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NOVE

O barroco do Noi;o Mundo

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o s altos ideais do 'Renascimento foram postos à prnva durante uma das mais prolongadas épocas de violência da hist6ria européia: as guerras de . ,i

religião. Entre a Reforma e a paz de Westfália, os ideais e a realidade voltam a se divorciar. A resposta a essa separação é, novamente, de caráter sensual. A Reforma protestante 7xpulsou as imagens das suas igrejas, considerando-as provas de idola,. cria papista. Tal puritanismo, porém, foi transcendido por uma forma extraordinária de compensação sensual, a da música - e, sobretudo, a de Johann Sebastian Bach. A

;

rígida Contra-Reforma cat6lica também teve de fazer concessão à sensualidade. Foi esta a arte do barroco, a exceção demasiada -e dinâmica a um sistema religioso e político que d�sejava ver a si próprio unificado, imóvel e eterno O barroco europeu

transformou-se na arte de uma sociedade cambiante, de mudanças imensas que se agitavam atrás da rígida máscara da ortodoxia. Mas, se isso foi cerco na Europa cat61ica, haveria de .sê-lo ainda,muito mais nas nasc�ntes sociedades do Novo Mun­ do, onde os obstáculos levantados contra a mudançá eram, calvez, ainda maiores do que na Europa. Já insísti em que o descobrimento da América se traduziu, para o Renascimen­ to, no achado de um lugar para a utopia. Rapidamente, porém, canto no Novo Mundo como na Europa, a distância entre os ideais e a realidade só aumentou. O

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paraíso a,mericano logo se converteu num inferno. Os europeus transferiram para a

América os sonhos das suas próprias utopias fracassadas e estas se tornaram pesade­ los, à proporção que o poder colonial se expandiu e que os povo,s indígenas, em vez. de serem Õs benefidá.tios da ucopia, P,assaram a ser as_vícimas,do coloriialismo J despo­ jados das suas crenças andgas e das suas terras hereditárias; forçados a aceicar uma nova civilização e urna nova religião. Enquanto o Renasámemo europeu permanecia sànhando com tUD-i w:opia cristã no N,ovo .Mundo, es.ta foi destroçada pela dura reali­ d.d� c-0looiaüsta, de saque, de escravidão e mesmo de genocídio. Como na Europa,

no e'n,caruo. entre-o ideal e a cejilidade surgju o barroco do Novo Mundo" apressando­

st ªfp.reeoche.ç o 11azio� Nes-se piso, porém, no continente americano, º;e

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ar, o dos conquistados, ou o dos conquistadores?

O barroco do Novo Mundo fez

as essas perguntas, Pois nada exprimiu melhor a nossa ambigüidade

do que essa

da abundância, baseada na necessidade e no desejo: uma arte de proliferações,

nindamcntada

na insegurança, preenchendo rapidamente todos

os vazios

da

nossa

história pessoal e social, depois da conquista, com o que quer que encontrasse

à mão;

uma arte do paradoxo: da pujança, ch·egando praticamente a se afogar na sua própria

fecundidade, e também dós que nada tinham, dos mendigos sentados nos átrios das

igrejas,

e

dos camponeses

que iam

à

mesma igreja para

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seu paélroeiro. Ó barrÕco é uma a

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nossa

identidade em

udança.

Uma arte dominada pelo fato singular e conside--

vel de que a nova cultura americana se encontrava compreendida

entre o mundo

indígena destruído e um novo universo,

canco europeu como americano.

No bairro indígena de Pocosí, a grande capital da mineração,

lenda diz que viveu, um dia, um índio órfão proveniente

das baixas

no Alto Peru, a terras tropicais

do chaco. O mito deu a essa criança o nome de José Kondori e,

em Potosí, apre[)deu

a trabalhar a madeira, as artes do estofamento

.

e da carpintaria. Por volta de 1728

,

esse

arquiteto

índio

autodidata estava construindo as magníficas igrejas

de Potosí,

sem dúvida a mais brilhante ilustração sobre

o que significa o barroco

na América

Latina.

Pois,

entre os anjos e videiras da fachada de San Lorenzo,

aparece

uma

princesa incaica,

com todos

os

símbolos

de sua cultura

derrotada

reanimados

por

wna

nova promessa de vida. A meia-lua indígena

inquieta a tradicional serenidade

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a d a re a nim a dos por wna nova promess a de vida. A

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nq11istar o interior do continente.

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J nei o contra os franceses. Os

negros foram essenciais à conquis

Também se rebelaran1.

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des nvolvimento do Brasil.

Uma das primeiras reb liã s d

ser :vos ceve lugar no início do século XVII,

no México, onde o chefe n extensão da costa do golfo do revolta finalmente ser sufoGad

rebelde Yn.nga conseguiu ocupac uma grande xico, obrigando o vice-rei a renunciar, antes de a pelas armas. Mas se permitiu, aos escravos derrota­

ro

dos, fundar o povoado de a Lorenio de los Negros, em Veracruz. A Venezuela foi cenário de diversas revoltas negras durante o século XVIII, e que culminaram com a rebelião de Coro, em 1795. Esse levante, combinado com a revolução da indepen­ dência no Haiti e a criação, nessa ilha, de um império negro, suscitou um verdadeiro

terror contra os ·•pardos·· nas classes altas da Venezuela, durante as posteriores guer­

ras de independência. Além disso, durante a rebelião de Manuel Espinosa, na própria Caracas, os negros não apenas exigiram plenos direitos como o emprego das suas antigas senhoras brancas como cozinl1.eiras e lavadeiras. Muitas vezes, os rebeldes simplesmente desapareceram no intecior, fundando aglomerações cQ,itP.�das quilombos. Um deles, em Palmares, do estado de Alagoas,

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,,,_O_, Brasil, atravessou o século XVII. Seus vinte mil habitantes o converteram num

iill40 africano no coração da América do Sul, com suas próprias

tradições de

ori­

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no

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dos índios,

poré1n,

foi no encontro

com

os

europeus

que os

&e tornaram habitantes do Novo Mundo, integrados numa cultura mestiça. ··--- s escravos tinham de adaptar sua língua, com protéica agilidade, à rápida . se queriam compreendet e ser compreendidos pelos capatazes ou iloU.alhadores, na maior parte negros mas de diferentes regiões da �JM sna,s novas mulheres. Que língua os filhos deveriam N.l r.;: · = ElikM ó.reteceram a suas populações negras�

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Assim, do mesmo modo \ _ ºº �xi,co i Tooaaoic,� · Cu.ba ope, ,C!JD a &,

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se traosfor.tÍlO � �a virgem morena deusa africana do mar, feman já, se . cransformo ·u

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deusa africana do mar, feman já, se . cransformo ·u em. a, 5-õom d e Rrght.

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do mar, feman já, se . cransformo ·u em. a, 5-õom d e Rrght. pad�oeíra dos

de Rrght. pad�oeíra dos marinheiros e especialmente do porco de

eo,j1saoro Ogum, divindade ·africana dos ferreiros, se rr·ansformou em são

·africana dos ferreiros, se rr·ansformou em são • � · · · , a CJlleo1 foiau1

· · ·, a CJlleo1 foiau1 dadas as chaves de fe.cro do paraíso�

d a d as as chaves de fe.cro do paraíso� · Uma aasic�ilsção sinctéric� ainda mais

· Uma aasic�ilsção sinctéric� ainda mais notável é a de santa Bárbar.a, a mácrir

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cor�� pata ser afastada dos seus pret.endentes. Aí, como na

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ser afastada dos seus pret.endentes. Aí, como na As ' ta �al de Calde,ó� sane� Búb.i.ca

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ta �al de Calde,ó� sane� Búb.i.ca sonheu. Convercen-se ao · cristianismo

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romao• deram a seu pai a ordem de assassiná-la. Assim fez ele.,. para ser

a ordem de assassiná-la. Assim fez ele.,. para ser · pox ':1111 raio, Tão bela� sem
a ordem de assassiná-la. Assim fez ele.,. para ser · pox ':1111 raio, Tão bela� sem
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pox ':1111 raio, Tão bela� sem dúvida, quan·to um quadro de Zurbarán)

bela� sem dúvida, quan·to um quadro de Zurbarán) · o.a � , q11apto 11rB pe.csi>JJ�gem de

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de Calderóo, santa Bárbara foi assimilada à - í.ii , jftó , ra a h#oa como

- í.ii, jftó,raah#oa como Xangô, deus da guer,ra, porque·

na Europa cristã sanca

deus da guer,ra, porque· na Europa cristã s a n c a u, t rre.c a

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caios, e,m padroeira dos artilheiros · � 1 íi o e .i . sua são ·

e .i

.sua são ·parte do contínuo da cultttta afro-americana, acres­

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j a mó ica negra autorizou um citmo prjvado, al1tônom.o, do -.,.ince ou ele quem dança, em vez de sujeit�-lo a um

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tanto os

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Amé

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Amazonas até o Mississípi, através das

estendeu do Orinoco e do

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da líng

esse

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pelo

fato

político

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da in-

negros confluiriam

nar mais poderosa corrente pela justiça que o Novo Mundo conheceu. Além disso, o das Américas acabou por compreender que o destino da cultura afro-americana

resto

seria

e por isso se mostrava mais difí-

o denominador comu1n da qualidade da justiça em todo o continente. Ela teria

A cultura afro-americana seria também

o testemunho

mais clamoroso

-""'· -·

iça nas Américas.

Os feitos, o trabalho, as leis

e a língua dos

de ser

adquirida em profundidade, não na aparência,

cil de alcançar.

escreve

com êxtase

nos diz o poeta negro da Martinica, Aimé Césaire, quaqdo

a qualidade da cultura afro-americana vem de um povo "que se entrega

É o que

que

as

e palpita com a própria palpitação do mundo". Todavia, também para defen­

à essência de todas

as coisas,

está possuído pelo movimento de todas

coisas

der essas

dos

qualidades por meio do exercício da justiça, a cultura negra produziu alguns

cérebros jurídicos, políticos e parlamentares do Novo Mundo.

mais preclaros

mento

P orque nenhuma das culturas do Novo Mundo nasceu no meio de tanto sofri­

e dor como a dos homens, mulheres a meninos negros que chegaram ao Novo

Mundo nos

navios negreiros.

Ainda

antes

de serem

embarcados,

muitos tentavam

suicidar-se.

Uma

vez a

bordo,

eram despidos,

marcados a

ferro

no peito

e aco

rentados em parelhas.

na profundeza dos poes, empacotados como sardinhas e sem qual­

quer .cuidado sanitário. A asfixia, a loucura, e até o estrangulamento de alguns a fim

de criar mais e�paso

u�a sepultura,

Sendo vendidos por jarda, viajavam

capturados

no espaço de

respirável foram fatos comuns, assim como os motins, embora

fracassado.

g o,

escreveu

em que relata o fato real de um motim que teve êxi­

Prosper Merimée1

o

autor de

Carmen,

·,'I

geral, tenl1am

-,.

estes,

em

romance chamado Taman

bordo de um navio negreiro.

Os rebeldes, no entanto,

não souberam manobrar

g.ran.des mooumencos do Novo Mundo: o barroco brasileiro - a fr o - l u

g.ran.des mooumencos do Novo Mundo: o barroco brasileiro - afro-lusitano - de Mfoas Geraia, a .Jll1lU opulenta. região de extr: a ção do ou.ro no século XVIII. .A.11, o mulato .AJeijadfobo criou uma obra considerada por muitos a cu.lm.i-

niacia do barroco lacino

Aleijadinho era filho de uma escrava negra e de

um arquiteto porruguas, mas tanto os seus pais como o mundo a seu edor o aban­ donaram O jovem era leproso. Dessa maneira, em vez de à sociedade dos homens e das mulhei:es, ele se uniu a. uma sociedade barroca, feita de pedra. As doze estátuas dos profetas esculpidas por A.leljadinho na escada que conduz à igreja de Coogonhas d� Campo evitam a si.merda da. escultura clássica. Como as figur a s italianas de 13er­

americano.

nini (mas a cão colossal distância delas, geograficamente!), estas são estátuas em m vimento, tcidimensiooaís, que descem a escada em direção ªº� -s.sr; crador: estátuas rebeldes, retorcidas na sua angústia mítica e sua raiva humana. · · ., O caráter circular do barroco, que exige pontos de vista determinados pelo deslocamento e pela recusa de dar a nada e ninguém uma visão privile�iada; sua afir­ mação da mudança permanente; seu conflito entre o mundo ordenado, de poucos, e o mundo desordenado, da maioria, tudo isso foi consagrado por esse arquiteto mula­ to na igreja de; Nos.sa Seahorà do Pilar, em Ouro Preto, a grande capitál mine-ira do Brasil colonial. A parte externa da igreja é um retângulo perfeito; dentro dela, porém, tudo é curva, polígono, formas ovóides, como o orbe de Colombo, o ovo do descobridor. O mundo é redondo e pode ser visto desses múltiplos pontos de visra� A visão do Aleijadinho se soma, assim, à dos artistas ibéricos e do Novo Mundo indo-americano. Em Congonhas e Ouro Preto, nossos olhos se reúnem, e nossos cor- . pos estão de novo completos. Paradoxalmente, essa reunião é levada.a cabo por um homem isolado, um jovem leproso que, ao que se dizia, só trabalhava de noite, quan­ do não podia ser visto. Mas, do Br:asil, já não se disse que o país cresce de noite, eoquanro, os brasileiros dormem? Trabalhando de noite, rodeado pelo sono, talvez o Aleijadinho dê um corpo ao sonho dos seus contemporâneos. Mas não tinha outra maneira de se dirigfr a eles, exceto mediante o silêncio da pedra. À medida que adquiriu uma forma própria, essa nova cultura do barroco americano, essa nova cultura indo-afro-ibérica, precisou de wna voz e a encontrou no .maior poeta da América colonial.

".MINH'ALMA ESTA DIVIDIDA"

N l ogtim poéüa pc:ever que,

de um , convento no mundo enclausurado - e de

dom.inação .mascµl.iQa - do México colonial, h�veria de se ouvir ucna voz de a:w!her,

-de Ereira 1 que se «.aQ$formacla num dos grandes poetas barrocos do século XVII e, na opiníJo de muitos" num dos grandes poetas de todos os tempos. Nascida Juana de Asbaje, no México central, em 1648, foi provavelmente filha iThgícima. Aos �ete anos de idacle� rogou à mãe qt1e a deixasse vesrir-se como tneníol), para poder estudar na universidade. Sua brilhante inte l igência levou-a à

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do vice-reino,

ainda

universitários

de todas as coisas sob o sol, do Jacim às maremáticas. Juana

adolescente.

Ali

assombrou

os professores

corte

seu conhecimento

com o

intelectual

que parecia saber tudo,

apesar da (ou,

talvez;} graças a) discân­

religioso em que lhe coube

era uma

�ia, do isolamento e das

restrições do mundo político e

Alcançou

o louvor

e a fama�

embora bem

depressa se

tenha dado conra das

mundo político e Alcançou o louvor e a fama� embora bem depressa se tenha dado conra
mundo político e Alcançou o louvor e a fama� embora bem depressa se tenha dado conra

Congonhas do Campo, Brasil

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·M�xi�o

çolo[}ial.

Não só

teve

de

enfrentat

n

�' ,p'.os\lçlio

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sú�

ló.� -

.ht vigilântia edesiást.ida, co,mo

ÜlJtOt1,

assir):i,

pôr eCl'ttat

a consumição do seu tempo

. pa.ra

a Igrej a,

esp_erando,

do seu tempo . pa.ra a Igrej a , esp _ e rand o, e a

e a

�t-,. ' àm.eà. i'

_ e rand o, e a �t -,. ' àm.eà � . i ' . .

.

.

. se�â:ffça.

quem

s,e, nconttar r�o na mesma J.nsticuição qu.e um dia podria atacá-la. Contudo, sua çe\a n.o cp1;1vent(tde Sll0. Jeténimp, por algum tempo, afastou codos os perigos,

. Jua,0111·re;litúu all .rruus de):J:1111.tir o. m.11: livt:aS; sCús pap'éls , suas penas, sua cinta, e lns-

'

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·

tn.tµlentl.Qs mutt®s

.hli, no mundo da

i:elíSJ(o e d� lethlS, qQ-e , uniram por um instante no tempo, ficou cOnhecida como

Bodià en$o escrever sob.te todas as coisas sob o sol, desenvol�

.

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1ead(l,; .'ctmi.J?,:ra?:'er e �!it:1pliµ>p., sua imaginação e sabedoria

'ff

1t

'

sÕ(or(J1Ul]lt. Itté� de la .

.

que ninguém- era mais ,silencioso, oa sociedade coloni al, do que as

. ' . mullíi'CS; ca:lve-z só uqia .mulher tenha podido dar voz a essa sociedade, sem deixar de

acpiiliit, lQodarnente, as divisões da sua cabeça e do seu coração: "Bn doJ partes dividi-

:� Uma vez

i

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.

.do J.f,ngo d afma .m confaii6n: I una 1 !Stlava a La pasión, / y otra, a La rt1Z8n.!t,zedida'' ("En1

.

.

·

-duas ;pa.tt�s·dividlda / t;l:iago a alma em confusão: / uma, esq.ava da pao(ão, / a outra,

' '

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s

· a n:z,ao �met�:_a ·· 1 ·

'

Paixã�? Raiz.ão? Bs.ctllvldã.o? Onde estavam, então, a certeza, a fé, a cea acei-

.

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· ·

fé, a c e � a a c e i - . ' . · ·

· .t�ã.o do's }ll'.OCeii;os rdlgiosos, não os da razão, e muito menos os da paixão? Quem er�, afinal d� ç ontas., · essa monj-a presQnçosa, admirada na Europa 1 amiga íntima e

.

'

t�lv� Ul'tlljllJ.llheii;a sexual da vice-rainha, presidindo . uma corte pessoal a partir de s·ua cel� . e adml tindo ·que t\ p �e�O em qµerer ·e ser querida''?

.

�e�O em qµerer · e ser querida''? . · No · f 1.01 1 sua tt.la

·

No· f1.01 1 sua tt.la monástica nio foi cipaz de protegê-la contra a autoridade,

{A,��UÍJ,Oa. e rigidamente ortod�1<, personificada pelo seu perseguidor, o arcebispo

.

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·M.!�'j::Q;, �ar y Seixas. Aos ,qu�renta anos de idade, foi privada de sua bibllo-

'

reea� M!�,i�'s�ehcos rn:usicaís, .suas pe�s e tinteiros. Atirada ao silêncio nova- _meote., .mo.r·i : eu ,aos 43 anos, em 1695. ·

\�

.

Todavia� d,�rotou osS que a silenciaram. Sua poesia ba rroca teve, para s.erop re,

a ca�ciihde de abraçar as formas e pálav.ras da puj aa do Novo Mundo., seus na�os

·

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;.JS-1,;

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1 sua flora e fau

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novag�gr:afta

nunca antes v�s ros por ollios europeus.

mais do q\ll.e um produto

.

da_ ce rra:

a,

pro_pda se

pe.c�ntou. $e isua poe$la nao

era

,.� m .

."'gft:às i11fasio1'�S J de tos fnilios herbolario.r / de mi Patria, entre mis letras/ á{. hei:hi�o

.

1 (''Que mágicas infusões / de alguns ínclios-ervanários / da Pátria, entre

_

BÍBLIA

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/ d a P á t r i a , entre _ • BÍBLIA ' Jk.r,,([!!J4f/oit

Jk.r,,([!!J4f/oitf�

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adorava comar chocolate, mas na Europ a, a p.nno-

· O únpe.tador Mo,;i.tezuma

. ·,,

t� ·---um.ão�

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Mo,;i.tezuma . ·,, t� · - - - � um.ão� · · no l' lo, amc'.tlcanos

no

l' lo, amc'.tlcanos, Depois de 1492, a. floi:a e a fauna migi:aram cm abundância de um àontl,uuu;e pua o outro, às vezes com o mesmo sencio de alheamearo que acolheu

início,

pcodutos

hoje

comuns co.mo

os

com.ares, o

chocolace.

Temeu-se. na

hoje comuns co.mo os com.ares, o chocolace. Temeu-se. na Eu.topa, que o tomate fosse venenoso, sendo

Eu.topa, que o

tomate fosse

venenoso, sendo só mais carde descobertas as suas deli-

cíç,sas virtudes. A

palavra vem do 8.$teca .ximmatl, mas foram provavelmente

os iral-

.h1.nos que

lhe deram

seu aom.e

mais bonito:

pof!l()áoro,

.maçã dourada, fruto de

our.o,

com sua iL'lsiuu.açio

de pac�íso, ou canco de prazer como de pecado, se é

que

os. dois

podem

império

O

x()colatl,

produto

sepatar•se.

chocolate,

é

outra

alavra e

asteca.

o

Montezuma,

e:ra ao mesmo cempo precioso e abundante,

sendo usado, as

v�,�s, na circulação monetária.

.

,

pít>; consideraram-no

demasiadamente amargo para a

maior

parte dos p

ala d ares. No

encanto, as senhoras de Espanha quase enlouqueceram ao o::p �encá-lo

e, final­

mente

.

'

luís v,y

'

casado com uma i