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Prof.

Paulo Assunção
Observando o ambiente que nos rodeia, notaremos coisas que podemos pegar, como
uma banco de praça, árvores, caderno, alimentos, outras que podemos ver, como a
lua, as estrelas, e outras ainda que podemos apenas sentir, como o vento, a brisa. Se
colocarmos algumas destas coisas em uma balança, perceberemos que todas elas
possuem uma quantidade de massa, medida em relação a um padrão pré-
estabelecido.

Todas essas coisas que observamos, têm características comuns: ocupam lugar no
espaço e têm massa.

Tudo que ocupa lugar no espaço e tem massa é matéria.


Em física, matéria (do latim matéria, substância física)
é qualquer coisa que possui massa, ocupa espaço e
está sujeita a inércia. A matéria é aquilo que existe,
aquilo que forma as coisas e que pode ser observado
como tal; é sempre constituída de partículas
elementares com massa não-nula (como os átomos, e
em escala menor, os prótons, nêutrons e elétrons).

De acordo com as descobertas da física do século XX, também pode-se


definir matéria como energia vibrando em baixa freqüência.
a) Matéria: é todo o material que possui massa e ocupa lugar no espaço, logo, apresenta volume.
Como exemplo você pode descrever qualquer material que esteja nos estados sólido, líquido ou
gasoso. Na ausência de matéria temos o vácuo.
b) Corpo: é uma porção limitada da matéria. Como exemplo, pedaço de madeira, barra de ferro e
outros. O corpo não tem uma determinada função para o nosso benefício.
c) Fenômeno físico: quando um material sofre mudanças de estado físico, não alterando suas
propriedades químicas. Como exemplo, água no estado sólido, o gelo. Esse fenômeno é reversível.
d) Fenômeno químico: é quando um material sofre alteração na sua estrutura, o material em questão
transforma-se em outro material. Se houver liberação de gases, mudança de coloração e/ou liberação
de energia, dizemos que é um fenômeno químico e o processo é irreversível. Como exemplo temos a
ferrugem de uma barra de ferro.
e) Substâncias: tipo específico de material que forma um determinada matéria, apresenta
características próprias, como exemplo temos a água (H2O), água oxigenada (H2O2).
f) Objeto : é uma porção limitada de matéria. A diferença entre corpo e objeto está na utilização em
nosso benefício. No corpo foi dado o exemplo de pedaço de madeira, já no objeto, uma colher de pau.
CLASSIFICAÇÃO DA MATÉRIA

• Substância pura: possuem um único tipo de


substância, composição definida em P.F e P.E
constantes. Podem ser:

Simples formada por um único tipo de elemento


químico. Ex: O2, Cl2, Br2,I2 e O3.

Compostas formada por mais de um tipo de


elemento químico. Ex: H2O, CO2, NaCl, H2SO4.
CLASSIFICAÇÃO DA MATÉRIA

• Mistura: possuem duas ou mais substâncias diferentes


que são reunidas em um só espaço. Podem ser:

Homogênea que apresenta aspecto visual uniforme,


é constituído por uma fase. Ex: ar atmosférico filtrado,
água potável, água mais álcool.

Heterogênea apresenta aspecto visual descontínuo


por mais de uma fase. Ex: água e óleo, granito (mica,
quartzo e feldspado).
(ENEM – 2003) Produtos de limpeza, indevidamente guardados ou
manipulados, estão entre as principais causas de acidentes domésticos. Leia
o relato de uma pessoa que perdeu o olfato por ter misturado água sanitária,
amoníaco e sabão em pó para limpar um banheiro:

A mistura ferveu e começou a sair uma fumaça asfixiante. Não conseguia


respirar e meus olhos, nariz e garganta começaram a arder de maneira
insuportável. Saí correndo à procura de uma janela aberta para poder voltar
a respirar.

O trecho sublinhado poderia ser reescrito, em linguagem científica, da


seguinte forma:

a) As substâncias químicas presentes nos produtos de limpeza evaporaram.


b) Com a mistura química, houve produção de uma solução aquosa
asfixiante.
c) As substâncias sofreram transformações pelo contato com o oxigênio do
ar.
d) Com a mistura, houve transformação química que produziu rapidamente
gases tóxicos..
e) Com a mistura, houve transformação química, evidenciada pela
dissolução de um sólido.
(ENEM-2004) Já são comercializados no Brasil veículos com
motores que podem funcionar com o chamado combustível
flexível, ou seja, com gasolina ou álcool em qualquer
proporção. Uma orientação prática para o abastecimento mais
econômico é que o motorista multiplique o preço do litro da
gasolina por 0,7 e compare o resultado com o preço do litro de
álcool. Se for maior, deve optar pelo álcool. A razão dessa
orientação deve-se ao fato de que, em média, se com um certo
volume de álcool o veículo roda dez quilômetros, com igual
volume de gasolina rodaria cerca de
a) 7 km.
b) 10 km.
c) 14 km..
d) 17 km.
e) 20 km
Resolução:
•Cálculo do gasto com gasolina para rodar 10km. comparando com o
volume V, necessário para que rodem 10km com álcool, temos:

Volume Quilômetros

Logo, o valor em reais é igual a Pg (sendo Pg o preço de um litro de


gasolina).
Ainda, do enunciado, para optar pelo álcool, devemos ter:

Portanto, com igual volume de gasolina, o veículo rodaria no máximo


cerca de 14km. Resposta: C
Estados físicos da matéria
Estados físicos da matéria ou fases são as diferentes formas de como uma
substância pode se apresentar no espaço. Os principais são:

Sólido:
É quando os átomos das moléculas constituintes da matéria estão em um estado
de agitação baixo, podendo ser concentrados mais átomos em um mesmo
espaço físico. A sua forma e volume são fixos.

Exemplo:

Pode ser colocada em qualquer


tipo de recipiente que ela não
tomará a forma do recipiente, e o
seu volume não vai aumentar ou
diminuir.

Bola de bilhar.
Líquido
Ocorre quando as moléculas já estão um pouco mais dispersas em relação à
mesma matéria no estado sólido. Substâncias no estado líquido têm volume
fixo, porém a sua forma pode variar.

Exemplo:

Por exemplo, a água. Se


estiver em um copo, toma
a forma do copo, se estiver
na jarra, fica na forma da
jarra.

Taça de água
Gasoso

Acontece quando as partículas que formam a matéria estão bastante afastadas,


dispersas no espaço. Por isto, elas podem ter a forma e o volume variáveis.

Exemplo:

O oxigênio pode ser comprimido


dentro de um cilindro e tomando
a forma do mesmo.

Cilindro de oxigênio
Mudanças de estado físico da matéria
A influência de fatores externos como pressão e temperatura fazem com que a
matéria se apresente ora em um, ora em outro estado físico.

As mudanças de um estado físico para outro recebem denominações específicas:

Fusão
Sólido Líquido
Solidificação
Líquido Sólido

Vaporização
Líquido Gasoso
Condensação
Gasoso Líquido
Sublimação
Sólido Gasoso

Ex: Processo de transformação da neve ou gelo em vapor de água sem


passar pelo estado líquido.

Outro exemplo: naftalina usada para evitar o ataque de traças em


roupas e livros:
MUDANÇAS DE ESTADO
FÍSICO
Curiosidades
Por que os vidros dos
carros embaçam em
dias de chuva?

Porque a temperatura do
interior do veículo é
maior que a
temperatura externa e o
vapor de água eliminado
pela respiração e pelo
suor se condensa ao
encontrar uma superfície
fria (os vidros)
MUDANÇAS DE ESTADO
FÍSICO
Curiosidades
Que são os rastros
deixados pelos jatos?

Devido à altitude e a
baixa temperatura, os
vapores de água dos
motores se congelam,
formando uma fumaça.

Tempo seco, logo o


rastro desaparece.
Tempo úmido, forma a
cauda.
MUDANÇAS DE ESTADO
FÍSICO
Curiosidades
Em dias frios, sai de
nossa boca e nariz uma
espécie de fumaça.
Como ela é formada?

Nosso corpo libera vapor


d’água; este, em contato
com o ar frio que nos
cerca, condensa-se,
transformando-se em
gotículas de água.
PROPRIEDADES FÍSICAS
SUBSTÂNCIAS PURAS
TEMPERATURAS DE
EBULIÇÃO
PROPRIEDADES FÍSICAS
SUBSTÂNCIAS PURAS
ALOTROPIA
PROPRIEDADES FÍSICAS
SUBSTÂNCIAS
ALOTROPIA
PURAS

DIAMANTE GRAFITE
NANOTUBOS
- Hibridação sp3 - Hibridação sp2
- Hibridação sp2
- Está no centro de - Está ligado a 3
formando
um tetraedro ligado átomos numa
hexágonos e
a 4 outros átomos estrutura
pentágonos
de C hexagonal plana.
- É metaestável - É estável (H = 0,
(maior H) por convenção)
- Conduz corrente na
direção paralela.
PROPRIEDADES FÍSICAS
SUBSTÂNCIAS PURAS

DENSIDADE
PROPRIEDADES FÍSICAS
MISTURAS
PROPRIEDADES FÍSICAS
MISTURAS ESPECIAIS

Mistura Eutética Mistura Azeotrópica


Sólidos especiais. Ex.: Solda Líquidos especiais. Ex.: Acetona
37% Pb, 63% Sn 86,5% Acetona, 13,5% Metanol
PROPRIEDADES FÍSICAS
MISTURAS
FASE E COMPONENTE
PROPRIEDADES FÍSICAS
MISTURAS
FASE E COMPONENTE

GRANITO

Pedra composta por três tipos de


rocha:
- Quartzo
- Mica
- Feldspato
TRANSFORMAÇÕES /
FENÔMENOS
TRANSFORMAÇÕES FÍSICAS
Não produzem novas substâncias.
TRANSFORMAÇÕES /
FENÔMENOS
TRANSFORMAÇÕES FÍSICAS
Não produzem novas substâncias.
Fenômenos Físicos:
As mudanças de estado físico sofridas pelas substâncias são fenômenos físicos.

É todo fenômeno que ocorre sem que haja a formação de novas substâncias.

Exemplos:

• A fusão do gelo

• Cortar o papel com uma tesoura

• A ebulição da água

• Dilatação dos corpos

• A queda de um copo
TRANSFORMAÇÕES /
FENÔMENOS
TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
Produzem novas substâncias.
TRANSFORMAÇÕES /
FENÔMENOS
TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
Produzem novas substâncias.
Fenômenos Químicos:
É todo fenômeno que ocorre com a formação de novas substâncias.

Os fenômenos químicos são também denominados REAÇÕES QUÍMICAS. As


reações químicas são representadas graficamente por meio de EQUAÇÕES
QUÍMICAS.

Um fenômeno químico acontece quando há uma alteração na estrutura atômica


dos elementos envolvidos (na maioria das vezes irreversível).

Exemplos:

• Enferrujamento do ferro

• Respiração dos seres vivos

• Fazer um bolo

• Digestão
SERARAÇÃO DE Misturas Heterogêneas
Métodos Antigos
LEVIGAÇÃO PENEIRAÇÃO ou TAMISAÇÃO

CATAÇÃO
Misturas Heterogêneas
Métodos Antigos
VENTILAÇÃO SEPARAÇÃO MAGNÉTICA
Misturas Heterogêneas

FLOTAÇÃO

DISSOLUÇÃO
FRACIONADA
Misturas Heterogêneas
FILTRAÇÃO
Misturas Heterogêneas

Exemplo: em fábricas de cerâmica e porcelana, mói-se a argila em suspensão na água e filtra-se a pasta a
vácuo, a fim de eliminar o excesso de água.
Misturas Heterogêneas
DECANTAÇÃO

Centrifugação: acelera a decantação


Misturas Heterogêneas

Exemplo: óleo (menos denso) da água


(mais denso).
Misturas Homogêneas
DESTILAÇÃO SIMPLES
Misturas Homogêneas
DESTILAÇÃO FRACIONADA
Misturas Homogêneas
Exemplo: fracionamento do petróleo, utilizado na indústria petroquímica.
TRATAMENTO DE ÁGUA

Coagulação

Flocos de sujeira
DESTILAÇÃO DA CANA DE
AÇÚCAR

Curiosidade:
No Brasil: teor
alcoólico é de
38% à 54%
( ENEM 2001 – Questão 21) Pelas normas vigentes, o litro do álcool hidratado que
abastece os veículos deve ser constituído de 96% de álcool puro e 4% de água (em
volume). As densidades desses componentes são dadas na tabela.

Substância Densidade (g/L)

Água 1000

Álcool 800

Um técnico de um órgão de defesa do consumidor inspecionou cinco postos


suspeitos de venderem álcool hidratado fora das normas. Colheu uma amostra do
produto em cada posto, mediu a densidade de cada uma, obtendo:
Posto Densidade do combustível (g/L)
I 822
II 820
III 815
IV 808
V 805

A partir desses dados, o técnico pôde concluir que estavam com o combustível
adequado somente os postos
(A) I e II. (B) I e III. (C) II e IV. (D) III e V. (E) IV e V..
De acordo com o enunciado, em 1.000 ml de álcool hidratado, devemos
encontrar até 40 ml de água. Os demais 960 ml são formados por álcool.
Vamos calcular qual é a massa de 1.000 ml de álcool hidratado.
Lembre que densidade é definida como a razão entre a massa e o volume.
Representamos isso com a seguinte fórmula:

d = m/V

Usando a fórmula, concluímos que, em 1.000 ml de álcool, temos 768 g


de álcool e 40 g de água.

Massa de álcool: m = d.V = 800.960 = 768 g (Convertido de mg para g)


Massa de água: m = d.V = 1000.40 = 40 g (Convertido de mg para g)

Com esse cálculo, concluímos que 1.000 ml de álcool hidratado dentro das
normas apresentam massa de, no máximo, 808 g (768 + 40). A densidade
máxima do álcool é de 808 g/l.

Qualquer amostra de álcool que tiver densidade superior a 808 g/l está
fora do padrão legal porque provavelmente contém água em excesso.
( ENEM 2003 – Questão 34 ) Na música "Bye, bye, Brasil", de Chico Buarque de Holanda e Roberto
Menescal, os versos
"puseram uma usina no mar
talvez fique ruim pra pescar"
poderiam estar se referindo à usina nuclear de Angra dos Reis, no litoral do Estado do Rio de Janeiro.
No caso de tratar-se dessa usina, em funcionamento normal, dificuldades para a pesca nas proximidades
poderiam ser causadas
(A) pelo aquecimento das águas, utilizadas para refrigeração da usina, que alteraria a fauna marinha.
(B) pela oxidação de equipamentospesados e por detonações que espantariam os peixes.
(C) pelos rejeitos radioativos lançados continuamenteno mar, que provocariam a morte dos peixes.
(D) pela contaminação por metais pesados dos processos de enriquecimento do urânio.
(E) pelo vazamento de lixo atômico colocado em tonéis e lançado ao mar nas vizinhanças da usina.
• Químico sueco Jacob Berzelius
– Simbologia atualmente utilizada
Nome Origem do nome Símbolo
Carbono Carbo C
Sódio Natrium Na
Enxofre Sulfur S
Mercúrio Hydragyrum Hg
Cloro Chloros (grego) Cl
Titânio Thetitans (inglês) Ti

– Precursor da classificação dos elementos


químicos
• Metais e metaloides
• Químico russo Mendeleev
– Ordem crescente de massa atômica
– Repetição das propriedades
• Lei Periódica de Mendeleev
– Tabela com 12 linhas horizontais (períodos) e
8 linhas verticais (grupos ou colunas)

Previu a existência de elementos químicos ainda


desconhecidos pelo homem.
• Químico alemão Mendeleev
• Físico britânico Henry Moseley
– Propriedades dos elementos químicos eram
dadas pelo número atômico do elemento.
Questão básica de radioatividade, mais
especificamente falando sobre a meia vida do
Carbono 14. O carbono 14 é o único emissor
natural e é usado para determinar a idade de
múmias e animais fósseis. Esse cálculo poderá
ser feito pela relação entre C-14 e C-12. Com o
passar do tempo o Carbono 14 vai diminuindo.

Resposta: Letra “A”


18

Gases Nobres
13 14 15 16 17

Halogênios
7

Calcogênios
6

Grupo do
5

Nitrogênio
Grupo do
4
– Número de elétrons na camada de

Carbono
Grupo do Boro
3
• 18 colunas ou famílias:

Elementos de Transição
valência.
Metais Alcalinos

2
2
Terrosos
Metais Alcalinos

1
• 7 períodos
– Indica a camada de valência
1 18
K 1 2 13 14 15 16 17
L 2 Elementos de Transição
M 3
N 4
O 5
P 6
Q 7
• Subníveis na tabela periódica
1 18
2 13 14 15 16 17
Elementos de Transição

s p
d

f
1 18
2 13 14 15 16 17

Hidrogênio  Características da coluna 1 e 17


Metais  Bons condutores de eletricidade, maleabilidade e
ductibilidade
Ametais  Opacos, maus condutores de eletricidade e calor
Gases Nobres  Não reagem facilmente com outros elementos
Metais
- Eletropositivos
- Sólidos; exceto o Hg (25°C, 1atm);
- Brilho característico;
- Dúcteis (fios);
- Maleáveis (lâminas);
- São bons condutores de calor e eletricidade.
Ametais
-Eletronegativos;
-Quebradiços;
-Opacos;
-Formam Compostos Covalentes (moleculares);
- São Péssimos Condutores de Calor e Eletricidade (exceção para o
Carbono).
Gases Nobres
- Foram Moléculas Monoatômicas;
- São Inertes Mas Podem Fazer Ligações apesar da estabilidade (em
condições especiais);
- São Seis: He, Ne, Ar, Xe, Kr, Rn.
Resumo
Metais
Ametais
Gases nobres
Notas:

1 - São elementos líquidos: Hg e Br;


2 - São Gases: He, Ne, Ar, Kr, Xe, Rn, Cl, N, O, F, H;
3 - Os demais são sólidos;
4 - Chamam-se cisurânicos os elementos artificiais
de Z menor que 92 (urânio): Astato (At); Tecnécio
(Tc); Promécio (Pm)
5 - Chamam-se transurânicos os elementos
artificiais de Z maior que 92: são todos artificiais;
6 - Elementos radioativos: Do bismuto (83Bi) em
diante, todos os elementos conhecidos são
naturalmente radioativos.
Propriedades periódicas

Eletronegatividade
Eletropositividade
Potencial de ionização
Raio atômico
Eletroafinidade
Densidade
Eletronegatividade
É a capacidade que um átomo tem de atrair elétrons
(ametais).
Varia da esquerda para a direita e de baixo para
cima, excluindo-se os gases nobres.
H
BCNOF
Cl
Br
I

Fr
Eletropositividade ou Caráter Metálico:
É a capacidade que um átomo tem de perder elétrons
(metais).
Varia da direita para a esquerda e de cima para baixo
excluindo-se os gases nobres.

H
Li F
Na
K
Rb
Cs
Fr
Potencial de Ionização
É a energia necessária para arrancar um elétron de
um átomo, no estado gasoso, transformando-o em um íon
gasoso. Varia como a eletronegatividade e inclui os gases
nobres. A segunda ionização requer maior energia que a
primeira e, assim, sucessivamente.
H He
Ne
Ar
Kr
Xe
Rn
Fr
Raio Atômico
É a distância que vai do núcleo do átomo até o seu
elétron mais externo. Inclui os gases nobres.

H He
Li
Na
K
Rb
Cs
Fr
Eletroafinidade
É a energia liberada quando um átomo recebe um
elétron (Afinidade Eletrônica). Varia como o Potencial de
Ionização. Não inclui os Gases Nobres.

Fr
Densidade
É a razão entre a massa e o volume do elemento. Varia das
extremidades para o centro e de cima para baixo.

Os Ir
Resumo das propriedades
Eletronegatividade; Potencial de ionização; Eletroafinidade.
Eletropositividade; Raio atômico

H He
Li BCNOF Ne
Na Cl
Br
Ar
K I Kr
Rb Xe
Cs Rn
Fr
(FUVEST SP/2014)

Observe a posição do elemento químico ródio (Rh) na tabela periódica.

Assinale a alternativa correta a respeito do ródio.

a) Possui massa atômica menor que a do cobalto (Co).


b) Apresenta reatividade semelhante à do estrôncio (Sr), característica do 5º
período.
c) É um elemento não metálico.
d) É uma substância gasosa à temperatura ambiente.
e) É uma substância boa condutora de eletricidade.
ENEM 2016 – 1º DIA – PROVA BRANCA – QUESTÃO 65