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EINIGE BEMERKUNGEN ÜBER DEN BEGRIFF DER SÄUREN

UND BASEN.
von
J. N. BRÖNSTED.

Zur Definition der Säuren und Basen. Von den seit der Begründung der elektrolytischen
Dissoziationstheorie durch ARRHENIUS obwaltenden Definitionen der Säuren und
Basen als Stofte, die in Lösung Wasserstoffionen bzw. Hydroxylionen ahuspalten
vermögen, ist erstere, die Säuredefinition, wohl niemals ernstlich angefochten worden.
Wir fassen andauernd eine Verbindung S als Säure auf, wenn sie in Lösung nach dem
Schema:

ganz oder teilweise zerlegt wird.


Von verschiedenen Seiten ist es aber versucht worden, unsere Auffassung der Basen
zu modifizieren. Insbesondere hat P. PFEIFFElR) auf Grund seiner wichtigen
Beobachtungen an den Aquo- und Hydroxoverbindungen in der Reihe der Metaliaken
die Ansicht vertreten, dass die Basen durch Säureaddition Salze bilden, was in
Berücksichtigung der elektrolytischen Dissoziation zur Auffassung der Basen als Stoffe,
die Waserstoffionen addieren können, führen muss. Obwohl sich diese
Betrachtungsweise im einschlägigen Gebiete in überzeugender Weise durchführen
lässt, ist sie wegen ihrer konstitutiven Begründung jedoch nicht geeignet, als
unmittelbare Grundlage einer geänderten Basenauffassung zu dienen.
Mehr allgemein ist die Frage von MICHAELIS 2 in seinem Buch: Die
Wasserstoffionenkonzentration behandelt. Er stellt die folgende Definition einer Base als
möglich aut: Eine Base ist eine an sich elektroneutrale Molekülart, welche ein
Wasserstoffion binden kann und dadurch ein positives Ion wird. Die weiteren
Entwicklungen von MICHAELIS sind jedoch alle auf der gewöhnlichen Basenauffassung
basiert und zwar wird die spezielle Bedeutung des Hydroxyl-ions als basenbildender
Bestandteil besonders hervorgehoben und auch auf nicht-wässerige Lösungen
ausgedehnt. 3

1
) Ber. 40, 4036 (1907).
2
) L. Michaelis, Die Wasserstoffionenkonzentration, p. 14 (1922).
3) l. c. p. 130 --- 131.
ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE O TERMO DOS ÁCIDOS
E BASES.
de
J.N. BRÖNSTED.

Definir os ácidos e bases. Das definições de ácidos e bases que existem desde a
fundação da teoria da dissociação eletrolítica por Arhenius, como substâncias capazes
de dissolver íons hidrogênio ou íons hidroxila em solução, a primeira, a definição de
ácido, provavelmente nunca foi seriamente desafiada. Nós constantemente
consideramos um composto S como ácido quando em solução de acordo com o
esquema:
𝑆 → 𝐵 + 𝐻+ (1)

completamente ou parcialmente desmontado.


Mas houveram tentativas de várias partes de modificar nossa compreensão sobre
bases. Em particular de P. PFEIFFEIR 1, com base nas suas observações importantes
sobre os compostos Aquo e Hidroxo na série dos elementos metálicos, onde
considerou que as bases formam sais por adição de ácido, tendo em conta a
dissociação eletrolítica que deve levar ao entendimento das bases como substâncias
que podem adicionar íons hidrogénio. Embora essa abordagem possa ser realizada de
maneira convincente nos campos relevantes, no entanto sua justificativa constitutiva
não a torna adequada como a base imediata de um conceito base modificado.
Mais geralmente, a questão de MICHAELIS 2 em seu livro: A concentração de íons de
hidrogênio é tratada. Ele faz a seguinte definição de uma base quanto possível: Uma
base é uma espécie molecular inerentemente eletroneutra que pode ligar um íon de
hidrogênio e assim se tornar um íon positivo. No entanto, os desenvolvimentos
posteriores de MICHAELIS são todos baseados no conceito de base usual, e a
importância particular do ião hidroxilo como constituinte de formação de base é
particularmente enfatizada e também estendida a soluções não aquosas.3

1
) Ber. 40, 4036 (1907).
2
) L. Michaelis, Die Wasserstoffionenkonzentration, p. 14 (1922).
3) l. c. p. 130 --- 131.