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FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIPAC

ESTRUTURAS DE MADEIRA

BRUNO MARTINS
GERALDO MARTINS
JEAN HENRIQUE
KATHERINI BATISTA
KLECIUS
LÍGIA ALVES
PAULO MARTINS
TATIANE EMANUELE
FÁBIO DE OLIVEIRA

IPATINGA
MAIO / 2011
ESTRUTURAS DE MADEIRA E AÇO – ESTRUTURAS DE MADEIRAS

ESTRUTURAS DE MADEIRA

Este texto refere-se “a um trabalho acadêmico onde


demonstra através de pesquisa bibliográfica os conceitos
da aplicação, execução assim como vantagens e
desvantagens da utilização de estruturas de madeira”
apresentado no curso de Engenharia Civil - 9º período da
disciplina de Estruturas de Madeira e Aço, ministrada pelo
professor Thales.

IPATINGA
MAIO / 2011
ESTRUTURAS DE MADEIRA E AÇO – ESTRUTURAS DE MADEIRAS

SÚMARIO

1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................... 3
2 DESENVOLVIMENTO .............................................................................................................................. 4
1.1 CLASSIFICAÇÃO DAS MADEIRAS ............................................................................................................... 4
1.1.1 MADEIRAS DURAS ................................................................................................................... 4
1.1.2 MADEIRAS MACIAS ................................................................................................................. 4
1.2 ESTRUTURA DA MADEIRA ............................................................................................................................ 4
1.3 PROPRIEDADES FÍSICAS DAS MADEIRAS............................................................................................... 5
1.3.1 UMIDADE .................................................................................................................................... 5
1.3.2 RETRAÇÃO DA MADEIRA ...................................................................................................... 6
1.3.3 DILATAÇÃO LINEAR ................................................................................................................ 6
1.3.4 DETERIORAÇÃO DA MADEIRA ............................................................................................. 7
1.4 DEFEITOS DAS MADEIRAS ........................................................................................................................... 7
1.5 TIPOS DE MADEIRAS DE CONTRUÇÃO .................................................................................................... 9
1.5.1 MADEIRA ROLIÇA .................................................................................................................... 9
1.5.2 MADEIRA FALQUEJADA ......................................................................................................... 9
1.5.3 MADEIRA SERRADA ..............................................................................................................10
1.5.4 MADEIRA COMPENSADA .....................................................................................................11
1.5.5 MADEIRA LÂMINADA E COLADA........................................................................................12
1.5.6 MADEIRA MICROLAMINADA E COLADA ..........................................................................13
1.5.7 PRODUTOS DE MADEIRA RECOMPOSTA NA FORMA DE PLACAS .........................14
1.6 SISTEMAS ESTRUTURAIS EM MADEIRA ................................................................................................ 14
1.6.1 TRELIÇAS DE COBERTURA (ESTRUTURA DE TELHADO) .........................................14
1.6.2 VIGAMENTO PARA PISOS ...................................................................................................17
1.6.3 PORTICOS................................................................................................................................18
1.6.4 PONTES EM MADEIRA ..........................................................................................................19
1.6.5 ESTRUTURAS APORTICADAS PARA EDIFICAÇÕES ....................................................19
1.6.6 CIMBRAMENTOS DE MADEIRA ..........................................................................................20
1.7 TIPOS DE LIGAÇÕES .................................................................................................................................... 22
3 BIBLIOGRAFIA........................................................................................................................................24
ESTRUTURAS DE MADEIRA E AÇO – ESTRUTURAS DE MADEIRAS

1 INTRODUÇÃO

Diante dos materiais de construção utilizados hoje, a madeira está dentre os mais
antigos, senão o mais antigo de todos, devido ao seu fácil acesso na natureza e
trababilidade, comparado a outros materiais encontrados na natureza, tendo várias
vantagens existe um outro lado onde a madeira fica sujeita a ataque de fungos, brocas e
até mesmo ação do fogo, sendo um material natural possui inúmeros defeitos que hoje com
a aplicação de materiais de produtos industriais pode-se corrigir e/ou amenizar os seus
defeitos, resultando em estruturas duráveis e de estética agradável.
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2 DESENVOLVIMENTO

1.1 CLASSIFICAÇÃO DAS MADEIRAS

Para inicio de pesquisa é importante distinguir os tipos de madeira no qual são


utilizadas em construções que são obtidas de troncos de arvores, elas se dividem como:

1.1.1 MADEIRAS DURAS

São aquelas de crescimento lento, como peroba ipê, carvalho etc.; as madeiras
duras de melhor qualidade são chamadas também de madeiras de lei;

1.1.2 MADEIRAS MACIAS

Provenientes de arvores com crescimento rápido, como pinheiro-do-pará e pinheiro-


bravo, distinguindo apenas pela estrutura celular e não propriamente pela resistência.

1.2 ESTRUTURA DA MADEIRA

Seguindo de fora para dentro a estrutura das madeiras possui as seguintes


camadas, (ver Fig 1.1):

Casca – proteção externa da arvore, formada por uma camada externa morta.

Alburno ou branco – camada formada de células vivas que conduzem a seiva das
raízes para as folhas.

Cerne ou durâmen – possui a função de sustentar o tronco.

Medula – tecido macio


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As madeiras de construção devem ser tiradas de preferência do cerne, mais durável,


sendo o alburmo não menos importante pois ela é mais sensível á decomposição de
fungos, por outro lado ela é melhor para receber agentes protetores.

1.3 PROPRIEDADES FÍSICAS DAS MADEIRAS

1.3.1 UMIDADE

A umidade da madeira tem grande importância sobre as suas propriedades. O grau de


umidade U é o peso de água contido na madeira expresso como uma porcentagem do
peso da medeira seca em estufa Os (até a estabilização do peso):

Onde: Pi é o peso inicial da madeira.


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1.3.2 RETRAÇÃO DA MADEIRA

As madeiras sofrem retração ou inchamento com a variação da umidade entre 0% e o


ponto de saturação das fibras (30%), sendo a variação aproximadamente linear (ver Fig.
1.2).

1.3.3 DILATAÇÃO LINEAR

O coeficiente de dilatação linear das madeiras na direção longitudinal, varia de 0,3x10^-


5 a 0,45x10^-5 por ºC, sendo pois, na ordem de 1/3 do coeficiante de dilatação linear do
aço

Já na direção tangencial ou radial, o coeficiente de dilatação varia com o peso


especifico da medaeira, sendo da ordem de 4,5x10^-5ºC^-1 para madeiras duras e
8,0x10^-5ºC^-1 para madeiras moles, assim pode se ver que o coeficiente de dilatação
linear da direção perpendicular às fibras varia de 4 a 7 vezes o coeficiente de dilatação do
aço.
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1.3.4 DETERIORAÇÃO DA MADEIRA

A madeira está sujeita a deterioração por diversas origens, dentre as quais se


destacam:
 Ataque biológico e
 Ação do fogo
Fungos, cupins etc.; se depositam na madeira para se alimentas de seus produtos,
claro essa vulnerabilidade varia dependendo de qual camada do tronco foi extraída a
madeira, a espécie da madeira e claro a condição no qual se encontra o material (contato
com o solo, água doce, salgada etc.)
A madeira pode ser um material combustível, porem dependendo da sua robustez
chega a ser bem resistente ao fogo, devido a baixa condutibilidade de calor, ao contrário
das peças de madeiras esbeltas no qual necessitam de tratamento para resistência ao
fogo.

1.4 DEFEITOS DAS MADEIRAS

É importante reconhecer quais são os defeitos das madeiras e o que estas imperfeições
poderá acarretar no futuro, então tenho conhecimento é possível evitar estas patologias,
que reduzem a durabilidade e prejudicam a resistência do material.
 Nós – imperfeição da madeira nos pontos dos troncos onde existiam galhos,
quando estes nós se soltam durante o corte significa que o galho estava morto,
ocasionando a redução na resistência à tração.
 Fendas – aberturas nas extremidades da peças, ocasionada pela secagem mais
rápida da superfície.
 Gretas ou ventas – separação entre os anéis anuais, provocada por tensões
internas devidas ao crescimento lateral da arvore, ou por ações externas, como
flexão devida ao vento.
 Abaulamento – encurvamento na direção longitudinal.
 Arqueadura – encurvamento na direção longitudinal.
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 Fibras reversas – paralelas ao eixo da peça, são provocadas por causas naturais
ou por serragem da peça em plano inadequado pode produzir peças com fibras
inclinadas ao eixo reduzindo a resistência da madeira.
 Esmoada ou quina morta – canto arredondado, formado pela curvatura natural do
tronco. A quina morta significa elevada proporção de madeira branca (alburno).
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1.5 TIPOS DE MADEIRAS DE CONTRUÇÃO

Dentre as madeiras utilizadas na contrução, elas podem ser classificadas em duas


categorias:

 Madeiras maciças:
o Madeira bruta ou roliça;
o Madeira flaqueada;
o Madeira serrada.

 Ou madeiras industrializadas:
o Madeira compensada;
o Madeira laminada;
o Madeira recomposta.

1.5.1 MADEIRA ROLIÇA

É empregada em forma de tronco, utilizada em estacas, escoramentos, postes colunas


etc. muitas vezes nas construções provisórias, no Brasil sendo mais frenquente o uso por
eucalipto e pinho-do-pará. As peças roliças possuem diâmetro variável, em forma de tronco
de cone, porém, para efeito de calculo utiliza-se o diâmetro igual ao do terço da peça (ver
Fig 2.1).

1.5.2 MADEIRA FALQUEJADA

A madeira flaquejada é obtida por corte com machado. Dependendo do diâmetro dos
troncos podem ser obtidas seções maciças de grandes dimensões, como. 30x30 ou até
mesmo 60x60 (cm), as parts laterais cortadas serão consideradas perdas, a seção que
contitui a menor perda de material é o quadrado de lado b=d/ raiz de 2(ver Fig. 2.2)
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1.5.3 MADEIRA SERRADA

As madeiras serradas possuem uma serie de fatores para chegar em seu estagio final,
possuindo a madeira aquelas características de retração citada anteriormente, ficam vários
critérios pra se obter uma madeira com qualidade final, sendo que a mesma deve-rá ser
cortada apenas na maturidade, e de preferência na época de seca, quando a madeira está
o mais seca que na época de chuvas, que trás patologias como as fendas criadas
justamente pela secagem rápida demias da madeira quando cortada, então, mesmo depois
do corte existe uma serie de ações que devem ser tomdas para evitar o empeno das peças
(ver Fig. 2.5).
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O melhor método de secagem consiste em empilhar as peças, colocando


separadores permitindo circulação de ar em todas as faces da madeira, protegendo da
chuva em locais bem ventilados, sendo que o tempo da secagem natural é de um a dois
anos em processos naturais, deixa tão claro como é importante proteger as peças durante
o manuseio das mesmas tanto na construção como nos depósitos, pois requer tempo para
uma madeira de qualidade.

Para dimensões mínimas da seção transversal de peças de madeira serrada usadas


em estruturas a NBR 7190, vem estabelecendo certas dimensões para evitar
fendilhamentos ou flexibilidades exageradas. (ver. Tabela 2.1).

1.5.4 MADEIRA COMPENSADA

A madeira compensada é formada pela colagem de três ou mais laminas, alterando


as direções das fibras, podendo ter três ou mais lâminas, lembrando que sempre em
numero ímpar. Geralmente para se obter estas laminas usa-se uma faca de corte num
corte rotatório (ver Fig. 2.7). após o corte estas são submetidas a secagem onde ocorre
bem mais rápido, pelo fato de serem bem finas.
As chapas compensadas não é um trabalho artesanal, e sim bem industrializado,
são padronizadas com as dimensões de 2,50x1,25 com espessuras variando de 4 a
30mm, possuindo a mesma uma gama de vantagens sobre a madeira maciça:

 Fabricada em folhas grandes, com defeitos limitados;


 Redução do inchamento e retração;
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 Mais resistente na direção normal as fibras;


 Reduz o efeito de trincas na cravação de pregos paralelos;
 Permite o emprego de madeiras mais resistentes apenas nas camadas
necessárias reduzindo o custo;

E a desvantagem marcante está no preço elevado, que se levando em


consideração os benefícios ainda sim é mais vantajoso, claro, dependendo do seu
emprego.

1.5.5 MADEIRA LÂMINADA E COLADA

É um produto estrutural, formado por associação de lâminas de madeira selecionadas,


coladas com adesivo e sob pressão, as fibras das laminas possuem sentidos paralelos
entre si (ver Fig.2.8). As etapas para fabricação são as seguintes:

 Secagem das laminas;


 Preparo das laminas;
 Execução de juntas de emendas;
 Colagens sobre pressão;
 Acabamento e tratamento preservativo.
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Antes da colagem as laminas secam em estufa, na preparação as laminas são


padronizadas (plainadas e serradas), em seguida, são emendadas de necessário (ver
Fig.2.9), logo, são coladas sobre pressão.

1.5.6 MADEIRA MICROLAMINADA E COLADA


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Produtos de base de finas laminas de 1 a 5mm de espessura, laminas obtidas por corte
rotatório do tronco, em seguida empilhadas e coladas com as juntas defasadas. Possuindo
uma estrutura mais homogênea, com esta técnica pode-se construir diversos produtos com
até 20m de comprimento na forma de vigas ou chapas com espessuras variando de 20 a
200mm(ver Fig.2.11).

1.5.7 PRODUTOS DE MADEIRA RECOMPOSTA NA FORMA DE PLACAS

Produzidos a partir de resíduos de madeira serrada, que são convertidos em flocos e


partículas e colados sobre pressão, em geral não são consideradas como materiais
estruturais, devido a baixa resistência e durabilidade, muito utilizado na industria de
moveis.

1.6 SISTEMAS ESTRUTURAIS EM MADEIRA

1.6.1 TRELIÇAS DE COBERTURA (ESTRUTURA DE TELHADO)

As treliças de cobertura, tambem chamadas de tesouras, sustentam o telhamento e seu


vigamento de apoio, no caso de telhas cerâmicas o apoio é composto pelos seguintes
elementos (ver Fig.2.13a)

 Terças;
 Caibros;
 Ripas;

Existem métodos de contrução ou modelos para contrução das tesouras como na


Fig2.12:
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 Howe;
 Belga;
 Pratt
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As treliças de cobertura são dispostas em plano vertical, sendo que a estabilidade do


sistema é promovida pelos contraventamentos, geralmente em X. e, situações quando a
estrutura em muito leve, a ação de sucção provocada pelos ventos podem neutralizar a
ação da gravidade ou até superar a mesma, comprimindo o banzo inferior (ver Fig2.14)
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1.6.2 VIGAMENTO PARA PISOS

Os pisos ou assoalhos de madeira são constituídos de vigas biapoiadas de seção


retangular ou I com espaçamento da ordem de 50cm revestidas por tábuas (ver Fig2.15).
quando existente o contraventamento no sistema cria uma maior distribuição das cargas
provocadas pelos esforços atuantes nas mesmas.
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1.6.3 PORTICOS

Pórticos são estruturas utilizadas normalmente em galpões, estádios, piscinas ou


estações rodoviárias com vãos livres variando entre 20 a 100m.

Os pórticos devem ser associados quando necessário a sistemas de


contraventamento garantindo a estabilidade do mesmo em todos os sentidos (ver Fig.2.19).
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1.6.4 PONTES EM MADEIRA

Um importante aspecto do projeto de pontes é a durabilidade. Para manter a madeira


sempre seca, a séculos atrás as mesmas eram construídas com cobertura, garantindo ela
seca, porem hoje não é mais usual fazer isso então é realizado a protação da madeira por
tratamentos de impermeabilização. Os sistemas estruturais em pontes de madeira seguem
abaixo:

1.6.5 ESTRUTURAS APORTICADAS PARA EDIFICAÇÕES

Os sistemas estruturais para edificação são, em geral, constituídos de gralhas planas


para pisos, com suas vigas principais apoiadas em pilares formando com esses um sistema
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pórtico, as vigas secundárias do piso transferem as cargas verticais para as vigas principais
e estas para os pilares (ver Fig 2.23)

Tendo em vista que as ações horizontais como o vento e os efeitos de desalinhamento de


pilares dependem das ligações viga-pilar. Se estas forem rígidas as cargas atuam sobre
pórticos formados pelas vigas e pilares, já paras as ligações entre viga-pilar flexíveis, ou
seja aquelas que se aproximas de uma ligação rotulada, esta estabilidade lateral da
estrutura necessita de sistema de contraventamento vertical como paredes diafragmas ou
em treliçados e X conforme figura a seguir:

1.6.6 CIMBRAMENTOS DE MADEIRA

Os cimbramentos são estruturas provisórias destinadas a suportar o peso de uma


estrutura em construção até que se torne autoportante, lembrando que as deformações do
cibramento acarretam em imperfeições de execução da estrutura em construção. A
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madeira é muito utilizada atualmente em estruturas auxiliares provisórias como em formas


para concreto armado, em vigamento para apoio de formas e em escoramentos, pela sua
facilidade de manuseio e trababilidade.

Normalmente são utilizadas madeira roliças para escoramento, especialmente em


caso de contrução de pontes, que é formado por montantes contraventados nas duas
direções, como há imperfeições na madeira roliça é empregado o uso de outros materiais
para garantir o nivelamento e precisão na execução, muitas vezes é usado a maderia
serrada que possui menos imperfeições nas condições onde se necessita de uma melhor
acabamento e precisão (ver Fig2.26).

As formas para concreto armado eram inicialmente confeccionadas com tábua de


madeira serrada, evoluindo mais tarde para o uso de chapas de madeira compensada, na
maioria dos casos. Os principais requisitos para uma forma é estabelecido pela ABCP
(associação Brasileira de Cimento Portland), que induz a garantir a estanqueidade evitando
o vazamento de nata de cimento.
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1.7 TIPOS DE LIGAÇÕES

Pelo fato das peças de madeira possuir comprimento limitado pelo tamanho das arvores,
meios de transporte etc. as peças de madeira necessitam de elementos de fixação e
ligação entre as varias peças que constituem um conjunto. Seguem abaixo os tipos de
ligações estruturais de peças de madeira (ver Fig 4.1):

 Cola;
 Prego;
 Pino de madeira ou cavilha;
 Parafuso;
o Parafusos rosqueados auto-atarraxantes;
o Parafusos com porcas e arruelas;
 Conector de anel;
 Entalhe.
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Os elementos ligação são inúmeros abaixo representado os principais mais


utilizados:

O principal requisito dos elementos de ligação é a resistência, ou seja, as ligações


devem ser capazes de transmitir forças de uma peça de madeira a outra, não prejudicando
o funcionamento da estrutura, assim como garantir a estabilidade do maderial, evitando
patologias como fissuras, na execução das ligações.
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3 BIBLIOGRAFIA

PFEIL, Walter; Estruturas de Madeira, sexta edição, Ed. LTC; 2003