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PRÁTICAS EM

SIG COM QGIS

2017
Curso Online Práticas em SIG com QGIS

Módulo 1
1. Instalação do QGIS
2. Recomendações de Uso de Softwares SIG
3. Estrutura e Funcionalidades
4. Estrutura e Funcionalidades (Área de Trabalho)
5. Trabalhando com Projeções
6. Manipulação de Dados Vetoriais
• Criação, Vetorização, Edição, Atributos
10. Seleção por Atributo
11. Seleção por Localização
12. Geração de Mapa Temático Qualitativo
• Download de dados, Classificação e simbolização, Layout
15. Geração de Mapa Temático Quantitativo
• Download de dados, União de dados, Classificação e simbolização, Layout.
19. Georreferenciamento de Imagens
• Teoria, Satélite, Carta topográfica.
22. Metadados

Módulo 2

1. Introdução
2. Georreferenciamento de Coordenadas
3. Principais Ferramentas de Geoprocessamento
4. Medição de Áreas
5. Modelo Digital de Elevação
• Teoria, Download, Recorte de Imagem, Reprojeção, Hipsometria, Sombreamento do Relevo,
Declividade, Direção de Vertentes, Curvas de Nível
15. Instalação de Complementos Offline
16. Tópicos Especiais
• Conversão de Arquivos, Reprojeção de vetores, Download de imagens, Composição de Imagens,
Mosaico de Imagens.

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MÓDULO 1
1. Instalação do QGIS

Buscar software QGIS no Google e instalar o QGIS Standalone 2.XX LTR (versões de longa duração)
e 32 bits, pois são mais estáveis, mesmo que seu sistema operacional seja baseado na arquitetura
64 bits.

2. Recomendação de uso do Software QGIS

Organize as pastas de seus projetos. Pastas e subpastas de forma que fique sempre bem
organizado.

3. Estrutura e Funcionalidades

• Adicionar camadas vetoriais (shapefiles): Acessar a ferramenta > Tipo de fonte:


arquivo > codificação: System (ou manter) > Buscar
• Ferramentas, em ordem:

Zoom +, Zoom - (use a roda do mouse como atalho), Escala 1:1, Extensão total (enquadra todos os
arquivos), Aproximar à seleção (precisa de ter alguma feição selecionada), Aproximar à camada
(camada que está marcada na caixa à esquerda), Visualização anterior, Próxima Visualização,
Atualizar.
• Adicionar camada raster (imagens de satélite, fotos aéreas, MDE’s):
• Outra forma de abrir arquivos (vetoriais e raster) é pelo Painel do Buscador que pode ser
ativado em: Exibir > Painéis > Painel do Buscador, onde você busca os arquivos pelo Explorer do
PC e os insere clicando e arrastando para a tela.
• Criar camada vetorial (shapefile): será aberta uma janela para que você insira as
informações.
• Trabalhando com complementos: Os complementos expandem as funcionalidades do QGIS.
Para acessá-los, siga: Complementos > Gerenciar e instalar complementos... > busque e instale os
que você precisar!
OBS: Erros na instalação podem estar relacionados ao seu nome de usuário do PC. Se ele tiver
espaço ou acentuação o QGIS não consegue fazer a instalação do complemento.

4. Como salvar área de trabalho:

• Clique no disquete na aba superior > escolher o local de salvamento. A área de


trabalho é independente dos arquivos vetoriais e matriciais. Ela basicamente armazena os
arquivos que estão abertos na área de trabalho, assim como sua simbologia.
Obs: Cuidado ao trocar os arquivos (vetoriais e matriciais) de pasta! O arquivo da área de trabalho
armazena os locais de busca e, caso eles sejam alterados, o QGIS não conseguirá encontrar o
arquivo. Nesse caso você precisará mostrar o novo local de salvamento.

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5. Trabalhando com Projeções

• Projeto > Propriedades do Projeto... > SRC, ou utilize o atalho no canto inferior direito
da tela. Marcar a caixa habilitar Transformação SRC “dinâmica”> escolher qual sistema de
referência de coordenadas será utilizado.
OBS: Para o Sistema de coordenadas Geográficas já existe uma projeção padrão: Plate Carrée (ou
cilíndrica equidistante). Neste caso só é necessário selecionar o datum.
• Com a caixa de diálogo aberta, habilite a caixa Habilitar transformação SRC “dinâmica” e na
aba Sistema de referência de coordenadas do “world”, selecione entre o Sistema de
Coordenadas Geográficas ou Sistema Projetado de Coordenadas.

Ex.: Selecionar coordenada plana


(projetada) SIRGAS 2000, UTM Zone
23S

Sistema Projetado de Coordenadas


> Universal Transverse Mercator
(UTM) > SIRGAS 2000 / UTM zone
23S > Aplicar > OK.

6. Manipulação de dados vetoriais (Criação)

• Adicione uma imagem para ser a base de seu shapefile. Acesse a ferramenta > defina o
tipo de shapefile (ponto, linha ou área) > defina o sistema de referência (de acordo com sua área
de estudo).
• Após adicionar o SRC, na caixa Novo campo, você pode criar colunas em sua tabela de atributos
com os dados descritivos das feições que deseja vetorizar. Você pode colocar nome (nome da
coluna na tabela), tipo de dado (texto ou número), espessura (número de caracteres). Após isso
selecione o botão Adicionar campos à lista (o nome do botão pode alterar de acordo com versão).
• Feito isso podemos dar OK e o arquivo irá nos pedir para informar a pasta onde será salvo o
arquivo.

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7. Vetorização

• Ferramentas de vetorização, em ordem:


o Visualizar edições (salvar, reverter, cancelar)
o Alternar edição (Iniciar e desligar edição)
o Salvar edição
o Criar feição (pode vir com a forma do polígono, linha ou ponto). Ao finalizar a edição clique
com botão direito do mouse. Aparecerá uma caixa com ID e nome de coluna, caso tenha
criado uma.
o Adicionar feição circular (só para polígonos e linhas)
o Mover feições (move toda a feição)
o Ferramenta de nós (move os vértices das feições)
o Excluir seleção
o Recortar feições (recorte Ctrl+X. Não é para quebrar um polígono, por exemplo)
o Copiar seleção
o Colar seleção
• Habilitar barra de digitalização avançada: Exibir > Barra de ferramentas > marcar caixa
Digitalização avançada.
• Definir a escala de trabalho: Todas as feições devem ser vetorizadas na mesma escala.
• Mudar cor das linhas e fundo enquanto vetoriza arquivos vetoriais: Configurações > Opções >
Digitalizar > Linha ao digitalizar > altere espessura da linha, cor da linha e preenchimento.

• Atração (com um “imã” para o clique dos pontos): Configurações > Opções > Digitalizar > Aderir
(ou atração) > Alterar de Desligar para Ambos > pixel: 10 (coloque o valor de acordo com sua
preferência (quando estiver vetorizando você terá condições de avaliar melhor esse valor).

• Para que a atração (aderência) funcione enquanto vetoriza você deve habilitá-la em:
Configurações > Opções de aderência > em Aderir a troque de Desligar para Ambos ou outra
opção de sua preferência > delimite os graus de tolerância (em unidades do mapa ou pixels), que
diz respeito à distância na escala do mapa em que as feições serão atraídas > clique em Aplicar e
em OK e notará a diferença durante a vetorização.
• Abrir tabela de atributos: Clicar com bota direito em cima do nome do shapefile, no painel
Camadas, à esquerda > Abrir tabela de atributos.
• Criar os IDs da tabela de atributos de forma automática: Abrir tabela de atributos > iniciar
edição > seleciona a coluna ID (logo abaixo do lápis) > clique no botão de fórmula >
em buscar digite: row_number > duplo clique no item row_number > OK > botão atualizar todos >
salva as edições e finalizar a edição.

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• Vetorizar arquivos shapefile: Após abrir o shapefile na área de trabalho, selecione-o com um
clique no painel Camadas, à esquerda > clique em Alternar edição > clique agora em
Adicionar feição e comece vetorizar > ao terminar, finalize com botão direito.
Dica: Caso dê um clique errado durante a vetorização e deseje apagar esse vértice, basta apertar
Delete e o último será suprimido.
• Ao finalizar, preencha as informações de atributos, quando a caixa de diálogo for aberta.
Posteriormente, elas podem ser editadas, clicando com o botão direito sobre a camada e em Abrir
tabela de atributos. É possível criar e excluir colunas, ou mesmo alterar informações nos campos
(desde que com o modo de edição ligado).
• Preenchidas as informações da tabela clique sobre o ícone Salvar Edições da Camada ea
vetorização estará terminada, podendo sair do modo de edição.

8. Edição

Editando shapefiles:

• Uma vez criada e vetorizada sua feição, é possível remodelá-la ou mesmo excluí-la. Para tanto,
clique novamente sobre o botão Alternar edição.
• Em seguida, selecione a feição a ser editada através do botão de selecionar feição. Ao
clicar sobre a feição, você a verá destacada e as opções de edição serão habilitadas.
• Você pode acessar todo o conjunto de ferramentas de edição através do menu Editar.
• Mover feição permite o reposicionamento da feição espacialmente.

Excluir selecionado(s) suprime a feição destacada.


• Rotacionar feição permite girar seu polígono em torno de um ponto central.
• Simplificar feições aplica graus de tolerância de modo a tornar sua feição mais robusta.
• Adicionar anel / Excluir anel permite criar ou excluir um recorte no interior do
polígono.

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• Adicionar parte / Remover parte possibilita a criação ou exclusão de um anexo à
feição.

• Quebrar feições / Mesclar feições selecionadas permite dividir uma feição


delimitada em uma ou mais partes, ou uni-las novamente.

• Ferramenta de nós possibilita remodelar a feição a partir da realocação dos vértices do


seu polígono (ou linha).

9. Manipulação de Dados Vetoriais (Atributos)

• Selecionar, na tela, a feição que quer editar > abrir a tabela de atributos e selecionar a
ferramenta para iniciar edição > selecionar a coluna que se quer editar

> No campo à frente de , escreva a descrição da feição entre aspas simples, ex.: ‘mata
densa‘ > aplicar aos selecionados (também é possível aplicar a todos).

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10. Seleção por Atributo

• Linguagem SQL (Selection Query Language): Linguagem estruturada de seleção por consulta.
• Conhecer a tabela de atributos: abrir a tabela e ver as colunas e os atributos das colunas, ou
seja, entender o que cada coluna representa. Para montar a fórmula, você deve, primeiramente,
apontar a coluna e posteriormente o campo que pretende selecionar.
• Dentro da tabela de atributos clique no botão > agora monte a expressão assim como o
exemplo abaixo. Foi utilizado um shapefile dos municípios do Brasil onde NM_MUNICIP é o nome
de uma das colunas da tabela e ACAIACA é o valor de um dos campos dessa coluna.

11. Seleção por Localização

Feita com base na relação de localização entre as feições na área de trabalho. Acesse a guia Vetor
> Consulta Espacial > Consulta Espacial

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12. Geração de Mapa Temático Qualitativo (Download de Dados)

• Procurar locais onde você possa baixar arquivos. Ex.: IBGE ANA.
• IBGE > Download > Geociências > procurar o que deseja.
• Acesse nossa lista de geolinks (Brasil) e geolinks (mundo).

13. Geração de Mapa Temático Qualitativo (Classificar os Dados)

• Abrir tabela de atributos do arquivo vetorial e conhecer os dados para saber o nome das
colunas e quais informações elas possuem.
• Clicar 2 vezes na camada e acessar a guia Estilo ou com botão direito > propriedades > Estilo >
trocar o menu de Símbolo Simples para Categorizado (dados qualitativos) > Selecionar, em
Coluna, qual a coluna da tabela irá usar para classificação do mapa > feito isso clicar em Classifica
> selecionar as cores adequadas para a informação classificada.

14. Geração de Mapa temático Qualitativo - Gerar o Layout do Mapa

• Com seu mapa temático pronto, entre no modo compositor de impressão: Projeto > Novo
compositor de impressão e dê um título ao seu trabalho. Também é possível clicar no ícone atalho
> agora você deverá fazer o enquadramento do seu mapa, definir o tamanho do frame, etc
> clique em Adicionar novo mapa e delimite o espaço na folha de impressão que será
ocupado pela feição (oriente-se pela régua da página).
• As ferramentas mais usuais para realizar a etapa da construção do layout estão contidas na
barra principal superior e envolvem procedimentos para manipulação e exportação do seu mapa.

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Inserindo uma legenda:

• Clique sobre o botão Adicionar nova legenda e delimite


o espaço na folha de impressão que será destinado a ela.
Uma vez gerada a legenda, é possível personalizar os itens
nela contidos. Para tanto, basta clicar na aba lateral das
Propriedades do item e alterar as propriedades principais
ou individuais dos itens da legenda (suprimindo um ou
outro, modificando nomenclaturas, etc.). É possível alterar
ainda a fonte, a simbologia e o posicionamento dos itens,
além de adicionar molduras para sua legenda, deixando-a
da maneira que preferir.
• Lembre-se de manter a legenda selecionada dentro da
folha de impressão, caso contrário, a barra de
propriedades do item não será habilitada ou poderá estar associada a outro elemento selecionado
involuntariamente.

Inserindo uma escala:

• Clique sobre o ícone Adicionar nova barra de escala e


delimite o espaço destinado à escala na folha de
impressão, conforme fora feito nos passos anteriores.
• Em seguida, e com a barra de escala selecionada na
folha de impressão, clique em Propriedades do item.
• Em Unidades, você poderá selecionar a unidade de
medida que gostaria de atribuir à sua escala, definindo seu
rótulo e o intervalo do mapa associado à barra.
• Em Segmentos é possível alterar as subdivisões da
escala, o valor de cada uma delas (intervalos) e a altura
gráfica visualizada.
• Em Mostrar, as propriedades das margens e as
espessuras das linhas podem ser alteradas.

Inserindo um norte geográfico:

• Para adicionar a rosa-dos-ventos, é necessário clicar no ícone Adicionar imagem e buscar no


banco de dados de imagens do software (localizado na pasta de instalação do QGIS em seu
computador) pela melhor forma de representação. Uma dica, caso não agrade do número limitado
de nortes geográficos previamente disponíveis no QGIS, é fazer o download de uma imagem de
boa resolução da internet e utilizá-la em seu layout.

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Inserindo um título:

• O título, bem como qualquer outra informação textual (como projeções e sistema de
coordenadas utilizados, fonte dos dados, autoria do mapa, entre outras imprescindíveis ao seu
trabalho) podem ser adicionadas através do ícone Adicionar novo rótulo. Ao clicar sobre ele e
delimitar o espaço dentro da folha de impressão, basta alterar o texto dentro da aba das
Propriedades principais, atentando-se para o tamanho ocupado em seu layout de acordo com a
fonte que utilizar.

Inserindo grade de coordenadas:

• Para inserir a grade de coordenadas a fim de orientar


espacialmente a localização do seu mapa, clique sobre a
feição principal desenhada na folha de impressão (o
primeiro item adicionado nestes procedimentos) e
direcione-se à aba Propriedades do item.
• Ative o subitem Mostrar grade e faça a opção entre
grades contínuas (sólido) ou em cruz. Em Intervalo, delimite
a segmentação das grades no interior do mapa, tomando
cuidado para não inserir valores muito pequenos, de modo
a sobrecarregar o software (fazendo-o travar) e poluir seu
layout (atente-se para a escala de trabalho). E em Espessura
da moldura procure deixar suas grades mais suavizadas.
• Habilite a opção Desenhar coordenadas para atribuir valores às grades que você construiu no
passo anterior. É possível escolher entre valores decimais ou em graus, minutos e segundos, além
de alterar a precisão dos mesmos e seus aspectos gráficos.
• Habilitando a opção Moldura, seu mapa estará finalizado, bastando apenas exportá-lo para o
formato que lhe for mais agradável. Para transformar seu layout em um arquivo PDF, por
exemplo, clique sobre o ícone Exportar como PDF e selecione o local onde será salvo. É possível
anteriormente, modificar a resolução de saída, clicando no mapa e na aba Composição, aumentar
ou diminuir a qualidade (mostrada em unidades dpi).

15. Geração de Mapa Temático Quantitativo (Download de Dados)

• Procurar locais onde você possa baixar arquivos. Ex.: IBGE ANA.
• IBGE > Download > Geociências > procurar o que deseja.
• Acesse nossa lista de geolinks (Brasil) e geolinks (mundo).

16. Geração de Mapa Temático Quantitativo (União de Dados e Exportação)

• Trazer os dados para o QGIS – Dados quantitativos + Base Shape


• União dos dados da tabela do Excel com os dados vetoriais (dados descritivos + dados gráficos):
1º Verificados os dados das tabelas (tomar cuidado com a formatação da tabela do Excel); 2º
Escolher a coluna que será utilizada para unir as tabelas (colunas que tenham “campos” idênticos);

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3º Executar a ferramenta de união: Duplo clique no arquivo > acessar Uniões > Selecionar as
colunas com dados iguais > verificar união das tabelas > salvar a união e a área de trabalho pois
pode perder o que já foi realizado.

• Exportar arquivos: clicar com botão direito no nome do shapefile > salvar como > buscar o local
> inserir o nome > salvar somente feições selecionadas > se precisar já troque o sistema de
coordenadas.

17. Geração de Mapa Temático Quantitativo – Classificação e Simbolização

• Editar o numero de casas decimais da coluna na tabela: Iniciar modo de edição clicando no lápis
> criar nova coluna colocando as configurações para número inteiro > selecionar a coluna e
montar a fórmula > OK > Atualizar > parar edição.
• Definir o número de classe através do número de dados: Verificar raiz quadrada (√n) ou utilizar
o método de Sturges: 1 + 3,3 × (log n), onde n = número de variáveis;
Obs.: A divisão de classe depende do objetivo do seu mapa.

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• Para classificar os dados: Clique duplo no arquivo > Acessar guia ESTILO > trocar a opção de
símbolo simples para GRADUADO.

• Definir a COLUNA o número de CLASSES e o MODO.

• Definir as cores: Ver cores quentes e frias e tomar cuidado com o uso do azul. Editar os valores
da classe para melhorar a legenda.

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• Rotular as feições dos vetores: Clique duplo no shapefile > acessar guia ROTULOS > Definir a
coluna (com os dados que serão rotulados) > editar: texto, letra, cor, etc.

18. Geração de Mapa Temático Quantitativo - Inserir elementos no mapa

• Acessar tópico 14.

19. Georreferenciamento de Imagens - Teoria

• O que é o georreferenciamento? Posicionar uma informação no espaço atribuindo a ela,


coordenadas atreladas a um sistema de referência espacial.
• Como ele é realizado? Através de pontos de controle (PCs) onde são coletadas as coordenadas.
Você pode coletar as coordenadas em campo, com o GPS (navegação ou geodésico), ou coletar no
Google Earth (menos preciso). Procure sempre coletar pontos de fácil identificação na imagem.

20. Georreferenciamento de Imagens - Satélite


• Adicionar a imagem no QGIS no botão Raster e definir o sistema de referência espacial
(Projeção e Datum).
• Ativar a ferramenta para georreferenciar a imagem em Raster > Georreferenciador >
Georreferenciador.
• Lembre-se de dar bastante zoom na imagem para marcar os pontos.
• Marcar no mínimo 5 pontos.
• Após marcar os pontos configure as opções de exportação da imagem em Configurações de
Transformação.
• Verificar o erro residual dos pontos de acordo com o PEC (Padrão de Exatidão Cartográfica). Se
necessário, refaça alguns pontos.
• Salve os pontos e mandar rodar o georreferenciamento.

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• Informe a projeção a ser utilizada (em caso de dúvida, ver o item 1: Definindo projeções). Será
necessário o conhecimento das coordenadas de no mínimo cinco pontos na imagem.
• Para obter as coordenadas você pode utilizar o Google Earth. Nele você poderá coletar as
coordenadas X e Y de um determinado ponto.

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No Google Earth:

• Ferramentas > Opções > Na guia Visualização em 3D vá até Mostrar lat/long > marque a caixa
Universal Transversa de Mercator > OK.
• Colete os pontos clicando no ‘alfinete’ amarelo (Adicionar marcador) > arraste-o para o
ponto desejado e copie as coordenadas (somente números) Leste e Norte (X ; Y).

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Com os pontos coletados (mínimo de 5) volte ao QGIS.
• Vá ao menu principal e clique em Raster > Georreferenciador para abrir a tela de realização do
procedimento.
• No ícone Abrir raster adicione a imagem a ser georreferenciada. Caso necessário,
confirme o sistema de coordenadas e a projeção utilizada.
• Clique sobre o ícone Adicionar ponto e posicione o cursor exatamente em cima do
primeiro ponto em que você coletou coordenadas pelo Google Earth. Ao clicar neste ponto da
imagem, adicione as coordenadas X e Y, atentando-se para o padrão de inserção do dado. Para
excluir um ponto use
• Repita o procedimento para os demais quatro pontos.
• Uma vez delimitados, clique sobre o ícone Iniciar georreferenciamento e na caixa de
diálogo seguinte, defina o tipo de transformação, o método de amostragem a ser utilizado e
principalmente o local de destino do seu novo raster.
• Se desejar salvar os pontos de controle utilizados, clique sobre o ícone Salvar pontos
GCP e escolha o local de saída.
• É possível observar que a tabela gerada abaixo da imagem, apresenta um erro residual. Procure
manter o seu georreferenciamento com valores residuais condizentes com o Padrão de Exatidão
Cartográfica (PEC) trabalhado.
• Ao voltar à tela principal do QGIS, você verá o seu novo raster georreferenciado, podendo
excluir a imagem inicial (não georreferenciada) das camadas de controle.

21. Georreferenciamento de Imagens - Cartas Topográficas

• Baixar a carta topográfica (formato jpg ou png);


• Ver as informações da carta (escala, datum, data, etc.);
• Adicionar a carta no QGIS dentro do Georreferenciador;
• Adicionar o sistema de coordenadas;
• Marcar os pontos de controle de acordo com as coordenadas na carta. (lembrar de adicionar
mais 3 casas decimais – 3 zeros caso as coordenadas UTM estejam em quilômetros).
• Seguir os passos do tópico 20.

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22. Metadados

• Metadado é o dado que descreve o dado (escala de trabalho, produtor, responsável, data,
método, ano de execução, etc.). Nunca se esqueça de adicionar o arquivo para metadados no seu
shapefile.

Módulo 2 - Avançado
1. Introdução

Ferramentas avançadas de Geoprocessamento.

2. Georreferenciamento de Coordenadas

• Verificar dados e salvar as planilhas com o formato CSV > clicar em Adicionar uma camada de
Texto Delimitado na barra vertical à esquerda.
• Buscar os arquivos e realizar as configurações necessárias:

• Os pontos serão adicionados na área de trabalho na posição correta.


• Clicar no nome do arquivo criado com o botão direito > Salvar como > exporte como shapefile.

3. Principais ferramentas de Geoprocessamento

Recorte (clip):
• Função: Recorte VETOR x VETOR (shapefiles).
• Para recortar uma feição vetorial com base nos limites de outra, acesse o menu Vetor >
Geoprocessar > Cortar.

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• Na caixa de diálogo seguinte, selecione o shapefile que você deseja recortar na aba Entrar com
camada vetorial. Já na aba Cortar camada, você delimitará aquele shapefile que será utilizado
como limite (com base nele é que você recortará o primeiro).
• Selecione o Local de saída para o arquivo shapefile e clique em OK.
Ex.: Realizar o clip do shapefile de áreas urbanas de Minas Gerais, com base no limite de Belo
Horizonte:

União (merge / union):


• Função: UNIR dois shapefiles em um único.
• O caminho inverso da operação realizada é acionado através do menu Vetor > Geoprocessar >
Unir e permite incorporar arquivos vetoriais de um shapefile a um outro já existente.
• A caixa de diálogo desta ferramenta é bem semelhante à anterior. Na aba Entrar com camada
vetorial, adicione o shapefile a ser incorporado. Na aba Unir à camada, adicione o shapefile a
quem você deseja atribuir a informação do primeiro.
• Selecione o local de saída para o arquivo shapefile e o seu respectivo nome. Clique em OK e as
feições estarão unidas em um só shapefile.
Buffer:
• Função: Gerar um RAIO DE INFLUÊNCIA do seu arquivo.
• Para delimitar a área de influência de alguma feição ou fenômeno representado (buffer),
acesse novamente o menu Vetor > Geoprocessar e então clique em Buffer.
• Selecione o shapefile trabalhado na aba Entrar com camada vetorial e delimite o raio de
influência da feição no campo Distância do buffer.
• Se você habilitar a opção Dissolver resultados do buffer, as áreas de influência que porventura
se sobrepuserem, formarão uma feição contínua, ao invés de diversos raios individuais (quando
com a opção desabilitada).
• Selecione também o Local de saída para o arquivo shapefile e clique em OK.
Ex.: Delimitar o raio de influência dos comércios de quadras de futebol em Belo Horizonte, de
acordo com a teoria da localização (no caso, 100 metros).

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4. Medição de Áreas

• Para realizar o cálculo deve-se utilizar o sistema UTM (ou outro sistema métrico);
• Selecionar o nome do arquivo shapefile de polígono, clique com o botão direito e abra a tabela
de atributos > ligar o modo de edição e criar as colunas de cálculos desejadas.
• Ao criar a coluna: colocar nome, tipo, largura (quantidade de números) e precisão (número de
casas decimais).

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• Para calcular a área de hectares faz-se a divisão da área em Geometria por 1.000 e para calcular
a área em km² divide-se a área por 1.000.000. Para calcular a área em m² não precisa dividir, pois
o sistema UTM é um sistema métrico.

• Feitos os cálculos é hora de salvar a edição e parar a edição.


• Repete-se o processo para cada shapefile/arquivo desejado de acordo com o tipo de vetor.

5. Modelo Digital de Elevação - Teoria

• Modelo contínuo de representação da topografia. É uma imagem composta por pixels e cada
pixel representa um valor de altitude. As áreas com maior altitude possuem a cor branca e as
áreas com menores altitudes possuem a cor preta.
• Os MDE permitem que criemos diversos tipos de análises espaciais: declividade, sombreamento
do relevo, hipsometria, direção de vertentes, curvas de nível, etc.
• SRTM: Projeto da NASA – Resolução espacial 30 m.

6. Modelo Digital de Elevação - Download

• Pesquisar no Google: Earth Explorer - site: https://earthexplorer.usgs.gov/ > criar conta e fazer
login.
• A forma mais fácil é dar um clique no local da área que quer baixar, depois acessar o guia DATA
SETS > DIGITAL ELLEVATION > SRTM > Srtm 1 Arc-Second Global.

7. Modelo Digital de Elevação - Recorte de Imagem

• Abrir o MDT no QGIS e a área máscara (área limite que você irá trabalhar).
• Ir na guia Raster > Extração > Cortador

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• Na guia aberta conferir o arquivo cortado, depois colocar um nome para o novo arquivo salvo e
definir o local de salvamento. Modo Clipping serve para inserir uma máscara (limite) para o
recorte.

8. Modelo Digital de Elevação - Reprojeção

• Adicionar MDE: Acessar o guia Raster > Projeções > Reprojetar.


• Adicionar as informações na nova aba.

9. Modelo Digital de Elevação - Hipsometria

• Hipsometria do Relevo: representação do relevo por meio da simbolização das altitudes com
gradação de cores.
• Acessar as propriedades do MDE: Clicar sobre o nome do arquivo com o botão direito >
Propriedades.
• Clicar em Tipo de Renderização: Colocar a opção: Banda Simples Falsa Cor.

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• Na caixa: Gerar Novo Mapa de Cores e escolher um modelo de cores: vai ser gerada uma
divisão de classes com as cores escolhidas e cada classe representa os valores de altitude (estudar
círculo das cores).
• Cor de Interpolação: Colocar a opção Discreto.
• Se precisar você poderá alterar manualmente o valor da classe.
• Acessar a caixa Carregar valores de min/máx e fazer as alterações: marcar a caixa Mín/Máx e
marcar a caixa de Precisão para opção Real.
• Após isso pedir para Carregar e mandar Classificar novamente.
• Para outras análises altere o número de classes e configurações de acordo com seu objetivo.

10. Modelo Digital de Elevação - Relevo

• Relevo: Iluminação da superfície sob um ângulo de inclinação e azimute específicos, que gera
um sombreamento ao incidir sobre as formas do relevo.
• Acesse Raster > Análise do Terreno > Sombreamento
• Preencha as configurações de Sombreamento como na
imagem abaixo, de acordo com seu objetivo:

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• Outra opção é utilizar a ferramenta Hilshade:

• Preencha as configurações de Hilshade:

• Outra ferramenta que pode ser usada:

• Preencha as configurações de Analytical Hilshade:

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11. Modelo Digital de Elevação - Relevo

• Elaboração do relevo a partir do MDE. Assemelha-se muito ao sombreamento do relevo.


Acessar a guia: Raster > Análise do Terreno > Relevo:
• Configurar as informações de acordo com o seu MDE:

• Realize as configurações necessárias ao seu objetivo:

12. Modelo Digital de Elevação - Declividade

• Declividade: Inclinação da superfície do terreno em relação ao plano horizontal, dada em graus


ou em porcentagem.
• Acessar a guia: Raster > Análise do Terreno >
Declividade:

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• Feito isso você deve acessar as propriedades da camada e ajustar na guia Estilo as
configurações de Mín/Máx para ter o valor real de precisão com os valores mínimos e máximos
(atenção nesse detalhe).

• Outra opção: acessar a guia Processar > Caixa de Ferramentas > Slope:

• Feito isso você deve acessar as propriedades da camada e ajustar na guia Estilo as configurações
de Mín/Máx da mesma forma feita no exemplo anterior.

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13. Modelo Digital de Elevação - Direção de Vertentes

• Direção de vertentes ou Aspecto: A direção da vertente é para


qual ponto cardeal ou colateral a face da vertente está direcionada. É
medida em graus de 0° a 360°, onde cada faixa representa uma
direção (ver imagem).
• Acessar a guia Raster >
Análise do Terreno > Aspecto:
• Colocar o MDE, inserir o
local de salvamento, formato e
fator Z depois dar OK.

• Acessar as propriedades da nova camada gerada e definir os valores de Mín/Máx:

• Aplicar modelo de cores (caso tenha algum) no botão Estilo para melhorar a visualização.

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• Outras ferramentas que podem ser usadas:

14. Modelo Digital de Elevação - Curvas de Nível

• Como gerar curvas de nível automaticamente a partir do MDE. Os pixels da imagem possuem
valores da altitude. O software identifica os pixels com mesmo valor de altitude e traça as
isolinhas.
• Acessar a guia: Raster > Extração > Contorno

• Tomar cuidado com a escala e os valores de curva de nível

15. Instalação de complementos Offline

• Para fazer instalação de complementos offline você precisa de já ter feito o download destes
plugins no site: http://plugins.qgis.org/ ou em outras fontes.
• Acessar a pasta com os arquivos > extrair os arquivos > salvar a pasta dentro da pasta do seu
usuário QGIS: Disco local C:\Users\nomedousuario\.qgis2(ou.qgis)\python\plugins.
• Abrir o QGIS e verificar se o complemento está instalado: Complementos > Gerenciar e Instalar.

16. Tópicos Especiais - Conversão de Arquivos

• Conhecer o sistema de referência do arquivo. Para transformar arquivos CAD em SHP você
precisa mostrar para o QGIS o sistema de referência espacial. O QGIS transforma arquivos no
formato “.dxf” para “.shp”
• Existem algumas formas para realizar a transformação do arquivo, vamos ver duas:

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• 1ª: Com ferramenta: Essa opção pode trazer inconsistências.

• 2ª: Com a opção de salvamento.

• O arquivo gerado será um vetor do tipo LINHA.


• Adicione o arquivo na área de trabalho e o transforme para o tipo área (caso seja um polígono).

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17. Tópicos Especiais - Reprojeção de Vetores

• A reprojeção é a transformação do Sistema de Referência de Coordenadas (SRC) da projeção do


arquivo.
• Clicar com o botão direito no nome do arquivo e escolher a opção Salvar Como.

• Outra opção é usar a caixa de ferramentas:

• Inserir o arquivo de entrada, escolher o local de salvamento e depois escolher o novo sistema
de coordenadas > OK.

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18. Tópicos Especiais - Download de Imagens

• Acesse o site: https://earthexplorer.usgs.gov/


• Existem vários modos para download de imagem. Através de endereço, coordenadas ou
adicionar uma área pré-definida.
• Para baixar através de coordenadas acesse a guia Coordinates e marque no mapa os pontos do
local que deseja realizar o download.
Siga os passos 1 a 4: Dentro de Data Sets (Para baixar Landsat 8):

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19. Tópicos Especiais - Composição de Imagens

• Composição colorida das imagens Landsat 8: Cor verdadeira RGB342.


• Abrir o QGIS e acessar: Raster > Miscelânea > Mosaico...
• Carregar as bandas na ordem de sua composição (veja abaixo) e adicionar o nome do arquivo
que será criado para salvar.

20. Tópicos Especiais - Mosaico de Imagens

• União de imagens. As imagens devem estar com o mesmo sistema de projeção.


• Adicione, no QGIS, as imagens que serão unidas.
• Criar o Mosaico Virtual, pois o arquivo será muito mais leve e o processo será realizado de
forma mais rápida.

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• Depois deverá ser realizada a transformação do arquivo para GeoTiff.
• Siga os passos abaixo:

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