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A leitura no estudo INTRODUCAO Até agora esta parte pi scorteu sobre pontosbisicos, comando o estudo como um todo. Agora devemos aprofundar ametodologia itens mais significativos: a leitura. ory Em qualquer meio intelectual a letura constitu um dos ftores deci e ores dsisivos do estudo. E principalmente através dela que as pessoas ampliam e aprofun- arora 08 textos formam uma fonte pratic nt cohesion. Pestantey peenetion wpe pore, se alabtiao para enlnte sabe le. Ha ue deixam os olhos pasarem pelaspalavas enquanto sua men: te voa por esferas distantes. Esses leem apenas com os olhos. S6 percebem que do leram qvando chegam ao fim de umna pagina, umn capitulo um IMO. Entao, devem recomegar tudo de novo porque de fato nao aprenderam a ler € preciso ler, mas também é preciso saber ler. De nada adianta devo- iginas em algumas derenas de minutos, horas ou ura, ndo se pode dizer nada sobre o que se acabou de tempo gasto em leituras assim € inteiramente desperdigado. A quantida- de de letura é sempre signfiativa, nas somente quando i ra adequada, ou sla, quando aprovetada, Caso cont concerto sinfénico e dormir. Ha gente que faz exatamente isso ¢ dey lis so e depois dscute ‘0 desempenho do maestro. Aqueles que s6 !éem com os olhos € nio com a mente enganaimse asi propos. ‘Averuna no esTu00 71 porém, distinguir duas espécies de leitura: uma que se pratica mais por cultura geral ou entretenimento desinteressado, outra que requer atencao especial, profunda concentracdo mental ¢ que é realizada por necessidade de Na primeira pode-se classificar a leitura didria dos jornais e revistas de is apenas como entretenimento. 9 locais, nacionais ¢ internacionais am em nossa época, fazem parte de do mundo em que vivemos. Delas . nossa conduta ante as quest6es S0- as vezes depende nossa agdo cotidiar , econdmicas ¢ politicas. Portanto, a leitura de jornais e revistas de atuali- dades nao deve ser menosprezada por qualquer intelectual, inclusive os estu- da a leitura das colunas de ‘A segunda espécie de para aprofundar 0 conhecimento que se tem de alguma coi ira € a que se faz para aprender alguma coisa ou Essa geralmente 6 efetuada em livros e revistas especializadas e é nela que vamos nos dé a, pois qu obstaculo sempre os estudantes encontram em tal espécie de leitura um lura proveitosa ao estudo requer sempre dedicada i ‘mental con: cle de nada adianta tentar meihorar o rendimento do que se Ié buscando desen- volver outros itens. Sem dedicar ateng&o ao texto que esta diante de nossos ‘olhos e sem nele concentrar nossa atividade mental, em verdade nao se 1é. Por outro lado, sobretudo para grande quantidade de livros indicados nas disciplinas, a leitura veloz isponivel ndo da para a realizagdo de tudo 0 que se tem de fazer juatro horas do dia, como nos permitir ao luxo de leituras lentas, fam por dias, semanas e meses? ‘acaso, ¢ possivel conciliar leitura atenta e proveitosa com leitura necessariamente veloz? ‘Sim, nao s6 possivel como menos complicado do que se costuma imagi- nar, icagdo de um método ¢ indispensivel envolve tudes corretas. No transcurso deste capitulo a orientagao pratica para a aplicagao de um "or ora, mencionemos apenas as regras mais ele- Também aqui algumas normas, téenicas fexaminaremos com mais de método de leituraeficiente mentares 1. Jamas realizar uma leltura de estudo sem um propésito definido. A Gefinigdo do propésito da leitura evita a dispersdo do espirito e ajuda a concentragdo mental 2, Reconhecer sempre que cada assunto, cada género literirio, requer tuma yelocidade propria de Ieitura. Uma hist6ria em quadrinhos, uma