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A SAÚDE NO ESTADO

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09 de maio de 2018 (Quarta-Feira)


Pró-Saúde oferta vagas para hospital em Barcarena até dia 10 São mais de 60 vagas ofertadas em diversas áreas

Por: Redação Portal ORM 9 de Maio de 2018 às 09:00

Até está quinta-feira (10), a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está com 64 vagas abertas no Hospital
Materno Infantil de Barcarena (HMIB) em diversas áreas.
Os interessados devem fazer o cadastro pelo site www.prosaude.org.br/trabalheconosco. Os cargos oferecidos são: coordenador de
Enfermagem, Fisioterapeuta, Farmacêutico, Auxiliar de Farmácia, Técnico de Enfermagem, Técnico de Laboratório, Técnico de
Manutenção, Auxiliar Administrativo, Técnico de Radiologia, Lactarista e Auxiliar de Lavanderia. Todas as vagas também são destinadas a
pessoas com deficiência (PCD), observando-se, obrigatoriamente, os critérios descritos em edital, conforme legislação vigente.
O Hospital Materno Infantil de Barcarena, na região do Baixo Tocantins, será um dos mais modernos do Estado do Pará. A unidade terá
capacidade para 65 leitos, sendo 10 de UTI Adulto, 10 de UTI Neonatal e 10 de UCI Neonatal.

Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário serve para alertar mulheres Tipo é considerado o câncer ginecológico que mais
ocasiona mortes no planeta

Por: Agência Pará 8 de Maio de 2018 às 19:21

Em 8 de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, um tumor menos incidente que os de colo de útero e mama,
porém considerado o câncer ginecológico que mais ocasiona mortes no planeta, com mais de 70% dos diagnósticos concluídos em estágio
avançado, quando a doença já atingiu outros órgãos.
Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer do ovário é o sétimo mais incidente no norte do Brasil. Dos 270 novos casos
esperados até o final de 2018, 110 serão diagnosticados no Pará, com uma taxa bruta de 2,57 de incidência por 100 mil habitantes,
segundo dados da Incidência de Câncer no Brasil, documento publicado pelo Instituto Nacional de Oncologia (Inca).
Os ovários são glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos (progesterona e estrogênio) e pela produção e
armazenamento dos óvulos que são liberados, um a cada mês, durante o ciclo reprodutor.
Tumor silencioso
O desenvolvimento dos tumores de ovário ocorre de forma silenciosa. A maioria dos tumores não apresenta sintomas até atingir a fase
avançada. Os mais característicos são dor pélvica, alterações urinárias, aumento do volume abdominal, gases e irregularidades
menstruais. Essas manifestações clínicas muitas vezes são confundidas com outras patologias, dificultando ainda mais o diagnóstico.
Cerca de 10 a 15% dos casos de tumores ovarianos apresentam componente genético ou familiar, com mutações de alto risco dos genes
BRCA1 e BRCA2. Outros fatores de risco estão relacionados à menopausa tardia, endometriose, obesidade e nuliparidade (sem filhos
biológicos). A incidência é mais comum nas mulheres acima de 40 anos, no período pós-menopausa. A gravidez e o uso de contraceptivos
orais (supressão da ovulação) são considerados fatores de proteção.
Diagnóstico
Segundo o ginecologista Celso Fukuda, do Hospital Ophir Loyola, referência no tratamento de câncer no Pará, não existem exames de
rastreamento para a detecção precoce do câncer de ovário. “Ainda não foi comprovado o benefício, ao se fazer com certa periodicidade, do
exame de ultrassom e do CA-125, que avalia a quantidade deste marcador tumoral no sangue. Ou seja, não temos, hoje, nem um
benefício com exames de rastreamento existentes, que possam prevenir ou encontrar este tumor na fase inicial, para que a paciente tenha
mais chance de cura ou de controle da doença”, informou.
G1.PARÁ

Estado lança 'Maio Laranja' para combater abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes
Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente diz que de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra
adolescentes. Casos contra crianças no mesmo período foram 2.857.

08/05/2018 23h50.

No período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes e 2.857 contra crianças. (Foto:
Reprodução Globo News) No período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes e 2.857 contra
crianças. (Foto: Reprodução Globo News)
Será lançada nesta quarta-feira (09) pelo Governo do Pará na Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém, a
campanha Maio Laranja, de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Durante o mês, serão realizadas diversas
ações como palestras, seminários e exibição de filmes.
De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência
sexual contra adolescentes e a campanha visa mobilizar a sociedade para o enfrentamento dessa realidade. O “Maio Laranja” é alusivo ao
Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no dia 18 de maio.
De autoria do deputado estadual Márcio Miranda, que atendeu à proposta apresentada pela sociedade civil, o Projeto de Lei nº 35/2018,
que instituiu o "Maio Laranja" no Pará, foi aprovado no final de março na Assembleia Legislativa (Alepa) e sancionado pelo governador em
abril.
O projeto reforça a importância das ações do poder público quanto à implementação de um plano de ação voltado ao enfrentamento à
violência sexual contra crianças e adolescentes. Atualmente, a lei está em vigor somente em dois municípios de Minas Gerais: Patos e
Belo Horizonte.
A campanha também visa ampliar o debate entre profissionais da saúde, educação e segurança pública, além de entidades e outros
segmentos sociais, sobre os sinais de identificação e as consequências da violência sexual, divulgando os canais de denúncia.
Para a assistente social Lilian Ribeiro, colaboradora do Movimento Maio Laranja, a integração com órgãos governamentais fortalece a
causa. “É uma campanha que vai percorrer o Estado. Essa integração possibilitará eficiência em relação à prevenção”, disse.
Estatísticas
De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência
sexual contra adolescentes: Araguaia (32 casos), Baixo Amazonas (260), Carajás (237), Lago de Tucuruí (138), Marajó I (158), Marajó II
(44), Metropolitana I (2.389), Metropolitana II (134), Metropolitana III (121), Rio Caetés (121), Tapajós (32), Tocantins (689) e Xingu (117).
Já os dados relativos a crianças, entre 2013 e 2017, mostram que o Pará registrou 2.857 casos de violência sexual.
Prevenção
Segundo a coordenadora estadual de Saúde do Adolescente Vera Bertagnoli, a campanha estimula a notificação e denúncia dos casos,
que na maioria das vezes ocorrem dentro da própria família.
“O abuso e a exploração sexual contra crianças e adolescentes têm reflexo direto na saúde da vítima, principalmente no aspecto mental.
Os sinais mais frequentes são relacionados à mudança de comportamento, pois eles se tornam pessoas retraídas, que preferem o
isolamento. Na fase escolar, as vítimas diminuem o rendimento de forma visível. Daí a importância de trabalharmos essa questão
juntamente com a família e as escolas”, afirmou Vera Bertagnoli.
A campanha tem o apoio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos
(Sejudh), Pro Paz, Alepa e outras instituições.
Serviço: Lançamento da Campanha Maio Laranja, de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Nesta quarta-feira (9), no auditório Albano Franco, da Fiepa – Travessa Quintino Bocaiúva, 1588, Bairro Nazaré.
Câncer de ovário é o sétimo mais incidente no Norte do Brasil
Segundo dados da Incidência de Câncer no Brasil, dos 270 novos casos esperados até o final de 2018, 110 serão diagnosticados
no Pará. Não existem exames de rastreamento para a detecção precoce do câncer de ovário.

08/05/2018 21h22

O ginecologista Celso FukudaA informa que o principal tratamento do câncer de ovário é a cirurgia, podendo ser utilizada a quimioterapia
antes ou depois do procedimento cirúrgico (Foto: Agência Pará) O ginecologista Celso FukudaA informa que o principal tratamento do
câncer de ovário é a cirurgia, podendo ser utilizada a quimioterapia antes ou depois do procedimento cirúrgico
O ginecologista Celso FukudaA informa que o principal tratamento do câncer de ovário é a cirurgia, podendo ser utilizada a quimioterapia
antes ou depois do procedimento cirúrgico (Foto: Agência Pará)
No dia 8 de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, um tumor menos incidente que os de colo de útero e mama,
porém considerado o câncer ginecológico que mais ocasiona mortes no planeta, com mais de 70% dos diagnósticos concluídos em estágio
avançado, quando a doença já atingiu outros órgãos.
Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer do ovário é o sétimo mais incidente no norte do Brasil. Dos 270 novos casos
esperados até o final de 2018, 110 serão diagnosticados no Pará, com uma taxa bruta de 2,57 de incidência por 100 mil habitantes,
segundo dados da Incidência de Câncer no Brasil, documento publicado pelo Instituto Nacional de Oncologia (Inca).
Após oito meses sentindo dores no quadril e inchaço na barriga, a dona de casa Sandra Dias, de 45 anos, do município de Castanhal,
decidiu fazer a ultrassonografia transvaginal. A biópsia foi realizada no Hospital Ophir Loyola, em Belém, e, segundo ela, “o primeiro
resultado deu sugestivo para câncer”.
“Fiz outro ultrassom, mas atestou algo diferente. Então, o ginecologista solicitou uma ressonância magnética e os marcadores tumorais.
Com o resultado, fui encaminhada para cá. Vou fazer a retirada do ovário esquerdo. Caso a biópsia confirme o câncer, e o médico julgar
necessário, também serão retirados o ovário direito e a bexiga. Espero que tudo ocorra bem”, relatou Sandra Dias.
Os ovários são glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos (progesterona e estrogênio) e pela produção e
armazenamento dos óvulos que são liberados, um a cada mês, durante o ciclo reprodutor.
Tumor silencioso
O desenvolvimento dos tumores de ovário ocorre de forma silenciosa. A maioria dos tumores não apresenta sintomas até atingir a fase
avançada. Os mais característicos são dor pélvica, alterações urinárias, aumento do volume abdominal, gases e irregularidades
menstruais. Essas manifestações clínicas muitas vezes são confundidas com outras patologias, dificultando ainda mais o diagnóstico.
Cerca de 10 a 15% dos casos de tumores ovarianos apresentam componente genético ou familiar, com mutações de alto risco dos genes
BRCA1 e BRCA2. Outros fatores de risco estão relacionados à menopausa tardia, endometriose, obesidade e nuliparidade (sem filhos
biológicos). A incidência é mais comum nas mulheres acima de 40 anos, no período pós-menopausa. A gravidez e o uso de contraceptivos
orais (supressão da ovulação) são considerados fatores de proteção.
Diagnóstico
Segundo o ginecologista Celso Fukuda, do Hospital Ophir Loyola, referência no tratamento de câncer no Pará, não existem exames de
rastreamento para a detecção precoce do câncer de ovário. “Ainda não foi comprovado o benefício, ao se fazer com certa periodicidade, do
exame de ultrassom e do CA-125, que avalia a quantidade deste marcador tumoral no sangue. Ou seja, não temos, hoje, nem um
benefício com exames de rastreamento existentes, que possam prevenir ou encontrar este tumor na fase inicial, para que a paciente tenha
mais chance de cura ou de controle da doença”, informou.
Apesar da impossibilidade de rastreamento, os ginecologistas solicitam o exame de ultrassom pélvica ou transvaginal para tentar detectar
o tumor. Em casos mais avançados, a tomografia é usada para identificar se o tumor já se espalhou para outros órgãos. A cirurgia é
realizada para apontar a fase em que a doença se encontra e o diagnóstico histopatológico direciona o melhor tratamento para o controle.
“Os marcadores tumorais são muito úteis no seguimento da paciente com câncer de ovário, porém pouco confiáveis para o diagnóstico
inicial, com grande número de falsos positivos. Outro exame utilizado para o diagnóstico e estadiamento (determinar a fase), a ressonância
magnética determina o tamanho e a localização de um tumor de ovário, bem como a presença de metástases, porém ambos os exames
possuem dificuldade de acesso no SUS (Sistema Único de Saúde)”, esclareceu Celso Fukuda.
O especialista explicou ainda que a escolha do tratamento depende da idade e condições clínicas, tipo histológico do tumor e extensão da
doença. “A principal modalidade terapêutica é a cirurgia, podendo ser utilizada a quimioterapia antes ou depois do procedimento cirúrgico.
Caso a doença seja detectada precocemente, é removido somente o ovário afetado”, ressaltou.
Estado lança campanha de combate a abuso e exploração sexual
08/05/2018 20:59h
Mobilizar a sociedade para o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes. Este é o objetivo da
campanha Maio Laranja, que será lançada pelo Governo do Pará nesta quarta-feira (09), no auditório Albano Franco, da Federação das
Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém. Serão realizadas diversas ações durante todo o mês, como palestras, seminários e
exibição de filmes.
De autoria do deputado estadual Márcio Miranda, que atendeu à proposta apresentada pela sociedade civil, o Projeto de Lei nº 35/2018,
que instituiu o "Maio Laranja" no Pará, foi aprovado no final de março na Assembleia Legislativa (Alepa) e sancionado pelo governador
Simão Jatene em abril.
O projeto reforça a importância das ações do poder público quanto à implementação de um plano de ação voltado ao enfrentamento à
violência sexual contra crianças e adolescentes. Atualmente, a lei está em vigor somente em dois municípios de Minas Gerais (Patos e
Belo Horizonte). O evento é alusivo ao Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - 18
de Maio.
A campanha também visa ampliar o debate entre profissionais da saúde, educação e segurança pública, além de entidades e outros
segmentos sociais, sobre os sinais de identificação e as consequências da violência sexual, divulgando os canais de denúncia.
Para a assistente social Lilian Ribeiro, colaboradora do Movimento Maio Laranja, a integração com órgãos governamentais fortalece a
causa. “É uma campanha que vai percorrer o Estado. Essa integração possibilitará eficiência em relação à prevenção”, ressaltou.
Estatística - De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos
de violência sexual contra adolescentes.
No total de dados por Região de Saúde, constam: Araguaia (32 casos), Baixo Amazonas (260), Carajás (237), Lago de Tucuruí (138),
Marajó I (158), Marajó II (44), Metropolitana I (2.389), Metropolitana II (134), Metropolitana III (121), Rio Caetés (121), Tapajós (32),
Tocantins (689) e Xingu (117). Já os dados relativos a crianças, entre 2013 e 2017, mostram que o Pará registrou 2.857 casos de violência
sexual.
Prevenção - A coordenadora estadual de Saúde do Adolescente, Vera Bertagnoli, disse que o Maio Laranja reforça o trabalho de prevenção
e a defesa dos direitos dentro do contexto da saúde. Ela destacou que a campanha estimula a notificação e denúncia dos casos, que na
maioria das vezes ocorrem dentro da própria família.
“O abuso e a exploração sexual contra crianças e adolescentes têm reflexo direto na saúde da vítima, principalmente no aspecto mental.
Os sinais mais frequentes são relacionados à mudança de comportamento, pois eles se tornam pessoas retraídas, que preferem o
isolamento. Na fase escolar, as vítimas diminuem o rendimento de forma visível. Daí a importância de trabalharmos essa questão
juntamente com a família e as escolas”, afirmou Vera Bertagnoli.
A campanha tem o apoio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos
(Sejudh), Pro Paz, Alepa e outras instituições.
Serviço: Lançamento da Campanha Maio Laranja, de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Nesta quarta-feira (09), no auditório Albano Franco, da Fiepa – Travessa Quintino Bocaiúva, 1588, Bairro Nazaré.
Por Edna Lima

Câncer de ovário é o sétimo mais incidente no norte do Brasil


O Hospital Ophir Loyola é referência no tratamento de câncer no Pará.
08/05/2018 18:39h
Em 8 de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, um tumor menos incidente que os de colo de útero e mama,
porém considerado o câncer ginecológico que mais ocasiona mortes no planeta, com mais de 70% dos diagnósticos concluídos em estágio
avançado, quando a doença já atingiu outros órgãos.
Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer do ovário é o sétimo mais incidente no norte do Brasil. Dos 270 novos casos
esperados até o final de 2018, 110 serão diagnosticados no Pará, com uma taxa bruta de 2,57 de incidência por 100 mil habitantes,
segundo dados da Incidência de Câncer no Brasil, documento publicado pelo Instituto Nacional de Oncologia (Inca).
A dona de casa Sandra Dias, 45 anos, residente no município de Castanhal, decidiu fazer a ultrassonografia transvaginal após oito meses
sentindo dores no quadril e inchaço na barriga. A biópsia foi realizada no Hospital Ophir Loyola, em Belém, e segundo ela “o primeiro
resultado deu sugestivo para câncer”. “Fiz outro ultrassom, mas atestou algo diferente. Então, o ginecologista solicitou uma ressonância
magnética e os marcadores tumorais. Com o resultado, fui encaminhada para cá. Vou fazer a retirada do ovário esquerdo. Caso a biópsia
confirme o câncer, e o médico julgar necessário, também serão retirados o ovário direito e a bexiga. Espero que tudo ocorra bem”, relatou
Sandra Dias.
Os ovários são glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos (progesterona e estrogênio) e pela produção e
armazenamento dos óvulos que são liberados, um a cada mês, durante o ciclo reprodutor.
Tumor silencioso - O desenvolvimento dos tumores de ovário ocorre de forma silenciosa. A maioria dos tumores não apresenta sintomas
até atingir a fase avançada. Os mais característicos são dor pélvica, alterações urinárias, aumento do volume abdominal, gases e
irregularidades menstruais. Essas manifestações clínicas muitas vezes são confundidas com outras patologias, dificultando ainda mais o
diagnóstico.
Cerca de 10 a 15% dos casos de tumores ovarianos apresentam componente genético ou familiar, com mutações de alto risco dos genes
BRCA1 e BRCA2. Outros fatores de risco estão relacionados à menopausa tardia, endometriose, obesidade e nuliparidade (sem filhos
biológicos). A incidência é mais comum nas mulheres acima de 40 anos, no período pós-menopausa. A gravidez e o uso de contraceptivos
orais (supressão da ovulação) são considerados fatores de proteção.
Diagnóstico - Segundo o ginecologista Celso Fukuda, do Hospital Ophir Loyola, referência no tratamento de câncer no Pará, não existem
exames de rastreamento para a detecção precoce do câncer de ovário. “Ainda não foi comprovado o benefício, ao se fazer com certa
periodicidade, do exame de ultrassom e do CA-125, que avalia a quantidade deste marcador tumoral no sangue. Ou seja, não temos, hoje,
nem um benefício com exames de rastreamento existentes, que possam prevenir ou encontrar este tumor na fase inicial, para que a
paciente tenha mais chance de cura ou de controle da doença”, informou.
Apesar da impossibilidade de rastreamento, os ginecologistas solicitam o exame de ultrassom pélvica ou transvaginal para tentar detectar
o tumor. Em casos mais avançados, a tomografia é usada para identificar se o tumor já se espalhou para outros órgãos. A cirurgia é
realizada para apontar a fase em que a doença se encontra e o diagnóstico histopatológico direciona o melhor tratamento para o controle.
“Os marcadores tumorais são muito úteis no seguimento da paciente com câncer de ovário, porém pouco confiáveis para o diagnóstico
inicial, com grande número de falsos positivos. Outro exame utilizado para o diagnóstico e estadiamento (determinar a fase), a ressonância
magnética determina o tamanho e a localização de um tumor de ovário, bem como a presença de metástases, porém ambos os exames
possuem dificuldade de acesso no SUS (Sistema Único de Saúde)”, esclareceu Celso Fukuda.
O especialista explicou ainda que a escolha do tratamento depende da idade e condições clínicas, tipo histológico do tumor e extensão da
doença. “A principal modalidade terapêutica é a cirurgia, podendo ser utilizada a quimioterapia antes ou depois do procedimento cirúrgico.
Caso a doença seja detectada precocemente, é removido somente o ovário afetado”, ressaltou.
Por Leila Cruz
Hospital Materno Infantil de Barcarena tem 64 vagas de emprego
O Hospital Materno Infantil de Barcarena, na região do Baixo Tocantins, será um dos mais modernos do Estado do Pará.

08/05/2018 18:10h

Até quinta-feira, 10, a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está com inscrições abertas, em diversas
áreas, para 64 vagas no (HMIB). Os interessados devem fazer o cadastro pelo site www.prosaude.org.br/trabalheconosco.
Os cargos disponíveis são: coordenador de Enfermagem, Fisioterapeuta, Farmacêutico, Auxiliar de Farmácia, Técnico de Enfermagem,
Técnico de Laboratório, Técnico de Manutenção, Auxiliar Administrativo, Técnico de Radiologia, Lactarista e Auxiliar de Lavanderia. Todas
as vagas também são destinadas a pessoas com deficiência (PCD), observando-se, obrigatoriamente, os critérios descritos em edital,
conforme legislação vigente.
O Hospital Materno Infantil de Barcarena, na região do Baixo Tocantins, será um dos mais modernos do Estado do Pará. A unidade terá
capacidade para 65 leitos, sendo 10 de UTI Adulto, 10 de UTI Neonatal e 10 de UCI Neonatal.
Marinelza Guimarães, assistente social, participou da primeira fase do processo seletivo. Ela queria um novo rumo na carreira profissional
e após ser informada sobre o anúncio de vagas ofertadas percebeu uma nova chance de crescimento. “Fiquei sabendo da vaga através de
amigos, logo me cadastrei no site da Pró-Saúde e em menos de um mês fui chamada para participar da seleção”, afirmou.
A assistente social, que é moradora do município de Barcarena há 15 anos, foi efetivada em março de 2018 e desde então passou por
vários treinamentos, inclusive no Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém (PA). “Os dias de treinamento estão sendo muito
proveitosos. Durante esse processo de adaptação estou adquirindo bastante conhecimento. Tenho muita vontade de crescer
profissionalmente e me sinto muito feliz por ter esta oportunidade”, comentou Marinelza.
Sobre a Pró-Saúde
A Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar possui 50 anos de atuação e é considerada uma das maiores
instituições de gestão de serviços de saúde e administração hospitalar do País. Presente em todas as regiões do Brasil, a entidade tem
sob sua responsabilidade 2.068 leitos e o trabalho de cerca de 16 mil profissionais, sendo 2,9 mil médicos.
Entidade filantrópica, sem fins lucrativos, a Pró-Saúde é certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social na Área da Saúde.
Tal reconhecimento oficial, pelo Ministério da Saúde reforça sua atuação no âmbito da gestão do SUS, com eficiência e qualidade,
ampliando o acesso da população aos serviços.
Sua atuação na área de administração hospitalar tornou a entidade amplamente reconhecida no setor e permite que a Pró-Saúde ofereça a
mesma qualidade em assessoria e consultoria, planejamento estratégico, capacitação profissional, diagnósticos hospitalares e de saúde
pública, além da gestão de serviços de ensino.
Vagas disponíveis:

Cargo: Auxiliar Administrativo


Quantidade de vagas: 1
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Desejável experiência de 06 meses na área. Conhecimento básico do Pacote Office.
Cargo: Auxiliar de Farmácia
Quantidade de vagas: 1
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Desejável: curso Técnico em Farmácia. Desejável experiência de 06 meses na área.
Conhecimento básico do Pacote Office.
Cargo: Auxiliar de Lavanderia
Quantidade de vagas: 1
Requisitos mínimos: desejável: ensino fundamental completo e experiência na área.
Cargo: Coordenador de Enfermagem
Quantidade de vagas: 2
Requisitos mínimos: ensino superior completo em Enfermagem. Registro no Conselho de Classe ativo. Desejável pós-graduação na área.
Experiência de 06 meses na área. Conhecimento intermediário do Pacote Office.
Cargo: Farmacêutico
Quantidade de vagas: 3
Requisitos mínimos: ensino superior completo em Farmácia. Registro no Conselho de Classe ativo. Experiência de 06 meses em unidades
hospitalares.
Cargo: Fisioterapeuta
Quantidade de vagas: 7
Requisitos mínimos: ensino superior completo em Fisioterapia. Registro no Conselho de Classe ativo. Experiência de 06 meses na área.
Conhecimento básico do Pacote Office.
Cargo: Lactarista
Quantidade de vagas: 1
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Desejável: experiência de 06 meses em ambiente hospitalar.
Cargo: Técnico de Enfermagem
Quantidade de vagas: 30
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Curso Técnico em Enfermagem completo. Registro no Conselho de Classe ativo. Experiência
de 06 meses na área da Enfermagem.
Cargo: Técnico de Laboratório
Quantidade de vagas: 5
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Necessário curso Técnico em Análise Clínica (Laboratório). Experiência de 6 (seis) meses na
área. Conhecimento básico do Pacote Office.
Cargo: Técnico de Manutenção
Quantidade de vagas: 1
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Curso técnico de refrigeração, manutenção. Experiência de 06 meses na área. Desejável
NR10, NR13 e Nr35.
Cargo: Técnico de Radiologia
Quantidade de vagas: 12
Requisitos mínimos: ensino médio completo. Curso Técnico de Radiologia. Registro no Conselho de Classe ativo. Experiência de 06
meses na área.
Texto - Ana Carolina Lobo

Por Kennya Corrêa


URUATAPERA.

08 DE MAIO DE 2018

Maio Laranja

O Governo do Pará lança amanhã, no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém, a
campanha Maio Laranja, a fim de mobilizar a sociedade para o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual contra crianças e
adolescentes. Serão realizadas diversas ações durante todo o mês, tais como palestras, seminários e exibição de filmes. De autoria do
deputado Márcio Miranda, o projeto de lei nº 35/2018, que instituiu o "Maio Laranja" no Pará, foi aprovado no final de março pela Alepa e
sancionado pelo governador Simão Jatene em abril. Lei semelhante está em vigor só em dois municípios de Minas Gerais (Patos e Belo
Horizonte).
A campanha também estimula o debate entre profissionais da saúde, educação e segurança pública, além de entidades e outros
segmentos sociais, sobre os sinais de identificação e as consequências da violência sexual, e divulga os canais de denúncia.
De 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes. Já os dados relativos a crianças, entre 2013 e 2017,
apontam 2.857 casos. Mas o mais grave é que na maioria das vezes esse crime medonho sequer é denunciado e ocorre dentro da própria
família e círculos mais íntimos de vizinhos, amigos e parentes. Em todas as classes sociais.
Os sinais mais frequentes de abuso são relacionados à mudança de comportamento: as vítimas se tornam retraídas, preferem o
isolamento e o rendimento escolar cai. A campanha tem o apoio da Sespa, Sejudh, Pro Paz e Alepa.