOCOLO DE INSCRIÇÃO DO IMÓVEL RURAL NO SICAR-MG

RECIBO NACIONAL DE CADASTRO DO IMÓVEL: MG-3147006-87B656EA264049708517A16BD355629C

CÓDIGO DO IMÓVEL: 270248 VERSÃO DO CADASTRO: 2

DADOS CADASTRANTE
CPF: 00980846668 Nome: EVANDO JOSE NEIVA
Nome da mãe: Geralda Campos Neiva Data Nascimento: 01/01/1980
Telefone: 3836724115 Email: eoocerrado.ambiental@gmail.com
Logradouro: Rua Pirapetinga - 3o Andar Número: 537
Bairro: Serra CEP: 30220150
UF: MG Cidade: Belo Horizonte

IDENTIFICAÇÃO DO(S) PROPRIETÁRIO(S) OU POSSUIDOR(ES)


Nome/Razão Social: CPF/CNPJ:
NEIVA PARTICIPAÇÕES LTDA 08263414000115

CROQUI DO IMOVEL

Legenda:
Q Á r e a do Imóvel
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Area total do imóvel: 362,00


Area de Preservação Permanente (APP): 18,02
Area de APP degradada/alterada: 0
Indicativa de Reserva Legal (RL): 72,40
Area de RL informada: 75,43
Area de RL sem APP: 75,43
Area de RL a implantar ou recuperar: 0
Area de RL a compensar: 0
Area de vegetação nativa fora de APP e RL: 59,01
Area consolidada: 210,02
Área de utilidade pública e/ou dispensada de reserva legal: 0
Area de interesse social: 0
Area de uso restrito: 0
N° de Módulos fiscais: 7.24
Bioma Cerrado: 361,74
Bioma Mata Atlântica: 0
Bioma Caatinga: 0
Coordenadas sede/ponto de referência: latitude: -17.20 longitude: -47.32

DADOS DO IMÓVEL RURAL


Nome do Imóvel Rural: Fazenda Cachorro e Teixeiras
Localização: Zona Rural Endereço: Rodovia BR 040 Paracatu/Brasília km 120 a esquerda + 30 km
Município: Paracatu UF: MG

ENDEREÇO DE CORRESPONDÊNCIA DO IMÓVEL RURAL


Logradouro: Rua Benedito Laboissiere Número: 31
Bairro: Centro CEP: 38600-000
UF: MG Município: Paracatu

INFORMAÇÕES ADICIONAIS DO IMÓVEL RURAL

- Deseja aderir ao Programa de Regularização Ambiental - PRA, caso o imóvel rural possua (uma das
situações a seguir, ocorrida até 22 de julho de 2008): 1- Necessidade de recomposição de áreas de APP e de
uso restrito; 2- Déficit referente a Reserva Legal; 3- Autuação?
Não.

- O imóvel rural possui área com déficit de vegetação nativa para fins de cumprimento da Reserva Legal?
Não.

- Existe Termo de Ajuste de Conduta (TAC) aprovado referente à regularização de APP, Reserva Legal ou
área de uso restrito?
Não.

- Existe Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) ou outro documento aprovado referente à
regularização de APP, Reserva Legal ou área de uso restrito?
Não.

- Existem infrações cometidas até 22 de julho de 2008, relativas à supressão irregular de Vegetação Nativa
em APP, Reserva Legal ou área de uso restrito do imóvel, objeto de autuação?
Não.

- O imóvel rural possui área remanescente de vegetação nativa excedente ao mínimo exigido para Reserva
Legal?
Sim.

- O que você deseja fazer com a área excedente de vegetação nativa remanescente?
Utilizar para outros fins
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- Existe Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN - no interior do imóvel rural?


Não.

- Possui cota de reserva florestal - CRF?


Não.

A Reserva Legal do imóvel rural está submetida à legislação de que período?


A partir de 22/07/2008 - Lei n° 12.651 de 25 de maio de 2012
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Recibo de Inscrição do Im óvel Rural no SICAR-MG

0 presente docum ento representa a confirm ação de cadastram ento do im óvel rural no sistem a de C adastro
Am biental Rural de M inas Gerais • SICAR-M G e estará sujeito à análise pelo Sistem a Estadual de Meio A m biente e
R ecursos Hídricos - SISEM A. Caso exista déficit am biental no respectivo im óvel, o interessado deverá assum ir
com prom issos de regularização perante o Sistem a Estadual de Meio Am biente e R ecursos Hidricos - SISEM A. Para
todos os casos, o procedim ento de regularização ser acom panhado do com provante de inscrição do imóvel rural no
SICAR-MG.

Nos casos em que o proprietário, ou possuidor de im óvel rural, realizou proposta de adesão ao Program a de
Regularização Am biental - PRA, os Term os de Com prom isso inerentes â proposta apresentada são parte integrante do
Recibo de entrega da declaração de inscrição de imóvel rural no SICAR-MG.

INFORMAÇÕES LEGAIS

1. As informações prestadas ao SICAR-M G são de caráter declaratório e os docum entos, especialmente os


pessoais e os dom iniais, são de inteira responsabilidade do declarante, que estará sujeito à pena prevista no
art. 299 do Código Penal (Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezem bro de 1940) e no art. 6 9 A d a Lei n° 9.605 de 12
de fevereiro 1998;

2. Esta inscrição do im óvel no SICAR-M G poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer m om ento, em
função da não observação das notificações do Sistem a Estadual de Meio Am biente e Recursos Hidricos -
SIS EM A nos prazos concedidos, ou por m otivo de irregularidades constatadas, ou em virtude da Lei;

3. Este docum ento não atesta a regularidade am biental do im óvel rural nos term os da da Lei Federal n°
12.651 de 25 de maio de 2012, Lei Estadual n° 20.922, de 16 de outubro de 2013 e de outras legislações
ambientais regulam entadas pelo Estado de M inas Gerais;

4. A inscrição do im óvel rural no SICAR-M G tam bém não constitui prova de posse ou propriedade do
im óvel para fins de regularização fundiária;

5. As propriedades/posses que apresentarem sobreposição estarão sujeitas à análise e o seu cadastro


pode constar como "Pendente", ficando a cargo dos proprietários/posseiros envolvidos a solução do conflito.

6 . O declarante assum e plena responsabilidade am biental sobre o im óvel rural declarado em seu nome
sem prejuízo de responsabilização por danos ambientais em área contígua, posteriorm ente com provada como
de seu imóvel rural.

N ú m e ro do C ontro le do C A R : 270248
Emissão em 05/06/2015 às 8:18:0
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REPÚBLICA FEDERATIVA D O BRASIL


ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REG ISTRAI GERALDO CAMPOS
R e g is tro d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807. CENTRO - PARACATU - MG
Oficial: BEL* IN AH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

CER TIFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquivada

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS FIC H A N*.


Oficial: Be!0. In ah A lv are s d a Sitva C am p o s - P a ra c a tu - M in a s G e ra is 2 2 . 58 í
• MATRÍCULA ' IMOVEL-

Lu gar: FÃS EMDA CACHORRO £ T E I X E I R A S . M at.1909


2 . 9 9 7 Quadra: Lote: F i c h a n °
Rua: n°:
1 3 . 6 6 J . .
Area : 1 3 0 , 2 3 . 4 8 h a s
• DATA •
Pr, Ideal:
Mui i í c í p i o : P ARÀCATU -MG LIVRO 2

— PROPRIETÁRIOS -----------------------------------------------------------------------------;--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

JK V Ã H D O JOSE BETVA, e n g e n h e i r o , C.l . M - 8 7 1 . 1 8 4 - S S P / M G ,


CPF 009.808.466-68 LA1LA PARSS H E I V A , do l a r ,
o
C . l . M-3 7 X. 2 8 6 . - S S P / M G . CPF n° 037 . 369 . I 2 G -25 . ,
b ra s ile iro s , casados sob rsqime da ConiunhSo de bens,
anteriorm ente à vigência da Lei 6.515/77, resid e n te s e
dom iciliados na Alameda do Morro, n°.85, Apartam ento
900, E d ifício Seca, Vale do Sereno, e; u Nova Lima-
MG. ............................................ - • ......................................................... ** ....................................

- CARACTERÍSTICAS -
Coiueça no ponto DIB, iocalrzado na Vereda da L a jin ha
com o l i mi t e d a Á r e a d e P r e s e r v a ç ã o P e r m a n e n t e (APP),
no u v a n i c i p i o d e Paracatu/M G, no f u s o 23, SAB-69, com
m eridiano cie r e f e r ê n c i a MR ~ - 45°, com a s seguintes
c o o r d e n a d a s U7M E = 2 5 2 . 5 7 9 , 2 2 , N = 8 . 0 9 7 . 1 5 4 , 0 1 . S e g u e
p e l a vereda aciina por uma d istâ n c ia de 201,80 m etros
a té o p o n to 02, l o c a l i z a d o no e n c o n t r o com uma de
cerca
d ivisa. Seque pela cerca, confrontando acom
prooriedade de B rigolini Agropecuária Ltda - Gleba 7,
C OT íí 3 Z 2m utes de 50 d istâ n c ia de 315,41
rastros, afcé o ponto 03. Segue pela cerca com asituute de
1 4 6 1 2 12 1 w e d istân cia de 499,15 m etros até o ponto 04.
Ssaue paia cerca com azim ute de 12* SI' 2 0 ” a d i s t â n c i a
de 305,23 metros até o ponto 05. Segue p e l a cerca com
azim ute de 5 3 * G 6 ? 0 6 : ; . 6. c i s i t á n c i a de 5)3,47 metros até o
ponto 06. Segue pela cerca com a z im u te de 5 3*38 f 5 7 H e
d i s t â n c i a de 70,60 metros até o p o n to 07. Segue pela
c e rc a com azim ute de 6 3 * 1 8 1 Of i 14 e d istâ n c ia de 5 9 , 67
metros até o ponto 08, localizado no encontro com uma
linha seca. Segue pela linha seca, confrontando com
propriedade de G ilberto Dias, com a z 1mutes de 168 “
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REPUBLICA. FEDERATIVA D O BRASIL


ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU-MG /o * 'V
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS /£ * <
R e g is tr o d e Im ó v e is f og
AV, OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PA RACATU - MG l “
Oficial: BEL‘ INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS V* ^
Oficial Subít.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA \ ^

CE R T IFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquivada:

REGISTRO EAVERBAÇÔES

09 14 - a d i s u â n c i a da 1 . 2 2 5^ 5 5 metros até o ponto 09


oGcue pela linha seca com azim ute de 2 1 7 o 5 0 , 3 3 ,t
d istân cia de 240,23 metros até o ponto 10, localizado
n o e n c o n t r o c o m uma c e r c a d e d i v i s a . Segue p e la cerca,
confrontando com a p r o p r i e d a d e de Luiz C a rlo s Faria
sua m ulher Roneide Pereira Faria, E v a n d o Oo s é N e i v a
sua m ulher baila F a r e s N e i v a , Flávio Antônio Neiva
scia m u lh e r M a ria do Carmo O l i v e i r a N eiva, V era L ú c ia da
Silva Neiva, S ô n i a M a r i n a da S i l v a N e i v a . E l i a n e Campos
rfej-y^ uj.as s s a u m a r i d o G i l b e r t o D i a s , C e l e s t e d a s i l v a
Neiva, Homero 5anto.ro Neiva e sua mulher M ana Rita
Cosfcs N n v a, Rogério Santoro Neiva e sua m ulher Eneida
n i ò m Lopes Noiva, Ana Lúcia Santoro Neiva de
Carvalho e seu marido Carlos de Carvalho, e Maria
conceição Barbosa Rosa (M atricula 17.183 *~Qm. - R 01*
a z i m u t e d e 2 2 6 n2 2 M 6 - e d i s t â n c i a de 484 , 9 8 m e t r o s a t é
o p o n o l i . S e g u e p e l a c e r c a c o m a z i m u t e d e 226° 5 6 J 2 1 Jí
e d i s t  n c i a de 56,49 m etros a té o p o n to 12. Segm i^ ià
cexca cem a z i m u t e de 2I9^33*0I« e d is tâ n c ia de 237,09
metros ate o ponto 23, localizado no encontro com a
vereda da Taquara, segue pela cerca, atravessando a
referid a vereda, c o m a z i m u t e d e 2 2 7 c 5 4 f 4 S f* e d i s t â n c i a
d a 4 5, 6 ^ r n e t r o s a t é o p o n t o 34, localizado no e n c o n t r o
j . r r j . d j . U r t v e i e d a c.oni u m a n n h a s e c a . Seque p e la lin h a
seca,- c o n f r o n t a n a o com a p r o p r i e d a d e d s V-sra L ú c i a da
Silva Neiva, com a z i m u t e d e 302*15'47” e d i s t a n c ia d«
4 8 6 ,6 6 m e t r o s a t é o p o n t o 15. Segue p e l a l i n h a seca^cora
azimut.t de :í£5“3 0 ; 2 ü ” e d i s t â n c i a de 1 . 257,35 metros
o ponto ia, loczlizado no e n c o n t r o com u m a G r o t s .
^eque pela Grota abais-o por uma d istân cia de 93,15
metros a te ^o ponto 16A, localizado no encontro com o
j - i i f í i t e d s A r e a ci e P r e s e r v a ç ã o Permanefite (APP) . S e g u e
pela A P P por uma d i ' s t á - n c i a de 1 - 2 ? S ç 7 T 2 ^ s íe tr o s até" o
p o n t o OLE, i n i c i a i d e s t a d e s c r i ç ã o .
FAUSTO BE CAMPOS C O S T A - ^ T A / I F A

A ¥ .T _ 4 . - í -í- - 9 3 ^ P i ' <■>L . i u 1 . 0 5 8 - - j 1 / ij p / c , o 1 2 ~ 1r oc§ d s - s e a e s t a


A v « r i.i a ç a o p a r a c o n s t a r que 1 i c o u c o m p r o v a d a a
I n s s i s t e - n c i a de I n s c r i ç ã o d e M u l t a F l o r e s t a l , referente
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COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R e g is tro d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU - MG
Ofidal: BEL* IN A H ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

CE R T IFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquivad

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS


ficha ^.2 2 . 5 8 6 - A
Oficial: BeP. Inah Álvares da Silva Campos - Paracatu - Minas Gerais

30 i m ó v e l constante da presente m atrícula, de acord


com o A r t . 37 d a Lei. 4 . 7 7 1 de 1 5 / 0 9 / 1 . 9 6 5 , nos termo
das C ertidões datadas de 0 4 7 05/2.012, expedidas pel
S e c r e t a r i e i d a 2* V a r a C í v e l d a C o m a r c a d e P aracatu-M G
Do u Xé . Par ac at u , 0> — 3u i h o d e 2.012. O OX i c i a |L
3 u b s t . i t . ! 3t . o.
? rtU S CAMPOS C O S T A - I F A / I F A

à V - 2 - 2 2 . 9 97 - P r o t . 1 0 1 . 0 5 B - 0 4 7 0 6 / 2 . 0 1 2 - P r o c e d e - s e es t
Averhaçâo para consta;: a C ertidão N egativa de D ébitos
R elativos ao Irtposto sobre a ProprT edade Terri to ri a
Rural de
n * . 0 5 EB . E l A 3 . 8 1 4 B . 6 D F 3 , r e X e r e n t e ao imóvel.
Fazenda Cachorro
e T e i x e i r a s com a área de 1 9 5 , 5has
cadastrado na Receita Federai sob n: . 7.180.756-0 e u
noiue de Svando losé Neiva. Dou fé. 04 d
Jui>)C ci e 2.012. o O ficial S ubstituto, V c.
FAUSTO DS CAMP OS COSTA-I

ÃV-3- 2 2 .9 9 7 - P r o t . 1 0 1 . 0 5 6 - 0 4 / 0 6 / 2 . 0 1 2 - P r o o e d e - se a est
Ãverbação para constar o C ertificad o de C adastro d
Imóvel Rural - CCIR Ano 2006/2007/2008/2009, cadastrad
nc Incra sob n' 5 . 9 5 0 . 0 7 6 . 3 1 3 . 8 3 1 - 9 , em nome de Evaneió
Oosé Neiva, referen te ao imóvel Fasenda Cachorro
T eixeira, com a área de 185,50,00 has. Dou fé
Paracatu, 04 de /7 T !7 r F i> \ de 2.012. O O ficial
S u b s ti tu to
F A U S T O DS CAMPOS - IFA/IFA

R - 4 - 2 2.. 9 üí 7 - P r o t , 1 0 1 , 0 5 8 - 0 4 / 0 6 / 2 , 0 1 2 DESM EÜBRAM EHTO


Pro ce cs o de Deemembr a m e n to e Escrit.ura Pública datadji
de 02 / 0 3 / 2 . 0 1 0 , lavrada no Livro n°,32:3,. f i s . 111/113
cio C artório ck; 2° O ficio de Notas da Comarca do
Paracatu-M G. De acordo com a Legislação vigente fic a
MOOrtO móvel í:-b7 e t c — — i rr ê L e n t o — «id t o . iv . u ld — aúo— dx?
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COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R e g is tro de Im á v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807. CENTRO - PARACATU - MG
Ofidal: BEL* INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Ofidal Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

CER TIFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Ofício arqui
a ld o

— TRANSPORTE

i iTióv'e 1 m atriculado sob o nV 19.093 Ficha n -.is 661


Lxvro 02, e» d a t a d e 0 4 / 0 7 / 2 0 1 2 . Dou f é . 04
de J u l h o de 2 . 0 1 2 . O O f i c i a l S u b s t i t u t o . |
fausto de campos COSTA - I E?

AV^l 2 2 . S S l - F r o c s a e - s e a esta Averbação para constai


u .J tí reisren ts ao imóvei constante da presente
-raatricuia, consta sob n ’ .AV-70-258 F i c r h a n 5 . 1^7 . 4 *
AV-2-1S.0S3 Ficha Livro 02, o in te iro teor dl
segaxnte averbaçáo: L r o i . n ^ . S 0 . 6 2 1 - 1 0 / 1 0 / 2 . 0 0 -TERM O Dí
K E S fP O H S A B IL I D A D E DE PRESERVAÇÃO BE FLORESTAS:-
í t.xauj..ar oatado oe0 6 / U 5 / 2 . 0 0 3 . P R O P R I E T Á R I O : - VERJt
LÚCIA S , SEIVA e Outros, D r a s i 2e i r a , s o ite ir
aposentada, portadora do CPT n c . 0 0 4 . 0 íí6 '>0 1 - 1 0
C I.r.-: 105988-SSP/DF, residente e d o m i c i l i a d a ‘ eit
Erasilra-D F. A âraa oeixada corno Reserva Floresta'
L f 3 f L é d “ ^ ‘^ ' S S . O O h a e e est.á lo caliraas em O ó i s e i s '
qlebas d istin ta s d e n o m i n a d a s : -RESERVA FLORESTAL LEGA
0 x “ ^ REA d e 5 5 - 7: 3 ^ 4 l h a s - C o f íje ç a iíi n a O r l a do cerra d
cem a a r e a de p r e s e r v a ç l o p e r m a n e n t e d o r i o Ha^-o
nas^ coordenadas uTM f u n i v e r s a l transveiso de mercato
‘“ ‘3f Cn' Y’: ^ * i J ■ h 0 ’2 , G 0 . f i a i , s e a u - a r a a c o r u p a n h a n d o n
érsa da p r e s e r v a ç ã o perraariènte do r i o s â o M arcos a t é ,>
^ueontio na orra da lavoura, que em reta d is ta i
1 . 1 6 € f 00 metros. Dai d e T l e t i n d o a d ire ita , seguem p e l
o n a da lavoura ad o r a , até tiveram in ic io essa
divisas. RESERVA FLORESTAL LEGAL 02-Ã R E A de 5 , 9 4 , S4ha
- vomeçam na Orra da àrea de preservação permanente do
_r ^ ° hrio ^i-íarcos a varada da Canastrinha nas coordenada
;j ‘ K X: 1 6 8 ' 0Ü . 100.496,00. Dai seguem pala Gri
da àrea de preservação perinanente da vereda d
«. . oj i cb Lj. ^ j i u a , a r e e n c o n t r a r urf; p o m a r p r ó x i m o a s e d e . Da: ,
seguem pe. Lo iim itã dõ pomar ãlo rr no sentido sv ãfci
encontrar a ona da l a v o u r a . Dai, saqueai peia o rla du
lavoura axora até o ponto onda tiveram inicio ess
divisa. R E S E R V A F L O R E S T A L L E G A L 0 3 - ÁREA d e 8 , 4 5 , 4 J . h a s ^
começam na orla da a r a a do preservação permanente da
jí 771 í.1 ^ — L.- a ü t , i r d i é , i ia — j / r v i r a de Propriedade d.;
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ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU ■MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R e g is tro d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO * PARACATU - MG
Oficiai: BEL* INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Ofidal Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA GISTRQ €

CERTIFICA , que a presente é cópia fiel do original, neste Ofício arq

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS FICHAM *.


O ficiai: B ela. Inah Á lvares da S ilva C am p os - Paracatu • M inas G erais 22.586-B

á ü s j. o Br i q o 1 1 n e N tí fu « nas c o o ü' d e n 3 d <3 s UT M X 1 d 5 ^ f 9 d 2 , 0


Y : 8 . Ü S S . 2 3 5 , GC. Dai, ssguem por uma reta com rum
verdadeiro de SE 33®18í 43”, confrontando ainda co
cássio B rigoline Neme a t é encontrar a c ria da e s tra d
xô* S 5 2 , O G m e t r o s . Dai seguem pela estrada afora, n
s e ri t i d o da s ed e , até encontrar a o rla da área d
preservação perm anente da vereda da C anastrinha. Dai
reguem p s !. a orla da referid a área de preservação d
veretís ranastrinha acima, atè o ponto onde tiv e ra
in ic io essas d iv isas. RESERVA FLORESTAL LEGAL 04 - ÃRE
do 7 3 ,0 9 ,20has - Coi f t ôç s i f t na orla da lavoura, cerrado
área de preservação perm anente do R i b e i r ã o Sâo Marco
nas coordenadas U7M X : 2 5 0 . a 5 1 , 0 0 r : 8 . Q99,141,00. Dai
seguem pela orla da lavoura afora, no sentido SE, at
riicontiar cr- marco cravaúa na re fe rid a orla ao
3.046*00. Dai, seçueiu por uma reta, no sentido Sfeí, at
enconr.rar s o rls da á re .a de preservação perm anente d
uma qrctinba, v erten te d ire ita da vereda da Lajinha
Dai, sequorã pela o rla da referid a 9 ro ta abaixo e depoi
P e 1a o r 1a da ve r ed a d5 Laj i n ha com suas resp ectiv a
grotas st.é encontrar a orla cia área de pressrvaçS
per/flanente do Rio Sao M arcos. Daí, sequem pela orla d
área de preservação do referid o rio acima até o pont
tiveram in ic io essas d iv isas. RESERVA FLORESTAL LEGA
05 - A R EA 2 1 ,8 2 .65has - Começam da o rla do cerrado con
a lavoura nas confrontações de te rra s pertencentes
Cásnio ü riq o lin e Ne r a s nas coordenadas; UTK X: 2 5 3 . 3 7 1 , 0
Y ':8 . 0 9 8 . 6 2 7 , 0 0 . Dai, ceguem por uma reta com rumo de S
3 3 ° 1 8 74 3 ” , confrontando ainda com d ito Cássio at
encontrar um a r amado p rõ ic im o a uma estrada aos S28f G
metro;;. D a i , sequem-. pc?r esse aramado a estrada afora
no sentido m - CE até encontrar o orla do campo com
cerrado n a marqs-m da referid a estrada aos 64 9 , 0
m etros. Dai, sequem peia o r l a do campo s cerrado afor
do sentido NV até enc<?nt . X' Si 5 orla da lavoura aos 14
m etros. Dai seguem pela orla da lavoura afor
acoriiparjhsrído suas sinuosídades até onde tiveram in ic i
HOOELO?
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ESTADO DE MINAS G ERAJ S
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R e g is tro d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU - MG
OfidaL BEL» INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

C ERTIFICA , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquivada:

TRANSPORTE

s s s a s d iv isas. RESERVA FLORESTAL LEGAL 06-ÁREA ds


152, 1 9 ,79has - Começam na Orla da área de preservação
permanente da vereda Lajinha, com o Rio sâo Marcos.
Dai, s«guem pela orla da área de preservação permanente
acrma atè encontrar ura a r a m a d o em s u a c a b e c e i r a , seguem
í^ - U j r s i e r r a o .-ramado ãZoi:a a t e a l c a n ç a r a e s t r a d a r e a l
jow Vdj a Paracatu, dar, seguem por uma reta, até
alcançar um ponto c r a v a d o n a s d i v i s a s d e s u c e s s o r e s ' de
Ssladimij :ia S i l v a Keiva a 8 70, 00 m e t r o s da v e r e d a dí
iaquaia, oai, volvendo ã d i r e i ta , s e guc - f f i p o r uma r e t a ,
c o - i i r o n t a n d o cem s u c e s s o r e s d e ¥ l a d i m i r a t è a cabeceira
■■,rf ía-gaara, a s s s r po n to , seguem p o r uma rota,
confrontando com sucessores de M srís Luiza da S I I ví
Ne i v a em rena ao mata-burro na estrada real que vai
oomar, aai, seguem por mn aramado no s e n t i dc
í'i w ; toniront.ando c o /a sucessores de Fiaria Luiaa da silva
Neiva em reto a o ris de área de preservação permanente
de uma tro ta vertente esquerda da vertente do Nogueira
e aos 150,00 metros, seguindo pela d ita orla de
preservação permanente abaixo, até alcançar
preservação permanente do Nogueira e por essa acima atè
a lc a n ç a r a e s tr a d a r e a l oue vai á Paracatu, desce ponte
=»ey ufem p e l a e s t r a d a r e a l a í o r a , no s e n t i d o P a r a c a t u a t é
eüc.uA L .ra r a o n a do campo com o cerrado aos 820,00
metros, dai, volvendo a esquerda, seguem por uma reta
.^ic^nçar a caqeceira da -segunda grota vertente
esq u erd a da v e re d a ca L ajatb a, dai, em r e t a a cabeceira
de prim etra grota abai to da barra da vereda da Lajinha,
em re ta -t ceoeceira da segunda grota abai to da
barra da vereda da Lajinha, vertente esquerda do Rir
São Marcos, dai, seguem pela Orla da área de
preservação perm anente da d ita grota abaixo, ate
•alcançai a o ris áa ' p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n t e d o R i o f j ão
Marcos e por e sso acima a té o ponto onde tiv e ra m i n i c i o
s o iv is a s . i* J. c a Q 1" C V a ú a COS? o d Ct Li t i 1 i c a c á o
lirnitacia, nât podendo nela ser le ito qualquer tipo de
expioraçao, a não s e r m ed ian te autorização do I B D F , bem
como o b r i g a m - s s as partes ao cumprimento de todas as
cláusulas g condições c cj ds tant.es dentais do presente,
termo. Dou ITT F t u , 25) / 1 0 / 2 . D 0 3 . Ã O f i c i a I í a > B e x &. I n a h
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COMARCA DE PARACATU - MG
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R e g is tr a d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU - MG
Ofidal: BEL* INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

CE R T IFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquiv;

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS FIC H A N*.


O ficial: B e l8. Inah Á lv a re s da S ilva C am pos - Paracatu - M inas G erais 2 2 . 5 8 6 -C

Alvares aa Silva Campos. Dou fé. Paracatu, 22 de Març


de 2006. O O ficial Substituto, ía)Fausto de Campo
Costa. Do u fé. Paracatu, 04 /'ü t^ ^ u lh o de 2.012.
0 1 L C J. a .f. V U .OS C i. C LI t o ,
r /s u S TO D ti 'cAMi' ü '*» — i. F A / I F A

AV- 6 - 2 2 . 9 9 7 - P r o t . 1 0 2 . 9 9 " - 2 1 / 0 2 / 2 . 0 1 3 - Procede-se a esta


Avsrbaçâo para constar que ficou comprovada
I n e x i s t ê n c i a de I n s c r i ç ã o de M ulta F l o r e s t a l , referente
ac i móve 1 cor. s t a n t e da presente m atricula, de acorde
com o Ar t . 37 da Lei 4.771 de 15/09/1. 965, nos termos
das Certidões datadas de 09/01/2.013, expedidas pel
S ecretaria da 2 a Vara Civel da Comarca de Paracatu-M G.
Dou ré. Paracatu, 28 d t ei r o de 2.013. O O ficial
Sub s t i t u t o ,
F A U S T üT S ^ - ^ A M P O S COSTA - IFA/IFA

R - 2 ~ 2 2 . 9 9 7 - P r o t . n ° . 1 0 2 . 9 9 7 - COMPRA E VESPA: E scritura


Pública de Compra e Venda datada de 23/01/2.013,-
lavrada no Livro n°.300, f l s . 131/132, do T a b e l i o n a t o dc
1° O f í c i o de Notas da Comarca de Paracatu-M G.
V8HDED0R& S: EVASDO JO SE HEIVA, engenheiro, C.I.M-
8 7 1 . ISA- S S P / M G , CPF n° 009.808.466-68 e s/m L A I L A FA RES
Í ? E I VA, do lar, C . I . MG - 8 7 1 , 2 8 6 - S S P / M G , ‘ CPF n
037.369.126-25., b rasile rro s, casados sob o regime da
Comunhão U niversal de bens, em 05/11/1.371, residentes
e d om"í- c i 1 i a 6 o s na Rua Alameda do Morro, n .85,
A partam ento 900, E dificic Zeus, V ale do Sereno, em N o v a
Lima-MG - C O M PR A D O R A : ' R E 1 V A P A R T IC IP A Ç Õ E S LTDA, in sc rit
no c HP8 sob o n° 08 . 2 6 3 . 4 1 4 / 0 0 0 1 - 1 5 , com sede em Rua
O ornalista Djalma Andrade, n °.46, Sala 902, Bairrc
Belvedere, em Belo H o r i 2 onte-MG. IMÓVEL: Uma parte de
terras com a área de1 8 0 ,23,48 has, constante da
ore sente m atrícula. VALOR: k $ 6 3 u «8 0 0, 0 0 , valor dado por
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ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R e g is tro d e Im ó v e is
AV. OLEGÁRJO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU - MG
Oficial: BEL* 1NAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

CERTIFICA , que a presente é cópia fiel do original, neste Ofício arquivada:

T R A N S P O R T E ---------------------------------------- -__
exigencias fisc a is, sendo o valor real da transação d
R $ 1 9 0 . 9 31 , 00 . CONDIÇÕES : Ficam ma n t i d a s as c on d i ç 5 e
c o n s t a n uc s dc mV ~ o ds pr esent e ma t r i c u l a . Declaram
aincía os Outorgantes v e n d e d o r e s s o b a s p e n a s da Lei qu
não com ercializam sua produção no ex terio r, nem
y c\1' e j o ao c o n s u rn i ci o r , r i c a i"i d o portanto isen to s d
a p resen t ação do D/INSS, conforme A rt.8 item b ,d
Ordem de Serviço 156 de 04/03/1.997 Pago e Quitado
Do u f é . Pa r a c a t u , Fevereiro de 2.013 O O ficia
Substituto,
FAUSTO DE CAMPOS I FA / i FA

C E R T ID Ã O
SSBV»ucisnuios OMMEISgõüoocuks

«a d*ai f í S —— - iiutóli) 1
ín jiia l nest* Olleiyij^uitrédv Di U I».

c v m 2015

i a lvm ss M l u v A a u n ?
iCÂitmcosu-cfeMwOl
lKlOKSÁK0e«F«»,*, t u ;

^ V IÇ o

ew ol — -?•
Itf J - - » - : -
IRECOWPÍ.
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ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
R egistro de Im óveis
AV.OLEGÂRIO MACIEL, 807, CENTRO-R- <ACATU - MG
Oficial: BEL* IN AH ALVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial Subst.: FAUSTO DE CAMPOS COSTA
%
CERTIFICA, que a presente é cópia fiel do original, neste Ofício arqui

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS FICHA N#


Oficial: Bel*. Inah Álvares da Silva Campos - Paracaíu - Minas Gerais 1 8 .6 6 2
• MATRICULA MÓVEL - REGISTRO AMT. -
L u g a r s F A Z E N D A CACHORRO E T E IX E IR A S
Quad r a : L o te s M a t.2 5 8 ,
1 9 .0 9 4 Ruas nQ: F ic h a n 9 .
A r e a s 1 4 6 . 2 7 . 8 5 HA 1 7 .4 5 6 ,L i
F r .Id e a l: v ro 0 2 ...
2 2 /0 3 /2 0 0 < M u n ic ip io s P A R A C A T U -M G
UVR02

PROPRIETÁRIOS

E L IA N E CAMPOS N E IV A D IA S , b a n c á r ia , C I.n Q .2 1 0 . 9 1 6 - S S P / D F , CPF


n Q .0 4 6 ..1 7 4 .4 4 1 -4 9 , . e s /m r G IL B E R T O D IA S , e n g e n h e ir o ,
C I .r i9 .4 .1 3 1 .4 7 í> - S S P /Õ P , CPF nQ . 1 0 1 .9 6 8 .2 0 1 -9 7 , casados sob o
re g im e d e C o m u n h ã o U n i v e r s a l d e B e n s , r e s i d e n t e s em B r a s i l i a - D F ,
HOMERO .S A N T O R O N E IV A , m é d ic o , C I.n 9 .M -í.3 8 9 .4 5 0 -S S P /M G , CPF
n Q .0 0 1 .0 9 1 .5 0 6 -0 0 e s /m M A R IA R IT A COSTA N E IV A , do la r ,
C I . n Q . M - l . 6 9 0 . 8 4 7 -S S P /M G , CPF n Q .7 8 5 .6 9 6 .2 1 6 -0 4 , casados sob o
re g im e de 'C o m u n h ã o U n iv e rs a l de B e n s ., re s id e n te s em B e lo
H o r i 2 o n t e —M G , R O G É R IO SANTORO N E IV A , p ro fe s s o r,
C I . nQ . M -1 0 .9 7 2 .3 7 1 -5 S P /M G , CPF nQ .0 5 6 .6 7 6 .3 1 6 -8 7 e s / m E N E ID A
V IT O R IA LOPES N E IV A , p ro fe s s o ra , C I.n Q .M -3 9 .5 8 6 -S S P /M G , CPF
n Q .4 7 9 .9 7 0 .8 7 6 -7 2 , c a s a d o s s o b o r e g i m e d e C O m u n h S to U n i v e r s a l d e
B e n s , r e s i d e n t e s em B e l o H o r i z o n t e - M G , A N A L U C I A S A N T O R O N E I V A DE
C A R V A LH O , d o l a r , C I . n Q . M - 1 . 0 4 6 . 1 1 8 t S S P /M G , CPF n Q . 4 6 5 . 3 7 7 . 0 8 6 - 7 2
e s / m r C A R L O S D E C A R V A L H O , a p o s e n t a d o , C I . n S . M - 3 . 4 9 8 . 1 5 3 —S S P / M G ,
CPF n Q .0 4 3 .7 9 6 .8 3 6 - 7 2 , c a s a d o s s o b o re g im e d e C 0m unh3o U n iv e r s a l
de Bens, r e s i d e n t e s em B e l o H o r i z o n t e - M G , F L A V I O A N T O N IO N E I V A ,
e n g e n h e ir o , C I.n 9 .M -1 2 8 .9 7 7 -S S P /M G , CPF n S . 0 8 9 . 6 0 3 . 9 9 6 - 0 4 e s / m
M A R IA DD CARMO DE O L IV E IR A N E IV A , p ro fe s s o ra ,
C I . n Q . M - l . 1 8 4 . 1 1 9 -S S P /M G , CPF nQ .5 7 3 .4 3 ".8 1 6 -8 7 , casados sob o
re g im e de Com unhão U n iv e rs a l de Bens, re s id e n te s em B e lo
H o r iz o n te - M G , EVANDO JOSE N E IV A , e n g e n h e ir o ,
C I . n Q . M - 8 7 1 . 1 8 4 -S S P /M G , CPF n Q .0 0 9 .8 0 8 . 4 6 6 - 6 8 e s /m L A IL A FARES
N E IV A , e m p r e s á r ia , C I.n Q .M - 8 7 1 .2 B 6 - S S P /M G , CPF n Q .0 3 7 . 3 6 9 . 1 2 6 - 2 5 ,
c a s a d o s s o b o r e g i m e d e C o m u n h ã o U n i v e r s a l d e B e n s ; r e s i d e n t e s em
B e l o H o r i z o n t e - M G , VERA L U C IA DA S IL V A N E I V A , f u n c i o n á r i a p ú b l i c a
a p o s e n ta d a , s o lte ira , m a io r, C I - n Q . 1 0 5 . 9 8 8 —S S P / D F , CPF
n Q . 0 0 4 . 0 8 6 . 2 0 1 —1 0 , re s id e n te em B r a s ilia - D F , S O N IA M A R IN A DA
S IL V A N E IV A fu n c io n á ria p ú b lic a a p o s e n ta d a , d iv o rc ia d a .
C I.n Q i1 1 Ô .4 1 7 - S S P /D F , CPF n Q .0 9 0 .8 4 3 .7 1 1 - 0 0 , re s id e n te em
P a ra c a tu -M G , CELESTE DA S IL V A N E IV A , p ro fe s s o ra , s e p a ra d a
j u d i c i a l m e n t e , C I.n Q .M G - ll. 8 4 9 . 9 4 9 - S S P /M G * CPF n Q . 5 1 1 . 6 8 4 . 9 9 6 - 1 5 ,
E S P O L IO DE N A IR SANTORO N E IV A , r e p r e s e n t a d o p e l o i n v e n t a r i a n t e
R o g é r io S a n to ro N e iv a , E S P O L IO DE GERALDA CAMPOS N É IV A ,
re p re s e n ta d o p e la in v e n ta ria n te E lia n e Campos N e iv a
D i a s ................ - ........................................................ •

- C A R A C T E R ÍS T IC O S -

Com eçam na b a rra de uma g ro ta v e r te n te e s q u e rd a da V e re d a da


L a jin h a d iv id in d o com o c o n d o m in o F lá v io A h to n io N e iv a n a s
c o o rd e n a d a s U T M -X = 2 5 i.5 9 2 , 7 0 e Y = â .0 9 7 .2 9 1 ,9 5 , d e s te p o n to .
MODELO 9
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ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
Registro de Imóveis
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU - MG
Oficial: BEL» INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Ofidal Sub«t: FAUSTO DE CAMPOS COSTA

C E R T IF IC A , que a presente;é cópia fiel do original, neste Ofício arquivada:

_________________ • __________________ ■REGISTROS EAVERBAÇÔES----------------------- .

s e g u e m p o r e s t a g r o t a a c im a a t é e n c o n t r a r o m a r c o c r a v a d o em s u a
c a b e c e i r a a o s 1 3 1 , 6 9 n. ? t r o s e m r e t a , d a i , s e g u e m p o r u m a r e t a com
o ru m o de 5W 4 2 9 2 0 '4 9 “ d iv id in d o com o q u in h ã o d o c o n d o m in o
Evando José N e iv a a té e n c o n tra r o m a rc o c r a v a d o n a m arg e m d a
e s tra d a r e a l qu e v a i a P a ra c a tu aos 1 .2 0 8 ,7 6 m e tro s , d a i, seguem
por o u tra r e t a com o ru m o d e SE 1 9 9 5 9 '1 4 " a t é e n c o n t r a r o m a r c o
c ra v a d o na c a b e c e ir a da v e re d a da T a q u a ra a o s 2 3 3 ,2 8 m e tro s e p o r
essa v e re d a a b a ix o a té o in ic io d e um a r a m a d o e m s u a m a r g e m
d i r e i t a a o s 8 0 0 , 8 4 m e t r o s em r e t a , d a i , s e g u e m p e l o a r a m a d o a fo ra
com o ru m o de SW 4 6 9 2 0 '4 9 " , c o n fro n ta n d o com s u c e s s o r e s d e
W la d im ir da S i l v a N e iv a a t é s u a q u in a a o s 1 .0 1 5 , 4 5 m e t r o s , d a i ,
seguem p e l o a r a m a d o c o m o r u m o d e NW 4 6 9 4 1 ' 1 0 " , c o n f r o n t a n d o com
s u c e s s o re s de M a r ia L u iz a da S i l v a N e iv a a t é o m a t a - b u r r o d a
e s tra d a re a l que v , L a P a ra c a tu a o s 9 6 2 ,5 1 m e tro s , d a i, seguem
por um pequeno tre c h o de um a r a m a d o a t é e n c o n t r a r a p r i m e i r a
g ro ta v e rte n te e s q u e rd a da v e re d a do N o g u e ira , p o r e s ta g ro ta
a b a ix o a t é s u a b a r r a n o N o g u e ira e p e la V e re d a d o N o g u e ir a a b a io
a té ao m a r c o c r a v a d o em s u a m a r g e m d i r e i t a a o s 6 4 5 , 3 2 m e t r o s em
re ta d a b a r r a d a g r o t a , d a i , se g u e m p o r uma r e t a com o ru m o d e NE
5 7 9 3 1 '3 3 " d iv id in d o com o q u in h 3 o d o c o n d o m in o F l á v i o A n to n io
N e iv a a t é e n c o n t r a r o u t r o m a rc o c ra v a d o na c a b e c e ir a d e um a g r o t a
aos 1 .0 1 5 ,1 1 m e tro s , desse p o n to p e la d i t a g r o t a a b a ix o a té ao
p o n to onde tiv e ra m in ic io e s s a s d iv is a s . F ic a m a n tid o a S e r v id S o
a fa v o r e c o n tr a to d o s os q u in h â * ^ t^ a c e s s o à e s tr a d a v i c i n a l q u e
v a i a c i d a d e d e P a r a c a t u —M G . V FAU S TO DE CAMPOS C O S TA -

R —l —1 9 . 0 9 4 - P r o t . 8 5 . 5 9 6 - 1 5 / 0 3 / 2 0 0 6 - D I V I S A O : - E s c r i t u r a P ú b lic a de
D iv is ã o A m ig á v e l la v r a d a n o S e r v iç o N o t a r i a l G e r a ld o C am pos - 2 9
O fic io de N o ta s d e s ta C i d a d e e C o m a r c a d e P a r a c a t u —M G . , L i v r o
n 9 .3 0 7 fls .0 4 4 d a t a d a d e 0 2 / 0 3 / 2 0 0 6 . A D Q U IR E N T E S s -V E R A L U C IA DA
S IL V A N E IV A ,. já q u a lific a d a . Na D iv is ã o do im ó v e l Fazenda
C a c h o rro e T e ix e ir a s , s itu a d a n e s te m u n ic ip io , fic a p e rte n c e n d o
aos a d q u ir e n te s a c im a c i t a d o s , to d o o im ó v e l o b j e t o d a p r e s e n t e
m a tr ic u la . V A L G R :-R é i5 .2 5 7 ,B 3 . F oi a p re s e n ta d o a q u ita ç ã o dos
XTRs E x .2 0 0 1 /2 0 0 5 N IR F 5 . 3 5 8 . 9 7 1 - 8 e C e r t i f i c a d o d e C a d a s t r o d e
Im ó v e l R u r a l —C C I R Ano 2 0 0 3 /2 0 0 4 /2 0 0 5 C ó d ig o d o Im ó v e l n o I n c r a
sob n 9 .4 0 4 .0 8 0 .0 1 0 .2 * 3 -5 em nome de M a r ia C o n c e iç ã o d a S i l v a
N e iv a . D e c la ra m a in d a o s ü u t o r g a n t e s e r e c ip r o c a m e n t e O u to r g a d o s
sob as penas da L e i que não c o m e r c ia liz a m sua p ro d u ç ã o no
e x te r io r nem a v a r e j o a o c o n s u m id o r , f ic a n d o p o r t a n t o is e n to s da
a p re s e n ta ç ã o da C N D /IN S S , c o n fo rm e A rt.8 ite m B d a O rd e m d e
S e rv iç o 1 5 6 d e 0 4 / 0 3 / 9 7 ✓ ^D P p h ^é .. P a r a c a t u , 2 2 d e M a r ç o d e 2 . 0 0 6 .
0 O f ic ia l S u b s titu to . < L ^ c - F A U S T O DE CAM POS C O S T A - s

A V —2 - 1 9 . 0 9 4 - P r o c e d e - s e a e s ta A ve rb a ç ã o p a ra c o n s ta r o i n t e i r o
te o r da A V - 7 0 - 2 5 B ~ P r o t . n 9 . 8 0 . 6 2 1 - 1 0 / 1 0 / 2 . 0 0 3 -T E R N O DE
R E S P O N S A B IL ID A D E DE PRESERVAÇÃO DE F L O R E S T A S : - P a r t ic u l a r d a t a d o
de 0 6 /0 5 /2 .0 0 3 . PROI < I E T A R I 0 s - V E R A L Ú C IA S. N E IV A e O u tro s ,
b r a s ile ir a , s o lte ira , a p o s e n ta d a , p o rta d o ra do CPF
n 9 .0 0 4 .0 0 6 .2 0 1 -1 0 e C I.n 9 .1 0 5 9 8 8 -S S P /D F , r e s id e n te e d o m ic ilia d a
em B r a s i l i a - D F . A á r e a d e ix a d a com o R e s e rv a F l o r e s t a l L e g a l é d e
_____________________ S e g u e na p ró x im a fo lh a .
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REPUBLICA FEDERATIVA D O BRASIL


ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
Regiscro de Imóveis
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PA • ACATU - MG
Oficial: BEL* INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Oficial ouDsc.:
i_mcuj Subst.: FAUSTO
rnuo x\j DE
uz* CAMPOS
w w irA ja COSTA
vu o jsi

C E R T IF IC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Oficio arquivada:


&

CARTÓRIO DO REGISTRO DE IMÓVEIS GERALDO CAMPOS FICHA N*


Oficia!: Bel*. Inah Álvares da Silva Campos - Paracatu - Minas Gerais 1 8 .6 6 2 - A

3 1 7 .2 5 .0 0 h a s e e s tá lo c a liz a d a em 0 6 (s e is ) g le b a s d is tin ta s
d e n o m in a d a s :-R E S E R V A FLORESTAL LEG AL 0 1 - AREA d e 5 5 ! 7 3 , 4 1 h a s
Com eçam na O r l a d o c e r r a d o com a á r e a d e p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n te
do r io S3o M a rco s n a s c o o rd e n a d a s U T M (u n iv e r s a l t r a n s v e r s o de
m e rc a to )X :2 5 0 .2 8 9 ,0 0 Y :8 .0 9 9 .6 0 2 ,0 0 . D a i, seguem a co m p a n h a n d o a
á re a de p r e s e r v a ç ã o p e rm a n e n te d o r i o S3o M a rc o s a té o e n c o n tr o
na O r la da la v o u ra , que em r e t a d is ta m 1 .4 6 6 ,0 0 m e tro s . D a i
R e fle tin d o a d ir e ita , seguem p e la o rla da la v o u ra a fo r a , a té
tiv e ra m in ic io e s s a s d i v i s a s . RESERVA F LO R E S T A L LE G A L 0 2 -A R E A d e
5 ,9 4 , 5 4 h a s - C om eçam n a O r la d a á r e a d e p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n te d o
r io São M a rco s e v e re d a da C a n a s trin h a n a s c o o r d e n a d a s UTM
X :2 5 1 .1 6 8 ,0 0 Y :8 .1 0 0 .4 9 6 ,0 0 . Dai seguem p e la O r la da á re a de
p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n t e d a v e r e d a d a c a n a s t r i n h a , a t é e n c o n t r a r um
pom ar p ró x im o - a s e d e . D a i seguem p e lo l i m i t e do pom ar a fo r a no
s e n t i d o SW a t é e n c o n t r a r a o r l a d a l a v o u r a . D a i , s e g u e m p e l a o r l e
da la v o u ra a fo ra a té o p o n to onde tiv e r a m in ic io essa d iv is a .
RESERVA FLORESTAL L E G A L 0 3 —A R E A d e 8 , 4 5 , 4 1 h a s — C o m e ç a m n a o r l a
da á re a de p r e s e r v a ç ã o p e rm a n e n te d a v e r e d a d a c a n a s t r in h a , na
d iv is a de p r o p r ie d a d e d e C á s s io B r i g o l i n e N em e, n a s c o o rd e n a d a s
UTM X :3 5 2 ,9 3 2 ,0 0 Y :8 .0 9 9 .2 9 5 ,0 0 . D a i, se g u e m p o r uma r e t a c o it

ru m o v e rd a d e iro de SE 3 3 9 1 B '4 3 " , c o n f r o n t a n d o a i n d a com C á s s ia


B r i g o l i n e Neme a t é e n c o n t r a r a o r l a d a e s t r a d a a o s 8 5 2 , 0 0 m e t r o s .
D ai seguem p e la e s tr a d a a fo r a , no s e n tid o da s e d e , a té e n c o n tr a r
o rla da á re a de p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te da v e re d a dc
C a n a s trin h a . D a i, seguem p e la o rla da re fe rid a á re a de
p r e s e r v a ç ã o da v e re d a c a n a s t r in h a a c im a , a * * o p o n to o n d e tiv e r a m
in ic io essas d iv is a s . RESERVA FLORESTAL LEGAL 04 - AREA de
7 3 ,0 9 ,2 0 h a s - Com eçam na o rla da la v o u r a , c e r r a d o e á r e a de
p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n t e d o R i b e i r ã o S ã o M a r c o s n a s c o o r d e n a d a s U T IV
X :2 5 0 .0 5 1 ,0 0 Y :8 .0 9 9 .1 4 1 ,0 0 . D a i, seguem p e la o r l a d a la v o u ra
a fo ra , no s e n tid o S E, a té e n c o n tr a r o m a rco c ra v a d o na r e f e r id a
o rla aos 3 . 0 4 6 , 0 0 . D a i, se g u e m p o r uma r e t a , n o s e n t i d o SW, a t é
e n c o n tra r ao r l a da á re a de p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te d e uma
g r o tin h a , v e rte n te d ir e it a d a v e re d a d a L a jin h a . D a i, se guem p e la
o rla da re fe rid a g ro ta a b a ix o e d e p o is p e la o r l a d a v e r e d a d«
L a j i n h a . com s u a s r e s p e c t i v a s g r o t a s a t é e n c o n t r a r a o r l a da á re a
de p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te do R io S ão M a rc o s . D a i, seguem p e la
o rla da á re a de p re se rva çã o do re fe r id o r io a c im a a t é o p o n te
tiv e ra m in ic io e s s a s d i v i s a s . RESERVA F L L R E S T A L L E G A L 0 5 - ARE*
2 1 ,8 2 ,6 5 h a s - Com eçam da o rla do c e rra d o com a la v o u r a ^ n a í
c o n fro n ta ç S e s de te rra s p e r t e n c e n t e s a C á s s io B r i g o l i n e Nem e nas
c o o rd e n a d a s U T M X : 2 5 3 . 3 7 1 , 0 0 Y : 8 . 0 9 8 . 6 2 7 , 0 0 . D a i , s e g u e m p o r um«
re ta com r u m o d e SE 3 3 S 1 8 ' 4 3 " , c o n f r o n t a n d o a i n d a co m d i t o C á s s ié
a t é e n c o n t r a r um a r a m a d o p r ó x i m o a um a e s t r a d a a o s 8 2 8 , 0 0 m e t r o s
D a i, seguem por e s s e a ra m a d o a e s t r a d a a f o r a , n o s e n t i d o N W -S i
a té e n c o n tra r o o r la d o ca m p o com o c e r r a d o n a m a rg e m d a r e f e r i d
e s tra d a aos 6 4 9 ,0 0 m e tro s . D a i, seguem p e l a o r l a d o c a m p o íe
c e rra d o a fo ra do s e n tid o NW a t é e n c o n tra r a o r la da la v o u ra aos
MODELO 7
C o n f i n u a n m ...v ^ rs o .
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IEPUBUCA FEDERATIVA D O BRASIL


ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA DE PARACATU - MG
SERVIÇO REGISTRAL GERALDO CAMPOS
Registro de bnáveis
AV. OLEGÁRIO MACIEL, 807, CENTRO - PARACATU • MG
Ofidal: BEL» INAH ÁLVARES DA SILVA CAMPOS
Ofidal Subít: FAUSTO DE CAMPOS COSTA
54LD0
C E R T IFIC A , que a presente é cópia fiel do original, neste Ofício arquivada:

,________________________ TRANSPORTE------------------------------------------------------------- ------------


147 m e tro s . D ai s e uem p e l a o r l a d a l a v o u r a a f o r a a c o m p a n h a n d c
suas s in u o s id a d e s a té onde tiv e ra m in ic io e s s a s d i v i s a s . RESERVÉ
FLORESTAL LEGAL 0 6 - A R E A d e 1 5 2 >1 9 , 7 9 h a 5 - C o m e ç a m n a O r l a d a á r e s
tíe p r e s e r v a ç ã o p e rm a n e n te da v e re d a L a jin h a ^ com o R io Sãc
M a rco s. D a i, seguem p e la o r l a d a á re a d e p re s e r v a ç ã o p e rm a n e n te
a c im a a té e n c o n tra r um a ra m a d o em s u a c a b e c e i r a , s e g u e m p e l e
re fe rid o a ra m a d o a fo ra a té a lc a n ç a r a e s tra d a re a l que v a i è
P a r a c a t u , d a i , s e g u e m p o r uma r e t a , a t é a l c a n ç a r um p o n t o c r a v a d c
nas d iv is a s de s u c e s s o re s d e W l a d i m i r d a S i l v a N e i v a a 8 7 0 , OC
m e tro s d a v e re d a d a T a q u a ra , d a i, v o lv e n d o à d i r e i t a , seguem por
umar e t a , c o n f r o n t a n d o com s u c e s s o re s de W la d im ir a té a c a b e c e ir *
da v e re d a da T a q u a ra , desse p o n to , seguem po r uma re ta ,
c o n f r o n t a n d o co m s u c e s o r e s d e M a r i a L u i z a d a S i l v a N e i v a em r e t é
ao m a ta -b u rro na e s tra d a re a l que v a i à F a ze n d a Jo m a r, d a i,
seguem p o r um a r a m a d o n o s e n t i d o NW, c o n f r o n t a n d o c o m s u c e s s o r e s
de M a r ia L u iz a da S ilv a N e iv a em re ta a O r la d a á r e a de
p r e s e r v a ç ã o p e r m a n e n t e d e uma t r o t a v e r t e n t e e s q u e r d a d a v e r t e n t e
do N o g u e ira e aos 1 5 0 ,0 0 m e tro s , s e g u in d o p e la d i t a o rla de
p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te a b a ix o , a té a lc a n ç a r a p re s e rv a ç ã o
p e rm a n e n te do N o g u e ira e p o r e s s a a c im a a t é a l c a n ç a r a e s t r a d ê
re a l que v a i à P a ra c a tu , d e sse p o n to seguem p e la e s tr a d a r e a l
a fo ra , no s e n tid o P a ra c a tu a té e n c o n tra r a o r la d o cam po com c
c e rra d o aos 8 2 0 ,0 0 m e tro s , d a i, v o lv e n d o à e s q u e rd a , seguem p o r
uma re ta a té a lc a n ç a r a c a b e c e ir a da segunda g ro ta v e rte n te
e s q u e rd a da v e re d a da L a jin h a , d a i, em r e t a a c a b e c e i r a dc
p r i m e i r a g r o t a a b a i x o d a b a r r a d a v e r e d a d a L a j i n h a , d a i , em r e t c
a c a b e c e ir a da segunda g ro ta a b a ix o da b a rra d a v e r e d a dc
L a jin h a , v e rte n te e s q u e rd a do R io S ão M a rc o s , d a i , s e g u e m p e le
O r la d a á re a d e p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te d a d i t a g r o t a a b a ix o , a té
a lc a n ç a r a o r l a d a p re s e rv a ç ã o p e rm a n e n te d o R io S ã o M a rc o s e por
essa a c im a a té o p o n to o nde tiv e r a m in ic io e s s a s d i v i s a s . F Ic c
g ra va d a com o de u tiliz a ç ã o lim ita d a , não podendo n e la s e r fe ite
q u a lq u e r tip o de e x p l o r a ç ã o , a n ã o s e r m e d i a n t e a u t o r i z a ç ã o dc
IB D F , bem com o o b r i g a m - s e a s p a r t e s a o c u m p r i m e n t o d e t o d a s as
c lá u s u la s e c o n d iç õ e s c o n s t a n t e s d e m a is d o p r e s e n t e t e r m o . D ai
fé . F tu ,2 9 /1 0 /2 .0 0 5 . A O fic ia l£ a ) B e lã .In a h A lv a r e s da S ilv e
C am pas. Dou f é . /^P a ã £ S < u , 22 de M a rço de 2006. G O fic ia -
S u b s t i t u t o , __________ V - F A U S T O DE CAMPOS C O S T A -

C E R T ID Ã O REGISTRO DE IMÓVEIS
« I M Ç O t t M m M i K V B S GERALDOCAMPOS
COUAftCAOEMRACATU-M PARACATU’ LE11542411)4
qaiprmrflifBtocôpia MO! .1 ..1 3 Á 6
O l i C b . t r q v n iC lT 0

Ptnatuái

A L W R E í CM SUVA C M P t t
CAMPO! C O S M -O fC M L SUSSt. 87047V
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cow fto cem • esc, «t/r.

_£L
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I N° D O P R O T O C O LO (U so da J u n ta C o m ercia l)
Secretaria da Micro e Pequena Em presa da Presidência da Repúblir

^^3 ^’
Secretaria de Racionalização e Simplificação
Departamento de Registro Empresarial e Integração
Secretaria de Estado de Desenvolvim ento Econômico de Minas Ger
'
i t i f F M r s e o e - b e l o h ° r |zonte
A lo: 002 • 03/10/3014 11:04 ±
NIRE (da sede ou filial, quando a
sede tor em outre UF)
C ó digo de N atureza
Juríd ica
N® de M atricu la do Agente
A u xiliar do Com ércio lllllllll IIIIIIIIIIIIH G
14 / 699 .922-3
31207601921 2062
1 - REQUERIMENTO
ILMO(A). SR(A). PRESID EN TE DA JU NTA C OMER CIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
NOME: NEIVA P AR TIC IPAÇ Õ ES LTD A
(da Empresa ou do A genle A uxiliar do Comércio)
re q u e r a V.S® o d e fe rim e n to d o s e g u in te a to : N° FCN/R EMP

N° DE CÓDIGO CÓDIGO
VIAS DO ATO DO EVENTO QTOE DESCRIÇÃO OO A TO / EVENTO J143012555094
ALTERACAO
EN TR ADA DE SOCIO/ADM INISTRADOR

Representante Legal da Empresa I A gènte A uxiliar do Comércii


B E L O HORIZO NTE Nome:
Loca Assinatura: X
Telefone de Contato:
10 S e te m b ro 2014

Data
2 - USO DA JUNTA COMERCIAL
| | DECISÃO SINGULAR |__ | DECISÃO COLEGIADA

□ SIM
□ SIM
Processo em Ordem
À decisão

J /_
Data

| | NAO / / ______________ Q ] NAO l 1 Responsâvt

Data Responsável Data Responsável


DECISÃO SINGULAR 2® Exigência 3® Exigência 4® Exigênci 5 -É x ig ê n c ^
j | Processo em exigência. (Vide despacho em folha anexa)
'ieira O
0 Processo deferido. Publique-se e arquive-se. □ □ [«lista ds Gestão R o © c E n çres ^

□ Processo indeferido. Publique-se.


MASP. 1150518-7
Qyg*/
Data Responsável
DECISÃO COLEGIADA Exigência
2® 3* Exigência 4 a Exigência 5® Exigência


Processo em exigência. (Vide despacho em folha anexa)

Processo deferido. Publique-se e arquive-se.


n n n □
□ Processo indeferido. Publique-se. JU N T A CO M ER C IAL DO ESTAOO DE M IN A S GERAIS
CERTIFiCO O REGISTRO SOB O N R D :S 3 d 5 4 7 7
EM 0 6 /1 0 /2 0 1 4
NEIVA PARTtCIPACOES LTDA»

PROTOCOLO: 14/699.922-3

(T\F*

T ô t^

C ertifico q u e este d o c u m e n to da e m p r e s a N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A , Nire; 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e ferid o e a rq u iva d o na


J u n ta C o m e rc ia l do E s ta d o de M in a s G e r a is , so b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 /1 0 / 2 0 1 4 . P a r a v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e : N° d o p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o c ó d ig o d e s e g u ra n ç a H A o M . Esta c ó pia foi a u te n tic a d a
.d ig ita lm e n te e a ssin ada e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly d e P aula B o m fim - S e c re tá ria G e ral.
Documento Cópia - SICnet

nCNTABELIONATO _. ^^
V \ | lN TRlürNELI.I *'

Ho

Goros tte H orais


E :R *3} 68 REC:RÍ0.22 TF:R«i
FELIPE

C ertifico q u e e s te d o c u m e n to da e m p r e s a N E I V A P A R T I C I F ^ e p E S L T D A , Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n ta C o m e r c ia l d o E s ta d o d e M in a s G e r a is , s o b o n° 538:5^477 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a l id a r e s t e d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e : N° d o p ro to c o lo 14/699.9'22$3 e o c ó d ig o d e s e g u ra n ç a H A o M . E sta c ó p ia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e a s sin a d a e m 0 7 /1 0 / 2 0 1 4 p o r M a rin e ly de PaüiâTBomfim - S e c re tá ria Geral.
OÍQ
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StRVIÇO NOTAftUL OO J* OF1CW


riPNTABELIONATO
V n T N TRIGINELI.I
^ e c o n h e p por se te lh an ça a ts ) U n a ( 6 ) abai»oi
(8SN00353) E V ftpiU SSrH ETTÃ l U M U U I t t t U n
U f f l o H o c ir t f itB r 29/09/2014 Í 4 j 4 i : l f l 167A0

^ í i p e Bo í m de R orais
EsR*3,68 REC:RtO,22 TFj RA1,21 T p ttfl;
FELIPE

C ertifico que este d o c u m e n to da e m p r e s a N E I V A P A R T IC IP A Ç Õ E S LTDA, Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n ta C o m e r c ia l do E s ta d o d e M in a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a r a v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w . j u c e m g . m g . g o v . b r e in form e : N ° do p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o c ó d ig o de s e g u ra n ç a H A o M . Esta c óp ia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e a ssin a da e m 0 7 /1 0 / 2 0 1 4 p o r M a r in e ly d e P a u la B o m fim - S e c re tá ria Geral.
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NEIVA PARTICIPAÇÕES LTDA <2


9a ALTERAÇÃO CONTRATUAL ------
CNPJ 08.263.414/0001-15 NIRE - 3120760192-1 .• . £
• • • ♦

E V A N D O J O S É N E IV A , b rasileiro, c a s a d o so b o re g im e d e c o m u n h ã o universal» d e
b e n s , e n g e n h e iro , p o rta d o r d a C l M —8 7 1 .1 8 4 , ( S S P /M G ) e C P F 0 0 9 .8 0 8 .4 0 6 -6 8 ,
B E R N A R D O F A R E S N E IV A , b rasileiro, solteiro, n a s c id o e m 2 0 /0 4 /8 1 , advífçfãdo,
p o rtad o r d a C l M G - 1 0 .0 1 2 .0 1 4 (S S P /M G ) e C P F 0 4 9 .8 0 0 .3 3 6 - 1 0 , e L A U R A ^ N E lV A
G O N Ç A L V E S , b ra s ile ira , c a s a d a so b o re g im e d e c o m u n h ã o p a rc ia l d ^ *i» ê n s ,
a d v o g a d a , p o rta d o ra d a C l M - 5 .3 8 9 .8 7 0 (S S P /M G ) e C P F 0 3 3 .4 2 1 .3 7 6 - 2 2 , to d fí& ç p m
escritó rio c o m e rc ia l n a R u a Jo rn a lis ta D ja lm a A n d ra d e , n° 4 6 - s a la 9 0 2 , C E P 3 0 ,3 2 0 -
5 4 0 , B airro B e lv e d e re , B e lo H o riz o n te /M G , sócios c o m p o n e n te s d a e m p r e s a » N £ IV A
P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A ., re g is tra d a na J U C E M G s o b o n° 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 - V p m
0 7 /0 7 /0 6 , e a lte ra ç õ e s p o s te rio re s , re s o lv e m d e c o m u m a c o rd o a lte ra r o õôntr&to
social, c o n fo rm e a s c lá u s u la s e c o n d iç õ e s seg uin tes:

P R IM E IR A - A D M IS S Ã O D E S Ó C IA

É a d m itid a n a s o c ie d a d e H E L E N A N E IV A G O M E S D E S O U Z A , b ra s ile ira , c a s a d a sob


re g im e d e c o m u n h ã o p a rc ia l d e b e n s , c o m u n ic ó lo g a , p o rta d o ra d a C l M - 7 .6 6 1 .9 9 9
(S S P /M G ) e C P F 0 3 7 .1 2 4 .9 0 6 - 6 6 , c o m e scritó rio c o m e rc ia l n a R u a J o rn a lis ta D ja lm a
A n d ra d e , n° 4 6 - s a la 9 0 2 , C E P 3 0 .3 2 0 -5 4 0 , B airro B e lv e d e re , B elo H o riz o n te /M G .

P a r á g r a fo Ú n ic o : A n o v a só c ia , H E L E N A N E IV A G O M E S D E S O U Z A , d e c la ra , so b
as p e n a s d a !ei, e x p re s s a m e n te , q u e n ã o s e a c h a im p e d id a d e e x e rc e r a a tiv id a d e
e m p re s a ria l, p o r lei e s p e c ia l, ou e m virtu d e d e c o n d e n a ç ã o c rim in a l, n os te rm o s do
art. 1 .0 1 1 , § 1°, d a L e i n°. 1 0 .4 0 6 /0 2 , b e m c o m o , n ã o s e a c h a in c u rs a n a p ro ib iç ã o de
a rq u iv a m e n to p re v is to n a Lei n°. 8 .9 3 4 /9 4 .

S E G U N D A - T R A N S F E R E N C IA D E Q U O T A S

O sócio E v a n d o J o s é N e iv a , d e te n to r d e 2 .9 9 5 .2 0 0 (d o is m ilh õ e s , n o v e c e n ta s e
n o v e n ta cinco m il e d u z e n ta s ) q u o ta s , no v a lo r to ta l d e R $ 2 .9 9 5 .2 0 0 ,0 0 (d o is m ilh õ e s ,
n o v e c e n to s e n o v e n ta c in c o m il e d u z e n to s re a is ), c e d e e tr a n s fe re p a ra a só cia
H E L E N A N E IV A G O M E S D E S O U Z A , já q u a lific a d a a n te rio rm e n te , 2 .4 0 0 (d u a s mil e
q u a tro c e n ta s ) q u o ta s , no v a lo r d e R $ 2 .4 0 0 ,0 0 (d o is mil e q u a tro c e n to s re a is ), p elo
valor a c e rta d o e n tre as p a rte s , d e c la ra n d o n a d a te r a re c la m a r ou a re c e b e r, d a n d o
p le n a total e g e ra i q u ita ç ã o .

T E R C E IR A - C A P IT A L S O C IA L

O cap ita l so c ia l é d e R $ 3 .0 0 0 .0 0 0 ,0 0 (trê s m ilh õ e s d e re a is ), dividido e m 3 .0 0 0 .0 0 0


(três m ilh õ e s ) c o ta s d e v a lo r n o m in a l d e R $ 1 ,0 0 (u m re a l) c a d a u m a , to ta lm e n te
in te g ra liz a d a s p elo s só cio s, e m m o e d a c o rre n te d o p a is , a s s im d is trib u íd a s e n tre e le s :

S Ó C IO S P A R T IC IP A Ç Ã O COTAS VALOR

E v a n d o J o s é N e iv a 9 9 ,7 6 % 2 .9 9 2 .8 0 0 R $ 2 .9 9 2 .8 0 0 ,0 0
B e rn a rd o F a ré ç N e iv a 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2 .4 0 0 ,0 0
H e le n a N e iv a G t^m es d e S o u z a 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2 .4 0 0 ,0 0

L a u ra N e iv a G o n k a ^ ^ S ^ ^ t 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2 .4 0 0 ,0 0

1 0 0 ,0 0 % 3 .0 0 0 .0 0 0 R $ 3 .0 0 0 .0 0 0 ,0 0
WS3V\ „, oO,V-'' Ajv3 / V

S è ie íÜ ffik c a liz ê fM
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KêüBL

C ertifico qué^este tijSuJfáêFrttTda e m p r e s a N E I V A P A R T IC IP A Ç Õ E S LT D A , Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n ta C o m e r c ia l c r o E s t a d o d e M in a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e : N ° d o p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o có d ig o de s e g u ra n ç a H A o M . E sta c ó pia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e a s sin a d a e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly d e P aula B o m fim - S e c re tá ria Geral.
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• « » •

Q U A R T A - A D M I N I S T R A Ç Ã O E A T R IB U IÇ Õ E S

A a d m in is tra ç ã o da s o c ie d a d e s e rá e x e rc id a p o r to d o s os só cio s, p o d e n d o A $ 3 I N £ R
IS O L A D A M E N T E s o m e n te o só cio E V A N D O J O S É N E IV A ; e n q u a n to q u e o s ‘d e m ã is
sócios, B E R N A R D O F A R E S N E IV A , L A U R A N E IV A G O N Ç A L V E S e H E L E N A ^ t í V A
G O M E S D E S O U Z A , s e m p re e n e c e s s a ria m e n te irão A S S IN A R E M C O N J U K T O .* d e
0 2 (d o is ) e n tre e le s . T o d o s os só c io s te rã o a d e s ig n a ç ã o d e a d m in is tra d o re s , fioslndo
a u to riz a d o o uso d o n o m e e m p re s a ria l, d is p e n s a n d o -o s d e c a u ç ã o e in v e s tid e s ld o s
m ais a m p lo s e g e ra is p o d e re s , p o d e n d o re p re s e n tá -la e m ju íz o o u fo ra d ç le v n a s
re la ç õ e s c o m te rc e iro s , n a s re p a rtiç õ e s p ú b lic a s e a u ta rq u ia s , a s s in a n d o tô d o s *o s
d o c u m e n to s n e c e s s á rio s á g e s tã o d os n egó cios,

Q U IN T A - C O N S O L ID A Ç Ã O D O C O N T R A T O S O C IA L

O s só c io s re s o lv e m c o n s o lid a r o C o n tra to S o c ia l, a p ó s e s td k a lte ra ç ã o , c o n fo rm e


seguir:
S F tt
.eartoftotrtQlnoMi-5
C O N T R A T O S O C IA L C O N S Uma, m !J#2
•chaâ* ito m » , "♦ « w r-1
“ N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E «ra 1te

BH Ò IB IZ /J í
C L Á U S U L A P R IM E IR A - D E N O M IN A Ç Ã O E S E D E
T R I G 1N E L L 1 !■ 04350/
T X .F IS C .

A s o c ie d a d e e m p re s á ria g ira so b a d e n o m in a c ã
L T D A ." , s e n d o re g id a d e c o n fo rm id a d e com o c a p ítu lo d a s o c ie à a 'd e lim ita d a d isp o sto
n a Lei 1 0 .4 0 6 /0 2 , e n a o m is s ã o d e s te cap ítu lo , s u p le tiv a m e n te p e la s n o rm a s d a L e i n°
6 .4 0 4 /7 6 .

P a r á g r a fo Ú n ic o : A S o c ie d a d e te m s u a s e d e na c id a d e d e B e lo H o r iz o n te /M G , R u a
J o rn a lis ta D ja lm a A n d ra d e , n® 4 6 - s a la 9 0 2 , C E P 3 0 . 3 2 0 - 5 4 0 , - B airro B e lv e d e re ,
p o d e n d o a b rir filiais e e s c ritó rio s e m to d o te rritó rio n a c io n a l, a trib u in d o -lh e s ca p ita l
a u tô n o m o , s e n e c e s s á rio o b s e rv a d o a le g is la ç ã o v ig e n te s o b re a m a té ria .

*
C L Á U S U L A S E G U N D A - O B J E T O S O C IA L

A s o c ie d a d e te m por o b je to p a rtic ip a r d e o u tra s em js re s a s , n o p a ís o u no e x te rio r,


co m o s ó c ia ou a c io n is ta .

C L Á U S U L A T E R C E IR A - P R A Z O D E D U R A Ç Ã O E IN IC IO D E A T IV ID A D E

O início d a s a tiv id a d e s d a s o c ie d a d e s e d e u e m 0 7 /0 7 /2 0 0 6 e s e u p ra z o d e d u ra ç ã o é
p o r te m p o in d e te rm in a d o , e x tin g u in d o -s e por v o n ta d e u n â n im e d o s s ó c io s e n o s c a s o s
p revistos e m lei.

C L Á U S U L A Q U A R T A - C A P IT A L S O C IA L

O cap ita l so cial é d e R $ 3 .0 0 0 ,0 0 ,0 0 (trê s m ilh õ e s d e re a is ), dividido e m 3 .0 0 0 .0 0 0


(três m ilh õ es) c o ta s d e v a lo r n o m in a l d e R $ 1 ,0 0 (u m re a l) c a d a u m a , to ta lm e n te
in te g ra liz a d a s pelos só c io s , e m m o e d a c o rre n te do p a ís , a s s im d is trib u íd a s e n tre e le s :

C e rtific o q u e e s te d o c u m e n t o da e m p re s a N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S LTDA, Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n ta C o m e r c i a l d o E s t a d o d e M in a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e : N° d o p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o c ó d ig o d e s e g u ra n ç a H A o M . Esta c ó pia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e a s s in a d a e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly de P aula B o m fim - S e c re tá ria Geral.
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S Ó C IO S P A R T IC IP A Ç Ã O COTAS V A L Q R *"
E v a n d o J o s é N e iv a 9 9 ,7 6 % 2 .9 9 2 .8 0 0 R $ 2 .9 9 2 .8 p p ’Ô0
B e rn a rd o F a re s N e iv a 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2 .4 0 0 ,& 0
H e le n a N e iv a G o m e s d e S o u z a 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2X<J0,OO
L au ra N e iv a G o n ç a lv e s 0 ,0 8 % 2 .4 0 0 R$ 2 * 4 0 0 ,0 0
T O T A L 1 0 0 ,0 0 % 3 .0 0 0 .0 0 0 R $ 3 .0 0 0 .0 (3 0 ,0 0

C L Á U S U L A Q U IN T A - R E S P O N S A B IL ID A D E

í- A re s p o n s a b ilid a d e d o s só cio s é restrita a o v a lo r d e s u a s q u o ta s , n os te rm o s d o


art. 1 .0 5 2 d o C ó d ig o Civil, Lei n° 1 0 .4 0 6 /2 0 0 2 , m a s to d o s re s p o n d e m s o lid a ria m e n te
p e la in te g ra liz a ç ã o d o c a p ita l social.
II- O s s ó c io s n ã o re s p o n d e rã o s u b s id ia ria m e n te p e la s o b rig a ç õ e s s o c ia is , em
a te n ç ã o a o A rtig o 1 .0 5 4 c /c o A rtig o 9 9 7 , V III, d o C ó d ig o Civil, Lei n°. 1 0 .4 0 6 /0 2 .

C L Á U S U L A S E X T A - A D M IN IS T R A Ç Ã O E A T R IB U IÇ Õ E S

A a d m in is tra ç ã o d a s o c ie d a d e s e rá e x e rc id a por to d o s os só c io s , p o d e n d o A S S IN A R
IS O L A D A M E N T E s o m e n te o só cio E V A N D O J O S É N E IV A ; e n q u a n to q u e o s d e m a is
sócios, B E R N A R D O F A R E S N E IV A , L A U R A N E IV A G O N Ç A L V E S e H E L E N A N E IV A
G O M E S D E S O U Z A , s e m p re e n e c e s s a ria m e n te irão A S S IN A R E M C O N J U N T O d e
0 2 (d o is ) e n tre e le s . T o d o s os só cio s te rã o a d e s ig n a ç ã o d e a d m in is tra d o re s , fic a n d o
a u to riz a d o o u so d o n o m e e m p re s a ria l, d is p e n s a n d o -o s d e c a u ç ã o e in v e s tid o s d os
m a is a m p lo s e g e ra is p o d e re s , p o d e n d o re p re s e n tá -la e m ju íz o o u fo ra d e le , n a s
re la ç õ e s c o m te rc e iro s , n a s re p a rtiç õ e s p ú b lic a s e a u ta rq u ia s , a s s in a n d o to d o s os
d o c u m e n to s n e c e s s á rio s à g e s tã o d o s n egó cios.

P a r á g r a fo ú n ic o : O s s ó c io s a d m in is tra d o re s p o d e rã o , co n s titu ir p ro c u ra d o r(e s )


e s p e c ia l(is ) “ad n e g o tia " c a b e n d o a e s te (s ) a g ir(e m ), n a fo rm a e n o p ra z o e s tip u la d o
por in s tru m e n to p úb lico ou p a rtic u la r e m co nju nto c o m um a d m in is tra d o r ou e m
co n ju n to c o m o u tro p ro c u ra d o r d e v id a m e n te h abilitad o .

C L Á U S U L A S É T IM A - IM P E D IM E N T O D E U S O D A D E N O M IN A Ç Ã O S O C IA L

O s a d m in is tra d o re s e s tã o in v e s tid o s d e to d o s os p o d e re s n e c e s s á rio s p a ra p rá tic a d os


ato s d e g e s tã o , fic a n d o v e d a d o s a v a is , fia n ç a s o u o u tra s g a ra n tia s d e fa v o r, b e m
c o m o , o u so o u e m p re g o d a d e n o m in a ç ã o so c ia i e m .n e g ó c io s ou tra n s a ç õ e s
e s tra n h o s a o s o b je tiv o s so c ia is .

C L Á U S U L A O IT A V A - R E U N IÕ E S E D E L IB E R A Ç Õ E S S O C IA IS

A s d e lib e ra ç õ e s so ciais, d e q u a lq u e r n a tu re z a , s e rã o to m a d a s p e lo s só cio s, q u e


d e te n h a m a m a io ria d o c a p ita i social, re s s a lv a d o s os c a s o s p re v is to s e m lei.

S U L A N O N A - R E T IR A D A D E P R Ó -L A B O R E
TKwaweüJ
d m in is tra ç ã o , os só cio s a d m in is tra d o re s B E R N A R D O F A R E S
A G O N Ç A L V E S e H E L E N A N E IV A G O M E S D E S O U Z A ^ J e r ã o

. TABBÜ
TÕ TAL

Certitye ^ ^ e ^ ^ g e e f n g m r d a e m p r e s a N E I V A P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A . Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 . foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n t a i ê õ r n è r c l a i do E s ta d o d e M in a s G e r a is , so b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 /1 0 / 2 0 1 4 . P a r a v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in form e : N ° do p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o c ó d ig o de s e g u ra n ç a H A o M . E s ta c ó p ia foi a u te ntica d a
d ig ita lm e n te e a s s in a d a e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly de P a u la B o m fim - S e c re tá ria Geral.
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••
direito, a u m a re tira d a m e n s a l a título d e p ró -la b o re , o b s e rv a d a s as d is p o s iç õ e s
re g u la m e n ta re s p e rtin e n te s . •••

C L Á U S U L A D E C I M A - R E S U L T A D O E S U A D IS T R IB U IÇ Ã O ;

O e x e rc íc io so c ia l co in cid irá c o m o a n o civil, e n c e rra n d o -s e e m 31 d e d e z e m b ro *é *a o


térm in o d e c a d a e x e rc ic io , o a d m in is tra d o r p re s ta rá c o n ta s ju s tific a d a s de. ,s u a
ad m in is tra ç ã o , e la b o ra n d o a s d e m o n s tra ç õ e s fin a n c e ira s e x ig id a s le g a lm e n te .
• ♦
%
P a r á g r a fo P r im e ir o : O s lucros a p u ra d o s p e la s o c ie d a d e , p o d e rã o s e r d is trib u íd o s , a
critério d os só c io s , d e s p ro p o rc io n a lm e n te a o s p e rc e n tu a is d e p a rtic ip a ç ã o d e c a d a um
no valor do c a p ita l social, c o n fo rm e a u to riz a o artig o 1 .0 0 7 d a L e i 1 0 .4 0 6 /2 0 0 2 .

P a r á g r a fo S e g u n d o : F ic a a s o c ie d a d e a u to riz a d a a d istrib u ir a n te c ip a d a m e n te lucros


d o e x e rc íc io , c o m b a s e e m le v a n ta m e n to d e b a la n ç o in te rm e d iá rio , o b s e rv a d a a
rep o s iç ã o d e lucros q u a n d o a d istrib u ição a fe ta r o cap ital social, c o n fo rm e e s ta b e le c e
o a rtig o 1 .0 5 9 d a Lei 1 0 .4 0 6 /2 0 0 2 .

P a r á g r a fo T e r c e ir o : H a v e n d o p re ju íz o , os m e s m o s s e rã o s u p o rta d o s p e lo s só cio s na
p ro p o rç ã o d e s u a p a rtic ip a ç ã o no c a p ita l social.

C L Á U S U L A D E C IM A P R I M E IR A -- C E S S Ã O D E Q U O T A S

A s q u o ta s d a S o c ie d a d e s ã o indivisíveis e n ã o p o d e m s e r c e d id a s ou tra n s fe rid a s s e m


b e x p re s s o c o n s e n tim e n to d os d e m a is sócios, c a b e n d o , e m ig u a ld a d e d e c o n d iç õ e s , o
direito d e p re fe rê n c ia p a ra os só cio s q u e q u e ira m a d q u iri-la s .

P a r á g r a fo Ú n ic o : O sócio q u e d e s e ja r re tira r-s e d a s o c ie d a d e d e v e rá c o m u n ic a r a o s


d e m a is , p o r in te rm é d io d e c a rta re g is tra d a , co m a n te c e d ê n c ia m ín im a d e 6 0
(s e s s e n ta ) d ia s , a s u a in te n ç ã o d e n ã o m a is c o n tin u a r n a s o c ie d a d e .

C L A U S U L A D E C IM A S E G U N D A - F A L E C IM E N T O D E S Ó C IO S

O c o rre n d o a re tira d a , m o rte , in te rd iç ã o ou in c a p a c id a d e d e q u a lq u e r u m d o s só cio s, a


s o c ie d a d e n ã o s e d is s o lv e rá . O só cio d e m is s io n á rio ou s u c e s s o r(e s ) d o " D e C ujos"
re c e b e rá (â o ) o (o s ) v a lo r (e s ) d a s c o ta s a p u ra d a s e m b a la n ç o e s p e c ia l, le v a n ta n d o
p a rc e la s m e n s a is c o m ju ro s d e 1 % (u m p o r c e n to ) ao m ê s .

P a r á g r a fo P r im e ir o - N o c a s o d e fa le c im e n to d e q u a lq u e r c o tis ta , fic a a s s e g u ra d o
ao s s e u s s u c e s s o re s o d ire ito d e su bstitu í-lo n a s o c ie d a d e , d e s d e q u e a n o tifiq u e p o r
escrito, n o p ra z o m á x im o d e 6 0 (s e s s e n ta ) dias, a c o n ta r d a d a ta d o óbito.

P a r á g r a fo S e g u n d o : O B a la n ç o P a trim o n ia l s e rá le v a n ta d o c o m a d a ta d o últim o dia


d o m ê s a n te rio r a o e v e n to .

S U L A D É C IM A T E R C E IR A - D IS S O L U Ç Ã O E L IQ U ID A Ç Ã O D A S O C IE D A D E

á le c im e n to ou in c a p a c id a d e ju d ic ia lm e n te d e c la ra d a d e q u a lq u e r
^ ^ a d t ^ o l v e r á a S o c ie d a d e , q u e p ro s s e g u irá c o m o re m a n e s c e n te , p elo
^ 0 m e n o s q u e e s te re s o lv a liq u id á -la . E m c a s o d e fa le c im e n to o u

C e rtific ó f^ ^ g t ^ ^ t 3 Ç ^ ^ BÍesd § Jé rn p re s á N E Í V A P A R T IC IP A Ç Õ E S LTDA, Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iv a d o na


J u n ta u o F ^ ^ ^ g fe c ie ^ ê s T a d o d e M i n a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a l i d a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
v^^^.jucBlTrcirm g^gov.br e in fo rm e : N ° do p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o código de s e g u ra n ç a H A o M . E sta c óp ia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e as sin ada e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly d e P aula B o m fim - S e c re tá ria G era l.
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5 3 lt 3 > 6
NEIVA PARTICIPAÇÕES LTDA ____
9a ALTERAÇÃO CONTRATUAL (T
CNPJ 0 8 .2 6 3 .4 1 4 /0 0 0 ^ 5 NIRE - 3120760192-1 .

in c a p a c id a d e ju d ic ia lm e n te d e c l a r a d ^ ^ e q u a lq u e r d o s só c io s , os h e r d e ir o s ,ò u
su c e s s o re s do só cio fa le c id o o u in c a p a c ita d o in g re s s a rã o n a S o c ie d a d e e m # s u a
su bstitu ição ^
#

C L Á U S U L A D É C IM A Q U A R T A - C A S O S O M IS S O S ^

D e c o n fo rm id a d e c o m o q u e d is p õ e o a rtig o 1 .0 5 3 , p a rá g ra fo único, d o C ó d ig o J Civil


(L e i 1 0 .4 0 6 /2 0 0 2 ) o b s e rv a r-s e -ã o na o m is s ã o d e s te c o n tra to e d o c a p ítu lo d a s
s o c ie d a d e s lim ita d a s d o d ip lo m a leg al n o m in a d o , a s d is p o s iç õ e s c o n tid a s n a Jei d a s
s o c ie d a d e s a n ô n im a s , a p lic á v e l s u p le tiv a m e n te .

C L Á U S U L A D É C IM A Q U IN T A - D E S IM P E D IM E N T O

O s só cio s e a d m in is tra d o re s d e c la ra m , sob a s p e n a s d a lei, e x p re s s a m e n te q u e n ã o


s e a c h a m im p e d id o s d e e x e rc e r a a tiv id a d e e m p re s a ria l, p o r lei e s p e c ia l, o u e m
virtu de d e c o n d e n a ç ã o c rim in a l, n os te rm o s d o art. 1 .0 1 1 , § 1 o, d a Lei n°. 1 0 .4 0 6 /0 2 ,
b em c o m o , n ã o s e a c h a m in c u rs a s n a p ro ib iç ã o d e a rq u iv a m e n to p re v is to n a L e i n°.
8 .9 3 4 /9 4 .

C L A U S U L A D E C IM A S E X T A - F O R O

P a ra e v e n tu a l p ro p o s itu ra d e q u a lq u e r a ç ã o ou p ro c e d im e n to e n tre o s só cio s ou


d e le s , c o n tra a s o c ie d a d e , fu n d a d a e m s u a e x is tê n c ia , a d m in is tra ç ã o ou n e s te
in stru m e n to , fic a e le ito o fo ro d a C id a d e d e B e lo H o riz o n te , E s ta d o d e M in a s G e ra is ,
co m re n ú n c ia e x p re s s a d e q u a lq u e r o utro foro, p o r m a is e s p e c ia l ou p riv ile g ia d o q u e
s e ja , a in d a q u e v e n h a o c o rre r m u d a n ç a d e dom icilio d e q u a lq u e r d o s co tistas.

E p o r e s ta re m a s s im ju s to s e c o n tra ta d o s , a s s in a m o p re s e n te in s tru m e n to de
C o n tra to S o c ia l, na p re s e n ç a d a s te s te m u n h a s a d ia n te n o m e a d a s .

B e lo jH o riz o rte , 0 9 d e s e te m b ro d e 2 0 1 4 .

\P i
Í V A N D O J O S É N E IV A L A U R A N E IV A G O N Ç A L V B g

Á M V p i — -
B E R N A R D O F A R E S N E IV A H E L E N A N E IV A G O M E S D E S Ó U Z A

TESTEM UNHAS:

LU C IÁ ÍvlA to O N A ^ ÍS A R . D A C O S T A
C .l. M G - 5 .5 4 3 ^ 4 6 - S S P /M G

C e r t i f i d õ j ^ f ^ ^ í ê ^ ê e a t T T è n l t o da e m p r e s a N E IV A P A R T IC IP A Ç Õ E S LTDA, Nire: 31 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iva d o na


J u n ta QieinêfCTalcJo E s ta d o de M in a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 /1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a lid a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e: N° d o p ro to co lo 1 4 /6 99 .9 2 2-3 e o c ó d ig o de s e g u ra n ç a H A o M . E sta c óp ia foi a u te n tic a d a
d ig ita lm e n te e a s s in a d a e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin ely d e P aula B o m fim - S e cre tá ria G e ra l.
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CEfmnCO O REGISTRO SOB O N R C : £ 3 8 & 7 7


em 0 6 /1 0 /2 0 1 4
flU B V A PARTI O P A C C E S L T D M

PROTOCOLO: 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 «^'xTAiiueoC^r
flH135S6S6

C ertifico q u e este d o c u m e n t o da e m p r e s a N E I V A P A R T I C Í f f à G p E S L T D A , Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe n d o e a rq u iva d o m


J u n ta C o m e r c ia l d o E s ta d o d e M in a s G e r a is , s o b o n 0 5 3 8 ‘5,477 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a r a v a l id a r e s te d o c u m e n t o a cesse
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e info rm e : N ° d o pro to co lo 14/6 99.92233 e o có d ig o d e s e g u ra n ç a H A o M . E sta c ó pia foi autenticade
d ig ita lm e n te e a s s in a d a e m 0 7 /1 0 /2 0 1 4 p o r M a rin e ly d e P á U lá lB o m fim - S e c re tá ria G e ra l.
o á a . 8 /É
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JU N TA COMERCIAL OO ESTAOO OE MINAS GERAIS


C E R T in C O O REGISTRO SOB O N R O :5 3 8 5 4 7 7
_ em 0 6 /1 0 /2 0 1 4
fN Q V A P ARTICCPACOES L T D A Í

PROTOCOLO: 1 4 /S 9 9 .9 2 2 -3

ftH135S6S6

Certíflco q u e este d o c u m e n to da e m p r e s a N E I V A P A R T IC IP A Ç Õ E S L T D A , Nire: 3 1 2 0 7 6 0 1 9 2 -1 , foi d e fe rid o e a rq u iva d o na


J u n ta C o m e r c ia l d o E s ta d o d e M in a s G e r a is , s o b o n° 5 3 8 5 4 7 7 e m 0 6 / 1 0 / 2 0 1 4 . P a ra v a l id a r e s te d o c u m e n t o , a c e s s e
w w w .ju c e m g .m g .g o v .b r e in fo rm e: N° d o p ro to c o lo 1 4 /6 9 9 .9 2 2 -3 e o c ó d ig o de s e g u ra n ç a H A o M . E sta c ó p ia foi a u te n ticad a
d ig ita lm e n te e a s sin a d a e m 0 7 /1 0 / 2 0 1 4 p o r M a rin e ly de P a u la B o m fim - S e c re tá ria Geral.
pág. 8/8
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Os ite n s lis ta d o s a se g u ir, s o lic ita d o s p a ra o b t e n ç ã o d e o u t o r g a de a u t o r iz a ç ã o pa ra e x p lo ra ç ã o


fo n t e s a l te r n a t iv a s d e e n e rg ia , c o n f o r m e o r i e n t a d o na R esolu çã o 3 9 0 / 0 9 da ANEEL, e stã o
c o n t i d o s n o d o c u m e n t o M e m o r i a l D e s c ritiv o da Usina F o to v o lta ic a P e d ro da Silva N eiv a:

• A r r a n j o g e ra l da usina c o m p la n ta d e lo calização, in c lu in d o a lo c a liza ç ã o das u n id a d e s


g e ra d o ra s , a d e l im i t a ç ã o d o t e r r e n o e da in sta la ç ão d e tr a n s m is s ã o d e in te re s se
r e s t r ito .

• M e m o ria l d e s c r itiv o da usina, d e ta lh a n d o suas c a ra c te rís tic a s té c n ic a s p rin c ip a is


desde a fo n te p r im á r ia à p ro d u ç ã o d e e l e tr ic id a d e e o u t r a s u tilid a d e s , i n c lu i n d o a
in s ta la ç ã o d e tr a n s m is s ã o d e in te re s s e re s trito .

• D ia g ra m a e l é t r i c o u n i f i la r g e ra l s im p lific a d o .

• C o m p r o v a ç ã o d e in s c riç ã o n o C o n s e lh o R egional d e E n g e n h a ria e A g r o n o m i a - CREA d o


E n g e n h e iro re s p o n s á v e l

As In form ações s o b re a d i s p o n ib ilid a d e dos c o m b u s tív e is p re v is to s , e s tã o c o n tid a s no


d o c u m e n t o C e rtific a ç ã o d o s D a d o s S o la r im é t r ic o s e C e rtific a ç ã o da P ro d u ç ã o A n u a l d e Energia
- UFV P e d ro da Silva Neiva - S u m á r io da C e rtific a ç ã o UFV P e d ro da Silva N eiv a.

Os citados documentos estão presentes na pasta a ser entrega à ANEEL para formalização do
pedido de Outorga do empreendimento.

A te n c io s a m e n te ,

Sócio

B e rn a rd o Fares Neiva
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À A N E E L -A g e n c ia N acional d e Energia Elétrica

Eu B e rn a rd o Fares Neiva, in s c rito n o CPF sob o n? 0 4 9 .8 0 0 .3 3 6 -1 0 , r e p r e s e n t a n t e legal da e m p r e s a Neiva


P articip a ções LTDA, inscrita so b o CNPJ/M F n^ 0 8 .2 6 3 . 4 1 4 /0 0 0 1 - 1 5 , s ediada n o e n d e re ç o ru a Jornalista
Dja lm a A n d ra d e , 46, sala 9 02 , B elv e d e re , Belo H o riz o n te , M in a s Gerais d e c la ro , nos t e r m o s da Resolução
N o r m a t iv a N° 5 83 de 22 d e o u t u b r o de 201 3 , q u e a c e n tra l g e ra d o ra f o t o v o lt a ic a P e d ro da Silva Neiva,
m e d ia n te j u s t o títu lo , localizada no m u n ic íp io de P aracatu, e s ta d o de M in a s Gerais, possuirá a p o tê n c ia
líquida insta la da d e 30 M W .

Belo H o riz o n te , 15 de j u n h o de 2 0 1 5

% n n
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À ANEEL - A g e n c i a N a cion a l d e Energia Elétrica

Eu B e rn a rd o Fares Neiva, in s c rito no CPF sob o n 5 0 4 9 .8 0 0 .3 3 6 -1 0 , r e p r e s e n t a n t e legal da e m p re s a Neiva


Participações LTDA, inscrita so b o CNPJ/MF n^ 0 8 .2 6 3 . 4 1 4 /0 0 0 1 - 1 5 , s ediada no e n d e r e ç o rua J ornalis ta
D jalma A n d ra d e , 4 6 , sala 9 02 , B elve d e re , Belo H o r iz o n t e , M in a s Gerais d e c la ro , nos t e r m o s da Resolução
N o rm a tiv a N D 5 83 de 22 de o u t u b r o de 201 3 , q u e a c e n tra l g e ra d o ra f o t o v o lt a ic a P e d ro da Silva Neiva,
m e d ia n te j u s t o t í t u l o , localizada no m u n ic íp io de P aracatu, e s ta d o d e M in a s Gerais, possuirá a p o tê n c ia
líquida instalada d e 3 0 M W .

Belo H o riz o n te , 15 de j u n h o de 201 5


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F IC H A T É C N IC A D E C E N T R A IS G E R A D O R A S F O T O V O L T A IC A S .

€ 4 FICHA TÉCNICA SCG


ANEEL CENTRAIS GERADORAS FOTOVOLTAICAS
Superintendência de Concessões e
Ar.fhnt m Autorizações de Geração
f>i'KGra fttiw ei

ENDEREÇO: SGAN 603 - MÓDULO J - Z*ANDAR - TEL: (61) 2192-8753 - FAX: (61) 2192-8777 -CEP. 70.830.110 - BRASÍLIA - DF

1. IDENTIFICAÇÃO DO TITULAR:
NOME: N e iv a P articipações L T D A

ENDEREÇO: Rua Jorn a lis ta D ja lm a A nd ra d e , 46, sala 902 - B elvede re - C E P : 30 .320 -54 0
DISTRITO: MUNICÍPIO: B e lo H o rizo n te iSTADO: M in a s G erais
CNPJ/CPF:08.263.414/0001-15 TEL: (3 1 ) 3226 2790 FAX: (3 1 ) 3286 6162 E-mail: b e m a rd o fa rc s n c iv a @ g m a il.c o m
AUTOPRODUTOR- A P ( )
FINALIDADE PRODUTOR INDEPENDENTE -PIE ( X )
COMERCIALIZAÇÃO EXCEDENTES ( )

2. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO EMPREENDIMENTO:


40ME: U s in a F o to v o lta ic a P edro da S ilv a N e iv a

ENDEREÇO: Fazenda C acho rro e T e ix e ira (lo c a liz a d a na V ere da da L a jin h a )

DISTRITO: MUNICÍPIO: Paracatu ESTADO: M in a s G erais

TEL.: (31 ) 3226 2790 FAX: ( 31 > 3 2 8 6 6 1 6 2 E-mail: b e rn a rd o fa re sn e iva @ g m a il.co m


COORDENADAS GEOGRÁFICAS LATITUDE: -17.2050086529 LONGITUDE: -47.3297815006
SISTEMA ISOLADO ( ) INTERLIGADO { X ) INTEGRADO ( )
DE
CONEXÃO Paralelismo Permanente: Sim ( ) Não ( )

3.P0TENCIAL SOLAR
IRRADIAÇÃO GLOBAL (kWh/m7ano): 2.024 IRRADIAÇÃO TOTAL (kWh/mVano): IRRADIAÇÃO DIRETA NORMAL (kWh/nWano):
TEMPERATURA AMBIENTE MÉDIA ANUAL (°C): 23,1 TEMPERATURA AMBIENTE MÁXIMA (°C): 40 TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA (°C): 12

ALTITUDE (m): 612 UMIDADE REUTIVA MÉDIA ANUAL (%): HORAS DE BRILHO DE SOL- MED. ANUAL (hh:mm):

1. CUSTOS ÍNDICES:

CENTRAL GERADORA (R$/kW): 4.450 TRANSMISSÃO ASSOCIADA (R$/kW) 400 ENERGIA PRODUZIDA (R$/MWh):
DATABASE: 19 /06 /2015 DATABASE: 19 /06 /2015 DATA BASE: 19 /0 6 /2015 139,54

USINA FOTOVOLTAICA ■ UFV


Potência Instalada Total (kWp): 34.968 Área Total da Usina (m2): 48.210 Número de Arranjos (Unidades Geradoras1): 30
Módulos da Usina Fotovoltaica2:
FABRICANTE/MODELO: Tipo de Célula:
H lc -S il mono flM u ltiiu n cã o íesoecificarl:
X Íc-Sil Poli flO u tra (esoecificarl:
f lla - S il n fis r a c â o Hihrida tasner.ifir.arl:
□CdTe
□ C IG S e C IS

Potência máxima (W): 310 Tensão de máxima potência - Vmp (V): Corrente de máxima potência- W (A): Tolerância de potência de salda (%):0/
36,4 6,52 ♦1,610
Tensão de circuito aberto - V m (V): Corrente de curto circuito- Uc (A): 9,08 Coef. de temperatura do Vm (VPC): • Coef, de temperatura do L (APC):
44,9 0,1404 0,0044
Dispositivo condicionador de potência2: ABB PVS800-57-1000 kW ou equivalente

1 Unidade Geradora é definida por arranjo de módulos fotovoltaicos associados/conectados a um inversor de frequência, de m odo que, o
número de unidades geradoras da central é igual ao número de inversores que nela operarão.
2 Preencher os campos referentes aos m ódulos da usina fotovoltaica para cada tipo de m ódulo a ser utilizado na central.
3 Preencher os campos referentes aos dispositivos condicionadores de pootência para cada tipo a ser utilizado na central
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Potência CC max.(kW): 1200 Tensão CC max (V):1100 Corrente máxima de entrada (A): 1710 Amplitude de tensão MPPT.(V): 600-850
Potência nominal CA (kW): 1000 Potência max CA (kW): 1200 Corrente max. de saída (A): 1445 Tensão nominal CA (V): 400
Frequencia de rede CA (Hz): 50/60 Liqacâo: □ m o n o fá s ic a ; E trifá s ic a Rendimento (%): 98,8
Painel:
Inclinação: | 0 F i x o ; DRastreado (1 eixo) □ Rastreado (2 eixos) | Concentração solar: U n ã o ; U s im (especificar):
3. UNIDADES GERADORAS:
Potência ativa
Potênda de
N.° de Placas Área do Arranjo nominal CA do
UG / Arranjos Pico Date de Entrada em Operação
por Arranjo (m1) inversor assodado
(kW)
m
01-30 3760 7214,688 1.165,6 1.000,0 31/10/2018

UNIDADFS DF CONTINGÊNCIA *:

7. ENGENHEIRO RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS CONTIDAS NO PROCESSO:


NOME: Francisco ü jfft Tavares NaJOEGISTRO NACIONAL NO CONFEA: 0502444975

ASSINATURA: ^ ^

LOCAL: Natal DATA: 19/06/2015


(1) NÃO SENDO OS ESPAÇOS SUFICIENTES PARA ENTRADA DE TODOS OS DADOS (OU DADOS ESPECÍFICOS DE UM DETERMINADO EQUIPAMENTO), FAVOR
AMPLIÁ-LOS ADEQUADAMENTE. (Incluir linhas onde necessário)
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F IC H A T É C N IC A D E C E N T R A IS G E R A D O R A S F O T O V O L T A IC A S .

€ 4 FICHA TÉCNICA SCG


ANEEL CENTRAIS GERADORAS FOTOVOLTAICAS
Superintendência de Concessões e
ír.fiv fu pi Autorizações de Geração
fA iflttf rtttttc*

ENDEREÇO: SGAN 603 • MÓDULO J - 2 eANDAR • TEL.: (61) 2192-6753 - FAX: (61) 2192-8777 -CEP. 70.830.110 - BRASÍLIA- DF

1. IDENTIFICAÇÃO DO TITULAR:
NOME: N e iv a P articipações L T D A
ENDEREÇO: R ua Jo rn a lis ta D ja lm a A nd ra d e . 46, sala 902 - B elvede re * C E P : 30 .320 -54 0
DISTRITO: MUNICIPIO: B e lo H o rizo n te ESTADO: M in a s G erais
CNPJ/CPF:08.263,414/0001-15 TEL: (31 ) 3 226 2790 FAX: ( 31 ) 3286 61 62 E-mail: b e m a rd o fa re sn e iva @ g m a il.co m
AUTOPRODUTOR-AP{ )
FINALIDADE PRODUTOR INDEPENDENTE -PIE ( X )
COMERCIALIZAÇÃO EXCEDENTES ( )

2. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO EMPREENDIMENTO:


VOME: U s in a F o to v o lta ic a P edro da S ilv a N e iv a

ENDEREÇO: Fazenda C a c h o rro c T e ix e ira (lo c a liz a d a na V ereda da L a jin h a )

DISTRITO: MUNICIPIO: Paracatu ESTADO: M in a s G erais

TEL: (3 1 ) 3226 2790 FAX: ( 3 1 ) 3286 6162 E-mail: b e m a rd o fa re sn e iva @ g m a il.co m

COORDENADAS GEOGRÁFICAS LATITUDE: -17.2050086529 LONGITUDE: -47.3297815006


SISTEMA ISOLADO ( ) INTERLIGADO { X ) INTEGRADO ( )
DE
CONEXÃO Paralelismo Permanente: S im ( ) N ão( )

3.POTENCIAL S O U R
IRRADIAÇÃO GLOBAL (kWWmVano): 2.024 IRRADIAÇÃO TOTAL (kWh/nP/ano): IRRADIAÇÃO DIRETA NORMAL (kWh/mVano):

TEMPERATURA AMBIENTE MÉDIA ANUAL (°C): 23,1 TEMPERATURA AMBIENTE MÁXIMA (°C): 40 TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA (°C): 12

4LTITUDE (m): 612 UMIDADE RELATIVA MÉDIA ANUAL {%): HORAS DE BRILHO DE SOL- MED. ANUAL (htrmm):

1. CUSTOS ÍNDICES:

CENTRAL GERADORA (R$/kW): 4.450 TRANSMISSÃO ASSOCIADA (RS/kW) 400 ENERGIA PRODUZIDA (R$/MWh):
DATABASE: 19 /06 /2015__________________ DATABASE: 19 /0 6 /2015__________________ I d ATABASE: 19 /0 6 /2015 139,54

2. USINA FOTOVOLTAICA - UFV


Potência Instalada Total (kWp): 34.968 Área Total da Usina (m2): 46.210 Número de Arranjos (Unidades Geradoras1): 30
Módulos da Usina Fotovoltaica2:
FABRICANTE/MODELO: Tipo de Célula:
n íc -S ilm o n n flM u ltiliin c ã n lesnecificar):
X Íc-Sil Poli H O u tra íesoecificarl:
n ía -R ÍI (“ iRprarãn Híbrida ÍPRoerificarl:
□CdTe
□ C IG S e C IS

Potência máxima (W): 310 Tensão de máxima potência - Vmp (V): Corrente de máxima potência- Imp(A): Tolerância de potência de saida (%):0/
36,4 8,52 ♦1,610
Tensão de circuito aberto • V » (V): Corrente de curto c ircuito -1* (A): 9,08 Coef. de temperatura do V « (VPC): • Coef. de temperatura do Ik (AfC):
44,9 0,1404 0,0044
Dispositivo condicionador de potência2: ABB PVS800-57-1000 kW ou equivalente

1 Unidade G eradora é definida por arranjo de módulos fotovoltaicos associados/conectados a um inversor de frequência, de m odo que, o
número de unidades geradoras da central é igual ao número de inversores que nela operarão.
2 Preencher os cam pos referentes aos módulos da usina fotovoltaica para cada tipo de m ódulo a ser utilizado na central.
3 Preencher os campos referentes aos dispositivos condicionadores de pootência para cada tipo a ser utilizado na central
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Potência CC max.(kW): 1200 Tensão CC max (V): 1100 Corrente máxima de entrada (A): 1710 Amplitude de tensão MPPT.(V): 600-850
Potência nominal CA (kW): 1000 Potência max CA (kW): 1200 Corrente max, de saída (A): 1445 Tensão nominal CA (V): 400
Frequencia de rede CA (Hz): 50/60 Ligação: G m o n o fá s ica ; ^ trifà s ic a Rendimento (%): 98,8
Painel:
Inclinação: | 0 F ix o ; DRastreado (1 eixo) D Rastreado (2 eixos) ] Concentração solar: D n à o ; —Isim (especificar):
3. UNIDADES GERADORAS:
Potência ativa
Potência de
N.° de Placas Área do Arranjo nominal CA do
UG 1Arranjos Pico Data de Entrada em Operação
por Arranjo <m*) inversor assodado
<kW)
m
01-30 3760 7.214,688 1.165,6 1.000,0 31/10/2018

UNIDADES DE CONTINGÊNCIA4 :

7. ENGENHEIRO RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS CONTIDAS NO PROCESSO:


N O M E: Francisco L u n
j^íT
T a v a re s r\_ ^ D E R EG ISTR O N ACIO N AL NO C O N F E A : 0502444975

ASSINATURA:

LOCAL: Natal DATA: 19/05/2015

(1) NÃO SENDO OS ESPAÇOS SUFICIENTES PARA ENTRADA DE TODOS OS DADOS (OU DADOS ESPECÍFICOS DE UM DETERMINADO EQUIPAMENTO), FAVOR
AMPLIÁ-LOS ADEQUADAMENTE. (Incluir linhas onde necessário)
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A nexo III da R esolução N orm ativa n. 390/2009


F O R M U L Á R IO D E R E G IS T R O D E U S IN A T E R M E L É T R IC A E F O T O V O L T A IC A
----------------------------S u p e rin te n d ê n c ia 'd e ~ C o n c e s s õ e s e A u to r iz a ç õ e s d e G e ra ç ã o - S C G

SGAN 603 Módulo JC E P 710.830-030 Brasília - DF Telefone (61) 2192-8750

1. ID E N T I F I C A Ç Ã O j
P ro p rie tá rio /
Nome Neiva Participações LTDA Telefone (37) 3226-2790 Fax (37)3286-6162

Endereço rua Jornalista Djalma Andrade. 46. sala 902 CEP: 30320.540

M unicipio Belo Horizonte LF Minas Gerais

CNPJ/CPF 08.263.4J4/0001-15 e-mail adrianasoares@neivaparticij)acoes. com. br

Denominação U F V -P edro da Silva Neiva Telefone (3.7) 3226-2790 Fax (37)3286-6162

Endereço Fazenda Cachorro e Teixeira (localizada na Vereda da Ixtiinha) M unicipio Paracatu UF MG

Coord. geográficas: e-mail adrianasoares@neivaparticipacoes.com.br


Longitude -47.3297815006
Latitude -17.2050086529

2. C A R A C T E R ÍS T IC A S T É C N IC A S D A C E N T R A L G E R A D O R A

U s in a F o to v o lta ic a - S O L
Potência Instalada T otal (kW p): 34.968

Área Total da Usina (m2): 50.288.75

Número de Arranjos: 5.640

Módulos da Usina Fotovoltaica: 112.800

Area do Arranjo Potência de Pico Data de Conclusão da


A rra njos N.0 de Placas por Arranjo
(m2) (kW) Implantação
01 20 40 6.2 01/08/2017
J
D e c la ro que as in fo rm a ç õ e s p re sta d a s ne ste d o c u m e n to c o rre s p o n d e m ao e m p re e n d im e n to e m re fe rê n c ia e e s tã o de
a c o rd o c o m a le g is la ç ã o a p lic á v e l, e m e s p e c ia l c o m o d is p o s to nas R e s o lu ç õ e s d a A N E E L q u e tra ta m so b re a o u to rg a
de e m p re e n d im e n to s d e g e ra ç ã o . D e c la r o a in d a q u e o r e f e r id q .^ e m p r e e n d im e n to e n c o n tr a - s e c o m s u a s o b r a s d e
c o n s tr u ç ã o c o n c lu íd a s e e m p le n a s c o n d iç õ e s d e o p e ra ç ã o . E s to u c ie n te d e q u e d e c la ra ç õ e s fa ls a s o u in e x a ta s
c a r a c t e r iz a m c r im e d e f a ls id a d e id e o ló g ic a ( a r t . 2 9 9 d o C ó d ig o P e n a l).

B e lo H o r iz o n te

01 de ju n h o de 2 0 1 5

NOME DO PROPRIETÁRIO OU REPRES. LEG AL DO


Assinatura
EMPREENDIMENTO

B e rn a rd o F ares N e iv a

TABELIONATO s e r v iç o n o t a r ia l o o r o f Ic io
T D I fT V T .'] T I W L É IO T O K U W M S -ffP W S tro ^ llT IS T T V O ll FU E2M!t2 - M «
1K J V jlM lL lv l onanflcaiwanil-cOT w•«wntw o rtiWh.airi y

Reconheço por seaelhança ais) firs a ís ) abaixos


(BVP74279Í BERNARDO FARES NEIVA m m m m m m
Beio Horisonte, ô3/0í /2 0 1 Í- 4 ^ I í 59*^33q9

Felipe Sofie^e Rorais


??Rí3,7>^ECiRÍ0,23 TF a liR « ,2 :
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A nexo III da R esolução N orm ativa n. 390/2009


F O R M U L Á R IO D E R E G IS T R O D E U S IN A T E R M E L É T R IC A E F O T O V O L T A IC A
----------------------------S u p e r in te n d ê n c ia " d e “C o n ç e s s õ e s e A u to r iz a ç õ e s d e G e ra ç ã o - S C G

SGAN 603 Módulo J CEP 7j0.830-030 Brasília - D F Telefone (61) 2192-8750


I
1. I D E N T I F I C A Ç Ã O

Nome Neiva Participações LTDA Telefone (31) 3226-2790 Fax (3/)3286-6162

Endereço rua Jornalista Djalma Andrade, 46, sala 902 CEP: 30320.540

Município Belo Horizonte UF Minas Gerais

CNPJ/CPF 08.263.414/0001-15 e-mail adrianasoares@neivaparticipacoes.com.br

C entral seradora 1

Denominação U F V -P e d ro da Silva Neiva Telefone (31) 3226-2790 Fax (37)3286-6162

Endereço Fazenda Cachorro e Teixeira (localizada na Vereda da Laiinhal Município Paracatu UF MG

Coord. geográficas: e-mail adrianasoares@neivaparticipacoes.com.br


Longitude -47.3297815006
Latitude -17.2050086529

2. C A R A C T E R ÍS T IC A S t é c n ic a s d a c e n t r a l g e r a d o r a

U s in a F o to v o lta ic a - S O L
Potência Instalada T otal (kW p): 34.968
Área Total da Usina (m2): 50.288,75
Número de Arranjos: 5.640
Módulos da Usina Fotovoltaica: 112.800

Area do Arranjo Potência de Pico Data de Conclusão da


A rran jo s N.° de Placas por Arranjo
(mJ) (kW) Implantação
01 20 40 6.2 01/08/2017
I I
D e c la ro q u e as in fo rm a ç õ e s p re sta d a s ne ste d o c u m e n to c o rre s p o n d e m ao e m p re e n d im e n to e m re fe rê n c ia e e s tã o de
a c o rd o c o m a le g is la ç ã o a p lic á v e l, e m e s p e c ia l c o m o d is p o s to nas R e s o lu ç õ e s d a A N E E L q u e tra ta m s o b re a o u to rg a
de e m p re e n d im e n to s d e g e ra ç ã o . D e c la r o a in d a q u e o r e f e r id o / e m p r e e n d im e n t o e n c o n tr a - s e c o m s u a s o b ra s d e
c o n s tr u ç ã o c o n c lu íd a s e e m p le n a s c o n d iç õ e s d e o p e r a ç ã o . E s to u c ie n te d e q u e d e c la r a ç õ e s fa ls a s o u in e x a ta s
c a r a c t e r iz a m c r im e d e f a ls id a d e id e o ló g ic a ( a r t . 2 9 9 d o C ó d ig o P e n a i).

B e lo H o r iz o n te
l___
01 de ju n h o de 2 0 1 5

NOME DO PROPRIETÁRIO OU REPRES. LEG AL DO


Assinatura
EMPREENDIMENTO

B e rn a rd o F are s N e iv a

n T \ . TABELIONATO s e r v iç o n o t a r i a l o oro fic io


V T D T ^ IM U T 1 T ttAWU5T5tfl»L3IS-OT»WB-R«fl1írwr« 'AX
1 1JVHjllN CjIjL/I (-rm. a.tonpgaiiromcarikrciy •wtvixacarxfoyEéfanb»

Reconheço por seBelhança a is ) f ir s a U } abaixo;


(BVP74278J BERNARDO F^ES