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Sumário

COMPUTADOR DE VOO

FACES DO COMPUTADOR DE VOO FACE DE CÁLCULO (A) FACE DO VENTO (B) CONVERSÕES MASSA CAPACIDADE VOLUMÉTRICA UNIDADES DE MEDIDA DE VELOCIDADE UNIDADES DE MEDIDA DE DISTÂNCIA TEMPERATURA LONGITUDE CÁLCULOS ENVOLVENDO REGRA DE TRÊS SIMPLES VELOCIDADE, TEMPO E DISTÂNCIA CONSUMO E GASTO DE COMBUSTÍVEL RAZÃO , QUANTIDADE E TEMPO DE SUBIDA OU DESCIDA CÁLCULOS DE VELOCIDADE VELOCIDADE AERODINÂMICA NÚMERO MACH CÁLCULOS DE ALTITUDE ALTITUDE DENSIDADE ALTITUDE VERDADEIRA CÁLCULOS DE VENTO CÁLCULO DA PROA VERDADEIRA (PV) E VELOCIDADE NO SOLO (VS) CÁLCULO DO RUMO VERDADEIRO (RV) E VELOCIDADE NO SOLO (VS) CÁLCULO DA DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO

Capítulo 2

COMPUTADOR DE VOO

O computador de voo mecânico foi desenvolvido para simplificar os cálculos de

navegação. Este equipamento, geralmente construído em metal ou em papelão plastificado, consiste em duas partes circulares que se movem sobre uma régua graduada.

O computador de voo é dividido em duas faces ou lados, e cada face possui uma

função específica, como veremos a seguir. Basicamente um computador de voo mecânico é capaz de realizar cálculos de consumo de combustível, distância, tempo, velocidade, altitude, efeitos do vento, conversões, enfim, uma vasta quantidade de cálculos úteis à navegação. O uso do computador de voo de um modo geral é muito simples, sendo necessário apenas que você saiba inserir os dados de forma correta. A parte relacionada aos cálculos com vento requer um pouco mais de atenção por ser mais trabalhosa. A melhor forma de você se acostumar com o uso do computador de voo é praticando, por este motivo sugerimos que durante as suas aulas e os estudos em casa, você pratique sempre.

FACES DO COMPUTADOR DE VOO

O computador de voo é dividido em duas faces, chamadas de face A (de cálculo) e face B (de vento). - face de cálculo (A): usada para cálculos de velocidade, distância, tempo, consumo de combustível, conversões, dentre outros. - face do vento (B): usada para calcular os efeitos do vento na navegação.

FACE DE CÁLCULO (A)

Excluindo-se os cálculos relacionados ao vento, todos os demais serão calculados na face A do computador de voo, seja ele circular ou de régua. A face A consiste basicamente em dois discos circulares graduados, sendo um móvel e outro fixo. A escala externa do computador é fixa e a escala interna é móvel, ambas são utilizadas para representar distância, velocidade, combustível e outras unidades de medida. As escalas são numeradas apenas de 10 a 99, porém podem ser utilizadas para o cálculo de qualquer número ou valor. Por exemplo, o número 22 do computador pode ser utilizado para representar 0.22, 2.2, 22, 220 ou 2200, cabe a você interpretar o número de acordo com o cálculo que está sendo realizado. Em diversos casos o valor a ser lido é intuitivo, vamos supor que você esteja realizando um cálculo envolvendo velocidade em relação ao solo (GS), e encontrou um valor de 11,8. Você sabe que logicamente este valor não corresponde a 1180kt nem a 11,8kt, mas sim a 118kt Você irá notar que, em ambas as escalas, os números não estão a uma mesma distância uns dos outros. A medida que você caminha no sentido horário a distância entre os números vai reduzindo. Isso ocorre porque esta é uma escala logarítmica, porém, isso não traz nenhuma complicação na realização dos cálculos, só requer que você fique atento às graduações utilizadas.

FACE DO VENTO (B) Os cálculos relativos aos efeitos do vento serão realizados na face

FACE DO VENTO (B)

Os cálculos relativos aos efeitos do vento serão realizados na face B do computador de voo mecânico. Esta face auxilia o piloto a resolver os problemas relativos ao “triângulo de vento”, como veremos mais a frente.

CONVERSÕES

Daremos início agora à utilização prática do computador de voo mecânico. Nesta parte analisaremos algumas conversões que podem ser realizadas neste equipamento, e são úteis para determinados cálculos de navegação aérea.

MASSA

Na conversão das unidades de medida de massa, será necessário converter o valor de quilograma em libras ou vice-versa. O cálculo é bem simples, basta ajustar a seta de libras (LBS), na escala exterior, sobre a seta de quilogramas (KG), na escala inferior. Em seguida, e só fazer a conversão do valor proposto. Veja o exemplo abaixo.

fazer a conversão do valor proposto. Veja o exemplo abaixo. Ex. 2.200 Lbs equivalem a quantos

Ex. 2.200 Lbs equivalem a quantos Kgs? 1 - ajustar a seta de LBS sobre a seta de KG. 2 - na escala externa ler o valor em LBS e na escala interna ler o valor correspondente em KG. Resposta: 2.200 lbs = 1.000kg Se for dado o valor em KG e solicitado o valor em LBS, o processo será o mesmo descrito acima.

CAPACIDADE VOLUMÉTRICA

Na conversão das unidades de capacidade volumétrica, será necessário converter o valor de litros (LITERS) em galões americanos (US GAL) ou galões imperiais (IMP GAL), ou vice-versa. Essas medidas são muito utilizadas nos cálculos de combustível, onde muitas vezes é solicitada tal conversão.

Ex. 90 litros equivalem a quantos US GAL e a quantos IMP GAL? 1 -

Ex. 90 litros equivalem a quantos US GAL e a quantos IMP GAL?

1 - ajustar a seta de LITERS, na escala externa, sobre o valor 90.

2 - sob a seta de US GAL (seta na escala externa), ler na escala interna o valor

correspondente em US GAL.

3 - sob a seta de IMP GAL (seta na escala externa), ler na escala interna o valor correspondente em IMP GAL. Resposta: 90 l = 23,80 US Gal e a 19,80 IMP Gal O cálculo realizado para a conversão da capacidade volumétrica também pode ser realizado de outra forma, veja:

também pode ser realizado de outra forma, veja: Ex. 90 litros equivalem a quantos US GAL

Ex. 90 litros equivalem a quantos US GAL e a quantos IMP GAL?

1 - ajustar a seta de LITERS, na escala externa, sobre a seta US GAL na escala interna.

2 - sob o valor 90 (escala externa) ler o valor correspondente em US GAL (escala interna). Resposta: 90 l = 23,80 US Gal Fazer o mesmo processo para obter o valor em IMP GAL.

UNIDADES DE MEDIDA DE VELOCIDADE

Na conversão das unidades de medida de velocidade será necessário converter o valor

de nós (kt) em milha por hora (mph) ou quilômetro por hora (km/h), ou vice-versa.

hora (mph) ou quilômetro por hora (km/h), ou vice-versa. Ex. 100kt equivalem a quantos km/h e

Ex. 100kt equivalem a quantos km/h e a quantas mph?

1 - ajustar a seta de nós (NAUT), na escala externa, sobre o valor 10, na escala interna.

2 - sob a seta de mph (STAT), na escala externa, ler o valor correspondente em mph (escala interna).

3 - sob a seta de km/h (KM), na escala externa, ler o valor correspondente em km/h (escala interna). Resposta: 100kt = 115 mph = 185 km/h O processo para a conversão de unidades de medida de velocidade também pode ser realizado de outra forma, veja:

velocidade também pode ser realizado de outra forma, veja: Ex. 100kt equivalem a quantos km/h? 1

Ex. 100kt equivalem a quantos km/h?

1 - ajustar a seta de nós (NAUT), na escala externa, sobre a seta de quilômetro (KM), na

escala interna.

2 - sob o valor 10, na escala externa, ler o valor correspondente em Km (escala interna). Resposta: 100kt = 185 km/h

UNIDADES DE MEDIDA DE DISTÂNCIA

Para realizar a conversão de unidades de medida de distância, entre milha náutica (nm), milha terrestre (st) e quilômetro (km), adotar o mesmo processo realizado na conversão de velocidade, uma vez que a relação entre os valores é a mesma. Portanto, no exemplo acima, caso queira converter 100nm em quilômetros, realize o mesmo processo, e o valor encontrado será 185km.

Para a conversão de metros (m) em pés (ft), deve-se realizar o seguinte processo.

(m) em pés (ft), deve-se realizar o seguinte processo. Ex. 10.000 pés equivalem a quantos metros?

Ex. 10.000 pés equivalem a quantos metros?

1 - ajustar a seta de pés (FT), na escala externa, sobre a seta de metros (METERS), na escala interna.

2 - sob o valor 10, na escala externa, ler o valor correspondente em metros (escala interna). Resposta: 10.000 pés = 3.050 m

TEMPERATURA

e

Fahrenheit, basta consultar a escala localizada na parte inferior da face A. O processo é muito simples, não sendo necessário nenhum ajuste no computador de voo. Basta localizar a temperatura desejada na escala, e encontrar a temperatura correspondente em Celsius ou Fahrenheit.

Para

realizar

a

conversão

das

unidades

de

medida

de

temperatura,

Celsius

a conversão das unidades de medida de temperatura, Celsius Ex. 10ºC equivalem a quantos graus Fahrenheit?

Ex. 10ºC equivalem a quantos graus Fahrenheit?

1 - na parte superior da escala localizar a temperatura de 10ºC.

2 - sob o valor de 10ºC, ler o valor correspondente em oF (escala inferior). Resposta: 10ºC = 50ºF

LONGITUDE

A conversão de graus de longitude em tempo é facilmente realizada no computador de voo. Devemos partir do princípio de que 15º de longitude equivalem a 60 minutos, ou 1 hora. Portanto, deveremos ajustar a seta horária (escala interna) sobre o valor 15 (escala externa), e em seguida efetuar a conversão do valor requerido.

Ex. 100º de longitude equivalem a quanto tempo? 1 - ajustar a seta horária (escala

Ex. 100º de longitude equivalem a quanto tempo? 1 - ajustar a seta horária (escala interna) sob o valor 15 (escala externa). 2 - sob o valor 100 (escala externa), ler o valor correspondente em minutos (escala interna). Resposta: 100º de long = 400 min ou 6h e 40m

CÁLCULOS ENVOLVENDO REGRA DE TRÊS SIMPLES

Grande parte dos cálculos de navegação são facilmente resolvidos através da regra de três simples. Para ganhar tempo e tornar os cálculos de navegação, que envolvem regra de três, mais rápidos e fáceis, utiliza-se o computador de voo. Os cálculos que analisaremos, que envolvem regra de três simples, são:

- velocidade, tempo e distância

- consumo e gasto de combustível

- razão de subida, quantidade de subida e tempo de subida

De um modo geral, na escala interna (móvel) serão inserido os dados relativos ao tempo e hora, e na escala externa (fixa) serão inseridos os dados relativos a distância, velocidade, consumo, razão de subida e descida, etc. Para os cálculos de regra de três é preciso entender a lógica utilizada pelo computador, para que você saiba inserir os dados de maneira adequada, a fim de obter a resposta correta do seu problema.

Para

cálculos

envolvendo

horas

(ex.:

do seu problema. Para cálculos envolvendo horas (ex.: velocidade, tempo, distância e cálculos de consumo de

velocidade,

tempo,

distância

e

cálculos

de

consumo de combustível) é preferível o uso da seta horária, localizada na escala interna.

o uso da seta horária, localizada na escala interna. Para cálculos envolvendo minutos (ex. razão de

Para cálculos envolvendo minutos (ex. razão de subida e descida) é preferível o uso do índice 10, localizado na escala interna.

VELOCIDADE, TEMPO E DISTÂNCIA

Analisaremos a seguir os exemplos relacionados aos cálculos de velocidade, tempo e distância.

Exemplo 1: com uma velocidade de 120kt, em 30 minutos uma aeronave percorrerá quantas milhas

Exemplo 1: com uma velocidade de 120kt, em 30 minutos uma aeronave percorrerá quantas milhas náuticas?

1 - ajustar a seta horária (escala interna) sob o valor 12 (escala externa).

2 - sobre o valor 30 (escala interna), ler o valor correspondente à distância percorrida (escala externa) Resposta: 60nm

à distância percorrida (escala externa) Resposta: 60nm Exemplo 2: uma aeronave percorre 310nm em 1 hora

Exemplo 2: uma aeronave percorre 310nm em 1 hora e 20 minutos, qual a velocidade desta aeronave?

1 - ajustar o valor 80 (equivalente a 80 minutos = 1h20min) na escala interna sob o

valor 31 (equivalente a 310nm) na escala externa.

2 - sobre a seta horária (escala interna), ler o valor correspondente a velocidade da aeronave (escala externa). Resposta: 232kt

a velocidade da aeronave (escala externa). Resposta: 232kt Exemplo 3: com uma velocidade de 95kt, uma

Exemplo 3: com uma velocidade de 95kt, uma aeronave percorre 170nm em quanto

tempo?

1 - ajustar a seta horária (escala interna) sob o valor 95 (escala externa).

2 - sob o valor 17 (escala externa), ler o valor correspondente ao tempo do percurso (escala interna). Resposta: 107minutos ou 1h47min

CONSUMO E GASTO DE COMBUSTÍVEL

Os cálculos relativos ao combustível são semelhantes aos cálculos realizados para se obter velocidade, tempo e distância. Veja os exemplos:

se obter velocidade, tempo e distância. Veja os exemplos: Exemplo 1: uma aeronave cujo consumo horário

Exemplo 1: uma aeronave cujo consumo horário de combustível é de 100l/h, consumirá quanto em 45 minutos de vôo?

1 - ajustar a seta horária (escala interna) sob o valor 10 (escala externa).

2 - sobre o valor 45 (escala interna), ler o valor correspondente ao combustível gasto (escala externa) Resposta: 75l

ao combustível gasto (escala externa) Resposta: 75l Exemplo 2: uma aeronave cujo consumo horário de

Exemplo 2: uma aeronave cujo consumo horário de combustível é de 76l/h, é abastecida com 190l. Qual a autonomia desta aeronave?

1 - ajustar a seta horária (escala interna) sob o valor 76 (escala externa).

2 - sob o valor 19 (escala externa), ler o valor correspondente ao tempo de vôo ou autonomia (escala interna).

Resposta: 150 minutos ou 2h30min

Resposta: 150 minutos ou 2h30min Exemplo 3: uma aeronave gasta 32 US Gal em 1h10min de

Exemplo 3: uma aeronave gasta 32 US Gal em 1h10min de vôo. Qual o consumo horário desta aeronave?

1 - ajustar o valor 70 (equivalente a 70 minutos = 1h10min) na escala interna, sob o

valor 32 (equivalente a 32US Gal) na escala externa.

2 - sobre a seta horária (escala interna) ler o valor correspondente ao consumo horário da aeronave (escala externa). Resposta: 27,4 US Gal

RAZÃO , QUANTIDADE E TEMPO DE SUBIDA OU DESCIDA

A única diferença destes cálculos para os anteriores, é que ao invés de utilizarmos a seta horária, utilizaremos o índice 10 durante nossos cálculos relacionados à subida ou à descida da aeronave.

cálculos relacionados à subida ou à descida da aeronave. Exemplo 1: uma aeronave sobe com uma

Exemplo 1: uma aeronave sobe com uma razão de 500ft/min, em 12 minutos qual terá sido o ganho de altitude?

1 - ajustar o índice 10 (escala interna), sob o valor 50 (escala externa).

Exemplo 2: uma aeronave deseja subir 6.000ft com uma razão de 800ft/min. Qual será o

Exemplo 2: uma aeronave deseja subir 6.000ft com uma razão de 800ft/min. Qual será o tempo gasto durante esta subida?

1 - ajustar o índice 10 (escala interna) sob o valor 80 (escala externa).

2 - sob o valor 60 (escala externa), ler o valor correspondente ao tempo de subida (escala interna) Resposta: 7,5 minutos

ao tempo de subida (escala interna) Resposta: 7,5 minutos Exemplo 3: uma aeronave desce 12.000ft em

Exemplo 3: uma aeronave desce 12.000ft em 18 minutos. Qual a razão de descida empregada pela aeronave?

1 - ajustar o valor 18 (equivalente a 18 minutos) na escala interna, sob o valor 12

(equivalente a 12.000ft) na escala externa.

2 - sobre o índice 10 (escala interna), ler o valor correspondente à razão de descida empregada pela aeronave (escala externa). 3 - resposta: 666ft/min

CÁLCULOS DE VELOCIDADE

Analisaremos agora a maneira pela qual é possível se obter, através do computador de voo, a velocidade aerodinâmica (VA ou TAS) e o número mach da aeronave.

VELOCIDADE AERODINÂMICA

aumenta

aproximadamente 2% em relação à velocidade indicada (VI ou IAS) a cada 1.000ft.

Porém, a forma mais precisa de se calcular a VA é através do computador de voo, onde será analisada a temperatura na altitude do voo.

É

sabido

que

a

velocidade

aerodinâmica

(VA

ou

TAS)

da

aeronave

O processo para a obtenção da VA é muito simples, veja:

- na janela indicada, ajuste a altitude pressão com a temperatura deste nível.

- na escala interna localizar o valor correspondente a VI da aeronave.

- na escala externa ler o valor correspondente a VA da aeronave.

Exemplo 1: uma aeronave voa com VI=90kt no FL050. Neste nível de voo a temperatura é de 0ºC. Qual a VA desta aeronave?

de voo a temperatura é de 0ºC. Qual a VA desta aeronave? 1 - na janela

1 - na janela indicada, ajustar o valor do nível de voo (FL050) e a temperatura neste nível (0ºC)

2- na escala interna, localizar o valor da VI (90kt). Na escala externa ler o valor da VA correspondente (no caso 96kt). Resposta: VA é igual a 96kt

A seta 3, indica as informações no próprio computador de voo, para o cálculo da VA.

a

Exemplo

2:

uma

aeronave

voa

com

VI=120kt

no

FL120.

Neste

nível

de

voo

temperatura é de -10ºC. Qual a VA desta aeronave?

1 - na janela indicada, ajustar o valor do nível de voo (FL120) e a

1 - na janela indicada, ajustar o valor do nível de voo (FL120) e a temperatura neste nível (-10ºC) 2- na escala interna, localizar o valor da VI (120kt). Na escala externa ler o valor da VA correspondente (no caso 144kt). Resposta: VA é igual a 144kt

NÚMERO MACH

O cálculo do número Mach para o curso de piloto privado é apenas para que o piloto

tenha conhecimento teórico sobre o assunto, pois terá pouca utilidade prática nos voos visuais.

O número Mach é a velocidade aerodinâmica comparada à velocidade do som, então

quando dizemos que uma aeronave voa com Mach 0.74, por exemplo, indica que esta velocidade equivale a 74% da velocidade do som.

O número Mach varia com a temperatura, logo, será esta a única informação que

iremos inserir na janela indicada com computador de vôo. Em seguida faremos a comparação entre a VA e o número Mach da aeronave.

O processo para a obtenção do número Mach é o seguinte:

- na janela indicada, ajuste a temperatura do nível de voo.

- na escala externa localizar o valor correspondente a VA da aeronave.

- na escala interna ler o valor correspondente ao número Mach da aeronave.

Exemplo

o valor correspondente ao número Mach da aeronave. Exemplo 1: uma aeronave voa no FL200 com

1:

uma

aeronave

voa

no

FL200

com

VA=360kt.

Neste

nível

de

vôo

a

temperatura é de -15ºC. Qual o número Mach desta aeronave?

1 - na janela indicada, ajustar o valor da temperatura (-15ºC) no nível de voo.

2- na escala externa, localizar o valor da VA (360kt). Na escala interna ler o valor do número Mach correspondente (no caso 0.57). Resposta: número Mach é 0.57 Em algumas questões poderá ser dado o número Mach da aeronave para que seja calculado a VA, veja:

Exemplo 2: uma aeronave voa no FL100 com Mach 0.25. Sabendo que a temperatura neste nível é de 10ºC, calcule a VA desta aeronave.

neste nível é de 10ºC, calcule a VA desta aeronave. 1 - na janela indicada, ajustar

1 - na janela indicada, ajustar o valor da temperatura (10ºC) no nível de voo.

2- na escala interna, localizar o valor do número Mach (0.25). Na escala externa ler o valor da VA correspondente (no caso 164kt). Resposta: VA é igual a 164kt

CÁLCULOS DE ALTITUDE

Através do computador de voo também é possível calcular a altitude densidade e a altitude verdadeira da aeronave, conforme analisaremos a seguir.

ALTITUDE DENSIDADE

A performance da aeronave e do motor está diretamente relacionada a densidade do ar.

A densidade do ar, por sua vez, varia com a altitude pressão e com a temperatura, dados estes que serão utilizados pelo piloto no cálculo da altitude densidade.

A performance da aeronave e do motor está diretamente relacionada a densidade do ar.

A densidade do ar, por sua vez, varia com a altitude pressão e com a temperatura, dados estes que serão utilizados pelo piloto no cálculo da altitude densidade.

O processo para se calcular a altitude densidade no computador de voo é o seguinte:

- na janela indicada (a mesma utilizada para o cálculo da VA), inserir a altitude pressão e a temperatura neste nível. - na janela de altitude densidade (density altitude), ler o valor correspondente. Exemplo 1: uma aeronave voa no FL200, e a temperatura neste nível é de -10ºC. Calcule a altitude densidade.

neste nível é de -10ºC. Calcule a altitude densidade. 1 - na janela indicada, ajustar o

1 - na janela indicada, ajustar o valor do nível de voo (FL200) e a temperatura neste nível (-10ºC). 2- na janela de altitude densidade (density altitude), ler o valor correspondente. Resposta: altitude densidade é igual a 22.000ft A seta 3 indica as informações no próprio computador de voo, para o cálculo da altitude densidade.

ALTITUDE VERDADEIRA

A altitude verdadeira é a altitude atual da aeronave acima do nível médio do mar (MSL). Esta altitude leva em consideração os erros de temperatura e pressão, e pode ser calculada através do computador de voo. Na prática ela é pouco requerida em voo.

O processo para se calcular a altitude verdadeira no computador de voo, é o seguinte:

- na janela indicada, inserir a altitude pressão e a temperatura neste nível.

- na escala interna localizar a altitude indicada, corrigida para o QNH local.

- na escala externa ler o valor da altitude verdadeira correspondente.

Exemplo 1: uma aeronave voa no FL150, neste nível a temperatura é de -20ºC. A altitude indicada, corrigida com o QNH local é de 14.000ft. Com base nestes dados calcule a altitude verdadeira.

Com base nestes dados calcule a altitude verdadeira. 1 - na janela indicada, ajustar o valor

1 - na janela indicada, ajustar o valor do nível de voo (FL150) e a temperatura neste nível (-20ºC). 2- na escala interna localizar o valor da altitude indicada (14.000ft). Na escala externa ler o valor correspondente a altitude verdadeira (13.700ft). Resposta: altitude verdadeira é igual a 13.700ft Sempre que houver dúvidas sobre em qual das janelas do computador inserir os dados, para a obtenção do resultado proposto, leia as informações contidas no próprio computador de vôo. Estas informações auxiliam bastante o piloto, pois evitam que se cometa algum engano.

CÁLCULOS DE VENTO

Os cálculos de vento serão realizados na face B do computador de voo. Basicamente serão solicitados três tipos de cálculos.

- No primeiro caso será necessário encontrar a proa verdadeira (PV) e a velocidade no solo (VS).

- No segundo caso calcularemos o rumo verdadeiro (RV) e a velocidade no solo (VS ou GS).

- No terceiro, e último caso, calcularemos a direção e a velocidade do vento.

Os cálculos de vento não são tão complicados quanto parecem, é importante apenas que você primeiro saiba o que está sendo solicitado, para que em seguida insira os dados corretos no computador, a fim de obter o resultado do problema. Para os cálculos na face B é recomendado que você tenha um lápis ou caneta esferográfica, para marcar alguns pontos no disco de plotagem. Após resolver o problema, estas marcações devem ser apagadas para que não sejam confundidas num próximo cálculo.

CÁLCULO DA PROA VERDADEIRA (PV) E VELOCIDADE NO SOLO (VS)

Este primeiro caso é o mais trabalhoso e o que será mais utilizado por você, principalmente no planejamento do voo. Neste caso, dispomos das seguintes informações: rumo verdadeiro (RV), velocidade aerodinâmica (VA ou TAS) e direção e velocidade do vento.

aerodinâmica (VA ou TAS) e direção e velocidade do vento. Com base nestes dados iremos calcular

Com base nestes dados iremos calcular a proa verdadeira (PV), que será utilizada para compensar os efeitos do vento e manter a aeronave na rota desejada, e a velocidade no solo (VS), que será utilizada para os cálculos de tempo de voo, alcance, estimados, etc. O processo para o cálculo da PV e VS na face B do computador de voo é composto por 6 etapas:

1 - inserir a direção do vento abaixo do True Index. 2 - marcar (com lápis ou caneta esferográfica) a velocidade do vento acima do

Grommet.

3 - inserir o RV abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o ponto marcado fique sobre a linha correspondente a VA

da aeronave.

5 - ler a VS na linha de velocidade abaixo do Grommet.

6 - ler a correção de deriva (CD) através do ângulo entre a linha central e a marca da

velocidade do vento. Após obter a CD, basta verificar o lado em relação a linha central, na qual ela se encontra, para que este valor seja somado ou subtraído ao RV para se obter a PV. Por exemplo, se a correção de deriva está a direita da linha central, o valor da CD deverá ser somado ao RV para se obter a PV. Se a correção de deriva está a esquerda da linha central, o valor da CD deverá ser subtraído do RV para se obter a PV. Lembre-se de apagar as marcar realizadas após o cálculo, para evitar futuros equívocos nos cálculos.

Após analisarmos o processo para a obtenção da PV e VS, você deve estar um pouco confuso a respeito deste cálculo. Portanto, vamos a parte prática, para que você veja que é muito mais simples do que parece. Exemplo 1: Dados: RV=155º Vento=040/40 VA=140kt. Com base nestas informações calcular a PV e VS.

1 - inserir a direção do vento (040º) abaixo do True Index.

2 - marcar a velocidade do vento (40kt) acima do Grommet.

3 - inserir o RV (155º) abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o ponto marcado fique sobre a linha correspondente a VA

(140kt) da aeronave.

5 - ler a VS (152kt) na linha de velocidade abaixo do Grommet.

6 - ler a CD (-15º) através do ângulo entre a linha central e a marca da velocidade do vento. Resposta: PV = 140º (155º - 15º) e VS = 152kt.

Exemplo 2: Dados: RV=226º Vento=280/27 VA=94kt. Com base nestas informações calcular a PV e VS.

Exemplo 2: Dados: RV=226º Vento=280/27 VA=94kt. Com base nestas informações calcular a PV e VS.

1 - inserir a direção do vento (280º) abaixo do True Index.

2 - marcar a velocidade do vento (27kt) acima do Grommet.

3 - inserir o RV (226º) abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o ponto marcado fique sobre a linha correspondente a VA

(94kt) da aeronave.

5 - ler a VS (75kt) na linha de velocidade abaixo do Grommet.

6 - ler a CD (+13º) através do ângulo entre a linha central e a marca da velocidade do vento. Resposta: PV = 239º (226º + 13º) e VS = 75kt.

CÁLCULO DO RUMO VERDADEIRO (RV) E VELOCIDADE NO SOLO (VS) Neste segundo caso dispomos das

CÁLCULO DO RUMO VERDADEIRO (RV) E VELOCIDADE NO SOLO (VS)

Neste segundo caso dispomos das seguintes informações: proa verdadeira (PV), velocidade aerodinâmica (VA ou TAS) e direção e velocidade do vento. Com base nestes dados calcularemos o rumo verdadeiro (RV) e a velocidade em relação ao solo (VS).

verdadeiro (RV) e a velocidade em relação ao solo (VS). O processo para o cálculo do

O processo para o cálculo do RV e VS na face B do computador de voo é composto por 6 etapas:

1 - inserir a direção do vento abaixo do True Index.

2 - marcar (com lápis ou caneta esferográfica) a velocidade do vento abaixo do Grommet.

3 - inserir a PV abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VA da

aeronave.

com lápis).

6 - ler a deriva (DR) através do ângulo entre a linha central e a marca da velocidade do vento. Após obter a DR, basta verificar o lado, em relação a linha central na qual ela se encontra, para que este valor seja somado ou subtraído à PV para se obter o RV.

Por exemplo, se a deriva está a direita da linha central, o valor da DR deverá ser somado à PV para se obter o RV. Se a deriva está a esquerda da linha central, o valor da DR deverá ser subtraído da PV para se obter o RV. Note que neste caso a marca do vento é abaixo do Grommet, diferente do primeiro caso, onde a marca é para cima. Portanto, cuidado para não se confundir na marcação. Exemplo 1: Dados: PV=273º Vento=230/40 VA=150kt. Com base nestas informações calcular o RV e VS.

1 - inserir a direção do vento (230º) abaixo do True Index.

2 - marcar a velocidade do vento (40kt) abaixo do Grommet.

3 - inserir a PV (273º) abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VA (150kt) da aeronave.

5 - ler a VS (124kt) na linha de velocidade correspondente a marca do vento (o ponto

marcado com lápis).

6 - ler a DR (+13º) através do ângulo entre a linha central e a marca da velocidade do vento. Resposta: RV = 286º (273º + 13º) e VS = 124kt.

Exemplo 2: Dados: PV=054º Vento=350/28 VA=88kt. Com base nestas informações calcular o RV e VS.

Exemplo 2: Dados: PV=054º Vento=350/28 VA=88kt. Com base nestas informações calcular o RV e VS.

1 - inserir a direção do vento (350º) abaixo do True Index.

2 - marcar a velocidade do vento (28kt) abaixo do Grommet.

3 - inserir a PV (054º) abaixo do True Index.

4 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VA (88kt) da aeronave.

5 - ler a VS (80kt) na linha de velocidade correspondente a marca do vento (o ponto

marcado com lápis).

6 - ler a DR (+19º) através do ângulo entre a linha central e a marca da velocidade do vento. Resposta: RV = 073º (054º + 19º) e VS = 80kt.

CÁLCULO DA DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO Neste terceiro caso dispomos das seguintes informações: proa

CÁLCULO DA DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO

Neste terceiro caso dispomos das seguintes informações: proa verdadeiro (PV), rumo verdadeiro (RV), velocidade aerodinâmica (VA ou TAS) e velocidade no solo (VS ou GS). Com base nestes dados iremos calcular a direção e a velocidade do vento.

dados iremos calcular a direção e a velocidade do vento. O processo para o cálculo da

O processo para o cálculo da direção e velocidade do vento na face B do computador de voo é composto por 6 etapas:

1 - inserir o RV abaixo do True Index.

2 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VS da aeronave.

3 - calcular a diferença angular entre o RV e a PV, e marcar o valor desta diferença, que corresponde à linha da proa. Caso a PV seja menor que o RV, a diferença deverá ser marcada para a esquerda. Caso a PV seja maior que o RV, a diferença deverá ser marcada para a direita.

- girar a área circular, para que o ponto marcado coincida com a linha central da régua. O ponto deverá estar sempre acima do Grommet. O valor lido no True index corresponde à direção do vento.

5

6 - a diferença entre o ponto marcado e o Grommet corresponde a velocidade do

vento. Os alunos muitas vezes se confundem com o que deve ser realizado na terceira etapa deste processo, então vamos analisar com mais ênfase esta etapa.

processo, então vamos analisar com mais ênfase esta etapa. Vamos supor que a PV seja igual

Vamos supor que a PV seja igual a 100º, e o RV seja igual a 110º. Como a PV é menor que o RV, então ela estará a esquerda. Logo, a linha da proa, correspondente à diferença angular entre PV e RV (-10º), estará a esquerda da linha central da régua. A figura ao lado nos indica como deverá ser lida a linha da proa, no caso 10º à esquerda. Após analisarmos o processo para a obtenção da direção e velocidade do vento, vamos aos exemplos práticos sobre este cálculo. Exemplo 1: Dados: PV=209º RV=219º VA=150kt VS=134kt. Com base nestas informações calcular a direção e a velocidade do vento. 1 - inserir o RV (219º) abaixo do True Index.

2 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VS (134kt) da aeronave.

3 - calcular a diferença angular entre o RV (219º) e a PV (209º), e marcar o valor desta diferença (10º), que corresponde a linha da proa. Como a PV é menor que o RV, a linha da proa estará à esquerda da linha central da régua.

4 - marcar um ponto na interseção entre a linha da VA (150kt) da aeronave e a linha da proa (10º à esquerda).

5 - girar a área circular para que o ponto marcado coincida com a linha central da

régua. O ponto deverá estar sempre acima do Grommet. O valor lido no True index corresponde a direção do vento (155º). 6 - a diferença entre o ponto marcado e o Grommet corresponde a velocidade do vento

(30kt).

Resposta: vento 155/30

Exemplo 1: Dados: PV=270º RV=266º VA=180kt VS=202kt. Com base nestas informações calcular a direção e

Exemplo 1: Dados: PV=270º RV=266º VA=180kt VS=202kt. Com base nestas informações calcular a direção e a velocidade do vento.

1 - inserir o RV (266º) abaixo do True Index.

2 - mover a régua para que o Grommet fique sobre a linha correspondente a VS (202kt) da aeronave.

3 - calcular a diferença angular entre o RV (266º) e a PV (270º), e marcar o valor desta diferença (4º), que corresponde a linha da proa. Como a PV é maior que o RV, a linha da proa estará a direita da linha central da régua.

4 - marcar um ponto na interseção entre a linha da VA (180kt) da aeronave e a linha da proa (4º a direita).

5 - girar a área circular para que o ponto marcado coincida com a linha central da

régua. O valor lido no True index corresponde a direção do vento (055º).

6 - a diferença entre o ponto marcado e o Grommet corresponde a velocidade do vento

(25kt).

Resposta: vento 055/25

DENIS BIANCHINI

DENIS BIANCHINI Denis Bianchini nasceu em São Paulo em julho de 1982. Iniciou sua carreira na

Denis Bianchini nasceu em São Paulo em julho de 1982. Iniciou sua carreira na aviação no início de 2000 e desde então acumulou aproximadamente 8000 horas de voo. Atualmente trabalha na Gol Linhas Aéreas como comandante do Boeing 737-700/800. Paralelamente à aviação administra as empresas Bianch.com e a Editora Bianch.

EDITORA BIANCH

A Editora Bianch é uma empresa que foi criada com o objetivo de proporcionar materiais de alta qualidade para o treinamento de pilotos. Após constatarmos uma imensa lacuna no setor literário relacionado à aviação, mais especificamente na área de treinamento, decidimos ingressar neste mercado, visando trazer aos pilotos um novo conceito de treinamento e estudo da parte teórica que um piloto necessita. Todo material editado pela Editora Bianch é cuidadosamente elaborado, utilizando como referência importantes obras literárias publicadas nos Estados Unidos e Europa, para que o aluno no Brasil possa estudar por um material rico em informações atualizadas e de acordo com todo o conteúdo especificado pelo órgão que regula a aviação civil brasileira, a ANAC. A nossa principal preocupação ao iniciar o desenvolvimento destes livros era a linguagem e a forma com que as informações seriam transmitidas ao leitor. Por ser um tema muito técnico e específico, não queríamos publicar livros com uma leitura muito carregada, sob pena de torná-los desinteressantes e cansativos ao leitor. Portanto, você perceberá que a escrita é feita de uma forma simples e direta, como se o aluno estive-se conversando com o professor. Buscamos também, sempre aliar os textos à gráficos e figuras, pois acreditamos que isso tem um papel fundamental na absorção do conteúdo que foi estudado. Temos a certeza que o nosso trabalho irá proporcionar aos alunos e futuros comandantes da aviação brasileira uma base sólida para que, ao iniciar a fase prática, ou o voo propriamente dito, este aluno tenha o conhecimento necessário para empregar em voo o que aqui foi aprendido.

Denis Bianchini Editor-chefe

este aluno tenha o conhecimento necessário para empregar em voo o que aqui foi aprendido. Denis

Outras publicações

Confira abaixo outras publicações da Editora Bianch. Todos estes livros e publicações você poderá adquirir através do site www.bianch.com.br.

- Aprendendo a Voar no Flight Simulator

- Navegação Aérea Visual para Piloto Privado

- Teoria de Voo (Aviões) - PP e PC

- Conhecimentos Técnicos (Aviões) - PP e PC

- Regulamentos de Tráfego Aéreo VFR e IFR

- Simulado de Provas para Piloto Provado

- Navegação Aérea por Instrumentos

- Responsabilidade Civil no Transporte Aéreo Internacional

- Como Passar na Prova de Proficiência da ICAO

- Manual de Piloto Agrícola

- Gerenciando o Risco na Aviação Geral

- Acidentes Aéreos

- Comandante

na íntegra da palavra (Ética na aviação)

- Comissários de voo - Regulamentação (Vol. I)

- Comissários de voo - Conhecimentos gerais de aeronaves (Vol. II)

-

Comissários de voo - Emergências a bordo e sobrevivência (Vol. IV)

- Comissários de voo - Simulado de provas (Vol. V)

- Caderneta Individual de Voo (CIV) - Avião

- Caderneta Individual de Voo (CIV) - Helicóptero

- Diário de Bordo

- Caderneta de Célula

- Caderneta de Motor

- Caderneta de Hélice

- Bloco de planejamento de voo

- Resumões de aviação (coletânea com 20 resumões de temas relacionados à aviação)

- Coleção 50 dicas de aviação (10 volumes)

aviação (coletânea com 20 resumões de temas relacionados à aviação) - Coleção 50 dicas de aviação