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Do mundo real

ao digital:
Condicionamento de sinais ∫IEEL 2018
EESC-SP

Prof. Haroldo Luiz Moretti do Amaral


agaelema@gmail.com
SHORT. BIO.
2

Quem sou eu!?


Haroldo L. M. Amaral
Doutorando Eng. Elétrica – Poli USP
Mestre Eng. Elétrica – UNESP Bauru
Tecnólogo Sistemas Biomédicos – FATEC Bauru

Professor na Anhanguera Bauru


Articulista no portal Embarcados ->
Apaixonado por eletrônica
3


O maior inimigo do
conhecimento não é ignorância,
mas a ilusão do conhecimento.
(Stephen Hawking)
4

AGENDA

 Conversão de nível lógico


 Condicionamento básico
 O problema da fonte simétrica
 Acionando cargas
 Sinais AC e ADC single ended
 DAC PWM
5

OBJETIVO
Apresentar alguns dos principais
conceitos relacionados ao
condicionamento de sinais
analógicos e digitais
6

1.
CONVERSOR DE
NÍVEL LÓGICO
CONVERSOR DE NÍVEL 7

LÓGICO

 Grande variedade de níveis lógico


 5V (TTL, CMOS)
 3v3
 1v8, 1v5, 1v2

 Caso os níveis forem diferentes, obrigatoriamente


preciso de um conversor... Correto?
 ... Nem sempre
CONVERSOR DE NÍVEL 8

LÓGICO
CONVERSOR DE NÍVEL 9

LÓGICO
 Sinais de 3v3 e 5v TTL compartilham os
mesmos limites
 Saída em 3v3 pode acionar uma entrada em 5V

 Saída em 5V e entrada em 3v3, agora sim sou


obrigado?
 Nem sempre
 Alguns dispositivos são 5v tolerant
◼ (74lhc)
◼ uC’s, etc
CONVERSOR DE NÍVEL 10

LÓGICO

 Quando o Level Shifter é indispensável

 dispositivo 3v3 não é 5v tolerant

 5V CMOS com outros níveis


Step-down level shifter – 11

divisor resistivo

Step-down
 Pode resolver o problema

 Pontos a serem considerados


 Capacitância da entrada afetar o sinal
◼ Filtro low-pass
 Consumo dependente dos resistores
Step-down level shifter – 12

divisor resistivo

Simulação
Step-up level shifter – 13

Polarização de diodo

Step-up
 Adiciona um nível DC ao nível “LOW”

 Pode funcionar dependendo da aplicação

 Níveis da família utilizada


 Resistor limitador tem influência
 Forma divisor de tensão com a entrada
 Corrente afeta VD
Step-up level shifter – 14

Polarização de diodo

 Simulação
Step-up level shifter – BJT 15

inversor
Step-up
 Utilizar o BJT no corte/saturação

 Acoplar os estágios
 Resistor do coleto
 Afeta o consumo
 Forma divisor de tensão
 Forma um low-pass com entrada
 Ponto “negativo”
 Inverte o nível lógico
Step-up level shifter – BJT 16

inversor

 Simulação
Step-up level shifter – BJT 17

não-inversor

Step-up
 Semelhante a solução anterior

 Utiliza dois BJT’s

 Duas inversões em cascata


 Sinal na polaridade original
 Contra
 Gasta mais componentes
Step-up level shifter – BJT 18

não-inversor

 Simulação
Bidirectional level shifter – 19

BJT/MOSFET

Bidirecional
 Permite converter em ambas direções

 3v3 > 5v
 5v > 3v3

 Baseado no comportamento dos transistores


Bidirectional level shifter – 20

BJT/MOSFET

Bidirecional
 Útil para conectar vários dispositivos i2c

 Níveis lógicos diferentes


Bidirectional level shifter – 21

BJT/MOSFET
 Simulação: Versão BJT
Bidirectional level shifter – 22

BJT/MOSFET
 Simulação: Versão Mosfet
LAB 01 - LOGIC LEVEL 23

CONVERTER
 Montar e testar um conversor de nível lógico
bidirecional
 BJT’s de uso comum
◼ 2N3904, BC546/BC547, BC239
 Verificar o comportamento forçando níveis lógicos
◼ Nos dois lados
 Testar com um gerador de sinais
◼ Onda quadrada de 5V e 3v3

 Simulação
24

2.
CONDICIONAMENTO
BÁSICO
25

Condicionamento básico
Representação de uma fonte de sinal qualquer
 Equivalente de Thévenin

 Conexão de uma fonte de sinal com uma carga

 Divisor de tensão resistivo


26

Condicionamento básico
Divisor resistivo
 Carga deve ter impedância MUITO maior

que a fonte
 Máxima transferência de tensão
 Não confundir com máxima transferência de potência

Imagine um sensor hipotético


 0 a 5v
 Rout = 1kΩ
27

Condicionamento básico

Atenuando o sinal para conectar a uma NodeMCU


 Utilizar resistores altos para captar “toda” tensão

 Verifica a saída e...

 Quando conecta a entrada analógica a tensão cai


 Interação entre os circuitos em paralelo

 Como resolver o problema?


28

Condicionamento básico
29

Características dos AmpOp’s


Amplificador Operacional Ideal

 Impedância de entrada ∞
 Não existe corrente nas entradas do AmpOp
 Não gera efeito de carga

 Ganho de tensão em malha aberta (Aol) é ∞


 Uma pequena diferença de tensão satura a saída
30

Características dos AmpOp’s


Amplificador Operacional Ideal

 Impedância de saída igual a zero


 Capacidade de acionar qualquer carga

 Não existe diferença de potencial entre as entradas


(curto circuito virtual)
 Conceito importante para entender as configurações em
malha fechada
31

Características dos AmpOp’s


Amplificador Operacional Ideal
 Largura de banda infinita

 Sinais de DC ao ∞

 Rejeição de modo comum infinita


 Amplifica apenas sinal diferencial

 Slew rate infinito


32

Características dos AmpOp’s


Circuito equivalente de um AmpOp

 O circuito equivalente de um AmpOp representa


os blocos de um amplificador comum

 Impedância de entrada ip
vp vo
 Bloco de ganho Ri Ro
In Vin
 Impedância de saída Vn Aol.vin
33

Características dos AmpOp’s


Conceito de Regra de Ouro (Golden Rule)

 Duas principais regras para análise básica


 Não existe fluxo de corrente nas entradas
◼ 𝒊𝒑 = 𝒊𝒏 = 𝟎

 Não existe ddp entre as entradas (curto virtual)


◼ 𝒗𝒑 − 𝒗𝒏 = 𝟎 𝒗𝒑 = 𝒗𝒏
34

Características dos AmpOp’s


 Símbolos tradicionais
 Entrada não inversora (+)
 Entrada inversora (-)
 Saída
 Alimentação*

 Alimentação Simétrica
 Não é conectado diretamente o GND
35

Configurações
 Configurações (arranjos) mais comuns
 Inversor
 Não-inversor, buffer
 Somador, subtrator (diferencial)

 Formam a base para arranjos mais complexos


 A maioria dos arranjos utiliza realimentação negativa
 Manter o AmpOp operando em sua região linear
36

Comparador
Circuito mais simples possível
 Não utiliza realimentação

 Sinal aplicado em uma entrada


 Referência aplicada na outra entrada

Devido ao elevado ganho de malha aberta (Aol)


 Saída irá saturar

 Em direção a entrada que possuir maior tensão


37

Comparador
 Comparador Não-Inversor

 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡+ 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 > 0


 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡− 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 < 0

 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡+ 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 > 𝑉𝑟𝑒𝑓


 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡− 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 < 𝑉𝑟𝑒𝑓
38

Comparador
 Comparador Inversor

 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡+ 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 < 0


 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡− 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 > 0

 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡+ 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 < 𝑉𝑟𝑒𝑓


 𝑉𝑜 = 𝑉𝑠𝑎𝑡− 𝑠𝑒 𝑉𝑖𝑛 > 𝑉𝑟𝑒𝑓
39

Amplificador Inversor
 Sinal é aplicado a entrada inversora (-)
 Entrada não inversora
 Atua como referência “forte”
 Define a tensão das entradas (pinos)

𝑹𝑭
𝒗𝒐𝒖𝒕 =− .𝒗
𝑹𝑮 𝒊𝒏
𝒗𝒐𝒖𝒕 𝑹𝑭
𝑮= =−
𝒗𝒊𝒏 𝑹𝑮
40

Amplificador Inversor
 Defasagem de 180o
 Saída em relação a entrada

 Impedância de entrada
 Definida por RG

 Impedância de saída
 Próxima de zero
 Efeito do feedback
41

Amplificador Não-Inversor
 Sinal é aplicado a entrada não-inversora (+)

 Não ocorre inversão/defasagem


 Saída em relação a entrada
𝑹𝑭 + 𝑹𝑮
𝒗𝒐𝒖𝒕 = . 𝒗𝒊𝒏
 Impedância de entrada 𝑹𝑮
 Igual da do AmpOp
𝑹𝑭 + 𝑹𝑮 𝑹𝑭
𝑮= =1+
𝑹𝑮 𝑹𝑮
42

Amplificador Não-Inversor

 Simulação
Buffer ou Seguidor de 43

Tensão
 Caso especial do Amplificador Não-Inversor
 Ganho unitário
 Casamento de impedâncias
 Simulação

0
𝒗𝒐𝒖𝒕 = 1 + . 𝒗𝒊𝒏

𝒗𝒐𝒖𝒕 = 𝒗𝒊𝒏
Buffer ou Seguidor de 44

Tensão
 Voltando ao condicionamento do nosso sensor
hipotético...
 Podemos utilizar um buffer
 Isolar os estágios
◼ Não é isolamento galvânico (físico)
Amplificador Operacional 45

Real
 Diferente do modelo IDEAL
 Os amplificadores reais possuem limitações

 Atualmente os modelos reais conseguem alcançar


características “próximas” das ideais
 Resultado das análises é muito semelhante

 Ganho de malha aberta finito


 Impacta no ganho em malha fechada
Amplificador Operacional 46

Real

 Não inversor  Inversor

 Ganho ideal  Ganho ideal


𝑅 𝑅
◼ 𝐺 = 1 + 𝑅𝐹 ◼ 𝐺 = − 𝑅𝐹
𝐺 𝐺

 Ganho Real  Ganho real


𝐴𝑜𝑙 (𝑅1 +𝑅𝐹 ) 𝐴𝑜𝑙 .𝑅𝐹
◼ 𝐺=𝐴 ◼ 𝐺=−
𝑜𝑙 .𝑅1 +𝑅1 +𝑅𝐹 𝐴𝑜𝑙 .𝑅1 +𝑅1 +𝑅𝐹
Amplificador Operacional 47

Real
 Impedância de saída ≠ 0
 Maior impacto em malha aberta
 Tensão deverá ser maior que a saída
◼ Compensar impedância
 Malha fechada reduz a impedância efetiva
 Limite de corrente (saída)
 Corrente limitada a alguns mA
◼ 30mA a 50mA (geralmente)
 Não podem alimentar grandes cargas
Amplificador Operacional 48

Real
 Limites tensão de saída
 Saída satura nos limites da alimentação
◼ O mesmo antes do limite de alimentação
◼ Output Voltage Swing
INA vs Amplificador 49

diferencial

Amplificador diferencial
 Amplifica apenas a diferença de potencial nas
entradas
 Rejeição de sinal modo comum

 Sinal aplicado igualmente em ambas entradas


 Equação tradicional
 Considerando R1 = R3, R2 = R4
INA vs Amplificador 50

diferencial
Amplificador diferencial
 Simulação

𝑹4
𝒗𝒐𝒖𝒕 = × 𝑽1 − 𝑽2
𝑹3
INA vs Amplificador 51

diferencial
Efeito de carga...
 Interação entre as impedâncias

 Fonte e amplificador diferencial


 Correntes desbalanceadas
Amplificador de 52

Instrumentação - INA

 Modelo especial de OpAmp


 Arranjo contendo múltiplos OpAmps

 Reúne características específicas


 Elevada impedância de entrada
 Elevado CMRR
◼ Common Mode Rejection Ration
Amplificador de 53

Instrumentação - INA
 Muito comum na instrumentação

 Pequenos sinais
◼ mV ou µV
 Elevado ganho
◼ Maior que 100x
 Sinal diferencial
◼ Amplificado
 Atenua sinais modo comum
Amplificador de 54

Instrumentação - INA
INA com 3 OpAmps
 Estágios

 Amplificador Não-Inversor
◼ Impedância “infinita”
 Amplificador diferencial
◼ Ganho adicional
◼ Elevado CMRR
 Ganho em duas etapas 2𝑅5 𝑅4
𝑣𝑜 = 𝑣+ − 𝑣− . 1 + .
◼ Afeta menos o bandwidth 𝑅𝐺 𝑅3
Amplificador de 55

Instrumentação - INA
 Podem ser implementados com
componentes discretos
 Pouco prático/inviável

 Utilização de componentes prontos


 Possuem terminais para controlar o ganho
 Exemplos
◼ INA333
◼ AD622
LAB 02 - INA 3 AMPOP’s – 56

AJUSTANDO O CMRR

 Montar e testar um INA com 3 AmpOp’s


 Em uma montagem discreta (DIY)
◼ Tolerância dos resistores afeta o CMRR

 CMRR pode ser melhorado


◼ “Trimando” o amplificador diferencial
◼ Zerar “offset” resultante da tolerância
LAB 02 - INA 3 AMPOP’s – 57

AJUSTANDO O CMRR
 Simulação
58

3.
O PROBLEMA DA
FONTE SIMÉTRICA
O problema da fonte 59

simétrica

 AmpOp’s geralmente necessitam de uma fonte


simétrica
 Positiva e negativa

 Em muitos casos
 Apenas fonte positiva e baixa tensão
◼ Sistemas embarcados
60

Gerando tensão negativa


 Podemos gerar tensão negativa a partir de uma
positiva
 Circuito chaveado
 “Inductorless” ou “Charge Pump”
 Circuito simples
 Poucos componentes
 Boa eficiência
 Fornece pouca corrente
 Tensão desregulada
61

Gerando tensão negativa

 Simulação
62

Gerando tensão negativa

 Para aumentar a eficiência


 Utilizar diodos schottky
◼ Menor barreira de potencial

 Aumentar capacitores

 Aumentar frequência de oscilação


63

Componentes comerciais
 ICL7660 / TL7660
 Inversor
 Dobrador
64

Componentes comerciais

 LM27762
 A partir de uma alimentação
◼ Positiva
◼ Negativa
 Possui um LDO interno ajustável
◼ Saída regulada
65

AmpOp em fonte simples


 Idealmente qualquer AmpOp deveria
operar com fonte simples
 Mas na prática... a teoria é outra

 Alguns modelos não se comportam


muito bem em fonte simples
 Dar preferência para modelos com entrada PNP
 Permite que o sinal chegue até o GND
◼ Ex.: LM358
66

AmpOp’s Rail to Rail


 Permitem que a tensão de entrada e saída
chegue próximo ao valor da alimentação
 Alguns modelos são feitos especificamente
para fonte simples
 Arranjo interno especial
 Bastante comuns de se encontrar atualmente
◼ Ex.: MCP60x, MCP600x

 Material Complementar
67

4.
ACIONANDO
CARGAS COM UM
AMPOP
Acionando carga com o 68

AmpOp

 Para acionar cargas que consumam/forneçam


mais corrente que o limite do AmpOp

 Circuito complementar de potência

 Baseado em BJT’s ou MOSFET’s


Seguidor de emissor com 69

BJT
 Utiliza-se um BJT NPN para fornecer corrente

 Amplificador de potência

 AmpOp define a tensão na carga


◼ Feedback negativo

 Pode ser necessário um transistor Darlington


◼ Discreto ou encapsulado
Seguidor de emissor com 70

BJT

 Simulação
Seguidor de emissor com 71

BJT
 O arranjo básico não possui proteção
contra curto na saída
 O circuito pode ser melhorado
◼ BJT adicional e resistor
◼ Monitora a corrente

 Cálculo de 𝑅𝑠𝑒𝑛𝑠𝑒
0,9𝑉
◼ 𝑅𝑠𝑒𝑛𝑠 ≅ 𝐼
𝑚𝑎𝑥

 Simulação
72

5.
CONDICIONANDO
SINAL AC PARA ADC
SINGLE ENDED
Sinais AC e ADC Single- 73

ended
 Grande parte dos ADC presentes nos
dispositivos são Single-ended
 Tensão entre GND e Vref
 Digitalizar um sinal AC
 Necessário converter em DC pulsante
 Dentro dos limites do dispositivo

 Bônus!
 Ebooks da TI com diversos arranjos úteis
AC Coupled (HPF) Non- 74

Inverting Amplifier Circuit


 Adiciona ao sinal o nível Vcc/2
 Vcc deve ser a tensão de referência do ADC

 Simulação
75

Bootstrap para sinal AC


 Em um arranjo AC coupled
 Impedância de entrada é “baixa”
◼ Limitada pelo resistor do high-pass
 Substituir o resistor por um maior
◼ Aumenta impedância
◼ Modifica a freq. de corte
◼ Adiciona ruído

 Através da técnica de bootstrap


 Sinal “enxerga” uma impedância muito maior
76

Bootstrap para sinal AC

 Simulação
LAB 03 - CONDICIONANDO 77

SINAL AC EM FONTE SIMPLES


 Montar um circuito misto
 Bootstrap AC
 Não inversor AC Coupled

 Simulação
78

6.
DAC PWM
79

DAC PWM
 Através de um sinal PWM com a devida
filtragem é possível se obter um DAC
 Gerar sinais analógicos

 Essa técnica é bastante útil para gerar tensões de


referência para outros circuitos
 AmpOp
 Fonte controlável
 Etc...
80

DAC PWM
 O sinal PWM deve ser filtrado
 Lowpass
 Resultando em uma componente DC

 Filtro RC de primeira ordem tende não


funcionar muito bem
 Freq de corte muito baixa
◼ Constante RC elevada
◼ Grande inércia (Settling time)
81

DAC PWM
 Como diminuir o ripple sem penalizar o
settling time?
 Pode-se utilizar uma técnica de
cancelamento de ripple
◼ Gerar ripple com fase
invertida
◼ Somar os dois sinais
◼ Minimiza o ripple

 Simulação
LAB 04 - FONTE LINEAR 82

CONTROLADA VIA DAC PWM

 Montar uma fonte linear utilizando o LM317


 Tensão de saída controlada pelo Arduino Uno/Nano
◼ 1,3V a 10V
 DAC PWM para gerar tensão de referência da fonte

 Projeto semelhante desenvolvido pelo canal Wrkits


 LINK
LAB 04 - FONTE LINEAR 83

CONTROLADA VIA DAC PWM


 Melhorias desta implementação
 Filtragem
◼ Cancelamento de ripple
◼ Filtro ativo
 Controle (simples) em malha fechada
◼ ADC monitora a tensão na saída
◼ Controle “proporcional”
 Seleção da tensão via Serial
◼ Valor decimal (float)
◼ Utilizar “.” no lugar da “,” (notação americana)
LAB 04 - FONTE LINEAR 84

CONTROLADA VIA DAC PWM


LAB 04 - FONTE LINEAR 85

CONTROLADA VIA DAC PWM


 Circuito
 PWM_1
◼ Pino D9 Arduino
◼ Sinal para o DAC
 PWM_2
◼ Pino D6 Arduino
◼ Oscilador para gerador de tensão negativa
 AmpOp
◼ LM358
LAB 04 - FONTE LINEAR 86

CONTROLADA VIA DAC PWM


 Circuito
 Tensão Negativa
◼ Circuito inversor
◼ Alimenta o AmpOp
 Regulador
◼ LM317/117

 O Código
 Disponível em
◼ https://github.com/agaelema/PWM_DAC_controlled_Power_supply
LAB 04 - FONTE LINEAR 87

CONTROLADA VIA DAC PWM


 Comportamento

 1,3V; 2V; 4V; 6V; 8V; 10V

 Resposta degrau
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