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Memorial Descritivo

de Projeto Arquitetônico

Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul


ÍNDICE
1. Objetivo

2. Identificação do Empreendimento

3. Áreas e Localização

4. Disposições Gerais

5. Preparação do Terreno

6. Instalações Provisórias

7. Locação da Obra

8. Infraestrutura

9. Supra estrutura

10. Alvenarias e Fechamentos Laterais

11. Lajes

12. Cobertura

13. Revestimentos: A. de parede B. de piso C. de teto

14. Esquadrias

15. Vidros

16. Impermeabilização

17. Instalações Sanitárias

18. Pintura

19. Instalações mecânicas

20. Sinalização Visual Horizontal

21. Elementos decorativos

22. Limpeza da Obra

23. Entrega da Obra

24. Considerações finais:

A. Diretrizes de Projeto B. Imagens ilustrativas C. Ambientes e atividades


1. Objetivo
O presente Memorial Descritivo tem por objetivo estabelecer requisitos técnicos,
definir materiais a utilizar e normatizar a execução de um edifício de uso cultural, com térreo
e segundo pavimentos e aproveitamento de área do sótão, conforme projeto arquitetônico, a
ser edificado em terreno de propriedade do município, na cidade de Santa Cruz do Sul, Rio
Grande do Sul.

2. Identificação do Empreendimento
Proprietário: Prefeitura de Santa Cruz do Sul, com concessão de 20 anos ao Centro
Cultural 25 de Julho.
Tipo de Obra: Uso cultural
Finalidade: Construção do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul
Descrição: Prédio térreo mais um pavimento

3. Áreas e Localização
 O terreno está localizado em área urbana do Município de Santa Cruz do Sul – RS e
encontra-se plano.
 A obra localiza-se no terreno onde atualmente situa-se o Centro Cultural 25 de Julho
de Santa Cruz do Sul, junto ao Parque da Oktoberfest, pertencente à Prefeitura de
Santa Cruz do Sul.
 Endereço: Avenida Independência, nº 333, Centro - Santa Cruz do Sul - RS
 Área do terreno: 4.561,68 m²
 Área de obra: 1.562,40 m²

Mapa:

Projeção nova edificação

Edificação antiga

Limite terreno

Parque da Oktoberfest
Fotos do local:

Fonte: Google Street View

Fonte: Google Street View


Apresentação:

A atual sede do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul encontrava-se em


péssimo estado, apresentando perigo de desabamento, com sua estrutura comprometida
pela ação de cupim. A fim de evitar acidentes, a sede foi interditada pela própria presidente
da entidade, na época do ocorrido.

Registro fotográfico:

Fonte: arquivo Centro Cultural 25 de Julho

Fonte: arquivo Centro Cultural 25 de Julho


Fonte: arquivo Centro Cultural 25 de Julho

Para que as atividades culturais do Centro não se interrompessem por um tempo


prolongado, foi efetuada uma recauchutagem na edificação antiga, substituindo as partes
que estavam comprometidas da estrutura do telhado, telhas, madeiras que compunham as
paredes externas, forros, pisos internos e vários outros elementos.
Esta ação foi possível graças à mão de obra do próprio grupo integrante do C. C. 25 de
Julho, que efetuou os reparos, contando com a solidariedade da comunidade santa-
cruzense, pelas suas significativas doações.
Após os reparos feitos, o Centro torna-se possível de ser utilizado novamente. Porém,
persiste o problema da falta de estrutura e espaço suficientes para acomodar todas as
atividades e grupos devotos na perpetuação das tradições alemãs da cidade.

Fonte: Layla Bressler (tirada em 07/03/13, após os reparos).


4. Disposições Gerais
 Entende-se, no decorrer do texto deste memorial, “Contratante” como o Centro
Cultural 25 de Julho (grupo idealizador do projeto), “Fiscalização” como a equipe
determinada pela Contratante, ou empresa Terceira designada para tal, e
“Contratada” a empresa construtora responsável pela execução da obra de
empreitada global.
 Será mantido na obra, em locais previamente determinados, placas da empresa
Contratada e dos Responsáveis Técnicos.
 O prédio será construído rigorosamente de acordo com os projetos aprovados pelo
contratante e autoridades competentes, bem como obedecerá fielmente às
especificações contidas no presente memorial.
 Quaisquer modificações que se fizerem necessárias deverão ter a aprovação do
contratante, do responsável técnico e das autoridades competentes.
 A Contratada deverá aprovar os projetos elaborados, junto aos órgãos competentes.
 A Contratada deverá arcar com todos os recolhimentos legais, taxas, impostos, etc.
 A Contratada deverá atender todos os itens relativos à segurança do trabalho, de
conformidade com a lei.
 A Contratada deverá obedecer todas as normas técnicas relativas a cada serviço,
bem como as instruções dos fabricantes na aplicação dos materiais.
 É de responsabilidade da Contratada, manter atualizados no canteiro de obras em
um escritório apropriado para os estudos dos projetos, Alvará, Certidões e Licenças,
bem como ter um jogo completo, aprovado e atualizado dos projetos, especificações,
orçamentos, e cronogramas.
 Será mantido na obra, um diário onde serão anotadas todas as decisões tomadas
que venham a alterar o projeto bem como acidentes de trabalho, dias de chuva e
demais ocorrências relativas à obra.
 É obrigatório aos operários o uso de equipamentos individuais de segurança.
 Deve ser garantida a segurança das propriedades vizinhas e áreas públicas.
 A Contratada dará garantia de 05 (cinco) anos por todos os serviços por ela
executados conforme código civil.
 A Contratada emitirá ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de execução de
obra, por profissional de seu quadro técnico, devidamente qualificado para a função.
 A Contratada deverá reparar eventuais danos causados às construções vizinhas
decorrentes do desenvolvimento de suas atividades.
 Todos os materiais não especificados deverão ser de 1ª linha, aprovados
antecipadamente pela fiscalização, atendendo sempre as melhores características
de qualidade, tais como resistência, durabilidade, bom acabamento e devem
satisfazer as especificações da ABNT/INMETRO. Devem ainda, serem de modelo,
marcas e tipos especificados no projeto, nos memoriais de cada projeto, neste
memorial ou nas especificações gerais, e devidamente aprovados pela Fiscalização.
 Caso o material e ou equipamento especificado nos projetos e ou memoriais, tenha
saído de linha, ou encontrarem-se obsoletos, os mesmos deverão ser substituídos
pelo modelo novo ou de mesmas características, desde que comprovada sua
eficiência, equivalência e atendimento às condições estabelecidas nos projetos,
especificações e contrato. A aprovação será feita por escrito, mediante amostras
apresentadas à Fiscalização antes da aquisição do material e ou equipamento.

 O material e ou equipamento, etc. que, por qualquer motivo, for adquirido sem
aprovação da Fiscalização deverá, dentro de 72 horas, ser retirado e substituído pela
Contratada, sem ônus adicional para a Contratante. O mesmo procedimento será
adotado no caso do material e ou equipamento entregue não corresponder à
amostra previamente apresentada. Ambos os casos serão definidos pela
Fiscalização.
 Os materiais e ou equipamentos deverão ser armazenados em locais apropriados,
cobertos ou não, de acordo com sua natureza, ficando sua guarda sob a
responsabilidade da Contratada.
 É vedada a utilização de materiais e/ou equipamentos improvisados, danificados
e/ou usados, em substituição aos tecnicamente indicados para o fim a que se
destinam, assim como não será tolerado adaptar peças, seja por corte ou outro
processo, de modo a utilizá-las em substituição às peças recomendadas e de
dimensões adequadas.
 Quando houver motivos ponderáveis para a substituição de um material e ou
equipamento especificado por outro, a Contratada, em tempo hábil, apresentará, por
escrito, por intermédio da Fiscalização, a proposta de substituição, instruindo-a com
as razões determinadas do pedido de orçamento comparativo, de acordo com o que
reza o contrato entre as partes sobre a equivalência.
 O estudo e aprovação pela Contratante, dos pedidos de substituição, só serão
efetuados quando cumpridas as seguintes exigências:

- Declaração de que a substituição se fará sem ônus para a Contratante, no


caso de materiais e ou equipamentos equivalentes.
- Apresentação de provas, pelo interessado, da equivalência técnica do produto
proposto ao especificado, compreendendo como peça fundamental o laudo
do exame comparativo dos materiais, efetuado por laboratório tecnológico
idôneo, a critério da Fiscalização.
- Indicação de marca, nome de fabricante ou tipo comercial, que se destinam a
definir o tipo e o padrão de qualidade requerido.
- A substituição do material e ou equipamento especificado, de acordo com as
normas da ABNT, só poderá ser feita quando autorizada pela Fiscalização e
nos casos previstos no contrato.
- Outros casos não previstos serão resolvidos pela Fiscalização, depois de
satisfeitas as exigências dos motivos ponderáveis ou aprovada à
possibilidade de atendê-las.

 A Fiscalização deverá ter livre acesso a todos os almoxarifados de materiais,


equipamentos, ferramentas, etc., para acompanhar os trabalhos e conferir marcas,
modelos, especificações, validades, etc.
5. Preparação do Terreno
 Toda a obra de terraplenagem, escavação, retirada e destinação do material
excedente são de responsabilidade da contratada.
 O terreno terá que ser totalmente limpo antes do início da obra que compreenderá os
serviços de capina e decapagem da camada de material orgânico (se existir), para
construção do pavimento térreo.
 Caso seja necessário o aterramento da área para se atingir a cota de projeto, o
mesmo deverá observar o limite máximo de 30 (vinte) centímetros, de altura por
camada de aterro compactada mecanicamente com teor de umidade adequado,
possibilitando índice de compactação mínimo da ordem de 98 % do Proctor Normal,
para que sejam evitados recalques indesejados, no decorrer do uso do prédio.
 Como material para aterro deverá ser utilizado solo de granulometria graduada, a
qual possibilite a obtenção do índice desejado através de otimização da energia
despendida.
 Para reaterros nas laterais de vigas canaletas deverão ser utilizados compactadores
mecânicos manuais para a execução do serviço.

6. Instalações Provisórias
 O terreno será totalmente fechado por tapumes, com altura de 2,00 metros.
 A instalação da obra deverá contar com a devida construção de galpão e telheiro,
bem como será providenciada a instalação de água potável e energia elétrica no
local adjacente a construção.
 Todos os equipamentos necessários à execução da obra, tais como betoneiras,
vibradores, serra, etc., deverão ter suas instalações elétricas aéreas, dimensionadas
de acordo com sua capacidade e potência.

7. Locação da Obra
 Concluídos os serviços de instalações iniciais, serão procedidos os serviços de
locação da obra. Deverá ser feita 30,00cm (trinta centímetros) acima do nível do
terreno. A execução do gabarito para locação da obra deve ser global situado a 100
cm das futuras paredes, e 50 cm acima das vigas de baldrame, bem nivelado, e
fixado de tal forma que resista às tensões dos fios.
 O alinhamento das paredes, representadas nesta etapa pelas linhas, deverá ter suas
medidas, alinhamentos e esquadros conferidos pelo mestre de obra.
 Serão de responsabilidade da Contratada a verificação do recuo mínimo e
alinhamento geral projetado de acordo com a postura municipal em vigor antes do
início da obra.
8. Infraestrutura
 Fundações serão projetadas de acordo com as características do terreno e
orientadas por sondagens a serem realizadas previamente.
 Na obra serão utilizados os aços CA-50 e CA-60, cujos diâmetros e pesos serão
especificados conforme projeto estrutural realizado pelo engenheiro responsável,
estes deverão ser novos, comprovadamente de primeira qualidade.
 Deverão atender aos limites mínimos de resistência característica de escoamento.
 Durante a execução serão previstas as passagens necessárias para a execução das
instalações.
 A execução será feita como determina a boa técnica, sendo o concreto adensado por
meio de vibradores.

9. Supra estrutura
 Sistema construtivo da edificação em alvenaria composta por pilares, vigas, lajes,
estrutura metálica revestida em madeira para sustentação da cobertura, conforme
projeto estrutural a cargo da construtora contratada e normas da ABNT.
 A estrutura metálica deverá ser executada conforme práticas recomendadas pela
norma NBR 8800 – Projeto e execução de estruturas metálicas de aço em edifícios.
 A estrutura deverá ser pré-montada na fábrica para avaliação de discordâncias
dimensionais entre conexões antes de ser transportadas para a obra, onde ocorrerá
a montagem final.
 Deverão ser removidas todas as cascas geradas no processo de soldagem.
 Não deverão deixar término de cordões de solda, restos ou pontas agudas de soldas
(respingos e restos de arame de solda).
 A limpeza do substrato deve ser por jateamento de granalha, de modo que deixe o
substrato quase branco, conforme norma NBR 7348.
 Deverão ser aplicadas duas demãos de zarcão de ferro Epóxi, espessura por demão
(Película seca), 30 a 35 micrômetros.
 A estrutura metálica receberá revestimento em chapas de madeira.
 Deverá ocorrer a preparação para transporte da estrutura metálica da fábrica à obra,
de maneira que não sofram riscos no acabamento.
 Em todas as conexões parafusadas deverão ser usados parafusos do tipo ASTM A-
325.
 Perfis dobrados e/ou laminados: em aço ASTM A-36, com certificado de material.
 Eletrodos: AWS E-60XX ou E-70XX, com certificado.
 Parafusos: tipo máquina, cabeça sextavada estampada, em aço ASTM A-325
galvanizado.
 Porcas: sextavadas para serviço pesado, padrão ANSI B 18.2.2., em aço ASTM A-
325 galvanizado.
 Arruelas: circulares, em aço ASTM A-325 ou A-490 galvanizado.
 Chumbadores de expansão: tipo parabolt ou similar, em aço SAE-1045 galvanizado
ou INOX.

10. Alvenarias e Fechamentos Laterais


 As alvenarias indicadas em projeto arquitetônico serão em alvenaria de tijolos com
espessuras de 15 cm e 20 cm para paredes internas e externas, respectivamente.
 Os tijolos de barro furados serão de procedência conhecida e idônea, sonoros, bem
cozidos, com textura homogênea, compactos e suficientemente duros para o fim que
se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro qualquer tipo estranho.
Deverão apresentar arestas vivas, faces planas e sem fendas e dimensões
perfeitamente regulares. As características técnicas dos tijolos deverão se enquadrar
no especificado para tijolo furado pela NBR-7171.
 As alvenarias de tijolos de barro serão executadas conforme as dimensões e
alinhamentos determinados em projeto. As alvenarias serão aprumadas e niveladas
e a espessura das juntas uniformes, não devendo ultrapassar 15 mm. As juntas
serão rebaixadas à ponta de colher.
 Antes do assentamento e da aplicação das camadas de argamassa, os tijolos serão
umedecidos.
 O assentamento dos tijolos será executado com argamassa no traço 1:2:8 (cimento,
cal e areia) em volume, sendo permitido o uso de aditivo do tipo Alvenarit na
substituição da cal, na quantidade de 200ml/ saco de cimento de 50kg.
 Nos vãos das janelas e portas serão executadas vergas e contra vergas em concreto
armado.
 Os fechamentos e alvenarias atenderão as condições de conforto térmico, acústico,
salubridade e segurança de acordo com as normas da ABNT e do Corpo de
Bombeiros.
 No pavimento térreo a divisão entre as salas indicadas será executada como parede
piso-laje em gesso acartonado, estruturado, acabamentos em ambos os lados,
espessura de 10cm.

11. Lajes
 As lajes de piso serão executadas em concreto fck28 >= 30,0 MPa, na espessura de
13,0 cm.
 O terreno sobre o qual serão dispostos os pisos deverá estar devidamente
compactado a um índice mínimo equivalente a 98 % do Proctor Normal. Sobre o solo
compactado, serão colocadas as camadas de base: primeiro a camada de rachão
britado, espessura final de 0,20 m e em seguida a camada superior de brita
graduada, com espessura final de 5 cm, também compactadas e niveladas
mecanicamente.
 Sobre a camada de brita graduada será disposta lona plástica preta, com espessura
de 200 micra, a qual receberá as lajes de pisos.

12. Cobertura
 A ventilação da cobertura da edificação será por meio de ventilação cruzada
proporcionada pelas aberturas nas mansardas e nas paredes de nível elevado.
 O fechamento da cobertura será em telha Shingle Top Line Landmark da Brasilit, cor
Resawn Shake AR, ou similar, com caimento i=40%, instalada com o devido
isolamento termo acústico, conforme indicado no manual do fabricante.

13. Revestimentos
A. de parede:
 As alvenarias de tijolos furados, após salpique com argamassa de cimento e areia
média no traço 1:3 com acabamento acamurçado, serão rebocadas e
desempenadas com argamassa de cimento e areia fina no traço 1:6 adicionado de
aditivo de trabalhabilidade na água de amassamento.
 Os concretos aparentes de vigas e pilares, após as correções, serão tratados com
nata de cimento para regularização.
 As argamassas prontas deverão ser aplicadas conforme recomendações do
fabricante, assumindo total responsabilidade pelos resultados obtidos.
 Na aplicação do reboco, será permitido o uso de aditivo do tipo Alvenarit na
substituição da cal, na quantidade de 200 ml/ saco de cimento de 50 kg.
 Todas as faces das paredes de alvenarias de tijolos, internas e externas que forem
rebocadas deverão receber pintura. Externamente, pintura acrílica fosca.
 Os sanitários e copas internamente receberão pintura epóxi na cor branca, executar
reboco grosso e fino em perfeita planicidade para depois receber massa corrida em
condições para pintura.
 Todas as faces internas das demais paredes receberão pintura acrílica ref. Suvinil
Acrílico Premium, acabamento semi-brilho, cor branco neve.
 Os azulejos dos sanitários e copas serão do tipo mono queima de primeira
qualidade, utilizados conforme especificados no projeto arquitetônico e devem ter
uniformidade de cor e dimensões, resistência ao desgaste, resistência mecânica á
compressão, cozimento parelho e superfícies planas, baixa porosidade, baixa
absorção, impermeabilidade, massa homogênea, sem trincas e sem bolhas,
assentados com junta reta e rejuntados com argamassa flexível especialmente
designada para rejuntamento cerâmico.
 Serão utilizados para os sanitários e copas azulejo Portobello Cetim Bianco 30x60
retificado.
 As paredes em gesso acartonado do pavimento térreo deverão receber pintura em
tinta acrílica ref. Suvinil Premium semi-brilho cor branco.
 Serão utilizadas plaquetas de tijolo cerâmico nas áreas de parede que estiverem
especificadas com tal revestimento, conforme consta no projeto arquitetônico.

B. de piso:
 Todos os pisos deverão ser nivelados. Caso haja diferenças de nível após demolição
de alvenarias estas deverão ser acertadas, com enchimentos, quebra de pisos com
ressaltos, etc.
 Os pisos levarão previamente uma camada regularizadora e impermeabilizante de
argamassa ou concreto conforme o caso, para atingir o nível necessário.
 As canalizações que devem passar sob o piso deverão ser instaladas na camada de
regularização, sobre esta tubulação deverá ser colocada uma malha de arame
galvanizado armando-se o piso para evitar trincas futuras.
 O piso só será executado depois de concluídos os revestimentos das paredes e tetos
onde houver, com os devidos cuidados para se evitarem respingos.
 Antes do lançamento da argamassa de regularização ou assentamento deverá ser
verificado o esquadro dos cômodos, dimensões, nivelamento, prumo, etc., sendo que
a laje ou contra piso deverá ser escovado e lavado com água limpa, e receberá uma
nata de cimento com cola Bianco ou Viafix, espalhada com vassoura.
 As argamassas de regularização ou assentamento não poderão nunca ter espessura
superior a 2,5cm. Quando o desnível entre pisos exigir maior espessura desta
argamassa, esta diferença será reduzida à condição permissível, com a aplicação de
uma camada de contrapiso executada com argamassa A-3 com areia grossa e
curada durante sete dias antes da aplicação do piso.
 Não será permitido que o tempo decorrido entre a argamassa de assentamento, ou a
cola aplicada e o piso colocado, seja tão longo que prejudique as condições de
fixação das peças, quer pelo endurecimento da argamassa, pela perda de água da
superfície ou pela secagem da cola, nunca superior à 15 minutos para pisos do tipo
cerâmicos ou similares, ou ainda o tempo recomendado pelos fabricantes das colas.
 Os pisos prontos devem apresentar acabamentos perfeitos, bem nivelados, com as
inclinações e desníveis necessários, conforme projetos. Nos cômodos onde existem
ralos, para coletar águas superficiais, os pisos terão declividade de 1% no mínimo,
em direção ao ralo. Onde não existir ralos, terão a declividade conforme projeto, ou
encaminhando as águas para locais com ralo para fora do cômodo ou a critério da
Fiscalização.
 Será utilizado para todos os ambientes internos (com exceção do Espaço Multiuso e
seu respectivo hall) piso cerâmico Portobello Casa Bianco 60 x 60cm, de PEI 5.
 Será utilizado para todos os ambientes externos (varandas do segundo pavimento e
varandas de acesso no térreo) piso cerâmico Portobello Brava Cement 60x60,
próprio para áreas externas.
 Será utilizado piso de madeira Ipê no Espaço Multiuso para Apresentações
Folclóricas e seu respectivo hall.
 Piso podo tátil direcional e de alerta conforme NBR 9050. A modulação dos pisos
deve garantir a continuidade de textura e padrão de informação, as placas deverão
ser contrastantes com o piso adjacente. Serão sobrepostas de borracha, respeitando
as seguintes condições:
- A base do piso a ser fixado deve ser bem acabada e não exceder a 2mm.
- Podem ser aplicados diretamente sobre qualquer tipo de piso desde que a base
esteja devidamente seca.
- Para a fixação das placas de borracha devem ser utilizados adesivos de contato
específicos para tal fim. Recomenda-se a aplicação do Adesivo AF-51, bi-
componente à base de poliuretano, marca Flexmann.
 Concluído o rejuntamento e procedida a limpeza das peças, procede-se a cura do
rejunte e passa-se uma demão de cera incolor e faz-se a proteção até a entrega da
obra, colocando-se papel grosso sobre as placas.
 Deverá ser proibida a passagem sobre os pisos recém colocados e ou construídos,
durante três dias no mínimo. Os cômodos prontos deverão ser convenientemente
protegidos contra manchas, arranhões, etc., até a fase final das obras.

C. de teto:
 A instalação dos forros deverá prever rebaixo necessário para passagem dos dutos
de condicionamento de ar e instalações elétricas.
 Nos sanitários e copas será instalado forro de gesso acartonado, conforme indicado
no projeto arquitetônico.
 Nos demais ambientes internos (com exceção do Espaço Multiuso e do sótão), será
instalado forro de fibra mineral, conforme indicado no projeto arquitetônico.
 No Espaço Multiuso e no sótão o forro será de madeira, instalado rente à cobertura,
com o mesmo caimento.
 Será exigido para a execução do forro, nivelamento, esquadros e alinhamento
perfeitos, sem ressaltos, reentrâncias, diferenças nas juntas; bem como as placas ou
réguas deverão ser novas e apresentarem-se sem qualquer tipo de defeitos, e nos
desenhos de projeto.
 Os serviços de colocação do forro suspenso deverão ser executados, conforme
orientação do fabricante, e depois de terminada a pintura das paredes e demais
serviços que interferem nesta execução.
 Nos locais onde existam instalações elétricas, hidráulicas, ar condicionado, exaustão,
etc. acima do forro, o mesmo só poderá ser executadas, depois de vistoriadas,
aprovadas e testadas estas instalações.
 Na entrega final das obras o forro deverá estar limpo.
 O forro deverá possuir tirantes de sustentação com resistência suficiente e
possuírem tratamento anticorrosivo do tipo galvanizado, que poderão ser
sustentados pela laje de forro.
 Os arremates das placas junto às paredes deverão ser perfeitos, sem gretas ou
aberturas, sendo as linhas de coincidência perfeitamente alinhadas.

14. Esquadrias
 Todas as aberturas serão executadas em madeira de lei, com acabamento em
verniz.
 Toda a madeira a ser empregada será seca e isenta de defeitos que comprometam
sua finalidade.
 As portas de entrada serão executadas em madeira maciça com vidro, conforme
definido na fachada.
 As portas internas serão em madeira semi-oca, com dimensões conforme projeto.
 As janelas externas serão de correr com duas folhas, de alturas variadas, conforme
especificado no projeto arquitetônico.
 Toda a edificação receberá soleiras e peitoris em granito, nas janelas e portas
externas.
 As esquadrias de madeira obedecerão rigorosamente, quanto à localização e
execução, aos detalhes do projeto.
 No nível do sótão e em mansardas serão instaladas janelas venezianadas fixas de
madeira de lei com pintura esmalte cor verde, para ventilação permanente.

15. Vidros
 Os vidros serão miniboreal (nas janelas dos sanitários) e incolor (nas demais
aberturas), com espessura indicada pelo fabricante.
 Os vidros utilizados deverão ser lisos e transparentes e deverão apresentar
resistência aos choques, isentos de manchas, bolhas, estrias e empenamentos,
serão do tipo recozido, polidos e chapa plana.

16. Impermeabilização
 As vigas de fundação e a primeira fiada de tijolos serão tratadas com
impermeabilizantes poliméricos em todo o perímetro da obra, do tipo Masterseal 550
da Basf ou similar.

17. Instalações Sanitárias


 Nos sanitários, as células terão divisórias em granito branco Aqualux, com 2cm de
espessura e portas de vidro temperado pintado na cor areia, com 1cm de espessura.
 As divisórias que separam mictórios serão em granito branco Aqualux, com 2cm de
espessura.
 As instalações serão executadas em estrita obediência às normas da ABNT e ao
Código de Instalações em vigor, e nelas serão usadas os seguintes materiais:
- Água fria: tubos PVC marca Tigre ou similar.
- Bacias sanitárias: Deca - Bacia para caixa acoplada Duna com caixa acoplada
Universal Dual Flux, ou similar.
- Cubas: Deca - de apoio elíptica com mesa - cód. L1038, ou similar.
- Saboneteira líquida: de parede 2 unidades em cada sanitário do térreo e 3 unidades
em cada sanitário do segundo pavimento.
- Porta toalha de papel: 2 unidades em cada sanitário do térreo e 3 unidades em
cada sanitário do segundo pavimento.
- Torneiras lavatórios: torneira de mesa com fechamento automático Decamatic Link,
cód. 1172 C. Link, ou similar.
- Válvula para mictório: com fechamento automático Deca ref. 2570c.
- Mictório: com sifão integrado - Deca, cód. 712 17, cor: branco.
- Registros: de pressão e de gaveta da Deca tipo cruzeta, acabamento cromado.
- Torneira com engate para limpeza: cód. 1158 C26 Meber (uma torneira p/ cada
sanitário).

18. Pintura
 Todas as superfícies a pintar deverão estar firmes, secas, limpas, sem poeira,
gordura, sabão ou mofo, ferrugem, retocadas se necessário, e convenientemente
preparadas para receber o tipo de pintura a elas destinado.
 A eliminação da poeira deverá ser completa, tomando-se precauções especiais
contra o levantamento de pó durante os trabalhos, até que as tintas sequem
inteiramente.
 Para limpeza utilizar pano úmido ou estopa, e com Thinner em caso de superfícies
metálicas, retocadas e preparadas para o tipo de pintura a elas destinado.
 Após a aplicação, um reboco ou emboço será considerado curado, isto é, em
condições de receber pintura após um período mínimo de 30 dias, sendo que o
tempo ideal situa-se entre 45 e 90 dias.
 Toda vez que uma superfície estiver lixada, esta será cuidadosamente limpa com
uma escova e, depois, com um pano úmido para remover o pó, antes de aplicar a
demão seguinte.
 As pinturas serão executadas de cima para baixo e deverão ser evitados
escorrimentos ou salpicos, que caso não puderem ser evitados deverão ser
removidos enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se o removedor adequado.
 Deverão ser adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicaduras de
tinta em superfície não destinada à pintura (revestimentos cerâmicos, vidros, pisos,
ferragens, etc.), ou em outras superfícies com outro tipo de pintura ou concreto
aparente.
 Nas esquadrias em geral deverão ser protegidos com papel colante os vidros,
espelhos, fechos, rosetas, puxadores, superfícies adjacentes com outro tipo de
pintura, etc., antes do início dos serviços de pintura.
 Na aplicação de cada tipo de pintura, todas as superfícies adjacentes deverão ser
protegidas e empapeladas, para evitar respingos.
 Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a precedente estiver
perfeitamente seca, convindo observar um intervalo mínimo de 24 horas entre duas
demãos sucessivas, ou conforme recomendações do fabricante para cada tipo de
tinta. Igual cuidado haverá entre uma demão de tinta e a massa, convindo observar
um intervalo de 24 horas após cada demão de massa, ou de acordo com
recomendações do fabricante.
 Só serão aplicadas tintas de primeira linha de fabricação.
 Deverão ser usadas de um modo geral as cores e tonalidades já preparadas de
fábrica, e as embalagens deverão ser originais, fechadas, lacradas de fábrica.
 Para todos os tipos de pintura indicados a seguir, exceto se houver recomendação
particular em contrário ou do fabricante, serão aplicadas tintas de base, selador ou
fundo próprio em 1 ou 2 demãos, ou tantas quanto necessárias para obter-se a
perfeita cobertura das superfícies e completa uniformização de tons e texturas.
 Toda a superfície pintada deverá apresentar, depois de pronta uniformidade quanto à
cor, textura, tonalidade e brilho (fosco, semi-fosco, e brilhante).
 No emprego de tintas já preparadas serão obedecidas as instruções dos fabricantes,
sendo vedada a adição de qualquer produto estranho às especificações das mesmas
e às recomendações dos fabricantes.
 O reboco não poderá conter umidade interna, proveniente de má cura, tubulações
furadas, infiltrações por superfícies adjacentes não protegidas, etc.
 O reboco em desagregação deverá ser removido e aplicado novo reboco.
 Os solventes a serem utilizados deverão ser: Thinner das marcas Brasthinner ou
Thinner Paulista, aguarrás das marcas Brasraz ou semelhante, ou os solventes
específicos recomendados pelas fabricantes das tintas abaixo indicadas.
 Superfícies ásperas deverão ser lixadas para obter bom acabamento.
 Nos locais onde houve o branqueamento da superfície, deverá ser removida a
pintura antiga, e efetuada nova pintura.
 Deverão ser retiradas e lixadas antes de qualquer tipo de pintura as rebarbas de
solda, de galvanização, etc.
 Marcas adotadas: Suvinil, Coralit, ou similar.
 Durante a execução dos serviços, as peças metálicas que estiverem em mau estado
ou cuja pintura ou fundo estiver danificado, destas deverão ser eliminados todos os
vestígios de ferrugem com escova de aço, lixa e solvente e, ou em casos mais
sérios, utilizar produtos desoxidantes, ou jato de areia.
19. Instalações mecânicas
 Instalação de plataforma de elevação vertical com percurso enclausurado, para
acesso de pessoas com deficiência a todos os pavimentos da edificação.
 A plataforma em referência deverá atender ou exceder às Normas CAN B355 e ISO
9386.
 Para instalação elétrica da plataforma elevatória, deverá ser feita uma avaliação de
carga por parte de um especialista na área, para que seja efetivada sua instalação e
verificada a compatibilidade com as instalações existentes. A contratante deverá ser
informada da solução adotada e autorizar sua execução.
 Características Exigidas: A plataforma de elevação vertical deverá ser conformada
para ser instalada enclausurada em todo o percurso. A caixa de corrida será
executada a cargo e por conta do comprador, estruturada em alvenaria, que abrigará
e comportará o equipamento.
 Deverá ficar garantido o retorno da plataforma ao piso inferior em qualquer situação
pelo menos pela ação de operador externo. Esta ação deverá estar disponível
mesmo em falta de energia elétrica, não poderá ser dependente do acionamento da
motorização nem exigir esforço do operador.
 Cabina: A plataforma deverá ser provida de cabina alta e com teto, deverá ter os
painéis executados com chapas e perfis de alumínio, com acabamento de pintura
eletrostática.
 Deverá estar previsto teto em toda a extensão da cabina que deverá comportar um
ventilador e a iluminação artificial.
 Na botoeira de comando da cabina deverão existir os seguintes componentes: um
botão de chamada para cada andar atendido, um botão de parada de emergência e
alarme e as chaves de luz e do ventilador.
 O piso da cabina deverá ser fornecido revestido com material antiderrapante.
 Botoeiras de Pavimento: Em cada pavimento servido, próximo a cada entrada e na
devida altura, deverá haver botão de chamada e indicador visual de carro em uso,
instalados no interior de caixa protegida por tampa metálica.
 Portas de pavimento: As portas de pavimento deverão ser do tipo eixo vertical, com
2m de altura. Fabricadas em alumínio, com a metade superior dotadas de vidro de
segurança, puxador e trinco de segurança.
 Componentes: Se hidráulico, as válvulas de controle, o cilindro Hidráulico de
propulsão (pistão) e a unidade de potência (bomba) deverão ser originários de linha
normal de produção e específico para uso em elevadores de pessoas. O comando
hidráulico deverá ser dotado de controle de fluxo para amortecimento das partidas e
paradas. As chaves limite de segurança serão de ação positiva, possuindo duplos
contatos antibloqueio enclausurados e serão montados sobre suportes específicos
(trincos de porta, limites de subida, de descida e de percurso final).
 Dados de manutenção: Os diagramas elétricos deverão ser fornecidos incluindo
modificações eventualmente feitas até o final da instalação.
 Referência: Plataforma Carelift Ortobrás ou equivalente.
20. Sinalização Visual Horizontal
 Aliado à sinalização com piso podo tátil, deverão ser instaladas placas sinalizadoras
em corrimãos nas partidas e chegadas de cada pavimento, posicionadas em
conformidade com a NBR 9050.
 Também deverão ser instaladas placas de sinalização visual no batente das portas
dos ambientes internos da edificação, para a adequada identificação dos mesmos
pelos deficientes visuais.
 Estes sinalizadores devem incorporar leitura em linguagem Braille, sem outros
relevos. Também podem ser utilizados desenhos como setas, legendas, símbolos,
letras e números, obtendo efeitos visuais eficazes para a sinalização horizontal.
 As placas serão autoadesivas, de aplicação manual e com excelente adaptação a
superfícies lisas ou texturizadas.
 Referência: Placas Sinalizadoras Flexíveis para Corrimão Arco, ou equivalente.

21. Elementos decorativos


 Serão instaladas floreiras em caixa de madeira, fixadas com cantoneiras mão-
francesa em ferro fundido, posicionadas conforme indicação nas fachadas do projeto
arquitetônico.
 As caixas das floreiras deverão ter espaço interno para a colocação de vasos com
flores típicas germânicas.
 Deverão ser executados todos os elementos decorativos de fachada, conforme
indicação no projeto arquitetônico.

22. Limpeza da Obra


 A empresa contratada para construção da edificação se responsabilizará pela
limpeza do local da obra e remoção do material não aproveitável, fazendo a retirada
e destinando todo e qualquer resíduo sem exceções.
 Será necessária a disponibilização de contêiner do tipo “papa-entulho” na área
contígua a obra, para coleta de resíduos e entulhos e será de sua responsabilidade o
descarte dos mesmos, mantendo o local em condições de limpeza e organização.
 Após a conclusão dos serviços e também durante sua execução, deverão ser
reparados, repintados, reconstruídos ou repostos itens, materiais, equipamentos,
etc., sem ônus para a Contratante, danificados por responsabilidade da Contratada,
danos estes eventualmente causados às obras ou serviços existentes, vizinhos ou
trabalhos adjacentes, ou a itens já executados da própria obra e ou serviços.
 Terminados os serviços, a Contratada deverá providenciar a retirada das instalações
do canteiro de serviços e promover a limpeza geral das obras e serviços, e de seus
complementos.
 A Contratada deverá proceder periodicamente à limpeza das obras e serviços e de
seus complementos removendo os entulhos resultantes, tanto do interior da mesma,
como no canteiro de obras e serviços e adjacências provocadas com a execução da
obra, para bota fora apropriado, sem causar poeiras e ou transtornos ao
funcionamento das edificações e salas adjacentes.
 Deverão ser previamente retirados todos os detritos e restos de materiais de todas
as partes da obra e serviços e de seus complementos, causados pela execução, que
serão removidos para o bota fora apropriado.
 Não deverão ser usadas espátulas de metal na limpeza da obra, para se evitar
arranhões.
 Não será permitida a utilização de ácido muriático ou qualquer tipo de ácido em
qualquer fase da limpeza, exceto em casos previstos neste memorial.
 Após a conclusão da limpeza interna e externa das obras e serviços deverão ser
aplicados produtos para conservação e embelezamento dos pisos, das esquadrias,
dos vidros, etc.

23. Entrega da Obra


A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, devendo
apresentar funcionamento perfeito em todas as instalações, equipamentos e aparelhos e
com as instalações definitivamente ligadas às redes de serviço público.
Concluídos todas as obras e serviços, se estiverem em perfeitas condições atestada
pela Fiscalização, e após efetuados todos os testes e ensaios necessários, bem como
recebida toda a documentação exigida neste memorial e nos demais documentos
contratuais, serão recebidos provisoriamente por esta através de Termo de Recebimento
Provisório Parcial, emitido juntamente com a última medição.
Decorridos 15 (quinze dias) corridos a contar da data do requerimento da Contratada,
as obras e os serviços serão recebidos provisoriamente pela Fiscalização ou por uma
comissão designada pelo Contratante que lavrará “Termo de Recebimento Provisório”. A
Contratada fica obrigada a manter as obras e os serviços por sua conta e risco, até a
lavratura do “Termo de Recebimento Definitivo”, em perfeitas condições de conservação e
funcionamento.
Decorridos o prazo de 60 (sessenta) dias após a lavratura do “Termo de
Recebimento Provisório”, se os serviços de correção das anormalidades por ventura
verificadas forem executados e aceitos pela Fiscalização ou pela Comissão, e comprovado
o pagamento da contribuição devida a Previdência Social relativa ao período de execução
das obras e dos serviços, será lavrado o “Termo de Recebimento Definitivo”.
Aceitas as obras e os serviços, a responsabilidade da Contratada pela qualidade,
correção e segurança dos trabalhos, subsiste na forma da Lei.
Desde o recebimento provisório, a Contratante entrará de posse plena das obras e
serviços, podendo utilizá-los. Este fato será levado em consideração quando do recebimento
definitivo, para os defeitos de origem da utilização normal do edifício.
24. Considerações finais

A. Diretrizes de Projeto:

 Arquitetura:
A arquitetura proposta para o projeto do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz
do Sul é de estilo germânico contemporâneo. Elementos típicos deste estilo foram
incorporados ao projeto, a fim de conferir a ele o caráter desejado.
O telhado possui acentuada inclinação e mansardas que proporcionam iluminação,
ventilação e melhor aproveitamento do sótão. A escolha pela telha Shingle deu-se
pela maior semelhança estética ao estilo germânico. Além disso, seu uso é
adequado para grandes inclinações, e é um sistema mais leve de cobertura,
reduzindo as dimensões da estrutura de sustentação do telhado.
Todas as aberturas são em madeira natural. Na fachada foram propostas floreiras
decorativas para o plantio de flores.
As varandas do segundo pavimento, além de serem elementos característicos do
estilo, possuem função de marquise para os dois acessos da edificação. A varanda
da fachada voltada para a Avenida Independência não é de livre acesso ao público,
por se localizar atrás do camarim. Devido a este fator, foi proposto o seu
aproveitamento como laje técnica para a instalação das unidades externas de
condicionamento de ar (estas devem localizar-se em área externa e com acesso
para eventual manutenção). As unidades externas ficarão escondidas pelo guarda-
corpo da varanda.
Quanto aos acessos à edificação, as duas fachadas possuem igual importância,
tendo sido nomeadas como frontal e posterior apenas por motivo de organização de
projeto. Portanto, para indicação de projeto, é considerada como a Fachada Frontal a
voltada para a Avenida Independência e a Fachada Posterior a voltada para o
Parque da Oktoberfest.
Para que as calhas não ficassem em evidência, foi proposta a instalação de calhas
embutidas no telhado, com tubos de queda de água pluvial posicionados rentes à
parede externa, deixando o beiral livre.

 Acessibilidade:
Todos os ambientes do projeto do Centro Cultural 25 de Julho são acessíveis a
pessoas com deficiência motora e visual.
Pisos podo táteis e placas de sinalização em Braille serão instalados onde fazem-se
necessários para que pessoas com deficiência visual possam se locomover de forma
independente por toda a edificação.
Todas as portas possuem dimensões apropriadas para a fácil passagem de uma
cadeira de rodas, bem como o interior dos ambientes possui espaço para o giro e
manobra. O piso de cada pavimento é inteiramente plano, facilitando a locomoção
dos cadeirantes e pessoas com demais dificuldades motoras. Uma plataforma
elevatória será instalada para o deslocamento entre pavimentos. A plataforma deve
estender-se até o sótão, permitindo acesso total a todos os ambientes.
Os sanitários serão equipados para atender confortavelmente às pessoas com
necessidades especiais, em acordo com a NBR 9050.
Além dos sanitários principais, foi proposto um lavabo unissex adaptado para P.N.E.
em cada pavimento. No térreo, este se encontra próximo à secretaria (para melhor
atender a funcionários e/ou alunos que estejam nas salas próximas, sem
necessidade de um maior deslocamento). No segundo pavimento, este encontra-se
com acesso voltado para o camarim (para atender aos grupos de teatro e/ou dança
que estiverem utilizando o ambiente).
O projeto conta com uma escada em cada extremidade da edificação, devidamente
dimensionadas e com corrimão em acordo com a NBR 9050 e NBR 9077.
As maçanetas de todas as portas internas serão do tipo alavanca. As maçanetas das
portas de entrada serão com puxador vertical. Ambas de fácil acionamento e
acessíveis para pessoas de alturas variadas.

 Sustentabilidade:
As mansardas propostas na cobertura da edificação possuem janelas venezianadas
para ventilação permanente. Isso proporciona ventilação cruzada, renovando o ar do
ambiente e mantendo a temperatura constante no interior. Esta solução reduzirá a
necessidade de utilização excessiva de condicionamento de ar, reduzindo o
consumo e o impacto ambiental gerado pelo mesmo.
Nas mansardas também foram propostas janelas com aberturas em vidro, para o
maior aproveitamento possível da iluminação natural no interior do ambiente. Esta
solução reduzirá a necessidade de utilização excessiva de iluminação artificial
durante o dia.
Aproveitando-se da extensa superfície de telhado da edificação, foi proposto um
sistema de recolhimento da água da chuva através de calhas e armazenamento em
cisterna, para posterior reuso desta água em descargas sanitárias, lavagem de
calçadas, e outras atividades (em que se possa utilizar a água da chuva). Esta
solução reduzirá o consumo de água potável.
As bacias sanitárias especificadas neste memorial são do tipo regulador de fluxo,
com duas opções de fluxo, 3 e 6 litros. As torneiras dos lavatórios são de fechamento
automático. Estes elementos reduzirão substancialmente o consumo de água.
B. Imagens ilustrativas do projeto:
C. Ambientes e atividades:

 Secretaria:
Local que será usado pela secretária do Centro Cultural 25 de Julho com carga
horária de 44 horas semanais, para atender as necessidades dos associados,
recepcionar os visitantes, dar informações turísticas, etc.

 Recepção/Espera:
Hall de entrada e área de espera com sofás e televisão, com intuito de passar vídeos
institucionais sobre as atividades realizadas no Centro Cultural e sobre tradições da
Cultura Alemã.

 Biblioteca e Videoteca - material Cultura Alemã:


O Centro Cultural 25 de Julho possui muito material de literatura alemã, vídeos de
musicais, vídeos turísticos alemães e didáticos de dança. Neste espaço, este
material estaria disponível para os visitantes conhecerem mais da cultura local e
também para estudo das turmas de língua alemã e dos integrantes dos grupos de
dança.

 Closet para Trajes Típicos:


Local ventilado, com vários armários para o armazenamento dos Trajes Típicos dos
grupos de dança, mantendo-os em boas condições.
 Sala dos departamentos:
Existem os departamentos de Dança, de Teatro, de Esporte e da Terceira Idade.
Todos têm objetos, trajes típicos dos grupos de danças, troféus e lembranças
recebidas em encontros culturais. Esta sala seria para guardar estes objetos. Além
de ser local de oficinas de artesanato para a terceira idade.

 Acervo Cultural:
Preservar e guardar a história dos grupos que compõem a entidade é um
compromisso para as gerações futuras, e para isto, o Acervo é um espaço nobre.
Desde a fundação em 25 de Julho de 1986, o Centro Cultural 25 de Julho através de
suas ações culturais, esportivas e folclóricas reuniu um número expressivo de peças.
Entre elas há quadros, troféus, lembranças, fotos, banners, flâmulas, honras ao
mérito, prêmios de destaque cultural, etc. Este material juntamente com a Galeria
dos Ex-presidentes, trajes típicos, peças que retratam a herança histórico-cultural
dos antepassados estarão em exposição no Acervo, aberto a comunidade local e
regional.
O Acervo também abrigará peças relativas à Oktoberfest de Santa Cruz do Sul, da
qual sempre fez parte através de atividades folclóricas e culturais desde o seu
nascimento. Os vestidos de gala das ex-soberanas, coroas e outros objetos relativos
à Oktoberfest - a Festa da Alegria - estarão expostos em armários próprios.
Todos os objetos serão expostos com o devido cuidado quanto à sua segurança e
sua conservação.

 Sala de Aula de Língua Alemã:


O Centro Cultural 25 de Julho mantém há seis anos uma pequena sala para o ensino
da língua alemã para os filhos de associados que tenham interesse. As aulas são
ministradas por dois professores formados que trabalham de forma voluntária para a
entidade. Com uma sala ampla e arejada, seria possível abrir turmas para a
comunidade, organizando por faixas etárias, inclusive para adultos que estejam
interessados.

 Sala para Jogos Germânicos / eventual Sala de Ensaio (danças folclóricas):


Sala destinada aos jogos de bolão de mesa, bolão de bola presa adulto e infantil,
corona e mesa de mini stock, para que possam ficar a disposição de turistas e
associados do Centro Cultural 25 de Julho.
Atualmente praticados apenas uma vez por mês na noite cultural quando o
associado é convidado a participar dos jogos gratuitamente. Após a janta,
instrumentos musicais puxam canções do folclore alemão trazidos pelos
antepassados.
Normalmente participam em torno de cem pessoas de todas as idades. Com a
ampliação do espaço e os equipamentos dos jogos definitivamente instalados,
pretende-se abrir para a participação da comunidade local.
Quando necessário, este local também seria útil para ensaios de danças e de
apresentações de pequeno porte.

 Depósito/Armários:
Local de apoio à Sala para Jogos Germânicos. Depósito com armários com chave,
para guardar materiais de jogos.

 Copa:
Pequeno espaço de apoio para bem servir com lanches e bebidas os usuários dos
ambientes que se encontram no pavimento térreo.

 Espaço Multiuso para Apresentações Folclóricas:


Este espaço será utilizado para festivais de danças folclóricas germânicas,
apresentações de peças teatrais, encontros de jantares típicos germânicos,
beneficiando as trezentas famílias associadas e a comunidade em geral. Pode
também ser usado como centro de convenções para palestras e seminários sobre
assuntos relativos à Cultura Alemã.
O departamento de danças professor Nelson Bender do Centro Cultural 25 de Julho
tem atualmente cento e quarenta dançarinos divididos em cinco categorias do infantil
a terceira idade, todos os grupos tem seus horários diferenciados para os ensaios.
Os ensaios destes grupos também ocorreriam neste espaço.

 Camarim/Palco:
Espaço para os grupos de dança, teatro e canto se prepararem / Espaço para a
respectiva apresentação.

 Chapelaria:
Local de apoio para os visitantes guardarem casacos, chapéus e demais volumes.

 Copa:
Espaço de apoio para bem servir com lanches e bebidas os usuários do Espaço
Multiuso durante os eventos de dança, teatro ou demais apresentações folclóricas.
Foi proposta a instalação de um elevador de pratos ligando as duas copas, caso seja
necessária uma integração para melhor atender um provável aumento de público,
durante um evento de grande porte.
 Varanda:
Área externa para contemplação da vista. Área para possível uso pelos fumantes.

 Sótão:
Local para guardar materiais dos departamentos que não sejam de uso tão
frequente. Local extra para possíveis atividades de grupo, encontros ou ensaios,
caso os outros ambientes do Centro Cultural estejam ocupados.

___________________________ ___________________________
Luiz Carlos Kaufmann Arquiteta Layla Bressler
CENTRO CULTURAL 25 DE JULHO FERNANDES ENGENHARIA LTDA.

Santa Cruz do Sul, 08 de março de 2013.


Memoriais Descritivos

Projetos Complementares

Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul


ÍNDICE

1. Disposições Gerais

2. Memorial Descritivo - Instalações Hidrossanitárias

3. Memorial Descritivo - Instalação Elétrica de Baixa Tensão

4. Memorial Descritivo - Instalação de Rede Lógica, Televisão e Telefonia


DISPOSIÇÕES GERAIS

O Projeto de Arquitetura do Centro Cultural 25 de Julho e o seu Memorial Descritivo de


Projeto Arquitetônico são complementados pelo presente documento, composto por um
conjunto de Memoriais Descritivos referentes aos Projetos Complementares em anexo.
Projetos e Memoriais constituem, portanto, uma peça única a qual define os serviços a
serem executados e materiais a serem empregados para realização da obra. Em caso de
dúvida, omissão ou divergência quanto à interpretação destes elementos, deverá ser
consultada a autora do projeto.
Fica a cargo do responsável técnico, a execução da obra, assim como o conhecimento
de todos os elementos técnicos e normas administrativas de trabalho.
Todo o material a ser empregado obedecerá a especificações ficando, entretanto,
entendido que, em todos os casos de caracterização de materiais através de definição de
marca, tipo, denominação ou fabricante, somente será possível a alternativa para emprego
de materiais considerados similares, quando ficar comprovada a inviabilidade de sua
utilização ou a inexistência dos mesmos no mercado local.
A mão-de-obra a ser empregada, sempre que necessário, especializada, será
executada por operários tecnicamente capazes e conhecedores de suas funções, exigindo-
se em todos os serviços, além do esmero em acabamentos, o máximo de educação,
discrição e cuidados excepcionais.
MEMORIAL DESCRITIVO
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

1. Objetivo
O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os métodos de execução e
os materiais a serem utilizados nas instalações hidráulicas de água fria e instalações
sanitárias, com respectivo tratamento.

2. Generalidades
As instalações de água fria, águas pluviais e esgoto serão executadas segundo as
Normas Brasileiras:
 Instalação predial de água fria – NBR 5.626/98;
 Sistemas prediais de esgoto sanitário – NBR 8.160/99;
 Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário – NBR 9.649/86;
 Instalações prediais de águas pluviais – NBR 611/88;
Não será permitido dobrar tubos rígidos ou utilizar tubos flexíveis, sendo obrigatória a
instalação de conexões específicas a cada mudança de direção da rede.
A rede de água será instalada nos locais especificados no projeto, sendo que nos pontos
onde houver instalações altas (pias, bacias, mictórios, lavatórios e tanques), será embutida
na alvenaria.
A rede de esgoto será instalada nos locais especificados no projeto, sendo executada
em alguns casos na parede e em outros sobre a laje existente sendo necessário fazer o
enchimento para o piso de concreto, com declividade mínima de 1% em direção da rede
coletora pública (2% para o esgoto cloacal). Enquanto a obra estiver em andamento, todas
as tubulações abertas bem como os registros e acessórios cromados serão devidamente
protegidos. Todos os aparelhos serão cuidadosamente instalados de modo a obter-se uma
vedação perfeita.

3. Aparelhos Sanitários e Equipamentos


As instalações serão executadas em estrita obediência às normas da ABNT e ao
Código de Instalações em vigor, e nelas serão usados os seguintes materiais:
 Água fria: tubos PVC da marca Tigre ou similar.
 Bacias sanitárias: Deca - Bacia para caixa acoplada Duna com caixa acoplada
Universal Dual Flux, ou similar.
 Cubas: Deca - de apoio elíptica com mesa - cód. L1038, ou similar.
 Saboneteira líquida: de parede 2 unidades em cada sanitário do térreo e 3 unidades
em cada sanitário do segundo pavimento.
 Porta toalha de papel: 2 unidades em cada sanitário do térreo e 3 unidades em cada
sanitário do segundo pavimento.
 Torneiras lavatórios: torneira de mesa com fechamento automático Decamatic Link,
cód. 1172 C. Link, ou similar.
 Válvula para mictório: com fechamento automático Deca ref. 2570c.
 Mictório: com sifão integrado - Deca, cód. 712 17, cor: branco.
 Registros: de pressão e de gaveta da Deca tipo cruzeta, acabamento cromado.
 Torneira com engate para limpeza: cód. 1158 C26 Meber (uma torneira p/ cada
sanitário).

4. Materiais
A rede de distribuição de água fria será executada em PVC rígido, soldável, marca
TIGRE (Cód. SD) ou AKROS/FORTILIT, classe 15, fabricados de acordo com a Norma
Brasileira NBR 5648/77, conexões com a mesma característica e marca, sendo que nos
pontos a serem instalados os aparelhos, as conexões terão a extremidade roscável, com
bucha de bronze ou “latão”.
As soldas serão executadas a frio, com utilização de adesivo específico, seguindo as
seguintes etapas:
 Remover as rebarbas provenientes do corte do tubo, com utilização de lixa d’água;
 Lixar, com lixa d’água, a extremidade externa do tubo e a face interna da conexão,
até que as mesmas percam o brilho superficial;
 Limpar as superfícies lixadas, com solução limpadora TIGRE (SD-34ou SD-35);
 Aplicar o adesivo (SD-33) em toda a área tratada, em quantidade suficiente,
distribuindo o produto uniformemente com o bico da bisnaga ou pincel de cerdas;
 Encaixar as duas extremidades, remover o excesso de adesivo, mantendo sob
pressão por 15 segundos.
As ligações entre tubos serão feitas através de solda a frio entre ponta e bolsa, sendo
que, tendo sido removida a bolsa, utilizar-se-á luva soldável (SD-24). As válvulas esféricas e
de gaveta serão com corpo de bronze, roscável, utilizando-se para sua instalação
adaptadores soldáveis curtos com bolsa e rosca, nos diâmetros especificados em projeto.
Ao utilizar-se conexões roscáveis, as mesmas deverão ser instaladas com aplicação de fita
veda rosca TIGRE (BR-56) sobre os filetes, a favor da rosca, em 3 a 4 camadas
trespassadas em 5mm. Os registros terão “canopla” para instalação de acabamento idêntico
aos utilizados nas torneiras lindeiras.
A rede de água fria deverá ser testada para verificar sua estanqueidade, sendo utilizada
a pressão hidrostática de 3 kg/cm2, com as instalações completamente cheias de água, sem
bolsões de ar, durante 2 horas, antes das paredes e pisos receberem seu acabamento final.
A rede pluvial será por meio de calhas metálicas embutidas no telhado, instaladas no
mesmo alinhamento das paredes, com tubos de queda (seção circular), descendo aparentes
externamente nos locais indicados no projeto arquitetônico.
Os tubos de queda serão em chapa metálica com seção circular e serão ligados à rede
enterrada.
A drenagem dos passeios será mediante caixas coletoras ligadas à rede enterrada.
A rede coletora de esgoto doméstico será executada em PVC rígido soldável, marca
TIGRE (Cód. EG) ou AKROS/FORTILIT, específicos para tal fim, fabricados de acordo com
a Norma Brasileira NBR 5688/77, conexões com a mesma característica e marca.
As soldas serão executadas a frio, com utilização de adesivo específico, seguindo as
seguintes etapas:
 Remover as rebarbas provenientes do corte do tubo, com utilização de lixa d’água;
 Lixar, com lixa d’água, a extremidade externa do tubo e a face interna da conexão,
até que as mesmas percam o brilho superficial;
 Limpar as superfícies lixadas, com solução limpadora TIGRE (SD-34ou SD-35);
 Aplicar o adesivo (SD-33) em toda a área tratada, em quantidade suficiente,
distribuindo o produto uniformemente com o bico da bisnaga ou pincel de cerdas;
 Encaixar as duas extremidades, remover o excesso de adesivo, mantendo sob
pressão por 15 segundos.
As ligações entre tubos serão feitas através de solda a frio entre ponta e bolsa, sendo
que, tendo sido removida a bolsa, utilizar-se-á luva de correr soldável (EG-98).
As caixas sifonadas e de passagem (inspeção) a serem instaladas serão as seguintes:
 Tipo: Diâmetro: Diâmetro Entr/Saída Código:
 Caixa sifonada 150mm 40mm x 75mm 27.15.102.8
 Porta grelha quadrado 150mm -x- 27.61.115.0
 Grelha quadrada 150mm -x- 27.47.115.3
As entradas não utilizadas deverão ser tamponadas com tampões específicos para tal
fim, conforme quadro anterior. Havendo necessidade de diminuição da cota das caixas,
deverão ser utilizados os prolongadores da mesma marca.

5. Instalações de Esgoto Cloacal


Para efeitos de memorial descritivo e projeto das instalações sanitárias, denominar-se-á
esgoto cloacal as águas servidas provenientes das bacias sanitárias, instalados nos
sanitários.
Os efluentes da rede de esgoto cloacal serão coletados e enviados para a rede pública
de esgoto cloacal.
A rede coletora de esgoto cloacal será executada em PVC rígido, soldável, marca
TIGRE (Cód. EG) ou AKROS/FORTILIT, fabricados de acordo com a Norma Brasileira NBR
5688/77, específicos para tal fim, conexões com a mesma característica e marca.
As soldas serão executadas a frio, com utilização de adesivo específico, seguindo as
mesmas etapas descritas para a rede de esgoto doméstico.
As caixas de passagem (inspeção) a serem instaladas serão as seguintes:
 Tipo: Diâmetro: Diâmetro Entr/Saída Código:
As entradas não utilizadas deverão ser tamponadas com tampões específicos para tal
fim, conforme quadro anterior. Havendo necessidade de diminuição da cota das caixas,
deverão ser utilizados os prolongadores da mesma marca.
Observação: os ralos deverão ter fecho hídrico e tampa com fechamento escamoteável.

___________________________ ___________________________
Luiz Carlos Kaufmann Arquiteta Layla Bressler
CENTRO CULTURAL 25 DE JULHO FERNANDES ENGENHARIA LTDA.

Santa Cruz do Sul, 08 de março de 2013.


MEMORIAL DESCRITIVO
INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA TENSÃO

1. Objetivo
O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os métodos de execução e
os materiais a serem utilizados nas instalações elétricas de baixa tensão apresentadas no
projeto elétrico em anexo.

2. Generalidades / Diretrizes para a execução


Todas as tubulações serão embutidas.
A demanda total a ser instalada consta no projeto elétrico em anexo, obedecendo a
normas técnicas da ABNT.
A Contratada deverá montar os equipamentos e materiais necessários às instalações
elétricas, de modo a torná-las completas, sem falhas ou omissões que venham a prejudicar
o perfeito funcionamento dos conjuntos.
Serão de fornecimento da Contratada, quer constem ou não nos desenhos referentes a
cada um dos serviços, os seguintes materiais:
 Materiais para complementação de tubulações, tais como: braçadeiras,
chumbadores, parafusos, porcas e arruelas, arames galvanizados para fiação e
guias, material de vedação de roscas, graxa, talco, etc.
 Materiais para complementação de fiação, tais como: conectores, terminais, fitas
isolantes, massas isolantes e de vedação, materiais para emendas e derivações,
anilhas, etc.
 Materiais para uso geral, tais como: eletrodo de solda elétrica, oxigênio e acetileno,
estopa, folhas de serra, cossinetes, brocas, ponteiros, etc.
O fabricante deverá garantir a reparação e/ou substituição sob suas expensas, de todo
o material ou equipamento em que se constatarem defeitos de fabricação, dentro de 24
meses, a partir da data de sua entrega ou 12 meses a partir da data de inicio de seu
funcionamento.
Todas as instalações deverão ser executadas com esmero e bom acabamento com
todos os condutores, condutos e equipamentos cuidadosamente instalados em posição
firmemente ligados às estruturas de suporte e aos respectivos pertences, formando um
conjunto mecânico e eletricamente satisfatório e de boa aparência.
Todas as instalações deverão estar de acordo com os requisitos da ABNT, materiais
aprovados pela ABNT e INMETRO e deverão ser feitas de acordo com o projeto elaborado e
padrões aprovados pela AES Sul.
Todos os equipamentos e materiais danificados durante o manuseio ou montagem,
deverão ser substituídos ou reparados as expensas da Contratada e à satisfação da
Fiscalização.
As discrepâncias porventura existentes entre os projetos, os memoriais e as
especificações deverão ser apresentadas antecipadamente à Fiscalização, antes de sua
execução, para decisão.
Nenhum circuito deverá ser energizado após a montagem na obra sem autorização da
Fiscalização.
A Fiscalização ou seus prepostos poderão inspecionar e verificar qualquer trabalho de
construção e montagem, a qualquer tempo e, para isso, deverá ter livre acesso ao local dos
trabalhos.
Deverão ser fornecidos todos os meios necessários a tais inspeções, bem como para a
execução de ensaios e coleta de informações relacionadas com o serviço.
Completadas as instalações deverá a Contratada verificar a continuidade dos circuitos,
bem como efetuar os testes de isolamento, para os quais deverão ser observadas as
normas da ABNT, e deverá ser na presença da Fiscalização.
Para todos os circuitos deverá haver equilíbrio de fases, a ser constatado pela
Fiscalização na ocasião dos testes, e que caso não seja verificado deverá ser refeito pela
Contratada.
Todas as provas e os testes de funcionamento dos aparelhos e equipamentos serão
feitos na presença da Fiscalização.
Serão ligados à "Terra" todos aqueles aparelhos passíveis de provocarem, descargas.
A ligação "Terra" será feita no terceiro pino das tomadas ou por meio de um "Jack"
avulso.
Nas juntas de dilatação, caso existente, o eletroduto deverá ser embuchado
(transversalmente) com outro eletroduto de bitola maior, ou com folga prevista para livre
movimento. As curvas, deflexões, etc., de eletrodutos deverão ser feitas com conexões da
própria fábrica e de preferência com conexões de raio longo.
Todas as roscas deverão ser conforme as normas da ABNT.
Os eletrodutos deverão ser cortados perpendicularmente ao eixo. Quando aparentes,
deverão correr paralelos ou perpendiculares às paredes e estruturas, ou conforme projetos.
Toda a tubulação elétrica, de lógica, de telefonia, de sistemas diversos, etc. deverão estar
limpas e secas, antes de serem instalados os condutores. A secagem interna será feita pela
passagem sucessiva de bucha ou estopa, de sopro de ar comprimido.
Durante a construção e montagem, todas as extremidades dos eletrodutos, caixas de
passagem, conduletes, etc. deverão ser vedados com tampões e tampas adequadas. Estas
proteções não deverão ser removidas antes da colocação da fiação.
Os eletrodutos deverão ser unidos por meio de luvas.
Os eletrodutos serão instalados de modo a constituir uma rede contínua de caixa a
caixa, na qual os condutores possam, a qualquer tempo, serem enfiados e desenfiados, sem
prejuízo para seu isolamento e sem ser preciso interferir na tubulação.
A fiação e cabagem de baixa tensão serão executadas conforme bitolas e tipos
indicados nos desenhos do projeto.
Toda a fiação será em cabos flexíveis, não utilizar fios rígidos.
As conexões e ligações deverão ser nos melhores critérios para assegurar durabilidade,
perfeita isolação e ótima condutividade elétrica.
Não serão aceitas emendas nos circuitos alimentadores principais e secundários, a
interligação dos quadros deverá ser feita sempre, em cabos com um só lance.
As emendas e derivações dos condutores deverão ser executadas de modo assegurar
resistência mecânica adequada e contato elétrico perfeito e permanente por meio de
conectores apropriados, as emendas serão sempre efetuadas em caixas de passagem com
dimensões apropriadas.
Igualmente o desencapamento dos fios, para emendas será cuidadoso, só podendo
ocorrer nas caixas.
Todos os condutores deverão ter suas superfícies limpas e livres de talhos, recortes de
quaisquer imperfeições.
As ligações dos condutores aos bornes de aparelhos e dispositivos deverão obedecer
aos seguintes critérios:
 Fios de seção igual ou menor que 6 mm², sob pressão de parafuso, ou conforme
determinado no projeto.
 Cabos e cordões flexíveis de seção igual ou menor que 4mm² com as pontas dos
condutores previamente endurecidas com soldas de estanho, ou conforme
determinado no projeto.
 Condutores de seção maior que acima especificados, por conectores e terminais.
Antes da montagem do acabamento final de cada ponto esta identificação deverá ser
conferida pela Fiscalização, e que deverá dar sua aprovação no Diário de Obras.
Os cabos telefônicos não admitirão emendas, devendo ser em lance único da caixa de
distribuição à tomada.
O cabo neutro será do tipo isolado.
Os quadros elétricos serão constituídos atendendo as normas da ABNT, e demais
pertinentes. O dimensionamento interno dos quadros deverá ser sobre conjunto de manobra
e controle de baixa tensão da ABNT, adequado a uma perfeita ventilação dos componentes
elétricos.
Os quadros deverão possuir os espaços de reserva. Deverá ser previsto ainda espaço
para eventual condensação de umidade.
Os quadros, quando embutidos em paredes deverão facear o revestimento da alvenaria
e serão nivelados e aprumados.
Os quadros para montagem aparente serão fixados às paredes através de
chumbadores, em quantidades e dimensões necessárias a sua perfeita fixação.
O nível dos quadros de distribuição será regulado por suas dimensões e pela
comodidade de operações das chaves ou inspeção dos instrumentos, não devendo, de
qualquer modo, ter a borda inferior a menos de 0,50 metros do piso acabado.
Além da segurança para as instalações que abriga, os quadros deverão ser inofensivos
a pessoas, ou seja, em suas partes aparentes não deverá haver qualquer tipo de perigo de
choque, sendo para tanto isolados.
A fixação dos eletrodutos aos quadros será feita por meio de buchas ou arruelas
metálicas, sendo que os furos deverão ser executados com serracopo de aço rápido, e
lixados as bordas do furo.
As caixas, quando embutidas nas paredes deverão facear o revestimento da alvenaria e
serão niveladas e aprumadas de modo a não resultar excessiva profundidade depois do
revestimento, bem como em outras tomadas, interruptores e outros serão embutidos de
forma a não oferecer saliências ou reentrâncias capazes de coletar poeira.
Todos os quadros deverão conter plaquetas de identificação acrílicas 2x4 cm, para os
diversos circuitos e para o próprio quadro, transparentes com escrita cor preta, fixadas no
quadro e uma tabela plastificada com a descrição dos circuitos.
Serão construídos em estrutura auto-suportável constituídos de perfis metálicos e chapa
de aço, bitola mínima de 14 USG, pintados com tinta epóxi entre 2 demãos de tinta anti-
óxido.
Os quadros deverão ser fechados lateral e posteriormente por blindagens e chapas de
aço removível, aparafusadas na estrutura e frontalmente por portas providas de trinco e
fechadura.
O envolvimento dos equipamentos deverá ser completo, de modo a proteger contra
quaisquer contatos acidentais externos, entrada de pó, penetração de água insetos e
roedores.
As caixas de passagem deverão ser instaladas onde indicado nos projetos a serem
elaborados e nos locais necessários à correta passagem da fiação.
Os aparelhos para luminárias sejam fluorescentes, incandescentes ou dicróicas,
obedecerão, naquilo que lhes for aplicável às normas da ABNT, sendo construídos de forma
a apresentar resistência adequada e possuir espaço suficiente para permitir as ligações
necessárias.
Independentes do aspecto estético desejado serão observadas as seguintes
recomendações:
 Todas as partes de aço serão protegidas contra corrosão mediante pintura,
esmaltação, zincagem, ou outros processos equivalentes, ou conforme indicado no
item pintura de tubulações e equipamentos aparentes.
 As partes de vidro dos aparelhos devem ser montadas de forma a oferecer
segurança, com espessura adequada e arestas expostas e lapidadas, de forma a
evitar cortes quando manipuladas.
 Os aparelhos destinados a ficarem embutidos devem ser construídos de material
incombustível e que não seja danificado sob condições normais de serviço. Seu
invólucro deve abrigar todas as partes vivas ou condutores de corrente, condutos,
porta-lâmpada e lâmpadas permitindo-se, porém a fixação de lâmpadas na face
externa dos aparelhos.
 Todo aparelho deve apresentar marcado em local visível as seguintes informações:
nome do fabricante, ou marca registrada, tensão de alimentação, potências máximas
dos dispositivos que nele podem ser instalados (lâmpadas, reatores, etc.).
3. Materiais
A iluminação dos sanitários e das copas será com Luminária cilíndrica de embutir, corpo
em chapa de aço fosforizado, refletor revestido de alumínio altapureza, para lâmpada base
e-27, 2 x 26W, ou similar.
A iluminação dos demais ambientes será com Luminária completa, de embutir, refletor e
aletas em alumínio, fluorescente tubular 2 x 14W, G5, ou similar.
Somente serão usadas curvas do tipo "pré-fabricadas", não se aceitando o curvamento
a fogo das tubulações em PVC.
Deve-se eliminar as rebarbas da tubulação para posterior conexão em luvas, curvas,
etc.
Somente serão executadas emendas em fiação elétrica em caixas de passagem. Todas
as emendas em fiação serão soldadas (estanhadas) e posteriormente isoladas com fita
isolante antichama da 3M (1ª qualidade) ou equivalente tecnicamente.
Para proteção dos alimentadores gerais e parciais serão usados disjuntores em caixa
moldada, fabricação GE, SIEMENS, WEG, BEGHIM ou equivalente.
Os condutores serão todos de cobre secção mínima de 2,5 mm², com isolamento do
tipo SINTENAX 1000 V da Pirelli ou equivalente tecnicamente (Similares: Siemens ou
Furukawa) com exceção do condutor terra, que terá isolamento de PVC 70°/750 V.
A iluminação de emergência será do tipo portátil compacta, baterias recarregáveis,
marcas Pial, Siemens, Unitron, FLC. Para sinalização de emergência deverá ser colado o
adesivo com inscrição de "Saída de Emergência" referência PIAL 609.76 + 615.80, ou
equivalente das marcas Siemens, Unitron, ou FLC.
Não será permitido o uso de baterias de chumbo no sistema de emergência.
As tomadas 110V - preta e 220V - branca deverão ter cores diferentes e identificação
escrita, junto ao espelho.
As cores padronizadas para fiação serão as seguintes:
 fases - vermelho, preto e branco
 neutro - azul
 retorno - cinza ou amarelo
 terra - verde
Os condutores só poderão ter emendas nas caixas de passagem, devendo nesses
pontos, serem devidamente isolados com fita isolante plástica PIRELLI ou 3M, para cabos
de baixa tensão, sendo as emendas devidamente estanhadas.
O isolamento das emendas e derivação deverá ter características no mínimo
equivalentes às dos condutores utilizados.
Todas as conexões em cabos serão executadas com conectores do tipo pressão (sem
solda), que deverão ser previamente aprovados pela Fiscalização.
Todos os materiais e conectores serão de cobre de alta condutividade, estanhados e
com espessura conforme especificações do projeto elétrico específico.
No caso de condutores serem puxados por métodos mecânicos, não deverão ser
submetidos a tração maior que a permitida pelo fabricante do cabo, responsabilizando-se a
empreiteira pelos eventuais danos às características físicas e/ou elétricas do condutor.
Os fios e cabos deverão ser cobertos com lubrificantes adequados de forma a facilitar
sua introdução nos eletrodutos.
O uso de lubrificantes na enfiação deverá ser restrito a tipos de efeito neutro sobre os
eletrodutos, os condutores e seus revestimentos e isentos de quaisquer impurezas,
especialmente materiais abrasivos e a tipos que não adiram de maneira permanente aos
cabos e fios. Utilizar talco ou parafina.
Os circuitos alimentadores gerais serão em cobre eletrolítico com isolamento antichama,
capa interna de PVC 70°C e externa pirevinil - 1000V - Tipo Sintenax - marca Pirelli,
Siemens, Furukawa, Alcoa, Nambei, aprovados pelo INMETRO.
Todos os circuitos deverão ser identificados através de anilhas plásticas das marcas
especificadas no presente memorial, sendo uma no centro de distribuição, e as demais nas
tomadas, interruptores, luminárias, caixas octogonal, caixas de passagem, etc.

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Luiz Carlos Kaufmann Arquiteta Layla Bressler
CENTRO CULTURAL 25 DE JULHO FERNANDES ENGENHARIA LTDA.

Santa Cruz do Sul, 08 de março de 2013.


MEMORIAL DESCRITIVO
INSTALAÇÃO DE REDE LÓGICA, TELEVISÃO E TELEFONIA

1. Distribuição informática, telefone e antena


A distribuição no interior do prédio será feita a partir do local indicado em projeto. A
distribuição principal será feita com eletrocalha metálica lisa com tampa e acessórios
tamanho 200×100 mm. Desta para as demais salas, a distribuição será feita com eletroduto
PVC rígido. A eletrocalha deverá ser instalada fixa ao teto acima do forro. As eletrocalhas
deverão ser aterradas solidamente nas extremidades.

2. Tubulação telefônica
A instalação telefônica será integrada à instalação de informática. As eletrocalhas serão
compartilhadas. Serão instalados eletrodutos no teto, paredes e no piso e caixas de saída e
de passagem embutidas nas paredes.

3. Tubulação para antena


A instalação para antena será integrada a instalação de informática. As eletrocalhas
serão compartilhadas. Serão instalados eletrodutos flexíveis corrugados no teto e parede,
até as caixas de saída,

4. Considerações gerais
 Os eletrodutos e as caixas deverão ser fechadas com peças apropriadas, impedindo
a entrada de argamassa ou nata de concreto durante a concretagem.
 Os eletrodutos, eletrocalhas e canaletas devem ser cortados perpendicularmente a
seu eixo, e devem ser fixado as caixas por meio de buchas e arruelas.
 Caso houver juntas de dilatação, os eletrodutos deverão ser seccionados, mantendo-
se as características para a sua utilização.

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Luiz Carlos Kaufmann
CENTRO CULTURAL 25 DE JULHO FERNANDES ENGENHARIA LTDA.

Santa Cruz do Sul, 08 de março de 2013.

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