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MANUAL DE NORMAS PARA PROJETOS E OBRAS Departamento de Arquitetura e Patrimônio - Rev.: 05/2017

MANUAL DE NORMAS PARA PROJETOS E OBRAS

MANUAL DE NORMAS PARA PROJETOS E OBRAS Departamento de Arquitetura e Patrimônio - Rev.: 05/2017

Departamento de Arquitetura e Patrimônio - Rev.: 05/2017

Shopping União de Osasco

as

empreendimento.

Todas

disposições

aqui

INTRODUÇÃO

presentes

visam

a

harmonia,

Manual de Normas para Projetos e Obras

qualidade

e

segurança

do

A Empreendedora “SAVIMÓVEL COMERCIAL E IMÓVEIS LTDA.”, sediada à Av. Paulista, 1000 - 9º andar - CEP: 01310 -100 - SP, Tel. 3371 6500, se reserva no direito de gerenciar e coordenar o dia a dia em todos os setores do empreendimento, sendo que quaisquer determinações ou orientações emitidas por esta empresa deverão ser acatadas por todos os lojistas.

OBJETIVO

Este manual tem a finalidade de orientar e regulamentar as atividades dos lojistas no período de montagem de suas lojas. Para tanto, foi dividido em quatro partes.

de montagem de suas lojas. Para tanto, foi dividido em quatro partes. - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PARTE A - ORIENTAÇÕES GERAIS

Manual de Normas para Projetos e Obras

Onde são encontradas as condições em que as lojas são entregues aos lojistas, os projetos que devem ser apresentados, as condicionantes para início de obras, as responsabilidades do lojista e explicações da atuação da equipe do DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio.

PARTE B - NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE LOJAS

Onde são apresentadas as exigências básicas para apreciação, comentários necessários e liberação dos projetos por parte da equipe do DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio.

PARTE C - REGULAMENTAÇÃO DE OBRAS PARA MONTAGEM DAS LOJAS

A presente regulamentação tem a função de estabelecer procedimentos básicos para o convívio entre todos os profissionais envolvidos nas obras do Shopping, das lojas e âncoras.

PARTE D DESENHOS E FORMULÁRIOS ESPECÍFICOS

Composto por desenhos explicativos gerais ou específicos de cada espaço locado e formulários e guias para preenchimento.

de cada espaço locado e formulários e guias para preenchimento. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PARTE A ORIENTAÇÕES GERAIS

Manual de Normas para Projetos e Obras

A1 . CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS LOJAS A2 . PROJETOS E DOCUMENTOS QUE DEVEM SER APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO A3 . CONDICIONANTES PARA INÍCIO DE OBRAS A4 . RESPONSABILIDADES DOS LOJISTAS A5 . ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE COORDENAÇÃO DE PROJETOS E OBRAS

PARTE B NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE LOJAS

B1 . CONDIÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS B2 . NORMATIZAÇÃO ESPECÍFICA PARA CADA PROJETO B3 . CONDIÇÕES GERAIS PARA LIBERAÇÃO DE PROJETOS

PARTE C REGULAMENTAÇÃO DE OBRAS

C1.

TAPUME

C2.

CANTEIRO DE OBRAS

C3.

HORÁRIO DE TRABALHO

C4.

DESCARGA DE MATERIAIS / RETIRADA DE ENTULHO

C5.

MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS

C6.

CIRCULAÇÃO / ACESSO À OBRA

C7.

USO DAS PARTES COMUNS DO SHOPPING

C8.

SEGURANÇA PATRIMONIAL

C9.

CONDIÇÕES DE SEGURANÇA DO TRABALHO

C10.

OBRAS APÓS A INAUGURAÇÃO

C11.

INSTALAÇÃO

C12.

LIBERAÇÃO DA LOJA PARA INAUGURAÇÃO

C13.

DISPOSIÇÕES FINAIS

PARTE D DESENHOS GERAIS DESENHOS ESPECÍFICOS GUIAS PARA PREENCHIMENTO (atestados / guias)

GERAIS DESENHOS ESPECÍFICOS GUIAS PARA PREENCHIMENTO (atestados / guias) - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 4

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PARTE A ORIENTAÇÕES GERAIS

A1 . CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS LOJAS

1.1 PISO

Manual de Normas para Projetos e Obras

O piso de todas as lojas será entregue em laje de concreto, sem acabamento.

Algumas lojas terão desníveis em relação ao Mall que poderão variar de 7cm a 40cm. Solicitamos verificar “in loco” essa medida, tomando como referência o piso do Mall.

Obs.: Respeitar e tratar adequadamente a junta de dilatação do piso quando ocorrer.

1.2 PAREDES

As paredes divisórias serão entregues em blocos de concreto sem acabamento, não podendo, de forma alguma, receber qualquer tipo de carga ou furação, nem servir de apoio lateral para mezaninos.

1.3 TETO

Os tetos das lojas poderão variar entre telha de concreto pré-moldada, protendida, tipo calhetão, sem acabamento à laje de concreto pré-moldada alveolar, também sem acabamento. Verificar “in loco” para definir a fixação da estrutura auxiliar.

1.4 ENERGIA

As lojas satélites serão supridas em baixa tensão 380/220V-60Hz e as lojas âncoras em

13200V-60Hz, cabendo ao lojista, o fornecimento da mesma de acordo com o especificado em projeto quando apresentado ao DAP. Como também a instalação de quadro(s) a partir do eletroduto fornecido. Lojas que forem substituir os cabos de alimentação devem consultar o DAP. Os custos provenientes destes serviços serão de responsabilidade do lojista.

É obrigatório o uso de disjuntores normalizados conforme IEC-947-2.

Para as lojas âncoras o atendimento deve ser em média tensão, cabendo ao lojista o

fornecimento e a instalação da infraestrutura, equipamentos, acessórios e cabos desde a referida cabine do shopping (cubículo fornecido pelo lojista) até sua subestação (própria e executada pelo lojista).

A subestação, transformador e grupo gerador (quando necessário) deverão ser construídos no

interior do espaço locado. Deve ser previsto também um conduto para intertravamento entre a subestação e a cabine de medição. Na cabine de medição existirá um compartimento que deverá ser equipado com chave

seccionadora e disjuntor de média tensão para conexão dos cabos alimentadores de média tensão. O fornecimento é responsabilidade do lojista. Toda a instalação deverá obedecer rigorosamente a NBR 14039.

1.5 TELEFONE

Será fornecido um ponto com 2 (dois) pares. Havendo necessidade de instalação de pares adicionais deverá ser solicitado por escrito ao DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio para análise. Todos os custos decorrentes de fornecimentos adicionais correrão por conta do lojista. Para as lojas âncoras o lojista deverá executar tubulações secas entre o DG do Shopping e o interior da loja, no ponto onde a distância até este DG seja a menor possível ou a critério da empreendedora.

O fornecimento e instalação dos cabos telefônicos são de responsabilidade do lojista.

e instalação dos cabos telefônicos são de responsabilidade do lojista. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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1.6 SOM

Manual de Normas para Projetos e Obras

Será disponibilizado a todas as lojas âncoras, 01 ponto de acesso de comunicação de caráter emergencial, visando ações de comunicação e evacuação se necessário, das pessoas no interior da loja.

A partir deste ponto, cada âncora deverá instalar 01 amplificador com duas caixas acústicas

para comunicação do evento que deverá atender aos quesitos técnicos do sistema a ser implantado no Shopping.

1.7 - ÁGUA

Será fornecida para as âncoras, lojas do “Fast Food” e aquelas que tenham essa condição acertada em contrato.

As demais lojas que quiserem utilizar pontos água e esgoto em suas instalações, deverão fazer sua consulta ao DAP por escrito, afim de verificar a viabilidade técnica de execução e os custos decorrentes da mesma.

O fornecimento de água fria será em um único ponto interno à loja, no ponto onde a distância

deste até a caixa d'água seja a menor possível, ou a critério da empreendedora. Será instalado um hidrômetro em área técnica, externa à loja, para o rateio do consumo.

1.8 - ESGOTO / DRENOS

Para as lojas com ponto de água fria será fornecido um ponto de esgoto em local a ser definido a critério da empreendedora. Para cada loja será fornecido um ponto de dreno para conexão somente dos equipamentos de

ar

condicionado.

O

ponto de dreno estará disponível, dependendo da localização da loja no Shopping, ou na

parte da frente ou no fundo da loja, com espera de diâmetro de 32mm para lojas satélites e

para âncoras. É vedado o uso deste ponto de dreno para qualquer outra finalidade. Para as lojas "Fast Food" será fornecido ponto de esgoto gorduroso de 100mm.

1.9 SISTEMA DE SEGURANÇA

Prevenção e Combate à Incêndio (sprinklers e hidrantes)

Sprinklers

O empreendedor disponibilizara um ponto de entrega de diâmetro compatível com as dimensões da loja, com vazão e pressão de compatíveis com os riscos protegidos sendo:

2.1/2” para lojas satélites e demais lojas não denominadas de âncora, provida de válvula de isolamento tipo esfera;

4” para lojas âncora, provida de válvula de isolamento tipo gaveta ou borboleta;

Para as lojas de “Fast Food” o lojista deverá providenciar proteção especifica para as coifas e dutos de exaustão da cozinha, prevendo válvula de fecho rápido tipo esfera com dispositivo para lacre, interligada a tubulação do ponto de entrega citado anteriormente destinada ao sistema de sprinklers.

Hidrantes

Para as lojas âncoras ou quando necessário, estará disponibilizado ponto de entrega, na área

técnica no diâmetro de 4” provido de válvula de isolamento e flange cega.

Detecção / Automação (alarmes) Para as lojas âncoras, o Shopping disponibilizará no ponto de entrega, uma caixa de junção de módulos de endereçamento para monitoração dos sinais abaixo relacionados:

Incêndio Acionador manual, tipo botoeira

Incêndio Detector de Fumaça

Defeito Geral

tipo botoeira  Incêndio – Detector de Fumaça  Defeito Geral - Departamento de Arquitetura e

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Para as lojas satélites ou lojas com área igual ou inferior a 300m² será disponibilizado um módulo de zona convencional.

Extração de Fumaça (quando aplicável) Para as lojas âncoras ou lojas com área igual ou superior a 300m² (soma do térreo e mezanino) não denominada âncora, haverá a necessidade de previsão de um Sistema de Controle de Fumaça. Este sistema deverá ser definido pelo lojista, com o apoio do DAP e do Shopping para viabilização técnica conforme as condições locais de cada área. É de extrema importância que estas previsões sejam feitas antes da elaboração de quaisquer projetos.

1.10 - SISTEMAS DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO

Para lojas satélites os pontos de água gelada serão:

1 01 válvula de bloqueio para a alimentação;

2 01 válvula de balanceamento para o retorno, esta já com função bloqueio; Totalizando 02 válvulas por loja.

Para as lojas satélites sem parede vizinhas para o exterior: o Shopping fornecerá damper de ar externo;

As lojas satélites com paredes vizinhas para o exterior ou com possibilidade do uso do dômus deverão ter seu próprio suprimento de ar externo;

Para as lojas âncoras o sistema deverá ser projetado e implantado por cada lojista, devendo passar por aprovação do DAP.

Obs.: Todas as instalações deverão obedecer a NBR 16401 (partes 1, 2 e 3) e todas as Portarias da ANVISA pertinentes ao assunto.

1.11 SISTEMA DE EXAUSTÃO (cozinhas)

Para as lojas da área do Fast Food será disponibilizado um duto para a conexão ao Sistema de Exaustão da loja, após o devido tratamento dos gases e gordura conforme NBR 14518.

1.12 GÁS NATURAL (fornecimento pela Comgás)

Somente disponível para lojas de alimentação. Estão previstos pontos de fornecimento de gás natural, cabendo a cada lojista confirmar sua necessidade e consumo através de projeto.

Nota:

shopping.

Nenhuma

tubulação

através de projeto. Nota: shopping. Nenhuma tubulação - Departamento de Arquitetura e Patrimônio poderá ser

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

poderá

ser

embutida

nas

paredes

e

alvenarias

do

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A2 - Projetos que devem ser apresentados para aprovação

O lojista deverá contratar os projetos relacionados a seguir e apresentá-los para aprovação junto à equipe do DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio. Tais projetos devem seguir a normatização presente na Parte B deste manual. Documentos necessários para aprovação, execução e inauguração.

Projeto de Arquitetura Planta térreo e mezanino, Cortes (mínimo dois), transversal e longitudinal, ou mais conforme necessidade; Planta layout; Planta paginação piso e forro; Planta luminotécnica; Fachadas; Detalhes construtivos (ex. escada); Memorial descritivo; Perspectiva interna e externa e quadro de áreas; Projeto Civil Alvenarias, Fundações, Estrutura Metálica para Mezanino, Totem, Estrutura Auxiliar para Instalações, Piso Técnico para Ar Condicionado, etc.; Projeto de Instalações Elétricas / Telefonia / Som Projeto de Subestação (quando aplicável) Projeto de Instalações Hidráulicas - Água e Esgoto Projetos do Sistema de Segurança, sendo eles:

Projeto de Prevenção e Combate a Incêndios sendo Sprinklers e Hidrantes Projeto de Detecção / Automação alarme Projeto de CO2 Projeto de Extração de Fumaça (quando aplicável) Projeto de Compartimentação (quando aplicável) Projeto de Ar Condicionado e Ventilação Projeto de Exaustão - cozinha Projeto de Instalações de Gás Projeto de Instalações Especiais

Salientamos que todos os projetos devem estar compatíveis entre si afim de não gerar transtornos no decorrer do processo, tais como a paralisação da obra para regularização.

do processo, tais como a paralisação da obra para regularização. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PREENCHIMENTO DAS ART´S E RRT´S:

As ART´s/ RRT´S somente terão validade quando preenchidas corretamente, com o endereço completo do Shopping, o nome do shopping, nome fantasia e número do arco (loja), assinatura do responsável técnico, descrição dos serviços, código de natureza e código de atividade técnica conforme descritos abaixo:

2.1 Para Recolhimento das ART`S (CREA)

No campo 4. ATIVIDADE TÉCNICA, preencher da seguinte forma:

NÍVEL DE ATUAÇÃO:

Escolher sempre: EXECUÇÃO

ATIVIDADE:

Escolher entre as opções: PROJETO EXECUTIVO LAUDO EXECUÇÃO

OBRA/ SERVIÇO:

Escolher de acordo com os serviços a serem executados:

De Arquitetura; Estrutura Metálica para Mezanino; Instalações Elétricas/ Telefonia/ Som; Subestação de Energia Elétrica; Incêndio - Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio; Detecção - Sistema de Alarme e Proteção; Extração de Fumaça (quando aplicável); Compartimentação (quando aplicável); Ar Condicionado e Ventilação; Exaustão cozinha; Instalações de Gás; Instalações Especiais; Troca de Cabos/Proteções; Alteração /Picagens dos alimentadores de ‘hidráulica’ (sprinkler, hidrantes, água gelada, gás, etc).

Obs: A ART deverá ser entregue sem a tarja “ART ENVIADA E NÃO PAGA” e com as devidas assinaturas.

2.2 - Atividades técnicas das RRT´s (CAU)

Arquitetura 1.1.2 (projeto) / 2.1.1 (execução) ARQ Estrutura Metálica 1.2.4 (projeto) / 2.2.4 (execução) EST Instalações elétricas prediais de baixa tensão 1.5.7 (projeto) e 2.5.7 (execução) ELE Instalações telefônicas prediais 1.5.8 (projeto) e 2.5.8 (execução) ELE Ventilação, exaustão e climatização 1.3.5 (projeto) / 2.3.5 (execução) ARC Instalações hidrossanitárias prediais 1.5.1 (projeto) / 2.5.1 (execução) HDL Instalações prediais de prevenção e combate a incêndio 1.5.5 (projeto) / 2.5.5 (execução) / 5.7 (laudo) INC Sistemas prediais de proteção contra incêndios e catástrofes 1.5.6 (projeto) / 2.5.6 (execução) / 5.7 (laudo) DET Instalações prediais de gás canalizado 1.5.3 (projeto)/2.5.3 (execução)/5.7(laudo) GÁS Troca de Cabos/Proteções (execução) Alteração /Picagens dos alimentadores de ‘hidráulica’ (sprinkler, hidrantes, água gelada, gás, etc) (execução)

(sprinkler, hidrantes, água gelada, gás, etc) – (execução) - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 9

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Obs: Para RRT deve ser entregue com comprovante de pagamento, boleto e RRT com o número para a devida conferência. Na ausência de um deles a RRT não será aceita. Informamos que não serão aceitas ART´s/ RRT´s apenas “de obras” para todas as instalações, todas as matérias deverão estar especificadas no campo de atividade técnica.

Para ART´s / RRT’s de Projeto e Execução de Arquitetura, É OBRIGATÓRIA A DECLARAÇÃO DE APLICABILIDADE DAS REGRAS DE ACESSIBILIDADE previstas nas Normas Técnicas da ABNT, na Legislação Específica e no Decreto nº 5.296, de 02 de Dezembro de 2.004.

A3 . CONDICIONANTES PARA INÍCIO DE OBRAS

São condições para o lojista poder iniciar os serviços de montagem de sua loja:

Ter todos os seus projetos liberados pelo DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio.

Ter apresentado ao DAP o cronograma de obras

Estar o lojista absolutamente adimplente em relação a todas as suas obrigações e responsabilidades decorrentes do contrato de locação respectivo e seus anexos, assinados com a empreendedora.

Ter assinado o Termo de Recebimento de Área Comercial (TRAC), fornecido em impresso padrão pela empreendedora.

Todos os profissionais responsáveis pela execução e pelo projeto da loja terem recolhido ART’s/ RRT’s (Anotações de Responsabilidade Técnica), seus nomes informados ao Departamento de Arquitetura e Patrimônio - DAP, bem como de todo o pessoal envolvido nas obras, para liberação da entrada na obra, junto à Segurança do Shopping. Só entrará na obra o pessoal devidamente cadastrado junto ao DAP, sem exceções.

Ter executado o tapume (verificar figura correspondente na parte D deste Manual).

Executar o quadro de energia provisório (verificar figura correspondente na parte D deste Manual).

Ter colocado extintor de incêndio de classe e em quantidade suficiente para proteção da loja, sendo definido pelo profissional credenciado e habilitado responsável pela obra da loja.

Ter enviado cópia do CREA/ CAU dos responsáveis pelos projetos e dos responsáveis pela execução dos serviços.

Apresentar ao Shopping o certificado de curso de NR-10 de todos os profissionais envolvidos na execução das instalações elétricas da loja.

Obedecer rigorosamente a NR-18 do Ministério do Trabalho que será fiscalizada sistematicamente pelo Shopping.

Apresentar cópia xerox das apólices de Seguros de Riscos Diversos e de Engenharia, de acordo com os valores estimados no cronograma físico e financeiro da obra de suas instalações.

no cronograma físico e financeiro da obra de suas instalações. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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A4. RESPONSABILIDADES DOS LOJISTAS

Manual de Normas para Projetos e Obras

Para o bom andamento do processo de montagem e decoração das lojas, o lojista tem como responsabilidades:

- Pagamento de impostos, taxas, emolumentos e eventuais multas relativas à obra.

- Entrega das ART’s/ RRT’s (devidamente preenchidas e recolhidas) e xerox do CREA/ CAU dos profissionais responsáveis.

- A contratação de profissionais devidamente habilitados para a execução das obras de

montagem da loja e seus prepostos e empregados.

- Atendimento no prazo de até 24 horas, no caso de notificações por escrito, sobre a obra e

seus empregados, reservando-se o direito à empreendedora de solicitar a retirada de qualquer indivíduo que comprometa o bom andamento das obras.

- Recolhimento de encargos sociais e trabalhistas (ISS e INSS) da mão de obra contratada, preenchidas e quitadas.

- Envio de cópias das guias de INSS-ISS e respectivas notas fiscais de mão de obra, para

obtenção de Habite-se (PMRP) e CND (ISS), afim de os lojistas poderem obter o alvará de

licença e funcionamento necessários. Estes documentos deverão ser entregues em envelopes lacrados e endereçados ao setor fiscal da engenharia da empreendedora, à Av. Paulista, 1000 - 9º andar, São Paulo - Capital, até 30 (trinta) dias do recolhimento da mesma.

- Deverá o lojista providenciar uma apólice de seguro de riscos de engenharia, de acordo com

os valores estimados no cronograma físico e financeiro da obra e de suas instalações.

- Obtenção de licenças, alvará de localização da loja e eventuais permissões necessárias para sua abertura e funcionamento perante os órgãos Federais, Estaduais e Municipais.

- Recebimento, transporte e guarda de suas ferramentas, materiais e equipamentos.

- A entrada e saída de materiais e equipamentos deverá ser comunicada ao controle de

portaria, através de programação diária.

- Promover o cadastro de todos os envolvidos na obra da loja, junto à Central de Segurança do

Shopping.

- O lojista é responsável civil e criminalmente pelos seus funcionários envolvidos na obra da loja.

- A retirada de todo o entulho de sua loja até 7 (sete) dias antes da inauguração do

empreendimento.

- Se a obra de sua loja não estiver concluída até 3 (três) dias úteis antes da inauguração do Shopping, será permitida apenas a entrada de estoques, as lojas serão tapumadas no padrão adotado pela Administração, os trabalhos só poderão ser executados conforme o horário determinado pela administração do Shopping.

- Realização do teste da rede de "Sprinklers", com pressão adequada, devendo este ser efetuado antes da interligação da rede da loja com a rede do empreendimento.

O teste das instalações elétricas e de automação com todo o sistema ligado.

Atividades sujeitas à fiscalização e/ou apreciação de órgãos que regem atividades de interesse à saúde, devem atender integralmente à RDC 50. A empreendedora efetuará testes em todas as instalações do empreendimento prontas para o funcionamento, em vários horários, para checar as instalações como um todo. Todas as lojas deverão contribuir nesse processo, tantas vezes quanto forem necessárias, para estas aferições. Para propiciar e facilitar a vistoria das obras, os lojistas e seus contratados devem manter uma abertura no tapume, conforme desenho específico que encontra-se na Parte D deste Manual. Assim sendo, o cumprimento das presentes instruções, e das normas complementares vindas da empreendedora e da equipe do DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio, é de responsabilidade do lojista, assim como a divulgação, entrega e gerenciamento deste manual aos profissionais e empregados contratados.

Obs.: O não cumprimento das instruções contidas neste manual poderá provocar a suspensão das obras das lojas. O reinício das obras ocorrerá somente quando as irregularidades que

O reinício das obras ocorrerá somente quando as irregularidades que - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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deram origem ao fato estejam definitivamente sanadas.

A5 . ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE COORDENAÇÃO DE PROJETOS E OBRAS (DAP)

A empreendedora fará a liberação dos projetos e a fiscalização da execução dos mesmos na

obra, através de equipe de profissionais perfeitamente habilitados para isso. Tais profissionais

estarão à disposição para esclarecimento de dúvidas quanto aos procedimentos para montagem das lojas. Qualquer membro da coordenação terá livre acesso a qualquer loja em obras para verificar o andamento e a qualidade dos serviços e materiais empregados, podendo exigir, quando

necessário, a re-execução de qualquer serviço que se encontre em desacordo com os projetos aprovados e com a presente regulamentação de projetos e obras.

A loja que não cumprir as exigências da coordenação no prazo estipulado poderá ter sua obra

embargada pela equipe de coordenação. Sempre que as obras das lojas estiverem sendo feitas simultaneamente com as obras do shopping, o DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio estabelecerá uma ordem de sequência de modo a assegurar a manutenção da data de inauguração.

A equipe poderá ainda, exigir a substituição de preposto ou empreiteiro do lojista, sem que

essa substituição implique em qualquer responsabilidade da empreendedora no que diz respeito aos custos e prazo de execução das obras da loja.

no que diz respeito aos custos e prazo de execução das obras da loja. - Departamento

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PARTE B NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE LOJAS

B1. CONDIÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS

1 - Prazos

Todos os projetos deverão ser entregues no horário das 10:00 horas às 18:00 horas ao: DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio (DAP) situado na Av. Francisco Mesquita, 1000 (Continuação da Av. do Estado, Piso Mall do Central Plaza Shopping) - Quinta das Paineiras - São Paulo - CEP: 03153-001 SP. Fones/Fax: 2914-4518/ 2063-7034/ 2063-9800/ 2914-7269/ 2914-8465 E-mail: dap.savoy@terra.com.br.

Os projetos serão analisados e devolvidos, liberados ou não, com comentários no prazo de 05 a 07 dias úteis, com exceção aos Projetos Estruturais que serão analisados no prazo de 07 a 10 dias úteis. Em caso de ressalvas os projetos deverão ser obrigatoriamente corrigidos e reapresentados (também em ate 05 dias uteis), ate a liberação final para a execução da obra.

2 - Formas de Apresentação

Todos os projetos deverão ser apresentados em 3 vias (exceto os projetos de arquitetura e estrutura que deverão ser apresentados em 4 vias), dobradas em tamanho A4, acompanhados de mídia digital, contendo o projeto e o memorial nos formatos: PDF e DWG. Todas as folhas deverão ter o Carimbo Padrão obrigatórias, se necessário solicitar arquivo eletrônico ao DAP (verificar figura correspondente na parte D deste Manual) e ter identificação quanto a:

- Nome e número e/ou identificação do arco ou âncora;

- Natureza do projeto;

- Conteúdo da folha e escala;

- Datas e revisões;

- Responsável técnico e responsável pela loja (nome, endereço, telefone, nº do CREA/ CAU e assinatura); Obs.: Caso necessário, serão solicitados projetos ou detalhes complementares.

Escala gráfica: Até 125m² - 1:25 De 125m² a 500m² - 1:50 Acima de 500m² 1:100

- As revisões devem vir com as ressalvas corrigidas e destacadas através de “ameba” que devem ser devidamente identificadas e constar no quadro de resumo.

A compatibilização dos projetos complementares com o Projeto Arquitetônico é de responsabilidade dos responsáveis técnicos contratados pelo Sr. Lojista. Atentar que a incompatibilidade entre as informações apresentadas nos projetos das diferentes áreas pode causar atrasos no cronograma da obra. Salientamos que quaisquer alterações de projeto, feitas posteriormente à liberação de algum item da análise, deverão ser devidamente informados/demarcados (através de “ameba”, carta ou similar). Os itens da análise já liberados não poderão ser alterados sem aviso/esclarecimento devido. Caso contrário, consideraremos a liberação da condição inicial/anterior. As alterações informadas serão reanalisadas e sujeitas a não liberação. Os projetos que já estiverem liberados tecnicamente e forem protocolados novamente no DAP, deverão vir acompanhados de esclarecimentos através de carta e “ameba” sobre o motivo da reapresentação. Nos casos onde não forem esclarecidos

sobre o motivo da reapresentação. Nos casos onde não forem esclarecidos - Departamento de Arquitetura e

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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os motivos, os projetos não serão analisados.

Manual de Normas para Projetos e Obras

B2. NORMATIZAÇÃO ESPECÍFICA PARA CADA PROJETO

É obrigatória a contratação de profissionais legalmente habilitados e especializados em projetos de instalações comerciais. A empreendedora exigirá a apresentação de ART/ RRT devidamente recolhida, dos profissionais contratados. Relacionamos, a seguir, os projetos necessários para análise e deliberações, que são fundamentais para a excelência das instalações das lojas. Para profissionais responsáveis pela execução das obras, que forem de outros Estados, deverão apresentar ART/ RRT do Estado de São Paulo.

a) Reformas e repasses

As lojas que tiverem alteração contratual, onde sejam substituídos os locatários ou a atividade exercida no espaço, bem como nos casos de renovação contratual, reformas ou solicitações extraordinárias, deverão apresentar novamente todos os documentos e/ou projetos, conforme orientação do DAP.

O projeto arquitetônico sempre deverá ser reapresentado completo, independente do tipo de

situação.

O DAP definirá caso a caso, quais os projetos/documentos deverão ser apresentados.

É importante salientar que em qualquer situação, ou seja, reformas, repasses, alterações

contratuais de qualquer tipo e etc., que gerem a necessidade de reapresentação de documentos técnicos/projetos, deverão ser levadas em consideração as mudanças das normas no manual vigente (exemplos mais comuns como: a obrigatoriedade dos avanços das vitrines,

a troca de lona por porta de enrolar e outras situações).

b) Projetos antigos fornecidos pelo DAP

Os projetos fornecidos pelo DAP, da loja anterior, não são garantia da sua execução fiel, assim informamos que os dados fornecidos nestes projetos deverão sempre ser verificados no local, mesmo que os projetos anteriores já tenham sido liberados pelo DAP, independentemente da data da sua liberação. Estes projetos não devem ser considerados como “as built” e devem ser utilizado somente como “apoio”.

A responsabilidade pela apresentação dos dados corretos nos projetos enviados para análise

será sempre dos responsáveis técnicos contratados pelo lojista.

será sempre dos responsáveis técnicos contratados pelo lojista. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 14

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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1 PROJETO DE ARQUITETURA

Manual de Normas para Projetos e Obras

O Projeto de Arquitetura deverá seguir a normatização presente no Código de Obras e

Edificações do Município de Osasco (e demais decretos regulamentadores). Apenas a título de sugestão, enumeramos alguns tópicos que devem ser avaliados na elaboração do “Layout” das lojas:

Objetividade tecno-comercial (ramo de atividade). Funcionalidade. Versatilidade. Criatividade e propriedades na escolha dos materiais. Criatividade e propriedade na técnica de iluminação. Criatividade na arte de apresentar/expor a mercadoria. Equilíbrio na composição/dimensionamento das instalações.

Deverão constar no projeto os seguintes elementos:

Planta de todos os pavimentos (térreo, mezaninos, patamares e jiraus). Cortes (dois no mínimo, passando pela escada, casa de máquinas, áreas molhadas e provadores). Fachadas. Detalhes típicos (ex. Escada, divisor de lojas, etc.). Memorial descritivo (preferencialmente com materiais descritos nas folhas de projeto, inclusive com a definição das cores utilizadas). Perspectivas opcionais (ajuda a elucidar detalhes do projeto).

A compatibilização dos projetos complementares com o Projeto Arquitetônico é de responsabilidade dos responsáveis técnicos contratados pelo Sr. Lojista. Atentar que a incompatibilidade entre as informações apresentadas nos projetos das diferentes áreas pode causar atrasos no cronograma da obra.

1.1 - Paredes e estrutura existentes

As paredes divisórias terão a única função de separadoras dos espaços das lojas, não podendo

ser utilizadas para receber estruturas, apoios metálicos ou instalações de qualquer tipo. O

mesmo aplica-se à estrutura existente, não podendo ser perfurada ou embutida instalações.

As paredes e estruturas existentes não poderão ser levadas em conta na estabilidade global

das estruturas projetadas, devendo estas serem autoportantes.

É obrigatória a regularização das paredes divisórias (limítrofes).

Não colocar buchas de fixação na parede divisória. Caso haja a necessidade de execução de alvenaria pelo lojista, estas deverão se apresentadas, devidamente identificadas no projeto de arquitetura, constando o material de execução e

acabamento. Nestes casos alvenarias com altura superior a 3,00m deve ser apresentado projeto estrutural com memorial de cálculo para análise específica.

1.2 - Pisos

O piso interno junto à entrada da loja deverá estar em nível com o piso do "Mall".

Prever e tratar adequadamente as juntas de dilatação no piso conforme cada caso, obedecendo a paginação existente "in loco". Em casos onde a vitrine avança sobre o piso do "Mall”, existe a possibilidade de substituição deste por piso empregado na loja. Os revestimentos de pisos em áreas molhadas devem ser executados sobre base impermeabilizada com mantas butílicas ou asfálticas. Para Mezaninos e Patamares técnicos, solicitamos utilizar piso do tipo "Painel Wall" - com revestimento em placas cimentícias, ou seja, incombustível.

1.3 - Revestimentos

Prever juntas nos revestimentos quando:

- Houver junta na alvenaria;

Prever juntas nos revestimentos quando: - Houver junta na alvenaria; - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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- Em encontro de alvenaria com painéis, pilares ou vigas pré-moldadas;

- No encontro de forros de gesso;

A espessura máxima dos revestimentos de argamassa (incluindo revestimentos cerâmicos)

deverá ser de 2cm ou peso equivalente de 40Kg/m². Utilizar revestimentos em materiais leves, sujeitos a aprovação.

1.4 - Forros

Quando sob telhas de concreto, o forro e as instalações devem estar apoiados sobre estrutura auxiliar sustentada por pendurais, conforme figura correspondente na parte D deste Manual.

Quando sob laje alveolar, o detalhe para fixação da estrutura auxiliar para apoio de forros e instalações (verificar figura correspondente na parte D deste Manual). Não é permitida a utilização de forros em materiais combustíveis, como madeira, isopor, etc. Nos casos de utilização de materiais diferenciados estes serão encaminhados para análise específica, podendo ou não ser aprovados. Forros falsos não poderão deformar ou ceder sobre a ação do calor, antes da operação dos chuveiros automáticos (resistência maior ou igual a 68° C). Prever a instalação de elementos de sustentação no forro isolando-o das paredes da loja para que não ocorram trincas e rachaduras, devido a movimentação estrutural.

A cobertura (telha ou laje) não poderá ser perfurada, dar tiros de finca pinos ou qualquer outro

tipo de fixação. Não sendo ainda permitida a utilização de aplicação de acabamento térmico/acústico e de pintura nas telhas/lajes do Shopping, para casos especiais consultar o DAP. Prever um acesso (alçapão) no forro para as válvulas de água gelada, de alarme e outras para

facilitar possíveis manobras.

1.5 Fachadas / Vitrines

As vitrines deverão ter uma área mínima transparente de 80% da sua fachada aplicada,

compreendida desde o piso do "Mall" até a viga superior de testada e as paredes laterais. Para

as lojas com avanço obrigatório de vitrines, avançando sobre a área do "Mall", deve ser

observada a área permitida para isso e o critério para calculá-la, que varia conforme a testada

de cada loja (verificar figura correspondente na parte D deste Manual).

Não será permitida instalação de porta de enrolar do tipo lona para nenhuma loja, inclusive

para as lojas de alimentação. No caso da utilização de porta de enrolar, estas deverão ser

metálicas, padrão microperfurada para permitir a visualização dos produtos. Atentar que as mesmas deverão ter estruturação autoportante, proteção anticorrosiva e qualidade superior no acabamento final. Lojas que tenham portas de enrolar com vãos superiores a 2,00m deverão apresentar projeto estrutural específico para suporte e estabilidade da porta (fixação, dimensionamento do pórtico, etc.).

O vidro da fachada deverá ter espessura mínima de 10mm do tipo temperado.

A estrutura da fachada deverá ser metálica e incombustível. Especificar caixilharia,

acabamentos e fechamentos empregados. Aplicar revestimentos e acabamentos em toda a extensão da fachada da loja, inclusive nos pilares do Shopping que estiverem compreendidos

na área da loja. Sujeito a aprovação.

Apresentar solução técnica para fixação da fachada, não perfurando as estruturas e alvenarias

do shopping.

A fachada deverá ser autoportante/independente salvo fixações para contraventamento

conforme orientações do DAP.

Atentar ao detalhe do divisor de lojas, conforme figura correspondente na parte D deste Manual.

As vitrines deverão ter rodapé com mínimo de 0,10m em material lavável (não corrosivo a

água) e bem estruturado, evitando o uso de ferro, madeira, etc. Prever soleira no acesso da loja em material não corrosivo a água e em nível com o piso do Mall. Não utilizar tapetes ou carpetes na entrada da loja. Para lojas de alimentação na praça do Fast Food, deverão ser respeitados os seguintes recuos com relação ao mall. 0,60m para balcão com pista (quente/fria) self service 0,30m para balcão de atendimento

pista (quente/fria) self service 0,30m – para balcão de atendimento - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Para lojas de alimentação, fora da praça de fast food recuos serão verificados caso a caso.

1.6 Comunicação Visual / Fachada

Poderá ou não ocupar toda a testada da loja, respeitando o limite dos divisores de loja e da viga rodateto, sendo possível variações de posicionamento.

A espessura máxima permitida para as caixas de luminosos é de 0,20m.

Para casos onde os luminosos ultrapassem os 0,20m estabelecidos, a análise será feita utilizando os parâmetros e cálculos de “avanço de vitrine” e serão verificados individualmente. Não será permitida iluminação do tipo “intermitente” nos luminosos e na loja (constar nota em projeto).

Filetes de neon não poderão estar expostos, devendo estar protegidos com chapa acrílica, polietileno ou material similar. Deverá ser enviado no projeto o layout / arte final do luminoso / letreiro, constando materiais, fixações, tipos de iluminação, cotas, detalhes, etc.

O nome fantasia deverá constar conforme assinado em contrato de locação (sujeito a

verificação). Não será permitido o uso de quaisquer outras informações, tais como, telefone, endereço

eletrônico, marcas de produtos, etc. Salvo aprovação comercial confirmada. Películas aplicadas no vidro, deverão ser apresentadas para aprovação da arte final e deverão obedecer a regra de 80% de transparência já citada.

As alturas mínimas de quaisquer comunicações visuais na fachada deverão ser de 2,50m (piso

acabado a face inferior do luminoso / letreiro), conforme figura correspondente na parte D deste Manual. Para luminosos do tipo “bandeira”, a dimensão máxima permitida é de 20cmx20cmx7cm com altura fixada por baixo a 2,30m.

A bandeira deverá ser fixada sempre na caixilharia da loja.

Será permitida somente uma bandeira por loja. Luminosos do tipo: arandela, front-light não serão permitidos. Demais tipos de luminosos que

não constem neste item, deverão passar por análise.

1.7 - Escadas

Atentar as diretrizes adotadas para planejamento dos projetos com relação às escadas e seus

correlatos:

Estas diretrizes obedecem a IT 11 (Instrução Técnica nº 11 do Corpo de Bombeiros) e o código

de edificações.

1.7.1 Classificação (indicar no projeto para cada escada):

Privativa Restrita acesso secundário (patamares e áreas técnicas).

Privativa acesso para áreas específicas sem acesso ao público (depósitos, estoques, escritórios).

Coletiva para acesso de público em geral.

1.7.2 Notas Gerais:

A - Passagem livre com altura de 2,00m em todo o percurso.

B - Escadas coletivas não podem apresentar qualquer tipo de saliência nos pisos dos degraus.

C - Patamares são obrigatórios quando o desnível à vencer for superior à 3,25m ou houver

mudança de direção em escada coletiva.

D - Corrimão instalado à 0,80 a 0,92m com vãos máximos de 0,15m (Horizontais, verticais, tela ou alvenaria).

E - Guarda-corpo instalado em qualquer situação de desnível com h=1,05m com vãos

máximos de 0,15m (Horizontais, verticais, tela ou alvenaria).

F Nas escadas coletivas o corrimão deve se prolongar-se 0,30m do início e término da escada.

o corrimão deve se prolongar-se 0,30m do início e término da escada. - Departamento de Arquitetura

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G - Marinheiro - escada privativa restrita apenas para áreas técnicas, deverá ser fixa (no piso e

estrutura da loja). Quando a sua altura ultrapassar 2,00m deverá ser prevista proteção

adequada. H As escadas coletivas estarão sujeitas a análise específica de Detecção e Combate à Incêndio, devendo ser verificados cálculos de áreas e de população para seu dimensionamento. I - Nota geral - casos omissos, duvidas e/ou especiais, consultar o DAP e atender as normas específicas.

J É OBRIGATÓRIA A DECLARAÇÃO DE APLICABILIDADE DAS REGRAS DE ACESSIBILIDADE

previstas nas Normas Técnicas da ABNT, na Legislação Específica e no Decreto nº 5.296, de 02 de Dezembro de 2.004.

1.7.3 Tabela:

 

Largura Livre entre corrimãos inclusive p/ patamar

Largura piso

Altura espelho (máximo)

 

(mínimo)

 

Corrimão

Privativa

0,60m

0,20m

0,20m

Vão máx. = 0,15m

h

Restrita

(mínimo)

 

= 0,80 a 0,92m Um dos lados

 

0,80m

(mínimo)

   

Vão máx. = 0,15m

Privativa

0,25m

0,19m

h

= 0,80 a 0,92m Um dos lados

 

1,20m

(mínimo/ ver ítem H)

   

Vão máx. = 0,15m

Coletiva

0,27m

0,18m

h

= 0,80 a 0,92m Ambos os lados

1.8 - Itens que serão analisados no projeto entregue:

01 SMT - Solicitação de Manual Técnico: Verificação da efetiva assinatura contratual junto ao

Depto. Comercial do Grupo (procedimento interno DAP).

02 TRAC Termo de Recebimento de Área Comercial: Retirada obrigatória do Manual de

Normas e Anexos junto ao DAP, assinatura do termo de recebimento de área comercial pelo proprietário da loja ou por procuração.

03 - Identificação do Index: Planta do arco com medidas gerais e eixos do shopping conforme

planta fornecida, porém, verificar junto ao arco, conferir “in loco”. 04 Enchimentos/Alvenarias: Serão verificados os enchimentos de piso, materiais de execução e de revestimento das alvenarias. Em alguns casos serão solicitados projetos específicos, conforme figura correspondente na parte D deste Manual.

05 Conceito: Orientações “estéticas” do Shopping aplicadas às lojas. Partido do projeto conforme regras do manual.

06 Quadro de Áreas: Constar quadro com as áreas de todos os pavimentos.

Mezanino / Patamar Técnico:

07 Acesso a público/Uso: Esclarecer o uso do mezanino conforme a tabela (1.7.3 escadas).

Atentar para atendimento a NBR 9050 nos mezaninos com acesso à público. Atentar para atendimento à NBR 9050 nos mezaninos com acesso à público.

08 Fechamentos/Layout: Constar os materiais das divisórias e dos fechamentos / desenhar o

layout dos móveis e equipamentos. Nos casos de lojas de mais 5,00m (cinco metros) de pé direito, será permitida a construção de mezanino ocupando área inferior a 50% (cinquenta por cento) da área da loja. Este mezanino deverá comportar inclusive a área técnica da loja.

09 Projeto/Laudo: Enviar projeto ou laudo de acordo com a solicitação. Referente ao projeto

estrutural, apresentar. Em caso de reforma de loja, se o mezanino já é existente (e não será modificado), é necessária a entrega de laudo com memorial de cálculo e ART de laudo da estrutura metálica. Nos casos onde a sobrecarga seja inferior a 300kg/m² deverá ser enviado projeto prevendo os devidos reforços.

10 - Tipo de Piso: Utilizar placas de pisos incombustíveis (do tipo "painel Wall"), no mezanino e

de pisos incombustíveis (do tipo "painel Wall"), no mezanino e - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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patamar técnico em caso de reforma completa ou parcial da estrutura - indicar o material nos projetos de Arquitetura, Incêndio e Estrutura. A compatibilização das informações entre esses projetos é responsabilidade do projetista da loja.

Detalhe Escada:

11 Largura livre/pisada/espelho: Enviar detalhe da escada com cotas (atentar ao item

2.1.7).

12 Corrimão/Guarda corpo: Atentar às diferenças de altura entre corrimãos e guarda corpos.

Enviar detalhe, constando inclusive os fechamentos dos mesmos ou os vãos entre barras de 0,15m (item 2.1.7).

13 Piso Antiderrapante: Constar nota em projeto que o piso da escada é “antiderrapante”.

Avanço:

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Avanço = Recuo: O avanço obrigatório deverá ser igual ao recuo. Salvo onde o avanço é

de

1,40m, neste caso entrar em contato com o DAP.

 

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M=L/4 / V/L = 1,5xM / AV = (L 10cm) - VL: Calcular o avanço e a vitrine livre conforme

o item 1.5

16 Divisor de Lojas: Enviar detalhe ampliado do divisor de lojas, com os acabamentos, cotas,

locação (eixos). Ver item 1.5. Fachada:

17 Transparência 80%: A área de vidro mínima deve ser maior ou igual a 80% da área

delimitada pelo piso, limites laterais e viga rodateto.

18 Vidro Temperado 10mm: Utilizar vidro temperado 10mm na fachada da loja constar

nota em projeto.

19 Porta de Acesso (mín 1,20m): Dimensão mínima solicitada = 1,20m, salvo solicitações

extraordinárias. No acesso ao corredor técnico as portas devem ser do tipo corta fogo e ter sua abertura para fora, portanto ela deverá ser recuada para dentro da loja (não travando assim o fluxo do corredor técnico).

20 Porta de Enrolar: Apresentar solução técnica com estrutura independente e especificações

(com suas estruturas desenhadas) e com a especificação do material da caixa de proteção da porta. As portas de enrolar deverão ser do tipo “microperfurada”, devendo constar esta nota em projeto. Para portas com vão maior que 2,00m, devem ser enviado projeto com memorial de cálculo

para análise específica. Para porta de enrolar com motor elétrico é obrigatório a execução de caixa em material incombustível protegendo o motor e deverá ser previsto bico de SPK específico para proteção

do mesmo.

Nas lojas de alimentação, incluindo cafés, sorveterias e etc, tanto na praça de alimentação como fora delas, não serão mais aceitos fechamentos em lona. Salientamos que nenhuma loja poderá ter fechamento em lona.

21 Altura Fachada: Cotar altura da fachada conforme cada caso piso até viga rodateto do

shopping ou piso até forro do mall (quando não houver viga rodateto).

22 Fixação independente: A fachada deverá ser autoportante e independente das estruturas

do shopping. Constar nota: não fixar nenhum elemento nas estruturas e alvenarias do Shopping.

23 Acabamentos: Indicar todos os acabamentos da fachada, inclusive dos pilares do

shopping que estiverem dentro dos limites da loja. Para fachadas com revestimento “combustível”, utilizar estrutura metálica como base. Sujeito a aprovação.

24 Rodapé/Soleira Resistente a água: Indicar materiais e acabamentos desses itens na

fachada. Ver item 1.5.

25 Acesso loja = Nível Mall (0,00): Indicar todos os níveis principalmente no acesso à loja.

Deve estar sempre nivelado com o piso do Mall. Comunicação Visual:

26 – 2,50m ≥ do piso: Altura mínima da comunicação visual na fachada deve ser 2,50m (do

piso até a face inferior) e seu limite máximo até a face inferior da viga rodateto.

27 Espessura / Fixação independente: A espessura máxima deverá ser de 0,20m cotar /

deverá ter fixação independente das estruturas e alvenarias do Shopping nota.

O material da comunicação visual deve ser incombustível constar nota e esclarecer os

materiais utilizados.

incombustível – constar nota e esclarecer os materiais utilizados. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 19

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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28 Iluminação (não intermitente): Nota no projeto de que não haverá iluminação

intermitente.

29 Nome Fantasia: O nome fantasia deve constar no projeto, no desenho da(s) fachada(s) e

nos detalhes executivos. Deve ser igual ao nome que consta no contrato de locação da loja. Caso não seja, encaminharemos para verificação junto ao Departamento Comercial.

Endereços de email, telefones, marcas, frases, palavras que não constem no contrato de locação ou não tenham sido negociadas, não serão aprovadas.

30 Pé direito min. 2,50m / Forro: As cotas de todos os pés-direitos da loja devem constar

nos cortes. Atentar que a altura min. permitida é de 2,50m (livre). As áreas de acesso

privativo restrito (como patamar para ar condicionado ou similar) poderá ter altura de 2,10m.

31 Provadores / Expositores / Mobília: Cotar os provadores nos dois sentidos. As dimensões

mínimas dos provadores devem ser 0,90m x 1,20m com vão livre de 0,80m no acesso e portas

abrindo para fora. Deverá ser enviado corte ou detalhes dos provadores indicando a altura das divisórias e todos os elementos necessários, para avaliação da necessidade de proteção contra incêndio. Os expositores devem ter solução técnica de fixação apresentada para não utilizar as alvenarias e estruturas do Shopping. A mobília deve ser independente constar detalhes ou esclarecer através de nota em projeto.

32 Fechamentos / Incombustibilidade: Indicar no projeto todos os materiais de fechamentos

devem utilizar principalmente, caixas de escadas, luminosos, casas de máquinas (ar cond.), quadros elétricos. Utilizar nestes casos, materiais de fechamentos incombustíveis especificar . Os demais fechamentos devem utilizar preferencialmente material incombustível e devem ter proteção adequada à incêndio, apresentando projeto específico.

33 Memorial Descritivo / Acabamentos: No memorial deve constar as especificações de todos

os materiais empregados. Indicar os materiais e acabamentos nas folhas de projeto. Ar Condicionado:

34 Fechamentos / Acesso: Indicar no projeto a localização da casa de máquinas, com o

acesso indicado (escada marinheiro deve ser fixa), os materiais de fechamentos e cotas. Atentar para a NBR 16401 (partes 1, 2 e 3) de 04.09.2008 que solicita 0,70m livre para manutenção ao redor do equipamento e a iluminação não pode ser do tipo fluorescente (deve ter no mínimo 500lux). Os fechamentos devem ser em materiais incombustíveis (parede e porta metálica).

Nota:

Todas as lojas, salvo exceções aprovadas pelo DAP, deverão ter seus equipamentos do sistema de ar condicionado acondicionados dentro da loja (espaço locado), numa casa de máquinas, que deverá obedecer as normas técnicas vigentes.

35 Pé-direito (sob e sobre): Cotar as alturas sob e sobre o patamar técnico (abaixo min. =

2,50m / acima min. = 2,10m). Projeto Gráfico:

36 Carimbo Padrão / Escala: O projeto deve vir com o carimbo padrão, conforme item 2 da

parte B1, bem como as escalas em acordo com a metragem do arco (indicadas no mesmo item)

37 Desenho Técnico: O projeto deve estar de acordo com as Normas de Desenho

Internacionais, portanto possibilitando a leitura e a boa compreensão de todas as informações relevantes para a análise. Atentar para diferenças de espessuras de linhas, indicações de cortes e elevações, cotas e níveis, erros de plotagem, etc.

38 – ART’s/ RRT's / Assinaturas: Entrega das devidas ART’s/ RRT’s, assinaturas do locatário e

do responsável técnico nos projetos. Atentar à devida área de atuação para cada profissional competente junto ao CREA/ CAU em acordo com os projetos apresentados. O preenchimento das ART’s/ RRT’s deve estar de acordo com os códigos (natureza e atividade técnica) solicitados pelo DAP, conforme tabelas do CREA/ CAU e estão disponíveis no item A2 deste Manual. Quaisquer dúvidas no preenchimento, solicitamos entrar em contato com o DAP antes do recolhimento da ART’s/ RRT’s. Preencher sempre a ART’s/ RRT’s com o nome fantasia da loja, o número do arco, o nome e o endereço do Shopping, corretamente, conforme contrato.

arco, o nome e o endereço do Shopping, corretamente, conforme contrato. - Departamento de Arquitetura e

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Enviar cópia da via autenticada pelo banco ou cópia do comprovante de pagamento. ART’s/ RRT’s preenchidas de maneira incorreta ou incompletas não serão aceitas no processo, sendo necessário novo recolhimento. ART’s/ RRT’s não aceitas, podem ser ressarcidas junto ao CREA/ CAU.Para ART´s / RRT’s de Projeto e Execução de Arquitetura , É OBRIGATÓRIA A DECLARAÇÃO DE APLICABILIDADE DAS REGRAS DE ACESSIBILIDADE previstas nas Normas Técnicas da ABNT, na Legislação Específica e no Decreto nº 5.296, de 02 de Dezembro de 2.004. 39 Projetos Complementares: Serão solicitados os projetos complementares necessários para execução / regularização de cada processo de loja. 40 Notas em projeto A, B, C e D em todas as folhas: As notas solicitadas devem constar em todas as folhas do projeto e deverão ser observadas na obra. São elas:

A) Não fixar nenhum elemento nas estruturas e alvenarias do Shopping;

B) Executar estrutura auxiliar em perfilados perfurados galvanizados de 38x38mm para forro e

instalações;

C) Impermeabilizar toda área da loja com manta flexível dupla;

D) Declaro ciência as legislações específicas que regem as atividades exercidas no espaço

locado bem como a responsabilidade do atendimento às mesmas;

E) O ATENDIMENTO E APLICABILIDADE DAS REGRAS DE ACESSIBILIDADE previstas nas

Normas Técnicas da ABNT, na Legislação Específica e no Decreto nº 5.296, de 02 de Dezembro de 2.004, É DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DO RESPONSÁVEL TÉCNICO QUE ASSINA ESTE

PROJETO E DO SR. LOJISTA;

F) As comunicações visuais/mobiliários que possuem iluminação serão devidamente protegidas

com materiais metálicos/incombustíveis (chapas, eletrodutos,

iluminação e/ou fiação com materiais combustíveis;

G) Não haverá iluminação intermitente na comunicação visual;

H) A escada terá piso antiderrapante;

I) Todo mobiliário será autoportante;

J) Fachada independente e autoportante;

evitando qualquer contato da

)

2 PROJETO CIVIL - Estrutura para Mezaninos, Escadas, Fundações, Alvenaria, Piso Técnico para Ar Condicionado e Estrutura Auxiliar para Instalações

Para elaboração do projeto de mezanino das lojas, deve ser usado o seguinte critério:

Nos casos de lojas de mais 5,00m (cinco metros) de pé direito, será permitida a construção de mezanino ocupando área inferior a 50% (cinquenta por cento) da área da loja. Este mezanino deverá comportar inclusive a área técnica da loja.

Para elaboração dos projetos de mezanino metálico, deverão ser respeitados os preceitos contidos nas normas técnicas brasileiras pertinentes, particularmente as seguintes:

NBR 8800 Projeto e Execução de Estruturas de Aço em Edifícios

NBR 6118 Projeto de Estruturas de Concreto Procedimento

NBR 6120 Cargas para o cálculo de estruturas de edificações Procedimento

NBR 6122 Projeto e execução de Fundações Procedimento

NBR 6123 Forças devidas ao vento em edificações Procedimento

NBR 7480 Barras e fios de aço destinados a armaduras de concreto armado Especificações

NBR 8681 Ações e segurança nas estruturas Procedimento

NBR 8953 Concreto para fins estruturais Classificação por grupos de resistência Classificação

NBR 14931 Execução de estruturas de concreto Procedimento

NBR14762 - Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio Procedimento

Todos os projetos apresentados ao DAP devem vir com assinatura do Engenheiro responsável e do proprietário (no projeto e memorial de cálculo) em 4 (quatro) vias. Não serão aceitos projetos entregues sem memorial de cálculo.

vias. Não serão aceitos projetos entregues sem memorial de cálculo. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Os projetos deverão ser compostos de:

Mezaninos

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Planta com indicação clara de todos os elementos da estrutura tais como vigas, pilares, tirantes, chapas de base, escadas, painéis ou lajes de fechamento. Indicar claramente todos os carregamentos adotados incluindo o peso próprio da estrutura, os pesos dos painéis (ou lajes), capeamentos estruturais, revestimentos, alvenarias, forros e a sobrecarga livre (mínima de 300 kgf/m2). Incluir os eixos e pilares do shopping.

Cortes indicando os níveis em relação aos níveis do shopping.

Planta de locação dos pilares e as respectivas cargas (os momentos fletores deverão ser

nulos), incluindo os eixos e pilares do shopping.

Detalhes das ligações principais, detalhes de solda e detalhes de parafusos, incluindo o seu tipo e o torque de aperto quando pertinente.

Seções típicas dos perfis utilizados (laminados ou chapa dobrada).

Especificações de todos os materiais utilizados.

Memória de cálculo contendo:

- Resumo dos carregamentos

- Normas técnicas utilizadas

- Especificações técnicas dos materiais utilizados

- Esquemas estruturais

- Análise estrutural

- Verificação de flechas

- Dimensionamentos das peças

- Locação de pilares e cargas

Totem / Poste / Antenas / Estruturas Similares

Apresentar projeto executivo e memorial de cálculo, contendo:

Materiais utilizados e as respectivas tensões admissíveis para as chapas.

Chumbadores, etc. Lembramos que deverá ser apresentada a certificação do aço por ocasião da execução, cálculo dos chumbadores e sua locação.

Cálculo das chapas de base.

Verificação das forças devidas ao vento (atentar NBR 6123 / NBR 8800 e pertinentes).

Confrontar tensões atuantes contra tensões admissíveis nas principais seções do poste, indicar local na obra.

Fundações

Apresentar memorial de cálculo com verificação do concreto, estabilidade geral e comprimento de ancoragem do chumbador.

Detalhar e especificar os materiais dos chumbadores.

Fornecer locação dos chumbadores.

Aspectos Técnicos Condicionantes:

O projeto estrutural de mezanino deverá respeitar ao mesmo tempo os seguintes critérios:

Carga distribuída máxima (total) = 700 kg/m 2

Reação máxima em ponto de apoio = 4,2t

Distância mínima entre pontos de apoio = 3,0m

Tensão de contato entre a chapa de base e a laje do shopping ≤ 500kPa (5,0 kgf/cm 2 )

Chapa de base com dimensões mínimas de 300x300mm

Espessura da chapa de base a ser definida pelo cálculo estrutural

Momento fletor no ponto de apoio fornecido pelo shopping = 0 (nulo, considerar articulado no cálculo e detalhar de modo a não transmitir momentos fletores nos pontos de apoio)

Sobrecarga livre mínima = 300 kgf/m 2 (independentemente do uso a ser dado pelo

livre mínima = 300 kgf/m 2 (independentemente do uso a ser dado pelo - Departamento de

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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lojista ao mezanino, a sobrecarga livre mínima de cálculo deverá ser de 300 kgf/m 2 . Deverão ficar de fora da sobrecarga livre o peso próprio, o piso estrutural (mad-wall, painel wall, lajes, etc), o forro previsto em projeto, as alvenarias sobre a estrutura (leve ou convencional) e os revestimentos (paviflex, cerâmicas, mármores, concreto, etc).

Não será permitido:

Conectar lateralmente o mezanino na estrutura ou alvenarias do shopping

Adotar chapas com espessura menor do que 3mm em perfis em geral, tanto laminados como em chapa dobrada

Somente como referências apresentam-se a seguir as sobrecargas mínimas recomendadas pela norma técnica específica:

(Valores mínimos adotados para cargas verticais - NBR 6120/1980)

- Bibliotecas/Livrarias:

sala para depósito de livros - 4,0kN/m².

sala

2,5kN/m² por metro de altura observado, porém o valor mínimo de 6,0kN/m².

- Casas de Máquinas:

(incluindo o peso das máquinas) a ser determinado em cada caso, porém com o valor mínimo

de 7,5 kN/m².

- Cinemas:

platéia com assentos fixos 3,0kN/m².

estúdio e platéia com assentos móveis 4,0kN/m².

- Cozinhas não residenciais:

a ser determinada em cada caso porém com o mínimo de 3,0kN/m².

- Escadas:

com acesso ao público 3,0kNm². sem acesso ao público 2,5kNm².

- Galerias de lojas:

a ser determinada em cada caso, porém com o mínimo 3,0kN/m².

- Restaurantes:

mínimo 3,0kN/m².

- Escritórios / Depósitos / Estoque de produtos

salas de uso geral e banheiro com mínimo de 3,0kN/m².

ou

com

estantes

de

livros

a

ser

determinada

em

cada

caso

Para casos omissos, consultar o departamento para maiores informações. Especificar o uso do mezanino.

Itens que serão analisados no projeto entregue e laudo:

No projeto e no memorial: Nome do autor, número do CREA/ CAU, número da ART’s/ RRT’s,

assinatura do autor em todas as páginas; nome, assinatura e RG do representante da firma

contratante;

Todos os pontos de apoio dos pilares do mezanino deverão ser conferidos de acordo com o sistema a ser empregado; Devem ser especificados os tipos de materiais a utilizar (aço, concreto, soldas, parafusos, etc.); Especificar em projeto as sobrecargas utilizadas para o cálculo do mezanino (peso próprio,

revestimento, forro, livre, etc.) assim como, os detalhes construtivos referentes às fundações (se necessário), ligações, esforços e as escadas de acesso;

A dimensão do mezanino deverá ser 50% (cinqüenta por cento) da área do térreo;

O pé direito entre piso inferior e laje superior (ou forro, etc) nunca seja menor que 2,50m. No caso das âncoras, a área de mezanino dependerá do que tiver sido acertado no contrato de

locação;

Prever corrimão e piso antiderrapante na escada, conforme legislação. Os mezaninos deverão ser obrigatoriamente em estrutura metálica própria com pilares independentes das paredes divisórias e pilares existentes.

com pilares independentes das paredes divisórias e pilares existentes. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 23

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

23

Shopping União de Osasco

Manual de Normas para Projetos e Obras

A sobrecarga livre mínima, independentemente do uso, deverá ser de 300kg/m 2 . Sobrecarga

livre é aquela que é independente do peso próprio do mezanino, das instalações e do forro a

serem pendurados no mesmo, do revestimento sobre o mesmo, dos painéis tipo “Wall”, “Mad- wall” ou lajes, ou seja, e a sobrecarga disponível para uso sobre o mezanino depois de totalmente acabado.

A carga máxima total distribuída é de 700kg/m2, respeitando-se as limitações de pontos de

apoio conforme anexo (verificar figura correspondente na parte D deste Manual).

- Diretrizes e sugestões para detalhamento de novas fundações (para lojas situadas no térreo)

Novas fundações eventualmente necessárias não poderão interferir com as fundações existentes, devendo ser consultado caso a caso. As fundações deverão ser projetadas e executadas de acordo com as normas técnicas da ABNT pertinente.

A

definição, o projeto e a direção técnica da execução são de responsabilidade do lojista.

O

projeto estará sujeito à liberação pelo DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio.

Em função das complexidades do subsolo local, tornando difícil a execução de fundações, foram previstas cargas para fundações de mezaninos de âncoras e lojas junto aos pilares do shopping. Os valores e a locação destas cargas serão fornecidos caso a caso.

3 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

O projeto de instalações elétricas deverá atender integralmente as normas brasileiras.

Referências:

- NBR 5410/2008: instalações elétricas de baixa tensão.

- NBR NM 247: cabos isolados com policloreto de vinila (pvc) para tensões nominais até 450/ 750v, inclusive.

- NBR 13248: cabos de potência e condutores isolados sem cobertura, não halogenados e com

baixa emissão de fumaça, para tensões até 1 kV.

- NBR IEC 60 947-2: dispositivo de manobra e comando de baixa tensão - parte 2: disjuntores

- NBR IEC 60 439-3: conjuntos de manobra e controle de baixa tensão - parte 3: requisitos

particulares para montagem de acessórios de baixa tensão destinados a instalação em locais acessíveis a pessoas não qualificadas durante sua utilização - quadros de distribuição.

- NBR 5624: eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e rosca ABNT NBR 8133 requisitos. (para uso externo ou ambientes úmidos)

- NBR 13057: eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e rosca. (para uso interno)

- NBR 15465: sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão - requisitos de desempenho.

- NBR 14136: plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 a/250 v em corrente alternada padronização.

- NR 10: segurança em instalações e serviços em eletricidade MTE.

Para sistemas de média tensão atender a NB-14039.

O projeto deverá ser composto de:

Projeto completo da subestação unitária. (Este item é aplicável somente para as lojas âncoras)

Plantas de piso e forro c/ indicação de todas as tubulações, circuitos e fiações;

Deverá constar também pontos de iluminação, tomadas, localização dos quadros de distribuição de luz e tomadas, quadro de telefones e lógica;

Diagrama trifilar com balanceamento de fases e capacidade de condução dos barramentos;

Quadro de potências completo;

Memorial descritivo das instalações;

Memorial de cálculo da queda de tensão (inferior a 2%) e proteção geral da loja;

cálculo da queda de tensão (inferior a 2%) e proteção geral da loja; - Departamento de

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Memorial de cálculo das instalações;

Correção do fator de potência;

Deverá atender as portarias da ANEEL. A portaria estabelece que o fator de potência de referência indutivo ou capacitivo, terá como limite mínimo permitido para as instalações elétricas das unidades consumidoras o valor de 0,92;

Legenda;

Especificações de materiais declarados em memorial descritivo ou nas plantas.

Aspectos Técnicos Condicionantes

a)

Potências / Tensões

O

fornecimento de energia elétrica será individual, em baixa tensão com as seguintes

características:

Para as lojas satélites (baixa tensão):

Tensão de operação: 380/220V Frequência: 60Hz Sistema: 3F + N + PE

Para as lojas âncoras (média tensão):

Tensão de operação: 13,2kV Frequência: 60Hz Sistema: 3F + PE

A potência total instalada na loja (âncoras e satélites), não poderá ultrapassar o limite

estabelecido previamente em projeto. Caso sejam necessários acréscimos de carga, deverão ser realizados pedidos formais e justificados para análise do DAP - Departamento de Arquitetura e Patrimônio. Havendo a aprovação, todos os custos decorrentes correrão por conta do lojista.

b) Medições

Os medidores de energia ativa (kWh) serão instalados nos centros de medição localizados nas subestações ADM do Shopping e no centro de multimedição 13,2kV para lojas âncoras.

c)

Quadros Terminais e Quadros Gerais de Baixa Tensão

Os

quadros deverão ser do tipo "sobrepor", construídos em chapa de aço carbono, com portas

dotadas de fechaduras.

Os barramentos, inclusive N e PE, deverão ser de cobre eletrolítico com 99,9% de pureza. O neutro deverá ser isolado.

Os Quadros deverão atender integralmente à NBR IEC 60439-1.

Sugerimos a identificação para as Fases na seguinte seqüência:

Fase A - Azul Escuro Fase B - Branco Fase C - Violeta

Para o Neutro e para Barra de Proteção é obrigatório as seguintes especificações, conforme NBR IEC 60439-1:

Neutro Azul Claro

PE Verde

O disjuntor geral da loja deverá atender a capacidade nominal do alimentador do Shopping, conforme indicado pelo empreendedor na liberação do projeto. Deverá ter capacidade de ruptura mínima de 18kA em 380V, conforme IEC-947-2 ou IEC-898. Para os disjuntores parciais seguem também as mesmas especificações. Além do disjuntor geral, o quadro deve conter dispositivo(s) DR para proteção a correntes de

o quadro deve conter dispositivo(s) DR para proteção a correntes de - Departamento de Arquitetura e

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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fuga (30mA) e protetor de surto.

É vedado o uso de chave tipo faca de qualquer espécie e fusíveis não normatizados (cartucho, rolha, etc). Os circuitos de iluminação e de tomadas deverão ser separados. O circuito terminal de equipamento de ar condicionado deverá ser individual. Os circuitos de vitrines e letreiros deverão ser independentes e controlados por aparelhos

"programador horário" com reserva de marcha de no mínimo 24 horas. Para as lojas equipadas com subestação unitária, é obrigatória a instalação no secundário do transformador de um quadro geral de baixa tensão com número de saídas suficientes para os vários circuitos terminais. Este quadro deverá atender integralmente a NBR IEC 60439-1.

É importante o correto dimensionamento do disjuntor geral deste quadro geral de baixa tensão, bem como os dispositivos de proteção dos circuitos terminais.

d) Eletrodutos

É vedado qualquer tipo de instalação com condutores soltos ou sem eletrodutos. Os

eletrodutos devem ser metálicos (aço, alumínio), ou de material isolante (PVC) quando forem

embutidos em piso ou parede de alvenaria (executados pelo lojista). Não embutir nenhuma tubulação nas paredes do shopping. Deverão atender integralmente as normas NBR-15465 e NBR-5624. O tamanho nominal mínimo é 20mm. Os perfilados ou eletrocalhas, se utilizados, deverão ser do tipo liso com tampa - não utilizar perfilados perfurados. Para luminárias, é obrigatório o uso de eletrodutos flexíveis metálicos sem capa de PVC e conexões tipo macho/ fêmea adequados, para garantir conduto fechado. Todas as deflexões e terminações deverão ser feitas por caixa de passagem construídas em chapa de aço, com tampas com parafusos imperdíveis.

e) Condutores

Todos os condutores deverão ser do tipo "anti-chama", de cobre eletrolítico sistema metrificado e atender aos requisitos das normas NBR-6880, NBRNM-247-3 e NBR-7288, e outros exigidos em normas específicas. A seção transversal mínima dos condutores internos deverá ser 2,5mm². O alimentador mínimo para a loja será em 16 mm². O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor PE. Identificação dos condutores:

Fase A - Preto Fase B - Vermelho Fase C - Branco

N - Azul Claro *

PE - Verde * Retorno - Cinza ou Amarelo

* - Obrigatoriamente

f) Luminárias

As luminárias deverão ser de material não combustível. É obrigatório o seu aterramento. Quando da utilização do sistema de iluminação do tipo PL eletrônica, as mesmas deverão estar embutidas, não devendo estar aparentes. Na casa de máquinas do Ar Condicionado não será permitida utilização de luminária do tipo fluorescente e a iluminação deste ambiente deverá ser de no mínimo 500 lux. Todos os reatores para lâmpadas fluorescentes deverão ser de alto fator de potência, partida rápida, terminal parafusado, espaços internos preenchidos com composto a base de polyester para tensão de operação 220V~60Hz. Para reatores simples o fator de potência deverá ser corrigido individualmente. Os transformadores de instalação de neon deverão ser instalados em local arejado, protegidos por tela metálica e aterrados conforme recomendação dos fabricantes e normas específicas. Deverão ser previstos, no mínimo, dois pontos de iluminação de emergência do tipo autônomo com bateria individual. Para as lojas de alimentação, deverá ser previsto ponto adicional no acesso técnico. É proibido o uso de rabichos com cabo tipo “PP”. Utilizar cabo anti-chama com baixa emissão

com cabo tipo “PP”. Utilizar cabo anti -chama com baixa emissão - Departamento de Arquitetura e

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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de gases tóxicos e livres de halogêneos ou flexível metálico tipo “Seal Tube” sem capa de PVC (indicar nota no projeto).

g) Materiais

Todos os materiais deverão ser novos, de boa qualidade e em conformidade com o INMETRO, e com as normas da ABNT (NBR-5410 e outras complementares). Nenhum componente das instalações elétricas, tais como luminárias, soquetes, tomadas e interruptores poderão ser fixados em material combustível. Todas as estruturas metálicas deverão ser aterradas. Todos os equipamentos deverão ser aterrados no quadro geral da loja.

Aspectos técnicos a serem obedecidos para lojas ÂNCORAS

1 Utilizar cubículo blindado metálico para o sistema de alta tensão;

2 Utilizar transformadores fechados em caixa metálica IP21. Não utilizar IP00;

3 Instalar no secundário do transformador um quadro geral com disjuntor geral e saídas com disjuntores, sendo uma para sistema “normal” e outra para “normal/emergência”; 4 A chave de transferência automática e os controles eletro-eletrônicos de operação e proteção do grupo gerador deverão estar instalados próximo ao grupo gerador.

O disjuntor do sistema N/E descrito no item 3, protegerá os condutores que alimentarão o lado

“Eletropaulo” da chave de transferência automática.

5 Todos os equipamentos / materiais deverão atender integralmente às Normas Brasileiras em suas últimas edições.

- cubículos: NBR IEC 62271-200

- transformadores: NBR 10295 / IEC 726

O Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) deverá ser instalado em local apropriado no ambiente

da loja.

ESPECIFICAÇÃO TRAFOS A SECO CLASSE 15 KV

Os transformadores deverão ser do Tipo a seco encapsulados em Resina Epóxi a ALTO VÁCUO e devem atender as normas IEC 726 e NBR 10295; As bobinas de AT e BT deverão ser fabricadas em lâminas de alumínio Encapsulamento em resina epóxi e a alto vácuo Deverá ser isento de descargas parciais Núcleo em aço-silício de grão orientado com corte tipo step-lap Material isolante classe “F” (155°C) Sistema de refrigeração NA (ar natural) Normas técnicas e ensaios conforme ABNT NBR 10295 e 5380 Materiais e processos em conformidade com a norma ISO 9001 Classe de tensão de média 15KV NBI da média tensão 95KV Classe de tensão de baixa 1,2KV NBI da baixa tensão 10KV

Deverão ser fornecidos os seguintes acessórios:

Rodas bi-direcionais

Sensor de temperatura tipo PT-100, sendo um por fase

Relé digital, funções 23, 26 e 49, com contatos para alarme e desligamento e saída serial RS 485

Invólucro metálico com grau de proteção IP-21, cor cinza Munsell N6,5

Fornecer uma plaqueta adicional com as características dos transformadores para fixação na cela do trafo. Deverão ser fornecidos dois terminais de aterramento NR 10 Deverá ser fornecida lista de referências de transformadores com características similares Deverão ser fornecidas cópias de relatórios de ensaios de tipo já realizados, em laboratórios privados, de transformadores com características similares.

6- Todos os quadros gerais e terminais deverão estar equipados com protetores de surto.

gerais e terminais deverão estar equipados com protetores de surto. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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7 É obrigatório o uso de disjuntores normatizados conforme NBR IEC 60947 2

8 Os cubículos blindados deverão obedecer integralmente às normas NBR IEC 62271-200 de

fornecedores com reconhecida capacidade.

Deverão estar equipados no mínimo com chave seccionadora de abertura com carga, fusíveis AT e dispositivo de desligamento automático simultâneo quando da queima de fusí vel.

9 Os grupos geradores deverão atender as mais recentes Normas Brasileiras, a saber, NBR

14662, NBR 14663, NBR IEC 439 e outras pertinentes, bem como, serem de procedência de Empresas de reconhecida capacidade técnica no mercado. Para ligação da energia definitiva da loja deverão ser apresentados os seguintes documentos:

- Enviar ART’s/ RRT’s de laudo de Teste dos Cabos de Média Tensão;

- Enviar laudo de Teste dos Cabos de Média Tensão;

- Enviar documentos referentes aos Ensaios do Transformador;

Itens que serão analisados no projeto entregue:

01 - Diagrama Unifilar

02 - Indicações de Tensão (V)

03 - Indicação de Alimentação (3F+N+PE)MM²

04 - Disjuntor Termomagnético Geral (3F)

05 - Disjuntores Parciais (IF ou 3F)

06 - Interruptor Diferencial Residual (3F+N+F+N)

07 - Identificação dos Circuitos

08 - Dimensão e distribuição dos circuitos

09 - Diagrama comandos da vitrine / luminoso

10 - Código de Cores da Fiação

11 - Quadro de cargas instaladas

12 - Balanceamento de cargas nas fases

13 - Det. fixação luminárias / reatores

14 - Aterramento de todas as partes metálicas

15 - Projeto detalhado fabricação do quadro

16 - Reatores de partida rápida e alto FP

17 - Dimensão dos Barramentos (F/N/PE)

18 - Circuitos de tomadas e iluminação

19 - Carga total instalada e demanda

20 - Distribuição de rede de telefonia

21 - Especificação de materiais

22 - Documentos complementares

23 - Antena

24 - Iluminação de emergência

25 - ART’s/ RRT’s projeto e execução

4 PROJETOS DE INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS

O projeto de instalações telefônicas deverá atender aos padrões e especificações exigidos pela

Anatel.

O projeto de instalações telefônicas deverá atender integralmente:

Manual de tubulação telefônica em prédios Projeto - Volume 1 - Telebrás Manual de rede interna Volumes 1 e 2 - Telebrás

O projeto deverá ser composto por:

Plantas de piso/forro com indicação de todas as tubulações e cabos telefônicos;

Legenda;

Especificação de materiais.

Aspectos Técnicos Condicionantes

 Especificação de materiais. Aspectos Técnicos Condicionantes - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 28

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Não serão admitidas instalações com condutores fora de eletrodutos. As tubulações sem fiação deverão conter arame guia.

O projeto de telefonia pode ser integrante do projeto de instalações elétricas.

As instalações de telefonia deverão obedecer aos padrões das normas brasileiras e das concessionárias de serviços públicos.

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PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS

O

projeto de instalações hidrosanitárias deverá atender integralmente às normas brasileiras

NBR-5626 de setembro de 1998 / NBR-8160 de setembro de 1999.

O projeto deverá ser composto de:

Planta com pontos, rede de água fria e de esgoto;

Corte definindo a altura dos pontos;

Desenhos isométricos;

Legenda e memorial com resumo de cálculos e especificações de materiais.

Detalhe Impermeabilização, conforme figura correspondente na parte D deste Manual.

Aspectos Técnicos Condicionantes

a) Água Fria

As instalações hidráulicas deverão atender às normas brasileiras NBR-5626-set 1998 e as exigências da concessionária.

A tubulação individual relativa ao fornecimento do ponto de água será dotada de hidrômetro.

Toda a rede de piso deverá ser instalada no enchimento. As tubulações de água fria deverão ser de tubos de PVC soldados, classe 15. As tubulações de água quente deverão ser em tubos de cobre classe A, isolados com calha de lã de vidro e recobrimento com alumínio corrugado. As instalações de água quente deverão atender à norma brasileira NBR 7198- set 1993.

b) Esgoto

As instalações deverão atender às normas brasileiras NBR-8160-set 1999 e as exigências da concessionária. Nas instalações das lojas de alimentação, o esgoto gorduroso deverá ser encaminhado obrigatoriamente a uma caixa de gordura. Todos os ralos em piso de cozinha deverão ser ligados a esta caixa de gordura. Toda a rede primária de esgoto, quando em PVC, será da série R e todas as captações de água deverão ser através de caixa sifonada. Estes deverão ser executados no enchimento de piso da loja. Atentar à temperatura dos efluentes para a correta escolha do material da tubulação. Esgotos e resíduos industriais deverão ser tratados antes de serem lançados à rede de esgoto do shopping.

Itens que serão analisados no projeto entregue:

01 - Tubulações

02 - Especificações de materiais

03 - Documentos complementares

04 - Medidor de Água

05 - Medidor de Gás

06 - Detector de Vazamento de Gás

07 - Impermeabilização

6 - PROJETOS DO SISTEMA DE SEGURANÇA

de Gás 07 - Impermeabilização 6 - PROJETOS DO SISTEMA DE SEGURANÇA - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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PROJETOS DE PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIO (sprinklers e hidrantes) PROJETOS DETECÇÃO / AUTOMAÇÃO (alarmes) PROJETO DE EXTRAÇÃO DE FUMAÇA (quando aplicável)

Os projetos das lojas deverão atender rigorosamente as exigências do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (Decreto Estadual 46.076/01 e Instruções Técnicas) e aos padrões de segurança adotados pelo empreendedor, a saber:

NFPA-13/2007 e NBR-10897/2007 para instalações de chuveiros automáticos;

Circular SUSEP Nº 006/92 do IRB - Regulamento para concessão de descontos aos riscos que dispuserem de meios próprios de detecção e combate a incêndio, previstos no item 2 do Art.16 da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil e FENASEG 72/90 para rede de hidrantes e extintores;

NR-23 Proteção Contra Incêndio;

NBR-6135

NBR-9077

NBR-9441

NBR-10898

NBR-13714

NBR-12693

NBR-13859

Outras normas ABNT aplicáveis em sua ultima revisão.

Chuveiros Automáticos para Extinção de Incêndio;

Saídas de emergência em edifícios;

Execução de Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Procedimento;

Sistema de Iluminação de emergência;

Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio;

Sistemas de Proteção por Extintores de Incêndio;

Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição

Os projetos deverão ser apresentados de forma completa e legível conforme bom padrão de engenharia, memórias de cálculo e descritivos conforme necessário para a interpretação do projeto executivo, com conteúdo mínimo abaixo porém não limitado a outros documentos necessários para aprovação dos vistoriadores:

O projeto deverá ser composto por:

Planta cotada a partir dos pontos de entrega com percurso da rede e pontos de chuveiros automáticos, rede de hidrantes, extintores e detecção de fumaça e indicação do sistema de controle extração de fumaça onde aplicável. Os projetos deverão ser elaborados e apresentados na base arquitetônica atualizada, com a indicação das dimensões principais, cortes, fachadas.

Identificar através de legenda ou textos os materiais de construção ou de acabamento combustíveis.

Perspectiva isométrica das instalações de sprinklers e hidrantes internos, corte elucidativo da rede e detalhes (interferências nos projetos da loja - sancas, mezaninos, etc.);

Detalhamento de fixação e suportes de tubulações, de defletores e outros necessários a análise do vistoriador do DAP;

Memorial de cálculo, quando couber, memorial descritivo e especificação de materiais em plantas e legendas;

Carimbo padrão do DAP com nome, habilitação profissional, n.º do CREA/ CAU e assinatura do responsável pelo projeto e assinatura do responsável pela loja;

ART’s/ RRT’s e cópia do CREA/ CAU do responsável técnico pela elaboração dos projetos;

Indicar os pontos de luz de emergência;

Indicação da sinalização de emergência para equipamentos e rotas de fuga, onde aplicável;

Sistema de controle de fumaça onde aplicável, apresentar projeto especifico ;

Sistema de detecção de fumaça onde aplicável, apresentar projeto especifico ;

Os projetos deverão ser apresentados com carimbo padronizado do shopping;

Para qualquer intervenção nas instalações nos pontos de entrega, deverá o proprietário (lojista) solicitar antecipadamente, junto ao departamento de engenharia na qual este assinará um termo de responsabilidade de fechamento e abertura da mesma. Para porta de enrolar com motor elétrico é obrigatório a execução de caixa em material incombustível protegendo o motor e deverá ser previsto bico de SPK específico para proteção do mesmo. NOTA: Caso a porta de enrolar tenha motor elétrico, deverá ser executada caixa em

a porta de enrolar tenha motor elétrico, deverá ser executada caixa em - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

gesso acartonado para proteção do motor e deverá ser previsto bico de SPK para proteção específica.

Sistema de Chuveiros Automáticos - “sprinklers”

A rede de Chuveiros Automáticos das lojas deverá ser instalada às expensas dos lojistas, e

previamente aprovada pelo DAP e vistoriadas ao término das mesmas com projeto atualizado “As built”.

O empreendedor disponibilizara um ponto de entrega de diâmetro compatível com as

dimensões da loja, com vazão e pressão compatíveis com os riscos protegidos sendo:

2.1/2” para lojas satélites e demais lojas não denominadas de âncora, provida de válvula de isolamento tipo esfera;

4” para lojas âncora, provida de válvula de isolamento tipo gaveta ou borboleta; Os sistemas de Chuveiros Automáticos deverão atender as normas acima referenciadas e

dimensionadas para atender ao risco predominante da loja. Serão aferidos os itens descritos

no item 2.5.1 pelo analista / vistoriador do DAP, bem como, as premissas abaixo relacionadas

deverão ser observadas e aplicadas conforme necessidade de projeto. Quando houver mezanino e entre forro, deverão ser instalados Chuveiros Automáticos no forro

do térreo, no entre forro e no forro do mezanino, conforme recomendação das normas supra

mencionada. Espaços de entre forro são dispensados de chuveiros automáticos, desde que, as instalações

de ar condicionado sejam providas de isolação térmica incombustível e as instalações elétricas

cabos, fiação, etc.: em condutos fechados, forros executados em madeira ou material combustível (PVC, plásticos, etc.:) é mandatário a instalação de sprinklers no entre forro.

Os chuveiros automáticos tipo ampola para fusão à 68ºC, ou 79°C quando necessário, para as

áreas destinadas a risco leve, ordinário ou pesado, sendo aceitos Chuveiros Automáticos com temperatura de 141ºC para as áreas de depósito das lojas âncora, os chuveiros automáticos deverão apresentar homologação pela ABNT ou órgão internacional equivalente. Os Chuveiros Automáticos deverão ser novos e de marcas tradicionais do mercado, como SKOP, Kidde, TYCO ou equivalente, desde que homologada pela ABNT. Quando do uso de canoplas de acabamento utilizar somente peças metálicas preferencialmente fornecidas pelo fabricante dos Chuveiros Automáticos.

Observar nas instalações de Chuveiros Automáticos a distância livre de obstruções horizontais

e verticais conforme item 7.8 da ABNT NBR 10897/2007, sendo obrigatório uma distância

mínima de 500 mm entre o defletor dos Chuveiros Automáticos (pendente ou em pé) das obstruções horizontais tais como topo de estocagem, divisórias de provadores, etc.: conforme

item 7.8.6.4 da ABNT NBR 10897/2007. Todos os elementos das instalações ou construção com largura maior ou igual a 1,20m, tais como dutos, sancas, arranjos decorativos devem ser providos de sprinklers adicionais conforme item 7.8.7.1.2 ABNT NBR 10897/2007. Prever proteção acima da máquina de ar condicionado, shafts de monta carga, elevadores, etc.:

Prever protetores de chuveiros automáticos para os pontos expostos a danos, tais como escadas, forros rebaixados, etc.:

Instalar drenagem e pontos de purga das instalações de Chuveiros Automáticos / hidrantes para as instalações de conduzir as mesmas ate o ponto de dreno disponibilizado.

A fixação dos tubos deverá ser realizada através de braçadeiras tipo econômico ou união

horizontal e obrigatoriamente vergalhão com diâmetro mínimo de 3/8", para tubos de 1” a 3” e a partir destes com diâmetro mínimo de ½”. Tubos deverão ser tipo DIN 2440 com costura até diâmetro de 1” a 4". Tubo com diâmetro de

1"

e 2" obrigatoriamente deverão ser rosqueados, com conexões classe 10 (150lbs) da Tupy

ou

similar para os diâmetros superiores utilizar conexões forjadas para solda SCH40, flanges

tipo sobreposto classe 150 lbs com junta de vedação em papelão hidráulico vermelho ou de

150 lbs com junta de vedação em papelão hidráulico vermelho ou de - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Shopping União de Osasco

borracha natural reforçada.

Manual de Normas para Projetos e Obras

Aceitação das Instalações de Chuveiros automáticos:

Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no mínimo posição dos Chuveiros Automáticos em relação a obstruções não indicadas em projeto, fixação das tubulações e acessórios, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho dos sistemas.

O teste de Chuveiros Automáticos deverá ser executado a uma pressão nunca inferior a

1400kPa durante duas horas antes da interligação com a rede do Shopping e apresentar ART’s/

RRT’s de laudo e atestado ao DAP, devidamente assinados. Ao término dos testes presenciados pelo vistoriador do DAP, deverá ser elaborado LAUDO respectivo com recolhimento de ART’s/ RRT’s do instalador. Após a entrega dos documentos acima, as válvulas de isolamento serão lacradas.

Sistema de Hidrantes Internos

Conforme atividade da loja e área locada, seguir instruções Circular SUSEP Nº 006/92 do IRB - Regulamento para concessão de descontos aos riscos que dispuserem de meios próprios de detecção e combate a incêndio, previstos no item 2 do Art.16 da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil.

O dimensionamento das instalações e execução devem atender a IT 22/2004 Sistema de

Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndios e NBR-13714 Sistemas de Hidrantes e de

Mangotinhos para Combate a Incêndio.

Os hidrantes serão do tipo 3 para atender a classificação “C3” com hidrantes singelos, dimensionados conforme item 5.8 da IT 22/2004. Para as lojas ancora estará disponibilizado ponto de entrega, na área técnica no diâmetro de 4” provido de válvula de isolamento e flange cega. Os hidrantes deverão ser locados considerando-se o layout ocupacional da lojas, caso o mesmo não conste do projeto adotar, espaçamento máximo de 30 metros entre hidrantes, inclui-se ao critério a cobertura de mezaninos internos por encaminhamento vertical e horizontal. Instalar drenagem e pontos de purga das instalações de conduzir as mesmas ate o ponto de dreno disponibilizado.

A fixação dos tubos deverá ser realizada através de braçadeiras tipo econômico ou união

horizontal e obrigatoriamente vergalhão com diâmetro mínimo de 3/8", para tubos de 1” a 3” e a partir destes com diâmetro mínimo de ½”. Tubos deverão ser tipo DIN 2440 com costura até diâmetro de 2.1/2” a 4", para os diâmetros superiores, utilizar SCH40 sem costura, com conexões forjadas para solda SCH40, flanges tipo sobreposto classe 150 lbs com junta de vedação em papelão hidráulico vermelho ou de borracha natural reforçada. Os pontos de entrega serão providos de chaves de fluxo para sinalização junto a central de segurança, quando da operação dos hidrantes internos, tanto a chave de fluxo e dispositivo de sinalização serão fornecidos e instalados pela proprietária.

Aceitação das Instalações de Hidrantes Internos:

Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no

mínimo posição do hidrantes, fixação das tubulações e acessórios, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho dos sistemas.

O teste deverá ser executado a uma pressão nunca inferior a 1400kPa durante duas horas

antes da interligação com a rede do Shopping. Ao término dos testes presenciados pelo vistoriador do DAP, deverá ser elaborado LAUDO respectivo com recolhimento de ART’s/ RRT’s do instalador. Após a entrega dos documentos acima, as válvulas de isolamento serão lacradas.

Sistema de Combate a Incêndios Coifas e Dutos de Exaustão Fast Food

Os sistemas de exaustão mecânica das coifas e dutos de cocção deverão atender a Norma NBR 14518 Sistemas de ventilação para cozinhas profissionais e atender os requisitos da Instrução Técnica 38 / 2004 Cozinha Profissional.

requisitos da Instrução Técnica 38 / 2004 – Cozinha Profissional. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

As coifas poderão ser protegidas por dispositivos ativos de extinção fixos com acionamento manual ou automático, por agentes previstos na normalização da ABNT. Os sistemas de chuveiros automáticos, devem ser dimensionados conforme a norma NFPA 13 item 7.10 com chuveiros automáticos com fusão de 141ºC (azul). As travessias dos dutos por paredes ou lajes devem ser seladas conforme IT 09 Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical, item 5.2.2.3.5 Para esta instalação serão adotados os procedimentos previstos para os Sistemas de chuveiros automáticos.

Extintores Portáteis ou sobre rodas

Conforme atividade da loja e área locada, seguir instruções Circular SUSEP Nº 006/92 do IRB - Regulamento para concessão de descontos aos riscos que dispuserem de meios próprios de detecção e combate a incêndio, previstos no item 2 do Art.16 da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil.

O dimensionamento das instalações e execução devem atender a IT 21/2004 Sistema de

Proteção por Extintores de Incêndio e NBR-13714 Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio e NBR-12693 Sistemas de Proteção por Extintores de Incêndio. Os extintores de incêndio a serem instalados no interior das lojas, deverão ser especificados e

dimensionados e indicados no projeto de segurança da loja. Prever no mínimo uma unidade extintora por loja, sendo o percurso máximo do operador de

20m.

As unidades extintoras deverão ser sinalizados com placas preferencialmente de PVC com ilustrações de dimensões padronizadas pela IT-20 Sinalização de emergência do Corpo de Bombeiros.

Aceitação;

Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no mínimo posição dos extintores e sua capacidade, fixação, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho.

Sistema de Detecção e Alarme de Incêndios

Para atender o decreto estadual 46.076/01 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, as instalações do Shopping para as áreas comuns serão providas de sistema de extração de fumaça mecanizada. Para as lojas âncora, incluindo depósitos deverão ser previsto sistema de detecção de fumaça supervisionado e controlado por painel próprio e independente, com recursos necessários a acionar o sistema de extração de fumaça das áreas circunvizinhas, quando da ocorrência de detecção de fumaça por um ou mais detectores no interior de qualquer ambiente da loja, depósito ou área de utilidades ou Mall de Circulação, através de um sistema de automação implantado. Os acionadores manuais deverão ser supervisionados por um circuito independente ou endereçáveis, por tratar-se de componente sujeito a vandalismo e acionamento acidental. Os sistemas de detecção deverão ser dimensionados conforme NBR 9441 - Execução de Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Procedimento e IT 19 Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio e recomendações de aplicação dos fabricantes especializados. Para as lojas âncora providas de extração de fumaça devem ser previstos junto aos sistemas de detecção e alarme, as instruções de abandono serão através do sistema de voz, proveniente da central de segurança do Shopping, com intensidade compatível com o nível de ruído do ambiente, de forma a assegurar a audibilidade dos ocupantes das áreas em emergência.

O sistema de detecção e alarme de incêndio devem ser previstos em todos os ambientes da

unidade comercial. Inclui-se ao sistema de detecção e alarme de incêndio a interligação dos Painéis de Detecção

de Incêndio aos painéis de comando das máquinas de ventilação ou ar condicionado. Os contatos para estes desligamentos deverão estar disponíveis, através de bornes devidamente identificados, nos painéis de comando das máquinas de ventilação ou ar condicionado. Os painéis de comando deverão ser instalados nas respectivas áreas técnicas.

de comando deverão ser instalados nas respectivas áreas técnicas. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 33

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

É obrigatória a disponibilidade de um contato seco (resumo de eventos) na central de alarme e

detecção para sinalização na central do Shopping. Deverá ser prevista uma tubulação em aço galvanizado interligando a central de alarme / detecção com a rede de sinalização do Shopping. Os sinais abaixo relacionados devem ser disponibilizados para as unidades dotadas de painel independente, ou seja, unidades providas de sistema mecânico de extração de fumaça;

incêndio acionador manual tipo botoeira;

incêndio detector de fumaça;

defeito geral;

A

sinalização deverá ser entregue na caixa de junção com dimensões mínimas de 0,30 x 0,30

x

0,15m, instalada no ponto de entrega.

As lojas satélites ou lojas com área igual

detectores de fumaça, limitado a 20 unidades os quais serão interligados a um módulo de zona convencional, a ser instalado em caixa de junção com dimensões mínimas de 0,30 x 0,30 x

0,15m, instalada no ponto de entrega. Para quantidades superiores a 20 detectores providenciar a instalação de painel independente para controle dos detectores, incluindo a sinalização remota dos eventos acima mencionados. Qualquer equipamento ou serviço não listado neste memorial, porém necessário à execução das instalações deve ser previsto e fornecido pelo lojista. Na quantificação e posicionamento dos detectores de fumaça devem ser observadas as seguintes condições:

ou inferior a 300 m2, prever a instalação de

1. Trocas de Ar HVAC: renovações/hora;

2. Velocidade média do ar no ambiente e na saída dos difusores de ar;

3. Os detectores devem ser posicionados observando-se o fluxo de ar no ambiente proveniente dos difusores de insuflamento de ar;

4. As grelhas de retorno do sistema de HVAC voltadas para as áreas de risco com dimensões igual ou superior a 0,90m devem ser providas de detectores de fumaça conforme arranjos normalizados pela norma NFPA 72;

5. O fenômeno de estratificação do ar deve ser observado no decorrer do projeto e da instalação;

6. Interferências provocadas por vigamentos, bandejas de cabos, dutos, iluminação, etc.

Na quantificação e posicionamento dos Acionadores Manuais devem ser observadas as

seguintes condições:

7. Rotas de fuga e saídas de emergência;

8. Acesso ao equipamento;

9. Onde aplicável, a localização dos acionadores manuais deverá ser compatibilizada com os hidrantes, devendo os acionadores estarem localizados ao lado dos hidrantes;

10. A Empreendedora especifica a utilização de equipamentos para painéis de monitoração de alarme e sinalização, módulos detectores, acionadores e outros necessários à automação de Empresas e Instaladoras de reconhecida capacidade técnica, entre os fabricantes abaixo:

- Edwards

- Honeywell

- Notfire

- Siemens

- Simplex

- Detectomatic

Aceitação das Instalações Sistema de Detecção e Alarme de Incêndios Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no mínimo posição dos detectores, acionadores manuais, fixação dos eletrodutos e acessórios, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho dos sistemas. Simulação do acionamento dos detectores de fumaça em condições operacionais de ventilação definitivas. Verificação dos intertravamentos de HVAC, acionamento de ventiladores, etc. Confirmação do envio das sinalizações para as caixas de junção disponibilizadas.

do envio das sinalizações para as caixas de junção disponibilizadas. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Ao término dos testes presenciados pelo vistoriador do DAP, deverá ser elaborado LAUDO respectivo com recolhimento de ART’s/ RRT’s de laudo do instalador. Após a entrega dos documentos acima, as caixas de junção serão lacradas.

Sistema de Controle de Fumaça

Para atender o decreto estadual 46.076/01 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, as instalações do Shopping para as áreas comuns serão providas de sistema de extração de fumaça mecanizada, para atender o abandono em caso de emergências.

Os sistemas de detecção deverão ser dimensionados IT 15/2004 Controle de Fumaça Parte I Regras Gerais, Parte II Conceitos, definições e componentes do sistema e Parte V Controle de Fumaça mecânico em edificações horizontais, áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados, ou através de outros métodos conforme Parte VIII Aspectos de Segurança, item 16.3 (outros métodos de dimensionamento). As instalações devem ser projetadas para atender as condições gerais do item 4.1 da IT.

15/2004 Parte I, para os locais a proteger do anexo A Tabela 2 Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça, para ocupação comercial e notas especificas.

O lojista deverá apresentar projeto executivo e cálculo dos exaustores que será examinado

pela disciplina de ar condicionado indicando no mínimo o dimensionamento dos dutos,

ventiladores, instalações elétricas e de intertravamento do sistema de extração, para aprovação. Incluir no projeto executivo dos sistemas de prevenção e combate a incêndios e pânico, na folha correspondente a hidrantes, extintores, iluminação de emergência, etc.: os dutos, equipamentos e acantonamento.

O projeto deverá atender integralmente as instruções e premissas da Parte II Conceitos,

definições e componentes do sistema, indicando onde aplicável os seguintes componentes;

Barreiras de fumaça;

Grelhas e venezianas;

Circuitos das instalações elétricas e proteções contra irradiação e mecânicas;

Comando dos sistemas, registros, detectores de fumaça, ventiladores, etc.;

Dutos, dimensionamento, material, espessuras, etc.;

Fontes de alimentação dos ventiladores, exceto para as lojas relacionadas neste item;

Registros corta-fogo e fumaça, incluindo lógica de funcionamento e indicação da vazão compatível ao duto instalado;

Ventiladores de extração de fumaça atendendo ao previsto no item 6.2.8.

A elaboração do projeto deverá observar os fatores descritos no item 9.8 da Parte 5,

observando conforme a atividade desenvolvida o item 9.8.1 Tamanho do Incêndio, para

áreas providas de chuveiros automáticos, destacando a categoria do risco conforme classificação do Anexo “C” – Tabela 4 da Parte 3.

A partir das definições acima o projeto deverá contemplar o roteiro de cálculo ilustrado na IT

15/2004 Parte V. Quando adotado acantonamento a área máxima será de 1600 m2, e destaca em projeto com indicação dos anteparos tipo de material empregado e dimensões. Apresentar os meios de introdução de ar conforme item 9.22 Parte V por meios mecânicos ou naturais. Na presença de obstáculos (mezaninos) apresentar e indicar em projeto o tipo de piso permeável ou impermeável, com as informações previstas no item 9.23.2 (a) e (b). Para lojas providas de átrios internos aplicar a Parte 7 Átrios. Os sistemas de extração de fumaça, conforme previsto na Parte VIII da IT 15/2004 sistemas ou outros meios de dimensionamento poderão ser aplicados, a aprovação destes meios ficara a cargo do analisador do DAP e consulta formal ao Corpo de Bombeiros.

Será de responsabilidade do lojista as condições de testes de aceitação e testes de obtenção

do AVCB.

as condições de testes de aceitação e testes de obtenção do AVCB. - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Aceitação das Instalações de Controle de Fumaça:

Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no mínimo posição dos dutos, acionamentos secundários, fixação dos dutos, eletrodutos e acessórios, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho dos sistemas; Os testes de aceitação serão realizados conforme item 16.2.12 da Parte VIII, complementados com os demais itens relacionados;

Verificação de obstruções na passagem da fumaça; Simulação do acionamento dos detectores de fumaça em condições operacionais de ventilação definitivas e acionamento do sistema de extração de fumaça; Fechamento das portas e outros elementos considerados na contenção de fumaça; Partida dos geradores de emergência local ou remoto; Verificação dos intertravamentos de HVAC, acionamento de ventiladores, etc.:

Confirmação do envio das sinalizações para as caixas de junção disponibilizadas. Ao término dos testes presenciados pelo vistoriador do DAP, deverá ser elaborado LAUDO respectivo com recolhimento de ART’s/ RRT’s de laudo do instalador. Após a entrega dos documentos acima, as caixas de junção serão lacradas.

Sistemas de Iluminação de Emergência

Para atender o decreto estadual 46.076/01 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do

Estado de São Paulo, os ambientes locados devem ser providos de iluminação de emergência através de blocos autônomos / geradores de emergência conforme padrão da loja. As instalações visam a falta ou falha de emergência principal, bem como para situações de emergência para orientação das rotas de fuga.

O projeto deverá conter as informações descritas em 8.1.6, letras (a) a (g) as instalações

devem atender os requisitos padronizados neste manual para as instalações elétricas. Os sistemas de iluminação de emergência deverão atender a NBR 10898/99 Iluminação de Emergência e IT 18/2004 Iluminação de Emergência. Apresentar memorial descritivo das instalações quando da instalação de gerador próprio. Aceitação das Instalações Sistema de Iluminação de Emergência. Confrontação do projeto apresentado com a instalação apresentada, onde serão observados no mínimo posição das luminárias ou blocos de iluminação de emergência, fixação dos eletrodutos e caixas de baterias, pintura de identificação, e demais itens objeto de verificação para o bom desempenho dos sistemas. Simulação do acionamento dos blocos autônomos e das luminárias.

Segurança Estrutural

Para atender o decreto estadual 46.076/01 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, para os elementos estruturais incorporados a estrutura principal, tais como mezaninos metálicos, plataformas de equipamentos, etc. Os métodos e procedimentos adotados devem atender a IT 18/2004 Segurança estrutural nas edificações Resistência ao fogo dos elementos de construção, incluindo o Memorial de segurança contra incêndio das estruturas conforme anexo “S” dos procedimentos administrativos da IT 01/2004 do corpo de bombeiros do estado de São Paulo. Para os itens construtivos vide o item especifico deste manual.

Itens analisados no projeto apresentado conforme normas:

NBR 10897/2007 e outras Sistema de Chuveiros Automáticos.

O projeto executivo conforme item 9

informações previstas nas letras a, c (indicar nível e coluna mais próxima), d, e, g, h, i, j (informar vazão e pressão requerida quando dimensionado por cálculo hidráulico), k, l, m, n,

o, p, q, r, s, t, u; v e w (quando aplicável), aa, cc, ee, ii;

com as

Plantas e cálculos, item

9.1.1

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

Dimensionamento das instalações conforme risco ordinário grupo 1 ou 2, item 9.5.5.2 -

das instalações conforme risco ordinário grupo 1 ou 2, item 9.5.5.2 - - Departamento de Arquitetura

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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tabela 22 (aço carbono);

Dimensionamento das instalações com Chuveiros Automáticos acima e abaixo de tetos/forros para risco ordinário grupos 1 ou 2, item 9.5.5.3 Tabela 24 (aço carbono);

Idem, porém com cálculos hidráulicos, item 8 Métodos de cálculo conforme figura 37

(área mínima de 186 m2);

Cálculos conforme item 9.3 Formulário de cálculos hidráulicos e 9.4 Procedimentos de cálculos hidráulicos;

Verificação de espaços encobertos definidos no item 7.9.1, para isenção de chuveiros automáticos devendo atender integralmente o previsto na norma;

Indicação da altura de estocagem limitadas a:

Risco ordinário 1:

Máximo 2,4 m item 4.2.1

Máximo 3,7 m item 4.2.2

Risco ordinário 2:

Cobertura dos chuveiros automáticos padrão conforme item 7.6 Tabela 8;

Distância dos chuveiros automáticos padrão conforme item 7.7;

Posição dos defletores dos chuveiros automáticos padrão conforme item 7.8;

Indicação do tipo de forro falso (gesso, lambris de madeira, etc.:), devendo ser indeformáveis e incombustíveis;

Indicação do material das canoplas de acabamento para os chuveiros automáticos;

Verificação de “shafts” verticais destinados à monta carga, elevadores de mercadorias, etc.: combustíveis, conforme item 7.9.2;

Proteção do abrigo ou compartimento do equipamento de ar condicionado

Circular SUSEP 006/92; IT 22/2004 Sistema de Hidrantes e Mangotinhos para

Combate a Incêndios e NBR-13714 Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.

Posição dos Hidrantes singelos ou simples, encaminhamento por 30m sem jato;

 

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

 

Cálculo hidráulico quando aplicável;

Indicação de pintura de sinalização conforme IT 20 / 2004 Sinalização de emergência;

Especificação dos materiais e acessórios das caixas de hidrante, mangueiras, esguichos,

etc.;

Suportação dos componentes e instalação;

Indicação dos testes da rede de hidrantes;

Proteção de mezaninos quando aplicável;

Afastamento dos hidrantes portas/escadas;

 

Instrução Técnica 38 / 2004 Cozinha Profissional e outras.

 

Projeto executivo do sistema de exaustão;

Espessura e construção dos dutos;

Posição “dampers” corta fogo e acionamento;

 

O projeto executivo conforme item 9

Plantas e cálculos, item

9.1.1

com as

informações previstas nas letras a, c (indicar nível e coluna mais próxima), d, e, g, h, i, j (informar vazão e pressão requerida quando dimensionado por cálculo hidráulico), k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u; v e w (quando aplicável), aa, cc, ee, ii;

Dimensionamento das instalações conforme NFPA 13/2007 item 7.10;

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

Indicação da selagem das passagens;

Proteção de equipamentos de fritura, caso seja adotado sistema especifico por injeção de agente (vapor d’água saturado, água nebulizada, químico saponificante úmido);

Extintores Portáteis e sobre rodas.

Distribuição de extintores;

Verificação da capacidade extintora;

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

Verificação da pintura de identificação e placas auxiliares;

Fixação e suportação;

Sistema de detecção e alarme de incêndios NBR 9441/98 e IT 19 Sistemas de

Detecção e Alarme de Incêndio.

Verificação das premissas adotadas no projeto;

Especificação dos equipamentos (detectores, acionadores manuais,etc.:), fabricante e modelos previstos;

(detectores, acionadores manuais,etc.:), fabricante e modelos previstos; - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 37

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

Distribuição dos equipamentos (detectores, acionadores manuais,etc.:)

Infra-estrutura (eletrodutos, conexões, fiação, etc.:)

Posição do painel, quando aplicável;

Fonte auxiliar (baterias)

Intertravamentos;

Interfaces com sistemas disponibilizados (caixa de junção sistema de detecção e alarme central);

Sistema de Controle de Fumaça.

Verificação das premissas adotadas no projeto;

Barreiras de fumaça;

Grelhas e venezianas;

Circuitos das instalações elétricas e proteções contra irradiação e mecânicas;

Comando dos sistemas, registros, detectores de fumaça, ventiladores, etc.:

Dutos, dimensionamento, material, espessuras, etc.:

Fontes de alimentação dos ventiladores, exceto para as lojas relacionadas neste item;

Registros corta-fogo e fumaça, incluindo lógica de funcionamento e indicação da vazão compatível ao duto instalado;

Ventiladores de extração de fumaça atendendo ao previsto no item 6.2.8;

Aferição da classificação do Anexo “C” – Tabela 4 da Parte 3;

Roteiro de cálculo ilustrado na IT 15/2004 Parte V;

Áreas de acantonamento;

Meios de introdução de ar conforme item 9.22 Parte V;

Indicação de obstáculos (mezaninos) indicação em projeto o tipo de piso permeável ou

impermeável;

Meios de extração e controle em átrios internos;

Procedimento de testes de aceitação;

Sistemas de Iluminação de Emergência NBR 10898/99 Iluminação de Emergência e IT

18/2004 Iluminação de Emergência.

Verificação das premissas adotadas no projeto;

Especificação dos equipamentos;

Legendas padronizadas conforme normas e IT’s;

Distribuição dos equipamentos;

Infra-estrutura (eletrodutos, conexões, fiação, etc.);

Posição do painel, quando aplicável;

Fonte auxiliar (baterias);

Intertravamentos;

Segurança Estrutural IT 18/2004 Segurança estrutural nas edificações Resistência ao fogo dos elementos de construção.

Indicação de proteção passiva;

Memorial de segurança contra incêndio das estruturas conforme anexo “S”;

7PROJETOS DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO

A instalação do sistema de Ar Condicionado é obrigatória em todas as lojas, em virtude das

características adotadas nas edificações dos Centros Comerciais (Shopping Center). O projeto de ar condicionado, ventilação (insuflamento e exaustão) deverá atender integralmente as normas da NBR-16401-1, 16401-2 e 16401-3, válidas a partir de 04.09.2008

e nos casos omissos, as normas ASHRAE (American Society of Heating Refrigeration and Air Conditioning Engineers).

O projeto deverá ser composto de:

- Plantas e cortes.

- Memorial descritivo com especificação de materiais.

- Legenda e especificação de materiais e equipamentos.

- Detalhes de tomada de ar externo, exaustão do ar e vedação das tomadas e descarga de ar.

- Detalhes de fixação e sustentação da rede de dutos, do sistema antivibrante, dos isolamentos, da conexão com dreno e outros necessários para boa compreensão do projeto.

- Compatibilização com o Projeto de Arquitetura. Atentar principalmente para a Casa de

Máquinas do Ar Condicionado que deverá respeitar as dimensões mínimas exigidas da NBR

Condicionado que deverá respeitar as dimensões mínimas exigidas da NBR - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Manual de Normas para Projetos e Obras

16401 (partes 1, 2 e 3) de 04.09.2008 (mínimo de 0,70m ao redor dos equipamentos para manutenção. Não utilizar iluminação fluorescente).

- Esquema elétrico.

- Cálculo de vazão de ar.

- Memória de cálculo de cargas térmicas.(*) (*) item informativo / controle

O desempenho da instalação de ar condicionado ou ventilação é de inteira responsabilidade do

lojista e seu projetista, bem como a compatibilização e veracidade das informações

apresentadas em projeto.

DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE AR CONDICIONADO

Características Gerais

Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo "fan-

coil", que serão alimentadas através do sistema de água gelada do shopping.

O sistema do shopping trabalha com um diferencial de temperatura de 6ºC, com água

entrando na serpentina do condicionador de ar a 6 o C.

O projetista deverá atentar-se para a vazão de água fornecida pelo shopping, devendo

desenvolver um projeto compatível com a mesma.

O sistema de ar condicionado deverá estar projetado para operação no horário de

funcionamento obrigatório.

Os condicionadores de ar deverão ser instalados em suporte anti-vibrante, em local de fácil

acesso dentro da loja.

Para as lojas sem parede vizinhas para o exterior: todos os Fancoils da loja deverão estar ligados ao sistema central de suprimento de ar externo.

As

lojas com paredes vizinhas para o exterior ou com possibilidade do uso do dômus deverão

ter

seu próprio suprimento de ar externo, conforme recomendação da NBR 16401 (partes 1, 2

e 3).

Será permitida a instalação de suportes para sustentação dos dutos. Os tirantes e acessórios

deverão ser de tirantes roscados com travessas de apoio em cantoneira com pintura

anticorrosiva, conforme figura correspondente na parte D deste Manual. Conforme NBR 16410 Parte 1, não é mais permitido o uso de spliters para regulagem de fluxo de ar. Deverá ser utilizado damper de regulagem. Como referência, sugerimos as seguintes marcas para os equipamentos de ar condicionado e seus controles:

- Válvulas de 2 vias: Tour Anderson, Actua. Low Beer (Flowcom), Honey-Weel, Belimo, Slic ou

equivalente;

- Fan Coil: Traine, Hitachi, York, Carrier, Trox, Air Quality, Comparco ou equivalente.

Todos os equipamentos elétricos de acionamento, tais como, painéis elétricos, deverão ser de empresas de reconhecida capacidade técnica, atendendo obrigatoriamente todos os itens da NBR 5410 e NBR-IEC 60439-1.

Não serão aceitos painéis montados na obra. Itens que serão analisados no projeto entregue:

01 Equipamento

02 - Hidráulica

03 - Rede de Dreno

04 - Elétrica

05 - Tomada de Ar Externo

06 - Rede de Dutos e Difusores

07 - Patamar Técnico

08 - Especificações de Materiais

09 - Exaustão

10 - Documentos Complementares

Componentes Básicos do Sistema

O sistema será composto basicamente dos seguintes elementos, os quais estarão

detalhadamente descritos nos itens referentes a equipamentos:

Unidade condicionadora de ar tipo “fan-coil”, dotada de serpentina de resfriamento e ventilador

tipo “fan - coil”, dotada de serpentina de resfriamento e ventilador - Departamento de Arquitetura e

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Shopping União de Osasco

Manual de Normas para Projetos e Obras

centrífugo. Bandeja coletora de condensado em chapa de aço galvanizada #18, tratada contra corrosão (pintura epóxi), localizada abaixo do condicionador (em toda sua extensão), devendo também abranger o fechamento hidráulico. A bandeja sob o condicionador deverá apresentar um vão livre de, no mínimo 15 cm. Tubulação de drenagem (do condicionador e bandeja), indo até o ponto de dreno previsto para loja. Atenção especial deverá ser tomada com relação ao nível que se encontra o ponto de drenagem do condicionador da loja, devendo prever a existência de sifão após a saída da bandeja na rede de dreno do fan-coil. Tubulações de água gelada, indo desde o ponto de fornecimento previsto pelo shopping até o condicionador, incluindo isolamento térmico, suportes, conexões etc. Fechamento hidráulico do condicionador de ar, conforme figura correspondente na parte D deste Manual, devendo todos os acessórios hidráulicos estar localizados junto ao condicionador, sobre a bandeja de coleta de condensado. Não é necessária a instalação de válvula para balanceamento de água, visto que tal válvula encontra-se prevista pelo shopping (localizada fora da loja). Somente no caso de sistemas com mais de um condicionador de ar, será necessário a instalação de uma válvula para balanceamento de água para cada condicionador, de forma a permitir o balanceamento de água interno à loja. Dutos de distribuição de ar condicionado, dotados de isolamento térmico, sustentação, dampers para balanceamento de ar, elementos de difusão etc., incluindo ainda pontos de

abertura para limpeza interna. Duto de ar exterior, sustentação etc., a partir do ponto de fornecimento deixado pelo shopping, até o condicionador de ar.

O projeto do sistema de ar condicionado deverá indicar claramente todos os equipamentos e

materiais a serem utilizados. Deverá ainda estar compatibilizado com os pontos de espera previstos pelo shopping (posição e dimensões), com indicação dos mesmos nos desenhos do projeto. Visando atender à Portaria n.º 3.523/GM, de 28/08/1998, do Ministério da Saúde, que prevê a total limpeza do ambiente contendo o condicionador de ar, é exigido reservar um ambiente exclusivo que funcionará como casa de máquinas, onde não será permitido, quando em funcionamento da loja, o acúmulo de objetos, mercadorias ou outros equipamentos a não ser o

fan-coil. Este ambiente, ainda, deverá atender às dimensões mínimas para que seja possível à equipe especializada a realização da manutenção do equipamento (retirada de filtros de ar, acesso à serpentina e acesso a todos os elementos internos da máquina).

É imprescindível que o projeto de ar condicionado esteja compatibilizado com os demais

projetos da Loja, em especial os de Arquitetura, Prevenção e Combate a Incêndio e Instalações Elétricas. Nota:

Todas as lojas, salvo exceções aprovadas pelo DAP, deverão ter seus equipamentos do sistema de ar condicionado acondicionados dentro da loja (espaço locado), numa casa de máquinas, que deverá obedecer as normas técnicas vigentes. Sistema de Controle de Temperatura

Descrição Básica

O controle de temperatura do sistema de ar condicionado será realizado através de controlador

proporcional, que comandará a operação de uma válvula de duas vias, que por sua vez, controlará a vazão de água gelada através da serpentina do condicionador.

A válvula deverá ser normalmente fechada (quando o condicionador é desligado a válvula

fecha).

Condições de Projeto Condições Internas Temperatura de bulbo seco

24,0 ºC

Umidade relativa (sem controle)

50,0 %

Considerações Adicionais Não deverão ser previstos vãos permanentemente abertos para o exterior ou para ambientes não condicionados, sendo qualquer porta ou vão considerado fechado (o mall do shopping é

sendo qualquer porta ou vão considerado fechado (o mall do shopping é - Departamento de Arquitetura

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condicionado). Deverá ser considerada a carga elétrica (iluminação, equipamentos etc.) prevista no projeto de iluminação e distribuição elétrica da loja, devendo este também estar de acordo com a disponibilidade de carga prevista pelo shopping. Importante: Informamos que não serão aceitos projeto de ar condicionado com a concepção do retorno do ar a plenum. O retorno do ar deverá ser do tipo dutado.

EQUIPAMENTOS E MATERIAIS

Todos os equipamentos e materiais a seguir descritos serão obrigatoriamente fornecidos e instalados pelo lojista de acordo com as especificações presentes nos itens abaixo. UNIDADES CONDICIONADORAS DE AR TIPO “FAN-COIL”

Generalidades

Deverão ser de fabricação Trane, Tropical, York, Carrier, Trox, Air Quality e Comparco. Deverão atender aos requisitos indicados na portaria do Ministério da Saúde GM/MS no. 3.523, e

possuir os seguintes componentes e características básicas:

Gabinete Metálico De construção robusta, em perfis de chapa de aço fosfatizadas dobradas, com prévio

tratamento anti-corrosivo e pintura de acabamento em primer e esmalte sintético de alta resistência, aplicadas pelo processo eletrostático, num mínimo de duas demãos de cada.

O gabinete deverá possuir painéis laterais e frontais, removíveis para manutenção, inspeção e

limpeza. Os painéis deverão ser isolados termicamente na face interna com material auto-extinguível. Tal material deverá ser protegido contra erosão e contra a acumulação de poluentes por uma película resistente e inclusive permita a sua limpeza, de forma a permitir a manutenção interna do equipamento. Preferencialmente, a proteção deverá ser realizada com chapa de aço (painel do tipo sanduíche). Os painéis deverão ser de fácil remoção e a estrutura do gabinete deverá ser dotada de guarnições de borracha para perfeita vedação do fechamento dos painéis. Deverá ainda possuir armação para montagem de filtros de ar.

Ventilador

Do tipo centrífugo de dupla aspiração, tipo sirocco ou limit-load, com construção robusta em

chapa de aço, com tratamento anticorrosivo, sendo os rotores estática e dinamicamente balanceados, sendo a quantidade de ventiladores definida em função da vazão de ar do condicionador.

A velocidade de descarga máxima para os ventiladores deverá ser de 10m/s.

Motor de Acionamento

A unidade deverá possuir um único motor para todo o conjunto de ventiladores, do tipo de

indução, com rotor do tipo "gaiola”.

O acoplamento entre o motor elétrico e o(s) ventilador (es) deverá ser efetuado através de

polias e correias trapezoidais, sendo a polia do motor regulável, para que se possa obter a rotação apropriada para a operação dos ventiladores. O motor deverá ainda ser montado sobre

trilhos esticadores, para possibilitar o ajuste da tensão das correias.

Serpentina de Resfriamento Deverá ser construída em tubos de cobre sem costura (diâmetro de 5/8" ou 1/2"), com aletas corrugadas de alumínio (de 8 a 12 aletas por polegada linear), perfeitamente fixadas aos tubos por meio de expansão mecânica dos tubos. As cabeceiras deverão ser construídas em chapas de aço galvanizadas ou em alumínio e os coletores deverão ser construídos com tubos de cobre.

As seguintes características deverão ser atendidas:

a) Perda de carga hidráulica entre 1 a 3 mCA.

b) Número de filas no mínimo igual a seis (06).

c) Velocidade de face no máximo igual a 2,5 m/s.

igual a seis (06). c) Velocidade de face no máximo igual a 2,5 m/s. - Departamento

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Filtros de Ar

Deverão ser do tipo descartável e facilmente removível, com área de filtragem no mínimo igual

à área de face da serpentina. A classe de filtragem deverá atender ao estabelecido na NBR 16401 3:2008 que estabelece para lojas comerciais filtro G4.

Bandeja de Recolhimento de Água

A bandeja coletora de condensado deverá ser de aço galvanizado #18 e deverá ser pintada em

tinta epóxi. Deverá ser observado o nível da rede de drenagem no limite da loja, de forma a instalar adequadamente o equipamento e a bandeja. Entre a bandeja e o equipamento deverá existir

um espaço de, no mínimo, 15 cm.

Quadro Elétrico

O painel poderá ser incorporado na estrutura da unidade ou fornecido à parte para instalação

junto à mesma. Deverá ser construído em chapa de aço tratada e pintada nos mesmos padrões do gabinete. Deverá conter, no mínimo, os seguintes componentes:

Chave seccionadora. Contactores de partida. Relés de sobrecarga, trifásicos. Fusíveis de proteção da rede trifásica de alimentação. Fusíveis de proteção do circuito de comando. Chaves de botão (botoeiras) "liga-desliga" Lâmpadas piloto, indicadoras do funcionamento. Contato auxiliar normalmente aberto, para envio de sinal elétrico (220 volts) de liberação de operação do sistema de controle de temperatura. REDES DE DUTOS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR

Construção

Deverá ser em chapa de aço galvanizada seguindo as recomendações da NBR16401-1:2.008.

(verificar figura correspondente na parte D deste Manual).

Os fechamentos, reforços e uniões, como também a suportação deverão obedecer as tabelas e

recomendações da mesma NBR 16401-1:2.008.

Isolamento Térmico Os dutos de insuflamento e retorno quando passarem por ambiente não condicionado deverá ser isolado com manta de lã de vidro de 38 mm de espessura (Ref. Isover - Isoflex RT 1.0) e com proteção externas de filme de alumínio, fornecido já aderido à manta de lã de vidro. A rede de dutos no interior das casas de máquinas deverão ser acantoneirados com chapa de aço galvanizado #26.

O acabamento do isolamento deverá ser com fitas aluminizadas, de mesmo padrão de

acabamento da película de alumínio do isolamento térmico do duto.

Interligação Com os Equipamentos

A interligação dos dutos com os equipamentos deverá ser feita com conexões flexíveis de lona

de 16 onças ou de lona plástica.

TUBULAÇÕES HIDRÁULICAS

Generalidades

Nos diâmetros de 3" (inclusive) e maiores, serão em aço carbono preto, ASTM-A53 ou ASTM- A106, com extremidades biseladas para solda, espessura (mínima) conforme Schedule 40 e norma dimensional ANSI-B36.10; construídos sem costura. Nos diâmetros de 2.1/2" e menores, serão em aço galvanizado, ASTM-A53 ou ASTM-A106, com extremidades com rosca BSP, espessura (mínima) conforme Schedule 40 e norma dimensional ANSI-B36.10; construídos sem costura. Todos os acessórios (curvas, tês, reduções, flanges etc.), deverão ser confeccionados por fabricantes especializados, não sendo aceito a construção dos mesmos no campo.

especializados, não sendo aceito a construção dos mesmos no campo. - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Pintura Após montada toda a tubulação de aço carbono preto, deverá ser raspada com escova de aço. Depois de raspada, a tubulação de aço preto deverá ser pintada com 02 (duas) demãos de tinta anti-corrosiva (zarcão). Isolamento Térmico Todas as tubulações de água gelada deverão ser providas de isolamento térmico através de

calhas de poliestireno expandido (auto-extinguível), com 1.1/2” de espessura, 40 Kg/m 3 de densidade.

O isolamento térmico deverá revestir integralmente as tubulações, não devendo ser

interrompidos nos pontos de apoios dos tubos (cambotas, suportes metálicos etc.). Nestes pontos, o isolamento deverá ser apoiado sobre uma meia calha de chapa de aço #22, com comprimento mínimo de 6 vezes o diâmetro da tubulação a ser apoiada. Sobre o isolamento térmico, deverá ser aplicada uma barreira de vapor composta de:

Revestimento do isolamento térmico através de véu de vidro de 0,35 mm de espessura (35 a 40 g/m2), fabricação Aeroglass, modelo Impervéu. Revestimento do véu de vidro através de camada externa através de emulsão asfáltica aglomerada com fibras de amianto canadense e fillers minerais, de fabricação Calorisol, modelo Calokote. Todas as tubulações de água gelada deverão ser providas de proteção mecânica através de revestimento a base de aluminio corrugado com espessura de 0,15mm, revestido com duas camadas de papel Kraft (40gr/m2), colados ao alumínio através de adesivo sintético, de fabricação Calorisol, modelo Cal-jack. Para ancoragem do alumínio deverão ser utilizadas cintas de alumínio (uma a cada metro).

Testes e Limpeza Todas as tubulações deverão ser testadas contra vazamentos, devendo o teste ser realizado a uma pressão de 100 PSIG, durante um período mínimo de 4 horas. Este teste deverá ser notificado com antecedência à fiscalização, para que possa ser testemunhado. Após o teste deverá ser circulada água nos tubos para limpeza e retirada de quaisquer impurezas deixadas durante o processo de montagem.

Suportação Todas as tubulações deverão ser apoiadas em suportes, para permitir a flexibilidade da mesma e não transmitir vibrações a estrutura do prédio.

Os suportes deverão ser sempre apoiados em elementos estruturais, evitando apoiar-se em

paredes ou outros elementos de alvenaria e ainda nenhuma tubulação poderá ser sustentada

por outra tubulação. Espaçamentos dos suportes:

1,2 m para tubos até 1" (inclusive); 1,5 m para tubos até 2" (inclusive); 2,5 m para tubos até 3" (inclusive); 4,0 m para diâmetros maiores que 3".

Ligações e Conexões

As conexões a serem realizadas nas unidades condicionadoras deverão ser através de:

Para diâmetros até 2" (inclusive): utilizar uniões de acento cônico em bronze, porca hexagonal

em aço forjado e extremidade em aço laminado.

Para diâmetros acima de 2 1/2" (inclusive): utilizar flange de aço carbono forjado (ANSI- B16.5), do tipo sobreposto e conectado aos tubos através de solda. As juntas dos flanges deverão ser em amianto grafitado com espessura de 1,5 mm (ABNT-EB-

216).

Todos os rosqueamentos de tubos com válvulas ou conexões, deverão ser vedados com cânhamo embebido em zarcão ou com fita teflon. Todas as roscas abertas em tubos deverão ser pintadas com 2 (duas) demãos de "galvite", no caso de tubos galvanizados; ou de zarcão, no caso de tubos pretos.

Não serão aceitas, em hipótese alguma, conexões construídas na obra, feitas a partir

em hipótese alguma, conexões construídas na obra, feitas a partir - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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de retalhos de tubo. Portanto, todas as conexões deverão ser forjadas e/ou fundidas, sendo pré-fabricadas.

8 PROJETO DE EXAUSTÃO cozinhas

Todas as lojas de fast food com atividades de cocção, ou que emitam odores e/ou fumaça, deverão contar com sistema de exaustão específica de cozinhas.

O

projeto de exaustão de cozinhas deverá atender integralmente as normas da NBR-14518

O

projeto deverá ser composto de:

-

Plantas e cortes;

-

Memorial descritivo com especificação de materiais;

-

Legenda e especificação de materiais e equipamentos;

-

Detalhes de tomada de ar externo, exaustão do ar e vedação das tomadas e descarga de ar;

- Detalhes de fixação e sustentação da rede de dutos, do sistema antivibrante, dos isolamentos, da conexão com dreno e outros necessários para boa compreensão do projeto;

- Compatibilização com o projeto de arquitetura;

- Esquema elétrico;

- Dimensionamento de captores e terminais de descarga.

Aspectos técnicos condicionantes:

a) Todas as lojas de alimentação com cocção, ou outras formas de emissão de fumaça e/ou

odores, deverão instalar um sistema de exaustão mecânica. O sistema de exaustão para as

lojas de fast food será centralizado, através de um duto tronco, na qual as lojas de fast food serão conectadas nos pontos deixados pelo shopping e de exaustor centrífugo do Shopping. Para o sistema de exaustão mecânica caberá ao lojista a instalação da(s) coifa(s), rede de duto em chapa preta #16 isolado com manta cerâmica e do lavador de gases.

b) Como sistema fixo de extinção de incêndio, ver NBR-14518, especificamente item 5.5.4.1.6

e o capítulo referente à Detecção e Combate a Incêndio deste manual.

c) É obrigatório o emprego de damper corta-fogo nos dutos de exaustão. Os dutos deverão ser

construídos conforme item 5.2 da NBR-14518. Deverão ter seções que permitam desmontagem para limpeza interna, bem como conter janela de inspeção.

d) A instalação deverá ser executada com cuidado, ou seja, com ligeiro desnível para impedir a

retenção de gordura.

e)

A NBR-5410 proíbe em 5.2.9.4.3 que linhas elétricas sejam instaladas no interior de dutos

de

exaustão ou de ventilação.

Itens que serão analisados no projeto:

01 Equipamento

02 Hidráulica

03 Rede de dreno

04 Elétrica

05 Damper corta-fogo

06 Rede de dutos

07 Especificações de materiais

08 Lavagem de gases

09 Documentos complementares

10 Coifa

SISTEMAS DE EXAUSTÃO MECÂNICA LOJAS DE FAST FOOD

Descrição Geral

O projeto, fornecimento e instalação dos sistemas de exaustão de coifas deverão atender

rigorosamente ao indicado na presente instrução e o previsto na norma brasileira ABNT NBR 14518 de 2.000.

O sistema será centralizado pelo shopping, compostos basicamente (mas não limitados a

estes) dos elementos abaixo:

compostos basicamente (mas não limitados a estes) dos elementos abaixo: - Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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Conexão flexível em material incombustível e estanque a líquidos nas junções entre duto + lavador de ar. O material empregado deve proporcionar uma resistência ao fogo de acordo com a ABNT NBR 14518.

Os cálculos de vazão de ar para as coifas deverão estar de acordo com as prescrições da ABNT NBR 14518 (item 5).

Para neutralizar os poluentes frutos do processo de cocção, deverá ser aplicado lavador de ar entre a coifa e o duto de exaustão do sistema central do shopping.

Coifas fabricadas em chapa de aço inoxidável soldada, devendo empregar no mínimo bitola 20 (espessura de 0,94 mm) ou chapa de aço carbono com no mínimo bitola 18 (espessura de 1,09 mm), providas de calhas de coleta de gordura em toda volta e bujões de dreno (este último em aço carbono galvanizado #40 ou em aço inoxidável e deverão ser conectados a luvas roscadas do mesmo material do bujão - soldadas nos dutos e coifas).

Filtros inerciais nas coifas, fabricados em material metálico, não sendo aceito o uso de filtros do tipo “colméia”.

Dutos executados em chapa de aço preta ou aço inoxidável, ambos com bitola 16 no mínimo (espessura de 1,37 mm), sendo sua fabricação totalmente soldada, tanto nas juntas longitudinais como transversais de união entre diferentes seções e sem veias direcionais internas, não sendo aceito o uso de dutos flangeados. Os dutos deverão ser isolados com manta cerâmica de 1.1/2” de espessura e de densidade 96 kg/m3.

Os dutos deverão ser providos de portas de inspeção com espaçamento e dimensões capazes de permitir visita e completa limpeza interna dos mesmos. As portas deverão ser convenientemente posicionadas em locais que permitam o acesso às mesmas, devendo estas serem claramente indicadas nos projetos.

Damper corta-fogo dotado de acionamento automático e manual. O sistema automático deverá ser por meio de solenóide que liberará a atuação da mola de fechamento do damper (não deverá ser empregado plug fusível). Deverão ser instalados dampers basicamente nos seguintes pontos:

Nos dutos de exaustão junto a cada coifa, devendo ser instalado um damper e um elemento sensor de fogo (para envio de sinal de acionamento do damper) para coifas.

Nas seções onde os dutos atravessam paredes, pisos ou tetos que limitem o ambiente da cozinha, de acordo com a ABNT NBR 14518.

Nota: Este damper deverá operar em conjunto com o sistema de extinção de incêndio, de forma a fechar quando este for acionado e vice-versa.

Todos os elementos e equipamentos do sistema deverão ser convenientemente instalados, de forma a possibilitar a manutenção dos mesmos. Atenção especial deverá ser dada aos dutos de exaustão, de forma a não obstruir o acesso aos mesmos para limpeza. Para que seja feita inspeção visual e manutenção da rede, os dutos devem ser instalados aparentes, sendo vetado o uso de qualquer tipo de forro, rebaixo ou acabamento. Todo o sistema, após sua montagem, deverá ser balanceado e testado. Todos os equipamentos destinados à cocção deverão ser elétricos ou a gás, não sendo aceito o uso de carvão ou lenha para tal fim. Esta medida visa diminuir o risco de incêndio nos sistemas de exaustão, devido à impregnação dos dutos e equipamentos do sistema com partículas de carvão.

Obrigatoriedade de Uso de Lavadores de ar e Sistema de Proteção Contra Incêndios

Todos os sistemas de exaustão de coifas deverão ser dotados, no mínimo, dos equipamentos e materiais acima descritos. Somente os sistemas de exaustão que atendam exclusivamente a equipamentos sem geração de gordura ou fuligem, como por exemplo fornos elétricos e banho-maria, estarão dispensados da instalação de:

Lavadores de ar;

Sensores de fogo nos dutos;

Dampers corta-fogo;

Sistema de extinção de incêndio;

Dutos de exaustão em chapa preta;

Todos os demais equipamentos, materiais, intertravamentos elétricos e detalhes construtivos,

materiais, intertravamentos elétricos e detalhes construtivos, - Departamento de Arquitetura e Patrimônio 45

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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indicados neste item deverão ser mantidos, inclusive aqueles referentes aos dutos de exaustão

e seu isolamento térmico.

No caso de coifas que atendam equipamentos considerados sem produção de gordura (fornos, banho-maria etc.), conectadas em sistemas que atendam a coifas com gordura, tais coifas deverão seguir o padrão de instalação e elementos de proteção listados para os sistemas com gordura, não sendo, portanto dispensada a instalação dos referidos equipamentos de proteção

e segurança.

Dimensionamento Básico

A vazão de ar das coifas deverá atender, no mínimo, o indicado nas prescrições da ABNT NBR

14518 (item 5). Todos os dutos de exaustão (inclusive aqueles que atendem a sistemas de exaustão sem geração de gordura) deverão ser calculados para uma velocidade interna mínima do ar igual a 10 m/s em toda a sua extensão, ou seja, desde a coifa até o ponto de descarga. Com isto, deseja-se reduzir o acúmulo de gordura nas paredes internas do duto.

Sistema de Extinção de Incêndios Ver item 6 do Manual do Shopping Ver item 6 do manual do Shopping Sistema de combate a incêndios Coifas e dutos de exaustão lojas de Fast Food.

Intertravamentos Elétricos e Dispositivos Diversos

Os sistemas que atendem a loja deverão ser intertravados eletricamente, de modo a aumentar

a segurança operacional da instalação e ainda reduzir a possibilidade de sua a operação inadequada.

Assim, deverá ser previsto:

1) Intertravamento elétrico entre ventilador de suprimento de ar e o lavador de ar, de forma que estes sempre operem simultaneamente. 2) Intertravamento elétrico entre o sistema de proteção contra incêndios e lavador de ar, de forma a desligar estes equipamentos caso o sistema de proteção seja ativado.

REDES DE DUTOS DE EXAUSTÃO DE COIFAS

Construção

Possuir dutos construídos no mínimo com chapas de aço carbono preta ou aço inoxidável, ambos com, no mínimo, bitola de 16 (espessura de 1,37 mm), sendo sua execução totalmente soldada, tanto nas juntas longitudinais como transversais de união entre diferentes seções (não deverão ser utilizados flanges) e sem veias direcionais internas. De forma a possibilitar a sua limpeza interna, deverá ser instalada uma porta de visita de 60x30 cm a cada 150 cm de comprimento de duto, sendo esta porta de visita flangeada e aparafusada com parafusos de latão do tipo “borboleta” (ver desenhos de detalhes típicos). Os dutos verticais deverão possuir dreno de gordura no ponto inferior, executados através de bujões em aço carbono galvanizado #40, de modo a suportar altas temperaturas em caso de incêndio. Deverão, ainda, ser conectados a luvas roscadas (do mesmo material do bujão), soldadas nos dutos ou coifas.

Isolamento

Todos os dutos deverão isolados em toda a sua extensão (inclusive quando instalados no interior de poços), com uma camada de manta de fibra cerâmica de 38 mm de espessura, revestidas externamente com filme de alumínio, fornecido já aderido à manta fabricante de referência Morganite, modelo Firemaster com densidade de 96 Kg/m3.

Interligação Com os Equipamentos

A interligação entre equipamentos (junções entre duto + ventilador e duto + lavador de ar)

deverá ser realizada através de conexão flexível em material incombustível apropriado para

resistir elevadas temperaturas e estanque a líquidos.

LAVADORES DE AR

Em chapa de aço galvanizado bitola 16, pintada, com estrutura em perfis laminados e dobrados, com portas de inspeção para manutenção.

O equipamento será pintado com uma demão primer e uma demão de acabamento na cor

será pintado com uma demão primer e uma demão de acabamento na cor - Departamento de

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cinza. Provido de bateria de filtros, conjunto de moto-acionamento, dreno com ladrão nivelador. Fabricante: Capmetal, Motovent ou equivalente.

9 PROJETOS DE ANTENA EXTERNA TV/FM

Em lojas cuja atividade seja imprescindível a instalação de antena externa, o lojista deverá solicitar por escrito ao DAP - Departamento de Análise de Projetos, justificando a necessidade para as devidas deliberações.

O fornecimento e instalação de todos os materiais serão de responsabilidade do lojista.

ATENÇÃO:

Para instalação de antena externa, levar em conta também as normas da NBR-5419/1993

(SPDA).

10 PROJETOS DE GÁS COMBUSTÍVEL

O projeto e as instalações deverão atender integralmente as exigências das normas brasileiras

NBR 15526/2012 e da concessionária (COMGÁS).

O Projeto deverá ser composto por:

Planta;

Desenhos isométricos, cortes e detalhes; Memorial descritivo e especificação de materiais; Ao final da obra, apresentar laudo de teste de estanqueidade e recolher ART’s/ RRT’s de laudo sobre o sistema instalado para interligação com a Comgás.

10.1 Aspectos Técnicos Condicionantes:

Não será permitida a instalação de recipientes com gás, outro líquido ou gases inflamáveis no interior da loja, bem como gás de botijão, carvão ou lenha.

É vedado o uso de tubos plásticos ou mangueiras plásticas.

As válvulas da rede de gás deverão ser do tipo esfera e em bronze.

A tubulação de gás deverá ser em aço (SCH 40) sem costura ou cobre classe I. Deverá estar

totalmente aparente. É terminantemente proibido em qualquer hipótese, situações ou circunstâncias passar tubulações de gás em forros falsos, locais confinados, fossos, valas ou vazios sob pisos,

quando necessário deverá ser envelopado com concreto. Toda tubulação onde é embutida deverá ser protegida com pintura Neutro ou similar não agressivo, quando sobre laje, no piso além da pintura deverá ser envolvida por manta de

aniagem embebida em Neutro ou similar, ou fita adequada. Todas as interligações de tubulações serão feitas com o emprego de solda elétrica. Nas uniões sujeitas a desmontagens deverá ser usada fita Teflon ou pasta de silicone, é proibido uso de zarcão e fios de cânhamo. Confirmar e verificar com fornecedores dos equipamentos, os detalhes executivos. Todos os pontos de consumo a partir do registro de controle das lojas serão de responsabilidade do lojista, obedecendo aos detalhes de projeto.

A tubulação de gás não deve e nem pode ser considerada elemento estrutural.

Pintar em amarelo a tubulação de gás e escrever em vermelho a palavra “gás” a cada 2 (dois) metros. As tubulações deverão ser testadas conforme normas da ABNT e padrões usuais estabelecidos pela COMGÁS, e acompanhadas por Técnicos designados pelo Shopping. Verificar com o DAP a existência de ponto de gás na loja, bem como sua viabilidade técnica.

a existência de ponto de gás na loja, bem como sua viabilidade técnica. - Departamento de

- Departamento de Arquitetura e Patrimônio

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B3. CONDIÇÕES GERAIS PARA LIBERAÇÃO DE PROJETOS

No recebimento do Manual de Normas para Projetos e Obras, o lojista fará uma vistoria na loja, e assinará o documento: "AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIO DE OBRAS". Somente serão aceitos e considerados entregues os projetos completos, acompanhados das ART’s/ RRT’s dos profissionais e cópia do CREA/ CAU. Atendida a condição acima, os Projetos serão analisados e liberados quando estiverem de acordo com o presente Manual de Normas. Com todos os projetos entregues, analisados e liberados, o lojista, após vistoria da loja, poderá dar início a montagem da mesma. Na vistoria o lojista deverá verificar todas as dimensões da sua loja, bem como confirmar as posições dos pontos de entrega das utilidades. Os responsáveis pela execução das obras, cujos projetos forem aprovados deverão seguir as normas reguladoras de obras vigentes, em casos congêneres. O presente conjunto de instruções tem como objetivo a análise e aprovação dos projetos, orientação e esclarecimento da execução dos mesmos, sem, contudo, esgotar a matéria, podendo a qualquer tempo ser complementado ou alterado e, para tanto, o Departamento de Arquitetura e Patrimônio - DAP encontra-se à disposição de todos os lojistas, de seus contratados para quaisquer outros esclarecimentos que se fizerem necessários para a colimação dos objetivos comuns.