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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA- NEAD


ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

KENNYA JHOUANNY MARTINS DE CARVALHO

CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE UM


LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DE AGUA EM TERESINA- PI

TERESINA – PI

2016
KENNYA JHOUANNY MARTINS DE CARVALHO

CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE UM


LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DE AGUA EM TERESINA- PI

Artigo apresentado como trabalho de


conclusão de Curso (TCC), do Curso de
especialização em gestão e educação
ambiental, na Modalidade de Educação á
Distância, polo presencial da cidade
TERESINA – PI, para obtenção do grau de
especialista.
Professor Orientador: Esp. Manoel Cicero
Ribeiro Junior.
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE UM
LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DE AGUA EM TERESINA- PI

CARVALHO, Kennya Jhouanny Martins1

RIBEIRO, Manoel Cicero Junior2

RESUMO

Com o crescimento populacional desordenado há uma demanda maior de residuos gerados,


que necessita de um Plano de Gerenciamento de Residuos Solidos – PGRS, que inclui
instituiçoes e empresas, em especial as de serviços em saude publicas ou privadas. O PGRS
traz em sua finalidade um padrão organizacional de fluxo que vai desde a origem até a
destinação final. O trabalho foi conduzido de forma de um estudo de caso, com observação,
entrevista e exploração em loco no laboratorio de microbiologia, a análise qualitativa consistiu na
segregação, caracterização e classificação dos residuos solidos por grupo de acordo com a legislação
em vigor no Brasil. Atualmente os resíduos gerados no laboratório pertencem aos grupos A, D
e E, feita nos meses de novembro e dezembro de 2015 em oito dias não consecutivos. Este
trabalho teve por finalidade conhecer a natureza de cada resíduo gerado pelo laboratório e
classificação dos mesmos, sob diretrizes da legislação vigente RDC nº 306/2004 da
ANVISA, resolução do CONAMA nº 358/2005.

Palavras chave: Residuos Solidos, Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Residuos de


resíduos de Saúde.

1
Bacharel em Ciências Biológicas pela UFPI- Universidade Federal do Piauí
2
Prodfessor Orientador, especialista em Educação e Gestão ambiental pela FATEC – Faculdade Internacional
ABSTRACT

With uncontrolled population growth there is a greater demand generated waste, which
requires a Waste Management Plan Solids - SWMP, which includes institutions and
companies, particularly services in public or private health. The SWMP brings in its purpose
an organizational flow pattern that goes from the origin to the final destination. The study was
conducted as a case study, with observation, interview and exploitation in place in the
microbiology laboratory, qualitative analysis consisted of segregation, characterization and
classification of solid waste per group according to the laws in force in Brazil. Currently the
waste generated in the laboratory belong to groups A, D and E, made in November and
December 2015 in eight non-consecutive days. This study aimed to know the nature of the
waste generated by the laboratory and rating, under guidelines of the current legislation RDC
N°. 306/2004 of ANVISA Resolution of CONAMA 358/2005.
Keywords: Solid Waste, Waste Management Plan Solid, Healthcare Waste Waste.
INTRODUÇÃO

A todo momento estamos produzindo residuos, o que os torna uma constante na vida
da população mundial, e com isso uma preocupação com o destino dos mesmos, “Sempre
produziremos algum tipo de resíduo sólido, direta ou indiretamente, ao criarmos produtos e
serviços que utilizarmos. (MILLER, 2008, p. 446). Segundo a NBR 10004, Residuos solidos
, são residuos no estado solido e semi-solido, que resultam da atividades de origem industrial
domestica, hospitalar, comercial, agricola, de serviços e varrição. Ficando incluidos nesta
definição todo lodo do sistema de tratamento de agua, aqueles gerados em equipamentos de
instalaçoes e controle de poluição, bem como determinados liquidos cujas particularidades
tornam inviavel seu lançamento na rede de esgotos ou corpo dágua, ou exijam por isso
soluções e economicamente inviaveis em face a melhor tecnologia disponivel com as
atividades de analise de aáua, o laboratorio de microbiologia, gera residuos que que podem
ocasionar riscos aos trabalhadores que lidam com esses resíduos, à saúde pública e ao meio-ambiente,
quando gerenciados de forma inadequada, mas que implantado de forma eficaz permite economia de
recurso, como exposto, “ A maior parte dos residuos solidos é um sintoma de desperdicio
desnecessario de recusrsos, cuja produção causa poluição e degradação ambiental.” (MILLER
2008, pag 445).

A destinação dos residuos solidos são de responsabilidade de seu gerador, seja de


origem domestica, industrial ou instituições e empresas. O programa de Gerenciamento
Resíduos Sólidos em Serviços de Saúde -PGRSS é uma realidade que carece de mais atenção
devido a sua complexidade e Risco. Este trabalho teve por finalidade conhecer a natureza de
cada resíduo gerado pelo laboratório e classificação dos mesmos, sob diretrizes da legislação
vigente RDC RDC nº 306/2004 da ANVISA, resolução do CONAMA nº 358/2005, A
segregação dos RSS é muito relevante posto que ainda quantidades minimas de residuos
sejam contaminados, se estes não forem separados e alocados de forma correta, a contaminção
que era pequena pode tornar-se de grandes proporçoes. Por isso a relevancia de implantação
de um plano de gerenciamento de residuos solidos eficiente desde a gerção até sua destinação
final, justificando a relevancia deste trabalho como primeiro passo para implantação PGRSS
na empresa.
REFERENCIAL TEÓRICO

A geração de Resíduos Sólidos é uma Crescente. “Com a revolução industrial,


particularmente depois da segunda Guerra mundial extensão da contaminação e risco de
materiais descartados tem se expandido grandemente”.( COLIN, 2002, p. 527). Com o
crescimento populacional desordenado há uma demanda maior de residuos gerados, tendo
este muitas vezes sua destinação final negligenciada, já que necessita de um custo financeiro
não muito baixo , principalmente para grandes instituiçôes.
Estatisticas de 2008 revelam que 50,8% dos municipios brasileiros tem como local de
detsinação final de seus residuos solidos os vazadouros a ceu aberto, os chamados lixoes. Os
que apresentam maior numero de municipios com esse tipo de destinação final são norte com
89,3% dos municipios e a nordeste com 85,5%, e as menores são sul e sudeste com 15,8% e
18,7% (IBGE, 2010 ).
Todo residuo necessita de uma destinação que não ofereça risco para as pessoas e para o
meio ambiente. Instituiçoes de grande porte ou não, bem como as que prestam serviços à saude,
são cobrados a possuir um PGRS. No Brasil, o direcionamento da adequação em relação ao
Gerenciamento de RSS é feito pela ANVISA através RDC 306 /2004 e CONAMA pela resolução
358/ 2005. As duas resoluçoes são complementares, a RDC nº 306/2004 da ANVISA abrange
os pontos relacionados à elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos, destacando as
orientações para o manejo, desde a segregação, acondicionamento, identificação, transporte
interno, armazenamento temporário, armazenamento externo, coleta até a disposição final,
enquanto a Resolução CONAMA nº 358/2005 relaciona-se ao tratamento e disposição final
dos RSS, enfatizando a necessidade da minimização da geração de resíduos e redução dos
riscos ao meio ambiente.

O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão,


planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e
legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos
resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à
proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e
do meio ambiente. ( Brasil, 2004)
Segundo Schneider et al.( 2004), a primeira etapa de um processo de gerenciamento
racional de RSS, passa obrigatoriamente, pela caracterização quali-quantitativa dos resíduos
sólidos gerados. Os resíduos gerados em laboratório de microbiologia de água, enquadram-se
como resíduos de serviços de saúde, conforme regulamenta a Anvisa, que cita:

... o atendimento à saúde humana ou animal, inclusive os serviços de assistência


domiciliar e de trabalhos de campo; laboratórios analíticos de produtos para saúde;
necrotérios, funerárias e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento
(tanatopraxia e somatoconservação); serviços de medicina legal; drogarias e
farmácias inclusive as de manipulação; estabelecimentos de ensino e pesquisa na
área de saúde; centros de controle de zoonoses; distribuidores de produtos
farmacêuticos, importadores, distribuidores e produtores de materiais e controles
para diagnóstico in vitro; unidades móveis de atendimento à saúde; serviços de
acupuntura; serviços de tatuagem, dentre outros similares (BRASIL, 2004, p.2).

Os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) necessitam de um manejo adequado,


especialmente por sua característica de risco à saúde dos que os manuseiam e por ser fonte de
contaminação/ poluição ambiental. Como exposto:

Os RSSS geralmente não recebem tratamento especial tendo como destino final, o
mesmo local utilizado para descarte dos demais resíduos urbanos, os quais , na
maioria das vezes, constituem –se em deposito a céu aberto, onde o acesso é livre a
um grande numero de pessoas que praticam reciclagem informal, tornando-se um
grau de risco à assimilação de infecções pelo. contato direto com os resíduos
(SCHNEIDER, 2004, p 33).

O manuseio de residuos é uma realidade que não há como fugir. Os profissionais que
trabalham diretamente com residuos, principalmente os de serviço de saude, necessitam de
treinamento previo e constante, já que o tratamento e manejo adequado permite uma
diminuição dos acidentes de trabalho.

Os RSS oferecem riscos graves e imediatos sobretudo em relação às questoes infecto


contagiosas, exigindo portanto cuidados especiais em seus fluxos de forma a garantir manejo
seguro que pode ser proporcionado pelo efetivo gerenciamento dos RSS (Naime e Sartori,
2004).

Etapas do plano de gerenciamento segundo o CONAMA:


SEGREGAÇÃO - Consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de
acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos
envolvidos.

ACONDICIONAMENTO - Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou


recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura, respeitando A
capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de
cada tipo de resíduo e impermeavel.

IDENTIFICAÇÃO - Consiste no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos


resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos
RSS, devendo estar aposta nos sacos de acondicionamento, nos recipientes de coleta interna e
externa, nos recipientes de transporte interno e externo, e nos locais de armazenamento, em
local de fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se símbolos, cores e frases,
atendendo aos parâmetros referenciados na norma NBR 7.500 da ABNT.

TRANSPORTE INTERNO - Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até
local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de
apresentação para a coleta, atendendo roteiro previamente definidoO uso de recipientes
desprovidos de rodas deve observar os limites de carga permitidos para o transporte pelos
trabalhadores, conforme normas reguladoras do Ministério do Trabalho e Emprego.

ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO - Consiste na guarda temporária dos recipientes


contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando
agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos
geradores e o ponto destinado à apresentação para coleta externa.

TRATAMENTO - Consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as


características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de
contaminação, de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente, que pode ser aplicado
no próprio estabelecimento gerador ou em outro estabelecimento, observadas nestes casos, as
condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do
tratamento. Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ser objeto de
licenciamento ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA nº. 237/1997 e são passíveis
de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente.

ARMAZENAMENTO EXTERNO - Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a


realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os
veículos coletores.

DISPOSIÇÃO FINAL - Consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado


para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e com
licenciamento ambiental de acordo com a Resolução CONAMA nº.237/97

Classificação dos RSS


Segundo a RDC nº 306/2004 da ANVISA e Resolução CONAMA nº 358/2005, os
residuos são agrupados da seguinte forma:
Grupo A - resíduos com a possível presença de agentes biológicos que por suas características
de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção.
Grupo B - resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde ou ao
meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade,
reatividade e toxicidade, incluindo os produtos conforme classificação da NBR nº 10004 da
ABNT.
Grupo C - rejeitos radioativos.
Grupo D - resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao
meio ambiente.
Grupo E - materiais perfurocortantes ou escarificantes.
MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido de forma de um estudo de caso, com observação, entrevista e


exploração em loco no laboratorio de microbiologia em oito dias não consecutivos nos meses de
novembro e dezembro de 2015.

Inicialmente doi feito uma observação dos processos e fluxos de trabalho do


laboratorio de microbiologia que funciona em dois periodos diarios de 06:00 as 12:00 h e
12:00 as 18:00 e em finais de semana em um ou outro periodo, recebendo amostras de água
para analises de bacterias coliformes e bacterias heterotroficas para consumo humano segundo
portaria N° 2914 de 2005 do ministerio da saude.

As entrevistas foram realizadas com a gerencia do laboratorio e com o corpo tecnico


juntos e com os profissionais da limpeza responsaveis pelo setor. Foi utilizado um
questionario e questoes feitas à gerencia do laboratorio, corpo tecnico e colaboradores de
serviços gerais, em relação à segregação, acondicionamento, relacionadas com as atividades
especificas de cada um. A Análise qualitativa consistiu na segregação, caracterização e
classificação dos residuos solidos por grupo de acordo com a legislação atual, não foi possivel
realizar a analise quantitativa como é seria o projeto inicial, por dificuldades tecnico-
financeira já que a empresa apresenta-se em situação de reestruturação administrativa geral,
sendo este trabalho apenas parcial, a ser retomado a posteriori.
RESULTADOS

Atualmente os resíduos gerados no laboratório pertencem aos grupos A, D e E,

Conforme tabela 01.

grupo A meios de cultura liquido com cultura microbiologica.


meio de cultura semi-solido com cultura microbilogica.

Frascos de polistireno para amostras com e sem cultura


microbiana.
Grupo D Luvas, toucas e mascarasPapeis

Frascos plasticos de detergentes


Esponjas e escovas de lavagem
Embalagens de reagentes e meios de cultura

Grupo E Vidrarias quebradas ( pipetas, placas de petri, tubos de ensaio);

Tabela 01. Classificação dos residuos solidos produzidos no laboratorio

O laboratorio não possui um plano de gerenciamento de residuos solidos implantado, o


manejo dos residuos solidos é feito por um colaborador interno e outro externo tambem
responsavel pela coleta dos outros setores, esses que passaram por um treinamento único,
basico, com noçoes de manuseio de residuos infectantes pela gerencia do laboratorio.

Os residuos do grupo A, passam por processo de descontaminação para diminuição da


carga microbiana em autoclave a 121° C por 30 minutos. Posteriormente dispensado como
residuo do grupo D, conforme conama que diz no item: 5.1.3.2 - que havendo
descaracterização física das estruturas, podem ser acondicionados como resíduos do Grupo D.

Os residuos do grupo D que são reciclaveis ou não, são misturados, fazendo resalva às
caixas de papeloes, que são separados dos demais para reciclagem, em um projeto de
incentivo a reciclagem da empresa que abrange os setores administrativos.

Os residuos do grupo E, os que apresentam contaminação são submetidos ao


tratamento dos residuos do grupo A, acondicionados em recipiente para que evite perfurações
nos sacos e evite acidentes de trabalho, posteriormente acondicionados com residuos do
grupo D. Todos os residuos são armazenados em sacos plasticos cinza onde há a mistura de
todos os grupos, conforme figura 01.

Figura 01. Recipiente de residuos do laboratorio

Segundo a RDC n° 358 de 2005 do CONAMA, no artigo 14 cita a obrigatoriedade de


se fazer a segregação do resíduo na fonte e no momento da Geração.
CONCLUSÃO

Pelo estudos, conclui-se que o laboratorio não está adequado as normas da legislação
vigente contidas na RDC nº 306/2004 da ANVISA e resolução CONAMA nº 358/2005, quanto a
segregação, acondicionamento e identificação dos resíduos dos grupos A e E e acondicionamento e
identificação dos resíduos do grupo D (reciclável e não reciclável).

Há a necessidade de cursos de aperfeiçoamento e treinamentono que diz respeito a residuos


sólidos para os profissionais do laboratorio.Os colaboradores do serviço de limpeza possui nocões
basicas de saúde revelando niveis muito baixos de acidentes de trabalho no setor, mas enfatiza-se a
necessidade de um plano de gerenciamento residuos solidos.
REFERÊNCIAS

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Solidos: Classificação. Rio de Janeiro: ABNT:2004
BAIRD, Colin. Química Ambiental. Tradução de Maria Angeles Lobo Recio e Luis Carlos
Marques Carrera. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622 p.

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Republica Federativa do Brasil, Brasília, 2004.

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NAIME, R; SARTORI; I; A. C. Uma abordagem sobre a gestão de serviços em saude.


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SCHINEIDER, Vania. Elisabete. et al. Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de
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