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SNC

27.04.18.
70% dos tumores do adulto são supratentoriais

Nas crianças inverte


Conforme relacionado por Potts:
Gliomas 43%

Meningiomas 15%

Tumores congênitos 4%

Tumores de vasos sanguíneos 3%

Outros 9%

Esses percentuais variam pouco , dependendo da


fonte.
GLIOMAS
1º e 2º Grau - Astrocitomas
+ benignos

3º Grau – Astrocitomas anaplásicos

4º Grau - Glioblastomas multiformes


+ malignos
NA SUA LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA
Alguns tumores do SNC tendem a ter predileção
por determinados locais anatômicos , enquanto
outros ocorrem em todo o espaço intracraniano.
-Lesão intra-axial ( dentro do cérebro ).
-Lesão extra-axial ( fora )

NA CÉLULA DE ORIGEM

IMPORTÂNCIA NO DIAGNÓSTICO E NO
PROGNÓSTICO DA LESÃO.
70% dos tumores do sistema nervoso central
nos adultos são supratentoriais
Tumores primários mais comuns no adulto são
os Astrocitomas e Glioblastomas

Nas crianças ocorre o contrário


50% de todas estas lesões são constituidas de
Astrocitomas do cerebelo ou do tronco
cerebral.
As neoplasias de localização extra-axial
tem prognóstico mais favorável do que aquela
com localização intraparenquimatosa.
Gliomas
Glioblastoma multiforme
Astrocitoma Anaplásico
Astrocitoma de Baixo Grau
Oligodendroglioma
Ependimoma
Meningiomas
Tumores justa selares: Adenoma hipofisário
Glioma Óptico
Craniofaringioma
Outros tumores Supratentoriais: Tumores da Glândula Pineal
Cisto Colóide
Tumor Epidermóide
Tumor Dermóide
Lipoma
Astrocitoma

Hemangioblastoma

Ependimona

Scwannoma
Papiloma do Plexo Coróide

Linfoma

Leucemia ( complicações do SNC : Infecções ,


hemorragias , infiltrações leucêmicas do
parênquima e da subaracnóide , bem como
anormalidade relacionada com a terapia ).
1º e 2º Grau - Astrocitomas + benignos

3º Grau – Astrocitomas anaplásicos

4º grau - Glioblastomas multiformes + malignos

A classificação desses tumores é baseada na


morfologia celular ( fibrilar ou pilocítica ) e no seu
local de origem ( supra- ou infra-tentorial ).
A classificação então fornece parâmetros sobre o
seu comportamento biológico e prognóstico final.
Tumor maligno invasivo de origem astrocitária.
Mais comum dos Gliomas que ocorrem acima
do tentório , 40% desses tumores
Maior frequência entre 40 e 60 anos de idade.
Pode ocorrer em qualquer parte do cérebro.
Natureza infiltrativa.
Dissemina através do corpo caloso , do sistema
ventricular ou espaço subaracnóide.
Grande massa na
região temporal
posterior direita
Comprime o
ventrículo lateral
e desvia a linha
axial mediana
para a esquerda
Pode envolver qualquer parte do cérebro.
Achados radiológicos variam muito ,
dependendo de sua topografia e comportamento
biológico.
É comum a formação de grandes cistos ,
sobretudo naqueles do tipo pilocítico
Paciente c/convulsões de
início recente
A TC axial contrastada não
evidenciou a neoplasia na
porção medial do lobo temporal
esquerdo, exceto um discreto
efeito expansivo associado ao
úncus do hipocampo.
RM axial Presença de hipersinal
estendendo-se ao longo do giro
do hipocampo.
7% dos Gliomas supratentoriais.
Mais nos adultos , em torno de 45 anos.
Crescimento lento , duração média dos sintomas
antes do diagnóstico é de 11 anos.
Mais nos hemisférios cerebrais , predileção para
os lobos frontais.
Calcifica no seu interior com frequência devido
ao seu crescimento lento.
Grande edema vasogênico dentro
e próximo à neoplasia
Edema tumor
vasogênic
o
RM Axial : grande
envolvimento do lobo
temporal esquerdo pelo
processo neoplásico
Cerca de 5% dos Gliomas supratentoriais.
A duração dos sintomas por ocasião do
diagnóstico é inferior a um ano.
Idade média é de 30 anos.
Origina de células ependimárias dos ventrículos
laterais.

Ependimomas infratentoriais ocorrem com mais


frequência , em crianças e adolescentes , sendo
mais comuns do que os do tipo supratentoriais.
Ependimoma infra-tentorial
Ependimoma supra-tentorial
INTERPRETAÇÃO RADIOLÓGICA
PAUL & JUHL
INTERNET
Dr. Julio Cesar Zanini
Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade federal de Juiz de Fora – MG - 1983.
Especialista em Radiologia pelo MEC- Universidade Estadual Julio Mesquita Filho – Unesp – Botucatu - 1987.
Radiologista responsável técnico da Clínica Zanini Diagnóstico por Imagem – Franca - desde 1989.
Especialista em Radiologia pelo CBR - Colégio Brasileiro de Radiologia - 1993.
Docente responsável pela área de Imagem na Faculdade de Medicina da Universidade de Franca - Unifran - desde 2012.
Chefe do Departamento de Diagnóstico por Imagem do Hospital Regional de Franca - 2014.
CREMESP - 48001

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