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Dicas de cálculo e declaração seu Imposto na

Spinelli | investHB
Tesouro Direto
Apuração
O Imposto de Renda incide sobre o total dos rendimentos auferidos nas vendas antecipadas,
nos vencimentos de títulos e no pagamento de cupons. A alíquota é regressiva e varia de
acordo com a duração do investimento, sendo 22,5% sobre o lucro obtido em aplicações de
até 180 dias, de 20% em aplicações de 181 a 360 dias, de 17,5% em aplicações de 361 a 720
dias e de 15% em aplicações acima de 720 dias (o IOF não incide sobre os cupons de juros;
somente o IR).

Declaração
Declarar o rendimento líquido pago ou creditado no ano-calendário.
o Deve ser lançado em “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”,
na linha 06, “Rendimentos de aplicações financeiras”.

Declarar os saldos investidos no Tesouro Direto.


o Os saldos em 31 de dezembro do ano-calendário anterior e em 31 de
dezembro do ano-calendário, devem ser informados pelo valor de aquisição
dos títulos ou aplicações. No programa da DIRPF, na ficha “Bens e Direitos”,
deve ser utilizado o código 45.

o Na “Discriminação”, deve ser informada a especificação do título, a


quantidade e o Agente de Custódia com seu respectivo CNPJ.
Informe a “Situação em 31/12/XXXX”, pelo valor de aquisição dos títulos.
Mercado de Ações
Operações Comuns
Base de Cálculo: Diferença positiva entre o valor de alienação das ações e seu custo de
aquisição calculado pela média ponderada dos custos unitários, auferidos nas operações
realizadas em cada mês. É possível deduzir as despesas operacionais.

No caso de ações recebidas em Bonificação, o custo de aquisição é igual à parcela do lucro ou


reserva capitalizada que corresponder ao acionista, divulgado em comunicado ao mercado. Na
ausência dessa informação as ações bonificadas terão custo zero.

Alíquota: 15%. Do imposto a pagar, é possível descontar o IRRF dentro do ano-calendário, que
ocorre sempre que o total de vendas em um mesmo mês supera os R$ 20.000,00, e seu valor é
resultado da aplicação da alíquota de 0,005% sobre o valor total dessas vendas.

Recolhimento: apuração mensal, sendo pago pelo investidor, até o último dia útil do mês
subsequente (código DARF 6015).

Isenção: não há imposto sobre os ganhos decorrentes de um total de vendas mensais iguais ou
inferiores a R$ 20.000,00.

Operações Day Trades


Base de Cálculo: Ganho líquido das operações iniciadas e encerradas com o mesmo ativo, em
um mesmo dia, através da mesma instituição intermediadora.

Alíquota: 20%. Do imposto a pagar, é possível descontar o IRRF dentro do ano-calendário. Seu
valor é resultado da aplicação da alíquota de 1% sobre o resultado positivo da operação Day
Trade.

Recolhimento: apuração mensal, sendo pago pelo investidor, até o último dia útil do mês
subsequente (código DARF 6015).

Isenção: não há.

Compensação: Para fins de apuração e pagamento do imposto mensal sobre os ganhos


líquidos, as perdas incorridas poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos no
próprio mês ou nos meses subsequentes, em outras operações realizadas nos demais
mercados de bolsa, exceto no caso de perdas em operações Day Trade, que somente serão
compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie.
Como declarar

Vendas acima de R$ 20.000,00: no “Demonstrativo de Renda Variável”;

Vendas até R$ 20.000,00: em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.


Imposto de Renda Retido na Fonte (“Dedo Duro”): Deve ser informado na Ficha de Renda
variável.

Posição em carteira: em “Bens e Direitos” deve ser informado o valor do custo de aquisição
das ações em 31/12 e no campo “Discriminação”, a empresa emissora, o tipo e a quantidade
das ações.
ETF – Fundo de Índice
Os critérios de apuração e declaração dos ETFs são os mesmos adotados para o caso das ações,
com as seguintes ressalvas:

1. Não existe isenção de IR para ganhos auferidos em vendas de valor inferior a R$ 20 mil
em um mesmo mês. Ou seja, todo ganho obtido com operações envolvendo ETFs é
tributado.

2. No preenchimento da Declaração, os resultados obtidos em operações com ETFs


devem ser informados da mesma maneira que os resultados obtidos com as ações (na
ficha “Renda Variável”, em “Operações Comuns/Day Trade”. Assim, os resultados com
ações e ETFs devem ser somados no mesmo campo, pois, sofrem o mesmo tipo de
tributação.

3. Por serem tributados da mesma forma, prejuízos com ações podem ser compensados
com ganhos em ETFs e vice-versa.

Proventos: Dividendos, Juros s/ Capital Próprio e Bonificações.

Dividendos

Isentos de Imposto de Renda.


Os valores pagos no ano-calendário deverão ser lançados na Declaração, no quadro
“Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, item 05 “Lucros e Dividendos Recebidos pelo Titular
e pelos Dependentes”.

Juros s/ Capital Próprio

São tributados exclusivamente na fonte, à alíquota de 15%.

Deverão ser lançados no quadro “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, no


item 10 “Juros sobre Capital Próprio”.
Os Juros s/ Capital Próprio declarados e não pagos no ano-calendário devem, também, ser
lançados na ficha “Bens e Direitos”, no itens 99 “Outros bens e direitos”
Bonificações

O custo de aquisição das ações bonificadas divulgado pela companhia emissora das ações
deverá ser lançado no quadro “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” no item “Incorporação
de Reservas ao Capital/Bonificações de Ações”.

Deve também ser lançado na ficha “Bens e Direitos”, somado ao custo de aquisição das ações.
Mercado de Opções
Base de Cálculo: Resultado positivo apurado na negociação ou no exercício, ou seja, a
diferença entre o valor de alienação e o custo de aquisição, considerando os prêmios
envolvidos.

Alíquota: 15%

Recolhimento: Apuração mensal, sendo pago pelo investidor, até o último dia útil do mês
subsequente (código DARF 6015).

Isenção: Não há.

IRRF - há incidência à alíquota de 0,005%, sobre: O resultado positivo da soma algébrica dos
prêmios pagos e recebidos no mesmo dia.
O imposto retido poderá ser deduzido do imposto sobre ganhos líquidos apurados no
mês ou nos meses subsequentes, compensado na Declaração de Ajuste Anual ou compensado
com o imposto devido sobre o ganho na alienação de ações.
Retenção e Recolhimento: Instituição Intermediadora.

Day Trade: Ganho Líquido das operações iniciadas e encerradas com o mesmo ativo, em um
mesmo dia, através da mesma instituição intermediadora.
A alíquota é de 20% sobre os Ganhos Líquidos, com apuração mensal e recolhimento
até o último dia útil do mês subsequente (código DARF 6015).
Há incidência do IRRF, à alíquota de 1% sobre os rendimentos auferidos, com
recolhimento pela Instituição Intermediadora. Pode ser deduzido do imposto sobre os ganhos
líquidos apurados no mês ou em meses subsequentes.

OBS: quando o cliente comprar o ativo para entregar na data do exercício da opção, tais
operações não são consideradas Day Trades.

Compensação: Para fins de apuração e pagamento do imposto mensal sobre os ganhos


líquidos, as perdas incorridas poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos, no
próprio mês ou nos meses subsequentes, em outras operações realizadas nos demais
mercados de bolsa, exceto no caso de perdas em operações Day Trade, que somente serão
compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie.

Como declarar: Registrar o resultado no Demonstrativo de Renda Variável:


Posição em carteira: em “Bens e Direitos” deve ser informado o valor do custo das opções em
31/12 e no campo “Discriminação”, sob o código 47, a empresa emissora, o tipo e a
quantidade.
Mercado de Futuros
Base de Cálculo: Resultado positivo da soma algébrica dos ajustes diários apurados na
liquidação dos contratos.

Alíquota: 15%.

Recolhimento: Apurado em períodos mensais e pago, pelo investidor, até o último dia útil do
mês subsequente. (código DARF 6015)

Isenção: Não há.

IRRF - há incidência à alíquota de 0,005%, sobre: O resultado positivo da soma dos ajustes
diários, apurado por ocasião do encerramento da posição, antecipadamente ou no seu
vencimento.
O imposto retido poderá ser deduzido do imposto sobre ganhos líquidos apurados no
mês ou nos meses subsequentes, compensado na Declaração de Ajuste Anual ou compensado
com o imposto devido sobre o ganho na alienação de ações.
Haverá isenção do recolhimento do IRRF sobre essas novas incidências, caso o valor do
imposto, somando-se todas as operações realizadas no mês, seja igual ou inferior a R$ 1,00.
Retenção e Recolhimento: Instituição Intermediadora.

Day Trade: Ganho Líquido das operações iniciadas e encerradas com o mesmo ativo, em um
mesmo dia, através da mesma instituição intermediadora.
A alíquota é de 20% sobre os Ganhos Líquidos, com apuração mensal e recolhimento
até o último dia útil do mês subsequente (código DARF 6015).
Há incidência do IRRF, à alíquota de 1% sobre os rendimentos auferidos, com
recolhimento pela Instituição Intermediadora. Pode ser deduzido do imposto sobre os ganhos
líquidos apurados no mês ou em meses subsequentes.

Compensação: Para fins de apuração e pagamento do imposto mensal sobre os ganhos


líquidos, as perdas incorridas poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos, no
próprio mês ou nos meses subsequentes, em outras operações realizadas nos demais
mercados de bolsa, exceto no caso de perdas em operações de Day Trade, que somente serão
compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie.
Como declarar: Registrar o resultado no Demonstrativo de Renda Variável:

Posição em carteira: em “Bens e Direitos” deve ser informada a posição em contratos em


31/12/XXXX no campo “Discriminação”, utilizando o código 47.
Mercado a Termo
Base de Cálculo: Comprador: preço de venda das ações na data da liquidação do contrato
menos o preço nele estabelecido.
Vendedor descoberto, diferença positiva entre o preço estabelecido no contrato a
termo e o preço da compra à vista do ativo para a liquidação daquele contrato.
Alíquota: 15%.

Recolhimento: Apurado em períodos mensais e pago, pelo investidor, até o último dia útil do
mês subsequente. (código DARF 6015)

Isenção: Não há.

IRRF - há incidência à alíquota de 0,005%: Quando houver a previsão de entrega do ativo


objeto na data do seu vencimento, sendo a diferença se positiva entre o preço a termo e o
preço à vista na data da liquidação.
Quando houver liquidação exclusivamente financeira, sendo considerado o valor da
liquidação previsto no contrato.
O imposto retido poderá ser deduzido do imposto sobre ganhos líquidos apurados no
mês ou nos meses subsequentes, compensado na Declaração de Ajuste Anual ou compensado
com o imposto devido sobre o ganho na alienação de ações.
Haverá isenção do recolhimento do IRRF sobre essas novas incidências, caso o valor do
imposto, somando-se todas as operações realizadas no mês, seja igual ou inferior a R$ 1,00.
Retenção e Recolhimento: Instituição Intermediadora.

Day Trade: Ganho Líquido das operações iniciadas e encerradas com o mesmo ativo, em um
mesmo dia, através da mesma instituição intermediadora.
A alíquota é de 20% sobre os Ganhos Líquidos, com apuração mensal e recolhimento
até o último dia útil do mês subsequente (código DARF 6015).
Há incidência do IRRF, à alíquota de 1% sobre os rendimentos auferidos, com
recolhimento pela Instituição Intermediadora. Pode ser deduzido do imposto sobre os ganhos
líquidos apurados no mês ou em meses subsequentes.

Compensação: Para fins de apuração e pagamento do imposto mensal sobre os ganhos


líquidos, as perdas incorridas poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos, no
próprio mês ou nos meses subsequentes, em outras operações realizadas nos demais
mercados de bolsa, exceto no caso de perdas em operações de Day Trade, que somente serão
compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie.
Como declarar: Registrar o resultado no Demonstrativo de Renda Variável.

Posição em carteira: em “Bens e Direitos” deve ser informada a posição em contratos em


31/12/XXXX no campo “Discriminação”, utilizando o código 47.
Mercado de Renda Fixa
Base de Cálculo: Diferença positiva entre o valor da alienação, líquido do IOF e o valor da
aplicação.

Alíquotas:
- Aplicações até 180 dias: 22,5%
- Aplicações de 181 a 360 dias: 20%
- Aplicações de 361 a 720 dias: 17,5%
- Aplicações acima de 720 dias: 15%

Retido na Fonte: quando do pagamento ou crédito dos rendimentos ou alienação dos títulos.

Compensação: Não há.

Isenção: Não há (exceto para títulos específicos, como algumas LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e
debêntures incentivadas).

OBS.: São tratados como Renda Fixa, os rendimentos predeterminados obtidos em operações
conjugadas, realizadas nos mercados de opções de compra e de venda em bolsas de valores, de
mercadorias e de futuros (Box), no mercado a termo nas bolsas de valores, de mercadorias e de
futuros, em operações de venda coberta e sem ajustes diários, e no mercado de balcão.

Declaração:
o Rendimentos:
Os rendimentos auferidos em operações com títulos isentos de IR (ex.: LCI, LCA, CRI, CRA)
devem ser informados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na opção “Outros”,
descrevendo a operação.
Os rendimentos dos títulos cujo IR é recolhido na fonte, devem ser informados na ficha
Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, na linha 06 – “Rendimentos de
aplicações financeiras”.

OBS.: Tanto no caso dos Rendimentos dos títulos isentos, quanto dos tributados, o CNPJ a ser
informado no “Quadro Auxiliar” é o da Fonte Pagadora, no caso, da Spinelli, conforme Informe
de Rendimentos disponibilizado.
o Saldos investidos em Títulos de Renda Fixa
Os saldos das aplicações devem ser informados na ficha “Bens e Direitos”, utilizando o código
45.

No campo “Discriminação” é necessário mencionar o tipo de aplicação (título), o nome e o


CNPJ do respectivo emissor e da instituição financeira.

Os valores a serem informados nos campos “Situação em 31/12/XXXX” referem-se ao custo de


aquisição dos títulos, conforme Informe de Rendimentos disponibilizado.
Fundos e Clubes de Investimento
Fundos de Renda Fixa de Longo Prazo: carteira contém menos que 67% em ações negociadas
no mercado à vista e cujos títulos tenham prazo médio superior a 365 dias.

Base de Cálculo: Diferença positiva entre o valor patrimonial da cota no dia da aplicação e o
valor apurado no último dia útil do mês de maio e novembro ou no dia do resgate/vencimento
da carência.

Incidência:
1. Fundos sem prazo de carência: no último dia útil dos meses de maio e novembro de
cada ano (o “come-cotas”), ou no resgate, se ocorrido em outra data.
2. Fundos com carência de até 90 dias: na data em que se completar a carência ou no
resgate, se ocorrido em outra data.
3. Alíquota: 15%.
4. No resgate será aplicada, se necessária, alíquota complementar em função do prazo da
aplicação, com a tabela regressiva de alíquotas:
a. Até 180 dias: 22,5%
b. De 181 a 360 dias: 20%
c. De 361 a 720 dias: 17,5%
d. Acima de 720 dias: 15%

Fundo de Renda Fixa de Curto Prazo: carteira contém menos que 67% e cujos títulos tenham
prazo médio igual ou inferior a 365 dias.

Base de Cálculo: Diferença positiva entre o valor patrimonial da cota no dia da aplicação e o
valor apurado no último dia útil do mês de maio e novembro ou no dia do resgate/vencimento
da carência.
Incidência:
1. Fundos sem prazo de carência: no último dia útil dos meses de maio e novembro de
cada ano (o “come-cotas”) ou no resgate, se ocorrido em outra data.
2. Fundos com carência de até 90 dias: na data em que se completar a carência ou no
resgate, se ocorrido em outra data.
3. Alíquota: 20%.
4. No resgate, com a tabela regressiva de alíquotas:
a. Até 180 dias: 22,5%
b. Acima de 180: 20%

Fundos de Renda Variável e Clubes de Investimento: carteira contém, no mínimo, 67% em


ações.

Base de Cálculo: Diferença positiva entre o valor patrimonial da cota no dia da aplicação e o
valor apurado no dia do resgate.

Incidência: No resgate de cotas.

Alíquota: 15%.
Compensação: (para todos os tipos de Fundos): os prejuízos ocorridos nos resgates poderão
ser compensados com rendimentos auferidos em resgates posteriores, no mesmo ou em outro
fundo da mesma natureza, desde que sob o mesmo Administrador.
O Administrador deverá manter sistema de controle e registro em meio magnético que
permita a identificação, por cotista, dos valores compensáveis.

Como declarar
Os rendimentos líquidos dos fundos de investimento devem ser lançados na ficha
Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, na linha 6 “Rendimentos de
Aplicações Financeiras”; e os saldos devem ser lançados na ficha “Bens e Direitos” de sua
declaração com o código correspondente a cada modalidade de fundo.
Fundos de Investimento Imobiliário
Critérios gerais:
 Os Lucros na venda de cotas de FIIs são tributados à alíquota de 20%.
 Os Rendimentos dos FIIs são isentos de IR, quando forem negociados exclusivamente em
Bolsa e com mais de 50 cotistas, desde que sejam Pessoas Físicas com menos de 10% do
total de cotas em circulação.
 Não há isenção de Imposto de Renda nas vendas de cotas de até R$ 20 mil por mês.
 Prejuízos realizados em um determinado mês podem ser compensados com ganhos em
meses subsequentes para efeito de Imposto de Renda.
 Em cada operação de venda é retido um imposto na fonte no valor de 0,005% (conhecido
como “dedo-duro”), mas, que pode ser compensado com lucros futuros.
 O Imposto de Renda deve ser calculado com base no lucro das vendas realizadas em
determinado mês e recolhidos através de DARF, até o último dia do mês subsequente.
 Os Day Trades são contabilizados da mesma forma que as Operações Comuns. Nesse caso,
a alíquota do IRRF é de 1%.
 As Amortizações (não confundir com os Rendimentos) são pagamentos referentes à
devolução do capital investido inicialmente no fundo, relativas ao encerramento do prazo
do fundo ou à sua liquidação.
Por representarem um ganho de capital, sua alíquota é de 20% sobre os lucros auferidos.
Neste caso, a responsabilidade pelo recolhimento do imposto é do Administrador do
Fundo, diferentemente do que ocorre com o lucro auferido na venda de cotas.

Apuração de Resultado / Base de Cálculo do IR:


 Deve ser calculado o preço médio de aquisição, considerando os custos operacionais.
 Nas vendas, compara-se o preço médio de aquisição com o preço médio da venda para
determinar o lucro/prejuízo realizado.
 O Imposto de Renda só é devido quando as cotas são vendidas com lucro.

OBS.: Os prejuízos com operações envolvendo Fundos Imobiliários, somente podem ser
compensados com Fundos Imobiliários, entretanto, não importa se a operação é Comum ou
Day Trade, uma vez que a alíquota para ambas é a mesma.

Declaração: O Administrador do fundo deve enviar um Informe de Rendimentos com as


informações sobre os rendimentos (proventos) pagos ao longo do ano.

o Rendimentos
Declarar na Ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”
o Ganhos auferidos nas vendas de cotas

Essas informações devem ser inseridas na Declaração Anual, mês a mês, em seção própria.
Também devem ser declarados os prejuízos para futuras compensações.

Declarar na opção “Operações Fundos Invest. Imob.”, da ficha de Renda Variável.


o Amortizações

As Amortizações devem ser lançadas na ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação


Exclusiva/Definitiva”, na linha 6 “Rendimentos de Aplicações Financeiras”.
o Saldo investido em FIIs

O valor que deve ser declarado na seção de “Bens e Direitos” corresponde ao resultado da
multiplicação do preço médio de compra pela quantidade de cotas possuídas em 31/12 (o
custo de aquisição).

Declarar na opção “Bens e Direitos”, com o código 73.

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