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-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 13

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 13 Oleodutos

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 13

Oleodutos e Gasodutos

Operações de Passagem de “Pigs” em Dutos

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

termos do direito intelectual e proprie dade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

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1 Escopo -PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 1.1 Esta Norma fixa as condições

1 Escopo

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N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para o planejamento e execução dos serviços

de lançamento, acompanhamento e recebimento de “pigs” em dutos e estabelece critérios para

definição da rotina da passagem de “pigs” em dutos rígidos e flexíveis.

1.2 Esta Norma se aplica a passagem de “pigs” nos dutos que já estejam com os lançadores e

recebedores conforme a PETROBRAS N-505, com a finalidade de realizar limpeza, separação de produto e inspeção.

1.3 Para as instalações que ainda não estejam conforme a PETROBRAS N-505 deve ser elaborado

procedimento específico, com base nesta Norma, avaliando a influência de cada uma das diferenças

para a PETROBRAS N-505.

1.4 Esta Norma se aplica aos dutos da PETROBRAS, a partir da data de sua publicação.

1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).

PETROBRAS N-505 - Lançador e Recebedor de “Pig” para Dutos Submarinos e Terrestres;

PETROBRAS N-1487 - Inspeção de Dutos Rígidos Submarinos;

PETROBRAS N-2098 - Inspeção de Dutos Terrestres em Operação;

PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho;

PETROBRAS N-2726 - Dutos;

PETROBRAS N-2785 - Monitoração, Interpretação e Controle da Corrosão Interna em Dutos;

ABNT

Combustível.

NBR

12712

-

3 Termos e Definições

Projeto

de

Sistemas

de

Transmissão

e

Distribuição

de

Gás

Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições da PETROBRAS N-2726 e os seguintes.

3.1

aba do copo região do copo do “pig” responsável pela vedação entre o copo e a parede interna do duto

3.2

ângulo de ataque ângulo de inclinação das cerdas da escova em relação à parede interna do duto; pode ser positivo ou

negativo, conforme a Figura 1

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 (-) (+) Figura 1 - “Pig” Escova 3.3

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(-) (+)
(-)
(+)

Figura 1 - “Pig” Escova

3.3

APV designação para produto com pressão de vapor igual ou superior a 1,12 kgf/cm² abs @ 38ºC, quando transportado na fase líquida, tais como: GLP, LGN, butano, etc

3.4

“bypass” volume de fluido que passa entre o "pig" e a parede do duto ou através de furos ou canaletas existentes no "pig"

3.5

capa do “pig” revestimento de poliuretano elastomérico aplicado nos “pigs” de espuma para aumentar a resistência

à abrasão e fixar acessórios

3.6

copo do “pig” elemento responsável pela vedação entre o “pig” e a parede do duto, fixado no corpo do “pig” e seu

diâmetro é maior do que o diâmetro interno do duto

3.7

corpo do “pig” estrutura do “pig” onde são fixados os vedadores e acessórios

3.8

escova elemento de limpeza incorporado ao “pig”, utilizado para a remoção de depósitos mais duros como asfaltenos, carbonatos, sulfatos, óxidos de ferro, coque, asfalto, e outros

3.9

faca acessório empregado em “pigs” para a remoção de depósitos macios

3.10

"flexpig" "pigs" flexíveis fundidos numa só peça. Também conhecidos como "solid-cast", podem possuir componentes de limpeza e acessórios

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 3.11 indicador de passagem de “pig” dispositivo montado

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3.11

indicador de passagem de “pig” dispositivo montado no duto para indicar a passagem do “pig”

3.12

interferência ("oversize") diferença entre o diâmetro externo do “pig” e o diâmetro interno do duto, também chamado

sobrediâmetro

3.13

"polly-pig" ver "pig" de espuma

3.14

“pig” de espuma fabricado em espuma de poliuretano com capacidade de passagem por restrições severas existentes

no duto

3.15

"pig" de espuma com "bypass" fabricado em espuma de poliuretano com capacidade de passagem por restrições severas existentes

no duto e com furo de passagem, com as funções de redução da velocidade e alongar o tempo de chegada das golfadas de líquidos em gasodutos, ou água em dutos multifásicos

3.16

“pig” gel composto de gel com alta viscosidade, utilizado para remover, manter em suspensão e deslocar

detritos com capacidade de passar em restrições severas existentes no duto

3.17

rastreamento ("tracking") acompanhamento da passagem do "pig” em todos os pontos possíveis do duto durante a corrida,

desde o lançamento até o recebimento

3.18

tampão acessório utilizado para permitir acesso ao interior dos lançadores e recebedores de “pig”

4 Condições Gerais

4.1 A passagem de “pigs” deve ser realizada nos dutos considerados aptos para essa operação. Devem ser definidos o coordenador e a finalidade da operação, bem como levantadas ou atualizadas as informações citadas em 4.1.1 a 4.1.3.

4.1.1 Características construtivas do duto:

a) nome do duto ou do trecho;

b) diâmetro nominal;

c) extensão;

d) espessuras de parede;

e) raios mínimo de curvatura;

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 f) existência de curvas reversas e em caso

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f) existência de curvas reversas e em caso positivo o espaçamento do trecho reto entre curvas;

g) derivações: informando diâmetro nominal e existência de barras de direcionamento de "pig"; verificar a distância entre as linhas de centro de derivações próximas;

h) menor diâmetro interno (considerar as válvulas);

i) existência de revestimento interno e especificação;

j) válvulas existentes, registrar:

quantidade;

localização;

tipo;

modelo;

diâmetro interno;

dimensões do obturador;

altura da haste;

k) lançadores e recebedores de “pigs”:

— determinar os locais de lançamento e recebimento;

— analisar os desenhos;

— verificar as dimensões (comprimentos e diâmetros internos) e caso necessário, providenciar dispositivos temporários para a corrida dos "pigs" instrumentados;

— checar existência dos acessórios: drenos, suspiros, caixa de coleta e válvula de alívio

e equalização;

— verificar os diâmetros internos, posições das derivações, existência de grades e

"bypass";

— verificar o espaço disponível nas áreas de acesso;

— checar existência de instrumentação que pode danificar ou ser danificada pelo “pig”;

— verificar a existência de dispositivos de combate a incêndio, próximos aos lançadores

e recebedores;

— verificar a existência de indicadores de passagem de “pigs”; informando o tipo e

condição operacional;

— verificar a existência das válvulas de equalização; atentar para a existência da válvula reguladora na linha de equalização;

l) perfil do duto:

— verificar se o duto passa por alguma estação intermediária e em que condições; considerar a instrumentação, acessórios e acidentes (válvulas, derivações e outras instalações);

— levantar os pontos notáveis do duto e respectivos acessos: válvulas, derivações, trechos submarinos, curvas de raio pequeno, provadores de corrosão, travessias, cruzamentos, cavalotes, carretéis, niples.

4.1.2 Características operacionais do duto:

a) pressão (máxima, normal e mínima);

b) vazão/ velocidade (máxima, normal e mínima);

c) temperatura (máxima e mínima);

d) produtos transportados;

e) tempo de operação;

f) volume total (m );

g) volume por metro (m 3 /m);

h) informar se há injeção de produtos químicos, citando o tipo;

i) operacionalidade dos lançadores e recebedores de “pigs”:

3

— certificar-se da operacionalidade dos equipamentos que compõem o sistema lançador

e recebedor;

— verificar se o sistema de drenagem dos lançadores e recebedores está desobstruído,

principalmente quando a drenagem é feita para uma caixa de coleta;

— avaliar como a retirada de amostras sucessivas de fluído pode ser executada, para acompanhar a aproximação do “pig” através da quantidade de material carreado;

— checar a existência de sistema de combate a incêndio, próximo aos lançadores e recebedores e se está operando sem problemas;

— definir a responsabilidade das operações dos lançadores e recebedores, e providenciar a mão-de-obra de apoio necessária a cada operação;

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 — verificar a existência de cesta para rece

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— verificar a existência de cesta para recebimento de “pig” de espuma; identificar se o diâmetro interno da cesta é adequado para o diâmetro externo do "pig" de espuma que será utilizado;

j) verificar se os dispositivos de controle de desarme de operação por baixa pressão (PSL) e por velocidade de queda de pressão ( "Line Break") foram desabilitados para a passagem do “pig”;

k) verificar a existência de marco de referência para instalação de magneto ao longo do duto ou a existência niple marcador.

NOTA

Manter aferidos e calibrados os dispositivos indicadores pressão, temperatura e posição de abertura e fechamento das válvulas.

4.1.3

Histórico do duto:

a) levantar o histórico de passagens de “pigs” verificando: tipos de “pigs”, frequência, periodicidade e função; reportar os laudos dos resíduos e líquidos coletados e o histórico da característica do fluido operado;

b) levantar o histórico de inspeção e manutenção do duto; relacionar os eventos relevantes, que devem ser considerados para esta operação, tais como: restrições de diâmetro, reparos efetuados, integridade estrutural, estado de limpeza do duto, suspeitas de avarias, depósitos de incrustações e restrições operacionais.

4.2 Critérios para Utilização de “Pigs”

4.2.1 Periodicidade

Recomenda-se definir a periodicidade da passagem de “pig” em função do histórico operacional do duto e das simulações de escoamento que devem ser realizadas antes do início da operação de pigagem. Deve-se levar em consideração a característica do fluido operado e as condições de operação do momento da corrida do “pig”. [Prática Recomendada]

4.2.1.1 A limpeza deve ser realizada em intervalos que garantam a continuidade operacional do

escoamento, sem comprometimento da produção e da integridade do duto, atendendo a

periodicidade definida na PETROBRAS N-2785.

4.2.1.2 A periodicidade de passagem de "pig" instrumentado deve ser determinada com base nas

PETROBRAS N-1487 e N-2098 ou por algum evento identificado nas inspeções periódicas que

ponha em risco à integridade estrutural do duto.

4.2.2 Especificação dos “Pigs”

Os principais tipos de “pigs” são indicados no Anexo C.

Os "pigs", acessórios ou sobressalentes devem ter gravado, de forma indelével ou durável, a identificação do fabricante e a data de fabricação do produto. Devem também ser acompanhados de Certificado de Garantia com prazo de validade do produto (mínimo de 1 ano).

NOTA

Os produtos podem ser utilizados após o prazo de validade desde que sejam realizados testes que garantam sua integridade e cujos registros sejam armazenados nos sistemas especialistas de gestão da integridade da Unidade. [Prática Recomendada]

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 4.2.2.1 “Pigs” de Espuma As seguintes informações devem

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4.2.2.1 “Pigs” de Espuma

As seguintes informações devem ser observadas na especificação de um “pig” de espuma:

a) material do "pig"de espuma: poliuretano à base de poliéster;

b) especificar que a espuma de poliuretano deve ter células abertas;

c) densidade da espuma conforme a Tabela 1;

d) o diâmetro externo do “pig” deve ser o menor diâmetro interno do duto acrescido do sobrediâmetro especificado na Tabela 1. O diâmetro externo do "pig" também deve ser limitado ao diâmetro interno da câmara de lançamento;

e) o comprimento do “pig” deve ser equivalente a 2 vezes o diâmetro externo do "pig". Situações específicas, tal como; instalações com “Y” pigável, podem requerer comprimentos especiais;

f) informar se o “pig” deve ser fornecido com capa ou sem capa ou somente com capa na parte traseira do “pig”;

g) informar se o “pig” vai ser fornecido com escova, lixa ou sem estes acessórios;

h) material da escova (plástico ou aço), quando utilizada;

i) ângulo de ataque da escova (positivo ou negativo), se utilizada.

Tabela 1 - Características Básicas dos "Pigs"de Espuma e dos "Pigs"de Elastômero de Poliuretano do tipo Poliéster

     

Faixa de

 

Tipo de "Pig"

Material

Densidade

nominal (kg/m³)

densidade

(kg/m³)

Sobre-diâmetro

Espuma de baixa densidade sem capa - cortado

Espuma de

     

Poliuretano

26

20

a 30

10

% a 25 %

Espuma de baixa densidade sem capa - cortado

Espuma de

     

Poliuretano

45

40

a 50

10

% a 15 %

Espuma de média densidade sem capa

Espuma de

70

60

a 80

5

% a 8 %

Poliuretano

Espuma de média densidade sem capa

Espuma de

120

115

a 125

5

% a 8 %

Poliuretano

Espuma de média densidade sem capa

Espuma de

150

140

a 160

5

% a 8 %

Poliuretano

Espuma de alta densidade sem capa

Espuma de

180

170

a 190

0% a 8 %

Poliuretano

Espuma de alta densidade sem capa

Espuma de

200

190

a 210

0

% a 8 %

Poliuretano

Espuma de alta densidade sem capa

Espuma de

240

230

a 250

0

% a 8 %

Poliuretano

"Flexpig" 75 a 80 Shore

Elastômero de

Não se aplica

Não se aplica

3

% a 5 %

A

(± 3 pontos)

poliuretano

 

"Flexpig" 80 a 85 Shore

Elastômero de

Não se aplica

Não se aplica

3

% a 5 %

A

(± 3 pontos)

poliuretano

 

4.2.2.2

Demais “Pigs”

As seguintes informações devem ser observadas na especificação de um “pig”:

a) tipo do “pig” (modular ou integral);

b) tipo do vedador (disco, copo pistão, copo cônico e suas variantes);

c) número de vedadores;

d) espaçamento entre os vedadores;

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 e) material do corpo do “pig”; f) material

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e) material do corpo do “pig”;

f) material dos vedadores;

g) raio de curvatura mínimo a que o “pig” pode ser submetido;

h) dureza do vedador: 70 ShA a 80 ShA; para produtos aquecidos usar 85 ShA a 90 ShA;

i) dureza do disco-guia: 80 ShA a 95 ShA;

j) diâmetro externo do vedador;

k) diâmetro externo do disco-guia: deve ser de 1% a 2 % menor do que o menor diâmetro interno do duto;

l) "oversize" do vedador: deve ser de 3 % a 5 % maior do que o menor diâmetro interno do duto;

m) o comprimento entre o primeiro e o último elemento de vedação do “pig” deve ser no mínimo 1,5 vez o diâmetro nominal do duto. Situações específicas, tais como: diâmetro e espaçamento de derivações e instalações com “Y” pigável, podem requerer comprimentos especiais.

4.2.3 Cuidados no Armazenamento

4.2.3.1 Os “pigs” devem ser estocados em ambientes controlados, nunca expostos à luz solar, de

acordo com as seguintes condições:

a) temperatura: 10 °C a 30 °C;

b) umidade relativa: máximo de 70 %.

4.2.3.2 O armazenamento do “pig” e componentes deve ser feito de modo a evitar a deformação dos

elementos de poliuretano. Devem ser adotados os seguintes critérios:

a) os copos dos “pigs” devem ser armazenados com as abas voltadas para cima;

b) “pigs” modulares de corpo metálico devem ser armazenados suportados pelo corpo;

c) “pigs” integrais ou “pigs” modulares com corpo não metálico devem ser suportados pela base.

5 Operação de Passagem de “Pig”

5.1 Planejamento

5.1.1 Devem ser elaborados procedimentos destinados a disciplinar as atividades das operações de

passagem de “pigs”.

5.1.2 Devem participar da elaboração dos procedimentos as seguintes áreas:

a) controle operacional;

b) inspeção;

c) manutenção;

d) meio ambiente;

e) operação;

f) programação operacional;

g) segurança industrial.

NOTA Os procedimentos de passagem de "pig" para cada duto devem levar em consideração a geometria interna dos mesmos quanto à variação do diâmetro interno, raio de curvatura das curvas, obstáculos e derivações, tais como “Y”, Tê, válvulas, extensão do duto etc.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 5.1.3 Assegurar a instalação no recebedor, da ce

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5.1.3 Assegurar a instalação no recebedor, da cesta para recebimento do "pig" de espuma na

dimensão e posição adequada, fazendo com que a abertura da cesta esteja com uma defasagem

mínima de 90° em relação à direção do fluxo do fluído no recebedor.

5.1.4 Planejamento da Corrida

5.1.4.1 Fazer a simulação de escoamento do duto considerando, no mínimo, as vazões, pressões,

tempo de passagem do "pig", volume de líquido esperado, velocidade de escoamento.

5.1.4.2

Definir a finalidade da operação, podendo ser limpeza, secagem, separação ou inspeção.

NOTA

Quando for retirado resíduo para auxiliar o processo de monitoramento da corrosão interna, esta finalidade adicional deve ser explicitada.

5.1.4.3

Definir os técnicos e os órgãos responsáveis pela coordenação e planejamento da operação;

relacionar também os outros órgãos envolvidos na execução dos serviços.

5.1.4.4 A quantidade e os tipos de “pigs” a serem utilizados são definidos em função das informações

levantadas em 4.1.1 a 4.1.3.

5.1.4.5 Quando não se conhece as condições de limpeza interna do duto ou exista a possibilidade de

grande volume de resíduos no duto, a limpeza com a utilização de “pigs” deve ser progressiva (inicia-

se com “pig” de espuma até o uso de “pigs” com copo ou disco) em função do risco de aprisionamento do “pig”. A mudança de tipo de "pig" ou de densidade do "pig" de espuma somente deve ocorrer se o volume de resíduo recebido, avaliado imediatamente após a chegada do "pig", for inferior ao volume recebido na etapa anterior.

5.1.4.6 Estabelecer a velocidade do “pig” adequada ao tipo de operação atendendo aos limites

recomendados pelo fabricante.

5.1.4.7 Estabelecer:

a)

data e hora de lançamento;

b)

tempo de corrida estimado;

c)

data e hora estimadas de recebimento;

d)

produtos a serem transportados durante a corrida;

e)

vazão (velocidade e volume acumulado);

g)

pressão;

h)

temperatura do fluído no lançador e recebedor;

f)

pontos de acompanhamento do “pig” no campo.

5.1.4.8 Recomenda-se não interromper o escoamento do fluído durante a passagem de “pigs”, em

função do risco de aprisionamento. [Prática Recomendada]

5.1.4.9 Assegurar que os indicadores de passagem de "pig", instalados próximos ao lançador e ao

recebedor, estejam operacionais.

5.1.4.10 Assegurar que os sistemas de vedação dos tampões do lançador e do recebedor de "pig" estejam operacionais.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 5.1.5 Controle da Corrida 5.1.5.1 Verificar a instrumentação

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5.1.5 Controle da Corrida

5.1.5.1

Verificar a instrumentação e dispositivos disponíveis para o controle e acompanhamento da

corrida.

5.1.5.2

Verificar a existência e operacionalidade dos pontos de coleta de amostras e acessórios para

verificação de resíduos em suspensão nas corridas destinadas à limpeza do duto e assegurar que a equipe que fará a coleta das amostras esteja no recebedor no momento da abertura do recebedor.

5.1.5.3 Deve ser elaborado um documento para registro da corrida do “pig” contendo, no mínimo, as

seguintes informações pertinentes à finalidade da operação:

a) finalidade da operação;

b) data da corrida;

c) dados do “pig”, tais como: dimensões, estado (novo/usado), data de fabricação, tipo, vedador (tipo, dimensões e dureza), corpo, acessórios e “bypass”;

d) hora de lançamento;

e) produto escoado durante a passagem do “pig”;

f) vazão e volume acumulado;

g) pressão do duto nos pontos de lançamento e recebimento do “pig”;

h) velocidade do “pig”;

i) temperatura do produto nos pontos de lançamento e recebimento do “pig”;

j) distância percorrida (posição do “pig” ao longo do duto);

k) horários estimados e reais da passagem do “pig” pelos pontos de acompanhamento e de chegada;

l) registro das variáveis em intervalos máximos de 30 minutos e em todas as passagens pelos pontos críticos do duto;

m) os “pigs” rotineiros de separação de produtos e de limpeza devem ter seus intervalos de verificação e registro das variáveis de controle ajustados para intervalo compreendido entre 30 minutos e 2 horas;

n) dados do recebimento do “pig”, tais como: condição do “pig”, quantidade, forma e aspecto do resíduo e análise físico/química do resíduo;

o) registro fotográfico do "pig" antes e após a corrida, e aspectos de danos no "pig"e resíduos. Verificar para que conste na Permissão de Trabalho (PT) a autorização para fotografar e o local onde é permitida sua execução, já que nas proximidades do lançador e recebedor podemos ter uma área classificada.

5.1.5.4 Prever remoção dos instrumentos e acessórios internos ao duto e que possam prejudicar a

passagem do “pig”.

5.1.6 Inspeção da Faixa de Domínio do Duto

5.1.6.1 Confirmar condições de acesso às válvulas e pontos de rastreamento.

5.1.6.2 Verificar se as válvulas de bloqueio do duto estão completamente abertas, alinhadas e com

“bypass” fechado.

5.1.6.3 Para passagem de “pig” instrumentado e de limpeza devem ser estabelecidos pontos de

rastreamento. Especial atenção deve ser dada às válvulas de bloqueio, às travessias de rios e aos trechos submarinos.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 5.1.7 Estruturas de Apoio 5.1.7.1 Definir as equipes

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5.1.7 Estruturas de Apoio

5.1.7.1 Definir as equipes e seus respectivos locais de acompanhamento.

5.1.7.2 Providenciar meios de transporte e de comunicação para as equipes de acompanhamento,

caso a corrida seja rastreada.

5.1.7.3 Providenciar recipiente para a coleta de amostra de resíduos junto ao recebedor.

5.1.7.4 Providenciar meios para a lavagem do “pig”, logo após sua retirada do recebedor.

5.1.7.5 Providenciar dispositivos para introduzir ou retirar o “pig” dos lançadores ou recebedores.

NOTA Recomenda-se que, preferencialmente, esses dispositivos sejam automatizados visando otimizar o procedimento de inserção e retirada dos “pigs” do lançador e recebedor. [Prática Recomendada]

5.1.7.6 Verificar a necessidade de montar dispositivo de apoio ou elevação de carga para a

manipulação do “pig”.

5.1.7.7 Recomenda-se adotar um sistema de rastreamento de “pig” (“pig tracking”) adequado para

acompanhar e localizar “pigs” no duto. [Prática Recomendada]

5.1.7.8 Para recebimento de “pig” de espuma, verificar a existência de cesta, conforme PETROBRAS

N-505 e sistema de combate a incêndio.

5.2 Lançamento do “Pig”

5.2.1 O lançamento do “pig” deve ser efetuado após a estabilização das condições operacionais e

seguir o procedimento estabelecido no Anexo A.

5.2.2 As seguintes tarefas devem ser cumpridas:

a) verificar se todas as etapas do planejamento foram atendidas;

b) providenciar a Permissão de Trabalho (PT), conforme a PETROBRAS N-2162;

c) certificar-se que o recebedor de “pig” já esteja alinhado para a operação de recebimento do “pig” que será lançado, antes do lançamento do “pig”. Atentar quando a necessidade de instalação de cesta de recebimento para as operações de recebimento de “pig” espuma;

d) verificar pelo alinhamento existente do duto se o lançador está isolado (válvulas fechadas);

e) despressurizar e drenar o lançador;

f) abrir a tampa da câmara do lançador;

g) introduzir o “pig” na câmara até a redução;

h) verificar se há danos nos anéis de vedação da tampa da câmara do lançador e do "plug" de drenagem para a abertura da tampa. Efetuar a inspeção, eventual troca, limpeza e lubrificação destes componentes antes do fechamento da tampa da câmara do lançador;

i) fechar a tampa da câmara do lançador;

j) equalizar a pressão na câmara do lançador com o produto em operação; certificar-se que esta operação está sendo realizada através do sistema de equalização da câmara de lançamento do “pig” através da válvula reguladora e que o ar existente na câmara do lançador está sendo retirando pelo suspiro atmosférico (S);

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 k) abrir totalmente a válvula de bloqueio da

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

k) abrir totalmente a válvula de bloqueio da câmara do lançador (C);

l) abrir a válvula de “bypass” (B) de lançamento;

m) fechar a válvula do duto (O);

n) certificar-se do lançamento do “pig” por meio do indicador de passagem de “pig” e instrumentos de monitoração da sala de controle;

o) isolar o lançador;

p) despressurizar e drenar o lançador;

q) Abrir o lançador e certificar-se que o “pig” foi lançado.

5.3 Recebimento do “Pig”

5.3.1 O recebimento do “pig” deve ser efetuado após a estabilização das condições operacionais e

seguir o procedimento estabelecido no Anexo B.

5.3.2

As seguintes tarefas devem ser cumpridas:

a) verificar se todas as etapas do planejamento foram atendidas;

b) providenciar a PT, conforme a PETROBRAS N-2162;

c) despressurizar e drenar o recebedor;

d) abrir a tampa da câmara do recebedor;

e) instalar cesta metálica para recebimento de “pig” de espuma;

f) verificar se há danos nos anéis de vedação da tampa do recebedor e do "plug" de drenagem para a abertura da tampa da câmara. Efetuar a inspeção, eventual troca, limpeza e lubrificação destes componentes antes do fechamento da tampa da câmara do recebedor;

g) fechar a tampa da câmara do recebedor;

h) encher a câmara do recebedor com o produto equalizando a pressão e retirando o ar pelos suspiros (S). Atentar que a equalização deve se dá pela pressurização da câmara pela válvula reguladora do sistema de equalização;

i) fechar os suspiros (S) e válvulas de equalização (E), esfera e reguladora;

j) abrir totalmente a válvula de bloqueio da câmara do recebedor (C);

k) abrir a(s) válvula(s) do “bypass” (B1 e B2);

l) bloquear a válvula do duto (O);

m) certificar-se do recebimento do “pig” por meio do indicador de passagem de “pig”, instrumentos, localizado na sala de controle ou o indicar local de passagem do “pig”, além da observação dos ruídos característicos da operação com “pig”. Nas operações com “pig” instrumentado também podem ser utilizados os sistema de localização do “pig”, que estarão sendo operados pelas empresas contratadas para o serviço de inspeção;

n) certificar-se que o “pig” está no interior da câmara do recebedor;

o) abrir a válvula do duto (O);

p) fechar as válvulas de bloqueio (C) e “bypass” (B1 e B2) isolando a câmara do recebedor;

q) despressurizar e drenar a câmara do recebedor;

r) remover o plug da tampa da câmara do recebedor;

s) abrir a tampa da câmara do recebedor;

t) retirar o “pig”;

u) fechar a tampa da câmara do recebedor;

v) instalar o plug da tampa da câmara do recebedor;

w) encher a câmara com o produto e equalizar a pressão do duto, para teste de vedação do tampão;

x) despressurizar e drenar a câmara do recebedor.

NOTA

Recomenda-se que os canhões tenham o manovacuômetro definido na PETROBRAS N-505, de modo a melhorar a verificação da despressurização descrita em 5.2 e 5.3. Esse manovacuômetro é indicado como PI3 nos anexos A e B. [Prática Recomendada]

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 5.4 Acompanhamento do “Pig” A passagem do “pig”

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

5.4 Acompanhamento do “Pig”

A passagem do “pig” deve ser acompanhada pelo controle operacional através dos parâmetros de escoamento e registrada no documento de acompanhamento citado em 5.1.5.3.

5.4.1 Recomenda-se o acompanhamento das corridas de “pigs” de inspeção e de limpeza ao longo

de toda faixa do duto. [Prática Recomendada]

5.4.2 Os "pigs" de inspeção devem possuir dispositivos que permitam a sua localização no duto.

Para os demais tipos de "pigs" com corpo metálico recomenda-se que também seja utilizado o sistema que permita sua localização ao longo do duto a qualquer instante que for necessário.

[Prática Recomendada]

5.5 Relatório de Passagem de “Pig”

5.5.1 Com a finalização da operação de passagem dos “pigs”, devem ser reunidos os registros de

acompanhamento das corridas. Cada operação deve ser registrada em relatório específico, o qual

deve constar do histórico do duto.

5.5.2 Devem ser compilados os dados do acompanhamento das corridas pela coordenadoria da

operação de passagem e elaborado o relatório de operação de passagem de “pigs”.

5.5.3 O

informações.

relatório

de

operação

de

passagem

de

“pig”

deve

conter

no

mínimo

as

seguintes

a) título do relatório;

b) data da emissão;

c) período de operação;

d) finalidade da operação;

e) identificação do duto;

f) trecho da corrida;

g) diâmetro nominal do duto;

h) extensão do duto;

i) volume do duto;

j) sequência contendo quantidade e tipo de “pigs” utilizados;

k) velocidade média de cada "pig" corrido (no caso de "pigs" instrumentados: apresentar os gráficos de campo com o registro da velocidade);

l) pressão nos manômetros no lançamento e recebimento;

m) temperatura no lançamento e recebimento;

n) quantificação e tipo dos detritos carreados;

o) conclusões;

p) recomendações.

5.5.4 Os documentos de registro de corrida, citados em 5.1.5.3, devem ser anexados ao relatório de

operação de passagem do “pig”.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Anexo A - Tabela e Figura PI 1

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Anexo A - Tabela e Figura

PI 1 PI 3 S PI2 XIS S Lançador G C D D E2 O
PI 1
PI 3
S
PI2
XIS
S
Lançador
G
C
D
D
E2
O
B
E1
PI 1 PI 3 S XIS PI2 XI S S Lançador/recebedor G C D D
PI 1
PI 3
S
XIS
PI2
XI S
S
Lançador/recebedor
G
C
D
D
E2
O
B1
B2
E1

Figura A.1 - Lançamento de “Pig”

Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento

Fase

 

Ação

 

Por quê?

Notas

 

Certificar-se do fechamento completo das seguintes válvulas: do lançador (C), dos drenos [(D1) e (D2)], dos suspiros [(S1) e (S2)] do “bypass” [(B) ou (B1 e B2)] e de equalização [(E1 e E2)].

Isolar o lançador

   

Verificar as pressões internas indicadas nos manômetros PI1, PI2 e PI3, quando existente. Só abrir o manômetro PI3, quando existente, após se certificar que os demais manômetros, PI1 e PI2, não estejam indicando nenhuma pressão.

Avaliar estanqueidade do sistema

 

Abrir as válvulas (S1) dos suspiros para o "flare", quando existente. Após estabilizar a pressão no lançador na pressão do "flare", fechar a válvula de suspiro do circuito fechado (S1).

Despressurizar o máximo de pressão no lançador para local seguro

1 e 2

Despressurização

Abrir as válvulas (D1) dos drenos fechados para circuito pressurizado, quando existente. Fechar a válvula do dreno do circuito fechado (D1) quando a pressão estabilizar na pressão do suspiro do circuito fechado.

Drenar o máximo de líquido no lançador para local seguro

1 e 2

do lançador

Abrir as válvulas dos suspiros (S2) para a atmosfera.

Efetuar despressurização total da câmara

a

1 e 2

Abrir as válvulas dos drenos para circuitos não pressurizáveis (atmosféricos) (D2).

Drenar

o

líquido

1 e 2

existente na câmara

 
 

Verificar se o sistema

 

de

coleta está

Acompanhar o escoamento do produto.

operando

 

3

adequadamente

 

Evitar

risco

de

 

lançador esteja

completamente despressurizado através

do manômetro (PI1) e (PI3), quando existente.

Assegurar que

o

acidente por ocasião

da abertura da tampa

da

câmara do

lançador

 

Verificar através dos drenos atmosférico (D2) e dos suspiros atmosféricos (S2) se não há passagem de produto pelas válvulas (C), (B), (B1 e B2) ou (E).

Evitar vazamento do produto

 
-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação) Fase

-PÚBLICO-

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08 / 2011

Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação)

Fase

 

Ação

 

Por quê?

Notas

 

Iniciar a abertura da tampa da câmara do lançador com a remoção do "plug" de segurança da tampa, quando existir. Abrir com cuidado a tampa da câmara do lançador (G).Verificar a posição dos operadores para que não estejam posicionado em frente a tampa nem no raio de giro da tampa.

Evitar

vazamento

do

 

produto

 

4

Verificar o estado do anel de vedação da tampa da câmara (G) e do “plug” de segurança da tampa do lançador, quando existir. Fazer a substituição do anel de vedação quando detectar dano no anel, rasgo, risco ou até mesmo deformação dimensional, alongamento do anel, devido à despressurização rápida do lançador.

Garantir

 

a

 

Colocação do “pig”

estanqueidade

Instalar cabo de aterramento entre o corpo metálico do "pig" ou do berço e a câmara do lançador.

Evitar centelhamento

   

Colocar o “pig” na câmara do lançador até que seu vedador frontal esteja bem pressionado na redução do lançador.

Garantir o lançamento

 

do

“pig”

Fechar a tampa da câmara do lançador

   

(G),

reinstalar o "plug" de segurança da

tampa, atentar para a integridade do anel de vedação do "plug", antes de iniciar sua

Evitar vazamento

 

instalação. Fechar as válvulas de dreno atmosférico (D2).

 
 

Abrir a válvula de bloqueio do sistema de equalização (E1) e somente após iniciar a abertura da válvula de controle do sistema de equalização (E2), abrir o mínimo possível para garantir que a equalização seja feita de maneira lenta de modo que o "pig" não se desloque no interior da câmara do lançador.

Encher o lançador, purgar o ar, equalizar as pressões e evitar o deslocamento do “pig”

5, 8 e

9

Acompanhar a purga do ar para a atmosfera através das válvulas de suspiro do circuito atmosférico (S2), fechando-as tão logo o produto comece a ser escoado. Acompanhar a pressurização do lançador através dos manômetros (PI1) até atingir o valor igual à pressão do duto.

Certificar-se do completo enchimento do lançador e da

 

equalização das pressões para permitir

6 e 7

Lançamento

do

a

abertura da válvula

“pig”

(C) sem que ocorra o deslocamento do “pig”

Verificar a estanqueidade dos acessórios da instalação.

Evitar vazamentos

   

Verificar se o indicador de passagem de “pig” (XIS) está acionado para indicar a passagem do “pig” antes de abrir a válvula do lançador (C).

Confirmar o lançamento

 

do

“pig”

Abrir completamente a válvula do lançador

Permitir a passagem do “pig” sem danificá-lo

 

(C)

certificando-se de que ela esteja

completamente aberta.

Abrir completamente a válvula do “bypass” [(B) ou (B1)].

Permitir o alinhamento

 

do

fluxo pelo lançador

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação) Fase

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08 / 2011

Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação)

Fase

Ação

Por quê?

 

Notas

 

Fechar a válvula do duto (O).

Impulsionar o “pig”

   

Verificar a indicação do indicador de passagem de “pig” (XIS) e instrumentos da sala de controle.

Certificar-se do lançamento do “pig”

 

Após se certificar que o “pig” passou pela válvula de isolamento do lançador (C), abrir completamente a válvula do duto (O).

Redirecionar o fluxo por fora do lançador

 

Lançamento

do

Fechar as válvulas do lançador (B) ou (B1), (C), (E1) e (E2).

   

“pig”

 

Abrir as válvulas dos suspiros (S1) para o circuito fechado, quando existir, esperar a pressão estabilizar com a pressão do circuito fechado de suspiro, só então abrir a válvula de dreno do circuito fechado de dreno (D1). Quando a pressão estabilizar fechar a válvula de suspiro do circuito fechado (S1) e a válvula de dreno do circuito fechado pressurizado de dreno (D1) somente após esta etapa iniciar a abertura da válvula de suspiro ("vent") do circuito atmosférico de suspiro (S2); após esta abertura da válvula de suspiro ("vent") do circuito atmosférico (S2) fazer a abertura da válvula de dreno para o circuito atmosférico de drenagem (D2).

Controle

de

 

despressurização -

1 e 2

esvaziar a câmara

 

Despressurização

 

do lançador

 

Verificar se o sistema

 

Acompanhar a drenagem do produto.

de

coleta

está

operando

3

 

adequadamente

Assegurar-se de que o lançador esteja completamente despressurizado através do manômetro (PI1) e (PI3) quando existir, drenos (D2) e suspiros (S2).

Evitar risco de acidente por ocasião da abertura do tampão do lançador

 

Fechar as válvulas dos suspiros (S2) e drenos (D2).

 

2

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação) NOTA

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REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Tabela A.1 - Procedimento de Lançamento (Continuação)

NOTA 1 Em operações com produto de alta pressão de vapor - APV - (GLP, LGN, butano, etc), drenar o produto na fase líquida contido nos lançadores antes de despressurizá-los, utilizando-se nitrogênio ou gás natural (quando disponível) com circuito de despressurização atendendo a ABNT NBR 12712 para purgar a fase líquida do interior do lançador para o sistema de drenagem fechada, a fim de minimizar o posterior descarte do produto por ocasião da abertura do equipamento. O objetivo é de reduzir o descarte de produto para a atmosfera, aumentando a segurança de operação, evitar baixas temperaturas no lançador e diminuir a poluição atmosférica. NOTA 2 Devem ser elaborados procedimentos locais visando à segurança operacional e do meio ambiente, quando do lançamento de “pigs” com produto APV e gás natural. NOTA 3 Quando não existir sistema fixo de coleta deve-se providenciar um sistema móvel para receber o produto que está sendo drenado do lançador. NOTA 4 Durante a abertura do lançador, não é permitida a presença de quaisquer pessoas no raio de ação da abertura da tampa do lançador (G), e nem na direção da projeção do fluido proveniente do interior da câmara. NOTA 5 No caso de ser necessário encher o lançador com produto APV na fase líquida, estando esta instalação despressurizada, fazê-lo bem lentamente, a fim de evitar a ocorrência de baixa temperatura decorrente da expansão do produto. NOTA 6 Adotar cuidados adicionais para evitar derrame de produto sobre o lançador ou sobre o solo. NOTA 7 Nas operações envolvendo gás natural, recomenda-se purgar com gás inerte o ar do interior do lançador. [Prática Recomendada] NOTA 8 Caso não exista(m) válvula(s) de equalização (E1) e (E2) abrir lentamente as válvulas de “bypass”, (B1) e (B2). Esta condição deve ser evitada, pois pode ocasionar danos à válvula e ao "pig", devendo ser prevista a instalação do sistema de equalização. NOTA 9 Caso a configuração da instalação devido ao comprimento e diâmetro da tubulação de equalização leve a uma pressurização na parte da frente do "pig" maior que a de trás do "pig", isto pode levar ao deslocamento do mesmo para trás. Nestes casos devemos fazer a abertura da válvula de equalização da forma mais lenta possível; se mesmo assim não se conseguir impedir o deslocamento do “pig” na direção da tampa do lançador, deve ser feita a pressurização diretamente pela válvula B1. Nestes casos pode-se também utilizar um dispositivo para impedir o retorno do "pig". NOTA 10 O alinhamento do recebedor deve ser realizado antes da inserção do "pig" no lançador.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Anexo B - Tabela e Figura PI 3

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Anexo B - Tabela e Figura

PI 3 PI 1 CESTA PI 3 PI 1 S PI 2 XIS PI 2
PI 3
PI 1
CESTA
PI 3
PI 1
S
PI 2
XIS
PI 2
XIS
XIS
S
CESTA
S
Recebedor
Recebedor/lançador
G
G
C
C
E2
D
D
D
D
E2
O
O
B2
B1
B2
B1
E1
E1

Figura B.1 - Recebimento de “Pig”

Tabela B.1 - Procedimento de Recebimento

Fase

Ação

Por quê?

 

Notas

 

Verificar as pressões internas indicadas nos manômetros PI1, PI2 e PI3 quando existente.

Avaliar estanqueidade do sistema.

 

Abrir a válvula de bloqueio do sistema de

   

equalização (E1) e após abrir o mínimo possível

válvula de controle do sistema de equalização (E2). Se certificar que as válvulas de dreno estejam fechadas, (D1) dreno fechado e (D2) dreno aberto.

à

Encher

o

recebedor

 

1

Pressurização do

 

recebedor

Abrir os suspiros para a atmosfera (S2) e acompanhar a purga do ar para a atmosfera através das válvulas de suspiro do circuito atmosférico (S2), fechando-as tão logo o produto comece a ser escoado.

Purgar

o

ar

 

contido

no

2 e 3

recebedor

 
 

Pressurizar

o

 

Fechar os suspiros (S2).

recebedor

 
 

Abrir completamente a válvula do recebedor (C)

   

a válvula (B2). No caso de recebimento de “pig” com cesta instalada na câmara para efetuar o recebimento de “pigs” de espuma, também abrir completamente a válvula (B1).

e

Alinhar

o

recebedor

 

4

 

Alinhar

o

fluxo

 

Fechar a válvula do duto (O).

pelo recebedor

Recebimento

do

Armar o indicador de passagem mecânico de “pig” (XIS) ou verificar a integridade operacional de qualquer outro sistema de indicação de passagem de “pig”. Caso o “pig” esteja munido de transmissor, confirmar, através do equipamento receptor, que ele se encontra no recebedor.

   

“pig”

Confirmar a chegada do “pig”

5

Confirmar a chegada do “pig” no recebedor.

 

15

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Tabela B.1 - Procedimento de Recebimento (Continuação) Fase

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Tabela B.1 - Procedimento de Recebimento (Continuação)

Fase

 

Ação

 

Por quê?

 

Notas

 

Abrir completamente a válvula do duto (O) logo após se ter a certeza da entrada do “pig” no recebedor.

Alinhar

o

fluxo

 

bilateralmente

 

Fechar completamente a válvula do recebedor (C), do “bypass” (B1) e (B2) e as válvulas de equalização (E1) e (E2).

Desalinhar e isolar o recebedor

6

Verificar as pressões internas indicadas nos manômetros PI1, PI2 e PI3 quando existente.

Avaliar estanqueidade do sistema

 

Abrir as válvulas dos suspiros para o "flare" (S1), quando existente. Após estabilizar na pressão no recebedor na pressão do "flare", fechar a válvula do circuito fechado (S1).

Despressurizar

o

 

máximo

de

pressão

no

3,

7

e

recebedor

para

16

local seguro

   

Abrir as válvulas dos drenos fechados para circuito pressurizado (D1), quando existente. Fechar a válvula do dreno do circuito fechado quando a pressão estabilizar na pressão do suspiro do circuito fechado (S1). Acompanhar a queda de pressão no manômetro (PI1).

Drenar o máximo

 

Remoção

do

de

recebedor

líquido no

para

1,

7

2,

e 16

3,

“pig”

local seguro

   
 

Efetuar

a

 

Abrir

as

válvulas

dos

suspiros

(S2)

para

a

despressurização

total da câmara

1

e 2

 

atmosfera.

 

Abrir as válvulas dos drenos para circuitos não pressurizáveis (atmosféricos) (D2).

Drenar

o

líquido

 

existente

na

1

e 2

câmara

 

Iniciar a abertura da tampa do recebedor com a remoção do "plug" de segurança do tampão, quando existir. Abrir com cuidado o tampão (G) do recebedor.

Remover o “pig”

 

8

e 9

Instalar cabo de aterramento entre o corpo metálico do “pig” e o recebedor.

Evitar

 

centelhamento

 

Retirar o “pig” do recebedor. No caso de “pig” de espuma de baixa densidade retirar também a cesta. No caso de gasoduto ao retirar o “pig” espuma do recebedor submergir o pig em água.

Para

inspecionar

10, 11 e

e limpar

 

12

 
 

Verificar o estado do anel de vedação ou junta e dos dispositivos de segurança da tampa do recebedor (G), anel de vedação da tampa e do "plug" de segurança, quando existir. Fazer a substituição do anel quando detectar dano no anel, rasgo, risco ou até mesmo deformação, alongamento do anel, devido à despressurização rápida do lançador e o estado e limpeza da superfície de encaixe e vedação.

Garantir

a

   

estanqueidade

13

Fechamento

do

   

recebedor

Fechar o tampão (G) do recebedor, reinstalar o "plug" de segurança, atentar para a integridade do anel de vedação do "plug", antes de iniciar sua instalação. Fechar as válvulas de suspiros (S2) e drenos (D2).

Possibilitar

o

 

enchimento

para

teste

de

estanqueidade do recebedor

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Tabela B.1 - Procedimento de Recebimento (Continuação)  

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Tabela B.1 - Procedimento de Recebimento (Continuação)

 

Fase

Ação

Por quê?

Notas

   

Encher

o

 

Teste

de

recebedor

e

estanqueidade

para

liberação

Abrir as válvulas de equalização (E1) e (E2).

equalizar

pressões

as

2

operacional

Verificar a estanqueidade do recebedor.

Evitar vazamento

Despressurização

Abrir as válvulas dos suspiros (S2) e dos drenos (D2) para a atmosfera.

   

do recebedor

Fechar as válvulas dos suspiros (S2) e dos drenos (D2).

 

3 e 14

NOTA 1 Caso não existam as válvulas de equalização (E1) e (E2), abrir lentamente a válvula do “bypass” (B1). NOTA 2 No caso de ser necessário encher o recebedor com produto APV na fase líquida, estando esta instalação despressurizada, fazê-lo bem lentamente, a fim de evitar a ocorrência de baixa temperatura decorrente da expansão do produto. NOTA 3 Recomenda-se a elaboração de procedimentos locais visando à segurança operacional e do meio ambiente quando do recebimento de “pigs” com produto APV e gás natural. [Prática Recomendada] NOTA 4 Para o recebimento de “pig” instrumentado, a válvula (B1) deve permanecer bloqueada até a chegada do “pig” no recebedor. NOTA 5 Para a constatação da passagem de “pigs” pela válvula (C) do recebedor recomenda-se operação assistida pela equipe responsável, além da utilização de indicadores e rastreadores de “pigs”. [Prática Recomendada] NOTA 6 A válvula (C) deve ser acionada observando-se quaisquer obstruções à finalização de seu curso. Caso seja constatada alguma restrição, repetir o alinhamento do recebedor para eliminar o problema. Mantendo a restrição, adotar um procedimento local. NOTA 7 Atentar para o possível obstrução dos drenos em virtude do acúmulo de detritos carreados pelo “pig”. Ocorrendo tal fato, adotar procedimento local para sua desobstrução. NOTA 8 Devem ser utilizadas ferramentas e dispositivos próprios para a retirada do “pig” e dos resíduos carreados. NOTA 9 Durante a abertura do recebedor, não é permitido à permanência de operadores no raio de ação da abertura do tampão, nem da projeção de fluido proveniente do interior da câmara (G). NOTA 10Os resíduos susceptíveis à combustão quando em contato com atmosfera devem ser retirados e acondicionados conforme procedimentos de segurança. NOTA 11Deve-se registrar em formulário próprio as condições do “pig”, a quantidade, forma e aspecto do material recolhido no recebedor. Havendo variações no aspecto, quantidade e forma, devem ser adotados os procedimentos locais para o tratamento de resíduos. NOTA 12Recomenda-se o registro fotográfico ou em vídeo sempre que o equipamento for avariado durante a operação. [Prática Recomendada] NOTA 13Utilizar materiais de vedação da tampa do recebedor (G) compatíveis com os tipos de produtos que estejam em operação. NOTA 14Quando não existir sistema fixo de coleta, deve-se providenciar um sistema móvel para receber o produto que está sendo drenado do recebedor. NOTA 15Opcionalmente abrir a válvula do “bypass” (B1) e restringir a válvula do “bypass” (B2) a fim de aproximar o “pig” da tampa do recebedor (G). NOTA 16 Em operações com produtos de alta pressão de vapor (GLP, LGN, butano, etc), drenar o produto na fase líquida contido nos recebedores antes de despressurizá-los, utilizando-se nitrogênio ou gás natural (quando disponível) com circuito de despressurização atendendo a ABNT NBR 12712 para purgar a fase líquida do interior do recebedor para o sistema de drenagem fechada, a fim de minimizar o posterior descarte do produto por ocasião da abertura do equipamento. O objetivo é de reduzir o descarte de produto para a atmosfera, aumentando a segurança de operação, evitar baixas temperaturas no lançador e diminuir a poluição atmosférica.

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011 Anexo C - Figura Tipos de “Pigs” Utilidades

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

Anexo C - Figura

Tipos de “Pigs” Utilidades Instrumentados Baixa Densidade Especiais Sem Capa Geométrico Perda de Espessura
Tipos de “Pigs”
Utilidades
Instrumentados
Baixa
Densidade
Especiais
Sem Capa
Geométrico
Perda de
Espessura
- Térmico
Média
- Pressão
Espuma
Densidade
- Inercial
Com Capa
- Umbilical
- Correntes parasitas
- Deteção de trincas
Alta
- Proteção catódica
Densidade
“Flexpig”
Ultrassom
Magnético
Disco
Eixo Polímero
Mandril
Copo Pistão
Modular
Eixo Aço
Misto
Copo Cônico
Esferas

Figura C.1 - Tipos de “Pigs”

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011   ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Partes Atingidas

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

 

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

1.4

Revisado e renumerado

2

Revisado

3.3

Incluído

3.4

Revisado e renumerado

3.5 ao 3.8

Renumerado

3.9

Revisado e renumerado

3.10

Incluído

3.11

Renumerado

3.12

Revisado e renumerado

3.13

Incluído

3.14

Renumerado

3.15

Incluído

3.16

Renumerado

3.17 ao 4.2.2.3.1

Revisados

5.1.2 e 5.1.3

Revisados

5.1.4

Revisado

5.1.4.1

Incluído

5.1.4.2

ao 5.1.4.4

Renumerados

5.1.4.5

Revisado e renumerado

5.1.4.6

Renumerado

5.1.4.7

e 5.1.4.8

Revisados

5.1.4.9

e 5.1.4.10

Incluídos

5.1.5.1

Renumerado

5.1.5.2

ao 5.1.5.4

Revisados e renumerados

5.1.6

Renumerado

5.1.6.1

Incluído

5.1.6.2

e 5.1.6.3

Renumerados

5.1.7

Renumerado

-PÚBLICO- N-2634 REV. A 08 / 2011   ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Partes Atingidas

-PÚBLICO-

N-2634

REV. A

N-2634 REV. A 08 / 2011

08 / 2011

 

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

5.1.7.1

ao 5.1.7.1.4

Renumerados

5.1.7.5

Revisado e renumerado

5.1.7.6

ao 5.1.7.8

Renumerados

5.2.2

Revisado

5.3.1

e 5.3.2

Revisados

5.4.2

Revisado

5.5.3

e 5.5.4

Revisados

Figuras A.1, B.1 e C.1

Revisadas

Tabelas A.1 e A.2

Revisadas