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BIBLIOLOGIA

BIBLIOLOGIA

ÍNDICE

1. Introdução
2. A Bíblia é única
3. Única em tradução
4. Única em sobrevivência
5. O preparo das escrituras
6. Testes para a inclusão de um livro no cânon
7. Fatores determinantes da necessidade do cânon do Antigo testamento
8. Cânon hebraico
9. O testemunho de escrito não bíblico
10. O talmude
11. Testemunho do Novo Testamento acerca do Antigo Testamento
12. A literatura apócrifa do Antigo Testamento
13. Livros Pseudipígrafos
14. Exemplos da não aceitação dos apócrifos
15. Testes para inclusão de um livro não canônico do Novo Testamento
16. A credibilidade da Bíblia
17. Mitos sobre a septuaginta e traduções modernas
18. Deus preservou perfeitamente a sua palavra
19. Tão maravilhosa preservação tem sido contínua
20. Conclusão
21. Bibliografia

INTRODUÇÃO
Sempre ouvimos a mesma repetição da frase “não vai me dizer que
você lê a Bíblia!” em algumas ocasiões outros dizem quem escreveu a Bíblia?
Outros dizem, como pode ser a palavra de Deus é apenas um livro! Outros
menosprezam comparando com literaturas comuns e até sem valor, dizendo
esse livro é do passado.
Para mim a Bíblia é a palavra de Deus, a bússola guiadora em todos os
momentos da vida, a única regra de fé e pratica para um verdadeiro
cristianismo. Faço da Bíblia o meu livro devocional, o livro de cabeceira e de
todos os momentos.
A Bíblia é irrefutável em seu conteúdo para a orientação cristã, é
atualíssima, durante esses milênios em que foi escrita nunca deixou de citar o
passado, o presente e o futuro. É o maior best-seller do mundo, traduzida em
todas as línguas e dialetos que se faz conhecido.
A Bíblia é a fonte de todas as leis existentes, e em alguns países em
que a sua constituição foi baseada na Bíblia permanece imutável até os dias de
hoje, toda lei judicial e moral foram extraídas da Bíblia, toda ciência e
descobrimentos têm como base conhecidos vindos de Deus através das
sagradas escrituras.

“A BÍBLIA INDUBITAVELMENTE É A PALAVRA DE DEUS”

A BÍBLIA É ÚNICA
A Bíblia é um dos livros diferente dos demais em seus aspectos. A Bíblia
trata de centenas de temas controversos. Tema controverso é aquele que pode
gerar opiniões divergentes, quando mencionados ou discutidos. Os autores
bíblicos falaram de centenas de temas controversos com harmonia e
coerência, desde Gênesis até Apocalipse. Há uma única história que vai se
revelando “A redenção do homem por parte de Deus”.
Os próprios escritos pertencem a uma grande diversidade de estilos
literários. Incluem histórias, lei (civil, criminal, ética, ritual, sanitária), poesia
religiosa, textos didáticos, poesia lírica, parábolas e alegorias, biografias,
correspondência pessoal, reminiscências pessoais, diários, além dos estilos
caracteristicamente bíblicos de literaturas proféticas e apocalípticas. Por tudo
isso, a Bíblia não é uma simples antologia; existe uma unidade que da coesão
ao todo. Uma antologia é copilada por um antologista, mas nenhum antologista
compilou a Bíblia.
A Bíblia tem sido lida por mais pessoas e publicada em mais línguas do
que qualquer outro livro. Existem mais copias impressa de toda a Bíblia e mais
porções e seleções dela do que de qualquer outro livro em toda a história.
Alguém poderá refutar, afirmando que num determinado mês ou ano algum
livro foi mais vendido. No entanto, em termos absolutos não existe qualquer
outro livro que alcance, ou que mesmo comece a se igualar a Bíblia. Em termo
de circulação o primeiro livro a ser impresso foi à vulgata (versão bíblica em
latim), impressa por Gutenberg.

ÚNICA EM TRADUÇÃO:
A Bíblia foi um dos primeiros livros importantes a ser traduzido
(septuaginta: tradução em grego do antigo testamento hebraico, por volta de
150. a.C). a Bíblia tem sido traduzida, retraduzida e parafraseada mais do que
qualquer outro livro existente.
A Enciclopédia Britânica informa que até 1966 a Bíblia completa havia
aparecido em 240 línguas e dialetos. Um ou mais livros da Bíblia em outros 739
idiomas, num total de 1.280 línguas. Entre 1950 e 1960, 3000 tradutores da
Bíblia estiveram trabalhando na tradução das escrituras. Os fatos colocam a
Bíblia numa condição única (de cuja espécie não existe outra) em termos de
tradução.

ÚNICA EM SOBREVIVÊNCIA:
 Sobrevivência através dos tempos: ser escrita em material perecível,
tendo que ser copiada e recopilada durante centenas de anos, antes da
invenção da impressa, não prejudicou o seu estilo, a exatidão ou
existência. Comparado com os antigos escritos, a Bíblia possui mais
prova em termos de manuscritos do que, juntos, possuem os dez textos
de literatura clássica com maior número de manuscritos.
 Bernard Ramn: a cerca da exatidão e do número de manuscritos bíblicos
os Judeus a preservaram como nenhum outro manuscrito foi jamais
preservado. Com a massora (parva, magna e finalis) eles verificavam
atentamente cada letra, silaba, palavra e parágrafo. Dentro de sua cultura,
eles dispunham de grupos de homens com funções especificas cuja única
responsabilidade era preservar e transmitir esses documentos com uma
fidelidade praticamente perfeita, eram os escribas, copistas e massoretas.
Quem alguma vez contou as letras, silabas e palavras dos textos de
Platão ou Aristóteles? De Cícero ou de Sêneca.
 A sobrevivência meio as perseguições: como nenhum outro livro a
Bíblia tem suportado os ataques malévolos de seus inimigos. Muitos têm
procurado queima-la, proibi-la e torna-la ilegal, desde os dias dos
imperadores romanos até os dias de hoje, nos paises dominadores pelo
comunismo. Sidney Collett relata: Voltaire, o francês renomado e incrédulo
que morreu em 1778, afirmou que depois dele cem anos o cristianismo
estaria varrido da face da terra e teria passado a história. Mas o que
aconteceu? Voltaire passou para a história, ao passo que a circulação da
Bíblia continua a aumentar em todas as partes do mundo, levando
bênçãos aonde quer que vá. Alguém já expressou: “É mais fácil empregar
nossos esforços para interromper a trajetória do sol, do que tentar
interromper a circulação da Bíblia”.
 Sobrevivência em meio as criticas: John W. Lea, ilustrou
convincentemente a maneira toda especial como a Bíblia resistiu aos
ataques de incrédulos e céticos: durante dezoito séculos os incrédulos
tem refutado e atacado esse livro e no entanto, ele está hoje firme como
uma rocha. Aumenta a sua circulação, é mais amado, apreciado e lido
mais do que em qualquer outra época. Com todos os seus violentos
ataques, os incrédulos conseguem fazer nesse livro o mesmo que uma
pessoa, com um prego para tachinhas, consegue fazer nas pirâmides do
Egito. Quando o monarca francês colocou perseguição aos cristãos em
seu território, um idoso estadista e militar lhe disse: “Majestade, a igreja
de Deus é uma bigorna que tem gasto muitos martelos”. De modo que os
martelos dos incrédulos têm, durante séculos desferidos golpes nesse
livro, mas os martelos se gastaram e a bigorna ainda está inteira. Se esse
livro não fosse o livro de Deus os homens já o tinha destruído a muito
tempo. Imperadores e papas, reis e sacerdotes, príncipes e governantes,
tem todos eles tentado destruí-la. Eles morreram e o livro sobrevive. A
Bíblia é amada por milhões, lida por milhões, e estudada por milhões.
Nelson Glueck, um dos três maiores arqueólogos do mundo declarou:
“Em todas as minhas investigações arqueológicas jamais encontrei um
único objeto antigo que contradiga qualquer afirmação da palavra de
Deus”.
 Única nos ensinos:
a) Profecia: Wilbur Smith, que formou uma biblioteca pessoa com 25.000
volumes, chegou a conclusão de que não importa o que alguém pense
sobra a autoridade do livro que chamamos Bíblia e sobre a mensagem
que ele apresenta, o fato ´q que existe uma aceitação generalizada de
que , por inúmeras razões, esse é o livro mais notável que já foi produzido
nestes aproximadamente cinco mil anos em que a raça humana domina a
escrita. O islamismo é incapaz de indicar qualquer profecia acerca da
vinda de Maomé e que tenha sido pronunciada centenas de anos antes de
seu nascimento. De igual modo, os fundadores de quaisquer das seitas
existentes neste país (incluindo o Brasil) são incapazes de identificar com
precisão qualquer texto antigo que especificamente tivesse predito o
surgimento deles.
b) História: nos livros bíblicos de 1. Samuel até 2 Crônicas encontra-se a
história de Israel, cobrindo cerca de cinco séculos. Certamente o povo
israelita expressa uma capacidade excepcional para a interpretação da
historia e o antigo testamento representa a descrição da historia mais
antiga que existe. Albright, o renomado arqueólogo, assim inicia a sua
obra clássica. A tradição nacional hebraica supera todas as outras na
maneira clara como descreve a origem tribal e familiar. No Egito e na
Babilônia, na Assíria e na Fenícia, na Grécia e em Roma, procuramos em
vão por qualquer coisa parecida. Nada há semelhante na tradição dos
povos germânicos. A Índia e a China também não têm algo parecido para
apresentar, visto que suas lembranças históricas mais antigas são
registros literários de tradições dinásticas distorcidas, sem que haja
qualquer menção os criadores de animais ou lavradores que tivessem
antecedido o semideus ou rei, com que esses registros iniciam. Nem nos
mais antigos registros indianos (os Puranas) nem nos primeiros
historiadores gregos existe qualquer alusão ao fato de que tanto os indos-
arianos como os helenos outrora haviam sido nômades que, vindos do
norte imigraram para as regiões onde se instalaram, a bem da verdade, os
assírios se lembravam vagamente de seus primeiros líderes, cujos nomes
recordavam sem quaisquer detalhes sobre os seus feitos, e que haviam
habitado em tendas; mas já fazia muito tempo que os assírios tinham
esquecido de onde vieram.
c) As pessoas descritas: Lewis S. Chafer, A Bíblia não é o tipo de livro que
um homem escreveria caso pudesse, nem que poderia escrever, caso
quisesse. A Bíblia trata com muita fraqueza a respeito dos pecados de
suas personagens. Leia as biografias escritas hoje em dia e repare como
elas tentam esconder, deixar de lado ou ignorar o lado pouco
recomendável das pessoas. Veja os maiores gênios da literatura: em sua
maioria são descritos como santos. A Bíblia não procede dessa maneira
ela simplesmente conta a verdade: denuncia os pecados dos homens, os
pecados dos patriarcas, os evangelistas e apóstolos descrevem suas
próprias falhas, as desordens das igrejas. Muitos indagam porque colocar
aquele capítulo sobre Davi e Bete-Seba? Bem a Bíblia tem o costume de
contar a verdade.

O PREPARO DAS ESCRITURAS:


Muitos têm indagações sobre o contexto da Bíblia, suas divisões e
materiais empregados em sua elaboração. Todos esse contexto irá pô-lo, a
par do processo de escrita da Bíblia e, creio fará o leitor apreciar ainda mais
a palavra de Deus.
Material para a escrita:
a) Papiro: era um material preparado para a escrita, retiravam-se as
películas que envolvem o caule, essas películas eram cortadas no sentido
longitudinal em fitas estreitas, sendo então socadas e prensadas em
várias camadas, sendo que cada camada era disposta
perpendicularmente em relação a camada de baixo. Quando seca, a
superfície esbranquiçada era polida com uma pedra ou outro objeto. Plínio
menciona diversos tipos de papiro que foram achados, de diferentes
espessuras e superfícies, produzidas antes do período do Novo Império,
quando as folhas eram frequentemente bem delgadas e translúcidas. Os
mais antigos manuscritos foram escritos em papiro, e ea dificl a
preservação de qualquer um desses papiros, exceto em regiões secas,
como as áreas desérticas do Egito, ou em cavernas semelhantes às de
Qumran, onde foram achados os rolos do mar morto. O uso do papiro era
de uso comum, até por volta do século III depois de Cristo.
b) Pergaminho: essa palavra designa “peles preparadas de ovelhas, cabras,
antílopes e outros animais”. Essas peles eram tosadas e raspadas, a fim
de se obter um material mais durável para a escrita.
c) Velino: era o nome dado a pele de filhotes de diversos animais,
frequentemente o velino era atingido de púrpura. Alguns dos manuscritos
que tem hoje em dia são velinos cor de púrpura. Geralmente os
caracteres escritos sobre o velino purpúreo eram prateados ou dourados.
d) Óstraco: fragmentos de cerâmicas não esmaltadas, bastante usadas
entre o povo em geral, esses fragmentos tem sido encontrados em
abundancia no Egito e na Palestina. Jó.2:8.
e) Tabletes de argila: inscrito com objeto pontiagudo e então, secado a fim
de se ter um registro definitivo. Eram os mais baratos e um dos mais
duráveis materiais para a escrita.
f) Tabletes de cera: um estilete de metal era usado para escrever num
pedaço plano de madeira recoberto com cera.
g) Material para a escrita: Cinzel, estilete de metal e pena.
h) As formas dos livros antigos: Rolos, forma de códice ou livro.
i) Tipos de escritas: escrita uncial (letras maiúscula, desenhadas)
minúscula Carolina (uma escrita de letras menores, criada para produção
de livros).
j) Capítulos: as primeiras divisões foram feitas em 586 a.C. quanto ao
Pentateuco fora dividido em 154 partes (sedarim). Cinqüenta anos depois
foi secionado em mais 54 divisões (parashiyyoth) e em 669 segmentos
menores, para facilitar a localização de referencias.
k) Versículos: os primeiros sinais indicativos de versículos variavam desde
espaços entre palavras até letras ou números. As primeiras divisões
padronizadas de versículos surgiram por volta de 900 a.D. a Vulgata latina
foi a primeira foi a primeira Bíblia a incorporar tanto a divisão de versículos
com a de capítulos, tanto no Antigo testamento como no Novo
Testamento.

CÂNON

A palavra cânon tem raiz na palavra cana, junco (do hebraico Geneh,
através do grego kanon). O junco era usado como uma vara de medir, e por
fim, veio a significar padrão. A palavra veio a ser usada por Orígenes, como
regra de fé, o padrão pelo qual devemos medir e avaliar, mais tarde teve o
sentido de lista ou rol. Aplicada as escrituras à palavra Cânon significa “uma
lista de livros, oficialmente aceitos”. Deve-se ter em mente que a igreja não
criou o cânon nem os livros que estão incluídos naquilo que chamamos de
escrituras. Ao contrário, a igreja reconheceu os livros que foram inspirados
desde o princípio. Foram inspirados por Deus ao serem escritos.
TESTES PARA INCLUSÃO DE UM LIVRO NO CANON:
Não sabemos exatamente quais foram os critérios que a igreja primitiva
usou para escolher os livros canônicos. Possivelmente houve cinco princípios
orientadores, empregados para determinar se um livro do novo testamento era
ou não canônico, se era ou não escritura:
1- Revela autoridade
2- É profético
3- É autentico
4- É dinâmico
5- E aceito guardado, lido e usado.

FATORES DETERMINANTES DA NECESSIDADE DO CANON DO ANT.


TESTAMENTO:
A destruição de Jerusalém e do templo, em 70 A.D., acabou com o
sistema sacrifical judaico. Muito embora o cânon do antigo testamento
estivesse fixado na mente judaica bem antes de 70 A.D. era necessário algo
mais definitivo. Os judeus se encontravam espalhados e precisavam definir que
livros tinham a palavra oficial de Deus devido a existência de muitos textos
estra-escrituristico e a descentralização. Os judeus se tornaram o povo de um
livro especifico, e foi esse livro que os mantiveram juntos.
O cristianismo começava a florescer e muitos textos, de autoria de
cristãos, principiavam a circular. Os judeus necessitavam desmoralizar de
modo marcante esses textos, bem como impedir que fossem aceitos junto com
os seus próprios escritos e usados nas sinagogas. É preciso ter cuidado em se
fazer separação entre o cânon hebraico, as escrituras e a grande variedade de
literatura religiosa existente.

O CANON HEBRAICO:
A lei (Torah)
 Gênesis
 Êxodo
 Levítico
 Números
 Deuteronômio

Os escritores (Kethubyim ou Hagiographa)


 Livros poéticos
 Salmos
 Provérbios
 Jô

Os profetas (Nbhim)
 Josué
 Juízes
 Samuel
 Reis
Profetas posteriores
 Isaías
 Jeremias
 Ezequiel
 Os doze

Os cincos rolos (Megillothot)


 Cântico dos cânticos
 Rute
 Lamentações
 Ester
 Eclesiastes

Livros históricos
 Daniel
 Esdras e Neemias
 crônicas

Embora a igreja cristã adote o mesmo cânon do Antigo Testamento, o


número de livros difere porque dividimos Samuel, Reis, Crônicas, etc. em dois
livros cada um; os judeus também consideram os profetas menores como um
único livro. A ordem dos livros também é diferente. O antigo testamento dos
protestantes segue uma seqüência de assuntos em vez de uma seqüência
oficial.

O TESTEMUNHO DE CRISTO A RESPEITO DO CANON DO ANTIGO


TESTAMENTO:
Lc.24:44 – No cenáculo Jesus disse aos discípulos: “que se importava
que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na lei de Moisés, nos profetas
e nos Salmos”. Com essas palavras Ele mencionou as três divisões da Bíblia
hebraica – a Lei, os profetas e os Escritos. (aqui chamados de Salmos,
provavelmente porque o livro de Salmos é o primeiro e o mais longo livro dessa
terceira divisão). Desde o sangue de Abel até ao de Zacarias, Jesus confirma o
testemunho que dá acerca da extensão do cânon do antigo testamento. Abel,
como todos sabe foi o primeiro mártir (Gn.4:8). Zacarias é o último mártir citado
(de acordo com a ordem dos livros do antigo testamento hebraico) foi
apedrejado enquanto profetizava ao povo, no pátio da casa do Senhor. Gênesis
era o primeiro livro no cânon hebraico, e Crônicas, o último. Em outras
palavras, Jesus disse de gênesis a crônicas, ou diríamos de acordo com a
nossa ordem dos livros de gênesis a Malaquias.

TESTEMUNHO DE ESCRITOS NÃO BIBLICOS:


O mais antigo registro de uma divisão tríplice do antigo testamento é o
prólogo do livro de Eclesiástico, escrito por volta de 130 a.C, o prólogo está
escrito pelo neto do autor, diz a lei, e os profetas, e os outros livros dos pais,
existiam três divisões bem nítidas das escrituras.
Josefo, o historiador judeu que viveu n final do primeiro século depois de
Cristo, escreve. Tenazmente temos nos apegado a esses livros da nossa
própria nação fica evidente através daquilo que fazemos, pois durante as
tantas eras que já tem passado ninguém foi tão audaz ao ponto de acrescentar
alguma coisa aos livros ou de retirar alguma coisa, mas torna-se natural a
todos os judeus, sendo algo espontâneo que ocorre desde o próprio
nascimento, considerar que esses livros contêm doutrinas divinas, perseverar
nelas e estar disposto a, caso necessário, morrer por elas. Pois não é novidade
para nossos cativos, que são em grande número, serem frequentemente vistos
suportando nas arenas todo tipo de torturas e mortes, a fim de não serem
obrigados a pronunciar uma única palavra contra nossas leis e contra os
registros que as contêm.

O TALMUDE:
E.Tosefta yadaim. 3:5- O evangelho e os livros dos heréticos não tornam
as mãos impuras; os livros de Bem Sirá e quaisquer outros livros que tenham
sido escritos desde a época dele não são dele não são canônicos.
Eusébio (historia Eclesiástica, IV), Preservou os comentários de Melito.
Melito afirmou que obtivera uma lista fidedigna enquanto viajava pela Síria. Os
comentários de Melito foram feitos numa carta a um amigo, Anésimo. Estes são
os livros: os cinco livros de Moisés. Gênesis, Êxodo, Números, Levítico,
Deuteronômio, Jesus Naue, Juizes, Rute. Quatro livros de Reinos. Crônicas,
Os Salmos de Davi, Provérbios de Salomão (também chamados Sabedoria),
Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Jó. Os profetas Isaías, Jeremias, os doze
num único livro, Daniel, Ezequiel, Esdras. É provável que Melito tenha incluído
Lamentações junto com Jeremias, e Neemias com Esdras (embora seja
curioso encontrar Esdras relacionado entre os profetas). Nesse caso, a lista de
Melito contem todos os livros do cânon hebraico (dispostos em conformidade
com a seqüência da septuaginta), com exceção de Ester. É possível que o livro
de Ester não estivesse incluído na lista que recebeu na Síria.

TESTEMUNHO DO NOVO TESTAMENTO ACERCA DO ANTIGO


TESTAMENTO COMO SENDO ESCRITURA SAGRADA:
Mt. 21:42 – 22:29 – 26:54-56
Lc. 24
João.5:39 – 10:35
Atos. 17:2 – 11;18:28
Romanos. 1:2-4 – 9:17 – 10:11 – 15:4 – 16:26
1. Corintios. 15:3-4
Gálatas.3:8 – 3:22 – 4:30
1.Timóteo. 5:18
2. Timóteo.3:16
2. Pedro. 1:20 – 21 – 3:16
A LITERATURA APOCRIFA DO ANTIGO TESTAMENTO

A palavra, apócrifo vem do grego “apokruphos” e significa oculto ou


escondido.
Jerônimo, que viveu no quarto século, foi o primeiro a chamar de
apócrifo esse grupo de livros. Os apócrifos são os livros acrescentados ao
antigo testamento pela igreja católica (no concílio de Trento em 1548 d.C. que
colocou os doze livros apócrifos não inspirados). Os quais os protestantes
afirmam não serem canônicos.

Porque não canônicos? Quais as razões para a exclusão?


1- Estão repletos de discrepâncias e anacronismo históricos e geográficos
2- Ensinam doutrinas falsas que incentivam praticas divergentes das
ensinadas pelas escrituras inspiradas.
3- Apelam para estilos literários e apresentam uma artificialidade no trato
do assunto, com um estilo que destoa do das escrituras inspiradas.
4- Faltam-lhes os elementos distintivos que conferem caráter divino as
autenticas escrituras, como, por exemplo, a autoridade profética e o
sentimento poético e religioso.

Antigo testamento - estes livros refletem as duas correntes rabínicas:


1- Haggádico ou histórico – inclinando-se para o apocalíptico. Escrito
originalmente em hebraico ou aramaico, mas conservado somente no
grego, dividem-se em três grupos:
 Históricos – livro dos jubileus, vida de Adão e Eva, ascencão de
Isaías, III Esdras, Macabeus, O testamento de Moisés, Eldade e
Medade, História de João Hircano.
 Didáticos – Testamento dos doze patriarcas, Salmos de Salomão,
Oração de Manasses e IV Macabeus.
 Apocalipticos – Livro de Enoque, Ascenção de Moisés, IV Esdras,
Apocalipse de Baruque, Apocalipse de Elias, Apocalipse de Ezequiel,
Oráculos Sibilinos.

A igreja Romana, por soluções do Concílio de Trento em 1545, aceita


apenas os seguintes livros apócrifos: Judite, Tobias, Acréscimo de Ester, Livro
da sabedoria, Eclesiástico, Baruque, Acréscimo a Daniel, 1. Macabeus, e II
Macabeus.

O novo testamento:
 Itinerário de Paulo
 Itinerário de Pedro
 Itinerário de João
 Itinerário de Tomé
 Didaché
 I e II Epístola de S. Clemente.
 Epístola de Inácio
 Epístola de Policarpo
 A Epístola de Hermas
 Evangelho segundo Tomé
 Historia de Tiago
 O Apocalipse de Pedro
 Itinerário e Ensino dos Apóstolos
 Cartas de Barnabé
 Atos de Paulo
 O Apocalipse de Paulo
 Didascália de Clemente
 Didascália de Inácio
 Didascália de Policarpo
 Evangelho segundo Barnabé
 Evangelho segundo Mateus
 Evangelho aos Hebreus, etc, etc.
A igreja Romana, bem como as igrejas evangélicas, rejeitam
categoricamente todos os apócrifos do novo testamento.
PSEUDEPÍGRAFOS:
Este termo é usado para designar livros de autores falsos. Surgiram
muitos livros religiosos com nomes falsos na sua autoria, por isso são
chamados pseudepígrafos. Ex: livros dos mormons.
A maioria destes livros Apócrifos e pseudepígrafos surgiram durante o
período interbíblico, que durou 400 anos, durante estes anos Deus não falou
por meio de seus profetas.
Livros Pseudepígrafos: A carta de Aristéias, Salmos de Salomão, Ascensão
de Isaías, IV. Macabeus, Oráculos Sibilinos, Enoque, Ascensão de Moisés,
IV Esdras, Apocalipse de Baruque, etc.

Breves comentários sobre os livros pseudipígrafos:


 O mais importante apocalipse deste gênero de obras é o livro de
Enoque – embora não se saiba se atribuí-lo a uma determinada época
o a um acumulação gradua de tradições atribuídas a Enoque entre o ano
200 A.C. e as primeiras décadas do século I, da nossa era. O certo é
que se trata de uma obra trouxe uma contribuição especial ao conceito
do messias celeste e o filho do homem.
 O livro dos jubileus – comenta o gênesis, frisando que a lei foi
observada desde os mais remotos tempos e dividindo a historia em
períodos de jubileus, isto é, quarenta e nove anos (sete semanas de
anos) data aproximadamente de cerca do ano 100 A.C.
 Os testamentos dos doze patriarcas – deve ser uma obra
contemporânea da anterior, cujo objetivo é apresentar os últimos
conselhos e profecias de cada um dos doze filho de Jacó, quando
moribundos.
 Os oráculos Sibilinos – são obras judaicas que, a imitação das
profecias pagãs de Sibilia, pretendem divulgar o pensamento hebraico
entre os gentios. Não vão além do século II. A.C.
 A assunção de Moisés – deve ter sido publicada o tempo de Cristo e
procura narrar a história do mundo, em forma de profecia, desde Moisés
até ao tempo do autor.
 O livro segredos de Enoque (II Enoque) supõem I Enoque e embora
se apresentem outras datas posteriores, não deve ir alem do ano 50 da
nossa era. Descreve pormenorizadamente os sete céus e antecipa em
mil anos o reinado de Deus na terra.
 O apocalipse Siríaco de Baruque – (II Baruque) depende, sem duvida,
de II Esdras, e há quem pretenda atribuí-lo ao escriba de Jeremias. Foi
escrito nas ultimas décadas do século I da nossa era.
 O apocalipse grego de Baruque (III Baruque), se bem que tenha
certas afinidades com o anterior, é completamente independente e
atrubui-se-lhe uma data posterior.
 Os salmos de Salomão – abrange dezoito salmos que no fim de contas
são da autoria dum fariseu, e remontam a segunda metade do século I,
da era cristã. O estilo não difere muito do dos salmos canônicos.
 III. Macabeus – fala-nos da tentativa de massacre dos judeus no
reinado de Ptolomeu Filopator (222-205 A.C.). E termina com a vingança
triunfante do povo escolhido.
 IV. Macabeus – é um tratado filosófica a ilustrar a tese do autro no caso
dos mártires macabeus.
 A carta de Aristeas – descreve as supostas circunstancias emque se
fez a traduçãos da Bíblia hebraica para o grego.
 O martírio de Isaías – como o titulo sugere, afirma que Isaías foi
serrado ao meio. Há quem julgue ter sido escrito no século I, de nossa
era, mas provável que a obra que o inspirou.
 Ascensão de Isaías - seja inteiramente cristã e , portanto muito
posterior.
 Livros de Adão e Eva – presta inúmeras informações acerca da vida
dos nosso s primeiros pais e supõe-se terem sido publicado no século I,
da era de Cristo.
 Pirke Aboth – ou as sentenças dos pais, são um a coleção de
provérbios de autoria e rabis celébres, copilados desde o século III A.C.
até o século III da nossa era cristã.
 A historia de Aicar – contem uma lenda do século V, A.C. a cerca das
aventuras daquele tempo.
 Zadoquitas – são fragmentos e relatos dum partido judaico que teve
origem numa separação dos saduceus, data dos últimos anos A.C. ou
dos primeiros da nossa era.
 O apocalipse de Abraão e o testamento de Abraão – do século I, da
era cristã, são obras judaicas com passos de literatura do cristianismo.
 As vidas dos profetas – conforme o titulo, são narrações biográficas
dos profetas, da mesma data que os dois livros anteriores, e do mesmo
modo divulgado pelos critãos.
 O testamento de Jó – se bem que somemos importância, supõe-se ter
sido escrito no século I, A.C.

ALGUNS EXEMPLOS DA NÃO ACEITAÇÃO DOS APÓCRIFOS:


Os livros apócrifos ensinam artes mágicas ou de feitiçaria como método
de exorcismo. Sem fundamento divino. O numero de livros apócrifos é quase
infinito. Diversas tentativas foram feitas com a finalidade de catalogá-los, todas,
porém, em vão, pois nenhuma delas inclui a totalidade.

1- Tobias: historias fictícias, lendárias e absurdas – um peixe monstruoso


saiu do rio para lhe pegar... Um anjo o mandou puxar o peixe para fora
do rio.
2- Coração de um peixe ter poder para expulsar demônios.
3- Orações pelos mortos
4- Falsas curas
5- Salvação por esmolas e obras
6- Alteração de destino na alma, após a morte.
7- A falsa doutrina do purgatório
8- Anjos que mentem
9- Pessoas que fazem jejum todos os dias de suas vidas

Testemunho histórico sobre a sua não-inclusão no cânon:


1- Filo, um filosofo judeu de Alexandria (20 a.C – 40 a.d), foi prolífico nas
citações do Antigo Testamento e até chegou a reconhecer a divisão
tríplice da Bíblia hebraica, mas jamais citou os apócrifos como sendo
inspirados.
2- O historiador judeu Josefo (30-100 A.D), exclui claramente os apócrifos,
informado ser 22 os livros do Antigo Testamento. Também não cita esse
livros como escrituras.
3- Jesus, e os escritores do Novo Testamento nem uma única vez citam os
apócrifos, muito embora haja centenas de citações e referencias de
quase todos os livros canônicos do Antigo Testamento.
4- Os estudiosos judeus reunidos em Jâmmia (90 A.D.) não reconhecem os
apócrifos.
5- Nenhuma deliberação ou concilio da igreja cristã, nos primeiros séculos,
reconheceu os apócrifos como sendo inspirados.
6- Muitos dos pais da igreja antiga atacaram os apócrifos, como por
exemplo: Orígenes, Cirilo de Jerusalém, e Atanásio.
7- Jerônimo, (340-420), o grande erudito e tradutor da vulgata, rejeitou que
os apócrifos fossem partes do cânon. Ele travou uma disputa sobre essa
questão com Agostinho, estando ambos fisicamente separados pelo mar
mediterrâneo. Inicialmente recusou até mesmo traduzir os livros
apócrifos para o latim , mas posteriormente fez uma tradução apressada
de alguns deles, depois de sua morte, literalmente sobre o seu cadáver,
os livros apócrifos foram incorporados a vulgata de Jerônimo, tirados
diretamente da versão latina.
8- Durante o período da reforma muitos estudiosos católicos rejeitaram os
apócrifos.
9- Lutero e os reformadores rejeitaram a cononicidade dos apócrifos.
10- Não foi senão em 1546 A.D. numa atitude polemica tomada n concilio
de trento, dentro da contra-Reforma, que os livros apócrifos receberam
pleno reconhecimento canônico por parte da igreja católica Romana.
TESTES PAR A INCLUSÃO DE UM LIVRO NO CANÔN DO NOVO
TESTAMENTO.

O fator para determinar a canonicidade do Novo Testamento foi a


inspiração divina, e o principal teste da inspiração foi a apostolicidade.
Geisler e Nix. Detalham a respeito: na terminologia do Novo Testamento,
a igreja foi edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, (Ef.2:20), os
quais Cristo prometera que, pelo Espírito Santo, iriam guiar a toda verdade.
(Jô.16:13). Atos 2:42, diz que a igreja de Jerusalém preservou na doutrina dos
apóstolos e na comunhão, a palavra apostolicidade, conforme empregada para
designar o teste de cononicidade, não significa obrigatoriamente autoria
apostólica, nem aquilo que foi preparado sob a direção dos apóstolos.
O teste básico da canonicidade é a autoridade apostólica, ou a
aprovação apostólica, e não simplesmente autoria apostólica. Gaussen,
Warfield.
N.B. Stonehouse, afirma que a autoridade apostólica, que se revela no
Novo Testamento nunca está divorciada da autoridade do Senhor. Há nas
epístolas um constante reconhecimento de que na igreja só existe uma única
autoridade absoluta, a autoridade do próprio Senhor, sempre que os apóstolos
falam com autoridade, fazem-no exercendo a autoridade do Senhor. Dessa
forma, por exemplo, quando Paulo defende a sua autoridade de apostolo,
baseia-se única e exclusivamente na comissão recebida do Senhor. Gl.1 e 2,
quando evoca o direito de regularmente a viad da igreja, decclara que sua
palavra tem a autoridade do Senhor, mesmo quando nenhuma palavra
especifica do Senhor tenha sido transmitida (1. Cor.14:37 – 7:10). O único que,
no Novo Testamento fala com uma autoridade interna e que se impõe por sim
mesmo é Jesus.

Os concílios da igreja. É um tanto parecida com a do Antigo Testamento,


quando a igreja elaborou a lista dos vinte e sete livros do novo Testamento, não
conferiu-lhes qualquer autoridade que já não possuíssem, mas simplesmente
registrou a canonicidade previamente estabelecida. (a decisão do sínodo de
Hipona foi repromulgada quatro anos depois pelo terceiro sínodo de Cartago).
Desde então não tem havido qualquer restrição séria aos 27 livros aceitos no
Novo Testamento, quer por católicos Romanos quer por protestantes.

A CREDIBILIDADE DA BÍBLIA

O teste Bibliográfico da credibilidade do Novo Testamento:


O Teste bibliográfico é um exame da transmissão textual pela qual os
documentos chegam até nós. Em outras palavras, uma vez que nos dispomos
dos documentos originais, qual a credibilidade das cópias que temos em
relação ao número de manuscritos e ao intervalo de tempo transcorrido entre o
original e a cópia existente.
F. E. Peters, ressalta que baseando-se apenas na tradição do
manuscritos, as obras que formam o Novo Testamento dos cristãos foram os
livros antigos mais frequentemente copiados e mais amplamente divulgados.
Evidências dos manuscritos acerca do Novo Testamento:
Atualmente sabe-se da existência de mais de 5.300 manuscritos gregos
do Novo Testamento, acrescentem-se a esse numero mais de 10.000
manuscritos da vulgata latina e, pelo menos, 9.300 de outras antigas versões e
teremos hoje mais de 24.000 cópias de porções do Novo Testamento.
Nenhum outro documento da história antiga chega perto desses
números e dessa confirmação. Em comparação a Ilíada de Homero vem em
segundo lugar, com apenas 643 manuscritos que sobreviveram até hoje.

Um quadro estatístico dos manuscritos remanescentes do Novo


Testamento:

Grego:
 Unciais - 267
 Minúsculas – 2.764
 Lecionários – 2.143
 Papiros - 88
 Achados recentes – 47
Total – 5.309
Outras versões:
 Versão latina – mais de 10.000
 Etiópico – mais de 2.000
 Eslavônico – 4.101
 Armênio – 2.587
 Versão Siriaca (peshita) mais de 350
 Copta – 100
 Árabe – 75
 Versão velha latina – 50
 Anglo – Saxônico – 7
 Gótico – 6
 Sogdiano – 3
 Siríaco antigo – 2
 Medo-persa – 2
 Frâncio – 1

A comparação de manuscritos:
Merece confiança o Novo Testamento? F.F.Bruce faz comparação entre
o Novo Testamento e antigos textos de história, e apresenta uma descrição
marcante a respeito, talvez possamos avaliar melhor quão ricos é o Novo
Testamento em matéria de evidencia manuscrita, se compararmos o material
textual subsistente com outras obras históricas da Antigüidade. Os manuscritos
remanescentes das obras menores de Tácito provem todos de um códice do
século décimo. Conhecemos a historia de Tucídes (460-400 a.Ca partir de oito
manuscritos dos quais o mais antigo data de 900 A.D. e de um poucos
fragmentos de papiros, escritos aproximadamente no inicio da era cristã. O
mesmo se dá com a história de Heródoto (480-425 a.C). no entanto, nenhuma
conhecedor profundo dos clássicos daria ouvidos a tese de que a autenticidade
de Heródoto ou Tucídedes é questinavel porque os mais antigos manuscritos
de suas obras foram escritos mais de 1.300 anos depois dos originais.
Greenlee acrescenta que uma vez que os estudiosos aceitam que os
escritos dos antigos clássicos são em geral fidedignos, muito embora os mais
antigos manuscritos tenham sido escritos tanto tempo depois da redação
original e o numero de manuscritos remanescentes seja , em muitos casos, tão
pequeno, está claro que, da mesma forma, fica assegurada a credibilidade no
texto do Novo Testamento. F.F.Bruce declara: “No mundo não há qualquer
corpo de literatura antiga que, a semelhança do Novo Testamento, desfrute
uma tão grande riqueza de confirmação textual”.

MITOS SOBRE A SEPTUAGINTA E TRADUÇÕES MODERNAS

Por Dr. Larry Spargimino - Traduzido para o português por W. Janzen

Não tudo o que as pessoas acreditam sobre as novas traduções, e a


denominada erudição usou em suas produções, passa o teste de escrutínio. De
fato, não tudo que as pessoas acreditam sobre erudição Bíblica moderna passa
o teste de escrutínio. Por favor, não pense que eu sou contra a erudição,
porque eu não sou. Mas quando os estudiosos falam sobre coisas que não
existem como se elas existissem, eu tenho que registrar um protesto.

Achando o que não Existe

Durante os últimos 100 anos os estudiosos europeus reivindicaram que


Mateus, Marcos, Lucas, e João realmente não contaram a verdade sobre Jesus
de Nazaré. Supostamente escritores dos Evangelhos fabricaram “histórias de
milagres" e "mitos" que fizeram o real Jesus parecer como o eterno Filho de
Deus. A verdade sobre Jesus foi perdida? Bem, realmente não. Segundo os
estudiosos, a verdade sobre Jesus poderia ser achada em um documento que
eles chamaram de "Q". “Q" é a primeira letra no alemão de Quelle, que quer
dizer "fonte". Supostamente, “Q" é o documento mais antigo e mais fidedigno
que dá a verdade sobre Jesus. Porém, ninguém jamais viu "Q"! Só existe nas
imaginações vívidas de peritos que não gostam do Jesus dos Evangelhos.
Ao redor da mesma época em que os estudiosos do Novo Testamento falavam
sobre "Q”, os estudiosos do Velho Testamento falavam sobre JEDP. Estes são
os nomes de quatro documentos antigos nos qual o Velho Testamento é
supostamente baseado. Os editores antigos levaram pedaço por pedaço de
informação destes quatro documentos e de alguma maneira colaram tudo junto
para conseguir o nosso presente Velho Testamento. Acreditar em JEDP
significa, entre outras coisas, que Moisés não era o autor humano do
Pentateuco, e se isso é verdade, Jesus Cristo ensinou erro. Isto também
significa que as escrituras de Velho Testamento não são mais fidedignas que
lendas populares. Mas, como era o caso com "Q", ninguém também viu alguma
vez estes quatro alegados documentos. Eu sei por que. Eles não existem.
Então nós devemos mencionar os alegados 18 anos que Jesus estudou
debaixo dos gurus no Oriente. Os evangelhos dizem nada sobre aquele
período de tempo entre o décimo segundo ano de vida de nosso Senhor e
quando Ele começou o seu ministério terrestre aos 30 anos de idade. Os “New
Agers” adoram construir o caso deles sobre a suposta estada de 18 anos do
nosso Senhor na Índia. “O Jesus real, eles dizem, acreditara como um guru e
cantara para as suas devoções matutinas um profundo, ummmmm” qual é a
prova para estas reivindicações surpreendentes? Durante os recentes anos de
1800 um homem conhecido pelo nome de Nicholas Notovitch, enquanto viajava
pelo Tibet, foi informado pelo lamas do Tibete que havia um documento de
registro da visita de Jesus no Oriente, e que este documento teria sido achado
em um monastério do Himalaia. Porém, como é verdade com "Q" e JEDP,
nenhum tal documento jamais foi achado! Se a Bíblia estivesse baseado em
nenhuma evidência melhor do que isto, ela teria sido esmagada há muitos anos
atrás - e por justa causa.

Mas o que então da Septuaginta?

Muitas reivindicações foram feitas para a Septuaginta. O prefácio da


Bíblia NIV, primeira data 1978 e revisada em 1983, afirma: Os tradutores
consultaram as versões mais antigas e importantes - a Septuaginta; Aquila,
Symmachus e Teodócio. ... Leituras destas versões foram ocasionalmente
seguidas onde o Texto Masorético parecia duvidoso e onde princípios de crítica
textual apontaram para tal... Estas testemunhas textuais pareciam prover a
leitura correta. Outros alegam que a Septuaginta nos "dá vislumbres da vida de
comunidades judaicas no Egito nos séculos imediatamente pré-cristãos, e no
pensamento dos primeiros cristãos, para quem esta era a primeira Bíblia.
Embora houvesse um pouco de relutância por parte dos tradutores de Bíblia
pôr muita ênfase na Septuaginta, isto está mudando depressa. “Considerando
que quase todos reconhecem a corrupção generalizada da LXX e assim
normalmente favorecem o hebraico, a maioria acredita agora que eles podem
escolher a dedo entre os dois para estabelecer o “texto correto”“. Mas há a
possibilidade de a Septuaginta ser aproximadamente tão real quanto “Q"?
Pode a existência de a Septuaginta ser uma fabricação usada contra a Palavra
de Deus e ser outro exemplo da agressão satânica de longa data contra as
Escrituras? Este é um assunto importante que merece estudo. Em um
documento lido em uma reunião da prestigiosa Deacan Society de Burgon, 10-
11 de julho de 1996, Dr. Kirk D. DiVietro focaliza afiadamente o assunto:

Você pode perguntar, "Por que, afinal, você está trilhando por esta
estrada? O que ela significa para mim?” Ela significa muito para você. A própria
autoridade de sua Bíblia está em jogo. A Septuaginta não é uma tradução
literal. Utiliza freqüentemente a teoria de "equivalência dinâmica" de tradução.
Às vezes passa malabarismos fantásticos, não-literais, inexatos do hebraico.
Se nós aceitamos a alegação de que a LXX foi aceita por Jesus e os escritores
das Sagradas Escrituras como a Palavra autorizada de Deus, então nós temos
que dissolver esta sociedade, e nos unir ao clube de semana da Bíblia
moderna. . . Se Jesus e os escritores de Escritura aceitaram esta como
Escritura autorizada então a inspiração plena, verbal da Escritura é irrelevante.
Se Jesus e os escritores de Escritura aceitassem esta como Escritura
autorizada então a doutrina de preservação é um vexame.

O que é a Septuaginta ou LXX?


Enns afirma que a “Septuaginta é uma tradução grega do Velho
Testamento hebraico. . . .Ela foi traduzida peça por peça em Alexandria, Egito,
entre o anos de 250 e 150 AC. Escritores do Novo Testamento citaram às
vezes da Septuaginta”. Mas que prova temos de tal tradução grega antiga do
Velho Testamento estava disponível a Jesus e aos apóstolos? Não muita, como
a seguinte citação indica:

“A tradução foi realizada indubitavelmente durante o 3º e 2º séculos A.C.,


e é pretendido ter sido acabada já no tempo de Ptolemy II Philadelphus, de
acordo com a denominada Carta de Aristeas para Philocrates (c. 130 - 100
A.C.). De acordo com a Carta de Aristeas, o bibliotecário da Alexandria
persuadiu Ptolemy II Philadelphus para traduzir a Torá para o grego para uso
pelos judeus da Alexandria. A carta menciona que foram selecionados seis
tradutores de cada uma das 12 tribos e que eles completaram a tradução em
apenas 72 dias. Enquanto os detalhes desta história são indubitavelmente
fictícios, o núcleo de fato contido nisto parece ser que o Pentateuco foi
traduzido para o grego em algum dia durante a primeira metade do 3º século
A.C. Durante os próximos dois séculos o remanescente do VT foi traduzido,
como também algum livro apócrifo e não-canônico”.

Isto é uma admissão espantosa. A única prova de origem da Septuaginta


na era Pré-cristã é a Carta de Aristeas que, de acordo com a citação acima, dá
detalhes que são “incontestavelmente fictícios"! Isto é duro de tragar. Nos
seminário nós ouvimos muitos pronunciamentos autorizados relativos à grande
Antigüidade da Septuaginta. Nossos professores, e os livros de ensino que eles
nos fizeram ler, não poderiam estar errados. Seguramente, nós raciocinamos,
deve haver alguma evidência definitiva de manuscritos. Bem, há alguma
evidência de manuscritos, mas esta não apóia as origens pré-cristãs da
Septuaginta.

Unger escreve: "Os mais velhos e mais importantes manuscritos da


Septuaginta são os seguintes: (a) Códice Vaticanus (b) Códice Alexandrinus. . .
(c) Códice Sinaiticus. ".6 Duas coisas golpearão o leitor perspicaz
imediatamente. Estes são manuscritos que não são mais antigos do que o
quarto século D.C. Além disso, eles são os manuscritos corruptos nos quais o
Texto notório de Westcott-Hort é baseado. Se estes são "os mais velhos e mais
importantes dos manuscritos” da Septuaginta, nós temos que concluir que os
mesmos não são muito velhos e eles não são muito bons. Como professor de
seminário, eu tenho ensinado a “linha tradicional" sobre a Septuaginta. Eu já
não farei mais assim.

A afirmação de que o Vaticanus e o Sinaiticus são "os mais velhos e,


portanto, os manuscritos mais confiáveis" da Septuaguinta não devem ser
ignorados. Jones traz o quadro em aguçado enfoque ao escrever:
Constantemente nos é falado que Vaticanus... e Sinaiticus são os mais velhos
manuscritos gregos existentes, conseqüentemente os mais fidedignos e os
melhores; que eles são de fato a Bíblia. Ainda o Novo Texto Grego que
substituiu o Textus Receptus representa nas mentes da vasta maioria dos
estudiosos o empreendimento privado de apenas dois homens, dois muito
religiosos embora homens não convertidos, Westcott e Hort. Estes homens
fundaram a “Bíblia” deles baseada quase que exclusivamente na quinta coluna
do Velho Testamento de Orígenes e no Novo Testamento editado pelo mesmo.
As leituras do Novo Testamento deles são derivadas quase que
exclusivamente sobre apenas cinco manuscritos, principalmente sobre apenas
um só - Vaticanus B. Além disso, deve ser visto que o testemunho destes dois
manuscritos corrompidos é (sic) quase que o único responsável para todos os
erros introduzidos nas Sagradas Escrituras em ambos os testamentos isto
através dos críticos modernos!7

Moorman dá dois exemplos de escritores que discutem sobre que não


há nenhuma era pré-cristã da Septuaginta. Uma pessoa era Paul Kahle. Ele
desenvolveu a teoria que a LXX teve sua origem nas muitas traduções orais
gregas do Velho Testamento que posteriormente foi escrito para uso nos cultos
depois da leitura do original hebraico. Peter Ruckman manteve uma posição
semelhante. Enquanto Kahle chama a "Carta de Aristeas" de propaganda,
Ruckman a taxa de uma "mera fabricação" e lembra que ninguém produziu
uma cópia grega da Septuaginta que data de antes d.C. 300. Em vez de Jesus
e os apóstolos citarem da Septuaginta, a Septuaginta cita deles.

A Reivindicação Que Jesus Usou a Septuaginta

D. A. Waite desafia a contenção que Jesus citou da Septuaginta. Em


Mateus 5:18 Jesus falou sobre a Lei e disse: "Porque em verdade vos digo
que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i
ou um só til, até que tudo seja cumprido." Nosso Senhor falou do "i" e do "til",
as menores partes das letras hebraicas. Quão pequeno? Bem, o "i" se refere à
letra hebraica “yodh” que é do tamanho de uma apóstrofe. Esta é um terço da
altura das outras letras hebraicas. O "til" se refere aos chifres, ou extensões
minúsculas, de algumas letras hebraicas, como o “daleth”, algo parecido com o
golpe vertical do lábio em nosso “m” ou “n". Isto excluiria uma Bíblia grega.
Além disso, o Novo Testamento se refere a uma divisão tripartite do Velho
Testamento - lei, profetas e salmos (Lucas 24:27, 44). Os manuscritos do Velho
Testamento grego são, porém, entremeados com escritos apócrifos, nunca
reconhecidos como "escritura". Pelos rabinos, ou por Cristo ou pelos apóstolos.

Waite também nos refere para Mateus 23:35 como sendo apropriada à esta
discussão: “para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado
sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho
de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar".
Ele escreve:

Por esta referência, o Senhor pretendeu responsabilizar os Escribas e os


Fariseus por todo o sangue de pessoas inocentes derramado do VT inteiro.
Abel se acha em Gênese, mas Zacarias se acha em II Crônicas 24:20-22. Se
você olha sua Bíblia hebraica, você achará II. Crônicas no último livro (i.é, o
último livro na terceira seção, os escritos). Se, por outro lado, você olha em sua
edição da Septuaginta, tal como publicada pela Sociedade Bíblica Americana,
1949, Terceira Edição, editada por Alfred Rahlfs, você vê que ela termina com
Daniel seguida por "Bel e o Dragão"!! Isto é prova clara que Nosso Salvador
usava o Velho Testamento hebraico e não o grego.
Esta é uma observação significante. “A frase, “Abel até Zacarias,” é
apenas outro modo de declarar”. Do “início ao fim”. Jesus não disse, "de Abel
até Bel e o Dragão".

A Hexapla de Orígenes

Orígenes compilou a Hexapla, uma edição das escrituras do Velho


Testamento com texto hebraico, transliteração para o grego, e as traduções
gregas disponíveis, tudo em seis colunas paralelas. A terceira coluna é a
versão grega de Áquila seguida pela revisão de Symmachus. A quinta coluna é
a revisão pessoal de Orígenes da LXX, seguida por uma revisão por Teodócio.
Orígenes estava evidentemente preocupado que, até mesmo nos dias dele,
havia já várias versões do Velho Testamento grego. Orígenes foi creditado por
produzir "a primeira, realmente excelente, tentativa de crítica textual."10
Ruckman combate à idéia de que a “quinta coluna" de Orígenes é a
Septuaginta de erudição moderna.

Áquila, Symmachus, e Teodócio não eram seus melhores tipos de


tradutores de Bíblia. Áquila (D.C. 80-l35) converteu ao Judaísmo, depois para
Cristianismo, e então de volta para o Judaísmo. Enquanto um “Cristão” ele foi
excomungado da comunidade por insistentemente se recusar a deixar da
astrologia, magia, e necromância. Ele afirmou que Jesus era o "filho bastardo
de Maria e um soldado romano loiro de descendência germânica". Igualmente
Symmachus e Teodócio tiveram um pouco de visões menos-que-ortodoxas e,
junto com Áquila, mexeram com profecia messiânica. Eles substituíram
parthenos (“virgem") por neanis (“mulher jovem”) e buscaram distorcer as
Escrituras de forma que isto seria mais compatível com a visão Ebionita deles.
Então, é óbvio que o Velho Testamento grego teve uma história longa e
variada. Este processo de se mexer e revisar continuaram, porque nós
achamos que após o quarto século houve vários recessos adicionais, i.é.,
revisões críticas do texto.

Nix escreve: “No início daquele século (o quarto d.C.) Eusebius e


Pamphilius cada um publicou a sua própria edição da quinta coluna da Hexapla
O bispo egípcio Heschius (d. 311) tentou o seu recenso próprio da LXX, mas
este só sobreviveu em citações feitas por escritores egípcios como Cyril de
Alexandria (d.444). Luciano de Samosata e Antioch (d. 311) fizeram outro
recenso da LXX que foi preservada em porções citadas nos trabalhos de João
Crisóstomo (d. 407) e Theodoret (d. 457).

Isto é um pedaço espantoso de informação. Mostra que até que Jerome


começasse o trabalho com a Vulgata já havia várias edições de versões do
Velho Testamento grego em circulação cada uma das quais era uma "melhoria
crítica" da precedente. O grande número de mudanças e variantes na tradução
grega do Velho Testamento torna duro de se acreditar que esta tradução é a
preservada Palavra de Deus. Realmente, a pessoa é compelida a concordar
com Jones quando ele escreve: Tentar reconstruir o Texto hebraico (como
muitos ligados às versões modernas estão tentando fazer) de versões tão
soltas, deficientes, e de tradução inaceitável seria análogo à tentativa de
reconstruir o texto grego do Novo Testamento a partir da Bíblia Viva”.
Alexandria - A Cidade de Textos e Pessoas Corruptas
Nós não deveríamos esquecer o fato que, como mostrado nas citações acima
que dão uma definição da Septuaginta, que elas tem suas raízes na antiga
cidade egípcia de Alexandria. Orígenes (ca. 185-254) era um dos professores
daquela cidade e, até mesmo segundo as palavras ardentes de um admirador,
era obviamente um tipo estranho de companheiro:
"Na sua fusão de pensamento grego com exposição bíblica, Orígenes era o
maior teólogo da Igreja grega primordial. A famosa escola catequética da
Alexandria alcançou seu zênite debaixo da tutela dele. Filho de um
mártir, ele tomou literalmente Mateus 19:12 e se castrou para instruir, sem
medo de escândalo, as estudantes femininas dele.”15
A cidade antiga de Alexandria, localizada no Delta do Nilo, teve uma reputação
pelos seus hereges. Philip Schaff, famoso historiador da igreja e presidente do
comitê da American Standard Version (1901) reconheceu que a Alexandria era
a fonte de "uma teologia" peculiar baseada nos escritos de Clemente e
Orígenes que desenvolveram "uma forma Cristã regenerada da filosofia
religiosa judaica Alexandrina de Philo"16. A tradição corrupta dos manuscritos,
encarnado nos códices Vaticanus e Sinaiticus, as principais fontes para o
notório texto de Westcott e Hort, são textos de Alexandria. Embora algum
indivíduo orientado eclecticamente pudesse discordar, professores de
Alexandria, como Orígenes, Clemente, e Philo, foram alguns dos mais árduos
corruptores do Cristianismo bíblico. Eles não acharam nada de errado com
espiritualizar as Escrituras para fazer a mensagem da Bíblia mais saborosa
para os cultos Alexandrinos. Como Grady afirma:
“Ao igualar espiritualidade com intelectualismo religioso, a faculdade Bíblica
típica venerará uma multidão de hereges egípcios de Clemente até
Orígenes."17

A Septuaginta" como uma Tradução

Como uma tradução, a Septuaginta é pobre. Freqüentemente se afasta


do hebraico e torce doutrinas importantes. Isaías 9:6 da JFA lê: " Porque um
menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus
ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno,
Príncipe da Paz. ". A divindade desta Criança Maravilhosa é claramente
evidente, mas é completamente obliterada na Septuaginta: " Porque uma
criança nos nasceu, e um filho é dado a nós, cujo governo está nos seus
ombros: e o nome dele é chamado o Mensageiro de grande deliberação;
porque eu trarei paz aos príncipes, e saúde para ele". Um texto tal como
encontrado em Bíblias produzidas pelas seitas.
Até mesmo estudiosos que não quereriam ser classificados como
Fundamentalistas têm reservas sérias contra a Septuaginta. Blaiklock afirma
que a Septuaginta mostra precisão incorreta e fidelidade questionável ao
original hebraico. Como um todo, ele acredita que a retribuição do Pentateuco
é uma "tradução razoável", mas II.Reis evidência “considerável evidência de
erudição hebraica inadequada”. Como uma tradução, a LXX "é arruinada por
interpolação piedosa e paráfrases que refletem pressa, ignorância, ou
descuido, e às vezes todos os três."18
Mas o Novo Testamento não cita da LXX? Uma citação no NT de uma
passagem do VT que não é automaticamente uma citação literal do Texto
Masorético não implica necessariamente que o escritor de Novo Testamento
estava usando uma versão diferente do Texto Masorético. Em Ef.4:8, por
exemplo, o apóstolo Paulo cita Salmo 68:18 (67:18 na LXX), mas a citação não
concorda nem com o Texto Masorético nem com a LXX.

Quando citações no NT variam do Texto Masorético hebraico do VT não implica


necessariamente o uso da LXX. Os escritores do NT, escrevendo debaixo da
inspiração do Espírito Santo, sentiram-se livre para levar a passagem de VT a
dar um significado mais completo a eles revelado pelo Espírito Santo.

Conclusões Sobre a Septuaginta

DiVietro examinou os três livros do Novo Testamento nos quais os


estudiosos liberais reivindicam mais freqüentemente que há citações da
Septuaginta - João, Atos, e Hebreus - e achou nenhuma prova que a
Septuaginta foi citada. Foram examinadas mais de noventa passagens que os
editores do Novo Testamento Grego da Sociedade Bíblica Unida, 3ª Edição,
tinham marcado como citações do Velho Testamento e foram descobertos fatos
que contradizem as conclusões dos estudiosos textuais favoráveis à
Septuaginta. Até mesmo pequenas citações, de uma única frase, na qual o
Textus Receptus e a Septuaginta às vezes concordam, "este acordo nunca
está em variação com o sentido hebraico da frase."19 Isto, certamente, não
deveria surpreender porque não existe nenhuma evidência clara ou que até
mesmo apenas sugerisse que a Septuaginta tivesse uma origem pre-cristã.
DiVietro afirma:
Seria errado pressumir que Jesus usou a Septuaginta. Qualquer liberdade que
Ele praticou com o texto das Escrituras hebraicas, Ele o fez como seu autor,
não como seu crítico. Estaria, também, errado pressumir que os escritores do
Novo Testamento usaram a Septuaginta como o Velho Testamento autorizado
deles. Suas formas características de tradução fornecem nenhuma defesa da
prática moderna de tradução de paráfrase e ou equivalência dinâmica. As
leituras aberrantes da LXX não deveriam ser elevadas sobre as leituras do
Texto Masorético.20

Conclusões Sobre a Bíblia King James

Ignorância nunca é uma condição feliz, mas se nós aprendemos de


nossos enganos, como eu aprendi de minhas noções errôneas relativas à LXX,
nós estamos fazendo progresso na direção certa. Me pasmo quando vejo
quantos escritores Cristãos bons e bons professores assumem
automaticamente coisas sobre os textos bíblicos defendidos pelos estudiosos.
Por exemplo, Dr. Charles Ryrie que fez uma tremenda contribuição para a
nossa compreensão das Escrituras, não obstante aceitou o texto de Westcott-
Hort (WHT). A Bíblia Estudo de Ryrie tem uma nota em Marcos 16:9-20 que
declara: "Estes versículos não constam de dois dos mss mais fidedignos do
NT....". Como Vaticanus e Sinaiticus podem ser "fidedignos" quando eles
discordam mais de 3.000 vezes entre si?
Traduções modernas baseadas no texto corrupto de Wescott e Hort tem nota
de rodapé em João7:53-8:11, que conta da mulher pega em adultério, e declara
que "estes versículos não constam nos melhores e mais antigos manuscritos”
ou que "eles podem ser autênticos, mas não eram originalmente parte do
Evangelho" de João. Mas o que eles não contam a você é que alguns dos pais
de igreja, isto é Augustinho e Ambrosio, reconhecem que a passagem em
questão é autêntica, mas foi omitida deliberadamente por alguns escribas por
temerem que a passagem possa promover imoralidade!21 Este pedaço de
informação muda dramaticamente o quadro. É tempo de os cristãos
perceberem que nem tudo o que eles leram em comentários e ou dicionários
bíblicos é necessariamente verdadeiro.

Bíblia é a coleção das exatas palavras dos 66 livros que constituem o seu
CÂNON.
Sendo 39 livros os do cânon judaico do VT (o mesmo que hoje é chamado de
"Texto Massorético de Ben Chayyim" e que, depois da invenção da Imprensa,
foi impresso por Bomberg, em 1524-5) e sendo 27 livros os do cânon do NT (o
mesmo que, depois da invenção da Imprensa, foi impresso, terminando por ser
conhecido pelo nome de TR, ou "Textus Receptus", isto é, "O Texto Recebido"
[recebido pelas igrejas do século I, das mãos dos homens inspirados por Deus
para escrevê-lo; e, também, recebido pela Reforma, das mãos das pequeninas
igrejas fiéis {perseguidas por Roma} e da Igreja Grega Ortodoxa.
Não confundir Ben Chayyim com Ben Asher. Não confundir o Texto Massorético
de Ben Chayyim (100% genuíno) com o falso T.Massorético, de Ben Asher
(com falsificações e também referido como Biblia Stuttgartensia. Não confundir
a Biblia Hebraica de Kittel (BHK) 1a e 2a edição [1906 e 1912, boas, baseadas
no T.Massorético de Ben Chayyim] com as BHK edições posteriores, más,
baseadas no falso T.Massorético, de Ben Asher.

Ao dizermos que um livro é CANÔNICO queremos dizer que:

Desde o dia em que foi escrito e lido pela 1a vez na História, tal livro foi
reconhecido por TODOS os crentes fiéis como sendo (totalmente e somente)
as próprias palavras do próprio Deus [claro, sempre houve, há e haverá um
pequeno grupo de descrentes em algum livro, sempre há e haverá os infiéis, o
agente que o Diabo sempre introduz para levantar dúvidas a princípio leve e
sutil, depois mais pesada. Ao encerramento do VT (isto é, ao terminar de ser
escrito o seu último livro (Neemias ou Malaquias no século V Antes de Cristo)
foi reconhecido por TODOS os crentes fiéis que o cânon do VT (isto é, a
coleção dos 39 livros que o constituem) estava encerrado para sempre, e
incluía o livro de que falamos; também, ao encerramento do NT (isto é, ao
terminar de ser escrito o livro de Apocalipse em cerca do ano 96 Depois de
Cristo) foi reconhecido por TODOS os crentes fiéis que o cânon do NT (isto é a
coleção de 27 livros que o constituem) estava encerrado para sempre, e incluía
o livro de que falamos; [claro, sempre houve, há e haverá um pequeno grupo
de descrentes em algum livro, sempre há e haverá os infiéis, o agente que o
Diabo sempre introduz para levantar dúvidas a princípio leve e sutil, depois
mais pesada. Algo depois do acima referido encerramento do VT, tudo isto
acima dito (e que sempre foi o consenso entre os crentes fiéis) foi meramente
RECONHECIDO, reconhecido e declarado OFICIALMENTE e por TODOS, sob
o comando de Esdras, em cerca do ano quatrocentos e poucos a.C. também,
algo depois do acima referido encerramento do NT, tudo isto acima dito (e que
sempre foi o consenso entre os crentes fiéis) foi meramente RECONHECIDO,
reconhecido e declarado OFICIALMENTE e por TODOS, mesmo sob a
coordenação, comando do distorcedor Romanismo incipiente, no III Concílio de
Cartago, em 397 D.C.

As palavras da Bíblia são INSPIRADAS, inspiradas por DEUS: At 1:16; 2Tm


3:16-17; He 10:15-17; 2Pd 1:20-21.
Toda a Escritura é DIVINAMENTE inspirada, e proveitosa para ensinar, para
redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; 17 Para que o homem de Deus
seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2 Timóteo 3:16-
17)

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular


interpretação. 21 Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem
algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo ESPÍRITO
SANTO. (2 Pedro 1:20-21)

A inspiração de Deus à Bíblia, é VERBAL (cada palavra e letra e traço, não


apenas os pensamentos principais): Sl 138:2; Mt 4:4-5; 5:17-18; 22:32; 1Co
2:13; Gl 3:16. Note a importância suprema de 1 só letra! Note que Deus não
inspirou homens, nem pensamentos, nem manuscritos, mas sim PALAVRAS e
letras e tracinhos de letras e sinaizinhos!
Inclinar-me-ei para o teu santo templo, e louvarei o teu nome pela tua
benignidade, e pela tua verdade; pois engrandeceste a tua PALAVRA acima de
todo o teu nome. (Salmos 138:2). Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito:
Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a PALAVRA que sai da boca de
Deus. 5 Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o
pináculo do templo, (Mateus 4:4-5). Não cuideis que vim destruir a lei ou os
profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que,
até que o céu e a terra passem, nem um JOTA ou um TIL se omitirá da lei, sem
que tudo seja cumprido. (Mateus 5:17-18).

Eu SOU o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus


não é Deus dos mortos, mas dos vivos. (Mateus 22:32).
Jesus baseou toda esta prova sobre um minúsculo detalhe, o tempo do verbo,
pois usou "sou" (presente do indicativo) ao invés de "fui" (pretérito perfeito do
indicativo): uma vez que Deus usa o presente e não o pretérito, esta é a prova
cabal de que Abraão, Isaque e Jacó ainda existem, no presente.

As quais também falamos, não com PALAVRAS de sabedoria humana, mas


com AS [PALAVRAS] que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas
espirituais com as espirituais. (1 Coríntios 2:13). Ora, as promessas foram
feitas a Abraão e à sua Descendência. Não diz: E às Descendências, como
falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendênciA, que é Cristo.
(Gálatas 3:16). Toda a prova, aqui, se baseia em que foi usado o singular
"descendênciA" e não o plural "decendênciaS". Ah, como Deus quer que nós e
o tradutor dê suprema importância a cada letrinha!
A inspiração de Deus à Bíblia, é PLENÁRIA (toda ela, de capa a capa, sobre
todo e qualquer assunto): 2Tm 3:16-17.
TODA a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para
redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; 17 Para que o homem de Deus
seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2 Timóteo 3:16-
17)

A inspiração de Deus à Bíblia é INFALÍVEL e INERRÁVEL (ela não contém


absolutamente nenhum erro de nenhum tipo ou grau, é incapaz de errar e de
falhar): Mt 5:18; Jo 10:35b.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota
ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. (Mateus 5:18)

Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e
a Escritura não pode ser anulada), (João 10:35)

DEUS PRESERVOU PERFEITAMENTE SUAS PALAVRAS

Deus jurou e realmente PRESERVOU Suas palavras, de um modo


absolutamente PERFEITO, de maneira que cada palavra do Texto (em
Hebraico-Aramaico e em Grego) por Ele preservado e que eu tenho agora
escrito em papel, em minhas mãos, é plenária, exclusiva, inerrável, infalível e
verbalmente a própria Palavra eterna do próprio Deus! Esta preservação só
requereu a infalível PROVIDÊNCIA de Deus, não Seu milagre contínuo.
Falamos de TEXTO, de PALAVRAS, não de suas representações, nem de
manuscritos e outros meios físicos. 1Cr 16:15; Sl 12:6-7; 19:7-8; 33:1; 100:5;
111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8; 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35; Lc
4:4; 16:17; 21:33; Jo 10:35b; 16:12-13; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19.
Lembrai-vos perpetuamente da Sua aliança e da palavra que prescreveu
para mil gerações; (1Cr 16:15). (Note: ainda não chegamos a 300 gerações
desde Adão! Menos ainda desde que Gên e 1Cro foram escritas! E "mil
gerações" quer dizer "eternamente"!) As palavras do SENHOR são palavras
puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. Tu AS
guardarás, SENHOR; desta geração AS livrarás para sempre. (Sl 12:6-7)
Fale a gramática: “As” (referindo-se às PALAVRAS DE DEUS) e “os” (referindo-
se aos crentes fiéis) são, ambas, traduções perfeitamente possíveis! (Aliás,
"as" é melhor, pois pronomes usualmente se referem ao mais próximo
antecedente que lhes casa!).
Fale a hermenêutica, a ciência da sã interpretação: Se, por um lado o
contexto iniciado no versículo:1 poderia parecer levar o 7 a se aplicar ao povo
de Israel, por outro lado a história desse povo (idolatria, derrotas, escravidão,
deportação e quase aniquilamento, poucas gerações depois deste Salmo ser
escrito) não favorece tal interpretação, sendo mais lógico e espiritual, no
contexto de TODA a Bíblia (incluindo o que Jesus disse), aplicar o versículo 7
às PALAVRAS de Deus.
Sumariando: [até mesmo por segurança] temos que crer AMBAS as
doces aplicações alternativas! (Louvado seja Deus pelas maravilhosas
promessas que representam!) Não descartemos, não joguemos no lixo
nenhuma delas. As obras das Suas mãos são verdade e juízo, seguros
todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre;
e são feitos em verdade e retidão. (Sl 111:7-8) Lámed. Para sempre, ó
SENHOR, a Tua palavra permanece no céu. (Sl 119:89). Alguns Hebraísta
dizem que a ênfase pode estar em que o céu [portanto, Deus] é a ORIGEM da
permanência / estabelecimento / firmeza inabalável da Palavra, não em que o
céu é o LOCAL em que esta permanência / estabelecimento / firmeza
inabalável ocorre. Assim, poderíamos entender "Para sempre, ó SENHOR, a
Tua palavra permanece, [e a origem disto é] do céu”. Mas não temos que
recorrer a isto: Todos os outros versos da Bíblia sobre o assunto, estudados,
justificam que a Bíblia permanece, é perfeita e continuamente preservada: no
céu E na terra!; tanto no céu quanto na terra.
Acerca dos Teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que Tu os
fundaste para sempre. (Sl 119:152) A Tua palavra é a verdade desde o
princípio, e cada um dos Teus juízos dura para sempre. (Sl 119:160).
Inclinar-me-ei para o Teu santo templo, e louvarei o Teu nome pela Tua
benignidade, e pela Tua verdade; pois engrandeceste a Tua PALAVRA acima
de todo o Teu nome. (Sl 138:2). (Note, em todos estes versos: "palavra", não
"conceitos gerais", não "pensamento principal conforme quisermos interpretar",
não "manuscrito original", etc.) Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de
nosso Deus subsiste eternamente. (Is 40:8) Ele, porém, respondendo, disse:
Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de TODA a PALAVRA
que sai da boca de Deus. (Mt 4:4, cf. Lc 4:4)
(Note que, como não temos os originais, cada palavra destes tem que ter
chegado perfeitamente preservada às mãos de cada fiel, para que vivamos!).
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um
jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. (Mt 5:18)
(O N.T. é melhor e mais glorioso que a Lei! [2Co 3:8,7; He 7:22; 8:6] Portanto,
também nenhuma letra do N.T. jamais sucumbiu!). O céu e a terra passarão,
mas as Minhas palavras não hão de passar. (Mt 24:35, cf. Lc 21:33). E é
mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. (Lc 16:17)
(O N.T. é melhor e mais glorioso que a Lei! [2Co 3:8,7; He 7:22; 8:6] Portanto,
também nenhuma letra do N.T. jamais sucumbiu!). (e a Escritura não pode
ser anulada), (Jo 10:35b). Sendo de novo gerados, não de semente
corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que
permanece para sempre. (1Pd 1:23). Mas a palavra do Senhor permanece
para sempre. (1Pd 1:25). Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as
palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma
coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro. E, se
alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua
parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas
neste livro. (Ap 22:18-19)

TÃO MARAVILHOSA PRESERVAÇÃO TEM QUE TER SIDO CONTÍNUA

(isto é, em USO, uso ATIVO, uso ativo INCESSANTE, uso ativo incessante
pelos FIÉIS) (o Romanismo nunca foi fiel, pela sua própria definição).
Senão, Deus teria sido fragorosa e vergonhosamente derrotado durante muitos
séculos, coitadinho, até que começou a ser salvo pelo poder e erudição do
gênio humano. (o gênio dos modernos críticos textuais).

Em particular, estariam miseravelmente enganados e usando uma Bíblia


corrompida: TODOS os milhares de grandes: reformadores, pregadores,
missionários e reavivadores do passado (sem exceção), TODOS os bilhões de
crentes do passado (sem exceção) de TODAS as centenas de milhares de
igrejas locais do passado (sem exceção) em TODOS os milhares de idiomas e
dialetos (sem exceção) em TODAS as centenas de nações (sem
exceção),desde a Reforma ter publicado as primeiras Bíblias traduzidas (as de
Lutero em 1522 e de Tyndale em 1526), até surgirem Bíblias baseadas num
texto pretensamente restaurado pelos ditos gênio e poder do homem
(somente em 1881), isto é, depois de 359 anos (= 131.035 dias!) de mais
completa harmonia e de unidade sem a mais leve disputa!!!

Quer versículos comprobatórios? Ora, basta ler todos os acima,


particularmente em (1). Todos os versos acima indicam uma preservação
perfeita que é contínuo, nenhum verso indica uma "preservação" que falha
durante séculos e séculos, e depois é mais ou menos recuperada pelo gênio e
poder do homem, que está salvando Deus da humilhante derrota em que
estava.

Portanto, tão maravilhosa preservação TEM que ter sido através do texto
tradicional-Canônico de Toda a Bíblia (TTC-Bíblia)

Não precisamos nem quisemos começar por profundos detalhes técnicos:


Como sempre ocorre em todas as questões teológicas, devemos tomar nossa
posição à luz só e exclusivamente da Bíblia e somente pela fé!!! Só depois é
que devemos examinar as reais evidências "factuais, documentais, da História,
da [verdadeira] Ciência, da [sã e verdadeira] Razão, etc., etc., etc." E então, Oh
o maravilhoso poder e graça de Deus, veremos que todas as evidências
corroboram de um modo assombroso e maravilhoso tudo que já cremos com
os olhos da fé!!!

Texto Tradicional-Canônico de Toda a Bíblia, Texto Massorético conhecido


como de BEN CHAYYIM e impresso por Bomberg em 1524-5 (o Velho
Testamento) mais aquele que é hoje chamado de TR (Textus Receptus, ou
TextoRecebido)e que preferiríamos chamar de "texto tradicional-canônico do
novo testamento". Vejamos uma definição do que é este TTC-Bíblia (nosso
ponto de partida está nas promessas e doutrinas da própria Bíblia, não em
axiomas e teorias humanos!):

Em conseqüência desta definição, observamos que:


Essas palavras gregas do Texto Tradicional-Canônico do Novo
Testamento, são aquelas que Deus, ao providenciar a Imprensa e a Reforma,
fez chegar às edições finais de Erasmo (1522), Stephens (1551 [início do
numerar versículos]), Beza (1598), e Elzevir (1633), que constituem o texto
chamado de TEXTUS RECEPTUS ou Texto Recebido (TR) por ter sido o texto
recebido pelas igrejas fiéis do século I, até ser recebido pela Reforma. (As
exatas palavras do TTC)-NT são, mais especificamente, as palavras GREGAS
(publicadas mais tarde, meados do século XIX, por Scrivener) que foram
usadas pelo comitê do Rei Tiago (ao produzir, em 1611, a tradução de mais
ampla, profunda e duradoura influência sobre o cristianismo).
Todas estas edições finais serviram de base a TODAS as Bíblias
"protestantes" em TODOS os países e todas as línguas, começando pelas
Bíblias de Lutero (1522) e de Tyndale (1526). Só 359 anos depois, em 1881,
surgiu a 1ª Bíblia não baseada no TR, a "English Revised Version". Ela
encantou muitos eruditos, mas não as igrejas. Só nos presentes dias de
Laodicéia é que Bíblias não-TR vêm se instalando em seminários e igrejas
incautos, particularmente pseudo-fundamentalistas deslumbrados com a
ciência falsamente assim chamada, e amantes de novidades.
Essas palavras gregas do Texto Tradicional-Canônico do Novo Testamento são,
praticamente todas elas, representadas na esmagadora maioria dos cerca de
5255 manuscritos gregos sobreviventes (raramente em maioria não tão
esmagadora, ainda mais rarissimamente em não maioria nos manuscritos do
Novo Testamento (mas fortemente referendados por outras fontes e
considerações)); tais manuscritos do Novo Testamento que formam tão grande
maioria, são chamados de Bizantinos, basicamente concordam
maravilhosamente entre si, e foram ininterruptamente usados, através dos
séculos encadeados, por praticamente TODAS as igrejas fiéis (e a Igreja Grega
Ortodoxa), passando pelas de Antioquia (na Síria), pelas dos países do Mar
Egeu, pelas dos Valdenses (no independente Norte da Itália, aos pés dos
Alpes, desde cerca dos anos 120 até próximo da Reforma!), pelas igrejas fiéis
dos Celtas (partes da Escócia e Irlanda), pelas igrejas fiéis dos Gauleses (Sul
da França), etc.
Essas palavras gregas do TTC-NT são, praticamente sempre,
teologicamente mais fortes que suas eventuais variantes. (Quando o Diabo
atira uma seta, não almeja atingir a si mesmo nem suas hostes! Portanto, as
direções das setas identificam os exércitos!). As traduções do Texto
Tradicional-Canônico do Novo Testamento para o português incluem: a
“Almeida” 1681/1753 e as suas edições "Correctas" e da Trinitarian Bible
Society, até a fidelíssima “Almeida Corrigida e Revisada, FIEL ao Texto
Original”, (conhecida pela sigla ACF, ou por "A. Fiel" ou, simplesmente, por
"Fiel") publicada pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, a partir de 1994.
A “Almeida Revista e Corrigida” era 100% baseada no TR até a edição de
1948. Mas, nas posteriores, particularmente depois da "atualização" em 1966,
só é preponderante (mas não sempre) baseada no TTC-NT.
Este conceito do Texto Tradicional-Canônico do Novo Testamento tem
muitíssimo a ver com o que é chamado de "Texto Eclesiástico" (isto é, "Texto
da Igreja Através dos Séculos", título em oposição ao texto recentemente
propostos pelos revisores eruditólatras); O conceito do TT-C também se
identifica muitas vezes (mas nem sempre) com o chamado "Texto Majoritário"
(a maior diferença é que este ainda tem algumas poucas palavras por decidir
final e completamente, enquanto que, para nós, a canonização das palavras é
assunto encerrado). Desde os 1 os Séculos foi Reconhecido e] Desde a Reforma
foi RE-confirmado o Cânon dos CONTEÚDOS (as Exatas PALAVRAS) dos
Livros da Bíblia. Portanto, o assunto está encerrado, fechado!!!

Ah, amados irmãos, é sabido que já traiçoeiramente se insinuavam uma


ou outra corrupção da Palavra de Deus mesmo durante a vida dos apóstolos,
no século I. Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de
Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de
Deus. (2 Coríntios 2:17). Que não vos movais facilmente do vosso
entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por
epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. (2
Tessalonicenses. 2:2). Livros falsificados quer totalmente (como a de Hermas,
de Barnabé, etc.), quer parcialmente, já tentavam se insinuar nas igrejas,
mesmo durante a vida dos apóstolos! Que ousadia. Mas ninguém pode deixar
de ver e se esquivar de reconhecer que todas estas corrupções do século I e
todas as poucas corrupções subseqüentes foram totalmente rejeitadas pela
massa das igrejas! Particularmente, os textoS dos pouquíssimos manuscritos
alexandrinos (séculos IV em diante) em que todo o TC se edifica foram
totalmente rejeitados pelo total da enorme massa das igrejas e jamais foram
copiados e usados para qualquer coisa. (Usamos o plural "textos" porque cada
um destes manuscritos alexandrinos difere terrivelmente dos outros, em muitos
milhares de pontos! Diferem mais entre si do que diferem do TR!!!...).

Assim, podemos dizer que, logo no mais tenro início, no primeiro e segundo
século do Cristianismo, ocorreu a canonização (no sentido de "reconhecimento
informal e consensual , pela grande massa das igrejas locais fiéis")
tanto de quais os 27 LIVROS que compunham o NT. Como também de quais
as PALAVRAS exatas que compunham cada um destes 27 livros.
Também podemos dizer que, ao final do século IV, ocorreu a canonização (no
sentido de "declaração formal e oficial da grande massa de igrejas locais,
mesmo que já não totalmente locais e nem todas fiéis, posto que o Romanismo
já se desenvolvia, Roma já se impunha, ainda que o Romanismo ainda tivesse
muito em que degenerar"). Tanto de quais os 27 LIVROS que compunham o
NT. como também de quais as PALAVRAS exatas que compunham cada um
destes 27 livros.
Finalmente, também podemos dizer que, após a invenção da Imprensa, e no
início do século XVI, com o maravilhoso movimento de Deus trazendo a
inigualadas Reforma, ocorreu a RE-confirmação do Cânon dos conteúdos (as
exatas PALAVRAS) dos 39 livros do VT e 27 do NT (por UNANIMIDADE de
TODAS as igrejas "protestantes" de TODAS as nações raças e povos!!!).

Ah, irmãos, desde os primeiros séculos e desde a Reforma está definitiva e


completamente fechado o Cânon das exatas PALAVRAS das Escrituras, em
Hebraico-Aramaico e em Grego, tanto quanto está fechado o Cânon de quais
são os 66 LIVROS que formam a Bíblia!. É tão impensável e intolerável
levantarmos dúvidas (seja através de colchetes ou de notas de rodapé, seja
direta e expressamente) sobre uma sequer das palavras do Texto Massorético
de Ben Chayyim mais o Textus Receptus (mais particularmente, aquele usado
pela KJV1611), omitirmos ou modificarmos tal palavra, quanto fazermos a
mesma coisa em relação a um dos livros da Bíblia.

O "TEXTO CRÍTICO" (TC) de Westcott - Hort e seus Seguidores.

Lamentavelmente, nestes dias de apostasia, crentes (muitos deles sinceros,


mas inadvertidos) começaram a adotar alguma forma de TEXTO
ALEXANDRINO-MODERNISTA (TAM) (também chamado Texto Crítico, TC).
Ele representa poucos (quase nunca mais que 6, usualmente uns 2 ou 3, muito
freqüentemente só 2 ou 1, às vezes ZERO!) manuscritos com rasuras e de
evidente qualidade muito inferior, oriundos da apóstata Alexandria!

Por exemplo, a leitura do TTC em Marcos 16:9-20 está em cerca de 1796 dos
cerca de 1800 manuscritos que contêm este evangelho, enquanto a leitura do
TC (omitindo esses 12 versos) está em apenas 4 manuscritos, devendo 2 deles
ser radicalmente desprezados por serem inegáveis fraudes grosseiras
(Sinaiticus e Vaticanus, ver, e devendo 1 (o manuscrito 2386) dos 2 restantes
também ser desprezado, por ser cópia direta filhote do Sinaiticus. Assim, a
maioria é de 1796 contra.
Basicamente, o TAM se baseia em apenas manuscritos: os corrompidos
Sinaiticus (ou Aleph) e Vaticanus (ou B), com preponderância para o último. Os
manuscritos deste pequenino grupo discordam mais freqüentemente e mais
gravemente entre si do que discordam do TTC! (Algumas vezes cada um
discorda inaceitavelmente até mesmo de si próprio).
Dr. F. H. A. Scrivener, que em 1864 publicou "A Full Collation of the Codex
Sinaiticus”, testificou, a respeito do Sinaiticus:
"O Códice é coberto com alterações de um caráter obviamente corretivo –
devidas a pelo menos dez diferentes revisores, alguns deles [os revisores]
sistematicamente se espalhando sobre CADA página, outros ocasionalmente,
ou limitados a porções separadas do manuscrito, muitos destes sendo
contemporâneos ao primeiro escritor, mas a maior parte [dos revisores]
vivendo no sexto ou sétimo século".

Sobre o Vaticanus, Burgon testificou:

“A impureza do texto exibido por estes códices [Sinaiticus e Vaticanus] não é


uma questão de opinião mas sim de fato. ... [Contando-se] SOMENTE NOS
EVANGELHOS, o códice B (Vaticanus) deixa de fora palavras ou inteiras
cláusulas não menos que 1491 vezes. Em cada página, ele tem traços de
transcrição sem cuidados. ... eles [os manuscritos A, B e C] são três das mais
escandalosamente corrompidas cópias existentes ... [exibindo] os mais
vergonhosamente mutilados textos que podemos encontrar em todo a terra” (“
em " True Or False?” pp. 77-78)

Do Sinaiticus, do Vaticanus, e das teorias textuais que exaltam estes


manuscritos, o brilhante John Burgon, depois de décadas de vigilante e solitário
labor nos pálidos cantos das bibliotecas da Grã Bretanha, Europa e Egito,
testificou:
“Quando nos aplicamos inicialmente a estes estudos, muitos anos atrás, ... em
qualquer direção para a qual nos voltássemos, éramos deparados com a
mesma terminologia confiante: ‘os melhores documentos’, ‘os manuscritos
primários’, ‘as autoridades de primeira classe’, ‘a evidência primitiva’, ‘a antiga
palavra escrita’, e assim por diante: descobrimos que, invariável e
exclusivamente, esta terminologia referia-se aos códices Aleph [Sinaiticus] ou
B [Vaticanus], códices C ou D [dois manuscritos similares]. Não foi até que
laboriosamente fizéssemos a colação destes documentos para nós mesmos
que nos tornamos conscientes do verdadeiro caráter deles. Muito antes de
chegarmos ao final da nossa tarefa (e ela nos ocupou, mesmo que não
ininterruptamente, por oito anos) nos tornamos convictos de que os supostos
‘melhores documentos’ e ‘autoridades de primeira classe’ estavam na realidade
entre os piores [de todos os manuscritos do mundo].

“Uma diligente inspeção de um vasto número de textos mais recentes,


espalhados através das principais bibliotecas da Europa, e a colação exata de
alguns deles, nos convenceram ainda mais de que: [1] a veneração geralmente
exigida e prestada a B [Vaticanus], Aleph [Sinaiticus], C e D não é nada mais
senão uma fraca superstição e um erro vulgar; [2] a data de um manuscrito
nada diz da sua essência mas é sim um mero acidente do problema; [3] os
textos mais recentes ... em incontáveis ocasiões, e como uma regra,
preservam aqueles delicados contornos e minúsculos refinamentos que
observamos constantemente que os ‘antigos unciais’ aniquilaram. E daí,
ascendendo a uma inspeção sistemática do inteiro campo da Evidência,
encontra razões para suspeitar mais e mais da sanidade das conclusões às
quais Lachmann, Tregelles e Tischendorf tinham chegado. “Em paralelo,
parecemos ter sido levados (como se pela mão) a discernir claras indicações
da existência de ‘um caminho mais excelente’ para nós [trilharmos]” (“Revision
Revised”, pp. 337,338).

Suspeitamos que estes dois manuscritos [Sinaiticus e Vaticanus] devem sua


preservação exclusivamente ao seu comprovado mal caráter; esta
[comprovada má qualidade] fez com que o segundo deles eventualmente
encontrasse seu caminho até uma esquecida prateleira da biblioteca do
Vaticano, enquanto o outro, depois de exercitar a engenhosidade de diversas
gerações de corretores criticistas, eventualmente foi jogado na cesta de lixo-
papel, no convento aos pés do Monte Sinai. Tivessem estas cópias [Vaticanus
e Sinaiticus] sido de mediana pureza, elas teriam há muito compartilhado o
inevitável destino dos livros que são intensamente usados e altamente
apreciados: a saber, eles teriam caído em desintegração [física, devida ao uso]
e teriam desaparecido de vista." ("Revison Revised", p. 319).

Quanto a Westcott e Hort, os pais de todas as centenas de traduções TAM que


ganham rios de dinheiro mundo afora, eram sacerdotes anglicanos descrentes,
e perdidos (nem todos anglicanos o são), eram idólatras, mariólatras,
advocantes da volta a Roma, duvidadores da Bíblia e da sua inspiração e
preservação (perfeita preservação, como nós cremos), eram comunistas,
evolucionistas Darwinistas, racistas, invocadores de espíritos (demônios!),
fundadores de um centro espírita (demonismo!), armadores de esquemas e
traições-mentiras para conseguirem seus intentos. Maiores detalhes em Note
que o texto dos corrompidos manuscritos alexandrinos foi completamente
rejeitado pela multidão incontável das igrejas cristãs (mesmo as infiéis Grega
Ortodoxa e Romana), por quase 1900 anos, até que, introduzidos por Westcott-
Hort em 1880, começou a levedar no século XX.

RESUMO:
Deixe Deus lhe falar ao coração! Choque-se com os ataques à Sua
Palavra! Encha-se de santa indignação! Tome uma posição, mesmo contra a
"recente tradição", a pressão de alguns de sua igreja ou denominação:

Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje
a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam
além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a
minha casa serviremos ao SENHOR. (Js 24:15).
Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em
holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR?
Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a
gordura de carneiros. (1 Sm 15:22).
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também,
o mandamento de Deus pela vossa tradição? (6) E assim invalidastes, pela
vossa tradição, o mandamento de Deus. (Mt 15:3, 6).
Se sua denominação adotou recentemente a "nova tradição" de uma
bíblia não baseada no TR, volte à Bíblia da tradição mais antiga, a Bíblia da
Reforma, Bíblia do TR. Volte à Bíblia que Deus tem preservado em uso ativo
pelos fiéis através dos séculos, abandone a Bíblia que os homens estão
"restaurando" continue com a fiel escritura.

CONCLUSÃO
Este trabalho tem uma importância impar para os amantes das Sagradas
Escrituras (Bíblia). Seu conteúdo mostra a sua autenticidade e sua veracidade.

Incluindo provas históricas, culturais, sociais, arqueológicas, de que a


Bíblia é o livro que sobrevive todas as épocas, de forma imutável, indiscutível,
irrefutável, que fielmente é a palavra de Deus.

A Bíblia é a fonte de iluminação para todos aqueles que desejam viver


um ministério aprovado por Deus, todos os que buscam conhecimento das
escrituras terão sucesso em tudo o que fizer.

“A Bíblia indubitavelmente é a palavra de Deus”

BIBLIOGRAFIA

Mcdoewell, Josh – EVIDENCIA QUE EXIGE UM VEREDITO. ED. Candeia. SP

Tognini, Enéas – O PERIODO INTERBIBLICO. ED. louvores do coração. SP

Laérton, José – APOSTILA - FAITERJ – RJ


Bibliologia-PreservacaoTT/ solascriptura-tt.org

PreservacaoTT/MajorityTextMovingAwayFromPreservedScripture- oud.htm.

CristoRessuscitouLiteralmente-MasTCAdultera-Helio.htm

Novo dicionário bíblico – NDC. ED. VIDA NOVA

NOTAS:
1. Ira Maurice Price, The Ancestry of Our English Bible, 3rd revised edition by
William Irwin and Allen Wikgren (New York: Harper and Brothers, 1956), p. 71.
2. Floyd Jones, The Septuagint (Collingswood, NJ: The Bible for Today, 1995),
p. 25.
3. Kirk DiVielro, Did Jesus and the Aposiles Quote from thd Septuagint (DO()?
(Collingswood, NJ: The Bible for Today
1996). p.7.
4. Paul Enns, The Moody Handbook of Theology (Chicago: Mood
Bible Institute, 1989), pp. 173-174.
5. Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, and John Rhea. editors. Wycliff Bible
Encyclopedia, vol. 2 (Chicago: Moody Press, 1975), "Ver-
sions, Ancient And Medieval," by William E. Nix.
6. Merrill F. Unger, Unger's Bible Dictionary (Chicago: Moody Press
1957),p.1149f.7.Jones,p.50.
8. Jack Moorman, Forever Settled: A Survey of the Documents and
History of the Bible (Collingswood, NJ: The Dean Burgon Society Press, 1999),
pp.17-18.
9.Ibid.,pp.22-23
10. Peter 5. Ruckman, The Christian's Handbook of Manuscript Evidence
(Palatka, FL: Pensacola Bible Press, 1970), p. 60.
Almeida Corrigida Fiel, Bílblia da SBTB).