Você está na página 1de 45
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1

Saiba como montar Pet shop

pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica Saiba como montar Pet shop data da atualização: 01/08/2008 1
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

Ficha Técnica

2008 SEBRAE/MG Nenhuma parte ou todo desta publicação poderá ser reproduzido – em qualquer meio ou forma, seja mecânico ou eletrônico, fotocópia, gravação etc. – nem apropriado ou estocado em sistema de banco de dados, sem prévia autorização, por escrito, do SEBRAE/MG.

SEBRAE/MG

Roberto Simões Presidente do Conselho Deliberativo

Afonso Maria Rocha Diretor Superintendente

Luiz Márcio Haddad Pereira Santos Diretor Técnico

Matheus Cotta de Carvalho Diretor de Operações

Unidade de Informação e Documentação SEBRAE/ MG

Maria Inês Gonçalves Gerente

Valéria Marinho

Coordenação

EquipeTécnica Wellington Damasceno de Lima Viviane Soares da Costa Sônia Rodrigues Pereira Gomes

Estagiários Henrique de Almeida Carvalho Virgínia Oliveira Longuinho

Consultoria Jurídica Almeida e Almeida Advogados Associados Fernandes Advogados Associados

Revisão

Cláudia LealViana

Diagramação Dornelas Comunicação

Apresentação Quer abrir um negócio e não sabe como? Ponto de Partida: aqui começa o
Apresentação Quer abrir um negócio e não sabe como? Ponto de Partida: aqui começa o
Apresentação Quer abrir um negócio e não sabe como? Ponto de Partida: aqui começa o

Apresentação

Quer abrir um negócio e não sabe como? Ponto de Partida: aqui começa o sucesso.

O Ponto de Partida é um produto do Serviço de Resposta Técnica do Sebrae Minas. Ele reúne

informações essenciais sobre os vários aspectos da abertura de um negócio, que devem ser

observados pelo empreendedor.

Perguntas do tipo “como montar uma fábrica de aguardente?”,“como montar uma escola infantil?”, “como iniciar uma criação de escargot?” são respondidas pelo Ponto de Partida, que contempla questões relativas a registro, legislação, tributação, implantação, normas técnicas, matérias-primas, máquinas e equipamentos e outros esclarecimentos.

O Ponto de Partida também orienta sobre a elaboração do Plano de Negócio, instrumento que

oferecerá uma visão antecipada de ações e resultados do empreendimento, através da apuração

de

dados relativos a valores de investimento inicial e de impostos, custos fixos e variáveis, pesqui-

sa

de mercado e outros.

A

equipe de profissionais que elabora o Ponto de Partida tem a preocupação de manter as in-

formações sempre atualizadas, através de consultas em diversas fontes: bibliotecas, institutos de pesquisa, consultores especializados, Internet, associações e sindicatos.

O Sebrae Minas dispõe de programas que orientam e capacitam os empreendedores/empresários

no desenvolvimento de seus negócios. Para mais informações, visite um dos Pontos de Atendi- mento, acesse www.sebraeminas.com.br ou ligue 0800 570 0800.

Sumário Perfil empreendedor 5 Mercado 6 Legislação específica 9 Lei geral das micro e pequenas
Sumário Perfil empreendedor 5 Mercado 6 Legislação específica 9 Lei geral das micro e pequenas
Sumário Perfil empreendedor 5 Mercado 6 Legislação específica 9 Lei geral das micro e pequenas

Sumário

Perfil empreendedor

5

Mercado

6

Legislação específica

9

Lei geral das micro e pequenas empresas

14

Conceituação legal

14

Exclusão

14

Vantagens asseguradas

14

1- Licitações públicas

14

2- Área trabalhista

15

3- Juizados especiais cíveis

15

4- Linhas de crédito

15

5- Atos societários

15

6- Tributação

16

Super Simples

16

Passo a passo para registro

20

Marcas e patentes

25

Implantação

26

Finanças

28

Plano de negócio

34

Endereços úteis

36

Sugestões de leitura

37

Sugestão de Vídeo

38

Cursos e eventos

39

Fontes consultadas

40

Fornecedores

41

Perfil Empreendedor Conheça as principais características de empreendedores de sucesso. V ocê não vê a
Perfil Empreendedor Conheça as principais características de empreendedores de sucesso. V ocê não vê a
Perfil Empreendedor Conheça as principais características de empreendedores de sucesso. V ocê não vê a

Perfil Empreendedor

Conheça as principais características de empreendedores de sucesso.

V ocê não vê a hora de se tornar dono do seu nariz e fazer parte da lista dos

empreendedores que dão certo? Saiba que, para começar um negócio próprio, é funda- mental ter o perfil empreendedor. Então, confira se você se encaixa nas característi- cas abaixo descritas.

Capacidade de assumir riscos: não ter medo de desafios, arriscar conscientemente. Calcular detalhadamente as chances do em- preendimento ser bem-sucedido.

Senso de oportunidade: enxergar oportu- nidades onde os outros só vêem ameaças. Prestar atenção nos "furos" que outros em- presários não viram e nos quais você pode atuar de forma eficaz, rápida e lucrativa.

Conhecimento do ramo: conhecer bem o ramo empresarial escolhido ou, melhor ainda, trabalhar no setor.

Organização: ter senso de organização e compreender que os resultados positivos só aparecem com a aplicação dos recursos disponíveis de forma lógica, racional e fun- cional. Definir metas, executar as ações de acordo com o planejamento e corrigir os erros rapidamente.

Iniciativa e garra: gostar de inovações. Não es- perar pelos outros (parentes, sócios, governo, etc.). Apresentar propostas sem se intimidar.

Liderança: ter capacidade de influenciar pesso- as, conduzindo-as em direção às suas idéias ou soluções de problemas. Ter habilidade para de- finir tarefas, orientar, delegar responsabilidades, valorizar o empregado, formar uma cultura na empresa para alcançar seus objetivos. Ser alguém em quem todos confiam.

Manter-se atualizado: buscar sempre novas informações e aprender tudo o que for relacio- nado com o seu negócio (clientes, fornecedores, parceiros, concorrentes, colaboradores, etc.).

Ser otimista e saber motivar-se.

Nem sempre uma pessoa reúne todas as carac- terísticas que marcam a personalidade de um empreendedor de sucesso. No entanto, se você se identificou com a maioria delas, terá grandes chances de se dar bem. Mas, se descobriu pouca afinidade com sua vida profissional, reflita sobre o assunto e procure desenvolver-se. Busque in- formações em centros tecnológicos, cursos, li- vros e revistas especializadas ou junto a pessoas que atuam na área.

Mercado Saiba quais são os aspectos de mercado que precisam ser observados antes da abertura
Mercado Saiba quais são os aspectos de mercado que precisam ser observados antes da abertura
Mercado Saiba quais são os aspectos de mercado que precisam ser observados antes da abertura

Mercado

Saiba quais são os aspectos de mercado que precisam ser observados antes da abertura da empresa.

O desejo de abrir uma empresa e a esco- lha do tipo de atividade são apenas o

começo de um longo processo, antes de se lançar no mercado como empresário. Você precisa saber quais são as oportunidades e quais são os riscos que a atividade escolhida oferece. Um estudo do mercado responderá essas indagações.

Sem uma pesquisa de mercado, o empresário corre o risco de ser derrubado pela concorrência ou de não atender às necessidades dos clientes.

O próprio empreendedor pode realizar a

pesquisa de mercado através da elaboração e aplicação de questionários. Para mais informa- ções, recomenda-se que o empreendedor leia

publicações específicas ou busque o auxílio de consultores das áreas de estatística, pesquisa mercadológica ou empresas especializadas.

O mercado consumidor

O mercado consumidor representa o con-

junto de consumidores (homens, mulheres, adultos ou crianças, empresas públicas ou privadas), que demandam (necessitam ou po- dem vir a procurar/comprar) um determinado tipo de produto ou serviço que sua empresa oferece. Ou seja, ele é a fonte de receita da empresa. Portanto, sem mercado consumi- dor não haverá negócio. Daí a necessidade de identificá-lo, o que pode ser feito através da pesquisa de mercado.

Para garantir que o cliente escolha a sua em- presa, é preciso conhecê-lo bem e saber exa- tamente o que ele quer. Oferecer ao cliente o produto que ele deseja será o melhor meio de garantir que as vendas aumentem e sua em- presa continue crescendo.

Se você já tem idéia da atividade e do ramo específico aos quais pretende se dedicar, pre- cisa agora descobrir seu mercado consumidor, pois nem todas as pessoas ou empresas são seus clientes potenciais (aqueles que podem comprar os produtos que você vende).

Mesmo que sua empresa tenha vários tipos de consumidores, haverá sempre um grupo em destaque. Para obter as informações que irão ajudá-lo a enxergar mais claramente o seu mercado consumidor, procure responder as seguintes perguntas:

• Qual será o principal produto que a sua empresa venderá?

• Quem são os seus clientes?

Para conhecer melhor as características do consumidor, procure identificar e listar as se- guintes informações sobre ele:

• Qual é o sexo dele?

• Qual é a idade dele?

• Em que bairro ele mora?

• Quantas pessoas compõem a família dele?

• Qual é a posição dele na família (pai, mãe, filho etc.)?

pet shop > mercado
pet shop > mercado
pet shop > mercado

pet shop > mercado

• Ele trabalha? Em que bairro?

• Qual é, aproximadamente, a renda média mensal dele?

• Ele estuda? Em que bairro?

• Qual é o nível de escolaridade dele?

• O que ele mais gosta de fazer?

• Ele possui televisão?

• Ele lê algum jornal? Qual?

• Ele assina alguma revista? Qual?

• O que ele faz nas horas vagas?

• Por que este cliente compra ou compra- ria os produtos/serviços da sua empresa?

• Onde mais os clientes costumam com- prar este tipo de produto ou serviço?

• Como o cliente avalia o preço e as for- mas de pagamento da empresa?

• Como ele avalia a qualidade do produto da empresa? E o prazo de entrega?

• Como ele avalia a qualidade do atendimento?

• Quais são os pontos que, na opinião do clien- te, poderiam ser melhorados na empresa?

O mercado concorrente

Procure descobrir empresas ou pessoas que ofereçam produtos ou serviços idênticos ou semelhantes aos seus e que concorram direta ou indiretamente com o seu negócio. Pode-se aprender muito com o levantamento destas informações e com a análise dos acertos e/ou erros dos concorrentes.

Estabeleça prioridades, planeje como obter estas informações e organizá-las, para que seja possível a análise dos seguintes pontos:

Quem são os concorrentes?

• Quantos são?

• Onde estão localizados?

• Como trabalham? (preço e prazos)

• Como é realizado o atendimento?

• Adotam políticas de pós-venda?

• Como é a qualidade dos produtos e ser- viços oferecidos?

• Quais são as garantias oferecidas?

• Quanto tempo está no mercado?

Qual é a posição competitiva dos concorrentes?

• Quais são os pontos fortes e os pon- tos fracos em relação à sua empresa?

• Qual é a capacidade de conseguir melho- res preços junto aos fornecedores em função do volume de compras?

Após o levantamento de seus principais concorrentes, compare as características destes e pense nos atributos que serão oferecidos pela sua empresa. A concor- rência pode ser estimulante, ao invés de ameaçadora, se devidamente pesquisada e analisada. Isto significa que, além de estar sintonizado com a realidade da empresa, você terá conhecimento da viabilidade fu- tura do negócio.

Fornecedores

Lembre-se, também, que os fornecedores são importantíssimos e precisam ser encara- dos como parceiros do negócio. Por isso, não deixe de levantar as seguintes informações:

• Quais são os produtos/serviços necessá- rios para o funcionamento de sua empresa?

pet shop > mercado
pet shop > mercado
pet shop > mercado

pet shop > mercado

• Quem são os principais fornecedores de produtos e/ou serviços para sua empresa?

• Como trabalham seus fornecedores? (pre- ços, prazos praticados, condições de paga- mento, pontualidade na entrega do produto, qualidade, garantia oferecida, relacionamen- to, localização, facilidade de acesso).

• Além destes fornecedores, você conhece outros, que poderão lhe atender?

Depois de identificados os itens acima, faça um quadro comparativo das características dos fornecedores. Este quadro será útil para a escolha de fornecedores que estejam mais alinhados à proposta de sua futura empresa.

Legislação Específica Conheça as leis que regulamentam o negócio que você pretende montar. Considerações inicias:
Legislação Específica Conheça as leis que regulamentam o negócio que você pretende montar. Considerações inicias:
Legislação Específica Conheça as leis que regulamentam o negócio que você pretende montar. Considerações inicias:

Legislação Específica

Conheça as leis que regulamentam o negócio que você pretende montar.

Considerações inicias:

A atividade de pet shop está sujeita à legislação es-

pecífica que regulamenta a fiscalização dos produ-

tos de uso veterinário. Neste sentido, o Decreto

Federal nº 5.053/04 dispõe que todo estabeleci- mento que fabrique, manipule, fracione, envase, rotule, controle a qualidade, comercie, armazene,

distribua, importe ou exporte produtos de uso veterinário para si ou para terceiros deve, obri- gatoriamente, estar registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para efei-

to de licenciamento, assim como o produto, que

deverá ser registrado no mesmo órgão.

O empreendimento poderá estar sujeito à

responsabilidade técnica a cargo de médico veterinário devidamente habilitado no Conse- lho Regional de Medicina Veterinária.

É de suma importância que o empreendedor

atente-se à legislação ambiental, visto que o

seu descumprimento acarreta diversas san- ções, inclusive de natureza penal.

Produtos de uso veterinário:

O O pet shop que comercializa produtos de

uso veterinário está sujeito à fiscalização e re- gistro perante o Ministério da Agricultura.

O licenciamento para funcionamento deverá

ser renovado anualmente, devendo a firma

proprietária requerer a renovação até sessen-

ta dias antes do seu vencimento.

Dessa forma, o estabelecimento que apenas comercialize, armazene, distribua, importe ou

exporte produtos de uso veterinário deverá cumprir as normas de higiene e segurança do trabalho, e atender aos seguintes requisitos:

I

-

possuir locais fisicamente separados das dependências residenciais ou outras, incompatíveis com a finalidade específica do estabelecimento;

II

- contar com dependências adequadas para a correta conservação dos produ- tos, com ambientes secos e ventilados, construídas com material que os pro- tejam de temperaturas incompatíveis, e assegurem condições de limpeza e desinfecção; e

III

- quando trabalhar com produtos que exijam refrigeração, deverá dispor de equipamento para registro das variações de temperatura.

Quanto à obrigatoriedade de prescrição de médico veterinário, a comercialização ou ex- posição à venda de produto obedecerá aos seguintes requisitos:

I

- receita veterinária oficial arquivada;

II

- receita veterinária arquivada;

III

- receita veterinária; ou

IV

- venda livre.

O

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteci-

mento estabelecerá o critério de classificação das substâncias e de produtos sujeitos a cada requisito.

Dentro das disposições do Decreto Federal nº 5.053/04, entende-se por produto de uso veterinário toda substância química, biológica,

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

biotecnológica ou preparação manufaturada

destinada a prevenir, diagnosticar, curar ou tra-

tar doenças dos animais, independentemente

da forma de administração, incluindo os anti-

sépticos, os desinfetantes de uso ambiental, em

equipamentos e em instalações de animais, os

pesticidas e todos os produtos que, utilizados

nos animais ou no seu habitat, protejam, higie-

nizem, embelezem, restaurem ou modifiquem

suas funções orgânicas e fisiológicas.

Fiscalização dos produtos de uso veterinário:

Tratando-se da fiscalização, o serviço oficial

efetuará a colheita de amostras de matérias-

primas ou produtos acabados no referido

estabelecimento, para fins de análise de fis-

calização que será realizada pela rede de labo-

ratórios do Ministério da Agricultura, Pecuá-

ria e Abastecimento.

Os critérios para colheita de amostras e

análise de fiscalização serão regulamenta-

dos por norma específica do Ministério da

Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em

conformidade com a natureza e caracterís-

tica de cada produto.

Possibilidade de comercialização:

O produto só poderá ser comercializado ou

exposto à venda, quando:

I - registrado;

II - acondicionado em embalagem original de

fabricação, intacta, sem violação, rompi-

mento ou corrosão;

III - mantido em temperatura adequada para

a sua conservação;

IV - estiver dentro do prazo de sua validade;

V - apresentar rotulagem de acordo com

texto aprovado, sem rasuras, emendas

ou danificada;

VI - mantidas suas características físico-químicas;

VII - estiver com o número de bulas corres-

pondente ao número de unidades do

produto; e

VIII - cumprir, quando existir na rotulagem

do produto, a exigência de prescrição do

médico veterinário para uso do produto.

O produto farmoquímico, ingrediente ativo ou

produto técnico a ser utilizado na fabricação de

produto só poderão ser comercializados para

estabelecimento fabricante registrado no Minis-

tério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Responsabilidade técnica:

O objeto do negócio encontra afinidade com

atividades desempenhadas pelo médico-vete- rinário, conforme descrito na Lei Federal nº

5.517/68.

Dispõe a Lei nº 5.517/68, em seus artigos 5º e

6º, que são da competência do médico-veteri-

nário as seguintes atividades e funções:

a) a prática da clínica em todas as suas mo- dalidades;

b) a direção dos hospitais para animais;

c) a assistência técnica e sanitária aos ani- mais sob qualquer forma;

d) o planejamento e a execução da defesa

sanitária animal;

e) a direção técnica sanitária dos estabeleci-

mentos industriais e, sempre que possível,

dos comerciais ou de finalidades recre-

ativas, desportivas ou de proteção, nos

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

quais estejam animais ou produtos de sua origem, permanentemente, em exposição, em serviço ou para qualquer outro fim;

f) a inspeção e a fiscalização sob os as- pectos sanitário, higiênico e tecnológico dos matadouros, frigoríficos, fábricas de conservas de carne e de pescado, fábri- cas de banha e de gorduras em que se empregam produtos de origem animal,

usinas e fábricas de lacticínios, entrepos- tos de carne, leite peixe, ovos, mel, cera

e demais derivados da indústria pecuária e, de um modo geral, quando possível, de todos os produtos de origem animal nos locais de produção, manipulação, armazenagem e comercialização;

g) a peritagem sobre animais, identificação, defeitos, vícios, doenças, acidentes e exa- mes técnicos em questões judiciais;

h) as perícias, os exames e as pesquisas reve- ladores de fraudes ou de operação dolosa nos animais inscritos em competições desportivas ou exposições pecuárias;

i) o ensino, a direção, o controle e a

orientação dos serviços de inseminação

artificial;

j) a regência de cadeiras ou disciplinas es- pecificamente médico-veterinárias, bem como a direção das respectivas seções

e laboratórios;

k) a direção e a fiscalização do ensino da medicina veterinária, bem como do ensi- no agrícola médio, nos estabelecimentos em que a natureza dos trabalhos tenha por objetivo exclusivo a indústria animal;

l) a organização de congressos, comissões, seminários e outros tipos de reuniões, desti- nados ao estudo da medicina veterinária,

bem como a assessoria técnica do Ministé-

rio das Relações Exteriores, no País e no es-

trangeiro, no que diz respeito a problemas

relativos à produção e à indústria animal;

m) as pesquisas, o planejamento, a direção

técnica, o fomento, a orientação e a exe-

cução dos trabalhos de qualquer natureza,

relativos à produção animal e às indústrias

derivadas, inclusive as de caça e pesca;

n) o estudo e a aplicação de medidas de

saúde pública, no tocante às doenças de

animais transmissíveis ao homem;

o)

a avaliação e a peritagem relativas aos

animais, para fins administrativos de cré-

dito e de seguro;

p)

a padronização e a classificação dos pro-

dutos de origem animal;

q)

a responsabilidade pelas fórmulas e pela

preparação de rações para animais, bem

como a sua fiscalização;

r)

a participação nos exames dos animais para efeito de inscrição nas sociedades de registros genealógicos;

s)

os exames periciais tecnológicos e sanitá- rios dos subprodutos da indústria animal;

t)

as pesquisas e os trabalhos ligados à bio- logia geral, à zoologia, à zootecnia, bem como à bromatologia animal em especial;

u)

a defesa da fauna, especialmente o con- trole da exploração das espécies animais

silvestres, bem como dos seus produtos;

v)

os estudos e a organização de trabalhos

sobre economia e estatística, ligados

à

profissão;

x)

a organização da educação rural relativa

à pecuária.

Diante disso, é recomendável consultar o

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), a fim de se obter informações de- talhadas sobre eventual exigência de respon- sabilidade técnica para execução da atividade de Pet Shop.

Ao CRMV incumbe a fiscalização do exercício da profissão de médico-veterinário, bem como das empresas que exploram atividades ligadas

à respectiva profissão, orientando, supervisio- nando e disciplinando os procedimentos.

As normas que regulamentam as atividades sob fiscalização do CRMV são produzidas pela própria entidade e estão sujeitas a alterações, pelo que o referido Conselho há de ser con- sultado para prestar informações detalhadas sobre responsabilidade técnica e atividades autorizadas para exploração na Pet Shop.

Legislação ambiental:

Recomenda-se observar estritamente a le- gislação ambiental referente a tratamento, guarda, exposição e venda de animais, princi- palmente quando de natureza silvestre. A Lei Federal nº 9.605/98 define e conceitua os ani- mais silvestres e configura crimes ambientais, estipulando sanções penais.

São espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias

e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres,

que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro ou em águas jurisdicionais brasilei- ras (artigo 29,§ 3°, Lei nº 9.605/98).

Entre os principais crimes ambientais e suas sanções respectivas, vale destacar aqueles dis- postos no capítulo V da Lei nº 9.605/98.

São crimes contra a fauna (seção I):

a) Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar

espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, li- cença ou autorização da autoridade compe- tente, ou em desacordo com a obtida (artigo 29). Pelo referido crime a lei comina pena de detenção, de seis meses a um ano, e multa, incorrendo nas mesmas penas:

I - quem impede a procriação da fauna, sem licença, autorização ou em desacordo com

a obtida;

II - quem modifica, danifica ou destrói ninho, abrigo ou criadouro natural;

III - quem vende, expõe à venda, exporta ou

adquire, guarda, tem em cativeiro ou depósi- to, utiliza ou transporta ovos, larvas ou espé- cimes da fauna silvestre, nativa ou em rota mi- gratória, bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não au- torizados ou sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

A pena é aumentada de metade, se o crime é

praticado (§ 4º):

I - contra espécie rara ou considerada amea- çada de extinção, ainda que somente no local da infração;

II - em período proibido à caça;

III - durante a noite;

IV - com abuso de licença;

V - em unidade de conservação;

VI - com emprego de métodos ou instru- mentos capazes de provocar destruição em massa.

A pena é aumentada até o triplo, se o crime de-

corre do exercício de caça profissional (§ 5º).

b) Praticar ato de abuso, maus-tratos, fe-

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

rir

ou mutilar animais silvestres, domésticos

cais e junto ao contador ou contabilista res-

ou

domesticados, nativos ou exóticos (Artigo

ponsável pela escrita fiscal da empresa.

32). A lei prevê para o crime acima pena de detenção, de três meses a um ano, e multa, in- correndo nas mesmas penas quem realiza ex- periência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Dúvidas inerentes ao licenciamento para co- mercializar, guardar ou tratar de animais sil- vestres devem ser solucionadas mediante consulta direta ao Ibama.

Conclusão:

O empreendimento poderá estar sujeito à

responsabilidade técnica a cargo de médico veterinário devidamente habilitado no respec- tivo Conselho de Classe.

É indispensável que o empreendedor esteja ciente da legislação ambienta.

A legislação brasileira está sujeita a alterações

constantes. É necessário e indispensável que o empreendedor solicite às autoridades fiscais in- formações atualizadas sobre exigências e requi- sitos legais, para a regularização da pessoa jurí- dica e a exploração da atividade econômica.

As instruções recebidas sobre legislação de-

vem ser confirmadas junto às autoridades fis-

Fundamentação legal:

a)

Lei Federal nº 5.517, de 23 de outubro de 1968 - Dispõe sobre o exercício da profissão de médico-veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medi- cina Veterinária;

b)

Lei Federal nº 6.839, de 30 de outubro de 1980 - Dispõe sobre o registro de empresas nas entidades fiscalizadoras do exercício da profissão;

c)

Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de

1998

- Dispõe sobre as sanções penais e

administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências.

e)

Decreto Federal nº 5.053, de 22 de abril de 2004 - Aprova o Regulamento de Fis- calização de Produtos de Uso Veterinário e dos Estabelecimentos que os Fabriquem ou Comerciem, e dá outras providências.

f)

Decreto-Lei nº 467, de 13 de fevereiro de

1969 - Dispõe sobre os produtos de uso

veterinário, os estabelecimentos que os fabriquem e dá outras providências.

Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Entenda os benefícios assegurados aos pequenos empreendimentos no
Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Entenda os benefícios assegurados aos pequenos empreendimentos no
Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Entenda os benefícios assegurados aos pequenos empreendimentos no

Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Entenda os benefícios assegurados aos pequenos empreendimentos no Brasil.

A s microempresas e as empresas de pe- queno porte recebem tratamento jurídi-

co diferenciado e favorecido no Brasil, assegu-

rado pela Constituição da República, no artigo 179. A finalidade é incentivar a atuação de pe- quenos empreendedores, através da simplifi- cação de obrigações administrativas, tributá- rias, previdenciárias e creditícias e de outros benefícios de inclusão sócio-econômica.

Conceituação legal

O Estatuto definiu a conceituação legal para as

microempresas e para as empresas de peque- no porte, que se manteve vinculada à receita bruta realizada, como na legislação anterior.

Microempresas

São as sociedades empresárias, as sociedades simples e o empresário individual, cuja receita bruta anual não ultrapassa R$ 240.000,00.

Empresas de Pequeno Porte

São as mesmas entidades (sociedades em- presárias, sociedades simples e empresá- rio individual), cuja receita brutal anual é maior que R$ 240.000,00 e não ultrapassa R$ 2.400.000,00.

Exclusão

Algumas empresas estão excluídas do re- gime diferenciado e favorecido previsto no Estatuto das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Lei Geral das Microem-

presas), mesmo que a receita bruta anual realizada esteja dentro dos limites estabele-

cidos na lei. Para mais informações, consulte

o seu contabilista.

Vantagens asseguradas

O

Estatuto das Microempresas e das Empre-

sas

de Pequeno Porte criou o Comitê Gestor

de

Tributação e o Fórum Permanente para o

setor. Os dois cuidam das questões relaciona-

das ao tratamento diferenciado e favorecido que a Constituição Federal assegura aos pe- quenos negócios e que lhes permite a manu-

tenção das conquistas, os avanços contínuos e

o crescimento progressivo.

1 - Licitações públicas

Nas licitações públicas, a comprovação de regularidade fiscal das microempresas e em- presas de pequeno porte somente será exi-

gida para efeito de assinatura do contrato.

A documentação deverá ser apresentada

mesmo quando registrar alguma restrição, hi- pótese em que será assegurado o prazo de 2 (dois) dias úteis para sua regularização, con- tados sempre após a declaração de que o pequeno empreendedor, com restrições, foi declarado vencedor.

Ainda nas licitações, como critério de desempa-

te, será assegurada a preferência de contratação

para as microempresas e empresas de pequeno porte. O Estatuto define que serão dadas como empate situações em que as propostas apresen- tadas pelos pequenos empreendedores sejam

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

iguais ou até 10% (dez porcento) superiores à proposta mais bem classificada; exceto na mo- dalidade de pregão, cuja diferença será até 5% (cinco porcento) superior ao melhor preço.

2 - Área trabalhista

As microempresas serão estimuladas pelo Po- der Público e pelos serviços sociais autônomos a formar consórcios para acesso a serviços espe- cializados em segurança e medicina do trabalho.

Tanto as microempresas quanto as empresas de pequeno porte são dispensadas:

a)

da afixação de Quadro de Trabalho em suas dependências;

b)

da anotação das férias dos empregados nos respectivos livros ou fichas de registro;

c)

de empregar e matricular seus aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem;

d)

da posse do livro intitulado “Inspeção do Trabalho”; e

e)

de comunicar ao Ministério do Trabalho e Emprego a concessão de férias coletivas.

Na Justiça do Trabalho, o pequeno empreende- dor poderá se fazer substituir ou representar por terceiros que conheçam os fatos, ainda que não tenham com eles vínculo trabalhista ou societário.

3 - Juizados Especiais Cíveis

As microempresas e as empresas de pequeno porte poderão ingressar com Ações Judiciais em defesa de seus interesses, na qualidade de autoras e proponentes, junto aos Juizados Especiais Cíveis, popularmente conhecidos como Juizados de Pequenas Causas.

4 - Linhas de crédito

As microempresas e empresas de peque- no porte serão beneficiadas com medidas

propostas pelo Poder Executivo Federal, sem- pre que necessário, objetivando melhorar seu acesso aos mercados de crédito e de capitais.

Os bancos comerciais públicos, os bancos

múltiplos públicos com carteira comercial e a Caixa Econômica Federal manterão linhas

de crédito específicas para os pequenos negó-

cios. As instituições financeiras mencionadas

também deverão se articular com as respec-

tivas entidades de apoio e representação das microempresas e empresas de pequeno por-

te, no sentido de proporcionar e desenvolver

programas de treinamento, desenvolvimento gerencial e capacitação tecnológica.

O Ministério da Fazenda poderá autorizar a

redução a zero da alíquota do IPI, da Cofins e

da Contribuição para o PIS/Pasep, incidentes na

aquisição de equipamentos, máquinas, aparelhos, instrumentos, acessórios sobressalentes e fer- ramentas que os acompanhem, adquiridos por microempresas ou empresas de pequeno porte que atuem no setor de inovação tecnológica.

5 - Atos societários

As microempresas e as empresas de pequeno

porte são desobrigadas da realização de reu- niões e assembléias em quaisquer das situa-

ções previstas na legislação civil, as quais serão substituídas por deliberação representativa do primeiro número inteiro superior à metade do capital social, salvo disposição contratual em contrário, ou nas hipóteses de justa causa que enseje a exclusão de sócio, bem como no caso

de um ou mais sócios colocarem em risco a

continuidade da empresa em virtude de atos

de inegável gravidade. Também estão dispensa-

das da publicação de qualquer ato societário.

Na formação do nome empresarial, os pequenos

empreendimentos acrescentarão à sua firma ou

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

denominação as expressões “Microempresa”

ou “Empresa de Pequeno Porte”, ou suas res-

pectivas abreviações, “ME” ou “EPP”, conforme

o

caso, sendo facultativa a inclusão do objeto

da

sociedade.

6

- Tributação

O

capítulo IV da Lei Geral trata dos benefícios

tributários, a partir do artigo 12. É instituí- do o Super Simples, que garante redução da carga tributária e simplificação na apuração e

no recolhimento de tributos e contribuições,

abrangendo obrigações principais e acessó- rias, nos âmbitos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Mu-

nicípios. Para ter direito a esses benefícios,

os pequenos empreendedores estão sujeitos

a regras específicas, que não podem ser con-

fundidas com outras normas de sentido amplo

estipuladas para as microempresas e empre- sas de pequeno porte.

Super Simples

1 - Definição

Super Simples é o nome utilizado popular- mente para o Simples Nacional. Ambos são sinônimos e podem ser igualmente utilizados

para identificar o Regime Especial Unificado

de Arrecadação de Tributos e Contribuições

devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

O Super Simples não é um imposto único.

Trata-se de um regime especial de tributa- ção, instituído pela Lei Geral, que implica no recolhimento mensal, através de documen-

to único de arrecadação, de vários impostos

e contribuições.

2 - Opção pelo Super Simples

A Lei Geral permite ao empreendedor fa-

zer o enquadramento do negócio no regime de microempresa e empresa de pequeno porte, optando pelo Super Simples e, si- multaneamente, usufruindo das vantagens asseguradas aos pequenos negócios nos cam- pos tributário, trabalhista, previdenciário, creditício, de compras públicas, tecnoló- gico, associativista e outros de inclusão sócio-econômica.

Por outro lado, é possível ao empreende-

dor não optar pelo Super Simples, afastando

as vantagens da Lei Geral no campo tribu-

tário, mas se enquadrar no regime especial de microempresa e empresa de pequeno porte e usufruir das vantagens previstas nos demais campos - trabalhista, previdenciá- rio, creditício, de compras públicas, tecno- lógico, associativista e outros de inclusão sócio-econômica.

3 - Critérios para enquadramento no Super Simples

Os requisitos para o enquadramento do empreendimento no regime especial de mi- croempresa e empresa de pequeno porte estão previstos no artigo 3º da Lei Geral, que estabelece que a receita bruta anual do empreendimento não pode ser superior a R$ 2.400.000,00.

Alguns empreendimentos estão expressamente excluídos do regime especial de microem- presa e empresa de pequeno porte, mesmo que a receita bruta anual não ultrapasse o limite legal de R$2.400.000,00. As empresas expressamente excluídas do regime especial de micro empresa e empresa de pequeno porte estão listadas Lei Geral. Para mais es-

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

clarecimentos consulte um contabilista ou acesse o site:

http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/

LeisComplementares/2006/leicp123.htm.

4 - Abrangência do Super Simples

Estão incluídos no documento único de arrecadação – Super Simples, com re- colhimento mensal, os seguintes impostos e contribuições:

a)

Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ;

b)

Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;

c)

Contribuição Social sobre

o

Lucro Líquido - CSLL;

d)

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS;

e)

Contribuição para o PIS/Pasep;

f)

Contribuição para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei n° 8.212, de 24 de julho de 1991, exceto no caso da microempresa

e

da empresa de pequeno porte que se

dediquem às atividades de prestação de serviços expressamente excluídas;

g)

Imposto sobre Operações Relativas

à

Circulação de Mercadorias e Sobre

Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Co- municação - ICMS;

h)

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.

5 - Tributos e contribuições não abrangidos pelo Super Simples

O recolhimento do Super Simples, ou Simples Nacional, não exclui a incidência dos seguintes

impostos e contribuições, que são recolhidos em guias próprias:

a) Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF;

b) Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros - II;

c) Imposto sobre a Exportação, para

o Exterior, de Produtos Nacionais ou Nacionalizados - IE;

d) Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - IPTR;

e) Imposto de Renda, relativo aos rendi- mentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável;

f) Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente;

g) Contribuição Provisória sobre Movimen- tação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Finan- ceira - CPMF;

h) Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS;

i) Contribuição para manutenção da Segu- ridade Social, relativa ao trabalhador;

j) Contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na quali- dade de contribuinte individual;

k) Imposto de Renda relativo aos pagamen- tos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica a pessoas físicas;

l) Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins

e

IPI incidentes na importação de bens

e

serviços;

m) ICMS devido:

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

m.1) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária;

m.2) por terceiro, a que o contribuinte se ache obrigado, por força da legislação estadual ou distrital vigente;

m.3) na entrada, no território do Estado ou do Distrito Federal, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, bem como energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou industrialização;

m.4) por ocasião do desembaraço aduaneiro;

m.5) na aquisição ou manutenção em esto- que de mercadoria desacobertada de documento fiscal;

m.6) na operação ou prestação desacoberta- da de documento fiscal;

m.7) nas operações com mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimen- to do imposto, bem como do valor rela- tivo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, nas aquisições em outros Estados e Distrito Federal, nos termos da legislação estadual ou distrital;

n) ISS devido:

n.1) em relação aos serviços sujeitos à subs- tituição tributária ou retenção na fonte;

n.2) na importação de serviços;

o) demais tributos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, não relacionados acima e não discriminados entre aqueles abrangidos pelo Super Simples.

Os impostos e contribuições acima relaciona- dos são devidos pelas empresas optantes pelo

Super Simples, na qualidade de contribuintes ou responsáveis.

Empresas não optantes pelo Super Simples devem observar a legislação específica apli- cável a elas.

6 - Prazos para opção pelo Super Simples

Podem optar pelo Super Simples empresas em constituição e empresas já constituídas.

Para as empresas em constituição, os efeitos da opção pelo Super Simples são imediatos,

a partir da data de constituição.

Empresas já constituídas, que façam a opção pelo Super Simples, gozarão dos efeitos e benefícios do regime somente a partir do 1º dia do ano-calendário seguinte ao da opção, salvo nos casos em que a opção for efetiva- da até o último dia útil do mês de janeiro, com efeitos retroativos ao dia 1º do mesmo ano-calendário.

A empresa já constituída que era optante pelo

Simples Federal e optou pelo Super Simples também terá os efeitos e benefícios do novo regime retroativos a 1° de julho de 2007.

7 - Tabelas de alíquotas do Super Simples

Os anexos constantes da Lei Geral trazem as alíquotas que variam de acordo com as ativi- dades sociais desenvolvidas e a receita bruta da empresa em um período de 12 (doze) me- ses anteriores à apuração.

Para maiores esclarecimentos aconselha-se a consulta a um contabilista ou o acesso aos ane- xos constantes na Lei Geral, disponível no site:

http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/

LeisComplementares/2006/leicp123.htm.

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas
pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

pet shop > lei geral das micro e pequenas empresas

8 - Atividades impeditivas ao Super Simples

O

CGSN instituiu, através da Resolu-

ção

n.º. 6, de 18 de junho de 2007, o Ane-

xo

I, que relaciona as atividades impe-

ditivas à opção pelo Super Simples, em conformidade com o código previsto na Clas- sificação Nacional de Atividades Econômicas

– CNAE. Para consultar a relação de ativida-

des sugere-se consulta a um contabilista ou

acesse o site:

http://www8.receita.fazenda.gov.br/

simplesnacional/legislacao/resolucoes2007/cgsn/

cgsn006_anexo1.asp.

9 - Atividades concomitantemente impeditivas e permitidas ao Super Simples

Na mesma Resolução n.º. 6/2007 do CGSN, foi instituído o Anexo II, que re- laciona os códigos previstos na CNAE, in- cluindo atividades impeditivas e permitidas ao Super Simples. Ou seja, as empresas que exercem atividade econômica previs- ta no Anexo II podem optar pelo Super Simples, desde que declarem que exer- cem tão somente atividades permitidas ao Simples Nacional.

Para mais esclarecimentos sobre atividades impeditivas e permitidas ao Super Simples sugere-se consulta ao link

http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/

legislacao/resolucoes2007/cgsn/cgsn006_anexo2.asp

ou consulta a um contabilista.

10 - Opção pelo Super Simples não gera crédito de tributos e contribuições

O

artigo 23 da Lei Complementar nº123/2006

e

o artigo 11, da Resolução n.º. 10/2007,

do CGSN, estabelecem que microempre-

sas e empresas de pequeno porte optantes

pelo Super Simples não fazem jus à obten-

ção ou à transferência de créditos de im-

postos ou contribuições abrangidos pelo

Super Simples.

Os documentos fiscais emitidos pelo op-

tante pelo Super Simples devem conter as

seguintes expressões:

a) “documento emitido por ME ou EPP

optante pelo Simples Nacional”;

b) “não gera direito a crédito fiscal de

ICMS, de ISS e de IPI”.

A emissão de documentos fiscais com as ex-

pressões acima é obrigação acessória insti-

tuída para as empresas optantes pelo Super

Simples, em cumprimento à Resolução n.º.

10/2007 do CGSN.

11 - Parcelamento de débitos fiscais

O artigo 79 da Lei Complementar n.º.

123/2006 e a Resolução n.º. 4/2007 do CGSN

estabelecem que, na opção pelo Super Sim-

ples, a microempresa (ME) ou empresa de

pequeno porte (EPE) poderá parcelar em até

120 (cento e vinte) mensalidades sucessivas

os débitos relativos a tributos e contribui-

ções previstos no Super Simples, que sejam

de sua responsabilidade e de seu titular ou

sócio, desde que ocorridos até 31 de maio

de 2007.

Não é permitida a inclusão de débitos

já parcelados e cujas parcelas ainda estão

sendo pagas.

Passo a Passo para Registro Aprenda os caminhos que devem ser percorridos para o registro
Passo a Passo para Registro Aprenda os caminhos que devem ser percorridos para o registro
Passo a Passo para Registro Aprenda os caminhos que devem ser percorridos para o registro

Passo a Passo para Registro

Aprenda os caminhos que devem ser percorridos para o registro da empresa.

Considerações iniciais sobre registro

Para registro e legalização recomendamos que sejam solicitados os serviços de um contador/ contabilista que, além de elaborar os docu- mentos constitutivos da empresa e preen- cher todos os formulários do processo, é o profissional capacitado a prestar consultoria com relação aos aspectos fiscais/tributários e legais na constituição da empresa.

Para contratar um contabilista habilitado, reco- mendamos que sejam solicitadas propostas de prestação de serviços, englobando o valor dos honorários e o “escopo” do serviço a ser pres- tado. Para tanto, consulte as “páginas amarelas da lista telefônica” ou peça às Associações ou Sindicatos de Contabilistas uma relação de profis- sionais que atuam em sua cidade ou região.

O contador é um profissional-chave na ges-

tão empresarial. Por isso, antes de contra- tar, pesquise pelo menos três contadores, certifique-se de que ele é um profissional habilitado junto ao CRC - Conselho Regional

de Contabilidade e de que não existem quei-

xas registradas contra ele. Dê preferência aos profissionais atualizados, que ofereçam, além dos serviços fiscais, um serviço de assessoria contábil. Lembre-se que o preço não é o me- lhor critério para selecionar um serviço.

Um negócio próprio envolve, além de ca- pital para investir, muita disposição para o trabalho, garra e persistência. Essas caracte- rísticas devem estar presentes já na fase de

abertura da empresa, para o cumprimento da

verdadeira maratona imposta pela burocracia.

O empreendedor deve estar preparado

para lidar com diversas siglas, taxas e im- postos em repartições municipais, estaduais e federais, até que o primeiro cliente da nova empresa seja finalmente atendido.

Definição da forma jurídica que reveste o empreendimento

O passo inicial é definir a forma jurídica a

ser adotada para exploração da atividade. O

Código Civil em vigor (Lei nº 10.406, de 11 de janeiro de 2002) trouxe alterações importan-

tes e criou as seguintes opções:

1 - Sociedades que exploram atividade in- telectual, de natureza científica, literária ou artística e as cooperativas são definidas como sociedades simples;

2 - Para o empreendedor que explora qualquer

outra atividade não enquadrada como intelectual

ou

cooperativa, a legislação permite o registro

do

empresário ou a constituição de socie-

dade empresária. O registro do empresário ocorre quando não há constituição de socie-

dade. no caso de constituição de sociedade,

as

opções previstas em lei são:

2.1

- Sociedade limitada;

2.2

- Sociedade anônima;

2.3

- Sociedade em nome coletivo;

2.4

- Sociedade em comandita por ações;

pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro

pet shop > passo a passo para registro

2.5 - Sociedade em comandita simples.

A legislação em vigor, conforme acima men-

cionada, define como sociedade simples aquela pessoa jurídica que explora atividade

intelectual, de natureza científica, literária

ou artística; e as cooperativas.

É importante entender que apenas serviços

intelectuais são explorados por sociedades simples. Serviços não intelectuais, poden- do citar atividade explorada por prestador de serviço de limpeza, portaria e conserva- doras, oficina mecânica e outros tantos, não são explorados por sociedade denominada simples. São também legalmente definidas como sociedades simples as diversas es- pécies de cooperativas.

Em resumo:

1 - São sociedades simples:

a) Aquelas que exploram serviço intelectual (natureza científica, literária ou artística);

b) As cooperativas.

2 - Na exploração de atividades comerciais, industriais, rurais e serviços não intelec- tuais, o empreendimento pode revestir- se das seguintes formas jurídicas:

a) Empresário (não é pessoa jurídica);

b) Sociedade limitada;

c) Sociedade anônima;

d) Sociedade em nome coletivo;

e) Sociedade em comandita por ações;

f) Sociedade em comandita simples.

Pequenos empreendimentos - formas jurídicas mais adequadas

A sociedade limitada é a forma jurídica

mais adequada de sociedade empresária, para exploração de empreendimentos de micro, pequeno e médio portes. Na so- ciedade limitada, cada sócio responde por

obrigações da sociedade no limite do valor

das cotas que subscreve.

Outra opção é a obtenção do registro na ca- tegoria de empresário. Trata-se da explora- ção de atividade profissionalmente organiza-

da, sem constituição de pessoa jurídica. O

empreendedor que decide explorar atividade empresária sem constituir sociedade pode obter registro de empresário. A desvan- tagem desta modalidade é que o titular do registro responde ilimitadamente pelas obri- gações surgidas da exploração do negócio.

O registro de empresário não é con-

ferido aos profissionais para exploração de serviços intelectuais. Somente atividades organizadas profissionalmente para produ- ção ou circulação de bens ou serviços não intelectuais podem ser exploradas através da figura do empresário.

Sociedade simples revestida de forma jurídica de sociedade limitada

Sociedades que exploram serviços intelectuais

e cooperativas são necessariamente sociedades

simples. O Código Civil em vigor dispõe que, nas sociedades simples, os sócios respondem

pelas obrigações contraídas pela sociedade. Nes-

se particular, a sociedade simples revela desvanta- gem, se comparada à sociedade limitada.

O Código Civil permite à sociedade simples adotar a forma jurídica de sociedade limitada. Nesta hipótese, a natureza jurídica da pessoa jurídica continua sendo de sociedade simples;

pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro

pet shop > passo a passo para registro

todavia, optando por revestir-se de sociedade limitada, confere aos sócios responsabilidade li- mitada ao valor restrito das cotas subscritas.

Procedimentos de registro - cuidados iniciais

Definida a forma jurídica do empreendimento,

o interessado deve, então, providenciar con-

sulta prévia junto à Prefeitura do Município onde

pretende estabelecer seu negócio, a fim de saber

se a exploração do negócio é autorizada para o

local escolhido, posto que a legislação municipal proíbe a instalação de determinados estabele- cimentos em áreas definidas. Esse cuidado pode evitar uma série de aborrecimentos futuros.

Também é necessária a realização de consulta

da situação fiscal dos sócios junto à Secreta-

ria da Receita Federal e à Secretaria Estadu-

al da Fazenda, para verificar a existência de

pendências ou irregularidades, que impeçam a obtenção da inscrição nos respectivos cadas- tros fiscais (federal e estadual).

Da mesma forma, é aconselhável uma con- sulta à Junta Comercial e/ou ao Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas (con- forme a competência para o registro), com o objetivo de verificar se não existe outra empresa com o nome (razão social) igual ou semelhante ao que você escolheu. O mesmo nome empresarial não pode ser adotado por mais de um empreendimento no mesmo Esta-

do da Federação.

Contrato social

Sociedades simples e sociedades empresá- rias são criadas inicialmente pela elaboração do contrato de sociedade, denominado con-

trato social, que é assinado pelos sócios e arquivado no órgão competente de registro.

O

órgão competente para arquivamento

do

contrato social das Sociedades Simples é

Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídi- cas. Sociedades empresárias, por sua vez, têm

o

seu

contrato social arquivado na Junta Co-

mercial. A existência legal da pessoa jurídica

começa com o registro do contrato social no órgão competente. Sociedades cujos atos

constitutivos não são arquivados no órgão competente são desprovidas de personalidade jurídica, pelo que respondem pessoalmente

os sócios quanto aos atos praticados.

Para registro do empreendimento sem a constitui-

ção de sociedade, na modalidade empresário, o

órgãocompetenteéaJuntaComercial.Nestecaso,

o empreendedor não dispõe de contrato social

para registro, mas assina requerimento específico

que contenha:

a) Nome, nacionalidade, domicílio, estado civil e, se casado, regime de bens;

b) Nome empresarial (firma social), com a respectiva assinatura autógrafa;

c) Capital;

d) Objeto e sede (endereço onde o em- preendimento será explorado).

O contrato social das sociedades simples e das sociedades limitadas deve conter:

a) Nome, nacionalidade, estado civil, profis- são e residência dos sócios;

b) Nome empresarial, objeto, sede e prazo da sociedade;

c) Capital da sociedade, expresso em moeda corrente, podendo compreender qualquer espécie de bens suscetíveis de avaliação pecuniária;

pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro

pet shop > passo a passo para registro

d)

Quota de cada sócio no capital social

e

o modo de realizá-la;

e)

Indicação dos administradores, seus po- deres e atribuições;

f)

Participação dos sócios nos lucros e perdas.

As sociedades simples devem , ainda, fazer constar do contrato social:

a) as prestações a que se obriga o sócio, cuja contribuição consista em serviços;

b) se os sócios respondem ou não, subsi- diariamente, pelas obrigações sociais.

Além dos requisitos acima relacionados, o contrato social da sociedade limitada tam- bém deve conter:

a) Declaração de que a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor exato das cotas subscritas;

b) Indicação da regência supletiva das nor- mas aplicáveis às sociedades anônimas,

se for do interesse do empreendedor;

c) Designação do objeto da sociedade na denominação social, integrada no final da palavra limitada ou sua abreviatura.

Imprevistos podem acontecer e, além disso, são comuns atritos entre sócios. O importan - te é que, em qualquer litígio ou situação ex- cepcional, a última palavra caberá ao texto do Contrato Social. Uma forma de eliminar dúvidas é a consulta a um Contrato Social la- vrado por outra empresa em condições seme - lhantes. Porém, se as dúvidas persistirem ou não se chegar a um acordo, o melhor mesmo será recorrer a um advogado ou contador.

Exigências para registro

Para o registro na Junta Comercial são exi- gidos os seguintes documentos:

A

- empresário

Requerimento específico em quatro vias

e

em formulário próprio;

Declaração de microempresa, se for o caso;

Capa de processo;

Cópia autenticada da carteira de iden- tidade do titular da empresa;

Taxa de registro.

B

- sociedade limitada

Contrato ou estatuto social, assinado pelos sócios e duas testemunhas (três vias);

Declaração de microempresa, se for o caso (duas vias);

Ficha de Cadastro Nacional - FCN, fo- lhas 1 e 2 (uma via cada);

Capa de processo;

Cópia autenticada da carteira de iden- tidade do(s) sócio(s) gerente(s);

Taxa de registro.

C

- Ministério da Fazenda - Receita

Federal - CNPJ

Documentos necessários para a obtenção do registro no CNPJ (Cadastro Nacional da Pes- soa Jurídica) do Ministério da Fazenda:

• Disquete preenchido com o sistema do CNPJ

- Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas;

• Documento Básico de Entrada do CNPJ (formulário próprio), original e uma cópia simples, com a firma do sócio gerente reconhecida em cartório;

• Uma via do original do Contrato Social ou Estatuto Social ou requerimento de empresário, devidamente averbado pela Junta Comercial do Estado ou Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas.

pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro
pet shop > passo a passo para registro

pet shop > passo a passo para registro

D- Inscrição Estadual - Secretaria da Fazenda Estadual - ICMS

Documentos necessários para a obtenção da Inscrição Estadual (cadastro de contribuintes do ICMS da Secretaria da Fazenda Estadual):

identidade dos responsáveis sócios;

• Cópias reprográficas da procuração e da identidade do procurador (quando for o caso);

• Taxa de expediente.

Formulário DECA: Declaração Cadas- tral, em duas vias;

E - Alvará de localização - Prefeitura municipal

Formulário DECA: Declaração Cadastral - Anexo I, em duas vias;

O

último passo é a inscrição da empresa

na Prefeitura do município, para fins de ob-

Formulário DCC: Declaração Cadastral do Contabilista e Empresa Contábil, em três vias, referente ao início de es- crituração e ao pedido de permanên- cia de livros em escritório de contabili- dade, quando for o caso;

tenção do Alvará de Localização.

Os procedimentos para a inscrição variam

de

acordo com a legislação vigente no muni-

cípio onde a empresa for estabelecida. Assim, recomendamos que se procure o órgão com- petente para mais informações.

Formulário de solicitação para enqua- dramento/alteração de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, em duas vias;

Importante

Algumas atividades exigem licenças e re- gistros especiais e específicos. Tanto o conta- bilista quanto os órgãos competentes poderão orientar o empreendedor para o cumpri- mento de tais exigências, se for seu caso.

Cópia dos atos constitutivos (contrato social ou estatuto ou declaração de firma individual) devidamente regis- trados na JUCEMG;

Cópias do CPF dos sócios, quando tratar-se de pessoa física, e do CNPJ do sócio, quando tratar-se de pessoa jurídica;

Cópia do cartão CNPJ ou da ficha de ins- crição no CNPJ;

O

Código Civil em vigor veda a constituição

de sociedade entre pessoas casadas pelos regimes de comunhão universal de bens ou separação obrigatória de bens.

Cópia do alvará de localização fornecido pela Prefeitura ou, na sua falta, prova de propriedade (escritura registrada), contrato de locação ou de comodato do imóvel (com firmas reconhecidas);

Órgãos de registros

• Junta Comercial (contrato social ou esta- tuto social) - site: www.jucemg.mg.gov.br

• Ministério da Fazenda (CNPJ - Cadas- tro Nacional da Pessoa Jurídica) - site:

Formulário requerimento/certidão débito, em uma via, para: a) o titu- lar, quando se tratar de firma indivi- dual; b) os sócios, quando se tratar de sociedade por quotas limitadas; c) os diretores, quando se tratar de sociedade anônima;

 

www.receita.fazenda.gov.br

• Secretaria de Estado da Fazenda (inscrição estadual - cadastro de contribuintes do ICMS) - site: www.sef.mg.gov.br

Cópia reprográfica legível da

• Prefeitura Municipal (Alvará de Localização e Funcionamento).

24

data da atualização: 01/08/2008

da • Prefeitura Municipal (Alvará de Localização e Funcionamento). 24 data da atualização: 01/08/2008
Marcas e Patentes Saiba o valor das marcas e das patentes para o sucesso do
Marcas e Patentes Saiba o valor das marcas e das patentes para o sucesso do
Marcas e Patentes Saiba o valor das marcas e das patentes para o sucesso do

Marcas e Patentes

Saiba o valor das marcas e das patentes para o sucesso do seu negócio.

R egistrar a marca da empresa significa ter a garantia sobre o uso de um nome (nome de

fantasia), um sinal visual ou mesmo uma figura.

É a marca que identifica e distingue uma em- presa, um produto, uma mercadoria ou um serviço dos demais no mercado em que atua.

O registro da marca é de fundamental importância para a empresa e para o empreendedor, porque:

• A marca tem grande valor, agindo como fator básico na comercialização de produtos e serviços;

• A marca se constitui em elemento essencial para a defesa do consumidor, garantindo a qualidade daquilo a que se aplica e atestando sua autenticidade;

• O não registro da marca pela empre- sa abre espaço para que outros o façam, perdendo a mesma os referidos direitos;

• A marca pode e deve ser contabilizada no ativo da empresa, pois a mesma é um bem da empresa.

De acordo com o princípio da propriedade indus- trial, o registro da empresa na Junta Comercial ou no cartório competente garante a exclusivi- dade no uso do nome comercial (razão social, de- nominação social), mas não garante a proteção no uso da marca ou nome de fantasia.

Por isso, é relevante que seja feito o registro da marca junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), para que seja garan- tido o uso exclusivo da marca em benefício

do

titular da mesma, coibindo seu uso indevi-

do

por terceiros.

Para o registro da marca junto ao INPI, inicial- mente é providenciada a “busca de marca”, ob- jetivando saber se já existe registro anterior em vigência de marca igual ou semelhante à desejada. Não havendo, é iniciado o processo de registro.

Documentos exigidos para o registro de marca

Pessoa Jurídica

Cópias do Contrato Social, das alterações contratuais, do cartão CNPJ e da declaração

da microempresa (se for o caso);

Pessoa Física

Carteira de identidade, CPF e cópia da cartei- ra profissional (se for o caso).

Marca mista

Se a marca for mista (nome com figura)ou

apenas figurativa (apenas figura), é necessário

apresentar 16 (dezesseis) etiquetas na metra- gem 6cm X 6cm. As etiquetas devem ser im- pressas em papel ofício e em preto e branco.

Taxas

O

INPI cobra taxas pelos serviços que pres-

ta,

desde o pedido de registro de marca

até a expedição do Certificado de Registro.

Os valores variam de acordo com o tipo de

serviço pedido e, ainda, de acordo com a característica do usuário do serviço (pessoa física, pessoa jurídica, microempresa).

Implantação Saiba mais sobre a montagem e o funcionamento do seu futuro empreendimento N a
Implantação Saiba mais sobre a montagem e o funcionamento do seu futuro empreendimento N a
Implantação Saiba mais sobre a montagem e o funcionamento do seu futuro empreendimento N a

Implantação

Saiba mais sobre a montagem e o funcionamento do seu futuro empreendimento

N a última década, vem sendo observada uma expressiva expansão no setor de

pet shop, especialmente nos grandes centros. Contudo, apesar do alto potencial do seg- mento, os pet shops têm enfrentado a con- corrência de outros pontos de distribuição, como supermercados e drogarias.

O carro-chefe das vendas, usualmente, são os

alimentos para animais. Contudo, a comercia- lização de acessórios para animais, como co-

leiras, gaiolas, roupinhas, camas e brinquedos,

os serviços veterinários e de tosa e banho são

alternativas que o empreendedor deve levar em consideração, sob o risco de perda de re- ceita e dificuldade de fidelização dos clientes.

Além dessas alternativas, o empreendedor pode optar pelo comércio de filhotes de cães, gatos, iguanas, peixes e outros, a disponibilização do serviço de “hotelzinho para animais”, em que o pet shop oferece acomodação e cuidados aos animais, enquanto seus donos encontram-se em viagens, e prestação de serviços em domicílio. Para realizar a comercialização de animais, o empreendedor precisa se orientar acerca da ne-

cessidade de autorização junto aos órgãos locais de proteção dos animais e Vigilância Sanitária.

A entrega em domicílio de animais, produtos e

acessórios também pode ser oferecida.

Outro aspecto fundamental a ser considera- do pelo empreendedor refere-se à localização da loja. Esta deve encontrar-se em uma área residencial, em bairros de classes com maior poder aquisitivo, com bom fluxo de pedestre, facilidade de acesso e estacionamento para

clientes. O local escolhido deve dispor de espaço para construção de área para banho e tosa, baias para guarda e “hotelzinho”, além do salão para exposição dos produtos e animais.

De modo geral, os equipamentos utilizados são: mesa, secador e soprador, estufa para es- terilização, esguicho de água e chuveiro com água quente, tesoura, lâminas, desembolador, alicate, pente de aço e avental, balcões, pra- teleiras/estantes, caixas para transporte, ban- cos, mesa para atendimento veterinário, jogo de focinheiras, dentre outros.

Recomenda-se ao empreendedor verificar as leis e normas municipais, estaduais e federais, que regem a construção e o uso de edifícios, antes de fechar o contrato de locação ou de compra do imóvel.

A qualidade do atendimento aos clientes depen- de da contratação de funcionários que estejam fa- miliarizados com o mercado. Para trabalhar neste tipo de negócio é preciso gostar de animais e co- nhecer bem o assunto, pois os clientes costumam buscar mais informações sobre os animais e suas necessidades junto aos vendedores.

Antes de realizar qualquer investimento, o empreendedor deve buscar informações de- talhadas sobre o setor e o perfil dos consu- midores que pretende atender, de modo a se orientar na escolha do local para a implanta- ção da loja, bem como constituição do mix de produtos e serviços a serem oferecidos. Atualmente, encontramos pet shops que ven- dem produtos básicos de alimentação, higiene

pet shop > implantação
pet shop > implantação
pet shop > implantação

pet shop > implantação

e beleza, até as mais sofisticadas, que comer- cializam roupas de grifes famosas.

Informações detalhadas estão disponíveis em publicações especializadas e entidades de clas- se, enquanto que esclarecimentos acerca do perfil dos consumidores devem ser obtidos a partir da realização de uma pesquisa de mer- cado.

O que vai definir o mix de produtos será jus-

tamente o público alvo e a localização da loja. Confira, abaixo, alguns itens relevantes para

a montagem de uma Pet Shop.

Exposição Interna

O ideal é que, além da vitrine, o empreende-

dor explore o interior da loja, a fim de levar o cliente a ter contato com outros produtos. A exposição criativa e a decoração diferenciada criam um ambiente agradável para o cliente.

Placa da Loja

Recomenda-se cuidado no momento da de- finição do tamanho da placa. Placas grandes não significam aumento no volume de vendas. Lembre-se também de que a mensagem veicu- lada na placa da loja fixa no cliente uma idéia sobre o empreendimento.

Vitrine

A vitrine deve causar impacto nas pessoas que

transitam em frente ao estabelecimento. Uma montagem criativa é a melhor forma de atrair

a atenção do público. Os produtos devem re-

ceber, além de um suporte que os valorize, complementos que ajudem a atrair os com- pradores. Este é um aspecto muito importante

na montagem criativa do empreendimento. A vitrine é um excelente recurso de vendas.

Iluminação na Vitrine

A iluminação é responsável pela valorização da

mercadoria exposta. Da mesma maneira que a decoração de uma loja e de uma vitrine deve sempre combinar e estar relacionada com o artigo exposto, a iluminação precisa contribuir para a valorização dos produtos expostos.

Pequenas variações na cor da luz influem no resultado. Para iluminar uma vitrine, re- comenda-se aproveitar o reflexo de luz do teto ou ter iluminação direta na mercadoria ou na decoração.

Outro princípio importante é que a luz não deve ofuscar. “Spots” ou lâmpadas comuns não podem ficar sem proteção. Evite tam- bém o ofuscamento indireto do observador, através do direcionamento da luz para pontos fixos. A iluminação é um fator de tal impor- tância, que deverá ser levada em conta antes da escolha das cores a serem usadas.

Higiente

A loja deve ser um ambiente agradável e per-

fumado, afastando da memória o cheiro de xixi ou de cachorro molhado. Sendo assim, fique atento ao material utilizado no acaba- mento do imóvel e procure optar pelos que sejam fáceis de limpar.

Vitrine e Estoque

A vitrine vende. E só é vendido o que se pos-

sui em estoque. Por melhor e mais bonito que seja determinado artigo, evite colocá-lo em exposição, se ele for peça única ou se o estoque estiver acabando. Escolha sempre ar- tigos de tamanho menor, pois eles conferem maior beleza à vitrine e facilitam a exposição.

Finanças Fique por dentro dos principais conceitos da área financeira P ara se administrar uma
Finanças Fique por dentro dos principais conceitos da área financeira P ara se administrar uma
Finanças Fique por dentro dos principais conceitos da área financeira P ara se administrar uma

Finanças

Fique por dentro dos principais conceitos da área financeira

P ara se administrar uma empresa, além dos conhecimentos do ramo e de uma boa po-

lítica de comercialização, é absolutamente ne- cessário controlar a movimentação dos recur- sos financeiros. O capital é o sangue que move

o organismo empresarial e, como tal, deve ser

bem cuidado e constantemente monitorado. São duas as perguntas que, geralmente, o em-

preendedor se faz: “Qual é o capital necessário para abrir o empreendimento?” e “Como será

o desempenho da empresa?”.

Muitos podem entender que todo o trabalho deve ser feito pelo contador, mas não é bem assim. A função financeira é muito diferente da função contábil, embora exista uma estrei- ta relação entre elas, já que as informações

utilizadas são as mesmas. A função financeira tem como finalidade a tomada de decisões, e

a função contábil, o registro das informações

acerca da vida financeira da empresa. Nas pequenas empresas, a função financeira nor- malmente está nas mãos dos donos, e a fun- ção contábil fica a cargo de um profissional da área. Quando a empresa cresce, torna-se necessário que este trabalho seja delegado, surgindo, assim, o responsável pela execução dos controles financeiros.

E o que são, afinal, os controles financeiros?

São controles que permitem ao empreende- dor conhecer e acompanhar a movimentação financeira e tomar as decisões necessárias ao empreendimento, no momento certo.

Quais são esses controles financeiros? São os controles de caixa e bancos, que trazem a po-

sição imediata dos recursos da empresa; os

controles de contas a pagar e a receber, que permitem antever os compromissos a pagar e

os

direitos a receber. Da união desses contro-

les

temos o Fluxo de Caixa, a ferramenta de

previsão cada vez mais indispensável na con- dução dos negócios e na gerência eficaz dos recursos financeiros da empresa.

Os conceitos financeiros

O primeiro passo da administração de uma

empresa é entender os conceitos financei- ros, já que a sobrevivência do negócio, mui- tas vezes, depende do grau de eficiência de sua gerência. Se não soubermos, por exem- plo, calcular corretamente o preço de venda, poderemos ter:

• Baixa competitividade: quando o preço está acima do praticado no mercado, a empresa não vende e, dessa forma, não sobrevive;

• Prejuízo: quando a empresa adota um preço que não cobre seus custos opera- cionais, ela vende muito, mas não conse-

gue pagar seus compromissos.

Em ambos os casos o resultado é o fechamento

do negócio. Então vamos conhecer alguns con-

ceitos, começando com aqueles necessários no momento de se iniciar um empreendimento.

Quando estamos constituindo um negócio, ne-

cessitamos, obrigatoriamente, de capitais para

tal objetivo. Na realidade, qualquer empreendi-

pet shop > finanças
pet shop > finanças
pet shop > finanças

pet shop > finanças

mento, seja comercial, industrial ou de presta- ção de serviços, nada mais é do que a obtenção de recurso para ser aplicado, visando um resul- tado. Nesse momento, é necessário responder

a algumas perguntas, tais como:

• Para iniciar o negócio, quanto de dinhei- ro será necessário?

• Quanto será preciso para manter a em- presa funcionando, nos primeiros meses de vida?

• Durante quanto tempo será possível pro- ver investimentos e capital de giro com recursos próprios?

• Quando será necessário recorrer a em- préstimo e quanto solicitar?

• A quem recorrer e em que condições?

• Em quanto tempo e como será possível

pagar o empréstimo?

Para responder a essas perguntas precisamos conhecer os conceitos fundamentais, desde a

criação da empresa até uma análise mais críti-

ca de gestão e desempenho. O conhecimento

desses conceitos poderá auxiliar bastante na gestão do empreendimento.

O

primeiro conceito que vamos conhecer

é

Investimento.

O

termo investimento pode ser entendido de

maneiras diferentes. Normalmente, entende-

mos como investimento os gastos com compra

de matérias-primas, imobilizações de caráter

permanente ou não, aplicações financeiras, etc. Então, podemos dizer que investimento são todas as necessidades para se iniciar um empreendimento. A definição do valor do in- vestimento levará em conta vários aspectos, que incidem diretamente sobre a atividade. O investimento é composto de:

Investimento fixo

São todos os bens duráveis (máquinas, equi- pamentos, linhas de telefone, móveis e uten- sílios, imóveis, luvas para aquisição do ponto, licenças para franquias, ferramentas, instala- ções, veículos, etc.) com seus respectivos cus- tos de aquisição, necessários à montagem do negócio. Estão condicionados ao padrão do negócio que se quer abrir e também à dispo- nibilidade do capital para se investir.

Investimentos pré-operacionais

São todos os gastos feitos antes de se iniciar operacionalmente o empreendimento. Po- dem ser gastos com projetos arquitetônicos

de decoração, iluminação, viabilidade financei- ra, pesquisa de mercado, etc; despesas com

a organização da empresa (taxa de registros, livros fiscais, contratos, formulários).

Capital de giro

São os recursos necessários para fazer frente a to- das as despesas geradas pela atividade produtiva da empresa (compras, vendas a prazo, giro de es- toques, pagamentos de salários, impostos e todos os demais custos e despesas), até que a empresa comece a receber dos clientes. É fundamental que

o capital de giro exista e seja bem definido, pois sua falta pode levar o empreendimento ao insucesso.

Apresentamos, a seguir, algumas reco- mendações importantes para o sucesso de um empreendimento.

1º) O empreendedor não deve imobilizar (em- pregar todo o capital na montagem do negó- cio) e se esquecer:

• da manutenção do estoque;

• do financiamento de clientes;

• do pagamento de despesas pré-operacionais.

pet shop > finanças
pet shop > finanças
pet shop > finanças

pet shop >finanças

A falta de capital pode levar o empreendedor

a recorrer a empréstimos, geralmente com

elevadas taxas de juros, comprometendo o futuro do negócio.

2º) Para evitar que todo o capital fique imobi- lizado, o empreendedor poderá adquirir uma parte do ativo fixo (maquinário, equipamentos, utensílios, imóveis, etc. necessários para a mon- tagem do negócio) e tomar atitudes como:

• alugar terrenos e construções;

• terceirizar transporte;

Exemplo:

• terceirizar parte da produção;

• alugar ou fazer leasing dos equipamentos.

3º) Analisar a viabilidade de aquisição de equipamentos e/ou maquinário usados.

4º) Estudar a possibilidade de financiar ma- quinário com recursos de longo prazo, por exemplo, operações tipo FINAME.

5º) Ter uma reserva técnica, correspon- dente a 10% ou mais dos demais cus- tos, que poderá ser utilizado para co- brir despesas eventuais e imprevistas.

Item Discriminação Demonstrativo de investimento inicial Valor % 1 Investimento inicial 2 Capital de giro
Item
Discriminação
Demonstrativo de investimento inicial
Valor
%
1
Investimento inicial
2
Capital de giro
2.1
Estoque inicial
2.2
Despesas fixas
2.3
Mão-de-obra
3
Soma (2.1+2.2+2.3)
4
Diversos
4.1
Registro/regularização
4.2
Divulgação e marketing
5
Soma (4.1+4.2)
6
Subtotal (1+3+5)
7
Reserva técnica (10%)
8
Total (6+7)

Agora que já entendemos o que é investimen- to, passaremos aos outros conceitos necessá- rios para a criação da empresa e também para

a análise do seu dia a dia.

Gastos

É o comprometimento financeiro realizado pela

empresa na obtenção de produtos ou serviços, representado por entrega imediata (compra à vista) ou promessa de entrega de recursos fi-

nanceiros (compra a prazo) em troca daquele produto ou serviço. Exemplo: gasto com a com- pra de mercadorias, gastos com salários, etc.

Desembolso

É o pagamento resultante da aquisição de bens e serviços. É a “efetivação do gasto”. Pode ocorrer antes, durante ou depois da aquisição do bem ou serviço. Exemplo: pagamento de compra de matéria-prima, à vista ou a prazo.

pet shop > finanças
pet shop > finanças
pet shop > finanças

pet shop > finanças

Custos

São todos os gastos realizados efetivamente na produção de um bem ou serviço e que serão incorporados posteriormente no pre- ço de venda. Exemplo: as matérias-primas são um gasto na aquisição, um investimento no estoque e um custo na produção.

Despesas

São os gastos que se destinam à comercialização dos produtos e serviços e à administração geral da empresa, isto é, referem-se às atividades não produtivas da empresa, mas necessárias para a manutenção de seu funcionamento. São também incorporados no preço de venda. Exemplo: co- missão sobre vendas, honorários contábeis, etc.

Como podemos ver, os termos acima têm semelhanças, mas representam conceitos di- ferentes na gestão de uma empresa. Saber

disso é importante para o empreendedor, principalmente a diferenciação entre custos

e despesas, pois os custos são incorporados

aos produtos, ao passo que as despesas re- duzem o lucro.

Passaremos agora os conceitos ligados aos custos da empresa.

Conceitos de custeamento de produtos e serviços

Como já vimos, os custos são gastos relati-

vos a bens e serviços utilizados na produção de outros bens e serviços. Dessa forma, seus valores são incorporados aos novos bens

e serviços. Como exemplos de custos temos: a

matéria-prima, a mão-de-obra utilizada na pro- dução, a energia elétrica, as máquinas e equipa- mentos, etc. Vamos definir alguns deles.

- Custos com matéria-prima

O custo com matéria-prima representa tudo

aquilo que é gasto para produzir um determi-

nado produto ou serviço, no que diz respeito

a materiais. No caso de uma empresa comer-

cial ele representa o custo com as mercado- rias para revenda.

- Custos com mão-de-obra

São os custos diretamente relacionados com o trabalho humano em atividades de transforma-

ção do produto / serviço. Ou seja, represen- tam o salário dos operários, acrescidos dos en- cargos sociais (FGTS, INSS, 13º salário, férias, etc.) e demais benefícios (assistência médica, cesta básica, vale-refeição, entre outros). Os funcionários não envolvidos diretamente com

a produção compõem a mão-de-obra indireta.

Alguns desses custos aumentam em propor- ção direta com a produção ou a comercia-

lização. Por isso, são chamados de Custos Variáveis. A matéria-prima ou mercadoria

é o melhor exemplo desse tipo de custo. Por conseqüência podemos dizer que os custos que não aumentam em proporção direta com

a produção ou comercialização são chamados

de Custos Fixos e seu melhor exemplo é o

aluguel do galpão de produção.

Você poderá ainda, nos seus estudos e pesqui- sas, se deparar com os conceitos de Custos diretos e Custos indiretos.

- Custos diretos são aqueles que estão di-

retamente vinculados aos produtos/serviços. Esses custos surgem com os produtos/servi- ços e não existem sem eles. Matérias-primas, mercadorias para revenda são exemplos.

- Custos indiretos são aqueles que não po-

dem ser facilmente vinculados aos produtos,

mas são vinculados ao seu conjunto e/ou à

pet shop > finanças
pet shop > finanças
pet shop > finanças

pet shop > finanças

empresa. Para serem atribuídos aos produtos e serviços esses custos têm que ser rateados, ou seja, divididos entre os produtos e servi- ços concluídos no período em que os custos foram levantados. Um exemplo desse tipo de custo é o salário do supervisor de produção.

Porém, como já vimos anteriormente, não só os custos acontecem. Temos ainda as despe- sas. Então, vejamos alguns conceitos e exem- plos de despesas.

Conceitos de despesas

As despesas são diferenciadas dos custos pelo fato de estarem relacionadas com a administra- ção geral da empresa e a comercialização dos produtos e serviços, ao passo que os custos estão ligados à produção.

- Despesas de comercialização

São os gastos relacionados com as vendas da empresa. As despesas de comercialização va- riam conforme o número de clientes ou volume de vendas. Normalmente, são os impostos, as contribuições e as comissões de vendedores.

• ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (varia por produto e Estado);

• ISSQN: Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza;

• COFINS: Contribuição para Financia- mento da Seguridade Social;

• PIS: Programa de Integração Social;

• IR: Imposto de Renda;

• CS: Contribuição Social;

• CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira;

• Comissões: Comissão de vendedores e encargos financeiros.

Despesas fixas

São todos os gastos que a empresa terá com a manutenção de suas operações, não relacio- nados a qualquer produto ou serviço. Como exemplos podemos citar:

• Água, luz e telefone;

• Correios e telégrafos;

• Material de escritório;

• Material de limpeza;

• Manutenção de máquinas, aparelhos e veículos;

• IPTU e IPVA;

• Aluguéis e taxas de condomínio;

• Seguros;

• Vale-transporte;

• Despesas com leasing;

• Depreciações;

• Despesas administrativas (salário do pessoal administrativo, honorários de diretores, encargos sociais);

• Despesas de publicidade e propaganda;

• Salário fixo de vendedores acrescidos

de encargos sociais;

• Honorários de terceiros;

• Taxas de funcionamento;

• Despesas financeiras,

juros bancários e IOF;

• Outras despesas.

Dentre todas as despesas fixas, a única

que iremos conceituar em separado, por

ser normalmente a menos conhecida, será

pet shop > finanças
pet shop > finanças
pet shop > finanças

pet shop > finanças

a depreciação.

Depreciação é o desgaste natural sofrido

por um bem (máquinas, equipamentos, mó-

veis, utensílios, veículos, etc.), durante sua

vida útil, pela ação do tempo ou do uso. As

taxas de depreciação e o tempo de vida útil

dos bens são determinados pela legislação do

Imposto de Renda, cujos critérios, obrigato-

riamente, devem ser considerados pela con-

tabilidade fiscal. A depreciação serve para

fazer retornar tudo aquilo que foi investido

no empreendimento, já que deve fazer parte

do custo dos produtos e serviços.

Agora podemos pensar em conferir o resultado

da empresa e verificar se teremos realmente lucro

comnossasoperações.Paraisso,iremosconhecer

os

conceitos ligados ao resultado das operações

do

empreendimento.

Conceitos de resultado

Para se avaliar o desempenho da empresa é

necessário ter as informações e separá-las de

maneira que seja obtida uma visão clara e de-

finida do empreendimento. Para isso, vamos

definir alguns conceitos.

Receita operacional

É o faturamento total da empresa com as ven-

das dos produtos / serviços por ela fabrica-

dos ou realizados. Representa o resultado da

operação de multiplicação da quantidade de

produtos vendidos pelo seu preço de venda.

O preço de venda é o valor encontrado pelo

empreendedor, que cobre todos os custos e

despesas, deixando ainda uma parcela de lu-

cro e sendo aceito pelo mercado.

Lucro

É a remuneração do capital investido pelo em-

preendedor no negócio. É representado ma-

tematicamente pelo resultado da operação:

receita menos custos e despesas.

Margem de contribuição

Representa o quanto sobra das vendas depois

de retirados os custos e as despesas variáveis.

A margem de contribuição tem que ser o su-

ficiente para pagar todas as despesas fixas e

o lucro.

Prazo de retorno

É

o tempo necessário para se recuperar todo

o

capital investido no empreendimento. Seu

cálculo pode ser feito através da fórmula:

Prazo de retorno =

Ponto de Equilíbrio

Investimento

Lucro mensal

É o momento em que a empresa não tem lucro

nem prejuízo. O faturamento realizado consegue

cobrir todos os custos e despesas, não sobran-

do mais nada. O cálculo do ponto de equilíbrio é

muito importante para se ter uma noção real da

viabilidade do empreendimento. Seu cálculo em

unidades pode ser feito através da fórmula:

PE (unid.) =

Despesas e

Custos Fixos

Preço

de

Venda

-

Custo e

Despesas

Variáveis

Plano de Negócio Com planejamento você vai longe! O plano de negócio descreve detalhada- mente
Plano de Negócio Com planejamento você vai longe! O plano de negócio descreve detalhada- mente
Plano de Negócio Com planejamento você vai longe! O plano de negócio descreve detalhada- mente

Plano de Negócio

Com planejamento você vai longe!

O plano de negócio descreve detalhada- mente como o empreendimento será

e como funcionará. Ele permite que se tenha

uma idéia prévia do negócio, antecipando ex- pectativas de ações e resultados.

Resumidamente, um plano de negócio não pode deixar de abordar os seguintes aspectos:

Fins – especificação de objetivos e metas.

Meios – definição de políticas, programas, procedimentos e práticas, visando o alcance dos objetivos e metas.

Recursos – especificação dos tipos de recur-

sos (financeiros, humanos, físicos, materiais)

e quantidades necessárias; como os recursos

devem ser gerados ou obtidos; e como eles devem ser alocados às atividades.

Implantação – procedimentos que serão ado- tados para antecipar ou detectar erros no plano ou falhas na sua execução, bem como para pre- venção e correção contínua dos mesmos.

Tecnicamente, um plano de negócios deverá conter a análise do empreendimento em si e

o perfil do gestor. Por isso, o empreendedor

deverá começar analisando sua experiência de vida e seu perfil pessoal até chegar ao seu es- tilo profissional. Nesta etapa, são incluídos:

• questionamentos sobre as definições de vida e carreira, tais como quanto tempo quer trabalhar, que tipo de vida quer le- var, qual é o objetivo prioritário na vida, onde e como quer viver;

• conhecimentos, habilidades e experiências que possui e realizações que já obteve;

• atividades extraprofissionais e por que as executa;

• hobbies e lazer que tem e quais quer manter;

• sonhos e projetos que tem e quando e como quer realizá-los;

• auto-análise para aumentar o conheci- mento de si próprio, questionando-se sobre o que sou/não sou, pelo que me interesso/não interesso, o que tenho/ não tenho, o que quero/não quero, o que posso/não posso, o que gosto/não gosto, como estou/não estou, etc.;

• análise específica da carreira profissional até o momento, incluindo o melhor e o pior momento que já passou, as dificuldades e facilidades que encontrou, avaliação das chefias / colegas / pares / subordinados e o que acha que precisa fazer para melhorar.

Na etapa de análise do empreendimento a ser iniciado, o plano de negócio deverá conter:

• Objetivo básico – é o primeiro desenho da missão da empresa, levando em consi- deração o perfil do empreendedor;

• Objetivo estratégico – é o desenho final da missão, incluindo o objetivo básico associado à estratégia de atua- ção para cumpri-lo;

• Estratégia organizacional – é a formatação de como será a hierarquia da empresa, com organograma, áreas e cargos definidos;

• Estratégia gerencial – é o detalhamento do gerenciamento de cada parte do negócio;

pet shop > plano de negócio
pet shop > plano de negócio
pet shop > plano de negócio

pet shop > plano de negócio

• Estratégia de pessoal – é a definição da política de recursos humanos, que inclui fatores motivacionais, relacionamentos in- ternos e externos, plano de carreira, etc.;

• Estratégia de marketing – são as defini- ções de atuação no mercado, divulga- ção dos produtos e serviços, relaciona- mento com o cliente, relacionamento com fornecedores e parceiros e avalia- ção da concorrência;

• Estratégia de sistemas – é conjunto de ações, objetos, idéias e informações que interagem entre si e modificam outros sistemas. Esta estratégia é considerada a visão sistêmica da empresa, pois ana- lisará e acompanhará o funcionamento dos equipamentos/máquinas em relação às pessoas e às informações e vice-versa,

visando o objetivo e o resultado final.

Ao elaborar um plano de negócio o empre- endedor terá uma visão clara de sua futura empresa e as reais possibilidades de sucesso

ou insucesso. Um bom plano de negócio per- mitirá ao empreendedor:

aprimorar sua idéia, tornando-a mais cla- ra e precisa, através da busca de informa- ções completas e detalhadas sobre o seu futuro empreendimento;

conhecer os pontos fortes e fracos do seu negócio, concorrentes, fornecedores, futuros clientes e a gestão adequada dos seus processos e recursos;

através da análise detalhada do negócio, viabilizar uma negociação mais eficiente e vantajosa com futuros parceiros, bancos

ou órgãos financiadores de crédito.

O

plano de negócio não é um documento que

se desenvolve em um piscar de olhos. Leva

tempo para ser produzido e o ideal é que es- teja sempre atualizado. Sua eficiência será medida pelo quanto ele contribui para o al- cance dos objetivos da empresa, descontados

os custos e outras conseqüências necessárias para formulá-lo e pô-lo em funcionamento.

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

Endereços Úteis

Saiba onde você poderá obter mais informações

ICRMV - CONSELHO REGIONAL DE MEDI- CINA VETERINÁRIA Rua Platina, 189 - Prado 30410-430 - Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3274-4100 - Fax: (31) 3274-4101 e-mail: crmvmg@crmvmg.org.br site: www.crmvmg.org.br Órgão de fiscalização em pet shop referente a exigência de responsável técnico.

IBAMA - INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NA- TURAIS RENOVÁVEIS

Av. Contorno, 8121, sl. 107 - Cidade Jardim 30110-120 Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3555-6100 - Fax: (3l) 3555-6123 Site: www.ibama.gov.br e-mail: reberto-messias.franco@ibama.gov.br

INPI - INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIE- DADE INDUSTRIAL Praça Mauá, 07 20081-240 - Rio de Janeiro - RJ Tel.: (21) 2139-3000 - Fax: (21) 2139-3528 www.inpi.gov.br INPI EM BELO HORIZONTE:

Av. Amazonas, 1909 - Santo Agostinho 30180-002 - Belo Horizonte - MG

pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica
pet shop > legislação específica

pet shop > legislação específica

Sugestão para Leitura

Expandindo seu conhecimento

Série como Elaborar:

Como elaborar controles financeiros

Como elaborar pesquisa de mercado

Como elaborar um plano de marketing

Como elaborar um plano de negócio

Como elaborar estratégia de comercialização

Como elaborar um plano de cadastro, crédito e cobrança

Como elaborar um plano de vendas

Estes manuais foram produzidos com o

intuito de dar uma visão ampla e prática das

ferramentas de gestão existentes, contri-

buindo para o aprimoramento da gestão dos

pequenos empreendimentos, sem contudo

esgotar os temas abordados.

Para mais informações, acesse

www.sebraeminas.com.br /Para sua empresa

/ Série como Elaborar, visite um dos Pontos

de Atendimento do SEBRAE Minas ou ligue

(31) 3269-0180.

Sugestão para Vídeo Vale conferir! BANHO E TOSA Duração: 120 minutos A fita acima pode
Sugestão para Vídeo Vale conferir! BANHO E TOSA Duração: 120 minutos A fita acima pode
Sugestão para Vídeo Vale conferir! BANHO E TOSA Duração: 120 minutos A fita acima pode

Sugestão para Vídeo

Vale conferir!

BANHO E TOSA Duração: 120 minutos A fita acima pode ser adquirida no seguinte endereço:

NITTA’S VÍDEO PRODUÇÃO E DISTRIBUI- ÇÃO LTDA Rua da Represa, 266 - Rudge Ramos 09641-030 - São Bernardo do Campo - SP Tel: (11)4368-6644 - Fax: (11)4368-7997 www.nittasvideo.com.br e-mail: nittas@nittasvideo.com.br

COMO MONTAR UM PET SHOP Duração: 55 min. Acompanha Manual Esta fita aborda: legalização, infra-estrutu- ra, mercado e investimento inicial, práticas

do bom atendimento, ações de marketing e publicidade. Treinamento de funcionários. Técnicas de banho e tosa. Exemplos de em- preendimentos de sucesso.

CPT - CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS Rua Dr. João Alfredo, 130 - Cx. Postal:01 36570-000 - Viçosa - MG Tel: (31) 3899-7000 Fax: (31) 3899-7091 www.cpt.com.br e-mail: vendas@cpt.com.br

Cursos e Eventos 1 Aprimore-se! SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC Rua Tupinambás, 1062
Cursos e Eventos 1 Aprimore-se! SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC Rua Tupinambás, 1062
Cursos e Eventos 1 Aprimore-se! SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC Rua Tupinambás, 1062

Cursos e Eventos 1

Aprimore-se!

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC Rua Tupinambás, 1062 - Centro 30120-910 - Belo Horizonte - MG Tel: 0800-314440 www.mg.senac.br E-mail: informacao@mg.senac.br Oferece cursos de arranjo com flores naturais confecção de buquês e arranjos para noivas.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTA- DO DE MINAS GERAIS-FIEMG Av. do Contorno, 4520 - Funcionários 30110-916 - Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3263-4600 Tel: 0800-309002 www.fiemg.com.br Oferece curso de jardinagem e paisagismo Sesi Minas Rua Alvares Maciel 59-Santa Efigênia 30150-250 - Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3241-7181

INSTITUTO DE ARTE E PROJETO - INAP Av. Carandaí, 448 - Funcionários 30130-060 - Belo Horizonte - MG TeleFax: (31) 3273-3330 e-mail: rp@inap.com.br www.inap.com.br Oferece curso de paisagismo

1 O interessado deverá entrar em contato com as instituições, afim de confirmar as datas e os valores dos cursos.

Fontes Consultadas SEBRAE-MG. Pesquisa de mercado: noções básicas para tomada de decisão. Belo Hori- zonte,
Fontes Consultadas SEBRAE-MG. Pesquisa de mercado: noções básicas para tomada de decisão. Belo Hori- zonte,
Fontes Consultadas SEBRAE-MG. Pesquisa de mercado: noções básicas para tomada de decisão. Belo Hori- zonte,

Fontes Consultadas

SEBRAE-MG. Pesquisa de mercado: noções

básicas para tomada de decisão. Belo Hori-

zonte, 1999.

SEBRAE-NA. Pesquisa: o que é para que

serve. Brasília, SEBRAE, 1994.

Totós que dão muito tutu. Revista Pequenas

Empresas Grandes Negócios, São Paulo,

nº160, p.20, 2002.

Consulvet - Consultoria e Assessoria em

Marketing Veterinário.

Disponível em:

<http://www.consulvet.com.br>.

Acesso em: 02 jul. 2007.

Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Disponível em:

<http://www.almg.gov.br/>. Acesso em: 16 jul. 2008.

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Renováveis – Ibama.

Disponível em:

<http://www.ibama.gov.br/>. Acesso em: 16 jul 2008.

Presidência da República.

Disponível em:

<http://www.presidencia.gov.br/legislacao/>. Acesso em: 16 jul 2008.

Fornecedores 2 Acessórios para montagem de loja HACRILDAM IND.COM.ARTEF.EM ACRÍLICO LTDA Rua Itapetinga, 466 -
Fornecedores 2 Acessórios para montagem de loja HACRILDAM IND.COM.ARTEF.EM ACRÍLICO LTDA Rua Itapetinga, 466 -
Fornecedores 2 Acessórios para montagem de loja HACRILDAM IND.COM.ARTEF.EM ACRÍLICO LTDA Rua Itapetinga, 466 -

Fornecedores 2

Acessórios para montagem de loja

HACRILDAM IND.COM.ARTEF.EM ACRÍLICO LTDA Rua Itapetinga, 466 - Cachoeirinha Belo Horizonte - MG - 31130-100 Tel: (31) 3442-0211 - Fax: (31) 3442-8825 Fornece expositor em acrílico. Fornece chapas, displays, placas de acrílico. (Fabrica expositores por encomenda). www.acrildam.com.br e-mail: acrildam@acrildam.com.br

EXPOART Av. Nações Unidas, 3855 - Ideal Novo Hamburgo - RS - 93320-021 Tel: (51) 3582-6446 Fornece acessórios para a montagem de lojas:

araras, balcões, banquetas, cabides, cadeiras, cestas,cremalheiras, expositores, gôndolas, manequins, pedestais e suportes, prateleiras, provadores, quadros e telas, suportes, vitrines, espelho para ótica. www.exporlit.com.br e-mail: exporlit@exporlit.com.br

ATUAL EQUIPAMENTOS PARA LOJAS R. Vieira de Morais, 420 - Sl.55 São Paulo - SP - 04617-000 Tel: (11) 5561-2448 Site: www.atualeql.com.br Fornece vários tipos de equipamentos para montagem de loja. Representante em Minas Gerais:

Contato: Graça Tel.: (31)3375-8343 - Cel.: (31)8402-1816

LEGASMETAL CENTER

R. Xavantes, 381 - Brás

São Paulo - SP - 03027-000

Tel: (11) 6696-4500

Fax: (11) 6696-4500

Fornece vários acessórios para

montagem de lojas.

Site: www.legasmetal.com.br/site

Artigos para pet shop

COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DM LTDA

R. Juruá, 511 - Graça

Belo Horizonte - MG - 31140-020

Telefax: (31) 3421-8005

Fornece medicamentos, vacinas, shampoo,

abrinhamento de pêlo, anti-pulga, sabonete. Só

para interior.

Contato: Denerson

Cel: (31) 9956-2939

CONFECÇÕES ZÍNGARO LTDA

Rua Comendador Bento Pereira, 42

São Paulo - SP - 01540-030

Telefax: (11) 3208-7473

Fornece roupas, camas e acessórios para animais.

DOG CARE LTDA

Rua Elizário, 162 - Tatuapé

São Paulo - SP - 03306-080

Telefax: (11) 6191-2488

Fornece brinquedos, placas de identificação,

ossos flexíveis e cama e roupas para cães.

www.dogcare.com.br

e-mail: dogcare@dogcare.com.br

2 O Sebrae Minas se isenta de responsabilidades quanto à forma de atuação das empresas no mercado.

pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores

pet shop > fornecedores

DOG MODELS Rua Barata Ribeiro,190 – Cj. 13 Cerqueira César - SP – 01308-000 Tel: (11) 3231-4561 - Fax: (11) 5083-3308 Manequins de cachorro. Cel: (11)9912-0488

e-mail: fabio@dogmodels.com.br

www.dogmodels.com.br

METALVET Av. Engenheiro Caetano Álvares, 1560 Casa Verde - SP - 02546-000 Telefax: (11) 3858-7233 Fornece móveis veterinários.

www.metalvet.com.br e-mail: metalvet@metalvet.com.br

NATIVA COML. EXP. E IMP. LTDA. R.Domingos Morais, 348 - lj 43 - Vl. Mariana São Paulo - SP - 04010-000 Telefax: (11) 5575-2446 Fornece artigos para pet shop em geral, artigos para criação de cavalo (haras), tosqueadeira, etc.

www.nativatosqui.com.br

ORTOVET - INST. CIRÚRGICOS E IMPLANTES Rua Abílio Soares 741/Sobre Loja-Paraíso São Paulo - SP - 04005-003 Tel: (11) 3884-4070 - Fax: (11) 3887-7378 Fornece curativos, aparelhos ortopédicos, ba- nagens, aparelhagem para cirurgias, distribuidor da linha 3M para Pet Shop, tudo para clínica.

www.ortovet.com.br

e-mail: ortovet@ortovet.com.br

OSTER - PROPET Rua Pouso Alegre, 1011- LJ.205, Floresta Belo Horizonte - MG - 31015-030 Tel: (31) 3446-1905 Fax: (31) 3446-1016 Fornece máquinas lâminas, pentes, secadores, mesas, peças, tosadeiras, roupa, cama, perfu-

me, shampoo. www.propetoster.com.br

PET CAR Rua Rodrigo Vieira, 327 Vila Mariana São Paulo - SP - 04115-060 Tel: (11) 3483-0525 - Fax: (11) 5573-8163 Carrinhos para cães. Contato: margarethmonteiro@petcar.com.br www.petcar.com.br

PET PARADISE COM. IMP. E EXPORTAÇÃO LTDA Av. república do Líbano, 2364 – fundos São Paulo – SP – 04502-300 Telefax: (11) 5051-8620 Fornece artigos diversos para pet shop. www.petparadise.com.br e-mail: paradise2004@ig.com.br

PITT PET CONTR. IND. COM. LTDA Av. Piza Sobrinho, 586 - Centro Cafelândia - SP - 16500-000 Tel: (14) 3554-4200 Fax: (14) 3554-4151 Fornece coleiras, comedouros, roupinhas, ossos de todos os tipos, vários modelos de brinquedos, acessórios diversos para cães e gatos. Fornecem linha de produtos para aves também, como gaiolas. e-mail: pittpet@itelefonica.com.br

Estante e prateleira

A PRATELEIRA LTDA Av. Barão Homem de Melo, 1031 – Nova Suíça Belo Horizonte – MG – 30460-090 Tel: (31) 3334-9720 - Fax: (31) 3374-9721 Fornece todo tipo de prateleira em aço exceto prateleiras de locadora. www.aprateleira.com.br e-mail: projetos@aprateleira.com.br

IMAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rua Álvares Maciel, 475-Stª Efigênia Belo Horizonte - MG - 30150-250

pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores

pet shop > fornecedores

Tel: (31) 3241-1744 - Fax: (31) 3241-4121 Fornece estantes de aço, móveis para escri- tório em geral em aço, arquivos e escaninhos, arquivo com cofre, fichários, escaninho para vestuário, guarda-roupa industrial em aço.

e-mail: imabltda@ig.com.br

www.imabindustria.com.br

MOGIFRIGOR INDÚSTIRA E COMÉRCIO LTDA Av Pres. Castelo Branco, 1501 Mogi das Cruzes - SP - 08820-460 Tel: (11) 4793-6400 - Fax: (11) 4761-6656

www.mogifrigor.com.br

e-mail: mogifrigor@mogifrigor.com.br Equipamentos/mobiliário para auto-serviço e show-room de lojas. Gôndolas, check-outs, rack de parede, rack central, acessórios para loja de auto serviço (gancheiras, cestos aramados, painéis canaleta- dos etc).

SALÃO DOS MÓVEIS LTDA Av. Tereza Cristina, 534-Carlos Prates Belo Horizonte - MG - 30710-640 Telefax: (31) 3278-1560 Fornece estantes de aço, toda linha de móveis para escritório e móvel escolar.

e-mail: salaodosmoveis@pib.com.br

UNIVERSAL MÓVEIS LTDA Rua Sra de Fátima, 385- Jd Oliveiras Contagem - MG - 32371-180 Tel: (31) 3353-1670 - Fax: (31) 3393-2487 Fornece estantes, prateleiras, arquivos, gôn- dolas, armários para vestuário e demais mó- veis em aço para escritório, escaninhos para vestuário. Vendas por atacado e varejo.

e-mail: universalmoveis@ig.com.br

Produtos veterinários

FATEC S/A Praça da Liberdade,130-10ºandar Cj.1003

São Paulo - SP - 01503-010

Tel: (11) 3107-7161 - Fax: (11) 3105-2583

Medicamentos, desinfetantes, suplementos,

parelhos, etc.

www.fatec.com.br

e-mail: fatec@fatec.com.br

IMEVE

R. Minervino Pedroso, 311 CX532

Jaboticabal - SP - 14.871-360

Telefax: (16) 3202-1747

Fornece medicamentos veterinários.

www.imeve.com.br

e-mail: imeve@imeve.com.br

Distribuidor em Belo Horizonte:

RAÇÕES E PÁSSAROS

Cotato: Lucas Lucena

Cel.: (31)9698-5188

INDUBRÁS AGROPECUÁRIA LTDA Rua João Rosa, 80-GP01 Contagem - MG - 32042-580 Tel: (31) 3396-7333 Fax: (31) 3396-7433 Medicamentos, suplementos vitamínicos e inseticidas. www.indubras-vet.com.br

JOFADEL IND. FARMACÊUTICA SA Av. Dr. José da Frota Vasconcelos, 100 Varginha - MG - 37062-500 Tel: (35) 2106-1500 - Fax: (35) 2106-1506 Medicamentos veterinários. e-mail: jofadel@jofadel.com.br www.jofadel.com.br

LABORATÓRIO BRAVET LTDA

R. Visc. de Santa Cruz 276-Eng. Novo

Rio de Janeiro - RJ - 20950-340 Tel: (21) 2480-6868 Fax: (21) 2480-6869 Fornece medicamentos veterinários.

pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores
pet shop > fornecedores

pet shop > fornecedores

www.bravet.com.br

e-mail: mail@bravet.com.br

LEMA BIOLOGIC DO BRASIL LTDA Rod. MG-10 , KM 3,5 - Distrito Ind. Lagoa Santa - MG - 33500-900 Tel: (31) 3681-9492 - Fax: (31) 3681-9131 Fabrica medicamentos veterinários.

e-mail: comercial@lemabiologic.com.br

MED-SINAL R. Álvaro Fragoso, 388-Ipiranga São Paulo - SP - 04223-000 Telefax: (11) 6914-4006

www.med-sinal.com.br

e-mail: comercial@med-sinal.com.br Móveis e aparelhos cirúrgicos veterinários.

TECSA - TECNOLOGIA E SAÚDE ANIMAL Av. do Contorno, 6226 - Savassi

Belo Horizonte - MG - 30110-110 Tel: (31) 3281-0500 - Fax: (31) 3287-3404 Análises veterinárias e industriais.

www.tecsa.com.br

e-mail: tecsa@tecsa.com.br

VIRBAC DO BRASIL INDÚSTRIA E COM LTDA Av. Eng. Eusébio Stevaux, 1368-Jurubatub Santo Amaro - SP - 04696-000 Tel: 0800-136533 - Fax: (11) 5525-5020 Fornece linha completa de vacinas importadas. Produtos veterinários e medicamentos em geral.

e-mail: virbac@virbac.com.br Distribuidor em Belo Horizonte:

MILÊNIO Tel.: (31)3394-4522

www.sebraeminas.com.br - tel: 0800 570 0800
www.sebraeminas.com.br - tel: 0800 570 0800
www.sebraeminas.com.br - tel: 0800 570 0800
www.sebraeminas.com.br - tel: 0800 570 0800

www.sebraeminas.com.br - tel: 0800 570 0800