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Instituto de Geociências – UnB

Sensoriamento
Remoto
Aplicado a
Exploração Mineral
Pre-Processamento,
Fonte Processamento e
Aquisição com Produtos finais
Dados interpretação
Sensores

Atmosfera

Sensoriamento
Remoto
Interação com material
de superfície
Tecnologias de SR aplicados na Exploração Mineral
0.38 0.5 0.6 0.78
O Espectro Azul Verde Verm.

Eletromagnético
(EEM) UV IV Região do EEM
utilizada na Geologia
Espectral e SR
Visível
Comprimento de Ondas (mm) VIS 1mm 1m
10-7 10-6 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 1 10 102 103 104 105 106 107 108

Raios-g TV / Rádio
Raios-X Microondas SAR
Ultravioleta Infravermelho
(0.28-0,38mm)
Infravermelho
Próximo (0.78-1.5mm) NIR Termal (>3mm; <1mm) TIR
Ondas Curtas (1.5-3 mm) SWIR
Resoluções das imagens

Nas aplicações de sensoriamento remoto duas


questões estão sempre presentes:

1. qual é a melhor resolução da imagem para se


identificar ou resolver os objetos de interesse e;

2. qual é a melhor escala para representar os


objetos ou fenômenos geográficos.
Resoluções das imagens
1. RESOLUÇÃO ESPACIAL- define o menor elemento de área que
é visto no terreno pela abertura do ângulo cônico do sistema
óptico do sensor.

2. RESOLUÇÃO ESPECTRAL – pode ser definida tanto pelo


número de bandas que um sensor possui, com também pela
largura espectral das bandas e as posições que elas ocupam no
espectro eletromagnético.

3. RESOLUÇÃO RADIOMÉTRICA – define a acurácia que o


sensor mede a radiância espectral dos materiais.

4. RESOLUÇÃO TEMPORAL – intervalo de tempo para revisita do


satélite à áreas
Resolução espacial
Determina o tamanho do menor objeto que pode ser identificado em uma
imagem. Por definição, um objeto somente pode ser resolvido (detectado),
quando o tamanho deste é, no mínimo, igual ou maior do que o tamanho do
elemento de resolução no terreno, ou seja, da resolução espacial.

A resolução espacial deve


ser entendida como uma
medida geométrica, e,
portanto, não deve ser
considerada como
sinônimo de pixel.
Pixel representa uma taxa
de amostragem no
terreno, que mede no
espaço geométrico do
elemento de resolução no
terreno, o valor da
radiância do alvo.
Evolução da Resolução Espacial no tempo
Resolução espacial média

1972 1972 1976 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 2012 2014
Today

Landsat 1 68 x 83m
Landsat 2 68 x 83m
Landsat 3 68 x 83m
Landsat 4 30m/120m 26/4/1982 - 3/5/2001

Landsat 5 30m/120m
Landsat 7 15m/30m/60m
15m/30m
Landsat 8
/60m
ASTER 15m/30m/90m
CBERS-1 20m/80m/260m
CBERS-2 20m/80m/260m
CBERS-2B 20m/80m/260m
Evolução da Resolução Espacial no tempo
Resolução espacial alta

1986 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 2010 2013 2014
Today

SPOT 1 10m/20m
SPOT 2 10m/20m
SPOT 3 10m/20m
SPOT 4 10m/20m
SPOT 5 2,5m/10m
SPOT 6 1,5m/6m
ALOS 2,5m/10m
RapidEye 5m
FORMOSAT-2 2m/8m
Evolução da Resolução Espacial no tempo
Resolução espacial muito alta

1999 1999 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2013 2014
Today

IKONOS 0,82m/3,20m
SkySat-1 0,90/2m
QuickBird 0,61m/2,44m
Pléiades 1A 0,50m/2m
Pléiades 1B 0,50/2m
WorldView-1 0,55m
WorldView-2 0,46m/1,80m
0,31m/1,24m
WorldView-3
/3,7m
GeoEye-1 0,50m/2m
Resolução espacial

IKONOS - 1m SPOT (Pan) - 10m IRS MSI LISS III - 23.5m


IRS-1C (Pan) - 5.9m SPOT (XS) - 20m Landsat TM - 30m

Devido à limitação que o sensor orbital tem para transmitir grandes volumes de dados
para as estações terrestres, as imagens que recobrem grandes aéreas, de dezenas de
milhares de quilômetros quadrados (ex. Landsat e CBERS) são associadas com
resoluções espaciais menores (30, 20 metros), e as imagens que recobrem pequenas
áreas (ex. Ikonos e Orbview) são associadas com resoluções espaciais grandes (1
metro).

Imagens de pequena resolução espacial → estudos em escalas mais regionais

Imagens com grande resolução espacial → estudos locais de detalhe.


Resolução espacial
Pode-se estabelecer uma relação de comparação entre a
resolução espacial e a escala de visualização da imagem. As
escalas para as correspondentes resoluções espaciais de alguns
conhecidos sensores são sugeridas:
Resolução espectral
O termo resolução espectral envolve pelo menos três
parâmetros de medida:
i. o número de bandas que o sensor possui;
ii. a largura em comprimento de onda das bandas;
iii. as posições que as bandas estão situadas no espectro
eletromagnético.

A > número de bandas e


a < largura de banda
→ > resolução espectral
Resolução espectral
Tipos de tecnologias
de SR segundo a
dimensionalidade
espectral

Larguras de bandas
muito estreitas
diminuem a
quantidade de
energia radiante do
pixel, o que ocasiona
baixa razão
sinal/ruído.
Resolução espectral
As feições de absorções
são identificadores de
composições dos tipos
de rochas, solos,
vegetação e água, e
normalmente, são da
ordem de 10 nm a 20
nm. Sensores com
bandas muito largas,
além de 20 nm tendem
a não ser capazes
de diferenciar um
objeto do outro em
função de sua
composição. Espectros de caulinita visto em
diferentes resoluções espectrais
correspondentes a diferentes sensores
Evolução da Resolução Espectral
Sensores orbitais
 Landsat 1-3 ....................... 4 bandas (VNIR e SWIR) Sensores
 Landsat 4-5 ....................... 7 bandas (VNIR, SWIR e TIR) multiespectrais de
resolução espacial
 Landsat 7 .......................... 8 bandas (Pan, VNIR, SWIR e TIR) média
 Landsat 8 .......................... 11 bandas (Pan, VNIR, SWIR, TIR)
 ASTER ............................. 14 bandas (VNIR, SWIR, TIR) Sensor
 HYPERION ........................ 210 bandas (VNIR e SWIR) hiperespectral de
 SPOT 1-6 .......................... 4-5 bandas (Pan, VNIR) resolução espacial
média
 ALOS ................................ 5 bandas (Pan, VNIR)
 IKONOS ............................ 5 bandas (Pan, VNIR)
Sensores
 QuickBird .......................... 5 bandas (Pan, VNIR)
multiespectrais de
 GeoEye-1 .......................... 5 bandas (Pan, VNIR) resolução espacial
 WorldView-2 ...................... 9 bandas (Pan, VNIR) alta a muito alta
 WorldView-3 ...................... 17 bandas (Pan, VNIR, SWIR)
Níveis de informação espectral
Quantificação: determina a abundância, cristalinidade e
composição química de materiais.

Caracterização: determina variabilidade de materiais


Hiperespectral identificados (ex. areias úmidas/secas, efeitos do tamanho
100`s de bandas
de partículas do solo).

Identificação: determina a identidade única das categorias


genéricas abaixo expostas (ex. Identificação de material).

Discriminação: determina as categorias genéricas das


classes abaixo expostas.
Multiespectral
10`s de bandas Classificação: separa materiais em grupos espectralmente
semelhantes

Detecção: determina a presença de materiais, objetos,


Pancromática
atividades, ou eventos.
Resolução radiométrica
Em termos práticos, a
quantização do sinal é
medida pelo intervalo de
número de valores digitais
usados para expressar os
valores de radiância
medidos pelo detector.

8 bits
256 níveis de cinza
(28=256)
Resolução temporal

 Refere-se à frequência que o sensor revisita uma área e obtém


imagens periódicas ao longo de sua vida útil. Isso só é possível
porque os satélites de sensoriamento remoto executam uma
órbita heliossíncrona, que é um caso particular de uma órbita
semipolar.
 A resolução temporal é fundamental para acompanhar ou
detectar a evolução ou mudanças que ocorrem na Terra,
principalmente para alvos mais dinâmicos, como o ciclo
fenológico de culturas, desmatamentos, desastres ambientais,
tendo forte impacto na monitoração ambiental.
O Sensoriamento Remoto vai
muito além de belas imagens!
Pixel

Dimensão
espectral

Cada pixel possui um


espectro contínuo
que pode ser usado
para identificar os
diferentes materiais
nele presentes

Assinatura
espectral
Geologia Espectral
 Determinação da mineralogia/química mineral utilizando a técnica
de espectroscopia de reflectância e/ou de emissão.

 A Geologia Espectral utiliza a energia eletromagnética


absorvida/emitida por processos moleculares (eletrônicos e
vibracionais) em determinados λs para estabelecer a composição
mineral por meio de um espectro completo, medido para cada
pixel/amostra.

 Utiliza técnicas não-invasivas e remotas, cuja aplicação independe


de escala.

 Complementa as informações fornecidas pelos dados exploratórios


convencionais (geofísica, geoquímica e mapeamento geológico).
Interação entre a Radiação Eletromagnética
e a superfície
Energia Energia
Incidente Refletida
ρ = 100 L
E
ρ = reflectância em %;
E = intensidade da energia
incidente;
L = intensidade da energia
Energia que deixa a amostra.
Energia
Absorvida Transmitida
Espectroscopia de Reflectância

Definição: é uma técnica que tem a função de medir em


diferentes comprimentos de onda a energia eletromagnética
refletida pela superfície do material e representá-la na forma
de um gráfico designado como espectro de reflectância.

 O desenvolvimento dos espectrômetros portáteis de


campo começou em 1978.
Interação entre a EEM e Matéria
Os processos mais importantes pelos quais ocorre a interação entre a EEM e a
matéria são:

 Transições eletrônicas:
• ocorrem ao nível dos átomos (metais de transição: Fe, Cu, Ni, Cr, Co, Mn, etc.)
e requerem maiores quantidades de energia;
• predominam nas regiões do espectro correspondentes ao UV e VIS;
• ocorrem indistintamente em matéria sólida, líquida e gasosa.

 Transições vibracionais:
• ocorrem ao nível das moléculas e requerem quantidades médias de energia;
• predominam nas regiões do espectro correspondentes ao SWIR e acima deste;
• ocorrem indistintamente em matéria sólida, líquida e gasosa.

 Transições rotacionais:
• ocorrem ao nível de moléculas e requerem baixos níveis de energia;
• predominam na região do espectro correspondente às microondas;
• afetam somente a matéria gasosa.
Regiões espectrais relevantes para a
Geologia Espectral
• Visível e Infravermelho próximo – 0,4–1,0 μm (VNIR)
– Óxidos/hidróxidos de Fe e outros minerais portadores de Fe
(Hematite, Goethite, Jarosite, Siderite)
– Minerais portadores de REE
– (Vegetação)

• Infravermelho de Ondas Curtas – 1,0-2,5 μm (SWIR)


– Minerais portadores de hidroxila (Al-OH, Mg-OH e Fe-OH)
Argilas, Filossilicatos, Anfibólios
– Sulfatos
– Carbonatos
– Minerais portadores de amônia

• Infravermelho Termal – 8,0-12,0 μm (TIR)


– Silicatos: quartzo, feldspato, granadas, piroxênios
– Carbonatos
Detalhes de um espectro
de reflectância
Feição de absorção
(linha do contínuo)

FWHM: largura
à altura média
da feição

A posição, forma, profundidade e


largura das feições de absorção
são controladas pela estrutura
cristalina e composição química
dos diferentes minerais Thompson et al. 1999
Funções da Espectroscopia de Reflectância no VNIR-SWIR
- Filosilicatos (ex. argilas, clorita, serpentina) Caracterizar
- Silicatos contendo OH (ex. Epidota e anfibólios tipos de
- Sulfatos (ex. alunita, jarosita, gesso) alteração e sua
 Identificação - Carbonatos (ex. calcita, dolomita) relação com
mineral - Óxidos (ex. Goethita, hematita) geoquímica e
- Minerais contendo NH4 (ex. buddingtonita mineralização

 Informação Delineação de temperatura e zoneamento


- Caulinita
sobre grau de - Ilita
geoquímico, ou distinguir argilas formadas por
cristalinidade alteração hidrotermal das formadas por
- Muscovita
Meteorização

Função de temperatura, interação com rocha


 Variação - Ilita
encaixante e composição do fluido hidrotermal
- Clorita
composicional e da proximidade às zonas mineralizadas
- Carbonato
- Alunita

Resume características mineralógicas,


 Informação - Abundância
composicionais, de cristalinidade, de
quantitativa - Composição
proporções relativas, em forma numérica
- Cristalinidade
Comportamento Espectral de Minerais

Óxidos e Hidróxidos de Fe3+ Hematita

Jarosita
Reflectância (%)

Goetita

Comprimento de Onda (mm)


Comportamento Espectral de Minerais

Montmorilonita
Silicatos contêm ions do
tipo hidroxila (OH-) que,
quando combinados com
alguns metais (Mg-OH e
Reflectância (%)

Muscovita Al-OH, por ex.) causam


transições vibracionais
que deformam as
Kaolinita ligações (bond-bending
transitions), produzindo
feições de absorção em
torno de 2.2 a 2.3 mm.

Micas e Minerais de Argila

Comprimento de Onda (mm)


Bibliotecas espectrais
Comp. de Quantidade Última
Biblioteca espectral Software Disponível Web
onda (µm) de amostras versão

USGS - United States 0.2 - 150 > 1300 ENVI, Livre splib06a http://speclab.cr.usgs.gov/sp
Geological Survey SIMIS (Set. ectral-lib.html
2007)
JPL ASTER Spectral 0.4 - 2.5 160 ENVI Livre Versão http://speclib.jpl.nasa.gov/do
Library from the Jet 2.0 (Dec. cuments/jpl_desc
Propulsion Laboratory 2008)

JHU - John Hopkins 2 - 25 ? ENVI Livre 1991 http://speclib.jpl.nasa.gov/do


University spectral cuments/jhu_desc
library
IGCP 264 0.7 – 2.5 26 ENVI Livre em 1990
Envi
GMEX - Guides for 0.4 – 2.5 ? TSG Comercial. 3era Ed. http://www.ausspec.com/G
Mineral Exploration Anexo à (2007) MEX.htm
compra de
manuais
GMEX
GESSL - The Geological 0.4 – 2.5 ? TSG Comercial Jul. 2007 http://www.ausspec.com/GE
Environment Specific SSL.htm
Spectral Libraries
Espectro-radiômetro de reflectância
ASD - Fieldspec (St-Res y Hi-Res)
– 350-2500 nm (VNIR-SWIR)
– Resolução espectral:
Standard-Resolution: 3nm@700 nm y 10nm@1400/2100 nm
High-Resolution: 3nm@700nm y 8nm@1400/2100 nm
- Bandas: 2151
- Peso: 5.44 kg + 1.20 kg bateria

TerraSpec Halo
Mineral Identifier
Espectrometro de reflectância
SCIRO – Austrália
HyLogging system
– Baseado em espectroscopia de reflectância
ASD, este equipamento escanea testemunhas
de sondagem ou chips de forma robotizada e
rápida
– 350-2500 nm (VNIR-SWIR) e 5000-14000nm
(TIR)
– Inclui o HyLogger™, HyChips™ e TIR-Logger™
– O HyLogger pode escanear uma média de
700m de testemunhas de sondagem por dia. E
além disso, escanea de forma linear imagens
de alta resolução espacial da testemunha
– Intervalo entre medições: 8mm

http://www.csiro.au/Organisation-Structure/Flagships/Minerals-Down-Under-Flagship/Exploration/hylogging-systems.aspx
Scanner Hiperespectral de testemunhos de sondagem

http://www.corescan.com.au/
Evolução Tecnológica do SR aplicado na
Exploração Mineral
1972 2015

Avanços na tecnologia dos sensores


Aumento nas resolução espectral, espacial e radiométrica
Evolução dos computadores e dos softwares para processamento
Desenvolvimento comercial de sensores orbitais e
aerotransportados, e de espectrômetros de campo compactos
Desenvolvimento da geotecnologia SIG, permitindo a integração do
SR com mapas geológicos, geoquímica, geofísica, etc.
Imagens com distribuição gratuita ou a baixo custo
Estereoscopia orbital e geração de Modelos Digitais de Elevação
PRINCIPAIS SENSORES REMOTOS
Sensores Remotos
Um imageador é um instrumento que a cada instante capta a
energia eletromagnética da radiância de pequenas amostras de
área da superfície terrestre (pixel), convertendo-a, através dos
detectores, em um sinal elétrico cuja intensidade é
correspondente à intensidade da radiância de cada pixel.

Principais classes de sensores imageadores:


 Sensores ópticos – que utilizam fonte solar de radiação
eletromagnética
 Sensores termais – que usam a Terra como a fonte de
radiação
 Sensores de radar – que usam fontes artificiais de radiação36
SENSORES

IMAGEADORES NÃO-IMAGEADORES

PASSIVOS ATIVOS PASSIVOS ATIVOS

RAR Espectro-radiômetros radar altímetro


SAR
Laser (LIDAR)

câmera Espectro-radiômetros
fotográfica

Sensores multi e hiperespectrais

Fotografias, imagens, fitas magnéticas. Gráficos, tabelas, temperaturas.


Amostragem e visualização maior Amostragem e visualização menor
Sensores fotográficos
 Sensores que operam nos comprimentos de onda
0,4 µm - 0,9 µm – Visível ao Infravermelho Próximo

 Sistema imageamento
Principais  Detector
Parâmetros  Resolução espacial / escala
 Distorções

38
Câmeras fotográficas
©KOKUSAI KOGYO Co.
©Leica Geosystems Co.

Film camera
RC30 (Leica Geosystems) DMC (Z/I Imaging)
Digital camera
39
Tipos de filmes

preto & branco


colorido
Infravermelho
©Kodak Japan Ltd.
colorido

40
Landsat
Landsat
Landsat

Dados gratuitos!
http://glcf.umd.edu/data/landsat/
http://glovis.usgs.gov/ Landsat 8
http://earthexplorer.usgs.gov/ Rio Ugab, Namíbia
Landsat

Cobertura Global
ASTER
- 3 bandas VNIR
Resolução espacial: 15 m
- 6 bandas SWIR
Resolução espacial: 30 m
- 5 bandas TIR
-Resolução espacial: 90 m

- 60 x 60 km (área
imageada)

- Lançado em Dez/1999 a
bordo da plataforma Terra
(EOS-AM1).

- Desde Abril de 2007, os


detectores do SWIR não
estão funcionando
corretamente.
Comparação entre Landsat e ASTER

Espectro de
caulinita

VNIR SWIR TIR

Comprimento de Onda (µm)


ALOS
Resolução Espacial e
Sensor Largura da Faixa de Características Utilização
Imageamento
PRISM Resolução Espacial: Possui 3 sistemas óticos Cartografia, Construção de MNT/DEM
2.5 m independentes para para mapeamento, planejamento
Faixa Imageada : 35 imageamento ao nadir, na urbano, agricultura, estudos florestais,
km no modo Triplet dianteira e na traseira, estudos costeiros, monitoramento de
70 km no modo nadir produzindo assim um par enchentes, geologia, simulações 3D,
estereoscópico ao longo da etc...
órbita do satélite.
AVNIR-2 Resolução Espacial: Se destina principaImente a Indicado para todas as aplicações
10 m observação de terras temáticas que dizem respeito ao meio
Faixa Imageada: 70 km continentais e áreas ambiente, vegetação, agricultura,
litorâneas.Para recobrimento recursos renováveis e não renováveis.
de Municípios, Estados e Muito polivalente, podendo ser
Países. Tem 4 bandas visualizado em cores verdadeiras( 3-2-
espectrais ( B-G-R-IR ) 1 em R-G-B) ou falsas cores ( 4-3-2
em RGB) ou cores naturais simuladas
( 3-4-2 em R-G-B).
PALSAR Resolução O PALSAR é um sensor
Espacial: 10 m no ativo de micro ondas que
modo fine opera em banda L que pode Indicado para estudos geológicos,
100 m no modo Scan observer a Terra tanto em interferometria, imageamento em
Sar modo FINE para estudos de regiões de densa cobertura de nuvens,
Faixa Imageada: 70 km precisão como em modo estudos off-shore
no modo fine, 250 a 350 Scan SAR para observar
km no modo Scan SAR áreas muito maiores.
IKONOS

Sistema de resolução espacial muito alta


•sensor pancromático: 0,82 m.
• sensor MS: 3,2 m – 4 bandas (B,G,R,IR)
• Largura da faixa imageada: 11,3 km
• O primeiro satélite a fornecer imagens de
alta resolução espacial (lançado em 1999)
• Imagens estéreo para MDE
• Resolução radiométrica: 11 bits
QuickBird

Sistema de resolução espacial muito alta


• Banda Pan: 0,55 m
• Bandas MS: 2,44 m – 4 bandas
(B,G,R,IR)
• período de revisita: 1 a 3,5 dias (+/- 30º
off nadir)
• largura da faixa imageada: 16,5 km
• lançado em 18/10/2001.
WORLDVIEW 1-2-3

Sistemas de resolução espacial muito alta

Características:

• WorldView-1: 1 banda Pan 0,50 m (VNIR)

• WorldView-2: 1 banda Pan 0,46 m (VNIR) + 8 bandas Multi 1,85 m (VNIR)

• WorldView-3: 1 banda Pan 0,31 m, 8 bandas Multi 1,24 m (VNIR) + 8


bandas SWIR 3,70 m

• largura da faixa imageada: < 16,5 km


WORLDVIEW 1 - 2
WORLDVIEW-3

Lançado em Agosto de 2014.


Ainda em fase de calibração
Principais sensores hiperespectrais
orbitais e aerotransportados
AVIRIS-NG (NASA)
EO-1 Hyperion • 224 bands
• 220 bands • 380-2510 nm
• 400-2500 nm • ~10 nm bands
• ~10 nm bands • 0.3-4.0 m pixels;
• 30 m pixels;

HyMap
• 128 bands
SpecTIR
• 450-2500 nm
• 356 VNIR-SWIR
• ~15-20 nm bands
bands
• 3 to 10 m pixels
• 128 LWIR bands
• 128 TIR bands
• ~5-10 nm bands
• 0.5 to 4 m pixels
PROCESSAMENTO DE IMAGENS
Processamento de imagens
 Consiste na transformação dos dados das imagens originais em
novos conjuntos de imagens com melhores qualidades espectral
e espacial
 Os algorítimos de processamento de imagens digitais tratam
matematicamente a imagem como um dado diretamente
relacionado ao processo físico que o criou
 Porém, a representação e o processamento matemático da
imagem não é 100% a representação do mundo real. Por isso,
sempre caberá ao usuário, e não apenas ao computador, a
interpretação dos significados dos dados contidos nas imagens
Fluxo do IMAGEM DIGITAL
processamento
PRÉ-PROCESSAMENTO
de imagens Correção de ruídos
Correção radiométrica
TÉCNICAS DE Correção geométrica TÉCNICAS DE
REALCE Correção atmosférica CLASSIFICAÇÃO

Transformações Transformações Classificações Temáticas


Espaciais Espectrais Supervisionada
Filtros de convolução Ampliações de contraste • paralelepípedo
- passa alta Operações aritméticas • máxima verossimilhança
- passa baixa Componentes principais • distância mínima
- laplaciano Realce por decorrelação • distância de Mahalanobis
- direcional Transformação de cores Não supervisionada
- de bordas Saturação de cores • isodata
- gradiente Fusão de imagens • K média
Filtros adaptativos Segmentada
Filtros de textura Espectral
Filtros de morfológicos Rede neural
INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS
Fotogeologia
É um método de análise e de classificação de
informações relativas aos objetos vistos sobre uma
fotografia aérea, com a finalidade de identificar e
deduzir os seus significados geológicos, por meio
de um processo lógico e dedutivo.

O principal objetivo da fotogeologia é a construção


de mapas geológicos/estruturais, o documento
básico para a prospecção mineral.

58
Interpretação de fotos aéreas
Consiste no exame da imagem fotográfica das feições do terreno
com a finalidade de identificar e classificar essas feições e deduzir
os seus significados geológicos
Identificar reconhecer a existência de uma feição por meio de
um conjunto de caracteres próprios e exclusivos daquela feição
 Padrões de textura e estrutura da drenagem e do relevo
 Forma das feições
 Tons de cinza ou cores
Significado descobrir através de um processo lógico e dedutivo
qual é o conteúdo da informação expressa por meio daquela
feição
59
Etapas do processo de interpretação de
fotos aéreas
 FOTOLEITURA – reconhecimento e identificação das feições contidas nas fotos
aéreas com os objetos correspondentes no terreno.
Exigência conhecimento sobre o sensor fotográfico

 FOTOANÁLISE – estudo das relações entres as imagens dos objetos vistos na foto,
das suas associações, e da ordenação desses objetos, agrupando-os em repartições
que são denominadas de Zonas Homólogas.
Exigência conhecimento de métodos para uma criteriosa e sistemática
extração das feições de interesse geológico contidas na foto

 FOTOINTERPRETAÇÃO – principal e mais importante etapa, pois visa a


descoberta e avaliação por métodos lógicos e dedutivos, do significado geológico
das zonas homólogas definidas na fotoanálise.
Exigência conhecimento sobre a ciência geológica

60
Usos do SR na Exploração Mineral
 Mapeamento de lineamentos regionais e localização de
orientações estruturais ao longo podem se agrupar os distritos
minerais

 Mapeamento de padrões de fraturas locais que podem


controlar a localização de depósitos minerais

 Assistência no mapeamento geológico básico

 Mapeamento de alteração hidrotermal associada a depósitos


minerais

 Imagens base para a locação da infra-estrutura de projetos e


minas, utilizadas em SIG
MAPEAMENTO LITOLÓGICO
Mapeamento Geológico com ASTER
Mapeamento Geológico
com bandas termais

Espectros de emissividade
termal de rochas ígneas com
diferente conteúdo de
quartzo e sílica.

Sabine et al. 1994


Dolomita
AST14
AST13

Calcita
AST13
AST12
AST11
AST10

AST14

Quartzo

AST11

Espectros AST10

AST12

no TIR
AST10 Caulinita 1

AST12 AST13
Caulinita 2 AST11

AST10
AST13 AST14 AST14

AST12

AST11

Goethita
Bandas termais
do ASTER
Composição colorida RGB
com bandas termais 13-
12-10

Uso: assistência no
mapeamento geológico.
Rochas ácidas em cores
vermelhos. Rochas básicas
em colores azulais e
celestes.

Deserto de Atacama, Chile


WorldView-1

Composição
colorida RGB-741
de Landsat 7
fusionada com
banda Pan de
WorldView-1
WorldView-2

Peru Composição RGB 532 Saturation strech.


Fonte: GEOIMGE R: hematita, Laranja: hematita e goetita
MAPEAMENTO MINERAL
Minerais baixo o
olhar de ASTER

Exemplos de
espectros ASD de
alguns minerais de
alteração
hidrotermal (izq.) e
sua interpolação à
resolução espectral
de ASTER (der.)
entre as bandas 4 a
9 (SWIR).
ASD ASTER
(Ducart 2004)
ASTER Aplicação de PCs no
Alunita Dickita Prospecto Epitermal de Au
Los Menucos,
Patagônia, Argentina

Ilita Kaolinita

Crósta et al. 2003


ASTER

Los Menucos
Patagonia
Argentina

Kaol-Illi-Alun
AsterDTM®
ASTER

Área de testes:
CUPRITE - EUA

Caolinita
Alunite
Calcita
Alunita+caolinita
Montmorilonita;
Silica ou dickita
Rochas
encaixantes
Cortesia: Mike Abrams
AVIRIS: Cuprite
Mapa mineral obtido pelo software
Tetracorder do USGS mostrando
argilas, micas, sulfatos e carbonatos
na regiao espectral 1.3-2.5 μm do
AVIRIS

Swayze et
al., 2014
AVIRIS: Cuprite

Spectroscopic Alteration Map

Swayze et al., 2014


Mapeamento de óxidos de Fe com Worldview-2

Iron Oxide Abundance

DigitalGlobe
Imagem
Worldview-2
Worldview-3
HyMap
HyMap
Hyperion – Los
Menucos, Arg.

Resultados do método SAM em


cores aplicado à imagem Hyperion
na área Cerro La Mina, Argentina
(Ducart 2007)
GERENCIAMENTO DE MINAS
GERENCIAMENTO DE MINAS
 São utilizadas principalmente imagens de alta resolução espacial
 Imagens podem ser aplicadas para resolver uma variedade de
questões relacionadas com as operações e gestão diária das minas:
• mapa base da mina;
• instalações do local;
• para identificar estradas existentes e ajudar a identificar regiões
anteriormente exploradas ao lado da mina;
• MDE de alta resolução pode ser criado para medir a inclinação
das paredes do poço e calcular o volume bruto da mina;
• imagens históricas de satélite podem proporcionar a forma como a
área da mina mudou através do tempo;
• para estudos de impacto ambiental
WorldView-2

Locação da infra-
estrutura da mina,
como a usina de
beneficiamento,
rejeito etc.

Mina Pilbara,
Austrália
SKYSAT-1 Resolução espacial: 0,90 m (Pan)
2,0 m (MS)

Mina de ouro Usak, Oeste de Turquia


GEOBOTÂNICA
USO DA GEOBOTÂNICA PARA SELEÇÃO DE ALVOS
STRESSE VEGETACIONAL  guia prospectivo

Curva de
reflectância
típica de uma
folha verde
‘sadia’
As propriedades
espectrais das folhas de
plantas são afetadas por
vários tipos de estresses
(incluindo deficiências
nutricionais, salinidade e
danos causados por
doenças, ocorrência de
depósitos de ferro,
contaminação etc).
Espectros de reflectância de abeto
balsâmico e abeto vermelho que
cresce no solo normal e no solo
enriquecido em cobre e molibdênio.

Yost e Wenderoth ,1971


Aplicação do sensoriamento
remoto na Geobotânica para
detectar zonas de alteração
hidrotermal no depósito
epitermal de alta sulfetação de
Tapajós, na região amazônica

False color composite of PC4,


PC7, and PC8 in RGB

Landsat 5 TM
bands 543 in RGB

Almeida et al., 2009


Seleção de dados de SR
 Tamanho da área de estudo
 Região do Espectro Electromagnético
 Escala de trabalho
Fatores que  Resolução espacial
influenciam
na seleção  Resolução espectral
 Resolução temporal
 Infraestrutura disponível para implementação
Viabilidade de dados
Tempo de entrega de resultados
Dificuldades de uso de sensores ópticos em
regiões tropicais ou subtropicais

 Influência atmosférica (nuvens, neblina)


 Solos espessos
 Cobertura Vegetal
 Iluminação dependente da iluminação solar prejudica
algumas direções estruturais
Características dos diferentes sistemas de SR
Sensores Sensores
Sensores
Fotografia multiespectrais multiespectrais
hiperespectrais
aérea de Resolução de Resolução
aerotransportados
espacial Média espacial Alta
Resolução
<0.5 m 0.5 – 20 m 10 – 80 m 0.3 – 10 m
Espacial
Largura
Aprox. 10 nm 1.8 nm > 30 nm > 30 nm
espectral
Resolução
Copia em papel 256 – 4096 DN 256 – 4096 DN 256 - 16384 DN
Radiométrica

Nº de bandas 1-3 bandas Até 288 bandas 4 – 14 bandas 3 – 16 bandas

Custo / km2 Baixo Muito alto Baixo a gratuíto Alto

Tecnologia Muito antiga Mais recente 10-15 anos atraso Mais recente
Influência da
Baixa Baixa Alta Alta
atmosfera
Estereoscopia Sim - Sim Sim
Etapa da Exploração
Resolução Espacial Exploração regional, Projetos com
S média e Resolução Landsat, ASTER grau de exploração baixo e médio,
Espectral média Greenfields, Brownfields
E
C
N Resolução Espacial alta a IKONOS,
muito alta e
QuickBird,
Projetos com grau de exploração
médio e avançado, Brownfield, U
WorldView1-2,

S Resolução Espectral baixa SPOT Minas S


T
O Resolução Espacial alta a Projetos com grau de exploração
O
muito alta e WorldView-3 médio e avançado, Brownfield,
R Resolução Espectral média Minas S

E
Resolução Espacial alta Projetos com grau de exploração
S a muito alta e AVIRIS, Hymap baixo, médio e Avançados,
Resolução Espectral alta Greenfield, Brownfield
From John Gingerich, AMIRA paper 2001
From John Gingerich, AMIRA paper 2001
Preços estimativos de algumas imagens
Área da
Custo em
Sensor cena Observações
Us$/km2
(km2)
Dados de arquivo gratuitos. Us$ 600 por
Landsat 5-8 31.100 0 a 0,02 outras cenas

ASTER 3.600 0,04 Us$ 150 por cena

Hyperion 750 0 Dados de arquivo gratuitos.

Produto Padrão e de arquivo. Pode ser


SPOT 2,3 (Pan+MS) selecionada área menor
Produto Padrão e de arquivo. Pode ser
IKONOS 10 (Pan+4 bands) selecionada área menor
Produto Padrão e de arquivo. Pode ser
Quickbird 29 (Pan + 4 bands) selecionada área menor
Produto Padrão e de arquivo. Pode ser
WorldView-2 42 (Pan+8 bands) selecionada área menor

HyMap Variável 40* Assumindo resolução espacial de 5m.

ProSpectir Variável 105* Assumindo resolução espacial de 3m.


* Estes preços não tem em conta a locação do levantamento e custos de mobilização
Modelo do depósito
• Rocha hospedeira favorável
Fenômenos observáveis • zonas de alteração
• controle estrutural
Limitações ambientais
(clima, vegetação, cobertura de solo)
Estratégia
Fenômenos detectáveis
de SR para a Limitações de dados
Exploração (disponibilidade, Resolução, custo, escala)

Seleção de dados

Processamento de dados

Análise e interpretação

Geoquímica Imagem temática Imagem temática

Geofísica Integração e modelamento Base de dados

Dados de campo Objetivo da Exploração Topografia


Sabine, 1999
Ciência versus Industria
→ A maioria orientado à pesquisa científica

→ Levam a crer que o sucesso na exploração


é principalmente impulsionada pelo sensor e
o processamento

→ Minimizam a influência dos atributos do


terreno e do modelo geológico associados ao
depósito mineral

→ Processamentos focalizados na área de


Abundante bibliografia interesse, mas que não dão iguais resultados
mostrando o sucesso da para a região
aplicação do SR em
estudos geológicos → Muitos trabalhos sem validação de campo
Ciência versus Industria
Alguns prospectores se opõem à utilização de sensoriamento remoto na
exploração mineral, porque dizem que ele não é substituto do
mapeamento de campo.

- É verdade, O SR NÃO PODE SER CONSIDERADO COMO


SUBSTITUTO DO TRABALHO DE CAMPO.

Outros prospectores dizem ainda que não existe nenhum depósito mineral
no mundo que tenha sido descoberto por meio do sensoriamento remoto
ou a geofísica.

- Isso não é verdade. Existem muitos exemplos de uso do SR como


apoio inicial no descobrimento de depósitos. É costume entre os
geólogos de atribuir um descobrimento à primeira pessoa que colocou
o pé no afloramento, mas não à equipe e ao programa de exploração,
e, portanto, menos ainda ao trabalho inicial com imagens.
Processamento com
imagens Landsat em
1997 detectou zonas de
Existem inúmeras histórias de alteração hidrotermal
descobrimentos, mal contadas
por geólogos, que parecem dar Mina San José,
mais importância ao destino ou Patagônia, Argentina
Ag-Au. Reservas: 3.2
à sorte que a um trabalho moz Au eq. Começou a
programado e sistemático de produzir em 2007
exploração.

Maquina de
perfuração

Veios qtz c/Ag-Au.


Baixa sulfetação
Resumo
1. Uma imagem processada pode ajudar ao geólogo na interpretação de tipos de rochas,
estruturas e alteração hidrotermal de uma região de mais de 30.000 km2.
2. As imagens podem detectar ocorrências de importantes minerais hidrotermais (ex.
Argilas e alunita), os quais são dificilmente identificados ​pelo olho nu.
3. A interpretação de imagens pode produzir mapas das áreas com condições
favoráveis ​para depósitos minerais.
4. A imagem também pode ser usada para planejar o melhor acesso aos afloramentos
5. O geólogo de campo agora pode eficientemente localizar, avaliar e amostrar os
prospectos.
6. Alguns potenciais depósitos não serão reconhecidos na imagem. O geólogo de
exploração é responsável por conhecer as vantagens e limitações do uso de imagens
em cada região
7. A utilização extensiva do sensoriamento remoto, por parte da maioria das empresas de
exploração, confirma sua importância como uma ferramenta de apoio nos trabalhos
exploratórios iniciais

Em resumo, o sensoriamento remoto, quando devidamente utilizado é um


recurso técnico valioso para a exploração mineral.

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