Você está na página 1de 77

1

PROJETO CAMELIA: PROJETO CARDIO-METABÓLICO-


RENAL FAMILIAR EM NITERÓI. Uma abordagem
integrada e prospectiva, da população adscrita ao
Programa Médico de

Maio de 2006

1
DOENÇAS CRÔNICO-DEGENERATIVAS E AGREGAÇÃO FAMILIAR. UMA ABORDAGEM
INTEGRADA E PROSPECTIVA, DA POPULAÇÃO ADSCRITA AO PROGRAMA MÉDICO DE
FAMÍLIA DE NITERÓI.............................................................................................................................1
1. INTRODUÇÃO........................................................................................................................................4
1.1 COMPONENTES DA SÍNDROME METABÓLICA E INFLAMAÇÃO..............................................................4
1.2 OUTROS FATORES NA DEFINIÇÃO DE SÍNDROME METABÓLICA............................................................5
1.3 LESÃO RENAL NA SÍNDROME METABÓLICA.........................................................................................5
1.4 A SÍNDROME METABÓLICA E AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES.........................................................5
1.5 A SÍNDROME METABÓLICA E A DOENÇA GORDUROSA DO FÍGADO NÃO ALCOÓLICA...........................6
1.6 OS COMPONENTES DA SÍNDROME METABÓLICA E A AGREGAÇÃO FAMILIAR.......................................7
1.7 PROGRAMA MÉDICO DE FAMÍLIA DE NITERÓI....................................................................................8
2. OBJETIVOS.............................................................................................................................................9
2.1 OBJETIVO GERAL................................................................................................................................9
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS......................................................................................................................9
3. JUSTIFICATIVA.....................................................................................................................................9
4. MÉTODO...............................................................................................................................................11
4.1 DESENHO DO ESTUDO........................................................................................................................11
4.1.1 Desenho do estudo da agregação familiar...............................................................................11
4.1.3 Unidade de análise....................................................................................................................11
4.2 POPULAÇÃO.......................................................................................................................................11
4.2.2 Critérios de inclusão.................................................................................................................11
4.2.3 Critérios de exclusão................................................................................................................12
4.3 PROCEDIMENTOS...............................................................................................................................12
4.3.1 Seleção de casos índices...........................................................................................................12
4.3.2 Consultas..................................................................................................................................13
4.3.3 Seguimento................................................................................................................................13
4.4 CLASSIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS........................................................................................................13
4.4.1 Variáveis do Questionário........................................................................................................13
4.4.2 Medidas antropométricas.........................................................................................................14
4.4.3 Medida da pressão arterial.......................................................................................................15
4.1.5 Medidas laboratoriais...............................................................................................................15
4.5 CÁLCULO AMOSTRAL E ANÁLISE ESTATÍSTICA..................................................................................16
4.6 CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS...................................................................................................17
5. CONSIDERAÇÕES ÉTICAS...............................................................................................................18
6. CRONOGRAMA PARA O ESTUDO DE BASE................................................................................18
7. EQUIPE PARA O ESTUDO DE BASE...............................................................................................19
7.1 PESQUISADORES DOUTORES..............................................................................................................19
7.2 PESQUISADORA DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NITERÓI.................................................19
7.3 CANDIDATOS A MESTRES E TEMAS DE PESQUISA...............................................................................20
7.4 ALUNOS DE GRADUAÇÃO...................................................................................................................21
8. ORÇAMENTO PARA O ESTUDO DE BASE...................................................................................22
9. BIBLIOGRAFIA...................................................................................................................................23
ANEXO 1. REGISTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE A SAÚDE......................................................28
ANEXO 2: INFORMAÇOES DO ECG.................................................................................................40
ANEXO 3: QUESTIONÁRIO DE CONDIÇÕES SÓCIO-ECONOMICAS, HÁBITOS DE VIDA E
ESTADO DE HUMOR/QUALIDADE DE VIDA...................................................................................42
ANEXO 4: QUESTIONÁRIO DE FREQÜÊNCIA ALIMENTAR......................................................61
ANEXO 5: CONSENTIMENTOS INFORMADOS...............................................................................70
Anexo 6: Cronograma de Visitas à comunidade.....................................................................................72

2
3
1. Introdução

As doenças cardiovasculares são atualmente responsáveis por 32% do total


de óbitos no Brasil e por mais de um milhão de internações por ano no SUS
(Ministério da Saúde, 2006a). No Brasil, segundo dados do HiperDia do
Datasus, cerca de 44% da população tem sobrepeso/obesidade, 45% é
sedentária, com total de hipertensos estimados em mais de 16 milhões de
pessoas e cerca de 8 milhões de diabéticos ou diabéticos hipertensos
(Ministério da Saúde, 2006b).

A síndrome metabólica, expressa por um conjunto de alterações (resistência


à insulina, obesidade, hipertensão e dislipidemia) está fortemente associada
à mortalidade cardiovascular. Não existem estudos brasileiros sobre sua
prevalência no país, no entanto, na população norte americana e asiática a
prevalência varia entre 12,4% a 28,5% em homens e 10,7% a 40,5% em
mulheres, dependendo dos critérios utilizados (I Diretriz de síndrome
metabólica, 2004).

1.1 Componentes da síndrome metabólica e inflamação

O aumento do conhecimento das bases fisiopatológicas subjacentes às


condições que compõem a síndrome metabólica levou à clara indicação de
que um processo inflamatório é comum à obesidade e diabetes e mais
recentemente à hipertensão (Schimdt e Duncan, 2003; Manrique et al,
2005). Alguns pesquisadores apontam que essa condição inflamatória
antecede a expressão clínica dos componentes da síndrome metabólica e
outros, que as últimas serviriam como estimulo pró-inflamatório. Nos dois
casos, a clara contribuição para a aterogênese e aumento de risco de
eventos cardiovasculares futuros, levou pesquisadores da área
cardiovascular a renomearem de síndrome cardiometabólica (Manrique et
al, 2005).

Schimdt e Duncan (2003) em artigo de revisão sistematizam as evidências


da relação de fatores inflamatórios e de função endotelial no diabetes e
obesidade – aumento da contagem de leucócitos, aumento de proteína C
reativa (os indicadores mais consistentes), aumento das proteinas
secretadas pelos adipócitos - interleucina 6, fator α de inibição de necrose
tumoral (TNF-α), inibidor do ativador do plasminogenio-1 (PAI1), leptina e
diminuição da adiponectina, assim como a participação das moléculas de
adesão – ICAM e VCAM e de três marcadores de ativação endotelial –
aumento dos fatores VIII e von Willebrand e diminuição da ativação parcial
do tempo de tromboplastina aPTT, entre outros. O aumento da pressão
arterial “per se” também pode induzir o estímulo inflamatório que pode ser
detectado quantificando marcadores inflamatórios no sangue como proteína
C reativa, moléculas de adesão (VCAM-1, ICAM-1), quimiocinas (MCP-1) e
substâncias anti-fibrinolíticas(PAI-1)(Savoia et ali, 2006).

Vários passos e marcadores nesse processo não estão claros. Por exemplo,
os produtos secretados pelos adipócitos têm um papel direto na regulação
da sensibilidade à insulina ou são somente uma manifestação de outros
fatores patogênicos (Schimdt e Duncan, 2003)? A ação da adiponectina, é
ação protetora e hipoglicemiante, e a ação da leptina e PAI-1, é realmente

4
deletéria (Kanaya et al, 2006). Qual o papel da interleucina 15 e do sistema
imune adaptativo na patogênese da doença aterosclerotica e suas
complicações e o papel da hipertensão nesse processo (Lim et al 2005)?

1.2 Outros fatores na definição de síndrome metabólica

Novos fatores vêm sendo incluídos na síndrome, visando sua melhor


definição. Cohn e colaboradores (2005) propõem a inclusão de história
familiar de diabetes tipo-2 ou de doença coronariana em familiares de 1o e
2o graus, sinais de sobre ativação do sistema nervoso simpático e elevação
de concentrações plasmáticas de ácido úrico. Outros autores como
Govindarajan e colaboradores (2005) incluem a microalbuminuria e a
hipercoabilidade.

1.3 Lesão renal na síndrome metabólica

A busca por marcadores precoces de lesão renal em pacientes portadores


da síndrome metabólica e de seus componentes tem sido foco de trabalhos
recentes, entre eles a microalbuminuria e o ácido úrico sérico (Lane, 2004;
Lopez-Suarez et al., 2006) Há a indicação que a hiperuricemia poderia
contribuir para o quadro tanto da hipertensão, quanto da síndrome
metabólica (Nakagawa et al., 2006). O diabetes tem sido associado à
prevalência de doença renal, assim como ao aumento do risco de incidência
de formação de cálculo renal tanto em mulheres jovens quanto nas mais
velhas (Abate et al., 2004). A história de doença renal foi associada ao
aumento do risco da incidência de diabetes tipo 2 em homens e mulheres.
Como o cálculo renal não parece causar diretamente diabetes, a associação
positiva entre nefrolitíase e subseqüente diabetes sugere que um defeito
metabólico comum possa contribuir para o desenvolvimento de ambas as
doenças . Resistência insulínica e hiperinsulinemia compensatória podem
aumentar a suscetibilidade de pedras renais anos antes do atual diagnóstico
de diabetes. Os primeiros cálculos (cálculos anteriores) estão mais
relacionadas ao uso de diuréticos tiazídicos, os quais, podem aumentar o
risco de diabetes tipo II (Meydan et al., 2003).

1.4 A síndrome metabólica e as doenças cardiovasculares

A sindrome metabólica é uma condição pró-inflamatória e pró-trombótica


sendo forte preditora de eventos cardiovasculares (Zarich, 2005). A doença
cardiovascular acomete o miocárdio ocasionando disfunção sistólica e/ou
diastólica que podem cursar de forma assintomática ou com os clássicos
sintomas da insuficiência cardíaca (IC) – dispnéia de esforço, ortopnéia e
edema de membros inferiores. É importante a identificação do
acometimento precoce da bomba cardíaca, pois com a intervenção
medicamentosa é possível retardar ou regredir o remodelamento cardíaco e
os eventos cardiovasculares (acidente vascular encefálico - AVE, infarto
agudo do miocárdio – IAM, morte cardíaca súbita – MS). O
eletrocardiograma de superfície é um método diagnóstico não invasivo que
possibilita identificar determinadas cardiopatias elétricas – fibrilação atrial
flutter atrial, bloqueios átrio-ventriculares, bloqueio de ramo, extrassístoles

5
além de outras cardiopatias estruturais – IAM assintomático, hipertrofia
ventricular e sobregargas atriais (De Torbal , 2006; Psaty , 1995; Ives ,
1995). A presença de IAM assintomático em populações acima dos 55 anos
ocorre em 4 de cada 10 casos de IAM em um recente estudo populacional –
Rotterdam Study (De Torbal , 2006). Os casos de IAM identificado apenas
pelo ECG tem sido mais observado em indivíduos portadores de hipertensão
arterial, Diabetes Mellitus e nefropatas (De Torbal , 2006; Psaty , 1995; Ives ,
1995; Rautaharju, 2005). Vários marcadores bioquímicos tem sido citados
como de estresse cardíaco. O valor preditivo da ALT para eventos
coronarianos foi descrito em um estudo prospectivo, sendo necessário
outros estudo para elucidar os mecanismos fisipatológicos envolvidos
(Schindhelm et al., 2006). O peptídeo natriurético cerebral (BNP) e sua
fração N-terminal de seu precursor (NT-proBNP) são marcadores bioquímicos
do estresse da parede ventricular esquerda. Níveis baixos de NT-proBNP
efetivamente descartam disfunção ventricular esquerda significativa com
suspeita de IC na atenção primária e estão associados com riscos menores
de morte, independetemente da idade, no gênero e da fração de ejeção
ventricular esquerda (Gustafsson, 2005).

Estudos com necropsia de corações de diabéticos tipo 2 demonstraram


maior número pequenas lesões miocárdicas (Burke et al 2004). Lesões
cardíacas levam ao aumento de troponinas circulantes e, em meta análise
de 2005, Khan e colegas (2005) observaram que a Troponina T apresenta
grande correlação com maior risco cardíaco em pacientes com doença renal
em estágio terminal e sem sintomas de comprometimento cardíaco. Já
Sharma et al (2006) observaram em um grupo não selecionado de
candidatos a transplante renal que a elevação da Troponina T estava
fortemente associada à diabetes. As troponinas cardíacas são marcadores
cardíacos específicos, uma vez que a musculatura esquelética apresenta
outra isoforma. A lesão da célula miocárdica libera esta proteína na
corrente sangüínea. Caso haja aumento somente da troponina é indicativo
de lesão menor, se o aumento ocorre em conjunto com o aumento da CK-
MB, indica lesão maior (Achar et al 2005). Após lesão miocárdica são
liberadas as Troponinas I e T sendo que a isoforma T tem meia vida de
aproximadamente 10 dias (Dean & McEntyre, 2004).

1.5 A síndrome metabólica e a doença gordurosa do fígado não


alcoólica

Mais recentemente tem sido dada maior atenção à doença gordurosa do


fígado não alcoólica (NAFLD), devido sua possível progressão à cirrose e
mesmo à carcinoma, embora isso dê raramente. Tem sido associada
fortemente aos componentes da síndrome metabólica. Atualmente há
consenso que a gordura abdominal e subcutânea produzem citocinas
inflamatórias que geram um influxo de ácidos graxos livres ao fígado que
são transformados em triglicérides e reduz liberação de triglicérides para a
circulação, gerando um acúmulo que resulta na esteatose (Gill & Wu, 2006).
O efluxo de ácidos graxos livres dos adipócitos poderia ser prevenido pela
atividade da PPAR g que atuaria ativando os genes da gliceroquinase (Guan
et al 2003), que aumenta a síntese de glicerol 3 fosfato e a síntese de
triacilgliceróis pelo adipócito. Os PPARs são membros da superfamília dos

6
receptores de hormônio nucleares. Existem 3 isotipos:  (NR1C1), =
(NR1C2), g(NR1C3). Uma vez ativados pelo seu respectivo ligante, controlam
a taxa de transcrição de um grande painel de genes implicados em várias
funções fisiológicas dentre os quais a homeostase da glicose, lípides,
inflamação, proliferação celular e diferenciação. Os dados da literatura
sugerem que a esteatose se estabelece quando há um desequilíbrio entre a
adiponectina e TNF, pendendo para o estado inflamatório, uma vez que a
adiponectina, que circula em altas concentrações – 0,01% no plasma, tem
ação antagônica ao TNF com efeito promotor da lipólise e é hipoglicemiante
(Whitehead et al., 2006). Clark (2006), em recente revisão, chama atenção
que são necessários mais estudos, inclusive prospectivos, para determinar
os verdadeiros fatores de risco para o desenvolvimento e progressão da
doença e seus marcadores. São necessários mais estudos, inclusive
prospectivos, para determinar os verdadeiros fatores de risco para o
desenvolvimento e progressão da doença e seus marcadores

1.6 Os componentes da síndrome metabólica e a agregação


familiar

A agregação familiar de um doença ocorre quando sua freqüência é maior


freqüência em familiares de uma pessoa afetada do que na população em
geral (Susser et ali, 1989).

Desde a década de 80 há estudos evidenciando a agregação familiar dos


componentes da síndrome metabólica (Higgins et al., 1980; André et al
1984, Bentorp & Lindgarde, 1985), inclusive em artigos prospectivos (Shear
et al., 1986). No entanto estimar o quanto o risco da doença é dependente
da história familiar, ou do meio ambiente para doenças complexas ainda é
um desafio, sendo importante para instituição de diretrizes e políticas
públicas (Baglietto et a., 2006). Por outro lado, existem estudos sugerem
que alguns polimorfismos influenciam ao mesmo tempo diferentes
mecanismos de regulação. Gumieniak et al (2005), examinando sujeitos
eutiroideos, hipertensos e não hipertensos, filhos de hipertensos e filhos de
normotensos, observaram que em normotensos filhos de hipertensos
tinham valores de TSH significantemente mais altos do que aqueles com
pais normotensos, independentemente de outras características. Os autores
concluem que há agregação familiar de valores normais altos de TSH (> 2.0
mIU/L e </= 5.0 mIU/L) em famílias de hipertensos, se expressando mesmo
em indivíduos (filhos) normotensos.

Apesar do eritrócito ser independente de insulina para incorporar a glicose,


observou-se redução na expressão de seu receptor em filhos de hipertensos
(Makris et al., 2004). O receptor de insulina é uma tirosinoquinase e é
composto por um par de subunidades alfa e um par de subunidades beta. A
insulina liga-se à subunidade alfa e induz mudança conformacional que é
transmitida à subunidade beta que se auto fosforila e inicia uma cascata de
reações de fosforilação e desfosforilação. Uma tirosina de cada subunidade
beta é fosforilada com outras proteínas alvo, tais como o substrato do
receptor de insulina. É quando a insulina liga-se ao seu receptor que é
gerada a série de fosforilações desencadeando sua ampla atividade
biológica
(Dean & McEntyre, 2004).

7
1.7 Programa Médico de Família de Niterói

Niterói é um município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com uma


área territorial de 132km2 e uma população de 458.465 habitantes, segundo
o Censo/IBGE 2000. Apesar de registrar bom nível de instrução de sua
população, uma taxa de urbanização de 100% e uma renda média e
potencial de consumo elevado, o município apresenta grandes
desigualdades sociais, coexistindo, em alguns espaços, condomínios de alto
luxo e áreas favelizadas, características do fenômeno de metropolização da
pobreza (Senna e Cohen, 2002).

O Programa Médico de Família de Niterói concretiza-se em torno da


reestruturação do Modelo Assistencial de Saúde em Niterói, inserindo o
município entre os pioneiros no desenvolvimento de propostas para a
Atenção Primária em Saúde. A medicina familiar constitui-se em uma nova
forma de entender a realidade, de aplicar e de interpretar o processo saúde-
doença. Tem como princípio básico a acessibilidade de serviços de saúde a
uma determinada comunidade, oferecendo uma assistência centrada no
perfil e nas necessidades da população, estabelecendo-se como porta de
entrada. Cada família é atendida sempre pela mesma equipe profissional
(um médico e um auxiliar – técnico ou auxiliar de enfermagem – residente
na comunidade) responsável por seu setor. Essa equipe então, inicia uma
relação de vínculo familiar, desenvolvendo relações contínuas com as
famílias que estão sob seus cuidados.

Definida uma base territorial para implantação do trabalho, são iniciados o


mapeamento da área com levantamento dos dados para efetuação do
diagnóstico local. O universo populacional é dividido em setores. O número
de equipes básicas (médico e técnico de enfermagem) é proporcional ao
número de setores da área, ou seja, cada setor abrange em torno de 300
famílias, cerca de aproximadamente 1200 pessoas residentes adscritas a
cada equipe.

A população atingida distribui-se em 29 comunidades que têm em comum o


fato de serem habitadas por cidadãos de baixa renda e se constituírem
como aglomerações geralmente de alta densidade populacional, situadas
em regiões de encostas ou carentes de infra-estrutura de serviços urbanos,
e também deficientes em termos de cobertura pelos serviços de saúde
anteriormente existentes. Ao todo são 92 equipes, responsáveis em média
por 1185 pessoas, compondo cerca de 340 famílias, abrangendo 109049
pessoas, ou cerca de 23% da população do município (FMS, 2005).

O conjunto de setores, segundo a área geográfica, compõe cada Grupo


Básico de Trabalho (GTB) (Coordenação, equipe de supervisão e equipe
básica) e são referidos a uma policlínica: Santa Rosa, Itaipu, Carlos
Antonio da Silva, Engenhoca, Largo da Batalha e Jurujuba (FMS, 2005).

8
2. Objetivos

2. Objetivos

2.1 Objetivo Geral

Investigar a existência de agregação familiar de componentes da síndrome


metabólica em população adscrita ao Projeto do Médico de Família de
Niterói e a evolução da agregação no tempo, a correlação de marcadores
inflamatórios, cardíacos, renais e hepáticos nos diferentes grupos
populacionais estudados, assim como a presença de polimorfismos
específicos.

2.2 Objetivos específicos

Projeto 1: Investigar a existência de agregação familiar na hipertensão,


diabetes, obesidade, dislipidemia e síndrome metabólica, considerando o
número e tipo de familiares afetados;
Projeto 2: Investigar a presença de polimorfismos da ECA, do AT1R e de
AGTII em famílias dos casos índices hipertensos e dos casos índices
hipertensos e diabéticos.
Projeto 3: Investigar a associação de marcadores inflamatórios e de
disfunção endotelial e da hemostasia com:
 alteração da pressão arterial;
 alterações da insulina e glicose séricas;
 alterações no metabolismo de lípides séricos;
 alterações da composição corporal;
 hábitos de vida: atividade física, consumo de álcool, tabagismo e
consumo alimentar.
Projeto 4: Investigar alterações cardíacas (fibrilação atrial, insuficiência
cardíaca, processos isquêmicos) e seus marcadores laboratoriais em
pacientes portadores da síndrome metabólica.
Projeto 5: Investigar a associação entre alterações renais e
 alteração da pressão arterial;
 alterações da insulina e glicose séricas;
 alterações no metabolismo de lípides séricos;
 alterações da composição corporal.
Projeto 6: Criar modelagem matemática de análise dos diferentes projetos,
envolvendo doutorandos, mestrandos e estudantes de graduação

3. Justificativa

O Programa de Médico de Família é um cenário propício para estudos


epidemiológicos:
a) o Programa Médico de Família cadastra todas as famílias da
comunidade adscrita e identifica todos os moradores com pressão
arterial alterada (hipertensão) e aqueles portadores de diabetes,
favorecendo um desenho amostral correto;

9
b) através de uma mesma população poderemos estudar fatores de risco
para diferentes afecções, podendo favorecer o esclarecimento dos
vínculos entre elas, incluindo fatores de risco genéticos;
b) como serão estudadas diferentes comunidades (bairros atendidos pelo
programa) poderemos analisar o peso da interação com o meio ambiente
de forma mais ampla;
c) como o acesso aos participantes se dará próximo ao seu lugar de
moradia, através do seu médico, deverá haver maior adesão ao projeto e
menor custo;
d) a cooperação UFF/FMS de Niterói alia ao projeto o rigor acadêmico à
abordagem pragmática do clínico que acompanha a comunidade no seu
dia a dia - assim os resultados da pesquisa, ao mesmo tempo que
buscarão responder questões colocadas pela comunidade científica,
divulgando os resultado em meios específicos, darão respostas a
questões colocadas na prática cotidiana dessas comunidades.

O presente projeto visa dar continuidade ao Estudo Saúde do Adolescente,


desenvolvido em parceria UFF/FMS, que contou com o apoio da FAPERJ e
cujos resultados foram descritos em três artigos, dois já aprovados para
publicação e um submetido e em fase de avaliação: 1) Adolescentes e suas
relações com serviços de saúde: estudo transversal em escolares de Niterói,
Rio de Janeiro, Brasil a ser publicado nos Cadernos de Saúde Pública; 2) Pré-
hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes:
prevalência e fatores associados, a ser publicado nos arquivos Brasileiros de
epidemiologia; 3) IMC e CC como marcadores de hipertensão arterial em
adolescentes enviado à Revista de Saúde Pública.

O desenho proposto permitirá o estudo de várias associações entre


marcadores e fatores de risco e a diabetes, hipertensão, obesidade e a
síndrome metabólica, ao compararmos os casos índices. Permitirá também o
estudo dessas afecções em diferentes grupos etários.

O estudo prospectivo, planejado para ocorrer em dois anos, permitirá o


estudo da incidência das doenças pesquisadas, possibilitando acrescentar
informações e testar hipóteses levantadas no estudo de base.

4. Método

4.1 Desenho do estudo


4.1.1 Desenho do estudo da agregação familiar

Trata-se de um caso-controle familiar, também chamado por Susser (1987)


de de coorte reconstruída.

4.1.2 Desenho do estudo da associação de marcadores


inflamatórios, de disfunção endotelial e da hemostasia com
componentes da síndrome metabólica e alterações renais, hepáticas
e cardíacas

10
Trata-se de um estudo seccional que poderá se constituir em um estudo de
base para o seguimento das coortes identificadas pelas condições de base
dos casos índices.

4.1.3 Unidade de análise

São os indivíduos, casos índices e seus familiares.

4.2 População

Serão selecionados para o estudo:


 112 casos índices hipertensos não diabéticos,
 112 casos índices diabéticos não hipertensos,
 112 casos índices diabéticos e hipertensos
 112 casos índices não diabéticos e não hipertensos, cujo
cônjuge também seja não diabético e não hipertenso.
 224 filhos naturais de 12 anos a 30 anos (incompletos) de cada
caso índice e os respectivos “cônjuges” para cada condição.

Adultos adscritos aos módulos do Programa de Médicos de Família de


Niterói, seus cônjuges e filhos maiores de 12 anos e menores de 30 anos,
em 2006.

4.2.2 Critérios de inclusão

Serão convidados a participar casos índices, vinculados ao Programa Médico


de Família, que tenham pelo menos um filho biológico vivo, de 12 anos a 30
anos (incompletos) com “cônjuges” vivos, todos morando na mesma
comunidade, ou acessíveis.

Entendemos como “cônjuge” o parceiro do caso índice que é pai/mãe


natural de um filho incluído na pesquisa.

4.2.3 Critérios de exclusão

Serão excluídos:

 casos índices parentes de primeiro grau de um caso índice já


selecionado;
 gestantes e participantes portadores de doença que impeça
sua presença no ambulatório para a visita, ou a compreensão
sobre a pesquisa, e doenças associadas à baixa imunidade, ou
que estejam em uso de medicamentos que possam interferir
nos resultados dos exames (corticóides, citostáticos);
 controles que apresentem alteração da medida de pressão
(média da pressão na 1ª visita maior que > 140mmHg e 90
mmHg) ou da glicemia de jejum (<=100mg/dl);
 todas as famílias que tiverem um dos membros que não
concordem em participar da pesquisa.

11
4.3 Procedimentos
4.3.1 Seleção de casos índices

Selecionamos inicialmente um módulo, de um setor, de cada Grupo Básico


de Trabalho (GBT), para avaliarmos a prevalência de casos índices dos
quatro grupos a serem estudados. Estimamos ser necessário envolver na
pesquisa 14 módulos (16 setores), para chegarmos a amostra necessária de
casos índices diabéticos/não hipertensos, a condição menos prevalente.
Cada módulo terá um total de 112 pessoas incluídas que passarão por duas
consultas como descrito a seguir. Os controles excluídos, seus cônjuges e
filhos serão substituídos no mesmo módulo.

A escolha dos módulos foi por conveniência, buscando-se incluir todas as


regiões político-administrativas da cidade.

Em cada módulo faremos a seleção aleatória dos casos índices (tabela de


números aleatórios) a partir das fichas de gerência dos programas de
hipertensão e diabetes de cada módulo/setor. Em cada módulo/setor
sortearemos, entre os casos índices que satisfaçam os critérios de inclusão,
7 casos índices de cada condição, totalizando 28 casos índices em cada
módulo/setor. Para os casos índices selecionados, selecionaremos, também
de forma aleatória, 14 filhos por cada condição, num total de 56 filhos por
módulo/setor. A seleção será estratificada por idade: 12 a 20 e 21 a 30
anos. Os participantes selecionados serão visitados para saber se não
atendem aos critérios de exclusão. Em caso positivo, serão substituídos,
seguindo os mesmo procedimentos acima descritos.

4.3.2 Consultas

Pais, cônjuges e filhos incluídos serão convidados para uma primeira


consulta médica, com data e hora marcadas, quando assinarão o termo de
consentimento livre e esclarecido. Todas as consultas serão realizadas na
comunidade .

Na 1ª consulta, será feita uma consulta médica com registro de história


patológica pregressa, história familiar (pai, mãe, irmãos e filhos) e exame
físico, serão realizadas a avaliação antropométrica, medida a pressão
arterial, será colhido sangue e urina e realizado eletrocardiograma (anexo 1
e 2 ). Será aplicado um questionário de auto-preenchimento (com apoio de
pesquisadores) sobre condições sócio-demográficas, hábitos de vida e
estado de humor (anexo 3 e 4). O sangue e a urina serão centrifugados
local, segundo a necessidade. No momento da entrega dos resultados dos
exames, será realizada uma nova consulta para a 2ª medida da pressão.

Alguns participantes serão encaminhados ao HUAP para investigação de


algumas condições forem rastreadas:
a) doença gordurosa hepática não alcoólica para realização de ultrasom;
b) ovário policístico; medição dos Hormônios Luteinizante e Folículo
Estimulante, testosterona, dihidrotestosterona e ultrasom pélvico;
c) RX de tórax e eco-cardiograma para diagnóstico sobre alterações
identificadas na história e no exame eletrocardiográfico.

12
4.3.3 Seguimento

As famílias serão acompanhadas com a 1ª re-consulta em 24 meses,


quando os procedimentos de consultas serão repetidos. As informações dos
atendimentos no Programa Médico de Família, de prontuários em unidades
especializadas, prontuários hospitalares dos pacientes internados no
período assim como as declarações de óbito serão incorporadas ao banco
de dados da pesquisa.

4.4 Classificação das variáveis

4.4.1 Variáveis do Questionário

As perguntas sobre a morbidade referida, auto-avaliação do estado


de saúde, necessidade sentida, demanda, acesso e utilização
basearam-se nas perguntas do questionário da PNAD (Pesquisa Nacional de
Amostra de Domicílios) sobre acesso e utilização de serviços de saúde
(IBGE, 1998). Optamos por manter o intervalo de três meses entre o evento
relatado e a data do preenchimento do questionário para todas as questões
sobre a relação dos adolescentes com os serviços de saúde, porque eles
adoecem pouco. Tal período é inferior ao adotado no inquérito National
Health Interview Survey Items in the Adult and Child, que é de 12 meses, e
superior ao utilizado pela PNAD, que é de 15 dias (IBGE, 1998; NHIS, 2004).
Quanto à idade, embora existam estudos mostrando que a confiabilidade é
menor quando o respondente é menor de 14 anos, o estudo de Horiwtz e col
(2001) suporta a decisão de incluir na pesquisa alunos de 12 e mais anos.
Os autores, analisando a validade e a confiabilidade do instrumento
Services Assessment for Children and Adolecents (SACA), para usuários de
serviços de saúde mental, encontraram confiabilidade boa a excelente
quando o instrumento foi administrado em crianças de 11 anos e mais, para
uso durante toda a vida e nos últimos 12 meses. Para avaliação de
atividades físicas será utilizado o questionário sobre atividade física de
lazer que contém perguntas sobre as atividades físicas realizadas nos
últimos 15 dias, discriminando a atividade, o número de vezes praticado por
semana e o tempo gasto em cada vez (Salles-Costa, et al, 2003). Será
utilizado o questionário sobre freqüência alimentar (QFA) proposto e
testado por Schieri (1998), aliado ao Registro fotográfico para inquéritos
dietéticos - utensílios e porções (Zabotto et al. 1996). Para avaliação do
consumo de álcool e tabagismo serão utilizadas as perguntas propostas por
Chor (1997). Para avaliação da depressão, qualidade de vida e saúde
sexual, serão utilizadas quatro escalas descritas a seguir. BDI (Beck
Depression Inventory) – é a medida de auto-avaliação da depressão mais
amplamente utilizada tanto em pesquisa quanto em clínica. A adequação
das propriedades psicométricas da versão em português do BDI foi
demonstrada em diversos estudos (Gorenstein, 2000). O SF-36 (Short
Form Health Survey) –é um questionário geral, auto-aplicável, de qualidade
de vida, com 36 itens que avaliam as seguintes dimensões: Vitalidade,
saúde mental, aspectos sociais e emocionais, dor, aspectos físicos,
capacidade funcional e estado geral de saúde. Uma versão em português
está disponível tendo sido validada por Cicconelli (1997) ( em uma amostra
de pacientes com artrite reumatóide. Foi encontrada reprodutibilidade-
coeficiente de correlação de Pearson =.44 à .84 (intra-observador) e .55 à .

13
81 (inter-observador). A Arizona Sexual Experience Scale (ASEX) foi criada
para aferir disfunção sexual (McGahuey et al., 2000). Com cinco perguntas
que abordam aspectos relevantes da disfunção sexual (desejo, excitação,
lubrificação vaginal, habilidade de chegar ao orgasmo e satisfação com o
orgasmo), ela é uma escala curta e fácil de ser respondida. A ASEX afere
disfunção sexual de uma maneira bimodal utilizando uma escala do tipo
Likert de seis pontos , variando de um (hiperfunção) a seis (hipofunção). O
escore final é obtido somando-se as pontuações obtidas em cada questão e
comparando-se o resultado com os escores que indicam disfunção sexual.
Esse instrumento foi validado, no ano de 2000, para a língua inglesa. Nesse
estudo de validação realizado entre portadores de depressão em
tratamento, observou-se que a ASEX possuía consistência interna, sendo
método válido, confiável e sensível para aferir disfunção sexual. Um estudo
recente demonstrou que a versão brasileira da a ASEX é um instrumento
bastante sensível para a detecção de disfunção sexual na população
estudada.

4.4.2 Medidas antropométricas

Serão medidos peso, altura, circunferência abdominal e circunferência de


cintura, medidas de subcutâneas abdominal, tricptal e escapular, medida da
massa corporal por bioimpedância , com instrumento validado (Lintsi et al.,
2004). O peso será medido utilizando-se balança eletrônica da marca Filizola
(modelo PL18), com os alunos sem calçados, usando roupas leves e sem
portar objetos pesados. Para a aferição da estatura, uma fita métrica
plástica será afixada na parede e a estatura medida com os participantes de
meias ou descalços, com os calcanhares juntos e encostados à parede, com
a cabeça no plano horizontal, utilizando-se um esquadro de madeira para
localização exata da medida na fita. As medidas de circunferência da
abdominal e cintura serão tomadas ao nível da crista ilíaca esquerda e no
ponto médio da distância entre a crista ilíaca e o último rebordo costal,
respectivamente, com fita métrica inextensível com o participante em
expiração. Para estatura e cintura serão realizadas três mensurações,
tomando-se a média como estimativa.

4.4.3 Medida da pressão arterial

Será medida a pressão com aparelho oscilométrico Omron (validado por


O’Brien, 2001), segundo o proposto pela IV Diretriz Brasileira de Hipertensão
Arterial . A pressão arterial para os adolescentes será classificada segundo
os critérios da Task Force de 2004 (National High Blood Pressure Education
Program Working Group on Children and Adolescents, 2004) e para adultos,
segundo o VII Joint (Chobanian, 2003).

4.4.4 Eletrocardiograma

O ECG padrão de 12 derivações será realizado em todos os indivíduos de


acordo com procedimento padronizado de aquisição de ECG e controle de
qualidade (Rautaharju, 1998). Especial atenção será para a posição dos
eletrodos no tórax. Todos os eletrocardiogramas serão avaliados pelo
laboratório central da Disciplina de Cardiologia da UFF e será interpretado
por dois cardiologistas independentes. Uma ficha padrão será utilizada para
avaliar as variáveis eletrocardiográficas – ritmo cardíaco, freqüência

14
cardíaca, intervalo PR, duração do QRS, presença de área inativa, presença
de bloqueio de Ramo Esquerdo ou Direito de terceiro grau, QTc e análise de
repolarização ventricular. Nos eletrocardiogramas anormais serão avaliadas
variáveis no ritmo (FA ou Flutter atrial), distúrbios de condução (bloqueio
atrioventriculares – BAV - de 1ºgrau, BAV de 2º grau Mobitz I, BAV de 2º grau
Mobitz II, BAV de 3º grau, bloqueio do ramo esquerdo – BRE - de 3ºgrau,
bloqueio do ramo direito – BRD – de 3ºgrau, hemibloqueio anterior esquerdo
– HBAE -, defeitos da condução intraventricular), áreas inativas (presença de
ondas Q patológicas, progressão pobre da onda R nas derivações
precordiais), alterações na repolarização ventricular (alterações
inespecíficas, isquemia sub-endocárdica, isquemia sub-epicárdica, strain,
sobrecarga diastólica) ou hipertrofia ventricular esquerda (utilizando o
critério de Cornell modificado, segundo Budhwani et al, 2005).

4.1.5 Medidas laboratoriais


As dosagens bioquímicas serão feitas no Laboratório Miguelote Viana e no
Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP). Amostras de urina e alícotas de
soro serão armazenados em freezer a -80 graus, no serviço de Hematologia
do HUAP.

Exames de rotina laboratorial serão realizados em equipamentos de


automação no laboratorio Migueleote Viana. Atualmente os exames
hematológicos são realizados no equipamento STKS da Coulter,
bioquímicos no equipamento Selecra da Wiener, Tempo e Atividade de
Protrombina (TAP) no coagulometro Sigma da DPC Medlab e hormonios no
equipamento Immulite 2000 da DPC Medlab.
Os exames não corriqueiros da rotina laboratorial serão realizados por
ensaios imunoenzimáticos, utilizando kits obtidos comercialmente:

Kits necessários:

Ensaio empresa No. de catálogo 96 testes Preço


US$
TNF- Phoenix EK-072-28 350,00
Pharmaceuticals
IL-6 Phoenix EK-033-31 350,00
Pharmaceuticals
Adiponectina Phoenix EK-ADI-01 350,00
Pharmaceuticals
BNP Phoenix EK-011-03 350,00
Pharmaceuticals
PAI-1 Innovative IHPAIKT 495,00
Research

Ensaios imuno-enzimáticos para citocinas

Materiais necessários: micropipetas, ponteiras, lavadora de placas, papéis


toalha, leitora de ELISA com capacidade para 450 a 650 nm.

Execução do ensaio:
1- Aguardar todos os reagentes atingirem a temperatura ambiente;

15
2- Retirar a placa da embalagem, retirando os poços que não serão
utilizados;
3- Pipetar os padrões para a curva;
4- Pipetar 100 L de amostra em cada poço;
5- Vedar as plcas e incubar 1h sob agitação constante;
6- Remover a vedação e descartar totalmente o sobrenadante;Lavar
com 300-350 L de tampão de lavagem;
7- Deixar secar, invertido sobre uma toalha de papel;
8- Adicionar 100 L de anticorpo anti-humano biotinilado e incubar sob
agitação constante por 1 hora;
9- Lavar 4 vezes como descrito no item 6;
10-Adicionar 100 L de SA-HRP. Vedar e incubar sob agitação constante
por 30 minutos;
11-Lavar 4 vezes como descrito no item 6;
12-Adicionar 100 L de solução substrato em cada poço e incubar 15
minutos à temperatura ambiente;
13-Adicionar 100 L de solução de parada;
14-Ler imediatamente a 450 nm em leitora de ELISA;
15-Calcular a concentração da citocina a partir da curva padrão
estabelecida em cada ensaio.

4.5 Cálculo amostral e análise estatística

O cálculo amostral para o estudo de agregação familiar foi baseado em


Wada e colaboradores (2006) que estudaram agregação familiar de
componentes da síndrome metabólica em adultos japoneses e Park e
colaborares (2006) que realizaram estudo semelhante em adolescentes
coreanos. O OR para hipertensão quando os dois pais apresentavam a
condição foi de 1.67, de diabetes de 3.23. Em adolescentes os OR para
sobrepeso foi 4.1, para síndrome metabólica como um todo de 4.8.
Considerando prevalências na população não exposta de 5% entre os
adolescentes e 20% ns população de adultos, para uma significância de 5%
e um poder de teste de 80% precisaríamos de amostras que variaram entre
304 expostos e 304 não expostos para verificar a agregação da hipertensão
em adultos a 96 , no caso da diabetes. Para os adolescentes a maior
amostra necessária foi de 140 expostos e 140 não expostos. Sabemos que
em estudo de agregação familiar, por causa da dependência entre as
observações temos um aumento do Erro tipo II, havendo diminuição do
poder do teste, o que deve ser considerado no momento da amostragem.
Optamos por selecionar amostras de 224 filhos para cada condição
estudada (hipertensos, diabéticos, hipertensos diabéticos e controles),
prevendo 12% de perdas, sabendo que podemos incorrer em erro tipo II
principalmente em relação à estimativa da agregação familiar da
hipertensão.

O modelo estatístico usualmente empregado em estudos de agregação


familiar pressupõe a independência entre as probabilidades de
acometimento pela doença de um familiar e de um índice. Visa à aplicação
de um modelo estatístico expandido, no qual é previsto que o risco de
doença nos filhos variem com o acometimento dos pais, desenvolvido por
Wickramaratne (2004). Neste modelo, embora a probabilidade esperada de
acometimento entre os filhos de uma mesma família seja considerada

16
constante, esta probabilidade depende do número de pais acometidos pela
doença. Assim, a hipótese nula de igual proporção de acometimentos entre
filhos de casos (P1) e de controles (P0) é testada não por uma estatística 2
padrão, mas por uma 2 modificada, na qual prevê-se que a probabilidade
de acometimento no filho varie tanto com o número de pais acometidos (y)
quanto com o número de filhos (s). No caso de rejeição da hipótese nula,
limites de confiança para o risco relativo P1 / P0 podem, então, ser
estimados.

Uma vez inferida existência de agregação familiar, a influência de fatores de


risco ambientais deve ser analisada, de modo a se tentar compreender a
interação entre fatores genéticos e ambientais. Com este objetivo, os riscos
relativos passarão a ser estudados estratificando-se os familiares de casos e
controles como expostos ou não ao fator ambiental. Neste contexto, pode-
se avaliar a possibilidade de a agregação familiar decorrer tão somente de
fatores ambientais.

Caso seja demonstrado que a agregação não pode ser explicada apenas por
fatores de risco ambientais, o passo seguinte é avaliar quanto desta
agregação pode ser atribuído a causas genéticas (Khoury et al., 1993). Uma
medida tipicamente utilizada para se responder esta questão é a
heritabilidade, definida como a razão entre duas variâncias: aquela
atribuível às diferenças genéticas ou alélicas entre indivíduos e aquela
referente às diferenças fenotípicas totais na população. No presente sub-
projeto, a heritabilidade (h2) será estimada através de um simples modelo
de regressão linear entre traços fenotípicos de pais e filhos, sendo
denominada “heritabilidade empírica”. O coeficiente de regressão linear ()
é considerado tanto como uma ferramenta preditiva quanto como uma
medida da redução de variância entre os filhos atribuível ao traço observado
em um dos pais (Khoury, 1993). Uma vez que apenas um dos pais foi
considerado, a heritabilidade é tomada como o dobro do coeficiente de
regressão (h2 = 2).

Também será realizado um modelo de Cox considerando a idade dos


participantes como tempo de exposição.

Todos os procedimentos matemáticos e estatísticos serão implementados


utilizando-se o pacote estatístico R (www.cran.org), uma ferramenta
computacional bastante poderosa e de disponibilidade gratuita.

Para análise da associação marcadora inflamatórios, de disfunção endotelial


e da hemostasia, componentes da síndrome metabólica e alterações renais,
hepáticas e cardíacas as análises estatísticas estão descritas a seguir. Os
dados referentes às variáveis contínuas com distribuição normal serão
expressos em médias e desvio padrão comparados com o teste t de Student
e, quando possível, será estimada a correlação de Pearson. No caso de
distribuições não paramétricas serão usados os testes de Mann-Whitney ou
Kruskal-Wallism e o coeficiente de correlação de Spearman. Para as
variáveis dicotômicas será usado o teste do 2 com teste exato de Fisher,
quando necessário e o teste do 2 para tendência. Utilizaremos a regressão
logística para o cálculo de OR ajustadas para variáveis de confusão.

17
4.6 Considerações metodológicas

Um estudo familiar com hipóteses genéticas geralmente se inicia com a


identificação de um grupo de casos índices (proband) com a desordem, e a
comparação daqueles sem a desordem. Aplicando a lógica usual de um
desenho caso-controle, cada caso-índice é um caso ou controle. Aplicando a
lógica usual de um desenho de coorte, cada caso-índice define uma
exposição. As coortes são compostas dos familiares expostos a genes e ao
ambiente familiar das pessoas afetadas e não afetadas, compondo os
expostos e não expostos, respectivamente. Assim o mesmo conjunto de
dados pode ser analisado como um estudo caso-controle ou um estudo de
coorte. É interessante notar que, a antecedência da exposição, quando se
pretende isolar o componente genético, está sempre garantida. Para as
hipóteses relacionadas à influencia de fatores ambientais e à interação
entre fatores genéticos e familiares, inferências causais fortes há
necessidade que a antecedência da exposição em relação ao início da
doença seja claramente estabelecida no estudo (Susser et ali 1989).

Um do limites do desenho aqui adotado é que os casos são identificados em


locais onde estão sendo tratados, não representando, portando, a totalidade
os casos (Susser et ali 1989). Tal limite é minimizado com o desenho aqui
proposto. No Programa Médico de Família é feito cadastro dos moradores
adscritos com coleta de rápida história patológica pregressa. Para aqueles
moradores que não são encontrados, há o relato do familiar. A condição de
hipertensão ou diabetes é identificada no cadastro, mesmo que este
morador não compareça à consulta agendada para confirmação do
diagnóstico. Esse cadastro é que originou o “censo” a partir do qual foram
selecionados aleatoriamente os casos e controles (moradores não incluídos
nos cadastros de hipertensos e/ou diabéticos) da presente pesquisa.

Esse desenho de estudo está sujeito a um viés de identificação


(ascertainment bias) pois há maior probabilidade de inclusão de índices com
agregação familiar. Esse viés deverá ser considerado na discussão dos
dados pois leva à superestimação do efeito da agregação familiar.

Outro viés a ser considerado é o de classificação pois os atributos


dependem de fatores familiares: tamanho da família, relações biológicas
com o caso índice, distribuição das idades dos familiares, assim como a
prevalência da desordem (Khoury, 1993). Para tentar minimizar esse viés,
estabelecemos que serão incluídos de um a três filhos de cada família e
será realizada análise com o modelo de Cox que leva em consideração o
tempo de exposição de cada membro (tempo de vida).

5. Considerações éticas

O Projeto foi enviado para a comissão de ética e foi pré-aprovado. Todos os


participantes assinarão o consentimento livre e esclarecido (anexo 5).

6. Cronograma para o estudo de base

Atividade Tempo Situação

18
Identificação dos casos índices Mês 1 (03/06) Realizado
Treinamento dos participantes Mês 2 (04/06) Realizado
Projeto piloto para teste dos Mês 3 (05/06) Realizado
instrumentos e estudo de viabilidade
técnica
Seleção aleatória dos participantes, Mês 3a Mês 16 Em
convite para participação na realização
pesquisa/substituição
1ª consulta e coleta de sangue para Mês 05 a mês 17 A realizar
bioquímica (consultar anexo 6)
2ª consulta para entrega de exames e Mês 05 a mês 18 A realizar
2ª medida de pressão arterial
Entrada das informações no Mês 03 a mês 19 A realizar
computador
Análise estatística Mês 10 e mês 20 A realizar
Elaboração de relatórios Mês 11 e mês 21- A realizar
22
Divulgação dos resultados do estudo Mês 12 a 24 A realizar
de base

7. Equipe para o estudo de base

7.1 Pesquisadores doutores

 Edna Massae Yokoo - Instituto da Comunidade – UFF –


Colaboradora do Mestrado em Ciências Médicas e Professora
do Mestrado em Saúde Pública da Universidade Federal do
Mato Grosso.
 Evandro Tinoco Mesquita – Faculdade de Medicina – Professor
da Pós- graduação em Ciências Cardiológicas
 Georgina Severo Ribeiro – Faculdade de Medicina – UFF _
Professora do Programa de Pós-graduação em Patologia
 Gilberto Perez Cardoso – Faculdade de Medicina – UFF -
Professor do Mestrado em Ciências Médicas e da Pós-
graduação em Ciências Cardiológicas
 Hye Chung Kang - Faculdade de Medicina – UFF – Professora do
Programa de Pós-graduação em Patologia
 Jocemir Ronaldo Lugon - Faculdade de Medicina – UFF -
Professor do Mestrado em Ciências Médicas e da Pós-
graduação em Ciências Cardiológicas
 Maria Luiza Garcia Rosa - Instituto da Comunidade – UFF –
Professora do Mestrado em Ciências Médicas e Pós- graduação
em Ciências Cardiológicas
 Maurício Cagy - Instituto da Comunidade – UFF – Professor do
Mestrado em Ciêncas Médicas
 Mauro Mendlowicz - Instituto da Comunidade – UFF – Professor
colaborador do Mestrado em Ciêncas Médicas
 Rubens Antunes da Cruz Filho - Faculdade de Medicina – UFF –
Professor colaborador do Mestrado em Ciêncas Médicas
 Salim Kanaan - Faculdade de Medicina – UFF
 Vânia Matos Fonseca - Instituto da Comunidade – UFF –
Professora colaboradora do Mestrado em Ciêncas Médicas e

19
Professora do Mestrado em Saúde da Mulher e da Crinaça
IFF/Fiocruz.

7.2 Pesquisadora da Fundação Municipal de Saúde de Niterói


 Verônica Alcoforado - Fundação Municipal de Saúde de Niterói

20
7.3 Candidatos a mestres e temas de pesquisa

Nome Profissão Temas de pesquisa


Aline Barreto Nery Nutricionista Freqüência alimentar em famílias e diferenças na agregação familiar da
hipertensão
Ana Odete Antunes Enfermeira Adesão ao tratamento em diabetes
Angela Maria Tiengo Médica de família Prevalência de Síndrome Metabólica e Contagem de células brancas
Carlos Hideki Kawahara Médico de família Agregação familiar da síndrome metabólica em adolescentes
Claudia Patrícia de Almeida Nutricionista Freqüência alimentar em famílias de hipertensos, diabéticos e controles
Cristiane Avelino Dias Nutricionista Freqüência alimentar em famílias e diferenças na agregação familiar da obesidade
Fátima Rohen Farmacêutica Associação entre alteração do TSH e agregação familiar em hipertensão
Fernanda Neves Pinto Di Nutricionista Freqüência alimentar em famílias e diferenças na agregação familiar da diabetes
Candia
Gilberto de Miranda Barbosa Médico Associação entre alteração do TSH e agregação familiar em diabetes
Helena Barreto Arueira Médica de família Alterações eletrocardiográficas na síndrome metabólica
José Augusto Riffan Médico de família Troponinas circulantes na síndrome metabólica
Julciney Trindade Fortes Médico de família Fatores de risco metabólico e Lesão renal em indivíduos com sobrepeso
Luciana Justo Beserra Nutricionista Freqüência alimentar em adolescentes e prevalência de pré-hipertensão
Marcio Medeiros Groberio Médico de família Associação exercício físico, marcadores inflamatórios e componentes da SM
Marcos da Silva Caetano Médico de família PAI-1 em filhos de diabéticos
Maria Angélica Duarte Silva Assistente Social Qualidade de vida e síndrome metabólica
Olavo de Souza Costa Médico Agregação familiar e diabetes
Patricia Martins Ramos Médica de família Agregação familiar e hipertensão
Fonseca
Patricia Ribeiro SM Teixeira Médica de família Agregação familiar - obesidade e depressão
Phillip Oliveira Médico de família Marcadores inflamatórios em filhos de portadores da síndrome
metabólica/controles
Rachel Filgueiras Médica Microalbuminúria e síndrome metabólica
Rafael Tinoco Palatnic Médico Marcadores de lesão miocárdica na síndrome metabólica
Raquel Medeiros Lisbôa Médica Comprometimento Hepático na Síndrome Metabólica
Rogerio Pedroti Médico Marcadores inflamatórios na hipertensão
Rosane Petrelle Fícara Médica de família Marcadores inflamatórios em mulheres pré e pós menopausa
Terezinha Baptista Médica de família Uricemia e síndrome metabólica

21
Terezinha Célia Zanatta Médica de família Adesão ao tratamento da hipertensão
Aline Barreto Nery Nutricionista Freqüência alimentar em famílias e diferenças na agregação familiar da
hipertensão

22
7.4 Alunos de graduação
Vincularam-se à pesquisa, tendo participado de uma visita piloto 51 alunos
de graduação de medicina (do 2º ao 10º período) 4 alunas de pós
graduação de nutrição e uma aluna de enfermagem. Cada aluno escolheu
um tema de pesquisa (parte descritiva) e muitos já estão trabalhando com
os candidatos ao mestrado.

23
8. Orçamento para o estudo de base

24
9. Bibliografia

Kanaya AM, Wassel Fyr C, Vittinghoff E, Harris TB, Park SW, Goodpaster BH,
Tylavsky F, Cummings SR. Adipocytokines and incident diabetes mellitus in
older adults: the independent effect of plasminogen activator inhibitor 1.
Arch Intern Med. 2006 Feb 13;166(3):350-6.

Khan NA, Hemmelgarn BR, Tonelli M, Thompson CR, Levin A. Prognostic


value of troponin T and I among asymptomatic patients with end-stage renal
disease: a meta-analysis.
Circulation. 2005 Nov 15;112(20):3088-96.

Sharma R, Pellerin D, Gaze DC, Shah JS, Streather CP, Collinson PO, Brecker
SJ. Dobutamine stress echocardiography and cardiac troponin T for the
detection of significant coronary artery disease and predicting outcome in
renal transplant candidates.Eur J Echocardiogr. 2005 Oct;6(5):327-35.

Guan HP, Ishizuka T, Chui PC, Lehrke M, Lazar MA. Corepressors selectively
control the transcriptional activity of PPARgamma in adipocytes. Genes Dev.
2005 Feb 15;19(4):453-61. Epub 2005 Jan 28.

Achar SA, Kundu S, Norcross WA.Diagnosis of acute coronary syndrome. Am


Fam Physician. 2005 Jul 1;72(1):119-26.

Chor D. Perfil de risco cardiovascular de funcionários de banco estatal. Tese


apresentada na .
Universidade de São Paulo. 1997: USP, Brasil.

O'Brien E, van Montfrans G, Palatini P, Tochikubo O, Staessen J, Shirasaki O,


Lipicky R, Myers M. Task Force I: methodological aspects of blood pressure
measurement. Blood Press Monit. 2001 Dec;6(6):313-5.

Chobanian AV, Bakris GL, Black HR, Cushman WC, Green LA, Izzo JL Jr, Jones
DW, Materson BJ, Oparil S, Wright JT Jr, Roccella EJ; National Heart, Lung,
and Blood Institute Joint National Committee on Prevention, Detection,
Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure; National High Blood
Pressure Education Program Coordinating Committee. The Seventh Report of
the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and
Treatment of High Blood Pressure: the JNC 7 report. JAMA. 2003 May
21;289(19):2560-72. Epub 2003 May 14.
I Diretriz de Prevenção da Aterosclerose na Infância e na Adolescência. Arq.
Bras. Cardiol., dez. 2005, vol.85 supl.6, p.3-36.
National High Blood Pressure Education Program Working Group on High
Blood Pressure in Children and Adolescents. The fourth report on the

25
diagnosis, evaluation, and treatment of high blood pressure in children and
adolescents. Pediatrics. 2004 Aug;114(2 Suppl 4th Report):555-76.

Lintsi M, Kaarma H, Kull I. Comparison of hand-to-hand bioimpedance and


anthropometry equations versus dual-energy X-ray absorptiometry for the
assessment of body fat percentage in 17-18-year-old conscripts. Clin Physiol
Funct Imaging. 2004 Mar;24(2):85-90.

ABATE, N., CHANDALIA, M., CABO-CHAN, AV., JR, MOE OW., SAKHAEE, K. The
metabolic syndrome and uric acid nephrolithiasis: novel features of renal
manifestation of insulin resistance. Kidney Int, v .65, n. 2, p. 386–392, fev.
2004.
Andre JL, Deschamps JP, Gueguen R Familial aggregation of blood pressure.
Arch mal Coeur Vaiss.1984; 77(11): 1278-1282.
Baglietto L, Jenkins MA, Severi G, Giles GG, Bishop DT, Boyle P, Hopper JL.
Measures of familial aggregation depend on definition of family history:
meta-analysis for colorectal cancer. J Clin Epidemiol. 2006 Feb;59(2):114-24.
Berntorp K., Lindgarde F. Familial aggregation of type 2 diabetes mellitus as
an etiological factor. Diabetes Res Clin Pract.1985; 1(6):307-13.
Budhwani N quem mais? . Electrocardiographic diagnosis of left ventricular
hypertrophy: the effect of left ventricular wall thickness, size, and mass on
the specific criteria for left ventricular hypertrophy. Am Heart J.
2005;149:709-714.
Burke AP, Kolodgie FD, Zieske A, Fowler DR, Weber DK, Varghese PJ, Farb A,
Virmani R. Morphologic findings of coronary atherosclerotic plaques in
diabetics. A postmortem study. Artheriosclerosis thrombosis and Vascular
Biology. 2004; 24: 1266-1271.
Chae CU, Lee RT, Rifai N, Ridker PM. Blood Pressure and Inflammation in
Apparently Healthy Men. Hypertension. 2001;38:399-403.
Cicconeli RM. Tradução para o português e validação do questionário
genérico de qualidade de vida “Medical Outcomes Study 36- Item Short
Form Health Survey”. São Paulo, 1997,120p. Dissertação (Doutorado) -
Universidade Federal de São Paulo.
Clark JM. The epidemiology of nonalcoholic fatty liver disease in adults. J Clin
Gastroenterol. 2006 Mar;40(3 Suppl 1):S5-10.
Cohn GS, Kittleson MM, Blumenthal RS. Toward an Improved Diagnosis of the
Metabolic Syndrome. Other Clues to the Presence of Insulin Resistance. AJH.
2005; 18: 1099–1103.
Davidson K, Jonas BS, Dixon KE, Markovitz JH. Do depression symptoms
predict early hypertension incidence in young adults in the CARDIA study?
Coronary Artery Risk Development in Young Adults. Arch Intern Med. 2000
May 22;160(10):1495-500.
De Torbal A, Boersma E, Kors JÁ, et al Incidence of recognized and
unrecognized myocardial infarction in men and women aged 55 and older:
The Rotterdam Study. Eur Heart J 2006; DOI: 10.1093/ eurheartj/ ehi707.
Avaliable at: http://eurheartj.oxfordjournals.org.

26
Dean L, McENTYRE JR. The genetic landscape of diabetes (internet
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bookres.fcgi/diabetes/pdf_ch1.pdf), 2004.
FMS de Niterói. Relatório de Cadastro dos Grupos Básicos de Trabalho.
Programa de Médico de Família. Mimeo. Outubro de 2005.
Gill, HJ, Wu, GY. Non-alcoholic fatty liver disease and the metabolic
syndrome: effects of weight loss and a review of popular diets. Are low
carbohydrate diets the answer? World J Gastroenterol. 2006 Jan
21;12(3):345-53.
Gorenstein C, andrade LHSG. Inventário de depressão de Beck –
propriedades psicométricas da versão em português. In. Gorenstein C,
Andrade LHSG, Zuardi AW (editores). Escalas de Avaliação Clínica em
Psiquiatria e Psicofarmacologia. São Paulo: Lemos-Editorial, 2000, pp. 89-95.
Govindarajan G, Whaley-Connell A, Mugo M, Stump C, Sowers JR. The
cardiometabolic syndrome as a cardiovascular risk factor. Am J Med Sci.
2005 Dec;330(6):311-8.
Grewen KM, Girdler SS, Hinderliter A, Light KC. Depressive symptoms are
related to higher ambulatory blood pressure in people with a family history
of hypertension. Psychosom Med.FALTA
Guan HP, Li Y, Jensen MV, Newgand CB, Stepan CN, Lazar MA. A futile cicle
activated in adipocytes by antidiabetic agents. Nature Medicine, 2003, v. 9,
p.811-812.
Gustafsson, F., et al Diagnostic and Prognostic performance of N-Terminal
ProBNP in primary care patients with suspected heart failure. J Cardiac
Failure 2005;11,SUPPL: S15-20.
Higgins M, Keller J, Moore F, Ostrander I, Metzner H, Stock l. Studies of blood
pressure in Tecumseh, Michigan. I. Blood pressure in young people and its
relationship to personal and familial characteristics and complications of
pregnancy in mothers. Am J Epidemiol.1980; 111(2): 142-155.
Horwitz, S.M.; Hoagwood, K.; Stiffman, A.R.; Summerfeld, T.; Weisz, J.R.;
Costello, E.J.; Rost, K.; Bean, D.L.; Cottler, L.; Leaf, P.J.; Roper, M. & Norquist,
G., 2001. Reliability of the services assessment for children and adolescents.
Psychiatric Services, Aug; 52(8):1088-94.
I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica.
Revista da Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial Sistêmica. v. 7, n. 4,
2004.
IBGE, 1998. Pesquisa Nacional de Domicílios. Acesso e Utilização de
Serviços de Saúde. Disponível no sítio:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pn
ad98/saude/apresentacao.shtm.
Ives DG, Fitzpatrick AL, Bild DE, Psaty BM, Kuller LH, Crowley PM, Cruise RG,
Theroux S. Surveillance and ascertainment of cardiovascular events: the
Cardiovascular Health Study. Ann Epidemiol 1995; 5:278-285.
Khoury, M.J., Beaty, T.H., Cohen, B.H. (1993): Fundamentals of Genetic
Epidemiology, New York: Oxford University Press.
Lane JT. Microalbuminuria as a marker of cardiovascular and renal risk in
type 2 diabetes mellitus: a temporal perspective. Am J Physiol Renal Physiol.
2004 Mar;286(3):F442-50.

27
Lim HS, Lip GY. Interleukin-15 in hypertension: further insights into
inflammation and vascular disease. Am J Hypertens. 2005 Aug;18(8):1017-8.
Lopez-Suarez A, Elvira-Gonzalez J, Bascunana-Quirell A, Rosal-Obrador J,
Michan-Dona A, Escribano-Serrano J, Benitez-Rodriguez E; Estudio del Riesgo
Vascular Alcala. Serum urate levels and urinary uric acid excretion in
subjects with metabolic syndrome. Med Clin (Barc). 2006 Mar
11;126(9):321-4.
Makris TA, Paizis I, Krespi PG, Stavroulakis GA, Papazachou OG,
Papadopoulos DP, Hatzizacharias AN, Votteas VV. Insulin receptor number is
reduced in healthy offspring of patients with essential hypertension.
American journal of hypertension 2004; FALTA:911-914.
Manrique C, Lastra G, Whaley-Connell A, Sowers JR. Hypertension and the
cardiometabolic syndrome. J Clin Hypertens (Greenwich). 2005
Aug;7(8):471-6.
MCGahuey CA, Gelenberg AJ, Laukes CA, Moreno FA, Delgado PL, MCKNIGHT
KM, et al. The Arizona Sexual Experience Scale (ASEX): reliability and
validity. J Sex Marital Ther, 26(1): 25-40, 2000.
MEYDAN, N., BARUTCA, S., CALISKAN, S., CAMSQARI, T. Urinary stone
disease in diabetes mellitus. Scand J Urol Nephrol, v. 7, n. 1, p. 64–70, 2003.
Ministério da Saúde, 2006a. Disponível em: <http://www.datasus.gov.br>.
Acesso em: 04 jan. 2005.
Ministério da Saúde, 2006b. Disponível em:
<http://hiperdia.datasus.gov.br>. Acesso em: 04 jan. 2005.
Nakagawa T, Kang DH, Feig D, Sanchez-Lozada LG, Srinivas TR, Sautin Y,
Ejaz AA, Segal M, Johnson RJ. Unearthing uric acid: An ancient factor with
recently found significance in renal and cardiovascular disease.
Kidney Int. 2006: FALTA VER.
NHIS (National Health Interview Survey). Disponível no sítio:
http://www.cdc.gov/nchs/about/major/nhis/hisdesgn.htm. Em dezembro de
2004.
Park HS, Park JY, Cho SI. Familial aggregation of the metabolic syndrome in
Korean families with adolescents. Atherosclerosis. 2006 May;186(1):215-21.
Epub 2005 Aug 26.
Psaty BM, Kuller LH, Bild D, Burke GL, Kittner SJ, Mittelmark M, Price TR,
Rautaharju PM, Robbins J. Metlods of assessing prevalent cardiovascular
disease in the Cardiovascular Health Study. Ann Epidemiol 1995; 5:270-277.
Rautaharju PM, Kooperberg C, Larson JC, LaCroix A. Eletrocardiographic
abnormalities predicting coronary heart disease events and mortality in
postmenopausal women. The Women’s Health Initiative. Circulation 2005; in
press.
Rautaharju PM, Park L, Rautaharju FS, Crow R. A standardized procedure for
locating and documenting ECG chest electrode positions. Consideration of
the effect of breast tissue on ECG amplitudes in women. J Eletrocardiol
1998; 31:17-29.
Rosenson RS. Assessing risk across the spectrum of patients with the
metabolic syndrome. Am J Cardiol. 2005 Aug 22;96(4A):8E-10E.

28
Salles-Costa R, Werneck GL, Lopes CL, Faerstein E. Associação entre fatores
sócio-demográficos e prática de atividade física de lazer no Estudo Pró-
Saúde. Cadernos de Saúde Pública 2003; 19(4):1095-1105.
Savoia C, Schiffrin EL. Inflammation in hypertension. Current Opinion in
Nephrology and Hypertension 2006, 15:152–158
Schindhelm RK, Dekker JM, Nijpels G, Bouter LM, Stehouwer CD, Heine RJ,
Diamant M. Alanine aminotransferase predicts coronary heart disease
events: A 10-year follow-up of the Hoorn Study. Atherosclerosis. 2006: FALTA
VER.
Senna MCM, Cohen MM. Modelo assistencial e estratégia saúde da família no
nível local: análise de uma experiência. Ciênc. Saúde Coletiva, v.7, n.3 . Rio
de Janeiro. 2002.
Shear CL, Burke GL, Freedman DS, Berenson GS. Value of childhood blood
pressure measurements and family history in predicting future blood
pressure status: results from 8 years of follow-up in the Bogalusa heart
study. Pediatrics.1986; 77(6): 862-869.
Sichieri R, Everhart JE (1998). Validity of a Brazilian food frequency
questionnaire against dietary recalls and estimated energy intake. Nutrition
research (18):1649-1659.
Susser E, Susser M. Familial aggregation studies. A note on their
epidemiologic properties. Am J Epidemiol. 1989 Jan;129(1):23-30.
Susser M, Susser E. Indicators and designs in genetic epidemiology:
separating heredity and environment. Rev Epidemiol Sante Publique.
1987;35(1):54-77.
Wada K, Tamakoshi K, Yatsuya H, Otsuka R, Murata C, Zhang H, Takefuji S,
Matsushita K, Sugiura K, Toyoshima H.. Association between parental
histories of hypertension, diabetes and dyslipidemia and the clustering of
these disorders in offspring. Preventive Medicine. 2006 xxx–xxx falta
Whitehead JP, Richards AA, Hickman IJ, Macdonald GA, Prins, JB. Adiponectin
– a key adipokine in the metabolic syndrome. Diabetes, Obesity and
Metabolism, 2006, p.264-280.
Wickramaratne, P.J. (2004): “Approaches to Familial Aggregation: Hypothesis
Testing and Estimation when Families Are Selected through Parent Probands
under a Variant of Single Ascertainment”, Human Heredity, v.57, p.179-190.
Zabotto CB, Viann RPT, Gil MF. Registro fotográfico para inquéritos dietéticos
- utensílios e porções. São Paulo: Editora Metha, 1996. 74pp.
Zarich SW. Cardiovascular risk factors in the metabolic syndrome: impact of
insulin resistance on lipids, hypertension, and the development of diabetes
and cardiac events. Rev Cardiovasc Med. 2005 Fall;6(4):194-205.

29
Anexo 1. Registro de informações sobre a saúde

20.1 Data da 1ª consulta: ____/____/____

EXAME FÍSICO- PESQUISADOR NÃO MÉDICO


1ª medida Valores 2ª medida Valores 3ª medida Valores
20.1a de braços 20.1b de braços 20.1c de braços
20.2a PAS 20.2b PAS 20.2c PAS
20.3a PAD 20.3b PAD 20.3c PAD
20.4a FC 20.4b FC 20.4c FC
20.5a Alt. de ritmo? 20.5b Alt. de ritmo? 20.5c Alt. de ritmo?
20.6a Cir cintura 20.6b Cir cintura 20.6c Cir cintura
20.7a Cir abdominal 20.7b Cir abdominal 20.7c Cir abdominal
20.8a Cir quadril 20.8b Cir quadril 20.8c Cir quadril
20.9a Peso 20.9b Peso 20.9c Peso
20.10a Altura 20.10b Altura 20.10c Altura
20.11a Bioimpedância 20.11b Bioimpedância 20.11c Bioimpedância
20.12a Prega triciptal 20.12b Prega triciptal 20.12c Prega triciptal
20.13 Menarca/pelos axilares (S)
(N )

30
HISTÓRIA PATOLÓGICA PREGRESSA
Condição O senhor (a), ou algum parente seu (pai, (s) tem tempo pai mãe Num Num
mãe, irmão ou filhos ...) (n) anos anos (s) (s) Ir Filhos
No de irmãos:____________ (i) início “cura” (n) (n) sim sim
No de filhos : ___________ (i) (i))
Asma/broquite 30.1a Já teve/tem bronquite – chiadeira no ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

peito?
30.1b Já teve/tem asma?
Psoríase 30.2 Já teve/tem psoríase ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

Hemoglobinop 30.3 Tem anemia falciforme? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

Hipertensão 30.4a Teve hipertensão que começou na ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

Gestacional gravidez (ou pressão alta)? Em caso positvo,


continue.
30.4b Essa hipertensão continuou após o ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

parto?
30.4c Teve hipertensão em outras ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

gestações?
Diabetes 30.5a Teve diabetes que começou na ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

Gestacional gravidez (ou açúcar no sangue)? Em caso


positvo, continue.
30.5 b Essa diabetes continuou após o ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

parto?
30.5c Teve diabetes em outras gestações? ( ) ( ) ( ) ( )
( )

D. hepátitica 30.6 a Algum médico disse que a senhora ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

gord não tem gordura no fígado?


alcoólica 30.6 b Foi realizado algum exame para “ver” ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

essa gordura no fígado?


Ovár Policístico: 30.7a A sua menstruação era ou é irregular ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

ou “descontrolada”, pulando mês?


30.7b A senhora teve/tem pelos no rosto ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.7c Notou pelos crescidos em outra parte


do corpo? Caso positivo só para o
respondente:
30.7d Onde:_________________________

31
30.7d A senhora tem/teve espinhas no ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

rosto?
Hipertensão 30.8 Algum médico já lhe disse que o senhor ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

(a) tem hipertensão (pressão alta)?


Diabetes 30.9 Algum médico já lhe disse que o senhor ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

(a) tem diabetes (açúcar alto no sangue)?


Dislipidemia 30.10 Algum médico já lhe disse que o ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

senhor (a) esteve com colesterol alto


(gordura
alta no sangue)?
Obesidade 30.11 Já esteve acima do peso? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

Urolitíase 30.12a Alguma vez teve pedra nos rins? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.12b Teve dor lombar? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.12c Teve urina vermelha (sangue)? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.12 d Houve algum exame que mostrou ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

pedra nos rins?


Pedra na 30.13a Alguma vez algum médico lhe disse ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

vesícula que tinha pedra na vesícula?


30.13b Houve algum exame que mostrou ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

pedra na vesícula?
Câncer 30.14 a Teve ou tem câncer? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

D. renal crônica 30.15 O senhor (a) está em hemodiálise? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

D. Coronariana 30.16 a Já teve dor no peito que se iniciou ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

por esforço físico ou emoção forte? Em caso


positivo continue:

30.16 b Ficou internado? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.16 d Quanto tempo? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.16 d Foi diagnosticado angina? Em caso ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

negativo:
30.16 e Foi diagnosticado infarto ? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

AVC 30.17 a Já teve “derrame”, ficando “boca ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

torta” ou comperda de força no braço ou


perna? Em caso positivo, continue:

32
30.17 b Melhorou em 01dia ? Em caso ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

negativo:
30.17 c Em quanto tempo melhorou? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

ICC 30.18a Algum médico já lhe disse que tem ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

“insuficiência cardíaca”, ou que seu coração


é grande ou fraco?
30.18b Sente falta de ar ou cansaço com o ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

esforço ou quando se deita?


Morte súbita 30.19a Algum parente seu morreu de ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

repente?
Fibrilação atrial 30.20a Seu coração já disparou e precisou ir ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

ao hospital?
30.20b Precisou de choque no peito pra ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

melhorar?
30.20c Precisou de remédio na veia para ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

melhorar?
30.20d Foi diagnosticado fibrilação atrial? ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

( ) ( ) ( ) ( ) ( )

30.21 Outras

USO REGULAR DE MEDICAÇÃO NOS ÚLTIMOS 3 MESES


Medicamento Nome da medicação
40.1 Anti hipertensivo ( S)
( N)
40.1a Diurético ( S)
( N)
40.1b Beta bloqueador ( S)
( N)
40.1c IECA ( S)
( N)
40.2 Anti-diabetogênico ( S)
( N)
40.2.a Glibencamida ( S)
( N)
40.2b Metiformina ( S)
( N)
40.2c insulina ( S)

33
( N)
40.3 Hipolipemiantes ( S)
( N)
40.4 Analgésicos/anitinflamatórios ( S)
( N)
40.5 AINHS ( S)
( N)
40.6 Aspirinas ( S)
( N)
40.7 Anticoncepcional hormonal ( S)
( N)
40.8 Corticosteróides ( S)
( N)
40.9 Antidepressivos/ansiolíticos ( S)
( N)
40.10 Inibidor de bomba de próton ( S)
( N)
40.11 Bloqueador de H2 (ranitidina) ( S)
( N)
40.12 Anticonvulsivante (remédio para convulsão, ( S)
( N)
epilepsia)
40.13 Anticumarínicos (Warfarin, Cumarin) ( S)
( N)
40.14 Outros ( S)
( N)

Medicamentos Por que não seguiu a receita


Econom
Seguiu Faltou remédi Esquec Fez Qual efeito
Receita? ? Incomp posto o i mal colateral?
50.1 Anti hipertensivo (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.1a Diurético (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.1b Beta bloqueador (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.1c IECA (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.2 Anti-diabetogênico (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)

34
50.2a Glibencamida (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.2b Metiformina (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.2c insulina (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.3 Hipolipemiantes (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.4 Analgésicos/anitinflamatórios (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.5 AINHS (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.6 Aspirinas (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.7 Anticoncepcional hormonal (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.8 Corticosteróides (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.9 Antidepressivos/ansiolíticos (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.10 Inibidor de bomba de próton (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.11 Bloqueador de H2 (ranitidina) (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.12 Anticonvulsivante (remédio para convulsão, (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
epilepsia)
50.13 Anticumarínicos (Warfarin, Cumarin) (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)
50.14 Outros (S) (N) ( S) ( S) ( S) (S) (N) ( S) ( S)
( N) ( N) ( N) ( N) ( N)

EXAME FÍSICO APARELHOS


APARELHOS Descrever as anormalidades
CABEÇA E PESCOÇO
60.1a Distribuição anormal dos pelos-hirsutismo ( S)
(mulheres) ( N)
60.1b Coloração anormal – acantose nigricans ( S)
( N)
TORAX
60.2a RR2T (S)

35
( N)
60.2b Ausculta cardíaca com sopros ( S)
( N)
60.2c Ausculta pulmonar com altereraçoes ( S)
( N)
60.2d Outros ( S)
( N)
MEMBROS SUPERIORES
60.3a Psoríase ( S)
( N)
60.3b Ceratose pilar ( S)
( N)
MEMBROS INFERIORES
60.4.1 Pulso pedioso palpável? ( S)
( N)
60.4.2 Pulso tibial posterior palpável? ( S)
( N)
60.4.3 Pé hiperemiado? ( S)
( N)
60.4.4 Pé seco? ( S)
( N)
60.4.5 Pé com fissuras? ( S)
( N)
60.4.6 Ausência de sudorese? ( S)
( N)
60.4.7 Calosidades? ( S)
( N)
60.4.8 Dedos em garra ou martelo? ( S)
( N)
60.4.9 Hálux valgo, pé cavo ou outras ( S)
deformidades? ( N)
60.4.10 Úlcera plantar? ( S)
( N)
60.4.11 Alteraçoes de pelos? ( S)
( N)
60.4.12 Alteraçoes de unhas? ( S)
( N)
60.4.13 Necrose/amputação de pododáctilos ( S)
( N)

36
60.4.14 cianose (S)
(N)

70.1 Data da 2ª consulta: ____/____/____

1ª MEDIDA VALORES 2ª MEDIDA VALORES 3ª MEDIDA VALORES


70.1a PAS 70.1b PAS 70.1c PAS
70.2a PAD 70.2b PAD 70.2c PAD
70.3a FC 70.3b FC 70.3c FC
70.4a Alt. de ritmo? 70.4b Alt. de ritmo? 70.4c Alt. de ritmo?

37
INFORMAÇOES DO PRONTUÁRIO
80.1 Data no ingresso no programa:

80.2a PAS no ingresso no programa :


80.2b PAD no ingresso no programa :
80.3 Data do diagnóstico de hiperternsão:
80.4 Estava em tratamento de hipertensão ao entrar no programa?
80.5a fundo de olho alterado? (S) (N) 80.5b Data do diagnóstico:
80.6a creatinina na entrada do programa 80.6b Data do exame de creatinina:
80.7a Glicemia de jejum no ingresso no programa :
80.7b Glicosilada no ingresso no programa :
80.7c Data do diagnóstico de Diabetes:
80.7d Estava em tratamento de Diabetes na entrada do programa: (S) (N)
Dislipidemia
80.8a HDL no ingresso no programa: 80.8b data do diagnóstico:
80.9a LDL no ingresso no programa: 80.9b data do diagnóstico:
80.10a triglicerídeos no ingresso no programa: 80.10b data no diagnóstico:
80.11a creatinina >=1.2 ? (S) (N) 80.11b data da 1ª creatinina alterada:
80.12a proteinúria ? (S) (N) 80.12b data do exame com proteinúria:
80.13a aumento de área cardíaca no RX? (S) (N) 80.13b data da 1ª alteração no RX:
80.14a Diagnóstico de HVE no eletro? (S) (N) 80.14b data do diagnostico de HVE no eletro:
80.15a Sopro/arritmia no eletro? (S) (N) 80.15b data do diagnostico de sopro ou arrtmia no eletro:
80.16a Outras? (S) (N) 80.16b data no diagnóstico:
80.17a IAM? 80.17b data no diagnóstico:
80.17c IAM diagnosticado por:
80.18a AVC? (S) (N) 80.18b data no diagnóstico:
80.18c AVC diagnosticado por:
80.19a FA? (S) (N) 80.19b data no diagnóstico:
80.19c FA diagnosticado por:
80.20a ICC? 80.20b data no diagnóstico:
80.20c ICC diagnosticado por:
80.21a Outras alterações cardíacas? (S) (N) 80.21b data no diagnóstico:
80.22a Pulso pedioso palpável? (S) (N) 80.22b data no diagnóstico:
80.23a Pulso pedioso palpável? (S) (N) 80.23b data no diagnóstico:

38
80.24a Pulso tibial posterior palpável? (S) (N) 80.24b data no diagnóstico:
80.25a Pé hiperemiado? (S) (N) 80.25b data no diagnóstico:
80.26a Pé seco? (S) (N) 80.26b data no diagnóstico:
80.27a Pé com fissuras? (S) (N) 80.27b data no diagnóstico:
80.28a Ausência de sudorese? (S) (N) 80.28b data no diagnóstico:
80.29a Calosidades? (S) (N) 80.29b data no diagnóstico:
80.30a Dedos em garra ou martelo? (S) (N) 80.30b data no diagnóstico:
80.31a Hálux valgo, pé cavo ou outras deformadas? (S) (N) 80.31b data no diagnóstico:
80.32a Úlcera plantar? (S) (N) 80.32b data no diagnóstico:
80.33a Alterações de pelos? (S) (N) 80.33b data no diagnóstico:
80.34a Alterações de unhas? (S) (N) 80.34b data no diagnóstico:
80.35a Necrose/amputação de pododáctilos ? (S) (N) 80.35b data no diagnóstico:

RESULTADOS DOS EXAMES

Exames Laboratoriais QUEM? DT COLETA RESULTADO VALORES DE REFERÊN.


EXAMES LABORATORIAIS TODOS
GLICEMIA DE JEJUM Hipertensos
+Controles
HEMOGLOBINA GLICADA TODOS
HEMOGRAMA TODOS
ELETROFORESE DE TODOS
HEMOGLOBINA(HUAP)
COLESTEROL TOTAL TODOS
HDL TODOS
LDL TODOS
TRIGLICERIDES TODOS
CREATININA TODOS
UREIA TODOS
ÁCIDO ÚRICO TODOS
INSULINA TODOS
ALT TODOS

39
AST TODOS
GAMA GT TODOS
FOSFATASE ALCALINA TODOS
BILIRRUBINA TOTAIS E FRAÇÕES TODOS
PROTEINAS TOTAIS E FRAÇOES TODOS
TAP Para as
transaminases
tocadas
Sorologia anti_HCv/anti-Hbs e Hbsag TODOS
PEPTÍDEO C H+C
TSH TODOS
PROTEÍNA C REATIVA QUANTITATIVA Casos índices
TROPONINA I ultra-sensível
INTERLEUCINA 6
TNFALFA Casos índices
PAI-1 Historia de IC,
IAM, ECG
anormal
BNP Casos índices
NT-pro BNP Casos índices
ANP Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
Adiponectina Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
Leptina Diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles

40
Beta hidroxi butirato TODOS

Fibrinogênio
Óxido Nítrico
Lipoproteínaa
Endotelina 1
Ácidos graxos livres Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
s ICAM Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
s VCAM Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
Selectina E Filhos de
diabéticos,
diabéticos
hipertensos e
controles
CD31 I + 50F CADA
GRUPO
CD34 I + 50F CADA
GRUPO
CD45 I + 50F CADA
GRUPO
CD109 I + 50F CADA
GRUPO
CD131 I + 50F CADA

41
GRUPO
VEGF-R I + 50F CADA
GRUPO
VW-R I + 50F CADA
GRUPO
EAS TODOS
CREATININA NA URINA TODOS
MICROALBUMINÚRIA EM AMOSTRA (3) Aqueles
negativos para
protein
Proteína na amostra Para quem tem
Proteinuria na
fita
Sódio na urina TODOS
Cálcio na urina TODOS
Ácido úrico na urina TODOS
pH urinário TODOS

42
Anexo 2: Informaçoes do ECG

NOME: ________________________________________ SEXO: F ‫ ٱ‬M ‫ٱ‬


IDADE: ________________

FREQÜÊNCIA CARDÍACA: ___________BPM

RITMO: ‫ٱ‬SINUSAL ‫ٱ‬FIBRILAÇÃO ATRIAL ‫ٱ‬FLUTTER ATRIAL


‫ٱ‬EXTRASSISTOLIA ATRIAL
‫ٱ‬EXTRASSISTOLIA VENTRICULAR
‫ٱ‬BAV 1 ‫ٱ‬ºGRAU_______2 ‫ٱ‬ºGRAU_______3 ‫ٱ‬ºGRAU_______
‫ٱ‬BRE DO 3º GRAU ‫ٱ‬BRD DO 3º GRAU
QRS: DURAÇÃO DO QRS: ______________________

EIXO ELÉTRICO: _________________________

ÁREA INATIVA: ‫ٱ‬AUSENTE ‫ٱ‬PRESENTE LOCALIZAÇÃO:____________

REPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR:
‫ٱ‬NORMAL ‫ٱ‬ALTERAÇÃO INESPECÍFICA DA
REPOLARIZAÇÃO
‫ٱ‬SOBRECARGA SISTÓLICA
‫ٱ‬SOBRECARGA DIASTÓLICA
‫ٱ‬INJÚRIA/ISQUEMIA SUB-
ENDOCÁRDICA_________
‫ٱ‬INJÚRIA/ISQUEMIA SUB-
EPICÁRDICA___________

HIPERTROFIA VENTRICULAR (CRITÉRIO DE CORNEL) ‫ٱ‬SIM ‫ٱ‬NÃO

43
44
Anexo 3: Questionário de condições sócio-economicas, hábitos de vida e estado de
humor/qualidade de vida

1.1. DATA PREENCHIMENTO QUESTIONÁRIO. ____/___/ ____


1.2 – Nome:
1.3 . Data de nascimento: _ _ /_ _ /_ _ _ _
1.4 . Endereço:
1.5. Bairro:
1.6 . Município:
1.7 . Naturalidade:
1.8 . Telefone de contato:
INFORMAÇÕES DO PMF
1.10 Módulo: 1.11 Setor:
SITUAÇÃO FAMILIAR
2.1.Nome cônjuge:
2.2.Num.cônjuge: 2.3.Tempo de coabitação com o 2.4 Coabita no presente com o
cônjuge: cônjuge: (1) sim (2) não
Filho 1 Filho 2 Filho 3 Filho 4
2.5. 1º Nome
2.6. No do filho
2.7. Idade
2.8.Tempo de
coabitação com o
filho
2.1.Nome do pai:
2.2.Num. do pai: 2.3.Tempo de coabitação com o pai: 2.4 Coabita no presente com o pai:
(1) sim (2) não
2.5.Nome do mãe:
2.6.Num. da mãe: 2.7.Tempo de coabitação com a mãe: 2.8. Coabita no presente com a mãe:
(1) sim (2) não
Irmão 1 Irmão 2 Irmão 3 Irmão 4
2.5. 1º Nome
2.6. No irmão

45
2.7. Idade
2.8.Tempo de
coabitação com o
irmão

2.1.Nome índice:
2.2.Num.índice: 2.3.Tempo de coabitação com o índice: 2.4 Coabita no presente com o índice:
(1) sim (2) não
Filho 1 Filho 2 Filho 3 Filho 4
2.5. 1º Nome
2.6. No do filho
2.7. Idade
2.8.Tempo de
coabitação com o
filho

CONDIÇÃO DEMOGRÁFICA
3.1. Quantos filhos você teve? 3.2. Quantos filhos estão vivos hoje?
SÓ PARA O SEXO 3.3 . Com que idade teve sua 1ª 3.4. Com que idade teve sua 1ª
FEMININO relação sexual: menstruação:
3.5 . Estado civil atual?
(1) Solteira(o)
(2) Casado(a) ou com companheira(o) fixo há pelo menos 1 ano
(3) Com companheira(o) há menos de um ano
(4) Divorciado(a )/ desquitado(a) / separado(a ) e sem companheiro fixo
(5) Viúvo(a) e sem companheiro fixo
3.6 Cor de pele?__________________________________________
3.6a (1) preto (2) pardo (3) branco

INFORMAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS
4.1.Até que série você estudou?
(1) Nunca estudei

46
Ensino Fundamental: Ensino Médio:
(2) 1ª série (10) 1º ano
(3) 2ª série (11) 2º ano
(4) 3ª série (12) 3º ano
(5) 4ª série Ensino Superior:
(6) 5ª série (13)Completou
(7) 6ª série (14)não completou
(8) 7ª série (777) não quero responder
(9) 8ª série (888) não sei responder
4.2.Até que série seu pai estudou?
(1) Nunca estudou
Ensino Fundamental: Ensino Médio:
(2) 1ª série (10) 1º ano
(3) 2ª série (11) 2º ano
(4) 3ª série (12) 3º ano
(5) 4ª série Ensino Superior:
(6) 5ª série (13)Completou
(7) 6ª série (14)não completou
(8) 7ª série (777) não sei responder
(9) 8ª série (888) não quero responder
4.3.Até que série sua mãe estudou?
(1) Nunca estudou
Ensino Fundamental: Ensino Médio:
(2) 1ª série (10) 1º ano
(3) 2ª série (11) 2º ano
(4) 3ª série (12) 3º ano
(5) 4ª série Ensino Superior:
(6) 5ª série (13)Completou
(7) 6ª série (14)não completou
(8) 7ª série (777) não quero responder
(9) 8ª série (888) não sei responder
4.4. Qual a sua ocupação atual? __________________________________________
4.5. Qual a renda familiar (dos que moram com você)?______________ (anotar em reais)
(777) não quero responder (888) não sei responder
4.6. Incluindo você, quantas pessoas moram na sua casa:

47
4.7. Quantos cômodos (inclua banheiro, cozinha e varanda fechada):
4.8 – Quantos quartos há na sua casa?
QUANTO AO USO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE. SUS
5.1 Você se trata, atualmente, de alguma doença ou problema de saúde.
(1)sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
5.2 Qual a doença que você trata?
(1) não me trato de doença nenhuma
(777) não quero responder (888) não sei responder
A doença é:_______________________________
5.3 Nos últimos 3 meses você precisou (lembre-se precisar não é ir)
ir a algum serviço de saúde (um médico específico, um posto de saúde, uma farmácia, um hospital, um
pronto socorro, nutricionista, psicólogo , dentista, fisioterapeuta...)?
(1)sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
5.4 Nos últimos 3 meses você procurou por algum serviço de saúde (um médico específico, um posto
de saúde, uma farmácia, um hospital, um pronto socorro, nutricionista, psicólogo , dentista,
fisioterapeuta)?
(1)sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
5.5Por que, apesar de sentir que precisava ir a um serviço de saúde, você não procurou?
(1) não precisei (2) precisei e procurei
(777) não quero responder (888) não sei responder
O motivo de não procurar foi: __________________________________________
5.6 Nos últimos 3 meses sempre que você procurou um serviço de saúde, você foi atendido no 1o.
serviço procurado?
(1) não fui a nenhum serviço (2) sim (3) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
5.7 Por que você não foi atendido?
(1) não fui a nenhum serviço
(2) eu fui atendido no primeiro serviço que procurei
(777) não quero responder (888) não sei responder
Não fui atendido porque:______________________________________________
5.8 Nos últimos 3 meses, quantas vezes você foi atendido em um serviço de saúde (um médico
específico, um posto de saúde, uma farmácia, um hospital, um pronto socorro, nutricionista, psicólogo ,

48
dentista, fisioterapeuta) (excluir internação)?
(1) não fui a nenhum serviço
(777) não quero responder (888) não sei responder
______ vezes
5.9 Em que tipo de serviço você foi atendido?
(preencher quantas vezes for necessário. utilizar o verso da folha)
(1) não fui a nenhum serviço
(777) não quero responder (888) não sei responder
Fui aos seguintes serviços:
5.10 O que te levou a ir a um serviço de saúde nos últimos 3 meses?
(1) não fui a nenhum serviço
(777) não quero responder (888) não sei responder
Os motivos foram: ________________________________________________________

ATIVIDADES FÍSICAS
6.1a. Nas DUAS ÚLTIMAS SEMANAS, você praticou alguma atividade física para melhorar sua saúde, condição física ou com objetivo
estético ou de lazer?
(1) sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
6.1b – Nas DUAS ÚLTIMAS SEMANAS, você teve algum problema de saúde que limitasse ou impedisse a prática de exercícios físicos?
(1) sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder

Em relação às ÚLTIMAS DUAS SEMANAS, para cada atividade abaixo, informe o número total de vezes que você praticou a
atividade nas ÚLTIMAS DUAS SEMANAS e o tempo gasto, em geral cada vez (em minutos). Se não praticou, coloque o
número “0”.

ATIVIDADE No. total de vezes nas Tempo em geral gasto


ÚLTIMAS DUAS SEMANAS por vez em minutos
6.2 Caminhada devagar:
6.3 Caminhada rápida:

49
6.4Ioga ou alongamento:
6.5 Bicicleta ou natação devagar:
6.6 Bicicleta ou natação rápida:
6.7 Ginástica:
6.8 Tênis:
6.9 Vôlei:
6.10 Musculação:
6.11 Dança
6.12 Corrida:
6.13Futebol ou basquete:
6.14 Remo:
6.15 Lutas:
6.16 Outras: _
6.17 Nas DUAS ÚLTIMAS SEMANAS, quantas horas por dia você assistiu a televisão, jogou video-games
ou computador? _________________ horas/dia
6.18 Você recebeu orientação do(a) médico(a), ou do(a) nutricionista ou do(a) assistente social para
fazer atividade física ?
(1) sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
6.19 Você já fazia atividade física antes de receber estas orientações?
(1) sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder

50
TABAGISMO
7.1 Você É ou JÁ FOI fumante, ou seja, JÁ FUMOU, ao longo da sua vida, pelo menos 100 cigarros (cinco
carteiras de cigarros)
(1) sim (2) não
(777) não quero responder (888) não sei responder
7.2 Com que idade você passou a fumar com regularidade?
(1) Nunca fumei (2) Com_____anos
(777) não quero responder (888) não sei responder
7.3 Quantos cigarros você fuma ou fumava, em média, por dia?
(1) Nunca fumei (2) Cerca de ____cigarros por dia
(777) não quero responder (888) não se responder
7.4 Você já tentou parar de fumar?
(1) Nunca fumei (2) sim
(3) sim, sou ex-fumante (4) sim, mas voltei a fumar
(777) não quero responder (888) não sei responder
7.5 Com idade você parou de fumar?
(1) Nunca fumei (2) Fumo atualmente (3) Parei com _________anos
(777) não quero responder ( 888) não sei responder
7.6 Por que você parou de fumar? (Pode marcar mais de uma opção.)
(1) Nunca fumei (2) Fumo atualmente
(3) Por causa da doença grave (4) Por ordem Médica
(5) Porque o fumo faz mal à saúde (6) Por pressões sociais / familiares
(7) Outro motivo:
(777) não quero responder (888) não sei responder
CONSUMO DE ALCOOL
8.1 Com que freqüência você toma bebida alcoólica?
(1) Nunca tomei bebida alcoólica
(2) Diariamente ou quase todos os dias
(3) Pelo menos uma vez por semana
(4) Ocasionalmente (Menos de uma vez por mês)
(5) Raramente (Menos de uma vez por 3 meses )
(6) Parei de beber
(777) não quero responder (888) não sei responder
8.2 Quando foi a última vez em que tomou bebida alcoólica?
(1) Nunca tomei bebida alcoólica (2) Hoje (3) Há menos de 7 dias

51
(4) Há mais de 7 dias
(777) não quero responder (888) não sei responder
Durante os últimos 7 dias, na ÚLTIMA ocasião em que você tomou bebidas alcoólicas, o que você bebeu
e em que quantidades?
BEBIDAS Não bebi Copo/lata Cálice Dose Garra- Não quero Não sei
fa responder responder
8.3 cerveja/ chopp
8.4 vinho
8.5 destilados
8.6 licores, vermutes,
campari ...

COMO VOCÊ TEM SE SENTIDO NA ÚLTIMA SEMANA – (incluindo hoje)

9.1. 0 Não me sinto triste.


1 Eu me sinto triste.
2 Estou sempre triste e não consigo sair disso.
3 Estou tão triste ou infeliz que não consigo suportar.

9.2. 0 Não estou especialmente desanimado quanto ao futuro.


1 Eu me sinto desanimado quanto ao futuro.
2 Acho que nada tenho a esperar.
3 Acho o futuro sem esperança e tenho a impressão de que as coisas não podem melhorar.

9.3. 0 Não me sinto um fracasso.


1 Acho que fracassei mais do que uma pessoa comum.
2 Quando olho para trás, na minha vida, tudo o que posso ver é um monte de fracassos.
3 Acho que, como pessoa, sou um completo fracasso.

9.4. 0 Tenho tanto prazer em tudo como antes.

52
1 Não sinto mais prazer nas coisas como antes.
2 Não encontro um prazer real em mais nada.
3 Estou insatisfeito ou aborrecido com tudo.

9.5. 0 Não me sinto especialmente culpado.


1 Eu me sinto culpado grande parte do tempo.
2 Eu me sinto culpado na maior parte do tempo.
3 Eu me sinto sempre culpado.

9.6. 0 Não acho que esteja sendo punido.


1 Acho que posso ser punido.
2 Creio que vou ser punido.
3 Acho que estou sendo punido.

9.7. 0 Não me sinto decepcionado comigo mesmo.


1 Estou decepcionado comigo mesmo.
2 Estou enojado de mim.
3 Eu me odeio.

9.8. 0 Não me sinto de qualquer modo pior que os outros.


1 Sou crítico em relação a mim por minhas fraquezas ou erros.
2 Eu me culpo sempre por minhas falhas.
3 Eu me culpo por tudo de mal que acontece.

9.9. 0 Não tenho quaisquer idéias de me matar.


1 Tenho idéias de me matar, mas não as executaria.

53
2 Gostaria de me matar.
3 Eu me mataria se tivesse oportunidade.

9.10. 0 Não choro mais que o habitual.


1 Choro mais agora do que costumava.
2 Agora, choro o tempo todo.
3 Costumava ser capaz de chorar, mas agora não consigo mesmo que o queira.

9.11. 0 Não sou mais irritado agora do que já fui.


1 Fico aborrecido ou irritado mais facilmente do que costumava.
2 Agora me sinto irritado o tempo todo.
3 Não me irrito mais com as coisas que costumavam me irritar.

54
9.12. 0 Não perdi o interesse pelas outras pessoas.
1 Estou menos interessado pelas outras pessoas do que costumava estar
2 Perdi a maior parte do meu interesse pelas outras pessoas.
3 Perdi todo o interesse pelas outras pessoas.

9.13. 0 Tomo decisões tão bem quanto antes.


1 Adio as tomadas de decisões mais do que costumava.
2 Tenho mais dificuldade de tomar decisões do que antes.
3 Absolutamente não consigo mais tomar decisões.

9.14. 0 Não acho que de qualquer modo pareço pior do que antes.
1 Estou preocupado em estar parecendo velho ou sem atrativos.
2 Acho que há mudanças permanentes na minha aparência que me fazem parecer sem atrativos.
3 Acredito que pareço feio.

9.15. 0 Posso trabalhar tão bem quanto antes.


1 É preciso algum esforço extra para fazer alguma coisa.
2 Tenho que me esforçar muito para fazer alguma coisa.
3 Não consigo mais fazer qualquer trabalho.

9.16. 0 Consigo dormir tão bem como o habitual.


1 Não durmo tão bem como costumava.
2 Acordo uma a duas horas mais cedo do que habitualmente e acho difícil voltar a dormir.
3 Acordo várias horas mais cedo do que costumava e não consigo voltar a dormir.

55
9.17. 0 Não fico mais cansado que o habitual.
1 Fico cansado mais facilmente do que costumava.
2 Fico cansado em fazer qualquer coisa.
3 Estou cansado demais para fazer qualquer coisa.

9.18. 0 Meu apetite não está pior do que o habitual.


1 Meu apetite não é tão bom quanto costumava ser.
2 Meu apetite é muito pior agora.
3 Absolutamente não tenho mais apetite.

9.19. 0 Não tenho perdido muito peso, se é que perdi algum recentemente.
1 Perdi mais do que 2 quilos e meio.
2 Perdi mais do que 5 quilos.
3 Perdi mais do que 7quilos.

9.19b Estou tentando perder peso de propósito, comendo menos: SIM ( ) NÃO ( )

9.20. 0 Não estou mais preocupado com a minha saúde do que o habitual.
1 estou preocupado com problemas físicos, tais como dores, indisposição do estômago ou
constipação.
2 estou preocupado com problemas físicos e é difícil pensar em outra coisa.
3 Estou tão preocupado com meus problemas físicos que não consigo pensar em qualquer outra
coisa.

9.21. 0 Não notei qualquer mudança recente no meu interesse por sexo.
1 Estou menos interessado por sexo do que costumava.

56
2 Estou muito menos interessado por sexo agora.
3 Perdi completamente o interesse por sexo.

57
Agora, falando um pouco sobre sua saúde (grupo 10)
10.1.Em geral, você diria que a sua saúde é :
(1) Excelente (2) Muito Boa (3) Boa (4) Ruim (5) Muito Ruim

10.2. Comparada a um ano atrás, como você classificaria sua saúde em geral, agora ?
(1) Muito melhor agora do que a um ano atrás
(2) Um pouco melhor agora do que a um ano atrás
(3) Quase a mesma de um ano atrás
(4) Um pouco pior agora do que a um ano atrás
(5) Muito pior agora do que a um ano atrás

10.3. Os seguintes itens são sobre atividades que você poderia fazer atualmente durante um
dia comum. Devido a sua saúde, você tem dificuldade para fazer essas atividades ? Neste caso,
quanto?
ATIVIDADES SIM. SIM. NÃO.
DIFICULT DIFICULT NÃO
A MUITO A DIFICULT
UM A DE
POUCO MODO
ALGUM
10.3 a) Atividades vigorosas, que exigem muito 1 2 3
esforço, tais como correr, levantar objetos pesados,
participar em esportes árduos
10.3 b) Atividades moderadas, tais como mover 1 2 3
uma mesa, passar aspirador de pó, jogar bola,
varrer a casa
10.3 c) Levantar ou carregar mantimentos 1 2 3
10.3 d) Subir vários lances de escada 1 2 3
10.3 e) Subir um lance de escada 1 2 3
10.3 f) Curvar-se, ajoelhar-se ou dobrar-se 1 2 3
10.3 g) Andar mais de 1 quilômetro 1 2 3
10.3 h) Andar vários quarteirões 1 2 3
10.3 i) Andar um quarteirão 1 2 3

58
10.3 j) Tomar banho ou vestir-se 1 2 3

10.4. Durante as últimas 4 semanas, você teve algum dos seguintes problemas com o seu
trabalho ou com alguma atividade diária regular, como conseqüência de sua saúde física ?
PROBLEMAS SIM NÃO
10.4a) Você diminuiu a quantidade de tempo que se dedicava ao 1 2
seu trabalho ou a outras atividades ?
10.4b) Realizou menos tarefas do que você gostaria ? 1 2
10.4c) Esteve limitado no seu tipo de trabalho ou em outras 1 2
atividades ?
10.4d) Teve dificuldade de fazer seu trabalho ou outras atividades 1 2
(por exemplo: necessitou de um esforço extra) ?
10.5. Durante as últimas 4 semanas, você teve alguns dos seguintes problemas com o seu
trabalho ou outra atividade regular diária, como conseqüência de algum problema emocional
(como sentir-se deprimido ou ansioso) ?
PROBLEMAS SIM NÃO
10.5a) Você diminui a quantidade de tempo que se dedicava ao seu 1 2
trabalho ou a outras atividades ?
10.5b) Realizou menos tarefas do que você gostaria ? 1 2
10.5c) Não trabalhou ou não fez qualquer das atividades com tanto 1 2
cuidado como geralmente faz ?

10.6. Durante as últimas 4 semanas, de que maneira sua saúde física ou problemas emocionais
interferiram nas suas atividades sociais normais, em relação a família , vizinhos, amigos ou em
grupo ?
(1) De forma alguma (2) Ligeiramente (3) Moderadamente
(4) Bastante (5) Extremamente

10.7. Quanta dor no corpo você teve durante as últimas 4 semanas ?


(1) Nenhuma (2) Muito Leve (3) Leve
(4) Moderada (5) Grave (6) Muito Grave
10.8. Durante as últimas 4 semanas , quanto a dor interferiu com o seu trabalho normal
(incluindo tanto o trabalho, fora e dentro de casa) ?
(1) De maneira alguma (2) Um pouco (3) Moderadamente
(4) Bastante (5) Extremamente

59
10.9. Estas questões são sobre como você se sente e como tudo tem acontecido com você durante as
últimas 4 semanas. Para cada questão, por favor dê uma resposta que mais se aproxime da maneira
como você se sente em relação as 4 últimas semanas.
Como Você Se Sente Todo A maior Uma boa Alguma Uma Nunca
tempo parte parte do parte do pequena
tempo tempo tempo parte do
tempo
10.9a. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido cheio de vigor, cheio
de vontade, cheio de força ?
10.9b. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido uma pessoa muito
nervosa ?
10.9c. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido tão deprimido que
nada pode animá-lo ?
10.9d. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido calmo ou tranqüilo ?
10.9e. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido com muita energia ?
10.9f. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido desanimado e
abatido?
10.9g.Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido esgotado ?
10.9h.Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido uma pessoa feliz ?
10.9i. Quanto tempo você tem 1 2 3 4 5 6
se sentido cansado?

60
10.10. Durante as últimas 4 semanas , quanto do seu tempo a sua saúde física ou problemas
emocionais interferiram com as suas atividades sociais (como visitar amigos, parentes, etc.) ?
(1) Todo o tempo (2) A maior parte do tempo
(3) Alguma parte do tempo (4) Uma pequena parte do tempo
(5) Nenhuma parte do tempo

10.11. O quanto verdadeiro ou falso é cada uma das afirmações para você ?
AFIRMAÇOES Definitiva- A maioria Não sei A maioria Definitiva-
mente das vezes das vezes mente falsa
verdadeiro verdadeiro falsa
10.11a) Eu costumo 1 2 3 4 5
adoecer um pouco mais
facilmente que as outras
pessoas.
10.11b) Eu sou tão 1 2 3 4 5
saudável quanto qualquer
pessoa que eu conheço.
10.11c) Eu acho que a 1 2 3 4 5
minha saúde vai piorar.
10.11d) Minha saúde é 1 2 3 4 5
excelente.

61
11.Para cada ítem, por favor indique como se sentiu na última semana ( de uma foram global ou
geral), incluindo hoje.
11.1. Quão forte é seu desejo ou impulso sexual?
1.Extremamente forte
2.Muito forte
3.Um pouco forte
4.Um pouco fraco
5.Muito Fraco
6.Não sinto desejo
11.2. Com que facilidade se excita sexualmente?
1.Extremamente fácil
2.Muito fácil
3.Um pouco fácil
4.Um pouco difícil
5.Muito difícil
6. Nunca
11.3a. Homens: Você tem e mantém facilmente sua ereção?
1.Extremamente fácil
2.Muito fácil
3.Um pouco fácil
4.Um pouco difícil
5.Muito difícil
6. Nunca
11.3b. Mulheres: Com que facilidade sua vagina se fica úmida durante a atividade sexual?
1.Extremamente fácil
2.Muito fácil
3.Um pouco fácil
4.Um pouco difícil
5.Muito difícil
6. Nunca me excito
11.4. Com que facilidade você alcança o orgasmo?

62
1.Extremamente fácil
2.Muito fácil
3.Um pouco fácil
4.Um pouco difícil
5.Muito difícil
6. Nunca me excito
11.5. Seus orgasmos são satisfatórios?
1.Extremamente satisfatórios
2.Muito satisfatórios
3.Um pouco satisfatórios
4.Um pouco insatisfatórios
5.Muito insatisfatórios
6.Não tenho alcançado o orgasmo

63
Anexo 4: Questionário de freqüência alimentar

Prencha este formulário da seguinte forma: Se você come arroz 2 vezes por dia, sendo 2 colheres de sopa em cada refeição e feijão meia concha 3 vezes por semana
preencha a QUANTIDADE e assinale somente uma FREQÜÊNCIA. No caso de não comer o alimento em questão, assinalar “Nunca ou quase nunca”. Exemplo:

PRODUTO QUANTIDADE
Freqüência
5a6 2a4 Nunca
Mais de 2a3 1 vez 1a3
1 vez vezes vezes ou
3 vezes vezes por vezes
por dia por por quase
por dia por dia semana por mês
semana semana nunca
Arroz 1 colher 2 colh. 3 colh./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Feijão 1 concha 2 conch. 3 con./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

PRODUTO QUANTIDADE
Freqüência
5a6 2a4 Nunca
Mais de 2a3 1 vez 1a3
1 vez vezes vezes ou
3 vezes vezes por vezes
por dia por por quase
por dia por dia semana por mês
semana semana nunca
Arroz 1 colher 2 colh. 3 colh./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Feijão 1 concha 2 conch. 3 conch /
+
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Macarrão 1 pegador 2 pegad. 3 peg./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Farinha de 1 colher 2 colh. 3 colh./+
mandioca
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Pão 1 quant. 2 quant. 3 quant.
(1 francês ou 8

64
2 fatias) 1 2 3 1 2 3 4 5 6 7
Pão doce 1 unidade 2 3
unidades unidades
1 1 2 3 4 5 6 7 8

2 3

Biscoito doce 2 ou - 3a5 5 unid./+


unid.
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Biscoito 2 ou - 3a5 5 unid./+
salgado unid.
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Bolos 1 fatia 2 fatias 3 fatias /
+
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Polenta ou angu 1 pedaço 2 3 ped./+
pedaços
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Batata frita ou 1 porção 2 porções 3 porç./+
chips
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Batata cozida 1 unidade 2 unid. 3 unid./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Mandioca ou 1 pedaço 2 3 ped./+
aipim pedaços
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Milho verde 1 espiga 2 espigas 3 esp./+
(espiga=4 col.)
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Pipoca 1 saco 2 sacos 3 sacos/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

PRODUTO QUANTIDADE
Freqüência
5a6 2a4 Nunca
Mais de 2a3 1 vez 1a3
1 vez vezes vezes ou
3 vezes vezes por vezes
por dia por por quase
por dia por dia semana por mês
semana semana nunca
Inhame ou cará 1 pedaço 2 3 pedaç./

65
pedaços +
1 1 2 3 4 5 6 7 8

2 3
Lentilha, ervilha 1 colher 2 3 colh./+
ou grão de bico colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Alface 1 folha 2 folhas 3 folhas/
+
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Couve 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Repolho 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Laranja ou 1 média 2 médias 3 méd./+
tangerina
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Banana 1 média 2 médias 3 méd./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Mamão ou ½ 1 unidade 2 unid./+
papaia unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Maçã 1 média 2 médias 3 méd./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Melancia ou 1 fatia 2 fatias 3 fatias/+
melão
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Abacaxi 1 fatia 2 fatias 3 fatias/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Abacate 1/2 1 unidade 2 unid./+
unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Manga ½ 1 unidade 2 unid./+
unidade

66
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Limão
Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Maracujá
Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Uva 1 cacho 2 cachos 3 cach./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Goiaba 1 média 2 médias 3 méd/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Pêra 1 média 2 médias 3 méd./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Chicória 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Tomate 1 médio 2 médios 3 méd./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Pimentão 1 médio 2 médios 3 méd./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Chuchu 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Abóbora 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Abobrinha 1 colher 2 3 colh./+
colheres
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

2
Pepino 1 fatia 2 fatias 3 fatias/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Vagem 1 colher 2 3 colh./+
colheres

67
1 3 1 2 3 4 5 6 7 8

PRODUTO QUANTIDADE
Freqüência
5a6 2a4 1a3 Nunca
Mais de 2 a 3 1 vez
1 vez vezes vezes vezes ou
3 vezes vezes por
por dia por por por quase
por dia por dia semana
semana semana mês nunca
Quiabo 1 colher 2 3 colh./
colheres +
1 1 2 3 4 5 6 7 8

2 3
Cenoura 1 colher 2 3 colh./
colheres +
1 1 2 3 4 5 6 7 8

2 3
Beterraba 1 fatia 2 fatias 3 fatias/
+
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Couve-flor 1 ramo 2 ramos 3
ramos/
1 2 + 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Ovos 1 2 unid. 3 unid./+
unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Leite 1 copo 2 copos +3 cop./
+
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Iogurte 1 2 3 unid./+
unidade unidades
3 1 2 3 4 5 6 7 8

1 2
Queijo 1 fatia 2 fatias 3 fatias/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Requeijão
Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8

68
Manteiga ou
margarina Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Vísceras:
bucho, fígado, Anote só a freqüência
coração, etc. 1 2 3 4 5 6 7 8
Carne de boi 1 pedaço 2 pedaç. 3 ped./+
com osso, rabo,
mocotó, etc. 1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Carne de boi 1 quant. 2 quant. 3 quan./+
sem osso
(1 bife méd. ou 1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
2 assados ou
4 colh. moída)
Carne de porco 1 pedaço 2 pedaç. 3 peda./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Frango 1 pedaço 2 3 pedaç./
pedaços +
1 1 2 3 4 5 6 7 8

2 3
Salsicha ou 1 média 2 médias 3 méd./+
lingüiça
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Peixe fresco 1 filé 2 filés 3 filés/+
(filé=posta)
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Sardinha ou 1 lata 2 latas 3 latas/+
atum
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Hambúrguer 1 2 unid. 3 unid./+
unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Pizza 1 pedaço 2 pedaç. 3 peda./
+.
1 2 1 2 3 4 5 6 7 8

3
Camarão 1 2 unid. 3 unid./+
unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

69
Bacon ou
toucinho Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Alho
Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Cebola
Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Maionese 1 colher 2 colh. 3 colh./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

PRODUTO QUANTIDADE
Freqüência
5a6 2a4 1a3 Nunca
Mais de 2 a 3 1 vez
1 vez vezes vezes vezes ou
3 vezes vezes por
por dia por por por quase
por dia por dia semana
semana semana mês nunca
Salgadinhos: 1 2 unid. 3 unid./+
kibe, pastel, etc unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Sorvete 1 2 unid. 3 unid./+
unidade
2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Açúcar 1 colher 2 colh. 3 colh./+
col. sobremesa
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Caramelos ou
balas Anote só a freqüência
1 2 3 4 5 6 7 8
Chocolate em 1 colher 2 colh. 3 colh./+
pó ou Nescau
col. sobremesa 1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Chocolate barra 1 2 unid. 3 unid./+
(30g) ou unidade
bombom 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

1
Pudim ou doce 1 pedaço 2 pedaç. 3 ped./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

70
Refrigerantes 1 copo 2 copos 3 copos/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Café 1 xícara 2 xícaras 3 xíc./+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Suco da fruta 1 copo 2 copos 3 copos/+
ou da polpa
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Mate 1 copo 2 copos 3 copos/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Vinho 1 copo 2 copos 3 copos/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Cerveja 1 copo 2 copos 3 copos/+

1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8
Outras bebidas 1 dose 2 doses 3 doses/+
alcoólicas
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 8

71
01. Utiliza com maior freqüência:
1.( ) manteiga 2.( ) margarina 3.( ) ambas 4.( ) não utiliza
02. Se utiliza margarina, ela é light?
1.( ) não 2.( ) sim 3.( ) não sabe
03. Utiliza com maior freqüência:
1. ( ) leite desnatado 2. ( ) leite semidesnatado 3. ( ) leite integral
04. Utiliza com maior freqüência queijo, requeijão ou iogurte:
1. ( ) light 2. ( ) normal 3. ( ) ambos
05. Utiliza com maior freqüência refrigerante:
1. ( ) diet/light 2. ( ) normal 3. ( ) ambos

72
Anexo 5: Consentimentos informados

Autorização para pesquisa


Responsável pela pesquisa: Maria Luiza Garcia Rosa
Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Tel: 26299342

Nome do responsável:
Idade: Número da identidade:
Nome do adolescente:
Idade: Número da identidade:

Você autoriza seu filho a participar de uma pesquisa ? Queremos saber se seu filho
(a) tem risco de ter algum problema cardíaco no futuro, relacionado aos hábitos de
vida e talvez, a uma herança genética (tendência na família, que passa de pais
para filhos).
Durante toda pesquisa, tudo vai ser explicado a você e ao seu filho. Você pode
decidir se quer deixar que ele continue ou não em qualquer momento.

Se ele entrar na pesquisa, ele vai ter que responder a um questionário com
perguntas sobre nascimento, a família e hábitos de vida. Vai ter sua pressão, peso e
altura medidos e vamos coletar amostra de urina e de sangue. A amostra de urina
será utilizada para fazer exames ligados à diabetes, hipertensão e doenças nos rins.
O sangue será utilizado para medir a glicemia (açúcar no sangue), colesterol total e
frações, triglicerídeos (gorduras no sangue), insulina de jejum, teste da tireóide ,
ácido úrico e outros exames e material genético isolado do sangue que podem
indicar uma tendência a diabetes, hipertensão e problemas de coração e renais
futuros. Esse sangue que ficará armazenado sob a guarda do Laboratório do
Hospital Universitário Antônio Pedro, para estudos relacionados à diabetes,
hipertensão, doenças do coração e dos rins.

Tudo que você responder pelo seu filho será mantido em segredo. As informações
obtidas serão utilizadas exclusivamente neste projeto de pesquisa sem que seu
nome seja revelado e estarão disponíveis para o participante, mesmo para aqueles
que, em algum momento, decidirem sair da pesquisa. As amostras de sangue serão
codificadas para garantir o sigilo e a confidencialidade dos resultados. Após 2 anos
da 1ª visita, faremos uma 2ª visita quando todos os procedimentos serão repetidos.

O benefício esperado com este trabalho será entender melhor algumas causas da
diabetes e da hipertensão e de algumas doenças dos rins e do coração interligadas,
possibilitando a prevenção precoce e tratamento mais eficaz.

Se você tiver alguma dúvida pode nos perguntar.

Se você, depois de ler todo esse documento, permitir que seu filho participe, por
favor, assine esta folha logo abaixo.

Sim, eu concordo que meu filho participe.

Data: ___________________________________

Assinatura ___________________________________________________

73
Autorização para pesquisa
Responsável pela pesquisa: Maria Luiza Garcia Rosa
Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Tel: 26299342

Nome:
Idade: Número da identidade:
Você quer participar de uma pesquisa ? Queremos saber você tem risco de ter
algum problema cardíaco no futuro, relacionado aos hábitos de vida e talvez, a
uma herança genética (tendência na família, que passa de pais para filhos).

Durante toda pesquisa, tudo vai ser explicado a você. Você pode decidir se quer
deixar que ele continue ou não em qualquer momento.

Se você entrar na pesquisa, vai ter que responder a um questionário com perguntas
sobre nascimento, a família e hábitos de vida. Vai ter sua pressão, peso e altura
medidos e vamos coletar amostra de urina e de sangue. A amostra de urina será
utilizada para fazer exames ligados à diabetes, hipertensão e doenças nos rins. O
sangue será utilizado para medir a glicemia (açúcar no sangue), colesterol total e
frações, triglicerídeos (gorduras no sangue), insulina de jejum, teste da tireóide ,
ácido úrico e outros exames e material genético isolado do sangue que podem
indicar uma tendência a diabetes, hipertensão e problemas de coração e renais
futuros. Esse sangue que ficará armazenado sob a guarda do Laboratório do
Hospital Universitário Antônio Pedro, para estudos relacionados à diabetes,
hipertensão, doenças do coração e dos rins.

Tudo que você responder será mantido em segredo. As informações obtidas serão
utilizadas exclusivamente neste projeto de pesquisa sem que seu nome seja
revelado e estarão disponíveis para o participante, mesmo para aqueles que, em
algum momento, decidirem sair da pesquisa. As amostras de sangue serão
codificadas para garantir o sigilo e a confidencialidade dos resultados. Após 2 anos
da 1ª visita, faremos uma 2ª visita quando todos os procedimentos serão repetidos.

O benefício esperado com este trabalho será entender melhor algumas causas da
diabetes e da hipertensão e de algumas doenças dos rins e do coração interligadas,
possibilitando a prevenção precoce e tratamento mais eficaz.

Se você tiver alguma dúvida pode nos perguntar.

Se você, depois de ler todo esse documento, concordar em participar, por favor,
assine esta folha logo abaixo.

Sim, eu concordo em participar.

Data: ___________________________________

Assinatura ___________________________________________________

74
Anexo 6: Cronograma de Visitas à comunidade

data Local no pessoas atendidas/vez no acumulado


1/jul Maruí 36 36
8/jul Maruí 38 74
15/jul Maruí 38 112
22/jul Marítmos 36 148
29/jul Marítmos 38 186
5/ago Marítmos 38 224
12/ag Leopoldina 36 260
o
19/ag Leopoldina 38 298
o
2/set Leopoldina 38 336
9/set Cafubá I 36 372
16/set Cafubá I 38 410
23/set Cafubá I 38 448
30/set Morro do Ceú 36 484
7/out Morro do Ceú 38 522
14/ou Morro do Ceú 38 560
t
21/ou Souza Soares 36 596
t
28/ou Souza Soares 38 634
t
4/nov Souza Soares 38 672
11/no Souza Soares 36 708
v
18/no Souza Soares 38 746
v
25/no Souza Soares 38 784
v
2/dez Viradouro 36 820
9/dez Viradouro 38 858
16/de Viradouro 38 896
z
20/jan Viradouro 36 932
27/jan Viradouro 38 970
3/fev Viradouro 38 1008
10/fev Cavalão 36 1044
17/fev Cavalão 38 1082
24/fev Cavalão 38 1120
3/mar Preventório 36 1156
10/ma Preventório 38 1194
r
17/ma Preventório 38 1232
r
24/ma Jurujuba 36 1268
r
31/ma Jurujuba 38 1306
r
7/abr Jurujuba 38 1344
14/ab Maravista 36 1380
r
21/ab Maravista 38 1418
r

75
28/ab Maravista 38 1456
r
5/mai Maravista 36 1492
12/ma Maravista 38 1530
i
19/ma Maravista 38 1568
i
26/ma Engenho do Mato I 36 1604
i
2/jun Engenho do Mato I 38 1642
9/jun Engenho do Mato I 38 1680
16/jun Engenho do Mato II 36 1716
23/jun Engenho do Mato II 38 1754
30/jun Engenho do Mato II 38 1792

76
77

Você também pode gostar