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PERSONALIDADE

É o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, sentir e agir,


ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém A formação da personalidade é processo
gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo é usado em linguagem comum com o
sentido de "conjunto das características marcantes de uma pessoa", de forma que se pode dizer
que uma pessoa "não tem personalidade"; esse uso no entanto leva em conta um conceito
do senso comum e não o conceito científico aqui tratado.

Como determinar a Personalidade?

Uma pessoa adulta, com seus hábitos, costumes e crenças, pode ser considerada com o resultado
dos fatores ambientais, hereditários e regulados pelas condições situacionais (Roobins).

Hereditariedade: Refere-se a todos os fatores determinados na concepção e que fazem presente no


nascimento e desenvolvimento biológico. Exemplo: Altura, Temperamento.

Ambiente: A cultura na qual fomos criados, as condições da nossa infância, as normas e regras
vigentes no nosso grupo familiar, nossos amigos e todas as outras pessoas e grupos com os quais
entramos em contato também exercem influência sobre essa personalidade.

Obs.: A hereditariedade determina os parâmetros e os limites e o Ambiente determina o potencial


total de um individuo.

Situação: As diferentes situações trazem à tona aspectos diferentes da personalidade do indivíduo.

TEORIA DE MASLOW
As necessidades humanas, segundo Maslow, estão arranjadas numa hierarquia que ele denominou
de hierarquia dos motivos humanos. Conforme o seu conceito de premência relativa, uma
necessidade é substituída pela seguinte mais forte na hierarquia, na medida em que começa a ser
satisfeita. Assim, por ordem decrescente de premência, as necessidades estão classificadas em:
fisiológicas, segurança, afiliação, auto-estima e auto-realização. A necessidade fisiológica é,
portanto, a mais forte, a mais básica e essencial, enquanto a necessidade de auto-realização é a
mais fraca na hierarquia de premência.
Maslow aproveitou essa idéia e criou sua famosa Hierarquia de Necessidades. Ele definiu
cinco níveis de necessidades:

1. as necessidades fisiológicas (onde se localizam as necessidades de ar, água, comida e sexo


que mencionamos);
2. as necessidades de segurança e estabilidade;
3. necessidades de amor e pertencimento;
4. as necessidades de estima;
5. a necessidade de auto-realização.

As necessidades básicas

1. As necessidades fisiológicas. Essas incluem as necessidades que temos de oxigênio,


água, proteínas, sais, açúcares, cálcio e outros minerais e vitaminas. Também incluem a
necessidade de manutenção do pH do organismo (uma acidez excessiva ou muito baixa pode matar
você) e da temperatura (36oC ou próximo disso). Além disso, há necessidade de ter atividades, de
descansar, dormir, livrar-se de substâncias tóxicas ou inúteis (CO2, suor, urina, fezes), de evitar
dor e de fazer sexo. Uma coleção de necessidades bastante grande!

2. As necessidades de segurança e estabilidade. Quando as necessidades fisiológicas são


resolvidas de um modo geral, o segundo nível de necessidades entra em jogo. Você se tornará
gradualmente mais interessado em encontrar circunstâncias seguras, de estabilidade e proteção.
Você vai desenvolver a necessidade de ter uma estrutura, alguma ordem e alguns limites.

3. As necessidades de amor e pertencimento. Quando se consegue suprir, de modo geral, as


necessidades fisiológicas e de segurança, surge um terceiro nível. Você começa a sentir
necessidade de ter amigos, um namorado ou namorada, filhos, bons relacionamentos em geral, e
mesmo um senso de comunidade. Olhando pelo lado negativo, você se torna gradualmente mais
sensível à solidão e às ansiedades sociais.

4. As necessidades de estima. Em seguida, começamos a desejar um pouco de auto-estima.


Maslow percebeu duas versões das necessidades de estima: uma inferior e uma superior. A inferior
é o desejo de ter o respeito dos outros, a necessidade de status, fama, glória, reconhecimento,
atenção, reputação, apreciação, dignidade e mesmo dominância.

A falta de satisfação dessas necessidades são o que geram a baixa autoestima e os


complexos de inferioridade. Maslow percebeu que Adler tinha encontrado algo importante quando
propôs que essas eram as raízes de muitos, senão da maioria, de nossos problemas psicológicos.

Auto-realização

Os quatro níveis apresentados são os D-Needs (Deficit Needs). Ou seja, se você tem falta em
algum desses níveis, você sente a necessidade, e procura supri-la. Mas se você tiver tudo que
precisa, o que você sente? Nada?! É isso mesmo! Ou seja, essas necessidades deixam de ser
motivadoras. É estranho pensar dessa forma, mas se você supriu todas as necessidades fisiológicas,
de segurança, de amor e de estima, então você não sente mais falta de nada! Qual então a motivação
para continuar se desenvolvendo?

É por isso que o último nível é um pouco diferente. Maslow usou uma variedade de termos
para se referir a este nível. Ele o chamou de B-Needs (Being Needs, ou Necessidades de Ser), ou
ainda "motivação para o crescimento", ou ainda "auto-realização". As pessoas que atingem esse
nível foram chamadas por Maslow de "auto-realizadoras".
As necessidades desse nível não se referem à busca de equilíbrio ou homeostase. Uma vez
que essas necessidades são acionadas, elas continuam a ser sentidas indefinidamente, e não há
como atendê-las plenamente. É como se elas se tornassem mais fortes quanto mais você tenta
alimentá-las. Elas se referem ao contínuo desejo de desenvolver potencialidades, de "ser tudo que
você pode ser". Elas o impelem a se tornar o mais completo "você" que só você pode ser. Daí o termo
auto-realização.

SIGMUND FREUD
Enfatizava as forças do inconsciente (forças que não podemos ver ou controlar), os impulsos
biológicos e os conflitos inevitáveis da infância como formadores da personalidade.
ALFRED ADLER
Para este pensador nossa personalidade é moldada pelo ambiente em que estamos inseridos e pelas
interações sociais