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UNIVERSIDADE ANHAGUERA – UNIDERP

CURSO: PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO A


TECNOLOGIRA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE
SISTEMAS

NOME: ARYANE SCHIST’L


RA:3445998471

PROJETO INTERDISCIPLINAR - PROINTER


Caso Da Locadora de Automóveis N1 – Relatório Parcial

Disciplina: Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em


Análise e Desenvolvimento de Sistemas ll

Tutora EAD: JOICE SIQUEIRA LIMA

RIO BRILHANTE / MS
2017

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UNIVERSIDADE ANHAGUERA – UNIDERP
CURSO: PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO A
TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE
SISTEMAS

NOME: ARYANE SCHIST’L


RA:3445998471

PROJETO INTERDISCIPLINAR – PROINTER Caso da Locadora de


Automóveis N1- Relatório Parcial

Disciplina: Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em


Análise e Desenvolvimento de Sistemas ll

Tutora EAD: JOICE SIQUEIRA LIMA

Trabalho desenvolvido para o curso de


tecnologia em análise e desenvolvimento
de sistemas, disciplina projeto
interdisciplinar aplicado a tecnologia em
análise e desenvolvimento de sistemas ll,
apresentado à Anhanguera Educacional
como requisito para a avaliação na
Atividade PROINTER. No 2º semestre
2017, sob orientação da tutora EAD JOICE
SIQUEIRA LIMA.

RIO BRILHANTE/MS
2017

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 3

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2 O SOFTWARE ...................................................................................................................... 4
2.1. Sua importância ............................................................................................................. 5
3. O PUBLICO QUE SE DESTINA ....................................................................................... 6
3.1. Cronograma ................................................................................................................... 6
3.1.1. Funcionalidades .......................................................................................................... 6
3.1.1.1. Requisitos mínimos .................................................................................................. 6
3.1.1.1.1. Desenvolvimento ................................................................................................... 6
4 DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS (DFD) ................................................................... 8
4.1. Componentes do DFD ................................................................................................... 8
4.1.1. Regras básicas ............................................................................................................. 8
4.1.1.1. Por que usar DFD? .................................................................................................. 9
5 DICIONÁRIO DE DADOS ................................................................................................ 10
5.1. Exemplo de um dicionário de dados .......................................................................... 10
6 A MANUTENÇÃO DO VEICULOS PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO
AMBIENTE ............................................................................................................................ 12
7 CONCLUSÕES ................................................................................................................... 13
8 REFERENCIAS .................................................................................................................. 14

1 INTRODUÇÃO
Os sistemas computacionais é um conjunto de dispositivos eletrônicos que utilizamos para
todo um processamento de alguma informação, ou seja, união de hardware (parte física) e
software (parte logica). As aplicações desse sistema são implantadas em todos os segmentos,
cujo o objetivo é de automatizar os diversos processos que facilitam e agilizam as rotinas
diárias. A maioria dos softwares tradicionais do setor, são software de grande porte, que têm
seus desenvolvimentos baseados em métodos procedurais.

O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD), ele proporciona ao processo de desenvolvimento do


projeto uma base estável e permite entender como funciona um software, e também diminui
os riscos de criar processos desnecessários.

O Dicionário de Dados, contém as características logicas dos dados que serão utilizados no
sistema que estamos programando, incluindo nome, marca, descrição, conteúdo e
organização. Eles são desenvolvidos durante a análise de fluxo de dados e ajuda aos analistas
que participam na determinação dos requerimentos do sistema.

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Seguindo esta tendência, este trabalho objetiva o desenvolvimento de um software para uma
empresa fictícia “Locadora de Automóveis”, cujo o objetivo é apresentar uma solução para
controle de locação de automóveis classificados por tipo: básico, intermediário ou executivo.
Assim essa solução está detalhada em fluxogramas, para o melhor entendimento de como irá
funcionar o software solicitado pela empresa.

Neste trabalho busca levantar impactos positivos e negativos nas mais diversas áreas de
abrangência do automóvel ao meio ambiente como: deixar de fazer a manutenção do veículo,
e também importância de fazer a manutenção do mesmo.

2 O SOFTWARE
A parte gráfica (Front-End) vai conter campos vazios que ao ser preenchidos pelo
funcionário, a fim de deixar registrado:

• Sessão de inicialização – Código do funcionário para iniciar o programa;


• Cadastro de clientes – Código, Nome, RG, CPF, Endereço, Data de Nascimento,
Carteira de Habilitação;
• Cadastro de automóveis – Código, Marca, Modelo, Ano/Modelo de Fabricação,
Código de Classificação;
• Cadastro de classificação de automóveis com valores de locação – Código do
Automóvel, Descrição da Classificação, Valor de Locação;

O processamento (Back-End) é a parte que não ficará visível, afinal, é o código em si que faz
o software funcionar. Ele é responsável por tudo, ira ler o código de sessão do funcionário, os
dados inseridos pelo funcionário, armazenar em uma memória, fazer os cálculos e
automaticamente deixar tudo registrado no banco de dados.

Armazenamento (Data-Base) guarda as informações inseridas pelo funcionário e também os


resultados dos tratamentos dos dados para ficarem prontos para exibição.

O Processamento utiliza o banco de dados com a maior parte do tempo para realizar consultas
de dados base para estoque do produto, lista de clientes, cálculos, gráficos, política de
descontos, históricos de fluxo do caixa, lucros, registro de serviço do funcionário.

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2.1. Sua importância
Trabalhar com um software capaz de gerenciar toda a parte logica gera uma série de
vantagens. No banco de dados, por exemplo, ficaram armazenadas todas as compras/vendas
desde o início do funcionamento do software, assim sendo possível um maior controle de
lucro. Ter uma ferramenta tão importante como essa evita vários problemas, como perca de
tempo na verificação do estoque, papeis acumulados de registros dos produtos, eficiência para
expandir a empresa.

Como justificado anteriormente, uma economia de tempo é visível, e como se sabe, no mundo
dos negócios tempo é dinheiro. Com uma economia de tempo haverá uma maior economia de
dinheiro.

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3. O PUBLICO QUE SE DESTINA
• O dono da empresa;
• Funcionários da empresa;

A parte gráfica fica com o caixa e com a pessoa que vai verificar o estoque.

A parte do “Back-End” fica com o setor de TI, que vai ser responsável por gerenciar o
software, dar manutenção.

A parte de TI também fica encarregada do “Data-Base”.

O dono ou chefe, será capaz apenas de ver o banco de dados, porém não poderá alterar os
dados nele inseridos.

3.1. Cronograma
Primeiro: será criado o DER (modelo de entidade e relacionamento) – parte conceitual;

Segundo: será criado a programação do banco de dados (MYSQL).

Terceiro: será criado o software para acessar o banco de dados e o software para calcular
lucros e gastos.

Final: será concluído a parte gráfica, tabela com dados para emissão da Nota Fiscal.

3.1.1. Funcionalidades
• Registra dados, controle de estoque, controle de cadastro, segurança, durabilidade,
confiabilidade.
• Manutenção do software, controle do banco de dados, relatórios atualizados, testes.

3.1.1.1. Requisitos mínimos


• Sistemas operacionais: IOS ou Windows;
• Apple ou Microsoft;
• Memória: Edição Express 512MB
• Processador x86: Processador compatível com Pentium III ou mais rápido;

3.1.1.1.1. Desenvolvimento
Será necessário treinar pessoas para operar o programa e cadastrar um usuário com sua senha,
seu direito e permissão de acesso no sistema. É preciso restringir quem poderá aprovar
descontos, de acordo com sua respectiva função de cargo, pois nem todos devem fazê-lo. Cada
serviço deverá ser registrado e qual funcionário o realizou. Os serviços não executados,
deverão ser justificados e porque a empresa deixou de realizar. O proprietário espera que o
software atenda as demandas impostas por ele, e que relatórios sejam feitos sobre o
faturamento do serviço do mês. Os funcionários devem ter em mente que um serviço de
qualidade é melhor que um serviço rápido.
4 DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS (DFD)
Um diagrama de fluxo de dados (DFD), é uma representação gráfica de um “fluxo” de dados,
ou seja, ele mapeia as informações para qualquer processo ou sistema. É uma etapa preliminar
usada para criar uma visão geral de um sistema que pode ser elabora e também é uma
ferramenta de modelagem estruturada de sistemas.

“Um DFD é uma ferramenta de modelagem que nos permite imaginar um sistema como uma
rede de processos funcionais interligados por “dutos” e “tanques de armazenamento” de
dados”. (Edward Yourdon)

E assim, permitindo visualmente “dizer” coisas que seriam difíceis de explicar em palavras, e
tem vários níveis de detalhamento de acordo com a necessidade (figura .1). Ele utiliza
símbolos definidos, como retângulos, círculos e flechas, além de rótulos de textos breves, para
mostrar entradas e saídas de dados, pontos de armazenamento e as rotas entre cada destino.

4.1. Componentes do DFD


A Entidade Externa: é um sistema externo que envia ou recebe dados, comunicando-se com o
sistema sendo diagramado. Ela pode ser uma organização externa ou pessoa, um sistema de
computador ou um sistema de negócios.

O Processo: é qualquer processo que altere os dados, produzindo uma entrada e saída, ou seja,
ele representa uma transformação de dados ou informações. Ele não mostra informação sobre
a temporização dos processos ou informações se os processos irão operar em sequência ou em
paralelo (o que é mostrado em um fluxograma).

Armazenamento de dados: são arquivos ou repositórios que armazenam informações para uso
posterior, como uma tabela de banco de dados ou um formulário de adesão. Cada
armazenamento de dados recebe um rótulo simples, como “Código do Veículo”.

Fluxo de dados: a rota dos dados entre entidades externas, processos e armazenamentos de
dados. É representado por setas e geralmente é rotulado com um de dados curto, como
“Detalhes do Veículo”.

4.1.1. Regras básicas


• Cada processo deve ter, pelo menos, uma entrada e uma saída.
• Cada armazenamento de dados deve ter, pelos menos, um fluxo de dados de entrada e
de um fluxo de dados de saída.
• Dados armazenados em um sistema devem passar por um processo.
• Não pode haver uma comunicação direta entre dois terminadores ou entre dois
depósitos.

4.1.1.1. Por que usar DFD?


O DFD é usado para organizar o sistema a ser feito, para definir entradas, saídas e os
processos necessários a serem usados. Ele dá uma visão geral de um sistema e conseguimos
distinguir e fazer separação de processos. Quando deixamos de modelar corremos risco de
criar processos desnecessários e até mesmo encher o seu chefe de relatórios desnecessários e
deixa-lo desprovido de sua necessidade.
5 DICIONÁRIO DE DADOS
Um dicionário de dados, é uma coleção de metadados que contêm definições e representações
de elementos de dados pertinentes ao sistema. Registra todos os fluxos de entrada e saída,
depósitos de dados, fluxos e depósitos de dados temporários. Descreve o significado dos
fluxos de dados e dos depósitos de dados, a composição de dados agregados, os
relacionamentos entre depósitos de dados (diagramas). Especifica os valores e unidades
relevantes. É um repositório que também pode conter informações sobre “quem usa” e “como
usa”. Pode ser representada manualmente, mas é melhor se apoiada por ferramenta CASE. Ele
permite que os analistas obtenham informações sobre todos os objetos do modelo de forma
textual, contendo explicações por vezes difíceis de incluir no diagrama.

5.1. Exemplo de um dicionário de dados


O exemplo abaixo é referente a uma entidade, então ele deverá ser replicado para as demais
entidades do seu modelo.

Fonte: Aryane Schist’l

• Entidade: é uma pessoa, objeto ou lugar que será considerada como objeto pelo qual
termos interesse em guardar informações a seu respeito.
• Atributo: são as características da entidade Cliente que desejamos guardar.
• Classe: elas podem ser: simples, composto, multivalorado e determinante.
• Domínio: podem ser numéricos, texto, data e booleano. Podemos chamar também de
tipo do valor que o atributo irá receber, como: nome é texto, salário é numérico, data
de nascimento é data e assim por diante.
• Tamanho: é o que define a quantidade de caracteres que serão necessários para
armazenar o seu conteúdo. Geralmente o tamanho é definido apenas para domínio de
texto.
• Descrição: é opcional e pode ser usado para descrever o que é aquele atributo ou dar
informações adicionais que possam ser usadas.
Esse tipo de cuidado com os veículos, garante algumas vantagens aos motoristas prevenidos e
a população em geral. O bom funcionamento dos veículos é necessário para dar segurança e
ajudar na preservação do meio ambiente.
6 A MANUTENÇÃO DO VEICULOS PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO
AMBIENTE
Poluição é a contaminação do meio ambiente, por resíduos nocivos resultantes da atividade
humana e caracteriza-se pela presença de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos em quantidade
superior à capacidade do meio ambiente de absorvê-los. O uso dos veículos automotores está
diretamente associado ao ar, que é causada principalmente pela queima de combustíveis para
obter energia. São identificadas como maiores fontes desse tipo de poluição: as fabricas; as
usinas termelétricas; os veículos automotores, principalmente aqueles que empregam
combustíveis derivados de petróleo, como gasolina e óleo diesel. A preservação do meio
ambiente é uma das questões mais debatidas nos últimos tempos e é necessário estarmos
atentos a práticas que ajudem a diminuir a poluição.

Condutores e pedestres que ficam constantemente expostos à emissão de gases poluentes e aos
altos ruídos produzidos pelo transito aumentam as chances de danos à saúde, podendo
desenvolver problemas.

O aumento de veículos nos grandes centros urbanos gera alguns desconfortos no ambiente e
consequentemente afeta a saúde de quem mora nesses locais. Tendo em vista que a poluição
atmosférica como a principal causadora de doenças respiratórias, tem se investido pouco em
transporte público de maior qualidade e que possa dispersar menos agentes poluidores como
trólebus, trens e metro. Para agravar mais ainda, o desmatamento e a retirada de parques para
fazer as vias para os mais respectivos veículos, estão em constante crescimento, hoje o que se
vê na cidade é um mar de asfalto e prédios altíssimos, dificultando a dispersão dos poluentes
na atmosfera e colaborando para o aumento da temperatura e o acúmulo de partículas
poluidoras.

Os veículos automotores são os principais causadores dessa poluição em todo mundo. As


emissões causadas por veículos carregam diversas substancias tóxicas que, em contato com o
sistema respiratório, podem produzir vários efeitos negativos sobre a saúde. O tráfego intenso
mudou drasticamente a rotina da população.

Manter os veículos sempre em boas condições, ou seja, levando a manutenção para evitar
danos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, dirigir com mais economia. Tendo em vista de
manter o motor bem regulado, além de proporcionar uma economia de cerca de 10% no
consumo de combustível, evita a emissão excessiva de gases nocivos na atmosfera. Seguindo
cuidadosamente o plano de manutenção estabelecido pelo fabricante do veículo.
7 CONCLUSÕES
Neste trabalho foi apresentado o desenvolvimento de um software para uma empresa de
“Locadora de Automóveis”. E também contém a descrição para quem o software se destina, o
cronograma de desenvolvimento e suas funcionalidades. Também foi apresentado os
fluxogramas mostrando cada processo do software.

Duas grandes estruturas foram descritas uma é o diagrama de fluxos de dados e o dicionário de
dados, modelando as metodologias de análise e síntese aplicáveis aos sistemas
computacionais.

A manutenção do veículo como, alinhamento e balanceamento das rodas e pneus, serviço


essencial para manter o equilíbrio e segurança na direção, assim podendo dizer que, a
manutenção colabora com o aumento da vida útil do veículo e de todos, inclusive o meio
ambiente.
8 REFERENCIAS
EDWARD YOURDON. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia
Foundation, 2016. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Edward_Yourdon&oldid=44588357. Acesso em: 18 out.
2017.

DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida:


Wikimedia Foundation, 2017. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial:Citar&page=Diagrama_de_fluxo_de_dad
os&id=50151909. Acesso em: 17 out. 2017

DICIONÁRIO DE DADOS. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia


Foundation, 2017. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial:Citar&page=Dicion%C3%A1rio_de_dad
os&id=50013802. Acesso em: 2 out. 2017.

REQUISISTO DE HARDWARE E SOFTWARE PARA INSTALAÇÃO DO SQL SERVER.


In: MICROSOFT. Disponível em:
https://msdn.microsoft.com/ptbr/library/ms143506(v=sql.120).aspx. Acesso em: 2 out. 2017.

A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE PRATICADA NO TRÂNSITO. In: VIVER


SEGURO NO TRANSITO. Disponível em:
http://www.viverseguronotransito.com.br/2013/06/a-preservacao-do-meio-ambiente-
tambemdeve-ser-praticada-no-transito/. Acesso em: 19 out. 2017.