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“SISTEMATIZAÇÃO”

LÍQUIDOS
COMBUSTÍVEIS E
INFLAMÁVEIS

Portaria SIT n.º 77, de 27 de novembro de 2008

COMPILAÇÃO DE TEXTO TÉCNICO


BÁSICO E SUGESTÕES DA SOCIEDADE
“SISTEMATIZAÇÃO”

LÍQUIDOS
COMBUSTÍVEIS E
INFLAMÁVEIS
Portaria SIT n.º 77, de 27 de novembro de 2008

COMPILAÇÃO DE TEXTO TÉCNICO


BÁSICO E SUGESTÕES DA SOCIEDADE

Em Texto Portaria.
Em Texto original.
Em Inclusão de texto
Em Exclusão de texto
Em Observações e Justificativas
NR 20 - SEGURANÇA NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS

NR 20 - SEGURANÇA NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS e COMBUSTÍVEIS


No título é destacado inflamável, mas no texto é citado combustível como se fosse
diferente, e que na realidade é. Vejam que no texto a abrangência é para líquidos
combustíveis.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

NR 20 – Segurança no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis.


A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS.
Para se evitar uma repetibilidade, caso a sugestão dada para a denominação do
Título for aceita, alertamos que será necessário alterar para líquidos inflamáveis e
combustíveis, quando aplicável, todos os itens em que o documento citar somente
a palavra líquidos inflamáveis.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

NR 20 – Segurança no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis.


A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

NR 20 – Segurança no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis aquecidos.


A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS quando aquecidos (categoria 4 do GHS – não
inclusa na classificação e aplicação desta NR).

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.1. Introdução

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis.

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes e
doenças ocupacionais provenientes das atividades de extração, produção,
armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de riscos de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis e combustíveis.
As diretrizes não são dirigidas aos fatores de risco, mas aos riscos em si, dessa
forma, o texto fica melhor com a proposta acima, além disso, os acidentes são não
provenientes das atividades da extração ou armazenamento, pois nesses casos, o
mais comum é a existência da instalação, sem interferência contínua do homem. No
tanque, por exemplo, o fato de armazenar líquido inflamável envolve risco, sem que
haja atividade humana, daí o termo atividade, por ser restritivo, pode sair.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis e combustíveis.
A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com
João Batista Sarmet Franco
Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece requisitos mínimos para a


gestão da de segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis e combustíveis.
Uma norma deve estabelecer requisitos mínimos e não um modelo básico de
gestão.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis e combustíveis.
A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece requisitos e condições


mínimas para a segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de
acidentes em instalações onde são executadas atividades de extração, produção,
armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis.
Uma norma deve estabelecer requisitos mínimos e não diretrizes básicas que é
escopo de uma norma de gestão.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento,
transformação, transferência e manuseio de inflamáveis.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece diretrizes básicas para a


gestão da segurança, saúde e meio ambiente do trabalho contra os fatores de risco
de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de inflamáveis.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece requisitos mínimos para a


gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes
provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência
e manuseio de inflamáveis e combustíveis.
Ver justificativa para o item Título.
Uma norma deve estabelecer requisitos mínimos e não um modelo básico de
gestão.
A NR não se aplica somente a produtos Inflamáveis, mas também aos Produtos
classificados como COMBUSTÍVEIS quando aquecidos (categoria 4 do GHS- não
inclusa na CLASSIFICAÇÃO e aplicação desta NR).
Para se evitar uma repetibilidade, caso a sugestão dada para a denominação do
Título for aceita, alertamos que será necessário alterar para inflamáveis e
combustíveis aquecidos, quando aplicável, todos os itens em que o documento
citar somente a palavra inflamáveis.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.2. Abrangência

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:


a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis,
nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e
desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos.
c) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de sólidos
inflamáveis, no que couber.

20.2.1 Esta NR se aplica aos processos às atividades de:


a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de gases e
líquidos inflamáveis ou combustíveis, ou sólidos inflamáveis, nas etapas de projeto,
construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e desativação da
instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos.
c) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de sólidos
inflamáveis, no que couber.
Os textos deixam dúvidas, pois na alínea a é completo o processo. Outra é que o
texto não trata da temperatura na expressão: “quando aquecidos” e quando seriam
não aquecidos, como ficam?
Retirado o termo atividade, pelas razões anteriores.
Obs: o texto se aplica aos postos de combustíveis em que os tanques são
enterrados?

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.2.1
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos próximo ao seu ponto de fulgor.
c) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de sólidos
inflamáveis, no que couber.
Líquidos quando aquecidos próximos do seu ponto de fulgor tornam-se inflamáveis
Excluir letra c, em função das características diferenciadas dos sólidos e devido a
classificação da ONU contemplar ate os explosivos

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:


a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e
combustíveis, nas etapas de projeto, construção, montagem, operação,
manutenção, inspeção e desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos.
Com a inserção da palavra combustíveis no item a) já fica subentendido que a NR
também se aplica aos combustíveis aquecidos.
É mais uma justificativa para a sugestão de alteração indicada do Titulo desta NR.
Paulo de Tarso Martins Gomes
Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

20.2.1 Esta NR se aplica aos agentes autorizados pelo órgão regulador competente
para as atividades de:
A referência a que se aplica esta norma regulamentadora consta no 20.1.1.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:


a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e
combustíveis de classe II e os de classe III quando aquecidos em temperatura igual
ou maior ao seu ponto de fulgor, nas etapas de projeto, construção, montagem,
operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos.
c) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de sólidos
inflamáveis, no que couber.
Especificar melhor a aplicação aos combustíveis aquecidos.
Eliminar a alínea b) pois com a inserção da alteração da redação na alínea a) já fica
subentendido que a NR também se aplica aos combustíveis aquecidos.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.2.1 Esta NR se aplica, empresas devidamente credenciadas junto ao órgão


regulamentador que tem como às atividades de:
Direcionar o objetivo desta norma ser aplicável as atividades de fato.
João Batista Corrêa Nery
Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.2.1 Esta NR se aplica às etapas de projeto, construção, montagem, operação,


manutenção, inspeção e desativação de instalações onde são executadas
atividades de:
a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis
nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e
desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos a temperaturas acima do seu ponto de fulgor.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.2.1
Apesar de no item 2.2.1 serem referenciados líquidos combustíveis aquecidos e
sólidos inflamáveis estes não são citados em nenhum outro lugar da norma. Será
que todos os requisitos de líquidos inflamáveis deverão ser aplicados a estes dois
casos? Se sim, isto deveria estar explicito na norma.

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:


a) extração, produção, armazenamento, transformação, transferência e manuseio de
inflamáveis, nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção,
inspeção e desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transformação, transferência e manuseio
de líquidos combustíveis, quando aquecidos.
c) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de sólidos
inflamáveis, no que couber.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com
20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:
a) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e
combustíveis nas etapas de projeto, construção, montagem, operação,
manutenção, inspeção e desativação da instalação;
b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos
combustíveis, quando aquecidos a temperaturas acima do seu ponto de fulgor.
A inclusão (acima do ponto de fulgor) é para especificar melhor a aplicação aos
combustíveis aquecidos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.2.2 Esta NR não se aplica:


a) às instalações e atividades marítimas;
b) às edificações residenciais unifamiliares;
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 200 litros de líquidos inflamáveis, não
excluindo o cumprimento de outras normas e regulamentações.

20.2.2
a) Esta NR deveria também se estender às instalações e atividades marítimas, haja
vista a ocorrência de incêndios e explosões de navios que transportam inflamáveis
registrados na mídia. Este texto da NR estabelece requisitos para treinamento que
devem se estender aos profissionais que trabalham no transporte fluvial e marítimo
de inflamáveis, contribuindo para preservar aquelas vidas.
c) O texto deve incluir uma quantidade mínima de inflamável sólido, pois do
contrário, para qualquer quantidade armazenada esta NR será aplicável.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.2.2
Não se aplica a tubulações? Nem dutos de transferência e de coleta de gás, nem de
petróleo;

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.2.2
a) às instalações e atividades marítimas offshore (plataformas marítimas)
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 450 litros de líquidos inflamáveis, não
excluindo o cumprimento de outras normas e regulamentações.
É necessário deixar bem claro que esta NR não se aplica às atividades marítimas
exercidas em plataformas marítimas.
Ela é aplicável nas atividades marítimas exercidas junto aos portos e terminais
maritimos.
Estar de acordo com a ABNT NBR 17505 – Parte 2: Armazenamento em tanque e
vasos - Item 1.1

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.2.2
a) às instalações e atividades marítimas offshore (plataformas marítimas)
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 450 litros de líquidos inflamáveis e
combustíveis, não excluindo o cumprimento de outras normas e regulamentações.
É necessário deixar bem claro que esta NR não se aplica às atividades marítimas
exercidas em plataformas marítimas.
Ela é aplicável nas atividades marítimas exercidas junto aos portos, tipo terminais
marítimos.
Estar de acordo com a ABNT NBR 17505 – Parte 2: Armazenamento em tanque e
vasos - Item 1.1
Ver justificativa para o item Título.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.2.2 Esta NR não se aplica:


a) às instalações e atividades marítimas;
b) às edificações residenciais unifamiliares;
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 200 litros de líquidos inflamáveis, não
excluindo o cumprimento de outras normas e regulamentações.
Com a definição dada para o item anterior este item é desnecessário.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br
20.2.2 Esta NR não se aplica:
a) às instalações e atividades marítimas offshore (plataformas marítimas);
b) às edificações residenciais unifamiliares;
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 450 litros de líquidos inflamáveis e
combustíveis, não excluindo o cumprimento de outras normas e regulamentações
É necessário deixar bem claro que esta NR não se aplica às atividades marítimas
exercidas em plataformas marítimas. Ela é aplicável nas atividades marítimas
exercidas junto aos portos, tipo terminais marítimos.
Estar de acordo com a ABNT NBR 17505 – Parte 2: Armazenamento em tanque e
vasos – Item 1.1.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.2.2
a) às instalações e atividades marítimas, salvo às plataformas e sondas fixas ou
móveis de exploração, perfuração e produção de petróleo;
Face aos elevadíssimos riscos das atividades produtivas e laborais nessas
unidades petrolíferas não devem elas ser excluídas da NR, devendo ser entendidas,
como atividades marítimas, as de navegação em geral.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.2.2Esta NR não se aplica:


a) às instalações e atividades marítimas;
b) as edificações sem estabelecimento comerciais;
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 1500 m3 de
gases inflamáveis e a 200 litros de líquidos inflamáveis, não excluindo o
cumprimento de outras normas e regulamentações;
d) às instalações com armazenamento de recipientes transportáveis.

b) esclarecer que se refere a edificações de moradia com uso de GLP para consumo
próprio.
c) Adotar a mesma referencia da NBR 13523 – “Central de Gás Liquefeito de
petróleo – GLP
d) direcionar para recipientes estacionários, conforme a NR-20 em vigència.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.2.2
c) às instalações que armazenem inflamáveis em quantidade inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 200 litros de líquidos inflamáveis, não
excluindo o cumprimento de outros requisitos das Normas Regulamentadoras;
d) as instalações com recipientes transportáveis;
(e) ao transporte de inflamáveis por quaisquer modais terrestres, marítimos,
fluviais, dutoviário ou aéreo;
(f) a equipamentos moveis;
(g) ao manuseio, armazenagem e transporte de inflamáveis em embalagens
certificadas pelo INMETRO, lacradas na fabricação, com capacidade inferior a 5
(cinco) litros.
Caso das sondas terrestres de perfuração e produção.
Ver alteração recente da NR-16.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.2.2 Esta NR não se aplica:


c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 200 litros de líquidos inflamáveis, desde que
acondicionados em embalagens certificadas, não excluindo o cumprimento de
outras normas e regulamentações.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.2.2 Esta NR não se aplica:

a) às instalações e atividades marítimas offshore (plataformas marítimas)


b) às edificações residenciais unifamiliares;
c) às instalações com produção, armazenamento e manuseio inferior a 135
quilogramas de gases inflamáveis e a 450 litros de líquidos inflamáveis e
combustíveis aquecidos, não excluindo o cumprimento de outras normas e
regulamentações.
É necessário deixar bem claro que esta NR não se aplica às atividades marítimas
exercidas em plataformas marítimas.
Ela é aplicável nas atividades marítimas exercidas junto aos portos, tipo terminais
marítimos.
Estar de acordo com a ABNT NBR 17505 – Parte 2: Armazenamento em tanque e
vasos - Item 1.1
Ver justificativa para o item Título.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.3 Definições

20.3
Não há definição de líquido combustível – líquidos que possuem ponto de fulgor
>60ºC e Menor ou igual a 93ºC.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.3
No item 2.3 deveria se definir ainda no âmbito da norma o que significa Líquido
Combustível aquecido - citado no item 2.2.1.b Serão todos os líquidos combustíveis
com temperatura acima da temperatura ambiente? Não acredito que seria o mais
correto, deveria se definir a temperatura a partir de uma dada pressão de vapor do
líquido aquecido.

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.3.1 Líquidos inflamáveis: são líquidos que possuem ponto de fulgor * 60o C.

20.3.1
Corrigir * 60 oC para < 60 oC

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.3.1 Líquidos inflamáveis: Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, abaixo de 37,8 °C.
De acordo com definição da ABNT NBR 17505 Parte 1 – Definições Item 3.42 e
Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br
20.3.1 Líquidos inflamáveis: Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, abaixo de 37,8 °C.
De acordo com definição da ABNT NBR 17505 Parte 1 – Definições Item 3.42 e
Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

20.3.1 Líquidos inflamáveis: Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, abaixo de 37,8 °C.
De acordo com definição da ABNT NBR 17505 Parte 1 – Definições Item 3.42 e
Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.3.1 Líquidos inflamáveis: são líquidos que possuem ponto de fulgor ≤ 37,8o C.,
determinado através do método de teste de ponto de fulgor: vaso fechado.
Utilizar como referencia a resolução ANP no 30 de 26/10/2006 que adota a norma
ABNT 17505-5 que adota esta definição para liquido inflamável.
Suprimir o item 20.3.1.1, uma vez que esta categorização não e utilizada em nenhum
ponto da Norma.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.3.1 Líquidos inflamáveis: Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, menor ou igual a 60 °C.
Os líquidos inflamáveis são classificados em três categorias:
Categoria 1
Ponto de fulgor < 23 °C e ponto de ebulição ≤35 °C
Categoria 2
Ponto de fulgor < 23 °C e ponto de ebulição > 35 °C
Categoria 3
Ponto de fulgor ≥23 °C e ≤60
Coerência com o GHS (Global Harmonization System).

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.3.1.1 Os líquidos inflamáveis são classificados em três categorias:

Categoria Critério
1 Ponto de fulgor < 23o C e ponto de ebulição ≤ 35o C
2 Ponto de fulgor < 23o C e ponto de ebulição > 35 C
3 Ponto de fulgor ≥ 23o C e ≤ 60o C

Método de teste do ponto de fulgor: vaso fechado.

Minha sugestão é que o ponto de fulgor máximo para que o produto seja
considerado inflamável seja 60ºC, seguindo as diretrizes da ONU.
As empresas hoje encontram problemas quando o produto fica na faixa de ponto de
fulgor de 60 a 70ºC. Para transporte não é considerado inflamável.

Vânia Brasileiro Nobre


DYNEA SÃO PAULO
Av. Piraporinha, 852 - 09891-902 – S.B.C. – SP
Tel.: 55 11 4341-3440 Fax: 55 11 4390-0564
e-mail: vania.brasileiro@dynea.com.br

20.3.1.1 Os líquidos inflamáveis são classificados em três classes:


Classe IA
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição <37,8 °C
Classe IB
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição > 37,8 °C
Classe IC
22,8 °C ≤PF < 37,8 °C
Para estar de acordo com a classificação da ABNT NBR 17505 – Parte 1 –
Disposições Gerais - Tabela 1 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de
São Paulo.
A categoria 3 está classificada como Líquido Combustível, de acordo com a ABNT
NBR 17505 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.
Eliminar deste item a definição como categoria e alterar as faixas de temperatura
principalmente a da categoria 3.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br
José Hélio Fernandes
Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.3.1.1 Os líquidos inflamáveis são classificados em três classes:


Classe IA
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição <37,8 °C
Classe IB
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição > 37,8 °C
Classe IC
22,8 °C ≤ PF < 37,8 °C

Eliminar deste item a definição como categoria e alterar as faixas de temperatura


principalmente a da categoria 3(2)
Para estar de acordo com a classificação da ABNT NBR 17505 – Parte 1 –
Disposições Gerais - Tabela 1 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de
São Paulo.
A categoria 3 está classificada como Líquido Combustível, de acordo com a ABNT
NBR 17505 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

20.3.1.1 Os líquidos inflamáveis são classificados em três classes:


Classe IA
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição <37,8 °C
Classe IB
Ponto de fulgor < 22,8 °C e ponto de ebulição > 37,8 °C
Classe IC
22,8 °C ≤ PF < 37,8 °C

Eliminar deste item a definição como categoria e alterar as faixas de temperatura


principalmente a da categoria 3.
Para estar de acordo com a classificação da ABNT NBR 17505 – Parte 1 –
Disposições Gerais - Tabela 1 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros de
São Paulo.
A categoria 3 está classificada como Líquido Combustível, de acordo com a ABNT
NBR 17505 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.3.1.2 Categoria Critério


1 Ponto de fulgor < 23o C e ponto de ebulição ≤ 35o C
2 Ponto de fulgor < 23o C e ponto de ebulição > 35 º C
3 Ponto de fulgor ≥ 23o C e ≤ 60o C

20.3.1.3 Método de teste do ponto de fulgor: vaso fechado.

20.3.1.3.1 Especificar ou detalhar o método.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

Retirada do item.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.3.2 Gases inflamáveis: gases que inflamam com o ar a 20 °C e a uma pressão


padrão de 101,3 kPa.

Inserir item e renumerar


20.3.2 Líquido Combustível: qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, igual ou superior a 37,8 °C.

Classe II
37,8 °C ≤PF < 60 °C
Não está contemplado na Consulta Pública a Definição de Líquido Combustível e
nem a diferenciação entre Líquido Inflamável e Líquido Combustível.
De acordo com definição da ABNT NR 17505 – Definições.
Item 3.41 e Instrução Técnica 03 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com
João Batista Sarmet Franco
Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Inserir item e renumerar


20.3.2 Líquido Combustível: qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso
fechado, igual ou superior a 37,8 °C.
Classe II
37,8 °C ≤ PF < 60 °C
Classe IIIA
60 °C ≤ PF < 93 °C
Classe IIIB
PF ≥ 93 °C
Não está contemplado na Consulta Pública a Definição de Líquido Combustível e
nem a diferenciação entre Líquido Inflamável e Líquido Combustível.
De acordo com definição da ABNT NR 17505 – Definições, item 3.41 e Instrução
Técnica 03 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.3.2 Gases inflamáveis:


Gases que, a 20°C e à pressão normal de 101,3kPa:
(i) são inflamáveis quando em mistura de 13% ou menos, em volume, com o ar; ou
(ii) apresentam faixa de inflamabilidade com ar de, no mínimo, doze pontos
percentuais, independentemente do limite inferior de inflamabilidade. A
inflamabilidade deve ser determinada por ensaios ou por cálculos que se
conformem aos métodos adotados pela ISO (ver Norma ISO 10156:1996).

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.3.2 Para efeito desta Norma Regulamentadora – NR fica definido “líquido


combustível” como todo aquele que possua ponto de fulgor igual ou superior a
60ºC (sessenta graus centígrados) e inferior a 93ºC (noventa e três graus
centígrados).
Renumerar o item atual para 20.3.3.
Não está contemplado na Consulta Pública a definição de Combustível e a proposta
está de acordo com o GHS.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.3.2.1 Os gases inflamáveis são classificados em duas categorias:


Categoria Critério
Gases que a 20ºC e a uma pressão padrão de 101,3 kPa:
(a) são inflamáveis quando numa mistura de proporção menor ou
1 igual a 13% por volume de ar; ou
(b) têm uma faixa de inflamabilidade com ar de pelo menos
12%, independente do limite inferior de inflamabilidade.

Gases que não estão enquadrados na categoria 1, que a 20ºC e


2 uma pressão padrão de 101,3 kPa, têm uma faixa de
inflamabilidade quando misturados com o ar.

20.3.2.1
(b) têm uma faixa de inflamabilidade com o ar de pelo menos 12%,
independentemente do limite inferior de inflamabilidade.
Regra de gramática

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

Acrescentar item 20.3.3 - definição de sólido inflamável.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.3.2.1 Os gases inflamáveis são classificados em duas categorias:


Categoria 1 Gases que a 20 °C e a uma pressão padrão de 101,3 kPa:
(a) são inflamáveis quando numa mistura de proporção menor ou igual a 13% por
volume de ar; ou
(b) têm uma faixa de inflamabilidade com o ar de pelo menos 12%, independente do
limite inferior de inflamabilidade.
Categoria 2 Gases que não estão enquadrados na categoria 1, que a 20 °C e a uma
pressão padrão de 101,3 kPa, têm uma faixa de inflamabilidade quando misturados
com o ar.
Suprimir o item 20.3.2.1, uma vez que esta categorização não e utilizada em nenhum
item da Norma.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

Incluir
20.3.2.1.1 Categoria Critério
1
Gases que a 20 °C e a uma pressão padrão de 101,3 kPa:
(a) são inflamáveis quando numa mistura de proporção menor ou igual a 13% por
volume de ar; ou
(b) têm uma faixa de inflamabilidade com o ar de pelo menos 12%, independente do
limite inferior de inflamabilidade.
2
Gases que não estão enquadrados na categoria 1, que a 20 °C e a uma pressão
padrão de 101,3 kPa, têm uma faixa de inflamabilidade quando misturados com o ar.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

Separar as regras para os novos projetos e para as instalações existentes.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

Renumerar o item atual para 20.3.3.1.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4. Projeto da instalação

20.4 Projeto das intalações

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com
20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e
manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que contemple os
aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos, bem como
regulamentações federais, estaduais e municipais.

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que contemple os
aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas - ABNT, convenções e acordos coletivos, bem
como regulamentações federais, estaduais e municipais.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser projetadas considerando precedidas de projeto
que contemple os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas
normas regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos, bem
como regulamentações federais, estaduais e municipais.
Se a abrangência é para líquidos combustíveis, por que o texto excluiu no projeto?

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis e combustíveis devem ser precedidas de projeto que
contemple os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos, bem como
regulamentações federais, estaduais e municipais.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que contemple os
aspectos de segurança e saúde previstos nas normas regulamentadoras do
Ministério do Trabalho e Emprego e normas técnicas da ABNT – Associação
Brasileira de Normas Técnicas, nesta referenciadas.
Convenção e acordo coletivo, além de força de lei, trata de assuntos específicos.
Não existe legislação estadual ou municipal que rege projeto de instalação.
A fiscalização no que tange meio ambiente e projetos de instalação são de
competência de outros órgãos.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis e combustíveis devem ser precedidas de projeto que
contemple os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos, bem como
regulamentações federais, estaduais e municipais.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que contemple os
aspectos de segurança e saúde previstos nas normas regulamentadoras, normas
técnicas.
Todas os itens de projeto da instalação das atividades, conforme descrito no item
20.2.1, são determinados nas normas técnicos, exaustivamente discutidos e
determinados contemplando os aspectos de segurança e saúde que é o escopo do
Ministério do Trabalho e Emprego.
O aspecto de meio ambiente pertence à competência direta do órgão ambiental de
cada estado.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que atenda ao que
dispõem as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho, as
regulamentações técnicas oficiais estabelecidas e ser assinado por profissional
legalmente habilitado. convenções e acordos coletivos, bem como
regulamentações federais, estaduais e municipais.
Retirar Meio Ambiente. Não e escopo da NR.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis devem ser precedidas de projeto que contemple os
aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos, bem como
regulamentações federais, estaduais, e municipais e internacionais no que couber.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de Inflamáveis e combustíveis aquecidos devem ser precedidas de
projeto que contemple os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos
nas normas regulamentadoras, normas técnicas, convenções e acordos coletivos,
bem como regulamentações federais, estaduais e municipais.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.1.1 Serão aceitos os projetos de instalações existentes, desde que estejam


atualizados e contemplem os requisitos previstos neste item.

20.4.1.1
Deve ser descrito no texto qual órgão fará a "aceitação".
Sendo a instalação existente, parece-nos que a etapa de aceitação de "projeto" já
passou. O texto poderia ser modificado aqui para se referir à aceitação de
"instalações existentes devidamente documentadas por projeto conforme
construído".

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.1.1
As disposições desta norma não se aplicam às edificações já existentes ou
aprovadas para a construção ou instalação antes da publicação da norma. Contudo,
as reformas que alterem as características do projeto e/ou equipamentos, as
ampliações de instalações, iniciadas a partir da data da publicação desta norma
regulamentadora devem atender às suas disposições.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.4.1.1 Serão aceitos os projetos de instalações existentes, desde que estejam


atualizados e contemplem os requisitos previstos neste item.
A fiscalização deste item é escopo da ANP.
O Projeto de instalação segue as normas existentes para gases inflamáveis (GLP) e
não é objetivo do MTE.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.1.1 Serão aprovados aceitos os projetos de instalações existentes, desde que


estejam atualizados, no mínimo há seis meses e contemplem os requisitos
previstos neste item.
Projetos são aprovados ou desaprovados. A palavra aceitos não se coaduna bem
no texto, e a atualização deve ter um prazo, caso contrário não haveria parâmetro
temporal.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.4.1.1 Serão aceitos os projetos de instalações existentes, desde que estejam


atualizados e contemplem os requisitos previstos neste item.
Este item fica redundante, pois no item 20.4.1. já referencia a obrigatoriedade em
cumprir as normas regulamentadoras ou técnicas, novas ou da época, pois a
instalação de gás liquefeito de petróleo, sempre foi projetada e montada segundo
normas técnicas especificadas.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.1.1 Serão aceitos os projetos de instalações existentes, desde que estejam


atualizados e contemplem os requisitos previstos neste item.
Uma instalação existente foi projetada segundo regras técnicas que vigiam à época
do projeto; essas regras podem ter mudado sem que tenha sido feito um projeto
para adaptar a instalação à nova regra. Por outro lado, o item irá exigir que todas as
instalações sejam objeto de verificação contra os requisitos de projeto criados pelo
novo texto da NR, o que pode conduzir a situações de não conformidade. Se esta
existir, não há como propor alternativa (projeto alternativo).
Atentar que o caput incorpora, além da legislação e regulamentação, as normas
técnicas e os acordos e convenções coletivas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.1.2 O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado.

20.4.1.2 O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado.


O profissional habilitado deverá atender os requisitos da LEI Nº 6.496, DE 7 DE
DEZEMBRO DE 1977 que institui a "Anotação de Responsabilidade Técnica" na
prestação de serviços de engenharia, de arquitetura e agronomia; autoriza a
criação, pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA,
de uma Mútua de Assistência Profissional; e dá outras providências e RESOLUÇÃO
Nº 437, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1999 que dispõe sobre a Anotação de
Responsabilidade de Técnica - ART relativa às atividades dos Engenheiros e
Arquitetos, especialistas em Engenharia de Segurança do Trabalho e de outras
providências.
Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.1.2 O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado e submetido à


apreciação e aprovação do engenheiro de segurança da empresa.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.1.2 O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado.


No item 20.4.1.2 – O projeto é elaborado por profissional conforme a Resolução
32/88 do CONFEA – para Instalação de redes e tubulação, Projeto para central de
gás, São habilitados os Engos Mecânico, Civil, Metalúrgico, Químico e Arquiteto.
Sérgio Bandeira de Mello
Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.1.2 O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado.


Já incorporado no caput.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

Incluir
20.4.1.3 O projeto deve ser devidamente acompanhado da ART (anotação de
responsabilidade técnica) do profissional.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.2 Modificações, ampliações ou reformas das instalações devem ser precedidas


de projeto.

20.4.2 Modificações, ampliações ou reformas das instalações devem ser precedidas


de projeto, e também submetido à apreciação e aprovação do engenheiro de
segurança da empresa.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.2 Modificações, ampliações ou reformas das instalações que necessitem da


aprovação de órgãos públicos competentes, devem ser precedidas de projeto.
Caracterizar de forma clara qual a real necessidade de se apresentar um projeto de
modificação.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.2 Modificações, ampliações ou reformas das instalações devem ser precedidas


de projeto.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.2 Modificações, ampliações ou reformas das instalações que necessitem da


aprovação de órgãos públicos competentes, devem ser precedidas de projeto.
Caracterizar de forma clara qual a real necessidade de se apresentar um projeto de
modificação.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20 4.2 Modificações, e ampliações das instalações, que impliquem na alteração dos


riscos existentes, devem ser precedidas de projeto.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


a) planta geral de locação das instalações;
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de segurança de produtos químicos;
c) fluxograma de processo e fluxograma de engenharia;
d) especificação técnica das instalações, equipamentos, máquinas e acessórios;
e) especificação dos sistemas de segurança das instalações;
f) identificação das áreas classificadas da instalação, para efeito de especificação
dos equipamentos e instalações elétricas;
g) medidas intrínsecas de segurança inerentes ao projeto.

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


a)planta geral de locação das instalações; com anotação do responsável técnico,
bem como o no. ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.

Luiz Antonio Pereira


Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.3
e) especificação dos sistemas de segurança das instalações (equipamentos de
proteção coletiva de detecção e combate a incêndios, incluindo aqueles
equipamentos de proteção coletiva à saúde do trabalhador e ao meio ambiente);

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.3
b) Características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de segurança de produtos químicos, emitidas em
português;

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.3 O prontuário das instalações deve constar, No projeto devem constar, no


mínimo:
d) especificação técnica das instalações, equipamentos, máquinas e instrumentos
acessórios;

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com
20.4.3
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de informação de segurança de produtos
químicos (FISPQ);
Citar que é a FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos
(ABNTNBR 14725)

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.4.3
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis e combustíveis, constante nas fichas de informação de segurança de
produtos químicos (FISPQ);
Ver justificativa de alteração do título da NR
Citar que é a FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos
(ABNTNBR 14725)

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


a) planta geral de locação das instalações;
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de segurança de produtos químicos;
c) fluxograma de processo e fluxograma de engenharia;
d) especificação técnica das instalações, equipamentos, máquinas e acessórios;
e) especificação dos sistemas de segurança das instalações;
f) identificação das áreas classificadas da instalação, para efeito de especificação
dos equipamentos e instalações elétricas;
g) medidas intrínsecas de segurança inerentes ao projeto.
Item a) e d) Estão previstos na NR13;
Item b) Existe a NBR 14275 – Ficha de informações de segurança. de produtos
químicos - FISPQ;
Item e) Está previsto na NR-10;
Item f) Está previsto na NR-10.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.3
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis e combustíveis, constante nas fichas de informação de segurança de
produtos químicos (FISPQ);
Ver justificativa de alteração do título da NR
Citar que é a FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos
(ABNTNBR 14725)

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


a) planta geral de locação das instalações;
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de segurança de produtos químicos;
c) fluxograma de processo e fluxograma de engenharia;
d) especificação técnica das instalações, equipamentos, máquinas e acessórios;
e) especificação dos sistemas de segurança das instalações;
f) identificação das áreas classificadas da instalação, para efeito de especificação
dos equipamentos e instalações elétricas;
g) medidas intrínsecas de segurança inerentes ao projeto
Destes itens, alguns já são exigidos nas outras normas regulamentadoras, por
exemplo:
a) Exigência prevista e regulamentada pelo próprio Ministério do Trabalho e
Emprego conforme a exigência no cumprimento da NR 10 e NR13.
b) Estas informações são exigidos na NBR 14.75 -.Ficha de Informações de
Segurança de Produtos Químicos da ABNT.
c) d) ; e) e g) são documentos necessários e importantes para a elaboração do
Estudo de Análise de Risco, exigido para a obtenção da Licença de Operação
emitido pelo órgão ambiental.
f) Exigência prevista e regulamentada pelo próprio Ministério do Trabalho e
Emprego conforme a exigência no cumprimento da NR 10.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br
Renumerar para 20.4.1.1
b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis, constante nas fichas de segurança de produtos químicos;
Retirar Meio Ambiente. Não e escopo da NR.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


e) especificação dos sistemas de segurança das instalações, limites operacionais
de segurança;
f) identificação e sinalização das áreas classificadas das instalações, para efeito de
especificação dos equipamentos e instalações elétricas;
g) medidas intrínsecas de segurança inerentes ao projeto.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.3 No projeto devem constar, no mínimo:


b) características e informações de segurança, saúde e meio ambiente relativas aos
inflamáveis e combustíveis aquecidos, constante nas fichas de informação de
segurança de produtos químicos (FISPQ);
Citar que é a FISPQ- Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos
(ABNTNBR 14725).

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.4 No projeto devem ser observadas as normas técnicas sobre distâncias de


segurança entre instalações, edificações, tanques, máquinas, equipamentos, áreas
de movimentação e fluxo, vias de circulação interna, bem como dos limites da
propriedade em relação a áreas circunvizinhas e vias públicas, definidas em
normas técnicas.

20.4.4 No projeto devem ser observadas as normas técnicas sobre distâncias de


segurança entre instalações, edificações, tanques, máquinas, equipamentos, áreas
de movimentação e fluxo, vias de circulação interna, acessos livres aos
equipamentos de combate a incêndio e botões de emergência, bem como
observação quanto aos limites da propriedade em relação a áreas circunvizinhas e
vias públicas, definidas em normas técnicas.
GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho
Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.4 - No projeto devem ser observadas as normas técnicas sobre distâncias de


segurança entre instalações, edificações, tanques, máquinas, equipamentos, áreas
de movimentação e fluxo, vias de circulação interna, bem como dos limites da
propriedade em relação a áreas circunvizinhas e vias públicas, definidas em
normas técnicas - ABNT.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.4
Incluir rotas de fugas.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho.
celiomorais@yahoo.com

20.4.4 No projeto devem ser observadas as normas técnicas sobre distâncias de


segurança entre instalações, edificações, tanques, máquinas, equipamentos, áreas
de movimentação e fluxo, vias de circulação interna, bem como dos limites da
propriedade em relação a áreas circunvizinhas e vias públicas, definidas em
normas técnicas.
Estão definidos nas NBR´s : NBR 13523 – “Central de Gás Liquefeito de petróleo –
GLP NBR 15514 – Área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás
liquefeito de petróleo (GLP), destinados ou não à comercialização – Critérios de
segurança “NBR 15186 – Base de armazenamento, envasamento e distribuição de
GLP p Projetos e Construção”.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.4 No projeto devem ser observadas as normas técnicas sobre distâncias de


segurança entre instalações, edificações, tanques, máquinas, equipamentos, áreas
de movimentação e fluxo, vias de circulação interna, bem como dos limites da
propriedade em relação a áreas circunvizinhas habitadas ou habitáveis e vias
públicas, definidas em normas técnicas.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.4.1 No caso de inexistência de distâncias de segurança em normas técnicas,


os critérios para afastamentos podem ser estabelecidos através da análise dos
riscos, elaborada por profissional habilitado.

20.4.4.1 No caso de inexistência de distâncias de segurança em normas técnicas -


ABNT, os critérios para afastamentos podem ser estabelecidos através da análise
dos riscos, elaborada por profissional habilitado.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.4.1 No caso de inexistência de distâncias de segurança em normas técnicas,


os critérios para afastamentos podem ser estabelecidos através da análise dos
riscos, elaborada por profissional habilitado.
A metodologia Análise de Risco não tem como objetivo ou estudo para estabelecer
afastamento de segurança.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.4.1 No caso de inexistência de distâncias de segurança em normas técnicas,


os critérios para afastamento devem podem ser estabelecidos através da análise
dos riscos, elaborada por profissional habilitado.
A palavra pode não apresenta a imperatividade da palavra deve, permitindo opção
subjetiva e facultativa do intérprete, não coadunando com norma de teor impositivo
desse teor.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.4.4.1 No caso de inexistência de distâncias de segurança em normas técnicas,


os critérios para afastamentos podem ser estabelecidos através da análise dos
riscos, elaborada por profissional habilitado.
A metodologia indicada, Análise de Risco, não consegue estabelecer uma distância
de segurança, conforme se quer definir neste item. Não é aplicável.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado projeto contendo medidas complementares de
segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas - ABNT, deve ser elaborado projeto contendo medidas
complementares de segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos. o
controle adequado dos riscos.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, o projeto deve ser revisado com deve ser elaborado projeto
contendo medidas complementares de segurança que permitam a atenuação
adequada dos riscos.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado estudo para determinar as ações de medidas
complementares de segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.
Como o projeto está em elaboração o que deve ser feito é um estudo para
determinar as ações a serem tomadas para atenuar os riscos.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado estudo contendo medidas complementares de
segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.
Como o projeto está em elaboração o que deve ser feito é um estudo para
determinar as ações a serem tomadas para atenuar os riscos.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado projeto contendo medidas complementares de
segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado projeto contendo medidas complementares de
segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.
Estas medidas complementares de segurança são previstas na apresentação do
Estudo de Análise de Risco, sem o qual não é obtida e liberada a Licença de
Operação, emitida pelo órgão ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às


normas técnicas, deve ser elaborado projeto contendo medidas complementares de
segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos. Efetuar a desativação
das instalações até a redução do risco de forma aceitável.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com
20.4.4.2 Para instalações existentes, cujas distâncias de segurança não atendam às
normas técnicas, deve ser elaborado análise de risco contendo medidas
complementares de segurança que permitam a atenuação adequada dos riscos.
Como o projeto está em elaboração o que deve ser feito é uma análise de risco para
determinar as ações a serem tomadas para atenuar os riscos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.5 O projeto deve contemplar a verificação de incompatibilidades dos


inflamáveis com outros produtos químicos na instalação, adotando-se as medidas
de controle adequadas, tais como segregação, isolamento, afastamentos.

20.4.5 O estudo deve contemplar as incompatibilidades dos inflamáveis com outros


produtos químicos na instalação, adotando-se as medidas de controle adequadas,
tais como segregação, isolamento, afastamentos.
Coerência com a sugestão de alteração do item 20.4.4.2.
Maior ênfase para a necessidade de se contemplar diretamente as
incompatibilidades com outros produtos químicos e não de contemplar a
verificação.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.4.5 O estudo deve contemplar as incompatibilidades dos inflamáveis e


combustíveis com outros produtos químicos na instalação, adotando-se as
medidas de controle adequadas, tais como segregação, isolamento, afastamentos.
Coerência com a sugestão de alteração do item 20.4.4.2
Maior ênfase para a necessidade de se contemplar diretamente as
incompatibilidades com outros produtos químicos e não de contemplar a
verificação.
Ver justificativa de alteração do título da NR

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.5 O projeto deve contemplar a verificação de incompatibilidades dos


inflamáveis com outros produtos químicos na instalação, adotando-se as medidas
de controle adequadas, tais como segregação, isolamento, afastamentos.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.5 O projeto deve contemplar a verificação de incompatibilidades dos


inflamáveis com outros produtos químicos existentes na instalação, adotando-se as
medidas de controle adequadas, tais como segregação, isolamento, afastamentos.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.5 O projeto deve contemplar a verificação de incompatibilidades dos


inflamáveis com outros produtos químicos na instalação, adotando-se as medidas
de controle adequadas, tais como segregação, isolamento, afastamentos e controle
de plumas.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.5 O projeto deve contemplar as incompatibilidades dos inflamáveis e


combustíveis aquecidos com outros produtos químicos na instalação, adotando-se
as medidas de controle adequadas, tais como segregação, isolamento,
afastamentos.
Maior ênfase para a necessidade de se contemplar diretamente as
incompatibilidades com outros produtos químicos e não de contemplar a
verificação.
Ver justificativa de alteração do título da NR

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis devem


ser projetados e construídos de acordo com as normas técnicas.

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis devem


ser projetados e construídos de acordo com as normas técnicas. Observando,
principalmente, os preceitos definidos e determinados pela NR 13 – Caldeiras e
vasos de pressão;
GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho
Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis devem


ser projetados e construídos de acordo com as normas técnicas.
Os vasos de pressão devem atender ao prescrito na NR-13.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis e


combustíveis devem ser projetados e construídos de acordo com as normas
técnicas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis devem


ser projetados e construídos de acordo com as normas técnicas.
Estão definidos nas normas da NBR e DOT.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis devem


ser projetados e construídos de acordo com as normas técnicas.
Esta exigência, encontra-se na legislação a NR13, e normas de construção da
ABNT.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.6 Os tanques e vasos de pressão para armazenamento de inflamáveis e


combustíveis aquecidos devem ser projetados e construídos de acordo com as
normas técnicas.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.6.1 Todo tanque ou vaso de pressão deve possuir dispositivos de alívio e


estabilização de pressão, adequados às características do produto e às condições
de operação, dimensionados de acordo com as normas técnicas.

20.4.6.1 Todo tanque ou vaso de pressão deve possuir dispositivos, quando


aplicável, de alívio ou e estabilização de pressão, adequados às características do
produto e às condições de operação, dimensionados de acordo com as normas
técnicas.
Estabilização de pressão não é aplicável para vaso de pressão.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.6.1 Todo tanque ou vaso de pressão deve possuir dispositivos de alívio e


estabilização de pressão, adequados às características do produto e às condições
de operação, dimensionados de acordo com as normas técnicas.
Além de dispositivos de alívio ser exigência, prevista na norma de construção, na
NR-13, a estabilização de pressão, aqui mencionada não é aplicável para gás
liquefeito de petróleo.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.4.6.1 Todo tanque ou vaso de pressão deve possuir dispositivos de alívio e


estabilização de pressão, adequados às características do produto e às condições
de operação, dimensionados de acordo com as normas técnicas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.7 No processo de transferência, enchimento de recipientes ou de tanques,


devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.

20.4.7
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
A Instalação de uma unidade recuperadora de vapor não elimina os 100% de
vapores emitidos e sim Minimiza.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.4.7
Essas medidas somente deverão ser aplicadas para os líquidos inflamáveis, ou
seja, para aqueles com ponto de ebulição < 37,8 °C.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.7 No processo de transferência, enchimento de recipientes ou de tanques,


devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.
a) É da competência do órgão ambiental. Se a emissão for com relação à saúde
ocupacional, já está previsto na NR-09 – PPRA, assim como o item b, a NR10 trata
deste assunto.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.7 No processo de transferência, enchimento de recipientes ou de tanques,


devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a)eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b)controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.
O item a) é de exigência do órgão ambiental e o item b) além de ser exigido na NR
10 do Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de eletricidade estática não é
controlada e sim monitorada.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br
20.4.7 No projeto de processos de transferência, enchimento de recipientes ou de
tanques, devem ser definidas medidas preventivas para:
a) evitar a formação de misturas inflamáveis no ambiente de trabalho através da
eliminação ou redução da emissão de gases ou vapores inflamáveis para o
ambiente do trabalho;
b) evitar a ignição de misturas inflamáveis através do controle da geração e
acumulação de eletricidade estática.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.7 No processo de transferência, enchimento de recipientes ou de tanques,


devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática;
c) segregação de plumas.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.7 No processo de transferência, enchimento de recipientes ou de tanques,


devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
c) prevenir vazamentos / derramamentos.
Medida de prevenção para vazamentos/derramamentos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.8 O projeto para armazenamento de inflamáveis em recipientes e tanques


portáteis deve obedecer aos requisitos previstos nas normas regulamentadoras e
normas técnicas, bem como nas regulamentações federais, estaduais e municipais.

20.4.8 O projeto para armazenamento de inflamáveis e combustíveis em recipientes


e tanques portáteis deve obedecer aos requisitos previstos nas normas
regulamentadoras e normas técnicas, bem como nas regulamentações federais,
estaduais e municipais.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com
Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.4.8 O projeto para armazenamento de inflamáveis em recipientes e tanques


portáteis deve obedecer aos requisitos previstos nas normas regulamentadoras e
normas técnicas, bem como nas regulamentações federais, estaduais e municipais.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS

Daniel Braga Frederico


Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br
e
Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.8 O projeto de instalações para armazenamento de inflamáveis em recipientes


e tanques portáteis deve obedecer aos requisitos previstos nas normas
regulamentadoras e normas técnicas, bem como nas regulamentações federais,
estaduais e municipais.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.9 O projeto deve ser regularmente revisto e atualizado, a fim de que possa
retratar fielmente as instalações existentes.

20.4.9 - Os documentos de projeto devem ser regularmente revistos a atualizados,


em intervalos máximos de cinco anos, a fim de que possa retratar fielmente as
instalações existentes.
Estellito Rangel Junior
Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.9 O projeto deve ser regularmente revisto e atualizado, a fim de que possa
retratar fielmente as instalações existentes.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.9 O projeto deve ser regularmente revisto e atualizado anualmente, a fim de


que possa retratar fielmente as instalações existentes.
É necessário constar precisamente uma periodicidade para atualização do projeto.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.4.9 A documentação técnica de projeto das instalações deve ser mantida


atualizada, a fim de que possa retratar fielmente a realidade física das instalações.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.9 O projeto deve ser regularmente revisto, e atualizado sempre que for
detectada falha técnica de equipamento ou falha operacional, a fim de que possa
retratar fielmente as instalações existentes.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.4.9 A documentação técnica de projeto das instalações deve ser mantida


atualizada, que retrate fielmente a realidade física das instalações.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.4.10 O projeto deve estar disponível às autoridades competentes, aos


trabalhadores e a seus representantes.

20.4.10 - Os documentos de projeto devem estar disponíveis O projeto deve estar


disponível às autoridades competentes, aos trabalhadores e a seus representantes.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.4.10 O projeto deve estar disponível às autoridades competentes, aos


trabalhadores e a seus representantes.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.4.10 O projeto deve ser encaminhado estar disponível às autoridades


competentes, aos trabalhadores e a seus representantes sindicais.
Para melhor controle das autoridades e dos trabalhadores e seus representantes,
além de ficar à sua disposição, o projeto deve ser também encaminhado às
autoridades e partes interessadas. Os representantes dos trabalhadores são os
sindicatos, devendo estar expresso na norma quais são esses representantes.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.4.10 A documentação técnica do projeto deve ficar disponível para consulta das
autoridades competentes em Segurança e Saúde no Trabalho, aos trabalhadores da
instalação e aos seus representantes, resguardadas as questões relativas aos
segredos industriais.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.4.10 A documentação técnica do projeto deve ficar disponível para consulta das
autoridades competentes em Segurança e Saúde no Trabalho, aos trabalhadores da
instalação e aos seus representantes, resguardadas as questões relativas aos
segredos industriais.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.5. Segurança na Construção e Montagem

20.5. Segurança na Preparação da planta fabril, Construção e Montagem das


Instalações.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.5.1 A construção e montagem das instalações para extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis devem observar as
especificações previstas no projeto, bem como, as normas regulamentadoras e as
normas técnicas.

20.5.1 A construção e montagem das instalações para extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis devem observar as
especificações previstas no projeto, bem como, as normas regulamentadoras e as
normas técnicas.
Observar que esse item não é específica da norma, ou seja, é uma prática de
engenharia, e portanto, pode ser retirada do texto, sem prejuízo. Melhor tratar de
gestão de mudança – caso o projeto deva ser alterado na construção e montagem,
há necessidade de se elaborar estudo de alteração de projeto.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.5.1 A construção e montagem das instalações para extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis devem
observar as especificações previstas no projeto, bem como, as normas
regulamentadoras e as normas técnicas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.5.1 A construção e montagem das instalações para extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis devem observar as
especificações previstas no projeto, bem como, nas normas regulamentadoras do
Ministério do Trabalho e Emprego e normas técnicas da ABNT – Associação
Brasileira de Normas Técnicas, nesta referenciadas.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.5.1 A construção e montagem das instalações para extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis aquecidos
devem observar as especificações previstas no projeto, bem como, as normas
regulamentadoras e as normas técnicas.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.5.2 As inspeções e os testes realizados por profissional habilitado, na fase de


construção e montagem, devem ser devidamente documentados de acordo com o
previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas e nos manuais de
fabricação dos equipamentos e máquinas.

20.5.2 – As inspeções e os testes realizados por profissional qualificado e atestado


por profissional habilitado, na fase de construção e montagem, devem ser
devidamente documentados, de acordo com o previsto nas normas
regulamentadoras, nas normas técnicas e nos manuais de fabricação dos
equipamentos e máquinas.
A inspeção e teste pode ser realizado por profissional qualificado, não
necessariamente habilitado.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.5.2 As inspeções e os testes realizados por profissional habilitado, na fase de


construção e montagem, devem ser devidamente documentados de acordo com o
previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas e nos manuais de
fabricação dos equipamentos e máquinas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.5.2 As inspeções e os testes realizados por profissional habilitado e/ou


qualificado e atestado por profissional habilitado, na fase de construção e
montagem, devem ser devidamente documentados de acordo com o previsto nas
normas regulamentadoras, nas normas técnicas e nos manuais de fabricação dos
equipamentos e máquinas.
A NR 10 permite que as inspeções e testes possam ser realizadas por profissional
qualificado, não necessariamente habilitado.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.5.3 Os equipamentos e as instalações devem ser adequadamente identificados e


sinalizados, de acordo com o previsto pelas normas regulamentadoras e pelas
normas técnicas, a fim de evitar acidentes de trabalho.

20.5.3 Os equipamentos e as instalações devem ser adequadamente identificados e


sinalizados, de acordo com o previsto pelas normas regulamentadoras e pelas
normas técnicas, a fim de evitar acidentes de trabalho.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.5.3 Os equipamentos e as instalações devem ser adequadamente identificados e


sinalizados, de acordo com o previsto pelas normas regulamentadoras e pelas
normas técnicas, a fim de evitar acidentes de trabalho.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6. Segurança Operacional

20.6.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos escritos de


segurança no trabalho, em conformidade com as especificações do projeto das
instalações e com as recomendações das análises de riscos das atividades e
operações.

20.6.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de segurança no


trabalho, escritos em português por profissional habilitado, em conformidade com
as especificações do projeto das instalações e com as recomendações das análises
de riscos das atividades e operações.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.6.1 – O empregador deve elaborar e implementar Manual de Segurança


Operacional, em conformidade com as especificações do projeto, e das instalações
e dos manuais de fabricação dos equipamentos e máquinas.
Devemos definir um manual de operação que contenha os critérios de segurança
necessários. Não existe uma maneira de operar e outra maneira de operar com
segurança. Só existe uma e deve estar no manual de operação.
Não existe nenhuma referência ou critério de aceitabilidade para aplicar análise de
risco como metodologia. As formas e as técnicas aplicáveis nesta metodologia,
Análise de Risco, são muito diversificada e o conceito é amplo demais. Análise
risco aplicável está dentro da competência de cada órgão ambiental estadual.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.1 O empregador deve elaborar, e implementar, manter atualizados e divulgar os


procedimentos escritos de segurança no trabalho, em conformidade com as
especificações do projeto das instalações e com as recomendações das análises de
riscos das atividades e operações.
Os procedimentos escritos de segurança no trabalho devem manter-se atualizado e
divulgar os procedimentos escritos, para que proporcione o efetivo conhecimento e
controle dos interessados, especialmente os trabalhadores.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br
20.6.1 O empregador deve elaborar e implementar Manual de Operação com
procedimentos escritos de segurança no trabalho, em conformidade com as
especificações do projeto das instalações e em processos industriais, com as
recomendações das análises de risco das atividades e operações.
Os procedimentos de segurança se baseiam na descrição das atividades previstas
no Manual de Operação de processos industriais.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.1 O responsável pela instalação deve elaborar e implementar procedimentos


operacionais escritos que contemplem aspectos de segurança e saúde no trabalho,
em conformidade com as especificações do projeto das instalações e com as
recomendações das análises de riscos das atividades e operações.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6.1 Toda pessoa jurídica enquadrada no item 2.9; 20.9.2; 20.9.2.1 deve possuir a
assistência permanente de um profissional de engenharia de Segurança do
Trabalho comprovado com o recolhimento da devida ART independentemente do
número de empregados existentes.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.6.2 Em processos industriais, os procedimentos de segurança no trabalho


devem possuir instruções claras para o desenvolvimento de todas as atividades da
instalação em cada uma das seguintes fases:
a) pré-operação;
b) operação normal;
c) operação temporária;
d) operação em emergência;
e) parada normal;
f) parada de emergência;
g) operação pós-emergência.

20.6.2 Em processos industriais Devem ser dispobinilizados, os procedimentos de


segurança no trabalho devem possuir instruções claras (não podem ser de outro
modo) para o desenvolvimento de todas as atividades da instalação em cada uma
das seguintes fases:

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.6.2 O Manual de Segurança Operacional deve possuir instruções claras para o


desenvolvimento de todas as atividades da instalação.
Todo Manual de operação já contempla todas as atividades da instalação e também
da parte da segurança do trabalho.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.2 Em processos industriais, os procedimentos de segurança no trabalho


devem possuir instruções claras para o desenvolvimento de todas as atividades da
instalação em cada uma das seguintes fases:
Definir e conceituar o termo Processos industriais.
No glossário não tem a definição de processos industriais.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.2 Em processos industriais, os procedimentos operacionais devem fornecer


instruções claras para o desenvolvimento de todas as atividades da instalação em
cada uma das seguintes fases, quando aplicável.
Será necessário definir processo industrial.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6.2 O empregador deve prover todos os meios necessários para elaborar e


implementar os procedimentos escritos de segurança no trabalho, em
conformidade com as especificações do projeto das instalações e com as
recomendações das análises de riscos das atividades e operações.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.6.2 Em processos industriais, os procedimentos operacionais devem incorporar


instruções de segurança para o desenvolvimento de todas as atividades da
instalação em cada uma das seguintes fases, quando aplicável:
Os procedimentos operacionais devem contemplar conceitos de segurança e não o
contrário.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.3 Os procedimentos de segurança no trabalho devem estar facilmente


acessíveis aos trabalhadores e a seus representantes, bem como às autoridades
competentes.

20.6.3 O Manual de Segurança Operacional deve estar disponível aos trabalhadores


e a seus representantes, bem como às autoridades competentes.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.3 Os procedimentos de segurança no trabalho devem estar facilmente


acessíveis aos trabalhadores e encaminhados a seus representantes sindicais, bem
como às autoridades competentes.
O encaminhamento dos procedimentos aos sindicatos como representantes dos
trabalhadores e às autoridades competentes garantem um melhor controle.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.6.3 Os procedimentos operacionais devem estar facilmente acessíveis aos


trabalhadores e a seus representantes, bem como as autoridades competentes.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.6.3 Em processos industriais, os procedimentos de segurança no trabalho
devem possuir instruções claras para o desenvolvimento de todas as atividades da
instalação em cada uma das seguintes fases:
a) testes preliminares;
b) pré-operação;
c) operação normal;
d) operação temporária;
e) operação em emergência;
f) parada normal;
g) parada de emergência;
h) operação pós-emergência.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.6.3 Os procedimentos operacionais no trabalho devem estar facilmente


acessíveis aos trabalhadores e a seus representantes, bem como às autoridades
competentes.
Os procedimentos operacionais devem contemplar conceitos de segurança e não o
contrário.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados, no mínimo bienalmente, ou em uma das seguintes situações:
a) recomendações das análises de risco;
b) modificações, ampliações e reformas da instalação;
c) acidentes e incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis;
d) acidentes e incidentes que, mesmo fora das instalações, possam afetar as
condições normais de operação;
e) recomendações da CIPA, SESMT;
f) notificação das autoridades competentes.

20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados, no mínimo bienalmente (se não ocorrer nenhum evento abaixo, o que
constaria a revisão?), ou em uma das seguintes situações:

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com
20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e
atualizados, no mínimo bienalmente, ou em uma das seguintes situações:
c) acidentes e incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis e
combustíveis;

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

20.6.4 O Manual de Segurança Operacional, devem ser revisados e atualizados,


sempre que necessário ou sempre que houver, modificações, ampliações e reforma
da instalação, bem como recomendações da CIPA. SESMT.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados periodicamente ou em uma das seguintes situações:
c) acidentes e incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis e
combustíveis ocorridos em instalações semelhantes da mesma empresa;
A freqüência bienal é muito alta.
Especificar melhor a revisão devido a acidentes/incidentes.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados, no mínimo anualmente bienalmente, ou em uma das seguintes
situações:
A periodicidade da atualização dos procedimentos deve ser menor, para possibilitar
uma efetividade maior. Dois anos é muito tempo e não garante uma atualização
eficiente.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.6.4. Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados, no mínimo bienalmente, ou sempre em uma das seguintes
recomendações:
a) recomendações das análises de risco;
b) modificações, ampliações e reforma da instalação;
c) acidentes e incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis
d) acidentes e incidentes que, mesmo fora das instalações, possam afetar as
condições normais de operação;
e) recomendações da CIPA. SESMT;
f) notificação das autoridades competentes

Se entender que Análise de risco for somente para processo industrial, pode ser
mantida, caso contrário:
- Não existe nenhuma referência ou critério de aceitabilidade para aplicar análise de
risco como metodologia.
- As formas e as técnicas aplicáveis nesta metodologia, Análise de Risco, é muito
diversificada e amplo demais.
- Análise risco aplicável, está dentro da competência de cada órgão ambiental
estadual.
Notificação das autoridades competentes depende da questão não pode ficar
aleatório ao entendimento do órgão fiscalizador, somente se for em casos que
afetam a segurança do trabalhador e isto já está previsto em legislação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.4 Os Procedimentos operacionais devem ser revisados e, se necessário,


atualizados, no mínimo a cada 5 anos, ou em uma das seguintes situações:
a) quando recomendado pelas análise de riscos;
b) por ocasião de modificações e ampliações da instalação;
c) quando recomendado na investigação de acidentes e incidentes ocorridos na
instalação nas atividades relacionadas com inflamáveis;
d) acidentes e incidentes que, mesmo fora das instalações, possam afetar as
condições normais de operação;
e) quando recomendado pelo SESMT ou pela CIPA;
f) notificação das autoridades competentes.
Suprimir o item ou definir melhor o escopo do item.
Suprimir o item, uma vez que autoridade é competente para verificação do
cumprimento dos requisitos e não para o estabelecimento de requisito, que pela NR
1 e competência do órgão central de SST.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6.4 Os procedimentos de segurança no trabalho devem ser revisados e


atualizados, no mínimo bienalmente, ou em uma das seguintes situações:

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.6.4 Os procedimentos operacionais devem ser revisados e atualizados sempre


que ocorrerem alterações ou em uma das seguintes situações:
c) acidentes e incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis e
combustíveis aquecidos ocorridos em instalações semelhantes da mesma empresa.
A revisão /atualização deve ser efetuada a cada alteração.
Especificar melhor a revisão devido a acidentes/incidentes.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis, enchimento de recipientes ou


de tanques, devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.

20.6.5
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
A Instalação de uma unidade recuperadora de vapor não elimina os 100% de
vapores emitidos e sim Minimiza.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.6.5
Como definido para o item 2.4.7, essas medidas somente deverão ser aplicadas
para os líquidos inflamáveis, ou seja, para aqueles com ponto de ebulição < 37,8 °C.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis, enchimento de recipientes ou


de tanques, devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.
a) É da competência do órgão ambiental. Se a emissão for com relação à saúde
ocupacional, já está previsto na NR-09 – PPRA, assim como o item b, a NR10 trata
deste assunto.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis, enchimento de recipientes ou


de tanques, devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a)eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b)controlar a geração e acumulação de eletricidade estática
Idem ao item 20.4.7. O item a) é de exigência do órgão ambiental e o item b) além de
ser exigido na NR 10 do Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de
eletricidade estática não é controlada e sim monitorada.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis, enchimento de recipientes ou


de tanques, devem ser definidas no projeto as medidas preventivas para:
a)eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b)controlar a geração e acumulação de eletricidade estática
Este item já consta no capítulo Projeto como item 20.4.7.
Eliminar o item, inclusive as duas alíneas abaixo.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis ou combustíveis, enchimento de


recipientes ou de tanques, devem ser definidas no projeto as medidas preventivas
para:
a) eliminar ou minimizar controlar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática.
c) controlar todas as fontes de ignição nas áreas classificadas conforme normas
aplicáveis
A recuperacao de vapores é eminentemente uma necessidade de reducao de
emissões atmosfericas por razoes ambientais, desde que o produto nao oferece
risco ao trabalhador.
As normas construtivas, incluindo a ABNT NBR 17505/2006 e as normas do
American Petroleum Institute (API) permitem a operação segura de tanques
atmosféricos sem recuperação de vapores, mas com controle de fontes de ignição.
O controle da eletricidade estática não é suficiente para controlar as fontes de
ignição tais como equipamentos elétricos não intrinsicamente seguros, fósforos,
atividades de manutenção com geração de chama, etc. Um Plano de Classificação
de Áreas conforme norma ABNT NBR IEC 60079-10 – Classificação de Áreas deve
estar disponível e definir equipamentos e atividades que possam ser realizados.

Paulo R. Valadao
Planta de Fluidos de Paulinia
19-3844-6004
paulo.r.valadao@exxonmobil.com

20.6.5 No processo de transferência de inflamáveis e combustíveis aquecidos,


enchimento de recipientes ou de tanques, devem ser definidas no projeto as
medidas preventivas para:
a) eliminar ou minimizar a geração de vapores;
b) controlar a geração e acumulação de eletricidade estática;
c) prevenir vazamentos.
Medida de prevenção para vazamentos/derramamentos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis.

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis e proteção respiratória do trabalhador. Observar que os gases e
vapores capturados por estes dispositivos (sistemas de exaustão localizados)
devem ser neutralizados ou tratados, antes de sua emissão na atmosfera, conforme
as normas e legislação ambientais.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


ou executar procedimentos para a minimização de vapores emanados durante a
carga e descarga de tanques fixos e de veículos transportadores.
As empresas adotam procedimentos que minimizam a emissão de vapores a níveis
que não expõe os trabalhadores a riscos de saude.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.6.5.1
Como definido para o item 2.4.7, esses dispositivos somente deverão ser instalados
para os líquidos inflamáveis, ou seja, para aqueles com ponto de fulgor < 37,8 °C.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis.
É da competência do órgão ambiental.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis.
Este item é da competência e fiscalizada diretamente pelo do órgão ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis deve-se instalar dispositivos


de captura de vapores emanados durante a carga e descarga de tanques fixos e de
veículos transportadores, para eliminação ou minimização das emissões
inflamáveis.
O item se refere a projeto onde o assunto já foi tratado no item 20.4.7.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.6.5.1 No processo de transferência de inflamáveis ou combustíveis deve-se
instalar dispositivos de captura de vapores emanados durante a carga e descarga
de tanques fixos e de veículos transportadores, para eliminação ou minimização
das emissões inflamáveis que representem risco à saúde do trabalhador pelas
características químicas do produto.
Reescrever para estabelecer o foco na saúde do trabalhador:
A recuperacao de vapores é eminentemente uma necessidade de reducao de
emissoes atmosfericas por razoes ambientais, desde que o produto nao oferece
risco ao trabalhador.
As normas construtivas, incluindo a ABNT NBR 17505/2006 e as normas do
American Petroleum Institute (API) permitem a operação segura de tanques
atmosféricos sem recuperação de vapores, mas com controle de fontes de ignição.
As normas de segurança para carga de tanques atmosféricos não permitem a
presença de trabalhadores nos proximidades do tanque recebedor – tanques fixos
não precisam ser incluídos.
Trabalhadores podem estar presente em carga de veículos transportadores.

Paulo R. Valadao
Planta de Fluidos de Paulinia
19-3844-6004
paulo.r.valadao@exxonmobil.com

20.6.5.1
Especificar quais são os dispositivos e sistemas de captura de vapores existentes.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.6.5.1 Sempre que possível, no processo de transferência de inflamáveis deve-se


instalar dispositivos de captura de vapores emanados durante a carga e descarga
de tanques fixos e de veículos transportadores, para eliminação ou minimização
das emissões inflamáveis.
A necessidade é definida na análise de risco.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.6 No processo de armazenamento de inflamáveis em recipientes e tanques


portáteis devem ser implementados os requisitos previstos nas normas
regulamentadoras e nas normas técnicas.
20.6.6 No processo de armazenamento de inflamáveis em recipientes e tanques
portáteis devem ser implementados os requisitos previstos nas normas
regulamentadoras e nas normas técnicas.
Não é necessário colocar, já está implícito.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza das
tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no trabalho.

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas, antropométricas e biomecânicas dos
trabalhadores e à natureza das tarefas executadas de modo a garantir conforto,
segurança e saúde no trabalho.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.6.7
A NR poderia deixar de exigir esse tipo de condição nem sempre clara para sua
execução. Isto porque já se tratou do projeto, da análise de risco e o item seguinte.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza das
tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no trabalho.
Definir no glossário o que é psicofisiológica.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.6.7 Na operação com inflamáveis e combustíveis o empregador deve adaptar as


condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à
natureza das tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no
trabalho.
Ver justificativa de alteração do título da NR.
Definir no glossário o que é psicofisiológica.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza das
tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no trabalho.
Este item já é tratado na NR-17 – Ergonomia.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS

Daniel Braga Frederico


Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza das
tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no trabalho.
Além deste item ser tratado na NR-17 – Ergonomia, o posto de trabalho deve ser
adequado para propiciar conforto, segurança e saúde do operador e não adaptar.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.7 Na operação com inflamáveis o empregador deve adaptar as condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza das
tarefas executadas de modo a garantir conforto, segurança e saúde no trabalho.
Já está contemplado na NR-17.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
a) as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora 17;
b) os perigos/riscos dos produtos extraídos, processados, armazenados,
transferidos ou manuseados;
c) a complexidade do processo de produção e tecnologias utilizadas;
d) o nível de atualização tecnológica dos equipamentos e instalações;
e) o nível de automação do processo;
f) o histórico de incidentes, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
g) as recomendações das análises de riscos.

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
(a) as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora 17.
Retirar o termo adequado. É um termo subjetivo dando margem a interpretações
pessoais. Esta adequação é função de cada empresa.
Como o item já é tratado na NR-17, é desnecessária a sua repetição na NR-20.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
Retirar o termo adequado.
É um termo subjetivo dando margem a interpretações pessoais de cada fiscal. Esta
adequação é função de cada empresa.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
a) as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora 17;
b) os perigos/riscos dos produtos extraídos, processados, armazenados,
transferidos ou manuseados;
c) a complexidade do processo de produção e tecnologias utilizadas;
d) o nível de atualização tecnológica dos equipamentos e instalações;
e) o nível de automação do processo;
f) o histórico de incidentes, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
g) as recomendações das análises de riscos.
Este item já é tratado na NR-17 – Ergonomia.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequados e proporcional à quantidade de
empregados do estabelecimento do empregador em que ocorra a operação para a
realização das tarefas, considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
f) o histórico de incidentes, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho nos
últimos trinta e seis meses;
O efetivo de trabalhadores deve ser mensurado proporcionalmente aos
empregados do estabelecimento do empregador, para garantir a efetividade da
segurança da operação.
Todo histórico deve levar em consideração um certo período, para garantir a
efetividade e a clareza dos registros.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
a)as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora 17;
b)os perigos/riscos dos produtos extraídos, processados, armazenados,
transferidos ou manuseados;
c)a complexidade do processo de produção e tecnologias utilizadas;
d)o nível de atualização tecnológica dos equipamentos e instalações;
e)o nível de automação do processo;
f)o histórico de incidentes, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
g)as recomendações das análises de riscos.
Exigência prevista e regulamentada pelo próprio Ministério do Trabalho e Emprego
conforme a exigência no cumprimento da NR 17.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
a) as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora NR-
17;
b) os perigos/riscos dos produtos extraídos, processados, armazenados,
transferidos ou manuseados;
c) a complexidade do processo de produção e tecnologias utilizadas;
d) o nível de atualização tecnológica dos equipamentos e instalações;
e) o nível de automação do processo;
f) o histórico de incidentes, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
g) as recomendações das análises de riscos.
h) efetuar periodicamente a revisão do treinamento simulado em caso de acidente.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.6.7.1 A operação segura da instalação de processo contínuo de produção deve


contar com um efetivo de trabalhadores adequado para a realização das tarefas,
considerando, no mínimo, os seguintes aspectos:
a)as análises ergonômicas, observando o previsto na Norma Regulamentadora 17;
b)os perigos/riscos dos produtos extraídos, processados, armazenados,
transferidos ou manuseados;
c)a complexidade do processo de produção e tecnologias utilizadas;
d)o nível de atualização tecnológica dos equipamentos e instalações;
e)o nível de automação do processo;
Retirar a expressão efetivo de trabalhadores adequado, pois subentende-se que a
atividade já é realizada com número suficiente de trabalhadores.
Considerando que a NR 17 já trata desse assunto, é desnecessário constar o laudo
ergonômico.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.7. Inspeção e Manutenção das Instalações

20.7.1 As instalações e equipamentos para extração, produção, armazenamento,


transferência e manuseio de inflamáveis devem possuir plano de inspeção e
manutenção devidamente documentado.

20.7.1 As instalações e equipamentos para extração, produção, armazenamento,


transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis devem possuir plano de
inspeção e manutenção devidamente documentado.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.7.1 As instalações e equipamentos para extração, produção, armazenamento,


transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis aquecidos devem possuir
plano de inspeção e manutenção devidamente documentado.
Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.7.2 O plano de inspeção e manutenção deve contemplar, no mínimo:


a) equipamentos, máquinas, instalações sujeitos a inspeção e manutenção;
b) tipos de intervenções;
c) procedimentos de inspeção e manutenção;
d) cronograma;
e) identificação dos responsáveis;
f) quantidade, especialidade e capacitação dos trabalhadores;
g) procedimentos de segurança;
h) sistemas e equipamentos de proteção coletiva e individual.

20.7.2 O plano de inspeção e manutenção deve abranger contemplar, no mínimo:


a) equipamentos, máquinas e instrumentos; instalações sujeitos a inspeção e
manutenção;
Quando se fala de plano de manutenção e inspeção, a abrangência é por máquinas,
equipamentos e instrumentos, e não instalações, geralmente entendidas como as
estruturas. Se realmente for relevante esse plano, destacar em item específico.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.7.2 O plano de inspeção e manutenção deve contemplar, no mínimo:


a) equipamentos, máquinas, instalações sujeitos a inspeção e manutenção;
b) tipos de intervenções;
c) procedimentos de inspeção e manutenção contemplando medidas de segurança;
d) cronograma.
e) identificação dos responsáveis;
f) quantidade, especialidade e capacitação dos trabalhadores;
g) procedimentos de segurança;
h) sistemas e equipamentos de proteção coletiva e individual
Os itens retirados (F e H) não são itens abrangidos nos plano de inspeções.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.7.3 Os planos devem ser periodicamente revisados e atualizados, considerando


o previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas, nos manuais de
inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos fabricantes, os quais devem ser
disponibilizados em língua portuguesa.

20.7.3 Os planos devem ser periodicamente revisados e atualizados, considerando


o previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas, nos manuais de
inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos fabricantes, os quais devem ser
disponibilizados em língua portuguesa.
Os manuais em língua portuguesa já é obrigação legal.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.7.3 Os planos devem ser periodicamente revisados e atualizados, considerando


o previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas, nos manuais de
inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos fabricantes, os quais devem ser
disponibilizados em língua portuguesa.
Retirar o item que obriga os manuais a serem fornecidos em português. Manuais
em outras línguas podem ser usados para fazer planos.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.7.3 Os planos devem ser, no mínimo, anualmente, periodicamente revisados e


atualizados considerando o previsto nas normas regulamentadoras, nas normas
técnicas, nos manuais de inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos
fabricantes, os quais devem ser disponibilizados em língua portuguesa.
Toda periodicidade em uma norma imperativa deve ser clara e que garanta a sua
efetividade e cumprimento, caso contrário, a aleatoriedade deixa o intérprete sem
limites para seu atendimento.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.7.3 Os planos devem ser periodicamente revisados e atualizados, considerando


o previsto nas normas regulamentadoras, nas normas técnicas, nos manuais de
inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos fabricantes.
Retirar o item que obriga os manuais a serem fornecidos em português. Manuais
em outras línguas podem ser usados para fazer os planos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.7.4 A fixação da periodicidade das inspeções e das intervenções de manutenção


deve considerar:
a) o previsto nas normas regulamentadoras e normas técnicas;
b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens críticos à segurança do
trabalhador;
c) as recomendações dos relatórios de inspeções de segurança e de investigação
de acidentes e incidentes
do trabalho, elaborados pela CIPA ou SESMT;
d) as recomendações das análises de risco;
e) a existência de condições ambientais agressivas;
f) as boas práticas de engenharia;
g) as notificações das autoridades competentes.

20.7.4
a) o previsto nas normas regulamentadoras e normas técnicas;
b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens críticos à segurança do
trabalhador;
d) as recomendações das análises de risco, quando aplicável;
Retirado normas técnicas do item a, pois aumentará a abrangência da norma.
As recomendações do fabricante com relação aos itens críticos a segurança do
trabalhador.
A análise de risco somente será aplicável nos casos de instalações necessárias e
não pequenas instalações.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.7.4
A fixação da periodicidade deve estar no Manual de procedimentos da empresa
pois cabe a empresa definir esta periodicidade.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.7.4 A fixação da periodicidade das inspeções e das intervenções de manutenção


deve considerar o previsto nas normas regulamentadoras do MTE e nas normas
técnicas da ABNT, em especial dos itens críticos à segurança do trabalhador, as
recomendações dos relatórios de inspeções de segurança e de investigação de
acidentes e incidentes do trabalho, elaborados pela CIPA ou SESMT do local e as
recomendações do fabricante.
e) É da competência do órgão ambiental e se for em relação à saúde ocupacional,
está prevista na NR-09 PPRA .
f) Não existe nenhuma referência para definir Boas práticas de engenharia.
g) O Direito propõe-se a ensejar um mínimo de certeza na regência da vida social.
Daí o chamado princípio da “segurança jurídica”, que tem como principal corolário
o princípio da legalidade, que resumidamente significa a tradução jurídica do
anseio político de submeter os exercentes do poder em concreto – o ato
administrativo – a um quadro normativo que embargue favoritismos, perseguições
ou desmandos. Sendo assim, uma norma que concede ao alvedrio do agente
administrativo (fiscal) o poder para determinar aquilo que não tem previsão clara e
expressa na norma, seja esta legal ou infralegal, gera insegurança jurídica e não
deve ser mantida.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.7.4
b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens críticos à segurança e
saúde do trabalhador;
A norma visa à segurança e também a saúde do trabalhador, devendo deixar isso
claro no texto.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br
No item 20.7.4 é determinado que a inspeção e a manutenção das instalações deve
ser realizada em função dos seguintes pontos:
a) o previsto nas normas regulamentadoras e normas técnicas;
b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens críticos à segurança do
trabalhador;
c) as recomendações dos relatórios de inspeções de segurança e de investigação
de acidentes e incidentes do trabalho, elaborados pela CIPA ou SESMT;
d) as recomendações das análises de risco;
e) a existência de condições ambientais agressivas;
f) as boas práticas de engenharia;
g) as notificações das autoridades competentes.
Contudo considero que dentre eler deve ser lembrado das normas técnicas, como
por exemplo a IEC/ABNT 60079-17, que determina os tempos de inspeção em
equipamentos para áreas classificadas, somente como exemplo. Mesmo que um
das boas práticas de engenharia seja a consulta e obediência de normas técnicas,
considero que seja útil fazer o destaque.

Joacy Santos Junior


Eng eletricista e Segurança do trabalho
joacy.sj@gmail.com

20.7.4 A fixação da periodicidade das inspeções e das intervenções de manutenção


deve considerar:
a) o previsto nas normas regulamentadoras e normas técnicas;
b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens críticos à segurança do
trabalhador;
c) as recomendações dos relatórios de inspeções de segurança e de investigação
de acidentes e incidentes
do trabalho, elaborados pela CIPA ou SESMT;
d) as recomendações das análises de risco;
e) a existência de condições ambientais agressivas recomendadas no PPRA.
f) as boas práticas de engenharia;
g) as notificações das autoridades competentes.
e) É da competência do órgão ambiental e se for em relação à saúde ocupacional,
está prevista na NR-09 PPRA .
f) Não existe nenhuma referência para definir Boas práticas de engenharia.
As autoridades competentes podem notificar as condições ou a falta de
manutenção, mas não pode legislar sobre a fixação da periodicidade das
inspeções, principalmente as recomendadas pelo fabricante.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.7.4
g) as notificações das autoridades competentes.
A autoridade é competente para verificação do cumprimento dos requisitos e não
para o estabelecimento de requisito, que pela NR 1 é competência do órgão central
de SST.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.4
h) Histórico/desempenho do equipamento (desde que não seja equipamento de
atendimento a emergência).

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.7.5 O plano de inspeção e manutenção e suas respectivas atividades devem ser


documentadas em formulário próprio ou sistema informatizado, e ficar a disposição
das autoridades competentes, trabalhadores e dos seus representantes.

20.7.5 O plano de inspeção e manutenção e suas respectivas atividades devem ser


documentadas em formulário próprio ou sistema informatizado, e ser encaminhado
às e ficar à disposição das autoridades competentes, trabalhadores e dos seus
representantes sindicais.
Para melhor controle das autoridades e dos trabalhadores e seus representantes, o
plano deve ser encaminhado às autoridades e partes interessadas. Os
representantes dos trabalhadores são os sindicatos, devendo estar expresso na
norma quais são esses representantes.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.7.5 O plano de manutenção e inspeção e suas respectivas atividades devem ser


documentadas em formulário próprio ou sistema informatizado e estar disponíveis
às autoridades competentes em matéria de segurança e saúde no trabalho, aos
trabalhadores e aos representantes dos trabalhadores, devendo ser obedecidos
protocolos específicos de segurança de informações, que assegurem o sigilo das
informações disponibilizadas e a proteção de segredos industriais.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.6 As atividades de inspeção e manutenção devem ser realizadas por


trabalhadores capacitados e com apropriada supervisão.
20.7.6 As atividades de inspeção e manutenção devem ser realizadas por
trabalhadores autorizados, devidamente capacitados e com apropriada supervisão.
Esta sugestão é para harmonizar com os termos da NR-10, que fala em
trabalhadores habilitados, autorizados, capacitados e qualificados.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.7.6
Não está definido o que é capacitado.
Utilizar a mesma definição da NR-10.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.7.6 As atividades de inspeção e manutenção devem ser realizadas por


trabalhadores capacitados anualmente e com apropriada supervisão.
A capacitação dos trabalhadores envolvidos nas atividades de inspeção e
manutenção deve ter clara periodicidade, para garantir a efetividade dessa
capacitação.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.7.6
Definir trabalhador capacitado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.7 As recomendações decorrentes das inspeções e manutenções devem ser


devidamente registradas e implementadas com a determinação de prazos e de
responsáveis pela execução.

20.7.7 As recomendações decorrentes de inspeções e manutenções devem ser


registradas, com a determinação de prazos e de responsáveis pela sua execução e
devem ser Implementadas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.8 Deve ser elaborada análise de riscos e permissão de trabalho contendo


procedimentos específicos de segurança e saúde para trabalhos:
a) que possam gerar chamas, calor, centelhas ou ainda que envolvam o seu uso;
b) em espaços confinados, conforme Norma Regulamentadora 33;
c) envolvendo isolamento de equipamentos e bloqueio/etiquetagem;
d) em locais elevados com risco de queda;
e) com equipamentos elétricos, conforme Norma Regulamentadora 10;
f) outros cuja análise de riscos assim recomendar.

20.7.8 Deve ser elaborada permissão para trabalho em áreas classificadas conforme
legislação vigente e Análise de risco em áreas classificadas para empreendimentos
classe 3.
Por apresentar maior risco que as demais classes, em atividades relacionadas a
empreendimentos de classe 3 deverão elaborar análise de riscos. Não há
necessidade da elaboração de analises de riscos para classes 0 e 1.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.7.8 Deve ser elaborada análise de riscos e permissão de trabalho contendo


procedimentos específicos de segurança e saúde para trabalhos:
Análise de risco – ver 20.6.1. Não existe nenhuma referência ou critério de
aceitabilidade para aplicar análise de risco como metodologia. As formas e as
técnicas aplicáveis nesta metodologia, Análise de Risco, são muito diversificadas e
amplas demais. Análise de risco aplicável está dentro da competência de cada
órgão ambiental estadual.
Existem outras NR´s do MTE , que tratam destes assuntos.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.7.8 Deve ser elaborada análise de riscos e permissão de trabalho contendo


procedimentos específicos de segurança e saúde para trabalhos:
f) outros cuja análise de riscos assim recomendar.
Ó item f) é redundante.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.7.8
a) que possam gerar chamas, calor, centelhas, fumos, gases ou ainda que
envolvam o seu uso;
Os fumos em geral, além de determinados gases, podem se constituir riscos para a
segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos nos trabalhos.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.7.8 Deve ser elaborada permissão de trabalho contendo procedimentos


específicos de segurança e saúde para trabalhos:
a)que posam gerar chamas, calor, centelhas ou ainda que envolvam o seu uso;
b)em espaços confinados, conforme Norma Regulamentadora 33;
c)envolvendo isolamento de equipamentos e bloqueio/etiquetagem;
d)em locais elevados com risco de queda;
e)com equipamentos elétricos, conforme Norma Regulamentadora 10;
f)outros cuja análise de riscos assim recomendar.

Análise de risco não é aplicável para esta atividade e não há critério ou parâmetros
para aplicar análise de risco como metodologia. E existem outras NR´s do MTE ,
que trata destes assuntos.
E, em caso de manutenção são utilizadas metodologias como permissão de
trabalho, liberação de trabalho, não uma análise de risco.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.7.8 Para a realização das inspeções e manutenções devem ser elaboradas


análises de riscos e emitidas as respectivas permissões de trabalho contendo
procedimentos específicos de segurança e saúde para trabalhos:
d)em locais elevados com risco de queda;
e)com equipamentos elétricos, conforme Norma Regulamentadora 10;
f)outros cuja análise de riscos assim recomendar.
Suprimir, já que este risco não esta relacionado ao escopos desta NR.
Suprimir, pois é escopo da NR 10.
Como o item 20.7.8 conduz a situações de risco grave e iminente, é essencial que
estas situações sejam perfeitamente definidas e não deixadas à discrição das
partes envolvidas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.8 Deve ser elaborada e implementada análise de riscos e permissão de


trabalho contendo procedimentos específicos de segurança e saúde para trabalhos:
a) que possam gerar chamas, calor, centelhas ou ainda que envolvam o seu uso;
b) em espaços confinados, conforme Norma Regulamentadora NR-33;
c) envolvendo isolamento de equipamentos e bloqueio/etiquetagem;
d) em locais elevados com risco de queda;
e) com equipamentos elétricos, conforme Norma Regulamentadora NR-10;
f) outros cuja análise de riscos assim recomendar.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.7.8.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente.

20.7.8.1
Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente, conforme NR 03.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.7.8.1
Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.7.8.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente.
Não é necessário estar descrito, pois na NR3 – item 3.1.1. já contempla esta
condição.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.7.8.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente.
Esta situação e responsabilidade já é prevista na norma.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.7.8.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente, devendo ser paralisado de imediato o respectivo trabalho.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.7.8.1
Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.7.9 As paradas para manutenção da instalação devem ser planejadas


incorporando os aspectos relativos à segurança e saúde no trabalho.

20.7.9 As paradas para manutenção da instalação devem ser planejadas e


programadas incorporando os aspectos relativos à segurança e saúde no trabalho.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.8. Inspeção de Segurança e Saúde no Trabalho

RETIRAR ESTE CAPÍTULO


Este cumprimento está previsto na NR 5 CIPA.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS

Daniel Braga Frederico


Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br
e
Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.8.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis devem ser regularmente inspecionadas com enfoque na
segurança e saúde no trabalho.

20.8.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis e combustíveis devem ser regularmente inspecionadas
com enfoque na segurança e saúde no trabalho.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.8.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis devem ser regularmente inspecionadas com enfoque na
segurança e saúde no trabalho
Exigência prevista e regulamentada pelo próprio Ministério do Trabalho e Emprego
conforme a exigência no cumprimento da NR 5.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.8.1 As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis devem ser regularmente inspecionadas com enfoque na
segurança em geral e saúde no trabalho.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.8.2 O cronograma anual de inspeções de segurança e saúde no trabalho deve


ser elaborado e implementado pelo SESMT, consultada a CIPA ou empregado
designado, de acordo com os riscos das atividades/operações desenvolvidas.

20.8.2 O cronograma anual de inspeções de segurança e saúde no trabalho deve


ser elaborado e implementado coordenado pelo SESMT, consultada informando a
CIPA ou empregado designado, de acordo com os riscos das atividades/operações
desenvolvidas.
GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho
Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br
No item 20.8.2 determina que as inspeções de segurança devem ser executadas
pelo SESMT, contudo será que os profissionais do SESMT possuem formação
adequada para avaliar todas as instalações (elétrica, tubulação, etc). Não seria mais
adequado envolver os profissionais de manutenção na execução e planejamento
das inspeções.

Joacy Santos Junior


Eng eletricista e Segurança do trabalho
joacy.sj@gmail.com

20.8.2 As inspeções devem ser devidamente documentadas e as respectivas


recomendações implementadas com o estabelecimento de prazos e de
responsáveis pela sua execução.

20.8.2 As inspeções devem ser devidamente documentadas e as respectivas


recomendações implementadas e divulgadas aos interessados, com o
estabelecimento de prazos e de responsáveis pela sua execução.
Não basta implementar recomendações se não forem divulgadas aos interessados.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.8.3 As inspeções devem ser devidamente documentadas, bem como as


respectivas recomendações , devendo o responsável pela instalação implementá-
las, estabelecendo prazos e responsáveis pela sua execução.
Corrigir a numeração do item.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.8.2.1 Os relatórios de inspeção devem ficar disponíveis às autoridades


competentes, aos trabalhadores e a seus representantes.

20.8.2.1 Os relatórios de inspeção devem ser comunicados ficar disponíveis às


autoridades competentes, aos trabalhadores e a seus representantes sindicais.
Para melhor controle das autoridades e dos trabalhadores e seus representantes,
os relatórios de inspeção devem ser encaminhados às autoridades e partes
interessadas. Os representantes dos trabalhadores são os sindicatos, devendo
estar expresso na norma quais são esses representantes.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.8.2.1 As inspeções devem ser devidamente documentadas e as respectivas


recomendações implementadas com o estabelecimento de prazos e de
responsáveis pela sua execução.

20.8.2.2 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente.

20.8.2.3 Os relatórios de inspeção devem ficar disponíveis às autoridades


competentes, aos trabalhadores e a seus representantes.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.9 Classificação das Instalações

20.9 Classificação das Instalações quanto a atividade e/ou quanto a capacidade de


armazenamento
Alterar o título para ficar mais claro o entendimento de classificação que pode ser
pela atividade ou pela capacidade de armazenamento ou pelas duas.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.9.1. Para efeitos dos itens 20.10, 20.11 e 20.20 as instalações são divididas em 3
classes:
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
• postos de serviço com inflamáveis.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
• líquidos inflamáveis: de 200 litros até 60 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
• engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 60 m3 até 2 500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
• refinarias
• unidades de processamento de gás natural
• plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3.

20.9.1
a) Classe 1
I)Quanto à atividade:
postos de serviço com inflamáveis.
processos industriais com solventes inflamáveis: cabines de pintura “spray”
(robotizadas ou não robotizadas) e pintura por imersão em tanques.

GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho


Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.9.1
Deve ser incluída uma nova classe para sólidos inflamáveis, ou inclusão dos
sólidos nas classes ora propostas.
Devem ser incluídas as indústrias químicas e farmacêuticas.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.9.1. Para efeitos dos itens 20.10, 20.11 e 20.20 as instalações são divididas em 4
classes:
a) Classe 0
I) Quanto à atividade:
Pequenos consumidores, prédios, consumos próprios etc
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
líquidos inflamáveis: de 450(2) litros até 10 m3.
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
postos de serviço com inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
líquidos inflamáveis: de 10m3 à 90 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
líquidos inflamáveis: acima 90 m3 até 2 500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
refinarias
unidades de processamento de gás natural
plantas químicas e petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 300 ton.
líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3.
Proposta de 4 classes:
Classe 0 – de 450 litros à 10.000 litros – Pequenos consumidores, oficinas,
condominios, etc.
Classe 1 de 10m3 à 90 m3 - incluir consumidores
Classe 2 de 90 à 2500 m3
Classe 3 acima de 2500m3.
Esta definição das normas deverá estar incluída no início da norma, para uma
visualização mais rápida
Estar de acordo com a ABNT NBR 17505 – Parte 2: Armazenamento em tanque e
vasos - Item 1.1
Incluir a palavra “química”

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.9.1
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
postos de serviço com inflamáveis/combustíveis.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis: de 450 litros até 60 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis: acima 60 m3 até 2 500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
refinarias
unidades de processamento de gás natural
plantas químicas e petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 300 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis: acima 2.500 m3.
Melhorar a apresentação da divisão das 3 classes (Quanto à atividade e Quanto à
capacidade de armazenamento) para evitar interpretação errônea.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Ver justificativa item 20.2.2
As plantas químicas, em geral, possuem grande capacidade de armazenamento de
gases e/ou líquido inflamáveis.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.9.1. Para efeitos dos itens 20.10, 20.11 e 20.20 as instalações são divididas em 3
classes:
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
• postos de serviço com inflamáveis.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
• líquidos inflamáveis: de 200 litros até 60 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
• engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 60 m3 até 2 500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
• refinarias
• unidades de processamento de gás natural
• plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3.
Está definido na norma, no item 20.1.1., ou seja todos que se enquadram no item
20.1.1 devem atender a todos os itens.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.9.1
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
• sondas e plataformas de exploração, perfuração e produção de petróleo, no
continente ou no mar refinarias
• unidades de processamento e transferência de gás natural
• plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3I)
Antes das atividades das refinarias, as atividades em sondas e plataformas
petrolíferas igualmente envolvem elevadíssimos riscos, não devendo ficar fora da
norma.
A transferência de gás natural envolve elevados riscos, por qualquer das suas
hipóteses (gasodutos, rodoviário, marítimo etc).

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.9.1. Para efeitos dos itens 20.10, 20.11 e 20.20 as instalações são divididas em 3
classes:
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
– postos de serviço com inflamáveis, a partir da classe I.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
– gases inflamáveis: de 750 kg até 50 ton.
– líquidos inflamáveis: de 200 litros até 60 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
– envasadora de gases inflamáveis
refinarias
– unidades de processamento de gás natural
– plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
– gases inflamáveis: acima de 50 ton até 300 ton.
– líquidos inflamáveis: acima 60 m3 até 2500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
– refinarias
– unidades de processamento de gás natural
– plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
– gases inflamáveis: acima de 300 ton.
– líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3.

Ajustar a NBR 15514 – Classe de armazenamento em depósitos varejistas.


Substituir a palavra engarrafadora por envasadora.
Ajustar a capacidade de 135 para 750 kg, conforme a NBR 13523 (capacidade
máxima de 1500m3) e NBR 15514 (classe VI = 49920kg)
Objetivo desta classificação tem como a elaboração da análise de risco e
treinamento. Poderia ter apenas duas classes, Tanto a Classe 2 ou 3 a tratativa
diferenciada é no item de treinamento, que para classe 3 é exigido como curso
Estudo de análise de risco, este estudo dado o foco no texto, é aplicado softerware
específico para este tipo de análise.
João Batista Corrêa Nery
Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.9.1. Para efeitos dos itens 20.10, 20.11 e 20.20 as instalações são divididas em 3
classes:
20.9.1.1 a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
• depósitos, armazéns e postos de serviço com inflamáveis.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
• líquidos inflamáveis: de 200 litros até 60 m3.
20.9.1.2 b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
• engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 60 m3 até 2 500 m3
20.9.1.4 c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
• refinarias
• unidades de processamento de gás natural
• plantas petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
• gases inflamáveis: acima de 300 ton.
• líquidos inflamáveis: acima 2.500 m3.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.9.1
a) Classe 1
I) Quanto à atividade:
postos de serviço com inflamáveis/combustíveis aquecidos.
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: de 135 kg até 30 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis aquecidos: de 450 litros até 60 m3.
b) Classe 2
I) Quanto à atividade:
engarrafadoras de gases inflamáveis
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 30 ton até 300 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis: acima 60 m3 até 2 500 m3
c) Classe 3
I) Quanto à atividade:
refinarias
unidades de processamento de gás natural
plantas químicas e petroquímicas
II) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente ou transitória:
gases inflamáveis: acima de 300 ton.
líquidos inflamáveis/combustíveis aquecidos: acima 2.500 m3.
Melhorar a apresentação da divisão das 3 classes (Quanto à atividade e Quanto à
capacidade de armazenamento) para evitar interpretação errônea.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Ver justificativa item 20.2.2
As plantas químicas, em geral, possuem grande capacidade de armazenamento de
gases e/ou líquido inflamáveis.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.9.2 Para critérios de classificação, o tipo de atividade enunciada possui


prioridade sobre a capacidade de armazenamento.

20.9.2.1 Quando a capacidade de armazenamento da instalação se enquadrar em


duas classes distintas, por armazenar líquidos e gases inflamáveis, deve-se utilizar
a classe de maior gradação.

20.9.2.1 Quando a capacidade de armazenamento da instalação se enquadrar em


duas classes distintas, por armazenar líquidos inflamáveis/combustíveis e gases
inflamáveis, deve-se utilizar a classe de maior gradação.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.9.2.1 Quando a capacidade de armazenamento da instalação se enquadrar em


duas classes distintas, por armazenar líquidos inflamáveis/combustíveis aquecidos
e gases inflamáveis, deve-se utilizar a classe de maior gradação.
Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10 Análise de Riscos

RETIRAR ESTE CAPÍTULO


Não existe termo de referência ou normalização para aplicação desta metodologia e
nem critério de aceitabilidade e escopo.
É pertinente em termos de referência de análise de risco para cada órgão ambiental
estadual.
Os critérios para definição de risco dos trabalhadores no ambiente de trabalho
estão contemplados na NR 9.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.10.1 A empresa deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações


ou das atividades nas instalações para extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de inflamáveis.

20.10.1 As empresas enquadradas nas classes 2 e 3 devem elaborar e documentar


as análises de riscos das operações ou das atividades nas instalações para
extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.10.1 A empresa deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações


ou das atividades nas instalações para extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.10.1 O empregador A empresa deve elaborar e documentar as análises de riscos


das operações ou das atividades nas instalações para extração, produção,
armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis.
A palavra e o conceito de empresa envolve conhecidas críticas pela sua imprecisão
e subjetividade, e, quando se tratam de deveres de natureza trabalhista, como os da
norma, deve ser substituída para empregador, de melhor e mais atual técnica. A
própria norma utiliza corretamente a expressão empregador, em vez de empresa,
em outros trechos, como no item 20.10.5, por exemplo.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.10.1 A empresa deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações


ou das atividades nas instalações para extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de inflamáveis.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.1 O responsável pela instalação deve elaborar e documentar as análises de


riscos das operações ou das atividades nas instalações para extração, produção,
armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.10.1 A empresa deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações
ou das atividades nas instalações para extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis aquecidos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10.2 As análises de riscos da instalação devem ser estruturadas com base em


metodologias apropriadas, escolhidas em função dos propósitos da análise, e das
características e da complexidade da instalação.

20.10.2 As análises de riscos da instalação devem ser estruturadas com base em


metodologias apropriadas, escolhidas em função dos propósitos da análise, e das
características e da complexidade da instalação.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.3 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado,


com conhecimento e experiência em metodologias de análise de riscos.

Gostariamos de opinar no item 20.10.3 onde se fala de pessoa habilitada para se


fazer o plano de gerenciamento de risco relativo a NR 20.
O Profissional habilitado seria aquele que tivesse em sua grade curricular o módulo
de Avaliação de Perigo e Gerenciamento de Risco. Neste caso o único profissional
habilitado para tal quesito seria o Engenheiro de Segurança do Trabalho. Dito isso,
solicitamos que na redação do texto que trata do profissional habilitado, se
formalize de maneira claro que tal profissional seria o Engenheiro de Segurança.

Nelson Marinho
Crea 6061-D
Nelson Marinho [nvmarinho@gmail.com]

20.10.3 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado,


com conhecimento e experiência em metodologias de análise de riscos.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.3
Profissional habilitado – A definição existente no glossário necessita ser
aperfeiçoada já que não há profissional com atribuição legal para as atividades de
análise de riscos tratadas nesta NR.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.10.3 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado e


com o recolhimento da devida ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), com
conhecimento e experiência em metodologias de análise de riscos.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.10.3 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado,


com conhecimento e experiência em metodologias de análise de riscos.
20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos e com
experiência na instalação que é objeto da análise.

Unificar os itens 20.10.3 e 20.10.4 ficando com a seguinte redação:

As análises de risco devem ser coordenadas pelos Engenheiros de Segurança do


Trabalho e Técnicos de Segurança do Trabalho com a participação de profissionais
qualificados com a experiência objeto da análise.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos e com
experiência na instalação que é objeto da análise.

20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos e com
experiência na instalação que é objeto da análise.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.
João Batista Corrêa Nery
Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos
perigos e com experiência na instalação que é objeto da análise.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.10.3 As análises de riscos devem ser coordenadas por profissional habilitado,


com conhecimento e experiência em metodologias de análise de riscos.
20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos e com
experiência na instalação que é objeto da análise.

Unificar os itens 20.10.3 e 20.10.4 ficando com a seguinte redação:

As análises de risco devem ser coordenadas pelos Engenheiros de Segurança do


Trabalho e Técnicos de Segurança do Trabalho com a participação de profissionais
qualificados com a experiência objeto da análise.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.10.4 As análises de riscos devem ser elaboradas por equipe multidisciplinar com
a participação de, no mínimo, um trabalhador com conhecimento dos riscos e com
experiência na instalação que é objeto da análise.
A técnica a ser utilizada e a execução da análise de risco devem ficar a cargo da
empresa.
Manter somente o item 20.10.1 pois a autoridade é competente para verificação do
cumprimento dos requisitos e não para o estabelecimento de requisito.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10.5 O empregador deve implementar as recomendações resultantes das


análises de riscos e encaminhar cópia à CIPA e ao SESMT.
20.10.5 O empregador deve implementar as recomendações resultantes das
análises de riscos e encaminhar cópia à CIPA e ao SESMT., informando ao
SESMET, por escrito, o relatório das ações executadas. Por sua vez, o SESMET,
manterá disponível para a CIPA a verificação e consulta a este relatório.
GESTRA- Grupo de Engenheiros de Segurança do Trabalho
Luiz Antonio Pereira
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Embraer - São José dos Campos
Fone: + 55 12 3927 0700
luiz.antonio@embraer.com.br

20.10.5
Deixar mais claro esse item tendo em vista o item da NR5:
5.16 A CIPA terá por atribuição:
a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a
participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT, onde
houver;

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.10.5 O empregador deve implementar as recomendações resultantes das


análises de riscos e encaminhar cópias à CIPA e ao SESMT e aos sindicatos das
categorias profissionais abrangidas pelos trabalhadores.
Nem todo empregador dispõe de CIPA e de SESMT, devendo os sindicatos receber
cópias das recomendações, para possibilitar mais efetivo controle.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.10.5 O empregador deve implementar as recomendações resultantes das


análises de riscos e encaminhar cópia à CIPA e ao SESMT.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.5 O responsável pela instalação deve avaliar as recomendações geradas


pelas analises de riscos e definir prazos e responsáveis para aquela que for ser
implementada. Este plano de ação deve ser comunicado ao SESMT e com copia a
CIPA.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.10.5.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.10.5 O empregador deve implementar as recomendações resultantes das


análises de riscos e encaminhar cópia à CIPA e ao SESMT.
A técnica a ser utilizada e a execução da análise de risco devem ficar a cargo da
empresa.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10.6 As instalações classe 1 devem elaborar, no mínimo, Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR)

20.10.6
Melhor seria não indicar, previamente, qual a metodologia adotar, pois dependendo
da complexidade, por ser mais indicada outra técnica que não as indicadas acima,
tal como HAZOP, por exemplo.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.10.6
A definição das técnicas de análise de riscos utilizadas deveriam ser feitas
exclusivamente pela empresa.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.10.6 As instalações classe 1 devem elaborar, no mínimo, Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR).
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.6 As instalações classe 1 devem elaborar, no mínimo, Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR).
A técnica a ser utilizada e a execução da análise de risco devem ficar a cargo da
empresa.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10.7 As instalações classes 2 e 3 devem elaborar Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR) e, no mínimo, utilizar outra metodologia de análise, a ser
definida pelo profissional habilitado ou por exigência das autoridades competentes.

Melhor seria não indicar, previamente, qual a metodologia adotar, pois dependendo
da complexidade, por ser mais indicada outra técnica que não as indicadas acima,
tal como HAZOP, por exemplo.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.10.7
A definição das técnicas de análise de riscos utilizadas deveriam ser feitas
exclusivamente pela empresa.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
José Hélio Fernandes
Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.10.7 As instalações classes 2 e 3 devem elaborar Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR) e, no mínimo, utilizar outra metodologia de análise, a ser
definida pelo profissional habilitado ou por exigência das autoridades competentes.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.7 As instalações classes 2 e 3 devem elaborar Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR) e, no mínimo, utilizar outra metodologia de análise, a ser
definida pelo profissional habilitado ou por exigência das autoridades competentes.
Suprimir o item, uma vez que autoridade é competente para verificação do
cumprimento dos requisitos e não para o estabelecimento de requisito, que pela NR
1 e competência do órgão central de SST.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.10.7 As instalações classes 2 e 3 devem elaborar Análise Preliminar de


Perigos/Riscos (APP/APR) e, no mínimo, utilizar outra metodologia de análise, a ser
definida pelo profissional habilitado ou por exigência das autoridades competentes.
A técnica a ser utilizada e a execução da análise de risco devem ficar a cargo da
empresa.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.10.8 As análises de riscos devem ser revistas:


a) na periodicidade estabelecida para as renovações de licenciamento ambiental da
instalação, ou
b) por recomendação resultante da própria análise, ou
c) caso ocorram modificações significativas no processo, ou
d) por solicitação do SESMT ou da CIPA, ou
e) pelo histórico de acidentes e incidentes, em especial os graves e fatais, ou
f) por notificação das autoridades competentes.
No item 20.10.8 que determina a necessidade de revisão da análise de risco não
seria prudente incluir o histórico de manutenção de equipamentos e instalãções
como motivação para esta revisão.

Joacy Santos Junior


Eng eletricista e Segurança do trabalho
joacy.sj@gmail.com

20.10.8 As análises de riscos devem ser revistas:


a)na periodicidade estabelecida para as renovações de licenciamento ambiental da
instalação, ou
b)por recomendação resultante da própria análise, ou
c)caso ocorram modificações significativas no processo, ou
d)por solicitação do SESMT ou da CIPA, ou
e)pelo histórico de acidentes e incidentes, em especial os graves e fatais, ou
f)por notificação das autoridades competentes.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.10.8
a)na periodicidade estabelecida para as renovações de licenciamento ambiental da
instalação, ou
f)por notificação das autoridades competentes.
Suprimir o item, pois o licenciamento ambiental não é escopo das NRs.
Suprimir o item, uma vez que autoridade e competente para verificação do
cumprimento dos requisitos e não para o estabelecimento de requisito, que pela NR
1 e competência do órgão central de SST.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.10.9 As análises de riscos devem ficar disponíveis para as autoridades


competentes, para os trabalhadores e para os seus representantes.

20.10.9 As análises de riscos devem ficar disponíveis para as autoridades


competentes, ser divulgados para os trabalhadores e encaminhados para os seus
representantes sindicais.
Para melhor e efetivo controle, as análises de risco devem ser encaminhados às
autoridades, partes interessadas e seus representantes. Os representantes dos
trabalhadores são os sindicatos, devendo estar expresso na norma quais são esses
representantes.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.10.9 As análises de riscos devem ficar disponíveis para as autoridades


competentes, para os trabalhadores e para os seus representantes.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11. Capacitação dos trabalhadores

RETIRAR ESTE CAPÍTULO


A capacitação dos trabalhadores já está exigida na NR10 10.8.8.4 para os
trabalhadores da área classificada ou não. Além disso, este curso para os
motoristas esta reciclagem já ocorre a cada 5 anos, por conta da renovação do
MOPP.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.11.1 Toda capacitação deve ser realizada com anuência formal da empresa e
durante o horário de trabalho.

20.11.1 Toda capacitação deve ser realizada a cargo e custo exclusivo do


empregador e realizada com anuência formal da empresa e durante o horário de
trabalho.
As despesas e a organização dos cursos de capacitação dos trabalhadores que
interessam ao empregador, devem ser por este, exclusivamente, custeados, já que
a ele cabe os riscos do negócio, nos termos do art. 2º da CLT. A palavra empresa
deve ser substituída por empregador, de melhor técnica, como acima já expresso.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.1
Explicar melhor o item. O entendimento não está claro.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa devem ser capacitados com curso


básico, antes do exercício das atividades ou tarefas, e atualizados bienalmente com
curso básico de atualização, conforme Anexo I.

Gostaria de saber se neste item a intenção é treinar todos os trabalhadores da


empresa, ou apenas os envolvidos nos risco. Ex. pessoal de escritório devera ser
treinado também?

Daniel Sanches
SSO – Controle de Emergências
COSAN S/A – Coorporativo
Fone: (19) 3403 – 2000 ramal 2753
Daniel.Sanches@cosan.com.br

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa devem ser capacitados com


treinamento específico curso básico (é indefinido), antes do exercício das
atividades ou tarefas, e atualizados bienalmente com curso básico de atualização,
conforme Anexo I.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa devem ser capacitados com curso


básico, antes do exercício das atividades ou tarefas, e atualizados a cada 5 anos
com curso básico de atualização, conforme Anexo I.

20.11.2 Os trabalhadores da empresa que tiverem exposição ao risco com manuseio


de infamáveis devem ser capacitados com curso básico, antes do exercício das
atividades ou tarefas, e atualizados a cada 5 anos com curso básico de atualização,
conforme Anexo I.
A atualização a cada dois anos de todos os trabalhadores fica inviável, pois na há
tempo hábil para a realização destes treinamentos, o prazo ideal é de no máximo a
cada 5 anos, como hoje já vem sendo praticado para treinamento dos motoristas
que transportam produtos perigosos bem como para as atualizações das carteiras
de motoristas .
Enquadrar todos os trabalhadores da empresa pode abranger os trabalhadores que
não estão expostos ao risco.
Deve ser definido o grau de exposição.
Curso de 4 horas para as classes 1 e 2 , e oito horas para as classes 3.
O curso complementar não se aplicará para as classes 0,1 e 2 e oito horas para a
classe 3.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa devem ser capacitados com curso


básico, antes do exercício das atividades ou tarefas, e atualizados a cada 5 anos
com curso básico de atualização, conforme Anexo I.
A atualização a cada dois anos de todos os trabalhadores fica inviável pois na há
tempo hábil para a realização destes treinamentos, o prazo ideal é de no máximo a
cada 5 anos, como hoje já vem sendo praticado para treinamento dos motoristas
que transportam produtos perigosos bem como para as atualizações das carteiras
de motoristas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa devem ser capacitados com curso


básico, antes do exercício das atividades ou tarefas, e atualizados anualmente
bienalmente com curso básico de atualização, conforme Anexo I.
A periodicidade das atualizações dos cursos deve ser menor, pois dois anos é
período muito extenso. O texto repete pleonasticamente “curso básico”, com má
técnica linguística.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.2 Todos os trabalhadores na empresa, que tiver como atividade fim devem ser
capacitados com curso básico, antes do exercício das atividades ou tarefas, e
atualizados bienalmente com curso básico de atualização, conforme Anexo I e
manter um programa de treinamento, que estabeleça um diálogo diário de
segurança, ou programa similar, totalizando no mínimo 2 horas mensais,
abordando temas de segurança do trabalho e na prevenção junto às atividades
operacionais de inflamáveis ou combustíveis.
Somente as pessoas envolvidas é que devem ter o treinamento, as demais
atividades não fazem parte da operação. E um treinamento, que seja de cinco
minutos diários é muito mais proveitoso que um complementar a cada dois anos.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11.2 Os trabalhadores de instalações com inflamáveis que desenvolvam


atividades relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e
segurança e saúde no trabalho devem ser capacitados com curso básico, antes do
exercício das atividades ou tarefas, e atualizados bienalmente com curso básico de
atualização, conforme Anexo I.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.2 Os trabalhadores de instalações com inflamáveis e combustíveis aquecidos


que desenvolvam atividades relacionadas à operação, manutenção, inspeção,
emergências e segurança e saúde no trabalho devem ser capacitados com curso
teórico e prático, antes do exercício das atividades ou tarefas, e atualizados a cada
05 anos com curso de mesmo conteúdo programático, conforme Anexo I.
A aplicabilidade do treinamento deve ser direcionada para o objetivo da NR.
A atualização a cada dois anos dos trabalhadores fica inviável pois na há tempo
hábil para a realização destes treinamentos, o prazo ideal é de no máximo a cada 5
anos.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados
bienalmente com curso complementar de atualização, conforme Anexo I.

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados a cada 5
anos com curso complementar de atualização, conforme Anexo.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados a cada 5
anos com curso complementar de atualização, conforme Anexo
A atualização a cada dois anos de todos os trabalhadores fica inviável pois na há
tempo hábil para a realização destes treinamentos, o prazo ideal é de no máximo a
cada 5 anos, como hoje já vem sendo praticado para treinamento dos motoristas
que transportam produtos perigosos bem como para as atualizações das carteiras
de motoristas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados
anualmente bienalmente com curso complementar de atualização, conforme Anexo
I.
A periodicidade das atualizações dos cursos deve ser menor, pois dois anos é
período muito extenso. O texto repete pleonasticamente “curso complementar”,
com má técnica linguística.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados
bienalmente com curso complementar de atualização, conforme Anexo I.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11.3 Os trabalhadores de instalações classe 2 e 3, que desenvolvam atividades


relacionadas à operação, manutenção, inspeção, emergências e segurança e saúde
no trabalho devem ser capacitados com curso complementar e atualizados
bienalmente com curso complementar de atualização, conforme Anexo I.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.11.3.1 Deverá ser realizado, de imediato, curso complementar de atualização,


quando:
a) ocorrer modificação significativa no processo;
b) o histórico de acidentes e incidentes, em especial os graves e fatais, assim o
exigir;
c) for recebida notificação da autoridade competente.

20.11.3.1 Deverá ser realizado, de imediato, curso complementar de atualização,


quando:
a)ocorrer modificação significativa no processo;
b)o histórico de acidentes e incidentes, em especial os graves e fatais, assim o
exigir;
c)for recebida notificação da autoridade competente.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11.3.1 Deverá ser realizado, de imediato, curso complementar de atualização,


quando:
a)ocorrer modificação significativa no processo;
b)o histórico de acidentes e incidentes, em especial os graves e fatais, assim o
exigir;
c)for recebida notificação da autoridade competente.
Suprimir todo o item, pois não se justifica a realização curso complementar citado
no anexo 1 pelas razões elencadas nas alíneas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.4 A capacitação prevista no item 20.11.2 pode ser ministrada por profissional
habilitado ou por profissional qualificado.

20.11.4 A capacitação prevista no item 20.11.2 deve ser ministrada por Engenheiro
de Segurança do Trabalho, e profissional habilitado ou qualificado da própria
empresa.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.11.4 A capacitação prevista no item 20.11.2 pode ser ministrada por profissional
habilitado ou por profissional qualificado como o Técnico de Segurança do
Trabalho e Engenheiro de Segurança no Trabalho.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.11.5 A capacitação prevista no item 20.11.3 deve ser supervisionada


tecnicamente e ministrada por profissional habilitado, sendo possível, entretanto, a
participação de profissional qualificado como instrutor.

Incluir no glossário a definição de instrutor, conforme citado no item 20.11.5, pois é


definido Profissional Qualificado, mas não fala o que é exatamente Profissional
Qualificado como instrutor.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br
20.11.5 A capacitação prevista no item 20.11.3 deve ser supervisionada
tecnicamente e ministrada por profissional habilitado, sendo possível, entretanto, a
participação de profissional qualificado como instrutor.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11.6 Os instrutores da capacitação devem ter proficiência no assunto.

20.11.6 Os instrutores da capacitação devem ter proficiência no assunto.


Suprimir por ser inócuo.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.6 Os instrutores da capacitação devem ter proficiência no assunto, como o


Técnico de Segurança do Trabalho e Engenheiro de Segurança no Trabalho.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.11.7 Ao término da capacitação, o empregador deve emitir um certificado


contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local,
com as assinaturas dos instrutores e do responsável técnico.

20.11.7
Melhor ter outro texto, pois somente as entendidas de ensino estão obrigadas a
emitir certificado. Por ser dito que ficará registrado na empresa o treinamento, com
os dados acima.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.11.7 Ao término da capacitação, o empregador deve emitir um certificado


contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local,
com as assinaturas dos instrutores e do responsável técnico.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

O texto dos itens 20.11.7 ate o item 20 11.10 deve ser reestudado e reformulado
observando-se os seguintes princípios:
(1) a responsabilidade pelo cumprimento do estabelecido nos itens 20.11.2 e 20.11.3
e do responsável pela instalação de inflamáveis;
(2) cada empregador ministra o treinamento para os seus empregados, emite e
controla os certificados de conclusão;
(3) o certificado e valido enquanto houver relação de emprego e valido para outras
instalações da mesma classe. Se houver mudança de classe o curso deve ser
complementado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na


empresa.

20.11.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na


empresa.
Já tratado anteriormente.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.11.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador, resumido nas anotações


gerais em sua CTPS e uma cópia arquivada em seus assentamentos funcionais na
empresa.
A anotação de certificação qualificadora do trabalhador na CTPS é importante para
o futuro profissional do trabalhador, devendo ser estimulada pela norma, além de
ficar arquivada nos assentamentos funcionais, para efeito de sua valorização nas
futuras promoções.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br
20.11.8 O empregador deve estabelecer sistema de identificação que permita
conhecer a capacitação de cada trabalhador.

20.11.8
Desnecessária essa exigência que pode ser confusa. O treinamento e a função do
empregado são suficientes, sendo desnecessária criar mais esse mecanismo.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.11.8 O empregador deve estabelecer e manter sistema de identificação que


permita conhecer a capacitação de cada trabalhador, cabendo a este a obrigação de
utilização visível do meio identificador.
A manutenção da identificação pelo empregador, além da sua criação, e a
obrigação de utilização visível pelo trabalhador, manifesta a importância dos
direitos e deveres de cada parte envolvida nas relações de segurança no trabalho.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.8 O empregador deve estabelecer sistema de identificação que permita


conhecer a capacitação de cada trabalhador
Não é aplicável ou necessária a identificação, pois todos os trabalhadores são
obrigatoriamente capacitados devidamente antes do início da jornada de trabalho.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

O texto dos itens 20.11.7 ate o item 20 11.10 deve ser reestudado e reformulado
observando-se os seguintes princípios:
(1) a responsabilidade pelo cumprimento do estabelecido nos itens 20.11.2 e 20.11.3
e do responsável pela instalação de inflamáveis;
(2) cada empregador ministra o treinamento para os seus empregados, emite e
controla os certificados de conclusão;
(3) o certificado e valido enquanto houver relação de emprego e valido para outras
instalações da mesma classe. Se houver mudança de classe o curso deve ser
complementado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.11.8 O empregador deve estabelecer sistema de identificação que permita
conhecer a capacitação de cada trabalhador.
Que sistema é esse? Seria um registro? Capacitação em quais áreas?

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.11.9 A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e sua


extensão se limita às condições estabelecidas no Anexo I.

20.11.9 A capacitação do trabalhador só terá validade para o empregador a empresa


que o capacitou e sua extensão se limita às condições estabelecidas no Anexo I.
Quem capacita, capacita alguém, devendo ficar claro isso no texto, além de
substituir-se a expressão empresa por empregador, de melhor técnica, como já
afirmado acima.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.9 A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e sua


extensão se limita às condições estabelecidas no Anexo I.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

O texto dos itens 20.11.7 ate o item 20 11.10 deve ser reestudado e reformulado
observando-se os seguintes princípios:
(1) a responsabilidade pelo cumprimento do estabelecido nos itens 20.11.2 e 20.11.3
e do responsável pela instalação de inflamáveis;
(2) cada empregador ministra o treinamento para os seus empregados, emite e
controla os certificados de conclusão;
(3) o certificado e valido enquanto houver relação de emprego e valido para outras
instalações da mesma classe. Se houver mudança de classe o curso deve ser
complementado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.11.10 A capacitação deve ser focada nos perigos dos inflamáveis existentes na
empresa.

20.11.10 A capacitação deve ser focada nos perigos dos inflamáveis/combustíveis


existentes na empresa.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.11.10 A capacitação do trabalhador deve ser focada nos perigos dos inflamáveis
existentes nos estabelecimentos da empresa ou do tomador dos serviços.
Deve-se incluir quem recebe a capacitação, e, quando se referir a empresa,
esclarecer que os perigos estão nos estabelecimentos, não na empresa, que é um
ente imaterial, além de incluir os estabelecimentos de eventual tomador de serviços
terceirizados, de muita ocorrência no cenário laboral brasileiro.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

O texto dos itens 20.11.7 ate o item 20 11.10 deve ser reestudado e reformulado
observando-se os seguintes princípios:
(1) a responsabilidade pelo cumprimento do estabelecido nos itens 20.11.2 e 20.11.3
e do responsável pela instalação de inflamáveis;
(2) cada empregador ministra o treinamento para os seus empregados, emite e
controla os certificados de conclusão;
(3) o certificado e valido enquanto houver relação de emprego e valido para outras
instalações da mesma classe. Se houver mudança de classe o curso deve ser
complementado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.11.10 A capacitação deve ser focada nos perigos dos inflamáveis existentes na
empresa.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.11.11 Quando comprovada a não observância do conteúdo programático ou da


carga horária mínima, estabelecidos no Anexo I, ou o previsto nos itens 20.11.4,
20.11.5 e 20.11.6, a autoridade competente determinará a complementação ou a
realização de nova capacitação.

Incluir mais um item (20.11.12)


20.11.12 Os custos e todos os encargos de quaisquer cursos, atualizações ou
capacitações dos trabalhadores, serão efetuados exclusivamente pelo empregador.
O art. 2º da CLT impõe ao empregador os ônus e riscos do negócio, não podendo
transferi-los aos trabalhadores.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.11.11 Quando comprovada a não observância do conteúdo programático ou da


carga horária mínima, estabelecidos no Anexo I, ou o previsto nos itens 20.11.4,
20.11.5 e 20.11.6, a autoridade competente determinará a complementação ou a
realização de nova capacitação.
Estes itens relacionadas a Análise de Risco, são fiscalizadas e liberadas através do
órgão ambiental de cada estado, na ocasião da obtenção da Licença de Operação.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.11.11 Quando comprovada a não observância do conteúdo programático ou da


carga horária mínima, estabelecidos no Anexo I, ou o previsto nos itens 20.11.4,
20.11.5 e 20.11.6, a autoridade competente determinará a complementação ou a
realização de nova capacitação.
Suprimir o item, pois a autoridade competente já tem o poder de verificar o
cumprimento de requisitos constantes das Normas Regulamentadoras.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.12. Prevenção e controle de emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,


incêndios e explosões.

No item 20.12 – somente aplicável para as classes 2 e 3.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.12. Prevenção e controle de emissões fugitivas, para vazamentos,


derramamentos, incêndios e explosões.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.12. Prevenção e controle de emissões fugitivas, de vazamentos, derramamentos,


incêndios e explosões.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.12. Prevenção e controle de emissões fugitivas, de vazamentos, derramamentos,


incêndios e explosões.
As emissões fugitivas ou não, tem o seu controle definido por situações referentes
a meio ambiente (que não é o escopo desta Norma Regulamentadoras) ou a
questões que são tratadas como riscos ambientais. Assim, sugerimos suprimir
deste ponto da NR -20 qualquer referencia a emissões fugitivas.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.12.1 A empresa deve elaborar e implementar plano de prevenção e controle de


emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.

20.12.1 – A empresa deve elaborar e implementar plano de prevenção e controle de


emissões fugitivas, para vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.
Novo subitem A empresa deve elaborar e implementar plano de controle de
emissões fugitivas de forma a garantir a sanidade do ambiente operacional.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.12.1 O empregador A empresa deve elaborar e implementar plano de prevenção


e controle de emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos, incêndios e
explosões.
Idem ao subitem já acima relatado sobre a expressão empresa.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.12.1 A empresa deve elaborar e implementar plano de prevenção e controle de


emissões fugitivas, para vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.
Todo o plano ou controle de emissões fugitivas referem-se ao aspecto ambiental,
sendo de competência direta do órgão ambiental de cada estado.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.12.1 Toda instalação com inflamáveis deve implementar ações no sentido de


prevenir e controlar vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.
As emissões, fugitivas ou não, tem o seu controle definido por situações referentes
a meio ambiente (que não é o escopo das Normas Regulamentadoras) ou a
questões que são tratadas como riscos ambientais, portanto no âmbito da NR-9.
Assim, sugerimos suprimir deste ponto da NR -20 qualquer referencia a emissões.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br
20.12.1 A empresa deve elaborar e implementar plano de prevenção e controle de
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões de modo a
assegurar os trabalhadores e a comunidade circunvizinha próximas a unidade.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.12.1.1 O plano deve ser revisado, no mínimo:


a) anualmente; ou
b) quando ocorrer modificações significativas nas instalações; ou
c) quando da ocorrência de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.

20.12.1.1
a) a cada cinco anos; ou
b) quando ocorrer modificações significativas nas instalações; ou
c) quando da ocorrência de emergência.
SE não houver nenhuma das situações citadas nas alíneas b e c, o plano não
precisa ser revisado anualmente, podendo ser revisado no mínimo a cada 5 anos,
como a regra adotada pela ABNT para as normas técnicas
VER DEFINICAO DE EMERGENCIA

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.12.1.1 O plano deve ser revisado, no mínimo:


a) a cada cinco anos; ou
Se não houver nenhuma das situações citadas nas alíneas b e c, o plano não
precisa ser revisado anualmente, podendo ser revisado no mínimo a cada 5 anos,
como a regra adotada pela ABNT para as normas técnicas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.12.1.1 O plano deve ser revisado, no mínimo:


a) anualmente; ou
b) quando ocorrer modificações significativas nas instalações; ou
c) quando da ocorrência de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões
d) na identificação pelo monitoramento do trabalho de gases inflamáveis que
possam afetar a saúde do trabalhador.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.12.1.1 Incluir uma letra:


d) sempre que houver acidente grave ou com afastamento superior a quinze dias.
A eventual ocorrência de acidente grave ou com afastamento superior a quinze
dias, demonstra uma necessidade de revisão do plano de prevenção e controle de
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.12.1.1 O plano deve ser revisado, no mínimo:


a) anualmente; ou
b) quando ocorrer modificações significativas nas instalações; ou
c) quando da ocorrência de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.12.1.1 O plano deve ser revisado, no mínimo:
a) quando ocorrer modificações significativas nas instalações; ou se necessário
quando da ocorrência de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões.
SE não houver nenhuma das situações citadas nas alíneas b e c, o plano não
precisa ser revisado anualmente.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.12.2 O plano deve contemplar todos os meios e ações necessárias para


minimizar os riscos de ocorrência de emissões fugitivas, vazamento,
derramamento, incêndio e explosão, bem como para reduzir suas conseqüências
em caso de falha nos sistemas de prevenção e controle.

20.12.2 O plano deve contemplar todos os meios e ações necessárias para


minimizar os riscos de ocorrência de emissões fugitivas, com vazamentos,
derramamento, incêndio e explosão, bem como para reduzir suas conseqüências
em caso de falha nos sistemas de prevenção e controle.
Todo o plano ou controle de emissões fugitivas referem-se ao aspecto ambiental,
sendo de competência direta do órgão ambiental de cada estado.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.12.2 Estas ações devem compreender tanto aquelas necessárias para minimizar
os riscos de ocorrência de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões,
quanto para reduzir suas conseqüências em caso de falha nos sistemas de
prevenção e controle.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.12.2 O plano deve contemplar todos os meios de contenção e ações necessárias


para minimizar os riscos de ocorrência de emissões fugitivas, vazamento,
derramamento, incêndio e explosão, bem como para reduzir suas conseqüências
em caso de falha nos sistemas de prevenção e controle.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com
20.12.2 O plano deve contemplar todos os meios e ações necessárias para
minimizar os riscos de ocorrência de vazamento, derramamento, incêndio e
explosão, bem como para reduzir suas conseqüências em caso de falha nos
sistemas de prevenção e controle.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.12.3 Os sistemas de prevenção e controle devem ser adequados aos


perigos/riscos de cada inflamável.

20.12.3 Os sistemas de prevenção e controle devem ser adequados aos


perigos/riscos de cada inflamável e combustível.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.12.3 Os sistemas de prevenção e controle devem ser adequados aos


perigos/riscos de cada inflamável e combustível aquecido.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.12.4 Deve ser dispensada atenção especial à destinação dos resíduos coletados
em casos de vazamentos ou derramamentos, de acordo com a legislação ambiental.

20.12.4 Deve ser dispensada atenção especial à destinação dos resíduos coletados
em casos de vazamentos ou derramamentos, de acordo com a legislação ambiental
Este item é de competência do órgão ambiental.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.12.4 Deve ser dispensada atenção especial à destinação dos resíduos coletados
em casos de vazamentos ou derramamentos, de acordo com a legislação ambiental.
Destinação dos resíduos está previsto e é de competência e legislado pelo órgão
ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.12.4 Deve ser dispensada atenção especial à destinação dos resíduos coletados
em casos de vazamentos ou derramamentos, de acordo com a legislação ambiental.
Suprimir, pois trata de questão atinente a órgãos de proteção do meio ambiente.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.12.5 Os tanques e vasos de pressão que armazenem líquidos inflamáveis ou


gases inflamáveis liquefeitos devem possuir sistemas de contenção de vazamentos
ou derramamentos, dimensionados e construídos de acordo com as normas
técnicas.

20.12.5 Os tanques e vasos de pressão que armazenem líquidos


inflamáveis/combustíveis ou gases inflamáveis liquefeitos devem possuir sistemas
de contenção de vazamentos ou derramamentos, dimensionados e construídos de
acordo com as normas técnicas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.12.5 Os tanques e vasos de pressão que armazenem líquidos inflamáveis ou


gases inflamáveis liquefeitos devem possuir sistemas de contenção de vazamentos
ou derramamentos, dimensionados e construídos de acordo com as normas
técnicas.
Não é aplicável para gás. O Gás Liquefeito de Petróleo se torna líquido nas
condições de temperatura ambiente, o GLP não coexiste nas condições
atmosféricas no estado líquido.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.12.5 Os tanques e vasos de pressão que armazenem líquidos inflamáveis ou


gases inflamáveis liquefeitos devem possuir sistemas de contenção de vazamentos
ou derramamentos, dimensionados e construídos de acordo com as normas
técnicas.
Não é aplicável, a construção de um dique de contenção para o produto gás
liquefeito de petróleo, pois em contato com a atmosfera, se liquefaz de imediato,
através do processo de vaporização.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.12.5 Os tanques que armazenem líquidos inflamáveis devem possuir sistemas de


contenção de vazamentos ou derramamentos, dimensionados e construídos de
acordo com as normas técnicas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

Incluir item
20.12.6 Os vasos de pressão que armazenem gases inflamáveis liquefeitos devem
possuir sistemas de controle de vazamentos baseados na declividade do piso sob
os vasos e direcionamento do fluxo de liquido para uma área de evaporação
afastada dos vasos de pressão, dimensionados e construídos de acordo com as
normas técnicas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.12.5 Os tanques e vasos de pressão que armazenem líquidos inflamáveis


/combustíveis aquecido ou gases inflamáveis liquefeitos, quando aplicável
dependendo das características do gás liquefeito devem possuir sistemas de
contenção de vazamentos ou derramamentos, dimensionados e construídos de
acordo com as normas técnicas.
A taxa de evaporação de alguns gases inflamáveis liquefeitos justificam ou não os
sistemas de contenção.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.13. Controle de fontes de ignição

Retirar este capítulo


Este item está previsto na NR-10.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

Retirar este capítulo


Exigência prevista e regulamentada pelo próprio Ministério do Trabalho e Emprego
conforme a exigência no cumprimento da NR 10. E, em observação ao item 20.13.5
os veículos que entram na área classificada são utilizados abafador de chamas e
não os veículos serem dotados com características construtivas para área
explosiva ou inflamável.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.13.1 Todas as instalações elétricas e equipamentos elétricos fixos ou móveis,


equipamentos de comunicação, ferramentas e similares utilizadas em áreas
classificadas, assim como os equipamentos de controle de descargas atmosféricas,
devem estar em conformidade com a Norma Regulamentadora 10.

20.13.1 Todas as instalações elétricas e equipamentos elétricos fixos ou móveis,


equipamentos de comunicação, ferramentas e similares utilizadas em áreas
classificadas, assim como os equipamentos de controle de descargas atmosféricas,
devem estar em conformidade com a Norma Regulamentadora 10, revisadas e
atestadas anualmente por profissional habilitado.
Há necessidade de revisão periódica por profissional habilitado para garantia da
prevenção de riscos e correção de possíveis falhas.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.13.1 Todas as instalações elétricas e equipamentos elétricos fixos ou móveis,


equipamentos de comunicação, ferramentas e similares utilizadas em áreas
classificadas, assim como os equipamentos de controle de descargas atmosféricas,
devem estar em conformidade com a Norma Regulamentadora 10.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.13.1.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente.
20.13.1.1
Definir o que é grave e iminente.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.13.1.1
Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com
Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.13.1.1 O descumprimento deste item caracteriza situação de risco grave e


iminente, devendo ser descontinuada de imediato a alimentação elétrica do
equipamento ou o seu desligamento e sua remoção da área classificada, quando se
tratar de equipamento móvel.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

Incluir item
20.13.1.2.Os equipamentos de controle de descargas atmosféricas, devem estar em
conformidade com as normas técnicas brasileiras, em especial com a NBR 5419 da
ABNT.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.13.2 O empregador deve implementar medidas específicas para controle da


geração e acumulação de eletricidade estática em áreas sujeitas à existência e/ou à
formação de atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis.

20.13.2 Em instalações de inflamáveis devem ser implementadas medidas


específicas para controle da geração e acumulação de eletricidade estática em
áreas sujeitas à existência e/ou à formação de atmosferas explosivas ou misturas
inflamáveis.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.13.3. Os trabalhos envolvendo o uso de equipamentos que possam gerar


chamas, calor ou centelhas, nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis, devem ser precedidos de
permissão de trabalho.

20.13.3 Os trabalhos envolvendo o uso de equipamentos que possam gerar


chamas, calor ou centelhas, nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis, devem ser precedidos de
permissão de trabalho, atestadas por profissional habilitado.
Há necessidade de atestação por profissional habilitado para garantia da prevenção
de riscos e correção de possíveis falhas.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.13.4 A empresa deve instalar sistema de sinalização indicando a proibição do


uso de fontes de ignição nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis.

20.13.4 A empresa deve instalar sistema de sinalização indicando a proibição do


uso de fontes de ignição conforme Anexo III nas áreas sujeitas à existência e/ou
formação de atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis.

Foi sugerida a retirada da parte do texto sobre o uso de fontes de ignição, porque
elas podem ser autorizadas mediante procedimento contendo todas as medidas de
controle necessárias.
Está sendo sugerida a criação de um Anexo III para definição do modelo
padronizado de placa de sinalização, que desta forma passará a ser empregado em
todo o país, permitindo pronta identificação em qualquer local.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.13.4 O empregador A empresa deve instalar sistema de sinalização indicando a


proibição do uso de fontes de ignição nas áreas sujeitas à existência e/ou formação
de atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis.
Mesmas observações já expendidas acima sobre a expressão empresa.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br
20.13.4 As instalações de inflamáveis devem possuir sinalização de segurança
indicando a proibição do uso de fontes de ignição nas áreas sujeitas à existência
e/ou formação de atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.13.5 Os veículos que circulem nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis devem possuir características
construtivas apropriadas ao local e ser mantidos em perfeito estado de
conservação.

20.13.5 Os veículos que circulem nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis devem possuir características
construtivas apropriadas ao local e ser mantidos em perfeito estado de
conservação, atestados por profissional habilitado.
Há necessidade de atestação por profissional habilitado para garantia da prevenção
de riscos e correção de possíveis falhas.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

No item 20.13.5 determina condicoes de segurança para veículos, contudo deve


incluir também equipamentos como geradores e outros com motores a combustao
ou que gerem centelhas. Deve também determinar o uso de abafadores de centelha
neste tipo de equipamento.
Os equipamentos com moto bombas, moto serras para tubulacao, geradores, etc
precisao de proteção.

Joacy Santos Junior


Eng eletricista e Segurança do trabalho
joacy.sj@gmail.com

20.13.5 Os veículos que circulem no interior de áreas classificadas devem possuir


características apropriadas a estes locais, estar em perfeito estado de conservação
e ter o seu funcionamento autorizado por uma permissão para trabalho.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.13.5 Os veículos que circulem nas áreas sujeitas à existência e/ou formação de
atmosferas explosivas ou misturas inflamáveis devem possuir implementos
apropriados ao local e ser mantidos em perfeito estado de conservação. Devem
existir procedimentos que previnam fontes de ignição associados aos veículos.
Os veículos rodoviários não são intrinsecamente seguros contra explosão portanto
necessitam de implementos e procedimentos de segurança que previnam fontes de
ignição.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.14. Plano de Emergência da Instalação

20.14 PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS DA INSTALAÇÃO

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.1 O empregador deve elaborar e implementar um plano de emergência que


contemple ações específicas a serem adotadas na ocorrência de vazamentos ou
derramamentos de inflamáveis, incêndios ou explosões.

20.14.1 O empregador deve elaborar e implementar um plano de emergência que


contemple ações específicas a serem adotadas na ocorrência de vazamentos ou
derramamentos de inflamáveis/combustíveis, incêndios ou explosões.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.14.1 - O empregador deve elaborar e implementar um plano de emergência


conforme a NBR 14276 e NBR 15.219 da ABNT.
Existe norma brasileira com requisitos mínimos para este procedimento.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.14.1 - O empregador deve elaborar e implementar um plano de emergência


conforme a NBR 14276 e NBR 15.219 da ABNT.
Existem normas específicas acima mencionadas que contém as diretrizes para a
elaboração de um plano de emergência.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.1 O responsável pela instalação deve elaborar e implementar um plano de


resposta a emergências que contemple ações específicas a serem adotadas na
ocorrência de vazamentos ou derramamentos de inflamáveis, incêndios
ou explosões.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.1 O empregador deve elaborar e implementar um plano de emergência que


contemple ações específicas a serem adotadas na ocorrência de vazamentos ou
derramamentos de inflamáveis/combustíveis aquecidos, incêndios ou explosões.
Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.14.2 O plano de emergência deve ser elaborado considerando as características,


bem como a complexidade da instalação e conter, no mínimo:
a) nome e função do (s) responsável(eis) técnico(s) pela elaboração,
gerenciamento, coordenação,
implementação e revisão do plano;
b) designação dos membros da equipe de emergência, responsáveis pela execução
de cada ação e seus respectivos substitutos;
c) estabelecimento dos possíveis cenários de emergências;
d) descrição dos equipamentos necessários para resposta a cada cenário
contemplado;
e) descrição dos meios de comunicação;
f) detalhamento dos procedimentos de emergência para cada cenário contemplado;
g) detalhamento dos procedimentos para comunicação e acionamento das
autoridades públicas e desencadeamento da ajuda mútua, caso exista;
h) programa de capacitação dos trabalhadores para atuação em caso de
emergências, incluindo ações de abandono de área, combate a incêndio, contenção
de vazamentos, resgate e primeiros socorros;
i) procedimentos para orientação de visitantes, quanto aos riscos existentes e
como proceder em situações de emergência;
j) cronograma, metodologia e registros de realização de exercícios simulados.

20.14.2 O plano de emergência deve ser elaborado por profissional habilitado,


redigido em português e considerar considerando as características, bem como a
complexidade da instalação e conter, no mínimo:

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.14.2
i) procedimentos para orientação de visitantes e comunidade circunvizinha, quanto
aos riscos existentes e como proceder em situações de emergência.
Os habitantes vizinhos das instalações devem ter conhecimento de como agir em
situações de emergência, para que se evitem catástrofes.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.14.2 O plano de emergência deve ser elaborado considerando as características,


bem como a complexidade da instalação e conter, no mínimo:
a)nome e função do (s) responsável(eis) técnico(s) pela elaboração, gerenciamento,
coordenação, implementação e revisão do plano;
b)designação dos membros da equipe de emergência, responsáveis pela execução
de cada ação e seus respectivos substitutos;
c)estabelecimento dos possíveis cenários de emergências;
d)descrição dos equipamentos necessários para resposta a cada cenário
contemplado;
e)descrição dos meios de comunicação;
f)detalhamento dos procedimentos de emergência para cada cenário contemplado;
g)detalhamento dos procedimentos para comunicação e acionamento das
autoridades públicas e desencadeamento da ajuda mútua, caso exista;
h)programa de capacitação dos trabalhadores para atuação em caso de
emergências, incluindo ações de abandono de área, combate a incêndio, contenção
de vazamentos, resgate e primeiros socorros;
i)procedimentos para orientação de visitantes, quanto aos riscos existentes e como
proceder em situações de emergência;
j)cronograma, metodologia e registros de realização de exercícios simulados.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.2 O plano de resposta a emergências deve ser elaborado considerando as


características, bem como a complexidade da instalação e conter, no mínimo:
a) nome e função do (s) responsável(eis) técnico(s) pela elaboração e revisão do
plano;
b) nome e função do responsável pelo gerenciamento, coordenação e
implementação do plano;
c) designação das funções que compõem as equipes de resposta a emergências;
c) estabelecimento dos possíveis cenários de emergências;
d) descrição dos recursos necessários para resposta a cada cenário contemplado;
e) descrição dos recursos de comunicação;
f) procedimentos específicos de resposta a emergências para cada cenário
contemplado;
g) procedimentos para comunicação e acionamento das autoridades públicas e
desencadeamento da ajuda mútua, caso exista;
h) processo de informação dos trabalhadores sem atuação direta na resposta a
emergências, contemplando ações de abandono de área e respectivas zonas de
concentração;
i) programa de capacitação dos trabalhadores que compõem as equipes de
resposta a emergências, incluindo ações de combate a incêndio, contenção de
vazamentos, resgate e primeiros socorros;
i)procedimentos para orientação de visitantes, quanto aos riscos existentes e como
proceder em situações de emergência;
j)cronograma, metodologia e registros de realização de exercícios simulados.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.2 - O plano de emergência deve ser elaborado levando em conta as análises


de risco previstas em 20.10, considerando as características, bem como a
complexidade da instalação e conter, no mínimo:
c) estabelecimento dos possíveis cenários de emergências com base nas análises
de risco previstas em 20.10;

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.14.2 O plano de emergência deve ser elaborado considerando as características,


bem como a complexidade da instalação e conter, no mínimo:
e) descrição dos meios e procedimentos de comunicação;

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.14.3 O plano de emergência deve ser avaliado após a realização de exercícios


simulados e/ou na ocorrência de situações reais, com o objetivo de testar a sua
eficácia, detectar possíveis falhas e proceder aos ajustes necessários.

20.14.3 O plano de emergência deve ser avaliado após a realização de exercícios


simulados e/ou na ocorrência de situações reais, com o objetivo de testar a sua
eficácia, detectar possíveis falhas e proceder aos ajustes necessários.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.3 O plano de resposta a emergências deve ser avaliado após a realização de


exercícios simulados e/ou na ocorrência de situações reais, com o objetivo de
detectar possíveis oportunidades de melhoria e proceder aos ajustes necessários.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.4 Os exercícios simulados devem ser realizados durante o horário de


trabalho, com periodicidade, no mínimo, anual, podendo ser reduzida em função
das falhas detectadas ou se assim recomendar a análise de risco.

20.14.4 Os exercícios simulados devem ser realizados durante o horário de


trabalho, com periodicidade, no mínimo, anual, podendo ser reduzida em função
das falhas detectadas ou se assim recomendar a análise de risco.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.4 Os exercícios simulados devem ser realizados durante o horário de


trabalho, com periodicidade, no mínimo, anual, podendo ser reduzida em função
das oportunidades de melhoria detectadas ou da quantidade de cenários
existentes.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.4.1 Todos os trabalhadores na empresa devem estar envolvidos nos


exercícios simulados, de modo a retratar a rotina de trabalho.

20.14.4.1
Para empresas com diversas atividades, o item é abrangente demais, melhor indicar
que os trabalhadores envolvidos com a atividade de operação de inflamáveis
devem participar do simulado.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.14.4.1 Todos os trabalhadores na empresa devem estar envolvidos nos


exercícios simulados, de modo a retratar a rotina de trabalho.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.
João Batista Corrêa Nery
Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.4.1 Todos os trabalhadores na instalação devem estar envolvidos nos


exercícios simulados, de modo a retratar a rotina de trabalho.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.5 Os membros da equipe de emergência devem ser selecionados e avaliados


periodicamente, considerando a compatibilidade da atividade a desempenhar no
plano com suas características psicofisiológicas.

20.14.5 Os membros das equipes de emergência devem ser selecionados e


treinados e avaliados anualmente periodicamente, considerando a compatibilidade
da atividade a desempenhar no plano com suas características psicofisiológicas.
O treinamento em período especificado é importante para garantia da atualização
regular dos membros das equipes de emergência.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.14.5 Os membros da equipe de emergência devem ser selecionados e avaliados


periodicamente, considerando a compatibilidade da atividade a desempenhar no
plano com suas características psicofisiológicas.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.5 Os membros da equipe de resposta a emergências devem ser selecionados


e avaliados periodicamente, considerando a compatibilidade da atividade a
desempenhar no plano com suas características psicofisiológicas, devendo
ser capacitados para essas atividades e avaliados periodicamente.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.5.1 Os exames realizados para avaliação das características psicofisiológicas


devem integrar o prontuário médico do trabalhador, assim como uma cópia dos
mesmos lhe ser entregue.

20.14.5.1
Definir no glossário o que é psicofisiológica.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.14.5.1 Os exames realizados para avaliação das características psicofisiológicas


devem integrar o prontuário médico do trabalhador, assim como uma cópia dos
mesmos lhe ser entregue.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br
20.14.6 A participação do trabalhador nas equipes de emergência é voluntária, salvo
nos casos em que a natureza da função assim o determine.

20.14.6 A participação do trabalhador nas equipes de emergência é voluntária, salvo


nos casos em que a natureza da função assim o determine.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.7 Nos casos em que os resultados das análises de riscos indiquem a


possibilidade de ocorrência de um acidente cujas conseqüências ultrapassem os
limites da instalação, a empresa deve:
a) estabelecer mecanismos para controle do efeito dominó;
b) incorporar no plano de emergência ações que visem à proteção da comunidade
circunvizinha, estabelecendo mecanismos de comunicação e alerta, de isolamento
da área atingida e de acionamento das autoridades públicas.

20.14.7 Nos casos em que os resultados das análises de riscos indiquem a


possibilidade de ocorrência de um acidente cujas conseqüências ultrapassem os
limites da instalação, o empregador a empresa deve:
Mesmas observações já expendidas acima sobre a expressão empresa.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.14.7 Nos casos em que os resultados das análises de riscos indiquem a


possibilidade de ocorrência de um acidente cujas conseqüências ultrapassem os
limites da instalação, a empresa deve:
a)estabelecer mecanismos para controle do efeito dominó;
b)incorporar no plano de emergência ações que visem à proteção da comunidade
circunvizinha, estabelecendo mecanismos de comunicação e alerta, de isolamento
da área atingida e de acionamento das autoridades públicas.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.7 Nos casos em que os resultados das análises de riscos indiquem a


possibilidade de ocorrência de um acidente cujas conseqüências ultrapassem os
limites da instalação, o responsável pela mesma deve incorporar no plano de
resposta a emergências ações que visem à proteção da comunidade circunvizinha,
estabelecendo mecanismos de comunicação e alerta, de isolamento da área
atingida e de acionamento das autoridades públicas:
a)estabelecer mecanismos para controle do efeito dominó;
b)incorporar no plano de emergência ações que visem à proteção da comunidade
circunvizinha, estabelecendo mecanismos de comunicação e alerta, de isolamento
da área atingida e de acionamento das autoridades públicas.
Suprimir, já que o efeito dominó não necessariamente produz efeitos fora da
instalação. Observar também a supressão de efeito dominó no Glossário.
Suprimir. Incorporado no caput do item.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.14.7 - Nos casos em que os resultados das análises de riscos indiquem a


possibilidade de ocorrência de um acidente cujas conseqüências ultrapassem os
limites da instalação, a empresa deve:
a) estabelecer mecanismos que visem eliminar ou minimizar a frequência
esperada de ocorrência ou reduzir as possíveis consequências dos
cenários;

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.14.8 O plano de emergência deve estar disponível aos trabalhadores e a seus


representantes, bem como às autoridades competentes.

20.14.8 O plano de emergência deve ser entregue estar disponível aos


trabalhadores e a seus representantes sindicais, bem como às autoridades
competentes.
Mesmas observações já expendidas, sobre a importância da entrega direta às
partes, representantes sindicais e autoridades.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

Incluir o item 20.14.8.1


Consideram-se autoridades, as polícias Civil e Militar, a Guarda Municipal, o Corpo
de Bombeiros Militar, a Defesa Civil, o Ministério Público do Trabalho, o órgão local
do Ministério do Trabalho e Emprego e o Comando da Marinha do Brasil.
Importante ficar claro quais são as autoridades competentes, para evitar-se perda
de tempo em defini-las no momento da emergência.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.14.8 O plano de emergência deve estar disponível aos trabalhadores e a seus


representantes, bem como às autoridades competentes.
Todos estes itens estão contemplados nas NBR´s citados no item anterior, por
exemplo: programa de treinamento, periodicidade de simulados, equipe de brigada
de incêndio, responsabilidades e estrutura organizacional.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.14.8 O plano de resposta a emergências deve estar disponível aos trabalhadores


e a seus representantes, bem como às autoridades competentes.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.15 Comunicação de Ocorrências

Retirar este capítulo.


Caso o relatório seja enviado ao MTE, passa a ser processo jurídico e não técnico,
perdendo-se o objetivo a que se destina.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis que tenha provocado a interrupção parcial ou total das atividades da
instalação.

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis que tenha provocado interrupção total das atividades da instalação por
mais de 24horas.
A comunicação deverá ocorrer somente em casos de interrupção total das
atividades. Caso seja determinada interrupção parcial, definir o que é ”interrupção
parcial” 30%,50% da capacidade de produtiva?

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis/combustíveis que tenha provocado a interrupção parcial ou total das
atividades da instalação.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Definir o que é interrupção parcial, pois qualquer vazamento em uma válvula
mesmo um gotejamento vai ter necessidade de uma interrupção parcial e de se
efetuar a comunicação e posteriormente atender ao item 20.15.2.
A comunicação de ocorrências deve ser feita quando houver vazamento que venha
afetar o meio ambiente, conforme definido na Resolução Conama e na Resolução
ANP - Verificar o Nº. das Resoluções

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis que tenha provocado a interrupção parcial ou total das atividades da
instalação.
Justificativa: As exigências de comunicação de ocorrências já estão previstos em
legislação, e regidos conforme a competência de cada órgão, seja ocorrência com
transporte (Decreto 96044/88), ou acidente do trabalho (leis dos acidentes do
trabalho) e também pelo órgão ambiental (Licença e Operação).
João Batista Corrêa Nery
Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.15.1
Uma vez que o item se foca na interrupção das atividades da instalação e instalação
abrange uma conceito bastante amplo, faz-se necessário um detalhamento maior
das situações nas quais a comunicação deva ser feita. Uma sugestão seria ligar a
necessidade desta comunicação ao porte da instalação ou da ocorrência.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis que tenha provocado a interrupção parcial ou total das atividades da
instalação.
A comunicação ao Ministério do Trabalho e Emprego de ocorrências deve ser foco
de uma Norma Regulamentadora que seja aplicável a todo e qualquer tipo de
atividade, não apenas às instalações para extração, produção, armazenamento,
transferência e manuseio de Inflamáveis. Não há razão para tornar obrigatória a
comunicação de apenas um tipo de atividade.

Paulo R. Valadao
Planta de Fluidos de Paulinia
19-3844-6004
paulo.r.valadao@exxonmobil.com

20.15.1 O empregador deve comunicar ao órgão regional do Ministério do Trabalho


e Emprego a ocorrência de vazamento, incêndio ou explosão envolvendo
inflamáveis que tenha provocado a interrupção parcial ou total das atividades da
instalação.
A comunicação de ocorrências são oficializadas ao Ministério do Trabalho / DRT ,
por meio da CAT , quando ocorrer acidente do trabalho e ao órgão ambiental
quando ocorrer vazamento que venha afetar o meio ambiente, conforme definido na
Resolução Conama.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.15.1.1 A comunicação deve ser encaminhada até o primeiro dia útil após a
ocorrência e deve conter:
a) Nome da empresa, endereço, local, data e hora da ocorrência;
b) Descrição da ocorrência, com relação de inflamáveis e outros produtos químicos
envolvidos;
c) Nome e função das vítimas;
d) Prováveis causas;
e) Conseqüências;
f) Medidas emergenciais adotadas.

20.15.1.1
c) Nome, idade, sexo, endereço residencial e eventuais necessidades especiais e
função das vítimas”
A idade, sexo, endereço e existência de eventuais necessidades especiais das
vítimas ajudará a preparação do socorro às emergências.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.15.1.1 A comunicação deve ser encaminhada até o primeiro dia útil após a
ocorrência e deve conter:
a)Nome da empresa, endereço, local, data e hora da ocorrência;
b)Descrição da ocorrência, com relação de inflamáveis e outros produtos químicos
envolvidos;
c)Nome e função das vítimas;
d)Prováveis causas;
e)Conseqüências;
f)Medidas emergenciais adotadas.
Justificativa: As exigências de comunicação de ocorrências já estão previstos em
legislação, e regidos conforme a competência de cada órgão, seja ocorrência com
transporte (Decreto 96044/88), ou acidente do trabalho (leis dos acidentes do
trabalho) e também pelo órgão ambiental (Licença e Operação).

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.15.1.1 A comunicação deve ser encaminhada até o segundo primeiro dia útil
após a ocorrência e deve conter:
a) Nome da empresa, endereço, local, data e hora da ocorrência;
b) Descrição da ocorrência, com relação de inflamáveis e outros produtos químicos
envolvidos;
c) Nome e função dos acidentados, se existirem das vítimas;
d) Prováveis causas;
e) Conseqüências;
f) Medidas emergenciais adotadas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.15.1.1
Deveria ser inserido um item solicitando incluir o volume dos inflamáveis e dos
outros produtos químicos envolvidos no acidente.

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.15.2 No prazo de até 30 dias da ocorrência a empresa deve encaminhar relatório


de investigação e análise ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego,
com a descrição das causas básicas e medidas preventivas adotadas.

20.15.2 No prazo de até 30 dias da ocorrência a empresa deve encaminhar relatório


de investigação e análise ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego, e
aos representantes sindicais dos trabalhadores, com a descrição das causas
básicas e medidas preventivas adotadas.
Idem, subitem sobre o tema empresa, devendo ser encaminhado ainda aos
sindicatos profissionais para ciência.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.15.2 No prazo de até 30 dias da ocorrência a empresa deve encaminhar relatório


de investigação e análise ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego,
com a descrição das causas básicas e medidas preventivas adotadas.
Justificativa: As exigências de comunicação de ocorrências já estão previstos em
legislação, e regidos conforme a competência de cada órgão, seja ocorrência com
transporte (Decreto 96044/88), ou acidente do trabalho (leis dos acidentes do
trabalho) e também pelo órgão ambiental (Licença e Operação).

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.15.2 No prazo de até 30 dias da ocorrência do acidente, prorrogáveis mediante


acordo com o órgão fiscalizador, o empregador deve encaminhar relatório sobre o
acidente ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego, com a descrição
das causas básicas e medidas preventivas adotadas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.15.2
No prazo de até 30 dias da ocorrência a empresa deve encaminhar relatório de
investigação e análise ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego, com
a descrição das perdas/consequências, evento, das causas imediatas e das causas
básicas e medidas preventivas adotadas.

César Leal
Head of Section - DNV ENERGY SOLUTIONS
Porto Alegre Office – Risk and Reliability Section (EAWBR534)
51 3337-2223
Web: www.dnv.com

20.16. Contratante e Contratadas

Retirar este capítulo.


Estas definições já estão no código civil.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS

Daniel Braga Frederico


Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.16 Empregador e Tomador de Serviços Contratante e Contratadas


As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.1 A contratante e as contratadas são solidariamente responsáveis pelo


cumprimento desta Norma Regulamentadora.

20.16.1 O Empregador e Tomador de Serviços A contratante e as contratadas são


solidariamente responsáveis pelo cumprimento desta Norma Regulamentadora.
As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.2 Das responsabilidades da Contratante.

20.16.2 Das responsabilidades do Empregador da Contratante.


As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.2.1 Os requisitos de segurança e saúde no trabalho adotados para os


empregados das contratadas devem ser, no mínimo, equivalentes aos aplicados
para os empregados da contratante.

20.16.2.1 Os requisitos de segurança e saúde no trabalho adotados para os


empregados dos Tomadores de Serviços das contratadas devem ser, no mínimo,
equivalentes aos aplicados para os empregados do Empregador da contratante.
As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.2.2 A empresa contratante deve estabelecer mecanismos para monitorar as


contratadas e avaliar o seu desempenho em segurança e saúde no trabalho,
visando atender ao previsto nesta NR.

20.16.2.3 Cabe à contratante informar permanentemente às contratadas e a seus


empregados os riscos existentes no ambiente de trabalho e as respectivas medidas
de segurança e de emergências a serem adotadas.

20.162.3 Cabe ao empregador à contratante informar permanentemente aos


tomadores de serviço às contratadas e a seus empregados os riscos existentes no
ambiente de trabalho e as respectivas medidas de segurança e de emergências a
serem adotadas.
As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.3 Da Responsabilidade das Contratadas.

20.16.3 Da Responsabilidade dos Tomadores de Serviços das Contratadas


As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.3.1 A empresa contratada deve cumprir os requisitos de segurança e saúde


no trabalho especificados pela contratante, por esta e pelas demais Normas
Regulamentadoras.

20.16.3.1 A empresa tomadora de serviço contratada deve cumprir os requisitos de


segurança e saúde no trabalho especificados pelao empregador contratante, por
esta e pelas demais Normas Regulamentadoras.
As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.3.2 A empresa contratada deve assegurar a participação dos seus


empregados nas capacitações em segurança e saúde no trabalho promovidas pela
contratante, assim como deve providenciar outras capacitações específicas que se
façam necessárias.

20.16.3.2 A empresa contratada deve promover treinamento a seus empregados


com a mesma abrangência das capacitações em segurança e saúde no trabalho
promovidas pela contratante, assegurar a participação dos seus empregados nas
capacitações em segurança e saúde no trabalho promovidas pela contratante,
assim como deve providenciar a seus empregados outras capacitações específicas
que se façam necessárias.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.16.3.2 A empresa tomadora de serviço contratada deve assegurar a participação


dos seus empregados nas capacitações em segurança e saúde no trabalho
promovidas pelao empregador contratante, assim como deve providenciar outras
capacitações específicas que se façam necessárias.
As expressões contratantes e contratadas são muito genéricas e não registram o
sentido de empregador e tomador de serviços que o texto da norma pretende
alcançar.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.16.3.2 A empresa contratada deve assegurar a participação dos seus


empregados nas reuniões de CIPA da contratante e capacitações em segurança e
saúde no trabalho promovidas pela contratante, assim como deve providenciar
outras capacitações específicas que se façam necessárias.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.16.3.2 A empresa contratada deve assegurar a participação dos seus


empregados nas capacitações em segurança e saúde no trabalho promovidas pela
contratante, através de palestras de integração, assim como deve providenciar
outras capacitações específicas que se façam necessárias.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.17 Tanque de líquidos inflamáveis no interior de edifícios

20.17 Tanque de líquidos inflamáveis e combustíveis no interior de edifícios

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis não pode ser


instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a impossibilidade de
instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação.

20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis não pode ser


instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a impossibilidade de
instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação apenas poderá ser instalado no
interior de edifícios, mediante adoção de procedimentos escritos contendo as
medidas de controle dos riscos decorrentes, devidamente registrados nos
documentos de projeto.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.17.1
O texto é omisso para o caso de tanques enterrados em condomínios ou edifícios
em geral.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis não pode ser


instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a impossibilidade de
instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação, devendo atender a norma
técnica.
Alterar a redação, pois na norma técnica ABNTNBR 17505 tem informações para a
construção de tanques no interior de edifícios.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br
20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis não
pode ser instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a impossibilidade
de instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação, devendo atender a norma
técnica.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Alterar a redação pois na norma técnica ABNTNBR 17505 tem informações para a
construção de tanques no interior de edifícios.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.17.1 Tanques para armazenamento de líquidos inflamáveis não devem,


preferencialmente, ser instalados no interior de edifícios. No caso da necessidade
de tal instalação, devem ser obedecidos os requisitos constantes da NBR-17505-2
da ABNT.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis não pode ser


instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a impossibilidade de
instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação. Em hipótese alguma será
aceito a instalação de Tanque de líquidos inflamáveis sob edifícios residenciais de
qualquer natureza.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.17.1 O tanque para armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis


aquecidos não pode ser instalado no interior de edifícios, exceto se comprovada a
impossibilidade de instalá-lo fora da projeção horizontal da edificação, devendo
atender a norma técnica.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Alterar a redação pois na norma técnica ABNTNBR 17505 tem informações para a
construção de tanques no interior de edifícios.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.
Sugerido retirar este item, uma vez que tanques com inflamáveis podem atender
indústrias químicas, e desta forma não serem unicamente para "geração de
emergência".

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.
Com a instalação do tanque no interior do edifício dentro de normas técnicas, ele
poderá ser utilizado para outras finalidades, conforme justificativa do item 20.17.1.
Normalmente são utilizados pela empresas como forma de economia de energia.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.
Com a instalação do tanque no interior do edifício dentro de normas técnicas, ele
poderá ser utilizado para outras finalidades, conforme justificativa do item 20.17.1.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.
Suprimir, pois esta restrição não existe na NBR-17505-2.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.17.1.1 Caso o tanque seja instalado no interior do edifício somente pode ser
utilizado para geração de energia elétrica em situações de emergência.
Algumas atividades industriais necessitam operar em edifícios fechados (ex.
cosméticos, fármacos, pesquisa, laboratórios, etc...).

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.17.2 A instalação do tanque no interior do edifício deve ser precedida de projeto,


elaborado por profissional habilitado, que contemple os aspectos de segurança,
saúde e meio ambiente previstos nas normas regulamentadoras, normas técnicas,
regulamentações federais, estaduais e municipais, bem como deve obedecer aos
seguintes critérios:
a) localizar-se no pavimento térreo ou subsolo;
b) possuir volume total de armazenagem de no máximo 1 (um) m3;
c) ser instalado com sistema de prevenção de vazamentos e com resistência ao
fogo, por no mínimo 2 horas;
d) possuir aprovação pela autoridade competente.

20.17.2
a) localizar-se no pavimento térreo ou subsolo;
Sugerida a retirada do item, uma vez que muitos prédios possuem um "Pavimento
mecânico", não necessariamente no térreo ou no subsolo, e estando o projeto de
acordo com 20.17.1 aparentemente não há necessidade de se fixar o andar no
documento legal.

c) ser instalado com sistema de prevenção de vazamentos e com resistência ao


fogo, por no mínimo 2 horas de retenção de eventuais vazamentos;

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.17.2 A instalação do tanque no interior do edifício deve ser precedida de projeto,


elaborado por profissional habilitado, que contemple os aspectos de segurança,
saúde e meio ambiente previstos nas normas regulamentadoras, normas técnicas,
regulamentações federais, estaduais e municipais, devendo possuir aprovação pela
autoridade competente.
Deve ser retirado as alíneas a, b e c com os critérios pois os aspectos de
segurança, saúde e meio ambiente já estão previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas (ABNT NBR 17505), regulamentações federais,
estaduais e municipais.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.17.2
a) localizar-se no pavimento térreo, sobreloja, mezanino ou subsolo;
Se os tanques são permitidos no subsolo do edifício, igual instalação na sobreloja
ou mezanino deve ser autorizada. Caso contrário, para maior segurança, somente o
térreo deve ser o local aconselhável para a localização dos tanques, excluindo-se o
subsolo.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.17.2 A instalação do tanque no interior do edifício deve ser precedida de projeto,


elaborado por profissional habilitado, que contemple os aspectos de segurança,
saúde e meio ambiente previstos nas normas regulamentadoras, normas técnicas,
regulamentações federais, estaduais e municipais, bem como deve obedecer aos
seguintes critérios:
a) localizar-se no pavimento térreo ou subsolo;
b) possuir volume total de armazenagem de no máximo 1 (um) m3;
c) ser instalado com sistema de prevenção de vazamentos e com resistência ao
fogo, por no mínimo 2 horas;
d) possuir aprovação pela autoridade competente.
Suprimir, pois o assunto já é contemplado no item 20.4.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.17.2 A instalação do tanque no interior do edifício deve ser precedida de projeto,


elaborado por profissional habilitado, que contemple os aspectos de segurança,
saúde e meio ambiente previstos nas normas regulamentadoras, normas técnicas,
regulamentações federais, estaduais e municipais, bem como deve obedecer aos
seguintes critérios:
c) ser instalado com sistema de prevenção de vazamentos, caixa de contenção e
com resistência ao fogo, por no mínimo 2 horas;

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.17.3 O responsável pelo edifício deve designar os responsáveis técnicos pela


instalação, operação, inspeção e manutenção, bem como, pela supervisão do
cumprimento dos procedimentos de segurança para o processo de abastecimento
do tanque.

20.17.3 O síndico ou administrador responsável pelo edifício deve designar os


responsáveis técnicos pela instalação, operação, inspeção e manutenção, bem
como, pela supervisão do cumprimento dos procedimentos de segurança para o
processo de abastecimento do tanque.
A expressão responsável é muito genérica, devendo ser especificado tratar-se de
sindico ou administrador responsável pelo edifício.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.17.4 O descumprimento dos itens 20.17.1, 20.17.1.1, 20.17.2 e 20.17.3 caracteriza


situação de risco grave e iminente.

20.17.4
Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.17.4 O descumprimento dos itens 20.17.1, 20.17.1.1, 20.17.2 e 20.17.3 caracteriza


situação de risco grave e iminente.
Suprimir, face às modificações anteriores.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.18 Desativação da instalação

20.18.1 Cessadas as atividades da instalação, o empregador deve adotar os


procedimentos necessários para a sua desativação.

20.18.1 Cessadas as atividades da instalação, o responsável pela mesma deve


adotar os procedimentos necessários para a sua desativação.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.18.2 No processo de desativação das instalações de extração, produção,


armazenagem, transferência e manuseio de inflamáveis devem ser observados os
aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras, normas técnicas, bem como nas regulamentações federais,
estaduais e municipais.

20.18.2 No processo de desativação das instalações de extração, produção,


armazenagem, transferência e manuseio de inflamáveis e combustíveis devem ser
observados os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas
normas regulamentadoras, normas técnicas, bem como nas regulamentações
federais, estaduais e municipais.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br
20.18.2 No processo de desativação das instalações de extração, produção,
armazenagem, transferência e manuseio de inflamáveis devem ser observados os
aspectos de segurança e saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras do MTE, normas técnicas da ABNT, nesta referenciadas.
Não existe legislação estadual ou municipal que rege projeto de instalação.
A fiscalização no que tange meio ambiente e projetos de instalação são de
competência de outros órgãos.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.18.2 No processo de desativação das instalações de extração, produção,


armazenagem, transferência e manuseio de inflamáveis devem ser observados os
aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas normas
regulamentadoras e normas técnicas, bem como nas regulamentações federais,
estaduais e municipais.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes a desativação


da instalação.

20.18.3
Sugerido nomear aqui as "autoridades competentes", haja vista as diversas
situações de abandono de instalações já registradas na mídia, e que causaram
desastres ambientais.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes a desativação


da instalação.
No caso de desativação de uma instalação, deve ser dada a baixa da licença de
operação, no órgão ambiental, sendo desta forma de competência deste órgão.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.18.3 O empregador deve comunicar previamente às autoridades competentes a


desativação da instalação, apresentando-lhes o plano de desativação, obtendo
delas autorização para tanto.
A desativação pode envolver elevados riscos para a comunidade circunvizinha,
merecendo que as autoridades conheçam previamente o plano, forneça autorização
e acompanhe a desativação.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes a desativação


da instalação.
Sempre que ocorre uma desativação da instalação, é necessário que haja um
pedido junto ao órgão ambiental para solicitar o cancelamento da Licença de
Operação e também da alteração do projeto junto ao Corpo de Bombeiros Local.
Como já é regido e fiscalizado por estes órgãos, não é necessário constar nesta NR.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes a desativação


da instalação.
Já que não existe obrigatoriedade da comunicação ao MTE da entrada em operação
da instalação, não deve existir comunicação da desativação da mesma.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes e a empresa


fornecedora a desativação da instalação.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com
20.18.3 O empregador deve comunicar às autoridades competentes a desativação
da instalação.
É muito burocrático comunicar por exemplo a desativação de um tanque de 200
litros.
Estabelecer parâmetros sobre a capacidade das instalações e modelo de
comunicação.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.19 Responsabilidades

20.19.1 Cabe à empresa de extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis zelar pelo estrito cumprimento da desta NR, prestando
todas as informações que se fizerem necessárias às autoridades competentes.

20.19.1 Cabe à empresa de extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis e combustíveis zelar pelo estrito cumprimento da desta
NR, prestando todas as informações que se fizerem necessárias às autoridades
competentes.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br
20.19.1 Cabe à empresa de extração, produção, armazenamento, transferência e
manuseio de inflamáveis zelar pelo estrito cumprimento da desta NR, prestando
todas as informações que se fizerem necessárias às autoridades competentes.”
Excluir palavra “da” após cumprimento, que se encontra demasiada no texto.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.19.1 Cabe à empresa responsável pela operação de instalação de extração,


produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis zelar pelo
estrito cumprimento da desta NR, prestando todas as informações que se fizerem
necessárias às autoridades competentes.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.19.1 Cabe à empresa de extração, produção, armazenamento, transferência e


manuseio de inflamáveis zelar pelo estrito cumprimento da desta NR, prestando
todas as informações que se fizerem necessárias às autoridades competentes.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.19.1.1 O previsto neste item também aplica-se às contratadas.

20.19.1.1 O previsto neste item também se aplica-se às tomadoras de serviço


contratadas.
A expressão tomador de serviço é mais apropriado, em vez de contratado, que
reflete generalidade que pode não expressar os prestadores de serviços
terceirizados do empregador.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.19.1.1 O previsto neste item também aplica-se às contratadas.


Face a alteração feita no item anterior (20.19.1) este item (20.19.1.1) se torna sem
sentido.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.19.2 As empresas contratante e contratada são responsáveis por informar


permanentemente seus empregados sobre os riscos a que estão expostos,
instruindo-os quanto aos procedimentos e medidas de controle a serem adotados.

20.19.2 As empresas contratante e contratada são responsáveis por informar


permanentemente seus empregados sobre os riscos a que estão expostos,
instruindo-os quanto aos procedimentos e medidas de controle a serem adotados.
Está em redundância com 20.16.2.3.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.19.2 As empresas tomadora e prestadora dos serviços contratante e contratada


são responsáveis solidárias por informar permanentemente seus próprios
empregados sobre os riscos a que estão expostos, instruindo-os quanto aos
procedimentos e medidas de controle a serem adotados por ambas.
As expressões tomadora e prestadora de serviços são de melhor técnica e
compreensão, ao invés das genéricas contratante e contratada, que pode trazer
confusão. A responsabilização comum (solidária) de ambas também é importante
ficar bem clara no texto, assim como o esclarecimento de quem são os empregados
que devem receber as informações.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.19.2 A empresa responsável pela operação de instalação de extração, produção,


armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis e as suas contratadas
que realizam suas atividades na instalação são responsáveis por informar aos seus
empregados sobre os riscos do trabalho com inflamáveis a que estão expostos,
instruindo-os as medidas de controle existentes e quanto aos procedimentos a
serem adotados.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.19.3 Cabem às empresas contratante e contratada, na ocorrência de acidentes e
incidentes de trabalho envolvendo inflamáveis, investigá-los, analisar as suas
causas básicas, propor e adotar medidas preventivas e corretivas.

20.19.3 Cabem às empresas contratante e contratada, na ocorrência de acidentes e


incidentes de trabalho envolvendo inflamáveis e combustíveis, investigá-los,
analisar as suas causas básicas, propor e adotar medidas preventivas e corretivas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.19.3 Cabem às empresas contratante e contratada, na ocorrência de acidentes e


incidentes de trabalho envolvendo inflamáveis, investigá-los, analisar as suas
causas básicas, propor e adotar medidas preventivas e corretivas.
Redundância.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.19.3 Cabem às empresas tomadora e prestadora de serviços contratante e


contratada, na ocorrência de acidentes e incidentes de trabalho envolvendo
inflamáveis, investigá-los, analisar as suas causas básicas, propor e adotar
imediatamente medidas preventivas e corretivas, sem o que as operações não
poderão ser reiniciadas.
As expressões tomadora e prestadora de serviços são de melhor técnica e
compreensão, ao invés das genéricas contratante e contratada, que pode trazer
confusão. As medidas preventivas e corretivas devem ser imediatamente adotadas,
para que as operações possam ser reiniciadas, para evitar-se novos riscos e a
solução de continuidade com os riscos anteriores.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.19.3 Quando da ocorrência de acidente ou incidente envolvendo inflamáveis em


uma instalação de extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio
de inflamáveis, cabe a empresa responsável pela operação da instalação realizar a
sua investigação, analise, e adoção de medidas preventivas.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.19.4 Cumpre aos trabalhadores:


a) colaborar com a empresa para o cumprimento desta NR;
b) observar todas as práticas e procedimentos relativos à prevenção de acidentes;
c) observar todos os procedimentos de emergência.

20.19.4 Cumpre aos trabalhadores:


a) colaborar com a empresa para o cumprimento desta NR;
b) observar todas as práticas e procedimentos relativos à prevenção de acidentes;
c) observar todos os procedimentos de emergência.
Redundância.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.19.4
a) colaborar com a prestadora e a tomadora dos serviços empresa para o
cumprimento desta NR;
inserir letra
d) comunicar imediatamente, a quem couber, a existência ou observação de riscos
iminentes ou detectados, sob pena de caracterização de falta grave e delito de
omissão.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.19.4 Cumpre aos trabalhadores:


a) colaborar com a empresa para o cumprimento desta NR;
b) observar todas as práticas e procedimentos relativos à prevenção de acidentes;
c) observar todos os procedimentos de emergência.
Este texto já consta da NR-1.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.20 Disposições Transitórias

20.20.1 As instalações existentes terão os seguintes prazos para adequação a esta


NR:
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 270 dias 180 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 180 120
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1.
Adequação do plano de inspeção e manutenção 180 150 120
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 270 180
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 150 120
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 150 120
20.14.
OBS: os prazos acima relacionados são contados em dias corridos, a partir da data
da publicação desta
NR.

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 360 dias 360 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 180 120
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1.
Adequação do plano de inspeção e manutenção 180 180 180
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 360 360
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 180 180
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 180 180
20.14.

As empresas maiores, com maior número de funcionários não terão tempo


suficiente para cumprir o solicitado, então os tempos para todas as classes devem
ser iguais ao tempo para a classe 1.
Ver justificativa referente ao item 20.6.7.1
“Adequação” É um termo subjetivo dando margem a interpretações pessoais. Esta
adequação é função de cada empresa.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 360 dias 360 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 180 120
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1.
Adequação do plano de inspeção e manutenção 180 180 180
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 360 360
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 180 180
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 180 180
20.14.
As empresas maiores, com maior número de funcionários não terão tempo
suficiente para cumprir o solicitado, então os tempos para todas as classes devem
ser iguais ao tempo para a classe 1.
Ver justificativa referente ao item 20.6.7.1

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 270 dias 180 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Manual de Operação 610 180 120

Adequação do plano de inspeção e manutenção 540 150 120


ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 1080 270 180
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 150 120
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 150 120
20.14.

Ver item 2.9.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 270 dias 180 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 180 120
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1
Adequação do plano de inspeção e manutenção 180 150 120
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 270 180
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 150 120
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 150 120
20.14.

Rever os prazos, em função das considerações descritas no texto e retirar o item


20.20.1.
Em função do volume de instalações existentes, o prazo fica muito curto , além de
que o item 20.20.1.2 é da competência e responsabilidade direta do órgão
ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

Excluir o item.
Estes prazos devem constar da Portaria que aprovar o novo texto da NR e não de
seu corpo, pois uma vez transcorrido o prazo a sua presença na NR se torna
inócua.
Instalações Classe 1
A adequação das instalações poderá vir a exigir a elaboração de projeto (item 20.4.2
do texto proposto), aquisição de materiais e construção e montagem. Sugerimos
ampliar este prazo.
Suprimir este prazo. Assunto polemico.
Sugerimos suprimir uma vez que as modificações propostas alteraram o item que
da suporte a este.
Instalações Classe 2
A adequação das instalações poderá vir a exigir a elaboração de projeto (item 20.4.2
do texto proposto), aquisição de materiais e construção e montagem.
Sugerimos ampliar este. Alem disso, observa-se que as instalações desta classe,
que são mais complexas e possuem uma quantidade de equipamentos muito maior
do que aquelas da Classe 1 possuem prazos menores de adequação. Sugerimos
reavaliar.
Suprimir este prazo. Assunto polemico.
Observa-se aqui também que as instalações desta classe, que possui um numero
de trabalhadores muito maior do que aquelas da Classe 1 possuem prazos menores
de adequação. Sugerimos reavaliar.
Sugerimos suprimir uma vez que as modificações propostas alteraram o item que
da suporte a este.
Instalações Classe 3
A adequação das instalações poderá vir a exigir a elaboração de projeto (item 20.4.2
do texto proposto), aquisição de materiais e construção e montagem. Sugerimos
ampliar este prazo. Alem disso, observa-se que as instalações desta classe, que
são mais complexas e possuem uma quantidade de equipamentos muito maior do
que aquelas das Classes 1 e 2 possuem prazos menores de adequação. Sugerimos
reavaliar.
Suprimir este prazo. Assunto polêmico.
Observa-se aqui também que as instalações desta classe, que possui um numero
de trabalhadores muito maior do que aquelas das Classes 1 e 2 possuem prazos
menores de adequação. Sugerimos reavaliar.
Sugerimos suprimir uma vez que as modificações propostas alteraram o item que
da suporte a este.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 720 dias 720 dias 720 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 180 120
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1
Adequação do plano de inspeção e manutenção 720 dias 720 dias 720 dias
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 720 dias 720 dias 720 dias
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 720 dias 720 dias 720 dias
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 120 120 120
20.14.

Os prazos devem permitir a realizacao de estudos técnicos de forma adequada para


a complexidade de cada instalação.

Paulo R. Valadao
Planta de Fluidos de Paulínia
19-3844-6004
paulo.r.valadao@exxonmobil.com

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 270 dias 180 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 dias 180 dias 120 dias
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1
Adequação do plano de inspeção e manutenção 180 dias 150 dias 120 dias
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 dias 270 dias 180 dias
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 180 dias 150 dias 120 dias
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 180 150 120
20.14.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

Incluir item
20.20.1.1: os prazos acima relacionados são contados em dias corridos, a partir da
data da publicação desta NR, excluído o dia do começo e contado o dia fina.
As palavras abreviadas (OBS) podem trazer confusão de entendimento e não são de
boa técnica legislativa, devendo o item figurar numeradamente, além de constar a
explicação de como deve ser contado o prazo, na forma do que estabelecido no
Código Civil Brasileiro e no Código de Processo Civil.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.20.1
Ações Classe 1 Classe 2 Classe 3

Elaboração das análises de riscos conforme item 360 dias 360 dias 360 dias
20.10, do projeto conforme item 20.4 e adequação
das instalações.
Adequação do efetivo de trabalhadores às tarefas 270 dias 180 dias 120 dias
em processo contínuo de produção ao item
20.6.7.1
Adequação do plano de inspeção e manutenção 720 dias 720 dias 720 dias
ao item 20.7.
Capacitação dos Trabalhadores conforme item 360 dias 360 dias 360 dias
20.11.
Adequação do plano de prevenção e controle de 1080 dias 1080 dias 1080 dias
emissões fugitivas, vazamentos, derramamentos,
incêndios e explosões ao item 20.12.
Adequação do Plano de Emergência ao item 1080 dias 1080 dias 1080 dias
20.14.
Fundamentação para a ampliação dos prazos: complexidade do processo executivo
dos segmentos; peculiaridades existentes entre o porte das empresas, bem como o
tempo de operação da atividade, e investimentos para tanto.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores, previsto no


item 20.6.5.1 é de 720 dias corridos, contados a partir da data da publicação desta
NR.

20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores ou para


implementacao de procedimentos que minimizam a emissão de vapores a níveis
que não expõem os trabalhadores a riscos é de 720 dias corridos, contados a partir
da data da publicação desta NR.
Ver justificativa do item 20.6.5.1
As empresas adotam procedimentos que minimizam a emissão de vapores a níveis
que não expõem os trabalhadores a riscos de saúde.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.20.1.2
Como definido para o item 2.4.7, esses dispositivos somente deverão ser instalados
para os líquidos inflamáveis, ou seja, para aqueles com ponto de fulgor < 37,8 °C.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores, previsto no


item 20.6.5.1 é de 720 dias corridos, contados a partir da data da publicação desta
NR.
É da competência do órgão ambiental.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores, previsto no


item 20.6.5.1 é de 720 dias corridos, contados a partir da data da publicação desta
NR.
Rever os prazos, em função das considerações descritas no texto e retirar o item
20.20.1.
Em função do volume de instalações existentes, o prazo fica muito curto , além de
que o item 20.20.1.2 é da competência e responsabilidade direta do órgão
ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.20.1.2
Sugerimos suprimir este item, uma vez que sugerimos suprimir o item a que ele se
refere.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br
20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores, previsto no
item 20.6.5.1 é de 1460 dias corridos, contados a partir da data da publicação desta
NR.
A instalação de sistemas de recuperação de vapores pode depender de
investimentos significativos e de licença ambiental, o que dificulta o atendimento
do prazo de 720 dias.

Paulo R. Valadao
Planta de Fluidos de Paulínia
19-3844-6004
paulo.r.valadao@exxonmobil.com

20.20.1.2 O prazo para instalação de dispositivos de captura de vapores, previsto no


item 20.6.5.1 é de 720 dias corridos, contados a partir da data da publicação desta
NR.
É necessária a especificação dos sistemas e dispositivos de captura de vapores
para, posteriormente, definir o prazo.

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

20.20.1.2
A necessidade é definida na análise de risco.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.20.1.3 O prazo para adequação dos tanques de líquidos inflamáveis no interior


de edifícios ao item 20.17 é de 120 dias corridos, contados a partir da data da
publicação desta NR.

20.20.1.3 O prazo para adequação dos tanques de líquidos inflamáveis no interior


de edifícios ao item 20.17 é de 720 dias corridos, contados a partir da data da
publicação desta NR.
Para se adequar o discriminado na Norma Técnica ABNTNBR 17505 o prazo
razoável será de 720 dias e não 120 dias.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.20.1.3 O prazo para adequação dos tanques de líquidos inflamáveis no interior


de edifícios ao item 20.17 é de 120 dias corridos, contados a partir da data da
publicação desta NR.
Rever os prazos, em função das considerações descritas no texto e retirar o item
20.20.1.
Em função do volume de instalações existentes, o prazo fica muito curto , além de
que o item 20.20.1.2 é da competência e responsabilidade direta do órgão
ambiental.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.20.1.3
Solicitamos reavaliar este prazo, uma vez que poderá vir a ser necessária a
elaboração de projeto (exigido pelo item 20.4.2 do texto proposto), alem da
aquisição de materiais, construção e montagem.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.21 Disposições finais


20.21.1 Quando em uma atividade for caracterizada situação de risco grave e
iminente aos trabalhadores, o empregador deve adotar as medidas necessárias
para a sua interrupção.

Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.21.1 Quando em uma atividade for caracterizada situação de risco grave e


iminente aos trabalhadores, o empregador deve adotar as medidas necessárias
para a sua interrupção.
Está prevista na NR-03.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.21.1 Quando em uma atividade for caracterizada situação de risco grave e


iminente aos trabalhadores, o empregador e o tomador dos serviços devem adotar
as medidas necessárias para a sua interrupção.
O crescente número de serviços terceirizados exige que os tomadores de serviços
também participem das responsabilidades e precauções.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.21.1 Quando em uma atividade de extração, produção, armazenamento,


transferência e manuseio de inflamáveis for caracterizada situação de risco grave e
iminente, o responsável pela instalação deve adotar as medidas necessárias para a
interrupção da atividade e a correção da situação.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.21.1 Quando em uma atividade for caracterizada situação de risco grave e


iminente aos trabalhadores, o empregador deve adotar as medidas necessárias
para a sua imediata interrupção.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

20.21.2 Os trabalhadores, com base em sua capacitação e experiência, devem


interromper suas tarefas, exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem
evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de outras
pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que
diligenciará as medidas cabíveis.

Definir, no glossário, o que se entende por risco grave e iminente.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.21.2 Os trabalhadores, com base em sua capacitação e experiência, devem


interromper suas tarefas, exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem
evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de outras
pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que
diligenciará as medidas cabíveis.
Está prevista na NR-03.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.21.2 Quando um trabalhador, no exercício de suas atividades, fundamentado em


seu treinamento e experiência, após tomar as medidas corretivas, tiver justificativa
razoável para crer que a vida e/ou integridade física sua ou de outras pessoas, se
encontre em risco grave e iminente, poderá suspender a realização dessas
atividades, comunicando imediatamente tal fato ao seu superior hierárquico, que
após avaliar a situação e constatando a existência da condição de risco grave e
iminente manterá a suspensão das atividades, até que venha a ser normalizada a
referida situação.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.21.2.1 Os trabalhadores não devem sofrer qualquer tipo de sanção por exercer o
direito de recusa.
20.21.2.1 Os trabalhadores não devem sofrer qualquer tipo de sanção por exercer o
direito de recusa ou de denúncia, gozando do direito de reintegração imediata no
emprego e recebimento dos salários e demais vantagens, em caso de dispensa
arbitrária pelo empregador.
Os elevados riscos que envolvem os trabalhadores dessas atividades devem
proporcionar-lhe tranquilidade para livremente se recusarem ou denunciarem a
existência comprovada desses riscos, e só a garantia de emprego e salários podem
acobertá-los de represálias patronais.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.21.2.1 Os trabalhadores não devem sofrer qualquer tipo de sanção por exercer,
de modo justificado, o direito de recusa.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.21.3 Os tanques e vasos que armazenem inflamáveis devem ser identificados


conforme as normas técnicas.

20.21.3 Os tanques e vasos que armazenem inflamáveis devem ser identificados


conforme as normas técnicas e NR-13.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

20.21.3 Os tanques e vasos que armazenem inflamáveis e combustíveis devem ser


identificados conforme as normas técnicas.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.21.3 Os tanques e vasos que armazenem inflamáveis devem ser identificados


conforme as normas técnicas.
Está prevista na NR-03.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.21.3 Os tanques, e vasos e as tubulações que armazenem e transportem


inflamáveis devem ser identificados conforme as normas técnicas.
Os dutos, muitas vezes externos, nas instalações ou fora delas, devem conter a
identificação sugerida no texto.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

20.21.3.1 Os recipientes, tambores, bombonas, vasilhames, latas, frascos e


similares que armazenem inflamáveis devem ser rotulados conforme a Norma
Regulamentadora 26 e normas técnicas.

20.21.3.1 Os recipientes, tambores, bombonas, vasilhames, latas, frascos e


similares que armazenem inflamáveis devem ser rotulados conforme a Norma
Regulamentadora 26, normas técnicas e legislações pertinentes.
Existem vários órgãos públicos com exigências sobre a forma de identificar as
embalagens que contêm líquido inflamável/combustível.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

20.21.3.1 Os recipientes, tambores, bombonas, vasilhames, latas, frascos e


similares que armazenem inflamáveis e combustíveis devem ser rotulados
conforme a Norma Regulamentadora 26, normas técnicas e legislações pertinentes.
Ver justificativa de alteração do título da NR
Existem vários órgãos públicos com exigências sobre a forma de identificar as
embalagens que contêm líquido inflamável/combustível.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.21.3.1 – Os recipientes, tambores, bombonas, vasilhames, latas, frascos e


similares que armazenam inflamáveis devem ser rotulados, quando aplicável,
conforme a Norma regulamentadora 26 e normas técnicas. As tubulações que
transportam inflamáveis devem ser pintadas e sinalizadas conforme a NR 26 e
normas técnicas.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.21.3.1 Os recipientes, tambores, bombonas, vasilhames, latas, frascos e


similares que armazenam inflamáveis devem ser rotulados, quando aplicável,
conforme a Norma regulamentadora 26 e normas técnicas.s tubulações que
transportam inflamáveis devem ser pintadas e sinalizadas conforme a NR 26 e
normas técnicas.
Os botijões estão isentos de rotulagem.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

20.21.3.2 As tubulações que transportam inflamáveis devem ser pintadas e


sinalizadas conforme a Norma Regulamentadora 26 e normas técnicas.

Deve-se ajustar as normas regulamentadoras (NR-26) com as normas técnicas da


ABNT (NBR 13523).
- Cor da tubulação – Alumínio (NR-26)
- BCA (NBR 13523).
Duas normas em desacordo.

Sérgio Bandeira de Mello


Presidente - SINDIGÁS
e
Daniel Braga Frederico
Jurídico - SINDIGÁS
daniel@sindigas.org.br

20.21.3.2 As tubulações que transportam inflamáveis devem ser pintadas e


sinalizadas conforme a Norma Regulamentadora 26 e normas técnicas.
As normas regulamentadoras 26 entra em conflito com as normas técnicas
atualmente existentes, por exemplo: NBR 13523 – “Central de Gás Liquefeito de
petróleo – GLP
NBR 15514 – Área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás
liquefeito de petróleo (GLP), destinados ou não à comercialização – Critérios de
segurança “
NBR 15186 – Base de armazenamento, envasamento e distribuição de GLP p
Projetos e Construção”
Constantemente somos questionados com relação a qual norma a ser aplicada,
uma vez que a NR 26 adota cor de pintura diferente da norma técnica atualizada,
dificultando inclusive no questionamento das empresas certificadas em ISO.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

Sugere-se que seja revisada a NR-26. Caso contrario, devido às dificuldades no


cumprimento da NR-26 e seu atual descolamento da normalização técnica, inclusive
a normalização internacional, sugerimos suprimir este item, uma vez que só fará
aumentar as dificuldades da industria.
Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

20.21.4 O cumprimento desta NR não isenta a empresa contratante ou a contratada


da observância das legislações específicas no tocante aos aspectos de segurança e
saúde, referentes ao transporte de inflamáveis por meio rodoviário, ferroviário,
dutoviário, aéreo e aquaviário.

20.21.4 O cumprimento desta NR não isenta a empresa contratante ou a contratada


da observância das legislações específicas no tocante aos aspectos de segurança e
saúde, referentes ao transporte de inflamáveis e combustíveis por meio rodoviário,
ferroviário, dutoviário, aéreo e aquaviário.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

20.21.4 O cumprimento desta NR não isenta a empresa tomadora ou a prestadora


dos serviços contratante ou a contratada da observância das legislações
específicas no tocante aos aspectos de segurança e saúde, referentes ao transporte
de inflamáveis por meio rodoviário, ferroviário, dutoviário, aéreo e aquaviário.
Tomador e prestador de serviços, são expressões mais técnicas e mais claras,
devendo substituir as genéricas contratante e contratada.
Edson Galassi Neves
Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

ANEXO I
I) CURSO BÁSICO
a) Conteúdo programático teórico mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.
2. Fichas de Segurança de Produtos Químicos Inflamáveis.
3. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis.
4. Fontes de ignição e seu controle.
5. Geração, acumulação e controle da eletricidade estática.
6. Proteção contra incêndio com inflamáveis.
7. Resgate e primeiros socorros com inflamáveis.
8. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.
b) Conteúdo programático prático mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1. Inspeção de segurança e saúde nos locais de trabalho com inflamáveis.
2. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com
inflamáveis
3. Práticas de resgate com inflamáveis.
4. Práticas de primeiros socorros em acidentes com inflamáveis.

II) CURSO BÁSICO DE ATUALIZACAO


Conteúdo programático: definido pelo empregador
Instalações Classe 1 – carga horária mínima de 8 horas
Instalações Classes 2 e 3 – carga horária mínima de 16 horas

I) Curso básico
Parte teórica:
a) O treinamento deve ser voltado para os produtos, riscos e procedimentos
adotados na empresa, com carga mínima de 8 h, cujo conteúdo programático
teórico mínimo deverá abordar:

1.Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.


2.Fichas de Segurança de Produtos Químicos Inflamáveis.
3.Medidas de proteção coletiva e individual para trabalhos com inflamáveis.
4.Fontes de ignição e seu controle.
5.Geração, acumulação e controle da eletricidade estática.
6.Proteção contra incêndio com inflamáveis.
7. Resgate e primeiros socorros com inflamáveis.
7.Permissão de trabalho.
8.Procedimentos básicos para situações de emergência com inflamáveis.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br
I) CURSO BÁSICO
a) Conteúdo programático teórico mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.
2. Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ)
A FISPQ é uma obrigatoriedade para todos os produtos químicos presentes na
empresa, independentemente de serem inflamáveis ou não.
A FISPQ segue um formato padrão de acordo com o estipulado na ABNT NBR
14725. Ver também justificativa no item 20.4.3

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

I) CURSO BÁSICO
a) Conteúdo programático teórico mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1. Inflamáveis e combustíveis: características, propriedades, perigos e riscos.
2. Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ).
3. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis e combustíveis.
4. Fontes de ignição e seu controle.
5. Geração, acumulação e controle da eletricidade estática.
6. Proteção contra incêndio com inflamáveis e combustíveis.
7. Resgate e primeiros socorros com inflamáveis e combustíveis.
8. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis e
combustíveis.
b) Conteúdo programático prático mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1. Inspeção de segurança e saúde nos locais de trabalho com inflamáveis e
combustíveis.
2. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com
inflamáveis e combustíveis.
3. Práticas de resgate com inflamáveis e combustíveis.
4. Práticas de primeiros socorros em acidentes com inflamáveis e combustíveis.
Na tabela onde se lê inflamáveis deve se ler “inflamáveis e combustíveis“
Ver justificativa de alteração do título da NR.
A FISPQ é uma obrigatoriedade para todos os produtos químicos presentes na
empresa, independentemente de serem inflamáveis ou não.
A FISPQ segue um formato padrão de acordo com o estipulado na ABNT NBR
14725. Ver também justificativa no item 20.4.3.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

ANEXO I
II) CURSO BÁSICO DE ATUALIZAÇÃO
Conteúdo programático: definido pelo empregador em conjunto com o tomador dos
serviços
A existência cada vez maior de serviços terceirizados justifica que a norma inclua
em seu texto a participação do tomador dos serviços, para definir-se
responsabilidades.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

Curso básico :
A reciclagem é a cada 5 anos
a)Conteúdo programático teórico mínimo:
(carga horária mínima de 8h)
1.Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.
2.Fichas de Segurança de Produtos Químicos Inflamáveis.
3.Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis.
4.Fontes de ignição e seu controle.
5.Geração, acumulação e controle da eletricidade estática.
6.Proteção contra incêndio com inflamáveis.
7.Noções de primeiros socorros com inflamáveis.
8.Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis
O curso deve ser objetivado para a capacitação dos envolvidos na operação do
processo industrial

II) CURSO BÁSICO DE ATUALIZACAO

Conteúdo programático: definido pelo empregador


Instalações Classe 1 - carga horária mínima de 8 horas
Instalações Classes 2 e 3 - carga horária mínima de 16 Horas

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br
II) CURSO BÁSICO DE ATUALIZAÇÃO
Conteúdo programático: definido pelo empregador
Instalações Classe 1 – carga horária mínima de 8 horas
Instalações Classes 2 e 3 – carga horária mínima de 16 horas
Simulados periódicos.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

I) CURSO BÁSICO
a) Conteúdo programático teórico mínimo:
(carga horária mínima de 4h)
1. Inflamáveis e combustíveis aquecidos: características, propriedades, perigos e
riscos.
2. Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ).
3. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis e combustíveis
aquecidos.
4. Fontes de ignição e seu controle.
5. Geração, acumulação e controle da eletricidade estática.
6. Proteção contra incêndio com inflamáveis e combustíveis aquecidos.
7. Resgate e primeiros socorros com inflamáveis e combustíveis aquecidos.
8. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis e
combustíveis aquecidos.
b) Conteúdo programático prático mínimo:
(carga horária mínima de 4h)
1. Inspeção de segurança e saúde nos locais de trabalho com inflamáveis e
combustíveis aquecidos.
2. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com
inflamáveis e combustíveis aquecidos.
3. Práticas de resgate com inflamáveis e combustíveis aquecidos.
Na tabela onde se lê inflamáveis deve se ler “inflamáveis e combustíveis
aquecidos”.
A carga horária proposta é condizente com o conteúdo programático.
A proposta de um único treinamento (curso teórico e prático) objetiva que
pequenas e médias empresas realizem o curso.
Cursos complementares podem ser ministrados a critério das empresas.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br

III) CURSO COMPLEMENTAR


Instalações Classe 2 Instalações Classe 3
Carga horária mínima de 16h Carga horária mínima de 24h

Conteúdo programático mínimo: Conteúdo programático mínimo:


1. Norma Regulamentadora 20 e as 1. Norma Regulamentadora 20 e as
interfaces com outras Normas. interfaces com outras Normas.
2. Acidentes e Incidentes com 2. Acidentes e Incidentes com
inflamáveis: inflamáveis: análise das causas e
análise das causas e medidas medidas preventivas.
preventivas. 3. Estudos de análise de riscos.
3. Metodologias de análise de riscos. Exemplos de metodologias.
4. Exercícios práticos utilizando 4. Exercícios práticos utilizando
metodologias de análise de riscos. metodologias de análise de riscos.
5. Permissão para Trabalho com 5. Permissão para Trabalho com
inflamáveis. inflamáveis.
6. Planejamento de Emergências com 6. Planejamento de Emergências com
Inflamáveis Inflamáveis.
7. Segurança Operacional.
8. Sistemas de supervisão e controle de
processos em áreas com inflamáveis.

IV) CURSO COMPLEMENTAR DE ATUALIZAÇÃO


Conteúdo programático: definido pelo empregador
Instalações Classe 2 e 3 – carga horária mínima de 16 horas

III) Curso complementar

É sugerido retirar o item 4 tanto do programa para instalações Classe 2 quanto de


instalações Classe 3, "Exercícios práticos utilizando metodologias de análise de
riscos", uma vez que tais análises deverão ser conduzidas apenas por profissional
habilitado. Aos trabalhadores cabe cumprir os procedimentos elaborados a partir
das análises de risco efetuadas.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br

IV) CURSO COMPLEMENTAR DE ATUALIZAÇÃO


Conteúdo programático: definido pelo empregado em conjunto com o tomador dos
serviços’’
A existência cada vez maior de serviços terceirizados justifica que a norma inclua
em seu texto a participação do tomador dos serviços, para definir-se
responsabilidades.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

III)-CURSO COMPLEMENTAR
INSTALAÇÕES CLASSE 2
CARGA HORÁRIA MÍNIMA DE 16H
Conteúdo programático mínimo:
Norma Regulamentadora 20 e as interfaces com outras Normas.
1. Acidentes e Incidentes com inflamáveis: análise das causas e medidas
preventivas.
2. Metodologias de análise de riscos.
Exercícios práticos utilizando metodologias de análise de riscos.
3. Permissão para Trabalho com inflamáveis.
Planejamento de Emergências com Inflamáveis

INSTALAÇÕES CLASSE 3
CARGA HORÁRIA MÍNIMA DE 24H
Conteúdo programático mínimo:
Norma Regulamentadora 20 e as interfaces com outras Normas.
Acidentes e Incidentes com inflamáveis:
análise das causas e
1. Medidas preventivas.
2. Estudos de análise de riscos. Exemplos de metodologias.
3. Exercícios práticos utilizando metodologias de análise de riscos.
4. Permissão para Trabalho com inflamáveis.
Planejamento de Emergências com Inflamáveis.
5.Segurança Operacional.
Sistemas de supervisão e controle de processos
em áreas com inflamáveis.
IV) CURSO COMPLEMENTAR DE ATUALIZAÇÃO
Conteúdo programático: definido pelo empregador
Instalações Classe 2 e 3 - carga horária mínima de 16 horas
Conforme observado no item 20.10.

João Batista Corrêa Nery


Projeto GLP - Qualidade Compartilhada S/C
Coordenador Executivo
projetoglp@uol.com.br

Instalações Classe 2
6. Planejamento de Resposta a Emergências com Inflamáveis.

Instalações Classe 3
6. Planejamento de Resposta a Emergências com Inflamáveis.
8. Sistemas de supervisão e controle de processos em áreas com inflamáveis.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

III) CURSO COMPLEMENTAR


Instalações Classe 2 Instalações Classe 3
Carga horária mínima de 16h Carga horária mínima de 24h
Conteúdo programático mínimo:
1. Norma Regulamentadora NR-20 e as interfaces com outras Normas.
2. Acidentes e Incidentes com inflamáveis:
análise das causas e medidas preventivas.
3. Metodologias de análise de riscos.
4. Exercícios práticos utilizando metodologias de análise de riscos.
5. Permissão para Trabalho com inflamáveis.
6. Planejamento de Emergências com Inflamáveis
Conteúdo programático mínimo:
1. Norma Regulamentadora NR-20 e as interfaces com outras Normas.
2. Acidentes e Incidentes com inflamáveis: análise das causas e medidas
preventivas.
3. Estudos de análise de riscos. Exemplos de metodologias.
4. Exercícios práticos utilizando metodologias de análise de riscos.
5. Permissão para Trabalho com inflamáveis.
6. Planejamento de Emergências com Inflamáveis.
7. Segurança Operacional.
8. Sistemas de supervisão e controle de processos em áreas com inflamáveis.
9. Identificação e utilização adequada de EPI,s.

IPES
Instituto Paulista de Engenharia em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Gerson Viana da Silva
Presidente
Fone: (11) 9528-7131
ipes@ymail.com

Esclarecer a dúvida: o motorista que possui curso do MOPP deverá fazer esse
curso acima também?

Anísio Tormena
Bioenergia
Maringá - PR
Fone: (44) 3225.2929
alcopar@alcopar.org.br

ANEXO II
GLOSSÁRIO:
Ajuda mútua A soma de esforços de pessoal, equipamentos e materiais que
podem envolver entidades públicas, privadas e a comunidade,
para enfrentar situações de emergência.
Análise de Constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que,
riscos aplicados a uma atividade proposta ou existente, identificam e
avaliam qualitativa ou quantitativamente os riscos que essa
atividade representa. Os principais resultados de uma análise de
riscos são a identificação de cenários hipotéticos de acidentes,
as probabilidades de ocorrência, suas conseqüências e as
ecomendações de medidas preventivas.
Área Área na qual uma atmosfera explosiva está presente ou na qual
Classificada é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções
especiais para construção, instalação e utilização de
equipamentos elétricos.

Armazenamento Retenção de uma quantidade de inflamáveis em uma instalação


fixa, em depósitos, reservatórios de superfície ou subterrâneos.

Atividades Atividades desenvolvidas em instalações marítimas de extração,


marítimas produção, armazenagem e transferência de inflamáveis,
incluindo embarque e desembarque.

Atmosfera Mistura com ar, sob condições atmosféricas, de produtos


explosiva inflamáveis na forma de gás, vapor, névoa, poeira ou fibras, na
qual após sua a ignição a combustão se propaga.

Autoridade Pessoa ou órgão que está legalmente investido de poder para


competente conhecimento de determinado fato e/ou para a realização de
determinado ato.
Desativação Temporária: retirada de operação de parte ou de toda a
instalação, por período pré-determinado, Definitiva: retirada de
operação de parte ou de toda a instalação em considerando a
perspectiva de sua reativação caráter permanente.
Direito de Instrumento que assegura ao trabalhador a interrupção de uma
recusa atividade de trabalho, por considerar que ela envolva riscos
graves e iminentes para a sua segurança e saúde ou para a de
outrem, sem que o trabalhador possa sofrer qualquer tipo de
sanção decorrente dessa interrupção.
Distância de Distância mínima livre, medida no plano horizontal para que, em
segurança caso de acidentes (incêndios, explosões), os danos sejam
minimizados.
Edificações Edificações destinadas exclusivamente ao uso residencial,
residenciais constituída de uma única unidade residencial.
unifamiliares
Efeito dominó Encadeamento de efeitos, a partir de uma ocorrência primária,
que multiplica as conseqüências do acidente afetando
seqüencialmente equipamentos e unidades adjacentes (internas
ou externas) ao local da ocorrência.
Emergência Toda ocorrência que foge ao controle de um processo, sistema
ou atividade, da qual possa resultar danos às pessoas, ao meio
ambiente, aos equipamentos ou ao patrimônio próprio ou de
terceiros, envolvendo atividades ou instalações, e que requer o
acionamento imediato do plano de emergência.
Emissões Liberações de gás ou vapor inflamável que ocorrem de maneira
Fugitivas contínua ou intermitente durante as operações normais dos
equipamentos. Incluem liberações em selos ou gaxetas de
bombas, engaxetamento de válvulas, vedações de flanges, selos
de compressores, drenos de processos.
Equipe de Grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinado e
emergência capacitado para atuar em caso de emergência, buscando
restabelecer a situação de normalidade, adotando para isso os
procedimentos previstos no plano de emergência.
Exercício Exercício prático que implica a simulação mais realista possível
Simulado de um cenário de acidente, durante o qual é testada a eficiência
do plano de emergência, com foco nos procedimentos, na
capacitação da equipe, na funcionalidade das instalações e dos
equipamentos, dentre outros aspectos.
Fluxograma de É um documento contendo, em representação gráfica, o balanço
processo de material e de energia dos fluxos de matérias-primas,
produtos, subprodutos e rejeitos de um determinado processo
de produção.
Fluxograma de É um documento que contém, em representação gráfica, sem
engenharia escala, todos os itens (equipamentos, linhas, acessórios,
controles e demais componentes), constantes dos fluxos de
matéria-prima, produtos, subprodutos, utilidades e rejeitos de
um determinado processo de produção, sendo cada item
representado por um símbolo típico, assemelhando-se à função
ou ao aspecto do mesmo.
Incidente Qualquer evento com potencialidade para causar danos,
resultante do trabalho com inflamáveis.
Instalação Unidade de extração, produção, armazenamento, transferência e
manuseio de inflamáveis, em caráter permanente ou transitório,
incluindo todos os equipamentos, máquinas, estruturas,
tubulações, tanques, edificações, depósitos, terminais e outros
necessários para o seu funcionamento.
Unidade marítima onde são desenvolvidas as atividades de
Instalação extração, produção, armazenagem e transferência de
marítima inflamáveis, inclusive àquelas destinadas a apoiar essas
atividades.
Líquidos Líquidos com Ponto de Fulgor > 60 °C e ≤ 93 °C
combustíveis
Manuseio Atividade de movimentação de inflamáveis, contidos em
recipientes, tanques portáteis, tambores, bombonas,
vasilhames, caixas, latas, frascos e similares.
Metodologias Tipos de processos ou de técnicas de execução de análise de
de análises de riscos da instalação ou de parte dela.
risco Exemplos de algumas metodologias de análise de riscos:
a) Análise Preliminar de Riscos ou Perigos (APR/APP);
b) “What-if”;
c) Análise de Riscos e Operabilidade (HAZOP);
d) Análise de Modos e Efeitos de Falhas (FMEA/FMECA);
e) Análise por Árvore de Falhas (AAF);
f) Análise por Árvore de Eventos (AAE);
g) Análise Quantitativa de Riscos (AQR).
Postos de Instalação onde se exerce a atividade de fornecimento varejista
serviço de líquidos e gases inflamáveis.
Proficiência Competência, aptidão, capacitação e habilidade aliadas à
experiência.
Processo Sistema de produção que opera ininterruptamente durante as 24
contínuo de horas do dia.
produção
Permissão de Documento emitido pela empresa e que deve identificar, de
trabalho forma objetiva e sucinta, o serviço a ser executado, os
trabalhadores responsáveis pela execução, os riscos existentes,
as medidas de controle dos mesmos e também as restrições de
uso de equipamentos geradores de fontes de ignição.
Profissional Profissional com atribuições legais para a atividade a ser
habilitado desempenhada e que assume a responsabilidade técnica, tendo
registro no conselho profissional de classe.
Profissional Profissional que comprove conclusão em curso na área de
qualificado segurança do trabalho reconhecido pelo sistema oficial de
ensino.
Recipientes Receptáculo projetado e construído para armazenar produtos
inflamáveis conforme normas técnicas.
Sistemas de Diques ou barreiras, fixas ou móveis, que têm por finalidade
contenção de restringir e controlar a área de alcance de emissões líquidas
Vazamentos acidentais.
Sólidos São aqueles facilmente combustíveis e aqueles sólidos que, por
inflamáveis atrito, podem causar fogo ou contribuir para ele. Os facilmente
inflamáveis são substâncias em forma de pó, granuladas ou em
pasta que são perigosas se puderem ser facilmente inflamadas
por breve contato com uma fonte de ignição, caso a chama se
propague com rapidez.
Transferência Atividade de movimentação de inflamáveis entre recipientes, tais
como tanques, vasos, tambores, bombonas e similares.
Vasos de São equipamentos que contêm fluidos – gases ou líquidos
pressão inflamáveis - sob pressão interna ou externa.

ANEXO II
GLOSSÁRIO

Atividades marítimas
Atividades desenvolvidas em instalações marítimas em que haja manuseio de
inflamáveis, por extração, produção, armazenagem ou transferência de inflamáveis,
incluindo embarque e desembarque.
O texto original confunde atividades específicas para inflamáveis com atividades
outras que usem inflamáveis. Exemplo, um navio que transporta inflamável é um
caso e um navio que transporta passageiros, mas que usa inflamável é outro. Pela
definição a NR só atinge o primeiro caso. De qualquer forma, a NR não se aplica a
nenhum dos casos, conforme 20.2.2.

Direito de Recusa
Instrumento que assegura ao trabalhador negar-se a praticar uma atividade de
trabalho, por considerar que ela envolva riscos graves e iminentes para a sua
segurança e saúde ou para a de outrem, sem que o trabalhador possa sofrer
qualquer tipo de sanção decorrente dessa interrupção.
Pela definição original o trabalho interrompe a atividade, mas na verdade o direito
de recusa é pessoal. O trabalhador não age para os demais.

Incidente
Qualquer evento que ocorre em uma atividade com potencialidade para causar
danos, resultante do trabalho com inflamáveis.
A frase está incompleta.

Vasos de pressão
Melhor utilizar a definição da NR-13.

Célio Bonfim Morais


Eng. Segurança do Trabalho
celiomorais@yahoo.com

GLOSSÁRIO

Armazenamento
Retenção de uma quantidade de inflamáveis em uma instalação fixa, em depósitos,
reservatórios aéreo ou subterrâneos.
O reservatório de superfície é um dos tipos de reservatório aéreo.

Atividades Marítimas Offshore


Atividades desenvolvidas em plataformas marítimas de extração, produção,
armazenagem e transferência de, incluindo embarque e desembarque
Acrescentar o termos Offshore ao glossário.
Ver justificativa do item 20.2.2

Líquidos Inflamáveis
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, abaixo de 37,8 °C .
Ver justificativa referente ao item 20.3.1

Líquido combustível
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, igual ou superior a
37,8 °C.

Metodologias de Análise de Risco


b) “E SE ?” (What-if);
Para seguir a coerência do item, onde aparece inicialmente o nome em Português e
em seguida o nome/abreviação em Inglês.

Carlos Eduardo de Oliveira


SINDICOM
carloseduardo@sindicom.com.br

GLOSSÁRIO

Armazenamento
Retenção de uma quantidade de inflamáveis e combustíveis em uma instalação fixa,
em depósitos, reservatórios aéreo ou subterrâneos.
Ver justificativa de alteração do título da NR
O reservatório de superfície é um dos tipos de reservatório aéreo

Atividades Marítimas Offshore


Atividades desenvolvidas em plataformas marítimas de extração, produção,
armazenagem e transferência de inflamáveis e combustíveis, incluindo embarque e
desembarque.
Acrescentar o termo Offshore ao glossário.
Ver justificativa do item 20.2.2
Ver justificativa de alteração do título da NR

Incidente
Qualquer evento com potencialidade para causar danos, resultante do trabalho com
inflamáveis e combustíveis.
Ver justificativa referente ao item 20.3.1

Líquido inflamável
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, abaixo de 37,8 °C.

Líquido combustível
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, igual ou superior a
37,8 °C.
Ver justificativa referente ao item 20.3.2 (Item a ser introduzido)

Metodologias de Análise de Risco


b) “E SE ?” (What-if);
Para seguir a coerência do item, onde aparece inicialmente o nome em Português e
em seguida o nome/abreviação em Inglês.

Permissão de Trabalho
Documento emitido pela empresa ?? e que deve identificar, de forma objetiva e
sucinta, o serviço a ser executado, os trabalhadores responsáveis pela execução,
os riscos existentes, as medidas de controle dos mesmos e também as restrições
de uso de equipamentos geradores de fontes de ignição.
Verificar definição

Recipientes
Receptáculo projetado e construído para armazenar produtos inflamáveis e
combustíveis conforme normas técnicas.

Transferência
Atividade de movimentação de inflamáveis e combustíveis entre recipientes, tais
como tanques, vasos, tambores, bombonas e similares.

Vasos de Pressão
São equipamentos que contêm fluidos – gases ou líquidos inflamáveis e
combustíveis - sob pressão interna ou externa.

Paulo de Tarso Martins Gomes


Presidente da ABTLP
presidencia@abtlp.org.com

Menos Líquido Combustível e Permissão de Trabalho (abaixo)


Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br
Menos Líquido Combustível e Permissão de Trabalho (abaixo)
Nelson Pereira dos Reis
Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

João Batista Sarmet Franco


Chefe da Secretaria Técnica do ONS 34 – Petróleo
normas@ibp.org.br

Menos Líquido Combustível e Permissão de Trabalho (abaixo)


José Hélio Fernandes
Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Líquido combustível
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, igual ou superior a
37,8 °C.
Classe II
37,8 °C ≤ PF < 60 °C
Classe IIIA
60 °C ≤ PF < 93 °C
Classe IIIB
PF ≥ 93 °C
Ver justificativa referente ao item 20.3.2 (Item a ser introduzido)

Permissão de Trabalho
Documento emitido pela empresa e que deve identificar, de forma objetiva e
sucinta, o serviço a ser executado, os trabalhadores responsáveis pela execução,
os riscos existentes, as medidas de controle dos mesmos, por exemplo, e também
as restrições de uso de equipamentos geradores de fontes de ignição.

Rubens Medrano
Presidente da ASSOCIQUIM
prodir@associquim.org.br

Nelson Pereira dos Reis


Presidente do SINPROQUIM
sinproquim@sinproquim.org.br

José Hélio Fernandes


Associação Nacional do Transporte e Cargas e Logística – NTC&Logística
ntc@ntc.org.br

Atmosfera explosiva: Mistura com ar, sob condições atmosféricas, de produtos


inflamáveis na forma de gás, vapor, névoa, poeira ou fibras, na qual após sua a
ignição a combustão se propaga.
Instalação marítima: Unidade marítima onde são desenvolvidas as atividades de
extração, produção, armazenagem e transferência de inflamáveis, inclusive
àaquelas destinadas a apoiar essas atividades.

Edson Galassi Neves


Advogado especializado em Direito do Trabalho
edson.galassi@terra.com.br

Instalação
Tendo em vista a importância desta definição no texto, torna-se necessária que ela
seja muito bem conceituada, pois a NR- 20 se aplicara a situações muito simples
como um poço de petróleo abastecendo um tanque de 166 metros cúbicos de
capacidade, de onde o produto e retirado via gravidade para um caminhão-tanque,
ate situações de refinarias de petróleo com centenas de tanques dezenas de
unidades de processo cobrindo uma área de 10.000.000 de m2.

Líquidos Combustíveis
Líquidos com Ponto de Fulgor > 37,8oC
Compatibilizar com a definição adotada pela ANP.
Ver nosso comentário do item 20.3.1
Postos de serviço
Instalação onde se exerce a atividade de fornecimento de líquidos e gases
inflamáveis, a granel ou envasilhado.

Profissional Habilitado
Esta definição necessita ser aperfeiçoada já que não há profissional com atribuição
legal para as atividades tratadas nesta NR, em especial no tocante a analise de
risco.

Processo Industrial
Para maior clareza do item 20.6.2 será necessário definir processo industrial.

Trabalhador capacitado
Para maior clareza do item 20.7.6 será necessário definir Trabalhador capacitado.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br

GLOSSÁRIO

Armazenamento
Retenção de uma quantidade de inflamáveis e combustíveis aquecidos em uma
instalação fixa, em depósitos, reservatórios aéreo ou subterrâneos.
Ver justificativa de alteração do título da NR.
O reservatório de superfície é um dos tipos de reservatório aéreo.
Atividades Marítimas Offshore
Atividades desenvolvidas em plataformas marítimas de extração, produção,
armazenagem e transferência de inflamáveis e combustíveis, incluindo embarque e
desembarque.
Acrescentar o termo Offshore ao glossário.
Ver justificativa do item 20.2.2.
Ver justificativa de alteração do título da NR.

Incidente
Qualquer evento com potencialidade para causar danos, resultante do trabalho com
inflamáveis e combustíveis.
Ver justificativa referente ao item 20.3.1

Líquido inflamável
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, abaixo de 37,8 °C.

Líquido combustível
Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor, em vaso fechado, igual ou superior a
37,8 °C.
Ver justificativa referente ao item 20.3.2 (Item a ser introduzido)

Metodologias de Análise de Risco


b) “E SE ?” (What-if);
Para seguir a coerência do item, onde aparece inicialmente o nome em Português e
em seguida o nome/abreviação em Inglês.

Permissão de Trabalho
Documento emitido pela empresa e que deve identificar, de forma objetiva e
sucinta, o serviço a ser executado, os trabalhadores responsáveis pela execução,
os riscos existentes, as medidas de controle dos mesmos, por exemplo, restrições
de uso de equipamentos geradores de fontes de ignição.

Recipientes
Receptáculo projetado e construído para armazenar produtos inflamáveis e
combustíveis conforme normas técnicas.

Transferência
Atividade de movimentação de inflamáveis e combustíveis entre recipientes, tais
como tanques, vasos, tambores, bombonas e similares.

Vasos de Pressão
São equipamentos que contêm fluidos – gases ou líquidos inflamáveis e
combustíveis - sob pressão interna ou externa.

Marcelo Kós
ABIQUIM
assind@abiquim.org.br
Acrescentar novo anexo
ANEXO III

A sugestão de padrão é o modelo anexo, que além de já estar em uso na Petrobras


(Norma N-2657) e implantado em todas suas unidades no Brasil, está harmonizado
com a sinalização ATEX, de uso obrigatório na Europa, que adota o mesmo
triângulo de letras pretas sobre fundo amarelo.
Cabe ressaltar que a ATEX é uma diretriz legal e não uma norma técnica, e de forma
similar, aqui no Brasil a implantação da sinalização deve partir do documento legal
NR-20.
Portanto, o modelo proposto atenderá aos trabalhadores brasileiros e também aos
eventuais estrangeiros em serviço por aqui.

Como detalhes básicos, ela possui um triângulo amarelo com bordas pretas sobre
um fundo vermelho (segurança). As letras Ex são abreviatura de 'atmosfera
explosiva'.
As letras abaixo do triângulo mostram a classificação da área (neste exemplo, zona
1), o grupo do gás (neste exemplo, IIA) e a classe de temperatura dos equipamentos
elétricos permitidos para uso no local (neste exemplo, T3).
Cabe ressaltar que cada placa terá suas informações conforme a planta de
classificação de áreas do local. Logo, teremos placas 'zona 2 IIB T6', 'zona 1 IIC T4' ,
etc. informando de imediato ao trabalhador onde ele está pisando.
A norma Petrobras ainda acrescenta uma informação adicional, que é o número do
desenho de classificação de áreas do local. Esta informação é importante ao
trabalhador porque ele poderá ter mais detalhes consultando o desenho e também
indica ao fiscal que o desenho de classificação de áreas existe e pode ser
solicitado.

Estellito Rangel Junior


Tel: (21) 3876-7178 Fax: (21) 3876-7639
E-mail: estellito@petrobras.com.br
CONSIDERAÇÕES, SUGESTÕES, JUSTIFICATIVAS E QUESTIONAMENTOS
DIVERSOS

Por: Sidnei Reinaldo Cardoso Gagliardi

Em relação a alteração da NR-20 gostaria de sugerir a INCLUSÃO, em todos os ítens e


sub-ítens nos quais é citado "...devem seguir ou obedecer ou observar ou definidas as
norrmas técnicas", que sejam explicitadas quais normas pertinentes devem ser
obedecidas.

Sidnei Reinaldo Cardoso Gagliardi


Técnico de Segurança
sidneireinaldo@petrobras.com.br

Por: Adriano

A Norma deveria possuir itens específicos quanto aos equipamentos utilizados nos meios
de transporte, caminhões, por exemplo, exigir extintores específicos e quantidade,
acessórios no caminhão ex: rodoar, cabo de aterramento, etc, EPIs específicos, tanques
específicos, ou seja detalhar as medidas individual e coletiva para transporte de
líquidos/materiais inflamáveis.

Adriano [adriano@sina.ind.br]

Por: Vinícius Loiola Beserra

Sou técnico de Segurança recém-formado, e moro na cidade de Imperatriz no Maranhão,


durante meu estágio pude percebe que os frentistas não usam óculos de segurança e
muito menos luvas. Creio que a obrigatoriedade de tais EPI´s é uma fator a mais de
proteção para esses trabalhadores. Também não existe por parte das empresas, no caso
dos postos de combustíveis qualquer treinamento quanto ao combate de sinistro de
incêndio. Espero que essas duas sugestões sejam oportunas.

Vinicius Loiola Beserra


vini.thomas@gmail.com

Por: Maurício Cesar C. de Almeida

Recomendo que atenção seja conferida a revisão do atual texto da NR 20, tendo em vista
que em decorrência da necessidade de abastecimento das aeronaves (JET 1 ou GAV
100) existem as tradicionais empresas PETROBRAS DISTRIBUIDORA, SHELL
AVIATION e ESSO BRASILEIRA DE PETROLEO que realizam este abastecimento
através de bases ou entregue a revendas.
Essas bases de armazenamento, normalmente funcionando no sistema de pool, sendo
uma delas a responsável pela administração, não pauta pela devida e correta obediência
aos dimensionamentos previstos na NR 4, assim como as revendas, presentes em varios
aeroportos, sequer possuem um profissional de Seg. do Trabalho em seus quadros de
empregados.
Alegando o fato do efetivo nesses locais de trabalho não terem o número mínimo exigido
para a existência dos profissionais prevencionistas, a coisa as vezes vai de mal a pior.
A INFRAERO responsável, na grande maioria das vezes pelos arrendamentos dos
serviços e área não adota o mesmo posicionamento da CDRJ- Autoridade Portuária, que
certamente auxiliaria muito nesse controle.
A CDRJ - Autoridade Portuária, exige, quando do arrendamento, independentemente
do efetivo de empregados, a presença de um Técnico de Segurança do Trabalho, tendo
em vista que as operações portuárias, assim como as aeroportuária, implicam num risco
considerável, sem mencionar que na maioria dos casos os ambientes não são
adequadamente salubres.
Recomendo que atenção, pesquisa e consultas sejam feitas para melhor compreensão e
entendimento deste segmento.

Mauricio Cesar C. de Almeida


mauccalmeida@hotmail.com

Por: Marcelo Arlindo Faustino

Sugestão 1
Considerando a distância mínima do raio de 7,50m (sete metros e cinqüenta centímetros)
para a exposição aos líquidos de combustíveis inflamáveis e gasosos, a distância inferior ,
gera adicional de periculosidade. Partindo desse entendimento, a pessoa que comparece
aos postos de abastecimento de combustíveis na cidade, mesmo não sendo funcionário
do posto, no entanto, não há respaldo na NR 20 para esse cliente. Tendo em vista que o
risco é o mesmo do colaborador do posto.

Sugestão 2
Não fica claro na NR 20 o tempo em que funcionário pode permanecer na área de risco,
ou seja, (o tempo dentro do raio de 7,5m). Portanto, o ideal seria determinar o tempo
mínimo, ou classificar, de uma forma geral, a simples exposição como periculosa, assim
como a exposição elétrica. Determinar em quais situações que poderá receber
periculosidade integral, na forma de exposição (Habitual e permanente/ Ocasional e
Intermitente/ Eventual e Permanente).
Ex.: Um operador de empilhadeira todo dia necessita de abastecer sua máquina. Como
operador não tem direito a percepção de periculosidade, toda vez que ele necessitar de
abastecer, o bombeiro busca a empilhadeira fora da área de risco, ou seja, fora do raio de
7,5m. Na ausência do bombeiro, se o operador abastecer, essa “simples exposição” de
um dia na semana, poderia fazer jus ao adicional de periculosidade integral.

Marcelo Arlindo Faustino


Técnico de Segurança do Trabalho
Linhares-ES
mfaustino@kifrango.com.br

Por: Nilton Freitas

Referência Técnica: Os comentários e sugestões abaixo registrados tem origem na


avaliação da Disciplina “Tópicos Avançados” do I Curso de Especialização em Engenharia
de Segurança do Trabalho (2008) da Universidade de Guarulhos – UnG, compilados pelo
Profº Engº de Segurança do Trabalho Nilton Freitas.
Justificativa: Os alunos da Turma constituem seleto grupo de Oficiais de Comando do
Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o que atribui a seus
comentários e sugestões, uma contribuição qualificada para o processo de atualização da
NR-20.

1) Qual a opinião (do grupo) a respeito do conteúdo e da forma de abordagem do


assunto (segurança no trabalho com inflamáveis) na Minuta da NR-20?
• “....foco da gestão como principal, quebrando paradigmas e inovando de forma
competente o conteúdo, a abordagem e a responsabilidade, entre outros itens, de
forma a produzir um documento orientado e claro na busca de uma efetiva eficácia
de planejamento das ações a serem empregadas.....”;
• “.... concluímos que o estabelecimento de diretrizes básicas de gestão da SST
contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração,
produção, armazenamento, transferências e manuseio de inflamáveis é um fator
preponderante e muito bem abordado pelos idealizadores da Norma....”
• “.... evoluiu com relação à NR atual. (.....) Podemos dizer que ela fecha, de certa
forma, um ciclo de PDCA (Planejamento, Desenvolvimento, Checagem, Ação). (....)
Esta minuta aborda de uma forma muito abrangente todos os aspectos relativos
aos produtos inflamáveis,tanto nas áreas rurais ou urbanas, o que dificulta o
entendimento e aplicação.”;
• “A versão anterior (....) apresenta os tópicos de forma superficial, ensejando uma
real necessidade de revisão e aprofundamento do conteúdo, o que pode ser
claramente observado na nova proposta que contempla todo o ciclo evolutivo,
desde a fase de projeto até a fase de desativação. Observa-se ainda que a nova
proposta contempla além dos aspectos técnicos previstos na norma vigente, a
preocupação com os recursos humanos e com o meio ambiente, definindo etapas,
atribuições e competências. Outro assunto que a Norma aborda, que resultará em
benefício para as instalações existentes, são os prazos para a adequação,
permitindo planejamento das empresas.”;
• “.... representa um avanço em relação às normas anteriores, tanto pela sua
formatação quanto pela facilidade de manejo, objetividade e organização do
conteúdo. Com uma visão integrada dos assuntos abordados, de forma coesa,
aborda todo assunto referente a segurança no trabalho com inflamáveis.”;
• “O grupo entende que o texto normativo caminha para o método da performance
(desempenho), contrapondo-se à atual NR-20, que é preservativa, ou seja, detalha
em minúcias o que deve ser feito pelo responsável técnico. Dessa forma, é um
avanço em termos de legislação. Todavia, os órgãos governamentais e Bureaus de
Auditoria deverão ser qualificados para análise técnica da segurança contra riscos
de inflamáveis, proposta pela referida Minuta. Isso porque, no método de
performance, o responsável técnico passa a ter uma flexibilidade maior em relação
ao método prescritivo. Em contrapartida, o agente fiscalizados ou auditor poderá
agir de forma mais subjetiva, podendo gerar conflitos de natureza acadêmica e
comercial”;
• “A proposta de Norma abrange muito bem a gestão do risco, apontando para todas
as medidas previsíveis que envolvem inflamáveis.”;
• “O grupo opina favoravelmente à edição dessa Norma, (....), pois trata-se de uma
evolução normativa....”;
• “....Os profissionais que colaboraram em sua elaboração quebraram paradigmas,
inovando com competência, tanto no conteúdo como nas novas abordagens de
atividade de extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de
inflamáveis.”;
• “(....) A prevenção recai diretamente nas quantidades e distancias além dos tipos
de líquidos envolvidos, pois, como atendemos diversos incidentes a respeito,
percebemos que a abordagem desse quesito está correta. Outra importante
preocupação da Norma é com empresas vizinhas, demonstrando clara
preocupação com o patrimônio. Cada empresa dever ser responsável por seus
riscos, muito embora os PAMs funcionem de forma a otimizar incidentes com
outras fábricas. Concluindo, vislumbramos a excelência da Norma, porém com
necessidade de constantes revisões e atualizações.”;
• “Diferente do texto vigente, a abordagem é de gestão, deixando os aspectos
técnicos pra as Normas específicas.”;
• “A divisão das instalações em classes, também foi importante para facilitar o
dimensionamento das instalações e seus sistemas de segurança. Um dos aspectos
mais importantes da Norma é a atribuição de responsabilidades, o que foi bem
abordado, deixando claro os campos de responsabilidade dos contratantes e dos
contratados.”;
• “Na opinião do grupo a parte de Projeto deveria ser melhor detalhada, fazendo
referencia à NBR e à legislação de combate a incêndio de cada Estado. Deveria
conter um item para as edificações já existentes e em funcionamento e como
deveriam se adequar. A parte de Treinamento que trabalha na área fabril foi bem
elencada com as exigências. Faltou apenas uma melhor especificação e
detalhamento do Profissional Habilitado que possa ministrar o treinamento. A parte
referente a proteção individual, apesar de pertencer à NR-6, não foi mencionada.
Na nossa opinião deveria haver um ponto, mesmo que pequeno. No geral a forma
de abordagem à segurança do trabalho deveria ser melhor detalhada ou
minuciosa, não apenas situada superficialmente.”;
• “.... traz inovações importantes em termos de procedimentos de segurança do
trabalho, que são: 1) recomendações das análises de risco; 2) versa sobre
modificações e ampliações; 3) trata de acidentes e incidentes no trabalho
relacionados com líquidos inflamáveis, que mesmo fora das instalações possam
afetar as condições normais de operação; 4) traz recomendações à CIPA e ao
SESMT e notificação às autoridades competentes. (....) também a possibilidade de
revisão a cada 02 anos, (....) permitindo processo contínuo de melhoria e
acompanhamento dos processos tecnológicos. Traz uma grande inovação que é a
responsabilidade solidária das empresas que participam do processo de
fabricação, manipulação e armazenamento de líquidos inflamáveis e
combustíveis.”;
• “Quanto à forma, apresenta-se muito mais descritiva do que prática, do ponto de
vista de ausência de Tabelas, pois anteriormente as Tabelas permitiam mais
rapidamente visualizar e mensurar os limites.”.

2) Que aspectos/itens considera o Grupo os mais importantes da Norma, em termos


de prevenção/enfrentamento dos riscos dos produtos inflamáveis?
• “A necessidade da elaboração de um Projeto de Instalação, elaborado por
profissional legalmente habilitado, ....”;
• “Item 20.4 e subitens – salienta-se os aspectos das distâncias de segurança entre
tanques, máquinas, áreas de movimentação e fluxo, vias de circulação interna bem
como dos limites da propriedade.... É importante destacar a possibilidade de
estabelecer os afastamentos de segurança com base na análise de risco....”;
• “item 20.4.5 – verificação das compatibilidades dos inflamáveis com outros
produtos químicos na instalação, adotando-se medidas de controle adequadas”;
• “item 20.4.6 – tanques projetados de acordo com as Normas Técnicas;”
• “itens 20.6, 20.7 e 20.11 e respectivos subitens”;
• “O primeiro aspecto importante para a prevenção é a previsão de tudo no projeto
de implantação, a previsão de aspectos de segurança na construção e montagem
da instalação. Análise de risco de todas as fases do processo, bem como da
necessidade de apontar outros procedimentos para possíveis mitigações para com
a circunvizinhança. (....) Previsão de inspeções e manutenção das instalações,
bem como inspeções relativas à segurança e saúde no trabalho. Estabelece prazos
para realizar as adaptações e treinamentos. Prevê a capacitação dos
trabalhadores.”;
• “Quanto ao projeto de instalação – 20.4.1; 20.4.2; 20.4.5; 20.4.9”;
• “Quanto a segurança na construção e montagem – 20.5.3”;
• “Quanto a segurança operacional – 20.6.2 e 20.6.5”;
• “Quanto a capacitação dos trabalhadores – 20.11.10 e 20.11.13”;
• “Quanto a prevenção e controle de emissões fugitivas, vazamentos,
derramamentos, incêndios e explosões – 20.12.1; 20.12.2; 20.12.3; 20.12.5”;
• “Quanto ao controle de fontes de ignição – 20.13.1 e 20.13.4”;
• “Quanto ao plano de emergência da instalação – 20.14.1; 20.14.2 e 20.14.5”;
• “Quanto ao tanque de líquidos inflamáveis no interior dos edifícios – 20.17.2”;
• “Segurança operacional – pois busca a implementação dos procedimentos
existentes de segurança, desde a operação até as operações pós-emergenciais”;
• “Consulta ao SESMT e à CIPA (importantíssimos na prevenção), bem como toda a
documentação necessária, não só para a análise das empresas mas também para
as autoridades competentes”;
• “Capacitação dos trabalhadores – sendo talvez a abordagem mais importante, pois
obriga o empregador a capacitar o trabalhador. Este, estando preparado, irá
minimizar ou extinguir os riscos, bem como irá auxiliar o empregador a detectar
possíveis falhas ou riscos e implementar as medidas preventivas”;
• “Prevenção e controle de emissões fugitivas (....) – não basta termos profissionais
capacitados se ocorrerem falhas com relação às emissões ou vazamentos, o que,
por si só, poderá expor todos aos efeitos catastróficos de um acidente. Mesmo que
não ocorra um incêndio ou explosão, a própria exposição do trabalhador ao
produto inflamável poderá provocar danos à sua integridade física ou até mesmo a
morte”;
• “O grupo considera que os aspectos mais importantes são a utilização de
tecnologias mais avançadas, a utilização de normas técnicas brasileiras (ABNT
p.ex.) e a flexibilidade na solução dos riscos enfrentados com inflamáveis. A NR
ainda em vigor é estática e impede a aplicação de novas tecnologias”;
• “Obrigatoriedade da elaboração de APR, coordenado por profissional habilitado;
implantação de um sistema de gestão de segurança com inflamáveis; capacitação
dos trabalhadores; exigência de permissão para trabalho; direito de recusa ao
trabalho; a colocação de aspectos ergonômicos que não são contemplados na NR
atual; destinação dos resíduos com vistas à proteção do meio ambiente;
relacionamento das empresas quanto a terceirização; e obrigatoriedade de
estabelecer Procedimentos Operacionais Padrão (POP) nos planos de
emergência”;
• “itens 20.4, 20.5, 20.6, 20.7 e 20.8”;
• “Determinação de prazo para Relatório de Investigação no caso de acidente”;
• “Controle de fontes de ignição”.

3) Sugestões? Comentários Adicionais?


• “Alterar os itens 20.9 (Classificação das Instalações) e 20.10 (Análise de Riscos)
de forma que passem a ser os itens 20.5 e 20.6, de forma a garantir uma lógica
seqüencial na elaboração de um conjunto de medidas que se iniciam no Projeto e
terminam nas responsabilidades”;
• “Compatibilizar o volume do Tanque do uso diário de 200 litros (item 20.9.1) para
250 litros, volume este que estaria compatível com as exigências de outras Normas
aplicáveis”;
• “O volume do Tanque interno – até 1 m³ - para atender as necessidades elétricas
da edificação parece-nos um volume pequeno, que não atende as necessidades
dos edifícios altos, com mais de 70 metros. Um volume razoável seria 3m³”;
• “A Norma não atende, no que diz respeito a combate a incêndio, os tanques para
uso das bombas de incêndio”;
• “Relação dos produtos (gases e líquidos) principais, com os respectivos nomes
comerciais, a fim de facilitar o entendimento”;
• “Estabelecer critérios de afastamento baseados nas outras classificações
adjacentes (creches, escolas, teatro, cinema, outros depósitos de inflamáveis etc.),
uma vez que o gerenciamento urbano é exclusivo ao município”;
• “Especificar a qualificação do responsável pela análise de risco e treinamento da
planta com sistemas de produtos inflamáveis”;
• “Item 20.7.6 – poderia especificar mais claramente (de forma menos genérica) o
Profissional que realizará a atividade requerida (....) no mínimo, Técnico em
Segurança do Trabalho”;
• “Item 20.11.6 – poderia ser mais específico (...) titulação em Engenharia de
Segurança do Trabalho”;
• “Item 20.14 – além dos itens descritos, poderia preconizar a disponibilização do
Projeto Técnico de Bombeiros, objetivando otimizar as atividades de intervenção
de socorro externo”;
• “Item 20.3.1 – deixar claro que a classificação de líquidos inflamáveis são líquidos
que tem ponto de fulgor até 60ºC”;
• “Esmiuçar os conteúdos de capacitação, principalmente no que diz respeito a
primeiros socorros, resgate e combate a incêndios”;
• “Acrescentar no curso complementar a prática de combate a incêndio,
acrescentando-se 6 horas/aula para instalação de chave 3 e 4 horas/aula pra
instalação de chave 2”;
• “Item 20.2.2 alínea C – definir melhor a unidade de tempo na produção (135 Kg de
gases por hora? Dia? Mês? Minuto? Etc.)”;
• “Item 20.13.5 – especificar necessidade de sistema corta-chama para circular no
interior de parque de tanques”;
• “Item 20.17.2 alínea B – aumentar para 4m³ o volume”;
• “Associar a NR-20 à IT-14/04 e 28/04 do Decreto Estadual 46.076/01, verificando
que seria interessante a união das Normas, de maneira a padronizar as fontes de
consulta, facilitando o trabalho dos técnicos projetistas e dessa forma contribuindo
para a diminuição das perdas patrimoniais e humanas”;
• “Fazer referência a uma Norma específica sobre a distância mínima de
afastamento entre as divisas de propriedade, interna e externa e das vias públicas”;
• “Fazer referência a NBR 17505”;
• “Mencionar no Projeto de Instalações o atendimento das normas estaduais dos
Corpo de Bombeiros, tais como, sistema de resfriamento e combate a incêndio
com espuma”.

Nilton Freitas
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Professor do Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho
Da Universidade de Guarulhos – UnG
São Paulo/SP
nilton.freitas@uol.com.br

Por: José Freire da Silva

1- Apresentação
O Sindicato dos Químicos do ABC representa cerca de 40 mil trabalhadores de
aproximadamente 900 empresas da região do ABC paulista, dos setores Petroquímico,
Resinas Sintéticas, Químico para fins industriais, Transformação Plástica, Farmacêutico,
Cosméticos, Tintas e Vernizes, Armas e Munições, entre outros.
Devido o risco a que estão expostos os trabalhadores e as trabalhadoras no exercício de
suas funções nessas empresas, o Sindicato dos Químicos desenvolve há mais de 30
anos, um efetivo trabalho de conscientização, organização, negociação e luta dos
trabalhadores em defesa de sua segurança e saúde nos locais de trabalho, contando,
inclusive, com assessoria técnica especializada de técnicos, médicos e engenheiros de
segurança do trabalho.
Não obstante os esforços realizados e os enfrentamentos havidos com as empresas da
categoria, fomos testemunha, nesse período, da ocorrência de explosões, incêndios e
contaminações que vitimaram muitos de nossos companheiros e companheiras.
Com base na experiência adquirida nos processos de investigação, determinação das
causas e negociação de melhorias das condições de segurança nos processos e
instalações industriais, acreditamos que nossa contribuição poderá, de alguma forma,
ajudar a aprimorar nosso sistema normativo e, como conseqüência, a conduta da gestão
empresarial necessária para adequar a segurança nas empresas à proporção exata do
risco inerente aos produtos inflamáveis.

2- Comentários – avaliação geral da proposta


No entendimento do Sindicato o texto proposto é inovador e bastante abrangente no
contexto de um enfoque integrado de gestão do risco nas atividades de extração,
produção, armazenamento, transferência e manuseio de inflamáveis, de líquidos
combustíveis aquecidos e de sólidos inflamáveis, no que couber.
Nesse sentido, é estimulante reconhecer a propriedade com que são abordadas as
etapas de Projeto da Instalação; Segurança e Construção na Montagem; Segurança
Operacional; Inspeção e Manutenção das Instalações; Inspeção de Segurança e Saúde
no Trabalho; Classificação das Instalações; Análise de Riscos; Capacitação dos
Trabalhadores; Prevenção e Controle de emissões fugitivas, vazamentos,
derramamentos, incêndios e explosões; Controle de Fontes de Ignição; Plano de
Emergência da Instalação; Comunicação de Ocorrências; Contratantes e Contratadas;
Tanque de líquidos inflamáveis no interior de edifícios; Desativação da Instalação;
Responsabilidades; Disposições Transitórias; Disposições Finais; e Anexos.
Face a essa visível complexidade, nos pareceu bastante adequado o estabelecimento de
um sistema de gestão específico e a adoção de um conceito de sentido amplo, não
prescritivo em excesso e baseado em normas técnicas correlatas que podem
complementar a adequação das medidas de proteção às situações distintas das
empresas, processos e produtos.
Também nos pareceu adequado o estabelecimento de situações que caracterizam o risco
grave e iminente à segurança do trabalhador/a, assim como, a necessária consulta e
informação aos trabalhadores e seus representantes em variadas circunstâncias.
Nesse sentido e com o objetivo de garantir a eficácia dessas medidas e do conjunto da
norma, apresentamos a seguir algumas RECOMENDAÇÕES - não exaustivas per si -,
nos resguardando o direito de, em momento apropriado e pelos meios que vierem a ser
estabelecidos na etapa de redação final e aprovação da proposta, apresentar comentários
e sugestões adicionais.

3- Recomendações ao texto proposto


Em diversos itens e subitens do texto, onde se escreve “trabalhadores e seus
representantes” recomendamos substituir por “trabalhadores, seus representantes nos
locais de trabalho e à entidade sindical da categoria predominante no estabelecimento”.
O objetivo é evitar que o empregador restrinja a consulta ou a informação, em cada caso,
aos “representantes dos trabalhadores” na CIPA, em Comissões de PLR e mesmo
vinculados a entidades sindicais de categorias diferenciadas; Ou, alternativamente, incluir
no ANEXO II – Glossário, uma definição clara, objetiva e legalmente vinculante, que
inclua os Sindicatos como “representante dos trabalhadores”;
· Deslocar os itens 20.9 (Classificação das Instalações) e 20.10 (Análise de Riscos) para
as respectivas posições: 20.5 e 20.6. O objetivo é estabelecer uma sequência lógica:
Projeto de Instalação – Classificação das Instalações – Análise de Riscos – Segurança na
Construção e Montagem – Segurança Operacional – e assim sucessivamente;
· 20.4.4.1 e 20.4.4.2 – as medidas preconizadas nesses subitens (critérios de afastamento
de segurança e projeto contendo medidas complementares de segurança) devem ser
claramente baseadas e justificadas em normas técnicas outras, mas nunca aleatórias ou
desprovidas de justificação;
· 20.4.4.2 – o projeto contendo medidas complementares de segurança deve ser
denominado claramente como “Projeto Alternativo de Instalação” ou similar e, deve ser
apresentado pelo empregador às autoridades públicas competentes (Corpo de
Bombeiros) e à entidade sindical da categoria predominante no estabelecimento;
· 20.4.9 – inserir que a revisão e atualização deva ser executada “a cada 2 anos ou em
tempo inferior no caso da ocorrência de modificações importantes e ou acidentes ou
incidentes que causem alterações importantes nas características originais do Projeto”;
· 20.7.9 – o planejamento das Paradas Programadas para Manutenção das Instalações da
CLASSE 3 deve ser apresentado previamente à CIPA e ao sindicato da categoria
predominante no estabelecimento e outros, adicionalmente, quando couber.
JUSTIFICATIVA: esse procedimento já é praticado, p.ex., em relação ao Sindicato dos
Químicos e ao Sindicato da Construção Civil, já que uma parada envolve milhares de
trabalhadores de diversas categorias;
· 20.7.9 – incluir a obrigatoriedade de informação prévia sobre as Paradas Programadas
para Manutenção das Instalações da CLASSE 3 às autoridades públicas competentes e
às comunidades vizinhas às instalações fabris. JUSTIFICATIVA: esse procedimento já é
praticado em boa medida, já que pode haver uma sobrecarga de serviços hospitalares,
ambientais, de defesa civil etc., além de alertar as comunidades para as situações não
rotineiras e sobre o aumento temporário da situação de risco, com as respectivas medidas
mitigantes;
· 20.10.8 – por solicitação do sindicato da categoria predominante no estabelecimento
devidamente justificada.
JUSTIFICATIVA: muitas vezes os membros da CIPA recorrem ao Sindicato quando suas
recomendações não são consideradas, de maneira justificável e convincente, pela
empresa;
· Item 20.14 em geral e 20.14.6 em particular – inserir que em qualquer circunstância, o
trabalhador que participe ou seja membro das Equipes de Emergência, ainda que de
forma voluntária, tem assegurado o direito de preservação de sua integridade física
mediante a recusa ao trabalho em situação de risco grave e iminente;
· 20.15 e subitens – incluir a obrigatoriedade de comunicar a ocorrência envolvendo
vazamento, incêndio ou explosão, ao sindicato da categoria predominante no
estabelecimento;
· 20.17.1.1 – inserir menção às bombas de incêndio movidas à diesel, ainda que se
considere o risco da permanência de ambas instalações no interior do mesmo ambiente.
JUSTIFICATIVA: podem ocorrer em caso de inexistência de área externa e, nesse caso,
medidas adicionais de segurança, indicadas pelo Corpo de Bombeiros, devem ser
adotadas;
· 20.18.3 – incluir o Sindicato da categoria predominante no estabelecimento como
destinatário da informação de desativação da instalação, o que pode ajudar a evitar
aproveitamentos posteriores à sobrevida de equipamentos da instalação.

José Freire da Silva


Diretor de Saúde, Trabalho e Meio Ambiente
Sindicato dos Químicos do ABC
niltonfreitas@quimicosabc.org.br
Por: Wagner Osada

Após ter lido a proposta de alteração da NR n° 20 publicada no Diário Oficial de


04/12/2008 e reproduzida na revista CIPA
exemplar de Janeiro/2009, venho pela presente manifestar meu apreço e consideração
pelas boas mudanças introduzidas na Norma, agora sim, tratada de modo técnico e uma
vez posto em prátiva, sem dúvida preservará a Integridade dos trabalhadores e da
Organização.
Contudo em minha modesta opinião, ainda ficou dubia a questão da Periculosidade,
atualmente muito controvertida nos tribunais e períciais trabalhistas em função das NRs
vigentes, afinal , com as mudanças propostas na NR n° 20 , a questão da Periculosidade
estará eliminada ou não ?

Wagner Osada
Seguranca.Pertech@pertech.com.br

Por: Milena F. Lorenzini

No texto em vários itens a proposta remete que devem ser observadas as “normas
técnicas”. Não são citadas quais as normas que devem ser seguidas. Temos legislações
e outras normas tipo as da ABNT (NBRs), NFPA, entre outras. Quando vocês se referem
as “normas técnicas” estão querendo dizer leis/portaria/resoluções ou também estas
outras normas NBRs, normas da NFPA e outras? Acho que isso deveria ficar claro, pois
uma pode ser mais restritiva do que outra e somente as leis/portaria/resoluções seriam
obrigatórias no Brasil, mas sabemos que algumas vezes normas internacionais também
deveriam ser aplicadas.

Milena F. Lorenzini
EPCOS do Brasil Ltda
Human Resources - Industrial Safety/Environmental Protection
Rua Bernardo Joaquim Ferreira, 624 - Gravataí – RS - 94190-000
BRAZIL Phone + 55 51 3484 7082 Fax + 55 51 3484 7163
milena.lorenzini@epcos.com
http://www.epcos.com

Por: PETROBRÁS

Examinando a proposta de texto para revisão da NR-20, colocada em consulta pública por
maio da Portaria 77, de 28/11/2008, observa-se que:
(1) a proposta abandona completamente a configuração da NR-20 em vigor, a qual se
foca em detalhes construtivos de instalações de armazenamento de líquidos inflamáveis e
combustíveis e gases inflamáveis;
(2) a proposta se foca em líquidos e gases inflamáveis;
(3) a proposta trata de “diretrizes básicas para a gestão da segurança e saúde no
trabalho” nas situações envolvendo inflamáveis;
(4) para tanto, a proposta trata tanto de aspectos que se relacionam às características
físicas das instalações que contém inflamáveis, pontuando requisitos acerca do seu
projeto, quanto incorpora questões associadas à gestão de segurança dessas
instalações.
Ao fazer isto, a proposta unifica abordagens que são tratadas de modo separado em
outras legislações, em especial a legislação dos Estados Unidos da América. Naquele
país o conjunto de regulamentos reunidos no CFR 29 (série 1900), trata de modo
separado as questões relacionadas ao aspecto físico das instalações de inflamáveis,
abordando-a em itens como os abaixo enunciados:
(1) Flammable and Combustible Liquids ( 1910.106)
(2) Compressed Gases (1910.101)
(3) Storage and Handling of Liquefied Petroleum Gases (1910.110)
Ao passo que as questões associadas à gestão de segurança são tratadas pelo título
1910.119 – Process Safety Management of Highly Hazardous Chemicals.
Ao tratar ambas as questões em um único documento a proposta estabelece um conjunto
de regras que se revela de extrema dificuldade para o seu cumprimento, criando regras
uniformes para situações extremamente distintas. Mesmo se considerarmos que existe
uma classificação de instalações que estratifica alguns dos aspectos abordados, a
proposta se revela extremamente difícil para as instalações de pequeno porte e de
processo de trabalho simples.
Se observarmos como esta questão é tratada na legislação americana, encontramos um
conjunto de exceções que a tornam mais adequada a algumas situações. Por exemplo, o
Process Safety Management não se aplica a:
(1) instalações de venda a varejo;
(2) instalações sem a presença habitual de trabalhadores;
(3) situações associadas às atividades de perfuração, completação e intervenção em
poços de petróleo e gás natural;
(4) instalações que armazenem combustíveis até a quantidade de 4535,9 kg (10.000
libras).
Um tratamento separado (embora dentro da mesma NR) das questões relacionadas à
instalação propriamente dita daquelas questões relacionadas aos aspectos da gestão de
segurança permitiria que se adequasse melhor a questão da abrangência de cada um
desses aspectos.
Isto posto, sugerimos que ao ser encaminhada a um grupo técnico tripartite a continuação
deste processo, que o DSST orientasse a este grupo no sentido de criar uma nova
estrutura para a NR, tratando de forma separada as duas questões como acima exposto.

Ernesto M. Ferreira
Consultor Sênior
SMS/SMS/SG - Gerência de Segurança
PETROBRÁS
ernestoferreira@petrobras.com.br