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John Paynter (1931 – 2010)


Nasceu em Londres e como filho de operário
teve uma formação “pobre”;

Ganha uma bolsa de estudos na Emanuel
School. Graduação na Trinity College
(compositor*)

Iniciou na década de 50 sua experiência
lecionando música em escolas para séries
iniciais

Década de 70: encabeça a reformulação do
currículo escolar britânico, tendo Swnanwick
como parceiro.

Funda em 1983, com Swanwick, o British
Journal of Music Education

Atividades: Escuta ativa, percepção dos sons do ambiente, os
ruídos diversos do mundo que nos cerca. A proposta é permeada por
atividades que incluem o canto, a execução instrumental (percussão,
flauta doce e teclado) e ênfase na audição. No seu livro Sound and
Structure, Paynter aponta procedimentos que julga ser o núcleo da
prática musical: 1) sons da música, 2) ideias musicais, 3) pensar e
fazer música e 4) modelos de tempo (FONTERRADA, 2008).

Notação Musical: prática de notação analógica durante todo o
processo; ao final da oficina ou curso ou ainda cronograma,
apresenta a notação convencional como um fim, mas sem estudo da
teoria da notação.
Literalmente de “Metodologias em Educação Musical II – Schaffer e
Paynter”. Disponível em: prolicenmus.ufrgs.br

O papel da escola não é o de formar instrumentistas mas o de
proporcionar o contato com a música através de experiências
variadas e criativas. A execução musical é essencial mas não abarca
a totalidade da música. MATEIRO, T. John Paynter: a música criativa
na escola. In: MATEIRO, T. ILARI, B. Pedagogias em Educação
Musical. Curitiba CBPEX
“a educação fracassa se não oferece ocasiões
para o florescimento da personalidade e
desenvolvimento da imaginação [...]. A
educação pode transformar-se em um
processo que abarque a totalidade da vida,
oferecendo ao indivíduo não só confiança em
suas atitudes adquiridas e inatas, como
também na aventura da exploração: ver as
coisas com novos olhos, descobrir novos
horizontes, assim como novos campos para
experimentar” (PAYNTER, apud FREGA, 1997,
p. 127)
A exploração criativa
Primeiro escolhe-se os materiais e, a partir deles,
ideias imaginárias tornam-se realidade. A
liberdade para explorar os materiais é
necessária em qualquer arte e para decidir
quais usar é preciso saber o que eles podem
fazer. (Adaptado de MATEIRO, 2011)

Trabalho musical criativo não significa
resultados não musicais.
Visão unificada das artes

Escrita-criativa

Dança criativa

Teatro-criativo

Música-criativa

Música integrada com outras artes e áreas do
conhecimento