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Governador do Estado do Maranhão Flávio Dino de Castro e Costa Reitor da Uema Prof.

Governador do Estado do Maranhão Flávio Dino de Castro e Costa

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Proibida a reprodução desta publicação, no todo ou em parte, sem a prévia autorização desta instituição.

Costa Neto, Raimundo João Matos.

Flauta Doce na Educação Musical [livro eletrônico] / Raimundo João Matos Costa Neto. – São Luís: UEMAnet, 2017.

il.; ePUB.

31 p.

1. Música. 2. Ensino. 3. Prática instrumental. 4. Flauta doce. I. Título

CDU: 780.641.1:37

il.; ePUB. 31 p. 1. Música. 2. Ensino. 3. Prática instrumental. 4. Flauta doce. I. Título
il.; ePUB. 31 p. 1. Música. 2. Ensino. 3. Prática instrumental. 4. Flauta doce. I. Título
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e
APRESENTAÇÃO 1 1.1 1.2 1.3 1.4 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE Aspectos históricos e

APRESENTAÇÃO

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1.4

APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE

Aspectos históricos e funções da Flauta doce

Funções da flauta doce

Técnica básica

Notas musicais na partitura

2

2.1

2.2

2.3

ESCALAS, ACORDES E MELODIAS

Escalas

Acordes

Melodias populares

3

3.1

PARA TOCAR E REFLETIR

Melodias com notas alteradas

APRESENTAÇÃO Prezado estudante! B em- vindo ao curso de Licenciatura em Música! Vamos iniciar nossos
APRESENTAÇÃO Prezado estudante! B em- vindo ao curso de Licenciatura em Música! Vamos iniciar nossos

APRESENTAÇÃO

Prezado estudante!

B

em- vindo ao curso de Licenciatura em Música! Vamos iniciar nossos estudos musicais?!

A Flauta Doce na Educação Musical é a primeira disciplina prática do curso. Iremos aprender a tocar e ensinar o instrumento flauta doce.

Apesar da flauta doce ser um instrumento de fácil emissão sonora, são necessários estudos diários para conseguir tocá-la com domínio técnico. Em relação ao ensino é fundamental conhecer as técnicas básicas de execução, os aspectos históricos sobre a flauta doce e os métodos utilizados para a iniciação musical.

Este e-Book foi criado com a finalidade de auxiliá-lo no processo de aprendizagem da flauta doce, podendo ser também utilizado como referência relacionada à metodologia de ensino desse instrumento.

A disciplina será apresentada em três Unidades, nas quais constam os objetivos de cada uma, os conteúdos, exercícios práticos, melodias fáceis para o aprendizado e recomendações de links para leituras sobre performance e ensino da flauta doce, e também, destinados à apreciação musical.

Espero sua dedicação nos estudos da flauta doce, para que os objetivos dessa disciplina sejam cumpridos com sucesso!

Bons estudos!

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111111 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE OBJETIVOS Executar a flauta doce soprano utilizando a
111111 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE OBJETIVOS Executar a flauta doce soprano utilizando a
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111111 APRENDENDO A TOCAR A FLAUTA DOCE
111111 APRENDENDO A TOCAR A
FLAUTA DOCE

OBJETIVOS

Executar a flauta doce soprano utilizando a técnica básica;

Conhecer as notas musicais da primeira oitava;

Reconhecer e ler as notas na partitura.

1.1 Aspectos históricos e funções da Flauta doce

Figura 1 - Flauta de osso encontrada na China

Aperte sob a imagem e saiba um pouco mais sobre essa descoberta.
Aperte sob a imagem e saiba um pouco
mais sobre essa descoberta.

Fonte: http://www.asiacomentada.com.br/2011/09/reliquias-chinesas-de-sua-cultura-milenar

Sem dúvidas a flauta é um dos instrumentos mais antigos registrados pelo homem. Há exemplares que remontam à Pré-história. Temos como exemplo, a flauta da imagem acima, que é uma das 10 flautas feitas de ossos de animais encontradas em estudos arqueológicos na China. Segundo os pesquisadores esse instrumento é datado de aproximadamente 6.000 a.C. (YOKOTA, 2017). Do Egito Antigo à América pré-colombiana, grande parte dos povos tinham a flauta como instrumento relevante nas sociedades, visto que, é comum o aparecimento de flautas em pinturas e esculturas antigas que relatam festas e/ou ritos. Esses instrumentos eram construídos

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de vários materiais como: bambu, ossos, argila, marfim etc. Grande parte das flautas antigas encontradas
de vários materiais como: bambu, ossos, argila, marfim etc. Grande parte das flautas antigas encontradas

de vários materiais como: bambu, ossos, argila, marfim etc. Grande parte das flautas antigas encontradas apresentam aspectos da flauta doce em sua estrutura, com diferenças relativas à variedade do número de orifícios (PAOLIELLO, 2007, p. 5). Sendo assim, fica quase impossível determinar as origens da flauta, já que exemplares antigos desse instrumento foram encontrados em diversas civilizações do planeta.

1.1.1 Breve História da flauta doce

Figura 2 - Flauta doce de Dordrecht Fonte: https://mariacarolinamusica.wordpress.com/2012/06/22/a- historia-da-flauta/
Figura 2 - Flauta doce de Dordrecht
Fonte: https://mariacarolinamusica.wordpress.com/2012/06/22/a-
historia-da-flauta/

Provavelmente, a flauta doce foi um instrumento desenvolvido “gradualmente a partir de instrumentos folclóricos da família dos sopros” (HUNT apud PAOLIELLO, 2007, p. 6). Dentre esses instrumentos chamados de folclóricos, ou antigos, estavam as flautas de bloco. Essas flautas possuíam seis furos e foram muito utilizadas nos séculos XII e XIII. A flauta doce de Dordrecht (imagem) é um dos exemplares mais antigos da flauta doce atual. Já com oito furos essa flauta remonta a meados do séc. XIII. No período Renascentista (entre os séculos XV e XVI) a flauta doce, chamada nessa época de “flauta da renascença”, chega às cortes europeias. É nesse período que começam a ser criados os primeiros métodos de estudo para a flauta doce (PAOLIELLO, 2007, p. 7). Já no período Barroco (entre os séculos XVII e XVIII), a flauta doce chega a seu apogeu como instrumento solista e grandes compositores compuseram peças para esse instrumento, como:

Bach, Handel, Telemann, Vivaldi etc. Durante o século XVII a flauta doce foi redesenhada e deixou de ser feita em uma ou duas partes, passando a possuir três partes, “o que permitiu fazê-la de uma forma mais acurada. Foi feita uma furação mais precisa do que a anterior e tinha assim uma escala cromática precisa de duas oitavas” (LANDER apud PAOLIELLO, 2007, p.10).Essas mudanças foram desenvolvidas na França pela família Hoteterre e propiciaram uma padronização na construção da flauta doce. No entanto, em meados do séc. XVIII com o surgimento da flauta transversa e a criação da orquestra clássica, que exigia instrumentos com maior possibilidade de dinâmica, a flauta doce “desaparece” das salas de concerto.

Somente no final do séc. XIX e início do séc. XX a flauta doce volta ao cenário musical. A partir de pesquisas realizadas em museus e pelo interesse em resgatar instrumentos antigos, a flauta doce ressurge nas salas de concertos e festivais de músicas. Na década de 1930, a flauta doce começa a ser utilizada como ferramenta de iniciação musical, sendo o inglês Edgar Hunt um dos professores pioneiros a empregar esse instrumento no ensino de música nas escolas. Segundo Paoliello (2007), Hunt “ensinava clarinete e flauta transversa, e decidiu utilizar a flauta doce organizando conjuntos com o instrumento entre crianças cujos pais não poderiam custear

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os outros (instrumentos), muito mais caros” (PAOLIELLO, 2007, p. 28, grifo meu). Geralmente, os grupos
os outros (instrumentos), muito mais caros” (PAOLIELLO, 2007, p. 28, grifo meu). Geralmente, os grupos

os outros (instrumentos), muito mais caros” (PAOLIELLO, 2007, p. 28, grifo meu). Geralmente, os grupos são

formados com quatro flautas integrantes da família da flauta doce, são elas: a soprano, a contralto(alto), a tenor e a baixo. Essas flautas possuem diferentes afinações, sendo as flautas soprano e tenor afinadas e Dó

e as flautas contralto e baixo afinadas em Fá. No entanto, essa família apresenta outras integrantes, como: a sopranino e a contrabaixo. Parte da família da flauta doce está ilustrada na Figura 3, a seguir.

Figura 3 - A flauta doce e sua família

sopranino soprano contralto (alto) tenor baixo contrabaixo contrabaixo Aperte sob a imagem
sopranino
soprano
contralto (alto)
tenor
baixo
contrabaixo
contrabaixo
Aperte sob a imagem

Fonte: http://www.ciframelodica.com.br/flautadoce/

É interessante esclarecer que o contexto histórico abordado nesse material se refere à música ocidental, sendo

assim, o mesmo não contempla aspectos históricos da música oriental.

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1.2 F unções da flauta doce Vimos, anteriormente, que a flauta doce exerceu duas funções

1.2 Funções da flauta doce

1.2 F unções da flauta doce Vimos, anteriormente, que a flauta doce exerceu duas funções distintas,

Vimos, anteriormente, que a flauta doce exerceu duas funções distintas, a artística e a de iniciação musical. A primeira função está relacionada à performance com o instrumento em diversas formações e estilos musicais. Na segunda função, a flauta doce é utilizada como ferramenta de iniciação musical. Para Paoliello, "a utilização da flauta doce nas aulas de iniciação musical pode ser muito eficiente quando bem orientada”, ou seja, é necessário que o professor/tutor esteja ciente dos aspectos históricos e sociais que envolvem as duas funções que a flauta doce exerce e deve apresentar um domínio técnico considerável na execução do instrumento (PAOLIELLO, 2007, p. 32). A má orientação na iniciação musical pode causar vícios relacionados à digitação da notas e postura corporal, além de boa parte dos professores desorientados considerarem a flauta doce como um instrumento “trampolim" para os instrumentos de sopros mais “audíveis”, como a flauta transversal, saxofone, clarinete etc.

A utilização de flautas Germânicas e instrumentos de qualidade duvidosa também são fatores que influenciam

no desenvolvimento do aluno. As flautas doces do modelo Germânica possuem o dedilhado diferente na quarta nota, o que ocasionou a desafinação de outras notas no instrumento e a dificuldade em executar alguns dedilhados da segunda oitava. Os instrumentos de má qualidade usualmente são desafinados, pois o material de fabricação das flautas influencia diretamente na estrutura e afinação das notas.

Para se utilizar a flauta doce como ferramenta de ensino musical é preciso adquirir conhecimentos técnicos, teóricos e artísticos, que envolvem técnicas de execução do instrumento, aspectos históricos, formação e execução de repertório próprio para o instrumento. Dessa forma, observa-se que há uma inter-relação entre as duas funções, artística e de iniciação musical, da flauta doce.

1.3 Técnica básica

Define-se como técnica básica da flauta doce o conjunto de procedimentos práticos para uma execução

correta desse instrumento. Tais procedimentos estão relacionadas com: a postura corporal, posição dos dedos

e das mãos, respiração adequada, o “jeito” de soprar e afinação do instrumento. Veremos, a seguir, algumas definições e dicas sobre como utilizá-los na aprendizagem da flauta doce.

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1.3.1 Respiração Só ouvimos o som da flauta quando o ar é pressionado para dentro

1.3.1 Respiração

1.3.1 Respiração Só ouvimos o som da flauta quando o ar é pressionado para dentro do

Só ouvimos o som da flauta quando o ar é pressionado para dentro do instrumento através do orifício existente na parte superior da flauta (cabeça). O ar passa pelo instrumento emitindo as notas de acordo com o tamanho da coluna de ar, que varia com o tampar e abrir dos orifícios no corpo da flauta. Uma boa emissão sonora está diretamente ligada ao controle e sustentação dessa coluna de ar, ou seja, para conseguir tocar com nitidez, afinação e coerência as frases melódicas existentes nas músicas, em estudos e no improviso é necessário que

o flautista respire de forma adequada.

A respiração adequada está relacionada à capacidade pulmonar e ao controle da entrada e saída de ar dos pulmões (ARAÚJO, 2000). A inspiração deve ser pela boca, pois dessa forma conseguimos absorver uma quantidade maior de ar em menos tempo. Já na expiração, deve-se controlar a pressão e direção da coluna de ar, pois a intensidade do sopro e a posição da coluna de ar são responsáveis pela altura da nota (volume

e tessitura) e afinação. Um exercício bastante utilizado para o controle da respiração é inspirar o máximo de

ar que conseguir (para um melhor aproveitamento da capacidade pulmonar preencha com ar primeiramente a parte da base dos pulmões, perto da barriga, em seguida preencha a parte do peitoral e por último, a parte superior, perto da garganta), e expire sustentando uniformemente a pressão da coluna de ar contra os dentes cerrados, fazendo o som de Ssssss, até o ar se esgotar dos pulmões.

As respirações são indicadas por vírgulas na partitura, geralmente ao final da frase musical.

Saiba mais sobre respiração na videoaula apresentada no site Aprenda Música - Aprenda Flauta Doce - Básico - Respiração.

Acesse o link: www.youtube.com/watch?v=AzEDRaOwa58

1.3.2 Postura corporal

Para conseguir uma respiração controlada e uma boa execução na flauta doce é preciso que o flautista

mantenha o corpo ereto, os ombros relaxados e a cabeça centralizada, ou seja, com o olhar direcionado

para o horizonte, dessa forma, a posição da flauta fará aproximadamente um ângulo de 45° em relação ao

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chão (FRANK, 1982, p. 4). Se for tocar em pé, você deve afastar um pouco
chão (FRANK, 1982, p. 4). Se for tocar em pé, você deve afastar um pouco

chão (FRANK, 1982, p. 4). Se for tocar em pé, você deve afastar um pouco os pés recuando levemente o pé direito para trás e para tocar sentado é necessário que mantenha os pés no chão e sente um pouco afastado do encosto da cadeira, para que sua coluna se mantenha ereta.

1.3.3 Digitação

A digitação na flauta doce está relacionada às posições dos dedos para cada nota musical e a combinação dos movimentos de fechar e abrir os orifícios do corpo do instrumento (CUERVO, 2009, p.146). Veremos nesta Unidade as primeiras posições das notas na flauta. É importante tomar cuidado com a posição das mãos, lembrando que a mão esquerda fica na parte “de cima” do instrumento, com o polegar fechando o orifício da parte “de trás”, sendo assim, a mão direita ficará na parte inferior da flauta.

1.3.4 Articulação

Articular os sons na flauta é destacar cada nota musical a partir de um ataque (golpe) de língua. As articulações mais utilizadas na flauta são as sílabas DU e TU, sendo a primeira mais branda e a segunda com mais contundente.

1.3.5 Afinação

A afinação da flauta doce está relacionada a fatores como: a qualidade do instrumento, geralmente as flautas de baixa qualidade são desafinadas; a temperatura ambiente, a variação de temperatura influencia na afinação; exercitar a afinação, afinando os intervalos entre as notas; e a manutenção do instrumento, limpeza e cuidados com a integridade da flauta (FRANK, 1982, p. 13). Veremos alguns exercícios que auxiliarão no estudo da afinação como estudos de escalas e o “peixinho”.

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1.4 Notas musicais na partitura Já conhecemos a técnica básica para a execução da flauta

1.4 Notas musicais na partitura

1.4 Notas musicais na partitura Já conhecemos a técnica básica para a execução da flauta doce,

Já conhecemos a técnica básica para a execução da flauta doce, agora iremos praticar! Não esqueça de adquirir uma flauta doce de qualidade razoável e no estilo Barroco. Geralmente, indico os instrumentos da marca Yamaha, por conta da qualidade e afinação. Vamos começar?!

Tocaremos inicialmente as notas pertencentes à escala de Dó maior na primeira oitava, com exceção da nota ré da segunda oitava, que será apresentada para facilitar os estudos melódicos. Usualmente, a emissão das notas das regiões grave e aguda desse instrumento exige um pouco mais de prática, por esse motivo tocaremos a princípio notas pertencentes à região média, que se inicia na nota Sol.

As notas serão apresentadas gradativamente e, em forma de exercícios melódicos.

1.4.1 SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ (segunda oitava)*

- SOL

- LÁ

melódicos. 1.4.1 SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ (segunda oitava)* - SOL -
melódicos. 1.4.1 SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ (segunda oitava)* - SOL -
melódicos. 1.4.1 SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ (segunda oitava)* - SOL -
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- RÉ (segunda oitava)

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Exercícios melódicos Licenciatura em Música | 13

Exercícios melódicos

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1.4.2 FÁ – MI – RÉ – DÓ * - FÁ - RÉ - MI
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1.4.3 “Peixinho” 1.4.4 Notas alteradas na primeira oitava* As alterações, também chamadas de acidentes, são

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1.4.3 “Peixinho” 1.4.4 Notas alteradas na primeira oitava* As alterações, também chamadas de acidentes, são
1.4.3 “Peixinho” 1.4.4 Notas alteradas na primeira oitava* As alterações, também chamadas de acidentes, são

1.4.4 Notas alteradas na primeira oitava*

As alterações, também chamadas de acidentes, são símbolos que indicam o acréscimo ou diminuição de um semitom em relação à nota em evidência. Se for acrescido de um semitom, a nota recebe o símbolo # que representa o sustenido, e se for diminuído um semitom, a nota recebe o símbolo b que representa o bemol. Como exemplo, temos o Dó sustenido- C# e/ou o Ré bemol- Db.

- Dó# (C#) ou Réb (Db)

bemol. Como exemplo, temos o Dó sustenido- C# e/ou o Ré bemol- Db. - Dó# (C#)
bemol. Como exemplo, temos o Dó sustenido- C# e/ou o Ré bemol- Db. - Dó# (C#)

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- Ré# (D#) ou Mib (Eb) - Fá# (F#) ou Solb (Gb) Licenciatura em Música

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- Sol# (G#) ou Láb (Ab) - Lá# (A#) ou Sib (Bb) Licenciatura em Música

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Exercícios melódicos

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QUESTÃO PARA TOCAR E REFLETIR 1 Como vimos no início da Unidade é essencial que

QUESTÃO PARA TOCAR E REFLETIR

QUESTÃO PARA TOCAR E REFLETIR 1 Como vimos no início da Unidade é essencial que você

1 Como vimos no início da Unidade é essencial que você conheça a técnica básica para a execução da flauta doce. Sendo assim, essa atividade propõe que você esclareça a importância de cada técnica estudada e, em seguida, execute a melodia abaixo seguindo a técnica básica:

execute a melodia abaixo seguindo a técnica básica: RESUMO Nessa Unidade, iniciamos os nossos estudos musicais

RESUMO

Nessa Unidade, iniciamos os nossos estudos musicais na flauta doce. Conhecemos a técnica básica para a execução do instrumento, que envolve a respiração, postura corporal, digitação, articulação e afinação, e começamos a tocar as primeiras notas na flauta doce. A partir dos exercícios melódicos propostos praticamos as notas em ritmos variados (semibreve, mínima, semimínima e colcheia) e desenvolvemos o aprendizado relativo à leitura musical com a flauta doce.

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REFERÊNCIAS Aprenda Música - Aprenda Flauta Doce - Básico - Respiração. Disponível em: < www.youtube.com/

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS Aprenda Música - Aprenda Flauta Doce - Básico - Respiração. Disponível em: < www.youtube.com/

Aprenda Música - Aprenda Flauta Doce - Básico - Respiração. Disponível em: <www.youtube.com/ watch?v=AzEDRaOwa58.>. Acesso em: 10 jun. 2017.

ARAÚJO, Sávio. Aspectos físicos da emissão sonora. A embocadura e a respiração na qualidade do som. Diss. Dissertação de Mestrado. UNICAMP, São Paulo, 2000.

CUERVO, Luciane da Costa. Musicalidade na performance com a flauta doce. Dissertação de Mestrado- Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS. Faculdade de Educação. Programa de Pós-graduação em Educação. Porto Alegre-RS, 2009.

FRANK, Isolde M. Método para flauta doce soprano. São Paulo: Editora Ricordi, 1982.

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222222222 ESCALAS, ACORDES E MELODIAS OBJETIVOS Conhecer e executar as escalas de Dó maior e
222222222 ESCALAS, ACORDES E MELODIAS OBJETIVOS Conhecer e executar as escalas de Dó maior e
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ESCALAS, ACORDES E
MELODIAS

OBJETIVOS

Conhecer e executar as escalas de Dó maior e cromática;

Conhecer e executar os arpejos dos acordes maiores e menores na primeira oitava;

Praticar escalas e arpejos através de melodias fáceis para a iniciação musical.

Caro estudante,

Nesta Unidade, conheceremos alguns elementos fundamentais para nossos estudos na flauta doce, como:

escalas, arpejos de acordes e melodias utilizadas no aprendizado desse instrumento. Iremos praticar as técnicas básicas estudadas na Unidade anterior, exercitando as melodias propostas.

2.1

Escalas

Adotaremos para esse material a definição do termo escala como "uma sucessão ordenada de sons compreendidos no limite de uma oitava”. Sendo assim, existem escalas com diferentes números de sons/notas musicais, como a pentatônica (5 sons), a heptatônica (7 sons) e a cromática (12 sons). As escalas também podem ser naturais ou diatônicas, alteradas, exóticas etc. (MED, 1996,p.86).

Nesta disciplina, estudaremos a princípio apenas as escalas de Dó maior (diatônica) e Cromática. As escalas devem ser tocadas de forma ascendente e descendente, utilizando sempre a técnica básica vista anteriormente. Exercite primeiramente em andamento lento, aumentando a velocidade progressivamente.

2.1.1 Dó maior na primeira oitava

andamento lento, aumentando a velocidade progressivamente. 2.1.1 Dó maior na primeira oitava Licenciatura em Música |

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2.1.2 Cromática na primeira oitava 2.2 Acordes A definição de acorde como uma combinação de
2.1.2 Cromática na primeira oitava 2.2 Acordes A definição de acorde como uma combinação de
2.1.2 Cromática na primeira oitava 2.2 Acordes
2.1.2
Cromática na primeira oitava
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Acordes

A definição de acorde como uma combinação de três ou mais sons diferentes tocados simultaneamente está relacionada à harmonia da música (MED, 1996). No entanto, conheceremos outra maneira de tocar os acordes na flauta, já que não podemos executar dois sons simultâneos no instrumento, o “arpejo”. Tocar o arpejo do acorde consiste em executar as notas do acorde de forma sequencial, ou seja, uma nota do acorde de cada vez, obedecendo ou não a ordem natural do acorde (Tônica-Terça-Quinta). Conheceremos, primeiramente, os acordes com três sons, chamados de Tríades. Estudaremos algumas tríades maiores e menores que possuem as notas do acorde compreendidas na primeira oitava da flauta doce. Basicamente, os acordes seguem uma estrutura definida pela sobreposição de intervalos terças. As tríades são formadas por uma nota “principal”, que dá nome ao acorde, seguida por dois intervalos de terça (maior ou menor). Assim como nas escalas, os acordes devem ser tocados de forma ascendente e descendente, utilizando sempre a técnica básica vista anteriormente.

2.2.1 Tríades maiores

As tríades maiores têm como estrutura: Tônica+Terça Maior+Terça menor. Conheceremos algumas

tríades maiores têm como estrutura: Tônica+Terça Maior+Terça menor. Conheceremos algumas Licenciatura em Música | 23
tríades maiores têm como estrutura: Tônica+Terça Maior+Terça menor. Conheceremos algumas Licenciatura em Música | 23

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2.2.2 Tríades menores As tríades menores têm como estrutura: Tônica+Terça menor+Terça Maior. Conheceremos algumas

2.2.2 Tríades menores

2.2.2 Tríades menores As tríades menores têm como estrutura: Tônica+Terça menor+Terça Maior. Conheceremos algumas

As tríades menores têm como estrutura: Tônica+Terça menor+Terça Maior. Conheceremos algumas tríades menores pertencentes à primeira oitava da flauta doce.

menores pertencentes à primeira oitava da flauta doce. 2.3 Melodias populares Para iniciarmos nossos estudos
menores pertencentes à primeira oitava da flauta doce. 2.3 Melodias populares Para iniciarmos nossos estudos

2.3 Melodias populares

Para iniciarmos nossos estudos melódicos na flauta doce tocaremos canções bastante conhecidas e de fácil execução. As melodias das canções populares elencadas a seguir estão compreendidas na primeira oitava do instrumento e apresentam figuras rítmicas variadas. Essas melodias devem ser tocadas primeiramente em andamento lento, aumentando a velocidade progressivamente.

2.3.1 Eu sou pobre

em andamento lento, aumentando a velocidade progressivamente. 2.3.1 Eu sou pobre Licenciatura em Música | 24

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2.3.2 Peixe vivo 2.3.3 A canoa virou 2.3.4 Asa branca Licenciatura em Música | 25

2.3.2 Peixe vivo

2.3.2 Peixe vivo 2.3.3 A canoa virou 2.3.4 Asa branca Licenciatura em Música | 25
2.3.2 Peixe vivo 2.3.3 A canoa virou 2.3.4 Asa branca Licenciatura em Música | 25

2.3.3 A canoa virou

2.3.2 Peixe vivo 2.3.3 A canoa virou 2.3.4 Asa branca Licenciatura em Música | 25

2.3.4 Asa branca

2.3.2 Peixe vivo 2.3.3 A canoa virou 2.3.4 Asa branca Licenciatura em Música | 25

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2.3.5 O meu boi morreu  = 90 O meu boi morreu Domínio público  

2.3.5 O meu boi morreu

= 90

O meu boi morreu

2.3.5 O meu boi morreu  = 90 O meu boi morreu Domínio público    

Domínio público

   

 

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2.3.6 Pirulito que bate bate

          2.3.6 Pirulito que bate bate 2.3.7 Atirei o pau no gato

2.3.7 Atirei o pau no gato

          2.3.6 Pirulito que bate bate 2.3.7 Atirei o pau no gato

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2.3.8 Dona Barata ATIVIDADE PRÁTICA 1 Para encerrar esta Unidade proponho uma atividade em dupla,

2.3.8 Dona Barata

2.3.8 Dona Barata ATIVIDADE PRÁTICA 1 Para encerrar esta Unidade proponho uma atividade em dupla, ou
2.3.8 Dona Barata ATIVIDADE PRÁTICA 1 Para encerrar esta Unidade proponho uma atividade em dupla, ou

ATIVIDADE PRÁTICA

1 Para encerrar esta Unidade proponho uma atividade em dupla, ou seja, convide um colega de curso para tocarem juntos a música “A canoa virou”. Essa peça foi arranjada para duas vozes e a atividade consiste em você praticar as duas vozes alternadamente com o colega.

vozes e a atividade consiste em você praticar as duas vozes alternadamente com o colega. Licenciatura

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RESUMO Nesta Unidade, conhecemos alguns elementos fundamentais para o aspecto melódico dos nosso estudos, como

RESUMO

RESUMO Nesta Unidade, conhecemos alguns elementos fundamentais para o aspecto melódico dos nosso estudos, como as

Nesta Unidade, conhecemos alguns elementos fundamentais para o aspecto melódico dos nosso estudos, como as escalas e arpejos de acordes. Iniciamos também as atividades práticas envolvendo músicas conhecidas do cancioneiro popular, que apresentam melodias de fácil execução. A prática dessas melodias auxiliam no desenvolvimento da percepção, leitura musical e mecanismo do instrumento. Não podemos esquecer de sempre utilizarmos as técnicas básicas de execução do instrumento. Bons estudos!

REFERÊNCIAS

FRANK, Isolde Mohr. Pedrinho Toca Flauta Doce: uma iniciação musical através da flauta doce para crianças. Editora Sinodal, 1995.

Método para flauta doce soprano. São Paulo: Editora Ricordi, 1982.

MED, Bohumil. Teoria da música. Brasília: Musimed, 1996.

ROSA, Nereide Schilaro Santa. Flauta doce: método de ensino para crianças. São Paulo: Scipione, 1999.

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333 PARA TOCAR E REFLETIR OBJETIVOS Conhecer e executar repertório musical apropriado para o ensino
333 PARA TOCAR E REFLETIR OBJETIVOS Conhecer e executar repertório musical apropriado para o ensino
333 PARA TOCAR E REFLETIR OBJETIVOS Conhecer e executar repertório musical apropriado para o ensino
333 PARA TOCAR E REFLETIR
333 PARA TOCAR E REFLETIR

OBJETIVOS

Conhecer e executar repertório musical apropriado para o ensino e aprendizagem, com peças a uma e duas vozes na primeira oitava;

Discutir aspectos históricos sobre a flauta doce;

Refletir sobre a utilização da flauta doce como ferramenta para a iniciação musical.

3.1 Melodias com notas alteradas

Neste tópico, tocaremos algumas melodias muito conhecidas. Essas peças são fundamentais para o aprendizado musical, por trabalharem a memória do aluno, o desenvolvimento da digitação das notas e a leitura musical.

3.1.1 Parabéns a você

o desenvolvimento da digitação das notas e a leitura musical. 3.1.1 Parabéns a você Licenciatura em

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3.1.2 O bom Natal 3.1.3 Sambalelê Licenciatura em Música | 30

3.1.2 O bom Natal

3.1.2 O bom Natal 3.1.3 Sambalelê Licenciatura em Música | 30
3.1.2 O bom Natal 3.1.3 Sambalelê Licenciatura em Música | 30

3.1.3 Sambalelê

3.1.2 O bom Natal 3.1.3 Sambalelê Licenciatura em Música | 30

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DESAFIO MELÓDICO 1 Este desafio consiste em tocar uma das músicas da Unidade sem ler

DESAFIO MELÓDICO

DESAFIO MELÓDICO 1 Este desafio consiste em tocar uma das músicas da Unidade sem ler a

1 Este desafio consiste em tocar uma das músicas da Unidade sem ler a partitura, ou seja, tocar usando a memória como referência principal. Grave um vídeo, tocando sem ler e envie para a nossa plataforma digital. Bons estudos!

RESUMO

Finalizamos a nossa disciplina, tocando na flauta doce algumas canções bastante conhecidas, de fácil execução e leitura simples. Conhecemos melodias folclóricas que são essenciais para o processo inicial de aprendizado no instrumento.

REFERÊNCIAS

FRANK, Isolde Mohr. Pedrinho Toca Flauta Doce: uma iniciação musical através da flauta doce para crianças. Editora Sinodal, 1995.

Método para flauta doce soprano. São Paulo: Editora Ricordi, 1982.

ROSA, Nereide Schilaro Santa. Flauta doce: método de ensino para crianças. São Paulo: Scipione, 1999.

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