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Carlos A. Castro

IT743 – Calculo´

de Fluxo de Carga

Cap´ıtulo 8 Fluxo de carga com otimizac¸ao˜

de passo

Carlos A. Castro

DSE/FEEC/UNICAMP

IT743 – Fluxo de carga com otimizac¸ ao˜

de passo

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Motivac¸ao˜ e ideias gerais Considere o sistema eletrico´
Motivac¸ao˜
e ideias gerais
Considere o sistema eletrico´

de potenciaˆ

mostrado a seguir, para o

qual as potenciasˆ

coordenadas retangulares

E as tensoes˜

nodais sao˜

representadas em

slack

PQ

P 1 + jQ 1

1 2
1
2
sao˜ representadas em slack PQ P 1 + jQ 1 1 2 x 1 2 =
sao˜ representadas em slack PQ P 1 + jQ 1 1 2 x 1 2 =

x 12 = 0 1 pu

em slack PQ P 1 + jQ 1 1 2 x 1 2 = 0 1

P 2 + jQ 2

E 1 = 1 pu

E 2 = e 2 + j f 2

(Base = 100 MVA)

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de passo

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

A matriz admitanciaˆMotivac¸ao˜ e ideias gerais nodal e:´ As equac¸oes˜ Y = j 10 j 10 j 10

nodal e:´

e ideias gerais A matriz admitanciaˆ nodal e:´ As equac¸oes˜ Y = j 10 j 10

As equac¸oes˜

Y = j 10 j 10

j 10 j 10

das potenciasˆ

nodais ficam:

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P 2 =

Q 2 =

2

= 1

2

j

j

= 1

e 2 e j G 2j f j B 2j + f 2 f j G 2j

f 2 e j G 2j f j B 2j e 2 f j G 2j

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de passo

+ e j B 2j

+ e j B 2j

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

ou, substituindo os valores de G km e B km :

ou, substituindo os valores de G k m e B k m : As equac¸oes˜ 

As equac¸oes˜

  f 2 B 21

P 2

Q 2

=

e 2 B 21 + e

=

2

2

2

B 22 + f

2

B

22

de fluxo de carga sao:˜

P 2 = P 2 P

esp

2

  Q 2 = Q 2 Q

esp

2

=

=

f 2 B 21 P

esp

2

= 0

e 2 B 21 + e

2

2

2

B 22 + f

2

B 22 Q

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de passo

esp

2

= 0

(1)

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

e o sistema de equac¸oes˜

carga pelo metodo´

para resoluc¸ao˜

de Newton e:´

do problema de fluxo de

P 2

Q

2

=

0

B 21 + 2e 2 B 22

B

21

2f 2 B 22

e 2

f 2

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de passo

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Motivac¸ao˜ e ideias gerais E poss´ıvel imaginar que as equac¸oes˜ ´
Motivac¸ao˜
e ideias gerais
E poss´ıvel imaginar que as equac¸oes˜
´

de fluxo de carga (que

constituem um sistema de equac¸oes˜ algebricas´ nao˜ lineares) poderao˜ ou nao˜ admitir soluc¸ao˜ em func¸ao˜ dos valores de P

esp

2

Q

esp

2 :

e

esp Q 2 esp P 2 Ha´ soluc¸ao˜ Σ Nao˜ ha´ soluc¸ao˜
esp
Q
2
esp
P
2
Ha´ soluc¸ao˜
Σ
Nao˜
ha´ soluc¸ao˜

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

Na realidade, para cada ponto P P

esp

2

Q

esp

2

na area´

interna

mostrada ha´ duas soluc¸oes,˜

conforme discutido no Cap´ıtulo 2

esp esp Alguns pontos de operac¸ao˜ para diferentes P Q 1 sao:˜ 2 2 1
esp
esp
Alguns pontos de operac¸ao˜
para diferentes P
Q
1 sao:˜
2
2
1
2
1
0
Q = 0
(fp = 1)
0
8
P = 0
(fp = 0)
0
6
0
4
0
2
0
0
0
100
200
300
400
500
600
[MW], [Mvar]
1 Diferentes fatores de potenciaˆ
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V 2 [pu]

Motivac¸ao˜

e ideias gerais

A fronteira Σ separa as regioes˜ onde ha´ soluc¸ao˜ ( regiao˜ fact´ıvel ) e nao˜ ha´ soluc¸ao˜ Σ separa as regioes˜ onde ha´ soluc¸ao˜ (regiao˜ fact´ıvel) e nao˜ ha´ soluc¸ao˜ (regiao˜ infact´ıvel)

Para pontos sobre Σ , as duas soluc¸oes˜ Σ , as duas soluc¸oes˜

sao˜

identicas,ˆ

e a matriz

Jacobiana e´ singular – pontos P

(0 250 ) MVA nas curvas do slide 7

esp

2

Q

esp

2

= (500 0 ) MVA e

No caso do sistema exemplo:nas curvas do slide 7 esp 2 Q esp 2 = ( 500 0 ) MVA

det (J ) = ( B 21 + 2 e 2 B 22 ) ( B 21 ) = 0

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e 2 =

B

21

B 22 = 0 5 pu

2

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Motivac¸ao˜ e ideias gerais Substituindo e 2 nas equac¸oes˜
Motivac¸ao˜
e ideias gerais
Substituindo e 2 nas equac¸oes˜

(1) (slide 4) tem-se:

P 2 = 25 10 Q 2 pu que descreve a fronteira Σ :

300 Regiao˜ infact´ıvel 250 Σ Nao˜ ha´ soluc¸ao˜ 200 D C 150 B 100 A
300
Regiao˜
infact´ıvel
250
Σ
Nao˜
ha´ soluc¸ao˜
200
D
C
150
B
100
A
Regiao˜
fact´ıvel
50
Duas soluc¸oes˜
0
0
100
200
300
400
500
600
Q 2 [Mvar]

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P 2 [MW]

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

Ponto A – regiao˜ fact´ıvel – operac¸ao˜ normal

Ponto A – regiao˜

fact´ıvel – operac¸ao˜

normal

Ponto B – regiao˜

fact´ıvel – operac¸ao˜

com poss´ıveis violac¸oes˜

eventual dificuldade numerica´

Newton (Jacobiana proxima´

na resoluc¸ao˜

atraves´

da singularidade)

do metodo´

de

Ponto C – fronteira – Jacobiana singular – metodo´ converge

de Newton nao˜

Ponto D – regiao˜

infact´ıvel – metodo´

de Newton nao˜

converge

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Motivac¸ao˜ e ideias gerais Considere a rede mostrada a seguir 11 5 6 1 4
Motivac¸ao˜
e ideias gerais
Considere a rede mostrada a seguir
11
5
6
1
4
10
8
Q
8
7
2
9
3
Carlos A. Castro
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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

N´umero

Tipo

V [pu]

[ Æ ]

P g [MW]

P c [MW]

Q g [Mvar]

Q c [Mvar]

1 carga

 

400

87

2 carga

500

165

3 carga

 

75

42

4 carga

 

25

81

5 carga

 

6 carga

 

250

11

7 carga

200

42

8 carga

250

Q 8

9 carga

175

3

10 carga

375

59

11 slack

1 04

0 0

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

De

Para

r [pu]

x [pu]

b sh [pu]

1

6

0 00400

0 08000

0 3500

2

7

0 00000

0 00500

0 0000

3

9

0 00500

0 10000

0 0000

4

10

0 00300

0 05000

0 0200

5

6

0 00100

0 02700

0 2140

5

8

0 00800

0 03300

0 1810

5

10

0 00500

0 10000

0 3000

5

11

0 00200

0 10000

0 4000

6

8

0 00022

0 00500

0 0220

7

8

0 00300

0 05000

0 1400

8

9

0 00230

0 03080

0 1122

9

10

0 00120

0 03200

0 1284

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carregamento total

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Motivac¸ao˜ e ideias gerais Variando Q 8 obtem-se´ (inicializac¸ao˜ com flat start): 1 4 1
Motivac¸ao˜
e ideias gerais
Variando Q 8 obtem-se´
(inicializac¸ao˜
com flat start):
1
4
1
2
1
0
0
8
0
6
Alta tensao˜
0
4
Baixa tensao˜
Newton nao˜
Newton
0
2
convergiu
0
0
0
20
40
60
80
100
120
140
Q 8 [Mvar]
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V 8 [pu]

Motivac¸ao˜

e ideias gerais

Para Q 8 = 123 Mvar – soluc¸ao˜ estavel´ (de alta tensao)˜

Para Q 8 = 123 Mvar – soluc¸ao˜

estavel´

(de alta tensao)˜

Para Q 8 = 122 Mvar – soluc¸ao˜

instavel´

(de baixa tensao)˜

Para Q 8 = 121 Mvar – nao˜

ha´ soluc¸ao˜

Conclusao˜

resultando em problemas numericos´

pelo metodo´

ponto de operac¸ao˜

: o sistema de equac¸oes˜

mal condicionado, no processo de resoluc¸ao˜

em que ha´ um

de Newton, mesmo em situac¸oes˜

fact´ıvel

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Motivac¸ao˜

Motivac¸ao˜ e ideias gerais Resumo: Sistemas bem-condicionados : fluxo de carga convencional converge para a

e ideias gerais

Resumo:

Sistemas bem-condicionados: fluxo de carga convencional converge : fluxo de carga convencional converge

para a soluc¸ao˜

desejada

Sistemas mal-condicionados: fluxo de carga pode convergir para a : fluxo de carga pode convergir para a

soluc¸ao˜

matematicamente correta mas que nao˜

real da rede, ou pode simplesmente nao˜

desejada, ou convergir para outra soluc¸ao˜

corresponde a` operac¸ao˜ convergir

Sistemas infact´ıveis: fluxo de carga nao˜ : fluxo de carga nao˜

converge

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Motivac¸ao˜

e ideias gerais

Motivac¸ao˜ e ideias gerais Deseja-se que os metodos´ robustos de fluxo de carga : convirjam para

Deseja-se que os metodos´

robustos de fluxo de carga:

convirjam para a soluc¸ao˜Deseja-se que os metodos´ robustos de fluxo de carga : desejada independentemente do bom ou mau

desejada independentemente do bom ou

mau condicionamento da rede, e

fornec¸am informac¸oes˜ uteis´ sobre o processo iterativo e a infactibilidade em si, no caso de sistemas infact´ıveisindependentemente do bom ou mau condicionamento da rede, e Carlos A. Castro IT743 – Fluxo de

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Problema:Metodo´ Iwamoto-Tamura resolver o problema de fluxo de carga para redes mal condicionadas determinar a existenciaˆ

resolver o problema de fluxo de carga para redes mal condicionadasMetodo´ Iwamoto-Tamura Problema: determinar a existenciaˆ ou nao˜ de soluc¸oes˜ Fluxo de carga diverge, oscila ou

determinar a existenciaˆo problema de fluxo de carga para redes mal condicionadas ou nao˜ de soluc¸oes˜ Fluxo de

ou nao˜

de soluc¸oes˜

Fluxo de carga diverge, oscila ou nao˜determinar a existenciaˆ ou nao˜ de soluc¸oes˜ converge mas ha´ um ponto de operac¸ao˜ fact´ıvel? pois

converge

mas ha´ um ponto de operac¸ao˜Fluxo de carga diverge, oscila ou nao˜ converge fact´ıvel? pois nao˜ ha´ um ponto de operac¸ao˜

fact´ıvel?

converge mas ha´ um ponto de operac¸ao˜ fact´ıvel? pois nao˜ ha´ um ponto de operac¸ao˜ fact´ıvel?

pois nao˜

ha´ um ponto de operac¸ao˜

fact´ıvel?

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Metodo´ Iwamoto-Tamura Fluxo de carga pode ser formulado como um problema de programac¸ao˜ nao˜ linear:
Metodo´
Iwamoto-Tamura
Fluxo de carga pode ser formulado como um problema de
programac¸ao˜ nao˜ linear:
min
f (x )

s.a. leis de circuitos

limites dos equipamentos

Se a soluc¸ao˜min f (x ) s.a. leis de circuitos limites dos equipamentos e´ x tal que f

x tal que f (x ) = 0, entao˜

x corresponde a um

ponto de operac¸ao˜

fact´ıvel para as condic¸oes˜

iniciais estabelecidas

fact´ıvel para as condic¸oes˜ iniciais estabelecidas Se a soluc¸ao˜ soluc¸ao˜ problema de fluxo de carga

Se a soluc¸ao˜

soluc¸ao˜

problema de fluxo de carga nao˜

ponto de operac¸ao˜

x tal

que f (x ) = 0, entao˜

nao˜

x corresponde a` linear, MAS indica que o

ou seja, nao˜

ha´ um

do problema de programac¸ao˜

tem soluc¸ao,˜

fact´ıvel

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga em coordenadas retangulares e sua expansao˜

em serie´

de Taylor

retangulares e sua expansao˜ em serie´ de Taylor Considere uma rede de m barras em que:

Considere uma rede de m barras em que:

x = e 1

f 1

e 2

f 2

e m

(coordenadas retangulares)

y

y s =

s

1

P

( x ) = P 1 ( x )

Q

s

1

s

2

P

Q 1 ( x )

s

V

2

2

P 2 ( x )

V 2 ( x ) 2

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f m

s

m

P

s

Q m

P m (x )

de passo

Q m ( x )

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga em coordenadas retangulares e sua expansao˜

em serie´

de Taylor

sendo:

x – vetor das tensoes˜

nodais

y s – vetor das potenciasˆ

(tensao˜

controlada)

especificadas – no caso, a barra 2 e´ PV

y (x ) – vetor das potenciasˆ

(tensao˜

controlada)

calculadas – no caso, a barra 2 e´ PV

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga em coordenadas retangulares e sua expansao˜

em serie´

de Taylor

retangulares e sua expansao˜ em serie´ de Taylor As equac¸oes˜ de fluxo de carga podem ser

As equac¸oes˜

de fluxo de carga podem ser escritas como:

y s = y (x )

(2)

ou

y s = A

x 1 x 1 x 1 x 2

.

.

.

x i x j

.

.

.

x n x n

em que n = 2 m e A e´ uma matriz dos coeficientes (constantes) de y ( x )

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga em coordenadas retangulares e sua expansao˜

em serie´

de Taylor

retangulares e sua expansao˜ em serie´ de Taylor Expandindo a equac¸ao˜ (2) em serie´ de Taylor

Expandindo a equac¸ao˜

(2) em serie´

de Taylor obtem-se:´

y s = y ( x + ∆ x )

= y ( x ) +

x

y (x ) x +

1

2

( )

x T

2

x 2 y ( x ) x

y s = y ( x ) + J x +

1

2

( )

y (∆ x )

( ) Este termo nao˜

ill-conditioned power systems, IEEE Transactions on Power Apparatus and Systems, vol.PAS-100, n.4, 1981.”

aparece em “S. Iwamoto, S. Tamura, A load flow calculation method for

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga em coordenadas retangulares e sua expansao˜

em serie´

de Taylor

retangulares e sua expansao˜ em serie´ de Taylor A expansao˜ em serie´ de Taylor e´ exata

A expansao˜ em serie´ de Taylor e´ exata (so´ tem termos ate´ ordem 2) quando as tensoes˜ sao˜ representadas em coordenadas retangulares

O terceiro termo do lado direito corresponde a` propria´

aplicada as`

variac¸oes˜

das incognitas´

func¸ao˜

y ,

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Suponha que em alguma iterac¸ao˜Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ o vetor de incognitas´ seja x e e ∆ x

o vetor de incognitas´

seja x e e x

que seja obtido de alguma forma o vetor de correc¸oes˜

Tem-se:

y s y (x e ) J x y ( ∆ x ) = 0

Suponha agora que seja poss´ıvel dar um passo na mesma direc¸ao˜ de ∆ x , mas de tamanho diferente, multiplicando-o pelo x, mas de tamanho diferente, multiplicando-o pelo

multiplicador otimo´

:

y s y (x e ) J x y ( x ) = 0

Carlos A. Castro

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Metodo´ Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ No quarto termo, o multiplicador otimo´ elemento de
Metodo´
Iwamoto-Tamura
Obtenc¸ ao˜
do multiplicador otimo´
No quarto termo, o multiplicador otimo´
elemento de ∆ x resulta em:

x T x 2 y ( x ) ( x ) = 2 x T

2

multiplicado a cada

2

x 2 y ( x ) x = 2 y ( ∆ x )

Logo:

ou

y s y (x e ) + [ J x ] + 2 [ y ( ∆ x )] = 0

a b

c

a + b + 2 c = 0

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Metodo´ Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ A ideia da utilizac¸ao˜
Metodo´
Iwamoto-Tamura
Obtenc¸ ao˜
do multiplicador otimo´
A ideia da utilizac¸ao˜

de e´ ajustar o tamanho do passo de forma a

obter um novo ponto mais proximo´

seguinte func¸ao:˜

da soluc¸ao.˜

Define-se entao˜

a

F = 1

2

n

j = 1

a i + b i + 2 c i 2

e e´ determinado tal que minimize a func¸ao˜

F = 0

F , ou seja:

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

que resulta em:

 

g 0 + g 1 + g 2 2

+ g 3 3 = 0

em que:

Carlos A. Castro

g 0 =

n

i = 1

(a i b i )

g 2 = 3

n

i = 1

(b i c i )

n

g 1 =

i = 1

b

n

g 3 = 2

i = 1

2

i

+ 2 a i c i

2

i

c

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

A equac¸ao˜Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ c´ubica pode ser resolvida por: Formula´ de

c´ubica pode ser resolvida por:

otimo´ A equac¸ao˜ c´ubica pode ser resolvida por: Formula´ de Cardano-Tartaglia (soluc¸ao˜ Metodo´ de

otimo´ A equac¸ao˜ c´ubica pode ser resolvida por: Formula´ de Cardano-Tartaglia (soluc¸ao˜ Metodo´ de

Formula´

de Cardano-Tartaglia (soluc¸ao˜

Metodo´

de Newton (soluc¸ao˜

iterativa)

A equac¸ao˜(soluc¸ao˜ Metodo´ de Newton (soluc¸ao˜ iterativa) c´ubica podera´ ter: Tr esˆ ra´ızes reais anal´ıtica)

c´ubica podera´ ter:

(soluc¸ao˜ iterativa) A equac¸ao˜ c´ubica podera´ ter: Tr esˆ ra´ızes reais anal´ıtica) Uma raiz real e

Tr esˆ

ra´ızes reais

anal´ıtica)

Uma raiz real e duas ra´ızes complexas conjugadasc´ubica podera´ ter: Tr esˆ ra´ızes reais anal´ıtica) Como a ideia da otimizac¸ao˜ de passo e´

Como a ideia da otimizac¸ao˜Uma raiz real e duas ra´ızes complexas conjugadas de passo e´ tornar o metodo´ de Newton

de passo e´ tornar o metodo´

de

Newton convencional mais robusto e eficiente, deve-se escolher a

raiz real mais proxima´

da unidade

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Exemplo

Considere a seguinte func¸ao˜ c´ubica (as ra´ızes sao˜ 1 2 ): 4 f (x )
Considere a seguinte func¸ao˜
c´ubica (as ra´ızes sao˜
1 2 ):
4
f (x ) = x 3 + 3 x 2 6 x 8
30
20
10
0
10
20
5
4
3
2
1
0
1
2
3
4
( x )f

Carlos A. Castro

x

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ Formula´ de Cardano-Tartaglia: Considere a func¸ao˜ dada

Formula´

de Cardano-Tartaglia:

Considere a func¸ao˜

dada como:

f

( x ) = x 3 + a x 2 + b x + c

(3)

Inicialmente deve-se obter uma equac¸ao˜

na forma:

y 3 + p y + q = 0

(4)

Carlos A. Castro

IT743 – Fluxo de carga com otimizac¸ ao˜

de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Define-se:

x =

y a 3

 

y 1

a:

 

+ 2 a 3

27

a b

y

3

=

Substituindo em f (x ) chega-se

b

a

2

3

+ c

f (x ) = y 3 +

p

q

No caso do exemplo, p = 9 e q = 0

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de passo

(5)

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Considere que:

 

y = u + v

(6)

Logo:

 

y 3 =

u 3

+ v 3

+

3 u 2 v + 3 u v 2

=

u 3

+ v 3

+ 3 u v (u + v )

 

=

u 3

+ v 3

+

3 u v y

 

y 3 3

u v y u 3 + v 3 = 0

(7)

Carlos A. Castro

IT743 – Fluxo de carga com otimizac¸ ao˜

de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

De (4):

e (7):

y 3 + p y + q = 0

y 3 3 u v y u 3 + v 3 = 0

u 3 + v 3 u v

Carlos A. Castro

= p

= q 3

u 3 + v 3 u 3 v 3

IT743 – Fluxo de carga com otimizac¸ ao˜

de passo

= q p 3 27

=

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Entao˜

u 3 e v 3 sao˜

Suas ra´ızes sao:˜

Carlos A. Castro

as ra´ızes da seguinte equac¸ao˜

w 2 + q w

3

p

27 = 0

de segundo grau:

w 1

w 2

= u 3 =

= v 3 =

q

2

q

2

+

q

2

4

p 3

+ 27

q 4

2

p 3

+ 27

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Logo:

1

u = w

1

3

1

2

v = w

Para este exemplo:

e:

w 1

w 2

=

=

j 5 1962

j 5 1962

3

u

v

e y = u + v

= 1 5 + j 0 8660

= 1 5 j 0 8660

y = u + v = 3

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Uma vez obtido o primeiro valor de y = y 1 = 3:

y 3 + p y + q y y 1

= y 2 + y +

No caso do exemplo = 3 e = 0.

Obtem-se´

No caso do exemplo, y 2 = 0 e y 3 = 3.

Finalmente, utilizando (5), as ra´ızes da equac¸ao˜

agora as ra´ızes da equac¸ao˜

quadratica,´

y 2 e y 3 .

dada sao:˜

x 1

=

x 2 =

y 1 1 = 3 1 = 2 y 2 1 = 0 1 = 1

x 3 = y 3 1 = 3 1 = 4

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ Metodo´ de Newton A soluc¸ao˜ obtida depende do ponto

Metodo´

de Newton

A soluc¸ao˜

obtida depende do ponto inicial escolhido. Neste caso:

f

(x ) =

x 3 + 3

x 2 6 x 8

f (x )

=

3 x 2 +

6 x 6

x =

f (x ) f (x )

x 0 =

5

Carlos A. Castro

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Metodo´ Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ e: 6 5 4 3 x 2 1
Metodo´
Iwamoto-Tamura
Obtenc¸ ao˜
do multiplicador otimo´
e:
6
5
4
3
x
2
1
0
x
1
2
0
2
4 6 8
10
iterac¸ao˜
Carlos A. Castro
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de passo
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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Utilizando as funcionalidades do software Matlab 2 :

2 Ou outros, como por exemplo o Scilab.

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Obtenc¸ ao˜

do multiplicador otimo´

Iwamoto-Tamura Obtenc¸ ao˜ do multiplicador otimo´ Exerc´ıcio(s) proposto(s): Prazo de entrega: (1) ,

Exerc´ıcio(s) proposto(s):

Prazo de entrega:

(1) , (2) duas semanas

Carlos A. Castro

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Inicialmente, o vetor de correc¸oes˜de carga pelo metodo´ de Newton com otimizac¸ao˜ de passo nas variaveis´ de estado e´ obtido

nas variaveis´

de estado e´ obtido

utilizando o metodo´

as equac¸oes˜

de Newton convencional, ou seja, expandindo

de fluxo de carga ate´ os termos de ordem 1

Em uma iterac¸ao˜expandindo de fluxo de carga ate´ os termos de ordem 1 ou seja: r : J

ou seja:

r :

J (r ) x (r ) = y s

y x (r )

x (r ) = J (r ) 1 y s y x (r )

(8)

(9)

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Lembrando da equac¸ao˜de carga pelo metodo´ de Newton com otimizac¸ao˜ de passo do slide 26 : ou y

do slide 26:

ou

y s y (x e ) + [ J x ] + 2 [ y ( ∆ x )] = 0

a b

c

a + b + 2 c = 0

Os vetores a , b e c sao:˜ a, b e c sao:˜

Carlos A. Castro

a (r ) =

b (r ) =

y s y x (r )

J (r ) x (r ) = a (r )

c (r ) = y x (r )

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

de carga pelo metodo´ de Newton com otimizac¸ao˜ de passo ∆ x ( r ) =

x (r ) = J (r ) 1 y (r )

Newton convencional

a ( r ) , b ( r ) , c ( r ) (

a (r ) , b (r ) , c (r )

a ( r ) , b ( r ) , c ( r ) ( r

(r )

1 , g

(r )

g 0

, g

(r )

2

(r )

3

, g

r ) ( r ) 1 , g ( r ) g 0 , g (

(r )

r ) ( r ) 1 , g ( r ) g 0 , g (

x (r ) (r ) x (r )

) ∆ x ( r ) ( r ) ∆ x ( r ) x (

x (r + 1 ) = x (r ) + x (r )

O procedimento

fica entao:˜

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Exemplo

Considere o seguinte sistema de equac¸oes˜

algebricas´

2 24

2 x

2

1

2

2 x 1 x 2 + 2 x

2

2

x 1 x 2 + 2 x

2

=

  2 x

0 64

=

2

1

nao˜

lineares:

que temˆ

quando as tensoes˜

A soluc¸ao˜

uma estrutura semelhante as`

sao˜

para esse problema e:´

equac¸oes˜

de fluxo de carga

representadas em coordenadas retangulares.

x =

x 1

x

2

= 0 8

2

1

Carlos A. Castro

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Inicializando com x = [ 1 1 ] T e utilizando o metodo´ convencional tem-se:

de Newton

2 x

f 1 (x 1 x 2 )

2

1

=

2 x 1 x 2 + 2 x

2

2

1

x 1 x 2 + 2 x

2

2 24 = 0

f 2 (x 1 x 2 )

2 x

2 0 64 = 0

2

=

J =

x 1 f 1 x 1 f 2

x 2 x 2 f 2

f

1

=

(4 x 1 2 x 2 ) ( 2 x 1 + 4 x 2 )

( 4 x 1 x 2 )

( x 1 + 4 x 2 )

x =

x

1

x 2

= J 1 f 1 ( x 1

f 2 (

x

x 1 x 2 )

2

)

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Iterac¸ao˜

x 1

x 2

f 1

f 2

x 1

x 2

0 1,0000 1,0000

0,2400

1,6400

-0,1600

0,2800

1 0,8400 1,2800

-0,2976

-0,1504

-0,0390

-0,0774

2 0,8010 1,2026

-0,0090

-0,0059

-0,0010

-0,0026

3 0,8000

1,2000

0,0000

0,0000

0,0000

0,0000

4 0,8000

1,2000

Carlos A. Castro

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Considerando agora a utilizac¸ao˜

de passo tem-se (fazendo a relac¸ao˜

func¸oes˜

do metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

entre a simbologia usada e as

deste exemplo):

y = y 1

y 2 = 2 x

2

1

2 x

2

1

2 x 1 x 2 +

2

2 x

2

2

x 1 x 2 + 2 x

2

y s = y s1 y s2 = 2

24 0 64

f 2 = f = f 1

y s1 y 1

y s2

y 2

Carlos A. Castro

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

Os primeiros passos sao˜

do metodo´

identicosˆ

a` linha correspondente a` iterac¸ao˜

de Newton convencional, ou seja:

x 0 =

1 0000 1 0000

f 0 = 0 2400

6400

1

x 0 = 0 1600 2800

0

A partir desses resultados, passa-se a` execuc¸ao˜ ressaltados no diagrama de blocos:

dos passos

6400

a 0 = f = 0 2400

1

b 0 = f = 0 2400 1 6400

c 0 = y (x ) = 0 2976 0 1504

Carlos A. Castro

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de passo

0

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

e:

g 0 = 2 7472 g 2 = 0 9542

g 1 = 2 1110 g 3 = 0 2224

0 = 0 8798

x 1 = x 0 + 0 x 0 = 0 1 8592 2463

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

O resumo do processo iterativo e:´

Iterac¸ao˜

x 1

x 2

f 1

f 2

x 1

x 2

0 1,0000

1,0000

0,2400

1,6400

-0,1600

0,2800

0,8798

1 0,8592

1,2463

-0,2015

0,0808

-0,0571

-0,0452

1,0337

2 0,8003

1,1996

0,0010

0,0026

-0,0003

0,0004

0,9998

3 0,8000

1,2000

0,0000

0,0000

0,0000

0,0000

1,0000

4 0,8000

1,2000

Lembrando o Newton convencional:

Iterac¸ao˜

x 1

x 2

f 1

f 2

x 1

x 2

0 1,0000

1,0000

0,2400

1,6400

-0,1600

0,2800

1 0,8400

1,2800

-0,2976

-0,1504

-0,0390

-0,0774

2 0,8010

1,2026

-0,0090

-0,0059

-0,0010

-0,0026

3 0,8000

1,2000

0,0000

0,0000

0,0000

0,0000

4 0,8000

1,2000

Carlos A. Castro

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de passo

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Metodo´

Iwamoto-Tamura

Fluxo de carga pelo metodo´

de Newton com otimizac¸ao˜

de passo

No caso do sistema de equac¸oes˜

iterativos sao˜

Ressalta-se os seguintes pontos:

desse exemplo, os processos

aparentemente semelhantes.

O primeiro valor calculado de e´ menor que um, indicando um e´ menor que um, indicando um

tamanho de passo MENOR que o metodo´

de Newton convencional

Ja´ o segundo valor de e´ maior que um, indicando um tamanho e´ maior que um, indicando um tamanho

de passo MAIOR que o metodo´

de Newton convencional