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Ficha Técnica:

Avaliação: 7,8/10 : 1.592

Título original: Rosso come il cielo

Título no Brasil: Vermelho como o céu

Ano de Lançamento: 2006

País de origem: Itália

Tempo de execução: 96 min

Mix de som: Dolby Digital

Cor: cor

Proporção: 1.85: 1

Gênero: Drama, Aventura

Direção:Cristiano Bortone

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Detalhes

Sites oficiais: Site oficial [França] | Site oficial [Itália] | Ver mais "

País: Itália

Idioma: italiano

Data de Lançamento: 20 de abril de 2007

Também conhecido como: Vermelho Como o Céu

Elenco:

Alessando Fiori-Mario

Andrea Gussoni-Valerio

Francesca Maturanza-Francesca

Francesco Campobasso-Davide

Luca Capriotti-Mirco

Simone Colombari-Padre
Sinopse

Anos 70. Mirco (Luca Capriotti) é um garoto toscano de 10 anos que é apaixonado pelo
cinema. Entretanto, após um acidente, ele perde a visão. Rejeitado pela escola pública, que
não o considera uma criança normal, ele é enviado a um instituto de deficientes visuais em
Gênova. Lá descobre um velho gravador, com o qual passa a criar histórias sonoras.

Enredo

O filme é inspirado na história verídica de Mirco Mencacci, um dos mais talentosos editores de
som italianos que trabalham hoje, que é cego. Uma pequena vila na Toscana, 1971. Mirco é
uma criança de 10 anos de idade, alegre e cheia de vida, louca pelos filmes - especialmente
faroestes e filmes de aventura. Seu pai, um idealista incurável, é um motorista de caminhão.
Um dia, enquanto Mirco está brincando com um velho rifle, a arma dispara acidentalmente; o
menino é baleado na cabeça. Ele sobrevive, mas perde a visão. Naquela época, a lei italiana
considerava as pessoas cegas irremediavelmente deficientes e não lhes permitia frequentar a
escola pública. Assim, os pais do jovem Mirco são forçados a fechar o filho em uma "escola
especial para cegos": o Instituto David Chiossone, em Gênova. No começo, Mirco não aceita
sua nova condição. Mas ele é mal-humorado e determinado. Quando ele encontra um velho
gravador e alguns usa bobinas e descobre que, cortando e colando fita, ele pode criar
pequenos contos de fadas feitos apenas de sons, a.

Vermelho como o céu (CinEducação)

O filem acima, Vermelho como o céu.


Imaginem um menino italiano, Mirco, de 10 anos que adora cinema... Em seguida, um disparo
acidental com arma de fogo que o deixa cego... Rejeitado pela escola pública, é levado para
Instituto de deficientes visuais, em Gênova. É a década de 1970 e o menino passa a ter aula
com outros meninos cegos, nessa espécie de reformatório, pois a mentalidade da época (e até
hoje, por conta do desconhecimento de alguns, é que deficiente não pode levar uma vida
quase normal).
Entretanto, lá um dos professores, um padre, dá de presente a Mirco um velho gravador.
Inicialmente o menino começa a coletar sons da natureza, mas logo, por conta de sua
criatividade e educação cinematográfica, começa a criar, junto com outros internos suas
histórias sonoras.
Imaginaram tudo isso? Que bela história que daria um filme, não é mesmo? Pois, de fato, uma
história real, de um menino que depois tornou-se um dos maiores sonoplastas do cinema
italiano.
O filme Vermelho como o céu é inspirado nesta história real, contando com a brilhante
interpretação de Luca Capriotti como Mirco, o menino cego que continua a sua história de amor
ao cinema, mesmo sem poder enxergar... Um filme que mostra como as crianças se unem para
criar histórias e sons, e como o papel de um professor progressista em uma instituição
conservadora faz a diferença.
Um filme para usar em formações de professores para tratar de didática e metodologia; para
usar em reunião de pais para falar de conceitos, pré-conceitos e preconceitos, sobre inclusão,
deficiência, educação e sociedade. Por fim, um filme para tratar com alunos sobre projetos
colaborativos, usando cinema, arte, cultura, mídias, tecnologias e outros recursos...
Neste caso, um velho gravador foi o diferencial, mas se não existisse o gravador, não impediria
que os alunos cegos fizessem a sonoplastia de suas histórias sonoras; apenas não ficaria
registrado esse trabalho. Assim acontece nas escolas. Muitos ricos projetos são feitos,
produzidos e quando muito, apenas divulgados entre a turma, na escola ou para os pais... As
mídias e redes sociais são ferramentas que podem divulgar e socializar belos projetos, usando
ou não as mídias, mas em que o tema e foco principal seja a própria educação.
Abaixo, imagem do cartaz do referido filme, bem como links para assisti-lo online ou baixá-lo
para uso educacional:

https://it.wikipedia.org/wiki/Rosso_come_il_cielo

http://www.rossocomeilccielo.it

http://www.adorocinema.com

https://www.trabalhosgratuitos.com/Sociais-Aplicadas/Pedagogia/Resumo-e-Reflex%C3%A3o-
do-Filme-Vermelho-como-o-929277.html

enredo

1971. Mirco, um garoto toscano de dez anos depois de um acidente com a arma de seu pai,
perdeu a visão. Os pais são forçados a deixá-lo frequentar um instituto para cegos em Gênova.
Lá, incapaz de usar o braille, ele encontra um velho gravador e consegue inventar fábulas
feitas apenas de ruídos e narração. Nesse meio tempo, ele conheceu Francesca, a filha do
porteiro da casa ao lado deles, embora eles não pudessem se encontrar. A Mirco envolverá
cada vez mais todas as outras crianças cegas, fazendo-as entender o quanto valem e quanto
são semelhantes a todas as outras crianças. No final, o professor organiza uma peça criada
pelas crianças, e todos os pais ficam impressionados: os pais de Mirco decidem levá-lo para
casa para as férias de verão.

Abertura é dito que o filme é baseado em uma história verdadeira, e antes dos créditos finais
que diz: ". Mirco saiu da faculdade aos 16 anos Apesar de não ter o mais recuperou a visão, é
agora um dos editores de som mais reconhecidos do cinema italiano ". A referência é para
Mirco Mencacci.
Resenha do Filme: Vermelho
como o céu

Vermelho Como o Céu, filme de Cristiano Bortone, é um drama baseado na história de vida
real de Mirco Mencacci, renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana. Filho
único de uma família humilde, é um menino muito sensível, curioso, criativo e apaixonado
pelo cinema. Um dia, sofre um acidente em casa ficando parcialmente cego. De acordo com
as leis da época, as crianças com deficiência visual eram enviadas para colégios internos;
a escola recusa, por isso, sua permanência após o acidente, orientando seus pais para que
o enviem para um internato em Genova, muito longe de casa, alertando-os de que, caso
não o fizessem, poderiam ser denunciados.
Lá eles se deparam com a figura de um diretor muito austero, que tenta tirar todas as
esperanças de um futuro de sua livre escolha, alegando que esta não existia mais, mas
apenas o que fosse possível em função da limitação da sua visão.
Na sala de aula, Mirco se recusa a aprender o Braile, mas, mesmo assim, seu professor o
trata com compreensão. Quando ele pede um trabalho sobre a primavera para os alunos,
Mirco decide fazer o seu de uma forma diferente.
Casualmente encontra um gravador e põe-se fazer efeitos sonoros, até ser descoberto pelo
diretor, que toma o gravador e o repreende. O professor escuta o trabalho de Mirco e se
encanta com o seu talento. O menino se isola, mas seu professor, sem que o diretor
soubesse, lhe dá outro gravador, condicionando a isso à aprendizagem do Braile. Mirco
aceita e, junto com uma amiga, iniciam a gravação de uma história com efeitos sonoros
incríveis. O desejo dele é apresentar essa peça no final do ano. No decorrer da gravação,
percebem que precisam da ajuda dos demais meninos, alunos da escola; eles aceitam
participar e o grupo vai crescendo. Quando a história está quase no final, são pegos pelo
diretor, que sem nenhuma consideração, apreende o gravador e expulsa Mirco da escola.
Seus amigos iniciam uma campanha para que ele não seja expulso e conseguem a façanha,
porque um grupo de ativistas, liderado por um ex-aluno faz passeatas pela cidade, chegando
a denúncia até o prefeito, que exige explicações. O diretor vê-se obrigado a aceitar o garoto
de volta, e o professor apoia todo o trabalho dos alunos, culminando numa linda
apresentação de final de ano.